Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador jogos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jogos. Mostrar todas as postagens

Google e Valve trabalham para trazer Steam para os Chromebooks

Nenhum comentário

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

O ano mal começou e já temos uma notícia que pode mudar um pouco o mercado de games em 2020, que seria a entrada dos Chromebooks para rodar games.

Google e Valve trabalham para trazer Steam para os Chromebooks





O site especializado AndroidPolice, através do seu repórter David Ruddock, deu a informação que o Google está trabalhando em trazer o suporte oficial da Steam para o Chrome OS. A informação ele obteve juntamente com o Diretor de Gerenciamento para Produtos do Chrome OS (Director of Product Management for Google's Chrome OS), Kan Liu, na CES 2019 de Las Vegas.

Segundo Ruddock, Liu “lançou uma espécie de bomba”, em que a equipe do Chrome está trabalhando, muito possivelmente com cooperação com a Valve, para trazer o suporte da Steam para os Chromebooks.

Liu não deu um cronograma ou “timeline” do projeto, mas que ele seria ativado através da compatibilidade Linux que o Chrome OS tem. Em 2018 o Chrome OS começou a suportar apps Linux nele, através da plataforma Crostini, que você pode ver a nossa cobertura neste post.

Ruddock comenta que atualmente rodar a Steam com a camada de compatibilidade Crostini não tem um desempenho perto do aceitável, mesmo em comparação com a Steam em sistemas nativos e que são parecidos com o Chrome OS, como por exemplo Ubuntu, ZorinOS, Manjaro e entre outras distribuições Linux. Nisso tenho que concordar com ele, pois a princípio os Chromebooks são voltados para terem um baixo consumo de energia e assim durarem mais tempo fora de uma tomada. Além dele se sair bem para coisas triviais, como editar uma planilha, editar um texto, ver um vídeo no Youtube e assim por diante.

Mas parece que o Google quer mudar isso, tanto que ultimamente os Chromebooks vieram com mais armazenamento e um “poderio” de processamento, tendo algumas versões vindo com i7 e até 16GB de ram, como os Pixelbooks Go.

E foi exatamente nisso que Liu comentou com Ruddock, que poderíamos esperar Chromebooks mais poderosos, especialmente com GPU (APU) da AMD que estariam chegando. Também falou para “ficarmos atentos” na chegada de Chromebooks com gráficos Radeon dedicados. Não se teve respostas se eles viriam com GPUs da NVIDIA e também não houve manifestação sobre se isso competiria ou atrapalharia a plataforma de jogos do Google, o Stadia.

Agora o que penso e acho dessa possível vinda da Steam para o Chrome OS. Bom, isso seria muito bom, pois seria mais um sistema Linux rodando jogos e que o mesmo tem uma gigante da tecnologia por trás, o Google. Isso poderia atrair muitos desenvolvedores de jogos para a plataforma e assim portar os seus games para Linux, utilizando por exemplo o Vulkan e assim otimizando eles. Com isso, todas as distros se beneficiariam. Creio que poderia vir até outras lojas e jogos, como uma Epic Games Store, Uplay, Rockstar Launcher, Fortnite, PUBG e por aí vai. Isso também resolveria a grande “pedra no sapato” do Linux em jogos online, os tais “benditos” anticheats, que vivem barrando o WINE/DXVK/Proton por “acharem” que são “emulação” ou qualquer outra coisa que “acham” 😅. Arrisco a dizer, que se a Steam vier para o Chrome OS e “dar bom”, outras empresas podem trazer os seus produtos para Linux, como a “Sra” Adobe, Corel, AutoCad (AutoDesk) e além das empresas “menores” que fazem ERP também viriam uma boa trazer os seus produtos para o pinguim.

Se você quiser ver a matéria completa do AndroidPolice, basta acessá-la aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Customize a arte de capa do Lutris de maneira simples

Nenhum comentário

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Para quem utiliza o Lutris com frequência, já deve estar acostumado com a coluna lateral direita do aplicativo mostrando o logo ao fundo. Mas você sabia que é possível customizar este fundo para qualquer imagem de sua preferência? Hoje eu vou te ensinar como.

customize-aparencia-lutris

Navegando pelo site do Lutris, eu vi que na página About a coluna da direita possuía uma imagem de fundo que mudava de acordo com o jogo, e nisso fui perguntar no Discord de suporte do Lutris se existia alguma maneira de customizar isso.

Fui informado que atualmente existe uma maneira manual, porém bem simples de se alterar isso, e irei te ensinar agora:

Primeiramente, você precisará de uma imagem no tamanho 400x1080 e no formato jpg para os jogos em que queira alterar. Existe uma pasta do Google Drive com imagens de alguns jogos no formato exato, porém caso queira para algum jogo que não conste nesta pasta, você terá que criar a imagem manualmente.

O nome do arquivo da imagem deve ser exatamente o slug do jogo. Para encontrar este slug, basta selecionar o jogo, clicar no botão “Configure” e o slug será exibido na opção “Identifier”:

tela-configuracoes-jogo

Logo após, basta inserir as imagens na seguinte pasta:

~/.local/share/lutris/coverart

Pronto! A imagem será exibida na coluna lateral de acordo com o jogo. Bem legal, né?

coluna-direita-customizada

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Os drivers Vulkan para AMD no Linux

Nenhum comentário

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Já fizemos um artigo bem completo sobre os drivers para as GPUs AMD no Linux, assim como também já falamos sobre os drivers Nvidia. Agora chegou a vez de falarmos sobre os drivers para a API gráfica Vulkan que funcionam com as GPUs AMD.

os-drivers-vulkan-para-amd-no-linux

Quando se trata de rodar aplicativos em Vulkan no Linux em hardware AMD, além dos drivers Mesa e AMDGPU, as aplicações também utilizam um driver para o Vulkan, podendo ser o RADV ou o AMDVLK.

Para ter um melhor entendimento desse artigo, é extremamente importante que você tenha um conhecimento ao menos razoável sobre os drivers de vídeo AMD disponíveis para Linux, do contrário, talvez você fique um pouco perdido ao se deparar com alguns nomes como AMDGPU, AMDGU-PRO, Radeon, Mesa e etc. Caso você não saiba o que é cada um desses drivers, primeiro leia o artigo que fizemos sobre os drivers AMD no Linux, e só depois continue a leitura desse artigo. Dessa forma garantimos que você terá a melhor experiência possível ao absorver o conteúdo aqui disponibilizado.

RADV


O driver RADV, que em conjunto com o driver de vídeo e o Mesa é responsável por prover o funcionamento das aplicações em Vulkan no Linux, está incluso no AMDGPU. Portanto é o driver Vulkan utilizado na grande maioria dos sistemas Linux rodando em uma máquina com um chip gráfico da AMD.

O RADV é open source, mantido pela comunidade, e é o driver Vulkan que possui um melhor desempenho em jogos, embora a diferença não seja assim tão grande. O RADV apenas não está presente em sistemas que rodam sobre chips gráficos mais antigos, pois estes utilizam o driver Radeon, que por sua vez não suporta Vulkan.

Mais detalhes sobre o driver Radeon podem ser encontrados no artigo sobre drivers AMD linkado no início deste artigo, e também neste artigo.

AMDVLK


O driver AMDVLK tem a mesma função do RADV, porém este foi desenvolvido e é mantido pela própria AMD. O AMDVLK está integrado ao driver AMDGPU-PRO, e possui um desempenho em jogos um pouco inferior quando comparado ao RADV, embora possa ser uma melhor escolha para quem utiliza o computador para trabalhos como edição de vídeo ou modelagem 3D.

Assim como o AMDGPU-PRO, o AMDVLK possui compatibilidade com um número bem limitado de distribuições, sendo elas o Red Hat Enterprise Linux 7.5, Ubuntu 16.04 e Ubuntu 18.04. Tanto o Fedora quanto as “flavours” do Ubuntu não são suportados oficialmente.

Mais detalhes sobre o AMDGPU-PRO também pode ser encontrados no nosso artigo sobre drivers AMD.

Embora esteja incluso no AMDGPU-PRO, o AMDVLK também pode ser instalado nas distros compatíveis que estejam utilizando o AMDGPU. Para instalar no Ubuntu 16.04 ou 18.04 você pode instalar o arquivo em .deb que pode ser encontrado na página de releases oficial do projeto no Github.

O vídeo abaixo mostra um comparativo realizado pelo Claudio do canal Sr Rob Linux Brasil, comparando o desempenho de jogos e benchmarks sintéticos entre o RADV e o AMDVLK.


Você já sabia da existência desses drivers, ou já testou o AMDVLK? Conte-nos nos comentários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😃


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Life is Strange 2 é lançado nativamente para Linux

Nenhum comentário

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Anunciamos aqui em 2018 que Life Is Strange 2 estaria chegando de forma nativa para Linux, e esse dia finalmente chegou. No dia 19 de novembro, a Feral Interactive anunciou que seu porte de Life Is Strange 2 está disponível para Linux e MacOS.

life-is-strange-2-disponivel-no-linux

Originalmente desenvolvido pela DONTNOD e publicado pela Square Enix, Life is Strange 2 é um jogo de escolhas, onde cada atitude pode mudar completamente o rumo do jogo. Inclusive, chegamos a zerar este jogo lá na Twitch, onde você pode nos acompanhar de segunda a sábado.

O jogo já estava disponível para jogar na plataforma do pinguim através do Steam Play, plataforma de compatibilidade da Valve, porém agora é possível jogar de maneira nativa graças à Feral Interactive.

A Feral já é bem famosa entre os jogadores que utilizam Linux, por conta de seus grandes portes como Dirt Rally 4, Shadow of the Tomb Raider e o utilitário Feral Gamemode, que faz ajustes de performance no sistema, com a possibilidade de melhorar o desempenho de alguns jogos.

Você pode verificar a página do jogo na Steam ou no site da Feral.

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

5 jogos para Android que não necessitam de internet

Nenhum comentário

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Com o final do ano chegando, muitas pessoas vão viajar, e muitas vezes durante o trajeto acabamos ficando sem conexão com a internet. Por isso é sempre bom ter um jogo no celular que não necessite de conexão, para conseguir passar o tempo. Por isso, resolvemos criar uma lista com alguns jogos que não exigem internet.

jogue-sem-internet-games-playstore

Monument Valley



Monument Valley é um jogo de puzzle onde você deve manipular o cenário de diversas maneiras para guiar a princesa por diversos ambientes. O jogo possui uma continuação, e ambos são pagos.

Alto’s Odyssey


Este jogo se popularizou bastante na internet, onde você deve controlar o personagem Alto em uma aventura por cenários deslumbrantes em 2D, realizando manobras e desviando de obstáculos. Este jogo está disponível gratuitamente na Play Store!

Grand Theft Auto: San Andreas


O clássico jogo de Playstation 2 está disponível na Play Store por R$19,99 e é possível jogar sem conexão. Nele você controla o personagem CJ, que acabou de voltar de Liberty City para Los Santos após descobrir a morte de sua mãe, e agora deve ajudar seus amigos e salvar sua família.

Crossy Roads



Crossy Roads é um jogo inspirado no clássico Frogger, do Atari, porém com gráficos melhorados, novos personagens e novas mecânicas. Neste jogo, você deve ajudar o personagem a atravessar os obstáculos e chegar o mais longe possível. E o melhor, o jogo é totalmente gratuito.

Plants vs. Zombies 2



A clássica série Plants vs. Zombies tem uma continuação que conta com novos mapas, novas plantas e fases ainda mais difíceis! E o melhor: é totalmente gratuito e não precisa de internet para jogar!

Agora é com você: tem algum jogo que faltou nesta lista e gostaria de recomendar? Deixe nos comentários!

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Shadow of the Tomb Raider: Linux vs Windows

Nenhum comentário

sábado, 21 de dezembro de 2019

Um dos fatores mais determinantes quando uma pessoa está escolhendo um sistema operacional, é o seu desempenho em jogos. Tendo isso em mente, decidimos comparar o desempenho de um Triplo A recente, o Shadow of the Tomb Raider, entre o Windows e uma distribuição Linux.


Como diz aquele velho ditado: "Old habits die hard". É difícil perdermos velhos hábitos e matarmos velhos mitos, que há muito tempo já não são mais uma realidade. Infelizmente a crença de que sistemas Linux são difíceis, só para "hackers", e não rodam jogos ainda são uma verdade na cabeça de muitas pessoas, especialmente daquelas que não estão familiarizadas com a realidade atual dos sistemas Linux.

Combater esse tipo de desinformação é uma das "teclas" nas quais mais batemos aqui no Diolinux. Inclusive, essa foi uma das principais razões para termos criado o nosso canal na Twitch há cerca de um ano atrás, e desde então mostramos diariamente como é perfeitamente possível utilizar um sistema Linux para jogos hoje em dia, e em uma grande parte dos casos é algo extremamente fácil de ser feito. 

Antes de continuarmos, é importante deixar claro que toda vez que você ler o termo "o Linux" nesse artigo, estarei me referindo às distribuições Linux para desktop de modo geral.

O jogo que vamos testar hoje relata o terceiro capítulo da história da Lara Croft, foi lançado em setembro de 2018, e teve a sua versão para Linux lançada em outubro deste ano (2019). Quando se trata de tecnologia, é como se o tempo passasse mais rápido, mas mesmo tendo passado cerca de um ano desde o lançamento de Shadow of the Tomb Raider, o mesmo ainda é um jogo atual, com gráficos excelentes, e jogado por muitas pessoas, o que fez dele a escolha perfeita para este comparativo.

O Benchmark


É sabido que gravar a tela sem uma placa de captura causa um efeito negativo no desempenho dos jogos, o que acabaria prejudicando os nossos testes. Por esse motivo, apresentarei os resultados através de texto e prints dos resultados do benchmark.

No lado do Linux temos o KDE Neon na versão 5.17.4, utilizando o driver AMDGPU presente no Kernel Linux 5.0 e o Mesa Driver 20.0 (Padoka PPA). A API gráfica utilizada é o Vulkan. No lado do Windows 10 Home temos a versão 1909 com o driver Radeon Software Adrenaline 2020 edition 19.1, a API gráfica utilizada é o DirectX 12.

O hardware utilizado é um Ryzen 5 2600 3.8Ghz, 2x8 GB DDR4 2666Mhz e uma Radeon RX580 8GB. O jogo foi testado em 1080p, no preset alto e com o VSync desligado.

Nas imagens abaixo você confere os resultados do benchmark próprio do Shadow of the Tomb Raider, bem como as configurações gráficas, e sistema operacional no qual os testes foram realizados.

Vamos aos resultados no Windows 10.




Na versão Windows o benchmark resultou em uma média de 70 FPS, com mínima de 56 e 11039 quadros gerados. Nos testes em gameplay, durante os primeiros dez minutos de jogo (sem contar cutscenes), o jogo apresentou uma média de 70 FPS, com oscilações entre 63 e 88 FPS.

Agora vamos aos resultados dos testes no Linux.




Na versão Linux o benchmark resultou em uma média de 50 FPS, com mínima de 41 e 8027 quadros gerados. Nos testes em gameplay, durante os primeiros dez minutos de jogo (sem contar cutscenes), o jogo apresentou uma média de 50 FPS, com oscilações entre 45 e 65 FPS. Na versão Linux com o vsync desligado ocorreu bastante stuttering, o que não aconteceu na versão Windows.

Sobre os resultados


Ao comparar o desempenho do jogo em ambos os sistemas percebemos uma diferença de cerca de 20 FPS, o que no meu caso acabou não sendo um grande problema, já que mesmo no Linux o jogo continua perfeitamente jogável. Na verdade, só consigo perceber a diferença nos FPS se o contador estiver ligado. Além de que eu poderia diminuir um pouco os gráficos, melhorando a taxa de quadros, e a “perda de qualidade” seria praticamente imperceptível aos olhos.

Felizmente não costumo jogar com contadores de FPS ligados, os utilizo apenas para testes, então a minha experiência de jogo com o Shadow of the Tomb Raider no Linux nunca foi comprometida, uma vez que meus olhos não percebem nenhuma lentidão enquanto estou jogando.

Todavia, 20 FPS ainda é uma diferença realmente grande. No meu caso, com a média caindo de 70 para 50, essa diferença acabou não sendo muito perceptível. Mas imagine uma pessoa com um hardware mais simples, que consegue rodar o jogo há uma média de 40~50 FPS no Windows. Seguindo o resultados deste teste, a média que essa pessoa atingiria no Linux seria de 20~30 FPS. Ou seja, o jogo passaria de jogável para praticamente não jogável. Apesar de serem os mesmos 20 frames de diferença, ao descermos um pouco os números a diferença na experiência de jogo passa a ser extremamente maior.

É importante deixar claro que as diferenças de desempenho dos jogos entre o Linux e o Windows podem variar de acordo com cada jogo, e até com o hardware utilizado. Neste caso, o Shadow of the Tomb Raider teve um desempenho bastante inferior no sistema do Pinguim, mas em outros casos o desempenho pode ser exatamente o mesmo, ou até superior no Linux. É uma questão de saber como os jogos que você gosta rodam na sua máquina, só assim você poderá saber se no seu caso passar a usar apenas Linux é ou não uma boa ideia.

A seguir você confere um benchmark em vídeo, feito pelo Renato do blog e canal FastOS.


Conclusão


Obs.: Para fins de esclarecimento, o trecho a seguir é baseado na minha opinião, e não representa o posicionamento do projeto Diolinux e de seus outros membros sobre o assunto.

No final das contas, podemos dizer que o Linux é uma plataforma para jogos tão boa quanto o Windows?

Bem, em geral, definitivamente não!

Para mim fica bem claro que se tratando de jogos o Windows ainda está bem a frente de qualquer distribuição Linux. Todavia, isso não significa que o Windows necessariamente será uma melhor opção para todos. Ao escolher entre dois ou mais sistemas operacionais devemos analisar tudo o que tais sistemas tem a oferecer, e o quão bem cada um atende as nossas necessidades em todos os aspectos, não apenas em jogos.

Hoje em dia um número muito grande de jogos, incluindo muitos Triplo A e games extremamente populares rodam no Linux com um desempenho muito próximo, igual, e em alguns casos até superior ao Windows. E podem ser instalados sem qualquer tipo de gambiarra, através de procedimentos iguais ou muito semelhantes à instalação dos mesmos no Windows. Portanto se os jogos que você joga fazem parte dessa enorme lista dos que funcionam, então para você o Linux será uma plataforma para jogos tão boa quanto o Windows. Por outro lado, se os jogos que você gosta não rodam ou não possuem um desempenho satisfatório no Linux, a melhor opção no quesito jogos continua sendo o Windows.

Dito isso, afirmar que em geral o Linux não serve para jogos, possui poucos títulos, e só tem jogos desconhecidos é uma completa desinformação! Assim como o Windows ser um sistema que atende um maior número de usuários de uma forma mais completa no quesito jogos, no presente momento ainda é um fato!

A sua vez!


Agora chegou a hora de você dar a sua opinião sobre o assunto! 😁 Qual é a sua experiência com jogos no Linux? E mais importante, essa experiência é de quanto tempo atrás? Se tratando de jogos, a plataforma está evoluindo de maneira bastante rápida, e é bem possível que um jogo que não funcionava há um mês atrás seja completamente funcional hoje em dia. Então relate nos comentários abaixo as suas experiências positivas e negativas com jogos no Linux, e dê a sua opinião de forma educada e sempre respeitando as opiniões contrárias.

Vamos colaborar para que juntos possamos tornar o Linux cada vez melhor. 😀

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Open Joystick Display exibe os botões do seu controle na tela

Nenhum comentário

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Se você produz vídeos de gameplays ou simplesmente gosta de fazer streaming de algum jogo, essa ferramenta vai lhe agradar bastante.


 Open Joystick Display exibe os botões do seu controle na tela





Muitas vezes, vemos alguns streamers jogando e no canto aparece uma “projeção” de qual controle ele ta usando ou até mesmo quais teclas do teclado e do mouse estão sendo apertadas naquele exato momento. Para alguns pode ser bacana e para outros nem tanto, mas isso fica a cargo de cada um 😅.


Recentemente publicamos uma outra ferramenta que pode ajudar os streamers que usam Linux e tem uma Streamdeck da Elgato, o streamdeck_ui, facilitando assim o gerenciamento da sua live.

Uma das coisas legais do Open Joystick Display é a animação ser quase em “tempo real”, tornando a experiência ainda mais bacana. Neste link, você pode ver todos os layouts atuais dos controles que estão nele.

Segundo o site do projeto, essas são as features presentes até o momento:

● Multiplataforma;
● Amplo suporte para joysticks / controles / gamepads;
● Temas personalizados;
● Mapeamentos personalizados;
● Suporte à Chromakey;
● Muitos de temas internos;
● Perfis de transmissão para facilidade de uso;
● Modo de transmissão para OBS ou XSplit;
●Suporte para Arcade e Fight Stick;
● Integração com NintendoSpy / RetroSpy;
● Suporte de cliente + servidor para codificação de PCs.

Ainda conforme o Trello deles, mais coisas estão por vir, como o suporte para teclado (e para mouse também). Isso seria muito interessante, pois facilitaria também a vida de quem faz vídeo-aulas e que precisam mostrar alguma combinação de teclas por exemplo.

Ele tem versões para Linux, Windows e macOS, que você pode baixar acessando o site e indo até o final dele e escolhendo o seu sistema. Se precisar de um “guia do usuário”, você pode acessá-lo aqui.

Quando fui testá-lo, em um primeiro momento não estava conseguindo no Linux Mint 19.3. Pedi para que o restante da equipe tentasse rodar ele, então o Raul no Pop!_OS conseguiu e o Dionatan também não tinha conseguido no Mint dele. Aí ele abriu um pedido de correção no projeto, que foi prontamente respondido pelo desenvolvedor. Quase que na mesma velocidade, ele achou o problema e fez uma nova versão (que está como principal no site) e assim sanando esse problema. Nessa “conversa”, o Dionatan comentou que seria interessante em que ele fizesse o empacotamento em algum formato, como Snap/Flatpak/AppImage para melhorar a distribuição. Foi aí que o desenvolvedor comentou que está trabalhando para empacotar o programa em AppImage. Para a finalidade do app, seria bem bacana este tipo de empacotamento.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Mesa ACO recebe implementações para melhorar o desempenho de jogos

Nenhum comentário

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Recentemente o compilador de shaders ACO recebeu melhorias com o objetivo de reduzir em grande parte o número de operações de memória utilizadas pelo software, o que deve melhorar o desempenho de jogos e outras aplicações 3D.

mesa-aco-recebe-implementacoes-para-melhorar-o-desempenho-de-jogos

O ACO é um compilador de shaders desenvolvido pela Valve, com o objetivo de substituir o “LLVM Shader Compiler”, que atualmente é o padrão na versão atual do Mesa Driver na maioria das distros. Para tirar um melhor proveito do conteúdo deste artigo, é muito importante que você saiba o que é um compilador de shader, e por sua vez o ACO. Caso você não saiba do que se trata, fortemente recomendo que leia o artigo que escrevemos sobre o assunto.

Agora que você já sabe do que estamos falando, vamos às novidades.

Na última segunda-feira (25), a equipe de desenvolvimento do Mesa Driver incluiu no código do mesmo uma implementação que já estava sob revisão há quatro meses. Se formos analisar o tempo que foi necessário manter tal implementação em revisão, não é preciso ser um profissional de T.I. para perceber que trata-se de algo bastante complexo. Seguindo a lógica, uma implementação com um nível relativamente alto de complexidade também trará grandes benefícios.

Tal implementação, que entre os desenvolvedores está sendo chamada de “load/store vectorizer”, é uma contribuição do desenvolvedor Rhys Perry. O que ela faz é, de forma simplificada, diminuir a quantidade de código com que o compilador de shaders precisa trabalhar para executar determinadas tarefas. Esse comportamento faz com que o número de operações de memória simultâneas também seja reduzido, e quanto menor for este número, menor serão os tempos de carregamento, e mais alta será a taxa de FPS.

Até o presente momento, foram realizados testes com dois jogos, sendo eles Nier: Automata e GTA V. Nesses testes foi notada uma diminuição no número de operações de memória de 13% e 15%, respectivamente. Vale ressaltar que os benefícios devem ser visíveis em outros jogos além dos dois que foram testados, bem como outras aplicações 3D. 

Essas implementações deverão estar disponíveis para os usuários na versão 20.0 do Mesa Driver, que deverá ser lançado como estável no final de Fevereiro.

Já dissemos isso várias vezes aqui no Diolinux, e volto a dizer como cada vez mais fico surpreso, e animado com a velocidade com que “o Linux” vem evoluindo como uma plataforma para jogos, especialmente nos últimos dois ou três anos. É realmente impressionante!

Agora diga-nos qual é a sua opinião sobre o assunto. Será mesmo que algum dia “o Linux” chegará a ser uma plataforma de jogos considerada “mainstream”?

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Promoção Autumn Sale da Steam conta com jogos com até 90% de desconto

Nenhum comentário
A Steam já possui uma tradição de realizar promoções durante o ano, e alguns jogos chegam a ficar com até 90% de desconto. Nós da equipe Diolinux escolhemos alguns dos nossos jogos preferidos e que estão em promoção e montamos esta lista, apenas com jogos que rodam diretamente do Linux (via Steam Play ou nativamente).

steam-autumn-sale-linux-steamplay-proton

Iniciamos esta lista com as minhas recomendações:



Uma das minhas franquias favoritas, a melhor maneira de descrever Saints Row é: GTA com ácidos. Em Saints Row The Third, você controla uma gangue chamada Third Street Saints que é tão famosa que possui diversos produtos com a sua marca, como tênis, energéticos e action figures. Mas todo este poder provoca uma facção inimiga chamada Syndicate, que tenta tomar o poder dos Saints.

Os outros jogos da série são ainda mais nonsense, já que em Saints Row IV o personagem principal se torna presidente dos EUA e precisa combater uma invasão alien. Em Saints Row: Gat out of Hell, Johnny Gat vai para o inferno na busca de salvar a alma do chefe dos Saints.

Com a exceção de Agents of Mayhem, todos os outros jogos estão disponíveis de forma nativa no Linux.

2. Guacamelee (1 e 2)


Guacamelee é uma série de plataforma de ação no estilo Metroidvania, e se passa no México. O luchador Juan vai se encontrar com a filha do presidente durante o Dia de Los Muertos, porém ela é sequestrada durante um ataque à vila feito pelo vilão Carlos Calaca. O jogo é contado em um tom humorístico, com referências de internet e uma pitada de nonsense.

Já no segundo jogo, o luchador Juan se vê na necessidade de sair de sua aposentadoria para literalmente salvar o mundo. Não irei contar mais nada, para evitar spoilers. 😶

Pontuação no ProtonDB: Platinum



Um jogo bem famoso na comunidade gamer, Witcher 3 é um RPG de mundo aberto que conta a história do bruxo Geralt de Rivia, na busca pela criança da profecia. É um jogo bem extenso, levando mais de 50 horas apenas para completar as missões principais.

Pontuação no ProtonDB: Platinum



Spyro foi uma franquia clássica do Playstation 1, e agora está disponível em versão remasterizada na Steam. Este é um jogo de aventura protagonizado pelo dragão Spyro, que tem a tarefa de liberar os seus amigos dragões de prisões de cristal. 

Esta trilogia conta com 3 jogos clássicos do PS1, porém com os gráficos completamente refeitos.

Pontuação no ProtonDB: Gold

Seguimos com as recomendações do nosso amigo Jedi Fonseca:



Tomb Raider é uma franquia bem conhecida, inclusive fora do mundo dos games. Nesta saga de aventura, a Lara Croft sai em busca de uma ilha esquecida, e enfrenta diversas adversidades no meio do caminho. Todos os jogos da saga Tomb Raider funcionam perfeitamente no Linux, e os últimos três jogos foram lançados de forma nativa para a plataforma.

Em breve iniciaremos uma série do Shadow of the Tomb Raider lá na Twitch. Segue a gente para não perder!



Cada jogo de Life Is Strange é dividido em episódios, em que cada escolha pode mudar completamente o rumo da história.

O primeiro jogo da saga conta a história de Max Caulfied, que descobre que possui poderes de voltar no tempo quando salvou a sua amiga Chloe.



X-Plane 11 é um simulador de voo com foco em realismo e rico em detalhes. Conta com diversos aviões diferentes, aeroportos congestionados e prédios que simulam a arquitetura das cidades europeias. Também conta com suporte para VR e está disponível nativamente para Linux.



Mass Effect é uma série de RPG de ficção científica onde você está no papel do comandante Shepard, que deve salvar a galáxia de uma raça de seres sintéticos.

Pontuação no ProtonDB: Gold

Continuamos agora com a lista do nosso amigo Ricardo:



Cuphead é um jogo de ação e tiro em 2D. As animações são baseadas nos desenhos infantis da década de 1930, e todos os desenhos foram feitos à mão, para que o resultado final ficasse o mais próximo possível dos desenhos.

É possível executar o Cuphead usando o Steam Play, ferramenta da Valve para rodar jogos de Windows diretamente do Linux.

Pontuação no ProtonDB: Gold



Neste jogo você deve construir um hospital do zero, criar salas para diversos tipos de tratamentos e curar doenças peculiares, como cubismo e mumificação prematura. Este jogo é um sucessor espiritual do clássico Theme Hospital.



Em Subnautica, você pousou em um planeta alien tomado por oceano, e a única maneira de explorar é através da água. Neste oceano você vai encontrar desde os cenários mais bonitos como corais, até as criaturas mais assustadoras.

Pontuação no ProtonDB: Gold



Em Slime Rancher, Beatrix LeBeau está a mil anos-luz de distância da terra, em um lugar chamado Borda Muito Distante. O objetivo de Beatrix é enriquecer no ramo de criação de slimes, e para isso ela deve enfrentar diversas aventuras diferentes.

Os próximos jogos desta lista foram escolhidos pelo Dionatan Simioni:



Portal é uma série clássica da Valve, onde você deve passar por diversos quebra-cabeças para conseguir sair dos laboratórios da Aperture Science. Além de quebra-cabeças desafiadores, o jogo conta com a narração da personagem Glados, uma máquina com uma personalidade única.



Outlast 2 é um jogo de terror psicológico em primeira pessoa onde o jornalista Blake Langermann e sua esposa Lynn vão para o deserto do Arizona para investigar o assassinato de uma mulher grávida, porém eles acabam sendo separados após um acidente de helicóptero. Blake precisa encontrar a sua esposa, mas para isso ele passa por uma vila habitada por um povo de uma seita chamada Testamento do Novo Ezequiel, que acredita que o fim dos dias está próximo.

Pontuação no ProtonDB: Platinum



Doom é um jogo de tiro em primeira pessoa onde você deve lutar contra demônios vindos do inferno através da Corporação da União Aeroespacial. O jogo se passa em Marte, em um futuro onde o planeta foi colonizado.

Pontuação no ProtonDB: Platinum



Sky Force é um jogo no estilo scrolling shooter, e traz um gráficos em 3D e um sistema de atualização, que deixa o jogo mais interessante.

Para finalizar a nossa lista, seguimos com os jogos escolhidos pelo Henrique AD:



Momodora: Reverie Under The Moonlight é um jogo de plataforma 2D onde Kaho, uma sacerdotisa do vilarejo de Lun explora uma terra amaldiçoada. O jogo conta com um gameplay bem divertido, em que é possível utilizar esquivas, magias, combos e itens.



Dex é um RPG de ação no estilo cyberpunk em 2D. Inspirado em Blade Runner e Neuromancer, neste jogo você deve atravessar uma cidade futurista em busca de aliados para derrubar o sistema, enquanto uma facção misteriosa quer te ver morto. O jogo conta com quatro classes: hacker, diplomata, assassino e atirador.



Dos mesmos criadores de Trine, Nine Parchments é um jogo cooperativo, que aprendizes de feitiçaria estão atrás de nove pergaminhos para completar seus livros de feitiços. O jogo conta com ações em tempo real e elementos de RPG, como progressão em nível e um sistema de equipamento.



Este é um jogo de luta com elementos em 3D e conta com 23 personagens diferentes. Continuação do clássico de 1998, todos os visuais foram melhorados nos mínimos detalhes para trazer a melhor qualidade de efeitos de anime.

Pontuação no ProtonDB: Gold

E assim finalizamos os 20 jogos! Tem algum que você gostaria de recomendar e não entrou nesta lista? Deixe nos comentários 😉

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


GRID Autosport portado para Android pela Feral Interactive

Nenhum comentário
O jogo de corrida GRID Autosport, que mistura elementos arcade e de simulação, acaba de ser lançado para Android. Portado pela Feral Interactive, o game já está disponível na Play Store.


Após ter sido portado para Linux pela própria Feral em dezembro de 2015, e para iOS no final de 2017, chegou a vez do Android receber a sua versão do triplo A, GRID Autosport. Segundo a desenvolvedora, todas as características e gráficos da versão mobile do game são exatamente iguais as que estão presentes nas versões para console.

Todas as DLC’s que foram lançadas para o jogo ao longo do tempo foram portadas e incluídas na versão para Android. Quanto aos controles, o jogador poderá escolher entre: giroscópio, volante, setas direcionais e gamepad. A seguir você confere o trailer oficial do porte para Android, produzido pela Feral Interactive.


Os dispositivos oficialmente suportados pelo jogo são: Samsung Galaxy S8, Samsung Galaxy Note8, Samsung Galaxy S9, Samsung Galaxy Note9, Samsung Galaxy S10, Samsung Galaxy S10+, Samsung Galaxy S10e, Samsung Galaxy Tab S4, Google Pixel 2, Google Pixel 2 XL, Google Pixel 3, Google Pixel 3 XL, Google Pixel 4, e Google Pixel 4 XL, HTC U12+, LG V30+, Motorola Moto Z2 Force, Nokia 8, Razer Phone, Sony Xperia XZ1, Sony Xperia XZ2 Compact, Xiaomi Pocophone F1, Huawei Honor 10, Huawei Mate 20, OnePlus 5T, e OnePlus 6T.

Se o seu dispositivo não está presente nesta lista, isso não necessariamente significa que o mesmo não é compatível com o jogo. Embora apenas os dispositivos citados na lista acima são oficialmente suportados, segundo a Feral, o jogo deve funcionar na grande maioria dos dispositivos equipados com o Android 9 Pie, ou superior. Caso o seu aparelho não seja compatível (como é o meu caso), ao acessar a página do jogo na Play Store você deverá ver uma mensagem como a que apareceu para mim, exemplo logo abaixo.


Agora vamos tocar naquele assunto que, geralmente faz com que as pessoas tirem o sorriso do rosto. Preço. O jogo está saindo por R$ 48,99, o que é um preço um tanto alto, se formos comparar com a média de preços de jogos semelhantes disponíveis para a plataforma. Quanto a qualidade do game, se é realmente superior às suas alternativas mais baratas, só testando para saber.

Eu já possuo o jogo na Steam há algum tempo, e já o joguei por várias horas no Linux. Gostei bastante do jogo, mas particularmente não compraria a versão Android por esse preço. Mas é claro que, isso é questão de gosto, e se você é um grande fã da série GRID, provavelmente valerá o investimento.

Além disso, também existem muitos casos de pessoas que não tem um console, ou um computador bom o suficiente para rodar jogos como este. Nesses casos, é muito provável que comprar o jogo por esse valor possa valer a pena.

Você ficou interessado em adquirir o GRID Autosport para Android? Independente de qual for a sua resposta, nos diga quais são os motivos que definem entre valer ou não a pena adquirir um produto como este, nessa faixa de preço.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Emuladores que utilizam OpenGL ganham aumento de performance graças ao multithreading

Nenhum comentário

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Emuladores que utilizam OpenGL agora poderão ter desempenho melhorado, graças a utilização de mais núcleos do processador. A mudança beneficiará jogadores que possuam processadores com vários núcleos e threads.

opengl-emulador-dolphin-citra-yuzu-nintendo-3ds-processador-multithreading-multiprocessador

Emulação de jogos é uma paixão que nutro por muitos anos, e não é atoa que minha primeira postagem no Diolinux foi justamente sobre um emulador. Além de ter possuído diversos títulos e consoles, vejo na emulação uma forma de manter vivo, clássicos que se assim não fosse, jamais poderiam ser apreciados no momento. Por vezes é mais prático jogar diretamente em meu computador, ao invés de ligar meu console. No entanto, em alguns casos a emulação não entrega uma performance digna ou semelhante ao hardware real na qual o jogo foi pensado.

OpenGL é uma API gráfica livre utilizada por diversos softwares mundo afora, e justamente vários emuladores o utilizam para encarregar-se da parte gráfica do jogo. Obviamente, que soluções alternativas existem no mercado, e por muitas vezes mais de uma API gráfica é utilizada. Posso citar o Vulkan, como uma das que vêm sendo implementadas em diversos programas deste segmento, e proporcionando um ótimo desempenho.

Não é incomum encontrar usuários com computadores poderosos tendo alguma dificuldade no ato da emulação, pois, mesmo possuindo um processador com diversos núcleos e uma GPU dedicada, o emulador não consegue fazer todo proveito deste hardware. O OpenGL era um destes elementos que impossibilitava a extração de máximo poder do processamento durante uma emulação. Há dois anos o suporte a distribuição de múltiplos processos de forma simultânea através de diversos núcleos de CPUs, foi implementado graças ao engenheiro de software Marek Olsák da AMD. Contudo, apenas jogos (nativos e via Wine/Proton e afins) estavam recebendo essa implementação, sendo que emuladores que usavam OpenGL não vinham se beneficiando deste método. Na época da implementação, jogos foram tiveram um ganho considerável em seu desempenho. Alguns, como Alien Isolation, Border Lands 2 e BioShock Infinite tiveram um acréscimo de mais de 50% em performance durante a jogatina.

opengl-emulador-dolphin-citra-yuzu-nintendo-3ds-processador-multithreading-multiprocessador

Agora os emuladores começam a receber o tão cobiçado recurso multithreading do OpenGL e aumentarem a eficiência durante a emulação utilizando a API livre.

Testes foram realizados com um processador Intel Core i7-8550U de quatro núcleos e quatro threads (núcleos virtuais), com gráficos UHD 620 integrados. Utilizando o driver i965 Mesa que a pouco tempo recebeu suporte ao multiprocessamento.

O Dolphin (emulador de Nintendo GameCube e Wii) obteve um aumento de 17%, passando de 75 para 88 fps no jogo Super Mario Galaxy, já o Citra (emulador de Nintendo 3DS) recebeu um ganho de 12%, passando de 81 para 91 fps no game The Legend of Zelda: A Link Between Worlds. Até emuladores mais novos, como o Yuzu (emulador de Nintendo Switch) teve um maior desempenho, atingindo um aumento de 29%. É claro que o desempenho não é apenas uma responsabilidade do OpenGL ou processador. Existe todo um conjunto para um bom funcionamento, sendo que uma GPU inferior ao processador pode muitas vezes impedir uma jogatina mais satisfatória (o famoso gargalo). 

opengl-emulador-dolphin-citra-yuzu-nintendo-3ds-processador-multithreading-multiprocessador

Para acessar os dados dos testes, basta clicar neste link.

Você curte jogos? Tem algum título de paixão que jogava no console e também joga via emulador? Deixe nos comentários a sua opinião sobre a melhora no desempenho em emuladores que fazem uso do OpenGL.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, compartilhe este conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

DXVK poderá ser utilizado no Linux sem o Wine

Nenhum comentário

sábado, 23 de novembro de 2019

Um dos mantenedores do D9VK, Joshua Ashton, está trabalhando em uma forma de fazer com que o DXVK rode no Linux sem que haja a necessidade de utilização do Wine.

dxvk-podera-ser-utilizado-no-linux-sem-o-wine

A ideia


O DXVK é uma implementação que traduz as chamadas feitas à partir dos softwares para o DirectX 10 e 11, para que as mesmas sejam direcionadas à API Vulkan. Dessa forma, softwares que rodam sobre as versões 10 e 11 do DirectX podem ser executadas nas distribuições Linux fazendo uso do Vulkan.

Atualmente o DXVK é executado como uma biblioteca do Windows rodando através do Wine. Ou seja, ao contrário do que muitos pensam, no presente momento o DXVK não é exatamente um software que roda de forma nativa no Linux.

Todavia, isso já está começando a mudar. O trabalho de Joshua Ashton, que atualmente encontra-se em fase experimental, consiste em modificar o DXVK para que o mesmo se torne uma biblioteca nativa do Linux, que seja capaz de converter as chamadas para o DirectX 10 e 11 que são feitas por softwares nativos de Windows para o Vulkan, sem a necessidade de utilização do Wine.

No momento estou trabalhando em uma forma de utilizar o DXVK nativamente na plataforma! Atualmente, ele suporta SDL Windows e todo o DirectX 11 (além da interoperabilidade GDI). Deverá ser útil para portar alguns jogos mais facilmente, e quem sabe chegue nos repositórios principais.” disse Joshua.

Os benefícios


Se formos analisar o trabalho que está sendo realizado por Joshua, e também o que foi dito por ele, essa implementação para o DXVK irá fazer com que as versões 10 e 11 do DirectX rodem, de certa forma, nativamente no Linux. É claro que isso não significa que todos os jogos nativos de Windows que ainda não rodam no Linux passarão a rodar, do dia para a noite, mas é certamente um grande avanço em direção à compatibilidade entre as plataformas.

Talvez você esteja se perguntando: “Ok. Mas e na prática, o que nós, usuários, ganhamos com isso?”

Rodar o DXVK de forma nativa, tornará mais simples, fácil e rápido o trabalho de portar os jogos de Windows para o Linux, uma vez que o mesmo código do DirectX que é utilizado na versão do jogo para Windows, poderia também ser utilizado na versão para Linux.

Como todos sabemos, as grandes empresas de games, assim como qualquer outra empresa, buscam lucrar. Quanto mais fácil e rápido for o trabalho de portar o jogo para Linux, menor será o custo da empresa para produzi-lo, e consequentemente, maior a margem de lucro. O quê, no final das contas, significa mais jogos disponíveis para a plataforma. E todos ganhamos com isso. :)

Acredito que esse projeto tenha grandes chances de dar certo, e render excelentes frutos. A iniciativa feita pelo Joshua, tende a beneficiar não apenas aos usuários, mas também as empresas. Dito isso, acredito que as chances de uma grande empresa como a Valve, ou a Feral Interactive, “estenderem a mão” para ajudar no avanço do projeto, sejam muito grandes.

Qual a sua opinião sobre o assunto? Você realmente acha que a iniciativa feita por Joshua pode render bons frutos? Ou será apenas mais um dentre os muitos projetos que acabam em nada? Diga-nos a sua opinião nos comentários. 😁

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉


Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo