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Webcamoid um app multiplataforma para a sua webcam

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terça-feira, 12 de março de 2019

A utilização de webcams tornou-se algo relativamente comum nos tempos atuais, seja acoplada em um notebook ou adquirida a parte, esse tipo de device atende diferentes públicos: usuários comuns, youtubers, conferencistas, entre outros.

Porém nem sempre os softwares oferecidos pelos fabricantes tem sua versão Linux, e alguns usuários desconhecem de soluções equivalentes ao “programa padrão da fabricante da webcam”.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Mesmo sendo relativamente simples configurar uma webcam no Linux, algumas features extras podem potencializar nossa experiência durante a utilização de tais equipamentos, e ajustes finos como: codec, bitrate, configurações na imagem, áudio e vídeo, são interessantes se você deseja um maior controle.

O Webcamoid é uma aplicação de código aberto escrito em C++/Qt5 multiplataforma, dotado de algumas características como: a possibilidade de gerenciar mais de uma webcam, mais de 60 filtros (efeitos nos vídeos), captura de tela, ajustes na qualidade do áudio e vídeo, assim como configurações mais avançadas de codec, bitrate, formatos de saída do vídeo etc.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Em sua versão Linux, além do v4l2loopback, tem incluso o suporte ao akvcam, driver de câmera virtual para Linux, na qual é o responsável por oferecer os mesmos recursos disponíveis nos drivers do Mac e Windows, possibilitando configurações persistentes, emulação dos controles da câmera (contraste, brilho, saturação, exposição, etc).

Instalando o Webcamoid


Em sua página oficial do Github, existem diversas opções do aplicativo destinado a cada sistema operacional, para o Linux recomendo a versão em AppImage, por ser mais prática e não exigir instalação.

Então efetue o download da aplicação neste formato.

 Baixar o Webcamoid

Após baixar o programa, clique com o botão direito do mouse, vá em propriedades e marque a opção “Permitir execução do arquivo como um programa”, não esqueça de verificar se a opção “Acesso”, está como “Leitura e escrita”.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux

Funcionalidades do Webcamoid


O app é organizado da seguinte maneira: uma espécie de dock, que faz o papel de atalhos das configurações, um painel lateral que conforme a opção exibe os dispositivos ou efeitos, e na direita um painel com ajustes destas opções.

A dock é composta de 8 atalhos, sendo o primeiro uma forma de ativar e desativar a webcam.

O segundo atalho permite escolher e configurar os dispositivos, alterando formato de vídeo, resolução, taxa de FPS, etc.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Também existe a possibilidade de setar a tela do seu desktop, para aplicar as demais opções de outros atalhos como efeitos, ou até mesmo efetuar uma captura de tela.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Sempre após mudar alguma opção e antes de gravar, seja a tela ou a webcam, clique no primeiro atalho, ele é o responsável por desligar e ligar, efetivando as modificações.

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No terceiro atalho existem as opções de áudio, nele você pode alterar o formato, canais e muito mais.

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O quarto atalho permite capturar uma imagem, inclusive com um contador de tempo.

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No quinto atalho opções de codec, bitrate, formatos de áudio e vídeo, entre outros, além do botão para efetuar a gravação.

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Em seguida na próxima opção, estão disponíveis mais de 50 efeitos com ajustes, gastei um bom tempo testando e brincando com cada filtro.

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Em preferências configurações avançadas estarão disponíveis, dando maior liberdade para quem é mais “hardcore”.

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Particularmente gostei muito do Webcamoid, inclusive tive algumas ideias para OSistemático após fuçar em seus vários efeitos, outra coisa que me “encantou”, foi a riqueza de ajustes, caso seja dono de uma webcam, recomendo muito esse programa.

E você, já conhecia do Webcamoid? Deixe nos comentários suas experiências com o software, e se conhece outras aplicações interessantes.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Veja as letras de suas músicas favoritas com o Musixmatch

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quarta-feira, 6 de março de 2019

Música é uma arte que requer sensibilidade sonora e muitas vezes desperta um sentimento único e que se molda conforme o ritmo, harmonia, letra e seu estado emocional, e sempre temos um estilo ou artista que afloram tais sentimentos, e que tal tirar proveito desse momento ao acompanhar as letras conforme a música é tocada? O programa de hoje proporciona tais possibilidades.

musicxmatch-letras-musicas-spotify

O Musixmatch é um dos maiores e mais populares apps Android, com ele você poderá acompanhar em tempo real seu artista interpretando alguma canção, e as letras serão visíveis nesse momento. Além de possuir uma versão mobile, o app conta com um cliente desktop.

Em sua versão mobile, o Musixmatch pode obter as letras de várias canções no Youtube, Spotify, Apple Music, SoundClound, Google Play Music, Pandora e mais.

musicxmatch-letras-musicas-spotify-google-music-apple-android

E qual a utilidade de ver letras das músicas?


Podemos aproveitar deste recurso para alguns fins como: Fazer um karaokê particular com as músicas favoritas, aprender algum idioma enquanto ouve música (sempre vejo os professores falarem que uma das melhores maneiras de praticar ou aprender outro idioma são através de filmes, seriados, livros e músicas), utilizar para aulas de canto e técnica vocal, ou simplesmente tirar uma duvida sobre um “trecho nebuloso” de alguma canção predileta (😂😂😂).

O legal desta aplicação que, ao menos no desktop que testei, não precisa ter a versão de um serviço pago para utilizá-lo em conjunto, falo especificamente do Spotify que é a plataforma de Streaming de áudio que consumo diariamente.

Instalando o Musixmatch


Como informado logo acima, o Musixmatch possui tanto versão mobile, como desktop, porém, irei focar na aplicação para PCs, se deseja instalar a versão para Android, basta acessar esse link que te levará direto à Google Play Store

Um ponto a salientar, é que sua versão desktop age em conjunto com o Spotify, então você precisa deste programa previamente instalado, e se utiliza a versão free, não tem problema algum.

Pesquise normalmente na loja do Ubuntu, Linux Mint, e instale o Spotify.

spotify-snap-flatpak-linux-mint-ubuntu

O Musixmatch é distribuído no formato Snap, sua instalação pode ser feita tanto via terminal, como na loja de aplicativos, caso esteja utilizando o Linux Mint ou derivados, você pode aprender como habilitar o Snap através deste post.

sudo snap install musixmatch

musicxmatch-letras-musicas-spotify-ubuntu-snap-loja

Para desinstalar o programa, você pode fazer da mesma maneira que instalou via interface gráfica ou com o comando:

sudo snap remove musixmatch

Configurando e utilizando o programa


Logo após instalar o Musixmatch, execute-o. Uma pequena janela abrirá, tenha em mente que o app funciona em conjunto ao Spotify, como já foi comentado, então ele deve estar funcionando e reproduzindo alguma canção.

musicxmatch-letras-musicas-spotify-janela-inicial

Antes de usarmos o programa, é necessário alguns passos, como criar uma conta no Musixmatch e logar com sua conta Spotify.

Clique na opção “Musixmatch login required”, ele abrirá uma nova janela, crie seu cadastro na plataforma.

cadastro-musicxmatch-letras-musicas

Depois conecte-se com sua conta Spotify, clicando em ”Connect to Spotify”.

login-cadastro-spotify

Após ter criado seu cadastro do Musixmatch e ter logado com sua conta Spotify, reproduza alguma música no Spotify, abra o app do Musixmatch através de seu ícone de bandeja e clique em “Show Musixmatch”.

bandeja-tray-musicxmatch-letras-musicas-spotify

E pronto! “Num passe de mágica” uma janela flutuante com a letra em tempo real será visível, caso o aplicativo não identifique ou perca seu login ao fechá-lo, efetue-o novamente, assim o app volta a sua normalidade.

musicxmatch-letras-musicas-spotify

Gostei bastante desta aplicação, sua versão desktop ainda tem menos funcionalidades que a mobile, entretanto creio que seja questão de tempo para a chegada de novos recursos.

E você, é apaixonado por música? Deixe nos comentários sua opinião, e se você assim como eu às vezes “dá uma de cantor” (😂😂😂), não perca tempo e experimente esse programa.

Te espero no próximos post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Book Manager, sua biblioteca particular

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terça-feira, 5 de março de 2019

Já se deparou com aquela bagunça, sem antes ter devidamente catalogado seus livros e agora encontra-se perdido? Ou gostaria de ser mais organizado e ter uma mini biblioteca particular em sua casa? O software “Book Manager” tem essa proposta.

book-manager-gerenciador-livros

Com um design simples e minimalista, o app proporciona a catalogação dos seus livros de forma intuitiva, sem exagerar em muitas funcionalidades, o foco é para uso pessoal ou amador.

Com versões para Linux, Mac e Windows, a aplicação é desenvolvida em Node.js e de código aberto, facilitando a migração de sistema ou até mesmo a utilização em mais de uma máquina.

Book Manager, simples e intuitivo


A interface do programa é minimalista e amigável, nela ficam à mostra seus livros catalogados, com título, autor, status (se está lendo, vai ler ou já leu o livro), breve descrição da obra e um botão de nome “FULL INFO”, na qual você verá todos os detalhes e a possibilidade de editá-los.

book-manager-gerenciador-livros-interface-principal

O cadastro dos livros é de fácil entendimento, nele você preencherá com todas as informações pertinentes ao seu material, e se desejar poderá indicar ao programa o caminho da capa ilustrativa.

book-manager-gerenciador-livros-cadastro

Durante o cadastro ou edição dos livros, existe a opção de criar notas, elas podem ser visualizadas em uma “aba” exclusiva para tais anotações.

book-manager-gerenciador-livros-notas

Como citei anteriormente, o programa é multiplataforma, e seria demasiadamente desgastante recadastrar todo material, então há a possibilidade de exportar e importar as informações de toda sua biblioteca pessoal, porém, o diretório com as imagens deve ser manualmente adicionado pelo usuário, pois o “backup da biblioteca” não passa de um arquivo “.json”, com todas as instruções (o seu conteúdo pode ser visto facilmente a o abrir em qualquer editor de texto).

book-manager-gerenciador-livros-backup

Efetuando o download e instalação


Para baixar o Book Manager, basta clicar no botão abaixo, ficará ao seu encargo escolher qual versão do app instalar em seu sistema, em DEB ou AppImage, caso não saiba como executar os AppImagens, temos esse post demonstrando todo procedimento.

 Baixe o Book Manager

Gostou do software? Achei bem interessante, estou ciente que existem outras alternativas, mas ter novas opções sempre é bom, inclusive, use os comentários para informar os seus preferidos.

Você conhece outro app que efetue a mesma funcionalidade do Book Manager? O que achou dele?

Te espero aqui no blog Diolinux, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Oomox, uma ferramenta para criar temas GTK

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Recentemente disponibilizamos uma personalização do tema Mint-Y, todo customizado “na unha”, e com o processo explicado passo-a-passo num vídeo na Twitch.

O resultado final foi esplêndido, porém trabalhoso, sendo preciso alguns softwares para criar tal customização, o GIMP como sempre presente 😉😁😁, entretanto por ser algo demorado algumas pessoas desistirão no meio do caminho, mas existe uma solução prática e acessível, agradecemos ao nosso leitor Jhonatan Dias pela dica.

temas-gtk-oomox

Caso queira customizar seu sistema, sem ter muito trabalho, a ferramenta Oomox é ideal para você, com ela a criação de temas GTK será rápida e intuitiva.

Instalando a aplicação Oomox


Na página do GitHub do Oomox você verá diversas formas de instalação para cada distribuição Linux. No caso do Ubuntu, Linux Mint e derivados, você pode efetuar o download de um arquivo “.deb” e instalar via interface gráfica, ou instalar a versão em Flatpak, diretamente do Flathub ou loja do seu sistema, caso esteja habilitado.

Não sabe como adicionar suporte ao repositório Flathub no seu Ubuntu? Confira o post e configure o Flatpak em seu sistema (no Linux Mint 19 o Flatpak já vem habilitado por padrão).

Depois de habilitar o repositório Flathub ao seu sistema, basta pesquisar na loja por Oomox, e instalar o programa.

oomox-flatpak-temas-gtk

A interface do Oomox


O software tem sua interface dividida basicamente em 4 elementos, uma barra superior com botões responsáveis por ações como: “Importar esquemas de cores”, “Clonar o tema”, “Salvar o tema”, “Renomear o tema”, “Excluir o tema”, “Exportar o tema”, “Exportar os ícones”, “Exportar os esquemas de cores para o terminal” e um menu hambúrguer com todos os atalhos do programa.

A parte principal da aplicação é subdividida em 3, na esquerda ficam os “‘Presets” e “Plugins”, com variações de temas oferecidas previamente pelo programa, e também ficará os temas customizados e criados pelo usuário.

No centro ficam propriamente todas as opções de customizações dos temas, como o “Theme Style” que lhe permite personalizar e criar temas baseados no momento em 3 temas super conhecidos pela comunidade, que são: o “Numix”, “Material” e “Arc”.

Além das cores dos temas e seus elementos, existe a possibilidade de criar alguns temas de ícones com variações de cores, como esquemas de cores para o terminal.

A última parte do software na direita, fica o preview das modificações em tempo real, muito útil e evitando a aplicação manual do tema para ver os resultados.

oomox-interface-tutorial

Criando seu tema


Existem diversas maneiras de se criar um tema no Oomox, entretanto julgo mais simples proceder da seguinte maneira:

1º Encontre um Preset de um tema que goste e clone o tema.

2º Modifique as cores conforme seu senso crítico de design, afinal o tema é seu.

Para modificar os valores, basta clicar nos quadrados e escolher conforme a paleta de cores, ou digitar o valor hexadecimal da cor.

3º Depois de customizar todas as cores, do preset escolhido e do theme style, salve o tema.

4º Na barra superior clique em “Export Theme”, uma janela aparecerá, marque a opção e dê prosseguimento a ação, aguarde o processo finalizar.

exportar-tema-gtk-oomox-tutorial

Seu tema será exportado para pasta do seu usuário atual, na home, dentro de “.themes”.

oomox-tema-exportado-distribuir

Você poderá distribuir cópias deste seu tema para amigos, e caso queira dos ícones também, basta clicar em “Export Icons”, e eles serão exportados para pasta “.icons” do seu usuário atual.

Para visualizar as pastas ocultas tanto no Mint como no Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas CTRL+H, e as pastas serão visíveis.

Aplicando o tema no Ubuntu (Gnome)


No Ubuntu pesquise na loja por “Ajustes do Gnome” e instale o programa, caso deseje faça via terminal com o comando:

sudo apt install gnome-tweak-tool

baixar-gnome-tweak-tool

Pesquise por “Ajustes” no menu do Ubuntu e abra o programa.

executar-gnome-ajustes

Na aba “Aparência”, selecione o seu tema na opção “Aplicativos”.

setar-tema-oomox

Aplicando o tema no Mint Cinnamon


No Linux Mint pesquise por “Configurações do sistema” no menu, logo em seguida acesse a opção em “Aparência>>Temas”.

temas-linux-mint

Em temas notará diversas alternativas, como “Borda da janela”, “Controles” e “Área de Trabalho”. Selecione o tema que acabou de criar em cada uma destas opções e customize sua distro.

temas-linux-mint-configurar-oomox

Com essa aplicação é muito simples modificar a aparência do sistema e deixá-lo ao seu gosto, recomendo por sua criatividade e “lado artístico” à prova e sair criando numerosos temas GTK.

Gostou da aplicação Oomox? Já conhecia ou utilizava? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o programa.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Instale o tema do Diolinux no Linux Mint - Mint-Y Dark Transparent Blue

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Não é de hoje que muita gente vem pedindo qual tema eu utilizo no meu Linux Mint 19.1 Cinnamon, e a verdade é que ele não é nenhum tema "comum", pois ele foi customizado por mim, baseando-se no tema "Mint-Y Aqua Dark", que já vem com o sistema. Eu demonstrei como fazer ele, alterando os códigos de CSS em uma live na Twitch recentemente, e a galera curtiu muito!

Tema Linux Mint transparent






Como eu havia mencionado, o tema foi ajustado ao vivo em maiores detalhes, conforme você pode conferir no trecho da live abaixo:




Você pode seguir a gente na Twitch para acompanhar as lives diárias que acontecem, seria ótimo ter a sua presença! ☺ Como comentei na live, essa customização nasceu de uma questão levantada no nosso fórum, o Diolinux Plus, onde você também pode participar gratuitamente.

Esse print abaixo foi tirado da aba da comunidade do canal Diolinux no YouTube, como você pode ver, o tema chamou bastante atenção:

Customizando temas Linux Mint


O que é o tema?


Em poucas palavras, um projeto inacabado que apetece o meu gosto. Inacabado porque certamente muitos detalhes podem ser melhorados e ajustados, no entanto, estou satisfeito com o resultado atual e sem muita vontade e tempo de alterar muito as coisas, mas hey! Ele é open source! Sinta-se livre pra modificar e redistribuir. 😎

O tema é composto da modificação do tema padrão alternativo do Linux Mint, chamado "Mint-Y Aqua" na sua variante "Dark", inclusive, essa é a única variedade oferecida para o GTK pelo tema, se você gosta das coisas clarinhas, i'm sorry. O Painel do Cinnamon recebeu alterações em seu CSS e tem cores que combinam com o restante do tema, além de possuir uma agradável aparência. O tema de ícones é o "Papirus Dark", que oferece um toque final coerente para o restante do tema, que predomina um belo "azul macOS".

De forma geral, o painel e o menu são semi-transparentes, o GTK das pastas é um pouco mais escuro que o normal e o azul é um pouco mais tonalizado, para criar maior contraste, os ícones combinam com o azul do tema e não desrespeitam (muito) os aplicativos de terceiros.

Eu expliquei como fazer todas as alterações no nosso fórum e no vídeo da live acima, então é só gastar um tempo estudando se quiser modificar alguma coisa. 😊

Como baixar e instalar


O tema foi montando sobre o Cinnamon 4.x, não foi testando em versões anteriores, por isso não sei dizer se a compatibilidade está "Ok" com versões anteriores do Linux Mint (e do Cinnamon), no entanto, ele deve funcionar em qualquer distro que use o Cinnamon na mesma versão, ainda que o Linux Mint seja o nosso alvo.


Você pode baixar o arquivo do link acima para a pasta que preferir, ele tem pouco menos de 17 MB e é um arquivo tar.gz, de modo que ele deve abrir normalmente em qualquer distribuição Linux, basta dar dois cliques no arquivo, dentro dele você verá uma pasta com o nome do tema e dentro dela as pastas ".icons" e ".themes", basta extrair as duas para a sua pasta Home.

Temas Linux Mint

Depois de feita a extração, os temas estarão disponíveis na sessão "Temas" no painel de controle do Cinnamon, permitindo a alteração:

Configurações de tema

Apenas adicione nas configurações os itens conforme dispostos na imagem acima para ter o resultado final e, obviamente, você pode brincar com as customizações à vontade. Se quiser aprender a personalizar ainda mais o Cinnamon, confira este tutorial.

Até a próxima!
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Muitas novidades vindo para o Linux Mint

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Como de costume, Clement Lefebvre, o “manda chuva” do projeto Linux Mint, soltou uma nota no blog do projeto informando algumas coisas corriqueiras, como a quantidade de doadores, quanto eles doaram e afins, e também alguns rumos que o Linux Mint pode tomar daqui pra frente, como faz todos os meses. Desta vez ele informou sobre uma possível reformulação do site para uma pegada mais moderna.

 Muitas novidades vindo para o Linux Mint






Ele começa agradecendo a todos que fizeram algum tipo de doação ao projeto, dizendo que nunca o projeto recebeu tantas doações, contabilizando um total de 675 doações rendendo o montante de US$22.803 só em Dezembro, logo após o lançamento do Mint 19.1.

Também foi agradecido o feedback que os usuários deram através do blog, no fórum e no IRC, em que ficaram felizes com as mudanças feitas na nova versão.

E um ponto que muitos usuários do Linux Mint abordam, e já fizemos isso em alguns Diolinux Friday Show, era a parte de design do projeto, que precisava de uma remodelagem; remodelagem essa que começou com o redesign da interface Cinnamon na versão 19.1, lançado em Dezembro de 2018.

Entre os planos para a interface está o acréscimo, novamente, de mais contraste, a alteração da fonte padrão do sistema e uma repaginada na tela de boot do Linux Mint , GRUB e Plymouth) garantindo um novo “look” e melhorando a primeira impressão ao ligar o computador. 

Outro que vai “sofrer” um redesign é o site da distribuição, que sejamos sinceros, parece que estamos na internet de 2005 (sim, parece que foi ontem, né? Mas lá se vão quase 15 anos). Clement informa que comprou alguns modelos de templates (a “roupa” do site, digamos assim) bonitos, e que estão estudando qual vai ser o melhor para ser implementado, tanto no site principal (linuxmint.com) e provavelmente no community.linuxmint.com, para dar uma modernizada e também ser adaptativo em qualquer dispositivo que for acessado, afinal, o site atual não funciona muito bem em dispositivos móveis.

Dois componentes internos, o DocInfo (responsável pelo gerenciamento dos documentos recentes) e o Appsys (em conjunto com o cinnamon-menus) que é responsável pelos metadados dos aplicativos (como iniciar um aplicativo específico ou construir o menu de aplicativos, quais janelas estão relacionadas a qual aplicativo, quais ícones/ações que um aplicativo tem, etc.), devem receber mais atenção, segundo Clem, ambos tem um déficit de atenção técnica..

Um último ponto que ele comentou faz referência a uma ferramenta chamada de “cinnamon-stats-tracker”, que vai ser permitir medir os tempos de carregamento dos recursos e ver qual está ocioso (como CPU, RAM e etc..). Para ver o post completo, você pode acessar o link.

Ainda bem que eles ouviram os usuários e estão começando a pensar na parte do design e dar uma modernizada no layout do projeto, isso pode trazer mais e mais usuários, pois sistemas com uma aparência boa e atrativa invariavelmente atrai mais pessoas e se tornam mais fáceis de “vender”,, vide o caso do Deepin com a sua interface moderna.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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YACReader, o seu leitor de HQs no Linux

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Se você é um aficionado por HQs, tem algumas delas baixadas no seu Ubuntu,Linux Mint ou outra distro Linux, e precisa de algum leitor pensado para essa função, o YACReader veio para lhe ajudar.

 YACReader, o seu leitor de HQs no Linux






Muitos que vem chegando no mundo Linux estão procurando programas para facilitar o seu dia a dia com tarefas triviais, como ler quadrinhos. O YACReader foi uma grata surpresa ao procurar por programas para essa tarefa.

Algumas características do YACReader




O YACReader é escrito em C++ e tem código aberto, com ele você pode ler arquivos nos seguintes formatos: rar, zip, cbr, cbz, tar, pdf, 7z and cb7,jpeg ,gif ,png , tiff e bmp.

Outras características interessantes:
  • Transições bonitas, personalizáveis ​​e suaves como um “fluxo de HQ”;
  • Leitura de página dupla;
  • Traduções disponíveis para Holandês, Francês, Alemão, Português (brasileiro), Russo e Turco;
  • Opção para usar aceleração de hardware;
  • Suporte multiplataforma para Linux, Windows, macOS e iOS;
  • Suporte a Tags;
  • Modo de navegação rápida;

Para mais informações sobre o YACReader, basta acessar o site deles.




O software é disponibilizado em .deb (Ubuntu, Linux Mint, Debian, Deepin, elementary OS, etc), em .rpm (Fedora, openSUSE, etc) e através do AUR (Arch Linux, Manjaro, Antergos, etc.), de modo que você pode escolher na página de downloads o adequado para a sua distro.

Agora você vai poder ler às suas HQs na sua distro e não perder mais aquela saga que você tanto ama. 😀

Espero você no próximo post, forte abraço.
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5 softwares para tratamento de fotos para Ubuntu e Linux Mint

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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Muitos fotógrafos e artistas fotográficos que chegam ao mundo Linux procuram sobre como instalar e rodar o Adobe Lightroom, afinal, é uma das ferramentas mais populares do setor, em muitos casos não conseguem instalar corretamente a ferramenta e assim acabam se frustrando com o sistema, achando que o mesmo não pode desempenhar o trabalho. Nesse artigo vamos mostrar que é possível realizar essa tarefa, lhe mostrando 5 softwares de manipulação e  tratamento de fotos que vão desde do mais básico, até o mais fino trato profissional.

 5 softwares para  tratamento de fotos para Ubuntu e Linux Mint







Ainda se tem muita desinformação e preconceito sobre as ferramentas profissionais que existem para o Linux e que as pessoas da área podem sim trabalhar com o sistema sem maiores problemas ou dificuldades, basta alguns ajuste aqui e outros ali, mas nada que seja “um bicho de 200 cabeças”. Algumas destas ferramentas são pagas, outras são grátis, outras são grátis e Open Source. E como dizia o Goulart de Andrade “Vem comigo”. Agradecimento especial ao nosso amigo Elias, do canal Araras Studio, depois deem uma olhadinha lá 😉.


1- RawTherapee
O primeiro aplicativo da nossa lista foi desenvolvido por Gábor Horváth sob a licença GNU GPL v3, usando o C++ e o GTK+ como bases, ele é um processador de imagens raw multiplataforma (Linux, Windows e macOS) e tem o foco voltado para a pós-produção não-destrutiva de imagens RAW, onde toda a edição feita pelo profissional é refletida imediatamente na pré-visualização da imagem e guardado em um arquivo separado, somente na hora da exportação é que os ajustes são aplicados, utilizando um processo interno de alta precisão com pontos flutuantes de 32 bits.



Para baixar ele você pode acessar este link e escolher a forma que melhor lhe atende,  para maiores informações técnicas sobre o RawTherapee você pode consultar a Wiki do projeto.

2 - DarkTable

Próximo da nossa lista é um verdadeiro “peso pesado” da manipulação de imagens. Projetado por fotógrafos profissionais, o Darktable conta com várias ferramentas voltadas para essa finalidade,ara quem está vindo do Adobe Lightroom, o Darktable vai cair como uma luva,ele também é multiplataforma, tendo versões para Linux, Windows e macOS.



Para baixar ele você pode acessar este link e escolher a forma de instalar ele que melhor lhe atende, para maiores informações técnicas sobre o Darktable pode consultar o site dele.

3 - Lightzone

O terceiro software da nossa lista era um software comercial feito pela empresa Light Crafts e tendo o seu CEO e fundador Fabio Riccardi. Deixando o cargo na empresa para trabalhar na divisão de câmeras da Apple, hoje em dia trabalha na Google, como você pode ver no seu Linkedin. Como nos outros aplicativos, o Lightzone manipula imagens no formato RAW e JPEG segue a linha de edição não-destrutiva,com as modificações sendo aplicadas na pós-edição e na exportação das imagens.




Para baixar ele você pode acessar este link, observe a versão ideal para o seu sistema.

4 - AfterShot

Uma grata surpresa é saber que o software da Corel, a mesma empresa que mantém o CorelDraw, tem uma versão para Linux de seu software de edição e manipulação de fotos. O AfterShot Pro 3 é multiplataforma (Linux, Windows e macOS) sendo que na versão de Linux está disponível nos formatos .deb e .rpm. Para quem escolher o formato .deb, existem as versões para Ubuntu até o 16.04 LTS ou superior, o que traz compatibilidade para o Linux Mint por tabela., Nesse caso ele é pago, mas há uma versão de 30 dias para “degustar” e se você gostar e desejar comprar, basta pagar R$179,00 em média, eventualmente há promoções e o preço cai um pouco.



Para baixar o AfterShot você pode acessar este link.

5 - DigiKam

A nossa última dica de aplicativo para manipulação e edição de fotos vem da família KDE, com o Digikam, que é compatível com os arquivos RAW graças a lib LibRaw, que está em constante atualização e com melhorias sendo implementadas. O Digikam segue a mesma linha dos outros softwares apresentados até então, contendo a tão desejada edição não-destrutiva nas imagens, além de poder também organizar as imagens e vídeos importados de cartões SD, HDs externos via USB, entre outros. Para saber mais detalhes, acesse o Sobre dele.



Você pode baixar o DigiKam no formato AppImage e ter a versão mais recente ou então baixar a versão compilada na sua distro, ainda que ela possa estar desatualizada. O AppImage está na versão 5.9.0 no momento.

Essas são as ferramentas indicadas para quem está migrando para Linux e que trabalhar com tratamento fotográfico em maiores problemas. Confira o canal do Elias, que nos ajudou a produzir essa lista.

Espero você no próximo post, forte abraço. 

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