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Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Os novos “Mac Mini” da Apple estão vindo com os novos chips de segurança T2, e dentro das novidades estão a criptografia APFS no sistema de armazenamento, validação do Secure Boot e UEFI, manipulação do ID Touch, entre outras funcionalidades.


 Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux






O T2 restringe bastante o processo de inicialização e verifica cada etapa do processo usando chaves de criptografia assinadas pela Apple. E com isso trazendo uma dor de cabeça para quem quiser usar Linux nessas máquinas.

Por padrão, as máquinas da Apple são habilitadas para não permitir nenhum sistema operacional, nem mesmo o Microsoft Windows, mas se você quiser instalar o sistema vai precisar habilitar a opção no Assistente Boot Camp,  assim ele instalará o certificado Windows Production CA 2011,autenticando os sistemas da Microsoft para serem usados nos equipamentos da Apple. Mas….

Isso não instala e não habilita o suporte aos certificados UEFI da Microsoft, esse certificado é usado por muitos parceiros da Microsoft, dentre eles algumas empresas que oferecem distribuições Linux, como Canonical (Ubuntu), Red Hat/IBM (Fedora), Suse (openSUSE) entre outras, e assim não possibilitando a instalação das distribuições Linux nos Macs Mini.

Na hora da instalação do sistema, você terá uma tela com os vários níveis de segurança oferecidos pela Apple, como Full Security, Medium Security e No Security (como se observa na imagem abaixo).



Você pode clicar aqui para ter maiores informações de cada opção ali apresentada.


Até o momento ainda não foi adicionado o suporte para o UEFI, o que possibilitaria a instalação de sistemas Linux nos hardwares da Apple com esse novo chip de segurança T2, mesmo desabilitando os métodos de segurança os usuários ainda não conseguiram dar boot com Linux. Se tiver algum update sobre o caso vamos atualizar o artigo trazendo as novidades, então fique ligado no blog. =)


Se você quiser acompanhar a “saga” dos usuários, pode acompanhar através deste fórum.

Um agradecimento ao pessoal do Phoronix que trouxe essa notícia à “luz do dia”.

Um forte abraço e até a próxima.
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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Apple está contratando desenvolvedores de Linux? Como assim?

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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Se você acha que até hoje que a Microsoft é uma inimiga do Linux (por incrível que pareça tem gente que até hoje acredita nisso), vocês não fazem ideia de como a Apple odeia Linux (ou ao menos odiava até semana passada). 

Apple contratando desenvolvedores Linux








A Apple é famosa por tentar contratar Linus Torvalds para trabalhar no desenvolvimento do macOS e abandonar o desenvolvimento do kernel Linux. Linus não aceitou, mesmo com a insistência de Steve Jobs. Bom, decisão feita, Linus diz que hoje fica muito feliz de ter feito a "escolha correta". 

Me lembro de já ter lido Steve Jobs falando mal do Linux depois deste caso e já li Steve Wozniak (um dos fundadores da Apple) comentando o oposto sobre Linux em seu blog:

"Associar o Macintosh ao Linux pode ser a coisa mais positiva que a Apple poderia fazer para ser mais aceita em todos os lugares."

Agora, depois de quase sete anos após a morte de Steve Jobs, a Apple está contratando desenvolvedores do Kernel Linux. O que será que a Apple está tramando? Migrar para Linux? Mais uma gigante vindo para o pinguim? Melhorar a sua infraestrutura interna de servidores e serviços? Difícil saber, mas é realmente muito curioso.
Outra coisa que me ocorreu, por conta da descrição do cargo, é que a Apple pode estar tentando explorar as possibilidade do Kernel Linux como o Android faz, para assim implementar funcionalidades no iOS. Claro que tudo isso são suposições, também pode ser apenas um ramo de estudos da empresa que não vai se converter em produto de forma imediata.
apple-contratando-desenvolvedores-do-kernel-linux
Só para registrar o momento.

A vaga pode ser conferida no Linkedin. Os candidatos devem ter "sólido conhecimento em Linux", com pelo menos cinco anos de experiencia na parte de Linux em embarcados.

Até a próxima!
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"Life is Strange: Before the Storm" será lançado para Linux e macOS

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quarta-feira, 14 de março de 2018

O prelúdio do (quase "cult") game da Square Enix, "Life is Strange", será lançado para Linux e macOS no nosso Outono, portado mais uma vez pela Feral Interactive e disponibilizado através da Steam.

Life is Strange for Linux and macOS





O game "Life is Strange" foi, certamente, um dos melhores e mais emocionantes jogos que eu já pude jogar no Linux. O jogo de escolhas determinando o caminho que a história terá é algo que me agradou muito.

Quando fiquei sabendo do lançamento do prequel, contando a história que acontece antes do jogo em si a minha ansiedade para jogar aumentou!

Infelizmente, no day one o game não estava disponível para Linux e macOS, a ponto de eu ter até me esquecido de que queria jogá-lo, mas hoje fui surpreendido com um e-mail dos nossos amigos da Feral Interactive informando que, além de "Rise of the Tomb Raider", a próxima primavera norte americana também nos trará "Life is Strange: Before the Storm".

Se você nunca viu um gameplay de "Life is Strange" e não conhece muito bem a proposta do jogo, convido-o para assistir ao que fizemos no canal, confira:


Se você curtiu o primeiro vídeo, saiba que temos uma série completa zerando o primeiro episódio no canal, basta clicar aqui para acessar a playlist.

Assim como o primeiro título, "Before the Storm" também é dividido em capítulos e será lançado para Linux e macOS com todos eles já prontos, debugados e liberados. Atualmente o jogo está saindo por R$ 44,99 na Steam com todos os episódios inclusos e sua versão Deluxe, que entrega um episódio extra, novas roupas para os personagens e alguns outros detalhes extras, custa em torno de 65 reais.

O jogo


Life is Strange Before The Storm

"Life is Strange: Before the Storm" é uma nova história independente do título anterior, mas que se passa no mesmo universo. É dividida em três partes, que se passam três anos antes do primeiro jogo da franquia. Franquia essa que venceu o prêmio BAFTA inclusive.

Se no jogo anterior nós jogávamos com a Max, neste segundo título jogamos com a melhor amiga dela, Chloe Price, uma jovem de 16 anos que faz uma amizade inesperada com Rachel Amber, uma garota bonita e popular e passamos a entender o que aconteceu com a personagem principal antes da chegada de Max.

Quando Rachel descobre um segredo familiar que ameaça destruir o mundo dela, é a nova amizade com Chloe que dá forças para ela seguir em frente. Agora juntas, as garotas precisam confrontar os demônios uma da outra e encontrar uma forma de superá-los.

Os principais destaques do jogo, segundo os desenvolvedores, são:

ꔷ Aventura narrativa influenciada por escolhas e consequências;
ꔷ Finais alternativos que variam de acordo com suas decisões;
ꔷSistema de "Bate-boca" - Um modo de conversa por risco/consequência que permite a Chloe usar sua língua afiada para provocar ou convencer outros personagens;
ꔷ Pichar muros para deixar "a nossa marca";
ꔷ Escolha as roupas de Chloe e causar reações diferentes nos outros personagens;
ꔷ Trilha sonora marcante, com músicas indie licenciadas, e tema original, assim como no primeiro jogo.

A jogabilidade é muito semelhante ao primeiro título, com poucos elementos diferentes, os gráficos receberam um polimento visual, apesar de parecerem "antiquados", este foi claramente um conceito artístico aplicado de forma consciente. De qualquer forma, o destaque de "Life is Strange" nunca foi seus gráficos (apesar de eu gostar deles) e sim a sua história envolvente, que te prende e faz você querer jogar um capítulo após o outro, como se estivesse vendo uma série da Netflix que gosta muito.

A versão da Feral Interative



A Feral Interative mais uma vez fará o porte do jogo para Linux e macOS e ao que tudo indica, mais uma vez teremos o Vulkan como API gráfica para o título. 

O game em si não é muito pesado, máquinas modestas são capazes de rodá-lo com gráficos mínimos.

Atualmente não temos especificações para Linux e macOS disponíveis, mas os requirimentos mínimos para Windows são:

- Sistema operacional de 64 bits;
- Processador Core i3, AMD Phenom X4 ou superior;
- 3 GB de RAM;
- Placa de vídeo AMD Radeon R7 250  ou Nvidia GTX 650;
- 14 GB de Armazenamento.

Podemos tomar estes valores como base e estimar que as versões para Linux e macOS não serão muito diferentes disso.

O áudio do game será apenas em Inglês, mas teremos legendas em Português do Brasil, Francês, Alemão, Italiano, Espanhol e Chinês (Simplificado).

Assim que o game for lançado nós traremos gameplays para o canal, então fique ligado! 

Mais informações você encontra no site da Feral Interactive.

Até a próxima!
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"Rise of the Tomb Raider: 20 Year Celebration" será lançado para Linux e macOS

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Boas novas para os gamers de Linux, um novo e importante título "triplo A" está prestes a ser lançado, trata-se do título mais recente da franquia da Lara Croft publicado pela Square Enix, desenvolvido em parceria com a Crystal Dynamics e agora portado para Linux e macOS pela Feral Interactive, "Rise of the Tom Raider" em sua edição especial de vigésimo aniversário.







A assessoria de imprensa da Feral Interactive nos informou que eles estão trabalhando em um porte do game "Rise of the Tomb Raider" para Linux e para macOS, ainda sem uma data para lançamento definida.

Confira o trailer oficial de "Rise of the Tomb Raider" para Linux e macOS:



"Rise of the Tomb Raider" é um game de ação e aventura jogado em terceira pessoa e incrementa vários elementos encontrados em "Tomb Raider (2013)" (que também está disponível para Linux e macOS) e marcou o "reboot" da série de sucesso:



Novos elementos e contexto



Nós controlamos mais uma vez a bela e corajosa Lara Croft através de vários ambientes, lutando contra inimigos e completando puzzles enquanto usamos armas improvisadas e criatividade para evoluir na história, sendo que as áreas de exploração do game chegam a ser quase 3 vezes maiores do que o título anterior.


O ambiente do jogo foi muito melhorado (em comparação com o título anterior), com um ciclo dia-noite e com um novo sistema climático que influencia tanto nos personagens humanos, quanto nos animais. 

Um exemplo legal disso é que para criar um casaco de inverno mais forte, Lara tem de caçar um lobo, que é um animal que só aparece durante uma determinada hora do dia e quando as condições de tempo são favoráveis. 

O combate foi redesenhado e apresenta agora um maior numero de opções de infiltração e de ataques rápidos e furtivos. Quando estamos em combate ou quando queremos evitar o inimigo pode fazer a Lara subir nas árvores e se esconder, ou nadar por baixo da água para evitar de sermos vistos. A neve também influencia a jogabilidade: os animais deixam pegadas que vão desaparecendo ao longo do tempo e Lara pode escavar trincheiras para fazer um abrigo. Os jogadores também estão suscetíveis a problemas causados por tempestades de neve e avalanches

E essas são só algumas das muitas melhorias.

O lançamento da Feral Interactive de "Rise of the Tomb Raider"


Como eu já havia mencionado, ainda não temos informações de quando o jogo estará disponível, a informação é vaga e nos diz que será "na primavera do hemisfério norte". Eu certamente postarei um gameplay no canal para mostrar a vocês como está o desempenho e a aparência do jogo assim que eu puder ter acesso a ele.

Atualmente o game está custando R$ 129,99 na Steam e foi um dos melhores títulos lançados nos últimos anos, sendo usado até hoje como referência em vários testes de benchmark e desempenho. Eerá interessante ver como ele se comportará no Linux.

O game é todo traduzido para o Português, incluindo a dublagem, o que é algo sempre bom para os jogadores do Brasil. Os desenvolvedores confirmaram para a nossa redação que o game rodará Vulkan, assim como foi usado no título F1 2017 para Linux (que teve um bom desempenho), mas seria muito bom ver mais um título usando a nova API.


Fique ligado aqui no blog e no canal para acompanhar as novidades, até a próxima!
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Microsoft quer um "mundo sem senhas"

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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Recentemente o blog de notícias da Microsoft publicou um artigo muito interessante a respeito das senhas que usamos em nossos dispositivos. A empresa comenta sobre o problema de segurança e praticidade que existe na forma tradicional de proteger sistemas.

Senhas e segurança






As senhas baseadas em caracteres são extremamente comuns, mas mesmo as mais complexas, quando não estão aparadas por outras camadas de segurança, podem deixar qualquer sistema inseguro.

Trocar as senhas, memoriza-las, armazenar os seus conteúdos através de um outro serviço gerenciado por uma senha mestra com 72 caracteres alfa numéricos, tudo isso é muito pouco prático e infelizmente, não é tão seguro quanto gostaríamos. Por conta disso, as empresas de tecnologia estão implementando novos recursos em seus produtos para substituir a ação de digitar uma senha, confirmar um código, desbloqueio em duas ou três etapas, etc.

O uso de digitais não é uma tecnologia recente, mas acabou se tornando algo relativamente comum em Smartphones há pouco tempo. Indo um pouco além disso, Apple e Microsoft já colocaram para funcionar em grande escala o sistema de reconhecimento facial para desbloqueio do sistema operacional e para fazer operações especiais, como compras em aplicativos.

O blog da Microsoft comenta que atualmente 70% dos dispositivos com Windows 10 que rodam em computadores que conseguem usar o Windows Hello como alternativa a senha estão usando a tecnologia, dando um feedback estatístico para a empresa de que as pessoas realmente preferem algo mais cômodo do que digitar as senhas. A ideia é que esse tipo de tecnologia, não só pelas mãos da Microsoft, seja a mais utilizada ao longo do tempo, tentando garantir muito mais confiabilidade para os equipamentos.

Em Dezembro do ano passado, pesquisadores alemães constataram que o sistema de detecção facial que o Windows Hello utiliza poderia ser facilmente burlado caso o computador que o está usando não possua os recursos necessários para fazer uma análise correta, o teste foi feito em um modelo da Dell, o mesmo problema não ocorre do Surface PRO por exemplo, o que mostra que não estamos preparados ainda para receber essa tecnologia de forma 100% eficiente, mas estamos no caminho.

Correções que chegaram ao Windows com o "Fall Creators Update" ajudaram a deixar o sistema de detecção facial mais seguro, evitando o problema que os pesquisadores haviam encontrado na ocasião.

Não agradando a todos


Como era de se esperar, esse tipo de postura não agrada a todos (nada nunca agrada a todos), especialmente as pessoas que se preocupam com privacidade na tecnologia. 

Um sistema desse tipo é mais eficiente do que qualquer governo para credenciar pessoas com dados pessoais e fotos de diversos estilos, incluindo impressões digitais e até mesmo a sua voz. Quem defende a privacidade, clama por ferramentas que sejam transparentes e tenham o código aberto, como este feito em Python e que utiliza Machine Learning.

O ideal seria que essas ferramentas, mesmo no Windows ou no macOS (e até no Android), tivessem uma maior transparência, até para que o modelo de desenvolvimento open source permita uma evolução mais rápida e segura para essas ferramentas. O que pode inviabilizar isso de acontecer é que muitas vezes esse tipo de tecnologia acaba se tornando um produto diferencial das empresas, muitas delas optando por deter o seu grande trunfo, é compreensível, claro, mas em se tratando de segurança, o ideal seria que todos pudessem se utilizar da melhor tecnologia possível, sem ficar refém de alguma plataforma ou hardware que funciona na base de um firmware proprietário.

O que você acha disso? Será que sistemas como o Face ID e o Windows Hello serão o padrão do futuro?

Até a próxima!
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Game Black Mirror (Point & Click) é lançado para Linux

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Quem gosta de games que envolvam uma boa história, gosta do gênero Point & Click e curte jogar no Linux, acabou de ganhar um nova opção. Um novo jogo foi lançado da Steam (simultaneamente para Linux, Windows e macOS) e carrega justamente esta proposta.

Black Mirror Steam






Apesar do nome, o game nada tem a ver com o famoso seriado da Netflix, no entanto, ele é um título até mais antigo do que o próprio seriado, sendo uma trilogia (antes deste último), com o primeiro título sendo lançado no início dos anos 2000.

O game tem um estilo que lembra um pouco os contos de H.P. Lovecraft ou do Edgar Allan Poe, focando em uma atmosfera de terror/suspense interessante e uma história misteriosa. Não possui dublagem e nem legenda em Português, no entanto, a dublagem (pelos trailers) parece ser muito bem feita e os gráficos são razoavelmente bons, com uma pegada gótica.


Atualmente o game está disponível na Steam com 10% de desconto, se você curte este estilo de jogo, vale a pena dar uma olhada.

Pra quem curte games Point & Click, eu convido para dar uma olhada no game BR que eu zerei em uma das lives do canal, "A lenda do cabeça de cuia", clique aqui pra ver.

Até a próxima!

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Utilização de Linux em Desktops cresceu em 50% no último ano

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domingo, 3 de setembro de 2017

A maior parte das pessoas acompanham o blog e o canal sabem o quanto eu acho estatísticas de contabilização de distros Linux controversas, isso porque é muito complicado realmente estimar todas as pessoas que realmente estão utilizando as distribuições. Isso acontece por conta de que geralmente não existem cadastros para fazer download de algum sistema ou alguma forma precisa de contabilizar os usuários de todas as distros, porém, existem alguns serviços que tentam fazer aproximações e o que um dos mais famosos nos mostra é que "Linux" em Desktops acabou crescendo em utilização em cerca de 50% nos últimos 12 meses.

MarketShare do Linux nos Desktop em 2017





O site "NetMarketShare" revelou os dados coletados do último mês (Agosto de 2017) onde tivemos uma grande surpresa no salto do "Linux" nos Desktops, especialmente se comparando ao mesmo período do ano passado.

MarketShareLinux 2017

Como podemos ver pelo gráfico, agora "o Linux" está com 3,37% do Market Share, o que ainda é muito pouco perto do Windows (com cerca de 90%), mas já está consideravelmente perto do macOS da Apple (que atualmente tem 5,94%, segundo o mesmo serviço) e isso pode ter boas implicações para os sistemas baseados em Linux, como a vinda de mais serviços e programas para as distribuições.

Crescimento do Linux no Desktop no último ano

O gráfico acima mostra a evolução da participação das distros Linux no Desktop ao longo dos últimos 12 meses, observando isso, podemos perceber que "o Linux" saiu de um número percentual de 2,23% em Setembro de 2016, para 3,37% em Agosto de 2017. Um aumento de pouco mais de 51%, o que é um grande coisa em perspectiva.

Observando o gráfico, podemos ver também que a coleta de dados indica quedas em determinados meses (o que vai de encontro a imprecisão dos dados que eu havia comentado), mas de qualquer forma, é algo a ser considerado.

O que você achou da novidade? Parece que finalmente as distros saíram dos famigerados 2% que eram comentados há tanto tempo.

Pra mim a grande questão ainda é: O que ocasionou isso? Foi alguma distro? Alguma empresa? Foi uma forma diferente de fazer a pesquisa? Infelizmente essa informação - que seria tão importante - está faltando, porém, ao mesmo tempo a pesquisa indica que as distros (algumas pelo menos) estão muito mais simples de serem utilizadas por pessoas que vão fazer uso doméstico para o sistema, ou mesmo profissional, ainda pode não ser a melhor opção para todos, mas é uma opção muito boa para muitos.

Até a próxima!

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Gravit Designer - Uma nova ferramenta para trabalhar com gráficos vetoriais gratuitamente

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Está procurando uma ferramenta alternativa ao Adobe Illustrator, Corel Draw e Inkscape? Então o Gravit Designer pode ser a sua melhor opção gratuita.

Gravit Designer




O Gravit Designer é uma aplicação muito versátil e intuitiva para criar imagens vetoriais e até pequenas montagens que não envolvam manipulação de imagens muito densa. Ele é completamente grátis e está disponível para Windows, macOS e Linux (através de AppImage), além de uma versão Web que roda através do Google Chrome, isso o faz compatível também com o ChromeOS.

Gravit Designer

Na verdade, não é a primeira vez que o Gravit aparece aqui no blog, nós temos um post sobre ele que data de Novembro de 2014. De lá para cá o software recebeu vários upgrades, tanto nos aspecto visual, quanto no ferramental disponível.

Gravit Designer

Sem muita prática já da pra dar uma brincada por conta da organização da interface, não há nada escondido nos menus, tudo está disposto em frente aos seus olhos. Na verdade, existem algumas opções nos menus, mas nada de muito complexo e que não possa ser acessado pela própria interface. O único empecilho é para quem não gosta de usar ferramentas que não tenham tradução para o português.

Aplicar sombrar, criar formas, instalar novas fontes; tudo isso é muito simples. O Gravit tem suporte para camadas também e alguns efeitos prontos. O programa pode ser interessante para quem precisar criar imagens para o Facebook, sites e até mesmo para quem faz design para Web ou ícones para Apps Mobile.

Gravit Designer Presets

Existem alguns presets que você pode usar ao criar um arquivo novo com tamanhos e resoluções prontas; falando nisso, o Gravit utiliza o formato aberto SVG para salvar os seus arquivos, assim como o Inkscape, isso garante que qualquer programa com suporte ao formato padrão aberto de gráficos vetoriais possa trabalhar com o material que você produzir no Gravit. Além do SVG, você poderá exportar os seus trabalhos em PDF, PNG e JPG o que facilita muito as coisas, o Gravit Designer também possui um formato próprio para salvar os arquivos caso você deseje utilizar.

Se você está pensando que vai complicado se adaptar a um novo programa, aqui vai mais uma dica.

Eu sei muito bem o quanto adaptação a uma nova ferramenta ou plataforma pode ser algo complicado, algo que pode te ajudar com o Gravit é o canal no YouTube da ferramenta que te ensina a utilizar os principais recursos do software.

Se quiser fazer um teste e ver até onde o Gravit pode ser útil para você, basta acessar o site e fazer o download, ou acessar a versão Web dele.

Até a próxima!
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Syncthing - Sincronize arquivos entre computadores em uma nuvem pessoal

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terça-feira, 14 de março de 2017

Hoje vou mostrar para você uma forma muito fácil de você criar uma forma simples de compartilhamento de arquivos e ao mesmo tempo um backup de dados usando Syncthing, tudo isso, dentro da sua própria casa! 😄

Syncthing sincronizando arquivos em nuvem caseira



O Syncthing é uma plataforma de código aberto que permite a criação de uma rede de compartilhamento de arquivos de forma descentralizada, isso tem aplicações muito interessantes dentro de uma empresa, especialmente negócios pequenos, e dentro da sua casa.

Se você costuma usar os mesmos arquivos para trabalhar em mais um computador, e usa serviços como o popular Dropbox para sincronizar os mesmos, fica fácil de entender como o Syncthing funciona.

Imagine que você tem  um Notebook e um Desktop em casa, imagine que você use o Dropbox em ambos com a mesma conta, desta forma, os arquivos são sincronizados entre as duas máquinas. Os arquivos vão do seu Notebook para o servidor do Dropbox e do servidor do Dropbox para o seu Desktop, ou ao contrário, dependendo de onde você colocar o arquivo antes.

O funcionamento é ótimo, isso inclusive permite que você acesse os arquivos de qualquer dispositivo, incluindo o seu Smartphone, basta ter internet, contudo, para determinadas informações sigilosas, pode ser interessante ter um sistema de compartilhamento privado e é aí que o Syncthing entra.

No Syncthing...


... não existe um servidor central como no Dropbox, o compartilhamento é feito de uma máquina para a outra e você escolhe em qual disco rígido seus arquivos ficarão, em alguns casos, por fazer parte da sua rede local, a transferência de arquivos será muito mais rápida do que através do Dropbox ou qualquer outro.

Como você instala o Syncthing no seu computador?


O Synchting é um utilitário em linha de texto e funciona como um servidor de arquivos local, você poderia criar um servidor Samba também para o caso, mas o Syncthing além de ter uma bela interface, não requer muita experiência para ser configurado e ainda espelha os arquivos para que você tenha cópias de backup.

Apesar do Syncthing ser descentralizado, nada impede que você use uma máquina antiga para usar de servidor de arquivos, essa é uma escolha só sua. Eu ainda vou fazer um vídeo sobre o FreeNAS para soluções domésticas, mas por hora vamos ficar com o Syncthing.

Através do site oficial você pode baixar os instaladores para Windows, Linux, macOS e dispositivos móveis, para o Ubuntu e seus derivados, existem várias formas diferentes de instalar. 


1 - Você pode usar o próprio arquivo para "Linux" disponibilizado no site, que é um arquivo "genérico", basta extrair e dar dois cliques e uma interface Web dentro do seu navegador padrão vai se abrir.

Syncthing

2 - Usando o Software Boutique.

Syncthing Ubuntu Software Boutique

3 - Através de um pacote Snap, você pode achar ele tanto pelo terminal, quanto através do Ubuntu Software.

snap install syncthing

Syncthing Snap

Syncthing no Ubuntu Software

Independente da forma que você escolha para instalar, é bom que você saiba que existe uma interface gráfica em GTK para as distros Linux e um outro cliente para Windows:

SyncthingGTK (Linux e Windows)

- SyncTrayzor (Windows)

E existem outros criados pela comunidade de desenvolvedores para diversos sistemas.


Para dar sequência as explicações, você utilizará a forma simples de trabalhar, usando o arquivo disponibilizado no site para "Linux 64 bits" e utilizando o Ubuntu para exemplificar, não sendo necessário instalar pacotes adicionais, nem nada disso.

Ao baixar o arquivo do Syncthing, você terá um pacote compactado em tar.gz, basta extrair para uma pasta de sua preferência, eu recomendo que você extraia para dentro da sua Home por questão de organização, depois, para facilitar, mude o nome da pasta para syncthing.

Dentro da pasta, basta dar dois cliques no arquivo syncthing.

Syncthing

Alguns instantes depois de você dar dois cliques no arquivo, o seu navegador padrão deverá se abrir mostrando a interface do Syncthing, observe o endereço de IP e a porta dele, sendo que o IP será normalmente o próprio localhost.

Syncthing interface

Recomendo que você favorite o endereço para acessar ele através do navegador facilmente, sem precisar decorar IP/Porta, claro, se você não optou por baixar a interface em GTK ou alguma outra, eu achei mais interessante gerenciar pelo próprio browser, mas a escolha é sua.

Para que Syncthing inicie junto com sistema assim que você fizer login, basta adicionar o caminho para o executável dele (se você seguiu o meu exemplo ele está dentro da sua Home) ao "Aplicativos de sessão" do Ubuntu.

Syncthing inicializando junto com o Ubuntu

Ao adicionar somente o endereço do executável, assim que você fizer login um browser vai se abrir com a interface do Syncthing, se você quiser que apenas o processo inicie sem que um navegador seja aberto toda a vez, adicione um parâmetro ao final do comando assim: " -no-browser", sem as aspas.

No meu exemplo seria:

/home/dionatan/syncthing/syncthing (para abrir o navegador no login).

/home/dionatan/syncthing/syncthing -no-browser (sem abrir o navegador no login).

Você sempre pode ver se os processos do Syncthing estão em execução observando o "Monitor do Sistema".

Syncthing no monitor do sistema

Como sincronizar e compartilhar arquivos


Toda a configuração do Syncthing pode ser feita pela interface Web, a pasta padrão que o Syncthing compartilha é a "/home/seu_usuario/Sync/", mas você pode adicionar e remover as pastas ao seu gosto.

Pasta compartilhada no Syncthing

Toda a interface do Syncthing é em Português, então leia com calma para escolher todos os detalhes que você deseja.

Para compartilhar esta pasta com outro computador dentro da sua rede e fazer elas sincronizarem você precisa instalar o Syncthing na outra máquina que será sincronizada. Depois é necessário criar uma identificação através de ambas. 

No meu caso, estou compartilhando a pasta "Sync" do meu Notebook com o meu Desktop, então vou me referir a eles desta forma para você entender melhor.

No meu Notebook ao abrir a interface Web do Syncthing vou clicar no botão "Adicionar dispositivo remoto".

Syncthing
Na janela que se abre no Notebook eu devo informar os dados do dispositivo remoto que vai se conectar a ele, no caso, o meu Desktop.

Configurando Syncthing

Na tela acima, existem várias opções que podem ser configuradas, então, leia as opções com atenção, mas quero destacar 3 mais importantes e essenciais.

1 - O ID do dispositivo que vai se conectar (no caso o PC), logo adiante eu mostro como você consegue ele.

2 - Um nome de identificação para o dispositivo conectado.

3 - Marque para compartilhar a pasta padrão do Syncthing, no caso a pasta "Sync" dentro da Home, se você adicionar mais pastas elas vão aparecer aqui, marque todas as que você deseja que este dispositivo remoto possa acessar.

Agora no Desktop, vamos precisar pegar o ID do Syncthing dele para adicionar às configurações (da imagem anterior) do Notebook.

No Desktop, clicamos no menu "Ações" e depois em "Mostrar ID".

Configurações do Syncthing

Uma tela como esta abaixo vai se abrir com um código, este código nós devemos digitar no "ID do dispositivo", destacado como "item 1" na imagem anterior no Notebook. Isso fará com que o Syncthing do Notebook reconheça o do Desktop.

Syncthing ID

Você deve repetir o processo ao inverso, indo no Notebook, pegando o ID dele e adicionando o dispositivo no Desktop, assim haverá sincronia entre ambos. O código QR que aparece serve para você adicionar o cliente no seu Android, caso você queira usar o Syncthing por ele, como comentei no início do artigo, existe também uma versão para dispositivos móveis disponível no site oficial, Google Play e F-Droid.

Para que o Syncthing inicie automaticamente no Desktop, você precisa também adicioná-lo aos "Aplicativos de sessão", ou equivalente, dependendo do sistema que você esteja utilizando.

O Synthing funciona de modo cross-plataform, assim você pode sincronizar dados entre Windows, Linux, Mac, BSD, Android, etc, de forma privada e usando apenas uma ferramenta.

Existem muitas possibilidades para o Syncthing, ele tem tantas funções que fica difícil até resumir em um artigo como este (que já está um pouco longo), por isso, eu incetivo você a ler a documentação dele, você a encontra no rodapé da Web Interface do Syncthing, além disso, você pode explorar também as configurações do menu, lá é possível criar usuários inclusive, definir senhas de acesso e mais um monte de opções que vão desde coisas avançadas, como configuração de Firewall e Proxy, até uma simples mudança de tema da interface para um tons mais escuros.

Espero que a dica seja útil para você manter os seus arquivos exatamente onde você deseja, até a próxima!
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Dos 100 games mais vendidos em 2016 na Steam, 40 rodam no Linux

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Ainda estamos longe do cenário ideal para os gamers de Linux, mas já existe uma boa quantidade de games para a plataforma sendo lançados, somente no ano passado foram mais de 1000 títulos, muitos games indie e alguns triplo A, mas chama a atenção que 40% dos games mais vendidos da Steam em 2016 já estão disponíveis na plataforma.

Os games mais vendidos da Steam em 2016




Dependendo do seu estilo de jogo, o Linux já pode ser considerado uma plataforma para você jogar sem precisar piratear o sistema operacional, ou pagar uma licença por ele. De fato, quase metade dos 100 games mais vendidos na Steam em 2016 já rodam no "sistema do pinguim", para ser mais exato, 40.

É verdade também que muitos títulos importantes e consagrados ainda não possuem versão para o sistema, caso de The Witcher 3, GTA V e  Fallout 4, que pesam contra com muita força, mas outros títulos importantes também saíra para a plataforma, como Deus Ex: Mankind Divided, Dying Light e o popular CS:GO, além de vários outros títulos importantes, mas menos expressivos  com relação ao nome, como Rocket League, Dota 2, XCOM2, Ark: Survival Evolved, Pay Day 2, Life is Strange, etc. que também já rodam no Linux.



- Nós fizemos uma lista com os 14 principais lançamentos de 2016 para Linux, você pode conferir aqui.

O Windows é a plataforma que recebe praticamente todos os lançamentos de games para computador, mas é bom ver o Linux crescendo aos poucos, o macOS não teve tantos produtos a mais na lista de mais vendidos, enquanto o Linux teve 41 itens, o sistema da Apple teve 46 (isso inclui o Steam controller), sendo que a Steam está a mais tempo no macOS do que no Linux,  ainda que não tanto tempo, talvez essa comparação seja mais justa.

Quanto mais games  multiplataforma saírem, melhor para nós, gamers. Não vamos ficar presos a uma plataforma específica e vamos poder ter, além de um bom sistema para jogar gratuitamente e legalmente, um sistema operacional mais seguro e personalizável, e ainda incentivar a concorrência entre plataformas para que existam diferenciais, ou seja, todos tem a ganhar.

Você pode conferir a lista completa dos 100 games e comprá-los também neste endereço da Steam.

Até a próxima!

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Linux não consegue rodar nos novos modelos de Macbook Pro da Apple

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Achei a informação curiosa, logo o Linux que é conhecido por rodar em "tudo que é hardware", desde supercomputadores até um "texugo morto" não consegue rodar no novo computador da Apple, saiba mais: 

Apple Macbook




Parece que o novo Macbook Pro da Apple não permite que o Linux rode normalmente no equipamento, ou o Linux que ainda não tem essa capacidade, não dá para dizer exatamente o motivo, mas é fato que se você comprou um destes e pretendia trabalhar com Linux nele, como muitos desenvolvedores fazem, você terá problemas.

Um usuário do Reddit deu um verdadeiro depoimento comentando o seu descontentamento com o novo Macbook por não poder instalar Linux nele:

Macbook Pro não roda Linux - Reddit

Segundo o relato (que você pode ler logo acima), a construção de hardware do Macbook Pro de 2016 acaba por limitar a sua utilização com Linux. O engraçado, é que o novo Macbook me parece ser muito bom como um computador (desconsiderando o preço, obviamente), e se você quiser utilizar o Windows, vai conseguir sem problemas, graças ao Boot Camp.

Mas mesmo que eu ache ele um bom computador, ele também tem alguns defeitos, curiosamente, pesquisando sobre o novo Macbook eu acabei me deparando com este vídeo, nele o YouTuber, Snazzy, demonstra algumas de suas principais queixas quanto ao novo Notebook da Apple, que parece que não conseguiu agradar completamente nem mesmo seus usuários de longa data:


A maior parte dos problemas se deve ao suporte para trabalhar com um hardware configurado de forma específica, o que não chega a ser novidade, praticamente todos os Macbooks passaram por uma fase como essa e mais ou menos tempo o Linux vai acabar sendo compatível.
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