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Como instalar o MetaTrader no Linux

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terça-feira, 13 de novembro de 2018

O MetaTrader é um dos softwares mais populares no mercado de análise financeira, especulação e trading em bolsas de valores. Hoje você vai aprender a instalar ele na sua distro Linux.

MetaTrader Instalar Linux






Ao longo do tempo nós recebemos vários pedidos para ensinar a instalar o MetaTrader no Linux, recebemos um novo recentemente, que foi o que nos motivou a resolver este problema de uma vez. O próprio site do MetaTrader aponta o suporte para Linux, porém, ele é feito através do Wine. Isso não é necessariamente um problema, porém, o tutorial contido no site do MetaTrader é suscetível a problemas de atualização do Wine, por usar apenas o Wine instalado diretamente no sistema.

A solução para isso é usar o PlayOnLinux, ele vai fazer com que você mantenha o seu software estável.

Existe um vídeo no canal que te ensina usar todos os recursos do PlayOnLinux, apesar de ser um vídeo antigo, ele ainda é válido e será útil para você.

Como fazer a instalação do MetaTrader no Linux


O MetaTrader tem duas versões, a 4 e a 5, neste tutorial vamos usar a 5, mas você pode aplicar o mesmo método para a outra versão também.

1 - O primeiro passo é baixar o MetaTrader, faça o download e salve em alguma pasta de sua preferência, vamos puder usar ele mais tarde.

2 - Instale o PlayOnLinux, você o encontra na loja de aplicativos do seu sistema:

PlayOnLinux

3 - Abra o PlayOnLinux, vá na opção de instalar e procure por "MetaTrader", você encontrará as duas opções, instale qualquer uma das duas. Provavelmente você terá um erro nesse processo, mas esse passo é importante para criar o prefixo do Wine onde o nosso MetaTrader vai rodar. Se ao final da instalação der erro, não se preocupe, é isso mesmo. Se não der, bom... você acabou de instalar o MetaTrader...

Seguindo...

Instalando o MetaTrader no Linux

4 - Depois do processo anterior, vamos gerenciar as versões do Wine e instalar a versão de 32 bits mais recente que você encontra (no momento deste artigo é a 3.20). Para isso clique no menu Ferramentas>>Gerenciar versões do Wine.

Configurando Wine MetaTrader

5 - O próximo passo é usar a versão do Wine que você baixou no prefixo do MetaTrader. Clique no botão "Configurar", selecione o prefixo desejado na esquerda e clique na aba "Geral", mude a versão do Wine para a mais recente que você encontrar, depois vá até a aba "Wine" e clique em "Configurar o Wine", na janela que se abrir, mude a versão do Windows para "Windows 10". Confirme as modificações.

Configuração do Wine

6 -  Clique na aba "Diversos" e vá na opção "Rodar um arquivo .exe em um driver virtual", na janela que se abrir, selecione o arquivo .exe do MetaTrader que você baixou no primeiro passo do tutorial. O instalar deve se abrir e agora você pode instalar o software normalmente, como faria no Windows.

MetaTrader no Linux

7 - Depois disso, para facilitar o seu acesso, você pode criar alguns atalhos para o programa.  Na aba "Geral' você encontrará a opção "Faça um novo atalho a partir deste drive virtual", selecione as aplicações das quais você deseja criar atalhos.

Criando atalhos

Se tudo deu certo, você poderá usar o MetaTrader normalmente.

MetaTrader no Linux

Até a próxima!
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Confiram as novidades do Linux Mint 19.1 que chegam em Dezembro

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

No blog oficial do Linux Mint, Clement Lefebvre (idealizador do projeto), anunciou algumas mudanças no visual do Cinnamon e também agradeceu aos apoiadores do projeto

 Confiram as novidades do Linux Mint 19.1 que chegam em Dezembro






Ao todo foram anunciadas três novidades em relação a interface gráfica e uma em relação ao XApps (aplicativos esses que são padrões nas 3 versões do Mint).

A primeira novidade em relação a interface é com o tema Mint-Y, que recebeu melhorias e mudanças sutis feitas por Joseph McCullar, adicionando maior contraste às fontes e apps ícones, o que deixará o desktop mais vívido, você pode ver um exemplo na imagem abaixo:


A diferença também é perceptível  quando o tema é aplicado na área de trabalho, com isso os ícones estão mais escuros e às bordas das janelas estão com uma facilidade de identificação melhor também.


Nos dois exemplos mostrados ficam evidentes as melhorias feitas por Joseph, na primeira ficando à direita e na segunda ficando abaixo da linha vermelha.

A segunda melhoria foi a correção de ícones monocromáticos em fundos brancos ou quando o usuário alterar a cor do fundo e assim não ficando funcional, como por exemplo em submenus e afins.  Para resolver esse problema, o Linux Mint 19.1 será fornecido com suporte para ícones simbólicos para o  Redshift, para o Applet de controle de volume d ambiente MATE, da ferramenta de teclado na tela (onboard) e para o applet de gerenciamento de rede.

A terceira mudança vem no Cinnamon e sua versão 4.0,  que vai trazer um novo layout do painel. Haverão mudanças na cor, tamanho e ícones para que eles se comportem melhor em telas com diferentes resoluções.

Colocando um visual mais moderno no Cinnamon

A grande mudança no Cinnamon é adesão de um novo sistema de gerenciamento de janelas inspirados em dois  applets famosos, o Icing Task Manager e CobiWindowsList, applets esses que deixam as janelas com aspectos parecidos já adotados por outros sistemas, como Windows, macOS e Ubuntu. Esses applets fazem com que às janelas abertas fiquem “juntas” e que a exibição dessas janelas seja sobreposta. Segundo Clement, ele veio trabalhando nessa solução junto com Niko Krause, Joseph e Jason para implementar essa funcionalidade no sistema, como reflexo da popularidade dos Applets, embutindo essa função diretamente no Cinnamon.

É uma postura que nos agrada especialmente, pois, como comentados no Diolinux Friday Show sobre “O que há de errado com o GNOME”, a noção de você observar quais são os complementos mais baixados e adicioná-los como funcionalidades ao sistema é uma forma muito elegante de entregar o sistema que os usuários desejam.

Outra melhoria feita no Cinnamon foi a adequação dos ícones aos diferentes tipos de ícones no painel, podendo ir dos 24x ao 64x sem perder a qualidade e nitidez dos mesmos. Esse recurso é especialmente bom para quem usa o Mint em telas de altíssima resolução.

Já na parte do sistema serão lançadas duas melhorias bem sutis mas muito bem-vindas. A primeira foi em relação aos XApps, onde Stephen Collins adicionou uma nova forma de selecionar os ícones que estão presentes na biblioteca do sistema, assim mostrando os ícones e o caminho deles.  A nova ferramenta permite que você troque o ícone de qualquer aplicação de uma forma muito simples e intuitiva conforme a sua vontade.


No Update Manager haverão novidades também, foi adicionado o suporte para kernels mainline e assim podendo ser escolhidos pelo usuário versões diferentes da que vem por padrão instalada, semelhante ao Manjaro.

Por último e não menos importante, o ‘Welcome” ou “Bem Vindo” do Linux Mint agora vai deixar você escolher qual layout quer usar no sistema, sendo possível escolher entre “Traditional” (Tradicional) ou “Modern” (Moderno). O tradicional é o Mint exatamente como você conhece, e o “moderno” é este com ícones sobrepostos na barra, assim como no Windows 10, essa mudança provavelmente deixará a interface do Linux Mint ainda mais amigável para quem vem do Windows, ainda que seja uma mudança simples.

Para maiores informações, acessem o blog oficial deles.

Legal ver a equipe do Linux Mint querendo dar uma “polida” no sistema e assim dar uma cara mais moderna para o sistema e assim querer atrair mais usuários para o sistema,  principalmente aqueles vindo do Windows (7 e 10) e fazendo com que a curva de aprendizado seja menor e facilitando a adaptação dos mesmos.

O Cinnamon é uma das últimas interfaces da lançar esse modo nativamente, algo que você já encontra no KDE Plasma e no próprio GNOME Shell há muito tempo, mas, antes tarde do que nunca, certo? As versões 19.x geralmente são lapidações da versão 19, ainda que existam aprimoramentos, certamente mudanças maiores são esperadas para a versão 20 do Linux Mint, que sairá somente em 2020.

Conte-nos através dos comentários o que você achou das novidades e o que tem achado do Linux Mint 19. =) 

Até a próxima e um forte abraço.
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Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD

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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Recentemente o pessoal do ZDNet soltou uma publicação em que alerta para uma nova falha de segurança no Xorg  que afeta distros Linux e BSD.


Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD






A falha encontrada é no X.Org Server e ela permitia (sim, no passado mesmo) que o invasor conseguisse acesso limitado ao sistema que poderia ser via terminal localmente ou em uma sessão SSH remotamente, assim conseguindo mudar as permissões e conseguindo o modo Root.

A vulnerabilidade não está na categoria  de falhas do tipo “as bad-as-it-gets”,  e ela também não preocupa computadores com segurança alta e bem planejada, mas um pequeno deslize pode transformar rapidamente algo não tem preocupante uma invasão terrível, comenta Catalin Cimpanu.

Um consultor de segurança ouvido pela ZDNet,  Narendra Shinde, alertou que tal falha foi apontada no seu relatório de Maio de 2016 e que o pacote do X.Org Server continha essa vulnerabilidade  que poderia dar aos invasores privilégios de root e podendo alterar qualquer tipo de arquivo, até os mais cruciais para o sistema operacional.

Tal vulnerabilidade foi identificada com a “flag” CVE-2018-14665 e nela foi observado o que poderia ter causado tal falha. O manuseio incorreto de duas linhas de código, sendo elas “as -logfile” e “-modulepath”, teria permitindo que os invasores insiram os seus códigos maliciosos. Essa falha é explorada quando o X.Org Server roda com privilégios de root e isso é comum em muitas distros.

Desenvolvedores da X.Org Foundation já estão planejando soltar uma correção para o X.Org 1.20.3 e assim corrigir esses problemas causados por essas duas linhas.

Distribuições como Red Hat Enterprise Linux, Fedora, CentOS, Debian, Ubuntu e OpenBSD já foram confirmadas como impactadas, e outros projetos menores também são afetados.

As atualizações de segurança que contém o pacote corrigem a vulnerabilidade do X.Org Server  devem ser implantadas nas próximas horas e dias. No Linux Mint e no Ubuntu a correção já foi liberada e confirmada pela nossa equipe, basta atualizar o seu sistema, o mesmo, possivelmente pode se dizer das demais, verifique as suas atualizações.

Isso mostra que o Linux e o BSD não estão “salvos” de falhas e “escorregões” como essa, e assim mostrando que esses sistemas operacionais não são “imbatíveis”, mas ainda assim são alternativas robustas e seguras em relação aos sistemas Windows. Problemas como este no X.org demonstram mais uma vez a importância do desenvolvimento ativo de alternativas como o Wayland.

Espero você na próxima, forte abraço.
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Como instalar o Nemo no lugar do Nautilus no Ubuntu?

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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O Nemo é o gestor de arquivos do ambiente gráfico Cinnamon, mas ele pode ser utilizado em outros ambientes também com alguns poucos ajustes. Hoje você irá aprender a substituir o Nautilus pelo Nemo no Ubuntu (GNOME).

Nemo no lugar no Nautilus







Apesar do Nautilus ser um excelente gestor de arquivos, o Nemo pode ser uma boa alternativa para quem quer um gestor de arquivos com mais opções de configuração e suporte para a área de trabalho.

Como instalar o Nemo no Ubuntu?


O Nemo está no repositório oficial do Ubuntu, basta procurar na loja de aplicativos e fazer a instalação normalmente, se preferir fazer pelo terminal, rode o comando:
sudo apt install nemo

Como tornar o Nemo o gestor de arquivos padrão do GNOME? 


Depois de instalado, você já vai poder usar o Nemo, basta buscá-lo no menu de aplicativos, porém, como ele não é gestor de arquivos padrão, ao inserir um pen drive, abrir uma pasta, ou qualquer coisa do tipo, não será ele a aplicação utilizada.

Para tornar o Nemo o gestor de arquivos padrão do Ubuntu no lugar do Nautilus basta rodar este comando no terminal:
xdg-mime default nemo.desktop inode/directory application/x-gnome-saved-search

Quer usar o Nemo para gerir o seu desktop? 


O Nautilus não é nada bom para gerir ícones na área de trabalho e por isso muita gente deixou de utilizar o recurso, ao menos de forma mais intensa, entretanto, se você gosta de criar atalhos e gerir ícones na área de trabalho, o Nemo será uma das melhores opções.

Em versões mais recentes do GNOME, o Desktop já não é ativo por padrão, ainda assim, vamos garantir que ele esteja desativado. Basta rodar o seguinte comando no terminal:
gsettings set org.gnome.desktop.background show-desktop-icons false
O próximo passo é rodar o processo "nemo-desktop", para isso, pressione "Alt+F2" e digite:
nemo-desktop 

Como fazer o Nemo gerir o seu desktop na inicialização do sistema? 


Rodar o "nemo-desktop" faz com que o desktop fique ativo somente na sua sessão atual, para que o Nemo gerencie o seu Desktop sempre, você precisa adicionar esse processo à inicialização do sistema. Para isso, abra o menu do Ubuntu e pesquise por "Aplicativos de inicialização" e adicione o Nemo, conforme a imagem abaixo:

Como ativar o suporte ao Nemo no Desktop GNOME

Com isso você terá o Nemo como gestor de arquivos padrão no seu Ubuntu.

💡 Dica: Apesar de você não estar mais usando o Nautilus, evite remover a aplicação do sistema, ela geralmente está atrelada a diversos outros componentes do desktop GNOME e isso poderia lhe causar problemas.

Como desfazer as modificações?


Não gostou das modificações ou enjoou do Nemo? Então vamos deixar tudo de volta ao "normal", padrão do Ubuntu.

O primeiro passo é voltar o Nautilus como gestor padrão através deste comando:
xdg-mime default nautilus.desktop inode/directory application/x-gnome-saved-search
Depois disso, coloque o Nautilus novamente em condição para gerir a sua Área de Trabalho:
gsettings set org.gnome.desktop.background show-desktop-icons true
Por último, você pode remover o Nemo:
sudo apt remove nemo 
É possível remover a aplicação pela loja de aplicativos também, e só para deixar as coisas em ordem, vá até o "Aplicativos de inicialização" e remova a entrada que você tinha adicionado para o Nemo. 

Até a próxima!
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Ícone do Dropbox não iniciando no Linux Mint Cinnamon? Veja como resolver!

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Hoje eu tive um problema curioso no Linux Mint com Cinnamon. Reparei que o ícone indicador do Dropbox, o popular serviço de armazenamento em nuvem, não estava aparecendo na área de indicadores, ainda que o serviço estivesse funcionando corretamente. Como a solução do problema foi simples, eu resolvi compartilhar com você, caso você tenha o mesmo o problema, já saberá como resolver. ☺

Linux Mint Cinnamon Dropbox






O Cinnamon tem dois tipos de suporte para os tradicionais indicadores, usados para inúmeras aplicações, os indicadores "legados" e os integrados com o Shell do Cinnamon.

Para usar os indicadores de forma mais eficiente eu recomendo que você ative o suporte para indicadores integrados acessando o Painel de Controle >> Geral >> Marcar a opção "Habilitar Suporte para ícones indicadores na Área de Notificação (necessário reiniciar o Cinnamon)".

Configuração de indicadores Linux Mint

Geralmente, ao habilitar essa função, o Cinnamon recarrega os ícones automaticamente, caso não aconteça você pode reiniciar a interface facilmente clicando com o Botão direito na barra tarefas >> Resolução de Problemas >> Reiniciar Cinnamon. Não é necessário reiniciar o computador ou anda parecido, a tela apenas vai "piscar" e voltar ao normal.

Resolvendo o problema do Dropbox


Estes primeiros passos são necessários para a ativação correta dos indicadores, mas ainda assim, o Dropbox não estava aparecendo, ao menos para mim. Para resolver o problema é simples, mas vamos garantir que algumas coisas estão funcionando corretamente antes:

👉  Confira no aplicativo "Monitor do Sistema" e veja na aba "Processos" se o Dropbox está rodando.

Linux Mint Dropbox

Caso você encontre o processo, é sinal de que o daemon do Dropbox está funcionando corretamente, o único problema é realmente o indicador.

👉 Uma forma de corrigir o problema é rodar este comando no terminal:
dropbox stop; dbus-launch dropbox start
Se funcionar, ótimo! Só precisamos alterar as configurações de inicialização do Dropbox para que a correção já funcione quando você ligar o seu computador, para isso é simples, procure no menu por "Aplicativos da Inicialização" e nele, procure pelo Dropbox.

Dropbox Indicator

Basta dar dois cliques para editar os parâmetros de inicialização, na sessão "Comando", altere o valor padrão para:
dbus-launch dropbox start
Depois disso é só salvar. Para testar, encerre a sessão ou reinicie o computador para ver se agora o Dropbox está iniciando corretamente. 

Até a próxima!
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Como configurar gestos do Touchpad no Ubuntu com Gestures

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sábado, 6 de outubro de 2018

Quem possui notebook e usa Linux, em grande maioria, fica engessado nas configurações do seu touchpad, quando muito tendo configurações para cliques que simulam o mouse ou rolagem da tela. Mas o “Gestures” vem pra mudar isso.

Como configurar gestos do Touchpad no Ubuntu com Gestures






Gestures é uma interface gráfica para a implementação da biblioteca libinput-gestures, sem ter a necessidade editar manualmente o arquivo de configuração,, isso é muito bom e vem para facilitar a vida de quem não tem muita familiaridade com esse tipo de procedimento.

Como instalar o Gestures no Ubuntu


Primeiro vamos instalar o libinput-gestures para que possamos depois instalar e usar o Gestures. O programa está em estágio de desenvolvimento e a sua instalação requer um pouco de conhecimento técnico, não é nada complicado, mas é preciso de um pouco de atenção.

Vamos abrir o terminal pelo menu ou pressionando as teclas de atalho Ctrl+Alt+T e então digitar os seguintes alguns comandos.

O primeiro serve para adicionar o nosso usuário ao grupo “input”:

sudo gpasswd -a $USER input

Após esses comando é necessário encerrar a sessão do sistema para que as alterações tenham efeito, em alguns casos é preciso reiniciar o computador.

O próximo passo é instalar o libinput-tools com o seguinte comando:

sudo apt-get install libinput-tools

Depois vamos instalar o libinput-gestures através do repositório do GitHub, para fazer isso é necessário ter o pacote git instalado no seu sistema, caso não tenha, faça a instalação assim:

sudo apt install git

Agora sim, vamos fazer o download do libinput-gestures:

git clone https://github.com/bulletmark/libinput-gestures.git && cd libinput-gestures

sudo make install

Por último vamos inicializar o serviço com o comando:

libinput-gestures-setup autostart

Ou então este, caso o primeiro não tenha funcionado:

 libinput-gestures-setup start

Feito isso vamos para a instalação do Gestures em si.

Continuando com o terminal aberto vamos instalar as seguintes dependências que o Gestures precisa para funcionar, com o seguinte comando:

sudo apt install python3 python3-setuptools xdotool python3-gi libinput-tools python-gobject -y

Agora vamos instalar o Gestures de fato, com o comando:

git clone https://gitlab.com/cunidev/gestures

cd gestures

sudo python3 setup.py install

Depois para garantir que tudo funcione corretamente, faça um reboot no sistema.

Usando o Gestures

Procure no menu do seu sistema o aplicativo “Gestures”, ao abrí-lo pela primeira vez não haverá nenhum comando criando, mas tudo bem, é aqui que começaremos a nossa jornada.


Para criar um comando você vai clicar no botão de mais (+) no canto superior esquerdo.



Logo após vai-se abrir uma janela para você escolher como você quer configurar o seu gesto, sendo  o tipo (Type) Swipe (deslizar) ou Pinch (pinça), Direção (Direction) Up (Cima) / Down (Baixo) / Left (Esquerda) / Right (Direita) / In (Dentro) / Out (Fora) / Clockwise (sentido horário) ou Anticlockwise (sentido anti horário) e escolher com quantos dedos você quer usar no gesto.




Logo abaixo temos uma tela de como seria a criação de um comando que permite que você abra o navegador Firefox.


Agora é só você explorar e criar todos os atalhos que quiser para facilitar o seu dia a dia.
O Gestures é aplicativo muito legal e funcional para quem quiser dar mais personalidade ao touchpad.

Espero que tenha gostado da dica, até uma próxima e um forte abraço. 
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Como instalar produtos Razer no Linux

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

No artigo de hoje vamos ensinar a instalar os produtos da Razer nas distribuições Linux mais populares através do projeto OpenRazer.


 Como instalar produtos Razer no Linux






Os produtos da Razer são bem conceituados por terem um acabamento de primeira, terem uma melhor performance nos jogos e além da configuração avançada para os periféricos, como teclados, mouses, mousepads e headsets, porém, os aplicativos que fazem isso só possuem versão para Windows e macOS,deixando o “pessoal do Pinguim” sem suporte oficial nesse quesito. Apesar disso, você não ficará na mão, pois existem algumas alternativas muito boas para usar o seu Razer no Linux. 

O OpenRazer suporta oficialmente várias distros, aqui vamos falar sobre o Ubuntu e o Linux Mint, mas se você usa Fedora, openSUSE, Manjaro ou afins, basta seguir as informações do site oficial

Primeiramente precisamos instalar o driver da Razer, o OpenRazer, faremos isso incluindo o PPA do projeto. Ele tem duas versões, uma stable (estável) e outra em constante desenvolvimento, a daily (instável). 

Para adicionar o PPA podemos fazer de duas formas, graficamente ou via terminal. Se você quer ver como se adiciona um PPA de forma gráfica confira esse artigo no blog explicando o procedimento. Vamos aos comandos, que são bem simples.

Vamos adicionar a versão stable do OpenRazer

Primeiro abra o terminal via o menu da sua distro ou apertando Ctrl+Alt+T.

sudo add-apt-repository ppa:openrazer/stable -y && sudo apt update && sudo apt install openrazer-meta -y

Depois disso basta reiniciar o seu computador. Lembrando que esse repositório tem suporte para o Ubuntu 16.04 ou posterior e Linux Mint 18 ou posterior. A reinicialização é necessária pois trata-se de um módulo que será adicionado ao Kernel da sua distro.

Feito isso você vai poder escolher 3 programas para gerenciar os seus periféricos Razer, vamos mostrar como instalar os 3, ambos tem recursos semelhantes mas com visuais diferentes.

O primeiro é o Polychromatic, o mais belo provavelmente,é bem fácil de instalar, basta adicionar o PPA do projeto e instalar o mesmo, através dessa linha de comando, de forma semelhante ao que você fez com o próprio OpenRazer

sudo add-apt-repository ppa:polychromatic/stable -y && sudo apt update && sudo apt install polychromatic -y
O segundo é o RazerGenie que você pode instalar de duas formas, baixando e instalando via pacote .deb ou utilizando o repositório dele.

Para baixar o pacote .deb basta clicar neste link (é para a versão do Ubuntu 18.04). Mas se você preferir usar o repositório, o procedimento é esse:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.opensuse.org/repositories/hardware:/razer/xUbuntu_18.04/ /' > /etc/apt/sources.list.d/hardware:razer.list" 

sudo apt-get update

sudo apt-get install razergenie -y

O RazerGenie também está disponível via Flatpak, no Linux Mint, basta pesquisar por ele na loja de aplicativos, no Ubuntu, você precisará ativar o suporte ao Flatpak e ao Flathub.


E se precisar da chave pública, o procedimento é esse aqui:

wget -nv https://download.opensuse.org/repositories/hardware:razer/xUbuntu_18.04/Release.key -O Release.key
sudo apt-key add - < Release.key

sudo apt-get update
Por último temos o razerCommander, ue você pode instalar via flatpak ou .deb. Para saber como instalar o Flatpak na sua distro, confira esse artigo no blog ensinando como se faz. E para baixar o .deb basta acessar este link.

E também fizemos um vídeo mostrando como o mouse da linha Abyssus se comporta no Linux.

            

Conte aí nos comentários se você tem algum periférico da Razer e se essa dica lhe ajudou a configura-lo melhor.

Até uma próxima e um forte abraço.
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4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Sempre que encontramos algum vídeo na internet e gostamos muito dele, vem a pergunta na nossa cabeça “ Como posso salvar ele no meu computador?”, mesmo em tempos de streaming de alta qualidade, podem haver momentos onde ter o vídeo offline pode ter algumas vantagens, como poder consumir os DioCasts a qualquer hora sem depender de conexão com a internet,e pesquisamos sempre achávamos soluções não satisfatórias. Até agora, pois o 4K Video Downloader vai te ajudar nessa tarefa.


 4K Video Downloader - Para salvar os vídeos que marcaram a sua vida






O 4K Video Downloader é um aplicativo que vai lhe auxiliar para salvar os vídeos dos sites mais populares, como YouTube, Facebook, Vimeo  entre outros.

Primeiramente vamos baixá-lo através do site oficial deles, e podendo escolher 2 opções para Linux, um para a base Debian/Ubuntu/Mint sendo .deb e o outro para as outras distros sendo no formato tar.gz2, temos um vídeo no canal explicando como usar esse formato.

Feito a instalação você vai abrir o programa e aceitar os termos.




Logo depois aparecerá a tela onde você vai poder colar o link do vídeo do site da onde você quer salvar ele. Basta você copiar o link e clicar no ícone verde escrito “colar link”.


Depois vai abrir uma janela onde você vai ver as informações do vídeo e também onde você quer salvar ele.



E por último vai aparecer uma tela mostrando o progresso, aí é só esperar o término e dar play no vídeo.. Muito simples, né? =)

Uma dica muito útil e boa para quem quer salvar aquele vídeo inesquecível, ou que precisa salvar aquela trilha sonora para aquele momento memorável. Mas atenção, muitos vídeos online possuem direitos autorais que restringem os downloads, então tome cuidado para não violar as regras de nenhum site ou criador de conteúdo.


Espero você até uma próxima e um forte abraço!
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Linux Mint 19.1 já tem nome e estimativa de lançamento!

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domingo, 9 de setembro de 2018

Em uma nota extremamente rápida no blog do Linux Mint, os desenvolvedores anunciaram o novo codinome do Linux Mint 19.1, além da estimativa de lançamento.

Linux Mint 19.1 (Achou que o nome estaria aqui?)






Os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram que o sistema com a primeira atualização grande da série 19.x, a versão 19.1, será lançada entre o final de Novembro e o início de Dezembro deste ano, um belo presente de Natal, não é verdade? Tendo suporte estendido (LTS) até 2023, os usuários do Linux Mint 19 poderão atualizar para esta nova versão do sistema facilmente pelo próprio gestor de atualizações do sistema.

E o nome?


Seguindo a tradição de seguir a ordem alfabética, usar nomes femininos e que terminem com a letra "A", os desenvolvedores anunciaram que o novo codinome do Linux Mint 19.1 é "Tessa".

Tessa é um nome que pode ter origens diferentes, inglesas, norte-americanas ou gregas. A versão inglesa/norte-americana costuma ser um modo reduzido do nome "Theresa" ou "Teresa", que tem um significado relacionado a "colheita", sendo usando para designar um ceifeiro; já o nome grego tem ligação com com a pequena ilha vulcânica de Thesaria, que é um paraíso turístico atualmente, possuindo menos de 400 habitantes, o nome "Tessa" neste caso acaba sendo usado para designar algum pessoa relaciona a colheita daquela região.

Na hora em que vi o nome lembrei da personagem "Tessa" da série Supernatural, que faz um trocadilho inteligente com o nome. Na série ela é uma "Reaper", ou seja, uma "ceifadora", fazendo alusão ao significado do nome, na mitologia da série, um "ceifador" é uma entidade responsável por "colher" as almas das pessoas que morrem e levá-las ao seu destino final, ela aparece pela primeira vez na segunda temporada da série durante o episódio "Na Hora da Minha Morte".

Tessa em Supernatural

Tradicionalmente, "Tessa" também é um nome "independente", como os falantes de língua inglesa costumam colocar. Uma criança que recebe o nome Tessa, geralmente não tem um segundo nome, o que mostraria confiança e firmeza.

Apesar dos desenvolvedores do Linux Mint terem anunciado o nome da nova atualização e a expectativa de lançamento, pouco se sabe ainda sobre o que de novo virá nessa atualização, uma das coisas esperadas é um redesenho para o software "Fontes de Aplicativos", que deverá ganhar um visual mais moderno e condizente com o restante da interface:

Software Soucers Linux Mint 19.1

Alguns pormenores estão sendo trabalhados no tema Mint-Y do sistema, dando um pouco mais de contraste entre os itens, muitas destas mudanças também deverão ser incorporadas do LMDE 3, mas isso é tudo que temos de informação até o momento.

Conte-nos através dos comentários, que funcionalidades novas ou aprimoradas você gostaria de ver no Linux Mint.

Até a próxima!
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Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A empresa Tracktion Software está disponibilizando para baixar a sua poderosa ferramenta de produção de áudio digital multiplataforma ou em inglês “Digital Audio Workstation” (DAW) de forma gratuita.

Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça







Se você está procurando um software para produção de áudio em DAW o Tracktion 7 é uma boa ferramenta para isso. Uma boa alternativa aos programas Audacity e o Ardour.

T7 DAW (ou Tracktion 7) teve a sua primeira versão lançada em 2016 custando US$59 e tendo uma recepção muito boa da mídia especializada e recebendo vários prêmios pela qualidade do produto oferecido.

O T7 DAW é um Freeware ( e não open source) e que se você precisar de plugins complementares e o suporte dado diretamente pela empresa, você terá que pagar por isso, mas se precisar eles disponibilizam um fórum para ajuda, além de um FAQ para Linux.


               


Ele é multiplataforma, podendo ser usado em Linux (Ubuntu, Mint e derivados), RaspBerry PI, macOS e Windows

A interface dele sendo single-panel (painel único) foi pensada em deixar mais dinâmica e rápida para mixar e fazer gravações, como aplicar correções, efeitos entre outros em ilimitadas trilhas apenas usando o arrastar e soltar.

Outra coisa boa que foi confirmado por eles, é que a versão Free não terá nenhuma limitação em relação às versões pagas.

Para rodar ele na versão para Linux (Ubuntu, Mint e derivados) você vai precisar de um processador Intel Core i5 2 GHz e no minimo 4 GB de memória RAM, mas se recomenda  8 GB de memória RAM.

Para baixar ele você vai precisar entrar no site da Tracktion Software e fazer um rápido cadastro, para que eles possam mandar um link onde você poderá baixar o programa, que está no formato .deb, e também ativar o seu programa, após estes passos, para “desbloquear” o seu programa você vai usar o seu login e senha criados no site anteriormente. Um “preço justo a se pagar” para ter um software profissional em mãos. 

Acho muito legal ter mais alternativas para esse segmento do mercado de produção de áudio profissional, e assim mostrando que a plataforma Linux é um meio viável para isso.

Mas digam aí nos comentários se você já usou a ferramenta ou se vai testar o “poderio” dela. =)

Forte abraço e ate a próxima.

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Como instalar e usar a GNOME Software no Linux Mint

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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Apesar do Linux Mint possuir um excelente gestor de softwares, que permite que você instale tudo o que você precisa com poucos cliques, a GNOME Software pode te oferecer alguns complementos interessantes e garantir uma experiência ainda mais completa se usada em conjunto com o seu sistema.







O GNOME Software possui uma boa integração com pacotes Snap e Flatpak, ainda que talvez em termos de Flatpak, a integração do Mint seja ainda melhor nativamente, no entanto, você pode querer utilizá-lo para gerenciar os seus Snaps, ou talvez, você simplesmente goste do visual ou funcionalidade da aplicação.

GNOME Software no Linux Mint

Explorando a GNOME Software que vem com o Ubuntu por padrão eu acabei descobrindo vários softwares interessantes que estão sendo distribuídos via Snap, de forma que eles não ficam disponíveis no Linux Mint, a menos que você use a linha de comando. Instalando o GNOME Software, esse problema é contornado facilmente.

Como fazer a instalação do GNOME Software no Linux Mint?


Gestor de softwares do Linux Mint

Abra a loja de aplicativos do Linux Mint e procure por "Gnome Software", você verá que alguns resultados serão exibidos, a primeira opção com o ícone diferenciado é a loja em si (vide a imagem acima), os demais são complementos. Você pode instalar os complementos para Snap e Flatpak caso queira que a GNOME Software seja capaz de gerenciar estes formatos também.

Depois de instalados é sobre a procurar por "Programas" no menu do seu Linux Mint ou por "Software", que você encontrará a aplicação, uma vez aberta basta você instalar o que quiser normalmente.

Se preferir fazer a instalação pelo terminal, você pode usar este comando:
sudo apt install gnome-software gnome-software-common gnome-software-plugin-flatpak gnome-software-plugin-snap
De forma geral eu não vejo tanta utilidade na GNOME Software no Linux Mint, a central que ele mesmo carrega é muito rápida e eficiente (e até mais leve), mas a GNOME Software pode ser útil para manusear os pacotes Snap de forma mais intuitiva. 

Até a próxima!
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Mozilla lança nova versão do seu cliente de e-mail Thunderbird, que chega na versão 60

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Depois de muito tempo, a Mozilla lançou uma versão nova do seu cliente de e-mail, o Thunderbird que agora chega na sua versão 60, trazendo melhorias, correções de bugs e um novo tema.


Mozilla lança nova versão do seu cliente de e-mail Thunderbird, que chega na versão 60







O último lançamento feito pela Mozilla do Thunderbird tinha sido no começo de 2017, mais de um ano atrás.

Algumas das novidades implementadas pelo pessoal da Mozilla no Thunderbird:


Temas claros e escuros;

Suporte para autenticação do OAuth2 para o Yahoo e AOL;

Suporte a notificações nativas do Linux;

Suporte para os temas WebExtension;

Atualização dos feeds de forma individual;

Calendário: permite copiar, recortar ou excluir uma ocorrência selecionada ou toda a série para eventos recorrentes;

E muitas outras melhorias que você pode ver no site oficial.

Outra novidade é a utilização da interface “Photon”, que já vinha sendo implementada no seu “irmão” Firefox, onde é utilizada a engine Quantum CSS, que torna a interface mais responsiva, ainda segundo a nota, quem tiver a versão 52 ou anterior do Thunderbird não vai receber update, tendo que baixar o mesmo manualmente.


Mozilla lança nova versão do seu cliente de e-mail Thunderbird, que chega na versão 60

Para baixar e instalar o novo thunderbird, é muito simples. Primeiro você vai ter que baixar ele através desse link e escolher a versão dele, nesse caso usaremos como exemplo a versão pt-br de 64 bits, mas pode ser a versão da sua escolha.


Depois de baixar o programa para a pasta Download (vamos usá-la como exemplo, mas pode ser a pasta de sua preferência.), vamos extrair o arquivo para a pasta e assim vai surgir uma nova pasta, com o nome “thunderbird”.

Dentro dela, procure pelo arquivo “thunderbird” e dê dois clicks nele, assim abrir-se-a a nova versão do software.

Minha distro receberá a atualização?

Informações apontam que Ubuntu e Linux Mint devem receber a atualização para a nova versão do Thunderbird sem a necessidade da adição de repositórios extras em algumas semanas, então basta aguardar, pois o Thunderbird novo não deve ser adicionado através de PPAs.

Outras distros, especialmente as rolling release, tendem a receber estas atualizações um pouco antes das demais.

Mas conte aí nos comentários o que você achou das novidades do Thunderbird. 
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