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Life is Strange 2 é lançado nativamente para Linux

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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Anunciamos aqui em 2018 que Life Is Strange 2 estaria chegando de forma nativa para Linux, e esse dia finalmente chegou. No dia 19 de novembro, a Feral Interactive anunciou que seu porte de Life Is Strange 2 está disponível para Linux e MacOS.

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Originalmente desenvolvido pela DONTNOD e publicado pela Square Enix, Life is Strange 2 é um jogo de escolhas, onde cada atitude pode mudar completamente o rumo do jogo. Inclusive, chegamos a zerar este jogo lá na Twitch, onde você pode nos acompanhar de segunda a sábado.

O jogo já estava disponível para jogar na plataforma do pinguim através do Steam Play, plataforma de compatibilidade da Valve, porém agora é possível jogar de maneira nativa graças à Feral Interactive.

A Feral já é bem famosa entre os jogadores que utilizam Linux, por conta de seus grandes portes como Dirt Rally 4, Shadow of the Tomb Raider e o utilitário Feral Gamemode, que faz ajustes de performance no sistema, com a possibilidade de melhorar o desempenho de alguns jogos.

Você pode verificar a página do jogo na Steam ou no site da Feral.

Se você tiver alguma dúvida sobre tecnologia, ou quiser compartilhar conhecimento com a comunidade, o Diolinux Plus é o espaço ideal para isso. Vem fazer parte da nossa comunidade!

Até a próxima!


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Vale a pena usar o Deepin?

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Pensou em design e Linux, o Deepin é uma das primeiras alternativas no mundo do pinguim. Mas, será que ele é apenas um rostinho bonito? Ou vale a pena utilizar o sistema?

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A versão 20 do Deepin se aproxima cada vez mais, inclusive algumas prévias foram apresentadas em seu canal oficial do Youtube. Recentemente um possível Deepin 20 foi vazado, com diversos vídeos no Youtube, contudo essas imagens do sistema ainda não foram anunciadas como oficiais. O que pode ser observado em inúmeros vídeos disponíveis no Youtube, é seu design voltado à dispositivos com telas sensíveis ao toque, e a mudança de nome para UOS. Então, é provável que essa versão não seja o Deepin “convencional” que conhecemos, mas sim uma variante para tais hardwares, ou quem sabe este tenha sido o caminho escolhido por seus idealizadores. A Wuhan Deepin Technology Co. Ltd não ofereceu o download da versão beta até o momento. Caso esteja curioso e baixe a ISO de alguma fonte da internet, que não seja a do próprio site do Deepin, tenha cuidado e não use em um ambiente de trabalho. Não sabemos a procedência dessa imagem, justamente por tal motivo não disponibilizamos para download. Nosso compromisso é pela segurança e integridade de nossos leitores. 

Outro ponto que podemos averiguar, é a substituição do painel lateral de configurações ou centro de controle. Todavia, o foco dessa postagem será na versão atual do sistema e toda a experiência que venho adquirindo no mesmo ao decorrer dos anos.


Atualmente na versão 15.11, a distribuição chinesa sofreu uma metamorfose em sua interface gráfica ao decorrer dos anos. Temos um vídeo review da versão 15.10, que você poderá ver logo abaixo, esteticamente falando não houve mudanças drásticas da 15.10 para a 15.11, assim sendo, é super válido assistir o vídeo caso não tenha o feito (ou queira relembrar).


“Nada é feito da noite para o dia”


Antes de dar o “”veredito””, este com muitas aspas, pois cada pessoa discerne e toma sua decisão final, devemos mencionar um pouco da caminhada do sistema ao longo destes anos. O Deepin inegavelmente é uma distribuição Linux com foco em usuários comuns e iniciantes, que apela para o visual. Por muito tempo o posto de “distribuição mais bela” foi do elementary OS, e com a repaginada da distro chinesa, logo perdeu esse lugar. Ao menos sendo bem genérico e considerando o grande volume de comentários que leio internet a fora.

A construção visual do Deepin é inspirada em diversos ambientes gráficos, e a cada versão os refinamentos na interface e a disponibilidade de novos apps compunham o Deepin. A base do sistema também mudou durante os anos, indo do Ubuntu para o Debian Unstable e agora Debian Stable. Veja o Deepin quando ainda utilizava o GNOME shell como base de sua interface customizada (Isso até a chegada da versão 12.12 com o Deepin Desktop Environment 1.0).

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Já o Deepin 2014 era totalmente diferente, continha elementos que foram mantidos até os dias de hoje.


O Deepin 2015 foi lapidado, em comparativo ao anterior, e com ele tive bons momentos em meus estudos sobre Java, web e outros elementos de programação, além de algumas jogatinas. Já testava o sistema na época do GNOME, mas digamos que a partir da sua mudança a distro tomou lugar em meu computador. Entre idas e vindas, a versão 2015 foi a padrão até o Ubuntu 16.04.


Muita coisa aconteceu no cenário Linux, como nas principais distribuições, o “chinesinho” evoluiu e passou a ser reconhecido por muitos usuários. O Diolinux entrevistou o líder de desenvolvimento do Deepin, numa época que considero o auge da popularidade da distro, tirando dúvidas e esclarecendo muita coisa. Justamente em 2017 o projeto OSistemático contribuiu para essa divulgação do sistema, sendo que grande parte das pessoas que já utilizaram Deepin ou pesquisaram sobre o sistema, já tiveram algum contato com meu canal pessoal. Contudo, nem só de maravilhas vive o projeto, e em 2018 uma polêmica envolvendo o Deepin ocorreu. Deepin espiona? Confira a resposta oficial dos desenvolvedores, e algumas observações do Diolinux sobre o tema.


Prós e contras do Deepin


Todo sistema operacional contém suas vantagens e desvantagens, se no seu caso o visual for algo em primeiro lugar o Deepin é uma das melhores opções. A quantidade de softwares em sua loja também é um bônus da distribuição. Essa variedade pode auxiliar na hora de se obter algum programa, sem sair procurando em páginas da internet. A flexibilidade de transitar entre o modo “clássico e moderno”, moldando a interface para um funcionamento semelhante ao Windows ou macOS é algo que vai agradar aos fãs de ambos os lados. Aplicativos do próprio sistema, também, dão um show à parte. Destaques para o terminal, monitor do sistema, software de captura de telas, entre outros. A instalação de drivers NVidia é algo fácil de se fazer, ao menos em uma versão não tão atualizada, bastando abrir o gerenciador de drivers.

Pontos negativos estão relacionados ao modo que o usuário observa o sistema, digo isso, pois ter pacotes em versões antigas nem sempre é um problema para muitos. Agora a ausência de uma integração com pacotes Snap e Flatpak é algo a se lamentar. Tais formatos de empacotamento vem ganhando mais espaço e não oferecer uma opção gráfica, com uma loja tão bonita e organizada, é um verdadeiro pecado. Eventuais bugs ocorrem na distro, quanto a isso reforço que pode ser diferente com cada experiência de uso, então considero como relativo e só você pode afirmar se é um incômodo ou não. Nem preciso mencionar a origem do sistema, né? Creio que muitos já sabem que o Deepin é uma distro Linux chinesa, caso tenha algum problema com isso o sistema não é para você.

Seria o Deepin seguro, por ser chinês? O vídeo a seguir é um dos meus favoritos e representa minha opinião sobre o tema.


Algumas observações


Olhar para o passado do Deepin, em minha perspectiva, é um dos passos primordiais para chegar em uma resposta satisfatória. Com todos esses anos de experiência com o sistema, aliás o mesmo encontra-se aqui em meu computador em dualboot, me fez perceber toda mudança que o sistema teve e quais públicos ainda são ou não atendidos pelo sistema.

A base de uma distribuição é muito importante e pode ditar algumas características da mesma. Seja pela disponibilidade de softwares, versionamento, facilidade de material sobre na internet, etc. O foco da distribuição também é um ponto a ser observado, entretanto, não significa que um sistema que não seja declarado a um determinado tipo de usuário não o satisfaça. A postagem do meu colega de trabalho, Jedi Fonseca, respondendo o questionamento se o Fedora é uma boa escolha para iniciantes, resume muito bem tal situação.

Para responder se é válido a utilização do Deepin, como sistema principal, deve ser observado qual tipo de usuário e seus propósitos. No passado, por ser baseado no Ubuntu, a adição de drivers mais recentes da NVidia era bem simples no Deepin. No entanto, após a mudança para base Debian tal característica se perdeu. Isso não quer dizer que usuários de NVidia não poderão usar o sistema, contudo para gamers mais hardcores talvez o sistema não seja a melhor escolha. Obviamente que algumas características devem ser analisadas, pois, se não possui uma GPU muito nova esse detalhe pode nem ser tão importante.

Donos de notebooks com placa de vídeo NVidia podem passar por maus bocados no sistema, nesse quesito não posso afirmar categoricamente por não possuir nenhum hardware deste tipo, porém, em meu canal recebi diversas reclamações informando esses problemas.

Também tenha em mente que nem sempre as versões dos pacotes estarão nas últimas possíveis, ou todo programa de terceiro (fora dos repositórios) vá funcionar. Um caso que ocorreu por bastante tempo no Deepin, foi a impossibilidade de utilizar alguns apps por conta das versões das bibliotecas serem incompatíveis. Algo que me recordo é o Citra, emulador de Nintendo 3DS, esse sendo um exemplo de aplicativos que por algum motivo possa não funcionar. Obviamente, que no presente basta utilizar a versão em Flatpak ou Snap do software. Mas isso pode ocorrer com outro programa, justamente por distribuições mais famosas, como o Ubuntu, ser o foco dos desenvolvedores.

Sem sombra de dúvidas que o design chama muito a atenção, e o DDE é o que mais gosto no Deepin. Também existem apps interessantíssimos e que uso, indiferente da distro Linux, somando ao conjunto da obra e dando pontos a seu favor.

Sinceramente sempre demonstrei minha usabilidade real com o sistema, e não é atoa que um dos vídeos mais acessados de meu canal é expondo alguns motivos que me fizeram deixar o Deepin como secundário.


Essa transparência, faz com que pessoas interpretem erroneamente minhas palavras e levem a um ou outro extremo, sendo eles: hater e em alguns casos fanboy.

Mas, vale ou não a pena usar o Deepin? 


O Deepin é um sistema bonito e que facilita em muita coisa ao oferecer softwares, como o Google Chrome diretamente na loja, com uma seleção satisfatória de programas por padrão atendendo a maioria dos usuários comuns, mas que acaba pecando em outros aspectos. Vejo muitos relatos, experimento alguns, de instabilidades e bugs aleatórios que não ocorrem em outros sistemas. Inúmeras vezes me deparei com depoimentos que insinuavam que o Deepin apenas foca no design e deixa a desejar na estabilidade (de usuários comuns e até alguns desenvolvedores de outros projetos que tentam manter o DDE em suas distros). Não posso averiguar e nem afirmar, apenas orientar as pessoas a terem suas experiências com o sistema. 

Após a mudança da base Ubuntu para Debian, confesso que fiquei bem frustrado. Seja pelas limitações ou instabilidades que passaram a fazer parte de meu cotidiano. Ao decorrer do tempo me pareceu que o Deepin estava tornando-se pior, e com mais mudanças (por exemplo, o DDE-Kwin) o sistema passou a se comportar de forma que já não era suportável para minha utilização. O cenário passou a mudar com as recentes atualizações e erros não são tão evidentes.

No overview que fiz do Deepin 15.10, você poderá perceber alguns destes bugs. Felizmente muita coisa mudou, e para melhor, que a equipe de desenvolvimento do Deepin esteja empenhada em resoluções de problemas.


Finalizando, vale muito a pena utilizar o Deepin. Seja para experimentação ou usos corriqueiros. Caso o sistema não lhe atenda, você poderá testar outro. Alguns podem ter todas as suas necessidades supridas com o sistema, outros nem tanto. Estou entre muitos que não conseguem mais ter a distro, em seu estado atual, como sistema principal. Não ter de forma facilitada as versões mais recentes do driver NVidia é um contra para mim. A falta de integração da loja com formatos Flatpak e Snap, limitam a belíssima loja do Deepin. Porém, nem todo mundo gosta ou usa os novos formatos de empacotamento. Enquanto muitos estão ansiosos com a nova versão 20 e seu visual, estou preocupado com as melhorias de baixo do capô.

Vejo que para um iniciante no Linux o Deepin pode valer a pena, entretanto, um usuário que goste de muitas opções o mesmo pode não ser o ideal. Nestes casos, talvez outra distro com o ambiente gráfico do Deepin possa ser uma alternativa.

Creio que o Deepin ainda vai desempenhar um papel importantíssimo no meio Linux com sua parceria com a Huawei, e sua versão 20 será um divisor de águas entre seus usuários.

Você usa o Deepin ou já testou o sistema? Deixe nos comentários sua experiência com essa distro.

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Novo recurso deixam as pesquisas no Google mais inteligentes

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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Mudanças na maneira em que os resultados de pesquisa são vinculados no Google estão a caminho, e isso pode tornar nossos resultados de pesquisa mais exatos.

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O Google é um dos mecanismos de busca mais famosos na internet, se não o maior, obviamente que existem soluções interessantíssimas, como o DuckDuckGo, por exemplo. Aliás, temos uma postagem super detalhada sobre essa alternativa ao Google. Confira, junto a essa matéria, existem vídeos demonstrando vários recursos e características do buscador.

“Googlando no Google”


Fazer pesquisas no Google tornou-se parte de nosso cotidiano, não obstante, o verbo “googlar” passou a compor como parte de nossa língua. Mesmo com milhões de pessoas utilizando o buscador, a grande maioria não sabe seu funcionamento. Obviamente, que não estou falando de termos técnicos ou da programação utilizada em seu algoritmo. Todavia, saber como pesquisar (o mínimo possível) pode agilizar e até mesmo potencializar seus resultados na internet.

Um vídeo super interessante, e que indico, é do canal Bóson Treinamentos. Para não ficar massante ao demonstrar os diversos comandos que sei sobre o Google, lembrei de seu vídeo sobre o assunto. Caso queira melhores resultados, considere ver o vídeo e aprender 15 comandos para usar a busca do Google de forma mais eficiente.


Atualmente o mecanismo de pesquisa do Google usa processamento de linguagem natural para analisar as consultas. Isso significa que, se alguém pesquisar por: “obter remédio na farmácia”, o Google exibirá resultados referentes às palavras “remédio” e “farmácia”. Todas as páginas na web indexadas com essas palavras-chave serão exibidas, e isso nem sempre é o mais preciso. Afinal, o contexto em si não é considerado, apenas palavras “soltas”. Outro ponto, são palavras que remetam a outras ou possuem outro significado. Por exemplo, no caso do “remédio” o Google também poderia sugerir resultados de páginas na web com a palavra “medicamento”.

A partir de hoje o Google se torna mais inteligente, utilizando um novo método de processamento de idiomas. Por meio do aprendizado de máquina, o novo recurso promete tornar os resultados mais próximos do esperado. Chamado de BERT (Bidirectional Encoder Representations From Transformers, em tradução livre algo, como Representações de Codificadores Bidirecionais dos Transformadores), é a solução capaz de analisar as sequências de palavras e não apenas cada palavra isoladamente.

Para ter uma noção dos resultados do BERT, ao pesquisar por “posso comprar remédio para alguém na farmácia” o resultado considerou o contexto e indicou um artigo do Departamento de Saúde e Serviços Humanos demonstrando como solicitar medicamentos para um amigo ou membros da família. Já da forma tradicional o resultado não foi tão assertivo e levou o usuário a assuntos relacionados a como obter uma prescrição médica preenchida e acabou perdendo o ponto da pesquisa.

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Em um evento de imprensa realizado ontem, Pandu Nayak, o vice-presidente de pesquisa do Google deu outro exemplo, com a seguinte pesquisa: “Quantos anos Taylor Swift tinha quando Kanye subiu ao palco?”. Antes do BERT, o Google ofereceu diversos resultados, sendo vídeos do evento de 2009, discurso de aceitação da estrela do pop na MTV Video Music Adwards. Depois do Bert, o resultado foi direto ao ponto inicial da pergunta, o Google apresentou em primeiro lugar no ranking um trecho de um artigo da BBC, destacando a idade da cantora considerando o contexto da questão.

“Na frente do ranking, essa é a maior mudança que tivemos nos últimos cinco anos — e uma das maiores desde o início”, disse Nayak.

Ao ser questionado quanto a eficácia em números de tais melhorias, Nayak afirma que o BERT teria real valor em perguntas mais exóticas e afetaria apenas uma em cada dez pesquisas nos Estados Unidos. Ainda assim, com um tráfico monstruoso de pesquisas diariamente de seus mais de 90,8% no mercado de buscas em todos seus produtos, centenas de milhões de resultados mudariam da noite para o dia.

“À medida que respondemos à perguntas mais exóticas, espero que isso leve as pessoas a fazerem mais e mais perguntas exóticas”, disse ele.

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Todavia o BERT não é perfeito, e existem áreas que não lida bem. Ao pesquisar por “Tartã” (do inglês tartan), um padrão quadriculado de estampas, o resultado não foi tão agradável e imagens foram ignoradas. Já sem o uso da tecnologia, tais figuras representando o tecido foram destacadas para o resultado final.

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Outro caso foi na busca “Qual estado fica ao sul de Nebraska?”, o BERT apresentou a página da Wikipedia para South Nebraska (um bairro da Flórida), em contrapartida, o resultado ideal seria a página da Wikipedia do Kansas.

Inicialmente apenas disponível para pesquisas em inglês e nos EUA, o BERT será gradualmente incorporado em todas as pesquisas do país e no futuro existem planos para outros países e idiomas, Nayak está confiante com essa tecnologia.

“Estamos jogando um jogo estatístico aqui. Em conjunto, sabemos que qualquer alteração terá alguns ganhos e algumas perdas. … Eu julgo que a recompensa [do BERT] será muito boa”.

A mudança pode atrair mais tráfego dentro do buscador e impactar serviços da empresa. Google Maps, Youtube, entre outros poderão realçar pesquisas de nicho e por consequência os criadores de conteúdo possam ser beneficiados, porém, tudo é incerto e apenas nos próximos meses poderemos ver o impacto causado pelo BERT, em primeiro lugar nos EUA e depois, quem sabe, nos demais países.

Qual sua opinião quanto ao buscador do Google e essa nova investida?

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LibreOffice e GIMP são vítimas da “maldição do macOS Catalina”

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LibreOffice e GIMP estão entre as vítimas da “maldição Catalina”, assim como alguns programas no novo macOS, usuários estão enfrentando problemas.

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O macOS 10.15 Catalina foi lançado recentemente, com algumas novidades em suas aplicações, recursos e visual. Contudo, alguns inconvenientes provindos da nova política da Apple, que visa proteger seus usuários que utilizam softwares de terceiros, aborrecem usuários e desenvolvedores. 

Para mais detalhes do lançamento do macOS Catalina 10.15, assista o vídeo do MacMagazine, especializado em conteúdos voltados ao mundo da maçã.


Antes de adentrar ao assunto desta matéria, confira um vídeo na perspectiva de alguém que usa Linux diariamente ao utilizar o sistema operacional da Apple. É interessante notar as experiências que um usuário habituado ao Linux, possa ter com o sistema da maçã.


“Maldição Catalina”


Apelidado por vários usuários mac, como “maldição Catalina/maldição do Catalina” a forma que a Apple resolveu proteger seu sistema de possíveis ameaças vem ocasionando alguns transtornos para donos de computadores da empresa. Ao menos usuários sem conhecimento de tais mudanças e que estão sendo pegos de surpresa.

No início do mês a Apple lembrou aos desenvolvedores, por meio de nota, que os aplicativos da App Store e de fora, deverão ser autenticados para serem executados por padrão no macOS Catalina. Caso esses softwares não autenticados pela Apple sejam utilizados no sistema, avisos e alguns erros em seu funcionamento, poderão ocorrer.

“Para proteger ainda mais os usuários no macOS Catalina, estamos trabalhando com desenvolvedores para garantir que todos os softwares, distribuídos na App Store ou fora dela, sejam assinados ou autenticados pela Apple. Isso dará aos usuários mais confiança de que o software que eles baixam e executam, independentemente de onde eles o obtêm, foram verificados quanto a problemas de segurança conhecidos”.

Os desenvolvedores então são convidados a autenticarem suas aplicações perante a empresa, assim conseguindo um certificado digital de desenvolvedor, enviando seus aplicativos para avaliação. Após ser atestada a segurança do app, um ticket virtual é adicionado ao executável que o aprova perante o Gatekeeper (o recurso de segurança do macOS que verifica se os programas são seguros para execução).

Contudo, ao tentar executar o LibreOffice no macOS Catalina, uma mensagem com apenas duas opções é apresentada aos usuários, sendo elas: “Mover para lixeira” e “Cancelar”

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A equipe do LibreOffice afirma que “seguiu devidamente as instruções” e que o programa “foi reconhecido pela Apple”. Você pode ver essa alegação diretamente no blog oficial da The Document Foundation, responsável pelo LibreOffice. 

No link acima, a equipe do LibreOffice demonstra como contornar essa situação, enquanto tudo não é resolvido. Se você é usuário de macOS e gosta do LibreOffice, talvez seja interessante proceder conforme eles informam.

Outros softwares vêm enfrentando alguns problemas, devido a esse novo funcionamento do sistema, o programa de edição de imagens GIMP também entra na lista. Especificamente em seu caso, alguns problemas de permissão começam a aparecer ao tentar acessar arquivos em locais, como Área de trabalho e Documentos.

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Uma das hipóteses deste mau funcionamento, é que a devida janela de diálogo não está sendo chamada, ocasionando este bug. Usuários estão contornando esse empecilho, utilizando o GIMP via terminal e acessando seus arquivos desta mesma forma. Para mais detalhes, acesse o tópico de discussão de usuários da Apple.

A “maldição Catalina” não está apenas sob programas de código aberto, pelo contrário, softwares proprietários também estão sendo afetados. Um exemplo que posso citar é quanto ao app de configuração/gestão de mouse e teclados o Logitech Options, que precisa de uma série de passos para funcionar adequadamente no sistema.

Enfim, a medida de segurança é bem interessante, entretanto não parece ter sido implementada satisfatoriamente. Há quem diga que forçar tal segurança é um erro da empresa, e vários amantes da Apple estão aconselhando e atrasando as atualizações de seus sistemas. 

O que você acha sobre esse assunto? Deixe nos comentários a sua opinião.

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Segundo o presidente da Juventus, eSport vem tomando o lugar do futebol

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Não é segredo para ninguém que o Brasil é considerado o país do futebol, ou já foi, pois os últimos anos estão sendo complicados para seleção brasileira. Mas este esporte também é muito popular ao redor do mundo, e diversos países praticam essa modalidade. No entanto, em pleno século XXI, a conhecida geração Z vem perdendo o interesse no futebol (ao menos em sua “forma tradicional”).

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Durante um evento realizado na Inglaterra o presidente do clube de futebol italiano, Juventus Football Club, fez diversas declarações quanto ao cenário atual do esporte em comparação com a modernidade dos últimos tempos. Segundo Andrea Agnelli, as agremiações precisam “mudar em relação ao comportamento do consumidor, olhando para a Geração Z e notar que os concorrentes do jogo são os eSports e Fortnite”.

Diante de várias presenças esportivas do futebol europeu, Agnelli deixou sua opinião e enfatizou que o mercado deve desempenhar ainda mais maneiras de atrair os jovens ao esporte tradicional. O esporte eletrônico tem crescido cada vez mais e o público mais novo não demonstra o mesmo interesse como no passado, configurando os eSports em uma ameaça ao futebol. 

“Precisamos mudar nosso olhar em relação ao consumidor. Estamos olhando para a Geração Z, os novos nativos digitais e que estão se tornando adultos. Precisamos ver como que esta geração se comporta e pensa, seriamente, que nossos concorrentes não serão clubes vizinhos, mas sim os esportes eletrônicos, League of Legends e Fortnite. O futebol ainda está crescendo em alguns países, mas em outros está perdendo relevância”.


O interessante em toda essa história, é que durante anos a mídia considerou os eSports apenas como “joguinhos de computador/videogames”, porém parece que alguns estão tomando conhecimento do tamanho do público e força dos esportes eletrônicos. 

Essa não foi a primeira declaração de um personagem importante do futebol, em janeiro o diretor-executivo do Liverpool, Peter Moore, em entrevista para revista Arabian Business disse:

“Noventa minutos é tempo demais para um Millennial ficar sentado no sofá. Quando observo a audiência e a quantidade de ingressos vendidos a esse público, me preocupo como CEO de um time de futebol que depende que a próxima geração de fãs nos assista”.

Moore ainda afirma que os clubes precisam evoluir tecnologicamente, e oferecer transmissões de uma forma que atraia os jovens, caso contrário essa parcela de espectadores será perdida.

O mundo vem mudando de forma que adaptações são necessárias, quem assim não proceder, perderá o lugar perante as novas tendências das próximas gerações. Com isso em mente, diversos clubes de futebol estão começando a investir nos eSports. Recentemente a equipe de Counter-Strike: Global Offensive FaZe, tornou-se parceira do Manchester City. Além de muitos outros clubes, inclusive no cenário brasileiro, como o Corinthians e Vasco.


Falando especificamente de alguns clubes de nosso país, o Corinthians ingressou no Free Fire, contratando uma equipe que está na Pro League. Esse não foi o começo do time no mundo dos eSports, mas caracteriza o interesse atual do clube. Já o Vasco, estuda a possibilidade de adentrar no mundo dos eSports via mobile e PES.


Você gosta de games? Jogamos diariamente vários títulos, até mesmo alguns famosos nas competições de eSports. Acesse nosso canal na Twitch.tv e venha participar de nossa comunidade de games no Linux.

Até o próximo post, e vida longa aos eSports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: ESPN.


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Mais de 800 servidores são removidos da rede Tor

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Tor é um software livre que proporciona navegação e comunicação anônima na internet, redirecionando o tráfego através de vários servidores distribuídos ao redor do planeta, em uma rede de túneis http (com o protocolo de segurança tls) sobrejacente à internet.

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Recentemente o projeto Tor removeu uma quantia considerável de seus servidores, sendo mais de 800 que estavam executando versões desatualizadas e sem suporte do software Tor. Atualmente os servidores da rede ultrapassam mais de 6.000, totalizando aproximadamente 13,5% de servidores desativados.

Cerca de 750 desses servidores removidos, eram responsáveis por intermediar o tráfico na rede enquanto 62 eram de ponto de saída, que ligava a rede Tor na rede mundial de computadores, obviamente depois de ter sua localização verdadeira, redirecionada inúmeras vezes dentro da rede Tor.

Os administradores do projeto Tor planejam não aceitar mais os servidores que não estiverem atualizados, principalmente aqueles que estiverem rodando uma versão EOL (End Of life). Uma atualização do software, lançada em Novembro de 2018, impedirá conexões obsoletas, tudo isso sem intervenção manual.

“Até lá, recusaremos cerca de 800 servidores obsoletos usando suas impressões digitais”, informa a equipe do projeto.

Essa desativação não era uma novidade, afinal, a equipe do Tor informou em setembro que planejavam remover todo e qualquer servidor que não estivesse com as últimas versões do seu software. O número inicial eram de 1.276 servidores, entretanto após o anúncio o número caiu para 800.

Utilizar o software atualizado garante maior segurança e impede o uso de brechas causadas por vulnerabilidades já corrigidas, então prezando pela manutenção e integridade de sua rede os servidores foram removidos.

Manter a consistência e segurança é uma prioridade ao projeto, de modo que os servidores não adequados no padrão de qualidade são desligados.

Você faz uso do Tor? Deixe nos comentários suas experiências ao navegar pela “interwebs”.

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Até o próximo post, segurança sempre é bem-vinda, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Card Crawl um game de cartas que você tem que jogar

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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Se tem um estilo de jogo que eu mais gosto, sem sombra de dúvidas são os card games. Um que jogo desde criança é o Yu-Gi-Oh!, seja com cards físicos, videogames, ou simuladores. Sou tão apaixonado por esse estilo de jogo, que já criei vários cards games e boardgames quando adolescente, e atualmente desenvolvo um.

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Antes de falar sobre o jogo, quero deixar claro que essa postagem não possui nenhum patrocínio ou algo do gênero. Apenas gosto deste app, e depois que passei a utilizá-lo como passa-tempo, indiquei para alguns familiares e agora estou escrevendo tal postagem. Fiquei encantado com a proposta simples, mas, ao mesmo tempo sofisticada. O clássico “simples e complexo”, com mecânicas intuitivas para o jogador e desafiante conforme ganha mais experiência em jogo.

Card Crawl


O jogo constitui-se em você ir contra seu próprio deck (baralho). Seu objetivo é acabar com as cartas do deck e manter ao menos 1 ponto de vida. Por padrão são 54 cards, num misto de monstros, itens e efeitos. Combinando suas ações de forma lógica, sendo necessário em algum momento sacrificar sua própria ganância ou vida. Pois, no final de cada partida, um ranking demonstra sua pontuação e quantidade de moedas coletadas.

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Ao coletar essas moedas de ouro, você poderá desbloquear mais 35 cards de habilidades, permitindo aprimorar suas táticas e melhorar seus recordes.

São vários modos de jogo e com uma duração média de 2 - 3 minutos, algumas partidas mais desafiadoras podem perdurar por até 5 minutos. Um ótimo jogo casual, enquanto você espera em uma fila de banco, em um consultório e coisas do tipo. Alguns modos exigem conexão com a internet, outros não.


Baixe e experimente o Card Crawl


O jogo está disponível para Android, iOS e até possui uma versão para PC na Steam. Contudo, só foi portado para Windows e macOS. Para usuários Linux, que não queiram jogar via Android, o SteamPlay pode ser uma solução, entretanto, não existem reports de outros usuários no site protondb.

Vale mencionar que as versões para iOS e Steam são pagas. No Android o game é oferecido gratuitamente, porém com compras dentro do jogo. Até hoje não precisei gastar um centavo jogando, mas sei que algumas pessoas não gostam dessas microtransações (sou um desses, mas não me senti obrigado a fazer isso durante minhas jogatinas).


Acima estão todos os links para download, caso queira instalar via QR Code, utilize um leitor QR e instale mirando a câmera do seu aparelho Android na imagem a seguir.

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Recomendo o teste! Card Crawl é muito divertido e desafiador, um verdadeiro “agora é só relaxar” no fim do dia.

Saiba mais sobre o game por este link, o blog de seu desenvolvedor possui informações interessantes e eventualmente ele aborda sua relação com o Card Crawl e desenvolvimento.

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Desenvolvedores do Blender planejam novos recursos para versão 2.81

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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

No mês de agosto noticiamos a chegada da nova versão 2.80 do Blender, com inúmeras novidades e uma repaginada no visual e por “debaixo do capô”, agora seus desenvolvedores comentam um pouco mais sobre as possíveis features que serão adicionadas ao Blender 2.81. 

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O Blender é reconhecido por sua competência e completa gama de ferramentas. Um software bem poderoso e mantido pela Blender Foundation, de código aberto, e que segue uma rígida política de desenvolvimento. Contudo, não quero dizer que seu desenvolvimento é rigoroso, no sentido de não receber novas ideias, pelo contrário existe uma organização e tempo para tudo. O Blender divide esses processos em fases de desenvolvimento, como a maioria dos grandes projetos, para entender um pouco sobre as novidades do Blender 2.81, será interessante descobrir um pouco mais sobre esses estágios de desenvolvimento.

Ao todo são 5 ciclos até termos a versão final, sendo eles:

  • Bcon1 (9 semanas): começa com os desenvolvedores aceitando os commits aprovados ou enviando-os para revisão. Neste período todo o esforço é alocado para trabalhar em cima destes commits no código. A comunidade poderá ter uma noção de quais features aparecerão na próxima versão do Blender;
  • Bcon2 (4 semanas): essa fase tem como foco dedicar-se à triagem de bugs, solucionando as falhas de alta prioridade, e tornar estáveis os recursos anteriormente aceitos no “bcon1”. Os desenvolvedores podem se concentrar em fornecer recursos bem polidos, enquanto o restante (os que não foram considerados muito importantes para versão atual) podem ser aprimorados a tempo do próximo bcon1;
  • Bcon3 (4 semanas): é quando as coisas ficam realmente interessantes. Ao mesmo tempo que o bcon3 da versão atual do Blender, o bcon1 da próxima versão é iniciado. Uma nova ramificação de lançamento é criada para deixar a versão do código principal aberta para novos recursos, enquanto os coordenadores de projeto do Blender avaliam se os desenvolvedores precisam trabalhar em algo mais ou apenas focar nos recursos já pré-determinados;
  • Bcon4 (1 semana): fase em que apenas os commits críticos são mesclados, e a comunidade pode testar o que será a nova versão instável e estável do Blender;
  • Bcon5 (1-2 dias): estágio em que as compilações finais são empacotadas para todas as plataformas, ajustes finais nos registros e imagens promocionais, mídias sociais, anúncios em vídeo e a opção final é configurada no blender.org para a exibição do novo lançamento na página de download.

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EMMYS 2018 Motion Graphics - de Allucinari, feito com o Blender 2.80 alpha.

Novidades no Blender 2.81


A versão do Blender 2.81 está na fase bcon2, significando que já foram decididas as possíveis features da nova versão. Lembrando que seria uma irresponsabilidade afirmar que todas essas mudanças estariam presentes no Blender 2.81, afinal durante o desenvolvimento muita coisa pode mudar e recursos problemáticos podem ser abandonados. Todavia, até o momento os desenvolvedores elaboraram essa lista:


Se você gosta de experimentar as novidades do Blender, efetuar o download das nightly builds é uma opção. Caso encontre alguma falha, sinta-se à vontade para contribuir relatando os bugs e auxiliando no desenvolvimento do Blender.

O Blender 2.81 tem bastante novidade a caminho, reforçando que se no final do bcon3 ou até mesmo do bcon2, os coordenadores do projeto decidam abandonar tais recursos ou deixarem para outra versão, assim farão.

Utiliza o Blender em seus projetos? 

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Google Password Checkup, agora alerta caso houver vazamento de senha

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

O Google vem criando soluções que a cada dia facilita o uso da tecnologia, seja com sistemas operacionais, aplicativos, sites ou serviços. Agora seu gerenciador de senha passa a receber um novo recurso, esse antes disponível anteriormente através de uma extensão para seu navegador Google Chrome, agora nativamente no Google Password Checkup.

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Criar senhas fortes pode ser considerado uma verdadeira arte, brincadeiras à parte, evitar as famigeradas “123456” ou “senha” não é tão difícil assim (essa foi para você Happy 😆️😆️😆️).

O Google Password Checkup, aquele que sempre te pergunta se quer salvar uma senha no Chrome ou Android, recebeu ontem quarta-feira (2), a capacidade de averiguar se sua senha está comprometida por vazamentos ou não. Acesse o Gerenciador de senhas, confirme sua identidade e solicite a verificação. Assim, três resultados podem ser apresentados, indicando o estado atual de sua segurança.

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Senhas fracas


Caso exista alguma senha mal formulada, e que seja de simples alvo para um eventual ataque, o Password Checkup indicará essa falha de segurança. Então, nada de nomes de parentes, conhecidos, cônjuges ou coisas do tipo. Datas de aniversários ou comemorativas também não são uma boa ideia. Dê preferência a frases que venham de uma letra de uma música, quem sabe um livro ou algo assim. Alternância entre letras maiúsculas e minúsculas, como caracteres especiais são bem-vindos (“t3us_0lhos#sAo mev5-Livros”).

Senhas utilizadas


Esse é outro problema que o gerenciador poderá lhe alertar. Repetir a mesma senha em diferentes serviços só aumentam as chances de invasão. Se uma senha vazar, os demais serviços estarão em risco.

Senhas comprometidas


Não! Suas senhas não estão lhe traindo com outra pessoa, talvez até sim, afinal se o Google Password Checkup exibir este alerta, é plausível que você seja um alvo. Senhas comprometidas, significam que algum serviço que você utiliza sofreu um possível ataque ou vazamento de dados e por algum motivo sua senha foi descoberta. 

Segundo o site The Verge, o Google revelou uma pesquisa que aponta o uso de autenticação de duas etapas por apenas 37% dos americanos entrevistados. Outra curiosidade é que 66% utilizam suas senhas em mais de um serviço. Já uma falha gravíssima é que somente 11% efetuaram a troca de suas senhas, após casos de vazamentos de serviços de streaming

O Google consulta uma vasta lista de fontes para verificar se sua senha já vazou na internet:

  • 000webhost;
  • 17 Media;
  • Coleção 1,4 bi;
  • 7k7k;
  • Adobe;
  • Anti-public;
  • Badoo;
  • Bitly;
  • Coleção 1-5;
  • Dropbox;
  • Exploit.in;
  • iMesh;
  • Imgur;
  • Last.fm;
  • Lifeboat;
  • LinkedIn;
  • Mate1;
  • Neopets;
  • NetEase;
  • Nexus Mods;
  • Pemiblanc;
  • R2Game;
  • Rambler;
  • Tianya;
  • Tumblr;
  • VK;
  • VN;
  • Yandex;
  • Youku;
  • Zoosk.

Como diz o ditado: “segurança nunca é demais”, e sempre devemos nos atentar quanto a esses detalhes. Recentemente noticiamos o retorno do botnet Emotet, que se valia de senhas fracas para efetuar seus ataques. Então, evite ao máximo expor suas contas e possíveis problemas. Talvez a utilização de um gerador de senhas seja uma ótima dica, no entanto, esse já é assunto para outro artigo (😉️😉️😉️).

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Microsoft lança a nova versão de sua plataforma de desenvolvimento Open Source

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

O .NET Core é uma plataforma para desenvolvimento de aplicações web, desktop, IoT, mobile e jogos, desenvolvida pela Microsoft. Compatível com Windows, Linux e macOS, é oferecido sob a licença MIT, sendo assim de código aberto e disponível no Github.

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Anunciado em 2014, o .NET Core veio como a solução Open Source do já conhecido .NET Framework, esse sim proprietário.

Com uma semana repleta de anúncios da Microsoft para seus desenvolvedores, sua fonte Cascadia Code é um exemplo. O .NET Core 3.0 vem com diversas melhorias, conforme é apresentado em seu anúncio oficial: 

“Temos o prazer de anunciar o lançamento do .NET Core 3.0. repleto de melhorias, incluindo a adição de Windows Forms e WPF, a adição de novas APIs JSON, suporte ao ARM64 e melhoria do desempenho geral. O C# 8 também faz parte desta versão, que com fluxos anuláveis, assíncronos e mais padrões. O F# 4.7 está incluso e focado em descomplicar a sintaxe utilizada no .NET Standard 2.0”.

O lançamento é compatível com versões anteriores, facilitando a atualização das aplicações. A nova versão promete maior desempenho, suporte às linguagens de programação C# 8 e F# 4.7, APIs JSON, redução no uso de memória com um garbage collection mais eficiente, inclusão padrão de executáveis nos aplicativos, suporte a novos chips ARM, aprimoramento no desempenho do framework via contêineres, entre outras novidades.

Para usuários do Visual Studio, a Microsoft informa que, basta atualizar a IDE para obter automaticamente a última versão do .NET Core.

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Sistemas suportados pela plataforma


O .NET Core 3.0 é suportado nos seguintes sistemas operacionais:

  • Alpine: 3.9+
  • Debian: 9+
  • openSUSE: 42.3+
  • Fedora: 26+
  • Ubuntu: 16.04+
  • RHEL: 6+
  • SLES: 12+
  • macOS: 10.13+
  • Windows: 7, 8.1, 10 (1607+)
  • Windows Server: 2012 R2 SP1 +

Nota: Os aplicativos Windows Forms e WPF funcionam apenas no Windows.

Os chips suportados pela tecnologia são:

  • x64 no Windows, macOS e Linux;
  • x86 no Windows;
  • ARM32 no Windows e Linux;
  • ARM64 no Linux (kernel 4.14+).


Para mais detalhes técnicos, pontuando cada melhoria e novas adições ao framework, acesse o anúncio oficial no blog de desenvolvedores da Microsoft.

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Fonte: Microsoft.
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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

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Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Primeira versão beta do Microsoft Edge é lançada

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Não é de hoje que a Microsoft vem investindo uma certa atenção no desenvolvimento de seu navegador Microsoft Edge. Depois de mudar para base Chromium, a empresa se juntou ao grupo de navegadores que fazem uso do projeto open source. Recentemente anunciamos que o Google Chrome ganhará um melhor gerenciamento energético, tudo isso graças ao Microsoft Edge.

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Depois de muita espera, e trabalho por parte da MS, seu navegador Microsoft Edge é disponibilizado oficialmente. Ao menos, em primeiro momento, a versão beta. Depois de passar por versões Canary e Dev, o browser chega no último passo até a primeira versão estável. Implementações vistas anteriormente se fazem presentes, como esperado, e os usuários poderão conferir um pouco o funcionamento do programa. Algumas dessas features, são: Modo Internet Explorer (para sites e sistemas que ainda fazem uso e apenas são compatíveis com o IE), Microsoft Search (incorporando o buscador Bing), e um sistema de proteção baseado no Windows Defender (que pretende isolar sites não confiáveis) e suporte para 14 idiomas diferentes.

O Edge ainda está em construção, então, não espere um navegador estável e sem eventuais bugs. Inclusive a Microsoft está oferecendo recompensas que podem chegar até 15 mil dólares por vulnerabilidade encontrada. Ficou interessado? Acesse o blog MSR para mais detalhes

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Em sua publicação oficial a Microsoft informa que continuará comprometida em colaborar com a comunidade Chromium, sendo ativa e mantendo o pleno envolvimento com o projeto. E parece que a MS está se empenhando em manter este compromisso, basta ver toda contribuição que tem feito para o projeto Chromium.

Neste primeiro lançamento apenas as versões para Windows e macOS estão disponíveis para download. Para quem duvida de uma versão para o pinguim, em sua Build 2019, conferência para desenvolvedores MS, a empresa através de um slide deixou claro a intenção de distribuir seu navegador não apenas para o Windows. Você pode ler a matéria completa acessando este link, e ficar por dentro do assunto.

Não foi desta vez (para os usuários Linux), entretanto, se está no Windows ou macOS, o download do Edge pode ser efetuado diretamente do site da Microsoft

E você, usará o Microsoft Edge ou permanecerá em seu browser atual? Nem vai experimentar o navegador da MS? (#Malvadão 😂️😂️🤣️).

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Fonte: Microsoft.
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