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Conheça alternativas Open Source ao Android

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Você sabia que Linux além de dominar o segmento servidores, também domina os sistemas operacionais para dispositivos móveis? Muitos negam que Android é Linux e usam o “argumento” de, “se não utilizar ferramentas GNU, então não é Linux”. 

Se quer saber mais sobre esse tema de Android ser ou não Linux, acesse o post e acabe de uma vez por todas, com essa dúvida cruel. No fim das contas o que define um sistema “ser Linux” ou não é usar o Kernel Linux.

alternativas-opensource-android

Mas quais são as alternativas ao Android? Será ele o único sistema móvel disponível no mercado? Melhor ainda. Quais as alternativas de Código Aberto?

Irei apresentar brevemente 5 alternativas Open Source ao popular robozinho verde, a lista não obedece nenhuma ordem específica. Dada as ressalvas, vamos conhecer as opções.

Tizen


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O Tizen é um sistema operacional móvel, também baseado em Linux, como o Android. Tem muito apoio da Linux Foundation, Samsung e Intel. O primeiro smartphone lançado com o sistema de fábrica foi o Samsung Z, na Índia. Infelizmente o Tizen não teve a projeção esperada, muitos afirmam que o sistema não terá futuro. Isso deixo aos especialistas e “Pais/Mães Diná” de plantão.

postmaketOS


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Também conhecido como pmOS, o postmarketOS está em desenvolvimento inicial. Trata-se da distribuição Alpine Linux configurada para toques.Com pacotes próprios, visa ser instalado em smartphones e obter ótima performance, assim como sua versão desktop.

Librem 5


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Com a audaciosa proposta de oferecer um sistema e hardware de código aberto, o Librem 5 é uma iniciativa que visa segurança e privacidade de seus usuários.

Um Smartphone que virá com distribuições Linux adaptadas ao toque como: PureOS, Debian, Ubuntu, SUSE, Fedora e Arch. É um dos projetos mais aguardados pela comunidade, e muitos estão ansiosos de quais serão os rumos do projeto.

Plasma Mobile


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O Plasma Mobile é a versão da interface do KDE para smartphones. Atualmente já pode ser testado em dispositivos como o LG Nexus 5. É interessante ver o conceito de convergência no Projeto KDE, entre sua DE e aplicações. Pois os apps do Plasma Mobile utilizam a framework Kirigami, possibilitando desenvolvimento dos seus softwares tanto para mobile como desktop.

Ubuntu Touch


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Abandonado pela Canonical em 2017, o Ubuntu Touch teve uma complicada trajetória. Primeiro a campanha de arrecadamento para seu desenvolvimento, não foi tão bem. Com meta de 32 milhões de Dólares, arrecadando 12 Milhões.

Após a campanha de crowndfunding, muitos pensaram que o projeto seria abandonado. Eis que em Fevereiro de 2015 a Canonical firma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Logo depois, pela fabricante chinesa Meizu, mas não tendo o retorno esperado, o sistema foi abandonado pela Canonical em Abril de 2017.

Então a comunidade entra em ação, abraçando o projeto e não deixando morrer. Novas funcionalidades estão sendo incorporadas, como a possibilidade de execução de apps Android.

Mantido pela UBPorts, é relativamente cedo para falar sobre o destino do Ubuntu Touch, se o mesmo vai vingar ou morrer com sua proposta de conversão.

E você, sabia de tantas alternativas? É muito bom ver que outros sistemas vem crescendo e amadurecendo. Melhor ainda quando são projetos de código aberto, agregando diversas vantagens e fomentando o desenvolvimento de mais boas alternativas.

Deixe nos comentários se conhece mais opções ao popular Android, nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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UE vai começar a dar recompensas para quem achar bugs de segurança em projetos Open Source

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Em 2019 uma Comissão Europeia relacionada a segurança cibernética está procurando a ajuda de quem puder para descobrir falhas de seguranças e bugs em 15 projetos Open Source,  o montante pode chegar até €1 Milhão.

 UE vai começar a dar recompensas para quem achar bugs de segurança em projetos Open Source






Anúncio foi feito por Julia Reda, membro do European Pirate Party e co-fundadora do projeto Free Software Open Source Audit (FOSSA), que foi iniciado em 2014 para ajudar a melhorar a segurança geral da Internet.

Em seu blog, ela fez o anúncio em 30 de Dezembro de 2018 e a na última atualização neste ano (10/01/2019) fez o seguinte complemento.

“Em janeiro, a Comissão Europeia está lançando 14 de um total de 15 recompensas para a caça de bugs em projetos de Software Livre que as instituições da UE confiam. Um bug bounty é um prêmio para pessoas que procuram ativamente por problemas de segurança. O montante da recompensa depende da gravidade do problema descoberto e da importância relativa do software. Os projetos de software escolhidos foram previamente identificados como candidatos nos inventários e uma pesquisa pública .”

Alguns programas bem conhecido estão na lista dos “contratos”, como:

- Filezilla, com recompensa €58.000,00, começando em 07/01/19 e terminando em 15/08/19;

- VLC Media Player, com recompensa de €58.000,00, começando em 07/01/19 e terminando em 15/08/19;

- KeePass, com recompensa de €71.000,00, começando em 15/01/2019 e terminando em 31/07/2019;

- PuTTY, com recompensa de €90.000,00 começando em 07/01/2019 e terminando em 15/12/2019;

Outro ponto pertinente levantado pela Julia foi o seguinte:

"A questão fez muitas pessoas perceberem o quão importante é o Software Livre e de Código Aberto para a integridade e confiabilidade da Internet e outras infraestruturas. Como muitas outras organizações, instituições como o Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão baseiam-se no Software Livre, tanto em seus sites, quanto muitas outras coisas ".

Bem que nossos legisladores poderiam ter a mesma postura em nossas prefeituras, governos estaduais e federais.

Para saber a lista completa de aplicativos que participam da campanha, além de saber como você pode participar, acesse o link do blog da Julia Reda.

Iniciativas assim são muito bem-vindas, pois trazem benefícios para os usuários dos aplicativos e assim eleva a qualidade dos mesmos, não só para quem promove a caça aos bugs, como para aqueles que ainda irão usar os aplicativos no futuro que já contarão com correções de bugs, vulnerabilidades e implementações de novas tecnologias também. 

Isso é um dos “poderes” que a comunidade open source tem, poder diagnosticar um problema, pensar e desenvolver a solução e aplicar a mesma em tempo “recorde” em relação aos softwares e sistemas operacionais proprietários.

Espero você até o próximo post, forte abraço.

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Novo Kernel Linux chega com melhorias para GPUs da AMD

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Após a AMD começar a distribuir seu driver diretamente no Kernel Linux, donos de hardware da empresa vem recebendo melhorias de performance e novas implementações a cada versão. É notória a evolução do AMDGPU, driver Open Source, comparado a alternativa proprietária e descontinuada Catalyst/fglrx. Parece que a AMD vem dando maior atenção a plataforma Linux.

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Previsto para meados de Março deste ano, a versão 4.21 do Kernel Linux está repleta de novidades para usuários AMD. 

Uma delas é o suporte ao FreeSync e Adaptive-Sync, na qual auxilia a remoção de atrasos e variações nos framerates, adaptando dinamicamente a taxa de atualização. Resultando em uma gameplay fluida e sem inconvenientes, como: Tearing e “fantasmas”, os rastros de tela, na gameplay.

O FreeSync foi anunciado em 2014, para competir com seu concorrente G-Sync, tecnologia da Nvidia, que basicamente tem a função de sincronização adaptativa, evitando os “rasgos de tela”.

Já o Adaptive-Sync é uma especificação do DisplayPort e HDMI, desenvolvida pela organização internacional VESA, que tem como objetivo padronizar o funcionamento de periféricos de vídeo em computadores.

O FreeSync usa os protocolos do Adaptive-Sync em conjunto com hardware e software para proporcionar mais fluidez, livre de distorções e com baixa latência, em hardwares que o suportam. 

Outras tecnologias da AMD incorporadas ao Kernel 4.21 são: O Adaptive Backlight Management, que reduz o nível da luz de fundo, para economizar energia, aumentando o contraste e luminosidade do pixel para maior legibilidade e qualidade. E o ROCm, que é incumbido na interação entre CPU e GPU, aumentando o desempenho de tarefas computacionais.

O kernel trará suporte ao ROCm para processadores gráficos de entrada, da arquitetura Polaris, em placas de vídeo da série RX 400, e arquitetura Vega 12.

Com isso podemos esperar melhorias para utilizadores de GPUs AMD no Linux, com funcionalidades que antes não existiam no AMDGPU.

E você possui alguma placa de vídeo AMD? Tem ou gostaria de comprar um monitor com FreeSync? Deixe sua opinião nos comentários, queremos saber sua experiência com a plataforma AMD no Linux.

Até o próximo post, e lembre-se: Compartilhe as postagens do Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Software Base da Netflix é Open Source

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Cada vez mais tecnologias baseadas em contêineres estão ganhando espaço no mercado, e uma gigante como a Netflix não poderia ficar de fora.

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Titus, é o nome do poderoso software da Netflix, um gerenciador de contêineres a lá Docker (Não sabe o que é Docker ou contêineres? Veja este Diocast, um especialista explica todos os detalhes desta tecnologia). Responsável por questões como: Codificação de mídia, treinamento de algoritmos, processamento de fluxo, tecnologia de estúdio, ferramentas internas de engenharia, tarefas de Big Data etc. 

Titus tem integração nativa com a nuvem da Amazon, AWS (Amazon Web Service) e EC2 (Elastic Compute Cloud), possibilitando maior escalonamento e configuração com o mínimo de esforço possível, maior velocidade ao iniciar novas instâncias no servidor e dimensionamento de recursos conforme a demanda do cenário atual.

Possui integração completa com outros serviços da Netflix, Spinnaker , Eureka , Archaius e Atlas, entre outros, além da possibilidade de execução nativa de contêineres do Docker, incorporando mais segurança, confiabilidade e estabilidade.

O Titus foi projetado tendo em mente a escalabilidade e utilização de recursos necessários, dando ênfase ao “disponível” e com a filosofia de “apenas o suficiente”, visando claro, as necessidades da Netflix e beneficiando-se da estrutura da nuvem Amazon.

A vantagem de ser Open Source


Se é um software da Netflix, qual a vantagem do Titus? Estando sob a Licença Apache, Versão 2.0 e sendo Open Source, outros projetos podem tirar proveito desta tecnologia, independente de serem pequenas ou grandes empresas, esse é justamente o desejo da Netflix. Outro intuito, seria possibilitar que seu software seja incorporado em outros projetos, e ao mesmo tempo amadurecendo e tendo um retorno à empresa (com a evolução do software, seja por implementações de novas funcionalidades ou desenvolvimento colaborativo e acelerado), tudo isso evidenciado na publicação de anúncio em meados de 2017.

Open Source é o futuro?


Cada modelo de desenvolvimento tem suas vantagens, o mercado parece estar adotando cada vez mais softwares de Código Aberto e modelos proprietários estão deixando de ser o padrão. Open Source não é o futuro apenas, já é o presente também.

Desenvolvimento colaborativo, uma comunidade forte e ativa por trás de um projeto, podem potencializar e dar sobrevida, o que uma iniciativa fechada muitas vezes não pode oferecer. Outras vantagens baseadas em sua adoção seriam: o crescimento, novas features e “partilha de gastos” entre as empresas e indivíduos interessados, não apenas a Netflix investindo, mas outras empresas contribuindo, seja com código ou capital. 

Dia após dia o Open Source está dominando o mundo. Você sabia que um software de Código Aberto era um dos pilares da infra-estrutura da Netflix? Deixe nos comentários se acredita que o “modo Open Source de ser” conquistará o posto de padrão de mercado.

E como sempre, espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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NVIDIA PhysX torna-se Open Source e isso pode ser bom para os jogos em Linux

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Nesta Segunda-feira (3) a NVIDIA anunciou através do seu blog a disponibilidade do código fonte do NVIDIA PhysX para que todos possam usar a sua Engine para simulação física de alta realidade e qualidade.

 NVIDIA PhysX torna-se Open Source e isso pode ser bom para os jogos em Linux






O anúncio foi feito pelo Diretor Sênior de Engenharia em Conteúdos e Tecnologia, Rev Lebaredian, que é também é responsável pelas tecnologias do GameWorks da Nvidia. No post ele fala o seguinte:

“Estamos fazendo isso porque a simulação física acabou sendo mais importante do que imaginávamos. A simulação física se encaixa com inteligência artificial, robótica e visão computacional, veículos autônomos e computação de alto desempenho. É fundamental para tantas coisas diferentes que decidimos disponibilizá-la ao mundo de forma em open source.”

Você pode ver uma demonstração do funcionamento do PhysX no vídeo logo abaixo.

           

O código do PhysX está sob a licença BSD-3, além da aceleração por GPU também estar sob essa licença. Para saber mais sobre ela, acesse este link. O código fonte também foi disponibilizado no GitHub.


O PhysX também tem integração com às Engines Unreal 3 e 4 e com a Unity3D. O anúncio completo e com mais detalhes você pode conferir diretamente no blog da NVIDIA.

Isso é uma notícia muito boa para os devs que queiram portar os seus games para Linux, pois agora vão ter a sua disposição mais uma ferramenta poderosa e assim podendo entregar cada vez mais produtos de altíssima qualidade no Linux e acabando aos poucos às diferenças que ainda existe em alguns títulos em relação ao Windows. Além é claro de abrir a possibilidade mencionadas pelo Rev, onde se poderá usar o PhysX em carros autônomos, IA e computação de alto desempenho.

O que você achou dessa liberação da NVIDIA? Você acha que isso pode trazer algum benefício a curto e a longo prazo para quem utiliza Linux?

Conto com vocês, até uma próxima! Um forte abraço.
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Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A Red Hat, uma das principais fomentadoras da transformação digital, desenvolveu em parceria com a UNICEF (Organização das Nações Unidas) , o School Mapping, projeto que usa tecnologia para auxiliar governos a otimizar seus sistemas de educação.

 Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias






A iniciativa usará imagens de satélite de alta resolução e técnicas de deep learning para mapear escolas em todo o mundo. Os dados gerados ajudarão a identificar onde estão as lacunas e necessidades de informação e servirão como evidência para pedidos de conectividade, ajudando governos a otimizar seus sistemas de educação. Isso também permitirá que a UNICEF meça as vulnerabilidades, melhore a resposta a emergências e a resiliência contra desastres naturais e crises.

Usando várias tecnologias open source da Red Hat, incluindo o Red Hat OpenShift Container Platform e o Red Hat Ansible Automation, as equipes da Red Hat e da UNICEF Innovation colaboraram para permitir que cientistas de dados investigassem e explorassem conjuntos de dados que permitissem obter conhecimento para ajudar crianças em situações de emergência.

“Com o apoio da UNICEF criamos uma plataforma open source reutilizável para aplicar big data para o bem da sociedade. Também tivemos a satisfação de realizar melhorias no Magicbox, plataforma da organização voltada ao compartilhamento de dados entre entidades públicas e privadas. O sistema funciona como local de testes para a construção e lançamento de novas aplicações que podem ajudar a solucionar os problemas humanitários mais urgentes em relação às crianças”, explica Fábio Pereira, Head do Open Innovation Labs da Red Hat na América Latina.

Para saber mais detalhes de como foi o processo de desenvolvimento das ferramentas, assista a esta série de vídeos.
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SUSE expande educação em software open source em todo o mundo

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A SUSE® está expandindo seu apoio para a próxima geração de desenvolvedores de software open source, por meio do crescimento global do Programa Acadêmico SUSE.

 SUSE expande educação em software open source em todo o mundo






O programa está preparando desenvolvedores em indústrias de todos os setores para atender às novas demandas da economia digital, fornecendo conhecimento em open source, materiais de treinamento e um projeto de compras de soluções de ensino com baixo custo para a comunidade educacional.

Fundado em maio de 2017, o Programa Acadêmico SUSE tem crescido vertiginosamente e já inclui mais de 400 universidades, escolas, bibliotecas e outras instituições acadêmicas. O programa também aumentou seus recursos e pretende dobrar seu número de participantes nos próximos seis meses.

"A SUSE tem sido uma defensora da educação em open source, e nossos links existentes com o meio acadêmico nos permitiram trabalhar com um grande número de escolas em um curto período de tempo", afirma Sander Huyts, vice-presidente da SUSE e líder do Academic Program.

"Estamos comprometidos com o desenvolvimento de habilidades e educação em open source no nível acadêmico, porque os consideramos críticos para a saúde a longo prazo da nossa indústria. São elementos fundamentais para a tecnologia moderna. Continuaremos a aumentar os recursos e o suporte para garantir que o open source continue a prosperar”, complementa.

A demanda por habilidades em open source está em alta e aumenta a cada ano. De acordo com o Open Source Jobs Report (em uma tradução livre, o Relatório de Empregos em Open Source de 2018), realizado pela Linux Foundation, a contratação de talentos em open source é uma prioridade para 83% dos gerentes de contratação, o que representa um crescimento de 76% em relação a 2017.

O Programa Acadêmico SUSE oferece uma variedade de serviços para atender a demanda por talentos e o conhecimento avançado de open source. Isso inclui treinamento para obter o certificado em Linux e outros cursos, materiais curriculares dos estudantes para professores e funcionários, produtos SUSE gratuitos para uso educacional ou de laboratório, um programa especial de compras da SUSE para instituições educacionais, ferramentas de desenvolvimento e acesso à base de conhecimento, fóruns e suporte técnico.

Participantes do Programa Acadêmico SUSE


O programa da SUSE está impactando positivamente as vidas de educadores e estudantes em todo o mundo, inclusive nas Universidades de Oxford, Cambridge, Czech Technical, Estadual de San Diego, British Columbia, além da Faculdade de Tecnologia de Nova Iorque.

"Nossa universidade tem utilizado o programa para vários alunos como parte do currículo para especialistas em sistemas, para fins internos de ensino e aprendizagem", relata Werner Degenhardt, diretor acadêmico e CIO da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

"Nós amamos o programa. É muito fácil aplicá-lo e ele já nos trouxe excelentes resultados".

"Os materiais fornecidos no Programa Acadêmico são muito impressionantes. Estou usando o programa para desenvolver um laboratório para os estudantes instalarem uma pequena nuvem e incorporarem o SUSE OpenStack Cloud em nossa disciplina de teoria do sistema operacional" , comenta Philip Chee, tecnólogo em ciência da computação e professor da Faculdade Fleming em Peterborough, Ontário, Canadá.

Para mais informações sobre o Programa Acadêmico SUSE, clique aqui.
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Você adora Python? Reúna-se com outros programadores no PyCaxias 2018!

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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Alguns amigos programadores afirmam que um dos melhores lugares para criar network e conhecer outras pessoas que trabalham com as mesmas ferramentas,  compartilhar ideias e soluções, são em eventos focados em um tema. Conheça hoje o Pycaxias 2018!







O PyCaxias é um ambiente convidativo, rodeado de palestras e tutoriais incríveis, onde o público pode participar de momentos descontraídos, além de fazer um network fantástico com muitas pessoas e algumas empresas que atuam em setores similares.

Caxias do Sul tem tradição com a comunidade Python, já sediou uma Python Brasil em 2009 e a primeira Python Sul em 2017, tendo o objetivo de aumentar a cada ano o seu envolvimento com esse evento, que já é esperado por muitos da comunidade.

Este ano o PyCaxias acontece no dia 10 de Novembro na Uniftec. A quarta edição do PyCaxias contará com diversas palestras e workshops.

"Esse ano o evento aumentou de tamanho e terá um Sábado todo de interações e muito conhecimento. Estamos diversificando, não serão palestras somente sobre python, vamos ter palestras sobre empreendedorismo, comunidade, carreira, serão diversos temas abordados", afirma Perceu Bertoletti um dos organizadores do evento.

A participação no evento é gratuita, porém os participantes são incentivados a levar 2Kg de alimentos não perecíveis (exceto sal), que serão doados a uma instituição beneficente. As inscrições podem ser feitas pelo meetup do Rede Neural

Você pode conferir a programação do evento aqui.

Aproveite a oportunidade para fazer novos amigos e aprender coisas novas! :)
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Microsoft entra para a Open Invention Network e libera 60 mil patentes para Linux

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

E esse ano de 2018, hein?!? Surpreendente em vários sentidos, especialmente na relação da Microsoft com a comunidade Open Source. Antes de te contar "a mais nova novidade do bairro", vamos fazer uma breve recapitulação de coisas que aconteceram neste ano.


Microsoft Loves Linux





Ainda hoje, toda movimentação que a Microsoft faz em prol do Open Source (ao menos aparentemente) ainda levanta suspeitas, naturalmente isso vem de décadas passadas onde a empresa se posicionou de forma contrária a esse tipo de iniciativa, não julgo quem pensa dessa forma, e digo mais, entendo perfeitamente.


Na verdade, até mesmo a Microsoft entende essa preocupação de parte da comunidade Open Source, no anúncio recente da adesão à OIN (Open Invention Network)Erich Andersen, Vice-Presidente Corporativo, Conselheiro Geral Adjunto da Microsoft, comenta:


"We know Microsoft’s decision to join OIN may be viewed as surprising to some; it is no secret that there has been friction in the past between Microsoft and the open source community over the issue of patents. For others who have followed our evolution, we hope this announcement will be viewed as the next logical step for a company that is listening to customers and developers and is firmly committed to Linux and other open source programs. "

Vamos voltar no tempo?


O que você estava fazendo no início do ano? Pode não parecer, mas 2018 já está em seu final e muita coisa interessante aconteceu nesse "embolado" da Microsoft com a cultura Open Source.

Skype em Snap

Em 3 de Fevereiro de 2018 nós estávamos anunciando a disponibilidade do Skype em formato Snap, compatível com a nova loja de aplicativos da Canonical, empresa que desenvolve o Ubuntu.

Essa medida iguala o software Skype às versões disponíveis para Windows e macOS, dando aos usuários de Linux basicamente a mesma experiência em qualquer plataforma. Como os pacotes Snap são "universais" e podem ser usados em qualquer distribuição Linux, isso leva  o Skype para qualquer lugar.

Azure Sphere OS - A distro Linux da Microsoft

Pouco tempo depois, em Abril, uma nova notícia surpreendente. Está claro que o principal interesse da Microsoft em usar tecnologias abertas (no momento) é deixar a sua plataforma de infraestrutura e serviços em nuvem mais robusta e segura, no entanto, outro segmento importante para o futuro é o IoT (Internet of Things) e foi assim que nasceu o Sphere OS.

Um sistema operacional da Microsoft, baseado em Linux, para ser usado em "Internet das Coisas".

Compra do GitHub

Em Junho a Microsoft demonstrou o seu interesse,  não só em fazer parte da comunidade Open Source, mas também de ser "a estrutura" para o desenvolvimento dela. 

A compra do GitHub, como era de se esperar, gerou muitos debates sobre a "benevolência" da Microsoft e fez com que muitas pessoas passassem a usar alternativas, como o GitLab. Passando alguns meses, o GitHub continua firme e forte e as pessoas passaram a ter mais opções.

SUSE e Microsoft de "mãos dadas"

Outra grande empresa do mundo Open Source é a SUSE, que agora com maior autonomia, trabalhou, em conjunto com a Microsoft, para oferecer o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure.

O que nos leva a última novidade até o momento, a união ao OIN, porém, muitas outras coisas aconteceram, algumas maiores e mais chamativas, outras menores, mas igualmente importantes, ao longo dos últimos dois anos especialmente. Para saber mais das aventuras da Microsoft no mundo Open Source visite essa categoria aqui do blog.

Adesão ao Open Invention Network

OIN - Open Invention Network

Antes de mais nada, do que se trata a OIN?

A OIN, ou "Open Invention Network", é uma organização ou comunidade que agrupa várias empresas do mundo em um acordo de não usar suas patentes em "agressão" ao movimento Open Source, especialmente o Linux.

De forma geral, as empresas que fazem parte da OIN acordam em não viabilizar o famoso "Embrace, Extend and Extinguish", popularizado pela própria Microsoft nos anos 90, onde a utilização de uma tecnologia em conjunto com a de outra empresa acontecia e então uma delas acabava inviabilizando o negócio por conta de patentes.

Esse grupo é formato por milhares de instituições que querem usar as suas tecnologias em conjunto com o Linux, mas não querem que as patentes de suas tecnologias interfiram na adoção das mesmas, fazem parte do grupo empresas como Google, SpaceX, Canonical, Red Hat, Samsung, Canon, Philips, IBM e muitas outras.

A Microsoft, e todas as demais empresas participantes, sabem que ninguém confiará em desenvolver uma tecnologia baseada em Linux com a inclusão de tecnologia alheia caso, ou mesclando coisas, se existir o perigo de haver uma reviravolta legal no futuro, e no mundo de cloud computing, confiança é tudo, afinal, seus serviços e os seus dados (e dos seus clientes) estarão rodando ali.

Outro ponto é que para distribuir software de forma integrada ao Linux não se pode ferir o licenciamento do Kernel, que impede que algo seja redistribuído caso uma de suas patentes entrem em conflito. Ou seja, uma vez aberto o código, fechar não é tão simples.

A entrada da Microsoft e a liberação de 60 mil patentes pertencentes a ela para ION deixa de onerar o desenvolvimento de certas tecnologias, incluindo o próprio Android, para outras empresas que também compartilham desse tipo de tecnologia, como a Samsung e a Google. Esse tipo de medida, permite que outras empresas utilizem tecnologias da Microsoft em conjunto com o Linux sem entrar em conflito com outras licenças, como a própria GPL, garantindo que uma vez algo integrado, a empresa não possa simplesmente "cobrar por isso".

A estratégia de faturamento da Microsoft parece ter mudado drasticamente, abrir mão de tantas patentes que geram bilhões em receitas anuais só vem pela crença de que ao fazer isso, no futuro muitos outros bilhões virão, sem dúvida, e não há problemas com isso do meu ponto de vista.

Diferente de softwares proprietários, onde, geralmente, uma única empresa o detém, um software como o Linux é mantido e usado por inúmeras companhias ao redor do mundo e simplesmente não pode ser fechado ou inviabilizado graças ao Copyleft. A verdade é que a Microsoft chegou atrasada nesse mundo de Cloud, assim como chegou com os Smartphones no "boom" da era mobile, e certamente eles não querem que aconteça o mesmo que aconteceu com o Windows Phone.

A empresa parece ter entendido que conquistar esse mercado está mais ligado a trabalhar de forma colaborativa, aliando tecnologias que as pessoas já conhecem e confiam e desenvolvendo no topo delas, do que tentar forçar os usuários a aceitarem os seus padrões e serviços. 

Um bom exemplo disso é Azure, empurrar o Windows como a única solução para Cloud oferecida por eles simplesmente faria o segmento desmoronar, a tecnologia Open Source sempre esteve ali para ser usada e eles finalmente entenderam que podem usá-la como todos os seus concorrentes e oferecem essas soluções para seus clientes. Basta passear um pouco pelas soluções apresentadas no Azure para ver que muito pouca coisa lá oferecida funcionaria sem tecnologia Open Source.

Sempre haverão as pessoas que olharão com ceticismo, e elas estão no direito delas, é plenamente compreensível como já mencionei anteriormente, mas software livre é para todos, certo? Inclusive a Microsoft.

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18 cursos de tecnologia em Inglês com legendas em Português que vale a pena conhecer

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Muitas vezes nos deparamos uma grande barreira em nosso aprendizado, por mais que tenhamos boa vontade e dedicação ao estudo, muitos assuntos e materiais de aprendizado são disponibilizados apenas em outros idiomas, principalmente o inglês e se ele não for o seu forte, você pode acabar tendo problemas. Por conta disso, no artigo de hoje você vai conhecer 18 cursos excelentes que são na língua inglesa, mas que possuem legendas em Português para te ajudar a entender tudo direitinho.

Cursos em Inglês legendados em Português






Os nossos amigos da Udemy estão trabalhando em nova sessão de cursos de tecnologia voltada para o público brasileiro, buscando fazer versões legendadas de alguns dos mais famosos cursos de tecnologia da Udemy dos EUA. Se você tem alguma dificuldade em aprender somente ouvindo em inglês, essa pode ser uma grande ferramenta de acessibilidade ao conhecimento, ainda mais pelos preços dos cursos da Udemy, confira as opções:

Vue JS 2 - The Complete Guide (incl. Vue Router & Vuex) http://bit.ly/2xaCwyU
Vue JS 2 - The Complete Guide (incl. Vue Router & Vuex) http://bit.ly/2MpEOiY
Data Science A-ZTM: Real-Life Data Science Exercises Included http://bit.ly/2xaMO1R
The Ultimate Hands-On Hadoop - Tame your Big Data! http://bit.ly/2MmBc1f
iOS 11 & Swift 4 - The Complete iOS App Development Bootcamp http://bit.ly/2MprH1t
Become a SuperLearnerTM 2: Learn Speed Reading & Boost Memory http://bit.ly/2MpEKzK
Docker Mastery: The Complete Toolset From a Docker Captain http://bit.ly/2Mp2rse
AWS Certified Solutions Architect http://bit.ly/2x7DiN3
Neuroplasticity: How To Rewire Your Brai http://bit.ly/2xaucz9
Complete Guitar System - Beginner to Advanced http://bit.ly/2MpEQY8
Blockchain A-ZTM: Learn How To Build Your First Blockchain http://bit.ly/2xaI1NN
Blockchain and Bitcoin Fundamentals http://bit.ly/2x8mRjn
AWS Serverless APIs & Apps - A Complete Introduction http://bit.ly/2MpEK2I
Digital Painting Master Class : Beginner to Advance http://bit.ly/2MmBbud
Flutter & Dart - The Complete Flutter App Development Course http://bit.ly/2MrD4Ga

Se você estiver procurando por cursos em Português sobre Linux e softwares open source, confira a nossa página de curadoria na Udemy, caso você precise especificamente de um curso de inglês para não depender mais de cursos legendados, conheça o curso de inglês criado pelo nosso amigo Giorgi Bastos, é um curso focado em profissionais de T.I, usando termos e linguagens do meio para deixar você mais preparado e confiante para os desafios profissionais.

Até a próxima, aproveite as promoções!
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NVIDIA está trabalhando para melhorar o suporte do NVIDIA Optimus no Linux

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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Quem usa notebooks com placas de vídeo (GPU) híbridas com Intel + Nvidia esbarra com umas coisas bem chatas, onde na maioria das vezes a “culpa” é da fabricante da GPU, que não entrega pleno suporte. 


NVIDIA está trabalhando para melhorar o suporte do NVIDIA Optimus no Linux






No caso da Nvidia, ela disponibiliza uma ferramenta chamada de NVIDIA Optimus para o Windows, onde você pode desabilitar a placa de vídeo da Nvidia e só ativar quando precisar, como por exemplo quando for jogar, renderizar um vídeo ou algo que precise do poderio de processamento da GPU dedicada. E assim deixando a GPU integrada da Intel funcionando a maioria do tempo, assim poupando a bateria e assim economizando a mesma.

Mas para Linux não temos uma solução definitiva. Temos até o momento duas soluções recomendadas pela NVIDIA para amenizar esse problema, mas não tendo eficácia em 100%.

Temos também a solução usando drivers Open Source (Nouveau) que funciona exatamente como deveria, porém, o desempenho não é excelente.

A primeira solução “oficial” é a utilização do  Bumblebee para se tentar fazer o mesmo procedimento do Optimus, em que possa desabilitar a NVIDIA e só habilitar quando for usar. Mas essa solução não se mostra aplicável para GPU híbridas mais novas, pois o projeto encontra-se “abandonado”, digo isso porque os últimos updates no github do projeto foram a mais de 5 anos.

Algumas distros, como o Pop!_OS da System76, procuraram desenvolver uma forma de contornar este problema, mas a integração, ainda que funcional, não é perfeita, obrigando o usuário a reiniciar o computador para alternar entre as placas. 

A outra solução e que é instalada automaticamente quando se instala os drivers proprietários da Nvidia, é a utilização do PRIME, mas ele tem um problema. Você só vai poder usar uma placa de cada vez, por exemplo ou você usa a GPU integrada da Intel ou usa a GPU dedicada da Nvidia, e quando precisar fazer esse procedimento ter que fazer logoff. Um transtorno desnecessário.

Mas nas últimas horas, uns dos responsáveis pela área de drivers para Linux da Nvidia, Aaron Plattner, comentou em um post no fórum da Nvidia que estava aberto desde 2016, dando um parecer sobre a vinda da tecnologia para Linux, dizendo o seguinte:

“Hi folks,

Yes, it's still being worked on. Kyle laid the groundwork with the server-side vendor-neutral dispatch code that's in X.Org xserver 1.20. There's still some more work to be done there and support for it needs to be wired up inside our driver, but basic support for loading NVIDIA's GLX as a vendor in the server is in place. Kyle is putting together a proposal for the next steps. “


Tradução:

“ Olá pessoal,

Sim, ainda estamos trabalhando nele. Kyle lançou as bases com o server-side vendor-neutral e o código está sendo enviando para o X.Org xserver 1.20. Ainda tem muito trabalho para ser feito por lá e o suporte precisa ser conectado dentro do nosso driver, mas o suporte básico para carregar o NVIDIA GLX já está no pronto. Kyle está montando propostas para as próximas etapas.” 
 
Isso é muito bom e animador, pelo menos para mim, pois tende a melhorar o suporte de GPU híbridas Intel + Nvidia no Linux e ainda trazendo recursos que hoje não se tem em relação ao que se tem para as soluções em Desktops.
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Hollywood junta-se a Linux Foundation para criar a Academy Software Foundation

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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

No último final de semana o site de entretenimento Variety noticiou algo espetacular para o mundo do open source, relatando a entrada da "Academia de Artes e Ciências Cinematográficas" para a Linux Foundation, com a finalidade de promover o uso de software open source no cinema e além dele.







Nessa junção foi criada a Academy Software Foundation, que vai estar encarregada de promover o open source. 

Os membros fundadores são: Animal Logic, Autodesk, Blue Sky Studios, Cisco, DNEG, DreamWorks, Epic Games, Foundry, Google Cloud, Intel, SideFX, Walt Disney Studios and Weta Digital. A criação da ASF tem o propósito ajudar novos estúdios através de suporte para o uso de software Open Source, além, é claro, de promover a utilização.

A cooperação entre a Academia e a Linux Foundation começou há pouco mais de 2 anos, quando o conselho de Ciência e Tecnologia da Academia começou a investigar quanto o código aberto era utilizado por Hollywood.

Segundo a investigação, mais de 80% de Hollywood usa software de código aberto de forma direta ou indiretamente.

Segundo o diretor executivo da Linux Foundation, Jim Zemlim, esse “movimento” pode ser transformador para Hollywood, ele comentou o seguinte:

“Eu já vi esse filme antes em outras indústrias", e complementando  que o mesmo movimento aconteceu na indústria automotiva, que obteve grandes benefícios ao trabalharem juntos com os projetos de código aberto. Ele ainda falou que os defensores do código aberto e os estúdios de Hollywood ainda não tinham tido a oportunidade de estarem frente a frente para resolver questões como o gerenciamento de direitos digitais.

Outro diretor que se manifestou foi Andy Maltz, que faz parte do Conselho de Ciência e Tecnologia da Academia, falando que foi a primeira vez que a Academia “empresta” o seu nome para uma entidade que não esteja sob o seu controle e complementou:

“ Este é realmente um grande negócio para nós”.

Maltz ainda explicou que o nome “Academy Software Foundation” foi escolhido para ser inclusivo e também para atrair os desenvolvedores para games e outras formas de mídia.

“Há um mundo inteiro de outras formas de arte” - disse ele.

A Academy Software Foundation terá uma espécie de divulgação pública no Siggraph, onde Bredow falará sobre isso durante seu discurso na Segunda-feira.

Isso é um bom sinal que uma indústria tão forte como Hollywood esteja apostando em software livre.

Conte-nos aí nos comentários o que você dessa junção. =) 

Até uma próxima e forte abraço.
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Google se torna membro Platinum da The Linux Foundation

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sábado, 7 de julho de 2018

A "The Linux Foundation" é uma organização sem fins lucrativos, que promove inovações tecnológicas em massa através do código aberto e conta com o apoio de empresas de software, telecom, industria da tecnologia e entre outros. Por isso o interesse dessas empresas em apoiar a organização.


Google se tornar membro Platinum da The Linux Foundation





Nisso a gigante  da tecnologia de Mountain View até a data do anuncio, era membro "Silver" (Prata), com doações anuais de US$100.000,00, mas agora se torna um membro "Platinum" as doações anuais saltam para US$500.000,00 e agora junta-se à um seleto grupo onde estão: AT&T, Cisco, Fujitsu, Hitachi, Huawei, IBM, Intel, Microsoft (sim meus amigos, ela mesmo rs), NEC, Oracle, Qualcomm, Samsung e a VMware.

Com isso a Google aumenta a sua participação no Conselho de Diretores da "The Linux Foundation", assim tendo "amplo conhecimento e experiencia da fundação em tópicos de governança de código aberto, legais e técnico."

Vale ressaltar também, que o Google lançou e contribuiu com mais de 10.000 projetos de código aberto, como: Cloud Foundry, Node.js, Cloud Native Computing Foundation e o Open API Initiative.

o Diretor executivo da "The Linux Foundation", Jim Zemlin, deu a seguinte declaração:

"O Google é um dos maiores colaboradores e defensores do código no mundo, e estamos entusiasmados por terem decidido aumentar seu envolvimento na "The Linux Foundation". Estamos honrados que Sarah Novotny, um das principais figuras da comunidade de código aberto, participe do nosso conselho - ela será um grande trunfo."
Sarah Novotny, Diretora da área de estratégica que cuida do open-source do Google Cloud Platform e que agora será a representante da empresa na organização, deu a seguinte declaração:

 "Open source é uma parte essencial da cultura do Google e há muito tempo reconhecemos o potencial dos ecossistemas abertos para crescer rapidamente, ser mais resilientes e adaptáveis diante das mudanças e criar softwares melhores. A Linux Foundation é um elemento fixo na comunidade de código aberto. Ao trabalhar de perto com a organização, podemos nos envolver melhor com a comunidade como um todo e continuar a construir um ecossistema mais inclusivo, onde todos possam se beneficiar.."

Com isso a "The Linux Foundation" conta hoje com mais de 800 membros em todos os níveis da sua organização colaborando, com códigos e financeiramente.

Espero que tenha gostado, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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SUSE apoia o setor financeiro com infraestrutura definida por software Open Source

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terça-feira, 19 de junho de 2018

O setor financeiro vivencia o momento de transformação digital, com organizações mais automatizadas, sistemas interligados e clientes mais exigentes, visando novos modelos de gestão financeira mais confiáveis e escaláveis.  A SUSE, pioneira em software open source, atende às necessidades das instituições do segmento por meio de uma infraestrutura definida por software de código aberto, o que é possível devido às plataformas disponibilizadas pela empresa.

SUSE Linux






Desde 1992, quando a SUSE lançou sua primeira distribuição Linux - posteriormente nomeada como SUSE Linux Enterprise Server -, a empresa tem auxiliado a aumentar o nível de suporte de seus clientes com constantes melhorias realizadas no produto e em seus serviços. Este sistema operacional é um servidor open source seguro e de nível mundial. 

O SUSE Linux Enterprise Server ajuda na inovação para adaptar mais rapidamente às novas tecnologias, no aumento da confiabilidade do sistema e atende aos requisitos de segurança. Além disso, possibilita criar uma infraestrutura de TI ágil.

Junto com uma infraestrutura moderna, é necessário permitir o gerenciamento de dados – cada vez maiores das empresas – de forma a reduzir a complexidade e recuperar o controle. Por isso, uma das soluções recomendadas para o setor financeiro é o SUSE Manager, desenvolvido para Linux, que reduz o custo de gerenciamento de infraestrutura de TI, além de facilitar a adoção do DevOps. Esta solução única e centralizada ainda permite amplo gerenciamento dos sistemas Linux em qualquer plataforma, sejam contêineres, máquinas virtuais, físicas, em nuvem pública ou IoT.

Essas duas soluções permitem que a infraestrutura definida por software open source esteja de acordo com os requisitos de segurança de dados internos e externos, cada vez mais rígidas. Além de possibilitar a ampliação da base de clientes e a introdução de novos canais digitais, por meio da plataforma em nuvem.

Transformação digital na prática
Essas e outras soluções para a transformação digital da infraestrutura de TI apoiam o setor financeiro em uma solução inteligente de gerenciamento e armazenamento definida por software open source. Assim, as organizações conseguem se adaptar às demandas de dados, negócios em expansão e em constante mudança, de maneira escalável e resiliente, utilizando servidores comuns e unidades de disco tradicionais.

Na busca por manter altos padrões de serviço para seus clientes, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (SICOOB) - maior sistema financeiro cooperativo do Brasil - escolheu a SUSE como um dos parceiros estratégicos para modernizar a sua infraestrutura. O SICOOB buscava ampliar e otimizar seus serviços financeiros, levando com rapidez e segurança aos seus mais de 4 milhões de cooperados, os produtos oferecidos pelos grandes bancos de varejo do país.

“Em virtude da expansão dos negócios do SICOOB no território nacional, precisávamos adotar soluções robustas e escaláveis que propiciasse esse crescimento”, afirma o Diretor de Tecnologia da Informação, Antônio Vilaça Júnior, do Sicoob. À época, para expandir a capacidade de processamento da instituição, sempre era necessário o acréscimo de novos servidores físicos.

Esta expansão física aumentava a complexidade do gerenciamento e os requisitos de capacidade e resfriamento do data center – o que foi revertido com auxílio da implementação da infraestrutura definida por software disponibilizada pela SUSE.

Por exemplo, grande parte dos fluxos de trabalho é gerenciada pelo SUSE Manager, que oferece uma visão 360 graus e reduz consideravelmente o tempo e a complexidade da gestão de servidores e serviços. “A solução proporciona uma melhoria no índice de disponibilidade e automação, tornando o ambiente mais ágil e confiável, além de auxiliar na convergência tecnológica que o negócio necessita”, relata o Superintendente de Infraestrutura e Operações de TI, Dênio Rodrigues, do SICOOB.
As soluções da plataforma da SUSE são implementadas de modo simples e ágil, o que facilita a transformação do data center. E, o mais importante, os consultores da SUSE trabalham em conjunto com as equipes da empresa que contratou o serviço para que consigam conduzir as operações com as habilidades necessárias. Todas as soluções do portfólio da SUSE para a transformação digital das instituições financeiras serão apresentadas no congresso de tecnologia da informação para o setor, o CIAB Febraban 2018.

Fonte: SUSE Release de Imprensa.
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