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Sistematicamente, até mais…

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Infelizmente estou me afastando da equipe de redatores do Diolinux, agradeço a todos os leitores que acompanharam e leram minhas postagens no decorrer do ano de 2019. Todo ciclo tem seu início, meio e fim, talvez para um novo processo, aquela reviravolta na história ou uma mudança temporária.

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É curioso pensar no Diolinux, sem todas as situações e problemas resolvidos por este blog em minha vida, além do conhecimento e amadurecimento de ideias e pontos de vista, claro. Tudo isso antes mesmo de compor a equipe de redatores e escrever sobre uma das coisas que mais amo na vida, tecnologia.

Para quem não acompanha meu trabalho no canal OSistemático, saiba que durante muito tempo venho lutando contra alguns problemas de saúde que vêm tirando minha paz e sono. Aliás, não era incomum me encontrar altas horas da madrugada estudando ou bolando algo para um próximo post, ou vídeo. Às vezes a forma que ludibriei as intensas dores, foram justamente incontáveis horas de buscas por assuntos voltados à tecnologia. Digamos que por um tempo, ocupando a mente, o corpo “dava uma folga”. Contudo, o ano de 2019 vem sendo um misto de dor e prazer. O engraçado que muitos afirmam que ambos andam lado a lado, digamos que existe um fundo de verdade nisso (😁️😉️😈️).

Retrospectiva 2019 (faz de conta)


Você recorda qual foi a minha primeira postagem aqui no blog Diolinux? Uma de minhas paixões, games! Especificamente uma matéria sobre o emulador de Nintendo 3DS, o Citra. Falando um pouco dos bastidores, a imagem da capa “fugia um pouco do padrão do site”, mas a imagem final foi se encaixando à proposta do Diolinux. Aquele tipo de ideia que só surge dentro de uma mente sistemática (😁️😁️😁️).

Abaixo você pode conferir a capa que foi reprovada, ainda bem o resultado ficou muito superior, e para ver a capa final acesse a postagem sobre o Citra.

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E não parou por aí, a capa utilizada em minha quarta postagem acabou tendo um de seus elementos utilizados em um projeto bem conhecido. Estou falando da matéria que escrevi sobre o AppImageHub, um site que concentra aplicações Linux neste formato de empacotamento. O ícone que criei, inspirado na logo do software da Snap Store, está sendo utilizado no site appimagehub.com, como bem pode ser visto na print logo abaixo (pena não terem atribuído a imagem a minha pessoa 😂️😂️😂️).

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Também houve diversas postagens capciosas, assim digamos, que tive o prazer de escrever e a participação de vocês nos comentários foi excepcional. Abordei variados temas, obviamente a maioria com foco em tecnologias Open Source, mas o Windows e postagens relacionadas tiveram boa recepção. Matérias, como: “Microsoft revela o futuro do Windows”, “Windows 7 com data para morrer, e agora, o que fazer?” e “Você realmente precisa do Windows?”, são exemplos que posso destacar. Inclusive uma das minhas capas preferidas, estava inspirado no dia, foi sobre o Windows Phone/Mobile e seu fim oficial.

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Matérias sobre jogos é o que não falta, tive a oportunidade de transmitir parte dos conhecimentos que tenho com emuladores e opinar, em temas e notícias sobre games. Lá vai uma listinha rápida de tutoriais e verdadeiros guias-rápidos de alguns emuladores disponíveis para Linux.


Games são uma paixão, e mesmo não jogando a quantidade que gostaria, me empolgo sempre que abordo o tema. Quem se recorda do “Projeto de lei que quer proibir jogos violentos no Brasil”, algo que em meu ponto de vista é uma tremenda bizarrice. Um assunto que rendeu bastante, foi “Linux e a pirataria nos jogos”. Sabemos que uma das maiores barreiras na inserção de Linux no mundo dos jogos, são os anti-cheats. Outro tema amplamente discutido ao decorrer do ano de 2019 aqui no blog Diolinux.

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Entre notícias, tutoriais, dicas de apps (sejam eles para Android ou alguma distro Linux desktop) minha jornada no Diolinux foi repleta de opiniões, erros e muitos acertos. Sempre tive a liberdade de expor meu pensamento e escrever sobre temas que julgava ser interessantes. Falei sobre o Ubuntu Touch, se tinha morrido ou não. Testei inúmeros aplicativos e pequenas séries, além das de emuladores, se concretizaram. Posso citar a relacionada aos vários players de música que testei e passei a gostar. Se ainda vale a pena usar o Ubuntu 18.04 LTS ou até mesmo o Deepin. Falando em Deepin, apostei alto especulando uma possível parceria com a gigante chinesa Huawei. O palpite foi certeiro, pouco tempo depois a empresa começou a oferecer equipamentos com a distro Linux, e quem sabe mais o que poderá ocorrer com a nova versão do sistema.

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Escrever é algo que surpreende, quantas vezes fiz postagens que fizeram grande sucesso, enquanto outras que me empolgaram não tiveram a mesma quantidade de views. Uma que me lembro até hoje é esta: “Em dúvida ao escolher um nome para seu app, marca ou projeto?”. É uma de minhas favoritas, na qual mesclei a original com minha pitada pessoal. No entanto, ela não caiu no gosto das massas (😁️😁️😁️). E olha que tem até easter eggs sobre OSistemático. “10 Dicas para novos usuários de Linux/Ubuntu” é outra postagem que indico a leitura, como “O que leva um novo usuário desistir do Linux?”.

A criatividade foi uma das características que mais desenvolvi, aprender a controlar os processos criativos e burlar os bloqueios, acabou somando em minhas perícias.

Me diz se você algum dia imaginou o Dio chinês? Ou quem sabe sem sua barba e criança?

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Toda equipe Diolinux sempre foi muito solicita e compreensiva em momentos de dificuldade, uma verdadeira família. E como toda família, passamos por altos e baixos. Discussões, alegrias, reuniões, treinamentos, brincadeiras, trabalho e muito mais.

Contribuir com um dos maiores sites de tecnologia, Open Source e Linux, no Brasil foi e é uma realização profissional. Ter a oportunidade de somar com projetos, como o PhotoGIMP, criando a logo é algo que sempre ficará marcado em meu coração. 

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OSistemático me trouxe até aqui!


Focar no trabalho e fazer o que gosta sem esperar nada das pessoas, pode lhe levar a lugares nunca imaginados. O Diolinux sempre foi o “pontapé inicial” para o surgimento do meu projeto OSistemático. Não faz muitos anos em que passei a utilizar Linux conscientemente, por ironia do destino me deparei algumas vezes com este blog durante seu nascimento. Confesso que nunca fui de acompanhar sites e blogs, apenas consumia quando necessário ou me convinha. Contudo, um canal no Youtube de mesmo nome me chamou a atenção. Não tinha muitos vídeos, uns dois ou três. Neste período nem conta no Youtube tinha, mas passei a acompanhá-lo mesmo assim. Linux e jogos, algo que gostava e já no primeiro dia me fez sentir uma vontade de criar um canal parecido.

Anos se passaram, aprendi a gostar do blog e canal Diolinux e também me inspirar, concordar e discordar de suas opiniões. O projeto OSistemático foi criado e quando menos esperava, estava participando de lives (ou conversando) no Diolinux e canais no cenário Linux que admiro muito, como: Madrugueds, Fast OS, Tuxter Games, Livre Software, Toca do Tux, Araras Studio (outrora Fosloks), entre outros. Sempre sendo verdadeiro e expondo minhas opiniões, ideias e jeito de ser. 

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Se hoje estou me despedindo, talvez mesmo que temporariamente, do Diolinux é graças ao OSistemático que me trouxe até aqui. Como, também, as pessoas que conheci através dele e passei a mais que admirar, poder chamar de amigos.

Obrigado a todos os leitores, estou me afastando para dar foco em meu tratamento no ano de 2020, porém, continuarei a participar de lives no Diolinux e postar vídeos em meu canal (devagar, devagarinho vídeos serão produzidos, o foco é minha saúde). Então, convido a se inscreverem nos canais que mencionei anteriormente e também no OSistemático. Se não conhecia meu trabalho lá, aposto que vai gostar. 

Muito obrigado à família Diolinux, e a você Dionatan Simioni por permitir compor essa equipe incrível e por ser um líder notório, cativante, compreensivo, forte, profissional e amigo. Nunca trabalhei em um lugar que, mesmo com as diversidades e atritos, poderia chamar de família.

Participem da comunidade Diolinux Plus, e fiquem ligados no blog Diolinux.

Só ao nível de curiosidade, comecei com uma postagem sobre emulador e terminei com outra. Inconscientemente sendo sistematicamente sistemático (🤔️😉️😋️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux e em meu canal, SISTEMATICAMENTE! 😎️


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Emulador de Nintendo Wii U no Linux

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O Nintendo Wii U não foi um super campeão de vendas da Nintendo, não caindo nas graças do povão. No entanto, a plataforma possui jogos incríveis, e você dono de um Wii U sabe muito bem de quais games estou falando (😋️😋️😋️). Se por algum motivo você quer se divertir jogando os títulos de Wii U em seu computador, especificamente no Linux, eis como proceder.

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Atualmente existem dois emuladores de Nintendo Wii U, o Decaf-emu e o Cemu. Sendo o primeiro software livre e o segundo proprietário. No momento apenas o Decaf-emu possui versão nativa para Linux, porém, o Cemu pode ser executado facilmente no sistema do pinguim. Vamos demonstrar a instalação deste emulador no Linux.

Alguns podem fazer a seguinte pergunta: “Porque não indicar o Decaf-emu?”. O Decaf-emu parece ser promissor, mas sua performance ainda não é comparável a do Cemu e o emulador sofre de alguns problemas. Uma curiosidade é que alguns desenvolvedores do Cemu “trocam figurinhas” com o pessoal do Decaf-emu, de modo a amadurecer o projeto e auxiliar em seu desenvolvimento. Outro ponto interessante é a adoção do Vulkan que está há algum tempo sendo implementada e testada no Decaf-emu, algo que acabou refletindo no Cemu. 

Os desenvolvedores do Cemu passaram a estudar a implementação do Vulkan, e já foi lançada uma versão exclusiva para apoiadores do projeto, que contribuem com 5 dólares via Patreon, com o desenvolvimento inicial utilizando a API. Um passo importantíssimo para usuários de GPU AMD no Windows (que não possuem uma performance equivalente, comparado à GPUs NVidia no sistema da Microsoft), e quem sabe acabe refletindo para os usuários Linux. Os desenvolvedores do Cemu já demonstraram interesse para disponibilizarem seu emulador para Linux, porém, afirmavam que o projeto ainda não estava maduro suficientemente para tal empreitada. Com a implementação do Vulkan, sendo uma alternativa ao OpenGL, quem sabe os testes para Linux estejam se aproximando (não custa nada sonhar 😁️😁️😁️). Enquanto isso, irei demonstrar a instalação da versão para Windows.

Cemu via Lutris


Existem diversas maneiras de se utilizar o Cemu no Linux, uma das mais práticas é via Lutris. Obviamente, por ser uma aplicação destinada ao Windows, teremos que instalar o Wine (responsável por executar programas desenvolvidos para o sistema da MS).


Com tudo configurado, e com o Lutris instalado, abra o Lutris e em sua caixa de pesquisa digite: “Cemu” e clique em “Search Lutris.net” (para pesquisar no site da aplicação). Não se assuste se o resultado não for de imediato, aguarde alguns segundinhos.

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Selecione o Cemu, depois clique no botão “Install” e aguarde todo processo.

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Outro modo, é abrindo diretamente em seu navegador o site do Lutris, pesquisar pelo Cemu ou acessar diretamente por este link, e clicar no botão “Install”.

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Uma janela abrirá, perguntando se quer executar aquela requisição via Lutris, clique em “Abrir Link” e no Lutris instale o emulador.

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Agora o Cemu já estará instalado em seu sistema e com o adicional do Cemu Hook, um complemento que auxilia na execução dos jogos. Mas, nem sempre o script de instalação do Lutris acompanha as últimas versões do emulador, entretanto, não se preocupe. Podemos contornar esse “probleminha”, facilmente. Conforme você pode observar no link da página do Cemu no Lutris, que deixei logo acima, perceberá que existem duas versões disponíveis do emulador (Cemu 1.15.8 e Cemu 1.15.11). Indo no site do Cemu, a última versão para download é a 15.11.12b (16/08//2019).

O que fazer? Baixe a última versão do site, descompacte o arquivo. Copie o conteúdo e substitua pelo emulador do Lutris. Para acessar os arquivos do Cemu via Lutris, clique sobre o ícone do Cemu no Lutris com o botão direito do mouse e vá à opção “Browse files”. O diretório será aberto em gerenciador de arquivos. Substitua os arquivos pelos que baixou do site do Lutris. A cada nova versão, repita o procedimento.

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Lembrando que devido à instalação do Cemu via Lutris, o Cemu Hook continuará habilitado. Não precisa renomear os diretórios ou algo do tipo.

Em meu canal (OSistemático) demonstrei como efetuar a instalação do Cemu + Cemu Hook via PlayOnLinux. No entanto, a forma demonstrada via Lutris é muito prática e economiza diversos passos. Se por algum motivo prefere via POL, veja o vídeo abaixo (também demonstro as configurações do Cemu).


O Cemu é um emulador fantástico, mas os jogos de Wii U exigem um hardware voltado a jogos. Claro, que você poderá testar em sua máquina. A critério de comparativo, o Super Smash Bros é executado em 60fps (com pequenas quedas) em uma APU AMD A10 7890k no Ubuntu 18.04 (GNOME), sem placa de vídeo dedicada. Alguns ajustes podem ser feitos para melhor performance de cada título em particular, na internet existem inúmeros vídeos demonstrando o passo a passo.

Conforme os requisitos do site do Cemu, a utilização de uma placa de vídeo AMD ou NVidia é um dos requisitos e em alguns casos, as APUs AMD conseguem executar determinados jogos. Se possui uma máquina modesta, vale o teste, mas não espere muito.

Você poderá utilizar o Cemu via POL, Lutris ou diretamente no Wine. O intuito deste tutorial é auxiliar os iniciantes e demonstrar que o procedimento pode ser feito via interface gráfica e de forma bem simples.

Até o próximo post, e tenha uma boa jogatina, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Lutris, Cemu, Decaf.
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Conheça o emulador de Nintendo DS, melonDS

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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Não vou negar que sou um apaixonado por portáteis e já tive a oportunidade de possuir a maioria deles. No entanto, nem todos os meus consoles estão em perfeito estado (ou ainda “vivos”). É aí que entra outra paixão que possuo, os emuladores.

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melonDS é um emulador de Nintendo DS, um dos portáteis mais importantes da indústria dos games. Desculpe a minha empolgação, mas falar do DS me remete a minha adolescência, época em que corria atrás para comprar meus consoles e games (servente de pedreiro, várias gambiarras, vendas e até mesmo o meu início em TI).

Muitos leitores irão citar o DeSmuME como uma alternativa aos seus jogos de Nintendo DS. Concordo que o emulador é muito bom, entretanto, desde 2015 não é lançada uma nova versão em seu site. Atualmente gosto de utilizar o DeSmuME modificado (poderei criar uma postagem sobre) e o melonDS.

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Comparado ao DeSmuME, o melonDS é um novato, porém o emulador é promissor e vem recebendo dia após dia novas funcionalidades. Além da performance e recursos gráficos em torno de sua emulação. Atualmente utiliza como renderizador gráfico o OpenGL, mas com o desenvolvimento acelerado do programa, não duvido que o Vulkan se torne uma nova opção. Alguns recursos do emulador, de forma bem resumida, são:

  • Núcleo quase completo (CPU, vídeo, áudio, …);
  • Renderizador OpenGL, upscaling 3D (permitindo escalar a resolução nativa do DS, aumentando em até 8x); 
  • Simula partes do hardware, como o RTC (relógio interno do DS), microfone, tampa fechada / aberta; 
  • Suporte a joystick;
  • Savestates;
  • Vários modos de posicionamento / dimensionamento / rotação de exibição da tela do jogo; 
  • (WIP) Wifi: multiplayer local, conectividade on-line (requer a “libpcap”, para seu funcionamento); 
  • Versão Windows e Linux;
  • Software livre sob licença GPL3 (acesse o github do melonDS);
  • E muito mais está planejado. 

Recursos que serão implementados no futuro:


  • Emulação do Nintendo DSi;
  • Gráficos 3D com pixels perfeitos;
  • Aprimoramento da libui e a interface do emulador;
  • Suporte para renderizar telas separadamente;
  • Emulação de addons;
  • Entre outras funcionalidades (depurador, visualizadores de gráficos, cheat crapo, etc).

Recursos que também estão planejados, mas em segundo plano:


  • Melhorias no wifi;
  • Emular flashcarts ou outro hardware sofisticado;
  • Compatibilidade big-endian (Wii, etc);
  • Tempo de atualização do LCD (usado por alguns jogos para mesclagem de efeitos);
  • Recursos relevantes sugeridos pelos usuários do melonDS.

Novidades, aprimoramentos e mais informações sempre estão disponíveis no site oficial do melonDS. Seu desenvolvimento e lançamentos constantes, são características que me animam neste projeto. Afinal, se algo continua em desenvolvimento, significa que cada vez o emulador se tornará mais maduro e completo, enquanto, algo estagnado não oferece possíveis melhorias.

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Como baixar o melonDS


Para obter as últimas versões do melonDS, basta efetuar o download diretamente de seu site oficial. Tanto a versão Windows, como Linux são executáveis. Não é necessário instalar a aplicação em seu sistema. Todavia, para seu funcionamento alguns arquivos são exigidos.

O melonDS requer cópias da BIOS / firmware de um DS. Arquivos necessários:

  • bios7.bin, 16 KB: BIOS ARM7
  • bios9.bin, 4KB: BIOS ARM9
  • firmware.bin, 128/256 / 512KB: firmware

Para utilizar o emulador será necessário esses 3 arquivos, vindouros de um DS original ou DS Lite. Por motivos óbvios não podemos disponibilizar os arquivos aqui no blog Diolinux. Adicione os arquivos junto ao executável do melonDS e o emulador funcionará normalmente.

Lembrando que no Linux você tem que dar a permissão de execução do melonDS. Clique com o botão direito do seu mouse sobre o executável do melonDS. Vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque o checkbox.

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Mesmo com a interface em inglês o emulador é intuitivo e em poucos minutos você aprende todas as configurações do programa. Caso só tenha utilizado o DeSmuME, recomendo experimentar o melonDS.

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Emulador de Nintendo GBA no Linux

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quinta-feira, 28 de março de 2019

Por muitos anos usar Linux era sinônimo de programação ou algo do gênero, entretanto com a popularização da plataforma, outros tipos de usuários começaram a utilizar o sistema para diferentes tarefas, seja para trabalho, desenho, edição de vídeo, etc. Era natural que os gamers viessem, isso é uma realidade graças a iniciativas como Steam, Proton, Wine, DXVK entre outros. Porém existem gamers que apreciam os “clássicos”, aqueles jogos que movimentaram uma geração, os famosos retro-gamers, para quem curte uma boa jogatina, seja ela em 8-bits, 16-bits, 32-bits, não importa o nível dos gráficos e a quantidade de fps, o que importa é se o game é bom.

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Em 2001 o console de bolso, Nintendo Game Boy Advance, sucessor do Nintendo Game Boy Color, foi lançado. Quem viveu aquela época sabe o quão cobiçado era esse portátil, nesse período possuía um GBC, anos depois viria a jogar no GBA e ver o quão elaborado eram seus novos jogos.

emulador-mgba-nintendo-gb-gbc-gba-linux-mint-ubuntu-snap-deb-flatpak-pokemon

Revivendo as jogatinas de sua infância


O mGBA é famoso entre os retro-gamers, multiplataforma, esse emulador open source vem a cada dia recebendo novas funcionalidades e crescendo sua base de usuários.

E quais suas vantagens comparado aos demais emuladores de GBA disponíveis? Em constante desenvolvimento o projeto visa ser mais rápido e preciso ao emular títulos do console da Nintendo, além de características e funcionalidades que você pode conferir logo abaixo:

  • Suporte de hardware altamente preciso do Game Boy Advance;
  • Suporte a hardware Game Boy/Game Boy Color;
  • Emulação rápida. Conhecido em rodar em hardwares modestos, como netbooks;
  • Suporte a cabo link local (no mesmo computador);
  • Suporte para dispositivos oficiais Nintendo, como por exemplo Game Boy Camera e Game Boy Printer;
  • BIOS integrada e suporte para arquivos de BIOS externas;
  • Relógio em tempo real, direto do host;
  • Modo turbo pressionando a tecla “Tab”;
  • Frameskip, configurável até 10;
  • Captura de tela;
  • Gravação de vídeo e GIF;
  • 9 slots de save state, que também são visíveis como capturas de telas;
  • Mapeamento de controles;
  • Suporte ao carregamento de ROMS compactadas em ZIP e 7z;
  • Importação e exportação de instâncias GameShark e Action Replay;
  • Core disponível para RetroArch/Libreto e OpenEmu;
  • Entre outras funcionalidades (são várias mesmo).

Sem sombra de dúvidas um dos diferenciais do mGBA, além de sua qualidade de emulação e suporte para GB, GBC e GBA, é seu desenvolvimento acelerado e planos de novos recursos. Algumas destas novas features, que virão num breve futuro são:

  • Suporte de cabo link multiplayer em rede;
  • Suporte para cabo link de barramento Dolphin/JOY;
  • Mixagem de áudio no formato M4A, para maior qualidade sonora;
  • Suporte a scripts Lua, aumentando mais ainda a flexibilidade e proporcionando novos recursos ao emulador;
  • Implementação de um e-Reader;
  • Compatibilidade com adaptador sem fio;
  • Pacote de depuração mais abrangente que o atual.

Baixando o emulador mGBA


O mGBA está presente na maioria dos repositórios das distribuições Linux, no entanto sua versão nem sempre será a mais recente. Outra possibilidade é efetuar a instalação do pacote contido em seu site oficial, nele você poderá perceber que as LTS do Ubuntu em vigência são suportadas, como o Ubuntu 16.04 e 18.04, também existe um pacote para o Ubuntu 18.10 e provavelmente quando novas versões do Ubuntu forem lançadas, esses pacotes DEB também serão atualizados.

Acesse este link e seja redirecionado ao site oficial do mGBA e efetue o download da versão mais recente, atente-se ao pacote referente seu sistema operacional.

Nesta última versão do emulador, sua equipe de desenvolvimento cometeu uma pequena gafe, pois ao empacotar o mGBA para o Ubuntu 18.04, substituíram uma biblioteca do Ubuntu 18.04 por outra do Ubuntu 18.10 (libmagickwand-6.q16-6), ocasionando em um erro de dependência. Tal incômodo foi solucionado por mim, que “reempacotei” com a biblioteca correta (libmagickwand-6.q16-3).

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Caso esteja utilizando o Ubuntu 18.04 ou baseados como o Linux Mint 19, baixe os pacotes com a pequena modificação que efetuei, mas antes verifique se você teve o mesmo problema com a oferecida no site oficial.

 Baixe o mGBA para Ubuntu 18.04

São 3 pacotes (“libmgba.deb”, “mgba-qt.deb” e “mgba-sdl.deb”), instale normalmente clicando duas vezes sobre cada arquivo.

Após a instalação dos 3 arquivos, o mGBA aparecerá em seu menu de aplicativos. Vale ressaltar que esse foi outro problema que encontrei nesta versão do pacote DEB oficial (mGBA 0.7.1), dentro do pacote não existia um lançador do mGBA, assim sua execução só era possível via terminal com o seguinte comando:

mgba-qt

No pacote que disponibilizei, esse erro não existe mais. Se o problema persistir na versão que você efetuou o download (caso não utilize Ubuntu 18.04), existe a possibilidade de criar um lançador para o mGBA, com o editor de menu Alacarte, o nome do seu executável é “mgba-qt”, como no comando acima.

mGBA em Snap (pacote unofficial)


Como citado anteriormente, existem outras maneiras de instalar o mGBA, o Flatpak é uma alternativa, e por muito tempo utilizei ele neste formato, todavia o mesmo parece “estar abandonado” e não recebe atualizações há um bom tempo, então não vejo como uma boa alternativa neste caso.

Uma nova opção e que passou a existir a pouco tempo, é sua versão em Snap (aliás o mGBA é empacotado por um dos encabeçadores do Snap, o Alan Pope), mesmo não sendo empacotado pelos desenvolvedores do mGBA, o pacote mantém-se sempre atualizado, e caso não queira instalar a versão em DEB ou esteja utilizando outro sistema como um Fedora por exemplo, considere a versão em Snap.

Usa outra distribuição que não seja o Ubuntu e não tem o Snap habilitado? Então não perca tempo e aprenda como habilitá-lo em seu sistema. Acesse o link e comece a desfrutar deste formato de pacote.

No Ubuntu você poderá pesquisar e instalar o mGBA em Snap direto pela loja.

emulador-mgba-nintendo-gb-gbc-gba-linux-mint-ubuntu-snap-alan-pope

Se preferir, pode efetuar a instalação via terminal, com o comando:

sudo snap install mgba

Sempre quando estou jogando games dos portáteis de minha infância (que infelizmente atualmente são apenas “mostruário”), lembro dos momentos alegres e difíceis que passei, cada jogo tem uma história que me faz ter mistos de nostalgia e superação, jogos que fizeram (e fazem) parte de minha vida. Que depois incentivei meu irmão mais novo a jogá-los, e hoje em dia ele também é apaixonado por retro-games.

E você, também curte jogos de portáteis? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, a galera é apaixonada por games.

Espero você até a próxima postagem, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Emulador de Nintendo 3DS no Linux

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Que tal poder jogar numa resolução maior os games do seu console portátil no Linux e ter uma nova experiência. Hoje iremos conhecer o poderoso Citra, emulador de Nintendo 3DS.

citra-emulador-3ds-linux
 O Citra é um emulador de Nintendo 3DS multiplataforma (Linux, Mac e Windows) escrito em C++ que utiliza o framework QT em seu desenvolvimento, de código aberto sobre a licença GPLv2, vem há alguns anos ganhando destaque por suas implementações aceleradas e alta compatibilidade com os títulos de Nintendo 3DS, console este que é campeão de vendas na categoria de portáteis, chegando até desbancar seu concorrente direto, o PS Vita da empresa japonesa Sony.

Durante estes pouquíssimos anos de existência, desde 2014 (comparado a outros emuladores famosos como PPSSPP, Dolphin, PCSX2, ZNES, etc.) o Citra vem amadurecendo com diversas funcionalidades e performance, por exemplo com atrativos que o próprio console não possui como: possibilidade de utilização de resoluções até 10 vezes maiores que a nativa (400x240). 

Funcionalidades que tornam o Citra incrível


Possibilidade de jogar online em servidores não oficiais Nintendo, em salas públicas ou privados, de até 16 players simultâneos (dependendo do jogo).

citra-emulador-3ds-linux-online

Multiplayer local, caso tenha algum outro computador na mesma rede, sendo possível partidas em games como Pokémon Omega Ruby.

citra-emulador-3ds-linux-multiplayer-local

Aceleração de jogos via GPU, caso possua uma  placa de vídeo dedicada a performance melhora drasticamente, dando uma melhor experiência.

citra-emulador-3ds-linux-performance-gpu

Configuração de uma webcam, ou até mesmo a utilização de um arquivo (imagem)  simulando as câmeras do console N3DS, para jogos que façam uso da função (particularmente nunca usei).

citra-emulador-3ds-linux-camera-webcam

Configuração nativa de joysticks, inclusive simulando o toque da tela do portátil da Nintendo (anteriormente esta função era por meio de arquivo de configuração).

citra-emulador-3ds-linux-joystick

Importação de Amiibos, para desbloqueio de funcionalidades ou objetivos em determinados jogos.

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Estilos de visualização de tela durante o game (duas telas, uma apenas ou uma menor e outra maior).

citra-emulador-3ds-linux-screenview

Lista de compatibilidade dos games locais e tema dark.

citra-emulador-3ds-linux-compatibilidade-tema

A compatibilidade de jogos é documentada na Wiki oficial do emulador, nela você  pode ver separado por categorias com cores que representam se o game tem emulação perfeita, jogável, ruim etc.

Baixe o Citra para sua distro Linux


Distribuído oficialmente de duas formas no Linux (ou três se contar a compilação pelo Github deles), executável com versões diárias direto do site e em Flatpak (existia uma opção de um instalador criada por eles, mas parece que foi substituído pelo Flatpak), o emulador possui duas versões, a Nightly, que contém os mais recentes recursos testados e estáveis e a Canary, versão de teste com códigos incompletos para quem gosta de testar. 

Se você quer evitar problemas com dependências ou versão do QT em seu sistema, além de receber atualizações, é recomendável a instalação da versão em Flatpak, caso não saiba o que é Flatpak e como habilitar em seu sistema, temos uma matéria de como proceder (Como Instalar e Gerenciar Flatpaks no Linux).

Você pode simplesmente baixar o arquivo Flatpakref e dar dois cliques caso a central de aplicativos de sua distro tenha tal suporte (segue como habilitar essa função na gnome software, loja do Ubuntu) e instalar.

Versão Nightly (estável)
citra-emulador-3ds-linux-download- estable-nightly


Versão Canary (teste)
citra-emulador-3ds-linux-download-beta-canary

Ou utilizar via terminal os seguintes comandos,  para instalação de respectivas versões.

Versão Nightly (estável):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-nightly.flatpakref

Versão Canary (teste):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-canary.flatpakref

O modo manual de instalar o Citra


Caso queira o download manual da versão “não-flatpak”, basta acessar este link e clicar na opção “Manual Download”, como no exemplo abaixo.

citra-emulador-3ds-linux-download


Depois disso extraia  o arquivo  “.targz”, navegue até o diretório, localize o arquivo citra-qt, e no terminal abra com o comando:
./citra

Lembre-se,desta maneira você terá de baixar toda vez que sair uma versão nova do Citra manualmente e poderá ter problemas com o versionamento do QT em seu sistema. Por experiência, não recomendo esta forma, pois o Citra atualiza com muita frequência (em torno de 15 - 20 versões por semana).

Fazendo backup dos seus Saves


Caso queira fazer backup dos seus saves no Citra, basta navegar até sua pasta pessoal, exiba os arquivos ocultos e navegue até o diretório:
.local/share/citra-emu/sdmc/Nintendo 3DS
Basta copiar o conteúdo da pasta em um local seguro para salvar o conteúdo.

Já a configuração do seu joystick fica na sua home também, na pasta oculta: 
.config/citra-emu
salve o arquivo “qt-config.ini”.

Outra forma de obter o emulador é via Snap, para isso acesse essa postagem para mais informações.

Para eventuais dúvidas acesse a Wiki oficial do Citra e veja a resposta de seus desenvolvedores para assuntos como: “shared fonts” (arquivos necessários  para alguns games funcionarem, como Pokémon). Como obter jogos e Amiibos para funcionamento dentro do emulador e muito mais.

Já conhecia o Citra? Quais seus games favoritos? Deixe nos comentários se já usava o emulador ou se gostou da novidade de ser distribuído em Flatpak e Snap.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo console da Nintendo roda Linux

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A Nintendo resolveu apelar para a nostalgia dos jogares clássicos e lançou uma versão moderna do NES, ou simplesmente Nintendinho para nós, brasileiros, com vários jogos clássicos e compatibilidade com a tecnologia atual de televisores por um preço acessível, e para fazer o aparelho funcionar eles estão utilizando o Linux.

NES CLASSIC COM LINUX




NES Classic BoardA Nintendo lançou um novo "velho" console no mercado custando US$ 60,00 que revive o clássico NES lançado há mais de 35 anos com 30 games disponíveis na memória e com os controles clássicos do console, um prato cheio para os nostálgicos.


Além da nostalgia, o NES Classic Edition, como está sendo chamado, traz para os compradores uma pitada de modernidade também aliada à nostalgia, como um cabo HDMI para fazer a conexão de áudio e vídeo com os aparelhos de TV atuais, processador Quad-core ARM Cortex-A7, 256 MB de RAM e 512 MB de memória NAND Flash para armazenar os games.

O vídeo abaixo mostra em 1 hora o funcionamento do console, preste especial atenção onde são mostrada as licenças de softwares open source utilizadas no Nintendo Classic Edition.



Para o software do console foi utilizado o Linux em junção com um emulador de NES e uma interface customizada pela própria Nintendo. O produto vai ser certamente muito chamativo para os saudosistas, mas ele tem algumas limitações em recursos que os consumidores provavelmente gostariam de ter, como poder adicionar mais games de alguma forma, por cartão de memória ou algo assim, via download, com uma loja para comprar os games, etc. mas aparentemente este não é um recurso disponível.

Saiba mais sobre ele no site da Nintendo.
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SnexBox - Jogue os clássicos do Super Nintendo direto do seu Navegador

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Jogue clássicos do Super Nintendo sem Emulador

Eu adoro o Super Nintendo, pra mim, um dos melhores videogames já lançados, ele marcou muito a minha infância e eu adoro ficar relembrando os games clássicos do SNES.
Infelizmente encontrei esses consoles antigos não é algo muito fácil ( nem barato ) e podemos dizer os mesmos dos cartuchos.

Controle do Super Nintendo


Pelo menos existem os emuladores de vídeo games, dos quais eu sou usuário assíduo como o ZSNES para Ubuntu que permite que você jogue os clássicos.

Hoje graças a uma dica de um leitor do blog, o +Stenio Stein , agora podemos jogar os games no Super Nintendo e no Nintendinho através de um site na internet sem a necessidade de emulá-los no computador.

O Snesbox é um site que permite que você jogue games clássico do Super Nintendo, como Mario World, Mortal Kombat, Mario Kart e Donkey Kong.

SNESBOX

Confira, vale a pena se divertir um pouco, até a próxima!

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Jogando no Linux - Top Gear - Recordando e Analisando

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Um dos games de corrida mais marcantes de todos os tempos e você pode jogar no Linux

Se hoje em dia os títulos da série Need For Speed são referência no gênero de corrida, antigamente a coisa era diferente, especialmente se você tinha um Super Nintendo.

Top Gear de Super NIntendo no Ubuntu
Arte do Cartucho

Top Gear foi lançado em 1992 e era para ser lançado para o NES, conhecido como Nintendinho, os brasileiros não conhecem muito o Nintendinho, mas conhecem o Poly Station que é quase a mesma coisa.


Mas nessa época a Nintendo estava lançado o seu mais popular console, o Super Nintendo, fato que acabou influenciando na escolha de desenvolvimento do game e fez ele ser lançado exclusivamente para a nova plataforma.

Top Gear Multiplayer

Na Europa o Game recebeu outro nome, Top Racer, e por incrível que pareça, fora do Brasil o game nem fez tanto sucesso assim, tanto que qualquer referência ou análise, homenagem ou seja lá o que for feita à Top Gear e quase sempre feita por brasileiros como nós.
Top Gear foi uma versão melhorada de Rad Racer que era um game de corrida para consoles 8 Bits, um dos grandes destaques era o modo multiplayer para dois jogadores, onde o tela era divida ao meio na horizontal e você poderia jogar com os seus amigos ao mesmo tempo, para época isso era incrível!

Top Gear

Um dos maiores mistérios do game é a imagem de fundo do menu inicial, o mesmo meno onde você pode selecionar os carros para jogar ( eram 4 ), até hoje ninguém sabe que lugar é aquele.


E falando nos Carros, você sabia que eles tem nome? Pois é, vamos conhecer algumas características deles:
Cannibal(Vermelho)147 milhas por hora (237 km/h) - mais rápido do jogo.5.9 segundosBaixa aderência dos pneusAlto consumo de combustível (o maior do jogo).Inspirado na Ferrari Testarossa de 1991
Sidewinder(Branco)131 milhas por hora (211 km/h).3.5 segundosForte aderência dos pneusBaixissimo consumo de combustível (o menor do jogo).Inspirado na Ferrari 288 GTOde 1985
Razor (Roxo ou púrpura)137 milhas por hora (220 km/h)5.0 segundosBaixa aderência baixa dos pneusModerado consumo de combustívelInspirado no Honda NSX
Weasel (Verde-azulado)137 milhas por hora (220 km/h)4.3 segundosModerada aderência dos pneusModerado consumo de combustível.Inspirado no Porsche modelo 959
Uma das coisas mais legais do game eram as possibilidades, restritas se compararmos com os games de hoje, mas para a época... era possível usar Nitro e em algumas pistas mais longas era necessário parar para abastecer ( e eu nunca achava a po**a do PitStop ), além de que carros específicos tinham vantagens e desvantagens dependendo das pistas e por falar em pistas, duas delas eram no Brasil, uma na Amazônia e outra no Rio de Janeiro. 

Trilha sonora

Esta merece um destaque especial, criada pelo artista Barry Leitch originalmente como trilha sonora da série Lotus Turbo Challenge de computador Amiga, foi remixada para o Top Gear e é um dos pontos mais marcantes do jogo. 
E pode ter certeza, não tinha música ruim, e toda vez que eu ouço, mesmo hoje em dia, da uma nostalgia enorme, veja algumas músicas:


Além da trilha sonora "fodástica" o game anda contava com outros elementos de áudio, como som ambiente, aumento e redução de marchas, som do motor e do Nitro.
E a trilha sonora está ainda tão presente para os fãs que encontramos no YouTube verdadeiras obras de arte feitas por brasileiros para homenagear Top Gear.


E o game ganhou outras sequencias, Top Gear 2 em 1993 e Top Gear 3000 em 1994 com um tema mais futurista, mas a mais marcante foi a edição de estréia.
Saíram também versões para consoles posteriores, o último em 2004 para PlayStation 2 mas nenhum tem o mesmo carisma da primeira versão.

E como jogar este clássico no Linux

Para jogar esse clássico chamado Top Gear direto do seu Linux você vai precisar de duas coisas:



Até a próxima pessoal!


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