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Adicione temas oficiais ao seu Google Chrome

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Se tem uma coisa que a maioria dos usuários Linux gostam, é de customizar o sistema, talvez esse seja o primeiro encanto ao instalar uma distro, sair trocando os temas e personalizando com cores prediletas, pois bem, basicamente essa é a novidade para usuários de Google Chrome.

temas-google-chrome-personalizar

A possibilidade de trocar o tema do browser da Google não é nada novo, porém, nesta semana a gigante das buscas lançou um plugin com diversas opções de cores para o Chrome. A coleção de temas visa agradar a todos os públicos, seja quem curte uma interface mais clara e colorida, ou pessoas como eu, que dão preferência a interfaces mais escuras. Inclusive um dos temas, o “Just Black”, simula um visual mais noturno, ideal para quem passa as noites e madrugadas utilizando o computador.

tema-preto-escuro-google-chrome-

Num total são 14 temas compatíveis com todas as versões do navegador, para aplicar ao seu navegador basta ir até a Chrome Web Store, selecionar o tema favorito e clicar no botão “Usar no Chrome”, Simples e prático.

temas-google-chrome-oficial

Até o momento o tema agraciado por quem sabe da novidade é o “Classic Blue” com 75 usuários.

tema-azul-oficial-classico-google-chrome

Você utiliza o Google Chrome? Curtiu a novidade? Com os temas oficiais da Google a segurança de algo padronizado é maior. Deixe nos comentários o que achou da novidade.

Aguardo você no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como instalar o VirtualBox 6.0 no Linux

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Hoje você aprenderá a instalar a ferramenta de virtualização de sistemas, Virtualbox, confira o passo a passo e aprenda a usar o recurso para o seu trabalho ou estudo.

oracle-virtualbox-vbox-linux-ubuntu-mint

O VirtualBox é uma ótima ferramenta para estudos ou até mesmo testes, é comum profissionais de TI e entusiastas utilizarem softwares de virtualização para simular um comportamento, aprender algo novo, ou simplesmente conferir um SO.

Veja o vídeo a seguir e entenda um pouco sobre virtualização de sistemas.


Antes de partir propriamente para instalação, e pôr as “mãos na massa”, confira um pouco das novidades contidas a partir da versão 6.0 do VirtualBox.


  • Exportação de máquinas virtuais para Oracle Cloud Infrastructure;
  • Suporte a gráficos 3D para VMs do Windows;
  • Introdução de um novo gerenciador de arquivos, que permite copiar arquivos entre VM e host;
  • Suporte a resoluções HiDPI aprimorada;
  • Suporte ao acesso de discos convidados pelo host em sistemas macOS;
  • Nova interface da aplicação;
  • E muito mais…

Pré-requisitos para instalação do VirtualBox 6.0 


Em primeiro lugar vamos instalar alguns pacotes, caso ainda não estejam instalados em seu sistema. O procedimento pode ser feito via terminal ou via Synaptic, para adicionar tais softwares a sua distro.

Os seguintes pacotes serão instalados: gcc, make, linux-headers-generic e o dkms

Você poderá instalar cada pacote com o Synaptic, conforme a imagem abaixo, ou utilizar os referentes comandos no terminal:

sudo apt update 

sudo apt-get install gcc make linux-headers-$(uname -r) dkms

synaptic-virtualbox-vbox

Outro passo importante é remover a versão anterior ao VirtualBox 6.0, se por algum motivo a tenha instalado no sistema, podendo ser feito por interface gráfica ou via comando.

sudo apt remove virtualbox virtualbox-5.2

Baixando e instalando o VirtualBox 6.0


Neste ponto cabe uma observação. Existem duas maneiras de se instalar o VirtualBox direto do site em seu sistema, adicionando o repositório oficial ou efetuando o download do arquivo “.deb”, irei demonstrar ambas.

Adicionando o repositório do VirtualBox em seu Ubuntu, Linux Mint e derivados


Execute o comando para adicionar a chave do repositório ao seu sistema.

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox_2016.asc -O- | sudo apt-key add -

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -

Adicione o repositório com os pacotes do VirtualBox.

sudo sh -c 'echo "deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian $(lsb_release -sc) contrib" >> /etc/apt/sources.list.d/virtualbox.list'

Agora instale o VirtualBox na sua distribuição.

sudo apt update && sudo apt install virtualbox-6.0

Baixando o VirtualBox do site e instalando no sistema


A segunda forma é efetuando o download diretamente da página oficial, e baixando o pacote “.deb” referente a sua versão do sistema.

download-virtualbox-linux-mint-ubuntu

Logo após, dê 2 cliques no pacote “.deb” e instale normalmente.

Tenha em mente que desta maneira as atualizações deverão ser feitas manualmente, baixando a cada nova versão e instalando-a outra vez. Este método é interessante caso queira atualizar apenas quando desejado.

Adicionando o pacote de extensões do VirtualBox


No site do VirtualBox, efetue o download do pacote de extensões com ele você terá algumas funcionalidades a mais no programa, como suporte à devices via USB entre outras coisas.

(procure algo como: “VirtualBox Extension Pack”, entretanto observe e baixe conforme a versão do Virtualbox instalado em seu sistema).

Para o download da versão 6.0, basta clicar no botão “download” a seguir.

 Baixe o pacote de extensões  do  VB.

Vá até o local que baixou o arquivo, clique com o botão direito do mouse e abra com o VirtualBox.

extension-virtualbox-adicional

Instale o pacote de extensões e aceite os termos de licença.

instalar-vbox-adicional

E pronto! Agora você poderá criar suas VMs e efetuar diversos testes, sem medo de comprometer seu sistema real.

interface-nova-virtualbox

Aprenda a trabalhar com o software e domine o VirtualBox, vídeo super completo sobre o tema.


Até a próxima pessoal, espero vocês aqui no blog Diolinux, e façam seus inúmeros testes no VirtualBox, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Oomox, uma ferramenta para criar temas GTK

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Recentemente disponibilizamos uma personalização do tema Mint-Y, todo customizado “na unha”, e com o processo explicado passo-a-passo num vídeo na Twitch.

O resultado final foi esplêndido, porém trabalhoso, sendo preciso alguns softwares para criar tal customização, o GIMP como sempre presente 😉😁😁, entretanto por ser algo demorado algumas pessoas desistirão no meio do caminho, mas existe uma solução prática e acessível, agradecemos ao nosso leitor Jhonatan Dias pela dica.

temas-gtk-oomox

Caso queira customizar seu sistema, sem ter muito trabalho, a ferramenta Oomox é ideal para você, com ela a criação de temas GTK será rápida e intuitiva.

Instalando a aplicação Oomox


Na página do GitHub do Oomox você verá diversas formas de instalação para cada distribuição Linux. No caso do Ubuntu, Linux Mint e derivados, você pode efetuar o download de um arquivo “.deb” e instalar via interface gráfica, ou instalar a versão em Flatpak, diretamente do Flathub ou loja do seu sistema, caso esteja habilitado.

Não sabe como adicionar suporte ao repositório Flathub no seu Ubuntu? Confira o post e configure o Flatpak em seu sistema (no Linux Mint 19 o Flatpak já vem habilitado por padrão).

Depois de habilitar o repositório Flathub ao seu sistema, basta pesquisar na loja por Oomox, e instalar o programa.

oomox-flatpak-temas-gtk

A interface do Oomox


O software tem sua interface dividida basicamente em 4 elementos, uma barra superior com botões responsáveis por ações como: “Importar esquemas de cores”, “Clonar o tema”, “Salvar o tema”, “Renomear o tema”, “Excluir o tema”, “Exportar o tema”, “Exportar os ícones”, “Exportar os esquemas de cores para o terminal” e um menu hambúrguer com todos os atalhos do programa.

A parte principal da aplicação é subdividida em 3, na esquerda ficam os “‘Presets” e “Plugins”, com variações de temas oferecidas previamente pelo programa, e também ficará os temas customizados e criados pelo usuário.

No centro ficam propriamente todas as opções de customizações dos temas, como o “Theme Style” que lhe permite personalizar e criar temas baseados no momento em 3 temas super conhecidos pela comunidade, que são: o “Numix”, “Material” e “Arc”.

Além das cores dos temas e seus elementos, existe a possibilidade de criar alguns temas de ícones com variações de cores, como esquemas de cores para o terminal.

A última parte do software na direita, fica o preview das modificações em tempo real, muito útil e evitando a aplicação manual do tema para ver os resultados.

oomox-interface-tutorial

Criando seu tema


Existem diversas maneiras de se criar um tema no Oomox, entretanto julgo mais simples proceder da seguinte maneira:

1º Encontre um Preset de um tema que goste e clone o tema.

2º Modifique as cores conforme seu senso crítico de design, afinal o tema é seu.

Para modificar os valores, basta clicar nos quadrados e escolher conforme a paleta de cores, ou digitar o valor hexadecimal da cor.

3º Depois de customizar todas as cores, do preset escolhido e do theme style, salve o tema.

4º Na barra superior clique em “Export Theme”, uma janela aparecerá, marque a opção e dê prosseguimento a ação, aguarde o processo finalizar.

exportar-tema-gtk-oomox-tutorial

Seu tema será exportado para pasta do seu usuário atual, na home, dentro de “.themes”.

oomox-tema-exportado-distribuir

Você poderá distribuir cópias deste seu tema para amigos, e caso queira dos ícones também, basta clicar em “Export Icons”, e eles serão exportados para pasta “.icons” do seu usuário atual.

Para visualizar as pastas ocultas tanto no Mint como no Ubuntu, basta pressionar a combinação de teclas CTRL+H, e as pastas serão visíveis.

Aplicando o tema no Ubuntu (Gnome)


No Ubuntu pesquise na loja por “Ajustes do Gnome” e instale o programa, caso deseje faça via terminal com o comando:

sudo apt install gnome-tweak-tool

baixar-gnome-tweak-tool

Pesquise por “Ajustes” no menu do Ubuntu e abra o programa.

executar-gnome-ajustes

Na aba “Aparência”, selecione o seu tema na opção “Aplicativos”.

setar-tema-oomox

Aplicando o tema no Mint Cinnamon


No Linux Mint pesquise por “Configurações do sistema” no menu, logo em seguida acesse a opção em “Aparência>>Temas”.

temas-linux-mint

Em temas notará diversas alternativas, como “Borda da janela”, “Controles” e “Área de Trabalho”. Selecione o tema que acabou de criar em cada uma destas opções e customize sua distro.

temas-linux-mint-configurar-oomox

Com essa aplicação é muito simples modificar a aparência do sistema e deixá-lo ao seu gosto, recomendo por sua criatividade e “lado artístico” à prova e sair criando numerosos temas GTK.

Gostou da aplicação Oomox? Já conhecia ou utilizava? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o programa.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Libre Office 6.2 lançado com nova interface

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Ferramentas para criação de documentos existem aos montes, no entanto as mais famosas são: o Microsoft Office e Libre Office, e por ser uma alternativa livre, o Libre Office sempre foi visto como o rival do concorrente, porém, seu visual afastava alguns usuários que não conseguiam migrar unicamente pela aparência da aplicação, fazendo com que acabassem procurando alternativas, como o WPS Office ou o Softmaker Office.

libreoffice-office-linux

Depois de 6 meses de desenvolvimento, finalmente a versão 6.2 do Libre Office foi lançada, apresentando uma nova interface de usuário chamada NotebookBar, baseado no conceito MUFFIN, um acrônimo para “Minha interface amigável e flexível”, que anteriormente era um recurso experimental. Seu suporte irá até Novembro de 2019, com mais 6 updates esperados.

Libre Office visual clássico


libreoffice-office-linux-visual-classico

A “UI NotebookBar” é totalmente opcional e não vem habilitada por padrão (antes que os amantes do visual clássico começassem a lamentar). Está nova opção vem em 3 modos diferentes, com guias, agrupados e contextuais.

Libre Office com NotebookBar


libreoffice-office-linux-notebookbar-novo-ui

Fica evidente a intenção da The Document Foundation, fundação por trás do Libre Office, em abarcar um público que ao migrar de soluções proprietárias sentiam dificuldades com a maneira diferenciada de organização de sua suíte de documentos.

Novidades do Libre Office 6.2


Além do novo visual, destacam-se os ícones reformulados do elementary OS e Karasa Jaga (ícone padrão do Libre Office), recursos de segurança e criptografia através da implementação do HMAC, filtragem de palavras-chave indexadas e termos de pesquisa com velocidade aprimorada, como melhor compatibilidade com documentos Microsoft Office, corrigindo erros em gráficos e animações por exemplo.

O menu de contexto foi aprimorado, melhorando o desempenho na alteração e manipulação de documentos grandes. O LibreOffice Online não ficou de fora, ganhando uma interface de usuário simplificada e responsiva.

Diversas funcionalidade foram implementadas, agora o Writer consegue copiar dados de planilhas em tabelas, em vez de inseri-los unicamente como objetos. O Impress e Draw conseguem modificar o caminho de movimentação das animações, simplesmente arrastando os pontos de controle. O Calc ganha uma nova função chamada REGEX, permitindo associar texto a expressões regulares, com a possibilidade de obter uma saída com várias medidas para análise e estatística, e muito mais.

Como baixar e instalar a nova versão


Até o momento o Libre Office em Snap e AppImage continuam na versão 6.1 (veja se já chegou a atualização para esses pacotes), caso não aguente esperar e queira testar, você pode baixar a versão em Flatpak (particularmente prefiro em Flatpak) ou a distribuída no site, basta seguir o passo a passo.

Acesse o site oficial do Libre Office, e efetue o download da última versão estável, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu.

libreoffice-office-linux-deb-download

Ao baixar o pacote, o site sugere 2 outros, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-linux-pt-br

Extraia os arquivos em uma pasta, para melhor organização, e começando pelo pacote extraído do Libre Office (LibreOffice_6.2.0_Linux_x86-64_deb), verá que dentro existe uma pasta chamada DEBS com diversos pacotes “.deb”.

libreoffice-office-linux-deb-insstalar

Clique dentro da pasta com o botão direito, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-linux-deb-terminal

Dentro do terminal, digite o comando para efetuar a instalação dos pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-linux-instalar-exemplo

Espere a instalação concluir, e repita o procedimento nas outras pastas extraídas dos arquivos de ajuda e linguagem do usuário em português.


Ativando o modo NotebookBar


Para visualizar as aplicações na nova UI, vá em “Exibir>>Interface do usuário”, e selecione a opção “Em abas”, ou algum dos outros modos de visualização.

habilitar-interface-libreoffice-notebookbar

Já testou a nova versão? gostou do visual NotebookBar? Começarei a utilizá-lo, talvez me adapte ou quem sabe continuo com a padrão.

Deixe nos comentários suas experiências e opiniões sobre o novo Libre Office, te aguardo aqui no blog Diolinux, como sempre, SISTEMATICAMENTE!

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Crie sua própria central multimídia com LibreELEC

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Na atualidade as smart TVs estão presentes em diversos lares brasileiros, porém, nem todos possuem um aparelho com tal funcionalidade, nestes casos o LibreELEC pode ser uma alternativa.

libreelec-jeos-media-center-cinema-casa

O LibreELEC é um fork do projeto OpenELEC, com foco em desenvolvimento e estabilidade do sistema, essa distribuição Linux tem o intuito de facilitar o uso em computadores voltados a sistemas media center. 

Usando como interface o famoso Kodi (software media center), o LibreELEC também fornece opções para PLex Embedded, Lakka e vários projetos IoT. Conhecido por ser uma distribuição Linux “Just enough OS” para o Kodi (Apenas o suficiente OS), o JeOS pode ser executado em arquiteturas x86, dispositivos Raspberry Pi, computadores ODroid e WeTek, sendo uma ótima escolha na criação de uma central de mídia completíssima, substituindo a função de uma smart tv.

libreelec-jeos-media-center

Nova versão com novidades


Lançado no dia 2 de Fevereiro, o LibreELEC 9 integra o Kodi 18.0 e acompanha melhorias provindas da versão 18.0 do Kodi e as próprias do JeOS. Alguns recursos presentes no LibreELEC 9 são:

  • Suporte a DRM, permitindo a transmissão de conteúdo não oficial de serviços como Amazon e Netflix;
  • Retroplayer, função que possibilita executar games retrôs via emulação;
  • Senhas de SSH mutáveis;
  • Firewall iptables como padrão;
  • Atualizações de Add-on (complementos do Kodi) no menu próprio do sistema;
  • Inicialização em modo segurança, caso hajam erros ao iniciar o Kodi;
  • Maior suporte a Drivers DVB (é um conjunto de padrões abertos para TV digital);
  • Suporte alpha para Rockchip (algumas TVs, tablets e dispositivos media center utilizam esses semicondutores);
  • E novos dispositivos suportados.

libreelec-jeos--media-center-module-driver

Alguns destes novos aparelhos suportados:


  • Amlogic
  • Khadas VIM (1) - é necessário instalação limpa caso utilize imagens da comunidade atual.
  • Libre Computer LePotato.
  • Rockchip
  • 96 cadeados ROCK960;
  • Placa Tinker da ASUS;
  • Vaga-lume ROC-RK3328-CC;
  • Khadas Edge;
  • PINE64 ROCK64;
  • PINE64 RockPro64;
  • Pipoca Hour RockBox;
  • Transformador de pipoca;
  • Radxa ROCK Pi 4;
  • Rockchip Sapphire Board;
  • Mqmaker MiQi.

libreelec-jeos-media-center-raspberrypi-rockchip

E muito mais aparelhos…

RetroPlayer, jogue seus games retrôs direto no Kodi


Agora com a possibilidade de executar games via “cores” de emulação, semelhante ao “agregador de emuladores” RetroArch, o Kodi 18 traz suporte inicial a vários jogos de consoles nostálgicos como: Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e muito mais. 

libreelec-jeos-kodi-retroplayer-emulador-games

Você pode efetuar o download do LibreELEC gratuitamente em seu site oficial, e quem sabe ressuscitar aquele PC empoeirado e criar seu próprio “Cinema em Casa”. 

Até o próximo post, te aguardo aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Gnome Shell recebe melhoria de performance

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sábado, 2 de fevereiro de 2019

O Gnome Shell constantemente é criticado por exigir um hardware moderno para seu funcionamento sendo tachado como “pesado”. É notório seu uso de RAM no arranque do sistema e às vezes pequenos engasgos em suas animações. Com vários elementos visuais inspirados em outros sistemas, a DE do Gnome é um caso de ódio ou paixão, parece que não existe um meio termo e se existe, esse é um trabalho para as extensões, que usadas indiscriminadamente podem ocasionar no sobrecarregamento do sistema e mais lentidão.

performance-gnome-shell-de-linux

A equipe de desenvolvimento do Gnome está a cada versão rompendo barreiras e sanando problemas, como o de excesso de consumo de RAM, uso excessivo da CPU entre outras questões, um belo exemplo é a diferença do Ubuntu 18.04 para o 18.10, temos vídeo no canal Diolinux com as opiniões sobre a versão acompanhada no Ubuntu.

Ditar o préstimo do Gnome com o Ubuntu em meu ver não é a coisa mais “certa” a se fazer, julgo que para notar a real diferença de cada versão do Gnome Shell o Fedora é uma ótima opção.

Por manter o Shell mais “puro” como o pessoal do Gnome propõe, o Fedora é um bom sistema para ver a evolução e melhora de performance do Gnome, claro que nada lhe impede de usar um Arch Linux da vida 😂😂😂.

gnome-fedora-desempenho

“Performance performática”


É evidente que a perfeição não é algo possível quando falamos de software e seria redundante afirmar que em “um passe de mágica” o Shell do Gnome começaria a obter resultados de performance incríveis, mas percebendo pequenos indícios ao se testar as novas versões e experimentar as pequenas melhorias, a fama de “pesadão” não parece ser algo que ficará no presente por muito tempo.

Envolvido nas melhorias do Gnome Shell e seu compositor de janela o Mutter, Georges Stavracas Neto, desenvolvedor brasileiro do GNOME, vem trabalhando nesses dois componentes e concentrando-se em desempenho e limpeza de código.

Temos uma entrevista com o Georges sobre performance, consumo de RAM, novas funcionalidades e muito mais envolvendo o projeto Gnome. E um Diocast sobre Wayland, Flatpak etc, confira.

Removendo o que “não serve” e melhorando o código existente 


Com o apoio de programadores da Canonical, por exemplo o desenvolvedor Daniel Van Vugt, Georges vem melhorando o desempenho do Shell e seu compositor, trabalhando no Wayland, substituindo código velho por novo com tecnologias mais recentes e implementando melhorias pequenas que num todo melhoram a experiência do sistema.

Códigos que deixavam as animações mais lentas, aumentavam o tempo de latência entre ação do usuário e sistema, uso ineficiente de cache entre outras coisas, foram só “a ponta do iceberg” das melhorias que estão sendo empregadas.

Bugs também estão sendo resolvidos e com a escrita de código mais eficiente, melhoras, como no carregamento da animação dos ícones e arranque do sistema, são melhorias que poderão ser notadas na versão 3.32 do Gnome, que sai provavelmente no mês de Março.

E você já testou as versões mais recentes do Gnome Shell? Confesso que fico orgulhoso vendo um brasileiro no desenvolvimento de um projeto tão importante. Fica como nota pessoal, os meus parabéns ao Georges e demais colaboradores de projetos que fazem a diferença no cotidiano de muitos e do meu.

Se deseja ver detalhadamente cada melhoria e mais informações, acesse a publicação do Georges.

Nos vemos no próximo post e você já sabe, compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE.

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Novo Firefox 65, veja as novidades

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terça-feira, 29 de janeiro de 2019



Famoso não apenas entre usuários Linux, o Mozilla Firefox é um dos principais browsers da atualidade, com o lançamento desta nova versão, o navegador recebe um polimento na segurança e compatibilidade com tecnologias da web.

mozilla-firefox

Com novas opções de bloqueio de conteúdo, a versão 65 do Firefox vem mantendo sua filosofia de “privacidade sem restrições de funcionalidades ao navegar na web”. Por exemplo, ao clicar no “i”, conforme imagem abaixo, opções e informações sobre a página estão disponíveis, caso tenha concedido alguma permissão especial ao site uma mensagem indicará tais privilégios.

sites-firefox

Outras configurações avançadas estão disponíveis, você pode configurá-las acessando: Preferências >> Privacidade e Segurança >> Bloqueio de conteúdo.

Existem 3 opções: Padrão, Rigoroso e Personalizado. Por padrão o Firefox 65 bloqueia apenas rastreadores conhecidos em janelas no modo anônimo, na segunda opção “Rigoroso” ele bloqueia todos os rastreadores e informa que isso pode prejudicar o funcionamento de alguns sites. 

No modo “Personalizado” você tem a total liberdade de bloquear uma lista de sites e permitir quais possam acessar os cookies ou se a configuração será válida durante navegação privada ou não, ainda é possível gerenciar ou limpar os dados de sites no Firefox. 

configuração-sites-firefox

Mais novidades no Firefox 65


Outra melhoria nesta nova versão é o aprimoramento na batalha contra os pop-ups, pois o Firefox impedirá que várias janelas abram numa mesma página. A proteção “Stack Smashing” que é uma vulnerabilidade que força o aplicativo “estourar” em meio a tantos processos, foi aprimorada.

Para usuários que usam multilinguagens em diferentes sites, serão contemplados com a opção de idiomas sem necessariamente efetuar o download de cada pacote de linguagem.

Gerenciador de tarefas remodelado


Remodelado o gerenciador de tarefas do Firefox está mais direto ao ponto, com informações detalhadas de uso de RAM e consumo de CPU, isso permite identificar os processos que estão devorando mais recursos ou até ocasionando travamentos. 

gerenciador-tarefas-firefox

Suporte ao padrão de imagem WebP da Google


E as novidades não param, o formato desenvolvido para web da Google o WebP foi adicionado ao Firefox 65, essa tecnologia permite arquivos menores e com mesma qualidade de outros formatos, além das opções de compactação com e sem perdas.

Como obter essa nova versão?


O Firefox 65 está disponível em seu site oficial, se você utiliza Linux Mint, Ubuntu ou derivados, a atualização virá do repositório oficial sem a necessidade de baixar do site da Mozilla. (Até o momento desta matéria a atualização não tinha chegado nos repositórios do Ubuntu, confira em sua distribuição).

E você utiliza o Mozilla Firefox? Gosto demais deste browser e utilizo em meu cotidiano. Deixe nos comentários quais melhorias e implementações almeja paras novas versões.

Te vejo no próximo post e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Youtube proíbe pegadinhas, desafios e brincadeiras perigosas

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O Youtube possui conteúdos que englobam vários públicos e suas faixa etárias, são vídeos tutoriais, musicais, informativos, para lazer, diversão e muito mais.

As pegadinhas e desafios são famosas dentro da plataforma, mas nem “tudo são mil maravilhas”.

youtube-pegadinha-brincadeira-perigo

Visando acabar com brincadeiras e pegadinhas nocivas, que possam trazer riscos aos praticantes e outras pessoas, o Youtube atualiza suas diretrizes da comunidade, aconselhando produtores de conteúdo a não produzir esse tipo de vídeo.

Brincadeiras com consequências reais 


Não é coisa da atualidade que alguns youtubers fazem conteúdo questionável, com desafios de arrancar os dentes, ou pegadinhas que causam transtornos sérios as pessoas.

Esse tipo de vídeo sempre tem alto número de acesso, e por consequência, uma maior visibilidade no “em alta” da plataforma.

Com o lançamento do filme “Bird Box”, da Netflix, um desafio se tornou popular. E youtubers como Jake e Paul, tiveram a “brilhante ideia” de conduzir um automóvel de olhos vendados. É evidente que tal tipo de ação pode ocasionar em resultados seríssimos, ferindo, ou numa hipótese mais extrema, ocasionando a morte de alguém.

filme-birdbox-netflix

Outros tipos de desafios, como beber detergente e gravar os resultados, levaram o Youtube a tomar uma decisão, alterando suas diretrizes e evitando possíveis tragédias, e claro, possíveis processos. 

Esperanças com a plataforma


Produzir conteúdo no Youtube se tornou uma árdua batalha, digo bons conteúdos, e espero que tais mudanças possam acarretar na perda de visibilidade destes vídeos perigosos, e que bons vídeos consigam ter maior destaque. Pois o público infantil e adolescente é influenciado por esses canais.

O que você acha desta situação? Foi exagero do Youtube censurar esses desafios de dirigir com os olhos fechados, beber detergente etc?

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Deepin 15.9, conheça as novidades!

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

O Deepin começa o ano de 2019 com uma atualização significativa, agregando novas funcionalidades a sua interface gráfica, Deepin Desktop Environment (DDE) e corrigindo bugs.

deepin-15.9

Anunciada hoje, (16 de Janeiro), pela empresa chinesa Wuhan Technology, está disponível  a atualização do Deepin para usuários do sistema chinês, com download em seu site oficial. 

Correções de bugs já conhecidos, e melhorias de performance em funcionalidades e aplicações existentes, foram os alvos desta nova versão. Mas não para por aí, funcionalidades extras foram adicionadas.

Quem conhece minha trajetória e acompanha meu singelo projeto OSistemático, sabe que nutro um certo carinho pelo sistema, principalmente pela sua interface gráfica e aplicações singulares.

Novidades para quem possui tela touchscreen


Para dispositivos que possuem tela sensível ao toque, a nova versão 15.9 trará suporte aos múltiplos toques, como: cliques, cliques duplos, pressionamento prolongado para chamar o “menu de contexto”, deslizar para cima e para baixo, em páginas da web e aplicações, entre inúmeras possibilidades.

touchscreen-deepin-tela-toque

Outra funcionalidade que está presente é o teclado virtual, muito útil para utilização da tela com touchscreen, ou até mesmo outras ocasiões, por exemplo uma teclado ausente ou com algum defeito. 

teclado-virtual-acessibilidade-deepin

Gerenciamento inteligente de energia


Com esta funcionalidade o Deepin visa simplificar configurações relacionadas ao gerenciamento de energia, dando maior controle ao suspender o monitor, ou até mesmo na própria gestão de energia, de notebooks e desktops.

deepin-energia-gerenciamento-bateria

Atualizações e instalações de programas, mais veloz


Através do recurso denominado de “Smart Mirror Switch”, o Deepin irá automaticamente identificar o espelho mais rápido, e próximo a localidade do usuário. Isso resultará em menos configurações manuais, e eventuais melhoras no download de aplicações e atualizações do sistema. Este recurso pretende sanar uma dos maiores problemas do Deepin, sua lentidão ao efetuar download de atualizações e instalar apps no sistema.

deepin-download-espelhos-servidor

Correções de vários bugs e aprimoramento no sistema


Muito mais novidades acompanham o sistema, e muitas melhorias de baixo do capô. Nem sempre o usuário nota as modificações e melhorias. Apenas questões visuais, ou recursos adicionais na interface ou software adicionado.

Diversas correções foram realizadas nesta nova versão, seja na interface gráfica DDE, ou aplicações do ecossistema Deepin, alguns exemplos de apps e funcionalidades com bugs solucionados:

Lista de aplicações e funcionalidades com bugs corrigidos, na versão do Deepin 15.9


  • Centro de contro;
  • Launcher;
  • Área de trabalho;
  • Dock;
  • Gerenciador de arquivos do Deepin;
  • Deepin Installer;
  • Deepin Store;
  • Deepin Movie;
  • Deepin Music;
  • Deepin Graphics Driver Manager;
  • Deepin Image Viewer;
  • Deepin Terminal;
  • Deepin Editor;
  • Entre outros.

Se quiser ver a lista completa de aplicações e seus referentes bugs, acesse o site oficial do Deepin com a publicação.

O Deepin é um sistema que vem chamando a atenção de muitas pessoas, tem algumas questões e receios por ser chinês, mas fica evidente que sua interface e aplicações agregam em funcionalidades importantes e parece que seus desenvolvedores vem trabalhando e lapidando a cada dia o seu ecossistema.

Acesse o site oficial do Deepin, e efetue o download desta nova versão.

Já testou a nova versão 15.9 do Deepin? Usa como sistema principal? Diga nos comentários o que acha do Deepin e sua belíssima interface DDE.

Até mais pessoal, nos vemos na próxima, SISTEMATICAMENTE!
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Novo Kernel Linux chega com melhorias para GPUs da AMD

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Após a AMD começar a distribuir seu driver diretamente no Kernel Linux, donos de hardware da empresa vem recebendo melhorias de performance e novas implementações a cada versão. É notória a evolução do AMDGPU, driver Open Source, comparado a alternativa proprietária e descontinuada Catalyst/fglrx. Parece que a AMD vem dando maior atenção a plataforma Linux.

amd-gpu-freesync-linux-driver

Previsto para meados de Março deste ano, a versão 5.0 do Kernel Linux está repleta de novidades para usuários AMD. 

Uma delas é o suporte ao FreeSync e Adaptive-Sync, na qual auxilia a remoção de atrasos e variações nos framerates, adaptando dinamicamente a taxa de atualização. Resultando em uma gameplay fluida e sem inconvenientes, como: Tearing e “fantasmas”, os rastros de tela, na gameplay.

O FreeSync foi anunciado em 2014, para competir com seu concorrente G-Sync, tecnologia da Nvidia, que basicamente tem a função de sincronização adaptativa, evitando os “rasgos de tela”.

Já o Adaptive-Sync é uma especificação do DisplayPort e HDMI, desenvolvida pela organização internacional VESA, que tem como objetivo padronizar o funcionamento de periféricos de vídeo em computadores.

O FreeSync usa os protocolos do Adaptive-Sync em conjunto com hardware e software para proporcionar mais fluidez, livre de distorções e com baixa latência, em hardwares que o suportam. 

Outras tecnologias da AMD incorporadas ao Kernel 5.0 são: O Adaptive Backlight Management, que reduz o nível da luz de fundo, para economizar energia, aumentando o contraste e luminosidade do pixel para maior legibilidade e qualidade. E o ROCm, que é incumbido na interação entre CPU e GPU, aumentando o desempenho de tarefas computacionais.

O kernel trará suporte ao ROCm para processadores gráficos de entrada, da arquitetura Polaris, em placas de vídeo da série RX 400, e arquitetura Vega 12.

Com isso podemos esperar melhorias para utilizadores de GPUs AMD no Linux, com funcionalidades que antes não existiam no AMDGPU.

E você possui alguma placa de vídeo AMD? Tem ou gostaria de comprar um monitor com FreeSync? Deixe sua opinião nos comentários, queremos saber sua experiência com a plataforma AMD no Linux.

Até o próximo post, e lembre-se: Compartilhe as postagens do Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Software Base da Netflix é Open Source

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Cada vez mais tecnologias baseadas em contêineres estão ganhando espaço no mercado, e uma gigante como a Netflix não poderia ficar de fora.

Titus-netflix-opensource


Titus, é o nome do poderoso software da Netflix, um gerenciador de contêineres a lá Docker (Não sabe o que é Docker ou contêineres? Veja este Diocast, um especialista explica todos os detalhes desta tecnologia). Responsável por questões como: Codificação de mídia, treinamento de algoritmos, processamento de fluxo, tecnologia de estúdio, ferramentas internas de engenharia, tarefas de Big Data etc. 

Titus tem integração nativa com a nuvem da Amazon, AWS (Amazon Web Service) e EC2 (Elastic Compute Cloud), possibilitando maior escalonamento e configuração com o mínimo de esforço possível, maior velocidade ao iniciar novas instâncias no servidor e dimensionamento de recursos conforme a demanda do cenário atual.

Possui integração completa com outros serviços da Netflix, Spinnaker , Eureka , Archaius e Atlas, entre outros, além da possibilidade de execução nativa de contêineres do Docker, incorporando mais segurança, confiabilidade e estabilidade.

O Titus foi projetado tendo em mente a escalabilidade e utilização de recursos necessários, dando ênfase ao “disponível” e com a filosofia de “apenas o suficiente”, visando claro, as necessidades da Netflix e beneficiando-se da estrutura da nuvem Amazon.

A vantagem de ser Open Source


Se é um software da Netflix, qual a vantagem do Titus? Estando sob a Licença Apache, Versão 2.0 e sendo Open Source, outros projetos podem tirar proveito desta tecnologia, independente de serem pequenas ou grandes empresas, esse é justamente o desejo da Netflix. Outro intuito, seria possibilitar que seu software seja incorporado em outros projetos, e ao mesmo tempo amadurecendo e tendo um retorno à empresa (com a evolução do software, seja por implementações de novas funcionalidades ou desenvolvimento colaborativo e acelerado), tudo isso evidenciado na publicação de anúncio em meados de 2017.

Open Source é o futuro?


Cada modelo de desenvolvimento tem suas vantagens, o mercado parece estar adotando cada vez mais softwares de Código Aberto e modelos proprietários estão deixando de ser o padrão. Open Source não é o futuro apenas, já é o presente também.

Desenvolvimento colaborativo, uma comunidade forte e ativa por trás de um projeto, podem potencializar e dar sobrevida, o que uma iniciativa fechada muitas vezes não pode oferecer. Outras vantagens baseadas em sua adoção seriam: o crescimento, novas features e “partilha de gastos” entre as empresas e indivíduos interessados, não apenas a Netflix investindo, mas outras empresas contribuindo, seja com código ou capital. 

Dia após dia o Open Source está dominando o mundo. Você sabia que um software de Código Aberto era um dos pilares da infra-estrutura da Netflix? Deixe nos comentários se acredita que o “modo Open Source de ser” conquistará o posto de padrão de mercado.

E como sempre, espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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