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Como instalar as fontes da Microsoft no Fedora

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

As fontes da Microsoft são bem populares, e inclusive algumas delas como Arial e Times New Roman podem ser necessárias no caso de realização de um TCC. Já ensinamos aqui no blog como instalá-las no Ubuntu, Linux Mint e variados, e hoje iremos te ensinar a instalá-las no Fedora com um simples comando.

instalar-fontes-microsoft-fedora

O Fedora possui a filosofia de apenas ter conteúdo de código aberto em seus repositórios, e por isso as fontes da Microsoft não estão disponíveis por lá, sendo necessário instalar um pacote rpm para utilizá-las. 

Este pacote instala as seguintes fontes:

  • Andale;
  • Arial;
  • Calibri;
  • Cambria;
  • Candara;
  • Consolas;
  • Constantia;
  • Corbel;
  • Comic Sans;
  • Courier New;
  • Georgia;
  • Impact;
  • Times New Roman;
  • Trebuchet;
  • Verdana;
  • Webdings.

Para instalá-las, basta abrir o terminal e inserir o seguinte comando:

sudo dnf install https://downloads.sourceforge.net/project/mscorefonts2/rpms/msttcore-fonts-installer-2.6-1.noarch.rpm

O que este comando faz, basicamente, é realizar o download do pacote de fontes e instalá-lo automaticamente. Simples, não é?

Eu sempre instalo este pacote principalmente pela fonte Arial, que é muito utilizada não só em documentos, mas em websites também. 

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Fedora 32 poderá ter uma melhor compatibilidade via Wine através do Mono 6.6

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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

O Fedora 32 poderá trazer a versão 6.6 do Mono, software responsável por interpretar comandos que aplicações rodando sobre o Wine fazem para o Microsoft .NET Framework.

fedora-32-tera-melhor-compatibilidade-via-wine-com-o-mono-6.6

O Fedora 32, que deverá ser lançado no dia 21/04/2020 estava programado para sair com a versão 5.5 do Mono, mas segundo os desenvolvedores do projeto há uma grande possibilidade de que seja possível incluir a versão 6.6 do software até a data de lançamento prevista para o Fedora 32.

Trazer o Mono em uma versão mais atualizada tornará possível trazer os últimos recursos do .NET Framework para a distro. A versão 6.6 do Mono foi lançada em Dezembro/2019 e traz um suporte melhorado ao WebAssembly, melhor compatibilidade com o CoreFX, entre outras melhorias.

Considerando que já estamos relativamente próximos à data de lançamento, não é garantido que as implementações necessárias para a inclusão do Mono na versão 6.6 sejam feitas a tempo, mas a equipe não medirá esforços para cumprir o objetivo.

Por que é importante?


Você que já instalou algum jogo ou qualquer outro software no Linux através do Lutris ou PlayOnLinux provavelmente já se deparou com uma caixa de diálogo solicitando permissão para instalar o Mono em meio ao processo de instalação. Isso é porque o Mono trabalha em conjunto com o Wine para fornecer suporte a aplicações que tem como dependência o .NET Framework da Microsoft. 

Sem o Mono simplesmente não seria possível que esse número massivo de softwares fossem funcionais através do Wine. Falando em Wine, é claro que isso também inclui um número enorme de jogos que rodam através da Steam Play/Proton.

A compatibilidade de jogos com as distribuições Linux, sejam nativos ou através de camadas de compatibilidade, tem crescido de forma muito rápida nos últimos anos, e uma simples atualização de softwares como o Wine, Proton, DXVK e até o próprio Mono pode ser o ponto no qual o jogo preferido de alguém passa a funcionar de forma satisfatória na plataforma.

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Fonte: Phoronix

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Arch Linux começa o ano com o Kernel Linux 5.4

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A primeira ISO do Arch Linux lançada em 2020 chegou no primeiro dia do ano trazendo por padrão o Kernel Linux 5.4, e os seus famosos updates de softwares que fazem com que seja uma das, se não a mais atualizada dentre as distros Linux.

arch-linux-comeca-o-ano-com-o-kernel-linux-5.4

O Arch Linux é uma distribuição Linux Rolling Release, o que significa que o usuário faz a instalação apenas uma vez, e continua apenas atualizando o sistema para sempre, sem que haja a necessidade de efetuar uma instalação limpa, ou um grande update a cada nova versão.

Ao contrário de distros “fixed release”, como o Ubuntu, cujo as suas versões atuais são a 18.04 LTS e a 19.10, o Arch Linux não possui versões diferentes, e cada nova ISO do sistema disponibilizada no site oficial é apenas uma imagem mais atualizada do mesmo.

A primeira imagem do Arch Linux publicada no site oficial neste ano de 2020, a 2020.01.01, conta com a versão 5.4 do Kernel Linux (sobre a qual falamos neste artigo), que por sua vez traz um grande número de novidades como a compatibilidade com o sistema de arquivos exFAT da Microsoft, e também a “Lockdown”, uma funcionalidade que gerou certa polêmica entre a comunidade Linux.

Por não ser uma distro focada em usuários “básicos”, e não possuir uma interface gráfica padrão, o Arch Linux é mais como um compilado de vários softwares de terceiros, e ao contrário de distros como o Ubuntu ou Linux Mint, não possui soluções próprias focadas no usuário leigo. Por isso as novidades trazidas a cada “nova versão” do sistema geralmente se limitam as implementações feitas por esses softwares individualmente.

Neste caso, as novidades do Arch Linux 2020.01.01 são todas aquelas trazidas por todos os softwares presentes no seu repositório, como as novidades da nova versão do Kernel Linux que acabamos de mencionar. E cada nova ISO não é exatamente uma nova versão do Arch Linux, e sim apenas uma atualização da imagem em relação ao estado atual do sistema.

Embora o Arch Linux não seja focado nos usuários leigos, isso não significa que não possa ser instalado pelos mesmos. Existem vários scripts criados pela comunidade que tornam a instalação dessa distro muito mais simples, e acessível a um número muito maior de pessoas. Como por exemplo o Archfi, sobre o qual já falamos aqui no blog, e também o Zen Installer, que é o tema do vídeo abaixo.


Caso você queira instalar o Arch Linux da forma convencional, sem scripts facilitadores, nós também temos um vídeo que guiará você por todo esse processo.


Apesar de não ser um dos mais fáceis e intuitivos, o Arch Linux é focado em que cada usuário “monte” o seu próprio sistema, sendo que você provavelmente jamais irá encontrar uma instalação do Arch Linux idêntica a outra. Por essa e outras razões é que certamente o sistema está no meu Top 5 de distros favoritas.

E você, o quê acha do Arch Linux? Conte nos comentários!

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Microsoft Teams é lançado oficialmente para Linux

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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Sem que ninguém esperasse, a Microsoft lançou o Microsoft Teams de forma oficial para Linux, confirmando assim alguns rumores sobre a chegada.

 Microsoft Teams é lançado oficialmente para Linux





Para quem não conhece, o Microsoft Teams é um concorrente direto do Slack, software esse que serve basicamente para gerenciamento de projetos, equipes, comunicação e afins. Fizemos uma cobertura bem completa sobre a possibilidade do MS Teams no Linux, que você pode conferir aqui e aqui.

Então, na tarde desta terça-feira (10), a Microsoft fez o anúncio em seu blog oficial (TechCommunity). O anúncio foi feito pela Marissa Salazar, Product Marketing Manager do Microsoft Teams.


No post, ela fala que o MS Teams é o “primeiro aplicativo do Office a chegar aos desktops Linux” e com ele, trazendo todas as funcionalidades nele presentes na versão de Windows, como chat, chamadas de vídeo, chamadas e colaboração nos documentos feitos no Office 365.

Também foi comentando, que vários clientes estavam rodando em seus “devices” uma variedade de sistemas, sendo Windows 10, Linux e entre outros. Por isso precisam ter um suporte para essas plataformas também.


Quem deu uma declaração positiva da chegada do MS Teams, foi o Diretor Executivo da (The) Linux Foundation, Jim Zemlin:

“2019 foi outro ano incrível para o código aberto, e o Linux continua no centro de todo o crescimento e inovação. Estou realmente empolgado com a disponibilidade do Microsoft Teams para Linux. Com este anúncio, a Microsoft está trazendo seu hub do teamwork para o Linux. Estou emocionado ao ver o reconhecimento da Microsoft de como as empresas e instituições educacionais estão usando o Linux para transformar sua cultura de trabalho.”

Outro que “comemorou” a chegada do app para Linux, foi o Personal Products da Volvo Cars, Jimmy Beckman:

“Na Volvo Cars, o Linux está sendo usado por muitos usuários em vários departamentos. Até agora, nossos usuários de Linux estavam em grande parte presos em uma ilha de colaboração com diferentes clientes não oficiais e não suportados do Skype for Business e, mais recentemente, do Microsoft Teams. Com o Teams for Linux da Microsoft, conseguimos sair dessa ilha e colaborar em nossas diferentes plataformas com a funcionalidade completa de um cliente rico. Se devo salientar uma coisa, ser capaz de participar do compartilhamento de tela é uma grande melhoria para os usuários de Linux da Volvo Cars.”

Atualmente o Microsoft Teams está em Public Preview e você pode baixá-lo através deste link.

Dois pontos chamaram a atenção nesse anúncio, que foram: “The Microsoft Teams client is the first Office app that is coming to Linux desktops..” (O cliente do Microsoft Teams é o primeiro app Office a chegar no Desktop Linux) e “..and collaboration on Office 365 documents..” (e colaboração em documentos do Office 365), isso pode indicar que mais ferramentas podem chegar, como o Onedrive (que você pode votar e pedir através deste link) e o Office pode finalmente ter uma versão nativa para o Desktop Linux.  O MS Teams ficou muito bem integrado aqui no meu PC, que atualmente está rodando o RegataOS com KDE, e se forem na mesma “Linhagem”, creio que o tema escolhido ficará bem em qualquer DE. O print abaixo é da minha instalação.



Creio que será questão de tempo a vinda das versões para Linux do OneDrive e do MS Office, assim deixando completo o “pack business” , contendo o Skype, Teams, Edge, OneDrive e o Office.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Insync está com 50% de desconto nesta Black Friday

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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Atualmente, tanto o Google Drive quanto o OneDrive não possuem aplicativos nativos para Linux, porém o Insync resolve este problema, incluindo ferramentas além das oferecidas nos aplicativos nativos de Windows e MacOS.

insync-promocao-black-friday-50-desconto

O Insync é um software multi plataforma, portanto é possível utilizá-lo no Windows e MacOS, além do Linux. Ele conta com integração aos principais gerenciadores de arquivos como Nautilus, Nemo, Dolphin, Thunar, entre outros, facilitando a visualização dos arquivos que já foram sincronizados e adicionando o compartilhamento de arquivos através do menu do botão direito.

Se o seu computador conta com pouco espaço disponível, é possível sincronizar apenas os arquivos mais utilizados localmente, deixando o resto disponível apenas através da nuvem. Também é possível sincronizar qualquer outra pasta do sistema na nuvem, sem a necessidade de estar localizado dentro da pasta do Insync.

insync-sincronizacao-seletiva-selective-sync

Se você possui mais de uma conta no Google Drive ou OneDrive, é possível conectar todas elas através do mesmo aplicativo e manter todos os arquivos organizados e sincronizados.

O Insync também conta com uma ferramenta para sincronizar os arquivos de um dispositivo externo com a nuvem, para toda vez que você plugar o dispositivo a sincronização iniciar automaticamente. Dessa maneira, caso algum dispositivo pare de funcionar, não há perigo de perder todos os arquivos.

Uma ferramenta muito poderosa é a de automaticamente converter arquivos do Google Docs para arquivos Microsoft Office ou OpenDocument, permitindo a execução em outros aplicativos de escritório.

No Youtube, temos um vídeo explicando como utilizar o Insync com uma conta do OneDrive:


Nesta Black Friday, o Insync está com uma promoção de 50% de desconto, tanto na versão Prime quanto na Teams. O Insync é vendido através de um pagamento único, não sendo necessário realizar uma assinatura para continuar usando. Você pode comprar utilizando este link.

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Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux em 2020

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Parece que estamos vivendo em uma época em que programas da Microsoft e a sua aproximação do Linux, está se tornando a cada dia, um tema bem comum.


Mais um produto Microsoft confirmado para o Linux para 2020






Ultimamente, tivemos alguns programas chegando ao Linux vindo da Microsoft, um exemplo é o tradicional messenger da empresa, o Skype. O primeiro que foi anunciado oficialmente que estará chegando ao Linux, é o navegador Edge, em que fizemos uma matéria sobre o rumor e uma do anúncio oficial.


YammerAppInTeams.gif















Agora, o mais novo integrante da família Microsoft a integrar o “mundo Linux”, é o Microsoft Teams. Para quem não está familiarizado, o MS Teams é concorrente direto do Slack, programa para gerenciar equipes e projetos.

O anúncio foi feito através da conta oficial do Microsoft Teams no Twitter, que você confere logo abaixo:


No tweet, foi disponibilizado um link do Tech Comunnity da Microsoft, onde no trecho que fala sobre a versão de Linux, é comentado que a versão terá todas as funções já presentes, sendo disponibilizado nos formatos .deb e .rpm.


Com isso, a última ferramenta da Microsoft que falta chegar no Linux, seria o MS Office. Isso foi perguntado no tweet, e o Christopher Scott (Senior Premier Field Engineer (Open Source) at Microsoft - Solver of Problems), disponibilizou um link, com uma pesquisa no uservoice do Office 365, para que os usuários façam o pedido e a votação para uma versão do Office para Linux. Até o momento desta matéria, a postagem no uservoice estava com 3.210 votos e com pelo menos 200 comentários.



Também perguntei para ele, se o Office vindo para o Linux, ele seria nos moldes que é no Android ou algo parecido, como uma versão grátis, por exemplo. Segundo as suas respostas, ele está trabalhando “arduamente” dentro da divisão do Office para que isso aconteça e que a versão para Linux seria paga, como ocorre com as versões para Windows e macOS, como os Offices 2016/2019 ou as assinaturas para o Office 365.

Perguntei se a versão de Linux estaria perto e ele falou que não, mas que isso pode mudar dependendo dos pedidos dos clientes e isso traria uma “pressão”. Também indaguei se 5000 votos ali seria um número interessante para isso, e ele respondeu que é um bom número para se ter, mas que isso seria só uma parte do quebra-cabeça (puzzle).

Na minha opinião, eles vão ver como o Edge e o Teams se sai no ambiente Linux, no que tange em integração com as distros e tudo mais. Se isso for bem sucedido, creio que a versão do Office venha, pois quase todo o seu ecossistema para equipes e projetos estará disponível no pinguim, como o Skype, Edge e Teams. Se isso acontecer, do Office realmente vir para o Linux, certamente será um grande avanço para o pinguim no desktop.

Para votar no uservoice do Office 365, basta acessar esse link.

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Está confirmado! Microsoft Edge virá para o Linux ano que vem

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Muitas coisas no mundo da tecnologia eram tomadas como verdades absolutas, como a “Microsoft não gosta do Linux” e o “seu principal navegador nunca viria para o lado open source”. Bom, estamos vivendo novos tempos (para não dizer, loucos) 😅.

Está confirmado! Microsoft Edge virá para o Linux ano que vem






Há uns 6 meses mais ou menos, noticiamos que o navegador Edge da Microsoft, poderia ter uma versão para Linux, visto que ele é baseado no Chromium e tem suporte para o pinguim. Então, seria questão de tempo para isso ocorrer.


A confirmação veio na conferência da Microsoft, a Ignite de 2019 em Orlando - USA. Você pode conferir aqui a palestra completa. Já a parte do anúncio na qual a vinda do novo Microsoft Edge para Linux é comentada, você pode conferir no minuto 8:24.

Com a confirmação da sua chegada, o Edge se junta a uma grande gama de navegadores baseados no Chromium, como o Google Chrome, Vivaldi, Opera, Yandex entre outros. Só ficam de fora o navegador da Apple (Safari) e o da Mozilla (Firefox).

Como já mencionei em alguns artigos e lives, sobre o tema, creio que a grande maioria dos produtos da Microsoft serão compatíveis ou melhorados com o Linux, como por exemplo o Microsoft Office (esse eu acho que chega por último), o Teams (ele já está em um estágio bem avançado, com repositórios já montados) e o Skype (equiparando-se com as versões de Windows e macOS). Isso seria muito benéfico para quem quisesse migrar para o Linux, pois teria mais facilidades na migração.

O lançamento do Microsoft Edge será no dia 15 de janeiro de 2020, inicialmente para Windows e macOS. A versão para Linux viria posteriormente.

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Google contrata ex-chefe do Microsoft Office para sua suite de escritório

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terça-feira, 22 de outubro de 2019

Google contrata ex-executivo da Microsoft para liderar o G Suite, e demonstra que não está de brincadeira e faz frente ao Microsoft Office, fomentando a concorrência. 


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Quando o assunto é office, comumente a primeira alternativa a ser mencionada é o famoso Microsoft Office. Não é atoa que termos, como: “tenho que criar uma apresentação de slides” é substituído por: “tenho que criar um PowerPoint”. Trabalhei durante um tempo fazendo manutenção de computadores em uma Rádio e algumas escolas, e sempre ouvia algo assim.

Confira logo abaixo 6 alternativas ao MS Office.


Sem dúvidas a Microsoft é muito forte no setor corporativo e no meio estudantil, contudo, os Chromebooks do Google vem ganhando esse mercado. Atualmente o G Suite, alternativa da empresa ao Microsoft Office/Office 365, já supre uma grande parcela dos usuários. Talvez em países como o Brasil, que não possui uma internet de altíssima qualidade, sua adoção não seja tão massiva quanto a outros países.

Reforçando o time do G Suite


Para diminuir essa distância entre o G Suite e o Microsoft Office, o ex-chefe para estratégia de software e produtividade do Office, Javier Soltero foi contratado. Mas, “vale isso Arnaldo?”. Claro, que vale! Considerando o currículo e todo o envolvimento em projetos que Javier teve na MS, podemos dizer que a escolha foi mais que acertada.

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Javier Soltero quando era executivo da Microsoft - Wikimedia Commons

O ex-executivo da MS passou a fazer parte da companhia em 2014, assim que a Gigante de Redmond adquiriu a startup de e-mail móvel Acompli. Neste período Javier era o CEO da startup, que co-fundou. Graças a essa compra, o app da Acompli tornou-se a versão do Outlook para iOS e Android. Então, ele passa a ser o líder do Outlook em todas as plataformas e, em março do ano passado ajudou a implementar os recursos da Cortana (assistente digital da Microsoft) no Office 365. No entanto, após reorganizar sua divisão do Microsoft Office, Javier Soltero foi dispensado.

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Com ampla experiência e familiaridade em projetos, como o MS Office e a Cortana, o Google contrata o veterano em tecnologia para atuar em áreas de seu domínio. Sendo agora responsável por supervisionar o G Suite, gerenciando a produtividade e ferramentas de colaboração do Google para o meio corporativo. Lembrando que os aplicativos do G Suite que possuem versões gratuitas, são oferecidos para clientes corporativos através de mensalidades (recentemente passou a receber pagamento em Real). Obviamente que recursos extras são oferecidos, como um melhor e-mail comercial, espaço em armazenamento ilimitado, melhor infraestrutura para trabalhos e colaborações em equipe e muito mais. Aliás, caso não saiba o G Suite suporta arquivos do Microsoft Office

Veja neste vídeo, porque utilizamos o Google Docs no Diolinux.



Um ponto que podemos destacar, é que Javier pode contribuir de alguma forma para uma integração semelhante entre a assistente pessoal do Google e seus apps de escritório, como já fez no passado ao trabalhar para Microsoft. Outro detalhe é o aperfeiçoamento das aplicações mobiles, diariamente trabalho com algumas e sei de várias deficiências e dificuldades que algumas impõe em sua usabilidade. Espero que com essa adição importante, as ferramentas da empresa possam evoluir ainda mais e beneficiar seus usuários. Tanto os corporativos, como os comuns.

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Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux

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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Desde quando o “mundo é mundo”, sempre houve uma “batalha” entre sistemas operacionais, Windows vs macOS vs Linux, com intermináveis horas de debate e nem sempre chegando à algum consenso, em alguns casos, partindo para o lado pessoal, infelizmente.

Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux






Isso deve-se muito, principalmente, as décadas de 1980, 1990 e o início dos anos 2000, quando CEOs, como Steve Ballmer, e líderes de projetos como Richard Stallman, alimentavam essa “guerra” com “trocas de farpas” públicas, de um lado chamando o Linux de câncer e do outro chamando de “o grande mal que quer controlar e bisbilhotar o seu usuário”.

Mas essa aparente “guerra”, ganhou um novo capítulo recentemente. O jornalista do site de tecnologia ZDNet,  Steven J. Vaughan-Nichols, conseguiu uma entrevista com Linus Torvalds e vários outros desenvolvedores do Linux na Linux Plumbers Conference de 2019, onde ele conseguiu uma declaração “universal” deles, concordando que a Microsoft quer controlar o Linux, mas eles não estão preocupados. Pois o tipo de licença que rege o projeto, GPL2, não permite isso. Linus comentou:

“Toda essa coisa anti-Microsoft às vezes era como uma piada engraçada, mas não real. Hoje, eles são realmente muito mais amigáveis. Converso com engenheiros da Microsoft em várias conferências e sinto que sim, eles mudaram e são felizes. Estão realmente felizes trabalhando no Linux. Então, eu exclui completamente todas as coisas anti-Microsoft". 

Steve ainda questiona se o “leopardo da Microsoft” não está só esperando o momento certo para dar o “bote” e  Torvalds complementa:

“Eu não acho que seja verdade. Quero dizer, haverá sempre uma tensão. Mas isso é verdade para qualquer empresa que entrar no Linux; elas têm seus próprios objetivos. E querem fazer as coisas do seu jeito, porque têm uma razão para isso. (Portanto, para o Linux), a Microsoft tende a se concentrar principalmente no Azure e fazer todo o possível para que o Linux funcione bem para eles".

A matéria completa do ZDNet com as outras declarações dos devs que estão envolvidos no Kernel Linux, você pode conferir aqui.

O que podemos notar nas falas deles, é que não tem preocupação na aproximação da Microsoft com o Kernel Linux, pois alguns dos principais engenheiros envolvidos no Linux dentro do Windows, vem de empresas que apoiam o sistema do pinguim, como a Novell. Além é claro da distro Linux da Microsoft, no Azure. Além da liberação das mais de 60 mil patentes recentemente. Isso mostra que a “velha Microsoft” do Ballmer está no passado (assim esperamos), e que agora a “nova Microsoft” do  Satya Nadella, seja de mais integração com o open source, tanto que estão para chegar o MS Teams e o MS Edge, quem sabe o MS Office também não aparecerá em breve 😀😁, seria muito bacana de se ver, não é mesmo? O “chefão” do Linux e a Linux Foundation não parecem ver a Microsoft como ameaça, então por que você ou eu deveríamos?

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Microsoft apresenta seu “smartphone dobrável” com Android, e novos devices da linha Surface

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Hoje quarta-feira (2), a Microsoft reservou a tarde para apresentar diversos hardwares de sua linha Surface. A expectativa estava bem alta, após diversos rumores de um possível Surface phone e o Windows 10X. Afinal, existia ou não o tão aguardado Surface phone? 

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O Microsoft Event, foi repleto de anúncios de novos devices, e até mesmo uma nova versão do Windows 10, projetada exclusivamente para dispositivos dobráveis e de tela dupla. De codinome Santorini, o Windows 10X veio com uma ambiciosa proposta de ser redesenhado para dispositivos, como tablets flexíveis que se transformam em algo com uma usabilidade semelhante a de um laptop. Vale lembrar que o Windows RT tinha uma ideia, de certo modo, parecida, contudo o alvo do novo sistema são hardwares híbridos, nem tablets, nem notebooks. 

Logo abaixo você poderá ver o Windows 10X em ação, sendo apresentado pela gerente de programa do grupo de parceiros, experiências e dispositivos Microsoft. Junto ao novo Microsoft Surface Neo, um tipo de tablet com duas telas de 9 polegadas separadas e que quando fechado assemelha-se muito a uma agenda de anotações.


Também foram apresentados no evento o Microsoft Surface Pro X e o Surface Pro 7, com mudanças estéticas e internas. Aliada a Qualcomm, a MS oferece um novo chip baseado na arquitetura ARM, sendo um fruto dessa parceria.


Outros equipamentos foram apresentados. O Microsoft Surface Laptop 3, e o Surface Earbuts (fone sem fio, com bateria).

Chegou o Surface phone!


Por fim, foi apresentado a grande surpresa do evento. Após anos e anos de rumores, eis que a gigante de Redmond surpreende a todos com o Microsoft Surface Duo. Possuindo duas telas, assim como o Surface Neo, porém com proporções menores e utilizando o Android ao invés do Windows 10X.

O smartphone tem duas telas de 5,6 polegadas, no entanto, mesmo sendo dobrável o conjunto não é um único corpo. Sendo de fato duas telas separadas. Visualmente não é tão elegante, mas evita problemas no display. Quem acompanha o mundo Android sabe dos encalços que a Samsung vem passando com seu Galaxy Fold.


Você pode dobrar o dispositivo, ou deixá-lo aberto como um tablet. Somando às duas telas, neste “modo tablet”, seu painel chega a 8,3 polegadas.

O Surface Duo une a experiência da linha Surface com o Android, mas nem todo fã da empresa ficou contente com esse “Surface phone”. Já sabíamos que o Windows Mobile tinha chegado ao fim, todavia ao observar os comentários internet afora, percebi que a principal reclamação era devido ao seu novo conceito de “ser dobrável sem uma tela dobrável” e que muitos não foram atraídos pela proposta. Creio que, conforme os milhares de concept arts na internet, os usuários queriam algo mais próximo do convencional. Todavia esse tipo de smartphone pode acabar se tornando um padrão, ao invés das telas dobráveis. Simplesmente não sei, só o tempo dirá. 

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Segundo o site Wired , o Surface Duo é equipado com um processador Snapdragon 855, mas os elementos do design ainda não foram finalizados - podendo sofrer mudanças, muitos detalhes não foram informados durante a apresentação.

Embora o diretor de produtos da Microsoft, Panos Panay, tenha parecido relutante durante a apresentação de referir-se ao Surface Duo, como um smartphone. Sem sombra de dúvidas essa foi a parte mais importante do evento. O Duo marca o retorno da empresa ao mercado de smartphones, depois da morte de sua plataforma mobile em 2017.


Curiosamente navegando pelas “interwebs”, me deparei com alguns desenvolvedores e usuários do Windows Phone, que conseguiram fazer o antigo sistema da MS executar apps Android. Caso a Microsoft tivesse insistido novamente no Windows Mobile, o tiro sairia pela culatra (já vimos essa novela no passado). Foi uma sábia decisão embarcar o Android em seu aparelho, e não vi ninguém reclamar de tal decisão.

Os valores não foram revelados, mas não espere um preço camarada (ao menos para realidade da maioria dos brasileiros).

Você pode acompanhar todo evento diretamente no canal do Youtube da Microsoft.


Qual a sua opinião sobre os novos hardwares da linha Surface? Gostou do Surface Duo? Compraria o smartphone, caso lhe fosse acessível?

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Navegador Microsoft Edge pode estar muito perto de chegar no Linux

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sábado, 28 de setembro de 2019

Como já publicamos aqui no blog, a Microsoft vem se aproximando cada vez mais do mundo open source. Seja com o WSL, o Visual Code Studio, o Skype, dentre outras maneiras. A mais recente, foi sobre o Microsoft Teams, concorrente ao Slack.

Navegador Microsoft Edge pode estar muito perto de chegar no Linux





Agora o produto mais recente que pode aterrissar no mundo Linux, é nada mais nada menos, que o navegador Microsoft Edge. Isso mesmo, meus amigos e amigas. O sucessor do Internet Explorer pode está chegando, muito em breve.

No começo do ano, fizemos algumas matérias falando sobre o Edge e a sua possível chegada ao Linux, que você pode conferir aqui, aqui e aqui.

Podemos dizer que as chances aumentaram, quando o Teams ganhou a atenção do pessoal de desenvolvimento e agora está sendo portado. 

Um forte indício que ele está vindo, foi um tweet de um dev do Edge, Sean Larkin, que lançou um formulário perguntando como você usava o navegador.



Vale lembrar, que se você não gosta da ideia ou tem “alergia” de qualquer coisa que venha da MS, sem problemas, tem outras soluções para você, sem neuras e stress 😉.

Para ajudar na pesquisa, você pode acessá-la aqui.

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Microsoft lança a nova versão de sua plataforma de desenvolvimento Open Source

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

O .NET Core é uma plataforma para desenvolvimento de aplicações web, desktop, IoT, mobile e jogos, desenvolvida pela Microsoft. Compatível com Windows, Linux e macOS, é oferecido sob a licença MIT, sendo assim de código aberto e disponível no Github.

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Anunciado em 2014, o .NET Core veio como a solução Open Source do já conhecido .NET Framework, esse sim proprietário.

Com uma semana repleta de anúncios da Microsoft para seus desenvolvedores, sua fonte Cascadia Code é um exemplo. O .NET Core 3.0 vem com diversas melhorias, conforme é apresentado em seu anúncio oficial: 

“Temos o prazer de anunciar o lançamento do .NET Core 3.0. repleto de melhorias, incluindo a adição de Windows Forms e WPF, a adição de novas APIs JSON, suporte ao ARM64 e melhoria do desempenho geral. O C# 8 também faz parte desta versão, que com fluxos anuláveis, assíncronos e mais padrões. O F# 4.7 está incluso e focado em descomplicar a sintaxe utilizada no .NET Standard 2.0”.

O lançamento é compatível com versões anteriores, facilitando a atualização das aplicações. A nova versão promete maior desempenho, suporte às linguagens de programação C# 8 e F# 4.7, APIs JSON, redução no uso de memória com um garbage collection mais eficiente, inclusão padrão de executáveis nos aplicativos, suporte a novos chips ARM, aprimoramento no desempenho do framework via contêineres, entre outras novidades.

Para usuários do Visual Studio, a Microsoft informa que, basta atualizar a IDE para obter automaticamente a última versão do .NET Core.

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Sistemas suportados pela plataforma


O .NET Core 3.0 é suportado nos seguintes sistemas operacionais:

  • Alpine: 3.9+
  • Debian: 9+
  • openSUSE: 42.3+
  • Fedora: 26+
  • Ubuntu: 16.04+
  • RHEL: 6+
  • SLES: 12+
  • macOS: 10.13+
  • Windows: 7, 8.1, 10 (1607+)
  • Windows Server: 2012 R2 SP1 +

Nota: Os aplicativos Windows Forms e WPF funcionam apenas no Windows.

Os chips suportados pela tecnologia são:

  • x64 no Windows, macOS e Linux;
  • x86 no Windows;
  • ARM32 no Windows e Linux;
  • ARM64 no Linux (kernel 4.14+).


Para mais detalhes técnicos, pontuando cada melhoria e novas adições ao framework, acesse o anúncio oficial no blog de desenvolvedores da Microsoft.

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Fonte: Microsoft.
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Ex-funcionário da Microsoft explica o possível motivo do Windows 10 ter tantos bugs

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Manter um sistema operacional não é uma tarefa simples, além do desenvolvimento, é necessária uma bateria extensa de testes a procura de falhas. Desenvolver é apenas o início, a manutenção e trabalho empregado na solução de bugs equilibra essa empreitada.

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O Windows 10 já é o sistema operacional mais utilizado nos desktops, contudo a cada dia novas situações envolvendo falhas são noticiadas nas mídias especializadas em tecnologia. Para quem pensa que o Diolinux menospreza os usuários ou o sistema da Microsoft, está enganado, enfatizamos sim o uso de tecnologias abertas, porém sem militância ou julgamentos. Particularmente, falando agora como “OSistemático”, sou técnico em informática e trabalho com o Windows 10 e não condeno quem prefere o sistema. Todavia, sejamos honestos, o Windows 10 tem passado por situações em maior quantidade que seus antecessores. Quem não se recorda do fatídico episódio em que o sistema estava apagando os arquivos de seus usuários?

Eis o possível motivo de tantos bugs 


Jerry Berg, ex-funcionário da Microsoft, explica o provável motivo de tantos relatos e casos de falhas no atual sistema da empresa. Nestes 15 anos em que trabalhou na Microsoft, ele pode comparar alguns dos procedimentos adotados no passado e atualmente. Segundo ele, até 2015, a empresa contava com uma divisão dedicada em efetuar diversos testes no sistema e todas as builds que seriam disponibilizadas para o público em geral. Os testes eram feitos tanto por funcionários, como ferramentas automatizadas e em uma enorme variedade de hardwares. Assim, existia um processo que não dependia apenas de máquinas ou seres humanos, com o objetivo de maior precisão na busca de falhas. Esse padrão foi mantido durante anos, até mudar em 2015 para processo efetuado no presente.


Agora a Microsoft passou automatizar os testes em máquinas virtuais e no lugar dos testes feitos pelos funcionários, o programa Windows Insiders passou a desempenhar este papel. A divisão especializada nos testes foi desfeita e apenas um número pequeno de funcionários continuam a reportar os eventuais bugs no sistema em desenvolvimento. Se antes existia uma vasta variedade de hardwares, a empresa passa a depender de VMs e a participação de usuários que testam as builds em desenvolvimento. No entanto, os bugs reportados pelos usuários do Windows Insiders (que também sou inscrito, faz uns aninhos 😘️😘️😘️) costumam ser falhas mais genéricas. Os casos específicos, e por muitas vezes mais perigosos, passam por despercebido. Isso gera a quantidade de relatos e problemas que vemos atualmente, porquanto códigos com defeitos estão passando e não sendo relatados, segundo Berg.

Fica difícil evitar problemas sem auditar o código ou depender apenas de voluntários e processos automatizados em VMs. O Windows não é conhecido por ser o sistema mais seguro, entretanto o relato de Jerry Berg faz total sentido e a realidade não deixa dizer o contrário. Para amenizar essa problemática a MS terá que mudar seu modus operandi e bolar um novo sistema de verificação e testes ou retornar ao modelo usado durante anos. 

Sei que houve um motivo para mudança, talvez financeiro para economizar e utilizar usuários no lugar de funcionários, mas a estratégia parece o tanto quanto falha.

Quem sabe o futuro do Windows seja diferente, a empresa tome outros caminhos que acabem ou amenizem estes problemas. Inclusive esse foi o assunto de uma matéria que escrevi aqui no blog Diolinux, recomendo a leitura.

O que você acha sobre tudo isso? Creio que boa parte destes problemas estão relacionados ao que o Berg comentou, outros são características do próprio funcionamento e modo em que o Windows foi pensado.

Até o próximo post, sejam educados e complacentes nos comentários, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Cascadia Code, a nova fonte da Microsoft

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

A Microsoft vem trazendo novos lançamentos a todo vapor, sejam com funcionalidades extras, para a plataforma Windows ou disponibilizando alguns de seus produtos para o Linux, ou até mesmo auxiliando projetos, como no caso da Linux Foundation. Agora é anunciada uma nova fonte, com um público alvo bem definido.

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Denominada como “Cascadia Code”, a nova fonte da Microsoft foi criada para auxiliar os programadores. A gerente de programas, responsável pelo Windows Terminal, Kayla Cinnamon (favor não confundir com a interface gráfica do Linux Mint, desculpem o trocadilho de mau gosto 😁️😁️😁️) anunciou recentemente no blog de desenvolvedores da Microsoft a nova fonte.

No mês de Maio houve uma votação no Twitter, com o intuito de se obter um nome para esta nova fonte, o vencedor foi “Cascadia Code”.


O foco principal é facilitar a vida dos programadores, pois a fonte foi desenvolvida para soluções que visam esse público, como o Windows Terminal, Visual Studio Code, etc. De certo modo o nome “Cascadia” é uma homenagem ao Windows Terminal, que em seu desenvolvimento mantinha o mesmo codinome. Na realidade, ainda existem códigos dentro do terminal da Microsoft com esse nome.

O Cascadia Code suporta “programming font ligatures”, que é um meio útil de se escrever o código, pois criam novos glifos combinando caracteres. Tornando assim o código mais legível e fácil de se compreender para muitos programadores. 

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Os usuários do Visual Studio Code precisarão habilitar manualmente as “font ligatures” através das configurações do editor, e demais editores que suportarem o uso.

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Cascadia Code é a fonte monoespaçada padrão do Windows Terminal, mas pode ser utilizado em qualquer outro projeto. A Microsoft disponibilizou a fonte sob licença SIL Open Font (OFL), sendo de código aberto, e ao alcance de todos no Github da empresa.

A fonte pode ser utilizada para outros meios, se assim desejar, caso não queira compilar, a Microsoft também disponibilizou a mesma no formato TTF. Você pode baixar por esse link

Mais informações podem ser adquiridas diretamente da publicação da Kayla Cinnamon.

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Conferência sobre Linux ocorrerá na sede da Microsoft

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

A rivalidade entre a comunidade Linux e a Microsoft é algo que se estende há décadas. Declarações vindas de líderes, fãs e usuários de ambos lados alimentaram essa rivalidade por muito tempo. Porém, nos últimos anos, graças a pessoas com mente aberta, que puseram o bem de todos, de forma realista, à frente de seus egos ou ideias utópicas. A cena começa a mudar.

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Em 2 de Agosto de 2016 a Microsoft lança, na atualização de aniversário do Windows 10, o WSL (Windows Sub-System for Linux). Em 16 de Novembro do mesmo ano a empresa passa a integrar a ‘The Linux Foundation’ como membro ‘Platinum’. Em 2017 faz uma parceria com a Red Hat, e em 2018 libera 60 mil patentes para Linux.

Eu poderia passar horas aqui escrevendo sobre todas as boas interações e parcerias entre a Microsoft e a comunidade Linux nos últimos anos. A relação entre os lados “Open” e “Closed” da “força” tem estado cada vez melhores nos últimos tempos, o que, na minha opinião, é o melhor para todos. Não é à toa que a frase “Microsoft Loves Linux” tem sido tão utilizada ultimamente.

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No início deste mês de setembro de 2019 foi anunciada a “WSLconf 1”. Uma conferência que será realizada pelo fundador da Pengwin e organizada pela comunidade nos dias 10 e 11 de Março de 2020, na sede da Microsoft, em Redmond, Washington, nos Estados Unidos da América.

O evento contará com a realização de palestras, hackathons, apresentações, e eventos para desenvolvedores sobre o WSL. Já estão confirmadas as presenças dos desenvolvedores da Microsoft responsáveis pelo WSL, da equipe de desenvolvedores da Canonical responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu na WSL, e também dos criadores do Pengwin.

Se você que está lendo este artigo está próximo ao local da conferência e tem interesse em apresentar o seu produto ou fazer uma palestra no evento, fique atento às ‘newsletters’ registrando o seu email no site oficial da ‘WSLconf 1’.

O evento será gratuito, porém o espaço é limitado. Portanto, aos interessados em participar, será necessário um pré registro.

Para mais informações acesse o site oficial do evento.

O que você pensa a respeito dos recentes eventos, e de como as coisas vêm se desenrolando entre a Microsoft e a comunidade Open Source nos últimos anos? Na minha opinião, esta união que vem acontecendo entre dois lados, antes considerados rivais, só tende a beneficiar todos os envolvidos. Não apenas aos líderes e desenvolvedores, mas também a todos nós usuários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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