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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

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Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Primeira versão beta do Microsoft Edge é lançada

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Não é de hoje que a Microsoft vem investindo uma certa atenção no desenvolvimento de seu navegador Microsoft Edge. Depois de mudar para base Chromium, a empresa se juntou ao grupo de navegadores que fazem uso do projeto open source. Recentemente anunciamos que o Google Chrome ganhará um melhor gerenciamento energético, tudo isso graças ao Microsoft Edge.

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Depois de muita espera, e trabalho por parte da MS, seu navegador Microsoft Edge é disponibilizado oficialmente. Ao menos, em primeiro momento, a versão beta. Depois de passar por versões Canary e Dev, o browser chega no último passo até a primeira versão estável. Implementações vistas anteriormente se fazem presentes, como esperado, e os usuários poderão conferir um pouco o funcionamento do programa. Algumas dessas features, são: Modo Internet Explorer (para sites e sistemas que ainda fazem uso e apenas são compatíveis com o IE), Microsoft Search (incorporando o buscador Bing), e um sistema de proteção baseado no Windows Defender (que pretende isolar sites não confiáveis) e suporte para 14 idiomas diferentes.

O Edge ainda está em construção, então, não espere um navegador estável e sem eventuais bugs. Inclusive a Microsoft está oferecendo recompensas que podem chegar até 15 mil dólares por vulnerabilidade encontrada. Ficou interessado? Acesse o blog MSR para mais detalhes

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Em sua publicação oficial a Microsoft informa que continuará comprometida em colaborar com a comunidade Chromium, sendo ativa e mantendo o pleno envolvimento com o projeto. E parece que a MS está se empenhando em manter este compromisso, basta ver toda contribuição que tem feito para o projeto Chromium.

Neste primeiro lançamento apenas as versões para Windows e macOS estão disponíveis para download. Para quem duvida de uma versão para o pinguim, em sua Build 2019, conferência para desenvolvedores MS, a empresa através de um slide deixou claro a intenção de distribuir seu navegador não apenas para o Windows. Você pode ler a matéria completa acessando este link, e ficar por dentro do assunto.

Não foi desta vez (para os usuários Linux), entretanto, se está no Windows ou macOS, o download do Edge pode ser efetuado diretamente do site da Microsoft

E você, usará o Microsoft Edge ou permanecerá em seu browser atual? Nem vai experimentar o navegador da MS? (#Malvadão 😂️😂️🤣️).

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Até o próximo post, e seja complacente nos comentários, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Microsoft.
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Nova versão do antivírus ClamAV

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

O ClamAV é um antivírus desenvolvido pela Cisco Systems, líder mundial em soluções para TI e redes, de código aberto e famoso entre os usuários Linux e BSD. Multiplataforma, o ClamAV está disponível para muitos sistemas operacionais, como: Windows, Linux, BSD, Solaris e macOS. Uma alternativa interessante na detecção de trojans, vírus, malwares e demais ameaças.

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Recentemente a Cisco lançou uma nova versão de seu antivírus, ClamAV 0.101.3, eliminando uma vulnerabilidade que poderia permitir um ataque de negação de serviços através da transferência de um arquivo ZIP. Obviamente, que esse arquivo deveria ser previamente preparado e com tal intenção maliciosa. Essa ameaça é uma variação do “bomba zip” não recursiva, conhecido também por outros nomes (bomba da morte ou descompressão).

O bomba zip consegue bloquear ou desativar o programa ou sistema em que tentar descompactá-lo. Com uma carga de descompressão monstruosa um arquivo com essa natureza tenta atingir a taxa máxima de compactação do formato zip, algo em torno dos 28 milhões de vezes. Por exemplo, um arquivo bomba zip com 10MB irá descompactar aproximadamente 281 TB de dados (“não há computador que aguente” 😵️😵️😵️). O intuito dessa técnica é abrir brechas para vírus no sistema durante toda essa sobrecarga, desabilitando ou dificultando o uso de antivírus na máquina (isso se existir software com esse propósito instalado, caso contrário será “um passo a menos” para o bomba zip).

A nova versão do ClamAV 0.101.3 consegue identificar o bomba zip e suas variantes, como também atualizou a biblioteca libmspack integrada, eliminando o vazamento de dados ao abrir um arquivo chm especialmente projetado (CVE-2019-1010305). Paralelamente uma versão beta da nova ramificação do ClamAV 0.102 foi apresentada. Essa versão transferiu a varredura de arquivos abertos do processo clamd para o clamonacc separado. Com isso existe a possibilidade do clamd trabalhar sem a necessidade de privilégios elevados do usuário root.

Suporte para arquivos (ESTsoft) foram implementados e o programa freshclam redesenhado, isso permitiu a adição do HTTPS e a capacidade para trabalhar com mirrors de solicitações em portas de rede não-80.

Você utiliza antivírus em sua distro Linux? Em breve iremos demonstrar como é fácil instalar o antivírus ClamAV, e em quais cenários seriam extremamente válidos a sua utilização. 

Até lá fique ligado no blog Diolinux e participe de nossa comunidade Diolinux Plus.

Te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎️

Fonte: ClamAV, UbunLog.
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Organize seus arquivos no Linux

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Há pouco tempo demonstrei uma forma bem prática para organizar os arquivos de seu computador via terminal. No entanto, é notório que nem todos os usuários gostam de utilizar a famigerada telinha preta. Seja por medo, inexperiência, preguiça ou até mesmo gosto (às vezes me encaixo junto aos preguiçosos, isso tanto para interface quanto terminal. Geralmente tenho preguiça e faço logo com um comando ao invés de ficar clicando... 😂😂😂).

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Caso queira utilizar uma solução via terminal, indico o Classifier, acesse o post e saiba mais. Já se quer a praticidade “dos botões” essa dica é para você.

Organizer ou Organize My Files?


“Linux não tem programas!”. Toda vez que ouço ou vejo essa afirmação fico pensando o quão desinformada está a pessoa que escreveu, ou disse isso. Linux possui sim diversos softwares, e ao contrário do que outros dizem, são programas de extrema qualidade. Opção é algo que gosto, então, irei apresentar dois aplicativos para organizar a sua bagunça. Após abordar algumas de suas características a decisão de qual instalar em sua distro, será sua.

Organizer


O Organizer é uma aplicação simples e direta ao ponto, sua interface é intuitiva e não requer configurações adicionais, bastando escolher a pasta onde quer organizar os arquivos e o destino, conforme cada tipo contido no diretório de origem. Desenvolvido em GTK e Python, Software Livre e parte do GNOME, seu código fonte pode ser adquirido diretamente de seu repositório no GitLab.

Selecione o diretório que quer organizar.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-organizer

Em seguida o Organizer irá separar conforme os tipos, e você poderá clicar em cada um e mover para pasta de destino. Uma observação: Você pode utilizar os caminhos sugeridos pelo software (ele cria subpastas) ou se preferir, criar previamente as subpastas e escolher diretamente na interface do Organizer antes de mover.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Veja abaixo a lista de formatos de arquivos suportados atualmente pelo Organizer:


  • Imagens (JPG, PNG, etc.);
  • Documentos (PDF, ODT, DOC, DOCX, etc.);
  • Planilhas (ODS, XLS, XLSX, etc.);
  • Apresentações (ODP, PPT, PPTX, etc.);
  • Vídeos (MKV, MP4, WEBM, etc.);
  • Música (FLAC, MP3, OGG, etc)
  • Arquivos (TAR.GZ, ZIP, RAR, 7Z, etc.);
  • Outros (Binários, APPIMAGE, DEB, RPM, e assim por diante).

Para instalar o Organizer, configure o Flatpak em seu sistema (adicione o repositório do Flathub) ou se estiver utilizando o Ubuntu, essa postagem ensina a configurar e habilitar o suporte via interface gráfica (para instalar diretamente da loja de aplicativos). No Linux Mint, nenhuma configuração é necessária. Após configurar, pesquise na loja do Ubuntu ou Linux Mint por: “Organizer flatpak” e instale o aplicativo.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

O procedimento pode ser feito via terminal, caso não tenha o repositório do Flathub em seu sistema, habilite o mesmo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.librehunt.Organizer

Remova o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak remove org.librehunt. Organizer/x86_64/stable

Organize My Files


A segunda opção que irei apresentar é o Organize My Files, uma aplicação proprietária e multiplataforma. Para quem procura um software que possa ser utilizado tanto no Windows, Linux e macOS, talvez este seja o programa ideal. No entanto, a versão gratuita é bem limitada, dando apenas um gostinho do funcionamento do Organize My Files. Sendo possível apenas organizar os arquivos contidos na área de trabalho e sem a função recursiva.

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Ao contrário do Organizer que tenta ser mais simplista, sem tantos ajustes, o Organize My Files é bem completo. Ajustes minuciosos poderão ser feitos na ferramenta, aumentando assim o nível de organização. Veja um vídeo demonstrativo do app em ação:


Organize My Files está disponível no formato Snap, então, aos usuários de Ubuntu sua instalação é diretamente da loja. Pesquise por: “Organize My Files” e poderá instalar o programa.

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Outros sistemas necessitam ter configurado o Snap para instalação do Organize My Files, essa postagem demonstra todo passo a passo.

Como no exemplo anterior, essa aplicação também pode ser instalada via terminal, claro, que os comandos são outros.

Instalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap install organize-my-files

Desinstalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap remove organize-my-files

Adquirindo uma licença todas as funcionalidades são desbloqueadas, sem as limitações da versão gratuita, organizar seus arquivos se tornará bem mais prático. Recursos, como: classificação de arquivos por tipo, extensão, tamanho, data, nome, etc. Estarão ao seu alcance. Uma funcionalidade poderosa, é a possibilidade de criar regras personalizadas entre outras funções, enfim, o programa pode ser adquirido atualmente por US $ 19,95 neste link.

Curiosamente a logo do Organizer e Organize My Files, são bem parecidas.

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Agora é com você, opções não faltam e caso conheça outro programa compartilhe em nosso fórum Diolinux Plus. Assim mais usuários poderão ter conhecimento de novas opções.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Valve trabalha em novo visual de seu cliente Steam desktop

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segunda-feira, 10 de junho de 2019

A Valve está planejando um redesign em seu cliente de jogos Steam. Graças a um vazamento, podemos vislumbrar esse novo visual, obviamente que o mesmo está inacabado, mas possibilitando um vislumbre do resultado, quando finalizado.

valve-novo-design-cliente-steam-desktop-linux-windows-mac-pc

Em sua conta no Twitter, o perfil SteamDB relatou que “Uma versão em andamento da nova interface do cliente Steam vazou através de uma atualização para o lançador CSGO chinês.” O visual já tinha sido revelado anteriormente pelo site Engadget, porém, o vazamento atual mostrou a navegação na interface e muito mais detalhes.

O SteamDB compartilhou algumas capturas de telas e podemos ver um layout, que ao menos “quando vi em primeiro momento”, lembra bastante a organização da Twitch, em sua aba “Procurar”. Veja o novo visual do cliente Steam.

valve-novo-design-cliente-steam-desktop-linux-windows-mac-pc

Repare que agora as artes dos jogos na Steam também são semelhantes às da Twitch, lembrando as capas dos jogos em mídia física. Aliás, que tal acompanhar nossas lives diárias? Acesse este link e nos siga.

valve-novo-design-cliente-steam-desktop-linux-windows-mac-pc-twitch

O novo design mantém os jogos em uma coluna na esquerda, em lista, e na direita reorganiza várias categorias, como games mais jogados, atualizações dos jogos, lista de amigos, etc.

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Existem novos recursos, deixando mais organizado a interface. Através de “tags”, será possível encontrar jogos em sua biblioteca. Na nova página “Eventos”, transmissões ao vivo, partidas, torneios e muito mais são exibidas.

Isso não é uma mockup ou uma “pegadinha de mau gosto”


É comum ver internet afora postagens com mockups de interfaces sendo tidas como verdadeiras. Para só depois de acessar o link, a “verdade vir à tona”. Sei que isso é chato, porém, não é o caso. Esta nova interface do cliente Steam não é apenas um conceito. Portanto, embora o redesenho da Steam esteja em constante desenvolvimento, e o trabalho não esteja acabado, ele já está em um patamar bem desenvolvido. Quem sabe essa nova reformulação acabe chegando ainda esse ano. Se você for ”um apressadinho” (😁😁😁), acalme-se, a Valve informou que planeja disponibilizar uma versão beta até o final do verão (Mais ou menos em Setembro nos EUA).

Veja logo abaixo um vídeo da Valve News Network, demonstrando, na prática o novo visual da Steam.


Gostou das mudanças no cliente da Valve? Particularmente gostei de muita coisa, outras me pareceram estranhas, mas ainda não é uma versão final. Então, fiquei bem animado.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, a galera adora uma boa jogatina.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google lança sua versão do “Paint”

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domingo, 6 de janeiro de 2019

Com diversos aplicativos, a Google vem cada vez mais adicionando novos programas a sua coleção, e dando maiores possibilidades aos usuários de ChromeOS. Como já noticiado aqui no Diolinux, recentemente o sistema da gigante das buscas passou a suportar aplicações em outros formatos, DEB e Flatpak. Agora traz uma novidade que poderá acarretar lembranças de quem “é das antigas”, e já usou o Paint.

canvas-google-chrome-apps-paint



Desenhar é algo simples, mas divertido


Muitos artistas antes de dominarem ferramentas consagradas de edição de imagens ou desenho digital, começaram por hobbie ou por simples inocência, ao rabiscar, quando mais jovens, em programas como o Paint. Aplicativos dessa natureza transparecem simplicidade para alguns usuários, mas podem ser a porta de entrada, e quem sabe o começo de um novo artista, é sabido que crianças ou o público mais jovem gosta de passar um tempinho desenhando na frente do computador.

Canvas, o “Paint” da Google


Chamado por muitos sites de “O Paint da Google”, o Canvas veio para facilitar usuários de ChromeOS, e usuários num geral, de outras plataformas, com uma ferramenta que possibilite desenhos simples, rabiscos rápidos e anotações. Então não espere recursos elaborados como os existentes no Krita ou programas do gênero.

(Observe que sou um artista nato, com traços inigualáveis... 😂😂😂 )

canvas-desenho-web-app-chrome

O Canvas traz a praticidade de uma web aplicação, não exigindo ser instalado no sistema e sendo multiplataforma, podendo ser executado em distribuições Linux, Windows, Mac, Android etc. Bastando ter um navegador com suporte a tecnologia “WebAssembly”, ou Google Chrome.

Se interessou pelo Canvas? Acesse o site da aplicação e desperte o artista que existe dentro de ti.


Deixe nos comentários se em sua infância utilizava Apps como o Paint, ou se atualmente utiliza programas profissionais como o Krita.
Espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Os novos “Mac Mini” da Apple estão vindo com os novos chips de segurança T2, e dentro das novidades estão a criptografia APFS no sistema de armazenamento, validação do Secure Boot e UEFI, manipulação do ID Touch, entre outras funcionalidades.


 Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux






O T2 restringe bastante o processo de inicialização e verifica cada etapa do processo usando chaves de criptografia assinadas pela Apple. E com isso trazendo uma dor de cabeça para quem quiser usar Linux nessas máquinas.

Por padrão, as máquinas da Apple são habilitadas para não permitir nenhum sistema operacional, nem mesmo o Microsoft Windows, mas se você quiser instalar o sistema vai precisar habilitar a opção no Assistente Boot Camp,  assim ele instalará o certificado Windows Production CA 2011,autenticando os sistemas da Microsoft para serem usados nos equipamentos da Apple. Mas….

Isso não instala e não habilita o suporte aos certificados UEFI da Microsoft, esse certificado é usado por muitos parceiros da Microsoft, dentre eles algumas empresas que oferecem distribuições Linux, como Canonical (Ubuntu), Red Hat/IBM (Fedora), Suse (openSUSE) entre outras, e assim não possibilitando a instalação das distribuições Linux nos Macs Mini.

Na hora da instalação do sistema, você terá uma tela com os vários níveis de segurança oferecidos pela Apple, como Full Security, Medium Security e No Security (como se observa na imagem abaixo).



Você pode clicar aqui para ter maiores informações de cada opção ali apresentada.


Até o momento ainda não foi adicionado o suporte para o UEFI, o que possibilitaria a instalação de sistemas Linux nos hardwares da Apple com esse novo chip de segurança T2, mesmo desabilitando os métodos de segurança os usuários ainda não conseguiram dar boot com Linux. Se tiver algum update sobre o caso vamos atualizar o artigo trazendo as novidades, então fique ligado no blog. =)


Se você quiser acompanhar a “saga” dos usuários, pode acompanhar através deste fórum.

Um agradecimento ao pessoal do Phoronix que trouxe essa notícia à “luz do dia”.

Um forte abraço e até a próxima.
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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Apple está contratando desenvolvedores de Linux? Como assim?

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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Se você acha que até hoje que a Microsoft é uma inimiga do Linux (por incrível que pareça tem gente que até hoje acredita nisso), vocês não fazem ideia de como a Apple odeia Linux (ou ao menos odiava até semana passada). 

Apple contratando desenvolvedores Linux








A Apple é famosa por tentar contratar Linus Torvalds para trabalhar no desenvolvimento do macOS e abandonar o desenvolvimento do kernel Linux. Linus não aceitou, mesmo com a insistência de Steve Jobs. Bom, decisão feita, Linus diz que hoje fica muito feliz de ter feito a "escolha correta". 

Me lembro de já ter lido Steve Jobs falando mal do Linux depois deste caso e já li Steve Wozniak (um dos fundadores da Apple) comentando o oposto sobre Linux em seu blog:

"Associar o Macintosh ao Linux pode ser a coisa mais positiva que a Apple poderia fazer para ser mais aceita em todos os lugares."

Agora, depois de quase sete anos após a morte de Steve Jobs, a Apple está contratando desenvolvedores do Kernel Linux. O que será que a Apple está tramando? Migrar para Linux? Mais uma gigante vindo para o pinguim? Melhorar a sua infraestrutura interna de servidores e serviços? Difícil saber, mas é realmente muito curioso.
Outra coisa que me ocorreu, por conta da descrição do cargo, é que a Apple pode estar tentando explorar as possibilidade do Kernel Linux como o Android faz, para assim implementar funcionalidades no iOS. Claro que tudo isso são suposições, também pode ser apenas um ramo de estudos da empresa que não vai se converter em produto de forma imediata.
apple-contratando-desenvolvedores-do-kernel-linux
Só para registrar o momento.

A vaga pode ser conferida no Linkedin. Os candidatos devem ter "sólido conhecimento em Linux", com pelo menos cinco anos de experiencia na parte de Linux em embarcados.

Até a próxima!
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"Life is Strange: Before the Storm" será lançado para Linux e macOS

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quarta-feira, 14 de março de 2018

O prelúdio do (quase "cult") game da Square Enix, "Life is Strange", será lançado para Linux e macOS no nosso Outono, portado mais uma vez pela Feral Interactive e disponibilizado através da Steam.

Life is Strange for Linux and macOS





O game "Life is Strange" foi, certamente, um dos melhores e mais emocionantes jogos que eu já pude jogar no Linux. O jogo de escolhas determinando o caminho que a história terá é algo que me agradou muito.

Quando fiquei sabendo do lançamento do prequel, contando a história que acontece antes do jogo em si a minha ansiedade para jogar aumentou!

Infelizmente, no day one o game não estava disponível para Linux e macOS, a ponto de eu ter até me esquecido de que queria jogá-lo, mas hoje fui surpreendido com um e-mail dos nossos amigos da Feral Interactive informando que, além de "Rise of the Tomb Raider", a próxima primavera norte americana também nos trará "Life is Strange: Before the Storm".

Se você nunca viu um gameplay de "Life is Strange" e não conhece muito bem a proposta do jogo, convido-o para assistir ao que fizemos no canal, confira:


Se você curtiu o primeiro vídeo, saiba que temos uma série completa zerando o primeiro episódio no canal, basta clicar aqui para acessar a playlist.

Assim como o primeiro título, "Before the Storm" também é dividido em capítulos e será lançado para Linux e macOS com todos eles já prontos, debugados e liberados. Atualmente o jogo está saindo por R$ 44,99 na Steam com todos os episódios inclusos e sua versão Deluxe, que entrega um episódio extra, novas roupas para os personagens e alguns outros detalhes extras, custa em torno de 65 reais.

O jogo


Life is Strange Before The Storm

"Life is Strange: Before the Storm" é uma nova história independente do título anterior, mas que se passa no mesmo universo. É dividida em três partes, que se passam três anos antes do primeiro jogo da franquia. Franquia essa que venceu o prêmio BAFTA inclusive.

Se no jogo anterior nós jogávamos com a Max, neste segundo título jogamos com a melhor amiga dela, Chloe Price, uma jovem de 16 anos que faz uma amizade inesperada com Rachel Amber, uma garota bonita e popular e passamos a entender o que aconteceu com a personagem principal antes da chegada de Max.

Quando Rachel descobre um segredo familiar que ameaça destruir o mundo dela, é a nova amizade com Chloe que dá forças para ela seguir em frente. Agora juntas, as garotas precisam confrontar os demônios uma da outra e encontrar uma forma de superá-los.

Os principais destaques do jogo, segundo os desenvolvedores, são:

ꔷ Aventura narrativa influenciada por escolhas e consequências;
ꔷ Finais alternativos que variam de acordo com suas decisões;
ꔷSistema de "Bate-boca" - Um modo de conversa por risco/consequência que permite a Chloe usar sua língua afiada para provocar ou convencer outros personagens;
ꔷ Pichar muros para deixar "a nossa marca";
ꔷ Escolha as roupas de Chloe e causar reações diferentes nos outros personagens;
ꔷ Trilha sonora marcante, com músicas indie licenciadas, e tema original, assim como no primeiro jogo.

A jogabilidade é muito semelhante ao primeiro título, com poucos elementos diferentes, os gráficos receberam um polimento visual, apesar de parecerem "antiquados", este foi claramente um conceito artístico aplicado de forma consciente. De qualquer forma, o destaque de "Life is Strange" nunca foi seus gráficos (apesar de eu gostar deles) e sim a sua história envolvente, que te prende e faz você querer jogar um capítulo após o outro, como se estivesse vendo uma série da Netflix que gosta muito.

A versão da Feral Interative



A Feral Interative mais uma vez fará o porte do jogo para Linux e macOS e ao que tudo indica, mais uma vez teremos o Vulkan como API gráfica para o título. 

O game em si não é muito pesado, máquinas modestas são capazes de rodá-lo com gráficos mínimos.

Atualmente não temos especificações para Linux e macOS disponíveis, mas os requirimentos mínimos para Windows são:

- Sistema operacional de 64 bits;
- Processador Core i3, AMD Phenom X4 ou superior;
- 3 GB de RAM;
- Placa de vídeo AMD Radeon R7 250  ou Nvidia GTX 650;
- 14 GB de Armazenamento.

Podemos tomar estes valores como base e estimar que as versões para Linux e macOS não serão muito diferentes disso.

O áudio do game será apenas em Inglês, mas teremos legendas em Português do Brasil, Francês, Alemão, Italiano, Espanhol e Chinês (Simplificado).

Assim que o game for lançado nós traremos gameplays para o canal, então fique ligado! 

Mais informações você encontra no site da Feral Interactive.

Até a próxima!
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"Rise of the Tomb Raider: 20 Year Celebration" será lançado para Linux e macOS

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Boas novas para os gamers de Linux, um novo e importante título "triplo A" está prestes a ser lançado, trata-se do título mais recente da franquia da Lara Croft publicado pela Square Enix, desenvolvido em parceria com a Crystal Dynamics e agora portado para Linux e macOS pela Feral Interactive, "Rise of the Tom Raider" em sua edição especial de vigésimo aniversário.







A assessoria de imprensa da Feral Interactive nos informou que eles estão trabalhando em um porte do game "Rise of the Tomb Raider" para Linux e para macOS, ainda sem uma data para lançamento definida.

Confira o trailer oficial de "Rise of the Tomb Raider" para Linux e macOS:



"Rise of the Tomb Raider" é um game de ação e aventura jogado em terceira pessoa e incrementa vários elementos encontrados em "Tomb Raider (2013)" (que também está disponível para Linux e macOS) e marcou o "reboot" da série de sucesso:



Novos elementos e contexto



Nós controlamos mais uma vez a bela e corajosa Lara Croft através de vários ambientes, lutando contra inimigos e completando puzzles enquanto usamos armas improvisadas e criatividade para evoluir na história, sendo que as áreas de exploração do game chegam a ser quase 3 vezes maiores do que o título anterior.


O ambiente do jogo foi muito melhorado (em comparação com o título anterior), com um ciclo dia-noite e com um novo sistema climático que influencia tanto nos personagens humanos, quanto nos animais. 

Um exemplo legal disso é que para criar um casaco de inverno mais forte, Lara tem de caçar um lobo, que é um animal que só aparece durante uma determinada hora do dia e quando as condições de tempo são favoráveis. 

O combate foi redesenhado e apresenta agora um maior numero de opções de infiltração e de ataques rápidos e furtivos. Quando estamos em combate ou quando queremos evitar o inimigo pode fazer a Lara subir nas árvores e se esconder, ou nadar por baixo da água para evitar de sermos vistos. A neve também influencia a jogabilidade: os animais deixam pegadas que vão desaparecendo ao longo do tempo e Lara pode escavar trincheiras para fazer um abrigo. Os jogadores também estão suscetíveis a problemas causados por tempestades de neve e avalanches

E essas são só algumas das muitas melhorias.

O lançamento da Feral Interactive de "Rise of the Tomb Raider"


Como eu já havia mencionado, ainda não temos informações de quando o jogo estará disponível, a informação é vaga e nos diz que será "na primavera do hemisfério norte". Eu certamente postarei um gameplay no canal para mostrar a vocês como está o desempenho e a aparência do jogo assim que eu puder ter acesso a ele.

Atualmente o game está custando R$ 129,99 na Steam e foi um dos melhores títulos lançados nos últimos anos, sendo usado até hoje como referência em vários testes de benchmark e desempenho. Eerá interessante ver como ele se comportará no Linux.

O game é todo traduzido para o Português, incluindo a dublagem, o que é algo sempre bom para os jogadores do Brasil. Os desenvolvedores confirmaram para a nossa redação que o game rodará Vulkan, assim como foi usado no título F1 2017 para Linux (que teve um bom desempenho), mas seria muito bom ver mais um título usando a nova API.


Fique ligado aqui no blog e no canal para acompanhar as novidades, até a próxima!
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Microsoft quer um "mundo sem senhas"

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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Recentemente o blog de notícias da Microsoft publicou um artigo muito interessante a respeito das senhas que usamos em nossos dispositivos. A empresa comenta sobre o problema de segurança e praticidade que existe na forma tradicional de proteger sistemas.

Senhas e segurança






As senhas baseadas em caracteres são extremamente comuns, mas mesmo as mais complexas, quando não estão aparadas por outras camadas de segurança, podem deixar qualquer sistema inseguro.

Trocar as senhas, memoriza-las, armazenar os seus conteúdos através de um outro serviço gerenciado por uma senha mestra com 72 caracteres alfa numéricos, tudo isso é muito pouco prático e infelizmente, não é tão seguro quanto gostaríamos. Por conta disso, as empresas de tecnologia estão implementando novos recursos em seus produtos para substituir a ação de digitar uma senha, confirmar um código, desbloqueio em duas ou três etapas, etc.

O uso de digitais não é uma tecnologia recente, mas acabou se tornando algo relativamente comum em Smartphones há pouco tempo. Indo um pouco além disso, Apple e Microsoft já colocaram para funcionar em grande escala o sistema de reconhecimento facial para desbloqueio do sistema operacional e para fazer operações especiais, como compras em aplicativos.

O blog da Microsoft comenta que atualmente 70% dos dispositivos com Windows 10 que rodam em computadores que conseguem usar o Windows Hello como alternativa a senha estão usando a tecnologia, dando um feedback estatístico para a empresa de que as pessoas realmente preferem algo mais cômodo do que digitar as senhas. A ideia é que esse tipo de tecnologia, não só pelas mãos da Microsoft, seja a mais utilizada ao longo do tempo, tentando garantir muito mais confiabilidade para os equipamentos.

Em Dezembro do ano passado, pesquisadores alemães constataram que o sistema de detecção facial que o Windows Hello utiliza poderia ser facilmente burlado caso o computador que o está usando não possua os recursos necessários para fazer uma análise correta, o teste foi feito em um modelo da Dell, o mesmo problema não ocorre do Surface PRO por exemplo, o que mostra que não estamos preparados ainda para receber essa tecnologia de forma 100% eficiente, mas estamos no caminho.

Correções que chegaram ao Windows com o "Fall Creators Update" ajudaram a deixar o sistema de detecção facial mais seguro, evitando o problema que os pesquisadores haviam encontrado na ocasião.

Não agradando a todos


Como era de se esperar, esse tipo de postura não agrada a todos (nada nunca agrada a todos), especialmente as pessoas que se preocupam com privacidade na tecnologia. 

Um sistema desse tipo é mais eficiente do que qualquer governo para credenciar pessoas com dados pessoais e fotos de diversos estilos, incluindo impressões digitais e até mesmo a sua voz. Quem defende a privacidade, clama por ferramentas que sejam transparentes e tenham o código aberto, como este feito em Python e que utiliza Machine Learning.

O ideal seria que essas ferramentas, mesmo no Windows ou no macOS (e até no Android), tivessem uma maior transparência, até para que o modelo de desenvolvimento open source permita uma evolução mais rápida e segura para essas ferramentas. O que pode inviabilizar isso de acontecer é que muitas vezes esse tipo de tecnologia acaba se tornando um produto diferencial das empresas, muitas delas optando por deter o seu grande trunfo, é compreensível, claro, mas em se tratando de segurança, o ideal seria que todos pudessem se utilizar da melhor tecnologia possível, sem ficar refém de alguma plataforma ou hardware que funciona na base de um firmware proprietário.

O que você acha disso? Será que sistemas como o Face ID e o Windows Hello serão o padrão do futuro?

Até a próxima!
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Game Black Mirror (Point & Click) é lançado para Linux

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Quem gosta de games que envolvam uma boa história, gosta do gênero Point & Click e curte jogar no Linux, acabou de ganhar um nova opção. Um novo jogo foi lançado da Steam (simultaneamente para Linux, Windows e macOS) e carrega justamente esta proposta.

Black Mirror Steam






Apesar do nome, o game nada tem a ver com o famoso seriado da Netflix, no entanto, ele é um título até mais antigo do que o próprio seriado, sendo uma trilogia (antes deste último), com o primeiro título sendo lançado no início dos anos 2000.

O game tem um estilo que lembra um pouco os contos de H.P. Lovecraft ou do Edgar Allan Poe, focando em uma atmosfera de terror/suspense interessante e uma história misteriosa. Não possui dublagem e nem legenda em Português, no entanto, a dublagem (pelos trailers) parece ser muito bem feita e os gráficos são razoavelmente bons, com uma pegada gótica.


Atualmente o game está disponível na Steam com 10% de desconto, se você curte este estilo de jogo, vale a pena dar uma olhada.

Pra quem curte games Point & Click, eu convido para dar uma olhada no game BR que eu zerei em uma das lives do canal, "A lenda do cabeça de cuia", clique aqui pra ver.

Até a próxima!

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Utilização de Linux em Desktops cresceu em 50% no último ano

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domingo, 3 de setembro de 2017

A maior parte das pessoas acompanham o blog e o canal sabem o quanto eu acho estatísticas de contabilização de distros Linux controversas, isso porque é muito complicado realmente estimar todas as pessoas que realmente estão utilizando as distribuições. Isso acontece por conta de que geralmente não existem cadastros para fazer download de algum sistema ou alguma forma precisa de contabilizar os usuários de todas as distros, porém, existem alguns serviços que tentam fazer aproximações e o que um dos mais famosos nos mostra é que "Linux" em Desktops acabou crescendo em utilização em cerca de 50% nos últimos 12 meses.

MarketShare do Linux nos Desktop em 2017





O site "NetMarketShare" revelou os dados coletados do último mês (Agosto de 2017) onde tivemos uma grande surpresa no salto do "Linux" nos Desktops, especialmente se comparando ao mesmo período do ano passado.

MarketShareLinux 2017

Como podemos ver pelo gráfico, agora "o Linux" está com 3,37% do Market Share, o que ainda é muito pouco perto do Windows (com cerca de 90%), mas já está consideravelmente perto do macOS da Apple (que atualmente tem 5,94%, segundo o mesmo serviço) e isso pode ter boas implicações para os sistemas baseados em Linux, como a vinda de mais serviços e programas para as distribuições.

Crescimento do Linux no Desktop no último ano

O gráfico acima mostra a evolução da participação das distros Linux no Desktop ao longo dos últimos 12 meses, observando isso, podemos perceber que "o Linux" saiu de um número percentual de 2,23% em Setembro de 2016, para 3,37% em Agosto de 2017. Um aumento de pouco mais de 51%, o que é um grande coisa em perspectiva.

Observando o gráfico, podemos ver também que a coleta de dados indica quedas em determinados meses (o que vai de encontro a imprecisão dos dados que eu havia comentado), mas de qualquer forma, é algo a ser considerado.

O que você achou da novidade? Parece que finalmente as distros saíram dos famigerados 2% que eram comentados há tanto tempo.

Pra mim a grande questão ainda é: O que ocasionou isso? Foi alguma distro? Alguma empresa? Foi uma forma diferente de fazer a pesquisa? Infelizmente essa informação - que seria tão importante - está faltando, porém, ao mesmo tempo a pesquisa indica que as distros (algumas pelo menos) estão muito mais simples de serem utilizadas por pessoas que vão fazer uso doméstico para o sistema, ou mesmo profissional, ainda pode não ser a melhor opção para todos, mas é uma opção muito boa para muitos.

Até a próxima!

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