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Comandos básicos para quem está chegando ao Arch Linux e Manjaro

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Se você está chegando ao mundo Linux e está começando nele através do Arch Linux ou do Manjaro, esses comandos vão lhe ajudar e muito na sua jornada no sistema. Vamos falar do gerenciador de pacotes pacman.

Comandos básicos para quem está chegando ao Arch Linux e Manjaro






Esse artigo também serve para quem estiver vindo da base Debian/Ubuntu e está procurando os comandos equivalentes ao apt. Lembrando de sempre verificar se os comandos estão digitados da forma correta, para não haver falhas.


Vamos fazer em um “esqueminha de tabela”, onde em cima fica o(s) comando(s) base Debian/Ubuntu e em baixo fica os comandos para Arch Linux e Manjaro, fecho? Então bora lá.

Vamos começar pelo básico, que é atualizar os pacotes do sistema.

sudo apt-get update / sudo apt update              

pacman -Sy = sincroniza os repositórios.
pacman -Su = procura por atualização.
pacman -Syu = sincroniza os repositórios/procura por atualização.

Quando se precisa fazer uma atualização dos pacotes e das dependências:

sudo apt-get upgrade / sudo apt upgrade / sudo apt-get dist-upgrade / sudo apt full-upgrade

sudo pacman -Syyu = sincronização total/procura por atualização.
sudo pacman -Syy = sincroniza os repositórios do Manjaro Linux.


Quando precisamos procurar algum programa via terminal, utilizamos esses comandos:

apt-cache search nome_do_pacote  /  apt search nome_do_pacote

sudo pacman -Ss nome_do_pacote = procura por um pacote.

Feito isso, chegou a hora de instalar o(s) pacote(s), e é uma tarefa bem fácil. No Manjaro / Arch Linux tem uns “Plus”:

sudo apt-get install pacote / sudo apt-get install pacote 1 pacote 2 … / sudo apt-get install -y pacote / ainda sudo apt install pacote

sudo pacman -S nome_do_pacote = instala um pacote

sudo pacman -Sw nome_do_pacote = apenas baixa o pacote e não o instala.

Após encontrar o pacote desejado e instalado, caso queira  ver o “Sobre” ou “About” do pacote, usamos os seguintes comandos:

apt-cache show nome_do_pacote (mostrando o cache local dele) ou o apt show pacote

sudo pacman -Si nome_do_pacote = mostra informações de um pacote não instalado.

sudo pacman -Qi nome_do_pacote = mostra informações do pacote já instalado.

sudo pacman -Se nome_do_pacote = instala apenas as dependências.

Já na remoção de algum pacote, temos duas opções no Arch Linux / Manjaro, uma removendo somente o pacote ou removendo o pacote e suas dependências, os comandos são:

sudo pacman -R nome_do_pacote = remove um pacote.

sudo pacman -Rs nome_do_pacote = remove o pacote junto com as dependências não usadas por outros pacotes.

Se você precisar de mais parâmetros e ajuda, acesse diretamente no terminal, digitando pacman -h ou pacman --help ou acessando os links de ajuda da Wiki do Arch Linux, que alguns estão em inglês, mas nada que o Google Tradutor não ajude 😉, outros estão em português.

Links da Wiki do Arch Linux: Link 1 , Link 2 e Link com todos comandos detalhados.

Espero que esse guia básico tenha lhe ajudado. 😁😉

Confiram também o tutorial completo sobre Arch Linux que tem lá no canal, confiram abaixo

          

Ou se você preferir usar o pamac, mostramos ele no vídeo sobre o Manjaro

          

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Top 3 melhores apps de captura de tela no Linux

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sábado, 6 de julho de 2019

Há quem prefere simplesmente fazer uma captura de tela, entretanto, outros usuários querem mais. Tem horas que uma mera ilustração não resolve, e você terá que “desenhar” para que o outro não fique com dúvidas. Quase soa como aquele ditado “você quer que eu desenhe?”. Nesses momentos, uma ferramenta com mais recursos é uma boa solução.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Antes de apresentar meu top 3, quero deixar claro que não estou colocando em ordem de “o melhor para o pior”. Na realidade as 3 opções se parecem bastante, mesmo mudando sua forma de trabalho, o resultado será praticamente o mesmo.

Flameshot


O Flameshopt esbanja praticidade e facilidade em seu uso, inclusive temos um post dedicado a ele. Você poderá adicionar setas, formas geométricas, texto, ocultar informação, selecionar apenas o desejado, mudar as cores dos objetos inseridos e muito mais. Para instalar o Flameshot em sua distribuição, acesse o post que citei anteriormente. O Flameshot também está na maioria dos repositórios.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install flameshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install flameshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S flameshot

Ksnip


A vantagem do Ksnip sobre os outros desta lista é ser multiplataforma, assim, não importa se você está usando Linux, Windows ou macOS. Sua lógica de funcionamento é a mais peculiar. Ao invés de aplicar as alterações “em tempo real” durante a captura de tela, o programa primeiro faz a screenshot para depois dar a possibilidade de adições de elementos. Você pode baixar o Ksnip diretamente de seu Github. Para Linux existem 3 opções: DEB (Debian, Ubuntu e derivados), RPM (Fedora, openSUSE, etc) e o pacote em AppImage. Este último com a vantagem da portabilidade, sem a necessidade de instalação, além, de rodar em diversas distribuições. Caso não saiba como executar esse tipo de formato, acesse essa postagem.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Deepin Screenshot


A próxima aplicação da lista, confesso que depois que passei a usar não consegui ficar sem, é o Deepin Screenshot. Uma ferramenta simples, mas bem completa. Também possui funcionalidades de: adição de formas geométricas, setas, blur, texto, seleção de área específica, etc. O Deepin Screenshot vem nativamente em sua distribuição de origem, como esperado, mas a aplicação encontra-se na maior parte das distribuições Linux. No caso do Ubuntu 18.04 e superior, Linux Mint 19 e superior, Fedora 30 e superior, por exemplo. Pesquise por “Deepin” na loja de seu sistema e verá o programa. 

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install deepin-screenshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install deepin-screenshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S deepin-screenshot

Curiosamente as 3 aplicações são desenvolvidas em Qt, e fica ao seu critério qual utilizar. O Flameshot destaca-se na quantidade de opções e por adicionar um ícone na bandeja de seu sistema. Já o Ksnip é uma escolha perfeita para quem utiliza mais de um sistema e gostaria da mesma aplicação em ambos. Outro ponto, é sua forma peculiar de funcionamento. Podendo agradar a uns e outros não. Por fim, o Deepin Screenshot preza por simplicidade e tem a comodidade de estar na maioria dos repositórios oficiais. Claro, que com ambas as ferramentas você poderá criar capturas de telas mais elaboradas de forma prática. Os tutoriais que escrevo para o blog Diolinux são com o auxílio do Deepin Screenshot. Em eventuais manutenções ou auxílios, já cheguei utilizar a ferramenta.

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Configure o seu mouse Logitech no Linux com o Piper

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terça-feira, 28 de maio de 2019

Recentemente comprei um mouse Logitech G203, em breve devo fazer uma review dele no nosso canal do YouTube, mas posso dizer que, à primeira vista, parece um ótimo custo benefício. Você também pode ver algumas fotos dele no meu Instagram.

Logitech e Linux








O mouse por si só permite as configurações de DPI através de um botão na região central, algo bem tradicional até em modelos desse tipo, mas ele tem algumas funções que podem ser melhor configuradas via software, como a função dos botões e as cores do RGB, além do DPI e o Polling Rate.

No Windows essas configurações são feitas através do Logitech Software e este mesmo software ainda não tem versões para Linux, ainda que o mouse funcione perfeitamente, não sendo, por tanto, o mesmo caso do meu mouse Razer.



Existe um driver chamado "Libratbag" que suporta dispositivos Logitech, Etekcity, GSkill, Roccat e Steelseries, que possui uma interface chamada "Piper" que funciona perfeitamente com o meu novo G203.

Instalando o Piper e o Libratbag


Driver e Interface não são a mesma coisa, como o hábito com o Windows nos força a pensar, prova disso é que podemos usar várias interfaces diferentes para o mesmo driver Razer (openRazer), então, vamos primeiro instalar o nosso driver "libratbag".

As distros oficialmente suportadas são o Ubuntu, Fedora, Arch Linux, openSUSE e Debian (versão 10 em diante) e o procedimento de instalação pode ser visto no github.

No Ubuntu, você pode instalar o driver diretamente do repositório, usando um Software como o Synaptic, procurando pelo pacote: ratbagd

Se preferir usar o terminal, o comando é este:
sudo apt install ratbagd
Depois disso é só instalar a interface Piper, o que pode ser feito via Flatpak, através do Flathub, ou através de um repositório PPA.

- Veja como instalar um PPA no Ubuntu sem usar o terminal

Se preferir fazer pelo terminal, você pode usar estes comandos:
sudo apt-add-repository ppa:libratbag-piper/piper-libratbag-git
sudo apt install piper 
O interessante de usar o PPA é que você também recebe a versão mais recente do driver "libratbag" assim que ele sair.

Funções e configurações do Piper 


As funções disponíveis obviamente aparecem de acordo com o modelo do mouse, no meu caso, temos as seguintes opções:

Controle RGB Mouse Logitech

Podemos configurar o LED RGB que o mouse possui, usando cores sólidas, onde você pode escolher a cor que deseja, você também pode usar o padrão, que é o "Cycle", onde as cores ficam trocando. No App você pode mudar a intensidade da iluminação e o intervalo das trocas, também há a opção "Breathing", que faz com que as cores acendam e apaguem como se o mouse estivesse "respirando", daí o nome, inclusive; também há a opção de desligar as luzes.

Controle de teclas Logitech Linux

Os botões do mouse também podem ser configurados individualmente para fazer coisas diferentes, incluindo alguns macros prontos, ou modelos que você pode criar.

Controle de DPI Linux Mouse

A página inicial permite que você altere o polling rate do mouse, nesse caso entre 500 e 1000 Hz, e também faça modificações no DPI do mouse, que neste caso vai até 8000, podendo fazer ajustes intermediários em cada valor com uma barra deslizante, permitindo qualquer  valor desejado dentro do intervalo, até o máximo.

Não deixa nada a desejar


Você pode até dizer que o Piper não tem a interface mais linda de todas, mas definitivamente ela não é nada ruim e em termos de funcionalidades, não deixa nada a desejar em relação ao aplicativo da própria Logitech, o que o torna uma excelente alternativa de mouse para se usar com Linux. 

Antes de sair instalando o "libratbag" e o Piper para configurar o seu mouse, vale a pena consultar a lista de dispositivos suportados pelos desenvolvedores do driver, você pode fazer isso consultando o GitHub do projeto.

Será que a minha mira vai melhorar agora? Para descobrir, acesse o nosso canal na Twitch, tem live jogando no Linux todo dia por lá! 

Até a próxima!
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Projeto Antergos chega ao fim

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Uma das mais tradicionais distros Linux, que se baseava no Arch, vai encerrar as suas atividades depois de 7 anos. Considerada por muitos, uma distro “de fácil” uso para quem quisesse entrar no “mundo Arch”.


Projeto Antergos chega ao fim




Em comunicado em seu site, que foi nesta terça-feira (21), os principais devs do projeto, Dustin, Alex e Gustau, agradeceram o apoio e os incentivos que receberam da comunidade ao longo desses 7 anos. Quando começaram a monitorar quantos downloads eram feitos, começando em 2014, chegaram na marca de 931.439 vezes que o Antergos foi baixada.

No comunicado diz o seguinte:

“Hoje estamos anunciando o fim deste projeto. Como muitos de vocês provavelmente perceberam nos últimos meses, não temos mais tempo livre suficiente para manter adequadamente o Antergos. Chegamos a essa decisão porque acreditamos que ao continuar negligenciando o projeto seria um enorme desserviço à comunidade. Realizar essa ação agora, enquanto o código do projeto ainda funciona, oferece uma oportunidade para que os desenvolvedores interessados ​​aproveitem o que consideram útil e iniciem seus próprios projetos.

Para os usuários do Antergos existentes: não há necessidade de se preocupar com seus sistemas instalados, pois eles continuarão recebendo atualizações diretamente do Arch. Em breve, lançaremos uma atualização que removerá os repositórios do Antergos em  seu sistema, juntamente com todos os pacotes específicos do Antergos que não sirvam mais devido ao término do projeto. Quando isso for concluído, todos os pacotes instalados no repositório Antergos que já estiverem no AUR começarão a receber atualizações de lá.”

Eles também falaram que o Fórum e a Wiki do Antergos ficarão “no ar” até que os usuários migrem para outras soluções. Também mencionaram que não pretendem manter eles por mais que 3 meses.

É uma pena um projeto tão tradicional e que ajudou muitas pessoas esteja “fechando as portas”, mas no mundo Linux, sempre que um projeto é encerrado outro vem para substituir, temos vários exemplos por aí e o mais popular para isso provavelmente é o Manjaro.

Comente aí nos comentários se você já usou o Antergos e qual foi a sua experiência com ele.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Qual distro Linux é a mais popular? (sem achismo)

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O mundo Linux é repleto de opções, que agradam diversos tipos e níveis de usuários, e sempre existe aquele sistema que por algum motivo temos uma maior afinidade. Às vezes por uma paixão acabamos por ficar presos em uma bolha e não enxergar sua real popularidade.

distro-distribuição-linux-popular-maior-mais-famosa

Como medir a real popularidade de uma distribuição Linux? Eis a questão. Mensurar a quantidade de usuários no Linux não é uma tarefa tão simples, visto que não existe um controle de quantos usuários estão utilizando distro X ou distro Y, e mesmo se tivesse isso seria apenas nichado as distribuições que fizessem esse controle.

"A falsa popularidade do Distrowatch" 


Não é difícil encontrarmos usuários Linux que pautam a popularidade de um sistema baseado em Linux, de forma única e exclusivamente pelo site Distrowatch. E isso é um erro tremendo, sabe o porquê? A resposta é um tanto quanto simples, pois o Distrowatch mede o número de pesquisas dentro do próprio site sobre determinada distribuição. Como medida de popularidade, não podemos nos embasar pelo Distrowatch, afinal as distribuições nas posições altas da plataforma, ali estão por apenas quem conhece o site, e convenhamos nem toda pessoa que ouviu sobre Linux ou usa, vive pesquisando no Distrowatch. Agora um site como o Google, é bem mais provável tirarmos uma base interessante de dados, pois quem não pesquisa nele? (Sei que existem as exceções, mas galera isso é o mínimo do mínimo, as massas utilizam fortemente o buscador da gigante das buscas).

Veja a popularidade de um site com o Alexa


O Alexa é um serviço da Amazon, na qual várias informações relevantes podem ser levantadas, como a posição de um determinado site mundialmente, rank dentro de cada país, países que ele mais tem popularidade e muito mais. Com o auxílio desta ferramenta, dados pertinentes do quão acessado o site da distro é, nos dá indícios de sua popularidade, ao compararmos com outros sites de outros sistemas Linux.

Efetue seus testes com alguns sites oficiais das distros, e veja qual distribuição tem uma maior popularidade, com base no ranking de seu site.

Como exemplo veja os sites das distribuições: Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. E o comparativo do ranking global de cada um (quanto menor o número, mais alto a posição).

Fedora: posição global em 43,291.

Ubuntu: posição global em 1,893.

Linux Mint: posição global em 3.924.

Manjaro: posição global em 17.680.

Levando como base o ranking mundial, segundo o Alexa, o site do Ubuntu tem maior popularidade entre os demais.

Claro que você não deve apenas se basear em um site, então a ferramenta a seguir é um ótimo complemento.

Compare as pesquisas com o Google Trends


Uma poderosa ferramenta, e julgo eu, ser a melhor para mensurar a popularidade de qualquer sistema (ou o que for) é o Google Trends. Com ele você poderá ver gráficos com os comparativos das pesquisas, sejam elas mundiais ou do nosso país. Filtrar determinadas informações e na prática observar o quão pesquisado, e consequentemente popular, um sistema é. Como o Google é o buscador mais utilizado do planeta, a assertividade dos dados é extremamente alta e ilustra muito bem o tema desta matéria (Além de obter dados de outras fontes como o YouTube).

Utilizando os mesmos sistemas, que acima comparamos, o Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. Veja o quão popular o Ubuntu é comparado aos demais sistemas.

distro-distribuição-sistema-linux-mais-procurado-pesquisado-google-ubuntu-fedora-mint-manjaro

A diferença de popularidade é gigantesca, assim fica evidente o porquê de em muitos casos, pessoas que são leigas quando o assunto é Linux, acharem que o Ubuntu é sinônimo de Linux.

Mídias sociais e comunidade


Outra forma que pode ser um "plus" ao medir a popularidade de uma distribuição, é ver o engajamento de outras pessoas em comunidades e redes sociais. Ver o número de seguidores nas contas oficiais das distros Linux é uma maneira de observar o quão interessadas estão as pessoas. E num somatório geral, esse é o tipo de dado que não pode ficar de fora.

Popularidade não quer dizer superioridade 


Não me entenda mal, mensurar e demonstrar com dados (e não achismo ou "fanboyzisse") que o Ubuntu é o sistema Linux mais popular, de forma alguma descaracteriza a qualidade e trabalho dos demais sistemas baseados em Linux. Com isso podemos observar que sim! O Ubuntu é a porta para muitos usuários, devido grande parte a sua popularidade. E o porquê de tal popularidade? Não sei dizer especificamente. Talvez tenha sido a sua tática inicial de oferecer CD's de instalação, ou as ferramentas que traziam facilidades ao usuário. O Unity 7 que tornava sua DE diferente dos demais sistemas. Não sei, só podemos testemunhar que os dados são estes.

Que tal um vídeo super completo, e com mais detalhes sobre tais ferramentas e o assunto: "popularidade das distros"? Então assista esse material com diversos comparativos e veja na prática todo o conteúdo deste post (e mais).


Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Aos longínquos anos 90 e começo dos anos 2000, a Microsoft via o Open Source e o Linux como inimigos a serem “abatidos e eliminados”, de fato, em certa época Steve Ballmer, então CEO, chegou a falar que o Linux era um “câncer” para a MS. Anos depois a empresa mudou bastante neste sentido, especialmente à partir de 2016.


 Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux





Feito esse parênteses, hoje a Microsoft é mais próxima ao Open Source e do Linux, tanto que tem o Azure, o WSL e alguns apps portados para a plataforma, como o Skype e o Visual Studio Code. E quem sabe o navegador Edge e talvez o Microsoft Office 365, falaremos mais adiante.

Em referência ao #WorldPenguinDay (ao bicho mesmo), a conta de oficial da Microsoft que “cuida” da divulgação Open Source da empresa, fez um Tweet aproveitando a a oportunidade e “chamando” a comunidade a compartilhar quais projetos Open Source as pessoas mais gostavam:



Vários projetos foram mencionados, como o GNOME, KDE, Manjaro, Ubuntu, Pop!_OS, entre outros, como você pode ver na tread do Tweet acima.

Mas um comentário me chamou a atenção e a resposta a ele. O usuário Raywon Teja Kari, perguntou quando veríamos um porte do Microsoft Office 365 para Linux. E a conta da Microsoft respondeu, informando que ele deveria entrar no UserVoice do Office 365 e votar para isso, mais ou menos como aconteceu no caso da Adobe.



Se você quiser votar e ajudar a trazer o Microsoft Office 365 para o Linux, basta acessar aqui.

Um “ponto negativo”, pelo menos para mim, foi a ausência de empresas grandes do setor, como Canonical, IBM/Red Hat e a Suse (até o fechamento desta edição, elas não interagiram com o tweet, somente foram mencionadas)

Mas, tirando isso, acho muito importante essa guinada da Microsoft nesses últimos anos em apoiar o Linux e o OpenSource, isso mostra que o mesmo pode ser mais um aliado do que “um câncer a ser combatido”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum, aproveite e conte pra gente qual o seu projeto Open Source favorito e viva o pinguim!

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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YACReader, o seu leitor de HQs no Linux

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Se você é um aficionado por HQs, tem algumas delas baixadas no seu Ubuntu,Linux Mint ou outra distro Linux, e precisa de algum leitor pensado para essa função, o YACReader veio para lhe ajudar.

 YACReader, o seu leitor de HQs no Linux






Muitos que vem chegando no mundo Linux estão procurando programas para facilitar o seu dia a dia com tarefas triviais, como ler quadrinhos. O YACReader foi uma grata surpresa ao procurar por programas para essa tarefa.

Algumas características do YACReader




O YACReader é escrito em C++ e tem código aberto, com ele você pode ler arquivos nos seguintes formatos: rar, zip, cbr, cbz, tar, pdf, 7z and cb7,jpeg ,gif ,png , tiff e bmp.

Outras características interessantes:
  • Transições bonitas, personalizáveis ​​e suaves como um “fluxo de HQ”;
  • Leitura de página dupla;
  • Traduções disponíveis para Holandês, Francês, Alemão, Português (brasileiro), Russo e Turco;
  • Opção para usar aceleração de hardware;
  • Suporte multiplataforma para Linux, Windows, macOS e iOS;
  • Suporte a Tags;
  • Modo de navegação rápida;

Para mais informações sobre o YACReader, basta acessar o site deles.




O software é disponibilizado em .deb (Ubuntu, Linux Mint, Debian, Deepin, elementary OS, etc), em .rpm (Fedora, openSUSE, etc) e através do AUR (Arch Linux, Manjaro, Antergos, etc.), de modo que você pode escolher na página de downloads o adequado para a sua distro.

Agora você vai poder ler às suas HQs na sua distro e não perder mais aquela saga que você tanto ama. 😀

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Conheça as novidades do recém lançado Manjaro Linux 18

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Os desenvolvedores do Manjaro anunciaram o lançamento de uma nova versão do sistema. Apesar de ser Rolling Release, de tempos em tempos os desenvolvedores atualizam a ISO do sistema para compilações específicas, convergindo pacotes que estavam em linhas instáveis de desenvolvimento anteriormente para a versão estável do Manjaro e acrescentando novidades.


Manjaro Linux Illyria






Existem várias novidades interessantes neste lançamento do Manjaro, entretanto, para aqueles que usam a distro regularmente, essa nova atualização parecerá mais uma lapidação do que algo "super novo", porém, se fazia um certo tempo que você não testava o Manjaro, saiba que esta versão está ainda mais completa e fácil de utilizar.

Confira o vídeo abaixo que fizemos para mostrar para você os principais destaques da nova versão do Manjaro em uma de duas versões principais, com a interface XFCE:


Vamos aos destaques da versão 18 do Manjaro, que recebeu o codinome "Illyria". No título eu usei a palavra "recém", mas na verdade, ainda que sejam poucos dias, o Manjaro 18 foi lançado no dia 28 de Outubro, então, estamos um pouco atrasados! Mas ao invés de lamentar, deixe-me mostrar o que novo Manjaro pode lhe oferecer. 😊

Manjaro 18 Illyria


Atualmente, somente as versões principais do Manjaro, com XFCE, KDE Plasma e GNOME Shell estão disponíveis, as versões comunitárias ainda deverão ser lançadas nos próximos dias. Você pode fazer o download da versão 18 do Manjaro através do site oficial

Se você já está usando o Manjaro, basta manter o seu sistema atualizado, o próprio gerenciador de pacotes deverá te orientar para a atualização, porém, você pode fazer a atualização via terminal com o seguinte comando:
sudo pacman -Syyu
Claro, é sempre bom fazer um backup antes de qualquer procedimento como este, just in case.

Manjaro XFCE


Finalmente o XFCE recebeu uma atualização! Não é a toa que o XFCE é uma das mais leves e debugadas interfaces do mundo Linux, há muito tempo ele não recebia grandes upgrades e, para falar a verdade, ele realmente não recebeu nada de exuberante, como era de se esperar, mas temos uma nova versão! XFCE 4.13. Você pode ver um relatório bem completo de todas as novidades do XFCE na página de desenvolvimento do Xubuntu, os mesmos benefícios são esperados no Manjaro.

Nesta nova versão do sistema, os desenvolvedores do Manjaro tentaram melhorar a experiência de uso no desktop, trazendo um novo tema e um novo recurso do "Manjaro Hello", a tela de boas-vindas, onde é possível selecionar, instalar e remover aplicativos populares do sistema.

* Até mesmo aquele detalhe no design dos ícones no menu, que eu havia mencionado no vídeo acima, foi corrigido. Boa Manjaro!

Manjaro Linux 18
Manjaro 18 XFCE usando o tema Adapta-Maia e rodando Kernel 4.19

Um novo recurso interessante provindo do XFCE é o chamado "Display Profiles", ele permite que sejam criados perfis de configuração de monitores, o que torna a vida de quem trabalha com multimonitores eventualmente mais prática. 


Manjaro KDE


Enquanto a versão XFCE continua sólida como uma rocha e com poucas novidades, considerando o KDE, este sim é um mar de novidades a cada lançamento. O Manjaro KDE continua a oferecer uma das melhores experiências com o Plasma nas distros Linux atualmente.
Manjaro KDE Pĺasma


Temos a versão 5.14 do Plasma chegando ao Manjaro e os KDE-Apps na versão 18.08, não existe nada especificamente criado pelo Manjaro para o Plasma, além de suas aplicações tradicionais que são usadas em todas as versões principais, como o supracitado "Manjaro Hello", "MHWD" para configuração de drivers, o aplicativo responsável pela configuração do idioma e por gerenciar as versões do Kernel, etc. Todas fazendo parte do excelente "Manjaro Settings Manager".
No Manjaro KDE, a "Manjaro Hello" não mostra a opção de gerenciar aplicativos, como mostra na versão XFCE e GNOME. As configurações do "Manjaro Settings Manager" são integradas ao painel de controle do KDE e temos uma opção avançada para configurar o SystemD.

SystemD KDE Pĺasma Manjaro

Manjaro GNOME


O Manjaro GNOME é a versão mais  recente a fazer parte da família de versões oficiais do Manjaro, mas não por isso ele é menos importante. O GNOME chega na versão 3.30 para o novo Manjaro, o que traz várias melhorias para o GNOME Shell e aplicações GNOME em si.

GNOME Shell Manjaro


O GNOME do Manjaro é altamente modificado, muito mais do que o do Ubuntu até, com uma série de extensões instaladas adicionadas por padrão e outro "punhado" instaladas, apenas esperando pela sua ativação. Inclusive, existe uma opção no sistema que permite reverter todas as modificações no GNOME implementadas pelo time do Manjaro para que você possa usar a versão "Vanilla" do ambiente, semelhante ao que você encontraria no Fedora.

A versão GNOME do Manjaro também vem com o tema "Adapta-Maia" por padrão, dando um visual mais moderno, com inspiração no Material Design, para a distro. Em termos de consumo de RAM, a versão do GNOME do Manjaro ainda continua um pouco acima do que as demais versões, menos otimizado que o Ubuntu 18.10 neste sentido, mas melhor que o 18.04.

O Kernel do Manjaro e mais novidades


O kernel 4.19 LTS é agora usado como padrão, ainda que você possa instalar outras versões facilmente através do gerenciador de Kernel. 

Temos também um novo Pamac (padrão das versões XFCE e GNOME) capaz de editar os PKGBuild, tornando-se um "ajudante" mais completo para o usuário que deseja trabalhar com o AUR. Todos os arquivos usados em um compilação serão armazenados no diretório "/var/tempo/pamac-build-user", onde "user" é o seu nome de usuário.

Outra novidade legal com o Pamac é que agora ele possui novos comandos que podem ser usados via linha de comando, funcionando de uma forma mais inteligível, como o apt, dnf, zypper, yum, etc. Com comandos simples como:

sudo pamac update, sudo pamac install pacote, sudo pamac remove pacote,sudo pamac upgrade e outros, consulte o manual da ferramenta.

O instalador padrão do Manjaro, o Calamares, agora usado pelo Lubuntu 18.10 também, foi atualizado e recebeu correções de bugs menores. 

Se você gosta de jogar, boas novas também! O Manjaro 18 inclui suporte para a geração mais recente de drivers Nvidia, 410.x e Mesa Driver 18.3, facilmente instaláveis através do gestor de drivers do sistema.

O que mais virá?


O Manjaro me parece no início de um projeto de "comercialização" da distro, fazendo parcerias para lançar a distro com Laptops de fábricas e coisas do tipo, como já acontece com alguns modelos. 

Pisar no terreno onde a resposta do consumidor se dá em compra de um produto é um pouco diferente do que simplesmente "agradar a sua própria comunidade" e isso tem levado ares mais profissionais ao projeto, ao que me parece.

O Manjaro sempre foi uma distro "dirigida pela comunidade", ou como se usa na expressão em inglês, "a community-run distro", porém, o mercado, ainda que muito dele nesse caso seja a própria comunidade Manjaro, exige certos padrões, certos cuidados. Reflexo disso é a melhoria feita nos temas do sistema, lapidando a usabilidade, criando novos recursos que facilitem a vida dos usuários e coisas do tipo.

Ainda assim, existe ainda um grande caminho a ser trilhado, potencial e competência nós sabemos que os profissionais do Manjaro tem, quem sabe o que eles vão fazer no futuro?

O que eu vou escrever agora pode parecer um "sacrilégio" para muitos e pode ir contra ou a favor do que os desenvolvedores do Manjaro desejam, sinceramente eu não sei o posicionamento deles quanto a isso. Mas tomando o pressuposto de recursos são finitos, tanto humanos, quanto tecnológicos, e mesmo tempo; para o Manjaro ficar ainda melhor seria interessante eles terem apenas uma única versão oficial e transformar o restante em versões da comunidade. Focando assim recursos de desenvolvimento em uma distro apenas. Menos é mais geralmente, e o Manjaro é um exemplo de distro com versões com "todas" as interfaces, o que não é necessariamente bom (e nem ruim).

Curiosamente não foi o que eles fizeram ao agrupar a versão GNOME recentemente para o "set" de versões oficiais, o que vai totalmente ao oposto do que eu disse, mas o Manjaro tem, na minha modesta opinião, junto com o KDE Neon, um dos KDE Plasma mais interessantes, atrelado ao AUR e as ferramentas que o Manjaro dispõem, seria um caminho interessante para se seguir, focando a energias em melhorar uma única versão, em um único ambiente.

Fico me perguntando o que aconteceria com a distro, mercadologicamente falando, caso isso acontecesse...

Ainda assim, mesmo com três versões oficiais distintas, e várias edições comunitárias, o Manjaro continua "arrasando corações" por aí. 


O que você acha?

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Enquete: Qual a melhor distro Linux com KDE?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O KDE é um dos maiores e mais completos Desktop Enviroments do mundo Open Source e várias distribuições o utilizam, especialmente em conjunto a interface KDE Plasma. Mas qual seria a "melhor"?

Qual a melhor distro com KDE Plasma?






É claro que nós sabemos que "melhor" e "pior" são conceito altamente relativos, ainda mais quando se parte de gosto pessoal, como é o caso. Qual a melhor distro com KDE Plasma como interface? Boa pergunta! Por quê você não vota na nossa enquete no Twitter?




A ideia é fazermos um vídeo no YouTube, talvez em uma das nossas lives, o "Diolinux Friday Show" nas Sextas-feiras para debater o resultado da votação na enquete. Qual a melhor distro com KDE? Qual a justificativa da sua escolha?

Conte pra gente e até a próxima! :)
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Feral Interactive libera "Game Mode" para Linux

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terça-feira, 10 de abril de 2018

A principal empresa de portes de jogos para Linux, a Feral Interactive, anunciou uma nova ferramenta Open Source para ajudar a otimizar o desempenho de jogos no Linux. Trata-se de um daemon e uma lib que permitem que os games extraiam mais desempenho dos processadores.

Linux Game Mode






O chamado "Game Mode" da Feral Interactive, que está trazendo ainda nesta semana o "Rise of the Tomb Raider" pra Linux e macOS, consiste em fazer com que o game consiga alocar "mais atenção" do processador para assim melhorar o desempenho do mesmo.

O recurso foi criado especialmente para ajudar os jogadores que possuem apenas Placas Intel HD Graphics para jogar ou alguma outra APU AMD, onde em ambos os casos, o desempenho do jogo está diretamente ligado ao desempenho do CPU.

Ainda assim, mesmo jogadores que tenham placas de vídeo dedicada (da Nvidia por exemplo), poderão tirar alguma vantagem do recurso.

Como funciona e como instalar


O "Game Mode" é algo que funciona em Background no sistema e altera o comportamento do "CPU Governor" para uma aplicação em específico, no caso um jogo. O recurso consiste em uma espécie de "combo" de biblioteca e daemon que permite aos jogos requisitarem certas otimizações para o kernel de forma temporária.

O código da ferramenta está disponível no GitHub para os interessados em testar.

A ideia não é incluir o recurso diretamente nos jogos atualmente, sendo algo que o usuário deve tomar a liberdade para si de usar ou não, mas em tese, nada impede que existem implementações diferentes do futuro.

Para instalar no seu sistema (apenas distros baseadas em Ubuntu e Arch) você deverá fazer a instalação via linha de comando, trata-se de um ajuste avançado, mas não necessariamente complicado.

Precisamos de algumas dependências antes:

(Ubuntu, Linux Mint, elementary OS e derivados)
sudo apt install meson libsystemd-dev pkg-config ninja-build git
(Arch, Manjaro e derivados):
sudo pacman -S meson systemd ninja git 
Os demais comandos são iguais para qualquer distro:
git clone https://github.com/FeralInteractive/gamemode.git 

cd gamemode
./bootstrap.sh
Depois disso, reinicie o computador para que o Daemon inicie já junto com o sistema e observe se tudo inicializa corretamente. Você pode pressionar a tecla "F8" para verificar a inicialização em modo "verbose" para ter mais informações.

Depois disso você precisa indicar manualmente que o jogo deve usar este recurso, o que teoricamente pode ser feito com um comando assim:
LD_PRELOAD=/usr/\$LIB/libgamemodeauto.so ./game
Onde "./game" no final é o caminho e binário do jogo, mas no caso da Steam, fica mais simples, basta editar os parâmetros de inicialização.

Clique com o botão direito do mouse sobre o jogo na sua biblioteca Steam, vá em propriedades e depois clique em "Set Launch Options" e cole o seguinte comando:
LD_PRELOAD=$LD_PRELOAD:/usr/\$LIB/libgamemodeauto.so %command%
Assim como está na imagem:

Diolinux tesde Game Mode Feral Interative

Clique no "Ok" e jogue normalmente.

Testes preliminares e desempenho


Claro que é cedo para dizer qualquer coisa, o projeto acabou de ser anunciado e ainda deve receber muitas melhorias e otimizações, mas a primeira vista a impressão foi boa.

Eu vou instalar alguns games mais pesados para fazer alguns testes e verificar, mas testei com dois jogos, Rocket League e Ballistic Overkill e os resultados foram interessantes.

Os jogos são relativamente leves e a máquina é potente (Ryzen 7, 16 GB de RAM DDR4 de 3000 Mhz, SSD e um GTX 1060 de 3 GB), mas ainda assim tive uma pequena melhoria.

Em ambos os jogos eu obtive uma média de 10 a 15 FPS acima do "normal" sem essa modificação. Ambos os jogos já rodavam muito acima dos 100 FPS, então a diferença em game não se torna grande, ainda mais em uma máquina assim, no caso do Ballistic Overkill por exemplo, o game chega a passar de 200 FPS.

Ambos os jogos foram testados com todos os gráficos, texturas e filtros nas opções de qualidade máxima.

Pretendo fazer testes em hardware mais modesto, onde ali sim, espero ter resultados mais animadores.

Se você testar, compartilhe conosco o resultado através da sessão de comentários, lembre de informar o hardware do computador, distro, qual e game e qual configuração gráfica você estava usando e se possível, mencione um "antes e depois".

Para deixar de usar o "Game Mode" no jogo, basta tirar o parâmetro de inicialização do lançador da Steam. Outra coisa que esperamos do futuro é que existe uma forma mais simples para aplicar esta funcionalidade, exigindo menos conhecimento técnico, funcionando talvez como um pacote de software, como qualquer outro que você instala dando dois cliques, ou que seja uma função já incorporada nos próprios jogos.

Bom proveito!
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Conheça a nova "Central de Aplicativos" do Manjaro Linux/Antergos/Arch

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Recentemente o gerenciador de pacotes do Arch e seus derivados, PAMAC, recebeu um pequena, porém importante, atualização e acrescentou um visual mais intuitivo e fácil de se utilizar.

Manjaro Linux novo PAMAC





A nova mudança vai tornar o Manjaro, Antergos (e relacionados) muito mais simples para usuários domésticos, com simples botões para instalar e remover os programas, sem necessidade alguma da utilização do terminal. Nós produzimos um vídeo para mostrar te como funciona o novo PAMAC, confira:



O que você achou da atualização?
Até a próxima!
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Station X Spitfire disponibiliza Notebook para compra com Manjaro Linux otimizado

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Station X vende há algum tempo Desktops e Notebooks com Linux pré-instalado, a lista de distribuições contempladas é grande e agora conta com mais um integrante de peso, o Manjaro Linux, mas não somente isso, a empresa planeja lançar uma versão especial e otimizada de um Notebook com a distribuição.

Manjaro Linux Notebook





Os desenvolvedores do Manjaro Linux anunciaram que uma colaboração direta com a empresa Station X tratá à vida a "Ultimate Manjaro Machine". Um Notebook com o sistema operacional embarcado e altamente otimizado para o hardware em que está rodando, incluindo otimizações no Kernel e na bateria.

A versão com Manjaro que vai acompanhar este Notebook será com XFCE como ambiente gráfico e terá toda uma customização no tema e nos wallpapers também, tudo para criar uma experiência  especial para os compradores.


As configurações de hardware projetadas para o modelo são:

- Processador: 7th Gen Intel® Core™ CPUs (i5-7200u or i7-7500u)
- Chip Gráfico: INTEL® HD GRAPHICS 610/620
- Memória: DDR4 Memory Support up to 32 GB of RAM
- Tela: Full HD IPS 1920 x 1080
- Armazenamento: SSD (até 500 GB)
- Conexão HDMI, USB 3.0, Mini Display Port
- WebCam de 1.0 Mpx
- Conexão Wireless

A Station X vende computadores com várias outras distribuições Linux também, basta escolher na hora da compra:

Distribuições Linux Station X

É ótimo ver mais uma grande distribuição ganhando um hardware próprio, aparentemente, a cada dia que passa temos mais construtores vendendo máquinas com alguma distribuição de forma otimizada.

Ainda não temos informações sobre quanto esta versão especial com Manjaro vai custar, mas o Notebook Spitfire, modelo básico, com qualquer distribuição Linux, sai por 850 Libras, o que convertendo dá mais ou menos 3,5 mil reais.

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Distro baseada no Arch Linux, Apricity OS é descontinuado

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

A distribuição Linux Apricity OS chegou ao seu final, as informações vem diretamente do site dos desenvolvedores, entenda:

Apricity OS é descontinuado



O Apricity OS é (era) uma distribuição Linux que chamou muito a atenção dos usuários há alguns meses atrás, sua proposta era parecida do Manjaro por ser baseada no Arch Linux e trazer mais ferramentas para fácil configuração do sistema, porém, ele focava na experiência visual, contudo, a distro deixou de existir.

Apricity OS shut down
Comunicado no site oficial do Apricity OS

Os usuários que visitaram o site oficial do Apricity OS acabaram descobrindo a notícia informada acima, como muitos outros projetos, a justificativa foi a falta de tempo para desenvolver o sistema, um pedido de desculpas e um "muito obrigado" pela comunidade criada nos entornos.



Apesar do anúncio não comunicar, fica aqui a minha sugestão, se você utilizava o Apricity e quer uma distro Linux baseada no Arch um pouco mais simples e amigável ao usuário final, o Manjaro e o Antergos são as melhores opções atualmente.

Até a próxima!
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