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O que fazer depois de instalar o Deepin 15.10

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

O Deepin é uma das distribuições Linux com maior apelo visual, é aquele tipo de design que: “Ou você ama, ou odeia”. Seja pelo “blur”, diversos conceitos de outras interfaces gráficas agregadas, consistência visual ou os aplicativos desenvolvidos para distribuição. Caso você pretenda instalar a nova versão lançada, o Deepin 15.10, este post é justamente demonstrando um pós-instalação “de o que você deve fazer” após instalar o sistema.

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Ainda não viu a nova versão do Deepin? Noticiamos as mudanças em destaque da versão 15.10 neste post. Você também pode conferir o nosso review sobre o sistema. São diversas novidades, comparado às versões anteriores.


“Começando pelo começo”


Antes de qualquer procedimento ao se instalar um novo sistema, é obviamente, atualizar o mesmo. Isso garante maior segurança e correções de eventuais bugs contidos no lançamento. Então, abra o painel de configurações do sistema e vá até à seção “Atualização”. Clique na opção e verifique se contém algum update para o sistema. É comum durante algumas atualizações o Deepin pedir para reiniciar o sistema, então proceda como o informado.

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Antigamente era necessário alterar os servidores ao instalar algum app ou efetuar uma atualização no sistema, nas últimas versões o Deepin consegue de forma inteligente localizar o servidor mais próximo de você. Menos um passo, claro que você pode selecionar manualmente esta opção. Veja o vídeo a seguir com todo passo-a-passo.


Mãos na massa!


Na opção “Contas” você poderá criar um usuário para o sistema, clicando no botão “Criar conta” ou indo em seu usuário, você pode efetuar algumas mudanças, como: trocar o avatar, modificar o nome do usuário, trocar a senha, ativar o login automático (desativado a obrigatoriedade de digitar sua senha ao ligar o computador), assim como a opção de logar sem senha.

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Em “Tela” você poderá ajustar o brilho, escala e caso utilize mais de um monitor (que é o meu caso) escolher o comportamento das telas que mais lhe agrada. 

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O Deepin é uma distribuição muito bela, como comentei anteriormente, mas algumas customizações podem ser realizadas. Na categoria “Personalização”, as fontes do sistema, transparência, temas de ícones e aplicativos, como também a decisão de manter habilitado os efeitos da interface, podem ser realizados.

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Em “Rede”, configurações de DSL, VPN, proxy etc. Poderão ser realizadas. Caso queira trocar o DNS de seu Deepin pelo da Google, por exemplo, você pode proceder como este vídeo “antigo”, porém, não datado do meu canal OSistemático. Só não se esqueça de desmarcar a opção “auto” e deixar em “manual”, assim como eu (😂😂😂).


Configurações de balanço entre o som, volume do sistema, microfone, estão todos em “Som”. Uma das novidades da versão é a possibilidade de desabilitar seletivamente os efeitos sonoros do sistema. Basta clicar no botão “Efeitos sonoros”. Particularmente não gosto de sons ao iniciar o sistema, ou qualquer tarefa que realize. Fica ao seu critério selecionar os efeitos que mais lhe agradam.

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A data e horário do sistema podem ser modificados na seção de mesmo nome, “Data e Hora”, a opção “Sincronizar automaticamente” é bem útil e dispensa configurações (quando conectado a internet o sistema identifica a data e hora).

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Configurações de energia” é a seção ideal para escolher entre as opções de desligamento de tela, quanto tempo o PC será suspenso, necessidade de utilização de senhas ao despertar o pc etc. Em meu desktop gosto de configurar o monitor para nunca “se apagar”. 

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Em “Teclado e Idioma” atalhos poderão ser atribuídos, o teclado numérico habilitado, notificações ao ativar o Caps Lock como, o idioma do sistema e do teclado. Caso o idioma de seu teclado não esteja em português. Clique em “Idioma do Teclado”, pesquise por sua linguagem, marque ela como padrão e se desejar remova a outra.

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Instalando o driver de vídeo no Deepin


No menu do sistema pesquise por “Deepin Graphics Driver Manager”. Abra o gestor de drivers do Deepin, selecione o driver referente ao seu equipamento e prossiga conforme o programa ir indicando. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando todo o procedimento em uma NVidia GTX 1060. A lógica com as demais é semelhante. Lembrando que o Deepin não tem uma fama muito boa com placas de vídeo “hibridas”, contidas nos notebooks. E para jogadores mais fervorosos que fazem uso do SteamPlay, por conta do versionamento de seus drivers, o sistema não é o mais indicado para tal prática. Outro passo importante é ter o backup de seus dados, caso o procedimento dê errado.


Atalhos da interface


Outro ponto interessante do Deepin, são seus atalhos. Com  softwares desenvolvidos e pensados para o sistema, alguns "macetes" são desconhecidos por muitos de seus usuários. Veja alguns neste vídeo (o vídeo tem um tempinho, mas vale a pena).


Configurações na usabilidade do sistema


O Deepin possui uma interface que pode mesclar seu comportamento, agregando usabilidades de diversos sistemas. Seja uma dock ou uma barra de tarefas o DDE, Deepin Desktop Environment, tem opção como “cantos quentes” com atalhos para diversas funcionalidades. Customizações estéticas como, a troca de wallpapers etc. Podem ser facilmente realizados no sistema. Para mais detalhes, veja o vídeo com as dicas contidas neste post, e muito mais.


Sendo uma das distribuições que mais chamam a atenção, o Deepin é uma escolha interessante e que vale o teste. Mesmo com algumas limitações, especificamente se você for um gamer assíduo, o sistema pode agradar usuários “menos hardcores”.

Gostou da nova versão do Deepin? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, caso tenha algum problema ou dúvida sobre o sistema, existe toda uma comunidade disposta em lhe auxiliar.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Ubuntu 19.10 vai trazer driver da Nvidia embutidos na ISO

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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Houve um tempo em que instalar drivers de vídeo no Linux era uma verdadeira batalha “homérica”, digna dos “12 trabalhos de Hércules”. Hoje em dia essa tarefa é bem mais simples, visto que a AMD e Intel já disponibilizam os seus drivers no próprio Kernel, só ficando de fora a NVIDIA. Mas isso tende a mudar.

 Ubuntu 19.10 vai trazer driver da Nvidia embutidos na ISO






Em uma thread do Ubuntu no Launchpad, foi reportado um "relatório de erro" com a seguinte descrição:

"No desktop do Ubuntu, sem uma conexão de rede, o usuário pode optar por instalar os drivers de terceiros (que afirma que ele instalará o driver gráfico), mas mesmo que ele selecione essa opção, os drivers proprietários da NVIDIA não serão instalados porque não estão no pool da ISO."

Com isso, a equipe da Canonical (Ubuntu) resolveu acrescentar os drivers 390 e 418 na ISO do Ubuntu, um acréscimo de 114 MB. Deixando a ISO com 2,1 GB. Tal mudança teve o aval da Nvidia.

Tal facilidade em instalar o driver da NVIDIA no Ubuntu tende a melhorar "da água para o vinho" e potencialmente podendo trazer mais usuários novos para o Linux, através do Ubuntu. Isso também inclui o pessoal que gosta de jogar.


O driver proprietário da NVIDIA, por padrão vem desabilitado, mas com essa mudança, eles poderão ser ativados sem a necessidade de conexão com a internet, como ocorre na versão 19.04. O driver de código aberto "nouveau" ainda vai ser o padrão para novas instalações ou no modo "live".


Essa mudança de mentalidade da Canonical, em colocar essa facilidade para quem usa NVIDIA e precisa dos recursos que o driver open source não disponibiliza é muito bem-vinda pois, isso trás o usuário "comum" para perto do Linux e também de "quebra" começa a "consertar", em parte, o problema com as GPUs híbridas, dando o primeiro passo no Ubuntu 19.04. Até a versão 18.04.2 LTS e 18.10, você precisava editar o grub no boot para possibilitar a instalação em notebooks híbridos com placas mais recentes, mas com o Ubuntu 19.04 isso mudou, bastando marcar a opção de instalação dos drivers proprietários, assim começando o download e instalação do driver 418 da NVIDIA.

Com a possibilidade de não precisar de uma conexão com a internet, é mais um passo da Canonical, com o Ubuntu, para se tornar de novo a referência no mercado de desktops domésticos e assim angariar novos usuários.

Falando nas GPUs Híbridas…


A NVIDIA vem trabalhando para aperfeiçoar o PRIME, através do dev Kyle Brenneman, para melhorar o suporte aos múltiplos drivers de GPU, nesse caso Intel+NVIDIA. Isso seria através de uma extensão GLX que controlaria o GLXVND. De uma forma "beeemmm" resumida, seria a possibilidade de usar a GPU integrada ao processador da Intel para as funções mais corriqueiras, e quando precisasse de "mais potência" acionaria a GPU da NVIDIA, sem precisar fazendo logoff ou reiniciar o computador ao invés de escolher entre uma ou outra GPU, como é hoje em dia. Essa implementação está sendo planejada para o Server Xorg 1.21, mas ele não tem data de lançamento, uma pena. Mas já é um grande progresso. Para ver as listas de discussões sobre essa funcionalidade, você pode ver aqui e aqui.

Arrisco a dizer que a versão 20.04 LTS do Ubuntu, teremos tais melhorias, sobretudo, mais na parte de notebooks, e talvez vejamos enfim o fim “do calvário” de usuários, que como eu, poderão usar o seu equipamento em plenas capacidades com menos dor de cabeça para configurações extras.

Deixe a sua opinião aí nos comentários, para sabermos o que você achou da novidade.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Ubuntu MATE 19.04, o Ubuntu para notebooks híbridos (Intel+NVIDIA)?

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Como não poderia deixar de faltar, uma das flavours do Ubuntu e que se tornou “queridinha” da comunidade por sua leveza e personalização, o Ubuntu MATE chega também na versão 19.04 com uma grande novidade, suporte facilitado a notebooks híbridos com GPUs Intel+NVIDIA, além de outros updates no projeto. Vamos conferir.


 Ubuntu MATE 19.04, o Ubuntu para notebooks híbridos (Intel+NVIDIA)?






Começaremos com o projeto MATE e as ferramentas ligadas a ele, como o MATE Desktop, Applet MATE Dock, Caja e afins.


O Ubuntu MATE 19.04 vai vir ainda com o MATE Desktop 1.20.4 com as últimas correções fornecidas pela equipe. Eles mencionaram que não estão enviando com a versão 1.22 por causa de estabilidade em novas funcionalidades que ainda precisam de “lapidação”.

Nesta versão do MATE, agora tem suporte a telas com HiDPI, com detecção automática e com escalonamento. Suporte ao Menu Global (presente por muito tempo no Unity7). O gerenciador de arquivos Caja, que encontra-se na versão 1.20 com melhorias no seu código e correções de bugs pontuais. O MATE 1.22 entrará no próximo ciclo de desenvolvimento, que será do Ubuntu MATE 19.10. Para maiores detalhes do MATE 1.20, você pode conferir aqui.

Outro aplicativo do projeto MATE que recebeu um update, foi o Applet MATE Dock, aplicativo esse que “simula” outras interface gráficas, como a do Windows, macOS e do ”finado” Unity 7. Agora ele está na versão 0.88.

Drivers da NVIDIA e notebooks híbridos


Essa novidade do Ubuntu MATE 19.04 me pegou de surpresa. Depois da entrevista do Alexandre Ziebert da NVIDIA, dizendo que a Microsoft tinha “tomado” para si a responsabilidade de fazer a comutação e tudo mais no “mundo das híbridas”, pensei seriamente que algo parecido não chegaria ao Linux, ou que demoraria muito tempo. Ainda bem que eu estava enganado. (emoji de sorriso)

Na entrevista do Will Cooke aqui para o blog, ele disse que a Canonical está de olho neste nicho e que ele carecia de ferramentas melhores na hora da instalação. E não é que veio mesmo…

Ainda que no Ubuntu “normal” você precise ativar depois da instalação (e isso não é um bicho de 8000 milhões de cabeças), o Ubuntu MATE preferiu “cortar caminhos” e assim já ativar na instalação. Quando você estiver instalando o sistema, basta habilitar a seguinte opção “Instalar software de terceiros para gráficos e hardware Wi-Fi”, e o sistema fará o restante.



Logo depois da instalação, se você quiser confirmar se o Driver da NVIDIA está instalado corretamente, basta abrir o terminal e digitar “nvidia-smi”. Além disso, o Ubuntu MATE vai adicionar um applet gráfico, onde você poderá escolher a GPU que quer usar. O nome do applet é MATE Optimus




Sinceramente, isso é muito bom e animador para quem tem notebooks híbridos (Intel+Nvidia) como eu,  que até o momento passava alguns apuros para utilizar o Pinguim, apuros esses que são contornáveis mas que hoje exigem certos ajustes manuais. Sei que muitos vão falar do Bumblebee, primus, bbswitch, optirun e primusrun, mas como podemos ver na imagem abaixo, somente o Bumblebee teve uma “movimentação” recente enquanto os outros projetos (tirando o optirun e primusrun) ainda estão parados, e usá-los em GPUs mais novas é bem problemático. Espero que a Canonical dê este “ponta pé inicial” no Linux, juntando forças com a NVIDIA também, assim trazendo a tecnologia por completo.




Para baixar o Ubuntu 19.04 basta clicar neste link, e o post deles fazendo o anúncio pode ser conferido aqui.

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Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Muitos que chegaram no mundo Linux ou que tiveram contato com o mesmo, foi através do Ubuntu, tirando a “velha guarda” dos usuários e os mais “fuçadores”, ele foi e ainda é a porta de entrada para o mundo Linux tanto para usuários comuns, como para empresas.


 Ubuntu 19.04 é lançado com otimizações de desempenho e Kernel Linux 5






Nos últimos anos, o Ubuntu foi a “cara” do Linux, com a interface Unity e suas cores, que como diz a música, “Entre tapas e beijos, é ódio é desejo…”, foi conquistando usuários ao redor do mundo. Quem não lembra dos CDs e DVDs que a Canonical mandava via correspondência para as nossas casas? 😁

E quando foi anunciado o “fim” do Unity pela Canonical, muitos se perguntavam qual interface iria ser utilizada, e a escolha foi o GNOME, pois o Unity era um fork do mesmo e assim a transição seria menos “traumática”, vamos assim dizer. Will Cooke, principal líder do time de desenvolvimento do Ubuntu, nos conta como foi essa transição em uma entrevista exclusiva.

Novidades do Ubuntu 19.04 Disco Dingo


Na data de hoje (18/04/2019), o Ubuntu chega na sua versão 19.04, sendo aguardada por muitos, pois várias melhorias no Kernel, GNOME, Drivers, Apps e afins, vão estar disponíveis para utilização dos usuários.

As principais novidades que chegaram ao Ubuntu 19.04 são:

- GNOME 3.32 ;
- Kernel 5.0;
- Driver de vídeo da NVIDIA na versão 418.56;
- Driver de vídeo para AMD e Intel, o Mesa Driver na versão 19.0.2;
- LibreOffice 6.2.2;
- Mozilla Firefox 66.0;

Quem tem placas de vídeo da Nvidia em notebooks pode comemorar também um melhor suporte. a hora que você for instalar, poderá escolher o “Safe Graphics Mode”, que vai habilitar o NOMODESET, possibilitando “subir” o sistema e instalar o driver proprietário da NVIDIA já na tela de formatação. Ainda falta a implementação da troca de GPUs sem precisar reiniciar a sessão ou a máquina, mas já é um começo. Podemos ouvir um “Amém”????

Download da versão atualizada


Para conferir todas as novidades, tanto da versão desktop quanto a de servidores, você pode acessar este link. Lembrando que o Ubuntu 19.04 não é uma versão LTS (suporte de 5 anos) e que o suporte desta versão só terá 9 meses.

Para baixar o novo Ubuntu 19.04, você pode conferir este link.

Você também pode baixar as flavors do Ubuntu (Xubuntu, Kubuntu, Ubuntu MATE, Lubuntu, Ubuntu Kylin, etc.) neste endereço.

Atualização para a nova versão


Se você usa o Ubuntu 18.04 LTS ou o 18.10 (especialmente), é possível fazer a atualização pelo gerenciador de atualizações do seu Ubuntu, caso você tenha baixado a versão Beta do 19.04, basta manter o sistema atualizado e você estará utilizando a versão final.

A atualização é recomendada apenas se você realmente não precisa do suporte a longo prazo que a LTS te proporciona, tirando esta questão e o suporte ao sistema de Live patching da Canonical, o Ubuntu 19.04 Disco Dingo é um upgrade muito interessante em relação ao 18.10 e ao 18.04 LTS.

Em breve publicaremos vídeos sobre essa nova versão do Ubuntu, por hora, você pode conferir a preview logo abaixo:

                 

Você já baixou o Ubuntu 19.04? O que achou da nova versão?

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Unity 2019.1 lançado, com a versão para Linux saindo da fase Experimental

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A Unity é uma game engine muito famosa e utilizada em grandes games do mercado e em outros projetos também, como animações, aplicações para Arquitetura/Engenharia e Construção, Mobile entre outros. Agora quem quiser abranger essas áreas e utilizar Linux para isso, poderá de forma mais tranquila.


 Unity 2019.1 lançado, com a versão para Linux saindo da fase Experimental






Até nesta versão do Unity, o editor para Linux era tratado como Experimental pelo pessoal do Unity Technologies, e tendo algum “delay” de lançamento em relação as versões para Windows e macOS, mas agora não mais. Conforme anúncio feito no blog oficial, agora a versão para Linux está como Preview e assim receberá os updates junto com as outras plataformas.



Para eles chegarem neste resultado para Linux, tiveram que dar algumas prioridades de configurações na plataforma e que são bem interessantes, como:

- Sistemas Operacionais suportados oficialmente inicialmente são o Ubuntu 16.04, 18.04 e CentOS 7 com  arquitetura x86-64;

- Ambiente de desktop GNOME rodando em cima do X11;

- Driver de vídeo proprietário da Nvidia e o Mesa Driver para AMD (por hora nada de Intel para GPUs.);

- High-Definition Render Pipeline com melhorias e com menos ajustes (mas alguns problemas ainda permanecem, porém menores), com melhorias no suporte para Vulkan no Linux;

- Correção da mensagem "o jogo não está respondendo" em desktops com GNOME.

A lista de melhorias, correções de bugs e funções novas é enorme, tornando a leitura muito massiva e cansativa. Mas se você quer conferir todas elas, pode conferir o post lá no blog oficial do Unity.

Muito bom ver que uma ferramenta importante para desenvolvimento de games e outros projetos, está agora disponível de forma não experimental para Linux, assim abrindo o leque de opções para os devs poderem usar qualquer sistema operacional. E também poder ver alguns erros em jogos que utilizam Unity serem corrigidos também.

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Dirt Rally 4 vai ser portado para Linux pela Feral Interactive

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quarta-feira, 27 de março de 2019

O game de rally feito pela Codemasters, o Dirty 4, será portado oficialmente pela competente Feral Interactive, que já fez o porte de alguns games de sucesso, como F1 2017, HITMAN -Game of the year , Rise of the Tomb Raider™: 20 Year Celebration, Mad Max e Deus Ex: Mankind Divided™ como exemplos.


 Dirt Rally 4 vai ser portado para Linux pela Feral Interactive










No anúncio, eles deram detalhes de quais requisitos serão necessários para rodar o game. E como já era esperado, vai ser usado a API gráfica Vulkan. Os requisitos mínimos para rodar o game são: 

⏺ SO: Ubuntu 18.04
⏺ Processador: Intel® Core™ i3-3225 3.3ghz
⏺ GPU: Nvidia 680 2GB, AMD R9 285 2GB (GCN 3ª geração e superior) ou superior
⏺ Memória RAM: 4 GB de RAM
⏺ Armazenamento: 39GB

Também foi mencionado que a distro Linux suportada de forma oficial será o Ubuntu, já quem preferir usar outra distro, provavelmente vá funcionar mas que não são apoiadas pela Feral. 

Já em relação aos drivers de vídeo, eles aconselham a usar para NVIDIA a versão 418.43 e para AMD vai precisar utilizar o Mesa Driver 18.3.4 ou superior. Temos artigos explicando como instalar os drivers mais recentes para NVIDIA e AMD (é só clicar nos nomes deles [emoji]). 

O jogo está programado para ser lançado nesta Quinta-Feira (28). Para comprar, você pode ir direto na Loja da Feral, na Humble Store e na Steam.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o Jogo lá no nosso fórum

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Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable

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terça-feira, 19 de março de 2019

A novidade veio diretamente do blog oficial deles, com o anúncio de mudança da base dos repositórios, que agora vão ser Debian Base. Segundo a equipe do Deepin, trazendo mais estabilidade e confiabilidade ao sistema.


 Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable






Para a nova versão do Deepin, a 15.9.2, os repositórios dos 30 aplicativos nativos que são instalados nele foram para o repositório do Debian Stable, antes eles estavam no Debian Unstable. No comunicado, deram a seguinte declaração sobre a mudança:

Por que migrar para o Debian Stable do Unstable?

A migração para o repositório Stable do Debian é para melhorar a estabilidade e segurança subjacentes. Os softwares que estão no repositório Stable do Debian, foram rigorosamente testados e são relativamente estáveis, com o devido suporte da equipe de segurança do Debian para manter as atualizações de segurança em tempo hábil. Além disso, as atualizações dos pacotes de software no repositório Stable do Debian garante um ambiente seguro e estável. Para os aplicativos que são mais usados, eles serão atualizados e mantidos pela equipe de desenvolvimento do Deepin com o objetivo de acompanhar as atualizações no prazo de uma semana.

Com essa mudança, o pessoal do Deepin quer melhorar a segurança dos apps usados no sistema, melhor estabilidade do Sistema Operacional deles, melhor compatibilidade com apps de terceiros e um melhor suporte comercial para empresas.

Alguns softwares que serão atualizados pela equipe do Deepin seriam: Google Chrome, Mozilla Firefox, LibreOffice entre outros que estão com versões antigas no repositório Stable do Debian.

Para ver o anúncio deles, acesse o post neste link.

Considerações da equipe do Diolinux


Dionatan : “De forma geral a distro pode ficar mais estável, mas isso pode vir com o preço de versões menos atualizadas de certos Apps, entretanto, atualmente a base do desktop do Deepin é feita por eles mesmos, então provavelmente isso não afetará nesse sentido, outro ponto é que a Deepin Store vem recebendo mais e mais flatpaks, o que pode aumentar a disponibilidade de versões mais recentes de softwares como o kdenlive (que pode ser usado como AppImage também), a grande questão é, como ficarão os drivers de vídeo para quem gosta de jogar? se eles permanecerem na mesma versão do Debian Stable isso pode ser um problema (contornável, mas um problema).”

Ricardo: “De um lado teremos a estabilidade e robustez do Debian Stable, onde as implementações, melhoramentos e afins são testadas até a exaustão, assim tentando “limar” uma grande parte de erros e bugs. Mas do outro lado temos um problema com tecnologias novas e drivers de vídeos, no caso da NVIDIA. Primeiro pode ser que alguns programas sejam afetados por falta de libs mais recentes que não estão no repositório Stable, mas que o pessoal do Deepin “garantiu” que vão arrumar isso, só o tempo dirá se vão conseguir. Eles podem contornar isso utilizando os Snaps e Flatpaks na Deepin Store, sendo uma possibilidade. Outra coisa é os drivers para NVIDIA, visto que a última versão lançada é a 418.43 (na data desta publicação) e no Debian Stable está na versão 390.xx, que por exemplo não traz as implementações completas do Vulkan, aí o pessoal do Deepin teria que abrir backports para habilitar a instalação dos drivers novos. Creio que mudar para os repositórios do Debian Stable é uma aposta de 50/50, onde tudo pode certo ou tudo dar errado, mas ao meu ver, eles deveriam voltar para a base Ubuntu e assim garantir uma melhor compatibilidade com programas e drivers. Esperar para ver.”


HenriqueAD: “Como mencionado por meus colegas acima, essa mudança pode ocasionar alguns transtornos referente ao versionamento dos drivers, vejo muitas reclamações de usuários na base atual do Deepin, e fico com um certo receio se tais mudanças de fato vão tornar o sistema mais estável, ou apenas incompatível com diversas libs. No cenário atual alguns apps (disponíveis na loja) contam com tais problemas de dependências, o Discord é um exemplo, e não sei se a equipe do Deepin terá infraestrutura para uma tarefa desse porte, outro contra seria para instalação de pacotes de fora da loja, que seguem em sua maioria os lançamentos do Ubuntu LTS, e não são compatíveis com o Debian Stable, dificultando a experiência do usuário. Apostar em tecnologias como Flatpak, Snap e AppImage é uma ótima forma de contornar possíveis dores de cabeça.”

Você pode contribuir com a sua opinião, lá no nosso fórum, onde comentaram sobre o tema, acesse o tópico aqui

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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TuxClocker, overclock de GPUs no Linux

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Recentemente demonstramos uma ferramenta muito interessante para donos de GPUs NVidia, o GreenWithEnvy, software capaz de gerenciar a placa de vídeo com maestria, tudo via interface gráfica e até efetuar overclock, porém, hoje vou apresentar uma nova alternativa, desta vez em Qt.

tuxclocker-overclock-gpu-linux-nvidia

O TuxClocker é uma ferramenta para overclocking escrito em Qt5, que atualmente tem suporte para placas gráficas NVidia acima da série 600, mas com planos de num futuro próximo, suporte de GPUs AMD. 

Está em dúvidas se vale ou não fazer overclock? Leia um artigo super especial que fizemos sobre o tema.

Atualmente os recursos do TuxClocker são:

  • Monitoramento de GPU, em lista e em gráfico;
  • Overclock;
  • Overvolting;
  • Ajustes do limite de energia;
  • Seleção de opções de resfriamento (ventilação);
  • Curva de fans personalizada;
  • Suporte provisório a multi-GPU;
  • E criação de perfis de uso da GPU.

tuxclocker-overclock-gpu-linux-nvidia-performance

Dependendo dos drivers proprietários NVidia, o TuxClocker necessita de outros complementos para seu perfeito funcionamento, assim como o nvidia-smi e nvidia-settings, a lista completa de dependências pode ser verificada no Github oficial da aplicação

tuxclocker-overclock-gpu-linux-nvidia-graph-monitor

Instalando o TuxClocker


Antes de demonstrar o procedimento para instalação do app, pressupunha-se que você tem um mínimo conhecimento possível sobre overclock, e que não nos responsabilizamos por danos em seu equipamento em caso de modificação indevida, recado dado, “vamos por as mãos na massa”.

No momento o programa não possui uma versão empacotada em algum formato como Snap, Flatpak, Deb, etc; De modo que será necessário compilar o programa diretamente do seu repositório no Github.

É importante ter o Git instalado na sua distro, em sistemas da família Debian, como Ubuntu e Linux Mint, use o seguinte comando:

sudo apt install git

Outra coisa é instalar os complementos do Qt5 para compilação do programa, e setar o Qt5 por default, pois o Qt4 vem como padrão no Ubuntu. 

sudo apt install qt5-qmake libqt5x11extras5-dev libxnvctrl-dev qt5-default

Faça um clone do repositório do TuxClocker

git clone https://github.com/Lurkki14/tuxclocker

Vá até o diretório onde salvou o repositório e entre na pasta de nome “tuxclocker”.

cd tuxclocker

Agora vamos compilar o programa, tenha paciência e espere o processo acabar.

qmake rojekti.pro

make

Se preferir você pode instalar o programa, como o comando abaixo, ele ficará localizado no seguinte caminho “/opt/tuxclocker/bin”.

sudo make install 

Caso queira desinstalar apague o diretório do mesmo com o comando:

sudo rm -rf /opt/tuxclocker/

Depois é só esvaziar a lixeira:

cd .local/share/Trash/files && sudo rm -rf *

Infelizmente o lançador não apareceu em meu menu, você pode utilizar algum programa estilo “Alacarte” para criá-lo ou “fazer na unha”, caso o mesmo ocorra contigo, temos um post sobre essa ferramenta para criar lançadores via interface gráfica.

Outra possibilidade, é executar o app direto em seu diretório que compilamos ou na sua pasta de destino pós-instalação. Vá até o caminho e no terminal digite:

./tuxclocker

Não quer compilar? Eis a solução!


Muitos preferem a praticidade de instalar um pacote, ao invés de digitar inúmeros comandos e se preocupar com diversos parâmetros, e concordo que às vezes isso pode ser muito chato, pensando nisso (e depois do Dio me dar a ideia… 😂😂😂) criei um pacote “.deb” simples, para você efetuar a instalação.

Os requisitos são: Possuir o driver proprietário Nvidia instalado, o NVidia Settings e o utilitário “nvidia-smi”, entretanto se instalou o driver direitinho, tudo já estará configurado, bastando baixar o pacote, clicando no botão abaixo, e efetuar a instalação.

 Baixe o TuxClocker

Já efetuou overclocking em algum equipamento seu? Conte nos comentários suas experiências e quem sabe indique matérias sobre o tema para novatos. Particularmente usei por muito tempo meus processadores AMD com overclock·

Até o próximo post, te espero SISTEMATICAMENTE! 😎
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Intel declara que vai dar suporte ao Linux nas suas GPUs dedicadas

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

A Intel vem se mostrando uma grande parceira ao Linux e do mundo open source, visto que a mesma, ao longo dos últimos anos, vem implementando suporte a novas tecnologias, como o Vulkan, aos seus processadores e GPUs integradas neles, e essa mesma dedicação pode ser esperada da nova empreitada da empresa, as GPUs dedicadas.


 Intel declara que vai dar suporte ao Linux nas suas GPUs dedicadas






Em uma publicação no Twitter, com uma das contas oficiais, a @IntelGraphics, a companhia declarou que tem o compromisso com a comunidade Open Source, e trará um suporte robusto para o Linux com às novas GPUs dedicadas que a empresa promete trazer para o mercado.


No mesmo tweet, a Intel disponibiliza um link com as implementações feitas para a tecnologia de “different memory regions” (regiões de memória diferentes, em tradução livre). Para saber mais sobre essa tecnologia, basta acessar o link acima citado.

Esse movimento da Intel em ter soluções em GPUs dedicadas, ainda que não saibamos qual será o público alvo, (arrisco a dizer que provavelmente será o público gamer e dos designers) vai trazer uma concorrência muito boa para o setor que durante muitos anos só teve duas opções de qualidade, AMD e Nvidia, e agora terá a chegada de mais um “player de peso” para concorrer e “disputar a tapas” às moedinhas dos consumidores a partir de 2020.

Agora nos resta saber onde essas GPUs entrarão, com quais setores de suas concorrentes elas farão páreo?

E você, teria uma solução completa da Intel, CPU e GPU? Diga aí nos comentários.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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GreenWithEnvy, uma nova forma de você gerenciar a sua GPU Nvidia

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Quem tem uma GPU da Nvidia, certamente usa o driver proprietário dela e assim usa o aplicativo de gerenciamento “Nvidia Settings, onde você vê temperatura, modelo, versão do driver e afins. Mas que ainda falta algumas coisas para que você tenha um maior controle sobre ela realmente, como controle de fans e até overclock, algo que o GreenWithEnvy (GWE) lhe entrega.

 GreenWithEnvy, uma nova forma de você gerenciar a sua GPU Nvidia






A ideia do GWE é lhe dar mais possibilidades de controle na sua GPU, como por exemplo fazer overclock, já adianto que nas GPUs híbridas mais novas, pelo menos, algumas funcionalidades são travadas, como o overclock, como podemos observar na imagem abaixo.

GWE em GPUs hibridas, com funções bloqueadas

Ele é um aplicativo bem simples e distribuído via Flatpak, desta forma qualquer distro Linux que suporte esse tipo de pacote tem acesso ao mesmo, podendo rodar sem maiores problemas. Se a sua distro não tem o suporte ao Flatpak, confira esse artigo que fizemos, mostrando o passo a passo de como habilitar.

Instalação do GWE


Depois de habilitado o Flatpak no seu Linux, a instalação do GWE é bem simples e pode ser feita de duas formas. Uma via terminal e outra via loja de aplicativos.

Para instalar via terminal, que é a primeira forma que demonstraremos, você precisa seguir estes passos:

1º - Abra o terminal com a combinação de teclas Ctrl+Alt+ T ou procurando por “terminal” no Menu do sistema:

2º - Digite ou COLE esse comando no terminal: 

flatpak install flathub com.leinardi.gwe

3º - Para rodar é simples também, você rode ele via terminal com esse comando: 

flatpak run com.leinardi.gwe 


Ou então procurar no  seu menu por “GWE”. Com isso ele abrirá.

Já para instalar via Loja de aplicativos é uma tarefa ainda mais simples. Se você já estiver com o Flatpak e o Flathub habilitados, ele vai aparecerá nela, ou com o nome GreenWithEnvy ou com a abreviação “GWE”, se você usa o Linux Mint, o repositório Flatpak já está ativo, então basta procurar e instalar, no Ubuntu, o GWE só será encontrado depois da ativação do suporte.
GWE na loja do Mint

Se não aparecer, sem problemas, pois você pode baixar o arquivo lá do Flathub e instalá-lo via Loja.  Para baixar o arquivo  e instalá-lo, você deve fazer o seguinte procedimento:

1 - Acessar a página do GWE no flathub e clicar em “Install”;

2 - Salvar o arquivo do GWE na pasta Downloads ou aonde você achar melhor para encontrar o mesmo com maior agilidade posteriormente,

3 - Dar dois cliques no arquivo que acabou de baixar, assim abrindo via loja de aplicativos. Agora é só clicar em “instalar”.

Imagem original do Projeto
Algumas funcionalidades do GWE:

- Mostrar informações gerais da GPU;

- Mostrar informações de energia;

 -Mostrar informações dos clocks;

 -Mostrar a temperatura da GPU no indicador do aplicativo;

 -Mostrar informações das fans da GPU;

 - Ocultar a janela do aplicativo;

- Ter histórico dos dados coletados da GPU, como o clock da GPU, clock da VRAM, temperatura da GPU e etc.



O aplicativo se mostrou bastante interessante, mas ainda tem alguns recursos que o desenvolvedor pretende implementar, como o suporte para multi-GPU por exemplo. Se você quiser ver todas as implementações que ainda serão adicionadas, veja no GitLab do projeto.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!

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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Muitos que chegam ao blog, no canal Diolinux e no grupo do Facebook, perguntam como preparar o seu computador para que se possa jogar tanto na Steam via Steamplay ou até mesmo em outras lojas, como Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store. No post de hoje vamos mostrar o que você precisa instalar para rodar esses games.


 Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!






Vamos começar com o básico, que é a verificação se a sua GPU tem suporte ao Vulkan, o que permitirá usar o DXVK para rodar os games, tanto pela Steam quanto nas outras lojas.

Logo abaixo você pode  consultar se a sua placa é compatível com Vulkan. É de suma importância que a sua GPU tenha suporte completo para o Vulkan, pois se não tiver, pode ser que o jogo não rode de forma satisfatória.




Depois disso vamos instalar o último driver para Nvidia e AMD/Intel. No primeiro caso precisamos usar o driver 415.27 e no segundo caso precisamos usar o Mesa Driver 18.3 para ter as últimas atualizações e implementações para Vulkan. Para instalar as últimas versões dos drivers, vamos deixar 2 links logo abaixo com o procedimento completinho de como fazer. Para o pessoal que usa AMD/Intel é recomendado o PPA do Padoka.




OBS: Estas são as versões dos drivers no momento da criação deste artigo, dependendo do momento da sua leitura, podem haver versões mais recentes, atente-se para esse detalhe.

Passos opcionais que podem melhorar a compatibilidade


Se você pretende usar o Steamplay, só a instalação dos drivers adequado já deve ser o suficiente, porém, se deseja utilizar uma ferramenta como o Lutris para rodar games de outras lojas, ainda que o Lutris se encarregue de fazer todos os ajustes geralmente, para aumentar o nível de compatibilidade é possível instalar alguns complementos ao Wine nativo do seu sistema.

Primeiro precisamos habilitar o suporte para arquitetura de 32 bits, isso é fácil de fazer vamos abrir o terminal e digitar (ou colar) o seguinte comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Agora vamos instalar o Wine-Stable pelo Synaptic e procurar por esses pacotes lá:

wine-stable (3.0-1ubuntu1) ; libwine (3.0-1ubuntu1) ; libewine-development (3.6-1) ; wine64 (3.0-1ubuntu1) ; wine64-development (3.6-1) ; wineprefix e fonts-wine

No caso do Linux Mint, você também pode procurar diretamente na loja de aplicativos, não precisando do Synaptic necessariamente, no Ubuntu, obrigatoriamente será necessário usar o Synpatic, ou então usar o terminal para instalar cada um dos pacotes usando o “apt”.

Agora vamos conferir se os pacotes do Vulkan estão instalados, se você estiver usando Nvidia, ao instalar o driver, o suporte à Vulkan é ativado, não sendo necessário outras medidas. Se você usa AMD ou Intel confira se o Mesa Driver instalou o pacote mesa-vulkan-drivers. Agora os pacotes:

libvulkan1 ; libvulkan1:i386 e vulkan-tools

Por via das dúvidas, caso você use Nvidia e queira conferir, procure por esses: libnvidia-gl-415 ; libnvidia-gl-415:i386

Depois de fazer esses procedimentos, foi possível rodar o jogo Mass Affect 2 via Origin no Lutris, confira o desempenho no vídeo abaixo, além do tutorial de instalação dos drivers passo a passo:

             

Para instalar o Lutris, depois de seguir esse tutorial, basta seguir o passo a passo deles. Outra alternativa é baixá-lo diretamente da loja de aplicativos na sua distro. 

Com esses pacotes instalados, você vai poder jogar os games que não estão na Steam, como os jogos da Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store (tirando o Fortnite,  atualmente).

Feito isso é só acessar o site do pessoal do Lutris e procurar pelo seu jogo e rodar 🙂

             

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Driver Open Source da Nvidia - Vale a pena usar?

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018


Quem é recém chegado ao mundo Linux e utiliza NVIDIA pode ficar em dúvida sobre qual driver usar no seu equipamento, se o proprietário ou o de código aberto (chamado de Nouveau), e muitos provavelmente em um primeiro contato utilizam o nouveau, por ser o que vem por padrão no Kernel, tendo assim uma experiência nada agradável


Driver Open Source da Nvidia - Vale a pena usar?







Até descobrirem como instalar o driver proprietário de forma correta (que é mamão com açúcar) podem ficar chateados e até “com raiva” do sistema, assim não voltando mais a utilizar ele por causa de pequenos detalhes.


  • Falando em instalar drivers da NVIDIA de forma fácil, recentemente fizemos um post explicando melhor como fazer isso, vale a pena conferir. =)

De uns tempos para cá a solução open source para NVIDIA não vinha trazendo resultados satisfatórios, com perda de rendimento em games, renderização de vídeos e em alguns casos nem subindo o sistema operacional, como acontece nos notebooks com placas híbridas.

Também fizemos duas matérias falando sobre o sistema híbrido, uma comentando as novidades que virão à partir do Xorg 1.20 e o outra sobre como instalar o driver Linux (Ubuntu e Mint).


AMD e Intel


Quem utiliza AMD e Intel geralmente não se aborrece com esses “perrengues”, visto que os drivers de vídeo dessas empresas vêm embutidos diretamente no kernel e se precisar de uma versão mais nova, basta instalar o MESA Driver mais recente e receber os últimos updates. Também fizemos um artigo de como receber as versões do MESA.

Dito isso, sempre se especulou o quanto o driver open source “perdia” em relação ao proprietário, visto que a NVIDIA não facilita a vida dos desenvolvedores do Nouveau, liberando por exemplo o firmware com suporte ao PMU (Power Management Unit ou Unidade de Gerenciamento de Energia) entre outras features.

Testando o driver Open Source da Nvidia

Para tirar essa dúvida a limpo, o pessoal do site Phoronix, resolveu testar algumas placas de vídeo, primeiro com o driver proprietário da NVIDIA na versão 415 e depois com o Nouveau utilizando o Kernel Linux 4.19 e com o MESA 19.0-devel.

No caso do nouveau, eles precisaram fazer um re-clocked 0f em algumas placas para que o teste pudesse ser feito. As placas utilizadas foram: NVIDIA GeForce GTX 680 2GB (1066/3004MHz), NVIDIA GTX 750 Ti 2GB (1019/2700MHz), NVIDIA GTX 780 Ti 3GB (875/3500MHz), NVIDIA GTX 980 4GB (1126/3505MHz) e a NVIDIA GTX 1080 8GB (1607/5005MHz). O teste foi feito no Ubuntu 18.04.

No driver proprietário da NVIDIA, tinha o VULKAN 1.1 + OpenGL 4.6, enquanto que no nouveau só tinha o OpenGL 4.3.


Os jogos utilizados no teste foi limitado para aqueles que tinham suporte  para o OpenGL, visto que o nouveau ainda não tem suporte para VULKAN.

O primeiro jogo a ser testado foi o BioShock Infinite, que quando utilizado as GPUs GTX 680, GTX 780Ti e GTX 750 Ti (tecnologias Kepler e Maxwell1 respectivamente) a média de fps ficava na casa dos 60 fps utilizando o nouveau, mas quando ia para às GTX 980 e GTX 1080 não passavam dos 20 fps (tecnologias Maxwell e Pascal respectivamente).
Já quando foi utilizado o driver proprietário nas GPUs, o mínimo registrado foi de 100 fps com a GTX 750 Ti.



Outro jogo que foi utilizado, foi o popular moba Dota 2. Quando utilizado nouveau nas GPUs mais “antigas” se conseguiu uma média de 30 fps, já nas GPUs mais novas não passou dos 12 fps de média, utilizando o driver proprietário, foi mais que o dobro de ganho de FPS nas GPUs. A diferença fica visível nas GPUs mais novas.



Já nos jogos de código aberto, a situação é um pouco mais confortável para o nouveau, os jogos que ele se saiu bem foram: ET:Legacy v2.75; Xonotic v0.8.2 e The Tesseract v2014-05-12. Nesses games o driver open source ficou “colado”com o driver proprietário, conforme você pode ver nas imagens abaixo, mas ainda assim perdendo.








Para ver os testes completos, veja neste link do Phoronix.

Vai jogar no Linux com Nvidia? Instale o Driver proprietário

Com esses testes, podemos tirar algumas ideias sobre o driver open source, o nouveau. Caso você tenha uma GPU um pouco mais antiga, como as das séries 600 e 700, o desempenho em jogos fica no razoável, ainda que você não tenha suporte ao Vulkan, o que é uma grande perda para jogos mais recentes e para os que rodam via Proton e DXVK. Caso você tenha GPUs mais recentes, das séries 900 e 1000, o desempenho fica perto do injogável. 

Enquanto a NVIDIA não trabalhar junto com o pessoal do Nouveau, infelizmente ele ficará preso a GPUs antigas e tecnologias básicas, uma triste realidade. Ao menos a empresa oferece um driver proprietário que funciona corretamente e entrega um bom desempenho.
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