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MusicBrainz Picard 2.2 lançado com player embutido

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Organizar seus álbuns musicais nem sempre é uma tarefa simples, ainda mais quando é necessário pesquisar pelas informações corretas. Pois bem! MusicBrainz Picard pode ser uma ótima solução.

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MusicBrainz Picard é um software open source, multiplataforma e desenvolvido pela Fundação MetaBrainz, a mesma responsável pelo banco de dados MusicBrainz. O Picard pode, com apenas um clique, encontrar diversos álbuns de música em diferentes formatos, como: MP3, FLAC, OGG, M4A, WMA, WAV, entre outros.

Utilizando as impressões digitais de áudio AcoustID, os arquivos são identificados e comparados com as músicas no banco de dados, isso tudo sem que os metadados estejam presentes em seus arquivos ou estejam incompletos. Editar as tags de suas músicas com o programa torna-se bem prático.

Algumas novidades do MusicBrainz Picard 2.2


Diversos bugs foram corrigidos, resolvendo falhas em suas versões, seja para Windows, Linux, macOS, etc.

Outros recursos mais técnicos foram adicionados, caso tenha interesse, acesse este link e veja os detalhes. Uma novidade que posso destacar, entre as demais, é a adição de um player de música embutido. O recurso ainda é beta, mas simplificará o ato de editar as tags e demais configurações. Poupando tempo, ao não obrigar o uso de outro player em conjunto. Algo simples, mas que vem para somar e tornar tudo mais fácil. Ainda é possível escolher por outro player instalado, lembre-se que por se tratar de uma feature em beta, pode ocorrer bugs com essa nova função.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor

Instalação do MusicBrainz Picard 2.2


Existem versões do app para muitas plataformas, irei demonstrar para o Ubuntu via PPA, Flatpak e Snap, para englobar o máximo possível de distribuições Linux. Aliás, Flatpak é a maneira que aconselho e utilizo o software no Linux. Outras distribuições podem tanto instalar a versão contida no Flathub, que demonstrarei a seguir, ou acessar o link “Linux” e escolher conforme sua distro no site oficial do Picard (Snap também é uma opção).

Baixe a versão conforme seu sistema operacional:


Picard via PPA


Usuários de Ubuntu e derivados podem instalar o Picard via PPA conforme demonstrarei, entretanto, reforço que o uso do Flatpak e Snap diminui a obrigatoriedade de tal método.

Adicionando o PPA Stable do Picard:

sudo add-apt-repository ppa:musicbrainz-developers/stable

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Picard:

sudo apt install picard

Caso queira remover o Picard via PPA, desinstale o programa e depois remova seu PPA.

Removendo o Picard:

sudo apt remove picard

Removendo o PPA:

sudo add-apt-repository -r ppa:musicbrainz-developers/stable

Picard via Flatpak


Outro modo de obter o Picard, é via Flatpak. O programa encontra-se no repositório Flathub, facilitando a instalação nas principais distribuições Linux. Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja pelo programa, caso esteja utilizando o Ubuntu, não se preocupe, essa postagem demonstra a configuração do Flatpak e adição do Flathub no sistema da Canonical. Assim, basta pesquisar na loja por “Picard flatpak” e instalar o app.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor-ppa-ubuntu-snap-mint-flatpak-flathub-snapcraft

Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub org.musicbrainz.Picard

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove org.musicbrainz.Picard

Picard via Snap


O Picard também está na Snapcraft, vale ressaltar que na presente data em que escrevo este artigo, essa versão está na “2.1” e não encontrei no site do Picard a menção de um pacote Snap. Provavelmente este Snap é empacotado pelo pessoal da Canonical, sem envolvimento da Fundação MetaBrainz.

No Ubuntu basta pesquisar diretamente na loja por: “Picard” e instalar a versão em Snap, outros sistemas baseados em Linux devem adicionar o suporte ao Snap. Acesse este guia e configure seu sistema

Instalando o Picard Snap:

sudo snap install picard

Removendo o Picard Snap:

sudo snap remove picard

O Picard é uma aplicação interessantíssima, ainda mais com sua enorme base de dados, porém, caso queira outras alternativas o “EasyTag” e “Puddletag” são recomendadas e vale o teste.

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Controle a central multimídia Kodi pelo smartphone

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

O Kodi é uma aplicação incrível, caso queira instalar o aplicativo em sua distribuição Linux, acesse este artigo com todo passo a passo. Porém, o que seria de um “cinema em casa”, sem a comodidade de assistir seus filmes e executar as demais funções do Kodi, sem a necessidade de se levantar e utilizar um teclado ou mouse, por exemplo.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Para quem deseja controlar sua central multimídia, Kodi, diretamente de um smartphone, poderá instalar o controle remoto oficial do projeto. No caso de usuários Android, o “Kore, Official Remote for Kodi”, já para o iOS de nome “Official Kodi Remote”. 

As aplicações são intuitivas e dispensam maiores explicações, entretanto, configurar o controle remoto no Kodi instalado em seu computador, talvez não seja tão intuitivo assim. Mas, calma que vou demonstrar esse processo.

Antes de configurar o controle remoto no Kodi, obviamente, o aplicativo deve estar instalado em seu smartphone e o Kodi no computador.

Kore, Official Remote for Kodi (Android)


Acesse o link e efetue o download diretamente da Google Play, ou pode utilizar um leitor QR-Code e instalar mirando a câmera de seu smartphone no código QR (que também irá efetuar o download diretamente da Google Play).

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Official Kodi Remote (iOS)


Uma alternativa para iOS está disponível gratuitamente na loja da Apple, a versão também é oficial, sendo uma ótima pedida para usuários da plataforma da maçã. Você pode acessar o link da aplicação diretamente na App Store. Ou fazer uso de um leitor QR-Code, como no exemplo anterior.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-ios-apple-store-multimidia-app-linux

Configurando o controle remoto no Kodi


Com ambos instalados, o app no PC e em seu smartphone, vamos começar “a brincadeira”. Em meu caso estou utilizando o Kore, pois possuo um Android, mas creio que seja praticamente a mesma coisa no iOS. 

Abra o Kodi, e certifique-se que ambos estejam na mesma rede wifi (PC e smartphone).

No Kodi, vá até “Definições” (o ícone de engrenagem).

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Em seguida, até a opção “Serviços”.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Navegue para categoria “Controle” e habilite às duas opções na sessão “Controle de aplicações”. Sendo elas: “Permitir controle remoto de aplicativos neste sistema” e “Permitir controle remoto de aplicativos em outros sistemas”.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Outras mudanças podem ser aplicadas, como dar nome ao usuário ou atribuir uma senha. Particularmente só adiciono uma senha, o usuário nem mexo (😁️😁️😁️).

Abra o app em seu smartphone, e nele você verá o Kodi e sua máquina. Selecione e vá prosseguindo conforme o app te mostra.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Se assim como eu, configurou um usuário e senha, será necessário informar para conseguir se conectar. Clique em “Testar”, quanto tudo estiver concluído.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Se a aplicação não conseguiu encontrar o Kodi em sua rede, acesse o “menu hambúrguer” (no caso do Kore, aqueles “3 traços” no canto superior esquerdo), clique no símbolo de adição “+”.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Configure manualmente o usuário, IP, porta e senha. Esse passo tem as mesmas configurações da imagem acima, para quem adicionou uma senha ao Kodi, e para saber o IP é muito simples. Novamente no Kodi, em “Definições”, depois “Dados do sistema”.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux

Veja o número do endereço IP e configure no app.

kodi-controle-remoto-oficial-smartphone-android-ios-google-play-apple-store-kore-multimidia-app-linux-ip

O app é bem intuitivo e em pouquíssimos minutos você entende todo seu funcionamento. Muito prático e recheado de recursos.

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Sempre utilizo o Kodi junto ao Kore, é uma dupla inseparável. Confesso que sua configuração pode confundir novos usuários, mas nada de outro mundo. Todas às vezes que utilizei o mesmo, não passei por problemas em sua configuração. Ao menos aqui, em todos esses anos, ele sempre reconhece de primeira. Recomendo o uso, já a alternativa para iOS, não posso comentar muito (não possuo um smartphone da marca).

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Lollypop um player de música completo

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Lollypop é um poderoso player de música desenvolvido em GTK, software livre e muito famoso no meio GNOME. No entanto, sua usabilidade não se limita ao ecossistema GNOME, podendo ser utilizado em diversos ambientes e até outros sistemas. Afinal, o player também está disponível para FreeBSD.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Durante este ano de 2019 venho mais do que nunca utilizando diversos players de música. Há muito tempo substitui meus “momentos sonoros” pelo streaming via Spotify, e quando offline utilizava o VLC player. Infelizmente meu player favorito foi “abandonado pela Canonical”, era o Music, uma das aplicações do Unity 8 com convergência conforme o redimensionamento da janela. Obviamente que sou movido tanto pela praticidade, funcionalidades, como visual. Veja o visual logo abaixo do Music.

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Contudo, se existe algo em que o Lollypop não peca (e não estou falando do Android 😁😁😁), é em seu visual e quantidade de recursos. O player chama a atenção com seu visual minimalista e elegante. Além, de também possuir uma certa convergência ao se adaptar conforme redimensione sua janela.

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Uma curiosidade é que o Lollypop é o player de música padrão do smartphone com Linux da Purism, o Librem 5. Algumas características deste belo player, que posso destacar são:

  • Tema dark;
  • Reprodução dos principais formatos de áudio, por exemplo: MP3, MP4, OGG, FLAC, entre outros (até hoje não tive problema com formatos);
  • Navegação de suas músicas por: gênero, artista, capa;
  • Pesquisa rápida e eficiente;
  • Integração com atalhos de teclado;
  • Suporte a lista de reprodução (podendo importar playlists);
  • Visualização em modo tela cheia;
  • Sincronização MTP;
  • Suporte a telas de alta intensidade (HiDPI);
  • Suporte a TuneIn;
  • Integração com a web, podendo buscar informações de canções diretamente em serviços, como o Last.fm;
  • Download das capas dos albúns e dos artistas (o legal que o player não te força esse recurso, sendo totalmente opcional);
  • Suporte a rádio;
  • Visualização do artista por contexto;
  • Equalizador de áudio;
  • Sistema de favoritos, você pode dar notas as suas músicas com estrelas (podendo ouvir as prediletas ou pesquisar e montar suas playlists “mais acaloradas”);
  • Adição de vários diretórios em locais diferentes com suas músicas;
  • Possibilidade de ouvir música via streaming (por incompatibilidades com algumas APIs proprietárias, esse recurso pode nem sempre funcionar perfeitamente);
  • Opções como: transição suave entre as músicas, repetição, separação por categorias, redimensionamento das miniaturas de seus álbuns, e muito mais. 

player-música-gnome-gtk-lollypop-ppa-flatpak-ubuntu-mint

Existem várias formas de se obter o Lollypop nas distribuições, como Arch Linux, Fedora e OpenSUSE. Basta pesquisar normalmente no repositório, seja via terminal ou pela loja. No Ubuntu e derivados existe a possibilidade da adição de um PPA ou via Flatpak (forma que também pode ser utilizada em outras distros).

Lollypop via PPA


A instalação via PPA é um meio de se obter o Lollypop, entretanto, caso seja iniciante recomendo a segunda opção. Particularmente não creio que atualmente o uso de PPAs seja a melhor forma de se obter softwares no Ubuntu, salvo poucas exceções.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:gnumdk/lollypop

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Lollypop do PPA via terminal:

sudo apt install lollypop

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:gnumdk/lollypop

Lollypop via Flatpak


O Lollypop encontra-se no repositório Flathub, antes de tudo, para instalar o Lollypop desta maneira será necessário ter o Flatpak configurado em seu sistema. Para usuários de outras distros que não sejam o Ubuntu ou Mint, acesse essa postagem (o repositório do Flathub deve ser adicionado, conforme irei abordar ao demonstrar o processo via terminal). No Ubuntu, você pode acompanhar todo passo a passo deste post, e além de configurar o Flatpak, configurar a GNOME Software (loja do Ubuntu) para efetuar suas instalações via interface gráfica. Após ter tudo pronto, pesquise por: “Lollypop” e instale a aplicação (no Linux Mint, basta pesquisar, não sendo preciso nenhuma configuração prévia).

player-música-gnome-gtk-lollypop-flathub-flatpak-ubuntu-mint

O processo pode ser igualmente feito via terminal, caso tenha preferência ou sua distribuição não possua uma loja que suporte este tipo de pacote.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.gnome.Lollypop

Removendo o Lollypop Flatpak via terminal:

flatpak remove org.gnome.Lollypop

Conclusão


O Lollypop é uma alternativa muito interessante, funcional e bonita. Ao que parece o mesmo permanecerá em meu sistema por muito tempo. O player passou a ser um de meus favoritos, seja por sua beleza ou eficiência. No entanto, existem muitas soluções atuais em que eu e meu colega de trabalho, Ricardo (O Cara do TI), abordamos durante este ano de 2019. Recomendo que experimente e descubra qual o melhor player de música para você. Segue a lista: Olivia Player, Elisa Player, Museeks, Tauon Music Box e o Strawberry para os mais saudosistas. 

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Agora vou ouvir algumas músicas no Lollypop, enquanto vou criando a capa deste post, SISTEMATICAMENTE! 😎


Fonte: GNOME.
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Como instalar o Spotify no Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O Spotify é um dos serviços de streaming de músicas mais famosos da atualidade, seja por seu modo premium de valor acessível ou versão free, totalmente gratuita. Obviamente, que nessa modalidade, propagandas podem interromper sua playlist e não será possível efetuar o download das músicas e ouvir offline. Aliás, você pode acompanhar o DioCast diretamente da plataforma.

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint

Temos um vídeo sobre o serviço, abordando se vale a pena pagar o Spotify Premium, em nosso canal. Caso esteja interessado, recomendo assistir e avaliar a possibilidade. Para maiores detalhes sobre os tipos de assinatura, acesse esse link.

Vale a pena pagar o Spotify Premium? Veja o vídeo e tire suas dúvidas.


Spotify em sua distribuição Linux


Existem basicamente 3 maneiras de se obter a aplicação do Spotify, duas estão disponibilizadas em seu site oficial (mantido de forma voluntária pelos engenheiros do Spotify, conforme a página informa) e a outra é mantida pela comunidade Linux, através do repositório Flathub. Irei apresentar todas as 3, a decisão de qual utilizar será exclusivamente sua. Deixando claro, que às duas formas de se instalar o Spotify no Linux (DEB e Snap) podem conter ligeiras diferenças comparadas as versões Windows e Mac. Assim, como o próprio Spotify enfatiza, pois, essas versões são mantidas distintamente do Spotify, mas possuindo o aval da empresa. No entanto, não precisa se preocupar, os engenheiros do Spotify estão fazendo um ótimo trabalho e nunca notei alguma diferença com as versões de Windows ou macOS (ou algum bug no software). 

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Spotify via Snap


A primeira opção do Spotify para o Linux é em formato Snap, para usuários do Ubuntu todo processo é simplificado. Basta, pesquisar por: “Spotify” diretamente da loja e instalar a aplicação. Outros usuários, que utilizam sistemas, como: Linux Mint, Elementary OS, KDE Neon, Fedora, Pop!_OS e etc. Podem configurar o Snap em seu sistema para usufruir do formato. Acesse essa postagem, caso não o tenha feito. 

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-loja-musica-streaming

Nem todas os sistemas possuem lojas com integração com esse tipo de empacotamento, o terminal é uma opção para contornar esse falta.

Instale o Spotify Snap via terminal:

sudo snap install spotify

Remova o Spotify Snap via terminal, se desejado:

sudo snap remove spotify

Spotify via DEB


Outra possibilidade é o Spotify no formato DEB. Contudo, não se engane e espere compatibilidade total com versões do Debian, essa opção tem como foco as últimas versões de lançamento do Ubuntu. Assim sendo, alguma incompatibilidade com versões mais antigas do Debian podem ocorrer, mas os engenheiros do Spotify informam que sempre vão tentar compatibilizar o pacote versões mais antigas do Debian e Ubuntu. Se possui alguma dúvida, quanto ao funcionamento desta opção, reconsidere as demais. Segue o passo a passo para instalação do Spotify neste formato.

Adicione a chave do repositório do Spotify:

sudo apt-key adv --keyserver hkp://keyserver.ubuntu.com:80 --recv-keys 931FF8E79F0876134EDDBDCCA87FF9DF48BF1C90 2EBF997C15BDA244B6EBF5D84773BD5E130D1D45

Adicione o repositório do Spotify:

echo deb http://repository.spotify.com stable non-free | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/spotify.list

Atualize sua lista de pacotes:

sudo apt update

Instale o cliente Spotify:

sudo apt install spotify-client

A cada nova versão disponível, você receberá uma atualização normalmente em seu sistema.

Spotify via Flatpak


A terceira forma de se obter o Spotify é pelo Flathub, essa versão em Flatpak não está contida nas opções descritas no site. Empacotada pelo pessoal do Flathub é uma escolha viável para quem prefere este tipo de pacote, ou não queira configurar nada (caso do Linux Mint, que possui a mesma em sua loja). No Ubuntu sua instalação também pode ser via loja, basta acessar essa postagem e configurar o Flatpak e plugin do mesmo na Gnome Software. Pesquise por: “Spotify flatpak” e instale o cliente.

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-loja-musica-streaming

Veja nesta postagem, a instalação e configuração do Flatpak nos demais sistemas baseados em Linux. Essa postagem demonstra como adicionar o repositório do Flathub. A instalação via terminal é outra opção.

Instale o Spotify Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.spotify.Client

Remova o Spotify Flatpak via terminal, caso queira:

flatpak remove com.spotify.Client

Agora você poderá ouvir suas músicas no Spotify, óbvio que uma conta é exigida, pode ser criada gratuitamente ou migrar para versão paga, a escolha é sua. Sei que alguns irão citar o AUR como outra forma de instalação do Spotify e tal. No entanto, às duas formas que apresentei (Snap e Flatpak) abarcam mais distribuições, e nada impede de usuários obterem a versão contida no AUR.

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Até mais, agora vou ouvir algumas músicas no Spotify, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Curte o player de música Clementine? Então conheça o Strawberry

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Os usuários Linux da “velha guarda”, irão se alegrar com a postagem de hoje. No entanto, se você está “chegando agora”, não se preocupe a dica também pode ser de seu agrado. 

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos

O Clementine é uma player de música relativamente conhecido entre os usuários Linux, ainda mais se você for usuário de longa data. Player preferido de muitos, o Clementine fazia sucesso com seu jeitão despojado e que remetia outro player clássico, o Amarok, especificamente inspirado em sua versão 1.4 (bons tempos).

Infelizmente o projeto anda meio parado, sem receber atualizações ou novos recursos desde 2016, na qual foi lançada sua atual versão 1.3.1. Quem acompanha as minhas postagens aqui no blog Diolinux sabe que venho “em busca do player perfeito” (ao menos para minha utilização). Alguns que testei e recomendo são: Olivia, Elisa, e estou utilizando outros (aguardem novas postagens). Além destes, outras postagens foram feitas no blog com algumas opções, o Museeks e Tauon Music Box (postadas por meu colega de trabalho Ricardo, O Cara do TI). 

“De um pedaço pequeno de laranja à um morango”


O Clementine é famoso por possuir um pedaço de laranja como logo, já o player de música Strawberry possui um morango. Isso não é coincidência, o Strawberry é um fork (baseado) no Clementine. Veja algumas de suas características:

  • Player de música e biblioteca (organize suas músicas);
  • Ampla gama de formatos suportados, como: WAV, FLAC, WavPack, DSF, DSDIFF, Ogg Vorbis, Speex, MPC, TrueAudio, AIFF, MP4, MP3, ASF e Monkey’s Audio;
  • Reproduz de CD’s;
  • Notificações na área de trabalho nativamente;
  • Playlists em múltiplos formatos;
  • Saída de áudio avançada, e configurações de dispositivo com reprodução perfeita para usuários mais exigentes;
  • Edite as tags de suas músicas;
  • Busque tags diretamente do MusicBrainz;
  • Arte da capa do álbum em serviços, como: Last.fm, Musicbrainz, Discogs, Deezer e Tidal;
  • Letras de músicas de AudD e ChartLyrics;
  • Suporte para vários back-ends;
  • Analisador de áudio;
  • Equalizador de áudio;
  • Transfira músicas para o player USB do iPod, iPhone, MTP ou armazenamento em massa;
  • Suporte à streaming de músicas (Tidal, Qobuz e Subsonic);
  • Scrobbler com suporte ao Last.fm, Libre.fm e ListenBrainz;
  • Desenvolvido em C++ e Qt 5, além de ser Open Source;
  • Versões para Linux, OpenBSD, Windows e macOS.

O programa está disponível em diversos formatos e para vários sistemas operacionais, você pode acessar a página do Github do projeto e obter mais informações.

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Como instalar o player Strawberry


O Strawberry pode ser obtido de diversas maneiras, em seu site oficial é descrito os procedimentos para cada sistema, no Windows existem dois instaladores executáveis (32bits e 64bits) para macOS a opção de compillar ou instalar via DMG. No Linux você poderá compilar ou instalar diretamente do repositório, caso sua distribuição esteja na lista abaixo:

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Nessas distribuições pesquise pelo pacote “strawberry” e instale como costuma fazer.

Existem maneiras bem práticas para instalar o player em seu sistema, uma delas é via AppImage e outra Snap (o player está na Snapcraft). Testei ambas, e a integração com o Gnome-Shell (Ubuntu) foi muito boa. Com um indicador na barra superior (um pequeno morango) e botões com opções de pausar, avançar ou voltar as músicas, diretamente na área de notificações do Gnome-Shell.

Baixe a versão em AppImage por este link, observe a data do lançamento e priorize o último disponibilizado. Se não sabe como executar um arquivo AppImage, essa postagem demonstra todo passo a passo.

O Snap do Strawberry pode ser instalado tanto via terminal, como pela Loja (no caso do Ubuntu). Pesquise por: “strawberry” e instale o aplicativo. 

player-musica-song-clementine-strawberry-ubuntu-linux-fedora-appimage-snap-open-source-windows-openbsd-macos-loja

Para as outras distribuições que não possuem o Snap configurado, essa postagem ensina o processo.

Obviamente que a instalação do player pode ser via terminal, se assim desejar, utilize estes comandos.

Instalação do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap install strawberry

Remoção do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap remove strawberry

Foi bem nostálgico utilizar o Strawberry, para os fãs do Clementine que prezam por um software em pleno desenvolvimento e com atualizações (sejam elas de segurança ou melhorias), com certeza o player é uma ótima pedida.

Você conhecia o Strawberry? Usava o Clementine ou ainda usa? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, vai que você acaba descobrindo algo novo.

Até o próximo post, que vou ouvir umas músicas, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Tauon Music Box é o player para quem gosta de minimalismo

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domingo, 30 de junho de 2019

Ouvir música nos dias atuais é quase um sinônimo de streaming, como os serviços Spotify, Deezer, YouTube Music, iTunes, SoundCloud entre outros, a maior parte de nós não mais ouve música usando aqueles Apps clássicos, como o Winamp. Mas e quando o acesso a internet fica indisponível? Aí que entra os players de música “off-line”. Hoje apresentamos o Tauon Music Box.


Tauon Music Box é o player para quem gosta de minimalismo





Para quem gosta de uma pegada mais minimalista e objetiva, o Tauon vem para se encaixar nesse conceito. Construído em Python, ele tem uma interface bem responsiva, além de ser leve e ter um design suavizado, podendo ser personalizado em sua forma de exibição com opções variadas.



Ele usa o codec proprietário  BASS Audio Library (as outras versões usavam o FFMPeg), fazendo com que o player consiga reproduzir praticamente qualquer tipo de mídia, como por exemplo arquivos FLAC, o que é bom para quem se importa com alta qualidade de som.


Características do Tauon:

 - Capacidade de importar faixas e criar playlists arrastando e soltando com facilidade; 

- Galeria de arte dos álbuns são mostrados em tamanho grande;

- Suporte para reprodução sem intervalos;

- Interface de usuário rápida e responsiva;

- Função de download da arte de capa.

- Letras das músicas com suporte para exibição junto com acordes de guitarra e sincronia com os arquivos .lrs 

- Acompanhe a contagens de reprodução de arquivos e visualize isso para que você saiba sempre quais faixas são as suas favoritas.

- Extraia arquivos e importe seus downloads de música com um clique. 

Os formatos suportados são: FLAC, APE, TTA, WV, MP3, M4A(aac, alac), OGG, OPUS. XSPF, CUE (com detecção automática).

Você vai encontrar o player no Flathub. Se a sua distro ainda não tem suporte a ele, basta seguir esse tutorial. Se a sua distro já tem ele habilitado por padrão, basta procurar por Tauon na sua loja de aplicativos.

Depois de ter feito a instalação do suporte ao flatpak (se a sua distro não vinha com ele), agora você pode procurar na loja de aplicativos dela ou digitar o seguinte comando no terminal:

flatpak install flathub com.github.taiko2k.tauonmb

Espere o procedimento acabar e procure pelo programa no menu da sua distro.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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YouTube Music agora possibilita o download de até 500 músicas

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sábado, 29 de junho de 2019

O YouTube Music está expandindo seus horizontes com a adição de novos recursos, por hora ainda não é a integração com a plataforma Google Play Music. Porém, é um recurso significante para a utilização de muitos usuários.

youtube-music-premium-google-play-musica-streaming-mixtap

A plataforma de streaming de músicas do Youtube vem ganhando espaço entre os “audiófilos” e um recurso interessante acaba de chegar ao serviço. Uma das funcionalidades do app, chamado de “Mixtape off-line”, passou a efetuar download de músicas de forma inteligente. Isso garante que mesmo sem conexão com a internet as músicas estejam disponíveis. Claro, que o tal recurso pode ser desabilitado e conta com uma opção manual, escolhendo “a dedo” as músicas desejáveis para uma situação “sem a web”.

O algoritmo embutido no YouTube Music, durante a noite e conectado ao wifi, identifica suas predileções musicais e baixa as músicas que você mais gosta e ouve. Tudo é configurável, mesmo no modo manual, você pode baixar até 500 músicas.

A nova possibilidade está disponível para assinantes do YouTube Music Premium, na qual temos um vídeo explicando um pouco mais sobre essa plataforma.


Caso queira experimentar, você pode avaliar gratuitamente por 1 mês e desfrutar de outras opções que no modo gratuito não estão disponíveis, como: ouvir músicas offline, com a tela do aparelho bloqueada, ausência de anúncios e muito mais. O plano mensal custa R$ 16,90 e existe um plano família ou assinatura de estudante. Para maiores detalhes acesse o link. Você também pode ouvir suas músicas via o app do YouTube Music para Android ou iOS ou acessar diretamente em seu navegador favorito.

Confira o fórum Diolinux Plus e faça parte de nossa comunidade.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: The Verge.
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Player de música Elisa, minimalista, bonito e eficiente

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quarta-feira, 26 de junho de 2019

A música sem sombras de dúvidas é uma parte essencial do meu ser, seja cantando ou apenas curtindo um bom som, ouvir música é algo que não posso ficar um dia sequer. Entre tantas alternativas de players, sempre testo diversos programas a “procura de um favorito”. Há pouco tempo abordei o Olivia, um player desenvolvido em Qt e hoje apresento-lhes: “Elisa”.

music-player-elisa-kde-música-linux-kubuntu-ubuntu-flatpak

Olivia, agora Elisa, quem será depois? Ofélia? Brincadeiras à parte é curiosa essa predileção por nomes femininos. Talvez sejam homenagens, sinceramente não sei.

Elisa


Elisa é um player de música desenvolvido pela Comunidade KDE, com perfeita integração com seu ecossistema, no entanto, podendo ser utilizado perfeitamente em outros ambientes. Em constante desenvolvimento o “tocador” recebe novas implementações corriqueiramente. Open Source o Elisa segue as diretrizes de design do KDE, e como o Olivia, também é feito em Qt. Seu foco pode ser resumido em alguns tópicos:

  • Ser fácil de configuração (idealmente não sendo necessário prévias configurações para utilizar o player);
  • Ser totalmente utilizável, mesmo offline (ou no modo privado);
  • Foco em satisfazer os objetivos dos seus usuários;
  • Foco em ser um player de música (o gerenciamento da biblioteca não é uma prioridade do desenvolvimento);
  • Ser livre o máximo possível de bugs (a estabilidade tem mais prioridade do que novos recursos);
  • Tem como alvos o ambiente KDE Plasma, outros ambientes Linux, Android e Windows.
  • Alavancar o UPnP e DLNA (padrões que visam normalizar a interoperabilidade de mídia, etc.).

Com um visual intuitivo o Elisa cumpre muito bem o seu objetivo, ser um player de música. Não me entenda mal, no entanto, alguns players incorporam tantas funcionalidades ou poluem sua interface que fica difícil a sua utilização. No Elisa tudo será simples e funcional. 

music-player-elisa-kde-música-linux-kubuntu-ubuntu-flatpak-interface-qtt

Você poderá ver suas músicas categorizadas em Álbuns, Artistas, Faixas, Gêneros ou navegar até os arquivos. Uma característica que prezo num player de música é que o mesmo não fique trocando as artes das capas dos álbuns (algo chato que ocorre no Deepin Music). Infelizmente a versão que estou utilizando, e testando em meu Ubuntu, não apresenta as capas dos artistas, apenas dos álbuns. Entretanto, o visual da aplicação me agrada e muito. Outra característica que me agradou foi a possibilidade de adição de múltiplos diretórios, e como estou organizando minhas faixas, tenho vários arquivos em locais distintos.

music-player-elisa-kde-música-linux-kubuntu-ubuntu-flatpak-reprodução

Instalando o Player de música Elisa


A Wiki da Comunidade do KDE demonstra como compilar o Elisa, no passado até procedia assim, mas você pode fazer de uma forma bem mais cômoda. Para isso será necessário possuir o Flatpak configurado em seu sistema. No Linux Mint o mesmo já vem por padrão, mas se utiliza Ubuntu ou outra distro (que o Flatpak não venha por default) você poderá utilizar esse simples passo-a-passo. Algo bem legal é a integração com a loja do Ubuntu com o Flatpak, isso você poderá configurar aqui. Agora você pode instalar pacotes Flatpaks, como no Linux Mint, via a loja. Pesquise por “Elisa” e instale o player. Para efetuar a instalação via terminal, utilize os comandos a seguir:

Este comando é para quem já tem o Flatpak configurado, porém, não adicionou o Flathub. O Elisa encontra-se neste repositório:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Agora iremos instalar o Elisa:

flatpak install flathub org.kde.elisa

Para executar via terminal (não é obrigatório, pois, o app aparecerá no menu de aplicações de seu sistema).

flatpak run org.kde.elisa

A remoção é através deste comando:

flatpak uninstall org.kde.elisa/x86_64/stable 

Conhecia o player de música Elisa? Depois de muitos meses voltei a experimentá-lo, recomendo essa aplicação. Também estou utilizando outro player, e quem sabe em breve apareça mais um post desta “série” (😁😁😁).

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Minuet, uma ferramenta incrível para educação musical

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terça-feira, 25 de junho de 2019

Música é uma das maravilhas da existência, e se tem algo que concordo com Nietzsche, é que sem ela a vida seria um erro. No início do ano escrevi uma postagem falando de uma ferramenta muito interessante, para apaixonados por astronomia, o Kstars. Hoje apresento mais um programa com foco educacional oferecido pela Comunidade KDE.

educação-musical-minuet-kde-linux-musica-software-educacional

Com o Minuet o aluno poderá executar diversos exercícios musicais que afloram seu domínio musical. São diversos exercícios para treinar seu ouvido em relação a intervalos, acordes, escalas e muito mais. Veja um breve vídeo demonstrativo:


Minuet visa apoiar estudantes e professores em variados aspectos como, treinamento auditivo, leitura de primeira vista, solfa, escalas, ritmo, harmonia e improvisação.

Como instalar o Minuet em sua distribuição Linux


Disponível na maior parte das distros Linux, o Minuet pode ser facilmente baixado de qualquer central de software. Claro, que em algumas ocasiões sua versão não será a última oferecida pelo projeto. Você pode simplesmente pesquisar na loja de sua distribuição por “Minuet” e instalar o programa.

educação-musical-minuet-kde-linux-musica-software-educacional-loja-ubuntu

Outra opção é instalar via terminal, no caso do Ubuntu e derivados:

sudo apt install minuet

Para remover o Minuet, instalado via terminal:

sudo apt remove minuet

educação-musical-minuet-kde-linux-musica-software-educacional-exercício

Para quem utiliza Ubuntu, ou tem o Snap configurado, esse novo formato é uma alternativa. Caso ainda não possua o Snap configurado em seu sistema, essa postagem demonstra como é simples esse passo. Se a loja da sua distribuição possuir integração com o Snap, como é o caso do Ubuntu, basta pesquisar por ela e efetuar a instalação do Snap do Minuet.

Se preferir, utilize o comando e instale o Snap via terminal:

sudo snap install minuet

Para remover o Minuet via Snap:

sudo snap remove minuet

A versão em Snap possui o “selinho de oficial” concedido pelo projeto KDE, se julga tal com importante eis a informação. No Ubuntu 18.04, onde efetuei os testes, a versão contida no repositório era a 17.12.3. Já a do repositório Snap, estava na versão 19.04.0.

educação-musical-minuet-kde-linux-musica-software-educacional-snap-snapcraft-ubuntu

No passado existia um app distribuído direto na Google Play, e no site da aplicação existe a opção. Porém, a mesma não se encontra mais na loja do Android e ao clicar no link do Minuet a página do app não existe. Pesquisei no F-Droid atrás do app e também não encontrei. Se pesquisar na internet você até encontra o APK, não indiquei por desconhecer a procedência deste site (melhor não arriscar 😁😁😁).

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Conheça o novo Linux Multimedia Studio

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terça-feira, 11 de junho de 2019

O Linux Multimedia Studio, ou como é chamado “LMMS”, é um software ideal para quem gosta de produzir músicas e usa seu computador em suas criações. Software Livre e multiplataforma, o programa possui versões para Linux, macOS e Windows. Uma ótima alternativa para quem não quer piratear programas como o FL Studio, Logic Pro, Cubase ou quer mais liberdade. Pois, ao utilizar uma ferramenta multiplataforma, você não fica preso a um sistema.

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Com o LMMS, tarefas como criar melodias, utilizar um teclado MIDI para batidas, sintetizar áudio, misturar sons, organizar amostras e muito mais, poderão ser feitas com seu vasto ferramental. A nova versão 1.2, veio recheada de novidades e refinamentos. Seu código foi reescrito, tirando melhor proveito do hardware, seja no uso aprimorado de processamento, menor consumo de memória ou suporte a telas com altas densidades de pixels. Por exemplo, além dos sistemas anteriormente citados, o LMMS 1.2 passou a suportar o OpenBSD (sndio) e o Haiku (BeOS). Houve uma melhora na exportação de arquivos WAV, MP3 e OGG.

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Algumas funcionalidades do LMMS


  • Editor de ritmo;
  • Editor de pistas;
  • Editor de teclado (teclado MIDI);
  • Editor/Organizador de músicas;
  • Mixer de efeitos de som, de até 64 canais;
  • Suporte a complementos nos formatos SoundFont2, LADSPA e VST;
  • 16 sintetizadores incorporados;
  • Emuladores OPL2 Roland TB-303;
  • Emulador SID Commodore64;
  • Emulador NES;
  • Emulador Gameboy e Yamaha e incorporadas ao sintetizador ZynAddSubFX;
  • Suporte multisampling, para os formatos SoundFont (SF2), Giga (GIG) e Gravis UltraSound (GUS);
  • Entre outras funcionalidades…

lmms-linux-midi-audio-workstation-fl-studio-logic-pro-cubase-windows-mac-linux-openbsd-plugins-sons-emulador


Principais novidades da versão 1.2


  • Capacidade de salvar música na forma de um loop de som (opções “-l” e “-loop”);
  • Suporte ao formato Apple MIDI;
  • Gravação automática durante a reprodução;
  • Plugins e patches em um diretório separado;
  • Novo backend de som baseado em SDL usado em novas instalações por padrão;
  • Modo único e uma função de limpeza para canais não utilizados para o FX Mixer;
  • Nova ferramenta Gig Player para reproduzir arquivos no formato Giga Sample Banks;
  • Novo plugin do ReverbSC;
  • Novos add-ons do FX: Equalizador, Bitcrush, EQ Crossover e Echo Multitap.

Instalação do LMMS no Linux


Existem várias formas de se instalar o LMMS, ele está nos repositórios da maioria das distribuições. Entretanto, caso queira a versão mais atual, efetue o download da versão em AppImage, recomendado em seu site oficial. 

lmms-linux-midi-audio-workstation-fl-studio-logic-pro-cubase-windows-mac-linux-openbsd-download-appimage

Não sabe como rodar um app neste formato? Acesse essa postagem e veja como o processo é muito simples.

Caso prefira o bom e velho terminal, utilize os comandos abaixo:

sudo chmod +x lmms.Appimage

Depois execute com o comando:

./lmms.Appimage

Lembrando que você deve estar no mesmo diretório do seu AppImage (via terminal).

No passado tive meus momentos de “compositor”, e o LMMS pode ser um software muito interessante, seja para você amador ou profissional. Veja a entrevista (uma parte dela) que fizemos com Marcos Garcia do canal Vartroy. Você poderá ver o cenário atual da produção musical com software livre e open source.


Gostou do LMMS? É um programa bem completo, e caso tenha interesse na área, creio que é uma ótima escolha.

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