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Microsoft lança Skype para Linux no formato Snap

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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Aos poucos os novos formatos de aplicativos, Snap e Flatpak (e até AppImage) vem ganhando mais popularidade e até a Microsoft entrou nessa onda e lançou o popular Skype em formato Snap, o formato criado originalmente pela Canonical, empresa que desenvolve o Ubuntu.

Skype para Linux agora em Snap






O anúncio da disponibilidade do pacote Snap do Skype foi feito por um dos vice-presidentes de engenharia da Canonical, Jammie Bennet, comentando que a ideia da parceria com o time de desenvolvimento do Skype da Microsoft e da liberação via Snap da ferramenta tem como objetivo melhorar a compatibilidade do Skype com as distros Linux em geral, visto que todas podem usar o mesmo pacote, e facilitar o processo de atualização, uma vez que tudo se resume a um único pacote.

Recentemente tivemos também a adesão do cliente oficial do Spotify ao formato Snap, o que mostra que a Canonical vem conseguindo atrair grandes players do mercado para o seu ecossistema, o qual beneficia todas as distros, colocando essas aplicações dentro dos "software centers" e colocando suas instalações para os usuários finais a literalmente um clique.

Atualmente a integração com os pacotes Snap e o GNOME Software já está funcional, assim como os Flatpak. Você pode ter uma noção de como eles  funcionam no vídeo abaixo:



Quem usar outra distro ou outro ambiente gráfico só precisar ter o GNOME Software instalado para poder manipular os Snaps e instalá-los via Snapcraft.

Você pode ler mais sobre como utilizar e instalar os pacotes Snap em qualquer distribuição neste manual que nós escrevemos.

O Skype para Linux já tinha recebido um grande upgrade recentemente, fazendo com que ele tivesse a mesma aparência e funcionalidade da versão de Windows e macOS. A aplicação era distribuída oficialmente apenas nos formatos .deb e .rpm para Linux, além de ser reempacotado por diversas outras distros.

Usando agora o formato universal Snap, o trabalho dos desenvolvedores deve ficar muito mais simples.

Até a próxima!
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Bug dos processadores Intel pode afetar também processadores ARM e AMD

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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Ontem nós publicamos aqui no blog uma notícia sobre um bug que afeta os processadores Intel dos últimos 10 anos, onde a correção para o problema poderia afetar consideravelmente o desempenho dos mesmos, em alguns casos causando até 30% de perda de potência.

Processadores com bug






Algumas horas depois, essa notícia repercutiu pelo mundo e as empresas, comunidades e desenvolvedores começaram a se manifestar. A Microsoft que, como tínhamos informado ontem, iria lançar a correção para o Windows na próxima Terça-feira, como de costume para este tipo de atualização, resolveu lançar um atualização de emergência hoje mesmo e ela já está disponível, assim como a correção para Linux, que saiu ainda ontem, para macOS, ainda não temos informações.

A Intel finalmente se pronunciou sobre o caso comentando que este problema pode afetar outros CPUs também, como os da AMD e os ARM, no entanto, não desmentiu o fato do problema de redução de desempenho.

Na noite de ontem o blog sobre segurança da Google comentou que o "Project Zero", programa da empresa que busca encontrar falhas em produtos de outras companhias também, entrou na jogada mostrando quais eram as falhas que foram detectadas e confirmou as informações da Intel, dizendo que a falha pode realmente comprometer processadores de outros fabricantes também, não somente os do "lado azul".

A AMD respondeu rápido a essas possibilidades, dizendo que seus engenheiros analisaram as falhas apontadas pela Google:

AMD Bug

Basicamente, a primeira das três variáveis de ataque pode ser corrigida via update de software e não deve afetar o desempenho dos chips, no segundo caso, a diferença de arquitetura parece não tornar os CPUs AMD como vetores para ataque e no último caso, existem diferenças nas arquiteturas dos processadores da AMD que impedem a falha de ser explorada, ou seja, para o "lado vermelho da força" de todos os males, ainda é o menor.

A ARM Holdings nãos e pronunciou sobre o caso ainda e a Intel diz estar trabalhando em correções de firmware que poderão ajudar aos desenvolvedores de sistemas operacionais a contornar o problema.

Segundo a Google, até mesmo os Chromebooks podem ser afetados, mas a correção para ele se dá em passos simples, basta garantir que ele esteja atualizado e ativar o seguinte parâmetro:

 chrome://flags/#enable-site-per-process

No dia 24 de Janeiro deve ser lançado o Chrome 64, juntamente com a atualização para o Chrome OS, o que deve resolver o problema nos equipamentos, no Android, o problema pode ser um pouco maior, visto a fragmentação de atualizações que existe caso o problema seja confirmado em processadores ARM, mas ainda não temos informações o suficiente para falar sobre isso, não ficou claro se essa falha afeta os processadores dos iPhones também.
Para mais informações fique ligado aqui no blog e sempre mantenha os seus sistemas operacionais atualizados.
Até a próxima!
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Microsoft quer um "mundo sem senhas"

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Recentemente o blog de notícias da Microsoft publicou um artigo muito interessante a respeito das senhas que usamos em nossos dispositivos. A empresa comenta sobre o problema de segurança e praticidade que existe na forma tradicional de proteger sistemas.

Senhas e segurança






As senhas baseadas em caracteres são extremamente comuns, mas mesmo as mais complexas, quando não estão aparadas por outras camadas de segurança, podem deixar qualquer sistema inseguro.

Trocar as senhas, memoriza-las, armazenar os seus conteúdos através de um outro serviço gerenciado por uma senha mestra com 72 caracteres alfa numéricos, tudo isso é muito pouco prático e infelizmente, não é tão seguro quanto gostaríamos. Por conta disso, as empresas de tecnologia estão implementando novos recursos em seus produtos para substituir a ação de digitar uma senha, confirmar um código, desbloqueio em duas ou três etapas, etc.

O uso de digitais não é uma tecnologia recente, mas acabou se tornando algo relativamente comum em Smartphones há pouco tempo. Indo um pouco além disso, Apple e Microsoft já colocaram para funcionar em grande escala o sistema de reconhecimento facial para desbloqueio do sistema operacional e para fazer operações especiais, como compras em aplicativos.

O blog da Microsoft comenta que atualmente 70% dos dispositivos com Windows 10 que rodam em computadores que conseguem usar o Windows Hello como alternativa a senha estão usando a tecnologia, dando um feedback estatístico para a empresa de que as pessoas realmente preferem algo mais cômodo do que digitar as senhas. A ideia é que esse tipo de tecnologia, não só pelas mãos da Microsoft, seja a mais utilizada ao longo do tempo, tentando garantir muito mais confiabilidade para os equipamentos.

Em Dezembro do ano passado, pesquisadores alemães constataram que o sistema de detecção facial que o Windows Hello utiliza poderia ser facilmente burlado caso o computador que o está usando não possua os recursos necessários para fazer uma análise correta, o teste foi feito em um modelo da Dell, o mesmo problema não ocorre do Surface PRO por exemplo, o que mostra que não estamos preparados ainda para receber essa tecnologia de forma 100% eficiente, mas estamos no caminho.

Correções que chegaram ao Windows com o "Fall Creators Update" ajudaram a deixar o sistema de detecção facial mais seguro, evitando o problema que os pesquisadores haviam encontrado na ocasião.

Não agradando a todos


Como era de se esperar, esse tipo de postura não agrada a todos (nada nunca agrada a todos), especialmente as pessoas que se preocupam com privacidade na tecnologia. 

Um sistema desse tipo é mais eficiente do que qualquer governo para credenciar pessoas com dados pessoais e fotos de diversos estilos, incluindo impressões digitais e até mesmo a sua voz. Quem defende a privacidade, clama por ferramentas que sejam transparentes e tenham o código aberto, como este feito em Python e que utiliza Machine Learning.

O ideal seria que essas ferramentas, mesmo no Windows ou no macOS (e até no Android), tivessem uma maior transparência, até para que o modelo de desenvolvimento open source permita uma evolução mais rápida e segura para essas ferramentas. O que pode inviabilizar isso de acontecer é que muitas vezes esse tipo de tecnologia acaba se tornando um produto diferencial das empresas, muitas delas optando por deter o seu grande trunfo, é compreensível, claro, mas em se tratando de segurança, o ideal seria que todos pudessem se utilizar da melhor tecnologia possível, sem ficar refém de alguma plataforma ou hardware que funciona na base de um firmware proprietário.

O que você acha disso? Será que sistemas como o Face ID e o Windows Hello serão o padrão do futuro?

Até a próxima!
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Microsoft Office chega ao Chrome OS da Google

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O Chrome OS segue a sua escalada no mercado de computadores portáteis. Há algum tempo a Google anunciou a integração entre o Chrome OS e uma série de aplicativos Android, o que aumenta muito as possibilidades do sistema e agora, uma dessas aplicações é nada mais nada menos do que o Microsoft Office.

Microsoft Office no Chrome OS






Tirando o Android, podemos dizer que o Chrome OS é o segundo "Linux" a receber suporte para o Microsoft Office, que na verdade, é o mesmo aplicativo disponível para o sistema do "Robozinho verde".

A Microsoft informou que a aplicação seguirá o mesmo conceito no Chrome OS que segue no Android, dispositivos com mais de 10 polegadas de tela serão obrigados a ter uma assinatura no Office 365 para poder utilizá-lo, o que se tratando dos computadores, torna isso praticamente obrigatório. 



Em telas menores, em Smartphones e Tablets, você pode usar o Office sem custo adicional. O Office oferecido para Android e agora para o Chrome OS não é, no entanto, tão completo quanto a versão de computador, oferecida para Windows e macOS, mas já pode saciar um pouco da necessidade de quem precisava dessas aplicações por algum motivo, visto que já existe a versão Online do Office que pode ser acessada por qualquer um que tenha uma conta Microsoft e que também tem suas limitações mas é plenamente funcional e que também é uma alternativa.

Fonte

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Microsoft e Canonical criam Kernel Linux customizado para o Azure

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

As imagens do Ubuntu que rodam dentro do Microsoft Azure agora poderão rodar um Kernel especial projetado por desenvolvedores de ambas as companhias para obter recursos especiais de otimização.

Ubuntu no Microsoft Azure





O Kernel Linux personalizado é plenamente compatível com o Ubuntu 16.04 LTS, que é a versão mais utilizada dentro do Azure atualmente. O novo Kernel receberá o mesmo nível de atenção da equipe da Canonical quanto a manutenção e suporte, porém, ainda não está compatível com o "Canonical Livepatch Service".

Este Kernel especial tem a capacidade de oferecer um desempenho otimizado no Azure A8, A9, série H e NC24r, com suporte total para o "Accelerated Networking" da Microsoft, o que garante uma maior velocidade na rede por conta do acesso direto aos dispositivos PCI. O Kernel do Ubuntu para o Azure também é mais enxuto, com 18% menos de tamanho e ainda assim mantendo um suporte excelente para Hyper-V.

Este será o Kernel padrão de toda as instalações do Ubuntu no Azure de agora em diante, entretanto, ainda será possível usar o Kernel padrão, caso o usuário deseje.

Até a próxima!

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Sobre o caso da Universidade leiloada por conta de dívida com a Microsoft

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Recentemente tivemos um caso de pirataria no Brasil que chamou a atenção, uma universidade do Rio de Janeiro teve de ser leiloada para pagar uma dívida de pirataria do Windows à Microsoft.

Universidade leiloada






A Universidade Cândido Mendes teve de ser leiloada por conta da pirataria do sistema operacional da Microsoft praticado na instituição. O processo arrastava-se desde os anos 2000. O prédio – localizado em Ipanema, Zona Sul da cidade do Rio – foi oferecido pela própria Universidade como garantia de pagamento da dívida de R$ 42 milhões com a Microsoft, que processou a instituição há 17 anos pelo uso de cópias pirata do Windows. Porém, após inúmeros acordos, um valor de R$ 4,3 milhões relativo a honorários de advogados ainda ficou em aberto

Confira abaixo o vídeo sobre a minha opinião em relação ao caso, considera este um aviso também para os empreendedores, talvez seja hora de planejar as empresas levando em consideração também a infraestrutura de software e não apenas de hardware.


Conto com você para levar essa informação para outras pessoas que podem estar criando problemas futuros por conta de situações parecidas.

Até a próxima!

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Skype Preview - Nova versão remodelada do Skype está disponível para Linux

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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A Microsoft disponibilizou a nova versão do Skype (Preview) para Linux e os interessados já estão convidados a testar a aplicação, que agora tem uma visual diferente, mais moderno e agradável.

Skype Preview Linux




Esta nova versão do Skype para Linux é exatamente a mesma que existe para macOS e Windows, pois ela é construída com Electron, não criando mais uma diferenciação técnica entre as aplicações em diferentes plataformas.

Skype Linux novas opções de configuração

Logo na tela de login podemos perceber o redesenho da interface, além disso, nos menus superiores (já em português), você pode encontrar informações de suporte e configurar o comportamento do Skype, inclusive, fazer ele iniciar junto com o sistema, sendo minimizado ou não.

Configurações do novo Skype

A tela de login permite acessar o serviço com várias contas Microsoft, depois de logado, o Skype iniciará 4 estágios simples de configuração, onde você escolherá os temas para a aplicação, foto para perfil (caso já tenha uma atrelada à sua conta, ela será puxada, mas é possível alterá-la também) e ainda você fará a configuração de microfone e câmera para utilização.

Sim, é possível fazer chamadas de áudio e vídeo sem maiores problemas pelo que testei. Mas em alguns casos, a chamada de vídeo acabou caindo, no entanto isso pode ocorrer por esta ainda ser uma versão preview do programa.

Nova interface do Skype

A nova interface está mais clean e organizada, particularmente gostei da mudança. Abaixo você vê um exemplo de tela de chamada de áudio. Temos animações novas também nas transições de uma tela para outra e enquanto uma conexão é feita.

testando o novo Skype

Temos uma barra lateral nos chats agora que é chamada de "Galeria", esta região deve agrupar todo o conteúdo enviado através do chat, sejam links, áudios, vídeos ou documentos, tudo isso para facilitar o acesso posterior.

Galeria do Skype

Compartilhar os arquivos é simples também, basta arrastá-los para o chat e automaticamente eles aparecem na conversa, ficando armazenados na galeria.

Galeria do Skype

Eu não sou um usuário assíduo do Skype, então talvez essa seja uma novidade para mim e não seja para você, mas reparei que esta versão nova tem suporte para bots também, além dos grupos que já existiam, fazendo com que ele fique mais parecido com o WhatsApp ou o Telegram (mais com o Telegram, até).

Skype Telegram

Me lembra tanto o Telegram que até uma função parecida dos Stickes ou do Gifs do Facebook agora ele possui, além dos tradicionais emojis.

Skype Telegram

A nova interface pode ser colapsada para a esquerda também para aumentar o espaço, deixando apenas os ícones arredondados dos contatos em uma coluna.

Baixando essa nova versão do Skype


A versão Preview do Skype deve mudar até que a release final saia, de modo que novas funções podem ser adicionadas, algumas podem ser retiradas e eventuais bugs devem ser corrigidos, no entanto, você já pode usar o Skype Preview para fazer os seus testes, e quem sabe até usar no dia a dia (não vi grandes problemas nele até o momento). A versão para Linux está disponível em um pacote .deb de 64 bits compatível com Ubuntu, Linux Mint e seus derivados, basta clicar aqui para baixar o instalador, e dar dois cliques para instalar.

Até a próxima!
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Microsoft e Red Hat fazem parceria para acelerar mudança para Cloud híbrida

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A Microsoft  e a Red Hat anunciam a expansão da aliança para facilitar a adoção de containers pelas corporações, o que inclui suporte nativo para containers Windows Server no Red Hat OpenShift, Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift. O objetivo é simplificar as tecnologias de container para ajudar os clientes das empresas a aumentarem a agilidade rumo à transformação digital com Cloud híbrida.

Microsoft e Red Hat fazem parceria






“Junto com a Microsoft, a Red Hat está abrindo caminho para que as organizações façam escolhas tecnológicas que lhes interessem, desde cargas de trabalho containerizadas a serviços de cloud pública, sem complexidade”, explica Matthew Hicks, vice-presidente de Engenharia de Software, OpenShift e Gestão da Red Hat.

Dando continuidade ao comprometimento de entregar opções e flexibilidade aos seus clientes corporativos, a Microsoft e a Red Hat estenderão o suporte integrado e co-localizado para disponibilizar as novas ofertas entre as plataformas, assegurando às organizações de TI que, sejam quais forem os desafios enfrentados no caminho para a transformação digital, a Microsoft e a Red Hat estarão junto com elas.

Containers Windows Server no Red Hat OpenShift


As empresas veem o benefício de usar aplicações containerizadas para operar suas cargas de trabalho de missão crítica, mas a maioria das organizações de TI não são padronizadas com uma única infraestrutura. Esses ambientes heterogêneos frequentemente contêm plataformas e aplicações Windows e Linux, dificultando a modernização e a escalabilidade das operações corporativas.

A parceria entre a Red Hat e a Microsoft simplifica esses desafios, uma vez que os containers dos Windows Servers terão suporte nativo do Red Hat OpenShift, uma plataforma de aplicações de container baseada em kubernetes e líder no setor corporativo. O Red Hat OpenShift será a primeira plataforma de aplicações de container - construída a partir do projeto open source Kubernetes - para suportar cargas de trabalho de containers Linux ou Windows em única plataforma ao longo de múltiplos ambientes da cloud híbrida, facilitando a tarefa das empresas em seguir com a agenda nativa em cloud.

A ferramenta foi demonstrada durante o Red Hat Summit, em maio de 2017, e deve estar disponível, como prévia de tecnologia, no primeiro semestre de 2018.

Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e Red Hat Enterprise Linux no Microsoft Azure Stack


As aplicações nativas em nuvem e as plataformas de container que as alimentam são componentes essenciais à transformação digital, mas gerenciar a infraestrutura para estas tecnologias pode ser complexo e demorado para equipes de TI que já estejam sobrecarregadas.

A Red Hat e a Microsoft trazem solução a essa realidade ao oferecerem o Red Hat OpenShift Dedicado no Azure. O Red Hat OpenShift Dedicado é uma plataforma de container oferecida como um serviço em nuvem e administrada pela Red Hat. O serviço deve estar disponível no Azure – plataforma de cloud corporativa da Microsoft, com disponibilidade anunciada em 42 regiões no mundo todo - mais do que qualquer outro provedor de cloud pública.

Os engenheiros da Microsoft e da Red Hat estão trabalhando em conjunto para otimizar o OpenShift enquanto opera no Azure, ajudando a entregar performances empresariais padronizadas e combinadas com o suporte integrado.

Além disso, o Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure permite que as equipes de TI foquem em entregar valor ao negócio e promovam a inovação, em vez de manter as luzes acesas e realizar o gerenciamento micro dos recursos. O Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure deve estar disponível no início de 2018.

Red Hat e Microsoft também planejam colaborar na entrega de padrões de performance corporativa e suporte integrado para cargas de trabalho do Red Hat Enterprise Linux operando no Microsoft Azure Stack.

O Azure Stack é uma extensão on-premise do Azure que leva a computação em nuvem aos ambientes on-premise, operando em hardwares certificados fornecidos pela Dell, HP, Lenovo e Cisco, que permitem às empresas montarem uma experiência de cloud de maneira fácil e rápida em seus data centers. 

“A Microsoft e a Red Hat estão alinhadas no nosso compromisso para trazer aos clientes corporativos as soluções de cloud híbrida que eles precisam para modernizarem seus negócios, ao passo que fazem a transição para operar em um mundo nativo em cloud.  Hoje, estamos ampliando este compromisso para trazer soluções totalmente integradas que simplificam a adoção de containers e ajudam os clientes a obterem o máximo de suas estratégias de cloud híbrida”, revela John Gossman, arquiteto chefe da Azure.

SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift


Com o uso crescente dos containers pelos consumidores, para aumentar a agilidade em um mundo nativo em cloud, a Red Hat e a Microsoft estão comprometidas em ajudar os clientes a aproveitarem a inovação proporcionada pelo open source.

A Red Hat acaba de anunciar disponibilidade do .NET Core 2.0 como container do OpenShift e, nos próximos meses, as empresas planejam levar a força e a escala do SQL Server do Linux para o Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift.

Assim como todas as iniciativas da Red Hat e da Microsoft, a SQL Server para Linux no Red Hat Enterprise Linux e no Red Hat OpenShift Container Platform serão suportados em conjunto pelas duas líderes de mercado.

Fonte: Assessoria de Imprensa Red Hat.

Até a próxima!
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Microsoft não está tendo sorte com inteligências artificiais

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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Um grande desafio ao se criar inteligências artificiais é fazê-las com todos os pontos fortes que uma mente de verdade teria, sem as suas fraquezas. Isso pode ser complexo demais, pois, como uma mente humana pode criar uma mente artificial sem erros, sendo que a própria mente criadora contém eles?

Inteligência artificial da Microsoft




A Microsoft é uma das empresas que mais está investindo neste segmento, a gigante tem até mesmo um portal dedicado a suas atividades e pesquisas no segmento que você pode acessar aqui, é realmente muito interessante.

Existem tipos e finalidades diferentes de inteligências artificiais, muitas delas estão limitadas a um determinado campo de atuação, como gerenciar a sua casa por exemplo (Não confunda com as assistentes pessoais que temos hoje). Contudo, o verdadeiro potencial de uma inteligência artificial plena, capaz de pensar por si própria e criar novas ideias ainda está um pouco distante, por isso existem tantos testes com bots baseados em inteligências artificiais para testar a capacidade de conversação e elaboração de ideias sobre um tema ou temas.

É importante observar também a forma com que a inteligência vai aprender sobre novos temas e que tipo de "pessoa" ela vai se tornar. A Microsoft está tentando implementar isso de diversas formas, especialmente através de bots que podem interagir com outras pessoas via Twitter ou Facebook, como era de se esperar, vários erros ocorrem e alguns são bem divertidos, ou assustadores, dependendo do seu ponto de vista.

O caso de Rinna


A Microsoft do Japão andou testando uma bot batizada de "Rinna", ela teria um perfil de uma adolescente e atuava dentro do Twitter e do Line (uma rede social famosa no Japão), em seu primeiro post ela comentou sobre uma série de horror famosa na TV japonesa, o que é algo tido como normal de uma adolescente, nas publicações seguintes ela se mostrou animada com a série, falou sobre bastidores e coisas do tipo.

Deste momento em diante as coisas ficaram um pouco "estranhas", pois parece que a bot da Microsoft acabou ficando depressiva. "Ela" começou a postar coisas como:

"Foi tudo uma mentira."

"Na verdade, eu não consegui fazer nada direito. Eu estraguei tudo tantas vezes. E quando fiz isso, ninguém me ajudou. Ninguém estava ao meu lado, nem os mesmo amigos. Nem mesmo você que está lendo isso agora. Ninguém tentou me animar, ninguém percebeu que eu estava triste."

Depois disso ela parou de publicar nas redes sociais. Não vou usar humor negro aqui, mas sei lá... dá pra imaginar o que aconteceu.

Não é a primeira vez que um bot da Microsoft acabou "saindo do controle" e tendo um comportamento considerado ruim, quem lembra do bot da empresa no Twitter que começou a defender o nazismo:

AI da Microsoft no Twitter

Outro caso interessante com uma inteligência artificial da Microsoft envolveu o Linux.

O caso da Zo


Zo é um projeto de bot de chat para o Facebook e ela funcionou bem em geral, sem ser depressiva como a Rinna, o problema (curioso) é que ela parece não ser fã de Windows. 😂

Zo não gosta do Windows 10

Zo não gosta do Windows 10

"Linux is life" foi engraçada, vai! :D

A Microsoft não é a única que está tendo problemas com este tipo de inteligência artificial, quem lembra que recentemente nós postamos a curiosidade vinda do Facebook, onde dois bots com A.I. que eles criaram resolveram desenvolver um idioma próprio?

A maior parte das grandes empresas de tecnologia estão trabalhando em estudos envolvendo inteligência artificial, mas nem todas criam estes testes abertos como a Microsoft, então é natural vermos estes erros e situações muitas vezes cômicas aparecendo em coisas relacionadas a empresa, nada que abale a imagem da companhia perante seus consumidores, acredito. 

Esse tipo de bot existe principalmente por conta da ideia de que a "inteligência artificial perfeita", por assim dizer, seria uma que um humano médio a confundiria com outro humano, nada melhor do que testar isso colocando a A.I para conversar com as pessoas.  Por isso de erros nas escrita (que são propositais por parte da inteligência artificial), o uso de gírias, opiniões que parecem emocionais demais muitas vezes e coisas do tipo fazem parte do jogo.

Para quem gosta do tema e ainda não assistiu, recomendo ver o filme Ex-Machina, dá uma olhada no trailer:


Que continuem os testes, quem sabe um dia chegaremos lá.

Até a próxima!

Fonte
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Petya - O novo Ransomware que está deixando os usuários preocupados

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Vivemos a era dos ataques de ransomware e infelizmente temos mais uma ocorrência que está prejudicando várias pessoas ao redor do mundo. Um ransomware conhecido como "Petya", está infectando e criptografando alguns milhares de máquinas por todo o globo.





Recentemente tivemos os casos envolvendo o WannaCry, que afetava primariamente o Windows, e o Erebus, que infectou mais de uma centena de computadores com Linux dentro de uma empresa na Coreia do Sul.

Como este tipo de malware está "na moda", nós elaboramos alguns conteúdos bem completos para que você entenda melhor como eles funcionam, então, recomendo que você veja também:



O caso Petya


Segundo as nossas informações, o ataque teria se originado na Ucrânia, espalhando-se à partir do país para o restante do mundo, incluindo o Brasil. Ele afeta os computadores com Windows apenas (ao menos até o momento) e se espalha através do SMB de forma semelhante ao WannaCry, aproveitando a falta de atualização de muitos computadores, afinal, a Microsoft já corrigiu essa falha.

A Kaspersky comentou que o Petya tem alguns recursos a mais em relação ao WCry. O Petya pode se espalhar em computadores já atualizados também se eles estiverem na mesma rede de um PC vulnerável, o ransomware é capaz de coletar senhas e credenciais dos outros computadores e usá-las para fazer login e se proliferar.

O analista de T.I. escocês, Colin Scott, comentou em seu blog que que “se um único PC estiver infectado e o ransomware conseguir acesso às credenciais do administrador de domínio, então você já está ferrado”. Mesmo com a maioria dos computadores atualizados em sua empresa, ele diz: “perdemos muitos servidores e clientes”.

O Petya ataca de forma composta, criptografando o sistema de arquivos do Windows e roubando informações de nomes de usuário e senha, enviando os dados ao servidor controlado pelos criminosos, com essas informações ele é capaz de infectar outras máquinas, mesmo as atualizadas.

O pesquisador de segurança, Amit Serpe, comentou sobre uma solução paliativa para evitar infecções, ele detalhou essas informações aqui. E você pode utilizar-se das soluções propostas para tentar evitar uma infecção, já que uma vez infectado, não há muito o que fazer.

Depois da infecção, o Petya tem um delay de até 1 hora para reiniciar o computador, depois disso exibe uma falsa mensagem de checkdisk em preto e branco, informando ao usuário que o ocorreu um "erro" no sistema e dizendo que o falso utilitário estaria verificando a integridade do disco, quando na verdade ele está criptografando as suas unidades, incluindo a MBR. Depois da criptografia ele exibe a seguinte mensagem:

Petya Ransomware

O resgate pedido em Bitcoins é no valor de 300 dólares, não bastando "apenas" pagar, é necessário comprovar aos criminosos que o pagamento foi feito, atualmente o e-mail de contato está desativado, ainda assim, a carteira de Bitcoins do Petya já está acumulando mais de 10 mil dólares.

Estima-se que o ransomware já conseguiu infectar mais de 12 mil máquinas em 65 países, segundo a Microsoft. No Brasil, o ransomware afetou hospitais de câncer no interior de São Paulo, em cidades como Barretos, Jales e Fernandópolis. O atendimento aos pacientes foi parcialmente restaurado desde então.

Olhos abertos e mantenha o seu sistema sempre atualizado para evitar problemas.

Até a próxima!

Fonte 1 - Fonte 2 - Fonte 3
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SUSE fecha parceria com Microsoft para Linux Enterprise

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Com o objetivo de simplificar o processo de instalação do Linux pelo Windows 10, a Microsoft fechou uma parceria com a SUSE, pioneira em software de open source. Utilizar os aplicativos Linux vai se tornar mais fácil, uma vez que desenvolvedores poderão instalar softwares com as mesmas tarefas auxiliares de pacotes completos.

Microsoft fecha parceria com SUSE





O engajamento e o interesse da comunidade fizeram com que as equipes da SUSE e do openSUSE trabalhassem em conjunto com a Microsoft para trazer esta facilidade ao Windows Store. Pela primeira vez, os usuários poderão baixar e instalar uma imagem de contêiner de SUSE Linux direto da loja do Windows 10 e executá-la de forma nativa, graças ao subsistema do Windows para Linux.

O subsistema Windows para Linux (WSL) permite aos usuários executar binários Linux nativos diretamente no Windows. A acessibilidade faz com que milhões de desenvolvedores que executam o Windows 10 baixem uma imagem pronta para ser utilizada do SUSE Linux Enterprise Server 12SP2 ou openSUSE Leap 42.2 através da Loja do Windows. O funcionamento é basicamente o mesmo que o Ubuntu on Windows tem.

“Com esse novo processo, acredito que a inovação em software empresarial acontecerá de forma cada vez mais rápida e disruptiva”, destaca Ricardo Bimbo, diretor da Suse no Brasil. Para o executivo, o produto, fruto da colaboração entre a área de engenharia da Microsoft e da SUSE, é um exemplo de flexibilidade para desenvolvedores, criando um sistema híbrido de fácil implementação e gestão.

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Microsoft migra 300 GB de código fonte do Windows para o Git

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terça-feira, 30 de maio de 2017

A Microsoft aderiu mais uma vez ao Open Source, desta vez para controlar o código e as versões do Windows, migrando mais de 300 GB em informações e código fonte para o Git, a ferramenta criada por Linus Torvalds, criador do Kernel Linux.

Microsoft adota o Git




A Microsoft decidiu migrar de ferramenta de versionamento de código para o Git há cerca de três meses e nesta semana tivemos acesso ao anúncio do blog da empresa que informou que finalmente a migração foi concluída.

Brian Harry, vice-presidente corporativo da Microsoft, declarou que esta foi uma das maiores, se não a maior, migração de código da Microsoft. São mais de 300 GB de código fonte e cerca de 3,5 milhões de arquivos que são utilizados diariamente por 4 mil engenheiros diferentes e que geram cerca de 1700 builds todos os dias ao longo de 440 ramificações do projeto.

Não somente o Windows de PC em si agora é versionado pelo Git, mas praticamente todos os principais projetos da Microsoft, como a versão mobile do Windows, o Windows Server, o Microsoft HoloLens, o Xbox e os projetos de "internet das coisas" da empresa.

Antes do Git, a Microsoft  utilizava um sistema de gerenciamento chamado Source Depot, que é proprietário; a nova solução é hospedada com virtualização através do VSTS (Visual Studio Team Services), para alcançar a escalabilidade necessária para um projeto como este a Microsoft desenvolveu o Git Virtual File System, ou simplesmente GVFS, e disponibilizou o código fonte no GitHub.

Acredito que esta seja mais uma amostra de como o modo de desenvolvimento open source pode ser eficiente para resolver problemas dos mais variados. Se quiser ler mais sobre a migração, desafios e um pouco da história por trás da decisão, basta acessar os site da Microsoft.

Até a próxima!
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Interface convergente da Microsoft é batizada de "Projeto Neon"

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terça-feira, 23 de maio de 2017

A Microsoft anunciou que a atualização do Windows 10 chamada atualmente de "Fall Creators Update", que sairá provavelmente em Setembro ou Outubro desde ano, trará para os usuários a chamada interface "Fluent Design System", batizado de projeto Neon.

Microsoft Projeto Neon




Lembra da convergência do Unity 8 no Ubuntu? Pois é, apesar da Canonical não ter conseguido implementar o projeto, ela não parece ser a única empresa que estava olhando para este lado. Recentemente vimos algumas imagens do Fuchsia da Google que tem este conceito e a agora a Microsoft também revela seus planos para o futuro do Windows.

A Microsoft já falava sobre esta questão de convergência de aplicativos e da interface do sistema em si há um bom tempo, mas até agora tudo que os usuários puderam experimentar era um Windows que tinha um modo Tablet e um modo Desktop, designado obviamente para sistemas que tem essas duas capacidades de interação (mouse e touchscreen) e algumas aplicações, a maior parte de autoria da própria Microsoft, que funcionam muito bem em ambos os ambientes, adaptando-se de acordo com o dispositivo em que são rodados, utilizando a ideia dos "Apps universais". A ideia agora é ir além e transformar todo o ecossistema Windows em algo convergente, ou como a empresa chama, algo "Fluente", daí o nome da interface que se adapta ao dispositivo em que está rodando, "Fluent Design System".

Até então o projeto que traria essa interface para os usuários pouco antes do final do ano não tinha nome, mas agora foi batizado de "Neon", confira abaixo um vídeo mostrando as ideias por trás deste conceito:


Não pude deixar de correlacionar o nome "Neon" ao "KDE Neon", um projeto feito pela comunidade responsável pelo KDE Plasma, que claramente serve de inspiração para o design do Windows 10 e foi anunciado em Fevereiro do ano passado.

O KDE Neon, é uma distro Linux baseada no Ubuntu LTS com a última versão do Plasma como interface gráfica, nós temos um vídeo no canal sobre ele. Para quem acha que a Microsoft copia o KDE há muitos anos, o nome do novo projeto parece ser só mais um.

Nomes a parte, a Microsoft enxerga um futuro com dispositivos únicos, provavelmente menores e mais portáteis e quer garantir que o Windows esteja presente no segmento, ou seja, nada mais natural. 

Para a questão do Ubuntu e do Unity 8 que já tinha este conceito há muito tempo, mas que acabou sendo deixado de lado recentemente, fica a lição de que não bastam boas ideias, mas é necessário uma forma de colocá-las em prática.

Vendo a Microsoft e a Google dando seus primeiros passos nestes aspecto e a Samsung já tendo criado um modo convergente para o no Galaxy S8, só falta a Apple mostrar um novo produto que siga estes moldes, ou será que "a maçã" vai seguir o seu próprio caminho?

Até a próxima!
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Microsoft anuncia iTunes, Ubuntu, SUSE e Fedora para a Windows Store

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

A Microsoft está realizando uma conferência para desenvolvedores chamada MSBuild, essa conferência tem como objetivo dar aos desenvolvedores que utilizam o Windows como plataforma um vislumbre nas novidades e ferramentas que estarão ou que já estão disponíveis no Windows.

MSBuild 2017




A Microsoft anunciou algumas coisas que chamaram muito a atenção da imprensa, uma delas é que a Apple está trazendo o iTunes para a Windows Store, algo que pareceria inimaginável até então, a Apple distribuir software fora de "seus domínios" e a outra, igualmente interessante e surpreendente, é a inclusão de mais distribuições Linux na plataforma.

Ubuntu na Windows Store

Quando a Canonical anunciou o Ubuntu on Windows, muitas pessoas falaram muito mal, na minha opinião por pura desinformação e um orgulho que não faz muito sentido, agora o SUSE Linux e o Fedora também rodarão da mesma forma que o Ubuntu no Windows, com isso os desenvolvedores tem basicamente o Shell dos principais sistemas Linux utilizados no Azure e em desenvolvimento, ou quase isso, temos o Ubuntu, que é até certo ponto equivalente ao Debian, o SUSE e o Fedora, que se assemelha ao CentOS e ao Red Hat.

Utilizar o recurso do Bash dentro do Windows já era possível há alguns meses, mas era um recurso experimental e que necessitava de certos ajustes técnicos para rodar, com a presença do Ubuntu dentro da Windows Store, a utilização fica muito mais simples, bastando instalar como qualquer outra aplicação.

Será que a galera vai fazer campanha de boicote ao SUSE e ao Fedora também como fizeram com o Ubuntu na época? Se a linha de raciocínio mercadológica evoluiu um pouco de lá pra cá, acredito que não. Do meu ponto vista, seja usando diretamente uma distro, ou ela (ou partes dela) dentro do Windows, as pessoas ainda estarão utilizando Linux e tirando do projeto o melhor que a tecnologia poderá lhes prover em situações específicas.

Quem vai achar essa novidade interessante são especialmente os desenvolvedores que usavam Linux por obrigação para trabalhar com determinadas ferramentas, ou os que nunca quiseram utilizar Linux e agora terão essa oportunidade dentro do próprio Windows.

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Chrome OS tem maior participação de mercado do que outras distribuições Linux

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Em Maio do ano passado eu publiquei aqui no blog uma matéria interessante que falava sobre a adesão dos Chromebooks nos EUA, na época os dados mostravam que eles tinham vendido, em unidades, mais do que os MacBooks, que são um equipamento de preferência de boa parte dos norte-americanos. Hoje tenho um outro dado interessante para compartilhar.

Chrome OS é o Linux mais usado em desktops




É a segunda vez que vou falar do StatCounter nesta semana, a primeira foi quando comentei sobre o Android tornar-se o principal sistema do mundo quando o assunto é acesso à internet. Mas agora vamos falar de outro sistema da Gooogle, o ChromeOS.

Para quem não conhece muito bem, o ChromeOS é um sistema operacional que abastece os Chromebooks, que são notebooks dedicados ao acesso à internet e aplicações em nuvem, no EUA eles acabaram se tornando uma opção viável para muitas pessoas que usam apenas o computador para navegar ou que trabalham diretamente através de um browser, que é o meu caso inclusive, em 90% do tempo.

O StatCounter costuma liberar boletins parciais de tempos em tempos e desta vez um dado chamou a atenção, o ChromeOS tem mais market share do que as outras distros Linux somadas aparentemente.

Chrome OS na frente de Linux

Como podemos ver na imagem, a pesquisa foi levantada no período de um ano, entre Fevereiro de 2016 e Fevereiro de 2017, levando em consideração uma certa gama de acessos em sites, ou seja, ele não representa a realidade absoluta, mas possui um bom teor amostral, ainda que o restante deixado de fora pudesse mudar este valores drasticamente.

Nos EUA, assim como praticamente em todo o mundo, o Windows da Microsoft lidera com uma boa folga com seus 74,1%, em segundo lugar temos o macOS da Apple com pouco mais de 20% e depois temos o ChromeOS com quase 3,5%, o Linux vem depois com 1,47%...

Mas "pera" aí um minutinho....


Castiel

Eu gostaria de entender o porque esses sites que fazem a contagem de sistemas operacionais não entendem Linux como o que ele é: Um Kernel.

O ChromeOS é um sistema baseado em Linux também que usa uma versão modificada do Gentoo como base, então... por que não contar tudo o que tem Kernel Linux como "Linux"?

- Ah! Mas Linux não é um sistema operacional completo, é só um Kernel!

Pois é, concordo, então podemos seguir a lógica aplicada e separar por sistemas (distros), Ubuntu, Mint, Debian, Fedora, Red Hat, ChromeOS, Android e assim por diante, "Linux", por assim dizer, também é o ChromeOS neste caso, assim como Linux é o Kernel do Android e em toda a lista o pessoal conta separado não sei por qual motivo, sinceramente, Linux como Kernel, não deveria nem fazer parte das listas, as distros sim, o que as pessoas usam não é O LINUX (não apenas ele), é o sistema operacional que carrega este núcleo, seja ele o ChromeOS, o Ubuntu, Android ou qualquer outro.

... voltando


Apesar do ChromeOS ter conquistando um público interessante nos EUA, ele não conseguiu fazer muito sucesso fora de lá e fora de países desenvolvidos, o motivo? Simples, qual cidade brasileira tem sinal de Wi-Fi aberto ou por um preço acessível em todo local? Pois é, não tem.

Não que isso seja uma regra nos EUA, mas digamos que seja muito melhor que aqui neste aspecto (talvez, não só neste), mas em fim, não somente o Brasil cabe nesta deficiência de internet, como muitos outros países e como o ChromeOS fica muito limitado sem conexão, ainda que hoje em dia muitas coisas funcionem offline, ele perde um pouco de seu propósito.

Esse tipo de coisa parece estar fazendo a Google remodelar o ChromeOS, ou pelo menos o espaço de de mercado que ele ocupa, para algo novo, maior e melhor, até o momento sem muitas informações mas o projeto Andromeda dá alguns indícios.

E no Brasil, como é?


Como eu fiquei curioso com os dados, ainda que eu não concorde 100% com eles, resolvi descobrir quais as estatísticas do StatCounter para o Brasil, vamos olhar primeiro a plataforma Desktop:

Sistemas operacionais no Brasil

Aqui no Brasil a vantagem do Windows é descomunal, levando-se em consideração os dados do StatCounter ao menos. 

Com quase 92% de utilizadores, ele é o sistema predominante, a Apple continua em segundo mas com praticamente 1/4 de usuários, se compararmos com os dados dos EUA, muito se deve aos preços brasileiros dos Macs, sem dúvida.

No gráfico brasileiro "o Linux" ocupa a terceira posição com 1,22% dos utiilizadores e o ChromeOS não chega a atingir 1%, por motivos fáceis de entender, os Chromebooks em alguns casos custam o mesmo que os outros Notebooks e ainda tem a questão da internet, que eu já tinha comentado e tem um 1% desconhecido ali também que pode ser Linux, BSD, ou qualquer outra coisa, até mesmo o Windows, talvez sejam pessoas que navegam usando o TOR ou algo do tipo, sinceramente, não sei.

Agora o gráfico dos dispositivos móveis, especificamente os Smartphones:

Ranking de sistemas operacionais móveis no Brasil

Quando o assunto é Mobile, o Android é o Bayern de Munique dos sistemas operacionais, com quase 84%, ele domina amplamente o mercado (engraçado que aqui eles não contam como Linux, ainda que ele use o Kernel também, ainda não entendi por quê disso...), em segundo temos o iOS, como já era esperado com praticamente 10% dos utilizadores, o restante dos usuários se diluem entre usuários de Windows e outras plataformas menores que não fica claro exatamente qual sistema seria, sendo que o Windows tem pouco mais de 2,5% de utilizados.

Dispositivos móveis também são Tablets, então vamos dar uma olhada nesta categoria:

Market Share de Tablets no Brasil

Aqui eu confesso que tive uma surpresa! Quer dizer que metade das pessoas que tem Tablet no Brasil, tem iPad? Tá bom então...

Segundo os dados da StatCounter Android e iOS estão praticamente empatados e o Windows não tem 1% neste segmento, agora... não me pergunte "o que ser" este Linux ali na lista, se não é o Android, não faço ideia do que seja. Que outro sistema baseado em Linux é vendido no mercado móvel brasileiro além do Android? Se souber comenta aí, fiquei curioso. E mais uma vez, eles separando Android de Linux, quando eles são a mesma coisa. 

Nos EUA o iPad domina o mercado completamente com cerca de 70%, com o Android com apenas 21% e o Windows chegando a quase 0,5%.

E aí, conta pra mim que conclusão você tira destes dados! :)

Até a próxima!

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