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Oracle diz que apenas 11% dos dados de usuários coletados na internet são utilizados com eficácia

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sábado, 30 de novembro de 2019

Recentemente a Oracle realizou um estudo sobre como as empresas utilizam os dados coletados dos usuários através da internet, chegando à conclusão de que apenas 11% das empresas são capazes de utilizar tais dados de forma eficaz.

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Não é novidade para ninguém que um grande número das empresas atuantes internet afora fazem prática da coleta de dados pessoais dos usuários, como por exemplo as páginas que você acessou, pesquisas que fez, produtos que comprou, textos que digitou, entre outras coisas. Grandes companhias, como por exemplo Google, Microsoft e Facebook, fazem uso dessa estratégia, que segundo eles, tem o intuito de oferecer uma experiência personalizada aos usuários.

Serviços de monetização de blogs e sites, como o Google AdSense, e até mesmo corretores ortográficos (conforme falamos neste artigo), fazem uso constante desse tipo de recurso. Todavia, não são apenas essas poucas corporações gigantes que utilizam serviços de coleta de dados. O número de empresas e organizações que observa o comportamento dos usuários ao utilizar a internet é enorme, segundo o estudo da Oracle, apenas uma pequena porcentagem consegue fazer um uso eficaz de tais dados.

A Oracle diz que à medida que o número de dados e usuários aumenta, muitas dessas companhias não são capazes de separar e fazer um uso individual dos dados relacionados a cada indivíduo. Ou seja, todas as informações coletadas acabam se tornando apenas uma “pilha” de dados misturados, que não fazem qualquer sentido.

Segundo o estudo, que entrevistou 337 profissionais responsáveis por manusear dados coletados de usuários em toda a América do Norte e Europa, um dos aspectos mais importantes para se obter sucesso ao utilizar tais dados é criar perfis personalizados para os usuários, assim podendo oferecer uma experiência mais personalizada e otimizada para os mesmos.

O estudo diz que empresas que implementaram este sistema de perfis para os dados dos usuários estão cerca de 2,5 vezes mais propensas a obter sucesso em proporcionar uma experiência personalizada, e aumentar o lucro obtido com cada um dos seus usuários.

Uma base de dados sólida é o ingrediente mais fundamental para se obter o sucesso na realidade econômica atual, na qual os clientes esperam obter experiências relevantes, consistentes, e no momento mais oportuno.” disse Rob Tarkoff, vice presidente executivo e gerente geral da Oracle CX.

Segundo o que foi dito pelos pesquisadores da Oracle no estudo em questão, experiências personalizadas como as mencionadas neste artigo, são o que os usuários buscam ao utilizar a internet. Todavia, já vi muitas pessoas internet à fora com uma ideia muito contrária a essa. Segundo essas pessoas, essas experiências personalizadas, que faz com que sempre nos sejam recomendadas coisas relacionadas àquelas que pesquisamos, de certa forma também nos deixam “presos em uma bolha”. O que acaba sendo algo bastante negativo.

Aliás, temos um vídeo abordando este assunto de “bolhas sociais”, e quais malefícios isso pode nos causar.


O quê você pensa sobre esse modelo de anúncios que vem sendo utilizado na internet já há vários anos? Para você, essas experiências personalizadas realmente nos ajudam, e os prós compensam pelos contras, ou é exatamente o contrário? Diga-nos a sua opinião nos comentários, e vamos crescer juntos! 😁

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A batalha final entre Oracle e Google por copyright

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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Uma disputa judicial que vem ocorrendo entre a Oracle e o Google desde 2010, parece estar chegando ao fim. Agora a Suprema Corte dos Estados Unidos finalmente decidiu dar um veredito, após nove anos de disputas e vereditos favoráveis para ambos os lados.

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A origem de tudo


Na segunda metade de 2010, após ter adquirido a Sun Systems, a Oracle moveu uma ação judicial contra o Google, acusando-o de implementar no Android vários softwares relacionados ao Java. Tecnologias essas que são patenteadas e protegidos por direitos autorais, pertencentes à Sun Systems.

Segundo o pronunciamento feito pela Oracle na época, o Google tirou proveito de propriedades intelectuais pertencentes a Sun Systems, sendo feita de forma intencional. Com isso, a Oracle exigiu em corte que o Google pagasse altos valores, como uma forma de compensar pelas apropriações indevidas das suas patentes.

Segundo os advogados que representam a Oracle, na época:

Sem consentimento, autorização, aprovação, ou licença, o Google conscientemente, deliberadamente, e ilegalmente copiou, modificou, publicou e distribuiu trabalhos pertencentes à Oracle, protegidos por direitos autorais, e continua a fazê-lo. O Android, pertencente o Google, infringe direitos autorais da Oracle ao fazer uso das tecnologias diretamente relacionadas ao Java, e o Google não está autorizada a fazê-lo.

Curiosamente, esta ação por parte da Oracle foi tomada em um momento em que o Android estava iniciando a sua fase de ascensão, e acabara de ultrapassar o “market share” do iPhone/iOS.

A acusação feita por parte da Oracle afirma que o Google tirou proveito de um total de sete patentes utilizadas em várias tecnologias relacionadas ao Java, além de código protegido por direitos autorais, documentação, especificações, bibliotecas, e outros materiais que fazem parte da plataforma.

O processo continuou ao longo de todos esses anos, sendo que o Google obteve ganho de causa em primeira instância em 2012. Ganho de causa esse que veio a ser revogado em 2014. O Google não desistiu e recorreu, o novamente obteve ganho de causa em 2016, decisão esta que voltou a ser revogada em 2018.

A reta final


Agora, atendendo à um apelo do Google, a Suprema Corte Americana irá ouvir o caso e decidir entre manter ou revogar a decisão judicial tomada anteriormente, que havia dado ganho de causa o Google.

Nós recebemos da melhor forma possível a decisão da Suprema Corte em revisar o caso, e esperamos que a Corte reafirme a transparência na competitividade empresarial americana. Desenvolvedores deveriam ser capazes de criar soluções entre as plataformas, e não ficar restringidos aos softwares de uma única companhia.” disse o porta voz do Google, Kent Walker.

A Oracle pode arrecadar a bagatela de US$9 Bilhões (aproximadamente R$38 Bilhões) caso a decisão de 2018 seja mantida, e está confiante no caso, publicando o seguinte pronunciamento:

“Estamos confiantes que a Suprema Corte vai preservar as proteções dos direitos autorais, que foram estabelecidas há muito tempo para os softwares originais, e rejeitar os contínuos esforços do Google em evitar a responsabilidade por ter copiado as inovações da Oracle. Nós acreditamos que a Suprema Corte irá rejeitar qualquer argumento que permita ao Google literalmente copiar uma vasta quantidade de linhas de código, e utilizá-lo para o mesmo propósito e da mesma forma que o original. O quê certamente não é uma forma justa de fazer uso das tecnologias em questão.”

Conclusão


Aqui estamos nós, de volta àquelas questões tão polêmicas: Software livre vs. Software proprietário. Propriedade intelectual é realmente algo justo? Se você cria algo, é realmente justo que aquela ideia seja sua propriedade e de mais ninguém?

Eu realmente fico muito dividido quanto à esse assunto. Consigo ver os dois lados da moeda, procuro manter a mente aberta para ambos os lados. Mantendo a questão apenas na área de T.I., é difícil pensar que se eu criar algo completamente novo, moralmente falando, serei “obrigado” a doar tal ideia para que qualquer um possa utilizá-la como quiser. Por outro lado, é justamente a colaboratividade que fez a humanidade chegar tão longe, em todos os aspectos. É ajudando uns aos outros que conseguimos crescer, e evoluir como indivíduos. Como diz aquela fantástica música do Pink Floyd: “Together we stand, divided we fall.

Então, pensando por um lado, compartilhar a minha suposta ideia inovadora soa injusto. Afinal, é a minha ideia, o meu trabalho, investimento e esforço. Mas por outro lado, não dividir tal ideia, soa como algo extremamente egoísta, nadar contra a corrente, e involuir.

O quê você pensa sobre toda essa questão de direitos autorais, propriedade intelectual e software livre? É uma questão muito polêmica, e complexa, que sempre rende discussões acaloradas, que uma vez que os ânimos tenham se exaltado, acabam não levando a lugar nenhum. Então lembre-se de, ao comentar, ser educado, respeitoso, e manter a mente aberta para ideias diferentes da sua. 😁

Realmente queremos saber a sua opinião, caro leitor, para que assim possamos evoluir juntos.

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Fonte: The Register


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Amazon termina a migração dos seus serviço para o AWS

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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

A Amazon é uma gigante no ramo da tecnologia, tendo serviços como, a Twitch, Amazon Prime, site de compras entre outros. Esses serviços utilizavam em algum nível, as soluções da Oracle. Bom, agora não mais.

Amazon termina a migração dos seus serviço para o AWS






Neste dia 15 (terça), o Vice-Presidente e Chief-Evangelist (responsável por "evangelizar" os clientes, criando maneiras eficientes e ensinando eles a usarem os produtos “de fábrica”) do Amazon Web Services (AWS), Jeff Barr, fez um comunicado oficial no blog da Amazon, anunciando a migração.



Segundo o executivo, serviços como  Alexa, Amazon Prime, Amazon Prime Video, Amazon Fresh, Kindle, Amazon Music, Audible, Shopbop, Twitch, and Zappos, além das equipes internas como AdTech, Amazon Fulfillment Technology, Consumer Payments, Customer Returns, Catalog Systems, Deliver Experience, Digital Devices, External Payments, Finance, InfoSec, Marketplace, Ordering, e Retail Systems foram migrados. Mobilizando assim mais de 100 equipes na migração.

Só alguns aplicativos de terceiros, que são fortementes vinculados ao Oracle database não foram desativados ou migrados.

Ao todo, foram migrados 75 petabytes de dados armazenados internamente em quase 7.500 databases da Oracle para o AWS, incluindo serviços como  Amazon DynamoDB, Amazon Aurora, Amazon Relational Database Service (RDS), e Amazon Redshift. As migrações foram feitas com nenhum ou com pouco tempo de inatividade dos serviços, assim cobrindo 100% dos sistemas proprietários da Amazon.

Com essa migração, a Amazon pretende reduzir os custos em até 60% no seu database e nos clientes, uma redução de até 90%. O desempenho também melhorou, a latência dos aplicativos voltados para o consumidor, teve uma redução em 40%. A sobrecarga administrativa nos databases também diminuiu, em 70%.

Para conferir o post completo do anúncio, você pode acessar aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Anunciado o primeiro sistema operacional autônomo do mundo

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

A Oracle Corporation é uma empresa especializada no desenvolvimento de hardware e software, como também banco de dados. Muitos podem conhecer a empresa justamente por seu poderoso banco de dados relacional, pois o Oracle Database é o SGDB mais utilizado do mundo. Não esqueçamos do Java, também de responsabilidade da empresa.

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Com forte posicionamento no mercado, e boa reputação, a Oracle além de líder em muitos setores, é conhecida por sua inovação no mundo dos softwares. Após pouco mais de duas décadas do lançamento de seu primeiro banco de dados relacional comercial para Linux, a empresa aposta em um sistema autônomo e baseado em Linux.

Oracle Autonomous Linux OS é o primeiro sistema autônomo desenvolvido


Pensado como uma solução do lado do servidor, com muita flexibilidade e enorme escalabilidade. A distribuição Linux da Oracle fornecerá tranquilidade na manutenção de servidores em nuvem, pois consegue empregar de forma autônoma o processo de aplicação de patches, possui capacidade de monitoramento e controle sobre sistemas (independente de serem executados sob Linux, Windows ou as versões mais recentes do Oracle Autonomous Linux OS).

Estima-se que preciosos recursos em TI podem ser liberados, dando foco a tarefas estratégicas na área. Segundo a Oracle, com ajuda do aprendizado de máquina (machine learning) a API da infraestrutura de nuvem é capaz de executar patches automatizados, relatórios de segurança e gerenciamento de todas as configurações.

As principais características do Oracle Autonomous Linux OS, são:

  • Correção e ajuste automáticos, com geração de relatórios de diagnóstico do SO;
  • Manutenção do kernel Linux e a Key User Library, através da instalação automatizada de patches de segurança diariamente. Também concedendo proteção contra ataques de malware internos e externos, bloqueando quaisquer explorações conhecidas;
  • Eliminação do tempo de inatividade desnecessário em todos os processos.

Comentando um pouco mais sobre o sistema operacional autônomo, o vice-presidente do Grupo de Desenvolvimento de Software e Código Aberto da IDC, Al Gillen, disse: “Esse recurso transforma efetivamente o Oracle Linux em um serviço, liberando os clientes para concentrarem seus recursos de TI na aplicação e na experiência do usuário, onde eles podem oferecer uma verdadeira diferenciação competitiva.”

Os serviços do Oracle Autonomous e gerenciamento do sistema estão inclusos no suporte Oracle Premier, que é um serviço de suporte voltado ao mundo corporativo. De acordo com uma estimativa da empresa “a maioria dos clientes” podem obter uma economia de 30 a 50% no custo total, utilizando todos os benefícios de seu sistema autônomo. 

É notório o domínio do Linux no meio corporativo, uma grande parte da internet é baseada no pinguim. Olha que tem gente que ainda afirma que Linux não presta, haja paciência (😔️😔️😔️).

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Fossbytes, Oracle.
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Oracle processa a Google em quase 10 bilhões de dólares

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

É a semana das polêmicas no mundo da tecnologia, depois da Microsoft anunciar o Ubuntu on Windows, temos a Oracle processando a Google pelo uso de suas ferramentas no Android.

Oracle vs Google


Parece que o affair entre a Oracle e a Google está longe de terminar, não é de agora que a empresa tenta processar a dona do Android sob a alegação de que esta estaria utilizando parte de sua tecnologia Java dentro do Android sem pagar os direitos devidos.

Isso está dando pano pra manga que a Google já anunciou que pretende deixar o Java de lado e focar no OpenJDK, mas até lá talvez a "Gigante de Montain View" tenha que encarar a Oracle por todos os anos em que usou a tecnologia da empresa.

O processo que a Oracle está movendo contra a empresa requer um pagamento da Google de 9,3 bilhões de dólares, algo que gira em torno de 34 bilhões de reais atualmente, pelo uso do Java no Android, tudo envolvendo direitos autorais. A audiência está marcada para Maio, vamos ver quem vai sair por baixo nesta história, tanto Oracle, quanto Google contrataram especialistas para defender-se no caso.

Devido as declarações que a Google deu, eles até aceitam pagar alguma multa, mas nada tão astronômico.

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Falha de autenticação permite que hackers tenham acesso ao banco de dados da Oracle

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Falha da Oracle mostra o quanto precisamos de segurança virtual



Oracle logoOs hackers exploraram uma falha de identidade aberta que lhes permite facilmente quebrar bancos de dados Oracle. A falha permite que qualquer pessoa possa fazer um ataque de força bruta e acessar os dados. Um pesquisador apresentou os resultados da prova de conceito de ataque em uma conferência de segurança hoje na Argentina.

A falha permite que qualquer pessoa com acesso a um nome de usuário pode explorar protocolo de autenticação da Oracle. De acordo com Dark Reading, pesquisador Martinez Fayo e sua equipe primeiro reportaram um bug na a Oracle em Maio de 2010.

A Oracle teve várias falhas de segurança descobertas nos últimos meses. Este último ataque é surpreendente devido à sua exploração do protocolo de autenticação. Os hackers podem facilmente obter os dados das pessoas.

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