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Redream um ótimo emulador de Dreamcast para PC e Android

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Dreamcast foi lançado no Brasil em 10 de Outubro de 1999. Desenvolvido em uma parceria entre a Sega e Microsoft, o console possuía aspectos interessantíssimos como: Sua arquitetura baseada nos computadores, facilitando a vida dos desenvolvedores ao portarem games de pc ao console. Um sistema inteiramente baseado no Windows CE, que pasmem rodava semelhante a uma distro linux em “live cd”. Além de poder executar funções de computadores da época, como digitar textos, navegar na internet, ver vídeos e ouvir músicas. Pena não ter “emplacado” mundo afora, no entanto sendo extremamente popular no Japão.

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O Dreamcast teve um lugar importante em minha adolescência, onde passei bons momentos com seus vários títulos. Eis a oportunidade de desfrutar de seus games de Dreamcast, seja no Linux, Windows, macOS ou Android. 

Redream, bonito, simples e eficiente 


Quem é familiarizado no mundo da emulação talvez já tenha pensado no clássico emulador de Dreamcast, o Reicast, mas iremos falar de outra alternativa. O Redream é um emulador de Dreamcast que possui uma interface clean, organizada e bonita. Sua compatibilidade atual é de aproximadamente 80% dos títulos do console, então as chances de não executar aquele seu jogo favorito são pequenas. 

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O emulador possui duas versões, uma “Lite” e outra “Premium”, sendo a primeira opção gratuita e a segunda custando US$5 (dólares). A única diferença de uma versão para a outra é a possibilidade de, na Premium, contar com a opção de renderização em alta definição. Algo que particularmente não me fez tanta falta, entretanto fique a vontade para adquirir a alternativa paga.

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Um emulador “direto ao ponto”


O Redream é dotado de uma interface simplista e elegante, sem distrações ou configurações complexas. Dividido em 5 categorias (“abas”), sendo elas: Games, Library, Input, Video e System. O programa é de fácil compreensão.

Em “Games”, ficam todos seus jogos adicionados anteriormente na biblioteca do emulador. Um detalhe curioso, é a atenção de seus desenvolvedores pelo design da aplicação, pois ao adicionar um game na biblioteca o emulador automaticamente efetua o download de sua capa original.

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“Library” é onde você indicará o caminho de seus jogos do Dreamcast, basta clicar no botão “Add Directory” e caminhar até a localização de seus games.

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Na categoria “Input”, existirá a possibilidade de configurar 4 jogadores no emulador. Para configurar as teclas ou botões (caso possua um joystick), basta clicar na opção conforme o número do jogador, depois “Customize binds” e atribuir as teclas/botões correspondentes. Como citei anteriormente, os detalhes visuais e facilidades de uso é uma vantagem gigantesca do emulador. Um simples gesto de oferecer visualmente o modelo do joystick original do console, auxilia muito no ato da configuração. Algo que não me recordo ver em outros emuladores.

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Agora na opção “Video”, as configurações básicas podem ser realizadas, como alterar a resolução, execução em modo janela, aspecto da janela do emulador etc.

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Por último “System”, com opções de região do console, linguagem da interface do emulador e muito mais. No presente momento que escrevo este post, não existe a opção ”Português” no emulador, entretanto não será nada que dificulte sua utilização.

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Baixando a versão desktop do Redream


Efetue o download do emulador no seguinte link. Escolha entre a versão “Lite” ou “Premium”, logo após, você será encaminhado para uma nova página. Fica ao seu critério baixar a versão “Stable”, com recursos estáveis ou a versão “Developmement” que recebe novas features e é a versão “não tão estável”. Depois selecione seu sistema operacional, no meu caso irei clicar no botão com o pinguim, indicativo de Linux.

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Extraia o “arquivo tar.gz” e verifique se o executável, denominado “redream”, possui a permissão para execução. No Ubuntu basta clicar com o botão direito do mouse, ir em “Propriedades” >> aba “Permissões” e averiguar se a caixa de seleção está marcada (Permitir execução do arquivo como um programa).

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Execute dando 2 cliques ou clicando com o botão direito do mouse indo na opção “Executar”.

Veja logo abaixo um vídeo que fiz no OSistemático, nele demonstro o download, explicação e utilização do emulador Redream.


Versão Android do Redream


Recentemente o Redream recebeu uma versão Android, sua interface é idêntica a desktop. Assim sendo tanto no PC como no Smartphone sua utilização será semelhante (ao menos no aspecto do design do emulador). Para desfrutar dos games do Dreamcast no Android, basta possuir um smartphone com processador Snapdragon 630. Creio que a experiência será satisfatória, evidente que quanto maior a capacidade de processamento de seu gadget, melhor será a jogatina.

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E você jogava muito no Dreamcast? Já gastei horas e horas jogando Marvel vs Capcom, entre outros games.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera lá também curte uma jogatina.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Linus Torvalds está correto? O motivo da impopularidade do Linux nos Desktops

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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Algumas pessoas me mercaram nas redes sociais para que eu comentasse sobre uma matéria publicada no Olhar Digital sobre algumas declarações de Linus Torvalds, vamos discutir sobre isso um pouco?

Linus Torvalds sobre o Linux Desktop






Antes de mais nada, é interessante que você leia o artigo original do Olhar Digital, ele basicamente é uma transliteração de um vídeo de Linus Torvalds, no mesmo bate-papo lendário onde ele manda o dedo do meio para a Nvidia.


Esse vídeo é de 2012 e o artigo do Olhar Digital mistura alguns conceitos atuais com os antigos. No mundo da tecnologia muita coisa muda em 7 anos, no mundo Open Source então, nem se fala, ainda assim, na minha opinião, Torlvads tinha e tem razão.

Desktop é o único lugar que o Linux não tomou conta, segundo Linus Torvalds


O vídeo é muito interessante de fato, quando questionado sobre o Desktop ser ainda o único lugar onde o Linux não domina, Torvalds deixa transparecer um pouco de frustração, afirmando que "O Desktop era a intenção inicial dele ao desenvolver o Linux, e atualmente é o único lugar onde o Linux não obteve maior popularidade".

O motivo disso, segundo ele, é principalmente o fato de distros Linux geralmente não virem pré-instaladas com os computadores e laptops que as pessoas compram. "Ninguém quer ter que baixar e instalar um sistema operacional para usar um computador", comenta.

Ele está certo?


Apesar de muita coisa (mesmo!) ter mudado de 2012 para cá, de fato, as pessoas, de forma geral, não formatam seus computadores e instalam sistemas. Isso geralmente é tarefa dos técnicos e dos usuários que gostam de trabalhar com informática.

Muito da impopularidade do Linux está atrelada a isso, sem sombra de dúvidas. A popularidade também acaba afetando, por tabela, outras tecnologias, softwares e serviços desse entorno.

Quer um exemplo?

Por que softwares de alta qualidade de Hollywood, como Nuke, Lightworks, Maya, Blender e DaVinci Resolve possuem versões para Linux e o Adobe Premiere, After Effects, não?

Porque na indústria de Hollywood, Open Source é um padrão e uma tendência, Linux é utilizado nas produções, nesse meio (que é um nicho), o Linux é um dos padrões, enquanto os softwares da Adobe, ainda que vislumbrem os blockbusters de vez em quando, geralmente são conhecidos por serem usados por estúdios menores e por semi-profissionais, que aprenderem a usar Windows e querem ser atendidos dessa forma, além do macOS, é claro.

Não é certo ou errado, bom ou ruim, é apenas uma constatação de como as coisas são.

O caso do Android

Linus comenta que o sucesso do Linux através do Android se deve ao fato do sistema já vir pré-instalado nos dispositivos, coisa que nunca aconteceu em larga escala no desktops, de fato.

Atualmente é possível trocar ROMs de Android, mas é uma pequena parcela da população que faz isso, sendo que grande parte nem sequer sabe que existe essa possibilidade.

O Chrome OS seria a saída?


Lá em 2012, Torlvalds já comentava sobre os Chromebooks e seu Chrome OS. Este é um projeto da Google, que assim como o Android, também usa o Kernel Linux.

Usando o Google Trends, é possível ver uma crescente de interesse por eles nos EUA, porém, essa crescente existe basicamente por lá. É o tipo de dispositivo que ainda não atingiu todo o seu potencial.

Torvalds já comentou diversas vezes que acredita que provavelmente o meio do Linux conseguir chegar aos lares das pessoas em seus laptops é através da popularização destes dispositivos, ou mesmo de um Android Desktop, e eu acredito que ele esteja correto.

E as outras distros?


Em muitos casos o mundo Linux é movido à paixão. Existem dezenas de projetos para finalidades diferentes, mas nos restringindo ao desktop, vemos os principais jogadores deste tabuleiro focarem em um tipo de usuário desktop, e não em qualquer um.

Ubuntu, Fedora, Pop!_OS, elementary OS, Linux Mint, Manjaro e Solus OS, são bons exemplos disso.

Cada qual tem um foco ligeiramente diferente e procura oferecer ferramentas para facilitar a vida de seus usuários, mas de fato, geralmente tais usuários tem um nível técnico um pouco acima. Você pode até achar que qualquer um consegui instalar um sistema Linux hoje em dia, mas somente o fato de instalar um sistema operacional, como comentou Linus Torvalds, te torna um usuário diferente da maioria.

Dos integrantes dessa a lista, vários deixaram claro que estão focando nos famosos "Creators, Makers, Builders", como em nossa entrevista com o pessoal da Sytem76, fabricante de computadores com Linux e desenvolvedora do Pop!_OS:


Eu acho perfeitamente possível grande parte (e não a maior necessariamente) da população usar Linux sem maiores problemas, provavelmente em um número que nunca passará o Windows, mas com plenas capacidades de superar o macOS.

Eis um gráfico interessante para você ver:

Interesse de pesquisa sobre Linux no mundo

Esse é um gráfico do Google Trends. O Google é local ideal para fazer medições de popularidade, é onde as pessoas, de forma geral e majoritária, vão para buscar informações.

A análise é feita com uma coleta de dados de 2004 em diante, sendo que ela se torna mais confíável, segundo a própria Google, de meados de 2006 à 2008 em diante, onde foram feitos ajustes na sensibilidade do algorítimo de busca.

A linha azul corresponde ao macOS da Apple, da vermelha ao Ubuntu da Canonical, e a amarela ao termo Linux (relacionado a Software) de uma forma geral.

Podemos ver que o interesse em software Linux é maior do que o interesse em macOS, perdendo apenas em algumas regiões do mundo que geralmente falam Inglês, como EUA, Canadá, Austrália, África do Sul, etc. Equando que o Interesse por Linux aparece em larga escala na Europa e no Brasil, assim como o Ubuntu, que não é maior do que o interesse por Linux de forma geral no Brasil, mas é a distro com maior relevância neste sentido.

O termo "Linux" é algo bem genérico para ser considerado, apesar das distros usuarem o Kernel Linux, elas não são o mesmo sistema operacional, ainda que tenham várias coisas em comum. 

Vemos o Ubuntu ser muito popular no Reino Unido por exemplo, que é a sede física da Canonical (ou uma delas), mas não tanto assim nos EUA, por exemplo. 

O Interesse pelo Ubuntu e por Linux ao redor do mundo em comparação com o macOS, mostra que existe sim um mercado disposto a explorar coisas novas, a ponto de mesmo que as pessoas não tenham tantas opções de computadores com Linux pré-instalado, ainda gere dados de interesse o suficiente para criar estes números.

O Windows neste gráfico fica muito acima dos demais sistemas operacionais:

Sistemas operacionais
Windows em Verde

Ainda que, assim como os demais, venha perdendo interesse pelo público por conta da acenção dos Smartphones, muito provavelmente. Basta comparar com o interessante pelo Android e sua acenção nos últimos anos:

Android em Roxo

Então seria um caso perdido para outras distros, que não o Chrome OS?


Bom, depende: Você está correndo para algo? Você realmente precisa que alguma distro Linux se torne o sistema mais popular de todos?

Se perguntasse a mim, eu diria que não, eu não preciso. Mas também diria que sim, seria bom se fosse um pouco mais popular para equilibrar a balança. Nenhum tipo de monopólio é interessante e muitas pessoas poderiam se beneficiar de uma popularidade  maior. Existem muitos casos que as pessoas usam Windows porque precisam, não porquê querem.

Há algum tempo eu precisava trabalhar de terno (algo que eu nunca gostei), eu precisava daquilo por conta do tipo do emprego, mas eu nunca quis aquilo para mim de fato, tanto que acabei saindo do local e esse foi um grande motivo. Eu me sentia desconfortável e ninguém gosta de se sentir obrigado a algo, especialmente quando tem considerações contrárias quanto a isso. Aposto que é o caso de muitas pessoas por aí usando Windows.

A verdade é que as distros de desktop Linux estão cada vez mais amigáveis, e sim, elas tem muito potencial de crescimento e são feitas para agradar quem se agradar por elas basicamente. 

Elas existem para te dar escolhas, para evitar que você fique preso a algo que você eventualmente não goste, por exemplo:


Neste vídeo, intitulado "Para você que está de saco cheio do Windows", eu mostrei que podem, sim, haver alternativas, ainda que não seja para todo mundo, será para muita gente.

O feedback é fantástico, você pode ver pela quantidade de visualizações e pelos comentários.

Eu continuo sendo um fã de tecnologia, gosto do Windows e do macOS e acho eles soluções incríveis para diversos problemas (porque no fim é para isso que serve a tecnologia, te ajudar a resolver problemas), eu só não acho que são irretocáveis e nem únicos e que em muitos casos, Linux pode ser mais eficiente ou uma solução mais confortável por diversos motivos.

Parte do nosso trabalho no Diolinux é ajudar outras pessoas que também gostam de usar Linux e querem ajudar uns aos outros a fazer isso.

Eu continuo usando Linux no meu Desktop para produção de vídeos, edição de imagens e músicas, textos e games (sim, games! Confira o nosso canal na Twitch) simplesmente porque me atende, porque eu gosto, porque prefiro, porque me sinto mais feliz e satisfeito com isso, se nada mudar em alguns anos e o Linux não crescer mais no Desktop, muito provavelmente eu continuarei usando Linux por um único motivo: Porque funciona e permite que eu faça tudo o que eu preciso fazer por ele.

Não tenho motivo para "alergias" a outros sistemas, usar Linux me permitiu ver um mundo mais amplo, além do que eu pensava que era um computador ou sistema operacional, abriu tanto a minha visão a ponto de eu ver que nem o Linux é perfeito, muito pelo contrário, mas que o mundo é feito de mais coisas do que "janelas" e "maçãs", ainda que eu adorece apreciar a vista de uma bela "janela", comendo uma "McIntosh" suculenta.

Até a próxima!

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Mailspring um cliente de e-mail bonito e moderno

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terça-feira, 12 de março de 2019

Seja para trabalhos acadêmicos, profissionais ou até mesmo uso pessoal, ter um e-mail faz parte da nossa rotina, e a cada novo serviço ou aplicação que vamos utilizar, nos é solicitado uma conta de e-mail, e organizar todas as nossas “cartas eletrônicas”, nem sempre é uma tarefa fácil.

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Mailspring é um software multiplataforma “misto”, possuindo sua interface gráfica escrita em TypeScript com Electron e React, e seu mecanismo de sincronização em C++, atualmente apenas sua GUI é de código aberto, entretanto em seu Github é declarado que num futuro, seu mecanismo de sincronização também será open source, portanto trata-se de um software até o momento proprietário. 

Caso note a interface familiar, isso ocorre pois o app é um fork do Nylas N1, outro gerenciador de emails, mantido por um de seus antigos desenvolvedores, na qual garante que o Mailspring é mais rápido, consome metade da RAM e CPU, pois sua base é em C++, ao contrário do Nylas N1, que compunha de um mecanismo de sincronização em JavaScritpt, também dispõe de um compositor totalmente renovado e diversos novos recursos.

Formatos de distribuição do Mailspring


Acesse o site oficial do Mailspring e efetue o download da versão referente ao seu sistema, no caso do Linux existem 3 formatos de pacotes disponíveis, em DEB, RPM e Snap.

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Para distros baseadas no Fedora e OpenSuse você pode utilizar a opção em RPM, se for Debian, Ubuntu e Linux Mint, em DEB, entretanto recomendo fortemente a opção em Snap, por possuir como diferencial o auto-update, nos outros casos você terá que baixar e instalar novamente a cada nova versão do programa.

Outro aspecto interessante é poder selecionar os canais de software do Snap, e testar a aplicação em diferentes estados de desenvolvimento, experimentando possíveis novas funcionalidades.

Caso não tenha configurado o Snap em seu sistema, veja como proceder como o seguinte post, lembrando que no Ubuntu o Snap já vem habilitado por padrão, porém no Mint não.

Instalando o Mailspring Snap via terminal


Para amantes do terminal, depois de ter configurado o Snap em sua distro, utilize o seguinte comando:

sudo snap install mailspring

Como informei anteriormente, com o Snap você pode testar as outras versões do Mailspring, basta adicionar uma das seguintes flags: “--candidate”, “--beta”, “--edge”, por exemplo suponhamos que você queira testar a versão beta do app, no entanto esteja ciente que versões em desenvolvimento podem conter bugs.

sudo snap install mailspring --beta 

Para desinstalar via terminal é muito fácil.

sudo snap install mailspring

Instalando o Mailspring Snap via loja no Ubuntu

Na loja do Ubuntu você pode encontrar o Mailspring pesquisando por seu nome e instalando facilmente com apenas uns cliques.

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Mailspring um belíssimo cliente de email


Logo após instalar o programa, você verá uma janela de login, para utilização do Mailspring é necessário cadastrar-se no serviço, mas calma que não será preciso pagar, ao menos que você queira os benefícios da conta “PRO”.

Crie sua conta normalmente, logue-se no cliente e uma janela solicitando a conexão de uma conta de email aparecerá.

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Para contas do Gmail, o programa disponibiliza uma URL, para integração com os serviços do Google, siga todo o passo-a-passo proposto pelo app, caso tenha eventuais dúvidas, confira o vídeo demonstrando um pouco das funcionalidades do Mailspring e sua instalação em DEB.


É bem simples e fácil configurar o Mailspring, antigamente sua interface era toda em inglês, em seu estado atual além da interface inteiramente traduzida em nosso língua, conta com corretor ortográfico, assinaturas personalizadas de email, temas para sua GUI, modos de visualização, integração com a tray do sistema e muito mais.

interface-cliente-email-mailspring-tema

E você utiliza algum cliente email? Confesso que em tempos e tempos mudo de aplicação, alternando entre o Thunderbird, Mailspring e o “Gmail Web”, e já me aventurei com o Geary, Evolution entre outros.

Comente logo abaixo sua forma favorita de gerenciar seus emails, ou se atualmente utiliza via navegador. 

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Webcamoid um app multiplataforma para a sua webcam

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A utilização de webcams tornou-se algo relativamente comum nos tempos atuais, seja acoplada em um notebook ou adquirida a parte, esse tipo de device atende diferentes públicos: usuários comuns, youtubers, conferencistas, entre outros.

Porém nem sempre os softwares oferecidos pelos fabricantes tem sua versão Linux, e alguns usuários desconhecem de soluções equivalentes ao “programa padrão da fabricante da webcam”.

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Mesmo sendo relativamente simples configurar uma webcam no Linux, algumas features extras podem potencializar nossa experiência durante a utilização de tais equipamentos, e ajustes finos como: codec, bitrate, configurações na imagem, áudio e vídeo, são interessantes se você deseja um maior controle.

O Webcamoid é uma aplicação de código aberto escrito em C++/Qt5 multiplataforma, dotado de algumas características como: a possibilidade de gerenciar mais de uma webcam, mais de 60 filtros (efeitos nos vídeos), captura de tela, ajustes na qualidade do áudio e vídeo, assim como configurações mais avançadas de codec, bitrate, formatos de saída do vídeo etc.

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Em sua versão Linux, além do v4l2loopback, tem incluso o suporte ao akvcam, driver de câmera virtual para Linux, na qual é o responsável por oferecer os mesmos recursos disponíveis nos drivers do Mac e Windows, possibilitando configurações persistentes, emulação dos controles da câmera (contraste, brilho, saturação, exposição, etc).

Instalando o Webcamoid


Em sua página oficial do Github, existem diversas opções do aplicativo destinado a cada sistema operacional, para o Linux recomendo a versão em AppImage, por ser mais prática e não exigir instalação.

Então efetue o download da aplicação neste formato.

 Baixar o Webcamoid

Após baixar o programa, clique com o botão direito do mouse, vá em propriedades e marque a opção “Permitir execução do arquivo como um programa”, não esqueça de verificar se a opção “Acesso”, está como “Leitura e escrita”.

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Funcionalidades do Webcamoid


O app é organizado da seguinte maneira: uma espécie de dock, que faz o papel de atalhos das configurações, um painel lateral que conforme a opção exibe os dispositivos ou efeitos, e na direita um painel com ajustes destas opções.

A dock é composta de 8 atalhos, sendo o primeiro uma forma de ativar e desativar a webcam.

O segundo atalho permite escolher e configurar os dispositivos, alterando formato de vídeo, resolução, taxa de FPS, etc.

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Também existe a possibilidade de setar a tela do seu desktop, para aplicar as demais opções de outros atalhos como efeitos, ou até mesmo efetuar uma captura de tela.

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Sempre após mudar alguma opção e antes de gravar, seja a tela ou a webcam, clique no primeiro atalho, ele é o responsável por desligar e ligar, efetivando as modificações.

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No terceiro atalho existem as opções de áudio, nele você pode alterar o formato, canais e muito mais.

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O quarto atalho permite capturar uma imagem, inclusive com um contador de tempo.

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No quinto atalho opções de codec, bitrate, formatos de áudio e vídeo, entre outros, além do botão para efetuar a gravação.

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Em seguida na próxima opção, estão disponíveis mais de 50 efeitos com ajustes, gastei um bom tempo testando e brincando com cada filtro.

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Em preferências configurações avançadas estarão disponíveis, dando maior liberdade para quem é mais “hardcore”.

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Particularmente gostei muito do Webcamoid, inclusive tive algumas ideias para OSistemático após fuçar em seus vários efeitos, outra coisa que me “encantou”, foi a riqueza de ajustes, caso seja dono de uma webcam, recomendo muito esse programa.

E você, já conhecia do Webcamoid? Deixe nos comentários suas experiências com o software, e se conhece outras aplicações interessantes.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux

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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Muitos que estão migrando para o mundo Linux, chegam procurando alternativas que possam substituir as ferramentas que utilizavam no Windows ou no macOS. Como por exemplo do Photoshop, CorelDraw, Adobe Premiere e o AutoCad, e é para esse último que vamos dar uma especial atenção hoje e mostrar uma alternativa altamente recomendada.


Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux





Quem desenvolve o Draftsight é a 3DS, mesma empresa que desenvolve o Solidworks e o 3D Studio Max. A empresa está no mercado há 37 anos, então não é “qualquer uma Dora Aventureira” no setor.

O DraftSight não é um software open source, mas possui uma versão Free (Windows, macOS e Linux) e uma Premium (Windows) que tem dois métodos, uma via por assinatura de 12 meses e outra sem assinatura em que você compra ele uma única vez e recebe updates nos primeiros 12 meses após a compra.

Se você optar pela assinatura, a anuidade sai por R$606,70 e com updates durante o período que a assinatura estiver em vigência. Já se você optar pela compra uma única vez, que sai por R$1.217,49 e se precisar de mais tempo de suporte, você pode comprar pacotes adicionais de manutenção anual que saem em media por US$99,00. Como você pode ver, muito mais barato do que o software da AutoDesk (Custo médio de R$5 mil).


Algumas empresas que utilizam as soluções da 3DS são: a EMBRAER, Exxon Mobil, Eaton e a Kärcher, entre outras empresas.

A versão Free do Draftsight você pode utilizar nas três plataformas, no Windows nas versões 64 e 32 bits, macOS no formato dmg e para Linux nos formatos .deb e .rpm esses tendo somente versões para 64 bits.

O canal parceiro do blog, o Maquete Eletrônica, fez um vídeo de como instalar e mostrando como dar os primeiros passos no aplicativo. Confira o vídeo abaixo.

           

Para baixar o Draftsight basta acessar o link diretamente do site deles.

Interessante ter softwares feito por empresas profissionais e com bagagem de mercado oferecendo soluções free e para Linux com uma qualidade muito boa e que possam ler os formatos DWG da AutoDesk que são predominantes no mercado.

Agora nós diga nos comentários se você usa ou está procurando uma alternativa extremamente viável para o seu dia a dia.

Espero você até uma próxima e um grande abraço.
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