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5 Mitos mais comuns sobre Qt e um Convite

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Se você usa tecnologias da comunidade KDE, VLC, Virtualbox ou até mesmo o Skype, você já usa Qt aí por debaixo dos panos e talvez nem saiba. Qt é um framework de desenvolvimento completo para C++ e é bastante utilizado mundo afora e hoje iremos desmistificar alguns mitos que o envolvem.

QtCon.jpg



Desde algumas marcas de SmartTVs, Blackberrys e até mesmo o sistema de bordo dos carros da BMW utilizam Qt.

Mesmo com toda essa galera "de peso" usando Qt profissionalmente, ao longo do tempo muitos mitos foram criados com relação ao Qt e seu uso, e alguns deles persistem até hoje. Separamos alguns deles para desmistificar neste post e ao final temos um convite bacana pra você que deseja saber mais sobre este incrível framework.


1 - Qt só serve para programas gráficos


Qt Design de interfaces

Pelo fato de também permitir desenvolvimento de programas gráficos, muita gente associa Qt somente com este tipo de software, o que não é verdade. É possível ter programas em Qt somente em modo texto também, o que facilita muito a vida de um programador que deseja desenvolver alguma ferramenta que não necessite de modo gráfico.

Desde fazer seu programa "conversar" TCP/IP, quanto fazer parsing de código XML. Tudo pode ser feito importando algum módulo do Qt no seu programa e utilizando as classes certas.


2 - Não existe uma boa IDE para Qt (como o netbeans, ou visual studio)


Qt Creator

Quem é programador "das antigas" talvez lembre que antes do Qt 4 não existia uma boa IDE. E muita gente ainda evita usar Qt hoje em dia por causa de memórias daquela época.

O que existia era somente o Qt Designer, que permitia "desenhar" as janelas e gerar um arquivo com extensão .ui que continha toda a especificação da interface, e podia ser utilizado no seu programa (utilizando QWidget's).

A IDE oficial hoje chama-se Qt Creator. Ela começou a ser desenvolvida em 2007, mas foi só em 2009 que ela foi integrada e distribuída junto com o Qt 4.

O Qt Creator hoje, além de integrar o Qt Designer, também fornece uma ferramenta para desenvolver a parte gráfica do seu programa em QML, que é uma das tecnologias mais modernas para se programar interfaces gráficas e que tem uma sintaxe muito parecida com o CSS.

Para quem está acostumado com programação web, QML é uma mão na roda. Além da citada similaridade com CSS, é possível adicionar uma certa lógica no QML através de javascript. E enquanto o lado gráfico pode ser todo "desenhado" em QML, é possível fazer ele interagir com código C++ para efetuar tarefas mais complexas, como acessar um banco de dados ou efetuar uma conexão TCP/IP.

Para você ter uma ideia do que é possível de se fazer, o finado Unity 8 e seus aplicativos foram todos feitos com Qt/QML.

Para quem gosta de ter um depurador integrado, pode ficar tranquilo, pois o Qt Creator permite que você depure seus programas diretamente na interface, assim como em qualquer outra IDE. Há plugins para diversos depuradores, como o GDB, LLDB, etc.


3 - Qt só roda em Linux


Qt Linux

Este é um mito bem fácil de desmistificar, sendo que boa parte dos programas que foram citados no começo do artigo funcionam tanto em Linux, quanto OSX e Windows. As empresas por trás destes aplicativos não optaram pela Qt à toa: Qt é multiplataforma.

Desenvolver o mesmo programa para 3 plataformas diferentes é bastante complicado e nem um pouco barato. Manter o mesmo código para plataformas diferentes resolve inúmeros problemas no desenvolvimento de qualquer projeto.

O próprio framework se encarrega de abstrair o máximo possível as peculiaridades de cada plataforma, de forma que o programador se concentre no que é mais importante: desenvolver o software. Além disso, o Qt garante que seu programa tenha a mesma aparência e integração que aplicações nativas do ambiente.


4 - Qt é pago


Qt Pago

Este é parcialmente um mito e precisa ser esclarecido, pois é uma preocupação de muita gente ao utilizar Qt em seus projetos.

Se você estiver desenvolvendo uma aplicação proprietária, talvez deva prestar atenção que você não pode simplesmente fechar o código se o seu programa estiver utilizando Qt.

O Qt tem algumas modalidades de licenças. Se você tem dúvidas sobre o licenciamento, basta olhar os links oficiais:



Como você deve imaginar, se seu objetivo é desenvolver software livre, e ele respeitar as 4 liberdades da GPL, muito provavelmente você pode utilizar Qt no seu software sem nenhum custo.


5 - Não há uma comunidade Qt no Brasil.


Comunidade Qt no Brasil

As comunidades KDE e Qt do Brasil sempre andaram meio que juntas por motivos óbvios: O KDE tem uma história muito ligada ao Qt desde seu surgimento há 20 anos atrás. Até hoje isto ainda é verdade, e esta "parceria" ainda persiste. Grande parte do sucesso do KDE deve-se ao Qt, e vice-versa.

Talvez por este motivo muita gente acredita que não existe uma comunidade Qt no Brasil. Muito do que acontece sobre Qt no Brasil pode ser visto na página da prória comunidade KDE Brasil.

Apesar desta ligação quase familiar, o Qt é um framework independente do KDE, e como você percebeu, já vem por muitos anos sendo utilizada em vários outros projetos de grandes empresas (Blackberry, Nokia, Canonical, BMW, etc).

Em 2016, juntamente com a Akademy em Berlim (evento internacional do KDE) aconteceu a QtCon, reunindo diversas palestras especificamente sobre Qt, e pelo naipe dos patrocinadores, dá pra notar que tem muito mais gente interessada no Qt do que somente o projeto KDE.

A má notícia é que para quem se interessa por este tipo de evento e mora do lado de cá do mapa, não é tão simples se deslocar até a Europa. A boa notícia é que o pessoal do KDE Brasil esteve no evento ano passado e resolveu trazer a QtCon aqui para o nosso lado do globo, e a sua primeira edição brasileira acontecerá dias 18, 19 e 20 de Agosto de 2017 em São Paulo. Há varias palestras interessantes para quem gosta de programação, tecnologia, e claro: Qt.

No momento os treinamentos já estão totalmente esgotados, mas ainda há algumas vagas para as palestras. Se correr ainda dá tempo de garantir seu ingresso aos dois dias de palestras.

Você pode acessar o site oficial do evento para maiores informações: https://br.qtcon.org/

Esta é uma excelente oportunidade para poder aprender mais sobre o projeto, ver softwares reais que utilizam o framework, e até quem sabe ajudar a crescer a comunidade brasileira de Qt.

Este artigo foi escrito em parceria com o nosso professor do Diolinux EAD, Tiago Salem Herrmann.

Até a próxima!
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5 motivos para se aprender Shell Script e dominar o Linux

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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Não dá para negar que o Bash é um dos interpretadores de comando mais utilizados no mundo.
E não é a toa. Às vezes é impossível ver o potencial escondido atrás da linha de comando do Bash a olho nú.

Shell Script



Basta abrir a man page do Bash para ver o mundo de possibilidades (e até se impressionar/amedrontar um pouco).

Se você já fez o nosso curso de terminal, você já teve uma pequena amostra da quantidade de coisas que dá pra fazer na linha de comando (modo interativo).

Porém, muito se engana quem acha que shell scripts só servem para automatizar backups e afins.

Abaixo vamos listar 5 motivos para se aprender a arte do shell scripting.

1 - Inúmeras partes de uma distribuição linux utilizam shell scripts.

Shell Script


- Sistemas de empacotamento (rpm e deb): scripts são usados na hora de criar pacotes, e até na hora de instalar (scripts pós instalação).

- Init systems (upstart, sysvinit): precisam de shell scripts para controlar serviços que rodam aí por debaixo dos panos.

- Grub: Arquivos que geram configurações do boot são shell scripts: /etc/grub.d/

- startx: famoso comando que inicia modo gráfico é um shell script.

- xdg-open: comando para abrir arquivos automaticamente no programa correto, também é um shell script.

Poderíamos passar horas aqui listando lugares e sub-sistemas de uma distribuição linux que usam shell scripts.

2 - Novos conceitos, mas os Shell Scripts estão lá

Shell Scripts em drones?


É impressionante como o tempo passa, as tecnologias evoluem, os conceitos de computação mudam, porém shell scripts sempre aparecem em algum canto.

Talvez você tenha percebido que o que mais se fala hoje em dia é sobre computação em nuvem.
Demanda por novos profissionais que entendam de diversas tecnologias diferentes surgem, como docker e openstack.

E apesar dos conceitos novos, ainda lá na base o shell script continua firme e forte.

- Docker: Dentro do arquivo que define um container docker você pode utilizar shell scripts.

- Openstack: Você pode executar um script no primeiro boot de uma máquina virtual para personalização.

3 - Entender Shell Scripts melhora seu conhecimento no modo interativo

Aprendendo Shell Script


O Bash pode ser executado em basicamente dois modos: interativo (linha de comando) e não interativo (scripts).

Uma das coisas mais fascinantes do mundo dos interpretadores de comandos é o número de formas diferentes para se executar uma mesma tarefa.

Muitas pessoas passam muitos anos com um canivete suíço nas mãos, porém tentam fazer tudo somente utilizando a faca mais simples do canivete, pois é a única que sabem abrir.

Este canivete é o Bash. Quando nos aprofundamos em scripts e entendemos suas estruturas para controle de fluxo, variáveis, etc, conseguimos otimizar muito nosso tempo. Estruturas como o "for", e até mesmo funções, que geralmente são encontradas somente em scripts, podem facilmente
ser utilizadas direto na linha de comando em modo interativo. E é aí que está o pulo do gato.

Tarefas como renomear vários arquivos de um diretório de uma só vez podem facilmente ser feitas com uma linha como a seguinte:

for i in *.txt; do mv $i ${i%%.txt}-old.txt; done # renomeia todos os arquivos .txt para arquivo-old.txt

4 - Melhorar seu currículo

Currículo Shell Script


Qualquer pessoa que deseje trabalhar profissionalmente com Linux, ou seja, fazer do seu hobby uma profissão de verdade, precisa necessariamente dominar shell scripts. Independente da área que você planeje atuar (programação, administração de redes, administração de sistemas) você precisará escrever e ler scripts de outras pessoas.

Há ofertas de emprego que hoje em dia nem mesmo mencionam a exigência de saber shell scripts pois já assumem que o candidato sabe.

5 - Shell script é divertido

Shell Script é divertido


Somente amantes de tecnologia irão entender este motivo. Mas sim, o prazer de automatizar tarefas e ver aquele script que você criou do zero funcionando sozinho e ficar orgulhoso de ver ele fazendo aquilo que antigamente você precisava fazer "na mão"... este sentimento inexplicável já é motivo suficiente para largar tudo o que você está fazendo e ir correndo aprender shell scripts.

Claro que há muito material da internet para você pesquisar, apostilas e tudo mais, mas como vocês pediram diversas vezes, nós vamos lançar um novo curso no EAD.

Se você não tem ideia por onde começar e precisa de um guia, fique ligado que em breve lá no EAD do Diolinux será lançado um curso completo de Shell Script. Mais de 11 horas de vídeo aulas explicando detalhadamente tudo o que você precisa saber para dominar a arte automatizar tarefas
e otimizar a sua vida na linha de comando.

Este artigo foi escrito em parceria com o nosso professor Tiago Salem, ele já possui um curso de Bash (Terminal) lá no Diolinux EAD, esse curso é quase que um pré-requisito para o de Shell que está por vir, vale a pena dar uma olhada.

Até a próxima!
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Os 10 NFS que fizeram mais sucesso na história da franquia

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terça-feira, 31 de julho de 2012


Assim como diversas franquias da Electronic Arts, Need For Speed conquistou um público fiél desde o início da era 32-bits. Com o primeiro título sendo lançado para consoles como 3DO, PSOne, Sega Saturno e PC, ainda em 1994, a série acompanhou a evolução dos consoles e se modernizou com o passar do tempo.
Electronic Arts revela requisitos mínimos de Need for Speed: Most Wanted e Dead Space 3 no PC (Foto: Divulgação) (Foto: Electronic Arts revela requisitos mínimos de Need for Speed: Most Wanted e Dead Space 3 no PC (Foto: Divulgação))
É inegável que desde o início NFS já atraia pela descontração nas disputas, apostando mais no terreno do arcade ao invés da seriedade que os títulos de simulação traziam.  Unindo isso a belíssimos gráficos, pistas elaboradas, grande variedade de veículos, jogabilidade sólida e trilhas sonoras licenciadas, você tem a receita de sucesso da mais popular série de jogos de corrida do mundo.
Confira os dez maiores títulos lançados para a franquia:
10 – Need for Speed: The Run
Este título marca o retorno da produção do estúdio EA Black Box. O estúdio é um dos principais grupos a frente da franquia, e que é responsável por colocar nas prateleiras outros oito jogos da série, entre eles, alguns dos mais aclamados. Ok, então o que poderia dar errado? Bem, quase tudo…
NFS The Run
O jogador deve correr contra o tempo e vencer todas as corridas de São Francisco a Nova Iorque, além de encarar outros desafios a pé! Sim, The Run foi o primeiro jogo da franquia a mostrar um gameplay fora de seu veículo. Mesmo utilizando o mesmo motor gráfico de Battlefield 3, falhas como a história fraca, a (falta de) inteligência artificial, ou mesmo as inacabáveis telas de loading fizeram deste um dos mais mal sucedidos jogos da série, não agradando público e crítica.
9- Need For Speed: Porsche Unleashed
Este é o único jogo da série em que você mergulha totalmente de cabeça na história de uma das principais montadoras do mundo, no caso a Porsche. Você é apresentado à história da marca e sua participação na história do automobilismo de acordo com os modos de jogo, contando com vídeos e fotos reais, a carros que deram o que falar na época.
NFS porsche unleashed
Se Gran Turismo criou um novo padrão para jogos de simulação, Porsche Unleashed levou essa ideia um pouco mais adiante. No modo “Evolution”, você pode disputar partidas diretamente de 1950 em diante, sendo que, para cada década, o jogo uma possui uma trilha sonora da época. Já em “Factory Driver”, você se torna um piloto de testes da montadora e deve fazer valer suas habilidades no volante.
8- Need For Speed: High Stakes
O quarto jogo da série é apenas uma evolução dos primeiros títulos da franquia, com a adição de um modo de perseguição policial chamado “Getaway”. Assim como em Hot Pursuit, o game possui uma modalidade que permite participar de corridas em que o perdedor entrega o carro ao vencedor. Os modos“Time Trap” e o clássico “Carreer” também estão presentes.
NFS High Stakes (Foto: NFS High Stakes)
O jogo foi o primeiro a introduzir um sistema de danos aos carros durante colisões. Se o jogador destruía seu veículo durante uma corrida no modo “Career”, poderia pagar por reparos no momento posterior. A jogabilidade sólida e a inteligência artificial avançada -  fazendo com que oponentes perseguissem o jogador até um deslize ser cometido – fazem deste um dos títulos mais difíceis da série.
7- Need for Speed: Shift
Como qualquer franquia anual, Need for Speed também mudou sua direção com o passar do tempo. Em 2009, a série ganhou um reforço que deixou de lados as perseguições policiais e carros tunados em corridas noturnas, abraçando de vez a simulação.
NFS Shift (Foto: NFS Shift)
Shift, desenvolvido pela Slightly Mad Studios, só melhorou o que foi explorado em ProStreet, trazendo a mais pura experiência da simulação, sem qualquer história como o antecessor, mas com muito conteúdo a ser completado. E haja habilidade no volante! Shift agradou também por conta de um modo multiplayer competitivo e seu modo carreira viciante.
6- Need For Speed: Most Wanted
Most Wanted é uma junção do que Hot Pursuit e Underground 2 possuem de melhor. O jogo conta com perseguições policiais e fugas em alta velocidade, e com as famosas opções de customização dos seus veículos – popularmente conhecidas como “tunning”.
NFS Most Wanted (Foto: NFS Most Wanted)
O jogador agora enfrenta confrontos ocasionais com os policiais, que podem aparecer pelas proximidades caso esteja com o “heat level” cheio. As corridas acontecem na parte da manhã e ao entardecer, com possíveis mudanças climáticas.
5- Need For Speed: Hot Pursuit 2
A sequência do terceiro e um dos mais populares títulos da série nada mais é que uma evolução do modo perseguição policial. Hot Pursuit 2 trouxe mais pistas, mais desafios e melhores gráficos que o original do PSOne, com a maior coleção de carros exóticos reunidos em um jogo.
NFS Hot Pursuit 2 (Foto: NFS Hot Pursuit 2)

Porém, o modo de perseguição era bem menos realista que os outros, o que acabou decepcionando muitos fãs. Para prender alguém, por exemplo, basta encostar no outro veículo. Táticas policiais como a manobra PIT foram deixadas de lado. Aqui foi também a primeira vez que a EA desconsiderou a visão interna do carro, sinal que estava prestes a abraçar de vez o estilo arcade.
4- Need For Speed: Underground 2
Com mais de quatro milhões de cópias vendidas, esta sequência acabou vendendo mais por se tratar da continuação de um dos melhores jogos da série – que infelizmente não agradou como deveria. A distância para escolher as disputas, a falta de policiais e o marketing excessivo de marcas que nada tinham a ver com automóveis foram alguns dos pontos mais criticados.
NFS undeground 2 (Foto: NFS undeground 2)
Mesmo assim, muitos fãs ainda conseguiram extrair um bom sumo de diversão, correndo pelas ruas noturnas da cidade de Bayview. É possível encontrar desafios de corridas como “Drag”, fazer derrapagens no modo “Drifting”, desafiar pilotos pela cidade, além de tunar seu veículo com um estilo bem semelhante ao concorrente Midnight Club.
3- Shift 2 Unleashed

Shift 2 trás a maior evolução da franquia. Nele é possível notar como o título amadureceu  e explorou com segurança todos os mínimos detalhes da simulação. Enfrentar Shift 2 Unleashed é quase como um filme de terror, já que qualquer mínimo deslize pode render aquele acidente que prende a respiração do espectador.
Com mais de 60 disputas, Shift 2 é uma combinação de provas que vão de derrapagens a resistência, contando com apresentações de pilotos da vida real, acrescentando recursos como o Autolog (para buscar o melhor tempo entre seus amigos) e a belíssima visão de dentro do capacete, que acompanha o movimento de uma curva. A maior competição, no entanto, está no ajuste das partes internas do veículo.
2 – Need For Speed 3: Hot Pursuit
Provavelmente um dos títulos mais populares da franquia, Hot Pursuit marcou a história da série por trazer não apenas os tradicional modo de circuito e gráficos incrivelmente realistas à época, como também deixar o jogador virar o alvo de perseguições policiais em disputas alucinadas.

O modo que dá nome ao jogo explorou novas possibilidades à jogabilidade, trazendo uma inteligência artificial agressiva para os policiais. O jogador deveria fazer valer de sua habilidade para despistá-los usando atalhos, ou levá-los a bater em colunas e paredes. Isso sem contar com as opções de clima e período do dia.
1- Need for Speed: Underground
nfs_underground
O primeiro da série a trazer um rumo totalmente novo e diferente do que vinha sendo visto até então, Underground explorou a temática de filmes como Velozes e Furiosos, possibilitando disputas noturnas entre pilotos experientes que dominavam as iluminadas ruas da metrópole, sem os policiais de Hot Pursuit ou Porsche Unleashed.
 Underground foi o primeiro a ter uma história a ser contada e contar com os modos “Drag”, “Drift” e “Sprint” – bastante utilizados em jogos posteriores. Ele também foi o primeiro a ter todas as pistas sendo partes de um único mapa. Lançado em 2003, este é um dos favoritos entre os amantes da série.

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