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Google anuncia seu novo app de gravação, com IA e muito mais

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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

O evento Made by Google, foi recheado de novos recursos, aparelhos, apps Android, notebooks e muito mais. Curioso com tudo o que foi abordado este ano no evento do Google? Acesse a postagem que detalhamos os pormenores e demais novidades.

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Entre todas as novidades que surgiram no Made by Google de 2019, uma me chamou bastante atenção. Pode parecer até algo simples, porém gravar anotações e depois transcrevê-las não é uma tarefa tão agradável e rápida de se fazer.

No mês de março deste ano, anunciamos um recurso novo que estava chegando ao Android. Naquele período, o Google estava implementando a transcrição de voz em tempo real no robozinho verde.

Parece que o projeto evoluiu de tal forma, que recebeu funcionalidades interessantíssimas. Junto aos seus novos aparelhos da linha Pixel (Google Pixel 4 e Pixel 4XL), o Google acaba de lançar um novo gravador. Não pense que o Google Recorder é apenas mais do mesmo, o app consegue transcrever em tempo real o que é gravado, e através de uma inteligência artificial (IA) torna o processo bem eficaz.


Além de gravar e transcrever o áudio, com o auxílio de um novo modelo de processamento de linguagem, o Recorder não necessita de conexão com a internet para cumprir tais tarefas. Limitar-se ao uso da internet para acessar esses recursos, não seria o único incômodo, pois se o processamento não fosse offline, os dados teriam que trafegar por algum servidor da empresa. Para muitos, essa característica é super importante.

Contudo, o que me surpreendeu, foi sua capacidade de localizar frases específicas dentro dessa transcrição, e seu grau altíssimo de assertividade. Com sua pesquisa avançada, sons, palavras ou frases podem ser pesquisados em uma gravação. Durante a apresentação, Sabrina Ellis, vice-presidente de gerenciamento de produtos, fez uma demonstração ao vivo da aplicação. Não sabemos se em um cenário real, com ruído de fundo, o aplicativo será tão feliz em sua abordagem e irá identificar corretamente cada palavra, pausas e acentuações. 

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O Google Recorder atualmente suporta apenas o inglês, mas existem planos para outros idiomas. No entanto, o mesmo é exclusivo para os novos aparelhos da empresa e nada foi revelado se no futuro estaria na Play Store. Sendo assim, nos resta esperar e ver se a novidade será disponibilizada para download aos demais usuários da plataforma Android.

Gostou do Google Recorder? Confesso que seria uma “mão na roda” e utilizaria frequentemente o software. Atualmente todas as soluções que tentei não me entregaram um resultado realmente satisfatório.

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Fonte: TuttoAndroid.


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Histórias bizarras são contadas em site da Mozilla sobre o algoritmo do Youtube

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quinta-feira, 17 de outubro de 2019


O Algoritmo de recomendação do Youtube vem passando por diversos problemas, e não é de hoje que seu sistema vem dando o que falar. Envolto por diversos assuntos polêmicos que giram em torno de pedofilia, vídeos tóxicos, teorias sensacionalistas e tudo mais. O Youtube passa por uma fase difícil.

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Não sei quanto a você, mas como criador de conteúdo, sinto que em certas ocasiões, sou desvalorizado pela plataforma. São horas e horas para produzir um vídeo, às vezes dias, e parece que vídeos “de mal gosto” são o padrão da plataforma. Essa é uma afirmação forte, mas perceba que nem sempre o algoritmo está preocupado com a qualidade do material produzido. Tudo isso gera incontáveis incômodos e em extremos, situações bizarras.

Você já marcou um determinado tipo de vídeo, como um conteúdo que não é de seu interesse e, depois a plataforma continuou a oferecê-lo incessantemente? Não importa se algum dia você viu ou não viu algo do gênero, parece que o algoritmo de sugestão não se preocupa muito com o que você quer ou deixa de querer.

Sempre tenho que marcar algum vídeo, como “não estou interessado nisso”, contudo de nada adianta. Recentemente o Youtube disse que estava reduzindo o alcance dos conteúdos tóxicos, que instigasse violência entre outros temas danosos. Todavia, seu algoritmo parece não ter acatado ao tal desejo e aposto que ele já te recomendou algumas bizarrices.

Fundação Mozilla tenta chamar a atenção do Youtube


O algoritmo de recomendação do Youtube é responsável por 70% do tempo de toda visualização na plataforma, e com tamanhas deficiências, a experiência do site pode ser comprometida. A situação é tão delicada que a Mozilla, fundação responsável pelo Firefox e outros projetos na web, lançou um projeto denominado #YoutubeRegrets (em tradução livre algo, como “pesares do Youtube, arrependimentos com o Youtube”, uma alusão a tristeza e arrependimento).

O intuito do YoutubeRegrets é conscientizar o Youtube e estimular a tomada de decisões, maior transparência de seus algoritmos e quem sabe a inclusão de colaboradores, que estão fora da plataforma. Tudo isso visando o fim ou amenizar tais situações lamentáveis, geradas pelos seus mecanismos de busca.

No site são relatadas 28 histórias bizarras de usuários e suas relações com o algoritmo da plataforma. Alguns casos são extremamente bizarros, como um em que o usuário alega nunca ter pesquisado por pornografia no Youtube, contudo mencionou que gosta de assistir esportes relacionados a cavalos ou guias informativos sobre os animais. No entanto, o algoritmo insiste em lhe entregar vídeos de “cavalos cruzando com éguas”.

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Imagem: Divulgação/Mozilla

Outro parece ser relativamente inofensivo, porém em demasia pode acabar desmotivando pessoas mais sentimentais. Sarah McLachalan, comenta que uma vez o Youtube lhe recomendou um vídeo sobre um cão de rua em péssima situação. Agora sua página inicial está infestada de miniaturas de animais maltratados — imagens tristes e que não ajudam ao iniciar seu dia.

Muitas histórias são relatadas, algumas bem bizarras e confesso que outras me pareceram ser questão de bom senso. Mas, quem sou eu para julgar o que fere e não fere outras pessoas. Sei que algumas situações são desagradáveis, pois o Youtube já me recomendou cada coisa e continua a recomendar, que já cheguei ao ponto de pensar em usá-lo apenas “deslogado de minha conta”. A desvantagem é perder os feeds dos inúmeros canais que sigo.

Existe uma solução?



No início deste ano, Guillaume Chaslot, ex-funcionário do Google, em entrevista à TNW, disse que a “melhor solução de curto prazo é simplesmente excluir a função de recomendação”. A julgar a ineficiência de tal método, me questiono se isso não seria um meio de contornar esses problemas, entretanto a Mozilla apresentou 3 etapas concretas que o Youtube poderia adotar e melhorar seu serviço para o usuário final:
  • Fornecer a pesquisadores independentes o acesso à dados significativos, incluindo dados de impressão (por exemplo, número de vezes que um vídeo é recomendado, número de visualizações como resultado de uma recomendação), dados de engajamento (por exemplo, número de compartilhamentos) e dados de texto (por exemplo, nome do criador, descrição do vídeo, transcrição e outro texto extraído do vídeo);
  • Construir ferramentas de simulação para pesquisadores, que permitam imitar os caminhos do usuário por meio do algoritmo de recomendação;
  • Capacitar, em vez de restringir, os pesquisadores na alteração do seu limite de taxa de API existente. Além de fornecer aos pesquisadores, acesso a um arquivo com o histórico de vídeos.

Ashley Boyd, vice-presidente de advocacia da Mozilla, informa que o Youtube está trabalhando em seu algoritmo para corrigi-lo. Complementa com, “mas não achamos que este seja um problema que possa ser resolvido internamente. É muito sério e muito complexo. O YouTube deve capacitar pesquisadores independentes para ajudar a resolver esse problema”.

Em resposta o porta-voz do Youtube dirigiu-se à iniciativa da Mozilla dizendo que não pode verificar as histórias, pois não tem acesso aos dados em questão:

“Embora tenhamos recebido mais pesquisas nessa área, ainda não vimos os vídeos, capturas de tela ou dados em questão, e não podemos analisar adequadamente as reivindicações da Mozilla. Geralmente, projetamos nossos sistemas para ajudar a garantir que o conteúdo de fontes mais autorizadas apareçam com destaque nas recomendações. Também introduzimos mais de 30 alterações nas recomendações desde o início do ano, resultando em uma queda de 50% no tempo de exibição do conteúdo limítrofe e desformativo, prejudicial e proveniente de recomendações nos EUA”.

O Youtube também aponta que apenas uma pequena fração do conteúdo de sua plataforma e de alguma forma é prejudicial, e as Diretrizes da comunidade proíbem claramente qualquer conteúdo que faça apologia a violência ou que seja odioso. Medidas também foram tomadas para melhorar a maneira que seus usuários se relacionam com a plataforma, incluindo a sugestão de vídeos resultantes de pesquisas e através de recomendações.

Toda essa questão é muito delicada, e a meu ver o Youtube não compreende o real grau da situação. Como alguns dos relatos no site da Mozilla me pareceram tendenciosos ou exagerados. Enfim, apenas a minha opinião e convido você a expressar a sua nos comentários. Lembrando, seja respeitoso, educado e complacente com a opinião alheia.

Os 28 relatos podem ser acessados diretamente na página da Fundação Mozilla.

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Até o próximo post, que o assunto de hoje foi pesado, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Mozilla, TNW.


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KDE Plasma 5.17 lançado! Muito mais rápido e responsivo

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

O Plasma é o ambiente desktop do projeto KDE, cheio de recursos e cada vez mais personalizável. Sua equipe de desenvolvimento sempre está implementando novas funcionalidades e otimizando a DE, e eis que sua nova versão tem data de lançamento marcada.

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Recentemente falamos sobre o desenvolvimento da versão 5.17 do Plasma, você pode acessar por este link, entretanto as novidades não acabam por aí. 

Além de recursos, como a chegada do Night Color no X11 (projetado para reduzir distúrbios causados pela exposição excessiva à telas brilhantes), redesenho de várias partes do ambiente desktop, ajustes no Discover, entre outros já apresentados na postagem no link acima. Mais correções e refinamentos foram empregados nesta nova versão.

O KDE Plasma é considerado por muitos como uma das mais rápidas DEs, disponíveis atualmente no mercado, e que sabe dosar entre utilização do hardware features. Agora o sistema passa a ser ainda mais veloz, pois a equipe converteu os scripts de inicialização do Bash para o C++, possibilitando uma execução simultânea.

A compatibilidade com o Wayland vem sendo trabalhada, aprimorando o gerenciamento de configurações de vários monitores e introduzindo o redimensionamento fracionário. Com isso as dimensões de todos os elementos em tela serão adaptados, e tendo melhor aparecia em monitores de altíssima resolução (HiDPI). 

O vídeo a seguir mostra uma breve apresentação das novas funcionalidades da versão.


O Plasma 5.17.0 foi lançado no dia 15 (terça-feira), mas já tem data prevista para os próximos lançamentos. 

• Data de lançamento: 22 de outubro — Plasma 5.17.1;
• Data de lançamento: 29 de outubro — Plasma 5.17.2;
• Data de lançamento: 12 de novembro — Plasma 5.17.3;
• Data de lançamento: 3 de dezembro — Plasma 5.17.4;
• Data de lançamento: 7 de janeiro — Plasma 5.17.5.

Lembrando que essa versão é de curto prazo, portanto apenas 5 atualizações de manutenção serão lançadas.

Para mais informações acesse a postagem do desenvolvedor do projeto KDE, Nate Graham.

Você utiliza KDE Plasma? Sem sombra de dúvidas é uma das DEs mais poderosas, seja no mundo Linux ou fora dele.

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Vulnerabilidade afeta o Sudo no Ubuntu e derivados, atualize agora!

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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Nenhum sistema operacional está livre de eventuais vulnerabilidades ou erros, porém nesses momentos a transparência e agilidade em que os problemas são resolvidos podem ser considerados como uma qualidade intrínseca.

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Se você está familiarizado com termos técnicos e características do Linux, sabe que o Sudo é um comando utilizado nos sistemas operacionais Unix que permite momentaneamente dar aos usuários privilégios de outro usuário, geralmente o super usuário, para executar tarefas dentro do sistema de maneira segura e controlável pelo administrador. 

Como diz o tio Ben: “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades!”, e a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, acaba de identificar uma falha no Sudo.

A vulnerabilidade (USN-4154-1) afeta todas as versões do Ubuntu mantidas atualmente, sendo o 12.04 ESM, 14.04 ESM, 16.04 LTS, 18.04 LTS e 19.04.

Joe Vennix (engenheiro da Apple, a falha também afetou o macOS), descobriu que o Sudo manipulava incorretamente determinados IDs de usuário, abrindo uma brecha para um possível invasor. Com essa falha códigos mal-intencionados poderiam ser executados. A Canonical recomenda que seu sistema seja atualizado imediatamente.

Você pode utilizar a aplicação “Atualizador de Programas” e efetuar a atualização de seu Ubuntu. 

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Se preferir utilizar o terminal, eis o comando:

sudo apt update && sudo apt dist-upgrade


O comando para verificar a versão instalada em seu sistema do Sudo é:

sudo --version

sudo-ubuntu-atualização-vulnerabilidade-bug-erro-falha-segurança-linux-terminal-root-admin

Pode-se observar que a versão é equivalente a do site da Canonical, lembrando que para cada versão do Ubuntu essa numeração será diferenciada. Após ter atualizado o sistema, a comparação poderá ser feita através do link acima.

Distribuições que usam o Ubuntu como base, a exemplo do Linux Mint, também são afetadas. Contudo, caso a atualização ainda não esteja disponível, aguarde, pois os responsáveis pela distro irão disponibilizar a correção o mais breve possível. 

Ufa! Segurança em primeiro lugar!

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Fonte: Ubuntu.


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Segundo o presidente da Juventus, eSport vem tomando o lugar do futebol

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Não é segredo para ninguém que o Brasil é considerado o país do futebol, ou já foi, pois os últimos anos estão sendo complicados para seleção brasileira. Mas este esporte também é muito popular ao redor do mundo, e diversos países praticam essa modalidade. No entanto, em pleno século XXI, a conhecida geração Z vem perdendo o interesse no futebol (ao menos em sua “forma tradicional”).

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Durante um evento realizado na Inglaterra o presidente do clube de futebol italiano, Juventus Football Club, fez diversas declarações quanto ao cenário atual do esporte em comparação com a modernidade dos últimos tempos. Segundo Andrea Agnelli, as agremiações precisam “mudar em relação ao comportamento do consumidor, olhando para a Geração Z e notar que os concorrentes do jogo são os eSports e Fortnite”.

Diante de várias presenças esportivas do futebol europeu, Agnelli deixou sua opinião e enfatizou que o mercado deve desempenhar ainda mais maneiras de atrair os jovens ao esporte tradicional. O esporte eletrônico tem crescido cada vez mais e o público mais novo não demonstra o mesmo interesse como no passado, configurando os eSports em uma ameaça ao futebol. 

“Precisamos mudar nosso olhar em relação ao consumidor. Estamos olhando para a Geração Z, os novos nativos digitais e que estão se tornando adultos. Precisamos ver como que esta geração se comporta e pensa, seriamente, que nossos concorrentes não serão clubes vizinhos, mas sim os esportes eletrônicos, League of Legends e Fortnite. O futebol ainda está crescendo em alguns países, mas em outros está perdendo relevância”.


O interessante em toda essa história, é que durante anos a mídia considerou os eSports apenas como “joguinhos de computador/videogames”, porém parece que alguns estão tomando conhecimento do tamanho do público e força dos esportes eletrônicos. 

Essa não foi a primeira declaração de um personagem importante do futebol, em janeiro o diretor-executivo do Liverpool, Peter Moore, em entrevista para revista Arabian Business disse:

“Noventa minutos é tempo demais para um Millennial ficar sentado no sofá. Quando observo a audiência e a quantidade de ingressos vendidos a esse público, me preocupo como CEO de um time de futebol que depende que a próxima geração de fãs nos assista”.

Moore ainda afirma que os clubes precisam evoluir tecnologicamente, e oferecer transmissões de uma forma que atraia os jovens, caso contrário essa parcela de espectadores será perdida.

O mundo vem mudando de forma que adaptações são necessárias, quem assim não proceder, perderá o lugar perante as novas tendências das próximas gerações. Com isso em mente, diversos clubes de futebol estão começando a investir nos eSports. Recentemente a equipe de Counter-Strike: Global Offensive FaZe, tornou-se parceira do Manchester City. Além de muitos outros clubes, inclusive no cenário brasileiro, como o Corinthians e Vasco.


Falando especificamente de alguns clubes de nosso país, o Corinthians ingressou no Free Fire, contratando uma equipe que está na Pro League. Esse não foi o começo do time no mundo dos eSports, mas caracteriza o interesse atual do clube. Já o Vasco, estuda a possibilidade de adentrar no mundo dos eSports via mobile e PES.


Você gosta de games? Jogamos diariamente vários títulos, até mesmo alguns famosos nas competições de eSports. Acesse nosso canal na Twitch.tv e venha participar de nossa comunidade de games no Linux.

Até o próximo post, e vida longa aos eSports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: ESPN.


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Mais de 800 servidores são removidos da rede Tor

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Tor é um software livre que proporciona navegação e comunicação anônima na internet, redirecionando o tráfego através de vários servidores distribuídos ao redor do planeta, em uma rede de túneis http (com o protocolo de segurança tls) sobrejacente à internet.

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Recentemente o projeto Tor removeu uma quantia considerável de seus servidores, sendo mais de 800 que estavam executando versões desatualizadas e sem suporte do software Tor. Atualmente os servidores da rede ultrapassam mais de 6.000, totalizando aproximadamente 13,5% de servidores desativados.

Cerca de 750 desses servidores removidos, eram responsáveis por intermediar o tráfico na rede enquanto 62 eram de ponto de saída, que ligava a rede Tor na rede mundial de computadores, obviamente depois de ter sua localização verdadeira, redirecionada inúmeras vezes dentro da rede Tor.

Os administradores do projeto Tor planejam não aceitar mais os servidores que não estiverem atualizados, principalmente aqueles que estiverem rodando uma versão EOL (End Of life). Uma atualização do software, lançada em Novembro de 2018, impedirá conexões obsoletas, tudo isso sem intervenção manual.

“Até lá, recusaremos cerca de 800 servidores obsoletos usando suas impressões digitais”, informa a equipe do projeto.

Essa desativação não era uma novidade, afinal, a equipe do Tor informou em setembro que planejavam remover todo e qualquer servidor que não estivesse com as últimas versões do seu software. O número inicial eram de 1.276 servidores, entretanto após o anúncio o número caiu para 800.

Utilizar o software atualizado garante maior segurança e impede o uso de brechas causadas por vulnerabilidades já corrigidas, então prezando pela manutenção e integridade de sua rede os servidores foram removidos.

Manter a consistência e segurança é uma prioridade ao projeto, de modo que os servidores não adequados no padrão de qualidade são desligados.

Você faz uso do Tor? Deixe nos comentários suas experiências ao navegar pela “interwebs”.

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Até o próximo post, segurança sempre é bem-vinda, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Laptops Linux com Coreboot começam a ser distribuídos pela System76

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O Coreboot, anteriormente conhecido como LinuxBIOS, é um projeto que começou em meados de 1999 no Laboratório Nacional de Los Alamos, Novo México. Visando ser uma alternativa livre aos firmwares proprietários (BIOS ou UEFI) disponíveis na maioria dos computadores. Gigantes como o Google, já deram algum tipo de apoio no projeto ao longo destes anos. Curiosamente os Chromebooks também executam a firmware livre.

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A fabricante de PCs Linux e desenvolvedora do famoso sistema operacional Pop!_OS, passa a oferecer dois modelos de laptops com o Coreboot, no lugar da BIOS/UEFI. No final deste mês a empresa começará a enviar os modelos Galago Pro e Darter Pro com seu firmware de código aberto desenvolvido com Coreboot.

Essa notícia demonstra o compromisso da empresa, em não apenas oferecer sistemas, e até mesmo hardwares abertos, mas sim todo um conjunto. Obviamente que seu hardware lançado no ano passado, um computador chamado Thelio, é “aberto até aonde atualmente é possível”. Caso queira mais informações sobre esse computador, acesse a excelente matéria do Jason Evangelho na Forbes.

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Ok! Mas qual a diferença entre o Coreboot e um firmware proprietário?


Além de todas as vantagens que um software livre pode oferecer, o Coreboot acaba sendo mais enxuto e segundo a System76, ele é capaz de iniciar até 29% mais rápido em comparação aos firmwares proprietários. Isso tudo devido a não possuir recursos desnecessários ou que não estão em execução em segundo plano, resultando em um sistema menos vulnerável e com um processo de boot mais veloz.

“O firmware de código aberto foi a última faísca a impulsionar nossa jornada, no sentido de criar tecnologia totalmente gratuita e aberta. Como o universo, estamos sempre expandindo para um futuro de código aberto, com progresso contínuo em hardware, software e firmware, e estamos animados em ver para onde nossa jornada nos levará”, complementa o porta-voz da System76.

Algumas perguntas relacionadas ao Coreboot foram efetuadas para System76. Don Watkins, do site OpenSource.com, questionou se o Coreboot será lançado em outras máquinas da empresa, na qual obteve a seguinte resposta: “Sim. A longo prazo, a System76 estará trabalhando para tornar aberto todos os aspectos de nosso computador Open. Thelio Io, a placa controladora do Desktop Thelio , é um hardware aberto com firmware aberto. Esta é uma longa jornada, mas estamos ganhando velocidade. Faz menos de um ano que o nosso desktop Thelio de hardware aberto foi lançado e agora estamos produzindo dois laptops com o System76 Open Firmware”.

Em matéria na Forbes, Jason Evangelho, perguntou se os usuários que são donos de equipamentos da marca, poderiam instalar o Coreboot em suas máquinas, a resposta foi: “No momento, o firmware aberto estará disponível apenas nos novos Galago (galp4) e Darter Pro (darp6). A System76 está estudando a capacidade de trazer o firmware aberto para nossos modelos anteriores, mas não sabemos quando ou se isso ocorrerá. Se estiver disponível, os nossos clientes receberão uma atualização de firmware usando nosso gerenciador de firmware”.

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Informações sobre o Darter Pro e Galago Pro


Ambos laptops podem ser equipados com CPUs Intel de 10ª geração (especificamente os modelos i5-10210U e o i7-10510U), ambos têm telas IPS Full HD foscas e anti-reflexivas. 

O Galago Pro é o modelo mais barato, custando a partir de US$ 949,00 (em conversão direta, aproximadamente R$ 3.900,00). Com um chassi de alumínio, diversas opções de conectividade, por exemplo, HDMI, DisplayPort e uma entrada Thunderbolt. O laptop pode ser configurado com até 32 GB de RAM e até 6 TB de armazenamento.

O Darter Pro pode ser adquirido com 32 GB de RAM e até 2TB de armazenamento, além de possuir uma gestão de bateria e usabilidade em torno de 10 horas de trabalho.

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Para mais detalhes, acesse este link

A System76 vem demonstrando extrema competência ao oferecer seus produtos com Linux, é uma pena a empresa não atuar no Brasil.

E você, gostaria de ter a possibilidade de utilizar computadores com uma firmware aberta como o Coreboot? Ou quem sabe uma adoção, pelas fabricantes do mercado.

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Até o próximo post, sucesso a essa empreitada da System76, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: System76, Forbes.
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App Outlet o "sucessor" do Linux App Store

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Você conhecia o site Linux App Store? Pois bem, no início do ano escrevi uma postagem sobre essa store que oferecia programas em: AppImage, Snap e Flatpak num só lugar. Infelizmente o projeto foi descontinuado, mas eis que surge um sucessor.

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Muitos usuários desconhecem as vantagens e desvantagens dos novos formatos de empacotamento, na realidade são inúmeros benefícios que geralmente “suprimem” seus defeitos. Após conhecer os pontos positivos e negativos, cabe ao usuário decidir entre usá-los ou não. Você pode ler essa postagem com um breve comparativo entre os formatos, a leitura é super válida.

Caso tenha alguma dúvida ou não conheça muito bem o funcionamento destes formatos, e de outros, criei um vídeo explicando sobre os programas no Windows e Linux. Então, antes de “olhar torto” para o AppImage, Flatpak ou Snap. Leia a postagem indicada e veja o vídeo, aposto que irá desmistificar muita coisa que ouve por aí.


App Outlet


Se antes o Linux App Store era um site desempenhando o papel de uma loja, agora o App Outlet é instalado como uma aplicação. O programa desempenha um papel bem interessante e prático, agregar AppImages, Snaps e Flatpaks em um só lugar. A intenção é muito boa, e pode auxiliar vários iniciantes. O projeto está iniciando e gradualmente recebendo novas implementações, então recomendo que testem e auxiliem os desenvolvedores relatando os bugs e dando idéias de possíveis funcionalidades diretamente na página do Github do App Outlet.

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A equipe responsável pelo projeto, até o momento, é composta por dois desenvolvedores o Fagner Candido e Messias Junior. Se você é desenvolvedor, considere somar forças no desenvolvimento do App Outlet. O programa é de código aberto, e com sua evolução, milhares de usuários Linux poderão ser beneficiados. Além disso, é uma ótima forma de contribuir e quem sabe ter seu trabalho reconhecido no futuro.

Você pode efetuar o download do App Outlet de diversas maneiras, pois o programa está sendo distribuído em vários formatos, sendo eles: Snap, AppImage, DEB e existem planos para uma versão em Flatpak (ainda em fase de análise).

Conforme mencionei, o app está em desenvolvimento e muitas funções estão ausentes, todavia o App Outlet é novo, e essa ausência pode ser considerada algo relativamente comum. Você encontrará programas em Flatpak, Snap e AppImages agregados em um só lugar. No entanto, ainda não é possível instalar diretamente pelo software, então ele te redireciona para os demais hubs. Sendo o AppImageHub, Snapcraft e Flathub.

No futuro podemos esperar que o próprio App Outlet consiga instalar os aplicativos, e quem sabe habilitar o suporte a determinado formato, quando o mesmo não estiver configurado no sistema. Seu visual é bem intuitivo, organizando por abas segundo o formato e com uma sessão de categorias. Este ponto é bem interessante, dando acesso rápido aos usuários e possibilitando a descoberta de novos programas. Existe um campo de busca, caso o usuário já tenha conhecimento do programa que queira instalar.

Instalando o App Outlet em sua distro Linux


Você pode baixar o programa nos formatos DEB e AppImage no Github por este link.

O Snap está disponível na Snapcraft, caso utilize Ubuntu pesquise diretamente na loja por: “App Outlet” e instale o software.

linux-app-software-snap-appimage-flatpak-snapcraft-flathub-appimagehub-loja-canonical-ubuntu

Demais distribuições podem configurar o Snap, demonstramos o procedimento neste artigo.

Para instalar via terminal, basta digitar:

sudo snap install app-outlet

A remoção é simples:

sudo snap remove app-outlet

Considerações no momento em que escrevo este artigo


Nos meus testes, aqui no Ubuntu 18.04 LTS, pude perceber algumas limitações e problemas no App Outlet. Muitas devido a funcionalidades que ainda serão implementadas, outras creio eu que seja algum problema durante o empacotamento. 

Por exemplo, não consegui executar a versão em Snap. Indiferente de serem instaladas via CLI, interface gráfica, nas versões stable ou edge. Simplesmente o app não iniciava ou dava alguma mensagem de erro.

Já quando utilizei o App Outlet em AppImage, minha experiência foi satisfatória. Notei que ao acessar as categorias, apenas os Flatpaks eram listados. 

Outro ponto, é sua pesquisa. Nem sempre as buscas retornam todos os resultados possíveis, como pode observar, o GIMP em Flatpak não apareceu ao pesquisar por “GIMP”.

linux-app-software-snap-appimage-flatpak-snapcraft-flathub-appimagehub-loja

Ressalto mais uma vez que o app está em desenvolvimento inicial, então encorajo que relatem e auxiliem quando possível. Inclusive relatei o problema com o formato Snap, como podem observar nessa issue.

Fiquei triste quando soube a notícia do fim da Linux App Store, e alegre com seu sucessor. Desejo toda sorte aos envolvidos no App Outlet, pois sei que é ambiciosa essa empreitada, não obstante, os resultados podem ser ainda mais. Que o projeto evolua e novas features sejam adicionadas, tornando a vida do usuário mais cômoda e intuitiva.

Nos poucos momentos que conversei com o Messias Junior, pude perceber o engajamento e anseio em somar com a comunidade Linux. A nossa comunidade Diolinux Plus está interessada no projeto e parece ter abraçado o mesmo. Convido você, que ainda não faz parte do Diolinux Plus, a participar do fórum e ficar por dentro das novidades. Por último, finalizo com as palavras do Messias Junior para todos os usuários do App Outlet.

“Ficamos felizes com a receptividade da comunidade. E reiteramos o convite para a colaboração. O App-outlet é para a Comunidade e feito para Comunidade”.

Até o próximo post, compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Flatpak 1.5 lançado com novidades

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

O Flatpak vem evoluindo a cada momento, funcionalidades estão sendo adicionadas e mais programas sendo oferecidos neste formato de empacotamento. Se você está se perguntando: “Mas que raios é esse tal de Flatpak?”. Escrevemos uma postagem explicando um pouco mais sobre essa tecnologia.

flatpak-linux-ubuntu-mint-fedora-ppa-runtime-freeze-pacote

No ano passado o Flatpak chegou em sua versão 1.0, com novos parâmetros e melhorias de performance, daí em diante o processo de lapidação não parou. Avançando um pouco no tempo, chegamos ao início do ano, sendo que em fevereiro a versão 1.2, além de adicionar novos parâmetros, foi repaginado o visual do Flatpak via terminal. Possuindo assim, uma melhor disposição nas informações via CLI. 

O desenvolvimento está tão acelerado que inúmeras versões já foram lançadas este ano. Agora o mais recente lançamento é anunciado com um recurso aguardado por muitos.

Saiba mais sobre o Flatpak


Sabemos que tudo tem seus prós e contras, afinal, nós humanos desenvolvemos a tecnologia atual. Caso esteja na dúvida entre os formatos, acesse nossa postagem detalhando um pouco mais as diferenças entre os “novos concorrentes” de distribuição de softwares no Linux.

Muitos não compreendem as vantagens do Flatpak, ou demais formatos. Outros chegam a acreditar e generalizar que seu uso é inviável, ou até impossível. 

Comparações com a forma de distribuição e funcionamento entre o Windows e Linux, também são alvo de acalorados debates e discussões. Contudo, alguns falam sem conhecer realmente essas diferenças, apenas repetem como papagaios. Para não correr este risco, acesse uma matéria demonstrando os tipos de pacotes e instalações, tanto no Windows, como no Linux. Inclusive indico que vejam o vídeo contido na postagem acima, o mesmo contém muitas informações adicionais.

Flatpak 1.5


Uma das vantagens do Flatpak, é utilizar programas em versões atualizadas sem a preocupação de conflitos de dependências. Ter as últimas versões das aplicações, sem comprometer o sistema é uma característica interessantíssima. No entanto, pense numa hipótese em que o usuário, por algum motivo, deseja “congelar”/fixar o app em determinada versão e evitar downloads automáticos. O recurso que estava sendo aguardado por vários usuários de Flatpak, torna-se realidade com a nova versão.

As mudanças da versão 1.5, são:

  • Novas opções no “flatpak install”, a exemplo, o parâmetro “--or-update”;
  • Um novo comando, o “flatpak mask”, permitindo fixar a versão dos flatpaks evitando downloads automáticos;
  • Suporte a atualizações automáticas e seu monitoramento no portal flatpak;
  • Correções nas atualizações dos serviços exportados com o dbus-broken;
  • Aprimoramento visual ao utilizar via CLI, ocultando colunas na saída do terminal caso todas sejam, iguais;
  • Correções de eventuais erros em que os repositórios remotos não eram removidos adequadamente;
  • O flatpak-session-helper passa a ser vinculado a mais bibliotecas;
  • OCI: agora suporta imagens marcadas (“tagueadas”) com rótulos e anotações;
  • OCI: passa a sempre gerar históricos para imagens;
  • OCI: suporta docker mimetypos em adição aos mimetypos do OCI.
  • A desinstalação agora sempre funciona, mesmo que o repositório remoto tenha sido removido abruptamente (forçado);
  • Novas chaves de configuração dos idiomas default agora permitem a adição na lista do sistema, em vez de uma substituição;
  • Vários pequenos ajustes no comportamento e na saída do CLI foram realizados.

Você pode adicionar o Flatpak em seu sistema, seguindo o nosso tutorial. Todavia, nem sempre as versões contidas nos repositórios das distribuições serão as mais atuais. O Ubuntu é um belo exemplo. Para obter as últimas versões no sistema da Canonical, será necessário a adição do PPA oficial do Flatpak.

sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak

sudo apt update

sudo apt install flatpak

Obviamente que não é obrigatório utilizar este formato via terminal, pensando nisso, criamos essa matéria ensinando como habilitar o suporte aos Flatpaks na loja do Ubuntu.

Normalmente não indico a utilização de PPAs, cada caso um caso, entretanto muitas correções de bugs apenas estão presentes nas mais atuais. Posso relatar um caso chato que me ocorreu. A versão do Flatpak contida nos repositórios do Ubuntu, simplesmente passou a baixar inúmeras runtimes do meu driver de vídeo NVIDIA, indiferente da versão utilizada. E a cada nova versão, mais e mais novas runtimes eram baixadas ( não estavam em uso). Mesmo removendo-as, eram baixadas novamente. Logo após instalar a versão do PPA, consegui resolver o tal bug (esse caso ocorreu faz um tempo).

Em nosso fórum Diolinux Plus, também notei relatos de usuários que obtiveram algum erro durante a instalação de apps em Flatpak, devido a versão antiga nos repositórios do Ubuntu e outras distros, como o Debian. Então, se por algum motivo tudo funciona corretamente para você, talvez não exista a necessidade de atualizar para as últimas versões através do PPA. Analise e tome suas próprias decisões, por sua conta e risco.

OBS.: Até o momento o Flatpak via PPA ainda não recebeu a versão 1.5, você pode verificar diretamente por este link e confirmar se o mesmo foi atualizado.

Para eventuais dúvidas, utilize o comando: “flatpak --help” para visualizar cada função. Não sabe a versão do Flatpak contida em seu sistema? “flatpak --version” lhe mostra o versionamento.

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Fonte: Flatpak.
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Google Password Checkup, agora alerta caso houver vazamento de senha

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O Google vem criando soluções que a cada dia facilita o uso da tecnologia, seja com sistemas operacionais, aplicativos, sites ou serviços. Agora seu gerenciador de senha passa a receber um novo recurso, esse antes disponível anteriormente através de uma extensão para seu navegador Google Chrome, agora nativamente no Google Password Checkup.

segurança-senha-key-gerenciador-google-password-checkup-android-chrome-chromium

Criar senhas fortes pode ser considerado uma verdadeira arte, brincadeiras à parte, evitar as famigeradas “123456” ou “senha” não é tão difícil assim (essa foi para você Happy 😆️😆️😆️).

O Google Password Checkup, aquele que sempre te pergunta se quer salvar uma senha no Chrome ou Android, recebeu ontem quarta-feira (2), a capacidade de averiguar se sua senha está comprometida por vazamentos ou não. Acesse o Gerenciador de senhas, confirme sua identidade e solicite a verificação. Assim, três resultados podem ser apresentados, indicando o estado atual de sua segurança.

segurança-senha-key-gerenciador-google-password-checkup-android-chrome-chromium

Senhas fracas


Caso exista alguma senha mal formulada, e que seja de simples alvo para um eventual ataque, o Password Checkup indicará essa falha de segurança. Então, nada de nomes de parentes, conhecidos, cônjuges ou coisas do tipo. Datas de aniversários ou comemorativas também não são uma boa ideia. Dê preferência a frases que venham de uma letra de uma música, quem sabe um livro ou algo assim. Alternância entre letras maiúsculas e minúsculas, como caracteres especiais são bem-vindos (“t3us_0lhos#sAo mev5-Livros”).

Senhas utilizadas


Esse é outro problema que o gerenciador poderá lhe alertar. Repetir a mesma senha em diferentes serviços só aumentam as chances de invasão. Se uma senha vazar, os demais serviços estarão em risco.

Senhas comprometidas


Não! Suas senhas não estão lhe traindo com outra pessoa, talvez até sim, afinal se o Google Password Checkup exibir este alerta, é plausível que você seja um alvo. Senhas comprometidas, significam que algum serviço que você utiliza sofreu um possível ataque ou vazamento de dados e por algum motivo sua senha foi descoberta. 

Segundo o site The Verge, o Google revelou uma pesquisa que aponta o uso de autenticação de duas etapas por apenas 37% dos americanos entrevistados. Outra curiosidade é que 66% utilizam suas senhas em mais de um serviço. Já uma falha gravíssima é que somente 11% efetuaram a troca de suas senhas, após casos de vazamentos de serviços de streaming

O Google consulta uma vasta lista de fontes para verificar se sua senha já vazou na internet:

  • 000webhost;
  • 17 Media;
  • Coleção 1,4 bi;
  • 7k7k;
  • Adobe;
  • Anti-public;
  • Badoo;
  • Bitly;
  • Coleção 1-5;
  • Dropbox;
  • Exploit.in;
  • iMesh;
  • Imgur;
  • Last.fm;
  • Lifeboat;
  • LinkedIn;
  • Mate1;
  • Neopets;
  • NetEase;
  • Nexus Mods;
  • Pemiblanc;
  • R2Game;
  • Rambler;
  • Tianya;
  • Tumblr;
  • VK;
  • VN;
  • Yandex;
  • Youku;
  • Zoosk.

Como diz o ditado: “segurança nunca é demais”, e sempre devemos nos atentar quanto a esses detalhes. Recentemente noticiamos o retorno do botnet Emotet, que se valia de senhas fracas para efetuar seus ataques. Então, evite ao máximo expor suas contas e possíveis problemas. Talvez a utilização de um gerador de senhas seja uma ótima dica, no entanto, esse já é assunto para outro artigo (😉️😉️😉️).

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Microsoft apresenta seu “smartphone dobrável” com Android, e novos devices da linha Surface

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Hoje quarta-feira (2), a Microsoft reservou a tarde para apresentar diversos hardwares de sua linha Surface. A expectativa estava bem alta, após diversos rumores de um possível Surface phone e o Windows 10X. Afinal, existia ou não o tão aguardado Surface phone? 

microsoft-surface-pro-x-7-duo-neo-laptop-ms-notebook-android-windows-10x-smartphone-tablet

O Microsoft Event, foi repleto de anúncios de novos devices, e até mesmo uma nova versão do Windows 10, projetada exclusivamente para dispositivos dobráveis e de tela dupla. De codinome Santorini, o Windows 10X veio com uma ambiciosa proposta de ser redesenhado para dispositivos, como tablets flexíveis que se transformam em algo com uma usabilidade semelhante a de um laptop. Vale lembrar que o Windows RT tinha uma ideia, de certo modo, parecida, contudo o alvo do novo sistema são hardwares híbridos, nem tablets, nem notebooks. 

Logo abaixo você poderá ver o Windows 10X em ação, sendo apresentado pela gerente de programa do grupo de parceiros, experiências e dispositivos Microsoft. Junto ao novo Microsoft Surface Neo, um tipo de tablet com duas telas de 9 polegadas separadas e que quando fechado assemelha-se muito a uma agenda de anotações.


Também foram apresentados no evento o Microsoft Surface Pro X e o Surface Pro 7, com mudanças estéticas e internas. Aliada a Qualcomm, a MS oferece um novo chip baseado na arquitetura ARM, sendo um fruto dessa parceria.


Outros equipamentos foram apresentados. O Microsoft Surface Laptop 3, e o Surface Earbuts (fone sem fio, com bateria).

Chegou o Surface phone!


Por fim, foi apresentado a grande surpresa do evento. Após anos e anos de rumores, eis que a gigante de Redmond surpreende a todos com o Microsoft Surface Duo. Possuindo duas telas, assim como o Surface Neo, porém com proporções menores e utilizando o Android ao invés do Windows 10X.

O smartphone tem duas telas de 5,6 polegadas, no entanto, mesmo sendo dobrável o conjunto não é um único corpo. Sendo de fato duas telas separadas. Visualmente não é tão elegante, mas evita problemas no display. Quem acompanha o mundo Android sabe dos encalços que a Samsung vem passando com seu Galaxy Fold.


Você pode dobrar o dispositivo, ou deixá-lo aberto como um tablet. Somando às duas telas, neste “modo tablet”, seu painel chega a 8,3 polegadas.

O Surface Duo une a experiência da linha Surface com o Android, mas nem todo fã da empresa ficou contente com esse “Surface phone”. Já sabíamos que o Windows Mobile tinha chegado ao fim, todavia ao observar os comentários internet afora, percebi que a principal reclamação era devido ao seu novo conceito de “ser dobrável sem uma tela dobrável” e que muitos não foram atraídos pela proposta. Creio que, conforme os milhares de concept arts na internet, os usuários queriam algo mais próximo do convencional. Todavia esse tipo de smartphone pode acabar se tornando um padrão, ao invés das telas dobráveis. Simplesmente não sei, só o tempo dirá. 

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Segundo o site Wired , o Surface Duo é equipado com um processador Snapdragon 855, mas os elementos do design ainda não foram finalizados - podendo sofrer mudanças, muitos detalhes não foram informados durante a apresentação.

Embora o diretor de produtos da Microsoft, Panos Panay, tenha parecido relutante durante a apresentação de referir-se ao Surface Duo, como um smartphone. Sem sombra de dúvidas essa foi a parte mais importante do evento. O Duo marca o retorno da empresa ao mercado de smartphones, depois da morte de sua plataforma mobile em 2017.


Curiosamente navegando pelas “interwebs”, me deparei com alguns desenvolvedores e usuários do Windows Phone, que conseguiram fazer o antigo sistema da MS executar apps Android. Caso a Microsoft tivesse insistido novamente no Windows Mobile, o tiro sairia pela culatra (já vimos essa novela no passado). Foi uma sábia decisão embarcar o Android em seu aparelho, e não vi ninguém reclamar de tal decisão.

Os valores não foram revelados, mas não espere um preço camarada (ao menos para realidade da maioria dos brasileiros).

Você pode acompanhar todo evento diretamente no canal do Youtube da Microsoft.


Qual a sua opinião sobre os novos hardwares da linha Surface? Gostou do Surface Duo? Compraria o smartphone, caso lhe fosse acessível?

Deixe nos comentários a sua opinião, participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

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Projeto KDE migra para o GitLab

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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O KDE é uma das maiores comunidades e projeto de código aberto da atualidade, contando com mais de 2600 colaboradores ativos. Com o intuito de oferecer um ambiente gráfico completo, seja com as inúmeras features do KDE Plasma ou as dezenas de aplicações e suas configurações disponíveis. O KDE parece seguir uma linha de pensamento em sempre ouvir seus desenvolvedores e usuários, talvez, daí tenha partido o intuito da migração para o GitLab.

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Alguns aspectos foram analisados antes da decisão, aliás mudar uma gigantesca base de código para outro serviço não deve ser uma tarefa fácil. A mudança não seria ao acaso também, alguns objetivos estavam em mente, este seriam:

  • Infra-estrutura mais acessível para a contribuição ao projeto;
  • Integração com o Git, para revisão do código e demais afazeres;
  • Infraestrutura e ferramentas sólidas e descomplicadas;
  • Um bom canal de comunicação e relacionamento aberto com os responsáveis do GitLab.

Inclusive o próprio GitLab se prontificou à auxiliar o KDE com os principais objetivos e metas para a migração, contudo a decisão passaria antes pela comunidade e o conselho do projeto. Finalmente às duas partes chegaram a um acordo, e durante o mês de setembro o GitLab anunciou a decisão do KDE:

“Hoje, o GitLab, a plataforma DevOps entregue em um único aplicativo, anunciou que o KDE, uma comunidade internacional de tecnologia que cria software de código aberto e gratuito para desktops e laptops, está adotando o GitLab para que seus desenvolvedores aprimorem ainda mais a acessibilidade de infraestrutura e incentivem contribuições”.

“O KDE é uma comunidade de software livre e de código aberto, dedicada a criar uma experiência em informática de forma fácil de usar. Oferece um gráfico avançado em desktop , uma ampla variedade de aplicativos para comunicação, trabalho, educação e entretenimento, além de criar facilmente uma plataforma para novos aplicativos”.

Comentando um pouco mais sobre o ocorrido, David Planella, gerente de relações com a comunidade do GitLab, disse:

“Estamos muito satisfeitos que o GitLab tenha sido escolhido pela comunidade KDE, assim fornecendo aos seus desenvolvedores as ferramentas e recursos adicionais necessários, para a criação de aplicativos mais avançados”.

Acrescentando a sua fala, Planella continua:

“O KDE coloca uma forte ênfase em encontrar soluções inovadoras para problemas antigos e novos em uma atmosfera aberta para experimentos. Esse pensamento está alinhado ao objetivo do GitLab de ajudar as equipes a colaborar melhor no desenvolvimento do software, e esperamos apoiar o KDE enquanto eles continuam criando um ótimo software para milhões de usuários em todo o mundo”.

Lydia Pintscher, então presidente do KDE e.V., conclui:

“Para uma comunidade aberta como o KDE, é essencial ter uma infraestrutura amigável e fácil de usar. Passamos os últimos dois anos reduzindo significativamente as barreiras de entrada em todo o KDE. A mudança para o GitLab é um passo importante nesse processo”.

Por meio deste link você poderá ver com mais detalhes as ferramentas anteriormente utilizadas pelo KDE, e quais o projeto passa a adotar com essa mudança. Se antes o processo era dividido em diversos passos e inúmeras etapas, o GitLab trouxe uma simplicidade que poderá facilitar ainda mais o trabalho dos colaboradores. 

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