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Emulador de Nintendo Wii U no Linux

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O Nintendo Wii U não foi um super campeão de vendas da Nintendo, não caindo nas graças do povão. No entanto, a plataforma possui jogos incríveis, e você dono de um Wii U sabe muito bem de quais games estou falando (😋️😋️😋️). Se por algum motivo você quer se divertir jogando os títulos de Wii U em seu computador, especificamente no Linux, eis como proceder.

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Atualmente existem dois emuladores de Nintendo Wii U, o Decaf-emu e o Cemu. Sendo o primeiro software livre e o segundo proprietário. No momento apenas o Decaf-emu possui versão nativa para Linux, porém, o Cemu pode ser executado facilmente no sistema do pinguim. Vamos demonstrar a instalação deste emulador no Linux.

Alguns podem fazer a seguinte pergunta: “Porque não indicar o Decaf-emu?”. O Decaf-emu parece ser promissor, mas sua performance ainda não é comparável a do Cemu e o emulador sofre de alguns problemas. Uma curiosidade é que alguns desenvolvedores do Cemu “trocam figurinhas” com o pessoal do Decaf-emu, de modo a amadurecer o projeto e auxiliar em seu desenvolvimento. Outro ponto interessante é a adoção do Vulkan que está há algum tempo sendo implementada e testada no Decaf-emu, algo que acabou refletindo no Cemu. 

Os desenvolvedores do Cemu passaram a estudar a implementação do Vulkan, e já foi lançada uma versão exclusiva para apoiadores do projeto, que contribuem com 5 dólares via Patreon, com o desenvolvimento inicial utilizando a API. Um passo importantíssimo para usuários de GPU AMD no Windows (que não possuem uma performance equivalente, comparado à GPUs NVidia no sistema da Microsoft), e quem sabe acabe refletindo para os usuários Linux. Os desenvolvedores do Cemu já demonstraram interesse para disponibilizarem seu emulador para Linux, porém, afirmavam que o projeto ainda não estava maduro suficientemente para tal empreitada. Com a implementação do Vulkan, sendo uma alternativa ao OpenGL, quem sabe os testes para Linux estejam se aproximando (não custa nada sonhar 😁️😁️😁️). Enquanto isso, irei demonstrar a instalação da versão para Windows.

Cemu via Lutris


Existem diversas maneiras de se utilizar o Cemu no Linux, uma das mais práticas é via Lutris. Obviamente, por ser uma aplicação destinada ao Windows, teremos que instalar o Wine (responsável por executar programas desenvolvidos para o sistema da MS).


Com tudo configurado, e com o Lutris instalado, abra o Lutris e em sua caixa de pesquisa digite: “Cemu” e clique em “Search Lutris.net” (para pesquisar no site da aplicação). Não se assuste se o resultado não for de imediato, aguarde alguns segundinhos.

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Selecione o Cemu, depois clique no botão “Install” e aguarde todo processo.

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Outro modo, é abrindo diretamente em seu navegador o site do Lutris, pesquisar pelo Cemu ou acessar diretamente por este link, e clicar no botão “Install”.

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Uma janela abrirá, perguntando se quer executar aquela requisição via Lutris, clique em “Abrir Link” e no Lutris instale o emulador.

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Agora o Cemu já estará instalado em seu sistema e com o adicional do Cemu Hook, um complemento que auxilia na execução dos jogos. Mas, nem sempre o script de instalação do Lutris acompanha as últimas versões do emulador, entretanto, não se preocupe. Podemos contornar esse “probleminha”, facilmente. Conforme você pode observar no link da página do Cemu no Lutris, que deixei logo acima, perceberá que existem duas versões disponíveis do emulador (Cemu 1.15.8 e Cemu 1.15.11). Indo no site do Cemu, a última versão para download é a 15.11.12b (16/08//2019).

O que fazer? Baixe a última versão do site, descompacte o arquivo. Copie o conteúdo e substitua pelo emulador do Lutris. Para acessar os arquivos do Cemu via Lutris, clique sobre o ícone do Cemu no Lutris com o botão direito do mouse e vá à opção “Browse files”. O diretório será aberto em gerenciador de arquivos. Substitua os arquivos pelos que baixou do site do Lutris. A cada nova versão, repita o procedimento.

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Lembrando que devido à instalação do Cemu via Lutris, o Cemu Hook continuará habilitado. Não precisa renomear os diretórios ou algo do tipo.

Em meu canal (OSistemático) demonstrei como efetuar a instalação do Cemu + Cemu Hook via PlayOnLinux. No entanto, a forma demonstrada via Lutris é muito prática e economiza diversos passos. Se por algum motivo prefere via POL, veja o vídeo abaixo (também demonstro as configurações do Cemu).


O Cemu é um emulador fantástico, mas os jogos de Wii U exigem um hardware voltado a jogos. Claro, que você poderá testar em sua máquina. A critério de comparativo, o Super Smash Bros é executado em 60fps (com pequenas quedas) em uma APU AMD A10 7890k no Ubuntu 18.04 (GNOME), sem placa de vídeo dedicada. Alguns ajustes podem ser feitos para melhor performance de cada título em particular, na internet existem inúmeros vídeos demonstrando o passo a passo.

Conforme os requisitos do site do Cemu, a utilização de uma placa de vídeo AMD ou NVidia é um dos requisitos e em alguns casos, as APUs AMD conseguem executar determinados jogos. Se possui uma máquina modesta, vale o teste, mas não espere muito.

Você poderá utilizar o Cemu via POL, Lutris ou diretamente no Wine. O intuito deste tutorial é auxiliar os iniciantes e demonstrar que o procedimento pode ser feito via interface gráfica e de forma bem simples.

Até o próximo post, e tenha uma boa jogatina, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Lutris, Cemu, Decaf.
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Conheça o emulador de Nintendo DS, melonDS

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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Não vou negar que sou um apaixonado por portáteis e já tive a oportunidade de possuir a maioria deles. No entanto, nem todos os meus consoles estão em perfeito estado (ou ainda “vivos”). É aí que entra outra paixão que possuo, os emuladores.

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melonDS é um emulador de Nintendo DS, um dos portáteis mais importantes da indústria dos games. Desculpe a minha empolgação, mas falar do DS me remete a minha adolescência, época em que corria atrás para comprar meus consoles e games (servente de pedreiro, várias gambiarras, vendas e até mesmo o meu início em TI).

Muitos leitores irão citar o DeSmuME como uma alternativa aos seus jogos de Nintendo DS. Concordo que o emulador é muito bom, entretanto, desde 2015 não é lançada uma nova versão em seu site. Atualmente gosto de utilizar o DeSmuME modificado (poderei criar uma postagem sobre) e o melonDS.

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Comparado ao DeSmuME, o melonDS é um novato, porém o emulador é promissor e vem recebendo dia após dia novas funcionalidades. Além da performance e recursos gráficos em torno de sua emulação. Atualmente utiliza como renderizador gráfico o OpenGL, mas com o desenvolvimento acelerado do programa, não duvido que o Vulkan se torne uma nova opção. Alguns recursos do emulador, de forma bem resumida, são:

  • Núcleo quase completo (CPU, vídeo, áudio, …);
  • Renderizador OpenGL, upscaling 3D (permitindo escalar a resolução nativa do DS, aumentando em até 8x); 
  • Simula partes do hardware, como o RTC (relógio interno do DS), microfone, tampa fechada / aberta; 
  • Suporte a joystick;
  • Savestates;
  • Vários modos de posicionamento / dimensionamento / rotação de exibição da tela do jogo; 
  • (WIP) Wifi: multiplayer local, conectividade on-line (requer a “libpcap”, para seu funcionamento); 
  • Versão Windows e Linux;
  • Software livre sob licença GPL3 (acesse o github do melonDS);
  • E muito mais está planejado. 

Recursos que serão implementados no futuro:


  • Emulação do Nintendo DSi;
  • Gráficos 3D com pixels perfeitos;
  • Aprimoramento da libui e a interface do emulador;
  • Suporte para renderizar telas separadamente;
  • Emulação de addons;
  • Entre outras funcionalidades (depurador, visualizadores de gráficos, cheat crapo, etc).

Recursos que também estão planejados, mas em segundo plano:


  • Melhorias no wifi;
  • Emular flashcarts ou outro hardware sofisticado;
  • Compatibilidade big-endian (Wii, etc);
  • Tempo de atualização do LCD (usado por alguns jogos para mesclagem de efeitos);
  • Recursos relevantes sugeridos pelos usuários do melonDS.

Novidades, aprimoramentos e mais informações sempre estão disponíveis no site oficial do melonDS. Seu desenvolvimento e lançamentos constantes, são características que me animam neste projeto. Afinal, se algo continua em desenvolvimento, significa que cada vez o emulador se tornará mais maduro e completo, enquanto, algo estagnado não oferece possíveis melhorias.

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Como baixar o melonDS


Para obter as últimas versões do melonDS, basta efetuar o download diretamente de seu site oficial. Tanto a versão Windows, como Linux são executáveis. Não é necessário instalar a aplicação em seu sistema. Todavia, para seu funcionamento alguns arquivos são exigidos.

O melonDS requer cópias da BIOS / firmware de um DS. Arquivos necessários:

  • bios7.bin, 16 KB: BIOS ARM7
  • bios9.bin, 4KB: BIOS ARM9
  • firmware.bin, 128/256 / 512KB: firmware

Para utilizar o emulador será necessário esses 3 arquivos, vindouros de um DS original ou DS Lite. Por motivos óbvios não podemos disponibilizar os arquivos aqui no blog Diolinux. Adicione os arquivos junto ao executável do melonDS e o emulador funcionará normalmente.

Lembrando que no Linux você tem que dar a permissão de execução do melonDS. Clique com o botão direito do seu mouse sobre o executável do melonDS. Vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque o checkbox.

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Mesmo com a interface em inglês o emulador é intuitivo e em poucos minutos você aprende todas as configurações do programa. Caso só tenha utilizado o DeSmuME, recomendo experimentar o melonDS.

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Emulador de Nintendo GBA no Linux

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quinta-feira, 28 de março de 2019

Por muitos anos usar Linux era sinônimo de programação ou algo do gênero, entretanto com a popularização da plataforma, outros tipos de usuários começaram a utilizar o sistema para diferentes tarefas, seja para trabalho, desenho, edição de vídeo, etc. Era natural que os gamers viessem, isso é uma realidade graças a iniciativas como Steam, Proton, Wine, DXVK entre outros. Porém existem gamers que apreciam os “clássicos”, aqueles jogos que movimentaram uma geração, os famosos retro-gamers, para quem curte uma boa jogatina, seja ela em 8-bits, 16-bits, 32-bits, não importa o nível dos gráficos e a quantidade de fps, o que importa é se o game é bom.

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Em 2001 o console de bolso, Nintendo Game Boy Advance, sucessor do Nintendo Game Boy Color, foi lançado. Quem viveu aquela época sabe o quão cobiçado era esse portátil, nesse período possuía um GBC, anos depois viria a jogar no GBA e ver o quão elaborado eram seus novos jogos.

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Revivendo as jogatinas de sua infância


O mGBA é famoso entre os retro-gamers, multiplataforma, esse emulador open source vem a cada dia recebendo novas funcionalidades e crescendo sua base de usuários.

E quais suas vantagens comparado aos demais emuladores de GBA disponíveis? Em constante desenvolvimento o projeto visa ser mais rápido e preciso ao emular títulos do console da Nintendo, além de características e funcionalidades que você pode conferir logo abaixo:

  • Suporte de hardware altamente preciso do Game Boy Advance;
  • Suporte a hardware Game Boy/Game Boy Color;
  • Emulação rápida. Conhecido em rodar em hardwares modestos, como netbooks;
  • Suporte a cabo link local (no mesmo computador);
  • Suporte para dispositivos oficiais Nintendo, como por exemplo Game Boy Camera e Game Boy Printer;
  • BIOS integrada e suporte para arquivos de BIOS externas;
  • Relógio em tempo real, direto do host;
  • Modo turbo pressionando a tecla “Tab”;
  • Frameskip, configurável até 10;
  • Captura de tela;
  • Gravação de vídeo e GIF;
  • 9 slots de save state, que também são visíveis como capturas de telas;
  • Mapeamento de controles;
  • Suporte ao carregamento de ROMS compactadas em ZIP e 7z;
  • Importação e exportação de instâncias GameShark e Action Replay;
  • Core disponível para RetroArch/Libreto e OpenEmu;
  • Entre outras funcionalidades (são várias mesmo).

Sem sombra de dúvidas um dos diferenciais do mGBA, além de sua qualidade de emulação e suporte para GB, GBC e GBA, é seu desenvolvimento acelerado e planos de novos recursos. Algumas destas novas features, que virão num breve futuro são:

  • Suporte de cabo link multiplayer em rede;
  • Suporte para cabo link de barramento Dolphin/JOY;
  • Mixagem de áudio no formato M4A, para maior qualidade sonora;
  • Suporte a scripts Lua, aumentando mais ainda a flexibilidade e proporcionando novos recursos ao emulador;
  • Implementação de um e-Reader;
  • Compatibilidade com adaptador sem fio;
  • Pacote de depuração mais abrangente que o atual.

Baixando o emulador mGBA


O mGBA está presente na maioria dos repositórios das distribuições Linux, no entanto sua versão nem sempre será a mais recente. Outra possibilidade é efetuar a instalação do pacote contido em seu site oficial, nele você poderá perceber que as LTS do Ubuntu em vigência são suportadas, como o Ubuntu 16.04 e 18.04, também existe um pacote para o Ubuntu 18.10 e provavelmente quando novas versões do Ubuntu forem lançadas, esses pacotes DEB também serão atualizados.

Acesse este link e seja redirecionado ao site oficial do mGBA e efetue o download da versão mais recente, atente-se ao pacote referente seu sistema operacional.

Nesta última versão do emulador, sua equipe de desenvolvimento cometeu uma pequena gafe, pois ao empacotar o mGBA para o Ubuntu 18.04, substituíram uma biblioteca do Ubuntu 18.04 por outra do Ubuntu 18.10 (libmagickwand-6.q16-6), ocasionando em um erro de dependência. Tal incômodo foi solucionado por mim, que “reempacotei” com a biblioteca correta (libmagickwand-6.q16-3).

erro-dependencia-emulador-mgba-nintendo-gb-gbc-gba-linux-mint-ubuntu-snap-deb-flatpak

Caso esteja utilizando o Ubuntu 18.04 ou baseados como o Linux Mint 19, baixe os pacotes com a pequena modificação que efetuei, mas antes verifique se você teve o mesmo problema com a oferecida no site oficial.

 Baixe o mGBA para Ubuntu 18.04

São 3 pacotes (“libmgba.deb”, “mgba-qt.deb” e “mgba-sdl.deb”), instale normalmente clicando duas vezes sobre cada arquivo.

Após a instalação dos 3 arquivos, o mGBA aparecerá em seu menu de aplicativos. Vale ressaltar que esse foi outro problema que encontrei nesta versão do pacote DEB oficial (mGBA 0.7.1), dentro do pacote não existia um lançador do mGBA, assim sua execução só era possível via terminal com o seguinte comando:

mgba-qt

No pacote que disponibilizei, esse erro não existe mais. Se o problema persistir na versão que você efetuou o download (caso não utilize Ubuntu 18.04), existe a possibilidade de criar um lançador para o mGBA, com o editor de menu Alacarte, o nome do seu executável é “mgba-qt”, como no comando acima.

mGBA em Snap (pacote unofficial)


Como citado anteriormente, existem outras maneiras de instalar o mGBA, o Flatpak é uma alternativa, e por muito tempo utilizei ele neste formato, todavia o mesmo parece “estar abandonado” e não recebe atualizações há um bom tempo, então não vejo como uma boa alternativa neste caso.

Uma nova opção e que passou a existir a pouco tempo, é sua versão em Snap (aliás o mGBA é empacotado por um dos encabeçadores do Snap, o Alan Pope), mesmo não sendo empacotado pelos desenvolvedores do mGBA, o pacote mantém-se sempre atualizado, e caso não queira instalar a versão em DEB ou esteja utilizando outro sistema como um Fedora por exemplo, considere a versão em Snap.

Usa outra distribuição que não seja o Ubuntu e não tem o Snap habilitado? Então não perca tempo e aprenda como habilitá-lo em seu sistema. Acesse o link e comece a desfrutar deste formato de pacote.

No Ubuntu você poderá pesquisar e instalar o mGBA em Snap direto pela loja.

emulador-mgba-nintendo-gb-gbc-gba-linux-mint-ubuntu-snap-alan-pope

Se preferir, pode efetuar a instalação via terminal, com o comando:

sudo snap install mgba

Sempre quando estou jogando games dos portáteis de minha infância (que infelizmente atualmente são apenas “mostruário”), lembro dos momentos alegres e difíceis que passei, cada jogo tem uma história que me faz ter mistos de nostalgia e superação, jogos que fizeram (e fazem) parte de minha vida. Que depois incentivei meu irmão mais novo a jogá-los, e hoje em dia ele também é apaixonado por retro-games.

E você, também curte jogos de portáteis? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, a galera é apaixonada por games.

Espero você até a próxima postagem, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Emulador de Nintendo 3DS no Linux

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Que tal poder jogar numa resolução maior os games do seu console portátil no Linux e ter uma nova experiência. Hoje iremos conhecer o poderoso Citra, emulador de Nintendo 3DS.

citra-emulador-3ds-linux
 O Citra é um emulador de Nintendo 3DS multiplataforma (Linux, Mac e Windows) escrito em C++ que utiliza o framework QT em seu desenvolvimento, de código aberto sobre a licença GPLv2, vem há alguns anos ganhando destaque por suas implementações aceleradas e alta compatibilidade com os títulos de Nintendo 3DS, console este que é campeão de vendas na categoria de portáteis, chegando até desbancar seu concorrente direto, o PS Vita da empresa japonesa Sony.

Durante estes pouquíssimos anos de existência, desde 2014 (comparado a outros emuladores famosos como PPSSPP, Dolphin, PCSX2, ZNES, etc.) o Citra vem amadurecendo com diversas funcionalidades e performance, por exemplo com atrativos que o próprio console não possui como: possibilidade de utilização de resoluções até 10 vezes maiores que a nativa (400x240). 

Funcionalidades que tornam o Citra incrível


Possibilidade de jogar online em servidores não oficiais Nintendo, em salas públicas ou privados, de até 16 players simultâneos (dependendo do jogo).

citra-emulador-3ds-linux-online

Multiplayer local, caso tenha algum outro computador na mesma rede, sendo possível partidas em games como Pokémon Omega Ruby.

citra-emulador-3ds-linux-multiplayer-local

Aceleração de jogos via GPU, caso possua uma  placa de vídeo dedicada a performance melhora drasticamente, dando uma melhor experiência.

citra-emulador-3ds-linux-performance-gpu

Configuração de uma webcam, ou até mesmo a utilização de um arquivo (imagem)  simulando as câmeras do console N3DS, para jogos que façam uso da função (particularmente nunca usei).

citra-emulador-3ds-linux-camera-webcam

Configuração nativa de joysticks, inclusive simulando o toque da tela do portátil da Nintendo (anteriormente esta função era por meio de arquivo de configuração).

citra-emulador-3ds-linux-joystick

Importação de Amiibos, para desbloqueio de funcionalidades ou objetivos em determinados jogos.

citra-emulador-3ds-linux-amiibo

Estilos de visualização de tela durante o game (duas telas, uma apenas ou uma menor e outra maior).

citra-emulador-3ds-linux-screenview

Lista de compatibilidade dos games locais e tema dark.

citra-emulador-3ds-linux-compatibilidade-tema

A compatibilidade de jogos é documentada na Wiki oficial do emulador, nela você  pode ver separado por categorias com cores que representam se o game tem emulação perfeita, jogável, ruim etc.

Baixe o Citra para sua distro Linux


Distribuído oficialmente de duas formas no Linux (ou três se contar a compilação pelo Github deles), executável com versões diárias direto do site e em Flatpak (existia uma opção de um instalador criada por eles, mas parece que foi substituído pelo Flatpak), o emulador possui duas versões, a Nightly, que contém os mais recentes recursos testados e estáveis e a Canary, versão de teste com códigos incompletos para quem gosta de testar. 

Se você quer evitar problemas com dependências ou versão do QT em seu sistema, além de receber atualizações, é recomendável a instalação da versão em Flatpak, caso não saiba o que é Flatpak e como habilitar em seu sistema, temos uma matéria de como proceder (Como Instalar e Gerenciar Flatpaks no Linux).

Você pode simplesmente baixar o arquivo Flatpakref e dar dois cliques caso a central de aplicativos de sua distro tenha tal suporte (segue como habilitar essa função na gnome software, loja do Ubuntu) e instalar.

Versão Nightly (estável)
citra-emulador-3ds-linux-download- estable-nightly


Versão Canary (teste)
citra-emulador-3ds-linux-download-beta-canary

Ou utilizar via terminal os seguintes comandos,  para instalação de respectivas versões.

Versão Nightly (estável):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-nightly.flatpakref

Versão Canary (teste):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-canary.flatpakref

O modo manual de instalar o Citra


Caso queira o download manual da versão “não-flatpak”, basta acessar este link e clicar na opção “Manual Download”, como no exemplo abaixo.

citra-emulador-3ds-linux-download


Depois disso extraia  o arquivo  “.targz”, navegue até o diretório, localize o arquivo citra-qt, e no terminal abra com o comando:
./citra

Lembre-se,desta maneira você terá de baixar toda vez que sair uma versão nova do Citra manualmente e poderá ter problemas com o versionamento do QT em seu sistema. Por experiência, não recomendo esta forma, pois o Citra atualiza com muita frequência (em torno de 15 - 20 versões por semana).

Fazendo backup dos seus Saves


Caso queira fazer backup dos seus saves no Citra, basta navegar até sua pasta pessoal, exiba os arquivos ocultos e navegue até o diretório:
.local/share/citra-emu/sdmc/Nintendo 3DS
Basta copiar o conteúdo da pasta em um local seguro para salvar o conteúdo.

Já a configuração do seu joystick fica na sua home também, na pasta oculta: 
.config/citra-emu
salve o arquivo “qt-config.ini”.

Outra forma de obter o emulador é via Snap, para isso acesse essa postagem para mais informações.

Para eventuais dúvidas acesse a Wiki oficial do Citra e veja a resposta de seus desenvolvedores para assuntos como: “shared fonts” (arquivos necessários  para alguns games funcionarem, como Pokémon). Como obter jogos e Amiibos para funcionamento dentro do emulador e muito mais.

Já conhecia o Citra? Quais seus games favoritos? Deixe nos comentários se já usava o emulador ou se gostou da novidade de ser distribuído em Flatpak e Snap.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo console da Nintendo roda Linux

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A Nintendo resolveu apelar para a nostalgia dos jogares clássicos e lançou uma versão moderna do NES, ou simplesmente Nintendinho para nós, brasileiros, com vários jogos clássicos e compatibilidade com a tecnologia atual de televisores por um preço acessível, e para fazer o aparelho funcionar eles estão utilizando o Linux.

NES CLASSIC COM LINUX




NES Classic BoardA Nintendo lançou um novo "velho" console no mercado custando US$ 60,00 que revive o clássico NES lançado há mais de 35 anos com 30 games disponíveis na memória e com os controles clássicos do console, um prato cheio para os nostálgicos.


Além da nostalgia, o NES Classic Edition, como está sendo chamado, traz para os compradores uma pitada de modernidade também aliada à nostalgia, como um cabo HDMI para fazer a conexão de áudio e vídeo com os aparelhos de TV atuais, processador Quad-core ARM Cortex-A7, 256 MB de RAM e 512 MB de memória NAND Flash para armazenar os games.

O vídeo abaixo mostra em 1 hora o funcionamento do console, preste especial atenção onde são mostrada as licenças de softwares open source utilizadas no Nintendo Classic Edition.



Para o software do console foi utilizado o Linux em junção com um emulador de NES e uma interface customizada pela própria Nintendo. O produto vai ser certamente muito chamativo para os saudosistas, mas ele tem algumas limitações em recursos que os consumidores provavelmente gostariam de ter, como poder adicionar mais games de alguma forma, por cartão de memória ou algo assim, via download, com uma loja para comprar os games, etc. mas aparentemente este não é um recurso disponível.

Saiba mais sobre ele no site da Nintendo.
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SnexBox - Jogue os clássicos do Super Nintendo direto do seu Navegador

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Jogue clássicos do Super Nintendo sem Emulador

Eu adoro o Super Nintendo, pra mim, um dos melhores videogames já lançados, ele marcou muito a minha infância e eu adoro ficar relembrando os games clássicos do SNES.
Infelizmente encontrei esses consoles antigos não é algo muito fácil ( nem barato ) e podemos dizer os mesmos dos cartuchos.

Controle do Super Nintendo


Pelo menos existem os emuladores de vídeo games, dos quais eu sou usuário assíduo como o ZSNES para Ubuntu que permite que você jogue os clássicos.

Hoje graças a uma dica de um leitor do blog, o +Stenio Stein , agora podemos jogar os games no Super Nintendo e no Nintendinho através de um site na internet sem a necessidade de emulá-los no computador.

O Snesbox é um site que permite que você jogue games clássico do Super Nintendo, como Mario World, Mortal Kombat, Mario Kart e Donkey Kong.

SNESBOX

Confira, vale a pena se divertir um pouco, até a próxima!

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Jogando no Linux - Top Gear - Recordando e Analisando

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Um dos games de corrida mais marcantes de todos os tempos e você pode jogar no Linux

Se hoje em dia os títulos da série Need For Speed são referência no gênero de corrida, antigamente a coisa era diferente, especialmente se você tinha um Super Nintendo.

Top Gear de Super NIntendo no Ubuntu
Arte do Cartucho

Top Gear foi lançado em 1992 e era para ser lançado para o NES, conhecido como Nintendinho, os brasileiros não conhecem muito o Nintendinho, mas conhecem o Poly Station que é quase a mesma coisa.


Mas nessa época a Nintendo estava lançado o seu mais popular console, o Super Nintendo, fato que acabou influenciando na escolha de desenvolvimento do game e fez ele ser lançado exclusivamente para a nova plataforma.

Top Gear Multiplayer

Na Europa o Game recebeu outro nome, Top Racer, e por incrível que pareça, fora do Brasil o game nem fez tanto sucesso assim, tanto que qualquer referência ou análise, homenagem ou seja lá o que for feita à Top Gear e quase sempre feita por brasileiros como nós.
Top Gear foi uma versão melhorada de Rad Racer que era um game de corrida para consoles 8 Bits, um dos grandes destaques era o modo multiplayer para dois jogadores, onde o tela era divida ao meio na horizontal e você poderia jogar com os seus amigos ao mesmo tempo, para época isso era incrível!

Top Gear

Um dos maiores mistérios do game é a imagem de fundo do menu inicial, o mesmo meno onde você pode selecionar os carros para jogar ( eram 4 ), até hoje ninguém sabe que lugar é aquele.


E falando nos Carros, você sabia que eles tem nome? Pois é, vamos conhecer algumas características deles:
Cannibal(Vermelho)147 milhas por hora (237 km/h) - mais rápido do jogo.5.9 segundosBaixa aderência dos pneusAlto consumo de combustível (o maior do jogo).Inspirado na Ferrari Testarossa de 1991
Sidewinder(Branco)131 milhas por hora (211 km/h).3.5 segundosForte aderência dos pneusBaixissimo consumo de combustível (o menor do jogo).Inspirado na Ferrari 288 GTOde 1985
Razor (Roxo ou púrpura)137 milhas por hora (220 km/h)5.0 segundosBaixa aderência baixa dos pneusModerado consumo de combustívelInspirado no Honda NSX
Weasel (Verde-azulado)137 milhas por hora (220 km/h)4.3 segundosModerada aderência dos pneusModerado consumo de combustível.Inspirado no Porsche modelo 959
Uma das coisas mais legais do game eram as possibilidades, restritas se compararmos com os games de hoje, mas para a época... era possível usar Nitro e em algumas pistas mais longas era necessário parar para abastecer ( e eu nunca achava a po**a do PitStop ), além de que carros específicos tinham vantagens e desvantagens dependendo das pistas e por falar em pistas, duas delas eram no Brasil, uma na Amazônia e outra no Rio de Janeiro. 

Trilha sonora

Esta merece um destaque especial, criada pelo artista Barry Leitch originalmente como trilha sonora da série Lotus Turbo Challenge de computador Amiga, foi remixada para o Top Gear e é um dos pontos mais marcantes do jogo. 
E pode ter certeza, não tinha música ruim, e toda vez que eu ouço, mesmo hoje em dia, da uma nostalgia enorme, veja algumas músicas:


Além da trilha sonora "fodástica" o game anda contava com outros elementos de áudio, como som ambiente, aumento e redução de marchas, som do motor e do Nitro.
E a trilha sonora está ainda tão presente para os fãs que encontramos no YouTube verdadeiras obras de arte feitas por brasileiros para homenagear Top Gear.


E o game ganhou outras sequencias, Top Gear 2 em 1993 e Top Gear 3000 em 1994 com um tema mais futurista, mas a mais marcante foi a edição de estréia.
Saíram também versões para consoles posteriores, o último em 2004 para PlayStation 2 mas nenhum tem o mesmo carisma da primeira versão.

E como jogar este clássico no Linux

Para jogar esse clássico chamado Top Gear direto do seu Linux você vai precisar de duas coisas:



Até a próxima pessoal!


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Como configurar os controles do Dolphin para jogar com o mouse e o teclado

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terça-feira, 2 de julho de 2013

Aprenda a configurar o Emulador Dolphin para jogar no seu computador

Controles de Nintendo Wii e GameCube


Olá pessoal, a dica de hoje o emulador que eu mais gosto no mundo Linux vai ajudar a outros gamers a conseguir jogar os seus games favoritos diretamente no PC.




Configurando as teclas do Dolphin

Configurar as teclas do Dolphin é simples, o problema é que os controles do Nintendo Wii são no mínimo excêntricos, com o Wii Remote e o Nunchuck o que torna a configuração um pouco confusa e necessária pois alguns games exigem por exemplo que você "sacuda" o controle para efetuar determinada ação, e não adiante chacoalhar o mouse e muito menos o teclado.

Configurando as teclas para jogar games de Nintendo Wii

Vá em opções>>configuração de Wiimote nesta sessão você pode configurar mais de um controle, mas vamos configurar apenas um, selecione a opção Emular Wiimote e clique em configurar.
Agora basta você deixar a configuração como na imagem abaixo, clique nela para ampliar, ou baixe para o seu computador:

Configuração do Wiimote para jogar com teclado e mouse
Onde aparece "Click" corresponde aos botões direito ( 2 ) e esquerdo ( 1 ) do mouse
Para alterar as teclas bastas você clicar no campo que você quer alterar e em seguida pressionar a tecla que você deseja que seja atribuída ao botão.
Deixe exatamente como na imagem acima e você conseguirá jogar qualquer game de Wii, repare que alguns campos ficaram em branco, mas não se preocupe eles não são necessários, saia clicando em OK.

Configurando para jogar Gamecube

O GameCube é um videogame às vezes subestimado e não teve tanto sucesso quando o seu concorrente da época, o Play Station 1, mas possui muitos games e títulos de peso, como os primeiros Resident Evils.
Para configurar os controles desse você deve ir até a o menu Opções e ir em Configurações do controle de gamecube e nesse caso você pode configurar como quiser por o controle de GameCube é um controle normal, sem sensores de gravidade, então basta você clicar na tecla que quer editar e depois pressionar a tecla que deseja.
Para games de GameCube recomendo o uso de um JoyStick.
E quais games podem ser jogados com este emulador?
Bom sempre estamos postando alguns games e com uma análise super completa, confira:
Até a próxima!




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Como instalar o ZSNES - emulador de Super Nintendo no Ubuntu 32 e 64 bits

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Mate a saudade dos games que marcaram época

Olá pessoal que está sempre ligado aqui no Diolinux, hoje separei um tempo para mostrar a todos vocês como instalar o ZNES, um dos mais populares emuladores de Super Nintendo que existem, ele possui versões não só para o Linux, mas para Windows e Mac também.
Eu sou um grande entusiasta dos emuladores, especialmente os games antigos, e o Super Nintendo com certeza tem um lugar especial na minha vida.

Emulador de Super Nintendo

Essa nova geração de games tem um foco quase que absoluto em gráficos, muitas pessoas se negam a jogar determinados games se eles não tiverem um gráfico satisfatório, é lógico que nos acostumamos com padrões de qualidade, mas será mesmo que games antigos com um gráfico em 8 ou 16 bits são ruins?

Emulador de Super Nintendo

Se você viveu aquela época provavelmente respondeu não, não é verdade? Os games antigos tinha uma certa carta na manga, que era a prontidão e comandos facilitados, nada de decorar mil e uma combinações para fazer o personagem fazer o que precisa ser feito, quem vivei a época do Nintendinho ou do PolyStation, como eu, sabe que nem tinha tantos botões assim também e os games por muitas vezes apresentavam um nível de dificuldade muito maior do que alguns títulos de hoje, conheço muitas pessoas que zeraram o Resident Evil 4 e muito poucas que zeraram o Super Mario Bros como eu fiz.


E que tal reviver alguns clássicos diretamente do seu Ubuntu?

Pois é, o emulador é conhecido de muitas pessoas, mas você sabia que ele está na Central de Programas do Ubuntu?
Se você usa o Ubuntu 32 Bits basta clicar no Link abaixo e instalar:


Para Ubuntu 64 bits a coisa é um pouco diferente, você vai precisar instalar uma dependência antes de instalar o game na versão 64 bits, que por sinal, não está na Central de Programas do Ubuntu, mas não se preocupe, nos preparamos um pacote para você com os dois arquivos para você instalar, basta você baixar o arquivo pelo link abaixo e usar a própria Central de Programas para instalar.


Os dois arquivos juntos tem menos de 1 MB, mas não se engane pelo tamanho, a diversão estará garantida,
Depois de instalar o Emulador é só você conseguir as ROMs para poder jogar, e se você curte mesmo emuladores, fica a dica para você conhecer também o Dolphin.

Até a próxima!

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Nintendo Life - Uma maneira legal de rodar ROM em emuladores

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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Nintendo disponibiliza para venda ROMs de games para download

O tema ROM e Emulador foi frequente nos últimos dias, sobre toda aquela questão de legalidade de se emular games, de usar ROMs de games etc, não vou tocar mais uma vez no assunto para não ficar tão repetitivo, se você quiser ler os artigos de que me refiro, aí vão eles:





A Nintendo nunca foi muito a favor de ROMs, porém, ao contrário de outros estúdios ela arranjou uma maneira de continuar disponibilizando os games para que as pessoas possam emulá-los em seus computadores.

Compre games da NIntendo


Trata-se do Nintendo Life, um site onde você pode comprar ROMs originais de games antigos, para você que tem saudade do seu tempo de criança e não quer baixar um game ilegalmente.
Existem muitos títulos disponíveis, vale a pena dar uma olhada.
No Nintendo Life, você consegue encontrar títulos para todas as plataformas da Nintendo inclusive Nintendo Wii, Game Cube e todas as outras plataformas que fizeram da Nintendo um ícone dos games durante todos esses anos.
Tudo o que você precisa fazer é criar uma conta no site e cair na jogatina.

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Será que o gráfico dos games pode melhorar ainda mais?

Um comentário

terça-feira, 21 de agosto de 2012


A geração atual de video games já está quase no fim. A Nintendo foi a primeira a anunciar o novo console, que deve chegar ainda este ano ao mercado. Sony e Microsoft ainda não fizeram anúncios oficiais a respeito, mas diversas informações extraoficiais surgiram na mídia, como um documento que mostra o suposto Xbox 720. Segundo dados encontrados no texto, o novo aparelho da Microsoft será até seis vezes mais potente que o atual.

Qual é o próximo salto no desenvolvimento gráfico dos jogos?

Mas até que ponto os gráficos dos games podem evoluir? Recentemente, algumas produtoras divulgaram seus novos motores gráficos, os mesmos que devem estar presentes na próxima geração. A Square Enix trouxe a Luminous Engine; a Epic Games não deixou por menos e mostrou todo o poder da Unreal Engine 4, que, por sua vez, não impressionou a Crytek, que já trabalha na próxima geração da CryEngine3. O motor gráfico que vai alimentar Crysis 3 apresenta tantos efeitos novos que é difícil acreditar na perfeição dos detalhes.


Crytek: a próxima geração já começou


Recentemente, o fundador e CEO da Crytek, Cevat Yerli, disso em uma entrevista o que devemos esperar da nova geração. Segundo Yerli, no ano passado a empresa reuniu as melhores especificações possíveis encontradas nos PCs e determinou que aquele ponto seria a base para o desenvolvimento das novas plataformas. A partir disso, a Crytek estabeleceu que Crysis 3 será o benchmark da nova geração.
A próxima versão da CryEngine deve introduzir muitos efeitos nos games, como sombras e névoas volumétricas, efeitos de luz HDR dinâmicos muito mais precisos, iluminação geométrica e um número ilimitado de partículas.


Os novos recursos gráficos: Tessellation


Um dos recursos mais interessantes trazidos pelos novos motores gráficos já é conhecido dos profissionais de computação gráfica. O Tessellation veio junto com o DirectX 11 para inaugurar uma nova era na animação tridimensional.
Mas como funciona esse efeito e por que ele pode melhorar a definição dos gráficos? Dentro dos games, a maioria dos itens é construída por polígonos, ou seja, são milhares de quadrados e triângulos posicionados lado a lado para formar os objetos que vemos na tela. Para ampliar os detalhes, é preciso aumentar o número de polígonos.

Qual é o próximo salto no desenvolvimento gráfico dos jogos? 

O que o Tessellation faz é quebrar cada um desses quadrados em centenas ou até milhares de pequenos triângulos, suavizando as formas e deixando os objetos com uma definição muito melhor.
Depois de construir os itens com polígonos, é preciso aplicar texturas sobre eles. Através disso, é possível criar composições muito detalhadas.
Existe uma espécie de textura chamada Displacement Map. Essa ferramenta contém informações de profundidade embutidas no seu código, podendo reproduzir efeitos de volume na superfície das construções. Logo, os artistas gráficos podem aplicar o efeito Tessellation nos objetos e, por cima, o Displacement Map, garantindo efeitos especiais incríveis.

Um motor gráfico revolucionário. Seria essa a grande mudança?


Há algum tempo, uma empresa australiana fez um tremendo barulho na comunidade gamer. A desenvolvedora Euclideon publicou um vídeo demonstrando o seu novo motor gráfico. A Unlimited Detail promete justamente isto: detalhes e objetos ilimitados na tela, sem sobrecarregar a GPU.
O vídeo realmente apresenta efeitos incríveis, mas a empresa não revelou os seus segredos. Quem conhece o mínimo de computadores sabe que efeitos ilimitados são impossíveis, a não ser que tenhamos capacidade computacional ilimitada. Segundo a Euclideon, é preciso quebrar esse paradigma e enxergar a engine da empresa com outros olhos, já que ela é diferente de tudo o que foi feito antes.
Apesar de ter chamado atenção quando surgiu, até agora não se ouviram maiores informações da empresa e nem de seu software miraculoso. Isso pode comprovar o que muitos pensaram na época: era uma grande farsa.
No entanto, isso nos abre uma importante questão: será que não está na hora de realmente quebrar os paradigmas e reinventar as plataformas? Afinal de contas, tudo o que temos hoje é resultado de uma evolução. Nenhum grande recurso novo foi criado nos últimos anos. Os gráficos apenas seguem o padrão: mais polígonos cobertos por novos filtros de efeitos especiais.

O caminho da evolução. Até onde podemos ir?


Os novos efeitos especiais já atingiram um nível impressionante, e a capacidade cada vez maior dos chips gráficos já proporciona confusão em alguns momentos. Se colocarmos um dos carros presentes nos games Forza Motorsport ou Gran Turismo ao lado de um veículo real, à primeira vista fica difícil distinguir a realidade da ficção, tamanho é o nível de detalhes.

Qual é o próximo salto no desenvolvimento gráfico dos jogos?

O problema é que temos um limite para essa evolução gráfica, e o máximo a que poderemos chegar é a realidade. Nós já estamos muito perto de conseguir reproduzir nosso mundo dentro dos games e o mais impressionante é que essa evolução aconteceu em cerca de apenas 30 anos.
Desde Pong até Crysis 3, passou-se muito pouco tempo e essa evolução cresce em progressão geométrica. É difícil imaginar que levaremos mais 30 anos até atingir a perfeição completa nos gráficos, pois tudo indica que isso poderá acontecer muito antes do que imaginamos.

Realidade virtual: a próxima revolução


Segundo o criador de Doom, John Carmack, somente melhorar os gráficos já não chama mais a atenção como antes e é um erro acreditar que somente efeitos visuais podem justificar a adoção de novos sistemas. Quem demonstrou isso com eficiência foi o Wii, que chegou ao mercado exibindo gráficos ultrapassados, mas conseguiu mudar a forma como as pessoas interagiam com os games.

Qual é o próximo salto no desenvolvimento gráfico dos jogos?                

Segundo Carmack, um recurso interessante foram os televisores 3D, que chegaram para aumentar a imersão dentro dos jogos sem necessariamente melhorar os efeitos gráficos. O programador da id Software garante que ainda há muito a ser feito para melhorar a experiência dos jogadores. Para ele, a realidade virtual ainda não foi explorada com seriedade.
Em meados da década de 1990, o mundo foi invadido por uma onda de realidade virtual. Revistas, desenhos animados, filmes e arcades tentaram embarcar na tendência, oferecendo aos jogadores experiências fantásticas no mundo das realidades alternativas.
A Nintendo entrou nessa moda lançando o Virtual Boy. O console da empresa não fez sucesso, por motivos que hoje nos parecem mais do que óbvios, mas na época nem tanto. Talvez a falta de tecnologia necessária tenha sido o maior empecilho para o sucesso do 
produto.
Qual é o próximo salto no desenvolvimento gráfico dos jogos? 
John Carmack acredita que hoje em dia nós já temos tecnologia suficiente para não repetir os erros do passado e trazer a realidade virtual para o mundo dos games. O programador sempre foi um entusiasta da tecnologia e recentemente investiu o seu dinheiro em uma empresa startup que possui um interessante projeto nesse ramo.
E você? Acredita que em breve poderemos ter games com gráficos indistinguíveis da realidade? E depois disso, qual vai ser o próximo passo da indústria? Deixe seu comentário.




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