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GPK-Application - Um gestor de pacotes para Ubuntu e derivados

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Existem alternativas para se fazer de tudo no mundo Linux, e dentro do mundo Debian e Ubuntu, duas das distros mais populares, não seria diferente. Hoje você vai conhecer o GPK-Application, um gestor de pacotes que pode te permitir maior maleabilidade do que a GNOME Software, que vem por padrão nas instalações padrões do Ubuntu e no Debian com GNOME.

GPK Application





Eu estava explorando um pouco os aplicativos na GNOME Software e me peguei pensando se existiriam outras ferramentas para gerir os pacotes do Ubuntu que não fosse o (excelente) Synaptic, especialmente, que conseguisse pesquisar por pacotes e softwares que não tem ícones, como a loja de aplicativos do Linux Mint consegue fazer, e então lembrei de uma ferramenta que eu tinha visto no Debian, o aplicativo "Pacotes", ou gpk-application.

Gerenciador de pacotes do GNOME

Você  encontra a aplicação da loja de aplicativos (Ubuntu Software/GNOME Software) procurando por "Pacotes do GNOME", ou então, instalando via terminal:
sudo apt install gnome-packagekit
Depois de instalado, você encontra a ferramenta procurando no menu do sistema por "Pacotes", ou, se preferir rodar pelo terminal, você pode chamar a aplicação usando o comando:
gpk-application

Como usar a aplicação? 


A forma de utilização é simples, basta pesquisar pelo pacote desejado, marcar para instalação e aplicar as alterações.

Instalando pacotes no Ubuntu

Existem muitas categorias do lado esquerdo da aplicação que são incomuns nas lojas atuais, talvez seja um "passeio" interessante explorar essas categorias. 😊

Continue o assunto no nosso fórum, o Diolinux Plus.

Até a próxima!
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O que leva um novo usuário desistir do Linux?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Novos usuários que por algum motivo se aventuram em terras desconhecidas, ou para os mais íntimos, “o mundo do pinguim,”, acabam passando por situações nem sempre agradáveis. Uma parte acaba desistindo e passam a repudiar a plataforma, seja por uma desilusão ou não conseguirem moldar o sistema, como o que usava anteriormente. Hoje irei abordar alguns motivos que levam novos usuários a desistirem do Linux.


Em 2015 o Dionatan Simioni, simplesmente o “mandachuva do Diolinux” (😇😇😇), escreveu uma postagem com tema semelhante. Aconselho que leiam, e de fato algumas coisas também estarão presentes neste. No entanto, irei abordar conforme minha visão dos fatos e espero que você também enriqueça essa postagem comentando e dando seu ponto de vista.

“O início do fim”


O ser humano gosta de conforto e rotina, qualquer coisa que mude esse “modus operandi” irá nos causar aversão. Usar algo novo nos proporcionará um misto de sensações, como: medo, anseio, impotência, alegria, raiva, surpresa, fascínio, recordação, frustração entre outros sentimentos. A forma que canalizamos esses momentos ao descobrir um mundo novo, será um dos aspectos que ditará o fim ou início. Não é difícil identificar usuários que se tornarão amargurados com a experiência de utilizar Linux. Quantas vezes você já não viu alguém procurando uma distribuição Linux igual ao Windows? Não estou dizendo em uma interface que tenha a lógica de funcionamento semelhante, mas sim pessoas que querem um Linux como o Windows. Seja na instalação e seleção de softwares, atualizações, interface, atalhos, comportamento, sistema de arquivos e tudo mais. Usuários que não mudam essa mentalidade, estão fadados a abandonarem o Linux. A premissa é muito simples: “Por que usar Linux, se o que na realidade você quer é utilizar outro sistema?”, no caso o Windows. Talvez por características e vantagens que o Linux possua, porém, nada é só vantagens ou só defeitos. Aventurar-se ao novo requer uma mudança de paradigmas, e isso não é para qualquer um.

Instalação do sistema 


Ao contrário do Windows e macOS o Linux não está presente pré-instalado no ato da compra de um hardware geralmente, claro que existem exceções, mas isso, querendo ou não, acaba dificultando parte do processo. “Obrigatoriamente” um novo usuário, ou terá que solicitar a instalação por meio de terceiros, ou fazer por conta própria. Essa já é uma primeira barreira, instalar uma distribuição “na cara e na coragem”. 

Vejo muitos usuários de Windows usarem isso como o “xeque-mate”, mas lembre-se que o mesmo ocorre com o Windows. A diferença é que qualquer “técnico de esquina” instala uma cópia pirata do sistema da Microsoft, enquanto, outros nem ao menos sabem o que é Ubuntu. Atualmente instalar uma distro como Ubuntu, Linux Mint, Deepin, etc; não é uma tarefa complicada, isso no modo automático. Lembrando que estamos falando de um novato, que não conhece nada de Linux. Procedimentos, como: criar pendrive bootável, desativar secure boot, verificar se está em modo UEFI ou Bios LEGACY, são coisas que exigirão pesquisas e alguns tutorias no Youtube.

Opções, muitas opções, qual sistema escolher?


Uma das características que mais gosto no Linux, é tido como defeito e qualidade: ter muitas opções. Isso possibilita utilizar a distribuição que mais se aproxime ao seu perfil ou confundir os novatos (“uma via de mão dupla”). Um usuário despercebido e que não “manje nada de Linux” pode até ficar confuso com tantas distribuições, todavia, uma se sobressai entre as outras. Claro, que não digo que ela é a melhor, simplesmente é a que quase todo novo usuário inicia. Estou falando do Ubuntu. Seja por sua vasta documentação, blogs, tutoriais, canais no Youtube e tudo mais. O Ubuntu aparecerá logo ao pesquisar por alguma solução para Linux, e provavelmente ele será o primeiro sistema em que os novos usuários ouvirão ou irão se aventurar. No entanto, é inegável que a quantidade assombrosa de sistemas Linux podem tornar a escolha bem difícil para alguns usuários.

Incompatibilidade com hardwares 


Nesses anos que utilizo Linux, não me recordo de ter passado por este problema, mesmo no início em que sempre estive preocupado com incompatibilidades, “nunca fui agraciado” com esse tipo de situação (sempre pesquiso bastante antes de adquirir algum hardware, isso pode contribuir). Talvez um device ou hardware muito datado, ou uma placa wifi muito específica, acabem tirando o sono de algumas pessoas ao tentar instalar uma distro. Diversos fóruns estão com tópicos do tipo: “minha placa wifi não funciona em distro tal”, “impressora y não funciona no Linux”, “não consigo jogar com o driver proprietário de placa x” e por aí vai…

Catálogo de programas indisponíveis para Linux


Outra barreira que acaba desestimulando o uso de Linux, são alguns softwares inexistentes na plataforma. Esse assunto é bem delicado, pois, a “culpa” não é do Linux em si (se é que existem culpados). Algumas empresas julgam sem necessidade um porte ou desenvolvimento de seus programas para outros sistemas. Um exemplo bem expressivo é a Adobe, com sua suite de criação. 

Quando o assunto é Adobe, logo aparecem usuários dizendo: “Você pode utilizar o Gimp” ou “Existe o Kdenlive, Blender, DaVinci Resolve”. Digamos que não é tão simples assim, e dependendo do caso, nem sempre o usuário pode migrar de programa.

Gamers e suas dificuldades no Linux 


Jogar no Linux não é “um bicho de 7 cabeças”. Houve uma tremenda evolução nestes últimos anos, e muitos títulos se fazem presentes no sistema do pinguim. Se há alguns anos era impossível jogar games, como: GTA V, The Witcher 3, Overwatch, Dota 2, Counter Strike entre outros. Atualmente não é mais assim, porém, mesmo com inúmeros games nativos, SteamPlay (que permite executar games do Windows no Linux), nem sempre a tarefa será das mais amigáveis. Alguns jogos não irão funcionar de primeira, sendo preciso alguns ajustes. Sites, como o ProtonDB e tutoriais ensinando alguns parâmetros, podem facilitar o processo, mas isso vai exigir algumas tentativas e erros. 

Para jogos que façam uso de Wine, Proton (SteamPlay), dependendo do hardware a performance pode ser prejudicada e visivelmente afetando a gameplay. Anteriormente abordei o caso de programas que não funcionam no Linux, e com jogos não é diferente. Dependendo do game em questão, a única solução será manter um dualboot, abandonar o jogo ou desistir do Linux (ao menos momentaneamente). O que mais me impressiona nesta história, é a capacidade do Linux rodar jogos do Windows de maneira que parece algo nativo. Obviamente que isso dependerá do seu hardware e do jogo. Um aspecto que atrapalha o funcionamento destes games no Linux são os anti-cheats, na qual já abordamos em outra postagem.

Tipos de pacotes, particularidades do sistema e nomenclaturas 


Talvez esse seja o ponto em que os novatos mais se atrapalham. O que é um Flatpak, Snap, AppImage, apt, dnf, tray, repositório, etc, etc, etc. São tantas novidades que ou das duas uma: “o cara fica doido e sai correndo” (😜😜😜) ou começa a refletir do porquê disso e começa a aprender. Para usuários que querem um Linux igual ao Windows, a jornada acaba aqui. Para quem entende que é algo novo e aceita a realidade, que “não sabemos de tudo”, a jornada apenas começou. Esse passo exige muita humildade, pois, é de nossa natureza, querer ser o melhor. Aceitar que novas situações, experiências, tecnologias nem sempre estarão em nossos plenos domínios, evita frustrações, nos condicionando para o aprendizado. Tudo isso irá depender do usuário, e não do novo sistema. Algo que quero salientar é: que usuário é diferente de administrador de sistema. Não é obrigado a aprender tecnicamente como as coisas funcionam, apenas tirar proveito da tecnologia e utilizar em seu dia-a-dia. Uma coisa que nem sempre acaba acontecendo, os usuários de Linux acabam criando um apreço e mesclando entre serem “usuários e administradores”. Gosto de chamar esse grupo de “usuário intermediário”, que é aquele cara que não chega a ser um administrador pleno, mas que sabe muito e por vezes administra sozinho seu sistema. Se você chegou a este ponto, dificilmente desistirá do Linux.

Comunidade áspera 


Por muito tempo a comunidade Linux recebeu este rótulo, uma comunidade ácida e que espantava os iniciantes e suas “perguntas burras”. O motivo da existência de vários blogs, sites e canais do Youtube, em parte, foi devido a essa conduta repugnante. Sendo sincero, felizmente nunca passei por uma situação humilhante em algum fórum ou grupo. O motivo? Não participava de nenhum, e sempre quando me permitia a navegar por essas águas, observava tais atrocidades. Sempre fui um lobo solitário, buscando resolver meus próprios problemas. Por conta disso, perdi oportunidades de conhecer pessoas que realmente se importavam com os outros. Sei que a acidez de algumas comunidades já afastaram muitos usuários, algumas pessoas não compreendem que começamos do início, por mais estranho que isso possa soar. Enfim, pessoas sensatas estão levantando grupos que realmente fazem a diferença, fóruns que não menosprezam os iniciantes e que na possibilidade de algum “sem noção” ofender alguém, logo ignoram esse indivíduo, e é claro que, isso não se restringe a grupos que falam sobre Linux ou Software Livre e Open Source, é possível ver comportamentos similares em qualquer grupo “rival”, sobretudo no mundo da tecnologia, Intel e AMD, Nvidia e AMD, Xbox e Play Station, Samsung e Apple, etc; etc.

Ideias radicais


Você já ouviu pessoas dizerem a palavra “Ruindows”? Algumas falam em tom de gozação e em círculos com amigos, assim como sempre brinco e falo “Linûx” ou “que Linux não tem jogos”. O problema que algumas realmente pensam assim. Na realidade não tiro o direito de pensarem nesse tipo de coisa, vejo como reprovável quando querem empurrar esse pensamento “goela abaixo”. Muitos usuários nem sequer experimentam Linux, por acreditar que seus usuários são assim. Esse tipo de comportamento também ocorre em outros usuários de sistemas distintos. Não é raro ver alguns usuários do Windows espalhando lorotas de que: “Não tem como ser gamer e usar Linux” ou “Linux é coisa de comunista/fascista”. Muita desinformação ronda a internet.

Minha singela conclusão


Linux é um ecossistema que proporciona muitas vantagens e facilidades de uso, entretanto, “nem tudo são flores”. Existem defeitos, dificuldades e uma provável obrigatoriedade na mudança de sua rotina ou algumas ideias e pensamentos. Longe de ser algo ruim, apenas diferente, não existe certo ou errado nisso. Caso o programa no qual você “ganha seu suado pão” não esteja presente, não é crime algum não migrar ou deixar de utilizar o Windows, por exemplo. Aquele jogo que você mais gosta não está no Linux, ou não existe a possibilidade de jogá-lo. Não há problema em não fazer um dualboot. Sim, existem nomenclaturas e conceitos um pouco confusos, mas é absolutamente comum sentir-se desorientado ao iniciar em algo novo. Aprenda o essencial, minha esposa, por exemplo utiliza Linux e não sabe o que é um Flatpak. Ela simplesmente abre a loja do Linux Mint e instala o que quer. Minha mãe nem sabe o que é Linux, Windows, ou seja lá o que for e usava Ubuntu (😂😂😂). Mesmo criança meu irmãozinho utilizava, agora adolescente passou a vasculhar e fazer coisas sem ao menos me pedir ajuda. Recentemente ele resolveu um problema de um jogo via SteamPlay, descobriu sozinho alguns comandos do winetricks que solucionaram o bug no game e fez algo que tentei por algumas semanas sem resultado.

Os motivos abordados neste post, são os que julgo serem os principais a desmotivarem o uso do Linux para novos usuários. Fique a vontade para expor suas ideias, claro, sendo complacente com a opinião alheia. Não ofenda ou empurre seu ponto de vista, isso só gera brigas e não uma verdadeira e saudável discussão.

Para quem precisa de uma comunidade “mente aberta”, considere participar de nosso fórum Diolinux Plus. Não importa se usa Windows, macOS, iOS, Android, Linux seja o que for. O intuito do Diolinux Plus é auxiliar os usuários e promover debates de ideias de alto nível, sem picuinhas ou brigas de ego.

Até o próximo post, que hoje o assunto rendeu (😁😁😁), compartilhe esta postagem, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Slack, o poderoso gerenciador de equipes e projetos

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Muitos nos perguntam em nossas lives na Twitch, se você ainda não segue o canal “agora é a hora”, qual aplicativo ou site usamos para gerenciar a equipe do Diolinux e assim organizar as pautas das postagens. Bom, agora respondendo: usamos o Slack.

Slack, o poderoso gerenciador de equipes e projetos





Antes de decidirmos usar o Slack, consideramos usar alguns outros serviços, como o Trello, Telegram, Discord e entre outros serviços. Mas o Slack se encaixou quase que uma “luva” pra gente, que passada a fase de adaptação, agora está “tinindo de bão”. 

A interface pode parecer “confusa” à primeira vista, mas nada que alguns minutinhos para se ambientar nela não resolvam. Depois de pegar o jeito, fica muito fácil de usar.

Como ele funciona?




Primeiro, você cria um workspace (espaço de trabalho), que vai abrigar o projeto e suas equipes, que você pode separar por “Canais”.

Na opção “Canais”, você pode dividir os “afazeres” de cada equipe  no projeto, assim não misturando “alhos com bugalhos”, evitando eventuais dores de cabeça.

Você pode também mandar mensagens diretas para cada membro que estiver no Workspace.

Para tornar o Slack mais completo, você pode adicionar Apps dentro dele, como Dropbox, Google Drive, One Drive e assim tornar o compartilhamento de arquivos mais fácil.

Falando em arquivos, você pode fazer upload de arquivos de até 1GB, nos formatos para imagem, é suportado JPEG, PNG e GIF. Já para arquivos os formatos suportados são ODT, ODS, Doc, Docx, Xls, Xlsx e PDF. Opções é que não vão faltar.

Uma outra funcionalidade legal, é a possibilidade de mandar mensagens para você mesmo, podendo “salvar” dessa forma aquele rascunho ou arquivo que você vai precisar depois.

O Slack está disponível no Linux de forma oficial nos formatos .deb, .rpm e snap (se você não tem o snap instalado no seu sistema, veja esse tutorial nosso de como habilitar). Vale lembrar que existe também a versão Web do serviço, que dispensa a necessidade de qualquer instalação, além de Apps para Smartphones.


Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Versão do Telegram no Flathub agora é oficial

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Para os "zapeiros" de plantão desculpe-me, o Telegram é superior! Brincadeiras a parte (não leve tão a sério o início deste post, muita calma nessa hora 😁😇😁), o mensageiro mil e uma utilidades acaba de ter mais um formato de empacotamento "oficializado" no Linux, antes com sua versão em “tar.xz” (binário executável) no site e Snap, agora o Flatpak entra na "brincadeira". Antes de tudo, aprenda como instalar o suporte a o Flatpak em seu sistema.

telegram-flatpak-flathub-oficial-linux-ubuntu-deepin-mint-mensageiro-whatsaap

Um assunto que sempre vejo em grupos Linux, é a questão do empacotamento dos programas por mantenedores que não sejam os desenvolvedores da aplicação. E se isso torna ou não o pacote/programa "menos oficial".

Muitos podem argumentar que empacotador é uma coisa e desenvolvedor é outra, e até concordo com isso, entretanto algumas pessoas se apegam ao "quesito" aval do desenvolvedor, ou empacotamento pelo próprio. Particularmente estou entre o primeiro grupo, no entanto entendo que ter essa "oficialização" por parte do criador do software é algo que para empresas, e até mesmo vários usuários, dá uma credibilidade a mais (se isso é apenas uma falsa sensação, aí já não sei, mas que faz uma diferença faz 😁😂😋).

telegram-flatpak-flathub-oficial-linux-ubuntu-deepin-mint-mensageiro-whatsaap

Telegram no Flathub


O Telegram Desktop vinha sendo mantido no repositório Flathub, lugar com diversas aplicações em Flatpak disponibilizado pela comunidade. O responsável até então pelo seu empacotamento era Jan Grulich, desenvolvedor do projeto KDE e engenheiro de software da Red Hat. E mesmo de forma "não oficial" o aplicativo teve mais de 400 mil downloads, algo que chamou a atenção dos desenvolvedores do programa.

E hoje, dia 10 de Maio, o desenvolvedor do Telegram John Preston, passou a manter o repositório no Flathub. Agora no Github da aplicação existe uma área dedicada ao sistemas suportados e formatos de distribuição, e o Flathub está entre eles.

telegram-flatpak-flathub-oficial-linux-ubuntu-deepin-mint-mensageiro-whatsaap-windows-macOS-fedora


E você o que acha sobre essa questão, um programa apenas é oficial quando empacotado/ou possui aval de seus desenvolvedores? Deixo essa "bucha para vocês", e claro tenha sempre respeito com o próximo.

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, e como sempre te espero aqui no Blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux

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sexta-feira, 1 de março de 2019

Em Março do ano passado (2018), a Microsoft anunciou, no Developer Day, o seu mais novo tipo de empacotamento de programas, o MSIX. A princípio esse novo pacote vai ser para facilitar a vida dos devs que querem enviar os seus programas para a Microsoft Store, mas pelo andar da carruagem pode ser que chegue à outras plataformas, como o Linux.

 MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux






Segundo a Microsoft, o novo formato vai permitir uma melhor implantação dos recursos como Win32, WPF e WinForm. Uma reclamação recorrente dos desenvolvedores.

O SDK do MSIX já está disponível no GitHub oficial da Microsoft e você pode conferir ele através deste link.






O MSIX funciona com a tecnologia de contêiner, como o Snap e Flatpak, assim ficando isolado do restante do sistema,permitindo o update ou desinstalação dos programas, sem afetar o restante do sistema.



Com o SDK em mãos, os desenvolvedores poderão distribuir o seu app para todas as plataformas e não depender somente da Microsoft Store. Hoje existem 3 (três) principais formatos de arquivos no Windows: EXE, AppX e o MSI. Com a possibilidade de distribuir fora da Store da Microsoft, os devs vão poder compatibilizar seus produtos com iOS, macOS, Android e Linux e até com versões mais antigas do Windows. No vídeo abaixo eles explicam melhor como vai funcionar.

              

Como podemos ver, o processo usa os contêineres, a mesma tecnologia usada nos famosos Snaps e Flatpaks, encabeçados por Canonical (Ubuntu) e IBM/Red Hat (Fedora, Red Hat Enterprise), agora sendo implementados por outra gigante do setor, a Microsoft.

Não podemos descartar que em um futuro muito próximo, produtos da Microsoft cheguem  no “planeta pinguim” utilizando este formato, como o Office por exemplo. Ou até mesmo a nova versão do navegador Edge, já que ele vai vir com o “motor” do Chromium.

O que você achou da novidade? Até a próxima!
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Windows VS Linux - Instalação de programas

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Cada sistema possui suas particularidades, e nos baseados em Linux não é diferente, prova disso é que existem diversas maneiras de se instalar programas no sistema do pinguim,. Através deste pequeno comparativo entre Windows e Linux, verá que mesmo seja diferente, isso não significa necessariamente que no Linux as opções são inferiores ou mais complexas. 

windows-linux-programas-instalar

Programas no Windows


No sistema da Microsoft os usuários estão familiarizados com o clássico “NEXT, NEXT, NEXT, FINISH”, avançando em etapas durante a instalação dos aplicativos. Mas não existe apenas uma forma de se obter aplicações no Windows, e veremos algumas opções da atualidade.

“EXE” e “MSI”


Esses são formatos nos moldes do já citado “avançar”, basta dar dois cliques e ir seguindo o fluxo de instalação do programa, mas na maioria dos casos a atenção deve ser redobrada, pois ocorre de no ato da instalação, softwares de terceiros serem instalados sem que o usuário perceba.

Instaladores em etapas geralmente significam que existem configurações a serem feitas pelo próprio usuário, sendo necessário conhecimento para que nada de equivocado seja instalado ou ajustado, é uma método popular, sem dúvida, especialmente pelo hábito, mas que foi suplantado por instalações à partir de uma loja, como no Android, onde você troca os vários cliques por um único.

“BAT”


Os programas em “.bat” são feitos para execução no terminal do Windows, isso mesmo, no Windows também se usa terminal, podendo ser um instalador ou até mesmo uma aplicação.

“Portable”


São aplicações portáteis, na qual sua execução não necessita de uma instalação, com possibilidade de ser transportado e iniciado em uma mídia removível. Podem ser um arquivo “exe”, “msi”, etc.

Loja


Esta é uma funcionalidade existente nas distribuições Linux e no macOS há bastante tempo, mas que estreou no Windows, comparando, há pouco tempo, e que ainda não é tão difundida entre os utilizadores do “Janelas”, com algumas ferramentas ausentes, como o Firefox por exemplo, os usuários ainda cultivam velhos hábitos e muitas vezes permanecem na insaciável caça por executáveis internet à fora.

Programas no Linux


No Linux as formas e variedades de se obter aplicativos são abundantes, e por existirem diversas distribuições, nem sempre existe um padrão ao distribuir programas na plataforma.

“DEB” e “RPM”


São pacotes para instalação de aplicativos, algo parecido com os instaladores em “.exe”/”.msi”, mas sem a necessidade de inúmeros processos e cliques em opções de “avançar”, quando instalados em modo gráfico.

“AppImage”


Assemelham-se aos “portable” do Windows, sem a obrigatoriedade de instalação, também podem ser executados num pendrive, pois carregam suas dependências. Temos diversos materiais de como instalar os AppImage e onde encontrá-los para download.

“Flatpak” e “Snap”


Considerados o futuro da distribuição de programas no Linux (o AppImage também participa da lista), trazem diferenciais e tecnologias que no momento estão em alta, como SANDBOX, e outros benefícios. Não sabe como instalar um Flatpak no sistema? Aprenda neste post, encontre diversos Flatpaks para download, e saiba sobre os Snaps aqui. 

Quando falamos em novas formas de empacotamento no Linux, sempre paira uma dúvida: “AppImage, Flatpak ou Snap?” Qual escolher? Por sorte temos a resposta dessa dúvida cruel.

Veredito sobre as formas de distribuição de programas no Linux e Windows


Tanto o Windows, como o Linux, tem suas formas de compor e gerir aplicativos, e dúvidas comuns surgem em nossas mentes, isso é extremamente normal, em meio a tantas possibilidades e diferenças, acabamos por confundir alguns aspectos destas tecnologias.

Pensando nisso criei em meu canal OSistemático, uma animação explicando sobre cada formato, seu funcionamento, e comportamento do Linux e Windows ao gerenciar componentes para o funcionamento de suas aplicações. Você irá aprender de uma vez por todas o que significa “Sandbox”, “Core”, “dll”, “Runtimes”, quais as diferenças entre esses formatos e outros que não listei aqui como: “tar.gz”, “sh” e muito mais.


Acessem o vídeo, uma animação super completa e sem “tecnés”, ou termos rebuscados que mais confundem do que esclarecem, muito obrigado e deixem nos comentários suas opiniões.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Comandos no Flatpak 1.2 que vão facilitar o gerenciamento dos pacotes

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Quando você vai instalar um programa via Flatpak, pode usar as “lojinhas” da sua distro para gerenciá-los, desde que esteja habilitado o recurso, assim podendo pesquisar, instalar os apps,etc. Quando precisamos utilizar o terminal para tal tarefa parece que ainda temos algumas “pedras” que precisam ser tiradas, especialmente por conta da sintaxe dos comandos.


 Comandos no Flatpak 1.2 que vão facilitar o gerenciamento dos pacotes






Um dos desenvolvedores do Flatpak, Matthias Clasen (que desenvolve para o Gnome e trabalha para a Red Hat), postou uma nota no “Blog do Gnome” mostrando as novidades que virão na versão 1.2 do Flatpak, que realmente parecem vir para facilitar (e muito) quem usa Flatpak via linha de comando.

Colunas:


Na versão 1.2 do Flatpak, vamos poder obter as informações dos pacotes em colunas e assim não extrapolar os limites do terminal, ficando assim organizado e “bem apresentável”. Para isso vai se usar o parâmetro --columns. 

Para saber o que cada coluna faz, você vai poder acrescentar o “=help” no final do comando, ficando flatpak list --columns=help. O resultado você vê abaixo na imagem.



Reporte de erros mais claros


Antigamente, quando se tentava um comando e por alguma razão você o errava, o Flatpak dava um erro e não dava muitas informações, a ideia é mudar esse comportamento. No exemplo usado, a palavra “search” não tem o “C” e o Flatpak lhe dá a sugestão de como seria o comando correto, que seria o “search” com “C” e ainda lhe indica a consulta do “help” da aplicação.



Busca mais amigável


Outra coisa que vai mudar é a forma que se busca algum programa no Flathub, o repositório de Flatpaks da comunidade. Atualmente para se buscar algum pacote no repositório é preciso fazer quase um curso de memorização. Por exemplo, para instalar o aplicativo “Meld” o comando de instalação seria este:

flatpak install flathub org.gnome.meld

E sejamos sinceros, muitos não conseguem decorar tudo isso para instalar um simples programa. Pensando nisso, o pessoal do Flatpak vai simplificar e facilitar a vida das pessoas e o comando para instalar vai ser algo mais familiar ao tradicionais gerenciadores de pacotes para quando precisar instalar algo no terminal.

flatpak install meld

Descrições mais informativas


Ainda, segundo Matthias, a nova versão do Flatpak chegará com melhores descrições dos programas, com informações mais completas e informativas, como podemos ver nas imagens abaixo. Você pode abreviar os nomes das colunas usando o complemento --columns, como já mencionado.





Esses foram os principais comandos e complementos anunciados,para ver o post completo e com todas as novidades mencionadas por Matthias, acesse este endereço.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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AppImage, Flatpak ou Snap?

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Qual das 3 novas alternativas de empacotamento de software no Linux é a melhor? Quem já utilizou Linux há alguns anos não reconheceria as distribuições em seu estado atual. A evolução foi intensa e numa velocidade assombrosa, nisso novos formatos de empacotamento apareceram no cenário, são eles: AppImage, Flatpak e Snap.

Não sabe o que é um AppImage, Flatpak ou Snap? Aqui no blog temos diversos artigos, explicando sobre essas novas tecnologias e ensinando como utilizá-las em sua distro Linux.

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Se existe algo em que um novo usuário de Linux, quem sabe um antigo que não acompanhou esses anos, vai se deparar, é com as facilidades de se obter programas e instala-los no sistema.

Para especificamente usuários Ubuntu, os PPAs, que antes eram indispensáveis na maioria dos casos, atualmente tornaram-se dispensáveis (em muitos casos). Isso graças a novas formas de distribuição de softwares na plataforma do pinguim.

A dúvida que paira no ar: Qual o melhor entre os 3? Isso é uma questão delicada. Mas traçando um perfil, pode ficar mais fácil qual alternativa indicar, tendo em vista o usuário em questão.

appimage-linux-pacote

AppImage - Vantagens


Se você já utilizou algum software portable no Windows, sabe o quão prático pode ser uma aplicação portátil, sem a necessidade de baixar complementos ou instalar em seu sistema, muitas vezes executando-os direto do seu pendrive. Pois bem, resumidamente essas são algumas vantagens do AppImage.

Outra facilidade é no pós-install, não necessitando o download da aplicação, isso é uma “mão na roda” para quem tem Internet ruim.

AppImage - Contras


Alguns contras são: Não ter downloads automáticos da aplicação, e nem sempre uma maior integração ao sistema, seu tamanho normalmente será maior que um “.DEB/.RPM”.

AppImage - Para quem é:


É uma ótima opção para utilizar softwares, que nem sempre você queira atualizar por algum motivo. No meu caso, uso o Kdenlive neste formato, pois tenho maior controle sobre sua versão, posso testar outras sem impactar meu sistema operacional, além de poder editar algum vídeo caso esteja numa máquina sem acesso a Internet que não tenha o Kdenlive.

flatpak-pacote-linux

Flatpak - Vantagens


Se você quer utilizar os softwares nas versões atuais sem adicionar um repositório instável ao seu sistema, o Flatpak é perfeito nestes casos. 

Com um número relativamente grande de aplicações, o Flatpak tem se tornado o queridinho de projetos Open Source, a comunidade parece estar cada dia abraçando este formato. Por exemplo o Emulador de Nintendo 3DS, Citra. Recentemente adotou o Flatpak como formato de distribuição oficial para o Linux.

Algumas vantagens dos Flatpak são: diversas aplicações neste formato, segurança ao utilizar um app novo, mesmo instável não afetará seu sistema. Não terá problemas com erros de dependências. Melhor integração com o sistema, seja na utilização ou visual. Inclusive é possível instalar diversos temas ao seu sistema em Flatpak.

Flatpak - Contras


Para obter as vantagens de um sistema livre de instabilidades, ou erros de dependências, o Flatpak teve que adotar uma estratégia. Utilizar RUNTIMES, onde as dependências dos softwares são embutidas. Isso evita que cada programa acompanhe bibliotecas junto a eles, como no caso dos AppImage. O “calcanhar de Aquiles” do Flatpak, com o tempo você acaba tendo muitas Runtimes no sistema, pois nem todo app utiliza a mesma, isso depende de sua versão, ou quem e como foi desenvolvido.

Então se você tem uma Internet lenta, ou espaço em disco escasso. Talvez os Flatpaks não sejam a melhor escolha.

Flatpak - Para quem é:


Se você não gosta de ir no site das aplicações procurando por atualizações, quer utilizar aplicativos em versões mais recentes, não ter problemas com dependências quebrando seu sistema, uma integração visual e na utilização do sistema.

Tem espaço suficiente para instalar as aplicações, e uma Internet razoável para efetuar a instalação dos apps. O Flatpak é uma ótima opção.

snap-pacote-linux

Snap - Vantagens


O Snap possui muitas características dos Flatpak, como o fato de ser SANDBOX, e as aplicações não interferirem no seu sistema operativo. Acompanhando todas as vantagens, de poder utilizar o app sem o medo de danificar o sistema, por conta de alguma dependência. E as aplicações em regra não precisarem de bibliotecas adicionais.

Um ponto a se observar, é que o Snap utiliza uma outra forma para suprir as dependências dos programas. Cada aplicação vem com bibliotecas embutidas, e as mais comuns estão no CORE, algo que funciona parecido com as RUNTIMES do Flatpak. Com um diferencial, esse Core será para todas as aplicações.

Snap - Desvantagens


O Snap parece ter uma boa integração com o tema oficial do Ubuntu, já nas diversas distribuições Linux, ele poderá ficar com uma cara de Windows 95. Se você é perfeccionista, isso pode lhe irritar um pouco (risos).

A sua forma de sanar dependências dos programas, pode ser em alguns casos uma vantagem sobre os Flatpaks, e em outras não. Isso dependerá da quantidade, e versão das aplicações que serão utilizadas.

Outra coisa é o arranque inicial das aplicações em Snap, não parecem ser tão ágeis como as demais alternativas, ao menos na versão atual, a Canonical vem trabalhando nessas melhorias e a versão mais recente do snapd, o daemon responsável por lançar os softwares em Snap, está conseguindo lançar as aplicações com maior velocidade e menor tempo de resposta.

Snap - Para quem é:


Se você é perfeccionista, e não suporta a possibilidade de algumas aplicações, com um visual de “Windows 95”. Ou uma Internet ruim, não tem paciência para downloads maiores (isso vale para os Flatpaks também). O Snap não é para você.

Então qual é o melhor?


A real é que não existe o melhor ou pior, cada caso tem um formato, que supre um tipo de demanda, e dependendo do usuário, as 3 formas serão utilizadas. Este é meu caso, utilizo várias aplicações em Flatpak, outras em AppImage e algumas em Snap. Confesso que o arranque um pouco demorado e o visual do Snap, não me deixam utilizar mais aplicações como gostaria.

Mas isso é questão de tempo, pois essas tecnologias estão evoluindo cada vez mais, e daqui algum tempo, essas desvantagens que listei, possam nem existir.

Alguns boatos rondam as comunidades, um deles é que formatos como Flatpak e Snap, são ruins pois quem tem o armazenamento limitado, como um SSD de 120GB, não poderão utilizá-los.

Pois bem, isso é um mito. Por mais que os Flatpaks e Snaps, demandem uma quantia superior a outros pacotes como DEB/RPM, a sua utilização é viável no hardware atual.

Se seu HD tem espaço para o Windows e suas aplicações, não terá dificuldades com os Flatpaks e Snaps...

E aí, qual dos 3 você mais utiliza? Conte-nos nos comentários, o que lhe impede de usar um ou outro, e quais melhorias gostaria de ver nestes novos formatos.

Até a próxima, nos vemos SISTEMATICAMENTE, em outro post.
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AppImageHub, a loja dos AppImage

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Flatpak e Snap possuem sites com aspectos de loja, agora o Appimage entra na onda com o AppImageHub.

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Não sabe o que é um AppImage? Aprenda tudo sobre ele, acesse a matéria e comece a usufruir de programas neste formato.

O ano de 2018 foi repleto de novidades para as novas formas de distribuir softwares no Linux. Tivemos implementações no Flatpak, um novo visual ao Flathub, melhorias no Snap e muito mais. Em meio a tantas notícias sobre tais formatos, o AppImage acabou ficando na sombra, e aparentava estar esquecido por alguns usuários.

Eis que em 2019, o antigo site de downloads da maioria dos AppImage, é substituído pelo novíssimo AppImageHub, não apenas uma central de software. Novas funções, classificação dos Apps em categorias e claramente um polimento visual.

site-appimagehub-download-appimage

Melhorias implementadas com o usuário em mente


Além do novo visual, o AppImageHub traz funcionalidades interessantes como: Acesso ao site oficial da aplicação, Bugtracker (para relatar erros no software), FAQ da aplicação, na qual dúvidas frequentes podem ser solucionadas e link para contribuição ao projeto, por meio de apoio financeiro.

appimagehub-appimage-download

Nem todos softwares possuem essas funções disponíveis. Parece que é algo referente à quem os distribui, se tais possibilidades existem, são linkadas na página do App no AppImageHub.

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Selecionando a categoria desejada, são demonstradas imagens ilustrativas, breve resumo e quando disponível, as opções descritas acima. Funcionalidades básicas como: Download do software, quem o distribui, e o site/Github, também estão presentes.

Mini passo a passo, e opções que muitos desconhecem


Informações de como usar um AppImage, atualizá-los sem necessidade de ir em sua página, integração ao sistema, torná-lo SANDBOX como um Flatpak ou Snap, estão acessíveis no site, como também um agradecimento aos desenvolvedores que possibilitam a distribuição de suas aplicações no formato AppImage.

Testando algumas sugestões do AppImageHub


Novidades são sempre bem-vindas, mas é notório que algumas sugestões da equipe do AppImage não dependem deles, mas de quem distribui os softwares no formato. Efetuei o procedimento para atualizar os AppImages por meio da ferramenta AppImageUpdate, em 3 aplicações diferentes, o Synfig Studio, Gimp e Kdenlive, mas sem sucesso.


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A necessidade de download manual a cada versão pode ser, para muitos, uma desvantagem. Se depender da equipe do AppImage, que já demonstra uma iniciativa, esse problema num futuro não existirá.

Acesse o site AppImageHub e confira as novidades, esse tipo de aplicação é bem prática, quando menos esperar, estará utilizando varios AppImages.

Usa aplicações em AppImage? Conte-nos e comente sobre quais apps gostaria de usar neste formato e quais funcionalidades deseja aos AppImages e AppImageHub para versões futuras.

Até mais, nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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Lançado a versão 1.0 do Flatpak com novidades e melhorias

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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

O sistema de empacotamento Flatpak, finalmente chega a sua versão 1.0, considerada estável e um marco para o projeto. Já fizemos um artigo aqui no blog explicando a origem do Flatpak.

Lançado a versão 1.0 do Flatpak com novidades e melhorias






Um primeiro sinal desse amadurecimento do projeto, é a retirada da palavra Beta do site  Flathub, a loja oficial onde ficam os aplicativos empacotados no formato.

Tanto que o desenvolvedor chefe do projeto,  Alexander Larsson, deu a seguinte declaração:

“Muito trabalho foi dedicado ao Flatpak 1.0 e estamos confiantes de que ele está pronto para uso mais amplo. O Flatpak sempre teve como objetivo de revolucionar o ecossistema Linux e este é um passo importante para isso.”

O Flatpak tem uma integração muito boa com  distros como Linux Mint, Fedora e Arch, trazendo aplicativos famosos ao repositório como GIMP, Spotify, Skype, LibreOffice, Firefox, Krita, Kdenlive e entre outros.

Agora nessa nova versão trouxe algumas novidades, como a possibilidade gerenciar as permissões dos aplicativos, assim como acontece nos aplicativos empacotados via Snap, e não na hora que você abre ele. Se o aplicativo precisar de permissões futuras, o Flatpak irá mandar uma notificação pedindo a sua permissão ou não para aquele aplicativo. 

Nos resta esperar a integração com o Gnome Software. Outra novidade é a possibilidade de conceder permissão aos aplicativos via Flatpak acessarem dispositivos Bluetooth.

Outra gigante do mundo open source a se pronunciar sobre a chegada do Flatpak 1.0, foi a “The Document Foundation”, responsável pelo LibreOffice, o desenvolvedor Stephan Bergmann comentou:

“O Flatpak percorreu um longo caminho desde que começamos a usá-lo; hoje em dia podemos digitar um comando trivial para obter o último LibreOffice 6.1 construído e publicado no Flathub automaticamente. O que me impressiona é a abrangência e profundidade dos relatórios de erros que recebemos para a versão do LibreOffice Flatpak. Isso mostra que as pessoas estão usando em todos os tipos de cenários.”

Algumas outras novidades no Flatpak 1.0:

-  Rapidez na instalação e atualização dos aplicativos;

-  Apps agora podem ser marcados como “fim da vida”;

-  Um novo portal agora permite que os aplicativos criem “sandboxes” e reiniciem depois de um update;

-  Uma nova permissão para o X11 concede acesso ao o usuário em uma seção X11 em execução.  

Para quem executa o Flatpak via linha de comando, três novos comandos foram incluídos:

-  uninstall --unused - remove extensões não utilizadas do runtime;

-  repair - escaneia apps com erros, quebrados e remove objetos inválidos;

-  Novas opções do comando info que incluem agora os complementos --show-permissions e  --file-access.

Para maiores detalhes das novidades, você pode acessar o Github do projeto ou o comunicado oficial deles.

Muito legal ver o projeto tomar “corpo” , pois isso mostra que a indústria está de olho nele e vê potencial para trazer mais aplicativos e jogos para o Linux.
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Rodando pacotes .deb sem instalar

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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Quando conhecemos Linux, uma das coisas que nos surpreende é a variedade de opções para tudo; dentre estas estão os diferentes empacotamentos oferecidos pelas distribuições. Bora conferir como os pacotes Debian funcionam?

olhando-os-pacotes-da-familia-debian






Bom, a maioria de nós veio do mundo Windows e lá conhecemos o famoso ".exe" que é um executável de instalação dos programa (isso oscila também a cada programa). Os usuários de Mac OS X conhecem o ".dmg". já quando chegamos no mundo Linux nos deparamos com uma variedade de diferentes de pacotes como ".deb", ".rpm", ".tgz", ".apk" e vai saber lá o que mais.

Apesar de nos gerar certa confusão, pois a principio não sabemos o que é um pacote (e muito mais por que existe mais de um formato), esse é um dos fatores proporcionados pela liberdade no Linux e muitos deles surgiram em uma época onde houve a necessidade (seja ela pela ausência de um empacotamento ou por necessidades empresariais).

Existem até mesmo distribuições que utilizam empacotamentos de outras distribuições sendo que não é uma derivação (o SuSE por exemplo que não deriva do Red Hat) e existe até mesmo distribuições que derivam de uma e utilizam gerenciadores de pacotes  de outra, como é o caso do antigo Dam Small Linux, que derivava do Debian e usava o comando rpm, além do antigo Conectiva, que era um Red Hat e usava o APT.

Neste vídeo resolvi explicar como o empacotamento ".deb" funciona internamente e rodamos o programa sem até mesmo a necessidade da instalação.



Essa tarefa que realizei neste vídeo pode ser realizada em qualquer distribuição (lembrando que pode variar a cada pacote, tendo a ausência de dependências).

Podemos até mesmo fazer isso com pacotes ".rpm" ou ".tgz".

Antigamente (nunca achei que iria usar esse termo: "antigamente") tínhamos pacotes ".deb" do Debian e ".deb" do Ubuntu e um não instalava no outro e hoje temos um ".deb" misto (vamos dizer assim). Na verdade até hoje temos pacotes assim e quando a Microsoft lançou sua primeira versão do Skype para Linux, assim que adquiriu a empresa, a solução para mim foi exatamente fazer o processo do vídeo pois só havia versão para Ubuntu. Agora temos também o ".udeb".

Isso acontece até mesmo nas distribuições Red Hat; basta tentar instalar pacote do Fedora no CentOS ou vice e versa que verá o problema acontecer.

Até mesmo os ".rpm" do SuSE são diferentes e se tornam incompatíveis com os do Fedora, Red Hat, CentOS e assim por diante. Esse é na verdade uma característica ruim do Linux e por isso hoje trabalham para termos um pacote unificado onde o mesmo programa é instalado em qualquer distribuição e qualquer versão; na verdade (como é comum acontecer no propósito da liberdade) começam a surgir vários assim ;)

Por hora é isso, um abraço e valeu!
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Como instalar e gerenciar pacotes Flatpak nas distribuições Linux

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Há algum tempo atrás eu fiz aqui no blog duas matérias relacionados ao Snap, uma delas mostrando como você instala o suporte a eles em qualquer distribuição e outra ensinando a utilizar a ferramenta. Hoje é a vez do Flatpak com um combo! 😊 

Como instalar e utilizar os pacotes Flatpak




Tecnologias revolucionárias como o Flatpak e o Snap são ótimas, mas elas carecem da mesma coisa, justamente por conta de serem novidades, que é documentação coloquial. Por mais que existam manuais oficiais, sempre há algo que foge àquele conteúdo. Hoje eu vou te mostrar como fazer a instalação do Flatpak na maior parte das distribuições Linux e te dar as diretrizes básicas de como se utilizam estes pacotes.

Instalando o Flatpak na sua distribuição Linux


Basicamente o pacote é o mesmo em todas as distros, variando de acordo com o sistema e seu gerenciador de pacote, então vamos para a pequena lista em ordem alfabética:

Alpine Linux

O suporte a Flatpak pode ser instalado desta forma:
sudo apk add flatpak

Arch Linux (Manjaro/Antergos)

O suporte a Flatpak está disponível diretamente dos repositórios oficiais, e também existe a versão do AUR. Você pode instalar desta forma:
sudo pacman -S flatpak
No Arch, para ter as ferramentas de desenvolvimento (Flatpak-Builder) funcionando corretamente é necessário instalar algumas dependências extras, mas isso só serve para você que for desenvolver os pacotes, usuários comuns poderão usar apenas o comando acima.
sudo pacman -S --asdeps --needed elfutils patch
Debian

Com o lançamento da versão 9 do Debian que tivemos na semana passada, o suporte a Flatpak pode ser instalado à partir do repositório oficial também.

su root
(digite sua senha)
apt install flatpak
Para o Debian Jessie será necessário usar o repositório Backports.

Fedora

Do Fedora 23 em diante você habilita o suporte ao Flatpak facilmente com o comando:
sudo dnf install flatpak
Gentoo

Atualmente não existe uma forma oficial de instalar o Flatpak na distribuição, entretanto, existe um método não oficial que pode ser encontrado aqui.

Mageia


Instalar no Mageia é simples também, inclusive existem duas formas de fazer isso, dependendo do gerenciador de pacotes que você preferir utilizar. Lembre-se de executar os comandos como root, como no Debian:
dnf install flatpak
Quase igual do Fedora, não é? Outra opção é caso você prefira utilizar o urpmi como gestor, neste caso seria (também como root):
urpmi flatpak 
openSUSE

No openSUSE também existem duas formas de fazer a instalação, dependendo de qual versão do "Rei lagarto" você use. Se você usa a versão Leap ou Tumbleweed, em ambos os casos você pode usar o método 1-click install através do Yast, ou caso use a versão Tumbleweed em específico, você pode instalar via Zypper também:
sudo zypper install flatpak
Ubuntu (Linux Mint/elementary OS) 


No Ubuntu varia de acordo com a versão, caso você esteja usando a versão 17.10 ou superior, o flatpak já está no repositório e você pode instalar com um simples "sudo apt install flatpak", no entanto, para quem usa o Ubuntu 16.04 LTS ou 17.04 é necessário usar o PPA oficial, o mesmo vale para Linux Mint e elementary OS (ambos baseados na LTS) e as outras derivações oficiais do Ubuntu (Kubuntu, Xubuntu, Ubuntu MATE, etc) respeitando o seu versionamento.
sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak
sudo apt update
sudo apt install flatpak
Isso cobre a maior parte das distribuições, agora vamos aprender a utilizar o Flatpak.

Como usar os pacotes Flatpak 


Vamos fazer agora do gerenciamento de pacotes Flatpak básico para você poder atualizar as aplicações, instalar e remover e fazer consultas sobre informações.
Quer aprender a fazer isso com o apt? Confira este artigo.
Acho que em primeiro lugar é bom que você saiba que pode consultar toda a documentação sobre o Flatpak disponível atualmente aqui,  no site você encontra informações sobre a estrutura dos pacotes, como criá-los, como criar repositórios, etc.

A grande questão que deixa um pouquinho mais complicado o Flatpak em relação ao Snap atualmente é que você precisa adicionar um repositório específico para cada programa em muitos casos, então é importante que o desenvolvedor te informe isso, você pode ver alguns exemplos nesta página na aba "Command Line".

Os pacotes Flatpak possuem os chamados flatpakref, que como o nome sugere, são pacotes quem contém referências para o download das aplicações e servem de intermediário, futuramente esses pacotes serão gerenciados diretamente com as centrais de aplicativos, como o GNOME Software, permitindo que os pacotes sejam instalados com dois cliques como qualquer deb ou rpm (assim como os Snaps), porém, atualmente, ao menos eu meus testes este recurso ainda não está funcional. Quando a integração estiver perfeita, a necessidade da adição manual dos repositórios poderá ser contornada.

O conteúdo de um flatpakref é basicamente este abaixo (LibreOffice), composto do nome do pacote, informações do repositório, como a URL do mesmo, qual é a versão de lançamento dele, chave GPG e link para o Runtime do Flatpak, etc.

[Flatpak Ref] Title=The Document Foundation LibreOffice Name=org.libreoffice.LibreOffice Branch=fresh Url=http://download.documentfoundation.org/libreoffice/flatpak/repository IsRuntime=False GPGKey=mQINBEyzEr0BEADT441wUITsTwDA2nM3kmUhGrzTdxZB5xv/E1ZJCw63qWdmdTdWNZDfNDuLs4r2VjlEoA3xGK6jgnQvyAoNj0yiEbW/JedHHgOiVdXDlkgkY58myafTFXqDLzTXVrsNnay0GS8XrNjptZJPhEPBvNUdkqpA9B7RTkfaXj779Pf/AeFMZVLlUAci5RA0NNF910GHwoXT6SEv2PGoawsphnfmMVdKh9wz7asbtKXEmotCwX3k045xLsIVK5ANOi+BI9C3LkrrFJWw2XHqDW2ulwCJ0L5QNSjOuY/v8REODwIXamvvdZOzXBKSIzDOalJqFCHls3YlGyFw1knr6BAOmVOm32YtNTCLbVA/iK55fZWnUCjD3a4Gxz4qpQYWfpxhOmlHpk5JkraSNHzCc7SB43DwcHF5ecXHttMhO8MoN/bAZBgCuLGFEwNvwFbDwIWo07mlv7wD8i1rtUCvLywJc5YL2PbjCLfB1Q4YzDX1EWnjKdnAsxxKftrx1DFlxzUF+TaHbLTPttUcsWQaL8wITznoWIwdIWlo2woPgWIpUXMOYwYV31OofgmroHa3V4NOvkke09uhaZawg5yZCoRFohhfKPqT1ZrJ9SnRbW/WR3VTVY76ht5kRuV3eb2VWBmPU9zn56Tbe6dvFkBuzHH1JdECAqy1BzFcmQQFBebFzf1XAQARAQABtEhMaWJyZU9mZmljZSBCdWlsZCBUZWFtIChDT0RFIFNJR05JTkcgS0VZKSA8YnVpbGRAZG9jdW1lbnRmb3VuZGF0aW9uLm9yZz6JAjcEEwEKACEFAkyzEr0CGwMFCwkIBwMFFQoJCAsFFgIDAQACHgECF4AACgkQ9DSh76/urqOc4w//X+74QlyRalcuLNw3oJKB1+1z6xxhhpwg1kw5cMMrGu0w0YoPvLDKaiS02DdkIaXDECcQTOoEh7/bYbZq6OtE1WyxqHYYOPK5yul5FRwZ5k5HZ7pDFcKCQ72UgWhz+QznRhgZ0jwEWl5Ln3rwJpSynIvTXHmQogId0xmcrNQPyckzzugGx4qZFinSOmDGwTgG14NU3vat2iek37PhBLh5V8ohlEoccwwPejtKEWQudg0Q8K7uBuqLUhnJoZodEytqpOvtysuPtGxGXnmD7oXtBVEF3X6eFRXDIp81cx2isHK4Krf4z4T9KUimNLHjWRa+ZQtp2pZLHQlblfsnCUf6TYZ0Yi909EhcM/hxAgBZXellOCQ/8U2cJsTUyN5Dp1wbf6X0uK4uaed1/037EGLAO6PP6WQz6jWd1/hhsQ5oAmdjkzlMFEfKNeIIDuKMOjXcTvM8/KRXhufwICvSFBlSIveHfDFWCvOVgq0VjAY7NFMFKRUnRHB58qBamtyhOyscRIvT5QH8HYfUA/YNl9FguczYUIQi3t+H1hoHIywdtmRuhYx5WlIUe8FO9QD5RMPbBjVbkCYgdHdxgnJDKCoRGsoKlLB7UZc4Ak9j6plZbYtFRonm2MjU4zxblCFNuEqVQ0V/y6/OIGpBYF9YaEAtTgEJd9OmmDCM3d8O0zZHYma5Ag0ETLMSvQEQAMDp0HxSDWd+2Od/aJutCMFe8tfw7+nP9gfHOCUqesb88QvRMJgVY6z1aNdMllxTKlsxUiuA6uNcrUAkzDp/qRWR58rWIO642PLifng3urJ1cDbSKC+K4RHpQC+hXllMKLqq8dwNy1LO4fPo9SdtUF4Bev6enKmo4yCiOGv2tvztPh9gMGYoDncaOsS0t2UPr2MMQIVUmmIzfJBkdOxbZiWOdoeNbWsYJHQaO+Ahal6SjPHKzhdjeXhZzHl1vqeDkV4MXHprrOwXNXwPiEpkZe2Odc7yaMkQc0k8WRrfKHApbnwDx6Mi8HYaf+LvRq7P0eMO9osD1q44wQQvVzk199zpMMHS5/kAv7RBNmDOSJQIZ4zT4lzRDODjMf01Ljn02zon12GfJo0WbbpmLulta7ujHgMrUU54by8WPFGW0fljXiDX0EpkHhxUsUsfaNfBsFnE+sRxQjNF/ljvofkyApI21OjtEa9krwvgDqaXsL+a2076OsoFpORlTZ30REb0eRS6rEt8M+7s4xTaA7GFxlY/N+bnaM8m+ItygfFHHW4H0wLbbgajDeooSTgaheVNF5V9HS0EkN4MNVvtJH7J6drdiR1QVhX87n7+JtQzTtCOyfeKjaB+kcbAm/2VOFOeHdig5+BygpXt3IixVq72xmGzh0jhY565MjXrqg5O3pvLABEBAAGJAh8EGAEKAAkFAkyzEr0CGwwACgkQ9DSh76/urqPaeg//avI2/a94XlSYtSZb2hVdW3qa9AEypQurqtVrKJfEKFV+ZQBPXbPRy8Mz5LMEH1sfD6B4SVGIGJ8opSyieJkcKIke+GMekTWvSqDpFOgY2rw7eHNn/33ZJs3OzQOyWz8smE/AIM/5lyiVGuSlU7RjYncf1V9bIBc91q9Edqk4IYUo/7W+yafC0VW/8oHUFYjHNaujiOsEoLiXsh9Y0R/6Jxs6fvE4XbCANV/ecN5UX+9BBrNZNN/9GbNr6CYGZ57M2f1Pgywy/XvOnEPnJ8aWXUyGLqq34KvMPFPSOeAmFbkFEsB4mdDMFaDwrzziiZE/zS8/nKiH4X2JgmLgFsadEihdfYxeDcGbhREK/qA1f3bGnr1j05V07yko2FFZdiOr4OgiT5ymgwVUXQ2Aiz+J/C8URjfpcPxetmuDQT9AYfgmMKPNVXPFWuNQdzN5GZbI+E1/cb5+uLNknvjngw2G4PR/4uPHX1HCSftlNawBqWzyun1k+B7/u3OeFebWXcdqSmZuLQ7l0Pkuz/Nlp6M6cKpceL+9zCgaiR5+v9h94VvtXKd/mw9ZLACcVcOANiwCtsJP3lt7jRSHtkuUe6vUm5tLS582RfXxoI1BlPjNtG9xAQ3JKBHIXbalT18pAFO3t74cxg3h0iI1G51F3oL0DwILP2MBBmardVEp5CMnB/M= RuntimeRepo=https://sdk.gnome.org/gnome.flatpakrepo


Tirando a questão dos repositórios que podem variar de acordo a aplicação, o manuseio é simples de se fazer:

flatpak install nome_do_app - Instala uma aplicação ou um Runtime, por exemplo, flatpak install spotify.

flatpak update - Atualização uma aplicação ou Runtime, pode ser usado para uma aplicação específica também ou para um conjunto, como flatpak update skype.

flatpak uninstall - Como é de se supor, esta opção serve para remover um pacote ou Runtime, por exemplo, flatpak uninstall libreoffice.

Para saber o nome dos pacotes Flatpak que você tem instalado, você vai querer usar o:

flatpak list

Vamos agora para algumas opções um pouco mais avançadas:

flatpak info nome_do_app - Mostra informações sobre a aplicação.

flatpak run nome_do_app - Roda o App com o nome indicado

flatpak override - Este parâmetro serve para sobrescrever os requerimentos da aplicação.

flatpak make-current - Produz uma versão específica do app indicado (develop)

flatpak enter - Entra em uma aplicação

flatpak document-export - Exporta um arquivo para o modo Sandbox

flatpak document-unexport - Para a exportação iniciada com o comando anterior

flatpak docuiment-info - Mostra informações sobre os Apps exportados

flatpak document-list - Lista os arquivos/Apps exportados

flatpak remotes - Lista os repositórios remotos habilitados

flatpak remote-add nome_do_repositório - Adiciona um repositório Flatpak

flatpak remote-modify - Modifica um repositório remoto

flatpak remote-delete - Deleta um repositório remoto

flatpak remote-ls - Mostra as Runtimes e aplicações disponíveis

Estes são os principais, mas existem outros especialmente voltados para desenvolvedores, vale a pena conferir o link que eu passei anteriormente com a documentação, para quem estiver interessado em desenvolver pacotes Flatpak, o site do projeto explica como você pode baixar o SDK e começar a fazer seus primeiros pacotes neste novo formato.

E claro, outra forma de você conhecer mais e entender os parâmetros de manuseio do Flatpak via linha de comando e usar o bom e velho:
flatpak --help
Até a próxima!
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