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Como ativar o driver correto para a sua GPU AMD "antiga" no Linux

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Você utiliza aquela GPU AMD um pouco antiga no Linux e não está conseguindo rodar jogos com Vulkan, nem obter um desempenho satisfatório? Talvez o quê você precise seja apenas ativar o driver correto. Veja agora como ativar o melhor driver para GPUs das famílias ‘Sea Islands’ e ‘Southern Islands’ no Linux.



As placas de vídeo AMD possuem dois drivers que podem vir ativados por padrão nas distribuições Linux, sendo eles ‘Radeon’ e ‘Amdgpu’. O que define qual deles vem ativado por padrão é o modelo da sua GPU. As GPUs muito antigas geralmente são compatíveis apenas com o driver ‘Radeon’, enquanto os modelos mais atuais utilizam o ‘Amdgpu’. Porém, existem duas das famílias de GPUs da AMD que são compatíveis com ambos os drivers. Estou falando das ‘Sea Islands’ e ‘Southern Islands’.

Nestas GPUs a compatibilidade com o ‘Amdgpu’ está em fase experimental, por isso o mesmo não vem ativado por padrão, sendo necessário ativá-lo manualmente através de um procedimento simples e rápido.

Abaixo está uma lista de todos os modelos de GPUs das famílias ‘Sea Islands’ e ‘Southern Islands’. Caso a sua GPU esteja nessa lista, então o procedimento provavelmente será necessário.



Existe um comando muito simples que nos dirá se a GPU em uso no momento é ou não compatível com o ‘Amdgpu’. Simplesmente copie o comando abaixo, cole-o no terminal e pressione ‘Enter’:

lspci -k | grep amdgpu

Serão exibidas duas linhas semelhantes à essas:

Kernel driver in use: radeon

Kernel modules: radeon, amdgpu

O driver que aparece na linha “Kernel driver in use” é o que está ativado no momento, já o conteúdo da linha “Kernel modules” são os drivers que estão disponíveis para uso. Se o comando acima não retornou nada, então a sua GPU é compatível apenas com o driver ‘Radeon’.

Se no seu caso o driver em uso no momento for o ‘Amdgpu’, então você não precisa fazer mais nada, a melhor opção já está ativada. Porém, se o driver em uso no momento for o ‘Radeon’, e o ‘Amdgpu’ estiver aparecendo como disponível, siga o procedimento abaixo para ativá-lo:

Como ativar o 'Amdgpu' na minha 'Sea Island' ou 'Southern Island'?


Primeiro vamos editar o arquivo de configurações do Grub para que durante o boot o sistema saiba que deve utilizar o ‘Amdgpu’.

sudo nano /etc/default/grub

Você terá uma tela parecida, mas não necessariamente idêntica a esta abaixo:


Ao final da linha “GRUB_CMDLINE_LINUX”, antes do fechar aspas, cole a linha:

radeon.cik_support=0 amdgpu.cik_support=1 radeon.si_support=0 amdgpu.si_support=1

Deverá ficar parecido com o exemplo abaixo:


Agora para salvar pressione a combinação de teclas “Control + O” e “Enter”. Então feche o editor de texto com “Control + X”.

Para ativar as novas configurações, é necessário atualizar o Grub com o comando abaixo:

No Linux Mint, Ubuntu e derivados:

sudo update-grub

No Fedora:

sudo grub2-mkconfig -o /boot/grub2/grub.cfg

No Manjaro, Arch e derivados:

sudo grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg

Reinicie a máquina, e pronto!

Se você rodar novamente o comando “lspci -k | grep amdgpu” verá que o driver em uso agora é o ‘Amdgpu’.

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Novo layout da biblioteca da Steam chega em breve

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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Muitos usam a Steam como o seu gerenciador principal de games, assim tendo o acesso há mais de 30 mil títulos dos mais variados possíveis. Por que não mudar a “lataria”, né não? 😄

Novo layout da biblioteca da Steam chega em breve





Se formos pensar e observar bem, o layout da Steam estava meio que “parada no tempo”, carecendo assim de uma reformulação por completo, mas não perdendo as suas características essenciais.

Primeiro começou com a página principal e agora vai chegar na Biblioteca (Store) da plataforma. Confirmando assim alguns rumores que circularam há alguns meses. Inclusive temos uma postagem que mostrava os testes iniciais.


Agora é de forma oficial, e com o seguinte comentário da Valve:

“A nova biblioteca Steam foi criada seguindo a ideia de que as nossas bibliotecas são valiosas — para alguns usuários, elas contêm mais de 15 anos de jogos. Seja aquele jogo AAA que todos os seus amigos jogam ou aquele projeto artístico independente que só você parece gostar, a sua biblioteca Steam representa o seu histórico no mundo dos jogos. Uma boa biblioteca, no entanto, deve ser mais do que apenas prateleiras empoeiradas, mas também um lugar divertido para explorar e encontrar o que está buscando. A sua biblioteca deve auxiliar você a ficar antenado sobre novidades nos seus jogos, encontrar um jogo para jogar com amigos ou explorar as criações e discussões na comunidade de cada jogo.”

Também anunciaram um novo sistema de eventos, assim ajudando os devs a atrair mais jogadores para o seus games, além de facilitar a notificação de updates dos jogos, podendo combinar com a ferramenta Eventos, e assim facilitar a vida do gamer. Além é claro dos eventos relacionados ao jogo, que não precisa ser um update em si.


Para conferir o post completo do anúncio oficial no blog da Steam, segue o link. A previsão é que chegue no dia 17 de Setembro e vai estar disponível para as três plataformas: Linux, macOS e Windows.

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Emulador de Nintendo 3DS, Citra em Snap

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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

No início do ano escrevi meu primeiro artigo no blog Diolinux, curiosamente o primeiro assunto que abordei foi justamente o emulador de Nintendo 3DS Citra. Caso queira mais informações sobre o emulador, recomendo fortemente essa postagem, acesse o link e saiba mais sobre o Citra e veja outras formas de se obter o software.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja

Creio que não seja novidade para os leitores que acompanham meu trabalho, que sou apaixonado por emuladores e consoles. Mesmo possuindo meu New Nintendo 2DS XL, gosto de usufruir das vantagens que o Citra oferece. Na postagem anterior que indiquei, informo o processo de instalação do emulador via Flatpak e TAR.GZ. Hoje mais uma opção está disponível, por meio do formato de empacotamento da Canonical, o Snap.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja-pokemon

Emulador de N3DS Citra via Snap


Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “Citra” e instalar o aplicativo. Caso esteja utilizando outra distribuição Linux, segue esse tutorial ensinando a configurar o Snap em seu sistema.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja

Sua instalação via terminal é bem simples, basta ter configurado previamente seu sistema (conforme mencionei anteriormente).

Instalando o Citra Snap via terminal:

sudo snap install citra-mts --edge

Removendo o Citra Snap via terminal:

sudo snap remove citra-mts

Vale ressaltar que a forma de instalação demonstrada no site do emulador é via Flatpak, porém, a construção do pacote Snap é feita diretamente do repositório Github do projeto. Se preferir via Flatpak, eis o link.

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Como instalar o Lutris no Ubuntu corretamente

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sábado, 31 de agosto de 2019

Muitos que chegam no mundo Linux, perguntam como que conseguimos instalar certos games no Linux, além da Steam. Fizemos um tutorial de como preparar o seu PC Linux para jogar e nele falamos do Lutris. Hoje vamos ensinar a instalar ele no Ubuntu.

Como instalar o Lutris no Ubuntu corretamente





Além de instalar jogos, pode-se instalar também alguns launchers, como o da Uplay e Epic Games por exemplo. Que ensinamos a instalá-los aqui e aqui.

Bom, vamos a instalação. Primeiro acesse o site do Lutris e vá até a sessão download.



Agora vamos adicionar o repositório do Lutris, fazer o update e instalar o Lutris com um único comando, que é:

sudo add-apt-repository ppa:lutris-team/lutris -y && sudo apt update && sudo apt install lutris -y

Agora é só esperar a instalação acabar e desfrutar do Lutris.



Acima vemos como seria a tela dele, no caso é o meu Lutris já com o Overwatch instalado.

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Como instalar o WineHQ no Ubuntu de forma correta

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Há um tempo, fiz um tutorial de como preparar o seu Ubuntu ou Mint para jogar, nele ensinei como instalar o Wine que está no repositório do Ubuntu e do Mint. Hoje vou ensinar como instalar o WineHQ, direto da “fonte”.

Como instalar o Wine no Ubuntu de forma correta






Antes de prosseguirmos, vamos reforçar mais uma vez, que o Wine não é um emulador, tanto que Wine é um acrônico de “Wine Is Not an Emulator". Feito isso vamos ao tutorial.

Primeiro vamos acessar o site winehq.org e ir na sessão Download.



Depois vamos para a sessão referente ao Ubuntu.



Bom, agora vamos precisar fazer alguns ajustes para depois começarmos a instalar o WineHQ. Primeiro vamos instalar o pacote libfaudio0 que a partir da versão 4.5 do Wine, é uma dependência essencial para o aplicativo.

Para instalar no Ubuntu 18.04.3 ou Mint 19.x, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.07-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui

Recomendamos salvar em pastas que você tenha acesso, como a pasta Downloads, que para acessar via terminal seria assim:


Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/amd64/libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/i386/libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb

Agora vamos instalar, com o seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb
Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install

Para instalar no Ubuntu 19.04, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.08-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui.

Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/i386/libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/amd64/libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb

Agora vamos instalar, com seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install
Agora vamos adicionar o suporte para 32 bits se o seu sistema for de 64 bits (que muito provavelmente é). Basta rodar esse comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Vamos adicionar o repositório e a key (chave):

wget -nc https://dl.winehq.org/wine-builds/winehq.key

sudo apt-key add winehq.key

Feito esses procedimentos, vamos adicionar o repositório.

Para Ubuntu 18.04.3 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ bionic main'

Para Ubuntu 19.04 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ disco main'

Se tudo ocorreu dentro dos conformes e sem erros, vamos dar aquela atualizada: sudo apt update

 Agora instalando o WineHQ


No repositório deles, tem 3 versões do Wine, sendo: Stable branch, Development branch e Staging branch. Para instalar eles é bem fácil, basta escolher o comando respectivo para cada versão.

sudo apt install --install-recommends winehq-stable -y

sudo apt install --install-recommends winehq-devel -y

sudo apt install --install-recommends winehq-staging -y

Aí é só esperar a instalação completar e desfrutar o Wine direto da “adega” 😂. Para aqueles que jogam games do Windows no Linux, a recomendação é usar o WineHQ Staging.

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Proton 4.11 é lançado com muitas novidades para gamers Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A semana começou agitada para quem gosta de games e é usuário de Linux. Primeiro foi a NVIDIA lançando versões novas de drivers, agora a Valve trazendo uma nova versão do Proton e uma nova ferramenta de sincronização de objetos nos jogos. 

Proton 4.11 é lançado com muitas novidades  para gamers Linux





A primeira novidade é em relação ao Proton, que chegou com várias melhorias, correções de bugs e um salto na sua versão. Começando com a versão, que antes era a 4.2-9 e agora foi para 4.11, assim seguindo a mesma versão do Wine. Com isso trouxe:

● 3300 melhorias do Wine para o Proton e 154 patches do Proton 4.2 não são mais necessários ou foram para o upstreamed.

DXVK atualizado para a versão 1.3;

FAudio atualizado para a versão 19.07;

● Corrigido o input lag e adicionado suporte a rumble em alguns jogos que utilizam a Engine Unity;

Dentro deste update do Proton, dois se destacam, como a adição do D9VK e a mudança de alguns “módulos’ para Windows PE.

Sobre o D9VK, ele está vindo embutido em modo experimental, tendo que ser ativado manualmente no momento. O D9VK vinha sendo testado desde Junho, de acordo com o dev Joshua Ashton. Agora a Valve vai estar financiando de forma mais direta. Para ativar o D9VK nos jogos e assim experimentá-lo, você vai precisar colocar o seguinte parâmetro no jogo dentro da Steam: PROTON_USE_D9VK=1 %command%

A outra novidade é a mudança de alguns módulos do Wine, que antes eram em libs feitas no Linux e agora estão sendo construídas sobre as libs do Windows PE. Isso pode ajudar na compatibilidade de alguns sistemas de DRM e anti-cheat, conforme vai avançando o trabalho, a compatibilidade vai ficando mais madura e eficiente.

Para mais detalhes sobre essa versão do Proton, pode ser consultada aqui.

Agora a outra grande novidade é o começo dos testes do fsync, para melhorar a sincronização em processos a ser baseado no futex. Quando a Valve começou o desenvolvimento do Proton, encontrou problemas com jogos multi-threaded, assim trabalhou em conjunto com a CodeWeavers e desenvolveu um patchset, o “esync”, para resolver esses problemas. A princípio funcionou, mas precisava de várias configurações e poderiam causar problemas de exaustão nos aplicativos.

Por isso a Valve preferiu trabalhar em uma nova solução, o fsync. Com essa nova funcionalidade, o ganho nos games é esperado, visto que vai ser trabalhado junto ao kernel, tanto que a Valve mandou uma sugestão de mudança, para que ela seja “acomodada” no Kernel Linux.

Se você quiser testar esse kernel modificado pela Valve e testar às melhorias do fsync, eles publicaram um tutorial de como fazer isso.

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Uma super seleção jogos para Linux nesta Steam Summer Sale

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domingo, 30 de junho de 2019

Como de costume, a Valve (dona da Steam) tem várias Sales (Saldões) ao longo do ano, e um deles é o Steam Summer Sale (Saldão de Verão), onde podemos encontrar jogos como GTA V, PUBG, Assassin’s Creed Odyssey, Devil May Cry 5, Resident Evil 2, Far Cry 5 e Final Fantasy XV por exemplo, com preços contendo descontos de até 80%. 



Uma super seleção jogos para Linux nesta Steam Summer Sale







Nós, da equipe do Diolinux, montamos uma lista de TOP 12 games que achamos interessantes e que poderiam estar na sua biblioteca de jogos da Steam, obviamente, todos compatíveis com Linux, seja via Proton ou não..Primeiro as indicações do Dio, os jogos são:



The Witcher: Wild Hunt é um RPG de mundo aberto de fantasia cheio de escolhas vitais. Em The Witcher, você joga como um caçador de monstros profissional, Geralt de Rívia, em busca da criança da profecia em um vasto mundo aberto, rico em cidades mercantis, ilhas piratas, passagens perigosas nas montanhas e cavernas esquecidas a serem exploradas.




A versão para PC do Grand Theft Auto V e Grand Theft Auto Online apresenta o Modo em Primeira Pessoa, que dá aos jogadores a chance de explorar o mundo incrivelmente detalhado de Los Santos e Blaine County de uma maneira completamente nova. Quando um malandro de rua, um ladrão de bancos aposentado e um psicopata aterrorizante se envolvem com alguns dos criminosos mais assustadores e loucos do submundo, o governo dos EUA e a indústria do entretenimento, eles devem realizar golpes ousados para sobreviver nessa cidade implacável onde não podem confiar em ninguém, nem mesmo um no outro.

ProtonDB : Gold



Em Sekiro: Shadows Die Twice, você é o "lobo de um braço só", um guerreiro desfigurado e caído em desgraça que foi resgatado do abismo da morte. Destinado a proteger um jovem senhor que descende de uma antiga linhagem, você se tornará alvo de muitos inimigos cruéis, incluindo o perigoso clã Ashina. Quando o jovem senhor é capturado, nada irá deter você em uma jornada arriscada para retomar sua honra - nem mesmo a própria morte.





Segue o conto sombrio da jovem Amicia e do seu irmãozinho Hugo, numa viagem pelos momentos mais negros da história. Perseguidos pelos soldados da Inquisição e rodeados por enxames de ratos imparáveis, Amicia e Hugo vão aprender a confiar um no outro. À medida que se debatem para sobreviver contra probabilidades esmagadoras, lutarão para encontrar sentido neste mundo brutal e impiedoso.


Uma bela lista e de respeito !!!


Agora é a lista do meu brother Henrique, do canal OSistemático, e essa é a lista dele:

1 - Bloodstained: Ritual of the Night (porte do jogo pode sair em breve)



Em Bloodstained: Ritual of the Night é a experiência de jogo COMPLETA, um RPG de ação side-scroller focado na exploração que contém todos os melhores recursos que você conheceu e ama do gênero Metroidvania em um único jogo repleto de conteúdo. Jogue como Miriam, uma órfã marcada pela maldição de um alquimista que lentamente cristaliza seu corpo. Para salvar a si mesma e, de fato, toda a humanidade, ela deve lutar por um castelo infestado de demônios convocado por Gebel, sua velha amiga cujo corpo e mente se tornaram mais cristal do que sua carne.

2 - Owlboy (Nativo no Linux)





Owlboy é um jogo de aventura plataforma em narrativa no qual você pode voar e explorar um mundo novinho nas nuvens! Pegue seus amigos e traga com você enquanto explora os céus abertos.  Supere os obstáculos e inimigos maiores em uma das aventuras mais detalhes dessa era.

3 - Hand of Fate (Nativo de Linux)



A composição de baralhos ganha vida em Hand of Fate.

Uma série de missões para jogar quantas vezes quiser — ganhe cartas, componha o seu baralho e tente derrotá-lo! Além dos treze portões, no fim do mundo, está o jogo da vida e da morte. Tire suas cartas, faça a sua mão e descubra o seu destino. Hand of Fate é um jogo que une jogos de RPG estilo ladino com composição de baralho, onde o jogador monta um baralho que será usado para estabelecer os níveis de masmorra nas aventuras que ele terá. Ao entrar em um combate, as cartas que o jogador juntou voam de sua mão, totalmente 3D, e assim o combate começa. Hand of Fate é um jogo que une jogos de RPG com composição de baralho, onde o jogador monta um baralho que será usado para estabelecer os níveis de masmorra nas aventuras que ele terá. Ao entrar em um combate, as cartas que o jogador juntou voam de sua mão, totalmente 3D, e assim o combate começa. Monte o seu baralho, entre no mundo de Hand of Fate e prepare-se para enfrentar o Ás de Caveiras

4 - Dust: An Elysian Tail (Nativo de Linux)




Mergulhe em um lindo mundo pintado à mão em busca de sua verdadeira identidade. Como o misterioso guerreiro, Dust, sua jornada repleta de ação o levará de clareiras pacíficas a montanhas nevadas e além. À sua disposição está a mítica Lâmina de Ahrah, capaz de transformar seu portador em uma força imparável da natureza, e o diminuto guardião da lâmina, Fidget. Combate dúzias de inimigos de uma só vez com um sistema de combate difícil de aprender e fácil de aprender, enfrente uma variedade de missões de aldeões amigáveis, descubra segredos antigos e atualizações poderosas escondidas por todo o mundo aberto e descoberto e descubra a história de uma antiga civilização à beira da extinção enquanto você luta para descobrir seu próprio passado.

Uma bela lista também, “diga-se de passagi” 😂😂

Agora a minha lista dos jogos que acho interessante nessa Sale, vamos a ela:



Mergulhe na experiência de estratégia premiada. A Microsoft Studios traz para você três jogos épicos do Age of Empires III em uma coleção monumental pela primeira vez. Comande poderosas potências européias buscando explorar novas terras no Novo Mundo; ou pular para o leste para a Ásia e determinar o resultado de suas lutas pelo poder.




A floresta de Nibel está morrendo. Após uma grande tempestade colocar em andamento uma série de eventos devastadores, Ori deve viajar em busca da coragem para confrontar um inimigo sombrio e salvar a floresta de Nibel. “Ori and the Blind Forest” conta a história de um jovem órfão destinado ao heroísmo, em um jogo de Ação em Plataformas com visual incrível criado pela Moon Studios. Apresentando artes pintadas à mão, personagens animados meticulosamente, uma trilha sonora totalmente orquestral e dezenas de novos recursos na Definitive Edition, “Ori and the Blind Forest” explora uma história profundamente emocional sobre amor e sacrifício e sobre a esperança que existe em todos nós. 

ProtonDB : Gold

3 - 7 Days to Die (nativo no Linux)




Ambientado em um mundo pós-apocalíptico brutalmente implacável, o 7 Days to Die é um jogo de mundo aberto que é uma combinação única de jogos de tiro em primeira pessoa, terror de sobrevivência, defesa de torre e RPG. Ele apresenta combate, criação, saques, mineração, exploração e crescimento de personagens, de uma forma que tem recebido uma resposta arrebatadora de fãs em todo o mundo. Jogue o RPG definitivo de sobrevivência de zumbis que veio primeiro. Navezgane aguarda!

4 - BATTLETECH (nativo de Linux)



O ano é 3025 e a galáxia está presa em um ciclo de guerra perpétua, travada por casas nobres com enormes veículos de combate mecanizados chamados BattleMechs. Assuma o comando de sua própria equipe mercenária de 'Mechs e os MechWarriors que os pilotam, lutando para se manter à tona enquanto você se vê envolvido em uma brutal guerra civil interestelar. Atualize sua base de operações, negocie contratos de mercenários com senhores feudais, conserte e mantenha seu estável e antigo BattleMechs e execute táticas de combate devastadoras para derrotar seus inimigos no campo de batalha.

E fechamos esse TOP 12 com jogos que vão te dar algumas boas horas de diversão.

“JoG0s n4o roD4m no Linûx”


Quando se fala jogos e Linux na mesma frase, precisamos fazer um belo “curso de retórica” para certos comentários aqui no blog e lá no canal. Tanto que a tirinha do pessoal do HQ NUUX expressou muito bem, aproveitem e confiram o trabalho deles que é show!


Brincadeiras a parte, qual seria a sua lista TOP 12 dessa Steam Sale Summer, diga aí nos comentários.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Twitch agora permite lives exclusivas para assinantes

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A TwitchTV é o lugar ideal para quem curte uma boa jogatina. O serviço da Amazon vem ganhando espaço entre os gamers e criadores de conteúdo, por conta de suas políticas “não tão restritivas”, comparado a outras plataformas, como o Youtube e Facebook Gaming. Isso possibilita um maior engajamento entre os seguidores e o streamer, criando toda uma comunidade e incentivando mais conteúdo.

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A novidade para quem produz conteúdo na Twitch, e quem segue, é a possibilidade de lives exclusivas aos inscritos (assinantes). Qualquer usuário afiliado ou parceiro da Twitch poderá transmitir seus jogos com exclusividade, seja para moderadores, assinantes ou VIPs. Aos espectadores nenhuma taxa adicional será cobrada, além da mensal que já é paga por apoiar os criadores. Para poder utilizar esse recurso o canal não pode ter violações nos últimos 90 dias. Caso houver alguma infração das políticas da plataforma, o canal ficará 90 dias impossibilitado de utilizar este recurso. Outro ponto a salientar, é que as lives que se utilizem da novidade não são privadas. Sendo obrigatório concordar com todos os termos de utilização do site, para só então ter uma transmissão exclusiva promovida.

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Você pode nos seguir na TwitchTV e acompanhar nossa lives diárias, o intuito é demonstrar que sim, Linux é uma plataforma viável para jogos. A melhor forma de fazer isso é “pôr a mão na massa”, então, “partiu jogar no Linûx” (😁😁😁).

O recurso de lives exclusivas atualmente só está disponível na versão beta da Twitch, não existe uma data de lançamento oficial, no entanto, é uma questão de tempo para o recurso estar acessível a todos. 

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Twitch Blog.
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Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Com toda a polêmica provocada pela Canonical, com o fim do suporte aos pacotes de 32 bits (i386) e da possível perda de suporte a Steam, e ter voltado atrás na decisão, eis que, finalmente, a Valve se pronuncia via Pierre-Loup através do blog oficial da empresa.


 Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux





Desde o anúncio da  intenção de finalizar o suporte dos pacotes de 32 bits até toda a repercussão que causou, a única manifestação da Valve (Steam), tinha sido através do perfil pessoal do desenvolvedor da Valve, Pierre-Loup, que até então não “refletia” muito o posicionamento da empresa. Mas agora é de forma oficial.

No comunicado, agora oficinal, o próprio Pierre-Loup, menciona as notícias e discussões em torno do tema “Fim do suporte a pacotes de 32 bits” no Ubuntu, linkando o comunicado feito pela Canonical em seu Discourse. Falou também que após esse comunicado, eles (sim ele se colocou como um porta voz da Steam no caso), estariam oficialmente não recomendando o Ubuntu 19.10 e versões posteriores para os usuários. O que é importante frisar aqui é que eles também não estariam “desrecomendando” o Ubuntu, seria mais uma questão de não apoiar claramente um único sistema, como foi feito antigamente, colocando um link para download do Ubuntu na página da Steam Linux inclusive, abrindo margem para trabalhar de forma mais próxima com outras comunidades Linux, incluindo a própria Canonical e o Ubuntu.

O desenvolvedor da Valve comenta sobre o suporte para às bibliotecas de 32 bits ser essencial e necessária,  não somente para a execução do app da Steam, mas principalmente por serem necessárias para vários jogos que estão na Steam e que somente estão disponíveis em 32 bits, ou seja, elas são importantes para manter os clientes da Valve com produtos que funcionem em suas compras. Pierre-Loup também comentou a decisão da Canonical de voltar atrás e até a versão 20.04 LTS esses pacotes estariam disponíveis, o que daria muito mais tempo do que alguns poucos meses até Outubro, que é quando o 19.10 sairá. Segundo Pierre, eles não ficaram “animados” com esse cenário, mas que essa atitude foi bem-vinda.

A Canonical tratou de tranquilizar as pessoas afirmando que trabalhará com a comunidade para incluir as libs necessárias para que tudo funcione, tanto na versão 19.10, quando na 20.04 LTS, de fato, nada foi falado até então em relação ao que bem depois, mas tudo é “conversável” sem sombra de dúvidas. No fundo a Steam sabe, que não só no Linux, mas no Windows também, as bibliotecas e componentes de 32 bits estão em contagem regressiva e é preciso criar tecnologias que permitam que clientes da Steam de 10 anos daqui em diante  possam instalar os games de hoje, da mesma forma que os clientes de hoje possam rodar os games que compraram a 10 anos atrás.

Esse é o tipo de desafio que nenhuma outra empresa de games enfrentou até agora, a Valve é pioneira em proporções em muitos sentidos nesse mercado, não existem modelos a serem seguidos, mas muito provavelmente qualquer que seja a tecnologia adotada no futuro, outras empresas vão se basear na própria Valve muito provavelmente.

É como se não tivesse acontecido?


No fim das contas parece que se você tivesse fechado os olhos e ouvidos para esse assunto nas últimas duas semanas e simplesmente seguisse com a sua vida, nada realmente teria mudado e, de fato, a programação segue a mesma. Ubuntu 19.10 vem aí e a Steam está com ele, assim como era de se esperar. Apesar disso, talvez esse tenha sido um indicativo para a Valve que talvez deva pensar em formas mais universais de manter o cliente Steam, assim como pensar em tecnologias que possam substituir essa necessidade de tecnologia legada, afinal, pode não ser agora, pode não ser daqui a alguns anos, mas o momento da arquitetura 32 bits se aposentar completamente é iminente. 

No final do comunicado, ele dedicou dois parágrafos sobre suporte ao Linux e o compromisso da Valve com ele. São eles:

“O cenário do Linux mudou drasticamente desde que lançamos a versão inicial do Steam para ele e, como tal, estamos repensando como queremos abordar o suporte à distribuição daqui para frente. Existem várias distribuições no mercado hoje que oferecem uma ótima experiência em jogos de desktop, como Arch Linux, Manjaro, Pop! _OS, Fedora e muitos outros. Trabalharemos mais de perto com muitos outros mantenedores de distribuição no futuro. Se você está trabalhando em tal distribuição e não sente que seu projeto tem uma linha direta de contato conosco, por todos os meios, se comunique diretamente com um representante.

Dito isto, não temos nada específico para anunciar neste momento sobre quais distribuições serão suportadas no futuro; espere mais notícias sobre isso nos próximos meses. Continuamos comprometidos em apoiar o Linux como uma plataforma de jogos, e continuamos a impulsionar numerosos esforços de desenvolvimento em recursos e drivers que esperamos ajudar em melhorar a experiência em jogos no desktop em todas as distribuições; falaremos mais sobre alguns exemplos disso em breve.”

Me parece claramente um recado bem dado da Valve para a Canonical, deixando claro que não gostou nada da atitude e que vai procurar apoiar outras distribuições também, assim não ficando “refém” da Canonical (Ubuntu), como ela não queria ficar da Microsoft (Windows).

Provavelmente o maior erro da Canonical não foi sugerir o encerramento dos 32 bits, até porque todos esperam que isso aconteça em algum momento, o maior problema foi chegar com essa “decisão em forma de comunicado” e não em forma de consulta, para avaliar o quanto as pessoas precisam de tais recursos, em outras palavras, faltou medir o impacto da decisão. Em conversar particulares com Will Cooke, líder da sessão de desktop da Canonical, fica claro o quanto ele entende a questão de que “nossas decisões afetam milhões de pessoas e por isso temos que pensar bem sobre cada questão”, o que não pareceu na época do anúncio, mas acabou se confirmando com a admissão do problema e a “volta ao normal”.

Será que o Ubuntu está precisando de um concorrente forte? Tenho certeza de que mal não faria.
Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Artigo co-escrito por Ricardo e Dionatan

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Jogue títulos do Playstation 3 no Linux com o RPCS3

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terça-feira, 18 de junho de 2019

O Playstation 3 é um dos consoles mais aclamados da Sony, claro que o Playstation 2 está em posições mais altas na lista dos “sonystas” (que lista é essa? 😁😁😁). Lançado em 11 de Novembro de 2006, no Japão, o “Play 3” (para os mais íntimos), só chegou em terras tupiniquins em 2007. Com continuações de títulos aclamados como, God of War e novos jogos sensacionais (The Last of Us é um deles), o Playstation 3 conquistou uma legião de gamers.

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Particularmente sempre fui mais do lado dos “consoles de mesa e portáteis”, jogando esporadicamente no PC. Há alguns anos que venho me aprofundando mais por essas bandas de “games no desktop”. Para quem tem jogos favoritos no Playstation 3 e por algum motivo não tem mais acesso ao hardware da Sony. Não consigo parar de pensar em meu PSP que recentemente “morreu” (😭😭😭), jogar no computador pode ser uma alternativa. Claro, que nem todos os jogos funcionarão na solução que irei demonstrar. Porém, quem sabe não “mate a saudade”.

RPCS3 o emulador de Playstation 3 


O RPCS3 é um emulador de Playstation 3, open source, que está em constante desenvolvimento. Com uma compatibilidade de games interessante, cerca de mais de 40% dos games classificados como jogáveis, o emulador pode ser uma ótima alternativa. Com versões para Linux e Windows, existe a possibilidade de se divertir com clássicos do PS3.


Requisitos mínimos (o funcionamento pode não ser como o esperado)


  • CPU: Qualquer processador compatível com 64 bits;
  • GPU: OpenGL 4.3 ou superior;
  • RAM: Mínimo 2 GB;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Requisitos recomendado (para funcionamento satisfatório dos games)


  • CPU: Intel Quad-core ou superior com TSX-NI (Haswell ou superior);
  • CPU: AMD Hexa-core ou superior (Ryzen);
  • GPU: Placa AMD ou NVIDIA compatível com Vulkan;
  • RAM: 8 GB ou mais;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Para usuários do Windows, é necessário a última versão do Microsoft DirectX instalado no sistema e o Microsoft Visual C ++ 2017. Outro requisito para o funcionamento do emulador é a firmware do Playstation 3. Por razões legais o mesmo não pode acompanhar tal arquivo. Entretanto, você pode efetuar o download do arquivo de atualização de sistema do PS3 (PS3UPDATA.PUP) no site oficial da Sony por este link. Com o “PS3UPDATA.PUP” não será obrigatório o “dump” da firmware de seu console.

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A versão do RPCS3 para Linux encontra-se no formato AppImage. Acesse este link e efetue o download do emulador

Configurando o RPCS3 em sua distribuição


Após baixar o programa, em um local de sua escolha, dê as devidas permissões para a execução do AppImage (não sabe como proceder? Acesse este post e veja como é simples).

Execute o RPCS3, no menu acesse “File >> Install Firmware”. Selecione o arquivo “PS3UPDATA.PUP”, que você fez o download previamente, e clique no botão “Open”.

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Em seguida, se tudo deu certo, está mensagem aparecerá. Aperte em “ok”.

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Os módulos PPU começarão a serem compilados. Dependendo da velocidade do seu processador, este processo poderá ser mais rápido ou lento.

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Performance e ajustes no RPCS3


Algumas configurações estão disponíveis no RPCS3, com elas podemos tornar as gameplays mais fluidas. Recomendo sempre pesquisar previamente sobre o jogo específico que está tentando emular. Existem dicas muito valiosas no Youtube, demonstrando todo procedimento. Para um aspecto geral, podemos efetuar da seguinte maneira:

No menu do emulador, contido no painel superior, acesse “Configuration” ou “Config”. Iremos começar com a categoria “CPU”.

  • Na seção “PPU Decoder”, deixe marcado “LLVM Recompiler (fastest)”; 
  • Na seção “SPU Decoder”, deixe marcado “ASMJIT Recompiler (faster)”, entretanto, recomendo testar a função em desenvolvimento “LLVM Recompiler (experimental)”;
  • Em “Firmware Settings” deixe “Automatically load required libraries”. Em jogos específicos poderá ser necessário mudar para opção “Manually load selected libraries”;
  • Firmware Libraries” é quando você selecionou para marcar manualmente as bibliotecas, em alguns jogos esse processo é muito importante para seu funcionamento;
  • Additional Settings” possui configurações com foco em processadores com, Ryzen e i5, i7 e alguns i3. Caso possua um Ryzen, marque todas as opções, menos “Accurate xfloat”. No caso dos Intel, não marque nem a “Enable thread scheduler” ou “Accurate xfloat”;
  • Preferred SPU Threads”, selecione o máximo de Threads conforme seu processador (o máximo até o momento são 6 threads); 
  • SPU Block Size”, deixe como “Safe”.

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Na segunda aba, “GPU”, configurações como, resolução nos jogos, framelimit (a quantos FPS eles irão rodar), filtro anisotrópico, anti-aliasing, etc. Poderão ser configurados. Neste quesito é bem subjetivo, pois, você não poderá selecionar 60 na opção “Framelimit” em algum jogo que funcione em 30 fps. Na realidade até poderá, entretanto, seu funcionamento não será como o esperado. Sempre pesquise se o jogo em questão suporta 60 fps ou teste, e caso ocorra algum problema, mude para 30 fps novamente. Uma opção importante e que deve ser mencionada é na seção “Render”. Alguns games funcionarão melhor sobre OpenGL (utilizando apenas seu processador) e outros via Vulkan (com uso da sua GPU). Como sempre, eis a importância do teste. 

  • Em “Additional Settings” deixe marcado “Write Color Buffers”.

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Na aba “Audio” pouquíssimas configurações são necessárias. Então, configure apenas as que demonstrarei.

  • Em “Audio Out” você pode selecionar “PulseAudio”;
  • Na seção “Audio Settigns” , marque a opção “Downmix to Stereo”. Caso perceba algum problema na reprodução do áudio, volte na seção “Audio Out” e selecione “ALSA”.

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A seção “I/O” não exige configurações, na próxima, “System” você pode configurar o tamanho máximo de cache em disco, região do console, língua e homebrew.

  • Console Language” deixe em “Portuguese (BR)”;
  • Em “Enter Button Assignment”, deixe “Enter with cross”;
  • Deixe selecionado “Enable /host_root/” em “Homebrew”.

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Alguns jogos necessitam de conexão com a internet, não foi o caso dos que testei, mas como já reforcei, pesquise caso haja esse requerimento por parte do game. Para habilitar internet acesse a aba “Network” e mude o status da conexão para “Connecting”.

Outra aba que não costumo modificar nada é “Emulator”, apenas troco o tema do RPCS3 na aba “GUI”.

Assim na seção “UI Stylesheets” deixe no tema que mais lhe agrada. Como tenho preferência por uma interface mais escura, utilizo o “Kuroi (Dark by Ani)”.

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Salve todas as modificações que fizemos, clicando em “Save”.

Clicando com o botão direito do mouse sobre os jogos, já instalados, você pode configurar cada um indiferente do outro. Isso é bem útil e resolve configurações especificas de um determinado game. Além de outras informações como, compatibilidade, possibilidade de remover o jogo, ir até a localização de seus arquivos, entre outras coisas.

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Configurando seu joystick no RPCS3


A configuração de joysticks é muito simples no RPCS3. Suportando o DualShock 3 e 4, você poderá ter uma experiência confortável utilizando o controle da Sony. Também existe a possibilidade de utilizar um teclado, e joystick de Xbox 360. Infelizmente não consegui utilizar controles genéricos no emulador (se não me engano um que possuía, genérico do Xbox 360, “compatível com o console”. Não posso confirmar, pois, o mesmo deu defeito). para configurar o joystick vá em “Pads” (um símbolo bem sugestivo de joystick 😁😁😁). Após setar todos os botões, conforme seu joystick, clique em “Add Profile” se quiser criar um customizado ou salve, no botão “save”.

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Gerenciamento de usuários, sistema de arquivos, saves e dados


O RPCS3 pode ser multi-usuário, ao criar novas contas e separar os saves e progressos de cada um. Isso torna o emulador interessante para mais de um utilizador ou quem deseja criar saves distintos para cada momento. Confesso que pouco explorei essa opção e outra chamada “Thropies”. Algo “semelhante as conquistas da Steam”, na qual alguns games possuem. Para não me alongar muito, e caso tenha interesse nas opções de gerenciamento do RPCS3, acesse esta página oficial do projeto. No windows os saves dos games estão contidos em “\dev_hdd0\home\00000001\savedata\”. Já na versão Linux esse diretório com os saves encontra-se em “~/.config/rpcs3/”. Faça sempre backup desses arquivos antes de formatar seu sistema.

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Instalando games de Playstation 3 no RPCS3


A instalação dos jogos no RPCS3 é bem simples, obviamente que será necessário ter efetuado o download do game em questão, e por motivos legais não podemos distribuir jogos do Playstation 3, esse procedimento fica ao seu encargo. O arquivo de instalação dos jogos é no formato “.PKG” e alguns jogos necessitam de extensão “.RAP”.

Para instalar um jogo em “.PKG”, vá no menu, na barra superior. Depois em “File >> Install .pkg”. Certos jogos necessitam de um arquivo extra, o já comentado, “.RAP”. Se o game em questão ter esse arquivo complementar, adicione o mesmo manualmente na pasta localizada em “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/home/00000001/exdata” (ou simplesmente você poderá arrastá-los e soltá-los na janela principal do emulador, vale o teste). 

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Os arquivos de jogos instalados via “.PKG” ficam localizados no diretório “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/game”.

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Depois de finalizar a instalação, execute o jogo. Vários módulos PPU começarão a serem compilados, não se assuste com algumas mensagens de erro no “terminal do emulador”, isso é absolutamente normal. O tempo de espera até o início do game é variável. Seja por conta de seu hardware ou “peso do jogo”, então, “muita hora nessa calma” (acho que troquei as bolas 😁😁😁).

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Executando jogos de PS3 no formato ISO ou mídias físicas 


Outra maneira de executar os jogos do “Play 3” no RPCS3 é utilizando uma mídia física ou arquivo ISO. Como não possuo um leitor Blu-ray, e somente alguns leitores são compatíveis para execução das mídias físicas do Playstation 3 (indo no final da página contida neste link, existe uma breve lista de leitores compatíveis), um arquivo ISO pode ser uma forma de contornar essa limitação. Você pode tanto extrair os arquivos de suas próprias mídias físicas, ou baixá-los da internet. Pelo que percebi é bem comum eles virem “prontos para o uso”. Todavia, caso o jogo esteja em “.ISO”, monte em uma unidade virtual e copie os arquivos para um diretório com seus games.

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Dentro dos arquivos, existirá uma estrutura de pastas semelhante em todos os games. Por exemplo, extraí os arquivos do game “Soulcalibur IV”. O arquivo que você irá selecionar com o emulador RPCS3 é o “EBOOT.BIN”. Localizado em “NOME-DO-SEU JOGO/PS3_GAME/USRDIR/EBOOT.BIN”.

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No RPCS3 vá em “File >> Boot SELF/ELF”.

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Navegue até o arquivo “EBOOT.BIN” do seu jogo e clique em “Open”. Assim como os “.PKG”, o game aparecerá na Game List do emulador (Não apague ou mude a localização destes arquivos).

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E pronto! Execute o seu jogo… Lembre-se de sempre verificar a lista de compatibilidade dos jogos e pesquisar na internet por eventuais configurações do jogo em questão. 

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Gosto bastante de acompanhar a evolução desses emuladores, e o RPCS3 sem dúvidas é um dos que sempre estou de olho (😜😜😜). Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se você curte um game ou tem alguma dúvida, o pessoal sempre se une para auxiliar o próximo. 

Até o próximo post, que esse deu trabalhão (😵😵😵), SISTEMATICAMENTE! 😎
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