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SUSE aprimora suas plataformas cloud-native para aplicações modernas em containers

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terça-feira, 1 de outubro de 2019

A SUSE, anunciou as suas atualizações das soluções de entrega de aplicativos, que ajudam os clientes a acelerar a produção de containers modernos e de aplicativos cloud-native. Esses updates antecipam a entrega e o suporte de soluções da SUSE para criar, implantar e gerenciar workloads em qualquer lugar – on premise, híbrido e multi-cloud – com serviço, valor e flexibilidade excepcionais.

SUSE aprimora suas plataformas cloud-native para aplicações modernas em containers





As soluções atualizadas melhoram ainda mais as experiências oferecidas aos desenvolvedores de aplicativos, equipes de DevOps e operadores da plataforma Kubernetes. A SUSE é a primeira organização a fornecer às empresas redes avançadas para Kubernetes, com base no projeto de open source Cilium. A SUSE permite que os usuários do Kubernetes reforcem a segurança dos aplicativos em escala, com pacotes de alto desempenho e políticas de segurança de comunicação de rede, fáceis de implementar e controlar.

A SUSE também apresenta novos recursos de discovery e de implantação de aplicativos, que permitem aos usuários implantar de forma ágil e fácil os serviços publicados com pacotes Helm chart, incluindo centenas de ferramentas de open source populares da metodologia DevOps e de soluções ISV, além de aplicativos e serviços desenvolvidos internamente.


"As soluções modernas de entrega de aplicativos da SUSE são fáceis
de desenvolverem e serem utilizadas por um time de DevOps e simples para que uma equipe de TI opere normalmente”, afirma Thomas Di Giacomo, presidente de Engenharia, Produto e Inovação da SUSE. 

“Nosso apoio à rede baseada no Cillium coloca nossos clientes à frente daqueles que usam outras soluções Kubernetes comercialmente suportadas. Este é um exemplo de como estamos impulsionando a transformação digital com soluções ágeis de open source, que permitem às empresas inovar, competir e crescer continuamente".

"A SUSE reconheceu muito cedo o valor que a BPF e o Cillium trouxeram para atualizar a rede e segurança do Kubernetes para a era altamente dinâmica de microsserviços orientados por APIs. A SUSE é um colaborador valioso da comunidade open source do projeto Cilium desde o lançamento da versão 1.0 e estamos entusiasmados por tê-los como a primeira distribuição Kubernetes de nível corporativo", relata Thomas Graf, CTO e co-fundador da Isovalente e fundador da Cilium.

SUSE CaaS Platform 4


A versão mais recente da plataforma de orquestração de containers baseada no Kubernetes, o SUSE CaaS Platform 4 eleva as operações com aprimoramentos que fortalecem a segurança da aplicação, facilitam o acompanhamento dos avanços da tecnologia e expandem as opções de escalabilidade da plataforma. A solução integra as versões mais recentes do Kubernetes e do SUSE Linux Enterprise. O SUSE CaaS Platform 4 permite que as empresas: 

● Fortaleçam a segurança de aplicativos em escala. A filtragem rápida de pacotes protege seu cluster com mais eficiência. O gerenciamento centralizado permite que os clientes protejam as comunicações em escala, ao definir e implementar políticas de segurança de maneira consistente e eficiente;

● Acompanhem os avanços do Kubernetes, com atualizações da plataforma sem interrupções, que facilitam o acesso mais fácil e mais frequente a novos recursos. Eles podem aproveitar novos recursos mais rapidamente com atualizações frequentes da plataforma. Além disso, a plataforma SUSE CaaS atualiza automaticamente, sem downtime dispendioso;
● Expandem as opções de escalabilidade da plataforma, para oferecer suporte a uma ampla variedade de casos de uso de negócios, workloads e ambientes. Os clientes podem dimensionar o Kubernetes com eficiência, usando uma estrutura de instalação distribuída que é dimensionada horizontalmente à medida que o cluster cresce. Eles também podem reduzir o custo de implementações em pequena escala com um novo tamanho mínimo de cluster.

SUSE Cloud Application Platform 1.5


O SUSE Cloud Application Platform 1.5, a versão mais recente da moderna plataforma de entrega de aplicações da SUSE para Kubernetes, reduz a complexidade do gerenciamento com os novos aprimoramentos da interface do usuário. Também aumenta a eficiência de TI, proporcionando mais agilidade de valorização, com uma experiência de instalação simples e mais previsível nos serviços hospedados do Kubernetes. O SUSE Cloud Application Platform 1.5 fornece:

● Discovery e implantação instantâneos de aplicativos, introduzidos como uma prévia técnica, que permitem aos usuários navegar em qualquer repositório do Helm;

● Escalonamento automático de aplicativos e gerenciamento simplificado, diretamente da interface de usuário Stratos. 
Desenvolvedores e administradores podem verificar e ajustar rapidamente os parâmetros de dimensionamento automático, para garantir a disponibilidade consistente da aplicação. Operadores da plataforma e usuários finais também podem monitorar e alocar o uso de recursos com mais eficiência, diretamente na interface do usuário;

● Maior eficiência de TI e menor tempo para valorização, com instalação simples e mais previsível nos serviços hospedados no Kubernetes. A equipe de operações de TI agora pode implantar o SUSE Cloud Application Platform na plataforma SUSE CaaS, Amazon EKS, Microsoft AKS e Google GKE por meio de scripts Terraform para uma experiência simples e previsível.

O SUSE CaaS Platform 4 e o SUSE Cloud Application Platform 1.5 estarão disponíveis em 30 dias. Para mais informações sobre essas soluções, acesse o seguinte link.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Como instalar o Warsaw para acessar o seu Internet Banking no Linux

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Internet Banking hoje em dia é muito mais do que uma mera comodidade. Vivemos uma época onde tudo acontece cada vez mais rápido. Quanto mais agilidade tivermos em realizar as nossas tarefas, mais conseguiremos produzir em um menor tempo. Em contrapartida, os nossos dias e prazos estão cada vez mais curtos. Parece que estamos correndo em uma esteira, e toda a agilidade e tempo do mundo jamais serão o suficiente.

como-instalar-o-warsaw-para-acessar-o-seu-internet-banking-no-linux-

Quando o Internet Banking começou a surgir, muitas pessoas passaram a utilizar o serviço por mera comodidade. Simplesmente por não precisar sair do conforto das suas casas para enfrentar filas em bancos. Porém, as correrias da vida, fizeram com que, ao passar do tempo, esse tipo de serviço se tornasse algo indispensável e de extrema necessidade. Tornando-se uma engrenagem vital para o bom funcionamento do cotidiano empresarial, até mesmo o doméstico.

Muitas das distribuições Linux tem como principal foco o usuário comum, sendo o “porto seguro” no quesito “sistema operacional”, para que as pessoas possam tanto se divertir quanto trabalhar através do sistema. Para atingir tal objetivo, permitir que as pessoas tenham acesso a um serviço tão importante como o Internet Banking é imprescindível.

Todavia, como já comentamos muitas vezes aqui neste blog, se tem algo que a grande maioria das distribuições Linux ainda não conseguem fazer com sucesso, é marketing e divulgação. Como consequência disso, muitas vezes as pessoas têm muita dificuldade até mesmo em saber se determinada distro suporta tal funcionalidade. Ou como fazer para executar determinada tarefa.

Um grande exemplo disso é o nosso tópico principal de hoje, o Internet Banking. Muitas das principais distros suportam o serviço, e é necessário apenas algum procedimento simples para fazer uso do mesmo. Porém, por mais simples que seja esse procedimento, o usuário jamais poderá realizá-lo se não o conhecer.

Vamos agora ensinar a você como instalar o Warsaw. Um software de segurança bancário, multiplataforma, que é a “porta” que te impede ou permite acessar o Internet Banking de vários bancos.

Nesse tutorial iremos instalar o Warsaw para a Caixa Econômica Federal, que é o banco que eu utilizo. É importante deixar claro que os tutoriais abaixo foram testados apenas com o Internet Banking da Caixa. Porém, segundo relatos de usuários, este procedimento também possibilita o acesso ao Internet Banking de vários outros bancos. Então, por que não tentar? Não é?

O procedimento é um pouco diferente dependendo de qual distribuição Linux você utilize, por isso dividiremos esse tutorial em duas partes. Sendo a primeira para a “família .deb”, e a segunda para a “família .rpm”.

1) Instalação no Debian, Ubuntu, Linux Mint e derivados:


(Apenas Caixa Econômica Federal)


Acesse a página do internet banking da Caixa, digite o seu nome de usuário e clique em “Acessar”.

• Na tela seguinte, aguarde alguns segundos, e após o “loading”, clique em “Concordo”. Ao fazê-lo, iniciará o download de um arquivo “.deb”.

pagina-inicial-do-internet-banking-caixa

pagina-de-download-do-warsaw-no-site-da-caixa

Agora tudo o que você tem que fazer é fechar o navegador e instalar o arquivo “.deb”.

Para instalar arquivos no formato “.deb”, geralmente tudo o que você precisa fazer é clicar duas vezes sobre ele, e então clicar em ‘Instalar’. Caso não funcione, ou você prefira, sempre poderá efetuar a instalação via terminal, através de um procedimento igualmente simples. Veja:

 Feche todos os seus navegadores, acesse a pasta na qual você baixou o arquivo “.deb”, clique com o botão direito do mouse na área vazia do seu gestor de arquivos, e clique em “Abrir no Terminal”. No terminal que você acabou de abrir rode o seguinte comando (Lembre-se de substituir “nomedoarquivo” pelo nome do arquivo que você baixou.):

sudo dpkg -i nomedoarquivo.deb

Caso ocorra algum erro de dependências, rode o comando abaixo, e então volte a executar o comando de instalação.

sudo apt install -f

Digite a sua senha, aguarde a instalação, e pronto!

2) Instalação no OpenSUSE, Fedora, Debian, Ubuntu e derivados:


(Bancos Diversos)


Acesse o site de download do Warsaw, selecione o seu banco (no meu caso selecionei a Caixa), e clique em “Continuar

pagina-de-selecao-de-banco-para-download-do-warsaw

Agora selecione uma das distribuições Linux da lista, e aguarde o download do arquivo “.deb” ou “.rpm”.

pagina-de-download-do-warsaw
Abra a pasta na qual se encontra o arquivo que você acabou de baixar, clique com o botão direito do mouse na área vazia do seu gestor de arquivos, e clique em “Abrir no terminal”. Dentro do terminal que você acabou de abrir digite o seguinte comando de acordo com a sua distro:

OpenSUSE:

sudo zypper install nomedoarquivo.rpm

Durante a instalação poderá aparecer uma mensagem de erro, sendo solicitadas as opções: tentar novamente, cancelar ou ignorar. Escolha ignorar. Para fazê-lo, apenas pressione a tecla “i” seguida de “Enter”.

Fedora:

sudo dnf localinstall nomedoarquivo.rpm

Debian, Ubuntu, Linux Mint e derivados:

sudo dpkg -i nomedoarquivo.deb

Caso ocorra algum erro de dependências, rode o comando abaixo, e então volte a executar o comando de instalação.

sudo apt install -f

Falta apenas mais um passo! Agora, independente de qual seja o seu sistema, continue com a instalação seguindo os passos abaixo:

Reinicie o seu computador, e acesse o site de download do Warsaw novamente. Clique aonde está escrito “Clique Aqui”, conforme indicado na imagem abaixo:

pagina-de-configuracao-do-warsaw

Após alguns segundos, deverá aparecer uma mensagem como a indicada abaixo:

pagina-de-configuracao-do-warsaw-concluida

E a instalação estará completa!

À partir de agora você pode simplesmente acessar o seu Internet Banking quando quiser.

Gostaria de agradecer aos usuários do Diolinux Plusfabriciojardim” e “Xterminator” pelas dicas sobre a instalação do Warsaw no Fedora.

Você utiliza Internet Banking? Já sabia que era possível utilizá-lo em tantas distribuições Linux? Quão importante é para você ter acesso a este tipo de serviço? Conte-nos nos comentários. 😁

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Por hoje é tudo pessoal! 😉

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Resolvendo o bug dos emojis nos navegadores no Linux

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Emojis, emoticons, carinhas… Eu sinceramente nem sei qual é o nome correto, se é que existe apenas um. Mas o fato é que eles estão por todos os lados desde que a internet é internet. Nos ajudando a expressar emoções, e de vez em quando nos fazendo dar umas boas risadas.

resolvendo-bug-dos-emojis-nos-navegadores-no-linux

Eu sou uma dessas pessoas que “volta e meia” gosta de mandar um emoji ou outro para tornar as conversas pelas redes sociais mais divertidas, informais, e de vez em quando até para sinalizar que certo comentário foi apenas uma brincadeira.

Porém, há algum tempo atrás percebi que na maioria das distros que testei utilizando algum ambiente gráfico GTK existe um bug que faz com que os emojis apareçam de uma forma completamente errada. Ao invés de aparecerem as “carinhas” amarelas, como de costume, aparecem apenas os seus contornos em linhas pretas.

antes-depois-de-resolver-o-bug-dos-emojis

Assim que percebi o problema, a primeira coisa que fiz foi testar em outros navegadores, mas o problema continuou, mesmo no Google Chrome, Chromium e Firefox. Após algum tempo pesquisando consegui encontrar uma solução bastante simples, que agora irei compartilhar com vocês.

Primeiro instale um pacote de fontes da Google. Este é o pacote de fontes que contém os emojis que o seu navegador vai utilizar. Simplesmente copie e cole o comando abaixo no seu terminal, de acordo com a sua distro:

Linux Mint, Ubuntu e derivados:

sudo apt install fonts-noto-color-emoji

Manjaro, Arch Linux e derivados:

sudo pacman -S noto-fonts-emoji

Fedora:

sudo dnf install google-noto-emoji-color-fonts

Open SUSE e derivados:

sudo zypper install noto-coloremoji-fonts

Abra a sua pasta ‘Home’. Pressione a combinação de teclas “Control + H” para exibir os arquivos ocultos. Localize uma pasta chamada ‘.config’, e dentro dela crie outra pasta chamada ‘fontconfig’.

pasta-fontconfig-dentro-da-pasta-.config

Abra o terminal, copie e cole o comando abaixo, e então pressione “Enter”.

Obs.: É um comando longo, então cuidado para não esquecer de nenhum caractere na hora de copiá-lo. :)

echo -e '<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>\n<!DOCTYPE fontconfig SYSTEM "fonts.dtd">\n<fontconfig>\n  <alias>\n    <family>serif</family>\n    <prefer>\n      <family>Noto Color Emoji</family>\n    </prefer>\n  </alias>\n  <alias>\n    <family>sans-serif</family>\n    <prefer>\n      <family>Noto Color Emoji</family>\n    </prefer>\n  </alias>\n  <alias>\n    <family>monospace</family>\n    <prefer>\n      <family>Noto Color Emoji</family>\n    </prefer>\n  </alias>\n</fontconfig>' > /home/"$USER"/.config/fontconfig/fonts.conf

Feito isso, falta apenas atualizar o cache das fontes com o comando abaixo:

sudo fc-cache -f

O quê fizemos até agora já é o suficiente para resolver o problema no Chromium e Google Chrome. Caso os emojis não tenham voltado ao normal no Firefox, será necessário um passo extra.

Para resolver o bug no Firefox, de acordo com a sua distro, copie e cole o seguinte comando no seu terminal:

Linux Mint, Ubuntu e derivados:

sudo rm -r /usr/share/fonts/truetype/dejavu

Manjaro, Arch Linux e derivados:

sudo rm /usr/share/fonts/TTF/Deja*.ttf

Fedora:

sudo rm -r /usr/share/fonts/dejavu

Open SUSE e derivados:

sudo rm /usr/share/fonts/truetype/Deja*.ttf

Pronto! Agora apenas reinicie o seu navegador, e aproveite para usar os seus emojis o quanto quiser!

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Por hoje é tudo pessoal! :)

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Microsoft Teams está chegando para Linux em breve

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Muitos não imaginariam que um dia, a toda poderosa Microsoft, iria se juntar ao Linux e lançar os seus produtos para ele de forma constante e até incorporar o kernel Linux dentro do Windows, com o WSL. Agora é a vez do Microsoft Teams, podendo aterrissar em “terras pinguistiscas” em breve.


Microsoft Teams está chegando para Linux em breve






Bom, os rumores começaram, quando descobriram um tópico no UserVoice, fórum comumente usado pelas empresas para ouvirem sugestões dos usuários. O post é de 2016, do usuário Angela Sze, pedindo uma versão do MS Teams para Linux. Desta data até o dia 6 de Setembro, sempre tinha algum responsável do desenvolvimento respondendo ao tópico. Os votos nesse período subiram de forma exponencial.

Até que recentemente, vários influenciadores “gringos” de Linux, “acharam” esse tópico e assim que ele foi divulgado, o mesmo está chegando em quase 10 mil votos (9.234 até o momento). Diferente do caso da Adobe, com cobertura nossa neste artigo e que não saiu mais do Status de análise, o MS Teams está sendo trabalhado. A confirmação veio através do desenvolvedor Christopher Scott, em Twitter pessoal.


Dando uma olhada no repositório, packages.microsoft.com, podemos observar quais distros seriam suportadas de começo, como Ubuntu, Fedora, openSUSE e Debian por exemplo.





Podemos então ter muito em breve uma versão do Microsoft Teams para Linux e abrangendo boa parte das distros. Arrisco a dizer, em um futuro muito próximo, que o MS Office e o Edge também “chegarão” no Linux.

Se você quiser votar e aumentar mais ainda os números, basta acessar o link da postagem do VoiceUser aqui.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Em um tweet recente, Richard Brown (presidente do projeto openSUSE), divulgou um link de uma lista de discussão sobre "o projeto deve mudar seu nome?", e isso vem tornando interessante a repercussão em cima do assunto.

openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação





Nesta lista, Richard pondera alguns pontos sobre essa mudança de nome do projeto para acomodar a futura fundação “openSUSE” , abordados no texto logo abaixo:



“Do meu ponto de vista, há uma série de benefícios de renomear o

Projeto openSUSE, especialmente quando se considera o anunciado no oSC intenção de formar uma “Fundação openSUSE” para ser um entidade que representa o projeto.

Para qualquer entidade que deseja ser totalmente autônoma e funcional, será necessário ter pelo menos algum controle/propriedade/direitos para o seu próprio nome e marca comercial. O nome atual do openSUSE torna essas coisas bastante complicadas. Marcas registradas são aplicáveis ​​apenas se forem consideradas exclusivas.

No momento, operamos em uma situação onde tanto o SUSE quanto o openSUSE são de propriedade da SUSE, portanto, são considerados 'exclusivos'. Isso tem alguns efeitos colaterais práticos - por exemplo, com nomes de domínio. A SUSE não pode permitir a ampla reutilização de sua marca sem arriscar a obrigatoriedade de sua marca registrada principal do SUSE, portanto, o SUSE efetivamente tem que se registrar e possuir todos os possíveis * opensuse *. *domínio que o Projecto ou qualquer das nossas comunidades ancilares usam, em para proteger sua marca registrada SUSE.

O SUSE faz um ótimo trabalho em disponibilizar esses domínios para o openSUSE usar nas circunstâncias atuais, mas isso ocasionalmente leva a situações que são desajeitadas e desconfortáveis ​​para todos os envolvidos. Por exemplo, a comunidade do openSUSE na Indonésia teve que transferir o domínio que eles registraram para executar seus sites da comunidade local / espelhos para o controle do SUSE, que ninguém realmente queria fazer e era logisticamente problemático, dado os detalhes de como registrar um domínio na Indonésia . Descobrir como / se a futura Fundação poderia possuir / controlar qualquer dos domínios do openSUSE é um tópico em aberto.

Falando especulativamente, baseado em conversas casuais e sem conselho (ainda), minha expectativa pessoal é que, se o Projeto decidir continuar operando sob o nome "openSUSE", então não há como o projeto ser o dono da marca registrada ao redor do projeto. Enquanto estou confiante de que o SUSE fará todo o possível para suportar o openSUSE nesta área, todos nós seremos limitados no que podemos fazer no áreas de nomeação, marcas registradas, subprojetos, domínios, etc, como resultado.

Renomear o Projeto, por outro lado, permitiria que o openSUSE formasse a fundação sob esse novo nome. Dado a amigável natureza cooperativa da nossa transição para este modelo de governança "menos dependente", posso prever uma situação em que, se o projeto decide renomear, operamos sob o nome novo e o antigo para um período, para evitar uma mudança muito perturbadora do "openSUSE" para "whatever" - isso funcionou muito bem nos dias do SUSE Linux 10.0 / 10.1 que foram produzidos "pelo openSUSE" por exemplo.

Então, apesar dos desafios e interrupções que qualquer renomeação poderiam causar, eu vejo os benefícios, especialmente em torno das partes mais complicadas das próximas negociações da Fundação.  Dito isso, minha opinião é apenas uma, se a comunidade é contra a ideia de renomear, é bom saber, e a Diretoria ter este feedback como fator em nossas negociações com o SUSE enquanto trabalhamos no sentido de formar a Fundação.

De qualquer maneira, nós realmente precisamos ter uma boa compreensão do que a comunidade em geral se sente sobre este tópico. Se não tivermos a discussão agora, provavelmente será tarde demais uma vez que entidades legais e acordos entre SUSE e openSUSE são formalizados.

Então, quaisquer que sejam seus pontos de vista, por favor, soem fora desta discussão, mesmo que a sua visão já seja ecoada por outros.  Você acha que o openSUSE deve mudar seu nome?”

O link para o começo da lista de discussão, você pode acessar aqui. Já para ver o texto do Richard em inglês, você pode consultá-lo aqui.

Agora queremos saber a sua opinião, sobre a possível criação da Fundação “openSUSE” e a possível troca de nome do projeto. Deixe aí nos comentários o que você acha.

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Espero você até a próxima, um forte abraço

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OpenSUSE Leap 15.1 lançado com novidades

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Com diversas melhorias no YaST, em seu instalador, com o kernel atualizado, suporte para GPUs AMD Vega a versão Leap 15.1 do openSUSE é lançado. Tendo como base o SUSE Linux Enterprise 15 SP1 (Service Pack 1).

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

A nova versão do openSUSE Leap traz muitas novidades, mas sem perder o seu foco em maturidade e estabilidade do sistema. Bebendo da fonte do SUSE Linux Enterprise 15 SP1, o novo Leap 15.1 se vale desta máxima de consistência. Afinal, clientes empresariais não podem se dar ao luxo de utilizarem um sistema com pacotes instáveis, imaturos e não testados o suficientemente.

Novidades no openSUSE Leap 15.1


Graças ao kernel Linux 4.19 houveram melhorias significativas ao conjunto gráfico em GPUs AMD Vega. Outro aspecto interessante é a implementação de suporte a virtualização de sistemas e de nuvem. A partir desta versão o Network Manager será padrão não apenas nos notebooks mas também nos desktops. O Wicked, sistema avançado de configurações de redes do openSUSE, continuará e contará com as versões populares de drivers de chipset wi-fi mais modernos. O YaST foi renovado para tirar proveito dos variados recursos oferecidos pelo systemd.

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

Falando sobre seu utilitário de instalação e configuração, houve mudanças significativas:

  • Melhor gerenciamento de serviços;
  • Firewalld com possibilidade de gestão por modo texto;
  • Firewalld com implementações avançadas do AutoYaST;
  • Melhor controle sobre fórmulas Salt;
  • Gestão de chaves SSH pelo usuário;
  • Particionador aprimorado;
  • Interface do usuário com total suporte a resoluções altas em 4k (HiDPI);
  • E muito mais...

Tempo de suporte do openSUSE Leap 15


“Continuidade e estabilidade são o que estamos oferecendo aos usuários com o Leap 15.1”, diz Haris Sehic, um dos membros da comunidade openSUSE. Sem dúvidas isso é o esperado pelos utilizadores da distro. Lembrando que o openSUSE Leap 15 foi lançado em 25 de Maio de 2018. A série 15 deve receber atualizações de segurança e software num período total de 36 meses, findando seu suporte em Maio de 2021.

Para conferir a nova versão do openSUSE efetue o download em seu site oficial. Já se pretende ver minuciosamente todos os detalhes de seu lançamento, acesse o comunicado oficial do mesmo.

Aproveitando que você vai baixar a nova versão, que tal aprender como instalar e configurar o openSUSE?


Usa openSUSE? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus?

Tenho um carinho especial por essa distro, por justamente ter utilizado e feito inúmeras customizações no openSUSE (quem utilizava o SUSE Studio sabe a nostalgia ✌✌✌).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Linus Torvalds lançou no dia 3 de Março deste ano (2019) mais uma versão do Kernel Linux, chegando na numeração 5.0 e assim trazendo algumas correções de bugs, melhorias e otimizações pontuais no código do Kernel, além da melhor compatibilização com alguns dispositivos e trazendo o FreeSync da AMD embutido no Kernel.

 Kernel Linux 5.0 lançado, mas você realmente precisa atualizar?






Com o lançamento do Kernel Linux 5.0, veio algumas novidades que já estavam sendo preparadas e que agora chegaram em seu mainline dele. Algumas novidades trazidas foram:

● Suporte para o AMD Radeon FreeSync;
● Suporte para a nova VegaM;
● Suporte para o NVIDIA Xavier
● Melhoramento nos gráficos do Intel Icelake Gen11
● Suporte inicial para os SoCs NXP i.MX8;
● Suporte para Allwinner T3, Qualcomm QCS404 e NXP Layerscape LX2160A;
● Intel VT-d Scalable Mode com suporte para o Scalable I/O Virtualization;
● Novos drivers Intel Stratix 10 FPGA;
● Correções para F2FS, EXT4 e XFS;
● Btrfs file-system com suporte de restauração dos arquivos de swap;
● AgFscrypt Adiantum da Google agora é suportado com ajuda a criptografia rápida de dados em hardware low-end. Isso substitui o algoritmo Speck pela NSA;
● Melhorias no driver Realtek R8169;
● Suporte de alta resolução para rolagens da Logitech;
● Driver para tela sensível ao toque de Raspberry Pi;
● Melhoria aos drivers de notebooks com arquitetura x86;
● Aprimoramento de segurança para o Thunderbolt;
● Suporte para a placa Chameleon96 Intel FPGA;
● Melhor gerenciamento de energia;

No comunicado, Linus Torvalds disse que está contente com o lançamento e que a próxima janela de desenvolvimento está aberta, para a versão 5.1, e que já tem várias solicitações chegando para analisar e processar.  Mas o que chamou a atenção, foi essa declaração no final do comunicado na lista de discussão do projeto, em que ele diz o seguinte:

As mudanças gerais para todas as versões do “5.0” são muito maiores. Mas eu gostaria de ressaltar (mais uma vez) que não fazemos lançamentos baseados em recursos, e que o "5.0" não significa nada mais do que isso. Os números para a série 4.x estavam ficando grandes o suficiente para que eu ficasse sem dedos na mão e dos pés para contar.”.

Caso queira ver um compilado técnico mais completinho, o pessoal do Phoronix fez esse trabalho árduo. Agora se você deseja ver a lista de discussão em que Linus Torvalds fez o anúncio, você pode conferir neste link.

Aí você me pergunta: “ Será que devo atualizar o Kernel do meu sistema?”, e então lhe respondo: “Depende meu caro Padwan, depende.”, e vou tentar explicar o porque do “Depende”. Usando como base um dos mantenedores e membro da Linux Foundation, Greg Kroah-Hartman.

Vou dar uma breve descrição de cada “versão” do Kernel que são lançadas e assim tirar algumas dúvidas que sempre aparecem aqui no blog, no canal do YouTube e no Diolinux Plus.

Versão Mainline do Kernel


Essa versão é o que falamos que “acabou de sair do forno”, na qual você pode instalar em sua distro. Mas tome cuidado, pois essa versão não tem as correções, melhorias e patchs da distro que você usa, podendo ocorrer instabilidades no sistema. Ela é recomendada para entusiastas ou quem quer testar novas funcionalidades ou compatibilidades de hardware “hiper novos”. Se você é um desses, fizemos um artigo de como fazer a troca, usando o programa UKUU (Ubuntu Kernel Update Utility). Também temos um artigo de como instalar os pacotes .deb, no caso do Ubuntu, e para acessar o mainline dele, basta acessar este link.

Última versão estável (Stable)


Quando o Kernel é lançado como “Stable” (Estável), quer dizer que é o mais recente em que a comunidade de desenvolvedores declaram como tal. Isso acontece a cada 3 (três) meses, em que um versão stable é lançada, contendo as últimas correções de bugs e suporte aos hardwares mais recentes. Essa versão é comumente usada na maioria das grandes distribuições, como Ubuntu, Fedora, openSUSE entre outras. Além de ter sido testado pelos 4.000 desenvolvedores do projeto.

Último lançamento da versão LTS (Long-term support)


Se você tem um hardware que precisa de implementações que não venham diretamente do mainline do Kernel Linux, como por exemplo os equipamentos de IoT, a última versão lançada do Kernel LTS é uma boa escolha. A sigla LTS, que quer dizer Long-term support ou Suporte a longo prazo, contém as últimas correções de bugs no Kernel, mas não tem nenhum novo recurso adicionado, sem suporte a novos hardwares implementados e também não obtém as mais recentes melhorias de desempenho do Kernel. Esse tipo de Kernel LTS “novo” é utilizado por usuários que gostam de não se preocupar com os upgrades constantes das versões Stables, que ocorrem a cada 3 meses, já as versões LTS “novas” são atualizadas pelo menos uma vez por ano. Ainda segundo Greg, quem escolhe esse tipo de Kernel, tem que estar bem ciente que o suporte pode ser difícil por parte dos devs, pois os mesmos usam como base a versão Stable. E se você reportou um problema/bug, o dev perguntará “a última versão estável tem esse problema?”. Então tem que ter essa noção.

Versões mais antigas do LTS


Essa versão do Kernel tem um suporte de pelo menos de 2 anos, entretanto às vezes pode se estender por conta de grandes distribuições Linux tem maior suporte, como o caso do Debian ou as SLES.

Empresas como a Google e que fazem parte da Linaro, investiram para que esses kernels perdurem ainda mais, de uma forma “beeemmm resumida”, os chips SoC são desenvolvidos com base em Kernels com mais de 2 anos de suporte e eventualmentetem mais de 2 milhões de linhas adicionadas ao longo do tempo para mantê-los funcionando de forma segura. Se esses LTS forem interrompidos após 2 anos, o suporte da comunidade também vai cessar e com isso não terão mais correções sendo feitas, ocasionando em milhões de dispositivos sem a segurança necessária e estando por aí “flutuando”, e as empresas não querem isso para si e para seus clientes, obviamente.

E na data desta publicação, as versões do Kernel são:

Só para ilustrar melhor, o meu Asus Zenfone 4 Selfie usa o Kernel 3.18.71 com correções feitas e mantidas pela Asus, agora imagina se isso acaba “da noite para o dia”, seria bem complicado.

Então, na hora que você for mudar de Kernel em sua distro, pense muito bem antes de sair trocando “ a torto e direita”, pois pode ser que o problema que você esteja enfrentando não seja do Kernel, e sim de uma instalação mal feita do driver de vídeo, de um programa ou a simples curiosidade de mexer no Linux. 😜

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”

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sábado, 10 de novembro de 2018

Na segunda-feira (5), a Microsoft anunciou em seu blog oficial (o MSDN) que traria grandes novidades no update 18277 para o Windows 10, como a correções de bugs, melhorias na interface, implementações com a Cortana junto com a Amazon entre outras. Você pode conferir mais detalhes neste link.


 Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”






Mas o que chamou mais atenção foram as novidades e recursos adicionados pela Microsoft em relação ao Linux, até mesmo uma versão paga dele chamada de WLinux. Mas calma, vamos explicar.

Novidades


As novidades começam pelas distribuições que estão disponíveis na Microsoft Store, que agora contam com o Ubuntu 18.04 LTS, OpenSuse 15 e o SLES 15, além do Wlinux.

Agora o Ubuntu 18.04 em WSL (Windows Subsystem for Linux ou Subsistema Windows para Linux) rodará em um dispositivo ARM para aprendizado ou simplesmente para o uso, assim “capturando” a versão ARM do aplicativo. Essa função é ativada se você baixar o Ubuntu pela loja da Microsoft.

O Bloco de Notas (Notepad) agora vai ter suporte para “final de linha” (Line Endings) do Linux e assim não mais tendo problemas em abrir arquivos vindos do sistema do Pinguim. Exemplo: Abrir um arquivo .sh e não perder a formatação. Para saber mais acesse o link.

Outra novidade é que agora você vai poder abrir um Linux Shell diretamente pelo Explorer do Windows, apenas pressionando  Shift+Botão Direito do Mouse em cima do arquivo que você precisar.



Mais uma novidade é que agora você pode instalar as distros no Window 10 via linha comando com o WSL ativado. Para saber como ativar ele a Microsoft recomenda ver o manual.

Depois de ter feito isso você precisa habilitar o WSL usando os seguintes comandos. No Exemplo foi usado o Ubuntu 18.04.

Invoke-WebRequest -Uri https://aka.ms/wsl-ubuntu-1804 -OutFile ~/Ubuntu.appx -UseBasicParsing

Add-Appx-Package -Path ~/Ubuntu.appx

Aí para instalar o Ubuntu 18.04, usa os seguintes comandos:

RefreshEnv

Ubuntu1804 install --root

Ubuntu1804 run apt update

Ubuntu1804 run apt upgrade -y

Fizemos um vídeo falando sobre o WSL lá no canal, você pode conferir o vídeo logo abaixo.

       

Agora você vai poder usar os comandos Copiar e Colar nos terminais Linux/WSL, basta habilitar essa opção. Para mais detalhes acesse aqui.




E o Linux pago da Microsoft, o WLinux???!!


Bom, segundo o post no blog oficial da Microsoft, o WLinux vai ser a primeira “distribuição” para WSL, com implementações feitas especificamente para serem usadas no WSL, como por exemplo toolchains para desenvolvedores e implementações sem suporte ainda, como o systemd. O WLinux é baseado no Debian, mas diferente do Debian que conhecemos. Esse Debian da Microsoft “transformado” em WLinux é mais voltado para quem é desenvolvedor ou entusiasta, visto que ele é todo construído para ser usado via terminal. Como podemos ver em algumas capturas de telas abaixo. Sendo assim, ele é mais uma das distros disponíveis para o WSL, como as outras que foram comentadas.








O WLinux vai ser comercializado por R$75 em média, mas está em promoção até o dia 13/11/2018 por R$18,95. Você pode acessar a loja da Microsoft para comprar ele.

Você pode acessar o projeto do WLinux e ver quais ferramentas estão sendo utilizadas, através do Github deles.

Muita gente confunde software livre com software grátis, mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra e se qualquer distro quisesse cobrar por seus serviços, isso seria perfeitamente legal e bem visto, o próprio Stallman fala sobre isso em seus discursos.

A grande questão é: O que de especial esse sistema novo da Microsoft traz para que justifique a sua compra? Tem algo que ele faz que não é possível de fazer com outras distros ou de outra forma? São objeções que o marketing da Microsoft precisará trabalhar, sem dúvida, se quiser vender o produto. Pode ser também que colocar um valor assim seja um teste para ver o quanto as pessoas estão dispostas a pagar por produtos do tipo, nunca se sabe.

Bom, é isso sobre a tão “polêmica” distro Linux paga da Microsoft,  só trazendo compatibilidades entre o Windows e as distros Linux, além dela trazer uma modificação do Debian com as suas implementações para funcionarem com as suas ferramentas e afins.

Isso tudo no final, quem ganha é o Linux, que em um futuro bem próximo pode “respingar” nas distros fora da Microsoft Store.

Se você quiser ver o post original do anúncio, pode acessar o blog. E se quiser ver as notas de lançamento pode acessar ela aqui.

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa investida da Microsoft em compatibilizar o Linux dentro do Windows.

Até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE expande educação em software open source em todo o mundo

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A SUSE® está expandindo seu apoio para a próxima geração de desenvolvedores de software open source, por meio do crescimento global do Programa Acadêmico SUSE.

 SUSE expande educação em software open source em todo o mundo






O programa está preparando desenvolvedores em indústrias de todos os setores para atender às novas demandas da economia digital, fornecendo conhecimento em open source, materiais de treinamento e um projeto de compras de soluções de ensino com baixo custo para a comunidade educacional.

Fundado em maio de 2017, o Programa Acadêmico SUSE tem crescido vertiginosamente e já inclui mais de 400 universidades, escolas, bibliotecas e outras instituições acadêmicas. O programa também aumentou seus recursos e pretende dobrar seu número de participantes nos próximos seis meses.

"A SUSE tem sido uma defensora da educação em open source, e nossos links existentes com o meio acadêmico nos permitiram trabalhar com um grande número de escolas em um curto período de tempo", afirma Sander Huyts, vice-presidente da SUSE e líder do Academic Program.

"Estamos comprometidos com o desenvolvimento de habilidades e educação em open source no nível acadêmico, porque os consideramos críticos para a saúde a longo prazo da nossa indústria. São elementos fundamentais para a tecnologia moderna. Continuaremos a aumentar os recursos e o suporte para garantir que o open source continue a prosperar”, complementa.

A demanda por habilidades em open source está em alta e aumenta a cada ano. De acordo com o Open Source Jobs Report (em uma tradução livre, o Relatório de Empregos em Open Source de 2018), realizado pela Linux Foundation, a contratação de talentos em open source é uma prioridade para 83% dos gerentes de contratação, o que representa um crescimento de 76% em relação a 2017.

O Programa Acadêmico SUSE oferece uma variedade de serviços para atender a demanda por talentos e o conhecimento avançado de open source. Isso inclui treinamento para obter o certificado em Linux e outros cursos, materiais curriculares dos estudantes para professores e funcionários, produtos SUSE gratuitos para uso educacional ou de laboratório, um programa especial de compras da SUSE para instituições educacionais, ferramentas de desenvolvimento e acesso à base de conhecimento, fóruns e suporte técnico.

Participantes do Programa Acadêmico SUSE


O programa da SUSE está impactando positivamente as vidas de educadores e estudantes em todo o mundo, inclusive nas Universidades de Oxford, Cambridge, Czech Technical, Estadual de San Diego, British Columbia, além da Faculdade de Tecnologia de Nova Iorque.

"Nossa universidade tem utilizado o programa para vários alunos como parte do currículo para especialistas em sistemas, para fins internos de ensino e aprendizagem", relata Werner Degenhardt, diretor acadêmico e CIO da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

"Nós amamos o programa. É muito fácil aplicá-lo e ele já nos trouxe excelentes resultados".

"Os materiais fornecidos no Programa Acadêmico são muito impressionantes. Estou usando o programa para desenvolver um laboratório para os estudantes instalarem uma pequena nuvem e incorporarem o SUSE OpenStack Cloud em nossa disciplina de teoria do sistema operacional" , comenta Philip Chee, tecnólogo em ciência da computação e professor da Faculdade Fleming em Peterborough, Ontário, Canadá.

Para mais informações sobre o Programa Acadêmico SUSE, clique aqui.
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Enquete: Qual a melhor distro Linux com KDE?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O KDE é um dos maiores e mais completos Desktop Enviroments do mundo Open Source e várias distribuições o utilizam, especialmente em conjunto a interface KDE Plasma. Mas qual seria a "melhor"?

Qual a melhor distro com KDE Plasma?






É claro que nós sabemos que "melhor" e "pior" são conceito altamente relativos, ainda mais quando se parte de gosto pessoal, como é o caso. Qual a melhor distro com KDE Plasma como interface? Boa pergunta! Por quê você não vota na nossa enquete no Twitter?




A ideia é fazermos um vídeo no YouTube, talvez em uma das nossas lives, o "Diolinux Friday Show" nas Sextas-feiras para debater o resultado da votação na enquete. Qual a melhor distro com KDE? Qual a justificativa da sua escolha?

Conte pra gente e até a próxima! :)
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Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux

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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Uma hora ou outra nos deparamos na situação em que precisamos mandar uma imagem para alguém, pode ser via e-mail, Telegram, WhatsApp ou qualquer outro meio que possibilite o envio de imagens.


Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux







Mas como "nem tudo são flores”, esses serviços têm um limite do que podemos anexar neles, quando isso acontece sempre recorremos a outras ferramentas, como sites e softwares.

Hoje vamos mostrar um aplicativo que pode tornar essa rotina um pouco menos trabalhosa.

O aplicativo Converseen é um projeto open source escrito em C++ usando as bibliotecas Qt5. Você consegue converter para mais de 100 tipos de formatos de imagens, dentre eles: DPX, EXR, GIF, JPEG, JPEG-2000, PDF, PhotoCD,PNG, Postscript,SVG e TIFF. Outro ponto positivo é que ele tem tradução para o Português do Brasil.

Como instalar o conversor de imagens Converseen no Linux


Para instalar Converseen, você pode escolher entre duas formas, instalando via repositórios da sua distro preferida ou compilando o código fonte, vamos mostrar as duas formas.

Instalando via repositórios:


Ubuntu: 

sudo apt-get update

sudo apt-get install converseen

Se quiser instalar via repositórios do pessoal do site UbuntuHandbook, segue esse post de como adicionar ppa no Ubuntu e derivados:

O ppa a ser adicionado é o ppa:ubuntuhandbook1/apps e depois rodar os seguintes comandos no terminal:

sudo apt-get update

sudo apt-get install converseen

Se preferir pode instalar via synaptic também, basta procurar por “converseen”.

Fedora:

yum install converseen

openSUSE:

Pode utilizar o 1-Click install ou a linha de comando zypper install converseen

A segunda forma é procurando na loja da sua distro favorita por "Converseen" e instalar.

Para maiores informações de instalação em outras distros, acesse o site oficial neste link

Conte-nos ai nos comentários, o que você achou do programa. =)

Espero até uma próxima e um forte abraço.

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SUSE lança novas ferramentas para o seu sistema Enterprise

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quinta-feira, 5 de julho de 2018

A SUSE, empresa por trás do SUSE Enterprise Linux (SLES) e a principal empresa no desenvolvimento do openSUSE Linux, lançou na última Quinta-feira (28/06) versões novas das suas ferramentas administrativas e do seu sistema operacional voltado para o meio corporativo.


SUSE lança novas ferramentas para o seu sistema Enterprise





O primeiro a ser apresentado foi o SUSE Linux Enterprise 15, que foi mostrado como um sistema operacional modular, onde foi pensado para tornar o TI da empresa mais simples e "multitarefas" (multimodal) que visa tornar a infraestrutura tradicional de TI mais eficiente e ter uma plataforma para desenvolvedores (Dev's) mais atraente, com isso a empresa que optar em usar o SUSE Linux Enterprise 15 (SLES) terá facilidades em implantar seus projetos, além de poder fazer as transições de cargas de trabalho crítico facilmente, sendo nuvens públicas ou privadas.

O SLES usa a arquitetura Modular+, que torna o sistema operacional apto para inovações do mercado e ao mesmo tempo sendo mais eficiente para a modalidade em ambientes de TI multimodalidades.

 Já a ferramenta apresentada com a sua mais nova versão, é a SUSE Manager, que tem o foco em redução de custos para se gerenciar o inventario de TI de uma empresa, como gerenciar os vários sistemas Linux em diferentes tipos de arquitetura de hardware, IoT, conteiners e plataformas de nuvem (cloud).


Com o SUSE Manager, a empresa consegue automatizar todo o ciclo logístico da área de TI, como aplicação de patches de correções, configuração de servidores Linux, assim tornando as implantações neles mais rápidas, consistentes e otimizadas, assim reduzindo os custos operacionais. Além de ter o monitoramento, rastreamento, auditorias e geração de relatórios dos sistemas, VM's e containers do seu parque de TI.

Por último foi apresentado uma versão do SUSE Linux Enterprise para alta disponibilidade, chamado de SUSE Linux Enterprise HPC 15 (High Performance Computing) que pretende suprir o mercado crescente nesse ramo, onde as empresas precisam de computação paralela flexível para escalabilidade para trabalhos de alto desempenho e análises de dados, como Inteligencia Artificial e Machine Learning (aprendizado de máquina, tradução livre), assim tendo uma fácil adoção no parque de TI da empresa.

Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE, fez a seguinte declaração:

"À medida que organizações em todo o mundo transformam seus sistemas corporativos para adotar tecnologias modernas e ágeis, múltiplas infraestruturas para diferentes caragas de trabalho e aplicativos são necessárias. Isso geralmente significa integrar plataformas baseadas na nuvem em sistemas corporativos, mesclando desenvolvimento em container com desenvolvimento tradicional ou combinando aplicativos com microsserviços. Para unir a infraestrutura tradicional à definida por software, a SUSE criou um sistema operacional multimodal, o SUSE Linux Enterprise 15."

Espero que tenha gostado, aguardo você até uma próxima oportunidade, forte abraço.
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