Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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Sistematicamente, até mais…

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Infelizmente estou me afastando da equipe de redatores do Diolinux, agradeço a todos os leitores que acompanharam e leram minhas postagens no decorrer do ano de 2019. Todo ciclo tem seu início, meio e fim, talvez para um novo processo, aquela reviravolta na história ou uma mudança temporária.

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É curioso pensar no Diolinux, sem todas as situações e problemas resolvidos por este blog em minha vida, além do conhecimento e amadurecimento de ideias e pontos de vista, claro. Tudo isso antes mesmo de compor a equipe de redatores e escrever sobre uma das coisas que mais amo na vida, tecnologia.

Para quem não acompanha meu trabalho no canal OSistemático, saiba que durante muito tempo venho lutando contra alguns problemas de saúde que vêm tirando minha paz e sono. Aliás, não era incomum me encontrar altas horas da madrugada estudando ou bolando algo para um próximo post, ou vídeo. Às vezes a forma que ludibriei as intensas dores, foram justamente incontáveis horas de buscas por assuntos voltados à tecnologia. Digamos que por um tempo, ocupando a mente, o corpo “dava uma folga”. Contudo, o ano de 2019 vem sendo um misto de dor e prazer. O engraçado que muitos afirmam que ambos andam lado a lado, digamos que existe um fundo de verdade nisso (😁️😉️😈️).

Retrospectiva 2019 (faz de conta)


Você recorda qual foi a minha primeira postagem aqui no blog Diolinux? Uma de minhas paixões, games! Especificamente uma matéria sobre o emulador de Nintendo 3DS, o Citra. Falando um pouco dos bastidores, a imagem da capa “fugia um pouco do padrão do site”, mas a imagem final foi se encaixando à proposta do Diolinux. Aquele tipo de ideia que só surge dentro de uma mente sistemática (😁️😁️😁️).

Abaixo você pode conferir a capa que foi reprovada, ainda bem o resultado ficou muito superior, e para ver a capa final acesse a postagem sobre o Citra.

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E não parou por aí, a capa utilizada em minha quarta postagem acabou tendo um de seus elementos utilizados em um projeto bem conhecido. Estou falando da matéria que escrevi sobre o AppImageHub, um site que concentra aplicações Linux neste formato de empacotamento. O ícone que criei, inspirado na logo do software da Snap Store, está sendo utilizado no site appimagehub.com, como bem pode ser visto na print logo abaixo (pena não terem atribuído a imagem a minha pessoa 😂️😂️😂️).

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Também houve diversas postagens capciosas, assim digamos, que tive o prazer de escrever e a participação de vocês nos comentários foi excepcional. Abordei variados temas, obviamente a maioria com foco em tecnologias Open Source, mas o Windows e postagens relacionadas tiveram boa recepção. Matérias, como: “Microsoft revela o futuro do Windows”, “Windows 7 com data para morrer, e agora, o que fazer?” e “Você realmente precisa do Windows?”, são exemplos que posso destacar. Inclusive uma das minhas capas preferidas, estava inspirado no dia, foi sobre o Windows Phone/Mobile e seu fim oficial.

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Matérias sobre jogos é o que não falta, tive a oportunidade de transmitir parte dos conhecimentos que tenho com emuladores e opinar, em temas e notícias sobre games. Lá vai uma listinha rápida de tutoriais e verdadeiros guias-rápidos de alguns emuladores disponíveis para Linux.


Games são uma paixão, e mesmo não jogando a quantidade que gostaria, me empolgo sempre que abordo o tema. Quem se recorda do “Projeto de lei que quer proibir jogos violentos no Brasil”, algo que em meu ponto de vista é uma tremenda bizarrice. Um assunto que rendeu bastante, foi “Linux e a pirataria nos jogos”. Sabemos que uma das maiores barreiras na inserção de Linux no mundo dos jogos, são os anti-cheats. Outro tema amplamente discutido ao decorrer do ano de 2019 aqui no blog Diolinux.

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Entre notícias, tutoriais, dicas de apps (sejam eles para Android ou alguma distro Linux desktop) minha jornada no Diolinux foi repleta de opiniões, erros e muitos acertos. Sempre tive a liberdade de expor meu pensamento e escrever sobre temas que julgava ser interessantes. Falei sobre o Ubuntu Touch, se tinha morrido ou não. Testei inúmeros aplicativos e pequenas séries, além das de emuladores, se concretizaram. Posso citar a relacionada aos vários players de música que testei e passei a gostar. Se ainda vale a pena usar o Ubuntu 18.04 LTS ou até mesmo o Deepin. Falando em Deepin, apostei alto especulando uma possível parceria com a gigante chinesa Huawei. O palpite foi certeiro, pouco tempo depois a empresa começou a oferecer equipamentos com a distro Linux, e quem sabe mais o que poderá ocorrer com a nova versão do sistema.

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Escrever é algo que surpreende, quantas vezes fiz postagens que fizeram grande sucesso, enquanto outras que me empolgaram não tiveram a mesma quantidade de views. Uma que me lembro até hoje é esta: “Em dúvida ao escolher um nome para seu app, marca ou projeto?”. É uma de minhas favoritas, na qual mesclei a original com minha pitada pessoal. No entanto, ela não caiu no gosto das massas (😁️😁️😁️). E olha que tem até easter eggs sobre OSistemático. “10 Dicas para novos usuários de Linux/Ubuntu” é outra postagem que indico a leitura, como “O que leva um novo usuário desistir do Linux?”.

A criatividade foi uma das características que mais desenvolvi, aprender a controlar os processos criativos e burlar os bloqueios, acabou somando em minhas perícias.

Me diz se você algum dia imaginou o Dio chinês? Ou quem sabe sem sua barba e criança?

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Toda equipe Diolinux sempre foi muito solicita e compreensiva em momentos de dificuldade, uma verdadeira família. E como toda família, passamos por altos e baixos. Discussões, alegrias, reuniões, treinamentos, brincadeiras, trabalho e muito mais.

Contribuir com um dos maiores sites de tecnologia, Open Source e Linux, no Brasil foi e é uma realização profissional. Ter a oportunidade de somar com projetos, como o PhotoGIMP, criando a logo é algo que sempre ficará marcado em meu coração. 

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OSistemático me trouxe até aqui!


Focar no trabalho e fazer o que gosta sem esperar nada das pessoas, pode lhe levar a lugares nunca imaginados. O Diolinux sempre foi o “pontapé inicial” para o surgimento do meu projeto OSistemático. Não faz muitos anos em que passei a utilizar Linux conscientemente, por ironia do destino me deparei algumas vezes com este blog durante seu nascimento. Confesso que nunca fui de acompanhar sites e blogs, apenas consumia quando necessário ou me convinha. Contudo, um canal no Youtube de mesmo nome me chamou a atenção. Não tinha muitos vídeos, uns dois ou três. Neste período nem conta no Youtube tinha, mas passei a acompanhá-lo mesmo assim. Linux e jogos, algo que gostava e já no primeiro dia me fez sentir uma vontade de criar um canal parecido.

Anos se passaram, aprendi a gostar do blog e canal Diolinux e também me inspirar, concordar e discordar de suas opiniões. O projeto OSistemático foi criado e quando menos esperava, estava participando de lives (ou conversando) no Diolinux e canais no cenário Linux que admiro muito, como: Madrugueds, Fast OS, Tuxter Games, Livre Software, Toca do Tux, Araras Studio (outrora Fosloks), entre outros. Sempre sendo verdadeiro e expondo minhas opiniões, ideias e jeito de ser. 

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Se hoje estou me despedindo, talvez mesmo que temporariamente, do Diolinux é graças ao OSistemático que me trouxe até aqui. Como, também, as pessoas que conheci através dele e passei a mais que admirar, poder chamar de amigos.

Obrigado a todos os leitores, estou me afastando para dar foco em meu tratamento no ano de 2020, porém, continuarei a participar de lives no Diolinux e postar vídeos em meu canal (devagar, devagarinho vídeos serão produzidos, o foco é minha saúde). Então, convido a se inscreverem nos canais que mencionei anteriormente e também no OSistemático. Se não conhecia meu trabalho lá, aposto que vai gostar. 

Muito obrigado à família Diolinux, e a você Dionatan Simioni por permitir compor essa equipe incrível e por ser um líder notório, cativante, compreensivo, forte, profissional e amigo. Nunca trabalhei em um lugar que, mesmo com as diversidades e atritos, poderia chamar de família.

Participem da comunidade Diolinux Plus, e fiquem ligados no blog Diolinux.

Só ao nível de curiosidade, comecei com uma postagem sobre emulador e terminei com outra. Inconscientemente sendo sistematicamente sistemático (🤔️😉️😋️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux e em meu canal, SISTEMATICAMENTE! 😎️


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Emuladores que utilizam OpenGL ganham aumento de performance graças ao multithreading

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Emuladores que utilizam OpenGL agora poderão ter desempenho melhorado, graças a utilização de mais núcleos do processador. A mudança beneficiará jogadores que possuam processadores com vários núcleos e threads.

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Emulação de jogos é uma paixão que nutro por muitos anos, e não é atoa que minha primeira postagem no Diolinux foi justamente sobre um emulador. Além de ter possuído diversos títulos e consoles, vejo na emulação uma forma de manter vivo, clássicos que se assim não fosse, jamais poderiam ser apreciados no momento. Por vezes é mais prático jogar diretamente em meu computador, ao invés de ligar meu console. No entanto, em alguns casos a emulação não entrega uma performance digna ou semelhante ao hardware real na qual o jogo foi pensado.

OpenGL é uma API gráfica livre utilizada por diversos softwares mundo afora, e justamente vários emuladores o utilizam para encarregar-se da parte gráfica do jogo. Obviamente, que soluções alternativas existem no mercado, e por muitas vezes mais de uma API gráfica é utilizada. Posso citar o Vulkan, como uma das que vêm sendo implementadas em diversos programas deste segmento, e proporcionando um ótimo desempenho.

Não é incomum encontrar usuários com computadores poderosos tendo alguma dificuldade no ato da emulação, pois, mesmo possuindo um processador com diversos núcleos e uma GPU dedicada, o emulador não consegue fazer todo proveito deste hardware. O OpenGL era um destes elementos que impossibilitava a extração de máximo poder do processamento durante uma emulação. Há dois anos o suporte a distribuição de múltiplos processos de forma simultânea através de diversos núcleos de CPUs, foi implementado graças ao engenheiro de software Marek Olsák da AMD. Contudo, apenas jogos (nativos e via Wine/Proton e afins) estavam recebendo essa implementação, sendo que emuladores que usavam OpenGL não vinham se beneficiando deste método. Na época da implementação, jogos foram tiveram um ganho considerável em seu desempenho. Alguns, como Alien Isolation, Border Lands 2 e BioShock Infinite tiveram um acréscimo de mais de 50% em performance durante a jogatina.

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Agora os emuladores começam a receber o tão cobiçado recurso multithreading do OpenGL e aumentarem a eficiência durante a emulação utilizando a API livre.

Testes foram realizados com um processador Intel Core i7-8550U de quatro núcleos e quatro threads (núcleos virtuais), com gráficos UHD 620 integrados. Utilizando o driver i965 Mesa que a pouco tempo recebeu suporte ao multiprocessamento.

O Dolphin (emulador de Nintendo GameCube e Wii) obteve um aumento de 17%, passando de 75 para 88 fps no jogo Super Mario Galaxy, já o Citra (emulador de Nintendo 3DS) recebeu um ganho de 12%, passando de 81 para 91 fps no game The Legend of Zelda: A Link Between Worlds. Até emuladores mais novos, como o Yuzu (emulador de Nintendo Switch) teve um maior desempenho, atingindo um aumento de 29%. É claro que o desempenho não é apenas uma responsabilidade do OpenGL ou processador. Existe todo um conjunto para um bom funcionamento, sendo que uma GPU inferior ao processador pode muitas vezes impedir uma jogatina mais satisfatória (o famoso gargalo). 

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Para acessar os dados dos testes, basta clicar neste link.

Você curte jogos? Tem algum título de paixão que jogava no console e também joga via emulador? Deixe nos comentários a sua opinião sobre a melhora no desempenho em emuladores que fazem uso do OpenGL.

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Conheça o provável design do Deepin 20 [UPDATE]

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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

O Deepin é considerado uma das distribuições mais bonitas do mundo Linux, mas você já viu sua nova proposta de design para versão 20? Parece que a cada lançamento a distro traz um visual apelativo e que chama a atenção do usuário comum.

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Creio que não seja segredo para ninguém, ao menos para quem conhece um pouco sobre meu trabalho, o relacionamento que tenho com o Deepin. Curiosamente o canal OSistemático foi por muito tempo um dos responsáveis por impulsionar o sistema aqui no Brasil. Não falo para me vangloriar ou algo assim, apenas para enfatizar o envolvimento que tive ao produzir material sobre o sistema. É provável que, você usuário de Deepin já tenha se deparado com algum vídeo de minha autoria. Seja em algum grupo no Telegram, aqui no blog Diolinux ou até mesmo em meu canal (até eu mesmo já me deparei e pessoas nem sabiam que estavam falando com o próprio criador do vídeo em questão 🤣️🤣️🤣️).

Abaixo você pode ver um vídeo do OSistemático, relatando um pouco mais sobre a usabilidade do Deepin 15.10. Perceba que sou sincero e dou minha opinião. Todavia, a versão atual do Deepin é a 15.11 (em que escrevo essa matéria).


O curioso é que nessa história toda, há quem acredite que sou fanboy de Deepin e outros que sou hater. É engraçado pensar nisso, pois sou categorizado como extremista até hoje, seja de um lado ou de outro. Contudo, algumas pessoas ainda não entenderam que quando elogiei o Deepin foi por conta de meus vários anos utilizando o sistema, e quando critiquei ou mencionei algo, não foi para descaracterizar ou simplesmente ofender usuários. Toda essa transparência é o que de fato passei e passo com o sistema, meus relatos e usabilidade com o Deepin. “Se tá ruim digo, se tá bom também”, não é tão difícil compreender isso, é?

Pense, se sou hater de Deepin, porque teorizar que a Huawei utilizaria o sistema, e o Linux poderia ser mais conhecido graças a distro chinesa? Não sabe sobre o que estou falando? Acesse a postagem na qual inicialmente abordei esse tema. E não é que depois as coisas começaram a desenrolar, e de fato a Huawei passou a vender computadores com Deepin.

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Visual apelativo, isso o Deepin “tem para dar e vender”


Quando o assunto é beleza, o design do Deepin é impecável. Seu UX Design é bem inteligente e não confunde o usuário leigo, possibilitando inclusive um uso que lembra o Windows, ou até mesmo o macOS. Ao passar dos anos a distribuição chinesa passou por um verdadeiro “banho de loja” e ganhou diversos recursos visuais, como uma melhor consistência de seu ecossistema.

Deepin em 2013

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Deepin em 2015

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Deepin em 2019

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Não obstante, mesmo ao utilizar outro sistema, termino instalando vários aplicativos da distro.


O futuro do Deepin é promissor


Recentemente o canal oficial do Deepin lançou um vídeo com o próximo visual de seu launcher. A interface gráfica DDE (Deepin Desktop Environment) poderá passar por uma nova transformação. Muita coisa ainda pode ser mudada, e o vídeo a seguir é um conceito de como as coisas poderão ficar na versão 20 do sistema.


Podemos observar que esse conceito se aproxima bastante da interface da Apple, o iOS, utilizada nos iPads. A barra também é semelhante a do Chrome OS, que inclusive recebeu uma nova versão essa semana. Tudo parece estar mais arredondado e com o clássico “blur” das últimas versões do Deepin. Quando o menu está maximizado, é praticamente idêntico o do macOS.


E as mudanças estão à todo vapor, agora a tela de login recebeu um redesign e ao que tudo indica a versão 20 será bem diferente que a atual, em vários aspectos da interface gráfica. Apps estão sendo reformulados,  ao que tudo indica, podemos ver no vídeo a seguir o player de música com uma cara nova.


Lembrando que as versões de lançamento do Deepin agora são referenciadas conforme o ano inicial de seu lançamento (2015 == Deepin 15, 2020 == Deepin 20). Por isso haverá um salto da versão 15.11 para 20, visto que ele sairá como estável em 2020. Mas existem indícios que em novembro, possa ser disponibilizado uma versão beta do próximo Deepin 20. Essa versão também pode ser baseada no Debian 10.

Até lá muita coisa pode mudar, pois, os desenvolvedores ainda estão trabalhando em seu visual. Esse empenho vem ocorrendo durante este ano de 2019, e talvez o refinamento com o DDE-Kwin possa aumentar a performance do novo launcher.

Você usa o Deepin ou quem sabe o DDE em outra distro? Deixe nos comentários o que achou do novo visual em construção. Particularmente foi de meu agrado, principalmente o menu quando maximizado (que é a forma que utilizo).

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Fonte: Deepin, Forbes.


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Dropbox Transfer, o concorrente do Firefox Send, disponível para todos usuários

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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Pensando em transferir arquivos de forma descomplicada? O Dropbox acaba de lançar seu serviço de compartilhamento para concorrer com o Firefox Send e o WeTransfer.

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Serviços de compartilhamento e transferência de arquivos estão cada vez mais se tornando comuns, ainda mais com a crescente onda de trabalhos à distância. E estou falando de todo tipo de trabalho, seja ele remunerado ou alguma atividade em grupo. Transferir arquivos acaba por ser bem prático, ao invés de sempre contar com um pendrive. Melhor estar precavido em casos que o uso de alguma mídia física seja possível, aliás, melhor ter um “plano b” (quem sabe um “c” 😋️😁️😉️). Já em ocasiões em que não é possível utilizar meios físicos, tais soluções são perfeitas.

No lançamento da solução da Mozilla, abordamos em um artigo que você pode conferir acessando este link. Desde seu anúncio de lançamento, venho fazendo uso do Firefox Send, e agora o Dropbox disponibiliza sua alternativa. Serviços destinados à rápidos compartilhamentos, são conhecidos, outro bem famoso é o WeTransfer.

Chamado de Dropbox Transfer, a solução do Dropbox também é gratuito e conta com alguns diferenciais. Depois de um longo período em fase beta, cerca de uns quatro meses, enfim está disponível para todos os usuários. Quando anunciado, comentamos sobre a solução e demonstramos alguns de seus aspectos.

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Para adicionar os arquivos e compartilhá-los com terceiros, é obrigatório possuir uma conta no Dropbox. A mesma pode ser a versão gratuita, já quem recebe o link para download não precisa possuir conta. As transferências têm validade de sete dias após o envio na versão free do Dropbox, para usuários Professional 30 dias, Business Advanced 60 dias e Enterprise ou Education pode durar até 90 dias.

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O tipo de conta também interfere no tamanho máximo de envio de cada arquivo, indo de 100 MB para o básico e aumentando para 2 GB (Plus e Business Standard), chegando aos 100 GB para contas Professional, Business Advanced, Enterprise e Education.

Você pode acessar o anúncio de lançamento no blog oficial do Dropbox por este link.

Para fazer uso do Dropbox Transfer, basta acessar por aqui e logar com sua conta do Dropbox.

O serviço, por enquanto, pode ser acessado via web ou pelo app do Dropbox no iOS. Provavelmente a aplicação desktop e sua versão Android recebam o recurso em breve.

Cada alternativa tem seus prós e contras, como mencionei venho utilizando o Firefox Send e agora tenho mais um para testar e analisar os pontos forte e fracos. 

Usa esse tipo de serviço, o que achou do Dropbox Transfer? Deixe nos comentários sua opinião e participe de nossa comunidade Diolinux Plus para sempre ficar por dentro das novidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Dropbox.


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Google lança projeto de design de chip, OpenTitan, de código aberto

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O Google está desenvolvendo um projeto para design de chips em código aberto, que poderá ser implementado por qualquer hardware ou software, seu objetivo é assegurar a integridade com maior transparência e todas as vantagens que o Open Source pode oferecer.

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Recentemente abordamos em uma postagem que a System76 começou a distribuir seus laptops com a alternativa livre ao UEFI e BIOS. Curiosamente os Chromebooks também fazem uso do Coreboot, e agora o Google está adotando um novo projeto Open Source. Não é surpresa para ninguém que gigantes da tecnologia passaram a incorporar projetos de código aberto em suas empreitadas. O modelo aberto não é mais um sonho, passou a ser o padrão em muitos mercados, mesmo que utilizado em conjunto à modelo proprietários. Enfim, a liberdade do Open Source permite isso, então não é um crime, como muitos pintam.

O Google vem utilizando tais soluções em determinados aspectos de seus vários nichos de mercado, inteligência artificial, servidores, mobile, laptops, entre outros. Falando em laptops, você já viu nosso review sobre o Chrome OS?

Confira o vídeo e saiba se vale a pena ou não, utilizar o sistema baseado em Linux do Google:


Maior segurança com OpenTitan


Não é de agora que empresas vêm investindo em soluções mais seguras para seus equipamentos. A Apple, por exemplo, desenvolveu o chip T2 presente nos mais recentes MacBooks visando a segurança dos seus dispositivos. Através dos vários meios que dificultam a vida dos invasores, podendo ser palavras-passe, chaves de encriptação, entre outros. Tais alternativas tentam evitar ataques de hackers mal-intencionados, pondo em risco os dados contidos em tais equipamentos.

No ano passado o Google apresentou ao mundo sua chave de segurança, Titan, contendo um chip customizado pela própria empresa. O gadget da empresa era, literalmente, uma chave na qual o usuário utilizava via USB e também tinha uma variante para uso em smartphones que poderia ser conectado sem fio.

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Em conjunto com diversas universidades e outras entidades, o Google passa a desenvolver um chip focado em segurança e totalmente Open Source. Valendo-se de sua experiência com o Titan, o design do chip denominado de OpenTitan tem agora toda uma comunidade para contribuir com o projeto. Algumas que o Google destaca, são: LowRisc, ETH Zurich, G+D Mobile Security, Nuvoton Technology e a Western Digital.

Vale ressaltar que o OpenTitan poderá ser utilizado para os mais variados fins, e por ser de código aberto, curar todo projeto acabará se tornando bem mais transparente. Em um mundo envolto por escândalos de espionagem entre nações, backdoors sendo implementado por pessoas mal intencionada e tudo mais. Um projeto deste calibre vem para somar e amenizar os estragos envoltos destes ataques contra a segurança.

O projeto será independente de plataforma, garantindo através de criptografia que o chip não seja violado. Toda a base desta tecnologia fornece uma sólida estrutura para o sistema operacional e aplicações em execução sobre o OpenTitan.

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Atualmente o Google faz uso do Titan na infra-estrutura do seus servidores, e sem dúvidas que com a implementação do OpenTitan nos mais diversos equipamentos e com adoção das grandes fabricantes de hardwares, podemos contar com um elemento a mais em nossa segurança. 

Contudo, este não é o primeiro projeto dedicado à criação de designs de chips focados em segurança. O Open Compute Project, fundado pelo Facebook e outras empresas, foi desenvolvido para assegurar servidores e toda a infraestrutura de diversas empresas.

O projeto OpenTitan pode ser conferido em seu repositório no Github. E quem sabe no futuro, computadores possam vir com o chip e até mais componentes de código aberto. 

O que você acha sobre projetos que visam aumentar a segurança? Acredita, assim como eu, que além do software o próximo passo são hardwares Open Source? 

Deixe nos comentários a sua opinião, participe de nossa comunidade no Diolinux Plus e não perca nenhuma novidade.

Até o próximo post, que o futuro seja mais Open Source, SISTEMATICAMENTE! 😎



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Loja do elementary OS passa a suportar o Flatpak

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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Loja do elementary OS agora possui compatibilidade com pacotes Flatpak, e usuários do sistema poderão instalar apps neste formato de forma descomplicada.

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O elementary OS foi cotado durante anos como a distribuição Linux mais bela, dono de uma interface gráfica que é fortemente inspirada na Aqua (macOS), a distro baseada no Ubuntu acaba de dar mais um passo significativo. Para quem não acompanha o elementary OS, saiba que sua pretensão vai além de ser mais uma distro Linux, de forma que foi criado todo um ecossistema/plataforma em torno da distribuição. O vídeo a seguir explana um pouco mais sobre o tema.


Há quem diga que a loja do Deepin seja a mais bonita entre as diversas opiniões do mundo Linux, particularmente gosto da simplicidade da AppCenter (loja do elementary OS). A ideia de oferecer a possibilidade de doações dentro da própria loja é algo que me chama a atenção. Obviamente, que existem muitas deficiências no design da loja e até a ausência de algumas funcionalidades. A AppCenter foi disponibilizada aos usuários da distro no ano de 2017, e pequenas implementações foram adicionadas desde então. Ao menos das vezes que utilizei, nenhuma mudança substancial saltou-me os olhos.


Agora um recurso interessantíssimo passa a compor a loja do elementary OS, noticiamos essa decisão e escrevi uma postagem intitulada “Por que o elementary OS escolheu o Flatpak?”, acesse e saiba mais sobre essa escolha. No último update, a loja passou a suportar a instalação de pacotes neste formato. Como é de se esperar, os responsáveis pelo sistema tem todo um controle de qualidade, e através de sua curadoria de apps, seleciona as aplicações com o “selo elementary”. Inicialmente parece haver pouquíssimos programas no formato Flatpak em sua loja, ao menos não encontrei nenhum ao pesquisar, no entanto, é possível adicionar o repositório Flathub e usufruir de uma gama considerável de aplicações.

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Ao contrário do Linux Mint que traz por padrão o repositório do Flathub, o elementary apenas entrou em contato com os responsáveis pela plataforma para integrar facilmente a adicção em sua AppCenter. 

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Mesmo não vindo por default no sistema, basta clicar em “Install” na página do programa no Flathub, o download do arquivo “.flatpakref” ocorrerá, então efetue a instalação com o auxílio do app Sideload, e o repositório será adicionado ao sistema (como bem informa a página de configuração do flatpak).

Todavia, na prática, o Sideload ainda não vem instalado por padrão. Baixei o arquivo e após clicar sobre ele, o app de texto que é aberto. Sendo necessário a instalação do pacote: 

sudo apt install io.elementary.sideload

Depois bastou instalar o arquivo utilizando o Sideload (traduzido para “carregamento lateral”), marcar a opção que compreendia que não era um app curado “não confiável” e clicar em “Instalar mesmo assim”.

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Inicialmente o programa não apareceu no menu, nem na loja. Reiniciei e o programa estava no menu. Vale salientar que a loja consegue diferenciar quando existe mais de uma aplicação em diferentes formatos e nos repositórios. Outro detalhe, não será obrigatório reiniciar o sistema ou finalizar a sessão a cada novo programa instalado em Flatpak, e nem baixar o arquivo “.flatpakref”. Você pode utilizar a loja para isso, e no futuro são esperados mais recursos voltados ao Flatpak na AppCenter.

Confira na prática esta nova funcionalidade:


A implementação é nova, então é comum o sistema não estar totalmente “redondinho” com essa integração com os Flatpaks. Apenas o Flathub é suportado e não tem, ao menos por agora, como adicionar repositórios de terceiros. O Flathub é famoso por concentrar a maior variedade de programas neste formato, mas não é a única fonte. Desenvolvedores podem oferecer suas aplicações fora dele, um exemplo é o emulador de Nintendo 3DS Citra. O repositório do Citra ainda não é suportado pela AppCenter, para obter o software no elementary OS outros meios, como o terminal, deverão ser utilizados.

Você é usuário do elementary OS? Já pôde conferir o suporte ao Flatpak na AppCenter? Deixe nos comentários suas experiências com este novíssimo recurso.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: elementary OS.


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Canonical promete oferecer suporte pleno do Ubuntu em todos os Raspberry Pi

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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Canonical recentemente informou que os novos modelos das placas Raspberry Pi seriam compatíveis com seu sistema, contudo, um bug da versão do kernel Linux que o Ubuntu 19.10 traz embarcado vem ocasionando problemas e bloqueando o uso das portas USB.

ubuntu-raspberry-pi-arduino-placa-mae-pc-linux-projeto

Os Raspberrys Pi estão populares a cada ano, pois oferecem praticidade e custo benefício para elaborar os mais diversos projetos. Diversas distribuições Linux são utilizadas nestes equipamentos, como o Debian (Raspbian), que sempre está no topo da lista. A Canonical também oferece imagens arm64 do Ubuntu destinadas a donos destes equipamentos.

Temos um vídeo ensinando como instalar sistemas voltados ao Raspberry Pi.


O bug causado pelo kernel Linux 5.3 no Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, pode ser contornado temporariamente, enquanto não sai uma correção oficial. Lembrando que até o momento os novos modelos Raspberry Pi 4 SBC com 4 GB de RAM foram impedidos de acessar as portas USB por conta desse bug.

Caso seja dono de um modelo mais recente e venha sofrendo com o bug, a forma atual para contorná-lo é editando o arquivo “boot/firmware/usercfg.txt” e limitar a RAM para 3 GB. Basta adicionar a linha “ total_mem=3072 ” (sem aspas, obviamente), ao arquivo anteriormente mencionado.

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A dona do Ubuntu também pretende disponibilizar o Ubuntu Server e Ubuntu Core para todos os Raspberry Pi no mercado, incluindo os modelos anteriores, sendo enfim suportados oficialmente nestes equipamentos. A Canonical entende que a plataforma Raspberry Pi vem ganhando mais espaço em meio as mentes inovadoras, criando e desenvolvendo soluções a partir do mesmo. Sendo assim, é natural a disponibilidade das demais versões do Ubuntu para o Raspberry Pi.

“O Raspberry Pi se estabeleceu como a plataforma mais acessível para inovadores no espaço incorporado.. A Canonical se dedica a capacitar inovações com software de código aberto. Consequentemente, a Canonical se esforça para oferecer suporte oficial completo a todas as placas da família Raspberry Pi. Assim, a Canonical disponibilizará o Ubuntu Server e o Ubuntu Core para todas as placas Pi “, diz Galem KAYO, gerente de produtos para o Ubuntu Core.

Muita coisa pode ser criada com esses “pequenos monstrinhos”, aliás você pode conferir logo abaixo um servidor que cabe, literalmente, no bolso.


O Ubuntu pretende ser popular, não somente em meio aos equipamentos “convencionais”, mas também em outras arquiteturas (arm64), como a do Raspberry Pi. Para essa empreitada, seu sistema deverá ser o mais funcional e otimizado possível e para isso a empresa conta com o feedback da comunidade.

Para mais detalhes, acesse a publicação oficial em seu site.

Particularmente gosto bastante do Raspberry e do Arduino, e toda vez que ouço ou falo sobre o assunto, lembro de um professor meu de hardware que tinha o desejo de criar uma casa automatizada com o auxílio deles. Toda aula ele comentava sobre o “Arduino”, curiosamente seu sobrenome era “Arduim”… Então trocávamos (meus colegas e eu), carinhosamente, o sobrenome dele por Arduino (😋️😁️😅️).

Diga nos comentários se possui algum equipamento destes e quais projetos já fez ou pretende fazer.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Ubuntu, Softpedia.


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GNOME 3.36 “Gresik” entra em fase de desenvolvimento

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

O GNOME 3.34 veio com muitas melhorias de desempenho, e quanto ao GNOME 3.36, o que podemos esperar para próximo lançamento?

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Durante muito tempo o GNOME vem passando por uma situação nada agradável, entregar um ambiente gráfico que não performa satisfatoriamente na maioria dos hardwares. Não é incomum, pessoas afirmarem coisas relacionadas ao GNOME Shell, e muitas exageradas, contudo nos últimos lançamentos houve uma melhora considerável. A versão 3.28 é notavelmente inferior à 3.32, com a atual 3.34 não é diferente. Após um trabalho e esforço empenhado em solucionar leeks de memórias, bugs com as animações do shell, performance e gerenciamento do sistema o ambiente gráfico entregue pela GNOME Foundation vem se aperfeiçoando. Não apenas os desenvolvedores do GNOME merecem ser parabenizados pelas mudanças, a Canonical também empregou bastante tempo com tais implementações e correções de desempenho.

Podemos notar justamente essa evolução no Ubuntu 19.10, que conta com a versão 3.34 do shell e ganha de lavada do Ubuntu 18.04, quando o assunto é performance do GNOME Shell. 


O GNOME 3.36 será o próximo grande lançamento do ecossistema GNOME, ele substituirá a atual versão 3.34 e é esperado que o Ubuntu 20.04 LTS venha com ele embarcado. O codinome já foi revelado e remete a cidade sede da conferência GNOME Asia Summit 2019. Apelidado de “Gresik”, cidade localizada na Indonésia, seu ciclo de desenvolvimento passou por um atraso, sendo anunciado apenas semana passada. Isso, devido a atrasos com algumas instabilidades em sua versão intermediária GNOME 3.35.1, que já está disponível para downloads por entusiastas deste ambiente desktop. O GNOME 3.35.2 tem lançamento programado para 23 de novembro e o 3.35.3 para o início de janeiro.

Em um de nossos Diolinux Friday Show, Georges Stavracas desenvolvedor do GNOME, informou que novidades grandiosas estão a caminho do GNOME 3.36, entretanto ainda não estava autorizado a nos informar. Considerando o cronograma dos desenvolvedores da Canonical em relação ao GNOME no Ubuntu 20.04 e 20.10, podemos ter um vislumbre. Live essa que discutimos sobre a reivindicação de possível quebra de patentes em um dos softwares do GNOME.

Daniel Van Vugt, descreveu no blog do Ubuntu diversos planos para os próximos lançamentos do sistema, e focou exclusivamente no GNOME. Ele demonstrou humildemente os erros e acertos no desenvolvimento do shell, e enfatizou as metas futuras. Inclusive, é planejado ao Ubuntu 20.04 LTS ter alto desempenho com o GNOME em máquinas relativamente modernas, e em sua próxima versão, 20.10, o objetivo serão as máquinas mais antigas. No entanto, não entenda máquina antiga como algo defasado. Estamos falando de computadores da atualidade, não pense que o GNOME será performático comparado ao LXQT/XFCE em um hardware limitado com um processador muito antigo e pouquíssima RAM. Perceba que para os padrões atuais, uma máquina com 4GB de RAM, processador quad-core (podendo ser dois núcleos físicos e dois lógicos) são considerados computadores fracos. 

Recomendo a leitura do vasto e detalhado material disponibilizado no blog do Ubuntu, assim você poderá ter um aspecto geral do GNOME em suas últimas versões não tão lapidadas e o futuro que o aguarda.

O lançamento do GNOME 3.36 está previsto para o dia 11 de março de 2020.

Já testou alguma distro com o GNOME 3.34? A melhoria na performance foi perceptível aqui até via Virtual Box. Fiquei surpreso com o Fedora 31 e Ubuntu 19.10.

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Fonte: Softpedia, Ubuntu.


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Novidades nos testes do kernel Linux

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terça-feira, 29 de outubro de 2019

Em recente reunião do Linux Kernel Plumbers, que ocorreu em Lisboa, Portugal, o tópico “automação de testes para o kernel Linux” foi discutido. Os principais desenvolvedores do Linux uniram-se com o objetivo de empregar esforços em uma estrutura de testes sólidos: o KernelCI. Agora na Open Source Summit Europe, em Lyon, França, o KernelCI passa a ser um projeto da The Linux Foundation e receberá os investimentos e recursos necessários.

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Antes de tudo, você realmente sabe o que é Linux, se ele é apenas um kernel? Confira logo abaixo o vídeo do Gabriel do canal Toca do Tux, abordando o assunto.


Aprofundando mais neste assunto, verá à definição oficial da The Linux Foundation. Aposto que muita coisa será desmistificada, vindo da própria fundação que mantém o Linux, confira o artigo clicando aqui

O Desenvolvimento do kernel Linux


Atualmente o kernel Linux é desenvolvido por uma gigantesca comunidade, composta por pessoas físicas, organizações sem fins lucrativos, diversas empresas e eventuais colaboradores. O método utilizado para organização do projeto, é através da LKML (Linux Kernel Mailing List). Digamos que seja uma enorme lista de e-mails, na qual os desenvolvedores interagem entre si e sugerem mudanças e implementações no código. Contudo, esta forma nem sempre é uma das melhores para as diversas tarefas, questões relacionadas aos patches são um bom exemplo dado por Russel Currey, um dos desenvolvedores do kernel Linux, explicando:

“[Ao contrário de um projeto baseado exclusivamente no GitHub ou GitLab], em que uma solicitação ‘pull’ contém todas as informações necessárias para mesclar um grupo de alterações; um e-mail contendo, digamos, o patch 7/10, não possui esse contexto. É quase impossível saber de uma mensagem do e-mail, se uma série de patches foi mesclada, rejeitada ou substituída. Em geral, as listas de discussão simplesmente não possuem o mesmo nível de metadados que os sites de hospedagem de projetos contemporâneos e isso dificulta ainda mais o problema de CI [Integração Contínua]”.

Nesse contexto surge o KernelCI, projetado inicialmente para auxiliar o teste do Linux em uma gama de hardwares muito ampla. Pois, os testes eram realizados em um número bem limitado e específico de hardwares. Basicamente os desenvolvedores efetuavam testes em seus próprios equipamentos. Assim a certeza de um bom funcionamento era garantida para os hardwares mais comuns e populares no mercado, caso contrário, era bem provável que teste algum tenha sido realizado em equipamentos “específicos”.

Greg Kroah-Hartman, mantenedor da versão estável do Linux, explica:

“O Linux roda em todos os lugares e em tantos hardwares diferentes, mas os testes neles foram mínimos. A maioria das pessoas, estavam apenas testando as poucas coisas com as quais se importava. Então, queremos testá-lo com o mesmo hardware que nós. Poderia garantir que realmente oferecemos suporte a todo o hardware que afirmamos oferecer suporte “.

Os planos para utilização do KernelCI vão mais além do que implementar testes automáticos em hardwares. Como bem explicou, Kevin Hilman, seu co-fundador e engenheiro sênior da BayLibre em uma palestra na Open Source Summit Europe:

“Nós nos reunimos no Linux Plumbers. Um dos grandes problemas que temos agora é que temos seis ou sete projetos diferentes para teste de código que enviavam relatórios aos desenvolvedores e mantenedores do kernel. Isso estava ficando realmente irritante, então nos reunimos e dissemos: 'escolha um para usarmos como uma estrutura ', portanto, concordamos com o KernelCI, então todos trabalharemos juntos, para não duplicar nossos esforços e resultados”

Após consolidar efetivamente o novo KernelCI, não somente os testes em diferentes hardwares serão realizados. Como, seu objetivo passa a unificar os diferentes tipos de testes no kernel Linux. A atual deficiência do modelo de discussão através dos e-mails, para lidar com patches, será solucionada com um único local para armazenar, visualizar, comparar e acompanhar os resultados do inúmeros testes.

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Imagem - Davide Boscolo

Segundo o vice-presidente para desenvolvimento de negócios e consultoria open source e colaborador do KernelCI Collabora, Guy Lunardi, “Desde que o Linux tenha se tornado crucial para a sociedade, é essencial obter uma cobertura abrangente de testes do Kernel Linux. Ao aplicar a filosofia de código aberto ao teste, a arquitetura distribuída pelo KernelCI, permite que toda a comunidade do kernel colabore em torno de um único sistema de IC [Integração Contínua] upstream”.

O Linux tornou-se tão relevante e essencial para o cenário atual da tecnologia, que esforços para potencializar suas qualidades e sanar seus defeitos são desenvolvidos e implementados corriqueiramente. Não obstante, sua utilização transcende barreiras e sua atuação engloba uma infinidade de soluções no mercado. Agora com esse sistema de automatização, o KernelCI, versões de longo tempo de suporte (LTS) passarão a englobar um maior número de equipamentos e problemas já conhecidos. Problemas de mal funcionamento de hardware deixarão de existir, ou diminuirão drasticamente. Isso irá melhorar a qualidade, estabilidade e manutenção do kernel Linux. No final, toda uma comunidade será beneficiada.

O que você espera com tais mudanças? Você têm algum hardware que não funciona plenamente no Linux?

Participe de nossa comunidade Diolinux Plus, fique por dentro das novidades e compartilhe suas opiniões.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: KernelCI, ZDnet.


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Fedora 31 lançado, baixe agora!

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O Fedora 31 chegou e você já pode efetuar o download da mais nova versão. Aliás, esse lançamento vem sendo considerado um dos melhores pela comunidade Fedora.

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O Fedora não é conhecido por ser uma distribuição para quem acaba de chegar ao Linux (mas não significa que não seja), e não sou eu quem afirma isso,  o próprio líder do projeto Fedora, Matthew Miller, disse em recente  entrevista ao site TechRepublic: "Particularmente, o [Fedora] tem como alvo desenvolvedores de software e usuários avançados, mas com a ideia de que os desenvolvedores também são humanos".

Com foco em desenvolvedores e mantido por uma parceria entre a comunidade e a gigante Red Hat, o Fedora a cada versão vem oferecendo recursos e comodidades. Me arrisco a dizer que um usuário inexperiente, mas curioso e determinado, consegue utilizar o Fedora 31 facilmente. Na realidade não creio que seja difícil a utilização do sistema, afinal, existem conteúdos e boa documentação internet a fora. Mas não irei me aprofundar sobre essa questão, se o Fedora é ou não recomendado para iniciantes. Deixarei meu companheiro Jedi Fonseca, destrinchar e dar maiores pontos corroborando ou não sobre este questionamento. Estou ansioso por sua visão sobre o tema, quem sabe se você pedir nos comentários, agora com o lançamento da versão 31, ele poste essa matéria (não custa tentar 😁️😋️😁️).

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Muitas novidades se fazem presentes neste novo lançamento do Fedora, anteriormente já abordamos alguns tópicos aqui no blog Diolinux. Como, o melhor suporte ao driver da NVIDIA, PipeWire, Wayland, Xorg e muitos mais. Você pode conferir os detalhes neste post. Contudo, as novidades não pararam por aí. O Fedora 31 passou a ter aprimorado elementos de aplicações Qt no GNOME, implementações de firmware, melhora na versão Open Source do formato de compressão de vídeos H.264, polimentos no GNOME Classic Mode, além dos últimos esforços de otimização no GNOME Shell. Tudo isso, pode ser averiguado com mais detalhes através desta postagem.

Veja um vídeo do canal Oficina do Tux, do Renato (FastOS), detalhando as novidades e suas experiências com a versão Fedora 31 Workstation. Super recomendo o canal, para amantes do Fedora ou quem almeja aprender e se aventurar no sistema.


Mudanças significativas passaram a ocorrer no Fedora 31, o abandono da arquitetura 32 bits é uma delas, porém, entenda ao certo quais as implicações dessa decisão. Recomendo a leitura de dois artigos aqui no blog, este escrito pelo próprio fundador do blog Diolinux, e outro do, já mencionado, Jedi Fonseca.

O Fedora tem uma relação íntima com o projeto Flatpak, mas sabemos que ele não é a única solução de empacotamento de softwares no mercado. AppImage e Snap compoẽ o atual cenário de distribuição de softwares no Linux. Obviamente, que estou me referindo aos novos formatos. No início de julho a possível decisão de desabilitar o plugin do Snap no Fedora 31, pegou alguns de surpresa. Logo soubemos que talvez o suporte seria mantido, conforme indico a conferir acessando o seguinte link. Infelizmente o plugin parece ter sido desabilitado, então para utilizar pacotes Snaps seria via terminal ou com o auxílio da Snap Store (loja de snaps em mesmo formato).

O Fedora é um sistema muito interessante, ainda mais para quem deseja utilizar ou ter uma real noção de como o GNOME “puro” funciona de fato. A distro quase não modifica o shell, uma ou outra extensão é adicionada por padrão, mas nada que altere a lógica de funcionamento do GNOME. Vale ressaltar que as aplicações por default também são do ecossistema GNOME, entretanto você poderá utilizar alternativas com KDE, XFCE e outros ambientes desktops em sua instalação em modo network install. Baixe o Fedora 31 Workstation diretamente de seu site oficial. Outras edições do sistema, podem ser encontradas acessando esse link.

Usa Fedora, ou não conhecia o sistema? Deixe nos comentários a sua opinião, aliás, já testou o Fedora 31?

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Fonte: Fedora.


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