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Ubuntu 19.10 poderá iniciar até 7x mais rápido

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Não é segredo para ninguém que a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, vem trabalhando em melhorias no boot do sistema. Queixas de inúmeros usuários relatando uma demora no início do sistema, graças aos aplicativos no formato Snap. Digamos que as coisas ainda não são perfeitas, mas houve uma melhora perceptível neste aspecto. Agora eis chegada a hora de melhorar o boot, relacionando ao Kernel Linux do Ubuntu.

ubuntu-boot-inicio-start-sistema-linux-kernel-canonical-veloz-rapido

A equipe do kernel Linux no Ubuntu decidiu efetuar testes comparativos, com o formato de compactação do mesmo, após diversos experimentos chegaram a um veredito. A partir do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, as imagens do kernel Linux no Ubuntu serão compactadas em LZ4. Segundo os engenheiros do Ubuntu, a melhora no início do sistema é notória, até mesmo em hardwares mais modestos. O resultado foi tão positivo que em alguns casos o ganho foi em até 7 vezes, comparado às versões atuais do Ubuntu.

Colin Ian King, um dos engenheiros da Canonical e participante da equipe responsável pelo Kernel no Ubuntu, explica:

“Para o tamanho de compactação, o GZIP apresenta o menor tamanho compactado do Kernel, seguido por LZO (~ 16% maior) e LZ4 (~ 25% maior). Com o tempo de descompressão, o LZ4 é 7 vezes mais rápido que o GZIP e o LZO é ~ 1,25 vezes mais rápido que o GZIP em x86 ... Mesmo com uma mídia de rotação lenta (um HD de 5400RPM, por exemplo) e uma CPU lenta, o tempo de carregamento mais longo do Kernel excede em muito o tempo de descompressão mais rápido. À medida que a mídia fica mais rápida, a diferença no tempo de carregamento entre GZIP, LZ4 e LZO diminui e a velocidade para descompressão se torna o fator dominante , com o LZ4 como o vencedor”.

Para mais informações sobre os testes efetuados, acesse a postagem de Ian King e saiba mais detalhes.

Agora é esperar o lançamento da nova versão do Ubuntu e comparar o tempo de boot. Estou ansioso pelo Ubuntu 20.04, sinceramente creio que será uma das melhores versões já lançadas do sistema. Vendo seus antecessores com cada vez mais melhorias, sejam no design, software, etc. Parece que a Canonical vem retomando o Ubuntu ao seu antigo “status”. 

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A espera acabou! Linux Mint 19.2 “Tina” é lançado!

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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

A espera acabou. Linux Mint 19.2 “Tina” finalmente é lançada de forma oficial e você já pode baixar a distro.

A espera acabou! Linux Mint 19.2 “Tina” é lançado!






Nesta Sexta-feira (2), foram liberadas para download as imagens ISO do Linux Mint, para que você possa baixar e instalar no seu PC. A nova edição focou em lapidar ainda mais as aplicações e recursos, isso traz para os usuários algumas novas facilidades e alguns softwares atualizado e otimizados.

Principais novidades


●Kernel Linux 4.15.0-54 com suporte até 2023, com suporte para atualização para o 5.x via Gerenciador de atualizações; 

● Cinnamon 4.2, XFCE na 4.12 e MATE na 1.22;

● Wine na versão 4.0 por default;

● Boot-Repair incluso na ISO do sistema;

● Possibilidade de “Pinar” pastas no Gerenciador de Arquivos Nemo;

● Documentos recentes estão agora habilitados por padrão no Menu do Cinnamon.

● Nemo tem condições para executar ações, como um script ou comando externo quando o usuário clica com o botão direito do mouse sobre um arquivo;
● Agora no Menu, haverá diferenciação dos programas, além de informar em qual formato está instalado, como por exemplo, se o programa for em Flatpak ou não;

E quem tem placa híbrida?


Um ponto que vale salientar nessa versão, é a preocupação do pessoal do Mint em entregar a melhor experiência para quem tem Placas da NVIDIA, em especial os notebooks híbridos ou Optimus Card. A equipe do Mint demonstra alguns parâmetros se o método do "nomodeset"  não funcionar. Antes de tentar esses parâmetros, eles recomendam que na hora da instalação do sistema, você instale o driver proprietário da NVIDIA e que no reboot, informando que não será necessário se preocupar com “mais nada”. Depois do reboot, um ícone aparecerá na barra de tarefas, podendo assim trocar de GPU ali mesmo.

Se você não conseguir “subir” o sistema, os parâmetros que eles recomendam são:

"nouveau.noaccel=1" no lugar do "nomodeset".

ou  "noapic noacpi nosplash irqpoll" no lugar do "quiet splash".

Outra possibilidade é usar o  "Compatibility mode" (modo de compatibilidade na hora de dar o boot e instalar o Mint).

Depois da instalação, usar o "Advanced Options" -> "Recovery mode"  no menu de boot e escolher a opção de “resume”. 

Requisitos mínimos e download



Os requisitos mínimos para rodar o Linux Mint Beta 19.2 são:

● 1GB de memória RAM ou 2GB para uma experiência mais confortável;

● 15GB de espaço em disco ou 20GB para ter uma “folga”;

● Resolução mínima da tela de 1024x768

Fizemos um artigo no momento do último Beta do Linux Mint contendo todas as novidades do sistema, clique aqui para conferir.


Se você estiver utilizando a versão BETA do Linux Mint 19.2, basta utilizar o Gerenciador de Atualizações e aplicar os updates ali presente. Em breve a equipe do Mint vai disponibilizar o procedimento de como migrar das versões 19 e 19.1, então fique de olho no blog.

Para baixar a nova versão do Linux Mint, basta acessar este link e escolher a sua interface preferida.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Atualize o Ubuntu agora, para corrigir falha no Kernel

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terça-feira, 23 de julho de 2019

Alguns bugs que afetavam o kernel Linux no Ubuntu foram corrigidos hoje pela Canonical. Caso utilize o Ubuntu ou derivados é de extrema importância manter seu sistema em dia, com essas atualizações, problemas podem ser evitados.

updaee-vulnerabilidade-falha-bug-erro-kernel-linux-ubuntu-LTS-16.04-18.04-19.04

As falhas atingem tanto o Ubuntu 19.04, como suas LTS (Ubuntu 16.04/18.04). A correção dos problemas foi lançada hoje e são elas:

  • CVE-2019-11487: Vazamento de números inteiros no kernel Linux ao referir-se a paginação, ocasionando possíveis problemas ao liberar memória. Essa falha pode ocasionar brechas para um invasor localmente, executar códigos maliciosos ou um DoS Attack (ataque de negação de serviço). Essa falha não afeta as versões LTS;
  • CVE-2019-11599: Um invasor localmente poderia ocasionar um DoS Attack ou expor informações pessoais. Outra falha que não afeta as versões LTS;
  • CVE-2019-11833: A implementação do sistema de arquivos ext4 no kernel Linux em alguns momentos, não encerrava corretamente o processo de memória. Um invasor local poderia ter acesso às informações confidenciais por meio deste processo de memória no kernel;
  • CVE-2019-11884: A implementação do HIDP (Bluetooth Human Interface Device Protocol) em algumas ocasiões, não verificava corretamente as requisições terminadas em NULL (vazias). Com isso um invasor localmente poderia usar essa falha para expor informações privadas (da memória do kernel);
  • CVE-2019-11085: O driver gráfico da Intel i915 no kernel em alguns momentos, não restringia corretamente os intervalos mmap. Um invasor local poderia por meio desta falha, lançar um DoS Attack e desligar abruptamente a máquina, como executar códigos arbitrários. Essa falha não afetava o Ubuntu 19.04, mas sim as LTS;
  • CVE-2019-11815: Foi descoberto que a implementação do protocolo RDS (Reliable Datagram Sockets), que por padrão vem desabilitado no Ubuntu, caso ativo poderia dar a um invasor local a possibilidade de efetuar um DoS Attack ou possivelmente executar um código malicioso. Essa falha também afeta as LTS 16.04/18.04, o Ubuntu 19.04 não é afetado.

Lembrando que é altamente perigoso continuar utilizando o Ubuntu 18.10, pois, o mesmo perdeu suporte. Acesse essa postagem e saiba mais.

Para usuários do Ubuntu 16.04/18.04 e 19.04 é de extrema importância atualizar o sistema. Mesmo as falhas sendo consideradas medianas, por “obrigatoriamente” limitar o invasor a estar localmente durante os ataques, não é indicado tardar as atualizações de segurança em hipótese alguma.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a instalação de seu Ubuntu. Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade

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Fonte: Ubuntu.
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Linux 5.2 chega com quase 600 mil novas linhas de código

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terça-feira, 9 de julho de 2019

No Domingo (7), Linus Torvalds lançou mais uma versão do Kernel Linux, contando com cerca de 596.000 novas linhas de códigos submetidas, ou seja, temos muitas coisas nova nessa nova versão do Kernel Linux.

Kernel 5.2 é oficialmente lançado






A primeira grande novidade é referente a Logitech, que ajudou a melhorar os drivers dos seus receptores wireless, como o Logitech Bluetooth “dongle” usado no teclado MX5500 e no receptor Logitech Unifying. Outro ponto, é que agora qualquer periférico da marca que trabalhe na frequência de 2,4 GHz (mouse, teclado, etc), vão poder retransmitir o status da bateria (quando disponível) para as GUIs dos desktops.

Uma adição que vai beneficiar muitos usuários, é o novo driver Wi-Fi da Realtek (mac80211) que tem suporte para os chips de rede wifi Realtek 802.11ac. O rtw88 agora suporta os firmwares RTL8822BE e RTL8822CE, contando com suporte também para modelos USB e SDIO futuramente.

Houve também um acréscimo no suporte para os computadores single-board da  linha Orange, com versões baseadas no  Allwiner (Orange Pi 3), Rockchip (Orange Pi RK3399) e também a  Nvidia Jetson Nano.

Também estão introduzindo a primeira “feature” do Sound Open Firmware (SOF), projeto encabeçado por Intel e Google, criando uma plataforma de código aberto para a criação de firmwares para processadores de áudio.

Outras melhorias e adições no Kernel 5.2 foram:

⏺ GeForce GTX 1650 recebeu suporte para o Nouveau;

⏺ Várias melhorias em laptops com  AMD Ryzen;

⏺ Otimização em dispositivos ARM;

⏺ Suporte para Intel Comet Lake;

⏺ Preparação para as novas AMD EPYC CPUs;

⏺ Suporte para hibernação sendo reativado no Intel Baytrail & Cherrytrail

Para mais detalhes técnicos, você pode consultar aqui e aqui.

Se você quiser experimentar essa versão do Kernel, pode utilizar a ferramenta UKTools, caso use Ubuntu ou algum derivado, ou baixar os pacotes manualmente, tais procedimentos são recomendados apenas para usuários avançados. Se você usa outras distros, como Fedora e Manjaro, provavelmente as atualizações estarão disponíveis em breve.

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Microsoft traz um kernel Linux completo para o Windows 10

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

A conferência voltada para devs da Microsoft, a Build 2019, foi recheada de novidades, como a possível chegada do Edge para Linux, do novo WSL e do Kernel Linux completo no Windows 10.

 Microsoft traz um kernel Linux completo para o Windows 10






Parecia que esse dia nunca chegaria, mas sim meus amigos e amigas, ele chegou. Estamos vendo Linux e Windows na mesma frase e o contexto não é  alguma “Guerra Infinita”. 😁😂

Quando anunciaram o WSL 2, também falaram que iam mandar junto um Kernel Linux completo, assim facilitando a VM que é criada via Hyper-V, consumindo menos recursos do computador, pois não vai precisar mais emular as APIs do kernel Linux no kernel NT, com isso o WSL 2 vai rodar um kernel Linux completo em uma VM muito leve.



Como o Kernel Linux é sobre a licença GNU GPL (General Public License), toda modificação feita pela Gigante de Redmond, terá que ser publicada, e assim ela se comprometeu a fazer, disponibilizando via GitHub.

Ainda teve as seguintes declarações:

“Esta não é a primeira vez que a Microsoft envia um kernel Linux, já que já lançamos um em 2018 quando anunciamos o Azure Sphere. No entanto, esta será a primeira vez que um kernel Linux é lançado com o Windows, o que é um verdadeiro testemunho do quanto a Microsoft adora o Linux!”, e complementou como vai funcionar na parte de segurança:

“Para manter o Kernel sempre atualizado com os mais novos recursos e correções na última versão estável do Linux. Para garantir a procedência de nossas fontes, espelhamos repositórios localmente. Estamos monitorando continuamente as listas de e-mail de segurança do Linux e fazendo parcerias com várias empresas de banco de dados CVE para ajudar a garantir que nosso kernel tenha as correções e mitigações mais recentes.”

Como dito no artigo sobre o WSL 2, é muito cedo dizer que a Microsoft vai migrar 100% do Kernel NT para o Kernel Linux. É impossível??? Não, só creio que se for acontecer não vai ser algo tão pra agora e sim daqui alguns anos, pois envolve muita grana e afeta quem constrói o seu app ou jogo, que em grande parte é voltado pensando como o “Windows pensa”, mas tudo pode acontecer e daqui 2 anos termos uma versão do Windows 10 com Kernel Linux, porque não?? 

Para conferir os anúncios oficiais no blog da MS, basta acessar aqui e aqui.

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Fedora 30 é lançado com as aguardadas mudanças prometidas pela equipe

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

A tão aguardada versão final do Fedora 30 está no meio de nós, trazendo consigo as novidades que foram apresentadas na versão beta que foi lançada no mês passado.


 Fedora 30 é lançado com as aguardadas mudanças prometidas pela equipe





Fizemos este artigo comentando das novidades que viriam com a versão final do Fedora 30, e realmente essas novidades vieram, como:

As novidades que foram “ventiladas” no Beta e que foram confirmadas na versão final são: 

- A possibilidade de se instalar as interfaces desktops do Deepin (DDE) e a Pantheon (do ElementaryOS).

- A compressão dos metadados dos repositórios com o zchunk;

- GNOME 3.32 e o Kernel 5.0.6

- GCC 9, Bash 5.0, e PHP 7.3.

Para ver a nota de lançamento, basta acessar o link do blog oficial do projeto.

Caso deseje  baixar o Fedora 30, você pode fazer acessando este link.

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Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Muitos que chegaram no mundo Linux ou que tiveram contato com o mesmo, foi através do Ubuntu, tirando a “velha guarda” dos usuários e os mais “fuçadores”, ele foi e ainda é a porta de entrada para o mundo Linux tanto para usuários comuns, como para empresas.


 Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5






Nos últimos anos, o Ubuntu foi a “cara” do Linux, com a interface Unity e suas cores, que como diz a música, “Entre tapas e beijos, é ódio é desejo…”, foi conquistando usuários ao redor do mundo. Quem não lembra dos CDs e DVDs que a Canonical mandava via correspondência para as nossas casas? 😁

E quando foi anunciado o “fim” do Unity pela Canonical, muitos se perguntavam qual interface iria ser utilizada, e a escolha foi o GNOME, pois o Unity era um fork do mesmo e assim a transição seria menos “traumática”, vamos assim dizer. Will Cooke, principal líder do time de desenvolvimento do Ubuntu, nos conta como foi essa transição em uma entrevista exclusiva.

Novidades do Ubuntu 19.04 Disco Dingo


Na data de hoje (18/04/2019), o Ubuntu chega na sua versão 19.04, sendo aguardada por muitos, pois várias melhorias no Kernel, GNOME, Drivers, Apps e afins, vão estar disponíveis para utilização dos usuários.

As principais novidades que chegaram ao Ubuntu 19.04 são:

- GNOME 3.32 ;
- Kernel 5.0;
- Driver de vídeo da NVIDIA na versão 418.56;
- Driver de vídeo para AMD e Intel, o Mesa Driver na versão 19.0.2;
- LibreOffice 6.2.2;
- Mozilla Firefox 66.0;

Quem tem placas de vídeo da Nvidia em notebooks pode comemorar também um melhor suporte. a hora que você for instalar, poderá escolher o “Safe Graphics Mode”, que vai habilitar o NOMODESET, possibilitando “subir” o sistema e instalar o driver proprietário da NVIDIA já na tela de formatação. Ainda falta a implementação da troca de GPUs sem precisar reiniciar a sessão ou a máquina, mas já é um começo. Podemos ouvir um “Amém”????

Download da versão atualizada


Para conferir todas as novidades, tanto da versão desktop quanto a de servidores, você pode acessar este link. Lembrando que o Ubuntu 19.04 não é uma versão LTS (suporte de 5 anos) e que o suporte desta versão só terá 9 meses.

Para baixar o novo Ubuntu 19.04, você pode conferir este link.

Você também pode baixar as flavors do Ubuntu (Xubuntu, Kubuntu, Ubuntu MATE, Lubuntu, Ubuntu Kylin, etc.) neste endereço.

Atualização para a nova versão


Se você usa o Ubuntu 18.04 LTS ou o 18.10 (especialmente), é possível fazer a atualização pelo gerenciador de atualizações do seu Ubuntu, caso você tenha baixado a versão Beta do 19.04, basta manter o sistema atualizado e você estará utilizando a versão final.

A atualização é recomendada apenas se você realmente não precisa do suporte a longo prazo que a LTS te proporciona, tirando esta questão e o suporte ao sistema de Live patching da Canonical, o Ubuntu 19.04 Disco Dingo é um upgrade muito interessante em relação ao 18.10 e ao 18.04 LTS.

Em breve publicaremos vídeos sobre essa nova versão do Ubuntu, por hora, você pode conferir a preview logo abaixo:

                 

Você já baixou o Ubuntu 19.04? O que achou da nova versão?

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Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Linus Torvalds lançou no dia 3 de Março deste ano (2019) mais uma versão do Kernel Linux, chegando na numeração 5.0 e assim trazendo algumas correções de bugs, melhorias e otimizações pontuais no código do Kernel, além da melhor compatibilização com alguns dispositivos e trazendo o FreeSync da AMD embutido no Kernel.

 Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?






Com o lançamento do Kernel Linux 5.0, veio algumas novidades que já estavam sendo preparadas e que agora chegaram em seu mainline dele. Algumas novidades trazidas foram:

● Suporte para o AMD Radeon FreeSync;
● Suporte para a nova VegaM;
● Suporte para o NVIDIA Xavier
● Melhoramento nos gráficos do Intel Icelake Gen11
● Suporte inicial para os SoCs NXP i.MX8;
● Suporte para Allwinner T3, Qualcomm QCS404 e NXP Layerscape LX2160A;
● Intel VT-d Scalable Mode com suporte para o Scalable I/O Virtualization;
● Novos drivers Intel Stratix 10 FPGA;
● Correções para F2FS, EXT4 e XFS;
● Btrfs file-system com suporte de restauração dos arquivos de swap;
● AgFscrypt Adiantum da Google agora é suportado com ajuda a criptografia rápida de dados em hardware low-end. Isso substitui o algoritmo Speck pela NSA;
● Melhorias no driver Realtek R8169;
● Suporte de alta resolução para rolagens da Logitech;
● Driver para tela sensível ao toque de Raspberry Pi;
● Melhoria aos drivers de notebooks com arquitetura x86;
● Aprimoramento de segurança para o Thunderbolt;
● Suporte para a placa Chameleon96 Intel FPGA;
● Melhor gerenciamento de energia;

No comunicado, Linus Torvalds disse que está contente com o lançamento e que a próxima janela de desenvolvimento está aberta, para a versão 5.1, e que já tem várias solicitações chegando para analisar e processar.  Mas o que chamou a atenção, foi essa declaração no final do comunicado na lista de discussão do projeto, em que ele diz o seguinte:

As mudanças gerais para todas as versões do “5.0” são muito maiores. Mas eu gostaria de ressaltar (mais uma vez) que não fazemos lançamentos baseados em recursos, e que o "5.0" não significa nada mais do que isso. Os números para a série 4.x estavam ficando grandes o suficiente para que eu ficasse sem dedos na mão e dos pés para contar.”.

Caso queira ver um compilado técnico mais completinho, o pessoal do Phoronix fez esse trabalho árduo. Agora se você deseja ver a lista de discussão em que Linus Torvalds fez o anúncio, você pode conferir neste link.

Aí você me pergunta: “ Será que devo atualizar o Kernel do meu sistema?”, e então lhe respondo: “Depende meu caro Padwan, depende.”, e vou tentar explicar o porque do “Depende”. Usando como base um dos mantenedores e membro da Linux Foundation, Greg Kroah-Hartman.

Vou dar uma breve descrição de cada “versão” do Kernel que são lançadas e assim tirar algumas dúvidas que sempre aparecem aqui no blog, no canal do YouTube e no Diolinux Plus.

Versão Mainline do Kernel


Essa versão é o que falamos que “acabou de sair do forno”, na qual você pode instalar em sua distro. Mas tome cuidado, pois essa versão não tem as correções, melhorias e patchs da distro que você usa, podendo ocorrer instabilidades no sistema. Ela é recomendada para entusiastas ou quem quer testar novas funcionalidades ou compatibilidades de hardware “hiper novos”. Se você é um desses, fizemos um artigo de como fazer a troca, usando o programa UKUU (Ubuntu Kernel Update Utility). Também temos um artigo de como instalar os pacotes .deb, no caso do Ubuntu, e para acessar o mainline dele, basta acessar este link.

Última versão estável (Stable)


Quando o Kernel é lançado como “Stable” (Estável), quer dizer que é o mais recente em que a comunidade de desenvolvedores declaram como tal. Isso acontece a cada 3 (três) meses, em que um versão stable é lançada, contendo as últimas correções de bugs e suporte aos hardwares mais recentes. Essa versão é comumente usada na maioria das grandes distribuições, como Ubuntu, Fedora, openSUSE entre outras. Além de ter sido testado pelos 4.000 desenvolvedores do projeto.

Último lançamento da versão LTS (Long-term support)


Se você tem um hardware que precisa de implementações que não venham diretamente do mainline do Kernel Linux, como por exemplo os equipamentos de IoT, a última versão lançada do Kernel LTS é uma boa escolha. A sigla LTS, que quer dizer Long-term support ou Suporte a longo prazo, contém as últimas correções de bugs no Kernel, mas não tem nenhum novo recurso adicionado, sem suporte a novos hardwares implementados e também não obtém as mais recentes melhorias de desempenho do Kernel. Esse tipo de Kernel LTS “novo” é utilizado por usuários que gostam de não se preocupar com os upgrades constantes das versões Stables, que ocorrem a cada 3 meses, já as versões LTS “novas” são atualizadas pelo menos uma vez por ano. Ainda segundo Greg, quem escolhe esse tipo de Kernel, tem que estar bem ciente que o suporte pode ser difícil por parte dos devs, pois os mesmos usam como base a versão Stable. E se você reportou um problema/bug, o dev perguntará “a última versão estável tem esse problema?”. Então tem que ter essa noção.

Versões mais antigas do LTS


Essa versão do Kernel tem um suporte de pelo menos de 2 anos, entretanto às vezes pode se estender por conta de grandes distribuições Linux tem maior suporte, como o caso do Debian ou as SLES.

Empresas como a Google e que fazem parte da Linaro, investiram para que esses kernels perdurem ainda mais, de uma forma “beeemmm resumida”, os chips SoC são desenvolvidos com base em Kernels com mais de 2 anos de suporte e eventualmentetem mais de 2 milhões de linhas adicionadas ao longo do tempo para mantê-los funcionando de forma segura. Se esses LTS forem interrompidos após 2 anos, o suporte da comunidade também vai cessar e com isso não terão mais correções sendo feitas, ocasionando em milhões de dispositivos sem a segurança necessária e estando por aí “flutuando”, e as empresas não querem isso para si e para seus clientes, obviamente.

E na data desta publicação, as versões do Kernel são:

Só para ilustrar melhor, o meu Asus Zenfone 4 Selfie usa o Kernel 3.18.71 com correções feitas e mantidas pela Asus, agora imagina se isso acaba “da noite para o dia”, seria bem complicado.

Então, na hora que você for mudar de Kernel em sua distro, pense muito bem antes de sair trocando “ a torto e direita”, pois pode ser que o problema que você esteja enfrentando não seja do Kernel, e sim de uma instalação mal feita do driver de vídeo, de um programa ou a simples curiosidade de mexer no Linux. 😜

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Novo Kernel Linux chega com melhorias para GPUs da AMD

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Após a AMD começar a distribuir seu driver diretamente no Kernel Linux, donos de hardware da empresa vem recebendo melhorias de performance e novas implementações a cada versão. É notória a evolução do AMDGPU, driver Open Source, comparado a alternativa proprietária e descontinuada Catalyst/fglrx. Parece que a AMD vem dando maior atenção a plataforma Linux.

amd-gpu-freesync-linux-driver

Previsto para meados de Março deste ano, a versão 5.0 do Kernel Linux está repleta de novidades para usuários AMD. 

Uma delas é o suporte ao FreeSync e Adaptive-Sync, na qual auxilia a remoção de atrasos e variações nos framerates, adaptando dinamicamente a taxa de atualização. Resultando em uma gameplay fluida e sem inconvenientes, como: Tearing e “fantasmas”, os rastros de tela, na gameplay.

O FreeSync foi anunciado em 2014, para competir com seu concorrente G-Sync, tecnologia da Nvidia, que basicamente tem a função de sincronização adaptativa, evitando os “rasgos de tela”.

Já o Adaptive-Sync é uma especificação do DisplayPort e HDMI, desenvolvida pela organização internacional VESA, que tem como objetivo padronizar o funcionamento de periféricos de vídeo em computadores.

O FreeSync usa os protocolos do Adaptive-Sync em conjunto com hardware e software para proporcionar mais fluidez, livre de distorções e com baixa latência, em hardwares que o suportam. 

Outras tecnologias da AMD incorporadas ao Kernel 5.0 são: O Adaptive Backlight Management, que reduz o nível da luz de fundo, para economizar energia, aumentando o contraste e luminosidade do pixel para maior legibilidade e qualidade. E o ROCm, que é incumbido na interação entre CPU e GPU, aumentando o desempenho de tarefas computacionais.

O kernel trará suporte ao ROCm para processadores gráficos de entrada, da arquitetura Polaris, em placas de vídeo da série RX 400, e arquitetura Vega 12.

Com isso podemos esperar melhorias para utilizadores de GPUs AMD no Linux, com funcionalidades que antes não existiam no AMDGPU.

E você possui alguma placa de vídeo AMD? Tem ou gostaria de comprar um monitor com FreeSync? Deixe sua opinião nos comentários, queremos saber sua experiência com a plataforma AMD no Linux.

Até o próximo post, e lembre-se: Compartilhe as postagens do Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Linus Torvalds solta e-mail pedindo desculpas pelos anos de "destempero" e "tira férias" do Linux

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terça-feira, 18 de setembro de 2018

No último Domingo (16), o mundo do open source foi pego de surpresa com um e-mail mandando pelo “pai” do projeto Linux, Linus Torvalds. Ele mandou e-mail falando das correções e melhorias no rc4 da versão 4.19 do Kernel Linux, quando que no meio do e-mail ele solta uma notícia “bombástica” para o mundo open source. Ele vai “tirar umas férias” do projeto.


Linus Torvalds solta e-mail pedindo desculpas pelos anos de "destempero" e "tira férias" do Linux





Nas palavras de Torvalds, ele precisava “se olhar no espelho e ver o que estava errado”. Por muitos anos Linus foi famoso por não ter um temperamento nada tranquilo com outros desenvolvedores do Kernel Linux, como o famoso caso de quando mandou a NVIDIA “pra’quele lugar”, acompanhado de um gesto nada educado e que o marcou para sempre.

No longo e-mail no LKML, ele reconhece que esse comportamento não foi nada profissional e totalmente desnecessário, pedindo desculpas pelos seus atos. O trecho que ele fala sobre o assunto é esse:

“É aqui que entra o momento ‘se olhar no espelho’.
Esta semana as pessoas da nossa comunidade me confrontaram como na minha vida eu não entendia as emoções das pessoas . Meus assustadores ataques em e-mails foram
não profissionais e desnecessários. Especialmente nos momentos em que fiz os comentários de forma pessoal. Na minha busca por um melhor patch, isso fazia sentido para mim.
Eu sei agora que isso não foi “OK” e eu realmente sinto muito.
... é uma maneira dolorosamente longa de análise pessoal para poder chegar e dizer: Hey, eu preciso mudar os meus comportamentos e eu quero pedir desculpas  as pessoas que o meu comportamento pessoal machucou e que possivelmente afastei completamente do desenvolvimento do Kernel.
Vou tirar uma folga e obter alguma ajuda sobre como entender as emoções das pessoas e responder adequadamente.”

Ainda não se tem maiores informações (até o lançamento dessa publicação) o que teria motivado essas “férias” do Linus Torvalds do projeto Kernel Linux. Outro ponto importante a mencionar é troca dos “códigos” interpessoais de conduta. Antes era o “code of conflict” (código de conflito) e um resumo seria que o código do Kernel Linux seria a coisa mais importante e pede que os devs sejam “excelentes” uns com os outros. Já o novo código de conduta vem para estabelecer novos padrões de comportamentos, como a positividade entre os membros, sejam profissionais, acolhedores e inclusivos. Você pode ler o novo código de conduta aqui

Esperamos que o Linus Torvalds possa melhorar e voltar o mais rápido possível e também veremos como o “filho” se sai sem o “Pai” nessa nova fase.

Deixa aí nos comentários o que você achou dessas “férias” do Linus Torvalds.

Até a próxima e um forte abraço.
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SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure

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sábado, 15 de setembro de 2018

A SUSE, anunciou nesta quarta-feira (12) a disponibilidade do primeiro kernel Linux enterprise, desenvolvido sob medida para o Microsoft Azure. As instâncias on-demand do SUSE Linux Enterprise Server (SLES) 15 agora são executadas em um kernel personalizado para cargas de trabalho no Microsoft Azure, proporcionando desempenho aprimorado e inicialização mais rápida, além de redução no espaço ocupado na memória.


 SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure






O kernel otimizado para o Azure permite acesso mais rápido aos novos e futuros recursos
do Azure, que foram ajustados para os clientes serem mais ágeis. Com objetivo de gerenciar
complexidade, reduzir custos e fornecer serviços essenciais aos negócios que potencializam
a transformação digital dos clientes, a SUSE está trabalhando com a Microsoft e outros
parceiros.


"A colaboração da SUSE com a Microsoft se baseia em atender às necessidades em
constante evolução dos clientes, permitindo inovações e minimizando a interrupção de seus negócios", afirma Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. Os usuários da nuvem pública otimizada do SLES para Azure são um resultado direto da abordagem 'open' do open source da SUSE, que busca resolver os desafios reais do cliente".

Os clientes podem esperar que o SUSE Linux Enterprise Server 15 tenha benefícios de desempenho mensuráveis, incluindo uma rede com um rendimento potencialmente 25% mais rápida e uma redução de 23% na latência média. Por padrão, as instâncias do SLES 15 no Azure serão executadas nesse kernel personalizado, embora os clientes tenham a flexibilidade de alternar facilmente para o kernel padrão usando o gerenciador de pacotes Zypper.

Além do núcleo otimizado, os clientes que utilizam o SLES no Azure se beneficiam de várias ferramentas e recursos para implantação nativas da nuvem, que fazem parte do SUSE Public Cloud Module, como a capacidade de gerenciar recursos do Azure por meio de prompt de comando do Linux.

O SUSE Linux Enterprise Server com o núcleo ajustado do Microsoft Azure já se encontra disponível no Azure Marketplace, com preços e suporte padrão. Para obter mais informações sobre o Azure e a SUSE, visite: www.suse.com/microsoft.

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Linus Torvalds não conhece por completo o Kernel Linux atualmente

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018


No final do mês de Agosto aconteceu o Open Source Summit em Vancouver, Canadá, no último dia do evento (31), Linus Torvalds, juntamente com o vice-presidente e diretor executivo da VMWare, Dirk Hohndel, fizeram uma sessão de bate-papo bem descontraída, onde abordaram assuntos como: hardware, computação quântica, manutenção do kernel,entre outros assuntos relacionados ao mundo open source.


Linus Torvalds não conhece por completo o Kernel Linux atualmente






Hoje o Kernel Linux conta com mais de 20 milhões de linhas de código em sua versão mais recente, que passa pelas mãos dos desenvolvedores principais, mantenedores e sub-mantenedores,  assim não “sobrecarregando” Torvalds, que quando indagado por Hohndel se conhecia por completo o Kernel Linux, respondeu que “Não”. Mas completou logo em seguida:


“A única questão que me interessa é o sistema virtual de arquivos . Essa é a única área em que ainda estou muito ativo. Também vejo todos os problemas críticos e ainda um monte de arquitetura x86. Eu costumava me preocupar com o problema, mas eu não faço mais. Eu não me preocupo com problemas técnicos no kernel. ‘Eu me preocupo com eles, mas não estou preocupado com eles.’ O fluxo de trabalho é muito mais importante do que o código. Se um bug acontece, você sabe como lidar com ele. Quando você tem esse nível de complexidade, você não pode gerenciá-la em um ambiente fechado,você precisa ter as pessoas que realmente encontram problemas e dar a elas a capacidade de se envolver e ajudar a consertar. É um mundo complicado, e a único maneira de lidar com a complexidade é a troca aberta de idéias ".


Outro ponto levantado foi como Torvalds faz o gerenciamento do projeto, visto que hoje em dia ele, trabalha mais em gestão do que desenvolvimento ativo, para responder a isso, Torvalds foi enfático:: Mudamos para o modelo de “desenvolvedor em cadeia”, onde os sub-mantenedores e mantenedores devem reportar aos desenvolvedores e assim garantir que os subsistemas desenvolvidos cheguem o mais rápido possível.

Dois outros pontos interessantes levantados por Torvalds foram sobre computação quântica e inteligência artificial (AI em inglês). 

Sobre primeiro tópico ele falou comentou: 

“ Eu sou muito incrédulo e acho que isso não vá acontecer. Mas se eu estiver errado, já vou estar morto quando me provarem que eu estava errado. E eu sou conhecido por estar errado.”

Já sobre AI ele acha que está finalmente a caminho: 

“Rede Neural parece muito interessante. Inicialmente parecia improvável, mas hoje em dia sabemos que elas realmente funciona.”

Para assistir a palestra por completo em inglês, segue abaixo o vídeo dela.

           

Espero você até uma próxima, forte abraço.
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UKTools - Uma nova ferramenta gerenciar as versões do Kernel Linux no Ubuntu e derivados.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Hoje você conhecerá uma nova ferramenta para você instalar Kernels no Ubuntu e seus derivados de forma fácil.

Como gerenciar Kernel do Ubuntu






Se você está precisando de uma ferramenta para gerenciar e mudar a versão do Kernel do Ubuntu ou dos seus derivados, apresentamos o UKTools para isso.

Anteriormente aqui no blog, já postamos duas ferramentas o Ukuu e um Script para fazer isso, e agora vamos apresentar mais uma.

Essa ferramenta funciona via terminal, mas não é um bicho de sete cabeças como possa imaginar. =) 

O UKTools tem dois comandos para gerenciamento do kernel, o uktools-upgrade e o uktools-purge.

O primeiro (uktools-upgrade) tem a função de instalar a ultima versao stable lançada no kernel.ubuntu.com 


Já o segundo comando (uktools-purge) tem a função de remover as versões antigas do Kernel.


Para utilizar o UKTools vamos ter que rodar dois comandinhos no terminal, pois o mesmo ainda não está nos repositórios do Ubuntu. 

O software está no GitHub, então vamos baixar utilizando o comando “git” e depois compilar::

sudo apt install git

git clone https://github.com/usbkey9/uktools && cd uktools

make



Para desinstalar o UKTools é bem simples também. Basta deixar a pasta dele no / (raiz), pois assim que você queira rodar ele novamente, só é  preciso navegar até a pasta, ou desinstalar que é o caso aqui. O comando para isso é:

cd ~/uktools/ && make uninstall
O legal do "mundo Linux" é a variedade de ferramentas para fazermos uma determinada tarefa, assim nós podendo escolher a melhor que nos atente.

Até uma próxima, forte abraço.

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Conheça os hardwares suportados pelo novo Kernel Linux 4.18

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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Depois do atraso de uma semana, finalmente Linus Torvalds lançou a versão 4.18 do Kernel Linux no canal Stable, trazendo várias melhorias com relação a drivers de vídeos, suporte para notebooks com arquitetura ARM e várias outras melhorias.


Linux 4.18





Uma primeira melhoria foi enxugar o código do Kernel em mais de 100 mil linhas em relação à versão 4.17, assim fazendo com que o Kernel 4.18 seja mais leve em relação à versão anterior.

Já na parte para drivers para as placas de vídeo, agora foi adicionado suporte para a placa de vídeo a Radeon RX Vega M, da AMD, (que é usada em aparelhos o combo de Intel + AMD). Já para o pessoal da Nvidia, foi adicionado o suporte inicial para a placa Volta GV100.

Outra novidade é o suporte completo para o Raspberry Pi 3B e 3B+. Temos também o suporte para o chip Qualcomm Snapdragon 845, que vai ser o futuro chip usado nos celulares high-end  e em alguns notebooks que vão utilizar processadores ARM.

Quem ganhou suporte também foi o controle da Valve, o Steam Controller, que graças a engenharia reversa não vai ser mais preciso instalar a versão “oficial” do driver, bastando plugar e usar. 

Na parte de chips de som, foi adicionado suporte para os dispositivos Creative Labs CA0132 e para o áudio do notebook da HP, o Spectre x360. Também foram ampliados o suporte para chips da Realtek e da MediaTek.

Outras melhorias implantadas foram:

Melhorias no suporte para  AMDGPU; 

● V3D DRM driver mainlined (beneficiando os novos Raspberry Pi);

● Speck — suporte para encriptação nos sistemas de arquivos;

● Sistema de arquivos Lustre removido; 

● Otimização de performance no CPUfreq;

● Várias melhorias no  USB Type-C, Thunderbolt ;

● Reporte de temperatura para AMD Stoney Ridge/Bristol Ridge APUs;

● Chromebook com driver de chaveamento entre os modos tablet/clamshell (celular); 

● Melhoria no KVM para Microsoft Hyper-V; 

● Kernel com interface de pesquisa para assíncronos  I/O;

● Trabalho contínuo para atacar o problema  “Year 2038”, etc.

Em breve a nova versão do Kernel deverá estar nos repositórios das distribuições, especialmente as Rolling Releases, enquanto distros que possuem versões com longo tempo de suporte, como o Ubuntu 18.04 LTS e Linux Mint 19, deverão aguardar um pouco.

Saiba mais no Kernel.org.

Espero você até uma próxima, forte abraço.
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9base - Mais uma alternativa ao coreutils do GNU

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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Já demos uma olhada no toybox e no embutils. Desta vez vamos dar uma olhada no 9base que é mais uma alternativa ao coreutils do GNU9base surgiu como um port de vária ferramentas originadas do sistema operacional Plan 9 para Unix, baseada no plan9port.

9base-para-linux-e-freebsd






Tudo no Linux é uma questão de escolha, você escolhe o que quer utilizar. Escolhe a distribuição, o ambiente gráfico, players e navegadores (até aí tudo certo até mesmo para o Windows), ferramentas de desenvolvimento como compiladores e engines, ferramentas para a administração de sistema, ferramentas para servidores e muito mais. Tem a liberdade até mesmo de utilizar software open source ou proprietário. Isso é liberdade: O direito a escolha.

A escolha reflete melhor o conceito de liberdade do que tudo e não unicamente uma licença. Isso porque Linux é um sistema operacional bem modular e essa flexibilidade é que reflete esta beleza de termos várias alternativas para tudo o que quisermos.

Já tratei do toybox e embutils e desta vez vamos mostrar o 9base, que é mais uma alternativa ao GNU coreutils (apesar que o toybox é um terminal, mas seus comandos são agrupados internamente). 9base é um conjunto de comandos para administração de tarefas que já fazemos frequentemente no sistema operacional. Este pacote foi herdado de outro sistema operacional chamado Plan9 (já mencionei sobre o Plan9 em outro artigo e no vídeo Muito além do GNU - newlib. Por traz do seu desenvolvimento estava dentre eles, Ken Topmpson o criador do Unix). Tanto que essa não é a única opção a respeito de ferramenta do plan9 para o Linux; existe por exemplo o Glendix que é uma distribuição Linux que utiliza ferramentas do Plan9 em seu user space (vai pensando que o Android é a única distribuição sem user space que não roda ferramentas do GNU).



Não fique preso a uma única alternativa, seja livre para utilizar outras, experimenta-as, analisá-las e tirar suas próprias conclusões ainda que não sejam agradáveis (essa mesmo eu detestei); mas ao menos fazendo isso, poderá opinar sobre o assunto. Reclamamos muito do Windows ser engessado mas acabamos cometendo o mesmo erro se não nos proporcionarmos a liberdade de conhecer. Livre é você, a licença serve para garantir a sua liberdade de escolha, é por isso que elas existem ;)

Confiram também sobre o bug que encontrei no Bash mais ou menos dois anos atrás e ali ainda permanece:



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Lançado Beta 2 do Ubuntu 18.04 (Bionic Beaver), baixe agora!

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sexta-feira, 6 de abril de 2018

No dia de hoje (06/04) a Canonical lançou de forma oficial, a versão final do seu segundo Beta do novo Ubuntu 18.04 LTS que vinha ao longo dos últimos meses tendo um polimento em sua interface (o GNOME Shell) e a correção de bugs reportados pelos usuários, também foi liberado esse segundo Beta para os flavours (sabores) do Ubuntu, como KDE, MATE, XFCE, etc.

Lançado Beta 2 do Ubuntu 18.04 (Bionic Beaver)  já pode ser baixado






Na sétima versão LTS do sistema operacional da Canonical, temos algumas novidades com o Gnome 3.28, a última versão do gerenciador de arquivos Nautilus e a instalação "Minimal". Não faz muito tempo em que a equipe da Canonical colocou o novo Ubuntu em fase de "congelamento".

Outras Novidades vindas com o novo Ubuntu


Abaixo vamos listar algumas das principais novidades que virão na nova versão do Ubuntu:

Kernel Linux 4.15 com patches de correção aos problemas de segurança Meltdown e Spectre;

● Xorg como servidor gráfico como padrão;

● Instalação "Minimal";

● Suporte nativo aos emojis coloridos

● Inclusão de atualização de aplicativos populares, como a nova versão do LibreOffice 6;

●  GDM como gerenciador da tela de login do sistema;

●  Facilidade em alternar nas categorias dos aplicativos Snaps no Ubuntu Software;

● GNOME 3.28;

●  Utilitarios do Sistema Operacional, como por exemplo a Calculadora e o Monitor de Sistema, virão no formato Snap.

Dos outros "Flavours" do Ubuntu, os únicos que liberaram junto com a Canonical essa nova versão, foram o pessoal do Ubuntu Bundgie, Ubuntu MATE e o Xubuntu.

A versão final do Ubuntu 18.04 LTS (Bionic Beaver) será lançada no dia 26 de abril de 2018. Para baixar o Beta 2 basta clicar neste link.

E você o que espera da nova versão do Ubuntu? Conte-nos aí nos comentários. =)

 Até uma próxima e um forte abraço.

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