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Mageia faz dois anos de existÊncia

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Mageia, uma distribuição baseada no Mandriva Linux e  completou dois anos de existência hoje. A distribuição foi fundada em setembro de 2010 e, ao contrário do Mandriva, sua distro pai ( ou seria mãe?) é totalmente desenvolvida pela comunidade.
mageia-logo

No início deste ano, o Mageia ficou popular por subir para o 4 º lugar no Distrowatch. A distro usa pacotes RPM e possui fácil instalação e uso out-of-box com uma boa experiência para novos usuários. Mageia 2 foi já lançado e Mageia 3 está atualmente em fase alfa de desenvolvimento.
Parabéns a distro e esperamos um futuro cada vez mais promissor.


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Instalando o Menu do Mandriva no Kubuntu

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sábado, 23 de junho de 2012

O Mandriva hoje está fora de foco, acredito que na comunidade Linux, tirando os próprios usuários da distro, poucos sabem sobre as novidades do sistema.
A ultima versão do Mandriva, batizada de Hydrogen, implementou um menu inteligente chamado Rosa Laucher, como o da foto abaixo:




























































































Bom, gostos a parte, na minha opinião ele é muito bonito, assim como no KDE temos o Takeoff e o KickOff, o Rosa Laucher surge como uma mais uma opção.

Vou lhes mostrar  como instalar o Rosa menu em distros derivadas do Ubuntu que usam KDE  (Kubuntu, Linux Mint, Debian(???)), mas atenção a um detalhe, infelizmente ele só está disponível para sistemas de 32 bits.7


Vamos instalar:
Baixe o pacote .deb do menu por aqui.

Depois no terminal faça:

  • $ cd Downloads
  • $ sudo dpkg -i rosa-launcher_0.30.12-2_i386.deb
Depois para adiciona-lo, basta adicionar o widget "Rosa Laucher"' na barra de taferas e excluir (ou não) o kickoff padrão.
O efeito final deve ser semelhante a este.
 


E ai Curtiu?


Review e Tutorial: Mageia 2

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segunda-feira, 28 de maio de 2012


Foi lançada ontem, dia 22 de Maio, a nova versão do Mageia. A distro ficou conhecida após surgir como um fork do Mandriva, quando o mesmo estava a beira da falência. Enquanto a primeira versão foi praticamente uma mensagem de “nós podemos”, a segunda tem a responsabilidade de consolidar o Mageia entre as grandes distros internacionais. Estarei baseando esse review na versão mais tradicional, que é a com KDE.
Utilizei por um bom tempo a primeira versão da distro. Apesar de ter me ajudado na reaproximação com o KDE e o mundo Qt em si, eu sentia que faltava algo na distro e acabei partindo para o Arch Linux. Tive um pouco de receio ao voltar a testar a distro, mas me surpreendi com a evolução e com a proposta da nova versão.

Review

Novo artwork e boot mais rápido

As primeiras coisas que qualquer um vê numa distro são a velocidade do boot e o artwork pensado pela equipe. Eu considerei a inicialização do sistema bem mais rápida que a da versão anterior e o processo bem mais suave.
Já o tema padrão pareceu ser melhor trabalhado. O papel de parede padrão é mantido desde a tela do grub, passando pelo Plymouth, Ksplash e chegando a sua área de trabalho. As janelas também estão com um tema mais comum, o Oxygen. Parece que os designers da equipe resolveram deixar aquele tema meio roxinho/azul – de gosto MUITO duvidoso – da versão anterior no passado e adotaram o visual padrão do KDE.

O Instalador

Alguns vão discordar, mas eu continuo achando o Anaconda, do Fedora, o melhor instalador. E, infelizmente, o instalador do Mageia 2 só me faz confirmar cada vez mais essa sensação.
Além de manter o mesmo software utilizado pelo Mandriva – e em alguns pontos ainda permanecem menções ao Mandriva ao invés do Mageia, o que deixa aquela impressão num usuário desavisado que a distro é um ReFiSeFuQuI – o programa não é nada intuitivo, a interface é um pouco complicada também.
Bem que o pessoal do Mageia poderia incluir entre os pontos que devem ser melhorados futuramente na distro esse instalador.

Um lançamento conservador…

O time do Mageia não quis arriscar grandes alterações e mudanças nessa versão. Os programas herdados do Mandriva não sofreram grandes alterações práticas, somente foi aplicada a nova arte. E apesar de ser a versão com KDE e a versão estável do Calligra Office, antigo Koffice, ter sido lançada há algum tempo, foi feita a opção de manter o LibreOffice. Uma outra parte bastante criticada, o instalador, continua praticamente intocado, ainda mencionando o Mandriva em algumas partes.

… e inovador ao mesmo tempo

Mas a equipe também soube arriscar em algumas áreas e, na minha visão, acertou. O Mageia 2 é a primeira versão de uma grande distro de que eu tenho notícia que adotou a versão ESR do Firefox, a versão 10. Enquanto isso pode incomodar um pouco os usuários que, como eu, adoram experimentar as novidades das novas versões, poderá se mostrar como um diferencial da distro em relação aos seus concorrentes.
Se essa não fosse novidade bastante, a distro vem com o driver proprietário da Nvidia por padrão. Eu confesso que levei um susto quando o logo da Nvidia apareceu logo após o primeiro boot. Não lembro se já utilizei alguma distro que viesse com esse driver por padrão.

KDE 4.8

Apesar de, atualmente, eu preferir o Razor-Qt, é inegável que foi uma boa decisão da equipe de desenvolvimento do Mageia aguardar pelo KDE 4.8 para o lançamento. Eu já considerava o “KDE da distro” na versão anterior excelente, mas me surpreendi de verdade com a nova versão.
Minha única reclamação é que, em tempos do “atividades” do Gnome 3 e do “Dash” do Unity, aquele menu estilo Windows 98 adotado é pra matar qualquer um de desgosto. Felizmente você pode voltar para o bom e nem tão velho assim KickOff apenas com poucos cliques.

Centro de Controle, Centro de Rede e RpmDrake: Nada de Novo

Eu, sinceramente, esperava mais atualizações nesses três, mas não as encontrei. Com exceção do novo artwork aplicado ao Centro de Controle, tudo está no mesmo lugar.

Tutorial

Atualizando a partir do Mageia 1

Se você ainda é um feliz usuário do Mageia 1, segundo informações da wiki do projeto, você receberá um aviso do lançamento da versão 2 e poderá fazer a atualização com a ferramenta gráfica mgaapplet . Caso isso não ocorra por algum motivo sombrio, não precisa se desesperar. É só seguir os seguintes passos.
IMPORTANTE: Antes de atualizar, verifique se você não utiliza um dos pacotes que foram removidos dos repositórios do Mageia 2 por diversos motivos. Entre eles estão o Google Gadgets, a troca do Sun Java pelo OpenJDK, a troca do OpenJDK-plugin pelo Icedtea-web, entre outros.

Atualização via interface (mgaapplet)

Execute via terminal os dois comandos abaixo ou via A lt+F2 apenas o segundo comando:
su
mgaapplet-upgrade-helper –new_distro_version=2

Atualização via linha de comando

Se você prefere fazer as coisas via terminal, não precisa ficar triste. O Mageia também pode ser atualizado com ferramentas modo texto. Para isso, basta seguir esses passos:
su
urpmi.removemedia -a
urpmi.addmedia –distrib –mirrorlist http://mirrors.mageia.org/api/mageia.2.$ARCH.list
urpmi –replacefiles –auto-update –auto
Só para que fique claro o que estamos fazendo, vou explicar os comandos acima:
Primeiro você está entrando como root, administrador do sistema; depois você está removendo as medias de instalação (repositórios) do Mageia e, em seguida, adicionando a lista de medias do Mageia 2; o último comando irá fazer uma atualização automática do sistema, sem lhe fazer perguntas.

Atualização via DVD

Você também pode atualizar seu sistema baixando a versão DVD do Mageia 2. Após baixar e gravar o DVD, inicie-o utilizando a opção Install Mageia 2 (instalar Mageia 2) e, no instalador da distro, selecione a opção para atualizar.

Adicionando Mídias

Após o primeiro boot, será requisitado que você configure as mídias de instalação do Mageia 2. Isso nada mais é que a configuração dos repositórios que serão utilizados para instalação de pacotes e atualizações do sistema. Aqui vai a descrição de alguns desses repositórios:
  • Core – Inclui pacotes com licenças de código aberto. O Mageia 2 vem com as mídias Core e Core Updates habilitadas por padrão;
  • Non-Free – Inclui pacotes que podem ser redistribuídos pela equipe do Mageia, mas contém código fechado, que não pode ser corrigido ou modificado pela equipe. Aqui estão programas como o Opera;
  • Tainted – Pacotes que são gratuítos, mas que tem problemas de patentes e licenças em alguns países. Essa mídia não vem habilitada por padrão.
Essas três mídias tem as versões UpdatesBackports e Testing. As versões Updates e Backports são atualizações da versão padrão; a diferença é que o updates contém atualizações oficiais e o backports contém atualizações que, por motivos diversos, ainda não foram adicionadas ao repositório updates. Já o repositório testing contém programas que ainda são considerados instáveis ou não foram amplamente testados pela equipe do Mageia; eles podem tanto resolver um bug que aparecer em uma atualização, quanto acabar com seu sistema e lhe criar problemas.
Você pode modificar as mídias posteriormente através do Centro de Controle do Mageia.

Codecs, Flashplugin e Java plugin

É uma coisa meio louca, mas não me lembro de ter instalado os codecs do gstreamer no Mageia 2 mas o fato é que eles estão instalados. Apesar da Adobe ter avisado que não haveria novas versões do Flash para Linux, eu ainda julgo que o mesmo é necessário. E o java plugin, formalmente icedtea-web, também é uma boa opção para melhor compatibilidade.
IMPORTANTE : Certifique-se de que tem os repositórios nonfree e tainted habilitados antes de tentar instalar os codecs.
su
urpmi gstreamer0.10-plugins-ugly flash-player icedtea-web

Navegadores para todos os gostos

No Mageia 2 não precisa ter chororô: praticamente todos os principais navegadores do mundo Linux estão nos repositórios, incluindo o Opera, presente no repositório NonFree.
  • Chromium;
  • Firefox (padrão);
  • Epiphany;
  • Midori;
  • Opera (repositório NonFree );
  • Konqueror.
Para instalar qualquer um deles (ou outro pacote qualquer) é só utilizar o rpmdrake (formalmente conhecido como “ Instalar e Remover Programas”) ou via terminal utilizar o urpmi .
su
urpmi nomedopacote

Conclusão

Definitivamente, o Mageia 2 teve um grande avanço em relação a versão anterior. Todo o sistema tem uma aparência mais profissional e bem cuidada. Achei interessante a decisão de utilizar as versões ESR do Firefox e do Thunderbird, assim como concordo com o “conservadorismo” de manter a suíte LibreOffice ao invés de trazer o Calligra Office, que é melhor integrado ao KDE.
Como nem tudo são flores, penso que as ferramentas herdadas do Mandriva mereciam um pouco mais de atenção por parte da equipe. Tirando o novo tema, tudo está praticamente da mesma forma, o que é um pouco desanimador. Acredito que principalmente o instalador da distro deva receber uma atenção para o próximo lançamento, visando melhorá-lo.

Notas


Lançado Mageia Linux 2

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quarta-feira, 23 de maio de 2012


A versão 2 da distribuição Mageia Linux foi lançada no dia 22 de maio trazendo várias mudanças, como adoção do systemd (mas ainda com suporte ao initscripts), uma grande variedade de ambientes desktop suportados em suas versões mais recentes (KDE 4.8.2, GNOME 3.4.1, XFCE 4.8.3, Razor-qt 0.4.1 e outros), kernel Linux 3.3 e disponível em versões 32 e 64 bits.

Leia o post de lançamento oficial traduzido para o português no link abaixo.
http://blog.mageia.org/pt/2012/05/23/nosso-bebe-esta-crescendo-mageia-2-esta-aqui/
Para baixá-lo, acesse este link.

Mandriva 2011 Review

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Depois de horas contadas para o lançamento da versão 2011 do Mandriva Linux. A versão estável do SO sai do forno cheia de novidades.
Antes de mais nada quero dar os parabéns a equipe Mandriva, o sistema está muito bonito.

Esta experiência de uso foi com o Mandriva 2011 One:

Instalação:

Minhas conciderações começam por aqui, tirando o fato de que o sistema demorou demais ( em comparação com o Ubuntu) para carregar o versão live pen drive, de resto não há queixa. faz o que promete.  A instalação é totalmente gráfica e intuitiva coisa que não é nenhuma novidade na distribuição.

Primeiras Impressões: 

O Mandriva 2011 vem com a nova versão do KDE (4), com todas as suas facilidades e 'dificuldades', e um toque extra que lembra o dock do MAC desenvolvido por uma equipe russa especialmente para o Mandriva
A mesma equipe que desenvolveu o 'menu iniciar' do sistema que é o que chama mais atenção e lembra o menu
do Ubuntu 11.


Usabilidade:  A versão One já vem recheada de programas, tais como gerenciador de downloads Kget,
FlashPlayer, Firefox 4, Pidgin, Open Office.
Confesso que como não estava acostumado com o sistema demorei um pouco a entender o gerenciamento de pacotes do mesmo ( RPM) e o centro de softwares do Mandriva que diferente do Ubuntu e derivados ja vem configurando com os repositórios prontos, no Mandriva foi preciso adiciona-los manualmente, o ponto positivo é que não é preciso usar a linha de texto para isso.
Como tudo é questão de costume e sou um grande fã do ambiente Gnome 2x ( O 3 NÃO ¬¬) tive algumas dificuldades com o KDE 4.6 ( mas isso é questão de gosto).
A verdade é que o Mandriva 2011 me lembrou e muito o Windows 7. ( adicionando um Dock claro).
Tem abstinência total de linha de texto e é um sistema robusto sem dúvidas; a navegação no menu me lembrou ate um Ipad ou Iphone, o dock é bom, bom e só isso. 
Para quem gosta de personalização o Cairo Dock é muito mais funcional que este que vem por padrão.
O Clementine é o tocador de musicas padrão da distro.
Logo que é instalado o Mandriva apresenta uma internface bem limpa, tão limpa que chega a ser sem graça


Com um papel de parede azul sem maiores detalhes.

O diferencial:  Em comparação com o Ubuntu, o diferencial do Mandriva além do gerenciamento de pacotes que é o RPM ao contrário do Ubuntu que é DEB, o Mandriva 2011 manteve a peculiaridade que o diferencia de todas as outras distros O MCC ( Mandria Control Center)   que torna toda e qualquer configuração que se queira fazer mais fácil. E como sitei antes é a primeira disco que se pode fazer absolutamente tudo sem usar Linha de Texto, coisa que até o ubuntu nos seus ínfimos meandros faz uso ( Ponto positivo então!  ) Boa parte de softwares proprietários já instalados ( o que faz a ISO ser maior é verdade) o que poupa um certo tempo na configuração do Sistema.

Finalizando: Mandriva tem um foca específico no usuário final, por isso de tantas facilidades para a configuração dos sistema, nesse aspecto não deixa a desejar mesmo, tem uma comunidade bem ativa é que é um ótimo ponto a se considerar também.
De codinome 'Hidrogênio' o Mandriva 2011 se mostra uma boa distro para quem está começando mas que não é um completo leigo no assunto, na minha modesta opinião, um sistema bem estático e lembra o Windows para mim em algumas coisas.


Nos botões das janelas por exemplo.

Para mais informações você pode verificar as notas oficiais de lançamento do SO  neste Link:

Em suma, um bom sistema!

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