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Legendas em tempo real no Google Slides

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terça-feira, 18 de junho de 2019

A suíte office da Google está cada dia ganhando novas funcionalidades. Noticiamos recentemente que o G Suite recebeu suporte aos formatos do Microsoft Office, a opção de pagamento em Real para usuários do Brasil, agora o Google Slides vai receber mais essa nova função (que está em testes desde 2018).

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Conhecida como Closed Caption, o recurso possibilita por meio do microfone do computador detectar a voz e transcrevê-la. Algo semelhante existente no Google Docs. Com essas legendas automáticas, novos usuários poderão tirar maiores proveitos da ferramenta. A acessibilidade do recurso pode auxiliar o desenvolvimento de apresentações por pessoas com algum tipo de deficiência auditiva ou surdez, ou quem tem dificuldades na escrita.


Até o momento o “Closed Captions” só está disponível em inglês, porém, como já sabemos é uma questão de tempo para a Google adicionar o suporte ao português. A empresa inclusive promete que novos idiomas serão adicionados. A ativação do recurso é conforme o demonstrado no vídeo, logo acima. Clique no ícone “CC” na barra de navegação do Google Slides, e comece a ditar. O programa irá automaticamente criar as legendas. Lembrando, que o recurso não está disponível em nossa língua.

O que achou dessa opção? Fará uso quando possuir o idioma português? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Jogue títulos do Playstation 3 no Linux com o RPCS3

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O Playstation 3 é um dos consoles mais aclamados da Sony, claro que o Playstation 2 está em posições mais altas na lista dos “sonystas” (que lista é essa? 😁😁😁). Lançado em 11 de Novembro de 2006, no Japão, o “Play 3” (para os mais íntimos), só chegou em terras tupiniquins em 2007. Com continuações de títulos aclamados como, God of War e novos jogos sensacionais (The Last of Us é um deles), o Playstation 3 conquistou uma legião de gamers.

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Particularmente sempre fui mais do lado dos “consoles de mesa e portáteis”, jogando esporadicamente no PC. Há alguns anos que venho me aprofundando mais por essas bandas de “games no desktop”. Para quem tem jogos favoritos no Playstation 3 e por algum motivo não tem mais acesso ao hardware da Sony. Não consigo parar de pensar em meu PSP que recentemente “morreu” (😭😭😭), jogar no computador pode ser uma alternativa. Claro, que nem todos os jogos funcionarão na solução que irei demonstrar. Porém, quem sabe não “mate a saudade”.

RPCS3 o emulador de Playstation 3 


O RPCS3 é um emulador de Playstation 3, open source, que está em constante desenvolvimento. Com uma compatibilidade de games interessante, cerca de mais de 40% dos games classificados como jogáveis, o emulador pode ser uma ótima alternativa. Com versões para Linux e Windows, existe a possibilidade de se divertir com clássicos do PS3.


Requisitos mínimos (o funcionamento pode não ser como o esperado)


  • CPU: Qualquer processador compatível com 64 bits;
  • GPU: OpenGL 4.3 ou superior;
  • RAM: Mínimo 2 GB;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Requisitos recomendado (para funcionamento satisfatório dos games)


  • CPU: Intel Quad-core ou superior com TSX-NI (Haswell ou superior);
  • CPU: AMD Hexa-core ou superior (Ryzen);
  • GPU: Placa AMD ou NVIDIA compatível com Vulkan;
  • RAM: 8 GB ou mais;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Para usuários do Windows, é necessário a última versão do Microsoft DirectX instalado no sistema e o Microsoft Visual C ++ 2017. Outro requisito para o funcionamento do emulador é a firmware do Playstation 3. Por razões legais o mesmo não pode acompanhar tal arquivo. Entretanto, você pode efetuar o download do arquivo de atualização de sistema do PS3 (PS3UPDATA.PUP) no site oficial da Sony por este link. Com o “PS3UPDATA.PUP” não será obrigatório o “dump” da firmware de seu console.

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A versão do RPCS3 para Linux encontra-se no formato AppImage. Acesse este link e efetue o download do emulador

Configurando o RPCS3 em sua distribuição


Após baixar o programa, em um local de sua escolha, dê as devidas permissões para a execução do AppImage (não sabe como proceder? Acesse este post e veja como é simples).

Execute o RPCS3, no menu acesse “File >> Install Firmware”. Selecione o arquivo “PS3UPDATA.PUP”, que você fez o download previamente, e clique no botão “Open”.

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Em seguida, se tudo deu certo, está mensagem aparecerá. Aperte em “ok”.

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Os módulos PPU começarão a serem compilados. Dependendo da velocidade do seu processador, este processo poderá ser mais rápido ou lento.

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Performance e ajustes no RPCS3


Algumas configurações estão disponíveis no RPCS3, com elas podemos tornar as gameplays mais fluidas. Recomendo sempre pesquisar previamente sobre o jogo específico que está tentando emular. Existem dicas muito valiosas no Youtube, demonstrando todo procedimento. Para um aspecto geral, podemos efetuar da seguinte maneira:

No menu do emulador, contido no painel superior, acesse “Configuration” ou “Config”. Iremos começar com a categoria “CPU”.

  • Na seção “PPU Decoder”, deixe marcado “LLVM Recompiler (fastest)”; 
  • Na seção “SPU Decoder”, deixe marcado “ASMJIT Recompiler (faster)”, entretanto, recomendo testar a função em desenvolvimento “LLVM Recompiler (experimental)”;
  • Em “Firmware Settings” deixe “Automatically load required libraries”. Em jogos específicos poderá ser necessário mudar para opção “Manually load selected libraries”;
  • Firmware Libraries” é quando você selecionou para marcar manualmente as bibliotecas, em alguns jogos esse processo é muito importante para seu funcionamento;
  • Additional Settings” possui configurações com foco em processadores com, Ryzen e i5, i7 e alguns i3. Caso possua um Ryzen, marque todas as opções, menos “Accurate xfloat”. No caso dos Intel, não marque nem a “Enable thread scheduler” ou “Accurate xfloat”;
  • Preferred SPU Threads”, selecione o máximo de Threads conforme seu processador (o máximo até o momento são 6 threads); 
  • SPU Block Size”, deixe como “Safe”.

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Na segunda aba, “GPU”, configurações como, resolução nos jogos, framelimit (a quantos FPS eles irão rodar), filtro anisotrópico, anti-aliasing, etc. Poderão ser configurados. Neste quesito é bem subjetivo, pois, você não poderá selecionar 60 na opção “Framelimit” em algum jogo que funcione em 30 fps. Na realidade até poderá, entretanto, seu funcionamento não será como o esperado. Sempre pesquise se o jogo em questão suporta 60 fps ou teste, e caso ocorra algum problema, mude para 30 fps novamente. Uma opção importante e que deve ser mencionada é na seção “Render”. Alguns games funcionarão melhor sobre OpenGL (utilizando apenas seu processador) e outros via Vulkan (com uso da sua GPU). Como sempre, eis a importância do teste. 

  • Em “Additional Settings” deixe marcado “Write Color Buffers”.

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Na aba “Audio” pouquíssimas configurações são necessárias. Então, configure apenas as que demonstrarei.

  • Em “Audio Out” você pode selecionar “PulseAudio”;
  • Na seção “Audio Settigns” , marque a opção “Downmix to Stereo”. Caso perceba algum problema na reprodução do áudio, volte na seção “Audio Out” e selecione “ALSA”.

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A seção “I/O” não exige configurações, na próxima, “System” você pode configurar o tamanho máximo de cache em disco, região do console, língua e homebrew.

  • Console Language” deixe em “Portuguese (BR)”;
  • Em “Enter Button Assignment”, deixe “Enter with cross”;
  • Deixe selecionado “Enable /host_root/” em “Homebrew”.

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Alguns jogos necessitam de conexão com a internet, não foi o caso dos que testei, mas como já reforcei, pesquise caso haja esse requerimento por parte do game. Para habilitar internet acesse a aba “Network” e mude o status da conexão para “Connecting”.

Outra aba que não costumo modificar nada é “Emulator”, apenas troco o tema do RPCS3 na aba “GUI”.

Assim na seção “UI Stylesheets” deixe no tema que mais lhe agrada. Como tenho preferência por uma interface mais escura, utilizo o “Kuroi (Dark by Ani)”.

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Salve todas as modificações que fizemos, clicando em “Save”.

Configurando seu joystick no RPCS3


A configuração de joysticks é muito simples no RPCS3. Suportando o DualShock 3 e 4, você poderá ter uma experiência confortável utilizando o controle da Sony. Também existe a possibilidade de utilizar um teclado, e joystick de Xbox 360. Infelizmente não consegui utilizar controles genéricos no emulador (se não me engano um que possuía, genérico do Xbox 360, “compatível com o console”. Não posso confirmar, pois, o mesmo deu defeito). para configurar o joystick vá em “Pads” (um símbolo bem sugestivo de joystick 😁😁😁). Após setar todos os botões, conforme seu joystick, clique em “Add Profile” se quiser criar um customizado ou salve, no botão “save”.

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Gerenciamento de usuários, sistema de arquivos, saves e dados


O RPCS3 pode ser multi-usuário, ao criar novas contas e separar os saves e progressos de cada um. Isso torna o emulador interessante para mais de um utilizador ou quem deseja criar saves distintos para cada momento. Confesso que pouco explorei essa opção e outra chamada “Thropies”. Algo “semelhante as conquistas da Steam”, na qual alguns games possuem. Para não me alongar muito, e caso tenha interesse nas opções de gerenciamento do RPCS3, acesse esta página oficial do projeto. No windows os saves dos games estão contidos em “\dev_hdd0\home\00000001\savedata\”. Já na versão Linux esse diretório com os saves encontra-se em “~/.config/rpcs3/”. Faça sempre backup desses arquivos antes de formatar seu sistema.

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Instalando games de Playstation 3 no RPCS3


A instalação dos jogos no RPCS3 é bem simples, obviamente que será necessário ter efetuado o download do game em questão, e por motivos legais não podemos distribuir jogos do Playstation 3, esse procedimento fica ao seu encargo. O arquivo de instalação dos jogos é no formato “.PKG” e alguns jogos necessitam de extensão “.RAP”.

Para instalar um jogo em “.PKG”, vá no menu, na barra superior. Depois em “File >> Install .pkg”. Certos jogos necessitam de um arquivo extra, o já comentado, “.RAP”. Se o game em questão ter esse arquivo complementar, adicione o mesmo manualmente na pasta localizada em “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/home/00000001/exdata” (ou simplesmente você poderá arrastá-los e soltá-los na janela principal do emulador, vale o teste). 

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Os arquivos de jogos instalados via “.PKG” ficam localizados no diretório “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/game”.

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Depois de finalizar a instalação, execute o jogo. Vários módulos PPU começarão a serem compilados, não se assuste com algumas mensagens de erro no “terminal do emulador”, isso é absolutamente normal. O tempo de espera até o início do game é variável. Seja por conta de seu hardware ou “peso do jogo”, então, “muita hora nessa calma” (acho que troquei as bolas 😁😁😁).

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Executando jogos de PS3 no formato ISO ou mídias físicas 


Outra maneira de executar os jogos do “Play 3” no RPCS3 é utilizando uma mídia física ou arquivo ISO. Como não possuo um leitor Blu-ray, e somente alguns leitores são compatíveis para execução das mídias físicas do Playstation 3 (indo no final da página contida neste link, existe uma breve lista de leitores compatíveis), um arquivo ISO pode ser uma forma de contornar essa limitação. Você pode tanto extrair os arquivos de suas próprias mídias físicas, ou baixá-los da internet. Pelo que percebi é bem comum eles virem “prontos para o uso”. Todavia, caso o jogo esteja em “.ISO”, monte em uma unidade virtual e copie os arquivos para um diretório com seus games.

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Dentro dos arquivos, existirá uma estrutura de pastas semelhante em todos os games. Por exemplo, extraí os arquivos do game “Soulcalibur IV”. O arquivo que você irá selecionar com o emulador RPCS3 é o “EBOOT.BIN”. Localizado em “NOME-DO-SEU JOGO/PS3_GAME/USRDIR/EBOOT.BIN”.

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No RPCS3 vá em “File >> Boot SELF/ELF”.

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Navegue até o arquivo “EBOOT.BIN” do seu jogo e clique em “Open”. Assim como os “.PKG”, o game aparecerá na Game List do emulador (Não apague ou mude a localização destes arquivos).

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E pronto! Execute o seu jogo… Lembre-se de sempre verificar a lista de compatibilidade dos jogos e pesquisar na internet por eventuais configurações do jogo em questão. 

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Gosto bastante de acompanhar a evolução desses emuladores, e o RPCS3 sem dúvidas é um dos que sempre estou de olho (😜😜😜). Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se você curte um game ou tem alguma dúvida, o pessoal sempre se une para auxiliar o próximo. 

Até o próximo post, que esse deu trabalhão (😵😵😵), SISTEMATICAMENTE! 😎
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Os incríveis games da Endless Studios

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sexta-feira, 14 de junho de 2019

A Endless é uma empresa que tem como foco permitir o acesso à tecnologia para pessoas com conexão limitada e engajamento de novos usuários com o meio tecnológico. Possuindo diversos projetos que vão desde hardwares com Linux embarcado, softwares próprios, seu sistema operacional Endless OS. A empresa também desenvolve games por meio da Endless Studios

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Se existe um projeto que “eu tire o chapéu” é o Endless OS e todo seu ecossistema. Ao contrário de muitos que são “mais do mesmo”, a proposta da Endless é totalmente diferente e agregadora. Seja com seus softwares, ou até mesmo games. Aliás, me surpreendi com a qualidade e criatividade de seus jogos. Para saber dos bastidores deste projeto, temos um Diocast entrevistando o pessoal da Endless, recomendo demais.

Jogos que divertem e aguçam o saber


Por ser um projeto com foco em novos usuários, que em um contexto geral estão mais engajados com tecnologias como smartphones ou nunca tenham tido um contato com um PC. É visível que o Endless faz sucesso entre crianças, estudantes e idosos.


Você pode estar pensando: “Lá vem aqueles joguinhos educacionais bem simples e bobinhos para crianças pequenas”. Eis que é aí que você “cai do cavalo” (hoje estou tão “informal” 😁😁😁). O que me encheu os olhos foram ver jogos que te possibilite aprender e ao mesmo tempo, se divertir. Não apenas focado em crianças, mesmo que a idade mínima recomendada seja mais de 8 anos. O visual, a gameplay, os desafios a diversão e o conhecimento proporcionado é algo que me encantou. Como é bom ver algo bem elaborado. Com um intuito pedagógico? Sim! Entretanto, que possibilite a diversão indiferente da sua idade.

Títulos da Endless Studio


Veja logo abaixo um breve resumo sobre cada game e tire suas próprias conclusões. Um detalhe interessante, todos são gratuitos.

Aqueducts


Toda a água desapareceu da sua aldeia e cabe a você salvar o dia! Vá em uma aventura para conectar os canos de água, e trazê-la novamente para sua aldeia. Resolva quebra-cabeças e abra caminho através de 15 níveis em ilhas divertidas e desafiadoras. Você pode descobrir e aprender algumas coisas ao longo do caminho…


Dragon’s Apprentice


Uma força maligna se espalhou pela terra de Ovun e está ameaçando destruir a pacífica cidade. Seja o herói que Ovun precisa! Desbloqueie os segredos dos Templos do Dragão oculto e desperte Dalfur. Somente com este dragão você derrotará o malvado Shadow Warlord e seus lacaios, os Shadow Fiends.


Frog Squash


Você tem o que é preciso para atravessar essas estradas traiçoeiras? Evite flechas, serras e bolas de fogo para não ser esmagado! Escolha entre oito animais diferentes para atravessar essas estradas perigosas. A chave é a sobrevivência para acumular muitos itens e depois de dominar as estradas, hackear a IA do seu animal e ir mais longe do que nunca!


Tank Warriors


Assuma o controle de seu próprio tanque para batalhar através de arenas multiníveis, derrotar o inimigo e completar objetivos. Atualize seus tanques para serem mais rápidos, mais resistentes e mais poderosos que seus oponentes! Invada a IA do seu tanque para ser mais esperto que o tanque do inimigo e torne-se um absoluto campeão! Construa sua frota de tanques, com código real... Você pode ser mais esperto que a inteligência artificial do jogo?


The Passage


Você desembarcou em um planeta misterioso com uma missão; encontre o mapa secreto para localizar o bunker escondido. Você pode encontrá-lo? Hackeie o mundo para atravessar terras perigosas e os obstáculos à dentro. Jogue para descobrir se consegue ultrapassar “A Passagem”.


Midnightmare Teddy


Você está em um sonho... ou talvez um pesadelo! Todos os brinquedos ganharam vida e estão te perseguindo. Combata-os e corra para sobreviver o máximo que puder. Quer o desafio final? Experimente o Modo Matemático e use suas habilidades numéricas como uma arma para lutar contra os brinquedos do mal!

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Missile Math


Teste suas manobras aéreas para ser o melhor piloto nos céus. Exploda aviões inimigos e evite o fogo rápido durante o voo. Jogue o Modo Matemático para enganar seus inimigos usando seu raciocínio rápido e habilidades computacionais.

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Como baixar e instalar os games da Endless


Todos os games acima são oferecidos de forma gratuita, e estão na própria loja do Endless OS. Para usuários de outras distribuições Linux, existe uma solução. Os games estão disponíveis no Flathub, caso não tenha o Flatpak configurado em seu sistema, confira este post ensinando todo procedimento. A instalação pode ser tanto via interface gráfica, aprenda como habilitar o Flatpak na loja do Ubuntu (No Mint basta pesquisar diretamente em sua loja pelos jogos), ou com o auxílio do terminal.

Acesse este link e instale os jogos que desejar.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escolajogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola-flathub

Por exemplo, irei instalar o game “Aqueducts”. No entanto, a lógica é a mesma para todos.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola-aqueducts

Abaixo existirão os comandos necessários para instalar o jogo.

jogos-games-educacionais-educação-logica-matemática-endless-studios-linux-flatpak-install-ubuntu-mint-ensino-infantil-escola

Proceda conforme a imagem acima, obviamente que o Flatpak deve estar configurado em seu sistema (como mencionado anteriormente).

(Comando que instala o jogo em Flatpak).

flatpak install flathub com.endlessnetwork.aqueducts

(Se desejar executar via terminal, mas o jogo aparecerá junto aos programas de seu sistema).

flatpak run com.endlessnetwork.aqueducts

Para mais comandos do Flatpak, existe essa postagem bem interessante com vários exemplos.

Repita o passo-a-passo descrito e você poderá instalar qualquer Flatpak do site Flathub. Escolha o game, na lista dos jogos da Endless.

Parabéns a equipe da Endless por produzir um conteúdo com muita qualidade. Fiquei encantado com esses jogos educacionais.

Veja um pouco mais do Endless OS, com este review e tutorial de instalação.


Conhece outros games com “essa pegada”? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e compartilhe conhecimento.

Até o próximo post, como sempre, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Instale o novo GIMP 2.10.12!

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quinta-feira, 13 de junho de 2019

O GIMP (GNU Image Manipulation Program) é bem famoso e utilizado no mundo open source, fora dele também. Afinal, conheci “esse camaradinha” antes mesmo de saber o que era Linux (😁😁😁). Possuindo versões para Linux, Windows e macOS, o GIMP é uma ótima alternativa gratuita e bem poderosa. No dia 12 de Junho, o programa recebeu uma atualização. Confira as novidades do GIMP 2.10.12.

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Basicamente a versão 2.10.12 veio recheada de correções de bugs. Entretanto, alguns novos recursos foram implementados e outros lapidados.

Melhorias e recursos do GIMP 2.10.12


  • A ferramenta de edição de curvas (Curves) foi aprimorada, proporcionando melhor controle ao manipular os movimentos relativos ao arrastar os pontos, encaixes e foram adicionados tipos de pontos de curva suave ou de canto;


  • TIFF agora possui suporte a camadas, sem a necessidade de mesclá-las ao exportar as imagens;
  • Suporte a fontes instaladas pelos usuários do Windows. Este recurso ainda está em desenvolvimento e não foi totalmente implementado, podendo conter bugs. Com isso outras fontes podem ser adicionadas ao software;
  • Pintura mais rápida, descartando a constante dependência do buffer, resultando em alguns casos em uma pintura mais veloz;
  • Modo incremental na ferramenta “Dodge/Burn”, aplicando efeitos incrementalmente conforme o cursor do mouse;
  • Retorno da seleção preliminar na ferramenta “Free Select”, isso permite a seleção imediata após a região for fechada, contudo, com um controle maior (semelhante à ferramenta “Rectangle Select”);
  • Nova ferramenta de deslocamento, permitindo criar padrões repetitivos ao envolver as bordas e deslocar os pixels;

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  • Capacidade de mover um par de guias em interseção com a ferramenta “Mover”;
  • Melhor suporte a pinturas de simetria;
  • Melhor suporte a exportação de imagens, mantendo as cores do perfil da imagem;
  • Aperfeiçoamento do GEGL e babl, proporcionando uma visível melhora no coeficiente do amostrador cúbico, na interpolação (abrangendo todas as ferramentas de transformação, “Warp Transform”, etc.);
  • Com o aprimoramento do GEGL, o gerenciador de memória obteve resultados superiores. Ainda mais com arquivos grandes que antes tinham uma variante muito alta de memória;
  • Entre outras melhorias.

Diversos bugs solucionados na versão 2.10.12


  • Corrigido bugs relacionados ao gerenciamento de cores;
  • Correção de um bug que ocasionava na alteração indesejada das cores num primeiro e segundo plano, nas predefinições de ferramentas;
  • Correção de bugs no modo pintura de simetria;
  • Solucionado um erro que interrompia a tradução, conforme o idioma do usuário;
  • Corrigido bugs no formato do pincel;
  • E muito mais, cerca de 200 commits em 2 meses.

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Instalando o GIMP 2.10.12


Provavelmente a sua distribuição conta com uma versão do GIMP nos repositórios. Não obstante, é bem provável que a mesma esteja na 2.8 e salve alguns casos o programa estará na 2.10. Pois bem! Existem diversas formas de se obter as últimas releases estáveis do GIMP, porém, irei demonstrar o processo de instalação da versão indicada por eles em seu site oficial, o GIMP em Flatpak.

Para usuários de macOS e Windows, baixe o instalador do GIMP, em seu site oficial.

Antes de tudo configure o Flatpak em seu sistema, saiba mais acessando este post (é muito simples). No caso das últimas versões do Linux Mint, o Flatpak já vem por default.

Você poderá instalar o GIMP 2.10.12, tanto via terminal como interface gráfica (dependendo de seu sistema). Caso queira habilitar a opção para instalação de flatpaks na loja do Ubuntu, acesse esse post (a loja do Mint, já possui tal funcionalidade). Depois de configurar a loja, conforme o post indicado, pesquise por GIMP e instale a versão no formato Flatpak.

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Já via terminal você pode proceder da seguinte maneira:

Habilite o repositório do Flathub, caso ainda não o tenha.

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Depois instale o GIMP, utilizando o comando:

flatpak install flathub org.gimp.GIMP

Para executar o programa você pode verificar se o mesmo apareceu junto aos programas do seu sistema, ou rodando o comando:

flatpak run org.gimp.GIMP

A desinstalação pode ser efetuada da seguinte forma:

flatpak uninstall org.gimp.GIMP

Se você já possui o GIMP instalado em Flatpak, e não quer atualizar via interface gráfica, pode atualizar todos os Flatpaks do sistema com um simples “flatpak update” ou especificar a aplicação.

flatpak update org.gimp.GIMP

gimp-manipulador-edditor-imagens-photoshop-free-gratuito-flatpak-gimp2.10-linux-windows-macos


Planos para o futuro


A equipe de desenvolvimento do GIMP informou que mesmo, na atual situação, a versão 3.0 do programa esteja com pouca visibilidade. Eles darão mais novidades em breve. Incentivam o apoio, com donativos ao projeto. Isso vai acelerar todo o processo de desenvolvimento da próxima versão. Acesse a página oficial de contribuições do projeto e ajude o GIMP, basta clicar neste link. Para mais detalhes do lançamento, acesse o site oficial do projeto.

Utiliza o GIMP? Gosto muito deste programa. Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e sempre ficar por dentro das novidades?

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: GIMP.org.
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Conheça o novo Linux Multimedia Studio

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terça-feira, 11 de junho de 2019

O Linux Multimedia Studio, ou como é chamado “LMMS”, é um software ideal para quem gosta de produzir músicas e usa seu computador em suas criações. Software Livre e multiplataforma, o programa possui versões para Linux, macOS e Windows. Uma ótima alternativa para quem não quer piratear programas como o FL Studio, Logic Pro, Cubase ou quer mais liberdade. Pois, ao utilizar uma ferramenta multiplataforma, você não fica preso a um sistema.

lmms-linux-midi-audio-workstation-fl-studio-logic-pro-cubase-windows-mac-linux-openbsd

Com o LMMS, tarefas como criar melodias, utilizar um teclado MIDI para batidas, sintetizar áudio, misturar sons, organizar amostras e muito mais, poderão ser feitas com seu vasto ferramental. A nova versão 1.2, veio recheada de novidades e refinamentos. Seu código foi reescrito, tirando melhor proveito do hardware, seja no uso aprimorado de processamento, menor consumo de memória ou suporte a telas com altas densidades de pixels. Por exemplo, além dos sistemas anteriormente citados, o LMMS 1.2 passou a suportar o OpenBSD (sndio) e o Haiku (BeOS). Houve uma melhora na exportação de arquivos WAV, MP3 e OGG.

lmms-linux-midi-audio-workstation-fl-studio-logic-pro-cubase-windows-mac-linux-openbsd

Algumas funcionalidades do LMMS


  • Editor de ritmo;
  • Editor de pistas;
  • Editor de teclado (teclado MIDI);
  • Editor/Organizador de músicas;
  • Mixer de efeitos de som, de até 64 canais;
  • Suporte a complementos nos formatos SoundFont2, LADSPA e VST;
  • 16 sintetizadores incorporados;
  • Emuladores OPL2 Roland TB-303;
  • Emulador SID Commodore64;
  • Emulador NES;
  • Emulador Gameboy e Yamaha e incorporadas ao sintetizador ZynAddSubFX;
  • Suporte multisampling, para os formatos SoundFont (SF2), Giga (GIG) e Gravis UltraSound (GUS);
  • Entre outras funcionalidades…

lmms-linux-midi-audio-workstation-fl-studio-logic-pro-cubase-windows-mac-linux-openbsd-plugins-sons-emulador


Principais novidades da versão 1.2


  • Capacidade de salvar música na forma de um loop de som (opções “-l” e “-loop”);
  • Suporte ao formato Apple MIDI;
  • Gravação automática durante a reprodução;
  • Plugins e patches em um diretório separado;
  • Novo backend de som baseado em SDL usado em novas instalações por padrão;
  • Modo único e uma função de limpeza para canais não utilizados para o FX Mixer;
  • Nova ferramenta Gig Player para reproduzir arquivos no formato Giga Sample Banks;
  • Novo plugin do ReverbSC;
  • Novos add-ons do FX: Equalizador, Bitcrush, EQ Crossover e Echo Multitap.

Instalação do LMMS no Linux


Existem várias formas de se instalar o LMMS, ele está nos repositórios da maioria das distribuições. Entretanto, caso queira a versão mais atual, efetue o download da versão em AppImage, recomendado em seu site oficial. 

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Não sabe como rodar um app neste formato? Acesse essa postagem e veja como o processo é muito simples.

Caso prefira o bom e velho terminal, utilize os comandos abaixo:

sudo chmod +x lmms.Appimage

Depois execute com o comando:

./lmms.Appimage

Lembrando que você deve estar no mesmo diretório do seu AppImage (via terminal).

No passado tive meus momentos de “compositor”, e o LMMS pode ser um software muito interessante, seja para você amador ou profissional. Veja a entrevista (uma parte dela) que fizemos com Marcos Garcia do canal Vartroy. Você poderá ver o cenário atual da produção musical com software livre e open source.


Gostou do LMMS? É um programa bem completo, e caso tenha interesse na área, creio que é uma ótima escolha.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Valve trabalha em novo visual de seu cliente Steam desktop

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segunda-feira, 10 de junho de 2019

A Valve está planejando um redesign em seu cliente de jogos Steam. Graças a um vazamento, podemos vislumbrar esse novo visual, obviamente que o mesmo está inacabado, mas possibilitando um vislumbre do resultado, quando finalizado.

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Em sua conta no Twitter, o perfil SteamDB relatou que “Uma versão em andamento da nova interface do cliente Steam vazou através de uma atualização para o lançador CSGO chinês.” O visual já tinha sido revelado anteriormente pelo site Engadget, porém, o vazamento atual mostrou a navegação na interface e muito mais detalhes.

O SteamDB compartilhou algumas capturas de telas e podemos ver um layout, que ao menos “quando vi em primeiro momento”, lembra bastante a organização da Twitch, em sua aba “Procurar”. Veja o novo visual do cliente Steam.

valve-novo-design-cliente-steam-desktop-linux-windows-mac-pc

Repare que agora as artes dos jogos na Steam também são semelhantes às da Twitch, lembrando as capas dos jogos em mídia física. Aliás, que tal acompanhar nossas lives diárias? Acesse este link e nos siga.

valve-novo-design-cliente-steam-desktop-linux-windows-mac-pc-twitch

O novo design mantém os jogos em uma coluna na esquerda, em lista, e na direita reorganiza várias categorias, como games mais jogados, atualizações dos jogos, lista de amigos, etc.

valve-novo-design-cliente-steam-desktop-linux-windows-mac-pc

Existem novos recursos, deixando mais organizado a interface. Através de “tags”, será possível encontrar jogos em sua biblioteca. Na nova página “Eventos”, transmissões ao vivo, partidas, torneios e muito mais são exibidas.

Isso não é uma mockup ou uma “pegadinha de mau gosto”


É comum ver internet afora postagens com mockups de interfaces sendo tidas como verdadeiras. Para só depois de acessar o link, a “verdade vir à tona”. Sei que isso é chato, porém, não é o caso. Esta nova interface do cliente Steam não é apenas um conceito. Portanto, embora o redesenho da Steam esteja em constante desenvolvimento, e o trabalho não esteja acabado, ele já está em um patamar bem desenvolvido. Quem sabe essa nova reformulação acabe chegando ainda esse ano. Se você for ”um apressadinho” (😁😁😁), acalme-se, a Valve informou que planeja disponibilizar uma versão beta até o final do verão (Mais ou menos em Setembro nos EUA).

Veja logo abaixo um vídeo da Valve News Network, demonstrando, na prática o novo visual da Steam.


Gostou das mudanças no cliente da Valve? Particularmente gostei de muita coisa, outras me pareceram estranhas, mas ainda não é uma versão final. Então, fiquei bem animado.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Firefox Premium, o novo projeto da Mozilla

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Recentemente noticiamos o fim do projeto Antergos, por não se auto sustentar, acabou abreviando seus dias. Parece que a Mozilla não quer um destino semelhante ao seu navegador web Firefox. Mesmo contando com fontes de renda para seu browser, a empresa está decidida a não depender “apenas de uma via”.

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O Mozilla Firefox é um navegador open source oferecido de forma gratuito pela Mozilla. Atualmente cerca de 90% de sua renda é oferecida pelas pesquisas em seu browser. A maioria esmagadora vem do Google. É totalmente natural que empresas não querem ser tão dependentes de um único meio (até mesmo organizações sem fins lucrativos como a Mozilla). Vale lembrar que a Google é líder absoluta quando se pensa em buscas na internet. Obviamente que existem outras empresas como, a Microsoft com o Bing, porém, comparado a gigante das buscas sua participação é pífia no mercado.

Firefox Premium, um novo projeto que visa sustentabilidade financeira


Em entrevista à revista alemã T3N, Chris Beard atual CEO da Mozilla, confirmou que o projeto Firefox Premium está em fase final de planejamento. Não foram revelados mais informações sobre a nova empreitada da empresa. Entretanto, rumores indicam que serão serviços oferecidos pela Mozilla. Um destes serviços podem estar ligados a oferta de VPN, visto que a empresa possui uma associação com o provedor suíço ProtonVPN. Esta nova versão do navegador, como o nome sugere, será paga. A versão atual permanecerá livre e gratuita. Ao contrário do que muitos pensam, soluções open source necessariamente não precisam ser gratuitas. “Livre” não significa “de graça”. Talvez haja uma limitação de banda (na VPN) nesta versão “free”, e outras limitações nos serviços da Mozilla. Com previsão de lançamento para Outubro deste ano, muitas informações sobre o Firefox Premium ainda serão reveladas. Fique ligado no blog Diolinux, e não perca nenhum detalhe deste novo projeto.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Você estaria disposto a pagar por uma versão premium do Firefox? Dependendo de quais sejam esses serviços, creio que seria bem interessante. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: MuyComputer, T3N.
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Novidades nos terminais "caixa rápido"

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

A tecnologia é algo que nos surpreende em alguns momentos, são tantas inovações que a cada dia o mundo parece ser outro. Que tal agilizar todo o processo de saque de dinheiro nos terminais de atendimento ao cliente? (“caixa rápido”). Seria ótimo evitar as filas e todo o estresse. Pensando nisso a empresa norte-americana, NCR Corporation, desenvolveu uma solução interessante.

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Na edição 2019 do maior congresso de tecnologia da informação e digital para o setor financeiro (CIAB FEBRABAN 2019). NCR apresentará uma nova tecnologia capaz de agilizar a vida dos usuários de terminais de atendimento rápido. Conhecida por ser líder em softwares e serviços para empresas financeiras, a NCR apresentará no CIAB FEBRABAN deste ano, sua tecnologia para terminais “Kelpie”.

O Kelpie, trata-se de um terminal de autoatendimento que possibilita transações bancárias sem precisar tocar fisicamente no equipamento. O consumidor inicia toda a transação utilizando a câmera e o app bancário do seu smartphone. Assim a solicitação é enviada para os dispositivos de autoatendimento da rede bancária. Para efetivar a transação, o consumidor só precisa acenar com a palma da mão para a tela do terminal, que reconhecerá a solicitação, finalizando a operação no exato momento.

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Marcelo Zuccas, vice-presidente de vendas na América Latina e Caribe e diretor-geral da NCR no Brasil, afirma: “o consumidor terá acesso aos serviços literalmente na palma de suas mãos”. De acordo com Marcelo, a necessidade de oferecer novos serviços inovadores, continua a ser uma das prioridades das instituições financeiras e as “nossas novas soluções vão transformar a presença física dos bancos em experiências conectadas para o usuário final”.

A CIAB FEBRABAN 2019 acontecerá de 11 a 13 de Junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Caso esteja interessado, obtenha mais informações no site oficial do evento.

O que você acha dessa novidade? Concordo que as instituições brasileiras carecem de modernização, seja em seus postos de atendimento automático, como no cenário digital. Não é atoa que soluções como Nubank e Banco Inter, estão fazendo tanto sucesso em meio aos jovens.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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O que fazer depois de instalar o Deepin 15.10

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O Deepin é uma das distribuições Linux com maior apelo visual, é aquele tipo de design que: “Ou você ama, ou odeia”. Seja pelo “blur”, diversos conceitos de outras interfaces gráficas agregadas, consistência visual ou os aplicativos desenvolvidos para distribuição. Caso você pretenda instalar a nova versão lançada, o Deepin 15.10, este post é justamente demonstrando um pós-instalação “de o que você deve fazer” após instalar o sistema.

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Ainda não viu a nova versão do Deepin? Noticiamos as mudanças em destaque da versão 15.10 neste post. Você também pode conferir o nosso review sobre o sistema. São diversas novidades, comparado às versões anteriores.


“Começando pelo começo”


Antes de qualquer procedimento ao se instalar um novo sistema, é obviamente, atualizar o mesmo. Isso garante maior segurança e correções de eventuais bugs contidos no lançamento. Então, abra o painel de configurações do sistema e vá até à seção “Atualização”. Clique na opção e verifique se contém algum update para o sistema. É comum durante algumas atualizações o Deepin pedir para reiniciar o sistema, então proceda como o informado.

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Antigamente era necessário alterar os servidores ao instalar algum app ou efetuar uma atualização no sistema, nas últimas versões o Deepin consegue de forma inteligente localizar o servidor mais próximo de você. Menos um passo, claro que você pode selecionar manualmente esta opção. Veja o vídeo a seguir com todo passo-a-passo.


Mãos na massa!


Na opção “Contas” você poderá criar um usuário para o sistema, clicando no botão “Criar conta” ou indo em seu usuário, você pode efetuar algumas mudanças, como: trocar o avatar, modificar o nome do usuário, trocar a senha, ativar o login automático (desativado a obrigatoriedade de digitar sua senha ao ligar o computador), assim como a opção de logar sem senha.

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Em “Tela” você poderá ajustar o brilho, escala e caso utilize mais de um monitor (que é o meu caso) escolher o comportamento das telas que mais lhe agrada. 

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O Deepin é uma distribuição muito bela, como comentei anteriormente, mas algumas customizações podem ser realizadas. Na categoria “Personalização”, as fontes do sistema, transparência, temas de ícones e aplicativos, como também a decisão de manter habilitado os efeitos da interface, podem ser realizados.

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Em “Rede”, configurações de DSL, VPN, proxy etc. Poderão ser realizadas. Caso queira trocar o DNS de seu Deepin pelo da Google, por exemplo, você pode proceder como este vídeo “antigo”, porém, não datado do meu canal OSistemático. Só não se esqueça de desmarcar a opção “auto” e deixar em “manual”, assim como eu (😂😂😂).


Configurações de balanço entre o som, volume do sistema, microfone, estão todos em “Som”. Uma das novidades da versão é a possibilidade de desabilitar seletivamente os efeitos sonoros do sistema. Basta clicar no botão “Efeitos sonoros”. Particularmente não gosto de sons ao iniciar o sistema, ou qualquer tarefa que realize. Fica ao seu critério selecionar os efeitos que mais lhe agradam.

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A data e horário do sistema podem ser modificados na seção de mesmo nome, “Data e Hora”, a opção “Sincronizar automaticamente” é bem útil e dispensa configurações (quando conectado a internet o sistema identifica a data e hora).

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Configurações de energia” é a seção ideal para escolher entre as opções de desligamento de tela, quanto tempo o PC será suspenso, necessidade de utilização de senhas ao despertar o pc etc. Em meu desktop gosto de configurar o monitor para nunca “se apagar”. 

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Em “Teclado e Idioma” atalhos poderão ser atribuídos, o teclado numérico habilitado, notificações ao ativar o Caps Lock como, o idioma do sistema e do teclado. Caso o idioma de seu teclado não esteja em português. Clique em “Idioma do Teclado”, pesquise por sua linguagem, marque ela como padrão e se desejar remova a outra.

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Instalando o driver de vídeo no Deepin


No menu do sistema pesquise por “Deepin Graphics Driver Manager”. Abra o gestor de drivers do Deepin, selecione o driver referente ao seu equipamento e prossiga conforme o programa ir indicando. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando todo o procedimento em uma NVidia GTX 1060. A lógica com as demais é semelhante. Lembrando que o Deepin não tem uma fama muito boa com placas de vídeo “hibridas”, contidas nos notebooks. E para jogadores mais fervorosos que fazem uso do SteamPlay, por conta do versionamento de seus drivers, o sistema não é o mais indicado para tal prática. Outro passo importante é ter o backup de seus dados, caso o procedimento dê errado.


Atalhos da interface


Outro ponto interessante do Deepin, são seus atalhos. Com  softwares desenvolvidos e pensados para o sistema, alguns "macetes" são desconhecidos por muitos de seus usuários. Veja alguns neste vídeo (o vídeo tem um tempinho, mas vale a pena).


Configurações na usabilidade do sistema


O Deepin possui uma interface que pode mesclar seu comportamento, agregando usabilidades de diversos sistemas. Seja uma dock ou uma barra de tarefas o DDE, Deepin Desktop Environment, tem opção como “cantos quentes” com atalhos para diversas funcionalidades. Customizações estéticas como, a troca de wallpapers etc. Podem ser facilmente realizados no sistema. Para mais detalhes, veja o vídeo com as dicas contidas neste post, e muito mais.


Sendo uma das distribuições que mais chamam a atenção, o Deepin é uma escolha interessante e que vale o teste. Mesmo com algumas limitações, especificamente se você for um gamer assíduo, o sistema pode agradar usuários “menos hardcores”.

Gostou da nova versão do Deepin? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, caso tenha algum problema ou dúvida sobre o sistema, existe toda uma comunidade disposta em lhe auxiliar.

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