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Manjaro alcança o próximo nível e se torna uma empresa

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

O Manjaro é uma distribuição baseada no Arch Linux, criada e mantida por três pessoas desde 2011. Com o tempo, o trabalho duro dessas três pessoas rendeu excelentes “frutos”, o quê chamou a atenção de toda a comunidade Linux. Como consequência disso o Manjaro passou a ter a sua própria comunidade, que até hoje é, com os três fundadores, o pilar que mantém todo o projeto vivo.

manjaro-alcança-proximo-nivel-torna-empresa

Mesmo sendo uma das distribuições Linux mais populares da atualidade, como diz o ditado: “Ninguém vive de amor”. Os três fundadores do Manjaro o criaram e vinham mantendo-o como um “hobby”, trabalhando no projeto apenas em seu tempo livre. Apesar da grande ajuda oferecida pela comunidade, o projeto passou a demandar muito mais tempo e trabalho do que eles poderiam oferecer, o que estava tornando o projeto inviável.

Foi nesse momento em que seus fundadores: Philip Müller, Bernhard Landauer e Stefano Capitani precisaram tomar uma atitude para que tudo não fosse “por água abaixo”. A ideia foi buscar uma solução para manter o projeto funcionando nos seus moldes atuais: sendo gratuito, aberto, recebendo sugestões e ajuda da comunidade. Que também permitisse aos seus três principais mantenedores trabalharem no projeto em tempo integral, não mais o levando apenas como um “hobby”. A solução então foi estabelecer uma nova companhia.

Conheçam a Manjaro GmbH & Co. KG!


O estabelecimento de uma companhia permitirá empregar os mantenedores em tempo integral, bem como a exploração de futuras oportunidades e parcerias comerciais. Tal ação está sendo feita em parceria com a Blue Systems, uma empresa Alemã de Tecnologia da Informação cuja função será prestar consultoria à Manjaro GmbH & Co. KG. A Blue Systems também é conhecida por ser uma das maiores apoiadoras do projeto KDE.

Com a recém estabelecida companhia, outra grande mudança na administração do projeto será transferir a posse de todos os fundos e doações para hosts fiscais sem fins lucrativos.

Estes hosts fiscais são a ‘Community Bridge’ e a ‘Open Collective’, que além de assegurar as doações também tornarão o seu uso transparente. Philip Müller diz que essa forma de trabalho permitirá ao Manjaro continuar buscando os mesmos objetivos de sempre - apoiar o seu desenvolvimento colaborativo e uso em grande escala - mantendo a máxima transparência possível o tempo todo. Também afirmam que os fundos jamais serão, sob quaisquer circunstâncias, utilizados pela Manjaro GmbH & Co. KG.

Quais serão os benefícios trazidos por esta mudança?


Essa nova estrutura de trabalho em forma de Companhia permitirá ao Manjaro, chegar a um nível ao qual jamais chegaria, enquanto fosse apenas um projeto de tempo livre, podendo realizar coisas, como:

Permitir que os atuais desenvolvedores possam se dedicar em tempo integral ao Manjaro e projetos relacionados. Futuramente ter até uma base de funcionários assalariados.

Interagir e trocar experiências com outros desenvolvedores em eventos relacionados à Linux.

Proteger a existência do Manjaro como um projeto guiado pela comunidade, bem como proteger a própria marca.

Prover atualizações de segurança de forma mais rápida, bem como reagir de forma mais eficiente às necessidades dos usuários.

Prover os meios para atuar como uma Companhia a um nível profissional.

Obter patrocínio em grandes eventos, e eventos locais da equipe e comunidade do Manjaro.

Os fundos de doações e patrocínios também serão utilizados para coisas, como: 

Despesas da comunidade local relacionadas ao desenvolvimento do sistema, por exemplo: equipamentos de trabalho para a equipe e comunidade do Manjaro.

Viagens (cobertura total ou parcial dos custos de viagem para atender a um evento).

Despesas com hardware e hospedagem.

Segundo Philip, o objetivo a longo prazo é que a Manjaro GmbH & Co. KG possa se tornar uma companhia auto sustentável, criando laços com outras empresas e organizações, tornando-se mais uma das grandes empresas no "Mundo Linux" e assim assegurando a viabilidade de todo o projeto e da comunidade ao seu redor.

A minha opinião sobre o assunto.


Eu realmente penso que o passo que o Manjaro está tomando agora é algo necessário para todo e qualquer projeto que queira alcançar grandes proporções. Julgo que todos nós, envolvidos no mundo Linux ou não, usuários do Manjaro ou não, ou até mesmo usuários de Windows, ou MacOS, só temos a ganhar com o fato de ter mais um “player” crescendo e indo em direção aos gigantes. À final, quanto melhor for a concorrência melhor será o produto oferecido pelos concorrentes.

E você, o quê acha?


Você que é um usuário, fã, membro da comunidade do Manjaro, ou entusiasta de tecnologia em geral, o que acha de tudo isso? Tornar-se uma empresa foi realmente algo pensado visando o bem de todos, ou é apenas uma melhor forma para ganhar dinheiro? Conte-nos a sua opinião sobre tudo isso. 😃

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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GNOME 3.34 lançado, confira as novidades

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Depois de muito empenho ao desenvolver o GNOME 3.34, cerca de 6 meses, a nova versão de codinome “Thessaloniki” é anunciada. Para quem achou estranho o codinome, saiba que a cidade foi sede do evento GUADEC (Conferência Europeia do Usuário e Desenvolvedor do GNOME). Também conhecida por “Tessalônica”, é a segunda maior cidade da Grécia, sendo homenageada neste lançamento.

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Novos recursos, melhorias de performance, atualizações visuais para vários aplicativos e correções de bugs, são as novidades do GNOME 3.34, alguns destaques são:

Novo design nas configurações de “Plano de Fundo”, facilitando a seleção de wallpapers personalizados.

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O recurso tão aguardado e já abordado por nós, com um post detalhando tudo, é a possibilidade de criar pastas nativamente no menu do GNOME Shell. Agora basta arrastar o ícone de um aplicativo e soltar em cima de outro, para criar uma pasta. 

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Houve um aprimoramento na navegação web, o navegador do GNOME passa a manter processos em sandbox, com a capacidade de fixar guias e um recurso que permite bloquear anúncios através de filtros de conteúdo do WebKit. 

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O GNOME Boxes passa a suportar a inicialização de VMs a partir de imagens de CD/DVD anexadas. 

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Já o GNOME Jogos recebeu suporte para salvar múltiplos save states dos jogos. 

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Sua aplicação de música, o GNOME Músicas, enfim atualiza automaticamente a biblioteca de músicas. Além de receber o recurso Gapless playback (reprodução sem intervalos), compatível com um número massivo de formatos.

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Os programas GNOME Photos (Fotos), GNOME To Do (Tarefas) e Totem (Vídeos), receberam um redesign em seus ícones. O gerenciador de arquivos do GNOME, Nautilus (Arquivos), agora avisa ao usuário quando o mesmo tentar mover algum arquivo em um diretório protegido contra gravação. Quem não curte o atalho atividades, pode desativá-lo sem o auxílio de uma extensão de terceiros.

Essa versão está recheada de novidades, seja para o usuário comum ou desenvolvedor. Por exemplo, o Mutter passa a ter integração com o Sysprof. Mais fontes de dados foram adicionadas, facilitando a criação de perfis de desempenho em um aplicativo e diversas melhorias no Builder, incluindo um inspetor D-Bus integrado. Um prato cheio para desenvolvedores GNOME.

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Pessoalmente fiquei animado com várias coisas nessa versão 3.34 (algumas dispensarão o uso de extensões que sempre adiciono 😁️😁️😁️) e nosso querido desenvolvedor brasileiro do GNOME, Georges Stavracas, pontuou o que mais gostou com esse lançamento.

“Como usuário GNOME, o que está me deixando mais animado é o gapless playback no GNOME Músicas. Seguido do GNOME Jogos.

Como desenvolvedor, o que me deixa mais maluco é a integração do Mutter com o Sysprof. Está abrindo portas para todo tipo de melhoria, e isso porque só começamos”.

Veja abaixo o vídeo de lançamento do GNOME 3.34, um trabalho primoroso e muito bonito. Detalhe, feito com software livre, segundo informado pelo Georges em uma de suas lives desenvolvendo o GNOME em seu canal pessoal no Youtube.


A versão 3.34 pode ser obtida diretamente nos repositórios das distros (isso depende do sistema, nem todos irão receber essa versão), se preferir os programas podem ser instalados via Flatpak, basta pesquisar no Flathub. Outra alternativa é compilar o GNOME direto do repositório oficial do projeto, nada recomendado para novos usuários.


Participe de nosso fórum Diolinux Plus. Assim você sempre fica por dentro das novidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: GNOME.
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PureOS tem versão estável lançada!

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Responsável pelo Librem 5, smartphone com Linux embarcado e laptops com o pinguim, a Purism anunciou o lançamento de seu sistema operacional. o PureOS é baseado em Debian e você já pode testá-lo.

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Com o lançamento próximo de seu smartphone Librem 5, que começa a ser enviado aos clientes a partir de 24 de Setembro, a empresa decidiu disponibilizar seu sistema operacional. Anteriormente apenas a versão rolling release estava disponível, enquanto a versão estável passava por diversos testes, até que a Purism tivesse a certeza que o PureOS tinha ficado maduro o suficiente. Com planos de entregar um sistema contínuo, em que você instala uma vez e vai recebendo atualizações indefinidamente e outro estável, o PureOS quer passar solidez e praticidade. Fica ao critério utilizar o PureOS estável ou rolling release. 

“Estamos fazendo o lançamento da versão estável do PureOS e criando uma nova versão rolling release. Além dessa versão estável, estamos adicionando dois pacotes complementares - amber-security e amber-updates - que trabalham juntos para criar uma versão sólida”, diz Jeremiah Foster, diretor do PureOS.

purism-pureos-librem5-debian-linux-gnome-software-livre-open-source

Já fizemos algumas postagens sobre o PureOS e seu conceito que se assemelha muito a convergência, proposta pela Canonical (isso na versão mobile do SO). Acesse este link e saiba mais, também abordamos sobre o “PureBoot”, para maior proteção de computadores com Linux. Caso queira mais informações, acesse essa postagem.

Por se tratar de um sistema rolling release, a Purism informou que o PureOS continuará recebendo as atualizações, mesmo com a release estável. Todavia, a versão rolling release é recomendada para entusiastas e usuários avançados que desejem as últimas versões dos programas pré-instalados no sistema. Ao que tudo indica a versão estável será o foco para usuários finais.

purism-pureos-librem5-debian-linux-gnome-software-livre-open-source

Além de ser baseado no Debian, o PureOS conta com o ecossistema GNOME em sua concepção.

Faça o download da versão estável por meio deste link, os mais “moderninhos” podem adquirir o contêiner do Docker, por aqui.

Lembrando que o PureOS não funciona em hardwares 32bits, para mais informações acesse seu site oficial.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e não perca nenhuma novidade.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Purism, Softpedia.
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Nova versão do antivírus ClamAV

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

O ClamAV é um antivírus desenvolvido pela Cisco Systems, líder mundial em soluções para TI e redes, de código aberto e famoso entre os usuários Linux e BSD. Multiplataforma, o ClamAV está disponível para muitos sistemas operacionais, como: Windows, Linux, BSD, Solaris e macOS. Uma alternativa interessante na detecção de trojans, vírus, malwares e demais ameaças.

clamav-antivirus-virus-malware-trojan-linux-mac-windows-bsd

Recentemente a Cisco lançou uma nova versão de seu antivírus, ClamAV 0.101.3, eliminando uma vulnerabilidade que poderia permitir um ataque de negação de serviços através da transferência de um arquivo ZIP. Obviamente, que esse arquivo deveria ser previamente preparado e com tal intenção maliciosa. Essa ameaça é uma variação do “bomba zip” não recursiva, conhecido também por outros nomes (bomba da morte ou descompressão).

O bomba zip consegue bloquear ou desativar o programa ou sistema em que tentar descompactá-lo. Com uma carga de descompressão monstruosa um arquivo com essa natureza tenta atingir a taxa máxima de compactação do formato zip, algo em torno dos 28 milhões de vezes. Por exemplo, um arquivo bomba zip com 10MB irá descompactar aproximadamente 281 TB de dados (“não há computador que aguente” 😵️😵️😵️). O intuito dessa técnica é abrir brechas para vírus no sistema durante toda essa sobrecarga, desabilitando ou dificultando o uso de antivírus na máquina (isso se existir software com esse propósito instalado, caso contrário será “um passo a menos” para o bomba zip).

A nova versão do ClamAV 0.101.3 consegue identificar o bomba zip e suas variantes, como também atualizou a biblioteca libmspack integrada, eliminando o vazamento de dados ao abrir um arquivo chm especialmente projetado (CVE-2019-1010305). Paralelamente uma versão beta da nova ramificação do ClamAV 0.102 foi apresentada. Essa versão transferiu a varredura de arquivos abertos do processo clamd para o clamonacc separado. Com isso existe a possibilidade do clamd trabalhar sem a necessidade de privilégios elevados do usuário root.

Suporte para arquivos (ESTsoft) foram implementados e o programa freshclam redesenhado, isso permitiu a adição do HTTPS e a capacidade para trabalhar com mirrors de solicitações em portas de rede não-80.

Você utiliza antivírus em sua distro Linux? Em breve iremos demonstrar como é fácil instalar o antivírus ClamAV, e em quais cenários seriam extremamente válidos a sua utilização. 

Até lá fique ligado no blog Diolinux e participe de nossa comunidade Diolinux Plus.

Te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎️

Fonte: ClamAV, UbunLog.
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Como instalar o LibreOffice no Linux

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sábado, 10 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma suíte office muito popular entre usuários do pinguim, mas também com usuários Windows e Mac. Hoje você verá algumas maneiras de se obter essa poderosa suíte office.

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No momento em que escrevo esse artigo, estou utilizando o Ubuntu 18.04, porém, a dica é válida para todos derivados e com exceção do passo que demonstrarei a instalação de pacotes DEB e PPA, as principais distribuições poderão fazer uso das demais formas apresentadas. Feitas essas ressalvas, vamos pôr as mãos na massa!

Instalando o LibreOffice diretamente do site


Acesse o site oficial do LibreOffice, e efetue o download da última versão, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu (DEB).

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Ao efetuar o download o site irá sugerir mais 2 pacotes, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Para maior organização, extraia os arquivos em uma pasta. Comece pelo pacote do LibreOffice, no momento que faço essa postagem o “LibreOffice_6.3.0_Linux_x86-64_deb”, verá que dentro dele existe uma pasta denominada “DEBS” com diversos pacotes dentro.

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Clique dentro da pasta com o botão direito do mouse, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Dentro do terminal, digite o comando para instalar todos os pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Espere a conclusão da instalação, e repita o procedimento com os demais arquivos que baixou e extraiu (ajuda e linguagem do usuário em português). Caso tenha alguma dúvida, veja o procedimento neste vídeo.


LibreOffice via PPA


Essa opção é para quem quer ter a instalação via PPA oficial do LibreOffice. Particularmente não vejo a necessidade em instalar por esta maneira, porém, alguns usuários ainda fazem uso deste tipo de instalação.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o LibreOffice do PPA via terminal:

sudo apt install libreoffice

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:libreoffice/ppa

LibreOffice via Snap


Outra possibilidade é instalar o LibreOffice no formato Snap. Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “LibreOffice”, atente-se para a origem do pacote e veja se o mesmo é o Snap.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-snapcraft

Se estiver utilizando outra distribuição, que não seja o Ubuntu, por exemplo o Linux Mint. Acesse essa postagem e habilite o Snap em seu sistema. A instalação também poderá ser feita via terminal, caso sua distribuição não possua uma loja com integração com o Snap ou queira utilizar o terminal.

Instalando o LibreOffice via Snap:

sudo snap install libreoffice

Removendo o LibreOffice via Snap:

sudo snap remove libreoffice

LibreOffice via Flatpak


A suíte mais famosa do mundo Linux também está disponível no Flathub, assim caso queira utilizar o LibreOffice no formato Flatpak sua instalação é bem simples. Usuários do Linux Mint, por exemplo, podem pesquisar por: “LibreOffice flatpak” e instalar sem prévias configurações. No Ubuntu será necessário habilitar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório Flathub, uma tarefa tranquila e com um passo a passo para você. Após configurar o seu Ubuntu, instale diretamente da loja conforme mencionei para o Mint.

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Outras distribuições que não tenham o Flatpak por padrão, podem utilizar esse post. A adição do repositório do Flathub é um requisito importante, irei demonstrar a seguir aos usuários que decidirem instalar o LibreOffice via terminal.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.libreoffice.LibreOffice

Removendo o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak remove org.libreoffice.LibreOffice

LibreOffice via AppImage


Uma forma bem interessante para utilização do LibreOffice é o AppImage, com ele não será necessária nenhuma instalação e você pode até manter o arquivo salvo em um pendrive. Baixe do site oficial e escolha a versão desejada. São 3: Basic (apenas em inglês), Standard (com outras línguas, incluindo o português) e Full (com todas as línguas suportadas). No exemplo logo abaixo efetuei o download da Standard.

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Para executar o arquivo, clique com o botão direito do mouse, vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque “Permitir a execução do arquivo como um programa”. Clique duas vezes sobre o AppImage e “seja feliz”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Obviamente que existem outras maneiras de instalar o LibreOffice em seu sistema, como via PPA ou até mesmo o pacote contido diretamente do repositório oficial de sua distribuição. No entanto, é bem provável que a versão baixada do site (seja a DEB, RPM ou AppImage) estarão nos últimos lançamentos. As opções em Snap e Flatpak costumam sempre seguir a mesma lógica, todavia, é normal que haja um pequeno atraso (geralmente no máximo uma semana).

Você pode escolher qual forma utilizará o LibreOffice, e o uso do terminal é opcional. Em distribuições com foco no usuário comum, às lojas auxiliam bastante. Particularmente gosto e acho bem prático utilizar o terminal, enfim, a instalação contempla ambos os gostos (😁😁😁).

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LibreOffice 6.3 lançado com melhorias de performance

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma das suítes offices mais famosas no meu Linux e em outros sistemas. A cada lançamento sua interface vem sendo refinada e a compatibilidade com os formatos de arquivos fechados da Microsoft sendo refinados.

suite-office-libreoffiice-linux-windows-mac-documento-trabalho-slide-planilha-apresentação

O LibreOffice 6.3 traz melhorias na exportação e abertura de documentos, além de continuar o refinamento em seu visual, algo iniciado há algum tempo e que passou a estar disponível na versão anterior 6.2.

Outra importante mudança, que anteriormente tinha sido anunciada, é o fim de suas versões binárias de 32 bits para sistemas baseados em Debian ou Red Hat oferecidas pela The Document Foundation. No entanto, o suporte para sistemas desta arquitetura será mantido por mais alguns meses na versão atual 6.2, entretanto, a nova versão só está disponível para arquiteturas 64 bits. Inclusive é aconselhável que usuários em sistemas de produção, mantenham-se na versão 6.2, caso desejem maior estabilidade.

Comparado a versão 6.2, o LibreOffice 6.3 consegue exportar quase duas vezes mais rápido, enquanto ao abrir arquivos ODT no Writer, sua performance pode chegar a mais de 90% mais veloz. Melhorias na exportação de PDFe adicionado suporte para importar gráficos do DOCX (drawingML). Novidades, como uma janela de “dica do dia” ao iniciar o programa (uma vez por dia), um novo infobar (informando as notas de lançamento a cada nova versão), uma versão compacta da interface NotebookBar chamada de “Tabbed Compact” (auxiliando donos de laptops com pouco espaço), outra interface denominada “Contextual Single” (para Writer e Draw), e muito mais. 

Veja algumas novidades no vídeo demonstrativo:


A versão 6.3 receberá suporte por dez meses, com periódicas atualizações até 29 de maio de 2020. Você pode acessar seu site oficial para efetuar o download do LibreOffice.

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Pixar, LucasFilm e Netflix liberam OpenTimelineIO de forma Open Source

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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Grandes empresas do setor de produção cinematrográfica e de mídia se unem para disponibilizar uma ferramenta Open Source voltada para o gerenciamento de grandes projetos do cinema.

OpenTimeline IO





Há praticamente um ano, noticiávamos aqui no blog a entrada de Hollywood em uma parceria com a Linux Foundation, com a intenção de tornar o ambiente de desenvolvimento de filmes mais sustentável, economicamente viável e estabelecer padrões abertos que todos os estúdios interessados pudessem tirar proveito.

Passado este tempo, tivemos a disponibilização de várias ferramentas usadas por estes estúdios de forma aberta através do GitHub e sites semelhantes, entre essas ferramentas estão: OpenColorIO, OpenCue, OpenEXR e OpenVDB.

A aplicação da vez é o OpenTimelineIO, anunciada pela ASWF (Academy Sofware Foundation). Criado originalmente pela Pixar Animation Studios e depois finalizado com ajuda da Netflix e da Lucasfilm, o OpenTimelineIO (OTIO) é uma API de código aberto e um formato de intercâmbio de dados que facilita a colaboração e a comunicação de dados editoriais e informações de cronograma entre os departamentos de estudos, editorial e produção, durante todo o processo de produção.

TimelineIO

Além do novo projeto, a Linux Foundation também anunciou a adesão de novos membros à ASWF, que incluem a própria Netflix, Rodeo FX e MovieLabs. Empresas anteriormente adicionadas incluem a Animal Logic, Autodesk, DreamWorks, Epic Games, Google Gloud, Walt Disney Studios, Weta Digital, DNEG, Cisco, Blu Sky Studio, entre outras.

O movimento Open Source, mais uma vez mostrando a sua força em um mercado onde os "bilhões" rolam, quer conversar mais sobre isso? Vem para o nosso fórum!

Até a próxima!
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NVIDIA lança documentação das suas GPUs e ajuda NOUVEAU

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O mundo do open source recebeu uma notícia bombástica, para dizer no mínimo. A NVIDIA passou a ajudar desenvolvedores dos drivers de código aberto para Linux. NOUVEAU ouviu um amém?

NVIDIA lança documentação das suas GPUs e ajuda NOUVEAU






Sem que ninguém esperasse, a NVIDIA lançou uma documentação no GitHub, disponibilizando informações como às suas tabelas de BIOS, bloco de controle dos dispositivos, inicialização dos dispositivos, segurança em torno da Falcon Engine, ajustes no clock das memórias, programa de shader headers, estados de energia, entre outras “cositas”. Isso já vinha sendo discutido desde 2013, na lista de discussão do NOUVEAU.

Isso é uma grande novidade e vai ajudar muito o pessoal do NOUVEAU a lidar comas GPUs de gerações como Maxwell, Pascal, Volta, e Kepler, o que pode melhorar o desempenho do driver open source.

No entanto, há um “porém”,, essas novidades ainda não poderão ser sentidas nas versões mais novas, como as GPUs GTX 900 series ou mais novas, ainda não tendo o re-clocking / signed firmware dessas séries. Não duvido que isso seja questão de tempo para que elas também sejam “incluídas”.

Quem noticiou essa novidade, foi o pessoal do Phoronix, e em email respondido pela NVIDIA, o trabalho de disponibilizar a documentação ainda está no estágio inicial e em constante progresso. Pode parecer um passo pequeno agora, mas é um passo ao menos, de forma semelhante ao que a AMD fez no passado.

Se você quiser acessar a documentação de forma oficial, basta acessar o GitHub da NVIDIA aqui. Ela usa a licença MIT.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Como instalar o Blender no Linux

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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

O Blender é uma ferramenta de código aberto e super poderosa. Não é atoa que muitos o chamam de canivete suíço. Isso devido aos inúmeros tipos de trabalhos que podem ser feitos diretamente no programa. Modelagem 3D, manipulação, animação 2D e 3D, simulação, renderização, composição, motion tracking, e até mesmo edição de vídeos. Me diz se não é um verdadeiro “mil e uma utilidades”?

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

A versão 2.80 estava sendo aguardada há muito tempo, os mais ansiosos estavam usando a beta 2.79c. Temos uma postagem sobre o lançamento do tão aguardado Blender 2.80, confira acessando esse link e veja as novidades. Eu mesmo era uma dessas pessoas, não que domine o Blender ou faça mil maravilhas com o software, entretanto, sempre desejei aprender a modelagem 3D (estava sondando e estudando um bem interessante que encontrei na Udemy) e também usava o Blender para outros fins (utilizo às vezes para exportar meus vídeos com fundo transparente, quando o Kdenlive não coopera 😁😁😁).

Instalando o Blender no Linux


O Blender encontra-se nos repositórios da maioria das distribuições Linux, podendo ser instalado normalmente via terminal ou pela loja. Todavia nem sempre essas versões acompanharão os últimos lançamentos. Este é o caso do Ubuntu 18.04, que mantém a versão 2.79. Pesquise se em seu sistema o Blender está na versão 2.80, caso não. Demonstrarei a seguir como obter as últimas versões do Blender. 

Blender “portable”


A primeira forma de conseguir as versões mais atuais do programa, é diretamente em seu site oficial. Deste modo não será necessário instalar o Blender em sua distribuição. O arquivo distribuído é no formato TAR.BZ2, bastando descompactar e executar com dois cliques a aplicação. No entanto, se o programa não executar, verifique nas propriedades do arquivo se o mesmo tem permissão para execução (Aqui veio por padrão habilitado).

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete

Blender via Snap


Dando continuidade, o Blender está disponível na Snapcraft e mantido pela Blender Foundation (organização que gere o projeto). Aos usuários de Ubuntu basta pesquisar na loja por: “Blender”. Verifique se está selecionando a versão em Snap.

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap

Outras distribuições Linux podem fazer uso do Snap, mas é necessário ter o mesmo habilitado. Instalar via terminal, é uma opção:

Instalar Blender Snap via terminal:

sudo snap install blender --classic

Remover Blender Snap via terminal:

sudo snap remove blender

Blender via Flatpak


A terceira forma que demonstrarei como obter o Blender é via Flatpak. Essa versão é mantida pela comunidade do Flathub, assim sendo, o sistema deverá ter o repositório do Flathub adicionado (além do Flatpak configurado, obviamente). Ao contrário das duas opções acima apresentadas, essa pode demorar um tempo para se alinhar com os últimos lançamentos (por exemplo, demorou uns 2 dias para o Blender Flatpak ser atualizado para versão 2.80). O empacotamento é de responsabilidade da comunidade, então é normal este pequeno “delay”, nada que vá atrapalhar. No Linux Mint, pesquise normalmente por: “Blender” e verifique se escolheu a versão Flatpak antes de instalar. Já o Ubuntu precisa ser configurado, acesse essa postagem e veja como proceder. Se utiliza algum sistema sem o suporte ao Flatpak, essa dica pode lhe ser útil. Após configurar no Ubuntu, proceda como descrevi anteriormente no caso do Mint.

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-flatpak

A instalação via terminal é muito simples também, e caso não tenha adicionado o repositório Flathub ao seu sistema, eis como proceder:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalar Blender Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.blender.Blender

Remover Blender Flatpak via terminal:

sudo flatpak remove org.blender.Blender

Bônus (deixando a interface do Blender em Português)


Seu Blender não veio em português? Não se desespere! Veja como é fácil traduzir a interface do programa.

Na barra de ferramentas superior clique em “Edit” >> “Preferences...” e estando na categoria “Interface” vá até à sessão “Translation”. Marque as opções que deseja (começando pela própria “Translation”). Em “Language” escolha o idioma desejado, no meu caso “Brazilian Portuguese (Português do Brasil)”.

blender-traduzir-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

Salve clicando no menu “hambúrguer”, localizado no canto inferior esquerdo, em seguida em “Save Preferences”.

blender-traduzir-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

Pronto! Agora o Blender está com a interface em português.

blender-traduzir-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

Participe de nossa comunidade no Diolinux Plus, quem sabe você acabe aprendendo umas dicas de Blender por lá.

Até o próximo post, que vou aprender mais um “cadiquin” de Blender, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Curte o player de música Clementine? Então conheça o Strawberry

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Os usuários Linux da “velha guarda”, irão se alegrar com a postagem de hoje. No entanto, se você está “chegando agora”, não se preocupe a dica também pode ser de seu agrado. 

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O Clementine é uma player de música relativamente conhecido entre os usuários Linux, ainda mais se você for usuário de longa data. Player preferido de muitos, o Clementine fazia sucesso com seu jeitão despojado e que remetia outro player clássico, o Amarok, especificamente inspirado em sua versão 1.4 (bons tempos).

Infelizmente o projeto anda meio parado, sem receber atualizações ou novos recursos desde 2016, na qual foi lançada sua atual versão 1.3.1. Quem acompanha as minhas postagens aqui no blog Diolinux sabe que venho “em busca do player perfeito” (ao menos para minha utilização). Alguns que testei e recomendo são: Olivia, Elisa, e estou utilizando outros (aguardem novas postagens). Além destes, outras postagens foram feitas no blog com algumas opções, o Museeks e Tauon Music Box (postadas por meu colega de trabalho Ricardo, O Cara do TI). 

“De um pedaço pequeno de laranja à um morango”


O Clementine é famoso por possuir um pedaço de laranja como logo, já o player de música Strawberry possui um morango. Isso não é coincidência, o Strawberry é um fork (baseado) no Clementine. Veja algumas de suas características:

  • Player de música e biblioteca (organize suas músicas);
  • Ampla gama de formatos suportados, como: WAV, FLAC, WavPack, DSF, DSDIFF, Ogg Vorbis, Speex, MPC, TrueAudio, AIFF, MP4, MP3, ASF e Monkey’s Audio;
  • Reproduz de CD’s;
  • Notificações na área de trabalho nativamente;
  • Playlists em múltiplos formatos;
  • Saída de áudio avançada, e configurações de dispositivo com reprodução perfeita para usuários mais exigentes;
  • Edite as tags de suas músicas;
  • Busque tags diretamente do MusicBrainz;
  • Arte da capa do álbum em serviços, como: Last.fm, Musicbrainz, Discogs, Deezer e Tidal;
  • Letras de músicas de AudD e ChartLyrics;
  • Suporte para vários back-ends;
  • Analisador de áudio;
  • Equalizador de áudio;
  • Transfira músicas para o player USB do iPod, iPhone, MTP ou armazenamento em massa;
  • Suporte à streaming de músicas (Tidal, Qobuz e Subsonic);
  • Scrobbler com suporte ao Last.fm, Libre.fm e ListenBrainz;
  • Desenvolvido em C++ e Qt 5, além de ser Open Source;
  • Versões para Linux, OpenBSD, Windows e macOS.

O programa está disponível em diversos formatos e para vários sistemas operacionais, você pode acessar a página do Github do projeto e obter mais informações.

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Como instalar o player Strawberry


O Strawberry pode ser obtido de diversas maneiras, em seu site oficial é descrito os procedimentos para cada sistema, no Windows existem dois instaladores executáveis (32bits e 64bits) para macOS a opção de compillar ou instalar via DMG. No Linux você poderá compilar ou instalar diretamente do repositório, caso sua distribuição esteja na lista abaixo:

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Nessas distribuições pesquise pelo pacote “strawberry” e instale como costuma fazer.

Existem maneiras bem práticas para instalar o player em seu sistema, uma delas é via AppImage e outra Snap (o player está na Snapcraft). Testei ambas, e a integração com o Gnome-Shell (Ubuntu) foi muito boa. Com um indicador na barra superior (um pequeno morango) e botões com opções de pausar, avançar ou voltar as músicas, diretamente na área de notificações do Gnome-Shell.

Baixe a versão em AppImage por este link, observe a data do lançamento e priorize o último disponibilizado. Se não sabe como executar um arquivo AppImage, essa postagem demonstra todo passo a passo.

O Snap do Strawberry pode ser instalado tanto via terminal, como pela Loja (no caso do Ubuntu). Pesquise por: “strawberry” e instale o aplicativo. 

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Para as outras distribuições que não possuem o Snap configurado, essa postagem ensina o processo.

Obviamente que a instalação do player pode ser via terminal, se assim desejar, utilize estes comandos.

Instalação do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap install strawberry

Remoção do Strawberry Snap via terminal:

sudo snap remove strawberry

Foi bem nostálgico utilizar o Strawberry, para os fãs do Clementine que prezam por um software em pleno desenvolvimento e com atualizações (sejam elas de segurança ou melhorias), com certeza o player é uma ótima pedida.

Você conhecia o Strawberry? Usava o Clementine ou ainda usa? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, vai que você acaba descobrindo algo novo.

Até o próximo post, que vou ouvir umas músicas, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Microsoft investe US $1 bilhão na OpenAI, em busca da mais poderosa inteligência artificial

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terça-feira, 30 de julho de 2019

A OpenAI é uma organização sem fins lucrativos, sediada na Califórnia, que visa criar uma inteligência artificial geral. O centro de pesquisa vem desenvolvendo projetos que terão resultados à longo prazo, daí a importância de parcerias e investidores, como a Microsoft que possibilitam a manutenção e sobrevivência desses projetos.

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No atual cenário da tecnologia as inteligências artificiais sempre têm como alvo uma situação em específico. No entanto, a OpenAI planeja um passo além, sendo considerado por muitos o próximo nível da computação, o “Santo Graal da inteligência artificial”. Uma inteligência artificial geral, AGI (sigla em inglês) não se limita a nichos, atuando de maneira abrangente e aprendendo diversos casos de uso. Esse conceito é tão sofisticado que “brilha os olhos” de gigantes e a Microsoft, que não é boba, investiu US $1 bilhão na OpenAI.

AI’s atuais têm grandes dificuldades em transmitir suas experiências e atuar em diferentes cenários, com outros sistemas focados em outros campos de atuação. AGI vem justamente para quebrar esse paradigma, englobando mais de um cenário. Obviamente, que uma inteligência artificial tão poderosa deve ter conceitos pautados em princípios sólidos, como a privacidade do usuário e transparência. Esses são temas centrais no desenvolvimento da tecnologia encabeçada pela OpenAI, sendo de código aberto, diversos setores da computação podem ser beneficiados. Lembrando que essa AI é algo para o futuro, estando em pleno desenvolvimento. Além da Microsoft, outros nomes de peso fazem parte do projeto, como o Elon Musk e Reid Hoffman (co-criador do LinkedIn).

Curiosamente existe um debate se tal empreitada é realmente possível e em quanto tempo uma inteligência artificial geral poderia ser desenvolvida, o site The Verge teve acesso a pesquisas dos principais especialistas do campo, e a estimativa era de que existem 50% de chances para a criação da AGI até o ano de 2099. Uma tarefa, “nada simples”, que necessita de um empenho grandioso, como o próprio objetivo. A parceria pode beneficiar a plataforma Azure, da Microsoft, criando tecnologias de supercomputação baseadas nessa inteligência artificial.

Você pode acessar o GitHub oficial da OpenAI, caso seja da área ou queira estudar sobre o tema.

Ainda existem pessoas que dizem que o modelo open source é um fracasso, que empresas não investem no código aberto, parece que Satya Nadella, atual CEO da MS, não concorda com esse tipo de visão.

Participe de nosso fórum no Diolinux Plus, novidades a todo momento em nossa comunidade.

Até o próximo post, “pois a Skynet está se aproximando”, SISTEMATICAMENTE! 😁😂😎

Fonte: The Verge.
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4 Alternativas de navegadores open source que vale a pena utilizar

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Navegador web é quase como um time de futebol, cada um tem sua torcida organizada (😁😁😁). O intuito dessa postagem não é inflamar os comentários, ou dizer que um é superior ao outro. Apenas irei demonstrar que existem ótimas alternativas de código aberto, ficando ao seu encargo testar e ver qual melhor se adapta ao seu cotidiano. Sem mais delongas vamos para “listinha”:

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Alguns browsers contidos nesta lista são de conhecimento da maioria dos usuários, estou falando de você Firefox! (😋😋😋) No entanto, alguns usuários poderão se surpreender e conhecer novos navegadores. O intuito é justamente esse, estimular sua curiosidade a testar algo desconhecido. Alguns navegadores estarão disponíveis no formato Snap. Assim sendo, caso queira instalar algum app que faça uso dessa tecnologia, existe a necessidade de ter o Snap configurado em seu sistema. Acesse essa postagem, se ainda não o fez. Lembrando que o Snap no Ubuntu já vem por default. 

Mozilla Firefox


Começo a lista com o tão amado Firefox, a raposa de fogo companheira de muitos que estão lendo essa postagem. Não poderia fazer uma seleção com meus 4 navegadores open source favoritos, sem ao menos mencionar ou listar o Firefox. Inclusive, recentemente sua versão 68 veio repleto de novidades. Acesse a postagem escrita pelo Ricardo (O Cara do TI) e saiba mais. O Mozilla Firefox é distribuído sob a licença MPL 2.0, e você pode acessar o Github da Mozilla e ver todas as tecnologias empregadas no navegador.

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Você pode instalar o Mozilla Firefox facilmente em sua distribuição pesquisando na loja de sua distro, ou instalando via terminal. No Ubuntu, por exemplo:

sudo apt install firefox

Se usa alguma distribuição que não disponha as últimas versões do Firefox, você pode instalar sua versão em Snap.

sudo snap install firefox

Chromium


Outro conhecido é o Chromium, infelizmente, alguns usuários espalham erroneamente que ele é um vírus. O cúmulo dessa “estória” foi ouvir isso da boca de “técnicos” e diversos tutoriais na internet, ensinando como remover o navegador do Windows. Mal eles sabem que o Chromium é a base do Google Chrome, e diversos outros navegadores, inclusive, o novo Microsoft Edge. O Chromium é distribuído sob a licença BSD (3-Clause). Você pode acessar seu mirror oficial no Github por este link

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-chromium

O Chromium está na maioria das distribuições, no Ubuntu você pode instalar pela loja ou via terminal:

sudo apt install chromium-browser

Também existe a possibilidade de instalar o navegador via Snap em sua distribuição.

sudo snap install chromium

Brave


O Brave ganhou popularidade por conta de suas features oferecidas por padrão. Visando uma maior privacidade, o navegador traz embarcado ferramentas que visam bloquear o rastreio indesejado de sites e anúncios. O Brave é distribuído sob a licença MPL 2.0, acesse seu Github por este link. Temos um tutorial demonstrando como instalar o navegador, você pode aprender com essa postagem.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-brave

Você pode instalar o Brave via Snap, no link anterior existem outras maneiras.

sudo snap install brave

Falkon


Incubado pelo Projeto KDE, o Falkon é um navegador desenvolvido em Qt. No passado alguns poderiam conhecer o projeto por outro nome, QupZilla, após apoio da comunidade KDE, o navegador recebeu um novo nome e redesign. Quem sabe num futuro ele se torne o navegador padrão do Plasma, isso só o tempo dirá (😁😁😁). Temos uma postagem falando sobre o Falkon, caso esteja interessado, acesse e saiba mais sobre o navegador. O Falkon é distribuído sob a licença GPL 3.0, caso queira, este é o link para seu Github.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-kde-falkon

O Falkon está na maioria das distribuições, basta pesquisar em sua loja ou instalar via terminal, no Ubuntu basta utilizar esse comando:

sudo apt install falkon

Sua versão em Snap pode ser utilizada em sua distro, e sempre está nas últimas versões.

sudo snap install falkon

Recomendo fortemente o teste das aplicações aqui sugeridas, e caso conheça outras soluções de código aberto que sejam interessantes, não deixe de compartilhar.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e crie uma postagem com o navegador open source que você conhece. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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