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openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Em um tweet recente, Richard Brown (presidente do projeto openSUSE), divulgou um link de uma lista de discussão sobre "o projeto deve mudar seu nome?", e isso vem tornando interessante a repercussão em cima do assunto.

openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação





Nesta lista, Richard pondera alguns pontos sobre essa mudança de nome do projeto para acomodar a futura fundação “openSUSE” , abordados no texto logo abaixo:



“Do meu ponto de vista, há uma série de benefícios de renomear o

Projeto openSUSE, especialmente quando se considera o anunciado no oSC intenção de formar uma “Fundação openSUSE” para ser um entidade que representa o projeto.

Para qualquer entidade que deseja ser totalmente autônoma e funcional, será necessário ter pelo menos algum controle/propriedade/direitos para o seu próprio nome e marca comercial. O nome atual do openSUSE torna essas coisas bastante complicadas. Marcas registradas são aplicáveis ​​apenas se forem consideradas exclusivas.

No momento, operamos em uma situação onde tanto o SUSE quanto o openSUSE são de propriedade da SUSE, portanto, são considerados 'exclusivos'. Isso tem alguns efeitos colaterais práticos - por exemplo, com nomes de domínio. A SUSE não pode permitir a ampla reutilização de sua marca sem arriscar a obrigatoriedade de sua marca registrada principal do SUSE, portanto, o SUSE efetivamente tem que se registrar e possuir todos os possíveis * opensuse *. *domínio que o Projecto ou qualquer das nossas comunidades ancilares usam, em para proteger sua marca registrada SUSE.

O SUSE faz um ótimo trabalho em disponibilizar esses domínios para o openSUSE usar nas circunstâncias atuais, mas isso ocasionalmente leva a situações que são desajeitadas e desconfortáveis ​​para todos os envolvidos. Por exemplo, a comunidade do openSUSE na Indonésia teve que transferir o domínio que eles registraram para executar seus sites da comunidade local / espelhos para o controle do SUSE, que ninguém realmente queria fazer e era logisticamente problemático, dado os detalhes de como registrar um domínio na Indonésia . Descobrir como / se a futura Fundação poderia possuir / controlar qualquer dos domínios do openSUSE é um tópico em aberto.

Falando especulativamente, baseado em conversas casuais e sem conselho (ainda), minha expectativa pessoal é que, se o Projeto decidir continuar operando sob o nome "openSUSE", então não há como o projeto ser o dono da marca registrada ao redor do projeto. Enquanto estou confiante de que o SUSE fará todo o possível para suportar o openSUSE nesta área, todos nós seremos limitados no que podemos fazer no áreas de nomeação, marcas registradas, subprojetos, domínios, etc, como resultado.

Renomear o Projeto, por outro lado, permitiria que o openSUSE formasse a fundação sob esse novo nome. Dado a amigável natureza cooperativa da nossa transição para este modelo de governança "menos dependente", posso prever uma situação em que, se o projeto decide renomear, operamos sob o nome novo e o antigo para um período, para evitar uma mudança muito perturbadora do "openSUSE" para "whatever" - isso funcionou muito bem nos dias do SUSE Linux 10.0 / 10.1 que foram produzidos "pelo openSUSE" por exemplo.

Então, apesar dos desafios e interrupções que qualquer renomeação poderiam causar, eu vejo os benefícios, especialmente em torno das partes mais complicadas das próximas negociações da Fundação.  Dito isso, minha opinião é apenas uma, se a comunidade é contra a ideia de renomear, é bom saber, e a Diretoria ter este feedback como fator em nossas negociações com o SUSE enquanto trabalhamos no sentido de formar a Fundação.

De qualquer maneira, nós realmente precisamos ter uma boa compreensão do que a comunidade em geral se sente sobre este tópico. Se não tivermos a discussão agora, provavelmente será tarde demais uma vez que entidades legais e acordos entre SUSE e openSUSE são formalizados.

Então, quaisquer que sejam seus pontos de vista, por favor, soem fora desta discussão, mesmo que a sua visão já seja ecoada por outros.  Você acha que o openSUSE deve mudar seu nome?”

O link para o começo da lista de discussão, você pode acessar aqui. Já para ver o texto do Richard em inglês, você pode consultá-lo aqui.

Agora queremos saber a sua opinião, sobre a possível criação da Fundação “openSUSE” e a possível troca de nome do projeto. Deixe aí nos comentários o que você acha.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço

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OpenSUSE Leap 15.1 lançado com novidades

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Com diversas melhorias no YaST, em seu instalador, com o kernel atualizado, suporte para GPUs AMD Vega a versão Leap 15.1 do openSUSE é lançado. Tendo como base o SUSE Linux Enterprise 15 SP1 (Service Pack 1).

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

A nova versão do openSUSE Leap traz muitas novidades, mas sem perder o seu foco em maturidade e estabilidade do sistema. Bebendo da fonte do SUSE Linux Enterprise 15 SP1, o novo Leap 15.1 se vale desta máxima de consistência. Afinal, clientes empresariais não podem se dar ao luxo de utilizarem um sistema com pacotes instáveis, imaturos e não testados o suficientemente.

Novidades no openSUSE Leap 15.1


Graças ao kernel Linux 4.19 houveram melhorias significativas ao conjunto gráfico em GPUs AMD Vega. Outro aspecto interessante é a implementação de suporte a virtualização de sistemas e de nuvem. A partir desta versão o Network Manager será padrão não apenas nos notebooks mas também nos desktops. O Wicked, sistema avançado de configurações de redes do openSUSE, continuará e contará com as versões populares de drivers de chipset wi-fi mais modernos. O YaST foi renovado para tirar proveito dos variados recursos oferecidos pelo systemd.

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

Falando sobre seu utilitário de instalação e configuração, houve mudanças significativas:

  • Melhor gerenciamento de serviços;
  • Firewalld com possibilidade de gestão por modo texto;
  • Firewalld com implementações avançadas do AutoYaST;
  • Melhor controle sobre fórmulas Salt;
  • Gestão de chaves SSH pelo usuário;
  • Particionador aprimorado;
  • Interface do usuário com total suporte a resoluções altas em 4k (HiDPI);
  • E muito mais...

Tempo de suporte do openSUSE Leap 15


“Continuidade e estabilidade são o que estamos oferecendo aos usuários com o Leap 15.1”, diz Haris Sehic, um dos membros da comunidade openSUSE. Sem dúvidas isso é o esperado pelos utilizadores da distro. Lembrando que o openSUSE Leap 15 foi lançado em 25 de Maio de 2018. A série 15 deve receber atualizações de segurança e software num período total de 36 meses, findando seu suporte em Maio de 2021.

Para conferir a nova versão do openSUSE efetue o download em seu site oficial. Já se pretende ver minuciosamente todos os detalhes de seu lançamento, acesse o comunicado oficial do mesmo.

Aproveitando que você vai baixar a nova versão, que tal aprender como instalar e configurar o openSUSE?


Usa openSUSE? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus?

Tenho um carinho especial por essa distro, por justamente ter utilizado e feito inúmeras customizações no openSUSE (quem utilizava o SUSE Studio sabe a nostalgia ✌✌✌).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Linus Torvalds lançou no dia 3 de Março deste ano (2019) mais uma versão do Kernel Linux, chegando na numeração 5.0 e assim trazendo algumas correções de bugs, melhorias e otimizações pontuais no código do Kernel, além da melhor compatibilização com alguns dispositivos e trazendo o FreeSync da AMD embutido no Kernel.

 Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?






Com o lançamento do Kernel Linux 5.0, veio algumas novidades que já estavam sendo preparadas e que agora chegaram em seu mainline dele. Algumas novidades trazidas foram:

● Suporte para o AMD Radeon FreeSync;
● Suporte para a nova VegaM;
● Suporte para o NVIDIA Xavier
● Melhoramento nos gráficos do Intel Icelake Gen11
● Suporte inicial para os SoCs NXP i.MX8;
● Suporte para Allwinner T3, Qualcomm QCS404 e NXP Layerscape LX2160A;
● Intel VT-d Scalable Mode com suporte para o Scalable I/O Virtualization;
● Novos drivers Intel Stratix 10 FPGA;
● Correções para F2FS, EXT4 e XFS;
● Btrfs file-system com suporte de restauração dos arquivos de swap;
● AgFscrypt Adiantum da Google agora é suportado com ajuda a criptografia rápida de dados em hardware low-end. Isso substitui o algoritmo Speck pela NSA;
● Melhorias no driver Realtek R8169;
● Suporte de alta resolução para rolagens da Logitech;
● Driver para tela sensível ao toque de Raspberry Pi;
● Melhoria aos drivers de notebooks com arquitetura x86;
● Aprimoramento de segurança para o Thunderbolt;
● Suporte para a placa Chameleon96 Intel FPGA;
● Melhor gerenciamento de energia;

No comunicado, Linus Torvalds disse que está contente com o lançamento e que a próxima janela de desenvolvimento está aberta, para a versão 5.1, e que já tem várias solicitações chegando para analisar e processar.  Mas o que chamou a atenção, foi essa declaração no final do comunicado na lista de discussão do projeto, em que ele diz o seguinte:

As mudanças gerais para todas as versões do “5.0” são muito maiores. Mas eu gostaria de ressaltar (mais uma vez) que não fazemos lançamentos baseados em recursos, e que o "5.0" não significa nada mais do que isso. Os números para a série 4.x estavam ficando grandes o suficiente para que eu ficasse sem dedos na mão e dos pés para contar.”.

Caso queira ver um compilado técnico mais completinho, o pessoal do Phoronix fez esse trabalho árduo. Agora se você deseja ver a lista de discussão em que Linus Torvalds fez o anúncio, você pode conferir neste link.

Aí você me pergunta: “ Será que devo atualizar o Kernel do meu sistema?”, e então lhe respondo: “Depende meu caro Padwan, depende.”, e vou tentar explicar o porque do “Depende”. Usando como base um dos mantenedores e membro da Linux Foundation, Greg Kroah-Hartman.

Vou dar uma breve descrição de cada “versão” do Kernel que são lançadas e assim tirar algumas dúvidas que sempre aparecem aqui no blog, no canal do YouTube e no Diolinux Plus.

Versão Mainline do Kernel


Essa versão é o que falamos que “acabou de sair do forno”, na qual você pode instalar em sua distro. Mas tome cuidado, pois essa versão não tem as correções, melhorias e patchs da distro que você usa, podendo ocorrer instabilidades no sistema. Ela é recomendada para entusiastas ou quem quer testar novas funcionalidades ou compatibilidades de hardware “hiper novos”. Se você é um desses, fizemos um artigo de como fazer a troca, usando o programa UKUU (Ubuntu Kernel Update Utility). Também temos um artigo de como instalar os pacotes .deb, no caso do Ubuntu, e para acessar o mainline dele, basta acessar este link.

Última versão estável (Stable)


Quando o Kernel é lançado como “Stable” (Estável), quer dizer que é o mais recente em que a comunidade de desenvolvedores declaram como tal. Isso acontece a cada 3 (três) meses, em que um versão stable é lançada, contendo as últimas correções de bugs e suporte aos hardwares mais recentes. Essa versão é comumente usada na maioria das grandes distribuições, como Ubuntu, Fedora, openSUSE entre outras. Além de ter sido testado pelos 4.000 desenvolvedores do projeto.

Último lançamento da versão LTS (Long-term support)


Se você tem um hardware que precisa de implementações que não venham diretamente do mainline do Kernel Linux, como por exemplo os equipamentos de IoT, a última versão lançada do Kernel LTS é uma boa escolha. A sigla LTS, que quer dizer Long-term support ou Suporte a longo prazo, contém as últimas correções de bugs no Kernel, mas não tem nenhum novo recurso adicionado, sem suporte a novos hardwares implementados e também não obtém as mais recentes melhorias de desempenho do Kernel. Esse tipo de Kernel LTS “novo” é utilizado por usuários que gostam de não se preocupar com os upgrades constantes das versões Stables, que ocorrem a cada 3 meses, já as versões LTS “novas” são atualizadas pelo menos uma vez por ano. Ainda segundo Greg, quem escolhe esse tipo de Kernel, tem que estar bem ciente que o suporte pode ser difícil por parte dos devs, pois os mesmos usam como base a versão Stable. E se você reportou um problema/bug, o dev perguntará “a última versão estável tem esse problema?”. Então tem que ter essa noção.

Versões mais antigas do LTS


Essa versão do Kernel tem um suporte de pelo menos de 2 anos, entretanto às vezes pode se estender por conta de grandes distribuições Linux tem maior suporte, como o caso do Debian ou as SLES.

Empresas como a Google e que fazem parte da Linaro, investiram para que esses kernels perdurem ainda mais, de uma forma “beeemmm resumida”, os chips SoC são desenvolvidos com base em Kernels com mais de 2 anos de suporte e eventualmentetem mais de 2 milhões de linhas adicionadas ao longo do tempo para mantê-los funcionando de forma segura. Se esses LTS forem interrompidos após 2 anos, o suporte da comunidade também vai cessar e com isso não terão mais correções sendo feitas, ocasionando em milhões de dispositivos sem a segurança necessária e estando por aí “flutuando”, e as empresas não querem isso para si e para seus clientes, obviamente.

E na data desta publicação, as versões do Kernel são:

Só para ilustrar melhor, o meu Asus Zenfone 4 Selfie usa o Kernel 3.18.71 com correções feitas e mantidas pela Asus, agora imagina se isso acaba “da noite para o dia”, seria bem complicado.

Então, na hora que você for mudar de Kernel em sua distro, pense muito bem antes de sair trocando “ a torto e direita”, pois pode ser que o problema que você esteja enfrentando não seja do Kernel, e sim de uma instalação mal feita do driver de vídeo, de um programa ou a simples curiosidade de mexer no Linux. 😜

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”

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sábado, 10 de novembro de 2018

Na segunda-feira (5), a Microsoft anunciou em seu blog oficial (o MSDN) que traria grandes novidades no update 18277 para o Windows 10, como a correções de bugs, melhorias na interface, implementações com a Cortana junto com a Amazon entre outras. Você pode conferir mais detalhes neste link.


 Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”






Mas o que chamou mais atenção foram as novidades e recursos adicionados pela Microsoft em relação ao Linux, até mesmo uma versão paga dele chamada de WLinux. Mas calma, vamos explicar.

Novidades


As novidades começam pelas distribuições que estão disponíveis na Microsoft Store, que agora contam com o Ubuntu 18.04 LTS, OpenSuse 15 e o SLES 15, além do Wlinux.

Agora o Ubuntu 18.04 em WSL (Windows Subsystem for Linux ou Subsistema Windows para Linux) rodará em um dispositivo ARM para aprendizado ou simplesmente para o uso, assim “capturando” a versão ARM do aplicativo. Essa função é ativada se você baixar o Ubuntu pela loja da Microsoft.

O Bloco de Notas (Notepad) agora vai ter suporte para “final de linha” (Line Endings) do Linux e assim não mais tendo problemas em abrir arquivos vindos do sistema do Pinguim. Exemplo: Abrir um arquivo .sh e não perder a formatação. Para saber mais acesse o link.

Outra novidade é que agora você vai poder abrir um Linux Shell diretamente pelo Explorer do Windows, apenas pressionando  Shift+Botão Direito do Mouse em cima do arquivo que você precisar.



Mais uma novidade é que agora você pode instalar as distros no Window 10 via linha comando com o WSL ativado. Para saber como ativar ele a Microsoft recomenda ver o manual.

Depois de ter feito isso você precisa habilitar o WSL usando os seguintes comandos. No Exemplo foi usado o Ubuntu 18.04.

Invoke-WebRequest -Uri https://aka.ms/wsl-ubuntu-1804 -OutFile ~/Ubuntu.appx -UseBasicParsing

Add-Appx-Package -Path ~/Ubuntu.appx

Aí para instalar o Ubuntu 18.04, usa os seguintes comandos:

RefreshEnv

Ubuntu1804 install --root

Ubuntu1804 run apt update

Ubuntu1804 run apt upgrade -y

Fizemos um vídeo falando sobre o WSL lá no canal, você pode conferir o vídeo logo abaixo.

       

Agora você vai poder usar os comandos Copiar e Colar nos terminais Linux/WSL, basta habilitar essa opção. Para mais detalhes acesse aqui.




E o Linux pago da Microsoft, o WLinux???!!


Bom, segundo o post no blog oficial da Microsoft, o WLinux vai ser a primeira “distribuição” para WSL, com implementações feitas especificamente para serem usadas no WSL, como por exemplo toolchains para desenvolvedores e implementações sem suporte ainda, como o systemd. O WLinux é baseado no Debian, mas diferente do Debian que conhecemos. Esse Debian da Microsoft “transformado” em WLinux é mais voltado para quem é desenvolvedor ou entusiasta, visto que ele é todo construído para ser usado via terminal. Como podemos ver em algumas capturas de telas abaixo. Sendo assim, ele é mais uma das distros disponíveis para o WSL, como as outras que foram comentadas.








O WLinux vai ser comercializado por R$75 em média, mas está em promoção até o dia 13/11/2018 por R$18,95. Você pode acessar a loja da Microsoft para comprar ele.

Você pode acessar o projeto do WLinux e ver quais ferramentas estão sendo utilizadas, através do Github deles.

Muita gente confunde software livre com software grátis, mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra e se qualquer distro quisesse cobrar por seus serviços, isso seria perfeitamente legal e bem visto, o próprio Stallman fala sobre isso em seus discursos.

A grande questão é: O que de especial esse sistema novo da Microsoft traz para que justifique a sua compra? Tem algo que ele faz que não é possível de fazer com outras distros ou de outra forma? São objeções que o marketing da Microsoft precisará trabalhar, sem dúvida, se quiser vender o produto. Pode ser também que colocar um valor assim seja um teste para ver o quanto as pessoas estão dispostas a pagar por produtos do tipo, nunca se sabe.

Bom, é isso sobre a tão “polêmica” distro Linux paga da Microsoft,  só trazendo compatibilidades entre o Windows e as distros Linux, além dela trazer uma modificação do Debian com as suas implementações para funcionarem com as suas ferramentas e afins.

Isso tudo no final, quem ganha é o Linux, que em um futuro bem próximo pode “respingar” nas distros fora da Microsoft Store.

Se você quiser ver o post original do anúncio, pode acessar o blog. E se quiser ver as notas de lançamento pode acessar ela aqui.

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa investida da Microsoft em compatibilizar o Linux dentro do Windows.

Até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE expande educação em software open source em todo o mundo

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A SUSE® está expandindo seu apoio para a próxima geração de desenvolvedores de software open source, por meio do crescimento global do Programa Acadêmico SUSE.

 SUSE expande educação em software open source em todo o mundo






O programa está preparando desenvolvedores em indústrias de todos os setores para atender às novas demandas da economia digital, fornecendo conhecimento em open source, materiais de treinamento e um projeto de compras de soluções de ensino com baixo custo para a comunidade educacional.

Fundado em maio de 2017, o Programa Acadêmico SUSE tem crescido vertiginosamente e já inclui mais de 400 universidades, escolas, bibliotecas e outras instituições acadêmicas. O programa também aumentou seus recursos e pretende dobrar seu número de participantes nos próximos seis meses.

"A SUSE tem sido uma defensora da educação em open source, e nossos links existentes com o meio acadêmico nos permitiram trabalhar com um grande número de escolas em um curto período de tempo", afirma Sander Huyts, vice-presidente da SUSE e líder do Academic Program.

"Estamos comprometidos com o desenvolvimento de habilidades e educação em open source no nível acadêmico, porque os consideramos críticos para a saúde a longo prazo da nossa indústria. São elementos fundamentais para a tecnologia moderna. Continuaremos a aumentar os recursos e o suporte para garantir que o open source continue a prosperar”, complementa.

A demanda por habilidades em open source está em alta e aumenta a cada ano. De acordo com o Open Source Jobs Report (em uma tradução livre, o Relatório de Empregos em Open Source de 2018), realizado pela Linux Foundation, a contratação de talentos em open source é uma prioridade para 83% dos gerentes de contratação, o que representa um crescimento de 76% em relação a 2017.

O Programa Acadêmico SUSE oferece uma variedade de serviços para atender a demanda por talentos e o conhecimento avançado de open source. Isso inclui treinamento para obter o certificado em Linux e outros cursos, materiais curriculares dos estudantes para professores e funcionários, produtos SUSE gratuitos para uso educacional ou de laboratório, um programa especial de compras da SUSE para instituições educacionais, ferramentas de desenvolvimento e acesso à base de conhecimento, fóruns e suporte técnico.

Participantes do Programa Acadêmico SUSE


O programa da SUSE está impactando positivamente as vidas de educadores e estudantes em todo o mundo, inclusive nas Universidades de Oxford, Cambridge, Czech Technical, Estadual de San Diego, British Columbia, além da Faculdade de Tecnologia de Nova Iorque.

"Nossa universidade tem utilizado o programa para vários alunos como parte do currículo para especialistas em sistemas, para fins internos de ensino e aprendizagem", relata Werner Degenhardt, diretor acadêmico e CIO da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

"Nós amamos o programa. É muito fácil aplicá-lo e ele já nos trouxe excelentes resultados".

"Os materiais fornecidos no Programa Acadêmico são muito impressionantes. Estou usando o programa para desenvolver um laboratório para os estudantes instalarem uma pequena nuvem e incorporarem o SUSE OpenStack Cloud em nossa disciplina de teoria do sistema operacional" , comenta Philip Chee, tecnólogo em ciência da computação e professor da Faculdade Fleming em Peterborough, Ontário, Canadá.

Para mais informações sobre o Programa Acadêmico SUSE, clique aqui.
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Enquete: Qual a melhor distro Linux com KDE?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O KDE é um dos maiores e mais completos Desktop Enviroments do mundo Open Source e várias distribuições o utilizam, especialmente em conjunto a interface KDE Plasma. Mas qual seria a "melhor"?

Qual a melhor distro com KDE Plasma?






É claro que nós sabemos que "melhor" e "pior" são conceito altamente relativos, ainda mais quando se parte de gosto pessoal, como é o caso. Qual a melhor distro com KDE Plasma como interface? Boa pergunta! Por quê você não vota na nossa enquete no Twitter?




A ideia é fazermos um vídeo no YouTube, talvez em uma das nossas lives, o "Diolinux Friday Show" nas Sextas-feiras para debater o resultado da votação na enquete. Qual a melhor distro com KDE? Qual a justificativa da sua escolha?

Conte pra gente e até a próxima! :)
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Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux

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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Uma hora ou outra nos deparamos na situação em que precisamos mandar uma imagem para alguém, pode ser via e-mail, Telegram, WhatsApp ou qualquer outro meio que possibilite o envio de imagens.


Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux







Mas como "nem tudo são flores”, esses serviços têm um limite do que podemos anexar neles, quando isso acontece sempre recorremos a outras ferramentas, como sites e softwares.

Hoje vamos mostrar um aplicativo que pode tornar essa rotina um pouco menos trabalhosa.

O aplicativo Converseen é um projeto open source escrito em C++ usando as bibliotecas Qt5. Você consegue converter para mais de 100 tipos de formatos de imagens, dentre eles: DPX, EXR, GIF, JPEG, JPEG-2000, PDF, PhotoCD,PNG, Postscript,SVG e TIFF. Outro ponto positivo é que ele tem tradução para o Português do Brasil.

Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux


Para instalar Converseen, você pode escolher entre duas formas, instalando via repositórios da sua distro preferida ou compilando o código fonte, vamos mostrar as duas formas.

Instalando via repositórios:


Ubuntu: 

sudo apt-get update

sudo apt-get install converseen

Se quiser instalar via repositórios do pessoal do site UbuntuHandbook, segue esse post de como adicionar ppa no Ubuntu e derivados:

O ppa a ser adicionado é o ppa:ubuntuhandbook1/apps e depois rodar os seguintes comandos no terminal:

sudo apt-get update

sudo apt-get install converseen

Se preferir pode instalar via synaptic também, basta procurar por “converseen”.

Fedora:

yum install converseen

openSUSE:

Pode utilizar o 1-Click install ou a linha de comando zypper install converseen

A segunda forma é procurando na loja da sua distro favorita por "Converseen" e instalar.

Para maiores informações de instalação em outras distros, acesse o site oficial neste link

Conte-nos ai nos comentários, o que você achou do programa. =)

Espero até uma próxima e um forte abraço.

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SUSE lança novas ferramentas para o seu sistema Enterprise

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quinta-feira, 5 de julho de 2018

A SUSE, empresa por trás do SUSE Enterprise Linux (SLES) e a principal empresa no desenvolvimento do openSUSE Linux, lançou na última Quinta-feira (28/06) versões novas das suas ferramentas administrativas e do seu sistema operacional voltado para o meio corporativo.


SUSE lança novas ferramentas para o seu sistema Enterprise





O primeiro a ser apresentado foi o SUSE Linux Enterprise 15, que foi mostrado como um sistema operacional modular, onde foi pensado para tornar o TI da empresa mais simples e "multitarefas" (multimodal) que visa tornar a infraestrutura tradicional de TI mais eficiente e ter uma plataforma para desenvolvedores (Dev's) mais atraente, com isso a empresa que optar em usar o SUSE Linux Enterprise 15 (SLES) terá facilidades em implantar seus projetos, além de poder fazer as transições de cargas de trabalho crítico facilmente, sendo nuvens públicas ou privadas.

O SLES usa a arquitetura Modular+, que torna o sistema operacional apto para inovações do mercado e ao mesmo tempo sendo mais eficiente para a modalidade em ambientes de TI multimodalidades.

 Já a ferramenta apresentada com a sua mais nova versão, é a SUSE Manager, que tem o foco em redução de custos para se gerenciar o inventario de TI de uma empresa, como gerenciar os vários sistemas Linux em diferentes tipos de arquitetura de hardware, IoT, conteiners e plataformas de nuvem (cloud).


Com o SUSE Manager, a empresa consegue automatizar todo o ciclo logístico da área de TI, como aplicação de patches de correções, configuração de servidores Linux, assim tornando as implantações neles mais rápidas, consistentes e otimizadas, assim reduzindo os custos operacionais. Além de ter o monitoramento, rastreamento, auditorias e geração de relatórios dos sistemas, VM's e containers do seu parque de TI.

Por último foi apresentado uma versão do SUSE Linux Enterprise para alta disponibilidade, chamado de SUSE Linux Enterprise HPC 15 (High Performance Computing) que pretende suprir o mercado crescente nesse ramo, onde as empresas precisam de computação paralela flexível para escalabilidade para trabalhos de alto desempenho e análises de dados, como Inteligencia Artificial e Machine Learning (aprendizado de máquina, tradução livre), assim tendo uma fácil adoção no parque de TI da empresa.

Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE, fez a seguinte declaração:

"À medida que organizações em todo o mundo transformam seus sistemas corporativos para adotar tecnologias modernas e ágeis, múltiplas infraestruturas para diferentes caragas de trabalho e aplicativos são necessárias. Isso geralmente significa integrar plataformas baseadas na nuvem em sistemas corporativos, mesclando desenvolvimento em container com desenvolvimento tradicional ou combinando aplicativos com microsserviços. Para unir a infraestrutura tradicional à definida por software, a SUSE criou um sistema operacional multimodal, o SUSE Linux Enterprise 15."

Espero que tenha gostado, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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SUSE é vendida por 2.5 bilhões de doláres!

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quarta-feira, 4 de julho de 2018

A SUSE, uma das maiores empresas do mundo a trabalhar com software Open Source, foi vendida nesta semana por dois bilhões e meio de dólares e agora pertence à EQT Partners.

SUSE Linux Vendida






A SUSE é uma das pioneiras em seu ramo  de atuação e também está por trás de uma das primeiras distribuições Linux com finalidades comerciais da história, além de financiar o belo projeto openSUSE.

Até então a SUSE era parte de outra empresa, a Micro Focus, e agora, pela primeira vez em muitos (dos últimos) anos a empresa será novamente "independente", visto que a EQT Partners é na verdade um grupo de investidores atuante no mercado de tecnologia e não uma empresa como a Micro Focus, que também oferece seus serviços próprios.

O novo investidor pretende ampliar o orçamento para o projeto SUSE e segundo as informações mencionadas pelo "chairman" do projeto openSUSE, Richard Brown, nenhum impacto negativo sobre o sistema será advindo desta compra, pelo contrário, coisas boas e novas podem chegar.

Nós temos uma ótima relação com o pessoal da SUSE aqui no Diolinux e torcemos pelo melhor da companhia e das pessoas que fazem parte dela.

Até a próxima!

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SUSE apoia o setor financeiro com infraestrutura definida por software Open Source

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terça-feira, 19 de junho de 2018

O setor financeiro vivencia o momento de transformação digital, com organizações mais automatizadas, sistemas interligados e clientes mais exigentes, visando novos modelos de gestão financeira mais confiáveis e escaláveis.  A SUSE, pioneira em software open source, atende às necessidades das instituições do segmento por meio de uma infraestrutura definida por software de código aberto, o que é possível devido às plataformas disponibilizadas pela empresa.

SUSE Linux






Desde 1992, quando a SUSE lançou sua primeira distribuição Linux - posteriormente nomeada como SUSE Linux Enterprise Server -, a empresa tem auxiliado a aumentar o nível de suporte de seus clientes com constantes melhorias realizadas no produto e em seus serviços. Este sistema operacional é um servidor open source seguro e de nível mundial. 

O SUSE Linux Enterprise Server ajuda na inovação para adaptar mais rapidamente às novas tecnologias, no aumento da confiabilidade do sistema e atende aos requisitos de segurança. Além disso, possibilita criar uma infraestrutura de TI ágil.

Junto com uma infraestrutura moderna, é necessário permitir o gerenciamento de dados – cada vez maiores das empresas – de forma a reduzir a complexidade e recuperar o controle. Por isso, uma das soluções recomendadas para o setor financeiro é o SUSE Manager, desenvolvido para Linux, que reduz o custo de gerenciamento de infraestrutura de TI, além de facilitar a adoção do DevOps. Esta solução única e centralizada ainda permite amplo gerenciamento dos sistemas Linux em qualquer plataforma, sejam contêineres, máquinas virtuais, físicas, em nuvem pública ou IoT.

Essas duas soluções permitem que a infraestrutura definida por software open source esteja de acordo com os requisitos de segurança de dados internos e externos, cada vez mais rígidas. Além de possibilitar a ampliação da base de clientes e a introdução de novos canais digitais, por meio da plataforma em nuvem.

Transformação digital na prática
Essas e outras soluções para a transformação digital da infraestrutura de TI apoiam o setor financeiro em uma solução inteligente de gerenciamento e armazenamento definida por software open source. Assim, as organizações conseguem se adaptar às demandas de dados, negócios em expansão e em constante mudança, de maneira escalável e resiliente, utilizando servidores comuns e unidades de disco tradicionais.

Na busca por manter altos padrões de serviço para seus clientes, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (SICOOB) - maior sistema financeiro cooperativo do Brasil - escolheu a SUSE como um dos parceiros estratégicos para modernizar a sua infraestrutura. O SICOOB buscava ampliar e otimizar seus serviços financeiros, levando com rapidez e segurança aos seus mais de 4 milhões de cooperados, os produtos oferecidos pelos grandes bancos de varejo do país.

“Em virtude da expansão dos negócios do SICOOB no território nacional, precisávamos adotar soluções robustas e escaláveis que propiciasse esse crescimento”, afirma o Diretor de Tecnologia da Informação, Antônio Vilaça Júnior, do Sicoob. À época, para expandir a capacidade de processamento da instituição, sempre era necessário o acréscimo de novos servidores físicos.

Esta expansão física aumentava a complexidade do gerenciamento e os requisitos de capacidade e resfriamento do data center – o que foi revertido com auxílio da implementação da infraestrutura definida por software disponibilizada pela SUSE.

Por exemplo, grande parte dos fluxos de trabalho é gerenciada pelo SUSE Manager, que oferece uma visão 360 graus e reduz consideravelmente o tempo e a complexidade da gestão de servidores e serviços. “A solução proporciona uma melhoria no índice de disponibilidade e automação, tornando o ambiente mais ágil e confiável, além de auxiliar na convergência tecnológica que o negócio necessita”, relata o Superintendente de Infraestrutura e Operações de TI, Dênio Rodrigues, do SICOOB.
As soluções da plataforma da SUSE são implementadas de modo simples e ágil, o que facilita a transformação do data center. E, o mais importante, os consultores da SUSE trabalham em conjunto com as equipes da empresa que contratou o serviço para que consigam conduzir as operações com as habilidades necessárias. Todas as soluções do portfólio da SUSE para a transformação digital das instituições financeiras serão apresentadas no congresso de tecnologia da informação para o setor, o CIAB Febraban 2018.

Fonte: SUSE Release de Imprensa.
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Juntas, SUSE e Microsoft exibem nova solução com certificação da Cloud Foundry Foundation

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terça-feira, 24 de abril de 2018

A SUSE anunciou que o SUSE Cloud Application Platform foi nomeado como uma distribuição certificada Cloud Foundry pela Cloud Foundry Foundation. A plataforma recém-certificada traz a produtividade avançada do modelo Cloud Foundry para Kubernetes, que está rapidamente se tornando o moderno padrão para a infraestrutura de gerenciamento de containers mais aplicado pelas empresas no mercado.

SUSE Cloud Foundry Foundation






Como uma das duas únicas ofertas de software certificadas Cloud Foundry, a solução é desenvolvida com o SUSE Linux Enterprise e tem suporte completo oferecido pela SUSE. É a única distribuição oferecida por meio de software 100% open source. O SUSE Cloud Application Platform permite que as organizações aproveitem ao máximo seus investimentos e sua expertise em infraestrutura e Kubernetes. Simplifica a implementação de Cloud Foundry e acelera tanto a filosofia DevOps quanto as modernas iniciativas de entrega de aplicativos para as empresas.

A SUSE também está lançando aprimoramentos funcionais em sua nova plataforma, incluindo suporte para infraestrutura de nuvem pública Kubernetes, que acelerará o time-to-value nas nuvens de seus clientes, além de novos recursos de backup e restauração, que permitirão mais segurança para os usuários migrarem seu ambiente de Cloud Foundry.

Os aprimoramentos mais recentes da plataforma SUSE Cloud Application incluem suporte para o Microsoft Azure Container Service (AKS). Com os serviços Kubernetes fornecidos pelo AKS, as empresas podem economizar tempo configurando a implantação de nuvem pública do SUSE Cloud Application. Os clientes podem usar os novos recursos de backup/restauração para simplificar a recuperação do ambiente Cloud Foundry, incluindo aplicativos. Eles também podem usá-los para migrar de uma instância de Cloud Foundry para outra, movendo entre instâncias de nuvem privadas e públicas, por exemplo, ou entre diferentes distribuições de Cloud Foundry.

"Além de ser uma ponte entre as comunidades open source, a SUSE alia o melhor que as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes oferecem, gerando um valor moderno e muito atraente para os nossos clientes", comenta Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE. "A liderança da SUSE como provedora de infraestrutura definida por software e soluções para entrega de aplicativos é refletida na inovação com o SUSE Cloud Application Platform. A conquista da certificação demonstra o quão importante é, para nós, a interoperabilidade entre plataformas Cloud Foundry e o compromisso com o desenvolvimento contínuo de Cloud Foundry".

O SUSE Cloud Application Platform é destinado às equipes de desenvolvimento e operações (DevOps), que buscam otimizar o gerenciamento do ciclo de vida dos aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos cloud native. Diferentemente de outras ofertas de Cloud Foundry, a nova ferramenta da SUSE empacota Cloud Foundry como uma distribuição em container, gerenciada por Kubernetes. Isso simplifica que a implantação e o gerenciamento reduzem drasticamente o consumo de memória e tornam a plataforma mais acessível aos usuários de Kubernetes.

O recebimento da nova certificação complementa a certificação Kubernetes entregue à plataforma. Para os clientes, representa proteção comprovada contra o temido vendor lock-in – espécie de bloqueio em que determinados fornecedores impedem que usuários consigam trocar seus produtos ou serviços pelos de outros fornecedores – e o compromisso da SUSE em manter a plataforma atualizada de acordo com os avanços de Cloud Foundry.

"A SUSE continua impulsionando nossa comunidade, encorajando-os a seguir novas direções. O SUSE Cloud Application Platform, recentemente certificado, expande o ecossistema Cloud Foundry, dando ainda mais opções para as companhias", afirma Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation.
"Juntas, a Microsoft e a SUSE têm o objetivo de tornar o uso da tecnologia de container o mais simples possível, criando uma experiência aprimorada para os desenvolvedores", relata Gabe Monroy, gerente de programa de liderança para Containers da Microsoft.

"A abordagem da SUSE com o Cloud Application Platform combina a aclamada experiência de desenvolvimento em Cloud Foundry com a experiência operacional da plataforma líder do setor em gerenciamento Kubernetes. Isso fornece aos clientes do Microsoft Azure a melhor forma possível de implantar e gerenciar Cloud Foundry, com os aplicativos cloud native construídos com Kubernetes – todos executados no mesmo cluster do AKS", conclui.

Para mais informações sobre o SUSE Cloud Application Platform, acesse aqui.
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SUSE lança moderna plataforma para desenvolvimento de aplicativos e grupos de operações

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quarta-feira, 28 de março de 2018

Buscando um portfólio cada vez mais completo voltado para a infraestrutura definida por software, a SUSE lança a solução SUSE Cloud Application Platform.

USE Cloud Application Platform.







A nova solução fornece às empresas a plataforma de aceleração para entrega de aplicativos nativos para computação em nuvem, baseado na tecnologia Open Souce Platform-as-a-Service (PaaS) mantida pelo projeto Cloud Foundry, do qual a SUSE é um membro Platinum junto às empresas Cisco, Dell EMC, IBM, Pivotal, SAP e Vmware. A solução da SUSE utiliza também a estrutura de gerenciamento de containers amplamente adotada em todo o mundo, Kubernetes.

As duas tecnologias foram associadas com o intuito de ajudar os times de desenvolvimento e operações, que aproveitem ambas as tecnologias e acelerem a entrega de aplicativos, reduzindo o time-to-market.

"Com o SUSE Cloud Application Platform, apoiamos múltiplas abordagens para a construção e entrega de aplicativos baseados em containers", relata Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. 

"Estamos juntando duas inovações open source ágeis – Kubernetes e Cloud Foundry – como o núcleo de uma solução de qualidade empresarial confiável. 
Esta solução inclui a única distribuição de Cloud Foundry em container e a primeira baseada em Linux comprovadamente de nível enterprise, o SUSE Linux Enterprise. Os CIOs podem agora adotar com confiança essas tecnologias para acelerar a produção de aplicativos".
Utilizada pelas equipes de desenvolvimento de software e operações, a solução otimiza o gerenciamento do ciclo de vida de aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos nativos na nuvem. Combinando as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes, líderes na área, a plataforma facilita a integração da cultura de DevOps, automatizando as entregas de aplicativos, acelerando a inovação, melhorando a resposta na capacidade da infraestrutura de TI e maximizando o retorno do investimento. Também facilita a acomodação de uma ampla gama de arquiteturas de aplicativos e processos de entrega.

"Kubernetes e Cloud Foundry estão se tornando padrões de plataformas que suportam a entrega de aplicativos baseados em containers hoje. As empresas prendem-se em uma luta desnecessária para escolher entre essas plataformas, quando, na realidade, elas se complementam muito bem. O SUSE Cloud Application Platform coloca a SUSE em uma excelente posição para ajudar as empresas a se beneficiarem dos recursos combinados dessas importantes tecnologias", afirma Matt Eastwood, vice-presidente sênior de negócios, datacenters, infraestrutura na nuvem e grupos de pesquisa de desenvolvedores da IDC.

Entre outras capacidades, o SUSE Cloud Application Platform simplifica Cloud Foundry com uma abordagem única, alavancando Kubernetes para orquestração de uma versão em container de Cloud Foundry. 

A plataforma de aplicativos SUSE Cloud é baseada no SUSE Linux Enterprise, oferecendo Kubernetes e Cloud Foundry em um sistema operacional específico para containers com suporte enterprise.

"É incrível ver a SUSE continuar aproveitando a força do open source, levando a implementação de Cloud Foundry Application Runtime, colocando em containers e gerenciando com Kubernetes", diz Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation. "Nós também estamos entusiasmados por vê-los injetar o SUSE Linux Enterprise nesta distribuição, oferecendo às empresas a capacidade de executar os containers Cloud Foundry com base em um sistema operacional de nível enterprise. A SUSE atingiu uma marca crucial com esta distribuição e, até agora, a resposta dada por toda a comunidade Cloud Foundry foi muito positiva".

"As empresas buscam inovar sempre reduzindo o time-to-market das aplicações, com a criação do modelo 2 da TI, sempre em busca por soluções para quebrar a barreira de plataformas e o vendor lock-in, a solução SUSE Cloud Application Plataform permite as empresas possuir uma infraestrutura de aplicações escalável, automatizada e resiliente. Por utilizar o padrão Cloud Foundry, o cliente poderá expandir suas aplicações para nuvem pública com a mesma facilidade utilizada on-premise", ressalta Aslan Carlos, principal engenheiro de sistemas da SUSE.

"Sendo um membro de Cloud Foundry Foundation há mais de cinco anos e experimentando praticamente todas as suas vertentes, estamos realmente impressionados com o trabalho realizado pela SUSE. O uso de Kubernetes simplifica a implantação, melhora a utilização da infraestrutura e garante uma integração fácil em ambientes de TI. A escolha da tecnologia e o modelo comercial de distribuição de código aberto reduzem a barreira de adoção de Cloud Foundry e aproximam-se de muitas empresas médias e grandes", acrescenta Andrei Yurkevich, diretor de tecnologia da Altoros.
O SUSE Cloud Application Plataform já está disponível. Para obter mais informações, acesse o site oficial.

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SUSE anuncia novo CTO para as Américas

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quinta-feira, 15 de março de 2018

 A SUSE, pioneira em software open source, anunciou Brent Schroeder como seu novo CTO para as Américas, posição recentemente criada na empresa. O executivo terá a missão de apoiar os crescentes negócios realizados na região, ajudando a SUSE a identificar, avaliar e liderar as principais tendências tecnológicas, com o objetivo de atender a crescente demanda global por infraestrutura definida por software open source e por soluções de aplicativos. Schroeder responderá ao CTO global da SUSE, Thomas Di Giacomo.


Novo CTO da SUSE






Com bacharelado em Informática e Administração de Negócios pela Iowa State University, Schroeder foi diretor executivo e engenheiro sênior do escritório do CTO na Quest Software, anteriormente Dell Software Group. Previamente, liderou o escritório do CTO da Dell na organização de software empresarial. Atuou também em cargos de engenharia em empresas como NCR, HP e Compaq.

Brent é um executivo tecnológico estratégico que traz muita experiência e visão para a SUSE”, afirma Di Giacomo. “À medida que o crescimento e a dinâmica do nosso negócio continuam, exigimos um engajamento ainda mais profundo, com um espectro mais amplo de parceiros da indústria, clientes e comunidades de código aberto. Brent irá liderar o diálogo estratégico com esses importantes grupos nas Américas, fornecendo resultados que apoiem o sucesso dos clientes. A capacidade de atrair candidatos deste calibre é indicativa de nossa trajetória positiva e investimento no sucesso contínuo do negócio”.

Essas foram as credenciais para a chegada de Schroeder à SUSE, dado seu papel fundamental no envolvimento de um ecossistema com mais de 5.000 parceiros interconectados e no esforço para a colaboração com centenas de comunidades e projetos open source ao lado do membro do escritório do CTO, Alan Clark.

Saiba mais sobre o SUSE aqui.

Até a próxima!
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Você não poderá mais fazer sistemas operacionais baseados em Linux através do SUSE Studio

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

A liberdade de usar o software para qualquer finalidade, juntamente com a liberdade de redistribuir as suas modificações formam alguns dos pilares do software livre e a SUSE soube como oferecer ao público essas possibilidades da forma mais simples possível através do SUSE Studio, uma ferramenta que agora está com os dias contados.

SUSE Studio - Diolinux






Para que não está familiarizado, o SUSE Studio é (ou era) um projeto da SUSE, uma das maiores empresas do mundo a trabalhar diretamente com Linux como cerne dos projetos, assim como Red Hat e Canonical, que permitia que qualquer um com mínimo conhecimento técnico pudesse gerar um sistema Linux personalizado (ou distribuição) baseada no SUSE ou openSUSE.

"Como eu nunca ouvi falar disso?", você se pergunta.

Talvez seja porque você não acompanha o nosso trabalho, e o nosso canal no YouTube, a tempo suficiente. Em 2015 eu fiz um vídeo mostrando como usar a ferramenta para criar o seu próprio sistema operacional baseado no SUSE usando o SUSE Studio.



Você que gostava no SUSE Studio não vai ficar órfão


O caso é que SUSE anunciou que está fechando o SUSE Studio, mas ao contrário do que muitos pensavam, a empresa na verdade vai convergir o serviço com o sistema Open Build Service, criando algo melhor e aprimorado, ideal para quem precisa criar appliances do SUSE para uso corporativo ou qualquer outra atividade.


O OBS (Open Build Service) era usado até então apenas para gerar softwares que rodavam nos sistemas Linux, mas não para criar o sistema operacional em si. 

Agora quem usava ou gostaria de utilizar o SUSE Studio precisa ir para este endereço, a partir dali será possível criar os novos projetos.

A empresa informou que a partir do dia 15 de Fevereiro (ou seja, ontem) os projetos começaram a ser desligados e as pessoas interessadas que possuam projetos lá devem fazer a migração de plataforma através de um tutorial disponibilizado no site oficial.

Até a próxima!
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