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Dropbox Transfer, o concorrente do Firefox Send, disponível para todos usuários

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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Pensando em transferir arquivos de forma descomplicada? O Dropbox acaba de lançar seu serviço de compartilhamento para concorrer com o Firefox Send e o WeTransfer.

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Serviços de compartilhamento e transferência de arquivos estão cada vez mais se tornando comuns, ainda mais com a crescente onda de trabalhos à distância. E estou falando de todo tipo de trabalho, seja ele remunerado ou alguma atividade em grupo. Transferir arquivos acaba por ser bem prático, ao invés de sempre contar com um pendrive. Melhor estar precavido em casos que o uso de alguma mídia física seja possível, aliás, melhor ter um “plano b” (quem sabe um “c” 😋️😁️😉️). Já em ocasiões em que não é possível utilizar meios físicos, tais soluções são perfeitas.

No lançamento da solução da Mozilla, abordamos em um artigo que você pode conferir acessando este link. Desde seu anúncio de lançamento, venho fazendo uso do Firefox Send, e agora o Dropbox disponibiliza sua alternativa. Serviços destinados à rápidos compartilhamentos, são conhecidos, outro bem famoso é o WeTransfer.

Chamado de Dropbox Transfer, a solução do Dropbox também é gratuito e conta com alguns diferenciais. Depois de um longo período em fase beta, cerca de uns quatro meses, enfim está disponível para todos os usuários. Quando anunciado, comentamos sobre a solução e demonstramos alguns de seus aspectos.

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Para adicionar os arquivos e compartilhá-los com terceiros, é obrigatório possuir uma conta no Dropbox. A mesma pode ser a versão gratuita, já quem recebe o link para download não precisa possuir conta. As transferências têm validade de sete dias após o envio na versão free do Dropbox, para usuários Professional 30 dias, Business Advanced 60 dias e Enterprise ou Education pode durar até 90 dias.

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O tipo de conta também interfere no tamanho máximo de envio de cada arquivo, indo de 100 MB para o básico e aumentando para 2 GB (Plus e Business Standard), chegando aos 100 GB para contas Professional, Business Advanced, Enterprise e Education.

Você pode acessar o anúncio de lançamento no blog oficial do Dropbox por este link.

Para fazer uso do Dropbox Transfer, basta acessar por aqui e logar com sua conta do Dropbox.

O serviço, por enquanto, pode ser acessado via web ou pelo app do Dropbox no iOS. Provavelmente a aplicação desktop e sua versão Android recebam o recurso em breve.

Cada alternativa tem seus prós e contras, como mencionei venho utilizando o Firefox Send e agora tenho mais um para testar e analisar os pontos forte e fracos. 

Usa esse tipo de serviço, o que achou do Dropbox Transfer? Deixe nos comentários sua opinião e participe de nossa comunidade Diolinux Plus para sempre ficar por dentro das novidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Dropbox.


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Mozilla Firefox 70 é lançado com Enhanced Tracking Protection ativado por padrão

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Nesta terça-feira (22), a Mozilla anunciou uma nova versão do seu browser, agora chegando na versão 70.0, com algumas novidades e melhoramentos de recursos.

Mozilla Firefox 70 é lançado com Enhanced Tracking Protection ativado por padrão





No anúncio em seu blog oficial, foram mostradas às seguintes novidades:




Social Tracking Protection (proteção de rastreamento social), que bloqueia cookies de rastreamento entre sites como Facebook, Twitter e LinkedIn, agora é um recurso padrão da Enhanced Tracking Protection.

● Os relatórios para proteções de privacidade passa a mostrar uma visão geral, com detalhes, dos rastreadores que o Firefox bloqueou. Ele fornece relatórios consolidados do Monitor e Lockwise.

● O Lockwise for desktop permite criar, atualizar e excluir seus logins e senhas, assim sincronizando com todos os seus dispositivos , incluindo os aplicativos mobiles Lockwise e os navegadores Firefox.

● Alertas para violação de integrados do Firefox Monitor, alertando quando os logins e senhas salvos são corrompidos online.

● Geração complexa de senhas, para ajudá-lo a criar e salvar senhas fortes para novas contas online.

O anúncio completo você pode conferir aqui.

Para experimentar as novidades do Firefox 70, você pode esperar a sua distro atualizar ele (que não deve demorar muito), ou baixa-lo através do site.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Mais de 800 servidores são removidos da rede Tor

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Tor é um software livre que proporciona navegação e comunicação anônima na internet, redirecionando o tráfego através de vários servidores distribuídos ao redor do planeta, em uma rede de túneis http (com o protocolo de segurança tls) sobrejacente à internet.

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Recentemente o projeto Tor removeu uma quantia considerável de seus servidores, sendo mais de 800 que estavam executando versões desatualizadas e sem suporte do software Tor. Atualmente os servidores da rede ultrapassam mais de 6.000, totalizando aproximadamente 13,5% de servidores desativados.

Cerca de 750 desses servidores removidos, eram responsáveis por intermediar o tráfico na rede enquanto 62 eram de ponto de saída, que ligava a rede Tor na rede mundial de computadores, obviamente depois de ter sua localização verdadeira, redirecionada inúmeras vezes dentro da rede Tor.

Os administradores do projeto Tor planejam não aceitar mais os servidores que não estiverem atualizados, principalmente aqueles que estiverem rodando uma versão EOL (End Of life). Uma atualização do software, lançada em Novembro de 2018, impedirá conexões obsoletas, tudo isso sem intervenção manual.

“Até lá, recusaremos cerca de 800 servidores obsoletos usando suas impressões digitais”, informa a equipe do projeto.

Essa desativação não era uma novidade, afinal, a equipe do Tor informou em setembro que planejavam remover todo e qualquer servidor que não estivesse com as últimas versões do seu software. O número inicial eram de 1.276 servidores, entretanto após o anúncio o número caiu para 800.

Utilizar o software atualizado garante maior segurança e impede o uso de brechas causadas por vulnerabilidades já corrigidas, então prezando pela manutenção e integridade de sua rede os servidores foram removidos.

Manter a consistência e segurança é uma prioridade ao projeto, de modo que os servidores não adequados no padrão de qualidade são desligados.

Você faz uso do Tor? Deixe nos comentários suas experiências ao navegar pela “interwebs”.

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Até o próximo post, segurança sempre é bem-vinda, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Firefox Private Network, o proxy com criptografia da Mozilla

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Recentemente cobrimos o lançamento do Mozilla Firefox 69 e sua novidades, parece que a Mozilla não perde tempo e já está testando um novo serviço para seu navegador web. Conheça o Firefox Private Network.

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Ainda não é uma VPN provinda da Mozilla, em primeiro momento pensei o mesmo. No entanto, trata-se de um proxy com criptografia. Além disso, o serviço oculta seu endereço IP substituindo por outro. A criptografia do Firefox Private Network é oriunda da gigantesca CloudFlare, que também é utilizada por outros aplicativos famosos, como por exemplo, o Discord.

A solução da Mozilla é ótima para cenários em que o cuidado deve ser redobrado. Afinal, utilizar seu dispositivo em uma rede pública pode gerar transtornos e em casos mais severos afetar o “bolso” ou sua privacidade. O intuito é criar de fato uma “rede privada”, protegendo seus usuários de eventuais rastreios na web, e demais problemas ocasionados por não tomar as devidas precauções.

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O Firefox Private Network está em fase beta no famoso programa de testes da empresa, o Test Pilot, sendo que apenas usuários dos Estados Unidos poderão fazer uso da extensão. Sua gratuidade é temporária, sendo informado pela empresa que essa versão beta oferece gratuitamente o serviço, mas por tempo limitado.

É notório o esforço empregado pela Mozilla para se sustentar, não dependendo apenas de doações, com investimentos em soluções como, o Firefox Premium e desenvolvendo serviços que agregam e atraem mais usuários a sua plataforma (Firefox Send é um deles).

Provavelmente o Firefox Private Network será incorporado nas versões futuras do navegador Firefox e estará disponível em outros países, porém, como bem diz a empresa: “sua gratuidade é por tempo limitado”.

Para mais detalhes acesse a página do serviço de proxy da “raposa de fogo”.

Você utilizaria a rede privada da Mozilla, melhor ainda, pagaria pelo serviço?

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Até o próximo post, compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Mozilla.
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Navegador Vivaldi chega ao Android

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Com seu famoso slogan “Vivaldi: O navegador que coloca você no controle”, o browser é conhecido por possuir diversas features (que em outros navegadores exigem a instalação de algum plugin) e nestes anos de existência passou a concorrer diretamente com o Opera.

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O cenário de navegadores web é vasto, seja nas plataformas mobiles ou desktop. O Vivaldi demorou, mas enfim adentrou no mundo Android. Não espere o mesmo número de recursos no Android, comparado a sua versão para PC, ao menos neste primeiro momento.

Veja a entrevista que tivemos há algum tempo com o fundador e atual CEO do Vivaldi Jon von Tetzchner, e saiba mais sobre o conceito/premissa do browser.


Alguns destaques dessa versão mobile são:

  • Sincronização de dados: Mantenha marcadores, senhas, notas e mais. Sincronizados entre seus dispositivos com encriptação ponto-a-ponta;
  • Favoritos em um toque: O “Speed Dial”, assim como na versão para desktops, também está presente. Você pode personalizar as páginas favoritas e sempre ao abrir uma nova aba, o Speed Dial estará presente para acesso rápido;
  • Notas: O Vivaldi permite a criação de notas, sem necessidade de abrir um novo app;
  • Captura de páginas: Você pode capturar apenas as áreas visíveis de um site ou toda página;
  • Navegação privada: Durante a navegação com guias privadas, pesquisas, sites visitados, cookies e arquivos temporários não são gravados pelo Vivaldi;
  • Pesquisa instantânea: Use apelidos no campo de endereço para trocar rapidamente o mecanismo de pesquisa. Por exemplo, digite “w” para Wikipédia ou “d” para acessar o DuckDuckGo (inclusive fizemos uma matéria sobre o buscador DuckDuckGo, acesse e saiba mais).

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O navegador está em fase beta na Google Play, e você pode adquirir o app gratuitamente por esse link ou via QR-Code.

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Para mais detalhes, acesse a página oficial do Vivaldi e saiba mais sobre suas features. 

Também escrevemos uma matéria sobre o novo Firefox para Android, caso esteja curioso, segue o link.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Vivaldi.
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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

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Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Mozilla Firefox 69 é lançado com várias melhorias na performance

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

O Navegador Mozilla Firefox chegou na versão 69 e conta com algumas melhorias bem interessantes acrescentadas nesta versão.

Mozilla Firefox 69 é lançado com várias melhorias na performance






Um dos mais famosos Navegadores (Browsers) da Internet, o Mozilla Firefox, vem carregando a bandeira da “preservação da sua liberdade” na internet, implementando vários mecanismos e ferramentas no seu navegador para isso. E nessa versão não seria diferente.

Podemos começar com duas implementações que foram aprimoradas desde a versão 42, que é: o Bloqueio de Reprodução de vídeo e o Rastreamento na Internet.

A primeira função, agora bloqueia a reprodução automática de qualquer vídeo, mesmo se ele não reproduzir som.

A segunda se refere sobre o rastreamento na internet. Agora a Proteção Avançada de Rastreamento [Enhanced Tracking Protection (ETP)] será ativada por Default (Padrão) para todos os usuários. Antes era somente para os usuários novos.

Segue uma lista das  demais novidades listadas no blog da Mozilla:


A Enhanced Tracking Protection (ETP) tem novas versões de proteções para privacidade mais fortes:

● A configuração default para esse recurso agora bloqueia cookies de rastreamento de terceiros e cryptominers.

● A configuração opcional “Rigoroso” bloqueia as impressoras digitais, bem como os itens bloqueados na configuração padrão.

● Adicionado o suporte para vários codecs de vídeo, facilitando assim os serviços de conferência WebRTC, podendo mesclar diferentes clientes para vídeo

● Para usuários nos EUA ou usando o navegador em en-US, está sendo exibida  uma nova experiência na página "Nova guia", sendo ofertado aos usuários desta região, o conteúdo do Pocket (serviço comprado pela Mozilla).

Para maiores detalhes desta versão, você pode acessar aqui ou aqui.

Essa versão ainda não chegou nos repositórios das distros, mas não tem problema, você pode baixa-lo aqui e executar o binário do Firefox 69, que é bem simples. Salve ele na pasta Downloads, depois extraia o arquivo TAR.BZ2 e navegue até o binário. Aí é dar permissão no arquivo e usufruir a nova versão do Firefox 😁.



Vale lembrar, que se você preferir “rodar” pelo binário, os seus favoritos, senhas e afins não serão “puxados automaticamente”, só se você utilizar a sincronização da Mozilla. A tela inicial agora está sendo assim até o momento.



[UPDATE] A nova versão já está chegando nos repositórios das distros. Então se preferir, é só dar um update e usufruir do novo Mozilla Firefox 😁.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Google mais rígida com as regras para extensões do Chrome

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terça-feira, 30 de julho de 2019

A poderosa Google, por meio do Projeto Strobe, vem revisando o acesso de desenvolvedores e suas extensões de terceiros a dados pessoais. No mês de Maio, medidas contra táticas de instalação fraudulentas foram anunciadas, e tais políticas entrariam em vigor em Outubro.

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Na terça, dia 23 de Julho, foram anunciadas duas novas políticas da Chrome Web Store. Os desenvolvedores que quiserem manter suas extensões na loja da Google, necessariamente terão que se enquadrar nas novas diretrizes até o final do ano. Por exemplo, no passado os desenvolvedores apenas eram incentivados a solicitar a menor quantidade de acesso de dados para suas extensões. Com a nova regra, todas as extensões de terceiros serão obrigadas a utilizar o mínimo desse acesso de dados. A medida visa combater extensões abusivas que capturam dados demasiados com outras finalidades. Outro aspecto é que extensões de terceiros ao utilizarem dados com foco em comunicações pessoais e conteúdo fornecido pelo usuário, devem publicar políticas de privacidade. Anteriormente apenas os complementos do Chrome que manipulam esses tipos de dados cumpria tal regra.

“É claro que as extensões devem continuar a ser transparentes na forma como lidam com os dados do usuário, divulgando a coleta, o uso e o compartilhamento desses dados.”, diz a postagem sobre as novas políticas. 

Informações com a data para regularização das extensões de terceiros também foram estipuladas.

“Depois de 15 de outubro de 2019, os itens que violarem essas atualizações da política de dados do usuário serão removidos ou rejeitados do Web Store e deverão se tornar compatíveis para serem restabelecidos. Continuaremos a tomar medidas sobre violações da Política de dados do usuário em sua forma atual”.

A Google também forneceu algumas diretrizes aos desenvolvedores que auditam suas extensões em seu navegador. Para mais detalhes acesse o comunicado oficial no blog do Chromium

Se você pretende desenvolver alguma extensão para o Google Chrome, talvez seja interessante a leitura de alguns requisitos exigidos pela empresa, segue o link.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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4 Alternativas de navegadores open source que vale a pena utilizar

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Navegador web é quase como um time de futebol, cada um tem sua torcida organizada (😁😁😁). O intuito dessa postagem não é inflamar os comentários, ou dizer que um é superior ao outro. Apenas irei demonstrar que existem ótimas alternativas de código aberto, ficando ao seu encargo testar e ver qual melhor se adapta ao seu cotidiano. Sem mais delongas vamos para “listinha”:

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Alguns browsers contidos nesta lista são de conhecimento da maioria dos usuários, estou falando de você Firefox! (😋😋😋) No entanto, alguns usuários poderão se surpreender e conhecer novos navegadores. O intuito é justamente esse, estimular sua curiosidade a testar algo desconhecido. Alguns navegadores estarão disponíveis no formato Snap. Assim sendo, caso queira instalar algum app que faça uso dessa tecnologia, existe a necessidade de ter o Snap configurado em seu sistema. Acesse essa postagem, se ainda não o fez. Lembrando que o Snap no Ubuntu já vem por default. 

Mozilla Firefox


Começo a lista com o tão amado Firefox, a raposa de fogo companheira de muitos que estão lendo essa postagem. Não poderia fazer uma seleção com meus 4 navegadores open source favoritos, sem ao menos mencionar ou listar o Firefox. Inclusive, recentemente sua versão 68 veio repleto de novidades. Acesse a postagem escrita pelo Ricardo (O Cara do TI) e saiba mais. O Mozilla Firefox é distribuído sob a licença MPL 2.0, e você pode acessar o Github da Mozilla e ver todas as tecnologias empregadas no navegador.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-firefox

Você pode instalar o Mozilla Firefox facilmente em sua distribuição pesquisando na loja de sua distro, ou instalando via terminal. No Ubuntu, por exemplo:

sudo apt install firefox

Se usa alguma distribuição que não disponha as últimas versões do Firefox, você pode instalar sua versão em Snap.

sudo snap install firefox

Chromium


Outro conhecido é o Chromium, infelizmente, alguns usuários espalham erroneamente que ele é um vírus. O cúmulo dessa “estória” foi ouvir isso da boca de “técnicos” e diversos tutoriais na internet, ensinando como remover o navegador do Windows. Mal eles sabem que o Chromium é a base do Google Chrome, e diversos outros navegadores, inclusive, o novo Microsoft Edge. O Chromium é distribuído sob a licença BSD (3-Clause). Você pode acessar seu mirror oficial no Github por este link

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-chromium

O Chromium está na maioria das distribuições, no Ubuntu você pode instalar pela loja ou via terminal:

sudo apt install chromium-browser

Também existe a possibilidade de instalar o navegador via Snap em sua distribuição.

sudo snap install chromium

Brave


O Brave ganhou popularidade por conta de suas features oferecidas por padrão. Visando uma maior privacidade, o navegador traz embarcado ferramentas que visam bloquear o rastreio indesejado de sites e anúncios. O Brave é distribuído sob a licença MPL 2.0, acesse seu Github por este link. Temos um tutorial demonstrando como instalar o navegador, você pode aprender com essa postagem.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-brave

Você pode instalar o Brave via Snap, no link anterior existem outras maneiras.

sudo snap install brave

Falkon


Incubado pelo Projeto KDE, o Falkon é um navegador desenvolvido em Qt. No passado alguns poderiam conhecer o projeto por outro nome, QupZilla, após apoio da comunidade KDE, o navegador recebeu um novo nome e redesign. Quem sabe num futuro ele se torne o navegador padrão do Plasma, isso só o tempo dirá (😁😁😁). Temos uma postagem falando sobre o Falkon, caso esteja interessado, acesse e saiba mais sobre o navegador. O Falkon é distribuído sob a licença GPL 3.0, caso queira, este é o link para seu Github.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-kde-falkon

O Falkon está na maioria das distribuições, basta pesquisar em sua loja ou instalar via terminal, no Ubuntu basta utilizar esse comando:

sudo apt install falkon

Sua versão em Snap pode ser utilizada em sua distro, e sempre está nas últimas versões.

sudo snap install falkon

Recomendo fortemente o teste das aplicações aqui sugeridas, e caso conheça outras soluções de código aberto que sejam interessantes, não deixe de compartilhar.

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Mozilla lança novo navegador para o Android

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sábado, 29 de junho de 2019

Recentemente noticiamos sobre os novos rumos que a Mozilla vem traçando, mudando a identidade visual de suas soluções e planejando novos serviços. Agora, a investida é introduzir um novo e reformulado navegador para plataforma Android e substituir seu atual app do Firefox.

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Intitulado “Firefox Preview” a nova aplicação da “raposa de fogo”, voltada a navegação web no Android, está em fase de “teste piloto”. O curioso que a lista de navegadores web da Mozilla para Android, só cresce. São diversos programas: Firefox, Firefox Focus, Firefox Lite e enfim, Firefox Preview. 

Com uma interface de usuário minimalista e totalmente reformulada, o novo browser promete ser até 2 vezes mais rápido que seus antecessores e não ser tão dependente da Google. Isso porque o novo mecanismo de navegação do Preview é próprio da Mozilla, o GeckoView. Anteriormente o “motor” utilizado era o Blink, do Chromium, utilizado no Google Chrome e outros navegadores baseados nele. Outras aplicações da Mozilla já utilizavam o GeckoView, como o Firefox Reality e o Firefox Focus. Essa escolha permite a utilização de suas próprias APIs e maior controle.

“Enquanto todos os outros principais navegadores do Android hoje são baseados no Blink, portanto, refletem as decisões do Google sobre dispositivos móveis, o mecanismo GeckoView do Firefox garante a independência de nós e de nossos usuários”, afirmou a Mozilla em seu blog oficial.

Firefox Preview o futuro do Firefox no mobile


A competitividade entre Firefox e Chrome torna-se mais acirrada, possibilitando maior gama de escolha ao usuário, ao invés, de mais do mesmo. O Firefox Preview por padrão bloqueia os rastreadores. Isso possibilita uma navegação mais rápida, pois, esses anúncios segmentados não irão influenciar o tempo de carregamento das páginas. A gerente de produtos sênior do Firefox Mobile, Vesta Zare, conclui: 

“As melhorias de velocidade são impulsionadas em grande parte pela proteção abrangente de rastreamento que está ativada por padrão no Firefox Preview”.

A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android, assim o Firefox Preview ocupará sua atual posição. No momento o app não conta com o idioma Português, no entanto, isso não dificultou a minha utilização, pois a interface é intuitiva.

Um pouco do Firefox Preview


Ao iniciar o navegador pela primeira vez, configurações iniciais são indicadas para serem feitas, como: conectar-se ao serviço do Firefox (permitindo acesso do histórico, favoritos, senhas entre as diversas plataformas), tema.

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A possibilidade de desativar o bloqueio de rastreadores, indicativo da navegação anônima e o termo de privacidade.

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Algo que chamou minha atenção foi a localização da barra de buscas (ou URL). A mesma fica na parte inferior do app, e navegando utilizando apenas uma mão, é muito confortável e acessível.

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A visualização das abas abertas e adição de novas, também é bem intuitivo.

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Durante a navegação não identifiquei eventuais bugs ou lentidão, entretanto, fique avisado que o app não possui todas as opções, comparado ao “seu antecessor”. Digamos, que as principais “que o povão usa”, estão todas ali. Claro, que isso num aspecto geral, evidentemente com o tempo, novos recursos vão compor o app.

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A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android e focar no desenvolvimento e amadurecimento do Preview, caso tenha interesse em testar o navegador, acesse este link. Ele te levará diretamente à Google Play Store.

Já testou o Firefox Preview? Espero que esse não seja mais um app “Firefox’ a ser descontinuado”, afinal, quanto mais concorrência, melhor. 

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Teste a velocidade da sua internet com a ferramenta oficial da Netflix

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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Tem dias que a nossa internet parece uma carroça, e muitos não sabem como verificar a velocidade atual da conexão. Para essa tarefa irei demonstrar uma ferramenta muito interessante, desenvolvida pela Netflix. Outra possibilidade é utilizar o terminal Linux para efetuar tais testes, mas não vou abordar esse método neste post, para isso acesse essa outra matéria e verá o quão prático é o terminal. Famosa por seus filmes e seriados a Netflix é uma das gigantes da web, e sua ferramenta é muito útil.

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O legal nesta dica é a possibilidade de efetuar o teste indiferente de seu sistema operacional, seja Windows, macOS, Linux, Android ou o que for. Baseado na web, basta abrir seu navegador de internet e efetuar o teste direto do site da ferramenta “Fast”. Seu uso é simples e intuitivo, sem dificuldade alguma no teste. Aliás, ao abrir o site “fast.com” o teste ocorre automaticamente, sem a necessidade de clicar em algum botão. 

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Caso queira reiniciar o teste, clique no botão “reiniciar” (uma seta circular). Já no botão “Mostrar mais informações”, detalhes estarão visíveis como: Latência, velocidade do upload, tamanho dos arquivos do teste e mais.

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Em “Configurações” outros ajustes do teste poderão ser refinados, como: O mínimo e máximo de conexões paralelas, duração do teste, medir a latência carregada durante o upload, mostrar as métricas etc.

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O Fast ainda conta com a possibilidade de postar o teste da velocidade de sua conexão em redes sociais, Facebook e Twitter.

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Agora ao efetuar testes em sua velocidade de conexão, experimente a ferramenta da Netflix, por não conter inúmeras propagandas atreladas ao site, o teste poderá ser bem mais preciso, afinal, nenhuma banda estará em utilização com a publicidade destes banners.

Gostou da ferramenta da gigante do streaming de vídeos? Para acessar e efetuar seu teste basta clicar neste link ou digitar na barra de endereço de seu navegador “fast.com”. Só um adendo, o Fast possui uma aplicação em Snap que pode ser utilizada via terminal, entretanto, seu funcionamento só possui a opção de verificar a velocidade do download. Algo simples demais e que não “justifica” a instalação de uma Snap, porém, se deseja conferir o app, acesse este link.

Conhecia o Fast? (Não estou falando do FastOS hein! 😁😁😁). Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus.

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Novo Microsoft Edge, baseado no Chromium, pode estar chegando ao Linux

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Na Build 2019, conferência para desenvolvedores da Microsoft, a empresa realiza vários painéis, e um desses era sobre o progresso do novo navegador Edge, que vai utilizar o Google Chromium como base, como noticiamos ano passado.


 Novo Microsoft Edge, baseado no Chromium, pode estar chegando ao Linux






Quem obteve esse slide, foi o pessoal do site Neowin. Podemos ver claramente abaixo que o Linux (Desktop) está nos planos. Antes já estava certo que o novo Edge estaria presente nas plataformas Windows (7, 8.1 e 10), no macOS e nas plataformas mobiles, como o Android (Linux) e iOS. Agora podemos ter o Linux (desktop) também suportado.




O vídeo abaixo, é como a Microsoft pensa na utilização do Edge pelas pessoas.

        


Segundo o site Neowin, versões para macOS e Linux são importantes, pois uma grande parte dos devs para web utilizam essas plataformas. Como a Microsoft quer ter o seu navegador no máximo de lugares possíveis, essa estratégia de lançar em todas as plataformas não é de se estranhar.

Mesmo sendo a “última” plataforma a receber o Edge, creio que quando for lançado, será no formato Snap e talvez nos “tradicionais” .deb e .rpm.

Para mais detalhes, acesse o post no blog oficial.

No vídeo que lancei no final do ano passado (28/12/2018), tinha falado que muito provavelmente o Microsoft Edge viria para o Linux, assim como o pacote Office também. Quem sabe né (lol). Você pode conferir logo abaixo.

        

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Veja como instalar o navegador Brave no Ubuntu e Linux Mint

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quarta-feira, 27 de março de 2019

Brave é um dos navegadores para internet mais populares para quem deseja ter privacidade na hora de navegar nos sites. Ele conta com bloqueadores de anúncios e rastreio dos sites, de forma nativa. Hoje vamos mostrar como instalar ele no Ubuntu e Linux Mint.


 Veja como instalar o navegador Brave no Ubuntu e Linux Mint





O Brave tem uma forma de instalar um tanto quanto “”peculiar”” em relação aos outros navegadores, que ou estão nas lojas das distros ou estão disponíveis em algum formato de pacote, de forma oficial como .deb; .rpm; Snap; Flatpak ou AppImage.



No caso dele, temos dois métodos para instalação Um que você vai precisar utilizar alguns comandos no terminal que é a forma “oficial” (mas nada tenebroso ou complicado rs) e a outra é via Snap, que é mantido pela comunidade e ainda não sendo uma forma oficial, mas com “aval” da Brave. Bom, vamos para a instalação.

Para instalar via terminal pressione Crtl+Alt+t ou procure no menu da sua distro por “Terminal”. Depois disto é só digitar ou copiar e colar os seguintes comandos, sempre prestando atenção nos espaços e nas letras maiúsculas e minúsculas, pois pode dar erro. Este método é para o Ubuntu 16.04 ou superior e Linux Mint 18 ou superior.

curl -s https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/brave-core.asc | sudo apt-key --keyring /etc/apt/trusted.gpg.d/brave-browser-release.gpg add -

source /etc/os-release

echo "deb [arch=amd64] https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/ $UBUNTU_CODENAME main" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/brave-browser-release-${UBUNTU_CODENAME}.list

sudo apt update && sudo apt install brave-keyring brave-browser -y


Se ocorrer erros, consultar o GitHub do Brave para solucionar, acessando aqui.

E a segunda forma é via Snap, que na própria page já avisa que é mantida pela comunidade e de forma “não oficial” ou “unofficial”. Mas antes de instalar ele via Snap, se você não usa Ubuntu e suas flavours e derivados, veja nesse tutorial de como ativá-lo em sua distro. Se estiver no Ubuntu e seus derivados que tiverem o snap já habilitado, basta procurar na “lojinha de apps” por Brave e instalar ele. Mas se você preferir instalar via terminal, também dá e é super simples, com o terminal aberto basta digitar ou copiar e colar o comando abaixo, e esperar o término da instalação.

sudo snap install brave

Depois é só procurar pelo navegador no Menu da sua distro e desfrutar do navegador. 😉

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o "Brave" lá no nosso fórum.

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Extensão da Google oculta comentários tóxicos da internet

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quinta-feira, 21 de março de 2019

Na internet é comum vermos os famosos haters, que significa: “um ser mal amado, invejoso, que não tem mais nada de bom para fazer, que persegue e tece comentários tóxicos não agregando em nada” (😓😞😒), digamos que não seja esse o significado literal, mas creio que você entendeu a lógica da coisa, isso se é possível entender uma mente “tão evoluída”. Nos tempos atuais ficou cômodo apontar os defeitos, ou simplesmente distribuir ódio gratuitamente e convenhamos, atrás de uma tela todo hater é “machão”, mas Cara a Cara, é um singelo e delicado poodle. (😁😁😁)

google-chrome-tune-extensão-hater-comentário

Visando uma experiência de navegação mais saudável, a Google está desenvolvendo uma extensão para seu navegador Google Chrome, que permite ocultar certos tipos de comentários, com filtros moderados ou a invisibilidade completa deste tipo de conteúdo.

Também existe o modo oposto, que dá foco a esse tipo de mensagem, entretanto não é algo recomendável, aliás os haters são especialistas em destruir, e abster-se de tais coisas é o melhor a se fazer. 

O foco da extensão são nos 4 sites mais utilizados no mundo: Youtube, Twitter, Facebook e Reddit e o Disqus, a mesma plataforma centralizada de discussões que utilizamos nos comentários do blog Diolinux. Não ficou claro se a Google pretende estender essa funcionalidade à outros sites, ou até mesmo, possibilitar a integração de tal extensão com outros browsers (creio que seja algo exclusivo do Chrome, porém isso é apenas uma especulação).

Chamado de “Tune”, a extensão ainda é experimental e conta apenas com suporte ao idioma Inglês, ao instalar em um navegador em língua portuguesa, o mesmo identifica todos os comentários como ofensivos, ocultando-os.

google-chrome-tune-extensão-hater-ocultar-comentário-toxico-youtube-facebook-twitter-reddit-disqus

Uma iniciativa da Google Jigsaw, uma unidade da Alphabet que foca na tecnologia para um mundo melhor, o Tune é parte de uma pesquisa de inteligência artificial, que utiliza-se da API Perspective, que aprende com conversas humanas e depois de analisá-las, chega a um resultado melhor, com isso a inteligência artificial consegue criar filtros e estipular quais são os comentários impróprios, com base em seu aprendizado. 

Outro ponto interessante, é que o Tune não armazena nenhum dado do usuário. Com seus modos de “proteção”, pode acabar se tornando um ótimo aliado para o uso de tais redes sociais por crianças, ou quem não quer perder tempo com comentários tóxicos.

Particularmente vejo com bons olhos iniciativas como essas, porém uma discussão que pode entrar em tópico é referente a liberdade de expressão de quem faz tais comentários, no entanto, perceba que os comentários permanecerão, a extensão apenas possibilita a não visualização deles, e se o tópico é liberdade, convenhamos que os usuários também têm o direito (à liberdade) de abster-se dos haters ou comentários inapropriados.

A internet é algo relativamente novo, e parece que a humanidade ainda não aprendeu a lidar com o mundo virtual, ética e respeito nem sempre permeiam os mares da web. 

E você o que achou disso tudo? Usaria a extensão quando a mesma estivesse pronta?

Continue a discussão sobre essa nova extensão do Google no nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima postagem, e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Mozilla lança o Firefox Send, com criptografia de ponta a ponta

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quarta-feira, 13 de março de 2019

Nesta terça-feira (12), a Mozilla apresentou uma ferramenta nova para compartilhar arquivos de forma segura, com criptografia de ponta a ponta e gratuita. O anúncio foi feito no seu blog. Esse serviço é o Firefox Send.

Mozilla lança o Firefox Send, com criptografia de ponta a ponta






A Mozilla sempre foi defensora da privacidade e segurança dos seus usuários, tanto que lançou ferramentas, como complementos, que impedem o rastreio dos sites e bloqueadores de anúncios, de forma nativa para o seu navegador, o Firefox, entre outras.

E seguindo nessa mesma trilha, a Mozilla lança o serviço de compartilhamento de arquivos um pouco diferente do habitual. É o Firefox Send.

O serviço consiste em anexar um arquivo de até 1 GB na página inicial, mas se você possuir uma conta na Mozilla este limite chega a 2,5 GB. E quando você faz o upload nesse site, você tem uma tela onde aparece qual arquivo está anexado, o tamanho que o arquivo final vai ter, além de possuir as opções para expirar o arquivo. Nesse campo, você pode escolher se o arquivo ou arquivos “upados” vão expirar depois de 1 download ou 100, esse é o limite para downloads, ou se vai expirar depois de algum tempo, que pode variar entre 5 minutos a 1 semana (7 dias). Podendo também proteger com uma senha, que é altamente recomendado pela Mozilla, assim tornando o arquivo um pouco mais seguro (contando com a criptografia de ponta a ponta).

Feito isso e esperado o processo de upload,um link será gerado  e você poderá disponibilizá-lo para alguém baixar o conteúdo ali contido, a pessoa que receber o link não precisa ter conta na Mozilla. O Código do projeto está hospedado no GitHub, que você pode acessar aqui.

No vídeo abaixo, você pode ver como funciona o Firefox Send.

            


Vale ressaltar, que o serviço não tem a possibilidade de “ver” se o destinatário abriu o link. Mas isso é “o de menos”, pois o propósito do serviço é não rastrear ninguém mesmo. 😜

Para acessar o serviço, basta clicar neste link.
Conte-nos nos comentários, o que achou deste novo serviço da Mozilla e se vai testar ele.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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