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Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux em 2020

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Parece que estamos vivendo em uma época em que programas da Microsoft e a sua aproximação do Linux, está se tornando a cada dia, um tema bem comum.


Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux para 2020






Ultimamente, tivemos alguns programas chegando ao Linux vindo da Microsoft, um exemplo é o tradicional messenger da empresa, o Skype. O primeiro que foi anunciado oficialmente que estará chegando ao Linux, é o navegador Edge, em que fizemos uma matéria sobre o rumor e uma do anúncio oficial.


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Agora, o mais novo integrante da família Microsoft a integrar o “mundo Linux”, é o Microsoft Teams. Para quem não está familiarizado, o MS Teams é concorrente direto do Slack, programa para gerenciar equipes e projetos.

O anúncio foi feito através da conta oficial do Microsoft Teams no Twitter, que você confere logo abaixo:


No tweet, foi disponibilizado um link do Tech Comunnity da Microsoft, onde no trecho que fala sobre a versão de Linux, é comentado que a versão terá todas as funções já presentes, sendo disponibilizado nos formatos .deb e .rpm.


Com isso, a última ferramenta da Microsoft que falta chegar no Linux, seria o MS Office. Isso foi perguntado no tweet, e o Christopher Scott (Senior Premier Field Engineer (Open Source) at Microsoft - Solver of Problems), disponibilizou um link, com uma pesquisa no uservoice do Office 365, para que os usuários façam o pedido e a votação para uma versão do Office para Linux. Até o momento desta matéria, a postagem no uservoice estava com 3.210 votos e com pelo menos 200 comentários.



Também perguntei para ele, se o Office vindo para o Linux, ele seria nos moldes que é no Android ou algo parecido, como uma versão grátis, por exemplo. Segundo as suas respostas, ele está trabalhando “arduamente” dentro da divisão do Office para que isso aconteça e que a versão para Linux seria paga, como ocorre com as versões para Windows e macOS, como os Offices 2016/2019 ou as assinaturas para o Office 365.

Perguntei se a versão de Linux estaria perto e ele falou que não, mas que isso pode mudar dependendo dos pedidos dos clientes e isso traria uma “pressão”. Também indaguei se 5000 votos ali seria um número interessante para isso, e ele respondeu que é um bom número para se ter, mas que isso seria só uma parte do quebra-cabeça (puzzle).

Na minha opinião, eles vão ver como o Edge e o Teams se sai no ambiente Linux, no que tange em integração com as distros e tudo mais. Se isso for bem sucedido, creio que a versão do Office venha, pois quase todo o seu ecossistema para equipes e projetos estará disponível no pinguim, como o Skype, Edge e Teams. Se isso acontecer, do Office realmente vir para o Linux, certamente será um grande avanço para o pinguim no desktop.

Para votar no uservoice do Office 365, basta acessar esse link.

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Está confirmado! Microsoft Edge virá para o Linux ano que vem

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Muitas coisas no mundo da tecnologia eram tomadas como verdades absolutas, como a “Microsoft não gosta do Linux” e o “seu principal navegador nunca viria para o lado open source”. Bom, estamos vivendo novos tempos (para não dizer, loucos) 😅.

Está confirmado! Microsoft Edge virá para o Linux ano que vem






Há uns 6 meses mais ou menos, noticiamos que o navegador Edge da Microsoft, poderia ter uma versão para Linux, visto que ele é baseado no Chromium e tem suporte para o pinguim. Então, seria questão de tempo para isso ocorrer.


A confirmação veio na conferência da Microsoft, a Ignite de 2019 em Orlando - USA. Você pode conferir aqui a palestra completa. Já a parte do anúncio na qual a vinda do novo Microsoft Edge para Linux é comentada, você pode conferir no minuto 8:24.

Com a confirmação da sua chegada, o Edge se junta a uma grande gama de navegadores baseados no Chromium, como o Google Chrome, Vivaldi, Opera, Yandex entre outros. Só ficam de fora o navegador da Apple (Safari) e o da Mozilla (Firefox).

Como já mencionei em alguns artigos e lives, sobre o tema, creio que a grande maioria dos produtos da Microsoft serão compatíveis ou melhorados com o Linux, como por exemplo o Microsoft Office (esse eu acho que chega por último), o Teams (ele já está em um estágio bem avançado, com repositórios já montados) e o Skype (equiparando-se com as versões de Windows e macOS). Isso seria muito benéfico para quem quisesse migrar para o Linux, pois teria mais facilidades na migração.

O lançamento do Microsoft Edge será no dia 15 de janeiro de 2020, inicialmente para Windows e macOS. A versão para Linux viria posteriormente.

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Google contrata ex-chefe do Microsoft Office para sua suite de escritório

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terça-feira, 22 de outubro de 2019

Google contrata ex-executivo da Microsoft para liderar o G Suite, e demonstra que não está de brincadeira e faz frente ao Microsoft Office, fomentando a concorrência. 


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Quando o assunto é office, comumente a primeira alternativa a ser mencionada é o famoso Microsoft Office. Não é atoa que termos, como: “tenho que criar uma apresentação de slides” é substituído por: “tenho que criar um PowerPoint”. Trabalhei durante um tempo fazendo manutenção de computadores em uma Rádio e algumas escolas, e sempre ouvia algo assim.

Confira logo abaixo 6 alternativas ao MS Office.


Sem dúvidas a Microsoft é muito forte no setor corporativo e no meio estudantil, contudo, os Chromebooks do Google vem ganhando esse mercado. Atualmente o G Suite, alternativa da empresa ao Microsoft Office/Office 365, já supre uma grande parcela dos usuários. Talvez em países como o Brasil, que não possui uma internet de altíssima qualidade, sua adoção não seja tão massiva quanto a outros países.

Reforçando o time do G Suite


Para diminuir essa distância entre o G Suite e o Microsoft Office, o ex-chefe para estratégia de software e produtividade do Office, Javier Soltero foi contratado. Mas, “vale isso Arnaldo?”. Claro, que vale! Considerando o currículo e todo o envolvimento em projetos que Javier teve na MS, podemos dizer que a escolha foi mais que acertada.

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Javier Soltero quando era executivo da Microsoft - Wikimedia Commons

O ex-executivo da MS passou a fazer parte da companhia em 2014, assim que a Gigante de Redmond adquiriu a startup de e-mail móvel Acompli. Neste período Javier era o CEO da startup, que co-fundou. Graças a essa compra, o app da Acompli tornou-se a versão do Outlook para iOS e Android. Então, ele passa a ser o líder do Outlook em todas as plataformas e, em março do ano passado ajudou a implementar os recursos da Cortana (assistente digital da Microsoft) no Office 365. No entanto, após reorganizar sua divisão do Microsoft Office, Javier Soltero foi dispensado.

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Com ampla experiência e familiaridade em projetos, como o MS Office e a Cortana, o Google contrata o veterano em tecnologia para atuar em áreas de seu domínio. Sendo agora responsável por supervisionar o G Suite, gerenciando a produtividade e ferramentas de colaboração do Google para o meio corporativo. Lembrando que os aplicativos do G Suite que possuem versões gratuitas, são oferecidos para clientes corporativos através de mensalidades (recentemente passou a receber pagamento em Real). Obviamente que recursos extras são oferecidos, como um melhor e-mail comercial, espaço em armazenamento ilimitado, melhor infraestrutura para trabalhos e colaborações em equipe e muito mais. Aliás, caso não saiba o G Suite suporta arquivos do Microsoft Office

Veja neste vídeo, porque utilizamos o Google Docs no Diolinux.



Um ponto que podemos destacar, é que Javier pode contribuir de alguma forma para uma integração semelhante entre a assistente pessoal do Google e seus apps de escritório, como já fez no passado ao trabalhar para Microsoft. Outro detalhe é o aperfeiçoamento das aplicações mobiles, diariamente trabalho com algumas e sei de várias deficiências e dificuldades que algumas impõe em sua usabilidade. Espero que com essa adição importante, as ferramentas da empresa possam evoluir ainda mais e beneficiar seus usuários. Tanto os corporativos, como os comuns.

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Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux

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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Desde quando o “mundo é mundo”, sempre houve uma “batalha” entre sistemas operacionais, Windows vs macOS vs Linux, com intermináveis horas de debate e nem sempre chegando à algum consenso, em alguns casos, partindo para o lado pessoal, infelizmente.

Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux






Isso deve-se muito, principalmente, as décadas de 1980, 1990 e o início dos anos 2000, quando CEOs, como Steve Ballmer, e líderes de projetos como Richard Stallman, alimentavam essa “guerra” com “trocas de farpas” públicas, de um lado chamando o Linux de câncer e do outro chamando de “o grande mal que quer controlar e bisbilhotar o seu usuário”.

Mas essa aparente “guerra”, ganhou um novo capítulo recentemente. O jornalista do site de tecnologia ZDNet,  Steven J. Vaughan-Nichols, conseguiu uma entrevista com Linus Torvalds e vários outros desenvolvedores do Linux na Linux Plumbers Conference de 2019, onde ele conseguiu uma declaração “universal” deles, concordando que a Microsoft quer controlar o Linux, mas eles não estão preocupados. Pois o tipo de licença que rege o projeto, GPL2, não permite isso. Linus comentou:

“Toda essa coisa anti-Microsoft às vezes era como uma piada engraçada, mas não real. Hoje, eles são realmente muito mais amigáveis. Converso com engenheiros da Microsoft em várias conferências e sinto que sim, eles mudaram e são felizes. Estão realmente felizes trabalhando no Linux. Então, eu exclui completamente todas as coisas anti-Microsoft". 

Steve ainda questiona se o “leopardo da Microsoft” não está só esperando o momento certo para dar o “bote” e  Torvalds complementa:

“Eu não acho que seja verdade. Quero dizer, haverá sempre uma tensão. Mas isso é verdade para qualquer empresa que entrar no Linux; elas têm seus próprios objetivos. E querem fazer as coisas do seu jeito, porque têm uma razão para isso. (Portanto, para o Linux), a Microsoft tende a se concentrar principalmente no Azure e fazer todo o possível para que o Linux funcione bem para eles".

A matéria completa do ZDNet com as outras declarações dos devs que estão envolvidos no Kernel Linux, você pode conferir aqui.

O que podemos notar nas falas deles, é que não tem preocupação na aproximação da Microsoft com o Kernel Linux, pois alguns dos principais engenheiros envolvidos no Linux dentro do Windows, vem de empresas que apoiam o sistema do pinguim, como a Novell. Além é claro da distro Linux da Microsoft, no Azure. Além da liberação das mais de 60 mil patentes recentemente. Isso mostra que a “velha Microsoft” do Ballmer está no passado (assim esperamos), e que agora a “nova Microsoft” do  Satya Nadella, seja de mais integração com o open source, tanto que estão para chegar o MS Teams e o MS Edge, quem sabe o MS Office também não aparecerá em breve 😀😁, seria muito bacana de se ver, não é mesmo? O “chefão” do Linux e a Linux Foundation não parecem ver a Microsoft como ameaça, então por que você ou eu deveríamos?

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Microsoft apresenta seu “smartphone dobrável” com Android, e novos devices da linha Surface

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Hoje quarta-feira (2), a Microsoft reservou a tarde para apresentar diversos hardwares de sua linha Surface. A expectativa estava bem alta, após diversos rumores de um possível Surface phone e o Windows 10X. Afinal, existia ou não o tão aguardado Surface phone? 

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O Microsoft Event, foi repleto de anúncios de novos devices, e até mesmo uma nova versão do Windows 10, projetada exclusivamente para dispositivos dobráveis e de tela dupla. De codinome Santorini, o Windows 10X veio com uma ambiciosa proposta de ser redesenhado para dispositivos, como tablets flexíveis que se transformam em algo com uma usabilidade semelhante a de um laptop. Vale lembrar que o Windows RT tinha uma ideia, de certo modo, parecida, contudo o alvo do novo sistema são hardwares híbridos, nem tablets, nem notebooks. 

Logo abaixo você poderá ver o Windows 10X em ação, sendo apresentado pela gerente de programa do grupo de parceiros, experiências e dispositivos Microsoft. Junto ao novo Microsoft Surface Neo, um tipo de tablet com duas telas de 9 polegadas separadas e que quando fechado assemelha-se muito a uma agenda de anotações.


Também foram apresentados no evento o Microsoft Surface Pro X e o Surface Pro 7, com mudanças estéticas e internas. Aliada a Qualcomm, a MS oferece um novo chip baseado na arquitetura ARM, sendo um fruto dessa parceria.


Outros equipamentos foram apresentados. O Microsoft Surface Laptop 3, e o Surface Earbuts (fone sem fio, com bateria).

Chegou o Surface phone!


Por fim, foi apresentado a grande surpresa do evento. Após anos e anos de rumores, eis que a gigante de Redmond surpreende a todos com o Microsoft Surface Duo. Possuindo duas telas, assim como o Surface Neo, porém com proporções menores e utilizando o Android ao invés do Windows 10X.

O smartphone tem duas telas de 5,6 polegadas, no entanto, mesmo sendo dobrável o conjunto não é um único corpo. Sendo de fato duas telas separadas. Visualmente não é tão elegante, mas evita problemas no display. Quem acompanha o mundo Android sabe dos encalços que a Samsung vem passando com seu Galaxy Fold.


Você pode dobrar o dispositivo, ou deixá-lo aberto como um tablet. Somando às duas telas, neste “modo tablet”, seu painel chega a 8,3 polegadas.

O Surface Duo une a experiência da linha Surface com o Android, mas nem todo fã da empresa ficou contente com esse “Surface phone”. Já sabíamos que o Windows Mobile tinha chegado ao fim, todavia ao observar os comentários internet afora, percebi que a principal reclamação era devido ao seu novo conceito de “ser dobrável sem uma tela dobrável” e que muitos não foram atraídos pela proposta. Creio que, conforme os milhares de concept arts na internet, os usuários queriam algo mais próximo do convencional. Todavia esse tipo de smartphone pode acabar se tornando um padrão, ao invés das telas dobráveis. Simplesmente não sei, só o tempo dirá. 

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Segundo o site Wired , o Surface Duo é equipado com um processador Snapdragon 855, mas os elementos do design ainda não foram finalizados - podendo sofrer mudanças, muitos detalhes não foram informados durante a apresentação.

Embora o diretor de produtos da Microsoft, Panos Panay, tenha parecido relutante durante a apresentação de referir-se ao Surface Duo, como um smartphone. Sem sombra de dúvidas essa foi a parte mais importante do evento. O Duo marca o retorno da empresa ao mercado de smartphones, depois da morte de sua plataforma mobile em 2017.


Curiosamente navegando pelas “interwebs”, me deparei com alguns desenvolvedores e usuários do Windows Phone, que conseguiram fazer o antigo sistema da MS executar apps Android. Caso a Microsoft tivesse insistido novamente no Windows Mobile, o tiro sairia pela culatra (já vimos essa novela no passado). Foi uma sábia decisão embarcar o Android em seu aparelho, e não vi ninguém reclamar de tal decisão.

Os valores não foram revelados, mas não espere um preço camarada (ao menos para realidade da maioria dos brasileiros).

Você pode acompanhar todo evento diretamente no canal do Youtube da Microsoft.


Qual a sua opinião sobre os novos hardwares da linha Surface? Gostou do Surface Duo? Compraria o smartphone, caso lhe fosse acessível?

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Navegador Microsoft Edge pode estar muito perto de chegar no Linux

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sábado, 28 de setembro de 2019

Como já publicamos aqui no blog, a Microsoft vem se aproximando cada vez mais do mundo open source. Seja com o WSL, o Visual Code Studio, o Skype, dentre outras maneiras. A mais recente, foi sobre o Microsoft Teams, concorrente ao Slack.

Navegador Microsoft Edge pode estar muito perto de chegar no Linux





Agora o produto mais recente que pode aterrissar no mundo Linux, é nada mais nada menos, que o navegador Microsoft Edge. Isso mesmo, meus amigos e amigas. O sucessor do Internet Explorer pode está chegando, muito em breve.

No começo do ano, fizemos algumas matérias falando sobre o Edge e a sua possível chegada ao Linux, que você pode conferir aqui, aqui e aqui.

Podemos dizer que as chances aumentaram, quando o Teams ganhou a atenção do pessoal de desenvolvimento e agora está sendo portado. 

Um forte indício que ele está vindo, foi um tweet de um dev do Edge, Sean Larkin, que lançou um formulário perguntando como você usava o navegador.



Vale lembrar, que se você não gosta da ideia ou tem “alergia” de qualquer coisa que venha da MS, sem problemas, tem outras soluções para você, sem neuras e stress 😉.

Para ajudar na pesquisa, você pode acessá-la aqui.

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Microsoft lança a nova versão de sua plataforma de desenvolvimento Open Source

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

O .NET Core é uma plataforma para desenvolvimento de aplicações web, desktop, IoT, mobile e jogos, desenvolvida pela Microsoft. Compatível com Windows, Linux e macOS, é oferecido sob a licença MIT, sendo assim de código aberto e disponível no Github.

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Anunciado em 2014, o .NET Core veio como a solução Open Source do já conhecido .NET Framework, esse sim proprietário.

Com uma semana repleta de anúncios da Microsoft para seus desenvolvedores, sua fonte Cascadia Code é um exemplo. O .NET Core 3.0 vem com diversas melhorias, conforme é apresentado em seu anúncio oficial: 

“Temos o prazer de anunciar o lançamento do .NET Core 3.0. repleto de melhorias, incluindo a adição de Windows Forms e WPF, a adição de novas APIs JSON, suporte ao ARM64 e melhoria do desempenho geral. O C# 8 também faz parte desta versão, que com fluxos anuláveis, assíncronos e mais padrões. O F# 4.7 está incluso e focado em descomplicar a sintaxe utilizada no .NET Standard 2.0”.

O lançamento é compatível com versões anteriores, facilitando a atualização das aplicações. A nova versão promete maior desempenho, suporte às linguagens de programação C# 8 e F# 4.7, APIs JSON, redução no uso de memória com um garbage collection mais eficiente, inclusão padrão de executáveis nos aplicativos, suporte a novos chips ARM, aprimoramento no desempenho do framework via contêineres, entre outras novidades.

Para usuários do Visual Studio, a Microsoft informa que, basta atualizar a IDE para obter automaticamente a última versão do .NET Core.

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Sistemas suportados pela plataforma


O .NET Core 3.0 é suportado nos seguintes sistemas operacionais:

  • Alpine: 3.9+
  • Debian: 9+
  • openSUSE: 42.3+
  • Fedora: 26+
  • Ubuntu: 16.04+
  • RHEL: 6+
  • SLES: 12+
  • macOS: 10.13+
  • Windows: 7, 8.1, 10 (1607+)
  • Windows Server: 2012 R2 SP1 +

Nota: Os aplicativos Windows Forms e WPF funcionam apenas no Windows.

Os chips suportados pela tecnologia são:

  • x64 no Windows, macOS e Linux;
  • x86 no Windows;
  • ARM32 no Windows e Linux;
  • ARM64 no Linux (kernel 4.14+).


Para mais detalhes técnicos, pontuando cada melhoria e novas adições ao framework, acesse o anúncio oficial no blog de desenvolvedores da Microsoft.

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Fonte: Microsoft.
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Ex-funcionário da Microsoft explica o possível motivo do Windows 10 ter tantos bugs

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Manter um sistema operacional não é uma tarefa simples, além do desenvolvimento, é necessária uma bateria extensa de testes a procura de falhas. Desenvolver é apenas o início, a manutenção e trabalho empregado na solução de bugs equilibra essa empreitada.

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O Windows 10 já é o sistema operacional mais utilizado nos desktops, contudo a cada dia novas situações envolvendo falhas são noticiadas nas mídias especializadas em tecnologia. Para quem pensa que o Diolinux menospreza os usuários ou o sistema da Microsoft, está enganado, enfatizamos sim o uso de tecnologias abertas, porém sem militância ou julgamentos. Particularmente, falando agora como “OSistemático”, sou técnico em informática e trabalho com o Windows 10 e não condeno quem prefere o sistema. Todavia, sejamos honestos, o Windows 10 tem passado por situações em maior quantidade que seus antecessores. Quem não se recorda do fatídico episódio em que o sistema estava apagando os arquivos de seus usuários?

Eis o possível motivo de tantos bugs 


Jerry Berg, ex-funcionário da Microsoft, explica o provável motivo de tantos relatos e casos de falhas no atual sistema da empresa. Nestes 15 anos em que trabalhou na Microsoft, ele pode comparar alguns dos procedimentos adotados no passado e atualmente. Segundo ele, até 2015, a empresa contava com uma divisão dedicada em efetuar diversos testes no sistema e todas as builds que seriam disponibilizadas para o público em geral. Os testes eram feitos tanto por funcionários, como ferramentas automatizadas e em uma enorme variedade de hardwares. Assim, existia um processo que não dependia apenas de máquinas ou seres humanos, com o objetivo de maior precisão na busca de falhas. Esse padrão foi mantido durante anos, até mudar em 2015 para processo efetuado no presente.


Agora a Microsoft passou automatizar os testes em máquinas virtuais e no lugar dos testes feitos pelos funcionários, o programa Windows Insiders passou a desempenhar este papel. A divisão especializada nos testes foi desfeita e apenas um número pequeno de funcionários continuam a reportar os eventuais bugs no sistema em desenvolvimento. Se antes existia uma vasta variedade de hardwares, a empresa passa a depender de VMs e a participação de usuários que testam as builds em desenvolvimento. No entanto, os bugs reportados pelos usuários do Windows Insiders (que também sou inscrito, faz uns aninhos 😘️😘️😘️) costumam ser falhas mais genéricas. Os casos específicos, e por muitas vezes mais perigosos, passam por despercebido. Isso gera a quantidade de relatos e problemas que vemos atualmente, porquanto códigos com defeitos estão passando e não sendo relatados, segundo Berg.

Fica difícil evitar problemas sem auditar o código ou depender apenas de voluntários e processos automatizados em VMs. O Windows não é conhecido por ser o sistema mais seguro, entretanto o relato de Jerry Berg faz total sentido e a realidade não deixa dizer o contrário. Para amenizar essa problemática a MS terá que mudar seu modus operandi e bolar um novo sistema de verificação e testes ou retornar ao modelo usado durante anos. 

Sei que houve um motivo para mudança, talvez financeiro para economizar e utilizar usuários no lugar de funcionários, mas a estratégia parece o tanto quanto falha.

Quem sabe o futuro do Windows seja diferente, a empresa tome outros caminhos que acabem ou amenizem estes problemas. Inclusive esse foi o assunto de uma matéria que escrevi aqui no blog Diolinux, recomendo a leitura.

O que você acha sobre tudo isso? Creio que boa parte destes problemas estão relacionados ao que o Berg comentou, outros são características do próprio funcionamento e modo em que o Windows foi pensado.

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Cascadia Code, a nova fonte da Microsoft

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

A Microsoft vem trazendo novos lançamentos a todo vapor, sejam com funcionalidades extras, para a plataforma Windows ou disponibilizando alguns de seus produtos para o Linux, ou até mesmo auxiliando projetos, como no caso da Linux Foundation. Agora é anunciada uma nova fonte, com um público alvo bem definido.

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Denominada como “Cascadia Code”, a nova fonte da Microsoft foi criada para auxiliar os programadores. A gerente de programas, responsável pelo Windows Terminal, Kayla Cinnamon (favor não confundir com a interface gráfica do Linux Mint, desculpem o trocadilho de mau gosto 😁️😁️😁️) anunciou recentemente no blog de desenvolvedores da Microsoft a nova fonte.

No mês de Maio houve uma votação no Twitter, com o intuito de se obter um nome para esta nova fonte, o vencedor foi “Cascadia Code”.


O foco principal é facilitar a vida dos programadores, pois a fonte foi desenvolvida para soluções que visam esse público, como o Windows Terminal, Visual Studio Code, etc. De certo modo o nome “Cascadia” é uma homenagem ao Windows Terminal, que em seu desenvolvimento mantinha o mesmo codinome. Na realidade, ainda existem códigos dentro do terminal da Microsoft com esse nome.

O Cascadia Code suporta “programming font ligatures”, que é um meio útil de se escrever o código, pois criam novos glifos combinando caracteres. Tornando assim o código mais legível e fácil de se compreender para muitos programadores. 

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Os usuários do Visual Studio Code precisarão habilitar manualmente as “font ligatures” através das configurações do editor, e demais editores que suportarem o uso.

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Cascadia Code é a fonte monoespaçada padrão do Windows Terminal, mas pode ser utilizado em qualquer outro projeto. A Microsoft disponibilizou a fonte sob licença SIL Open Font (OFL), sendo de código aberto, e ao alcance de todos no Github da empresa.

A fonte pode ser utilizada para outros meios, se assim desejar, caso não queira compilar, a Microsoft também disponibilizou a mesma no formato TTF. Você pode baixar por esse link

Mais informações podem ser adquiridas diretamente da publicação da Kayla Cinnamon.

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Conferência sobre Linux ocorrerá na sede da Microsoft

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

A rivalidade entre a comunidade Linux e a Microsoft é algo que se estende há décadas. Declarações vindas de líderes, fãs e usuários de ambos lados alimentaram essa rivalidade por muito tempo. Porém, nos últimos anos, graças a pessoas com mente aberta, que puseram o bem de todos, de forma realista, à frente de seus egos ou ideias utópicas. A cena começa a mudar.

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Em 2 de Agosto de 2016 a Microsoft lança, na atualização de aniversário do Windows 10, o WSL (Windows Sub-System for Linux). Em 16 de Novembro do mesmo ano a empresa passa a integrar a ‘The Linux Foundation’ como membro ‘Platinum’. Em 2017 faz uma parceria com a Red Hat, e em 2018 libera 60 mil patentes para Linux.

Eu poderia passar horas aqui escrevendo sobre todas as boas interações e parcerias entre a Microsoft e a comunidade Linux nos últimos anos. A relação entre os lados “Open” e “Closed” da “força” tem estado cada vez melhores nos últimos tempos, o que, na minha opinião, é o melhor para todos. Não é à toa que a frase “Microsoft Loves Linux” tem sido tão utilizada ultimamente.

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No início deste mês de setembro de 2019 foi anunciada a “WSLconf 1”. Uma conferência que será realizada pelo fundador da Pengwin e organizada pela comunidade nos dias 10 e 11 de Março de 2020, na sede da Microsoft, em Redmond, Washington, nos Estados Unidos da América.

O evento contará com a realização de palestras, hackathons, apresentações, e eventos para desenvolvedores sobre o WSL. Já estão confirmadas as presenças dos desenvolvedores da Microsoft responsáveis pelo WSL, da equipe de desenvolvedores da Canonical responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu na WSL, e também dos criadores do Pengwin.

Se você que está lendo este artigo está próximo ao local da conferência e tem interesse em apresentar o seu produto ou fazer uma palestra no evento, fique atento às ‘newsletters’ registrando o seu email no site oficial da ‘WSLconf 1’.

O evento será gratuito, porém o espaço é limitado. Portanto, aos interessados em participar, será necessário um pré registro.

Para mais informações acesse o site oficial do evento.

O que você pensa a respeito dos recentes eventos, e de como as coisas vêm se desenrolando entre a Microsoft e a comunidade Open Source nos últimos anos? Na minha opinião, esta união que vem acontecendo entre dois lados, antes considerados rivais, só tende a beneficiar todos os envolvidos. Não apenas aos líderes e desenvolvedores, mas também a todos nós usuários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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Modo escuro finalmente chega ao Slack

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domingo, 15 de setembro de 2019

Modo noturno, modo escuro, dark mode... chame como você quiser, mas é um fato que as variações escuras de aplicativos e sites se tornaram muito populares, especialmente nos últimos anos. Agora, após uma longa espera, chegou a vez do Slack lançar o modo escuro para as suas versões de navegador e desktop no Linux, Windows e MacOS.

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O Slack é um aplicativo de comunicação em equipe com uma ampla gama de funcionalidades, que para muitos são os diferenciais que o deixam à frente de alternativas como Microsoft Teams ou Discord.

Já publicamos artigos sobre o Slack, Microsoft Teams e Discord aqui no blog.

Mesmo sendo um serviço muito completo e amplamente utilizado, apenas agora, em Setembro de 2019 o Slack passa a ter um modo escuro disponível. Como usuário do Slack, posso dizer que é uma funcionalidade que estava fazendo muita falta.

Alguns utilizam o modo escuro simplesmente porque gostam, outros porque trabalham à noite, em um ambiente com baixa iluminação, sofrem de enxaqueca, ou tem algum problema visual. Casos nos quais o modo escuro realmente pode fazer toda a diferença.

O Slack já possuía modo escuro no aplicativo para dispositivos móveis, o qual possui configurações separadas da versão desktop. Utilizar o modo escuro no smartphone não significa que você também tenha que utilizá-lo desktop. Segundo a equipe do Slack, em um futuro próximo a funcionalidade dos temas nas versões desktop do aplicativo funcionarão em sincronia com o tema do seu sistema, ou seja, se você estiver utilizando um tema escuro no seu sistema, o Slack automaticamente utilizará o modo escuro. E vice-versa.

Em seu post original no blog do Slack, a equipe explica que a demora para o lançamento do modo escuro deveu-se ao fato de que eles queriam construir um ‘dark mode’ que funcionasse perfeitamente em toda e qualquer parte do Slack. Para alcançar tal objetivo eles tiveram que redesenhar toda a interface do aplicativo do zero, e até mesmo re-arquitetar algumas dessas partes.

Mas finalmente, para a felicidade de todos nós que esperamos tanto, seja por gosto ou necessidade, o modo escuro do Slack finalmente chegou!

Como ativar o modo escuro no Slack?


É importante ressaltar que para poder utilizar esta funcionalidade o seu aplicativo do Slack precisa estar na versão 4.0.3 no MacOS, e 4.0.2 no Windows e Linux.

• Já com o aplicativo aberto, clique no nome do seu workspace no canto superior esquerdo, e então clique em ‘Preferências’.

ativando-modo-escuro-slack-imagem1

• Então clique na aba ‘Temas’ e selecione ‘Escuro’.

ativando-modo-escuro-slack-imagem2

modo-escuro-ativado-slack

Pronto! Você finalmente pode descansar “seus olhinhos de noite serena”, e apreciar o belo visual do modo escuro do Slack.

Você utiliza o Slack e assim como eu também sentia muito a falta do modo escuro? Ou você acha que essa “história” de modo escuro não passa de “frescura”? Diga-nos o quê você pensa, e vamos compartilhar conhecimento. 😁

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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Microsoft Teams está chegando para Linux em breve

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Muitos não imaginariam que um dia, a toda poderosa Microsoft, iria se juntar ao Linux e lançar os seus produtos para ele de forma constante e até incorporar o kernel Linux dentro do Windows, com o WSL. Agora é a vez do Microsoft Teams, podendo aterrissar em “terras pinguistiscas” em breve.


Microsoft Teams está chegando para Linux em breve






Bom, os rumores começaram, quando descobriram um tópico no UserVoice, fórum comumente usado pelas empresas para ouvirem sugestões dos usuários. O post é de 2016, do usuário Angela Sze, pedindo uma versão do MS Teams para Linux. Desta data até o dia 6 de Setembro, sempre tinha algum responsável do desenvolvimento respondendo ao tópico. Os votos nesse período subiram de forma exponencial.

Até que recentemente, vários influenciadores “gringos” de Linux, “acharam” esse tópico e assim que ele foi divulgado, o mesmo está chegando em quase 10 mil votos (9.234 até o momento). Diferente do caso da Adobe, com cobertura nossa neste artigo e que não saiu mais do Status de análise, o MS Teams está sendo trabalhado. A confirmação veio através do desenvolvedor Christopher Scott, em Twitter pessoal.


Dando uma olhada no repositório, packages.microsoft.com, podemos observar quais distros seriam suportadas de começo, como Ubuntu, Fedora, openSUSE e Debian por exemplo.





Podemos então ter muito em breve uma versão do Microsoft Teams para Linux e abrangendo boa parte das distros. Arrisco a dizer, em um futuro muito próximo, que o MS Office e o Edge também “chegarão” no Linux.

Se você quiser votar e aumentar mais ainda os números, basta acessar o link da postagem do VoiceUser aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Microsoft trará suporte para exFAT diretamente no Kernel Linux

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sábado, 31 de agosto de 2019

A Microsoft se tornou um pouquinho mais Open Source  nesta semana, mais um "passinho" da direção de um mundo de tecnologia aberta, onde liberou o seu sistema de arquivos exFAT como software livre através da licença GPLv2.

Microsoft exFAT no Linux





O exFAT foi lançado ainda em 2006 e teve grande adoção na indústria, sendo encontrando como sistema de arquivos padrão de cartões de memória e vários dispositivos embarcados, tornando-se multiplataforma, com suporte para o macOS.

Apesar do formato até então ser proprietário, usuários Linux e BSD nunca tiveram problemas com ele, graças ao projeto FUSE, que fez uma implementação Open Source dele (FUSE-exfat) que permite leitura, escrita e manuseio do sistema de arquivos.

Lembro-me, inclusive, que o exFAT foi a solução para usar um HD Externo que utilizei em conjunto com o meu Mac, quando precisei passar arquivos do Linux para ele e para o Windows também, onde o exFAT acabou sendo um sistema de arquivos acessível entre todos:


Apesar do Linux ter suporte para o exFAT, na verdade, esse suporte vinha através de um projeto paralelo, criado para compatibilização, e não devido ao suporto do exFAT propriamente dito, que, por conta de licenças proprietárias, não poderia vir habilitado diretamente no Kernel Linux, pelo menos até agora.

John Gossman, engenheiro da Microsoft, postou no blog sobre Open Source da Microsoft o anúncio da novidade comentando que "A Microsoft está suportando a adição da tecnologia exFAT ao Kernel Linux... e pela primeira vez, o Kernel Linux poderá suportar o sistema de arquivos de forma oficial".

Junto com o anúncio, a Microsoft fez a declaração das especificações técnicas para o exFAT, o que permite que agora a comunidade possa ajustar o file system para outras necessidades e projetos, caso deseje.

Será que veremos o NTFS seguir o mesmo caminho no futuro? Deixe a sua opinião nos comentários.

Participe também da nossa comunidade Diolinux Plus.

Até a próxima!
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Primeira versão beta do Microsoft Edge é lançada

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Não é de hoje que a Microsoft vem investindo uma certa atenção no desenvolvimento de seu navegador Microsoft Edge. Depois de mudar para base Chromium, a empresa se juntou ao grupo de navegadores que fazem uso do projeto open source. Recentemente anunciamos que o Google Chrome ganhará um melhor gerenciamento energético, tudo isso graças ao Microsoft Edge.

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Depois de muita espera, e trabalho por parte da MS, seu navegador Microsoft Edge é disponibilizado oficialmente. Ao menos, em primeiro momento, a versão beta. Depois de passar por versões Canary e Dev, o browser chega no último passo até a primeira versão estável. Implementações vistas anteriormente se fazem presentes, como esperado, e os usuários poderão conferir um pouco o funcionamento do programa. Algumas dessas features, são: Modo Internet Explorer (para sites e sistemas que ainda fazem uso e apenas são compatíveis com o IE), Microsoft Search (incorporando o buscador Bing), e um sistema de proteção baseado no Windows Defender (que pretende isolar sites não confiáveis) e suporte para 14 idiomas diferentes.

O Edge ainda está em construção, então, não espere um navegador estável e sem eventuais bugs. Inclusive a Microsoft está oferecendo recompensas que podem chegar até 15 mil dólares por vulnerabilidade encontrada. Ficou interessado? Acesse o blog MSR para mais detalhes

navegador-microsoft-edge-beta-chromium-windows-mac-browser

Em sua publicação oficial a Microsoft informa que continuará comprometida em colaborar com a comunidade Chromium, sendo ativa e mantendo o pleno envolvimento com o projeto. E parece que a MS está se empenhando em manter este compromisso, basta ver toda contribuição que tem feito para o projeto Chromium.

Neste primeiro lançamento apenas as versões para Windows e macOS estão disponíveis para download. Para quem duvida de uma versão para o pinguim, em sua Build 2019, conferência para desenvolvedores MS, a empresa através de um slide deixou claro a intenção de distribuir seu navegador não apenas para o Windows. Você pode ler a matéria completa acessando este link, e ficar por dentro do assunto.

Não foi desta vez (para os usuários Linux), entretanto, se está no Windows ou macOS, o download do Edge pode ser efetuado diretamente do site da Microsoft

E você, usará o Microsoft Edge ou permanecerá em seu browser atual? Nem vai experimentar o navegador da MS? (#Malvadão 😂️😂️🤣️).

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, e seja complacente nos comentários, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Microsoft.
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