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Vulnerabilidade afeta o Sudo no Ubuntu e derivados, atualize agora!

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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Nenhum sistema operacional está livre de eventuais vulnerabilidades ou erros, porém nesses momentos a transparência e agilidade em que os problemas são resolvidos podem ser considerados como uma qualidade intrínseca.

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Se você está familiarizado com termos técnicos e características do Linux, sabe que o Sudo é um comando utilizado nos sistemas operacionais Unix que permite momentaneamente dar aos usuários privilégios de outro usuário, geralmente o super usuário, para executar tarefas dentro do sistema de maneira segura e controlável pelo administrador. 

Como diz o tio Ben: “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades!”, e a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, acaba de identificar uma falha no Sudo.

A vulnerabilidade (USN-4154-1) afeta todas as versões do Ubuntu mantidas atualmente, sendo o 12.04 ESM, 14.04 ESM, 16.04 LTS, 18.04 LTS e 19.04.

Joe Vennix (engenheiro da Apple, a falha também afetou o macOS), descobriu que o Sudo manipulava incorretamente determinados IDs de usuário, abrindo uma brecha para um possível invasor. Com essa falha códigos mal-intencionados poderiam ser executados. A Canonical recomenda que seu sistema seja atualizado imediatamente.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a atualização de seu Ubuntu. 

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade


O comando para verificar a versão instalada em seu sistema do Sudo é:

sudo --version

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Pode-se observar que a versão é equivalente a do site da Canonical, lembrando que para cada versão do Ubuntu essa numeração será diferenciada. Após ter atualizado o sistema, a comparação poderá ser feita através do link acima.

Distribuições que usam o Ubuntu como base, a exemplo do Linux Mint, também são afetadas. Contudo, caso a atualização ainda não esteja disponível, aguarde, pois os responsáveis pela distro irão disponibilizar a correção o mais breve possível. 

Ufa! Segurança em primeiro lugar!

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Fonte: Ubuntu.


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Linux Mint revela novo logo e traz novidades em Setembro

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terça-feira, 1 de outubro de 2019

Mais um mês começa e como de praxe, o pessoal do Linux Mint solta uma release das novidades que virão no sistema.


 Linux Mint revela novo logo e traz novidades em Setembro





Nesta release, Clement Lefebvre, retribuiu aos doadores e apoiadores do projeto. Ele também agradeceu ao pessoal que ajudou a solucionar o bug do ícone do Update Manager que ficava na barra de tarefas, pois eles não estavam conseguindo reproduzi-lo.

O anúncio começa sobre a ferramenta de idiomas, que ia permitir a escolha do formato da data conforme a localidade da pessoa. Conforme o relato de alguns usuários, isso não seria suficiente. Depois de algumas análises, o pessoal do Linux Mint identificou uma falha no design de como o formato de data padrão era localizado. Os dias e meses estavam procurando pela variável de ambiente LC_TIME, o Mint estava usando o gettext de acordo com o idioma do desktop. Isso será corrigido no Mint 19.3 nas versões Cinnamon e MATE.

Em seguida é comentado sobre o XAppStatusIcon, que teve um polimento e com uma nova API para quem quiser desenvolver applets. No momento, os Applets estão disponíveis para Cinnamon e MATE, com uma versão de um plugin para o XFCE 4.14. Na versão 19.3 do Mint, a libAppIndicator será corrigida para usar o XAppStatus como fallback.

Uma novidade de “peso”, foi a reformulação do Relatório do Sistema (System Reports), que agora vai ter mais funções e alertas para o usuário.


As funcionalidades que ele terá são:

● Se uma nova versão do Linux Mint estiver disponível;
● Se a sua versão do Linux Mint estiver se aproximando do EOL;
● Se a sua configuração do Timeshift está configurada (o Update Manager não será mais responsável com isso);
● Se houver drivers disponíveis;
● Se estiver faltando pacotes de idiomas;
● Se estiver faltando codecs de multimídia;

Agora a grande novidade foi a divulgação do novo logo do Linux Mint. Como noticiamos anteriormente, uma nova identidade visual tanto para o logo quanto para o site. Parece que o primeiro foi dado, que no caso é o logo.


Com isso, segundo as palavras do projeto, vai ser possível criar designs mais modernos e explorar uma grande variedade  de cores e ícones. O logo agora usará como base as letras L e M.

Para ver as outras novidades, você pode conferir o post completo aqui.

Gostei das novidades e espero que venham mais, principalmente para quem usa notebooks híbridos (😁😅🙏), com a integração das variáveis de ambiente, driver e afins. Essa reformulação é muito bem vinda, pois mostra que o projeto está querendo se modernizar e “abocanhar” novos usuários.

Mas agora nós conte aí nos comentários, o que você espera da versão 19.3 que deve chegar mais ou menos no natal de 2019.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Como importar as configurações e temas do OhMyZsh para o usuário “root”

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Os usuários de computadores e tecnologia em geral podem ser divididos em dois grupos. Aqueles que gostam das coisas apenas funcionais, sem se importar com a estética. E aqueles (como eu), que além das coisas funcionais também gostam delas “bonitinhas”. Sim, gostamos de uma boa “perfumaria”. 😃

como-importar-as-configuracoes-e-temas-do-ohmyzsh-para-o-usuario-root

O artigo de hoje é um complemento à outro artigo, que você pode encontrar aqui. E também aos dois vídeos abaixo. Caso você não saiba o que é “ZSH” ou “OhMyZsh”, é essencial que, para o completo entendimento deste artigo, você assista a estes dois vídeos.



Bom, agora que você já sabe do que se trata, vamos ao assunto.

No artigo, e nos vídeos citados acima, vocês aprenderam a como instalar o ZSH e utilizá-lo como o shell padrão, no lugar do bash. Também aprenderam à customizar a aparência do ZSH através do OhMyZsh, podendo escolher entre muitos temas para deixar o terminal com “a sua cara”.

Porém, um pequeno detalhe não foi abordado nos posts anteriores: como fazer com que as configurações e temas do OhMyZsh também sejam aplicadas quando utilizamos o terminal em modo “root”.

Após ter instalado ambos, ZSH e OhMyZsh, e configurado o tema desejado (no meu caso, o tema Agnoster), conforme explicado nos posts linkados acima. Você terá o seu terminal com uma aparência semelhante a imagem abaixo:

ohmyzsh-com-tema-agnoster-antes-do-procedimento

Porém, como você pode ver na imagem, ao entrar em modo “root”, as configurações não se mantém e voltam ao padrão do ZSH.

O quê vamos fazer agora é configurar para que todas as configurações referentes ao OhMyZsh, sejam aplicadas também ao usuário “root”.

Como realizar o procedimento?


O tutorial abaixo será dividido em duas partes, cada uma com um método diferente para a realização do mesmo procedimento. Independente de qual método você escolha, o resultado será o mesmo.

O primeiro método (1), é mais indicado para quem prefere executar o procedimento via interface gráfica, através de um script que fará todo o passo a passo de forma automática. E o segundo (2), para quem quiser fazer manualmente, através do próprio terminal.

1) Executando o procedimento via interface gráfica.


Faça o download do script clicando aqui. Para acessar a página do repositório no Github, clique aqui.

Nas preferências do seu gerenciador de arquivos, na aba “Comportamento”, na seção “Arquivos de texto executáveis”, selecione a opção “Perguntar o que fazer”. Isso permitirá que você execute o script sem a necessidade de abrir o terminal.

Obs.: Todos os gerenciadores de arquivos mais populares possuem esta opção. Porém, ela pode estar em outro lugar, ou possuir um nome um pouco diferente, caso você esteja utilizando um outro gerenciador de arquivos que não o “Nautilus”.

preferencias-do-nautilus

Clique com o botão direito do mouse sobre o script que você baixou, vá em “Propriedades”. Na aba “Permissões” marque a caixa de seleção “Permitir a execução do arquivo como um programa”.

propriedades-do-script-zshroot.sh

Agora dê dois cliques sobre o script, clique em “Executar no terminal”, digite a sua senha e pressione “Enter”.

executando-script-duplo-clique

• Após poucos segundos será exibida a mensagem “Operação concluída.”. 

script-finalizado

Pronto! Agora é só abrir o seu terminal e ver como ficou.

2) Executando o procedimento manualmente, via terminal.


Execute os comandos abaixo na seguinte ordem:

Copie o arquivo “.zshrc” para o diretório “/root”.

sudo cp /home/$USER/.zshrc /root

Copie a pasta “.oh-my-zsh” para o diretório “/root”:

sudo cp -r /home/$USER/.oh-my-zsh /root

Edite o arquivo “.zshrc” que está no diretório “/root”:

sudo nano /root/.zshrc

Cole a linha abaixo dentro do arquivo “.zshrc”, de forma que fique igual a imagem abaixo:

export ZSH="/root/.oh-my-zsh"


• Pressione “Control + O” seguido de “Enter” para salvar, e em seguida “Control + X” para fechar o editor de texto.

Reinicie o terminal, e pronto!

O quê você acha dessas “perfumarias”? Você, assim como eu, pensa que o aspecto visual é sim muito importante, ou acredita que o importante é apenas ser funcional? Diga-nos a sua opinião nos comentários.

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Como instalar o Warsaw para acessar o seu Internet Banking no Linux

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Internet Banking hoje em dia é muito mais do que uma mera comodidade. Vivemos uma época onde tudo acontece cada vez mais rápido. Quanto mais agilidade tivermos em realizar as nossas tarefas, mais conseguiremos produzir em um menor tempo. Em contrapartida, os nossos dias e prazos estão cada vez mais curtos. Parece que estamos correndo em uma esteira, e toda a agilidade e tempo do mundo jamais serão o suficiente.

como-instalar-o-warsaw-para-acessar-o-seu-internet-banking-no-linux-

Quando o Internet Banking começou a surgir, muitas pessoas passaram a utilizar o serviço por mera comodidade. Simplesmente por não precisar sair do conforto das suas casas para enfrentar filas em bancos. Porém, as correrias da vida, fizeram com que, ao passar do tempo, esse tipo de serviço se tornasse algo indispensável e de extrema necessidade. Tornando-se uma engrenagem vital para o bom funcionamento do cotidiano empresarial, até mesmo o doméstico.

Muitas das distribuições Linux tem como principal foco o usuário comum, sendo o “porto seguro” no quesito “sistema operacional”, para que as pessoas possam tanto se divertir quanto trabalhar através do sistema. Para atingir tal objetivo, permitir que as pessoas tenham acesso a um serviço tão importante como o Internet Banking é imprescindível.

Todavia, como já comentamos muitas vezes aqui neste blog, se tem algo que a grande maioria das distribuições Linux ainda não conseguem fazer com sucesso, é marketing e divulgação. Como consequência disso, muitas vezes as pessoas têm muita dificuldade até mesmo em saber se determinada distro suporta tal funcionalidade. Ou como fazer para executar determinada tarefa.

Um grande exemplo disso é o nosso tópico principal de hoje, o Internet Banking. Muitas das principais distros suportam o serviço, e é necessário apenas algum procedimento simples para fazer uso do mesmo. Porém, por mais simples que seja esse procedimento, o usuário jamais poderá realizá-lo se não o conhecer.

Vamos agora ensinar a você como instalar o Warsaw. Um software de segurança bancário, multiplataforma, que é a “porta” que te impede ou permite acessar o Internet Banking de vários bancos.

Nesse tutorial iremos instalar o Warsaw para a Caixa Econômica Federal, que é o banco que eu utilizo. É importante deixar claro que os tutoriais abaixo foram testados apenas com o Internet Banking da Caixa. Porém, segundo relatos de usuários, este procedimento também possibilita o acesso ao Internet Banking de vários outros bancos. Então, por que não tentar? Não é?

O procedimento é um pouco diferente dependendo de qual distribuição Linux você utilize, por isso dividiremos esse tutorial em duas partes. Sendo a primeira para a “família .deb”, e a segunda para a “família .rpm”.

1) Instalação no Debian, Ubuntu, Linux Mint e derivados:


(Apenas Caixa Econômica Federal)


Acesse a página do internet banking da Caixa, digite o seu nome de usuário e clique em “Acessar”.

• Na tela seguinte, aguarde alguns segundos, e após o “loading”, clique em “Concordo”. Ao fazê-lo, iniciará o download de um arquivo “.deb”.

pagina-inicial-do-internet-banking-caixa

pagina-de-download-do-warsaw-no-site-da-caixa

Agora tudo o que você tem que fazer é fechar o navegador e instalar o arquivo “.deb”.

Para instalar arquivos no formato “.deb”, geralmente tudo o que você precisa fazer é clicar duas vezes sobre ele, e então clicar em ‘Instalar’. Caso não funcione, ou você prefira, sempre poderá efetuar a instalação via terminal, através de um procedimento igualmente simples. Veja:

 Feche todos os seus navegadores, acesse a pasta na qual você baixou o arquivo “.deb”, clique com o botão direito do mouse na área vazia do seu gestor de arquivos, e clique em “Abrir no Terminal”. No terminal que você acabou de abrir rode o seguinte comando (Lembre-se de substituir “nomedoarquivo” pelo nome do arquivo que você baixou.):

sudo dpkg -i nomedoarquivo.deb

Caso ocorra algum erro de dependências, rode o comando abaixo, e então volte a executar o comando de instalação.

sudo apt install -f

Digite a sua senha, aguarde a instalação, e pronto!

2) Instalação no OpenSUSE, Fedora, Debian, Ubuntu e derivados:


(Bancos Diversos)


Acesse o site de download do Warsaw, selecione o seu banco (no meu caso selecionei a Caixa), e clique em “Continuar

pagina-de-selecao-de-banco-para-download-do-warsaw

Agora selecione uma das distribuições Linux da lista, e aguarde o download do arquivo “.deb” ou “.rpm”.

pagina-de-download-do-warsaw
Abra a pasta na qual se encontra o arquivo que você acabou de baixar, clique com o botão direito do mouse na área vazia do seu gestor de arquivos, e clique em “Abrir no terminal”. Dentro do terminal que você acabou de abrir digite o seguinte comando de acordo com a sua distro:

OpenSUSE:

sudo zypper install nomedoarquivo.rpm

Durante a instalação poderá aparecer uma mensagem de erro, sendo solicitadas as opções: tentar novamente, cancelar ou ignorar. Escolha ignorar. Para fazê-lo, apenas pressione a tecla “i” seguida de “Enter”.

Fedora:

sudo dnf localinstall nomedoarquivo.rpm

Debian, Ubuntu, Linux Mint e derivados:

sudo dpkg -i nomedoarquivo.deb

Caso ocorra algum erro de dependências, rode o comando abaixo, e então volte a executar o comando de instalação.

sudo apt install -f

Falta apenas mais um passo! Agora, independente de qual seja o seu sistema, continue com a instalação seguindo os passos abaixo:

Reinicie o seu computador, e acesse o site de download do Warsaw novamente. Clique aonde está escrito “Clique Aqui”, conforme indicado na imagem abaixo:

pagina-de-configuracao-do-warsaw

Após alguns segundos, deverá aparecer uma mensagem como a indicada abaixo:

pagina-de-configuracao-do-warsaw-concluida

E a instalação estará completa!

À partir de agora você pode simplesmente acessar o seu Internet Banking quando quiser.

Gostaria de agradecer aos usuários do Diolinux Plusfabriciojardim” e “Xterminator” pelas dicas sobre a instalação do Warsaw no Fedora.

Você utiliza Internet Banking? Já sabia que era possível utilizá-lo em tantas distribuições Linux? Quão importante é para você ter acesso a este tipo de serviço? Conte-nos nos comentários. 😁

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Resolvendo o bug dos emojis nos navegadores no Linux

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Emojis, emoticons, carinhas… Eu sinceramente nem sei qual é o nome correto, se é que existe apenas um. Mas o fato é que eles estão por todos os lados desde que a internet é internet. Nos ajudando a expressar emoções, e de vez em quando nos fazendo dar umas boas risadas.

resolvendo-bug-dos-emojis-nos-navegadores-no-linux

Eu sou uma dessas pessoas que “volta e meia” gosta de mandar um emoji ou outro para tornar as conversas pelas redes sociais mais divertidas, informais, e de vez em quando até para sinalizar que certo comentário foi apenas uma brincadeira.

Porém, há algum tempo atrás percebi que na maioria das distros que testei utilizando algum ambiente gráfico GTK existe um bug que faz com que os emojis apareçam de uma forma completamente errada. Ao invés de aparecerem as “carinhas” amarelas, como de costume, aparecem apenas os seus contornos em linhas pretas.

antes-depois-de-resolver-o-bug-dos-emojis

Assim que percebi o problema, a primeira coisa que fiz foi testar em outros navegadores, mas o problema continuou, mesmo no Google Chrome, Chromium e Firefox. Após algum tempo pesquisando consegui encontrar uma solução bastante simples, que agora irei compartilhar com vocês.

Primeiro instale um pacote de fontes da Google. Este é o pacote de fontes que contém os emojis que o seu navegador vai utilizar. Simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal, de acordo com a sua distro:

Linux Mint, Ubuntu e derivados:

sudo apt install fonts-noto-color-emoji

Manjaro, Arch Linux e derivados:

sudo pacman -S noto-fonts-emoji

Fedora:

sudo dnf install google-noto-emoji-color-fonts

Open SUSE e derivados:

sudo zypper install noto-coloremoji-fonts

Abra a sua pasta ‘Home’. Pressione a combinação de teclas “Control + H” para exibir os arquivos ocultos. Localize uma pasta chamada ‘.config’, e dentro dela crie outra pasta chamada ‘fontconfig’.

pasta-fontconfig-dentro-da-pasta-.config

Abra o terminal, copie e cole o comando abaixo, e então pressione “Enter”.

Obs.: É um comando longo, então cuidado para não esquecer de nenhum caractere na hora de copiá-lo. :)

echo -e '<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>\n<!DOCTYPE fontconfig SYSTEM "fonts.dtd">\n<fontconfig>\n  <alias>\n    <family>serif</family>\n    <prefer>\n      <family>Noto Color Emoji</family>\n    </prefer>\n  </alias>\n  <alias>\n    <family>sans-serif</family>\n    <prefer>\n      <family>Noto Color Emoji</family>\n    </prefer>\n  </alias>\n  <alias>\n    <family>monospace</family>\n    <prefer>\n      <family>Noto Color Emoji</family>\n    </prefer>\n  </alias>\n</fontconfig>' > /home/"$USER"/.config/fontconfig/fonts.conf

Feito isso, falta apenas atualizar o cache das fontes com o comando abaixo:

sudo fc-cache -f

O quê fizemos até agora já é o suficiente para resolver o problema no Chromium e Google Chrome. Caso os emojis não tenham voltado ao normal no Firefox, será necessário um passo extra.

Para resolver o bug no Firefox, de acordo com a sua distro, copie e cole o seguinte comando no seu terminal:

Linux Mint, Ubuntu e derivados:

sudo rm -r /usr/share/fonts/truetype/dejavu

Manjaro, Arch Linux e derivados:

sudo rm /usr/share/fonts/TTF/Deja*.ttf

Fedora:

sudo rm -r /usr/share/fonts/dejavu

Open SUSE e derivados:

sudo rm /usr/share/fonts/truetype/Deja*.ttf

Pronto! Agora apenas reinicie o seu navegador, e aproveite para usar os seus emojis o quanto quiser!

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Flatpak oficial do Mozilla Firefox pode chegar em breve

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

O navegador Mozilla Firefox é o navegador padrão de quase todas as distros Linux, que já vem instalado por padrão e com repositório próprio. O que pode ocasionar um atraso na hora dos updates de uma versão para outra, mas isso pode estar com os “dias contados”.


Flatpak oficial do Mozilla Firefox pode chegar em breve





Eles podem estar contados, pois um bug que bloqueava a implementação via sandbox, estava relacionado a execução de tarefas do Mozilla Taskcluster. Você pode conferir aqui toda “thread”.

Essa descoberta só foi possível, pois um leitor do site Phoronix, comunicou eles sobre essa correção, assim abrindo caminho para a versão oficial do Mozilla Firefox em flatpak. Isso só foi possível, graças a dois engenheiros de softwares da Mozilla, Peter Moore e Mihai Tabara.

Isso vai beneficiar muitas distros que usam o Flatpak, como o Fedora e o Mint, além de muitas outras.

Atualmente, existe uma versão Flatpak “unofficial” mantida pelo pessoal do Fedora e Red Hat. Você pode ver o processo de instalação dele aqui. Se você precisar instalar o Flatpak na sua distro, basta seguir esse nosso tutorial.

Muito bom ver que uma barreira que impedia essa implementação no Mozilla Firefox, pois a forma que é distribuída hoje em dia, tem uma limitação, ou sendo pelo tempo que uma distro leva para reempacotar ele e disponibilizar nos repositórios ou no formato binário, que pode assustar muitas pessoas. Já sendo distribuído em formatos mais fáceis, como Flatpak e o Snap (versão essa já disponível e feita pelo pessoal da Canonical), ajuda e muito na hora de disseminar o navegador. 

Isso é o que eu penso, agora deixe aí nos comentários, o que você acha dessa possível vinda de uma versão oficial Flatpak.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Muitos dos leitores do blog Diolinux, vem acompanhando a “saga” do Linux em notebooks híbridos (Intel+NVIDIA), onde já produzimos artigos de como instalar o Ubuntu/Mint até a notícia mais esperada, a compatibilização completa no Linux, que finalmente saiu e você pode conferir aqui.

Nova versão do plugin Mate Optimus ganha suporte ao driver 435






Dentro desses artigos, teve também artigos falando que a NVIDIA estava disposta a trabalhar o Optimus no Linux, como também os anúncios da Canonical, através do Ubuntu, incluindo os drivers da NVIDIA já na ISO.

Por incrível que pareça, a primeira flavour do Ubuntu a se movimentar e começar o processo de suporte, foi o Ubuntu MATE, através do desenvolvedor principal, Martin Wimpress. Tanto que tem um artigo falando sobre o Ubuntu MATE 19.04 e as suas facilidades com as híbridas.

E como não seria surpresa para ninguém, eis que o Ubuntu MATE surge novamente como “pioneiro”  no mundo das híbridas, vamos assim dizer 😁.

Em seu Twitter, Martin fez um anúncio muito positivo e gerou uma expectativa muito boa na comunidade. Ele anunciou uma nova versão do plugin mate-optimus para a versão 19.10 (a mesma do Ubuntu 19.10) e assim compatibilizando-o com as novidades trazidas pela NVIDIA no driver 435, em especial para as híbridas (Nvidia Optimus).



Como demonstra a imagem, agora podemos escolher qual modo utilizar (Power Saving, Performance Mode ou On-Demand).

É ali na opção On-Demand, que “reside a mágica” da Nvidia para as híbridas. No primeiro anúncio, Martin tinha informado que ainda seria necessário fazer o logoff para a troca. Aí perguntei a ele se pretendia compatibilizar a "não necessidade" dessa etapa, e ele disse que ia arrumar. E assim fez.

Também perguntei se essa ferramenta poderia ser usada em outras interfaces ou se ele teria alguma informação sobre. Ele confirmou que sim, e que as interfaces suportadas serão: MATE, XFCE, Budgie, Cinnamon, GNOME, KDE e LXQt. Para conferir a thread completa, acesse o link.

Ele também me falou, que se a pessoa quiser testar fora do Ubuntu 19.10, bastasse clonar o repositório do GitHub e rodar os binários em usr/bin. Se você quiser testar, o GitHub dele é esse aqui.

Isso era questão de tempo, das distros e interfaces gráficas a compatibilizar a solução da NVIDIA e assim ir “quebrando” esse tabu no Linux, que na minha visão, será totalmente derrubado no Ubuntu 20.04 LTS, assim fazendo com que as outras distros e flavours também irão seguir.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Linux Mint anuncia data de lançamento e mais novidades!

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Há um mês, foi lançado a versão 19.2 do Linux Mint, trazendo muitas novidades e correções de bugs. Você pode conferir a nossa cobertura neste post bem bacana. Agora temos informações sobre o que pode vir no Mint 19.3.

Linux Mint anuncia data de lançamento e mais novidades!





Recentemente, fizemos um artigo falando do que poderia chegar na versão 19.3 do Mint, consultando o “roadmap” do projeto, que você pode conferir neste post.

No post recente no blog do Linux Mint, Clement Lefebvre, trouxe algumas palavras sobre a versão 19.2, agradecendo aos usuários que testaram e ajudaram a “debugar” o sistema para que ele pudesse ser lançado. Também trouxe a data em que o Mint 19.3 será lançado e quais melhorias eles estão trazendo.

O Linux Mint 19.3 será lançado no Natal desse ano, tendo assim aproximadamente 4 meses de “preparação” para o “Natal” e assim entregar como presente 😄.

As melhorias mencionada por ele são:

●HiDPI com suporte melhorado nas versões Cinnamon e MATE, onde na versão 19.2 ícones e imagens estavam sendo exibidas embaçadas. A correção foi feita nas configurações de idioma, na ferramenta de fontes de software, no protetor de tela e na visualização do tema no Cinnamon;

●Os ícones da Tray (bandeja) do sistema receberão melhorias, através do XApp.StatusIcon, alternativa criada a partir do Gtk.StatusIcon;

● O ícone do gerenciador de update receberá melhorias e assim será exibido corretamente.

Clement também comentou sobre o MintBox3, o pequeno computador vendido com o Linux Mint, dizendo:

“A Compulab está trabalhando duro no MintBox 3. Para realçar o fato de que esses computadores são únicos e proporcionam uma sensação premium, investimos em um logotipo de alumínio com corte em diamante no painel frontal. Ele estará disponível em três especificações, incluindo as GPUs Intel, AMD e NVIDIA. Estamos realmente empolgados e mal podemos esperar para ter a primeira unidade em nossas mãos.”

Para conferir o post completo e com mais detalhes, acesse aqui.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu e no Linux Mint

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sábado, 31 de agosto de 2019

Recentemente eu pude utilizar o excelente Ubiquiti Unifi nanoHD, um dos melhores "roteadores" do mercado, excelente para pequenas e médias empresas, ou mesmo uso domiciliar.

Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu













Ao contrário de outros modelos comuns ou domésticos, o Unifi nanoHD não possui uma interface própria para configuração diretamente no dispositivo, ele tem um software em específico para essa finalidade.

Como fazer a instalação no Unifi Controller no Ubuntu e derivados


A Ubiquiti lançou um script para utilização e automatização do processo de instalação da ferramenta, hoje vamos ver como fazemos a instalação dessa tool excelente para profissionais.

O Script tem suporte para as seguintes distribuições, inclusive, algumas não diretamente derivadas no Ubuntu:

- Ubuntu Precise Pangolin ( 12.04 )  
- Ubuntu Trusty Tahr ( 14.04 )
- Ubuntu Xenial Xerus ( 16.04 )
- Ubuntu Bionic Beaver ( 18.04 )
- Ubuntu Cosmic Cuttlefish ( 18.10 )
- Ubuntu Disco Dingo ( 19.04 )
- Ubuntu Eoan Ermine  ( 19.10 )
- Debian Jessie ( 8 )
- Debian Stretch ( 9 )
- Debian Buster ( 10 )
- Debian Bullseye ( 11 )
- Linux Mint 13 ( Maya )
- Linux Mint 17 ( Qiana | Rebecca | Rafaela | Rosa )
- Linux Mint 18 ( Sarah | Serena | Sonya | Sylvia )
- Linux Mint 19 ( Tara | Tessa )
- MX Linux 18 ( Continuum )

Abra o seu terminal, copie e cole os seguintes comandos:
sudo apt-get update; sudo apt-get install ca-certificates wget -y
sudo wget https://get.glennr.nl/unifi/install/unifi-5.11.39.sh
sudo chmod +x unifi-5.11.39.sh
sudo ./unifi-5.11.39.sh
O software pode receber atualizações com o tempo, então, é interessante consultar esta página para ter atualizações.

Instalação finalizada


Uma vez instalada a ferramenta, o terminal irá te mostrar o IP que você deve acessar à partir de um navegador para ter acesso ao software. Observe que o IP provavelmente será diferente, então, use o valor que o terminal informar e use a porta 8443.

Se quiser consultar o seu IP novamente, use o comando:
ip addr show
Teremos um vídeo no canal Diolinux na próxima semana sobre este aparelho, se você ainda não segue a gente por lá, se inscreva e ative as notificações para não perder mais do nosso conteúdo.

Quer tirar dúvidas sobre redes de computadores em ambientes empresariais? Acesse o nosso fórum, temos uma categoria dedicada para isso.

Até a próxima!

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Conheça as novidades que podem chegar no Linux Mint 19.3

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Software é o tipo de coisa que está em constante evolução e aprimoramento, e se você gosta do Linux Mint, vai gostar de saber o que os desenvolvedores estão planejando para a próxima versão do sistema, a 19.3, que deverá sair até o final do ano.

Linux Mint 19.3 Roadmap






A versão 19.3 do Linux Mint deverá sair somente em Dezembro e ainda não tem nome, a versão atual, 19.2, trouxe muitas novidades, mas isso não significa que o trabalho para este ciclo foi encerrado, muito pelo contrário.

No GitHub do Linux Mint podemos ver o "roadmap" de funcionalidades, recursos, correções e ajustes que devem ser feitos para a versão 19.3. Nesse "roadmap" podemos ver muitas coisas diferentes, mas é importante notar que nem todas estas coisas podem ser implementadas, esse documento representa somente as intenções, sem elencar a ordem prioridades.

Novidades previstas


Ainda que nem tudo que está aqui realmente possa chegar na versão 19.3, é interessante observar que as sugestões e melhorias podem fazer parte da futura versão 20 do Linux, que sairá somente por volta de Maio ou Junho de 2020.

As principais novidades a serem implementadas na versão principal do Mint, baseada no Ubuntu e com ambiente Cinnamon, são:

• Suporte para HiDPI para as configurações de temas, configurações de idioma e configurações de fontes de aplicativos;

• Adição de uma comando no terminal para remover, listar e fazer downgrade de pacotes de fora do repositório do Mint;

• Novo Logo para o projeto;

• Novo visual para o site;

• Novos wallpapers com o novo logo;

• Novas telas de Splash;

• Novo tema para o GRUB;

• Usar variantes escuras para Apps de mídia e leitura;

• Adicionar função de segurança para evitar remoção de pacotes acidentalmente no Mint Update;

• Considerando a troca do XPlayer pelo Celludoid.

Há também uma série de ideias que estão em segundo plano e serão trabalhadas somente "se houver tempo", e algumas são bem interessantes, como:

• Renovação dos efeitos sonoros no desktop;

• Corrigir as Tooltips do painel do Cinnamon que não respeitam o tema GTK;

• Criar um guia de segurança para novos usuários;

• Portar o criador de pen drives bootáveis para Python3;

• Ajustar o Mint Report para detectar a falta de idiomas no sistema e avisar sobre a senha de Root, caso ela não esteja configurada;

• Melhorar a barra de navegação do Nemo;

• Considerar inclusão do recurso Sping loaded Folders, como existe no macOS e no KDE Plasma;

Existem também outros detalhes, menores e menos relevantes do ponto de vista do que você vai realmente ver ao utilizar o Linux Mint.

Geralmente estas versões intermediárias não oferecem muitas novidades, de fato, mas a versão 19.2 surpreendeu-me neste sentido, quem sabe a versão 19.3 possa fazer o mesmo, não é verdade?


O plano parece bom, mas e você, o que mudaria no Linux Mint para a versão 19.3? Participe dos debates no nosso fórum.

Até a próxima!
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Estes são os meus gerenciadores de E-mail preferidos para Linux

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Conforme a tecnologia de e-mails evoluiu, a necessidade de uma pessoa comum usar um programa para gerenciar seus e-mails se tornou menor, serviços populares como o Gmail tomaram conta do mercado, enquanto que ainda existe uma parte da população que prefere ler seus e-mails através de um software instalado em seus computadores. O artigo de hoje é focado justamente nas pessoas com essa preferência ou necessidade.

linux-mail-apps






Ler os seus E-mails através de um aplicativo no seu PC pode ter algumas vantagens, especialmente em se tratando de organização, leitura offline e até aplicação de filtros de SPAM personalizados, contudo, geralmente essas aplicações acabam aparecendo em soluções empresariais que não possuem ótimas interfaces Web, como um RoundCube "da vida", por exemplo.

Eu já precisei usar muito esse tipo de ferramenta por conta de trabalho, e até já fiz implementações em empresas de uma delas. Hoje vou compartilhar com você as minhas favoritas, fique à vontade para acrescentar informações e as suas preferidas.

Thunderbird


Thunderbird


Para mim é muito difícil pensar em "gerenciador de E-mail" sem lembrar do Thunderbird, foi ele, inclusive, que eu implementei em algumas empresas há alguns anos. Um software originário da Mozilla, que até hoje faz parte de grande parte das distros Linux como padrão. Ele tem uma interface amigável, pode ser configurado com clientes de chat, aceita feed RSS para que você também possa ler as suas notícias, e é completamente grátis.

Você encontra ele na loja de aplicativos da sua distro preferida certamente, isso se ele já não vier pré-instalado.

Mailspring


Mailspring


Já neste caso, lembro do Mailspring sempre que penso em cases de sucesso de aplicações em Electron. O software já foi premiado algumas vezes como um dos mais inovadores do segmento nos últimos anos, tem um visual que agrada bastante, com suporte a temas, e se encaixa perfeitamente em vários sistemas operacionais diferentes, assim como o Thunderbird.

A versão oficial do Mailspring está disponível para Ubuntu via Snap, então você encontra na loja de aplicativos, no entanto, há versões alternativas  em .deb e .rpm diretamente no site oficial. Fizemos um artigo completo sobre Mailspring para que você possa conhecê-lo em maiores detalhes.

Geary


Geary Linux Mail


Atrelado mais diretamente ao projeto GNOME, assim como o cliente Evolution, o Geary ganhou maior fama depois de se tornar o cliente de E-mails padrão do elementary OS, e de fato, existe um trabalho primoroso aqui, onde uma interface clean é o ponto mais forte da aplicação, sem dúvidas.

O Geary se integra com as contas online do GNOME, então ele fica bem integrado com o seu desktop, caso você decida usá-lo dessa forma.

E os seus favoritos?


Estes são os meus três clientes de E-mail favoritos, todos tem as funções essenciais que se espera de um bom software deste segmento, é possível configurar tanto contas de E-mails populares atualmente, como Gmail e Outlook, como também usar os dados do seu próprio servidor de E-mails.

Gostaria também de mencionar alguns outros softwares que eu achei interessantes, mas que colocaria a um "nível abaixo", por assim dizer, mas que no entanto, podem ser alternativas viáveis, caso você não goste de nenhum dos supracitados.

Temos o KMail, do projeto KDE, o próprio Evolution, do projeto GNOME, temos o ElectronMail, focado em ser um utilitário para o ProtonMail.

Você tem alguma dica legal de gestor de E-mail e gostaria de compartilhar com a nossa comunidade? Deixe aqui nos comentários do artigo e participe também da nossa comunidade no fórum oficial, é só clicar aqui e se inscrever, é rápido e grátis.

Até a próxima!
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Como instalar o Game Mode da Feral Interactive no Ubuntu e no Linux Mint

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Gamers são muitas vezes detalhistas e estão sempre tentando extrair "um frame a mais" dos seus jogos favoritos, e uma das coisas interessantes para se fazer num momento como este, é tentar dedicar o seu hardware a executar uma determinada tarefa, como rodar o seu game. Por isso a Feral Interactive, a principal empresa de portes de jogos para Linux e macOS, criou uma ferramenta chamada "Game Mode".

Game Mode Ubuntu Linux





Essa não é a primeira vez que falamos sobre o Game Mode, ele já foi assunto aqui no blog em Abril de 2018, e de lá para cá, o projeto recebeu interessantes melhorias e integrações.

O "Game Mode" é um utilitário, sem interface gráfica, que deve rodar em background, focado em jogos, mas que, supostamente você pode usar com qualquer ferramenta. Os games podem usar o "Game Mode" para requisitar no sistema certos perfis de "atenção" por parte do processador e outros componentes de hardware do seu PC.

Essa aplicação, de forma grosseira, pode ser comparada com o "Windows 10 Game Mode", que tende a focar recursos do sistema para os jogos, porém, tecnicamente funciona de forma diferente. Assim como o próprio "Game Mode" do Windows, nem todos os usuários tirarão real proveito da ferramenta, pois isso depende da forma com que cada game é desenvolvido, e o quanto esses elementos são os que efetivamente estão segurando a performance do jogo.

Como funciona?


Game Mode no Linux - Feral Interactive

A ferramenta da Feral ajusta a performance do Linux sob demanda, priorizando um processo específico, é um pouco diferente do que ferramentas como o CPUFreq, ou o Slimbook Battery Manager, que ajustam essa performance "system wide" fazem, mas ainda assim comparável.

O Game mode ajusta o "nice" de um processo no Linux, configurando ele para "-4" por padrão, dando maior prioridade para IO e CPU, em comparação com os demais processos em background, no entanto, é importante perceber que o recurso só funciona o seu usuário estiver listado no arquivo limits.conf, que fica em /etc/security/limits.conf.

A intenção é que, com essa modificação, os games rodem de forma mais suave, com mais quadros por segundo e com menos "slowdows" ou "stuttering". A grande questão é que isso fará apenas diferença, quando o "gargalo" do game em questão for de fato algum elemento desses, como a prioridade de execução, e  de forma geral, o Linux já faz muito bem o seu trabalho sem modificações específicas e manuais.

Como instalar no Ubuntu e no Linux Mint


A instalação pode ser feita através do PPA oficial do projeto, você pode adicionar este repositório através do aplicativo "Programas e Atualizações" no Ubuntu, ou através das "Fonte de Aplicativos" no Linux Mint: ppa:samoilov-lex/gamemode

Se preferir fazer pelo terminal, basta usar este comando:
sudo add-apt-repository ppa:samoilov-lex/gamemode
sudo apt update 
Para fazer a instalação, basta procurar pelo pacote "gamemode" no Synaptic, ou na loja de aplicativos do Linux Mint, ou ainda, usar o terminal mais uma vez se for mais conveniente:
sudo apt install gamemode
 Depois disso, é recomendado reiniciar o computador para que as mudanças tenham efeito.

Como usar o Game Mode?


Na verdade, é muito simples. Games que tiverem esse suporte nativo, poderão fazer uso do "Game Mode" sem que você faça nenhuma alteração extra, basta simplesmente rodar o jogo. Atualmente os títulos para Linux com este suporte são poucos:
- DiRT 4
- Rise of the Tomb Raider
- Total War: Three Kingdoms
- Total War: WARHAMMER II
- Total War Saga: Thrones of Britannia

No entanto, é possível rodar qualquer game ou software que você queira com o comando:
gamemoderun nome_do_executável
Outra forma de fazer com que qualquer game da Steam use o "Game Mode" é utilizar o parâmetro:
gamemoderun %command%
...nos parâmetros de inicialização do jogo na Steam, alterando a opção nas propriedades.

Não espere maiores milagres, mas se você está sofrendo com desenho e quer fazer uma tentativa de melhora, esta pode ser uma solução.

Compartilhe seus resultados no nosso fórum, e eu te vejo no próximo artigo! :)

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