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Como utilizar o Inkscape em modo Full Dark

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Utilizar programas, sites, ou até mesmo todo o sistema em modo escuro é algo que tem se tornado cada vez mais popular entre os usuários, e pode ser um grande alívio para os olhos de pessoas que passam várias horas trabalhando em frente ao computador. Veja agora como utilizar o Inkscape com um visual “full dark”.

como-utilizar-o-inkscape-em-modo-full-dark

O Inkscape é um editor de imagens e documentos vetoriais que pode ser utilizado desde o usuário mais amador, que utiliza o programa apenas ocasionalmente, até o mais profissional, que passa várias horas por dia utilizando o software. 

Muitos usuários acabam tendo dificuldades em configurar uma interface “full dark”, com os menus e também o “canvas” em tons escuros no Inkscape. Ao acessar a sessão “Tema” na janela de “Preferências” é possível alterarmos os temas da interface e também dos ícones, podendo inclusive selecionar temas escuros. Todavia, nessa janela de personalização não existe opção para alterar a cor do “canvas”, que continua branco mesmo após ter sido selecionado um tema “dark”.

inkscape-dark-mode
Visual do Inkscape após a aplicação do tema escuro, antes da modificação na cor do "canvas".
O quê nem todos sabem é que, sim, o Inkscape possui uma opção que permite ao usuário selecionar qualquer cor para ser utilizada como plano de fundo para o “canvas”. E é isso o quê vamos fazer agora!

O Procedimento


Primeiro vamos selecionar o tema que será aplicado na interface e menus do software. Para isso, no canto superior esquerdo clique em “Editar”, e em seguida em “Preferências”. Na janela que se abriu, na lateral esquerda, clique na seção “Interface” e então na aba “Theme”.

Conforme pode ser visto na imagem abaixo, selecione o tema dark da sua preferência. Caso o tema utilizado no seu sistema seja o mesmo que você quer utilizar no Inkscape, basta deixar a opção “Use system theme” selecionada. O tema de ícones também pode ser alterado, então caso necessário você também pode alterá-lo por aqui.

pagina-de-preferencias-de-temas-no-inkscape
Página de preferências de temas no Inkscape.
Mesmo após ter realizado esses procedimentos, o “canvas” ainda estará branco, porém todo o restante da interface já estará utilizando um tema escuro.

Agora para alterar a cor do plano de fundo do seu “canvas”, no canto superior esquerdo clique em “Arquivo”, e em seguida em “Propriedades do desenho…”. Na janela que se abriu, no canto inferior esquerdo você encontrará a seção “Pano de fundo”. Clique em “Cor de pano de fundo”, selecione uma cor de sua preferência, e lembre-se de setar o canal alfa para “0”, assim evitando que as suas imagens sejam exportadas com um fundo preto (ou de qualquer outra cor que você tenha selecionado).

pagina-de-propriedades-do-desenho-no-inkscape
Página de Propriedades do desenho no Inkscape.
Feito isso, nos resta apenas um passo.

Nesse momento a interface do seu Inkscape já deve estar de acordo com o tema que você selecionou, bem como o “canvas” já deve estar exibindo a cor que você escolheu. Para salvar as modificações como padrão, novamente clique em “Arquivo”, e então em “Salvar como”. Agora salve o arquivo no diretório “/home/<usuário>/.config/inkscape/templates/” com o nome de “default.svg”.

Caso você esteja utilizando o Inkscape na versão Flatpak, o arquivo de mesmo nome deve ser salvo em:

/home/<usuário>/.var/app/org.inkscape.Inkscape/config/inkscape/templates/”.

Pronto! A partir de agora toda vez que você iniciar o Inkscape o mesmo estará apresentando uma interface com um visual “full-dark”. Caso queira reverter o "canvas" para as suas cofigurações originais, basta excluir o arquivo "default.svg" previamente criado. 😀

inkscape-em-modo-full-dark
Inkscape em modo full dark.
Você tem o hábito de utilizar os seus softwares em “dark mode”? Já sabia como realizar esse procedimento no Inkscape? Conte mais nos comentário! 😁

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ArcMenu 33 chega com suporte ao GNOME 3.34 e várias outras novidades

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019


No último dia 5/10, o ArcMenu - uma extensão para o GNOME Shell que provê um menu de aplicativos e atalhos no painel - lançou a sua versão de número 33. Com suporte ao GNOME Shell 3.34, e a adição de várias funcionalidades.


Para um grande número de usuários, o uso de extensões no GNOME Shell é algo indispensável. Por mais que não sejam mantidas pelo próprio projeto, as mesmas fornecem funcionalidades que, para muitos (como eu), são o que faltava para o GNOME Shell se tornar o ambiente gráfico ideal.

Não sabe o que é, ou como instalar e gerenciar as extensões no GNOME Shell? Temos um post aqui no blog que irá tirar todas, ou ao menos a grande maioria das suas dúvidas.

Se você está “antenado” com as mais recentes novidades relacionadas ao GNOME, então você sabe que nas últimas versões ele recebeu uma variedade muito boa de polimentos e novas funcionalidades, bem como melhorias “absurdas” no desempenho. Acompanhando o ritmo, os desenvolvedores que mantém várias das extensões tem feito o mesmo. E o pessoal do ArcMenu não ficou para trás. Como você pode conferir à seguir.

Então, o quê há de novo?


Agora o ArcMenu disponibiliza uma seleção de vários layouts diferentes, incluindo alguns mais ao estilo “Menu Iniciar” do Windows, “Cinnamon Menu” do Linux Mint, Whisker Menu do XFCE, entre outros.


Selecionar entre vários temas pré definidos, ou criar o seu próprio;
Importar e exportar temas;
Suporte ao GNOME 3.34;
Opção para esconder o botão de desligar o sistema;
Aumentar o tamanho dos ícones das aplicações;
Editar ícones e nomes dos atalhos de aplicações;
Novo logo do ArcMenu;
Aprimoramentos de performance;
Integração com a extensão DashToPanel, que permitirá “arrastar e soltar” atalhos de aplicativos, entre o ArcMenu e o painel na DashToPanel;
Abrir arquivos localizados dentro de pastas diretamente do mecanismo de busca.

Várias outras melhorias que você pode conferir na página de lançamento do ArcMenu, no Gitlab. Instale o ArcMenu a partir da GNOME Shell Extensions.

Eu tenho utilizado o GNOME Shell como a minha interface gráfica padrão há pouco mais de um mês, e desde então nunca utilizei menus ao estilo do ArcMenu. Utilizo o GNOME Shell em seu layout padrão. Porém, após ler e ver as novas funcionalidades do ArcMenu fiquei bastante tentado a testar. Você utiliza o ArcMenu, ou alguma outra extensão semelhante? O quê achou das novas funcionalidades? Conte-nos nos comentários.

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Novo tema claro do Ubuntu não será mais o padrão na versão 19.10

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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Há alguns dias postamos aqui no blog um artigo sobre o novo tema claro do Ubuntu. No artigo, relatamos os planos dos desenvolvedores de trazer o novo tema como padrão no Ubuntu 19.10. Planos esses que, por dificuldades técnicas, acabaram de mudar.

novo-tema-claro-ubuntu-nao-sera-padrao-na-versao-19.10

A criação da nova variação clara do tema Yaru veio um tanto quanto tardia no desenvolvimento do Ubuntu 19.10. Apesar de que, aos olhos mais leigos, parece uma mudança simples de ser feita. Alterar a cor das “headerbars” de cinza para branco exige muito mais trabalho do que parece.

O tema do sistema tem que ser capaz de se integrar de forma, no mínimo coerente, com milhares de aplicações diferentes, das quais apenas uma pequena parte segue os padrões de design do GNOME. É realmente bastante fácil, “somente” alterar a cor de cinza para branco, qualquer usuário com conhecimentos mínimos pode alterar a cor através dos arquivos do tema. O difícil e muito trabalhoso, é fazer com que essa nova cor, designs, efeitos de botões e menus, se adaptem perfeitamente ao maior número possível de aplicações e todo o sistema. Dito isso, fica clara a razão pela qual os planos de trazer o novo tema como padrão na próxima versão não deram certo.

Já está definido que o tema que virá por padrão na versão 19.10 será uma versão atualizada e levemente modificada do Yaru Ambience, que é o tema padrão do Ubuntu desde a versão 18.10.

Mas se você é uma das muitas pessoas que estavam animadas com a chegada do novo tema, não desanime! A nova versão clara do tema Yaru ainda estará disponível no Ubuntu 19.10. Apenas, não como padrão. Com o auxílio do GNOME Tweaks (Ajustes) será possível alternar entre as variações do Yaru: ambience, dark, e a nova versão light. O objetivo continua o mesmo, tornar o tema “light” padrão. Porém, apenas no Ubuntu 20.04.

Na minha opinião, a mudança de planos de quando o “Yaru light” se tornar o tema padrão é completamente aceitável. É preferível prorrogar o prazo e lançar um software melhor acabado, do que cumprir o primeiro prazo estipulado e entregar um produto cheio de erros, e não completamente funcional.

Você estava ansioso com a chegada no “Yaru light” como tema padrão? O quê você pensa sobre a recente mudança nos planos? Conte-nos nos comentários.

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Conky - Overview e instalação

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

A capacidade ilimitada de personalização do sistema é uma das coisas que mais chama a atenção dos usuários para o mundo das distribuições Linux. Quando falamos em personalização, o Conky é uma das primeiras coisas que vem à mente de muitos usuários, principalmente aqueles recém chegados a este mundo.

conky-overview-instalação

O Conky é um monitor de sistema, porém, diferente do usual por vários motivos.

A maior parte das aplicações de monitoramento do sistema, disponíveis para as distribuições Linux, possuem layout e uso bem aos “moldes padrões”. Um ícone disponível no menu/dock/área de trabalho do sistema, que ao ser acessado abre uma janela com informações, como: serviços, aplicativos em execução, quanto dos recursos da sua máquina cada um destes serviços está consumindo, uso de CPU, RAM, disco, etc.

O Conky, por outro lado, possui uma forma bem peculiar de “se apresentar”. Ao invés de uma janela convencional, os dados são exibidos em forma de “HUD”. Janelas, geralmente sem bordas, fixas na área de trabalho, e não interativas. Nativamente, toda e qualquer modificação no Conky deve ser feita manualmente através da edição do script de configurações de cada tema.

O aplicativo é capaz de exibir basicamente qualquer informação na sua área de trabalho. Desde informações sobre o seu hardware até, previsão do tempo, hora e data, emails, players de música, notícias, entre muitas outras. Estas informações podem ser exibidas de inúmeras formas diferentes. Podendo alternar entre estilos de fontes, temas, posição na tela, tamanho, etc.

O Conky não possui uma interface/janela de configurações por padrão. Se você quiser configurá-lo via interface gráfica, terá que instalar um aplicativo à parte, o Conky Manager. Este, porém, só é capaz de gerenciar uma mínima parte de toda a infinidade de opções e configurações que o Conky possui. Caso você queira modificar todas essas configurações não disponíveis no Conky Manager, terá de fazê-lo manualmente, editando o script de configurações do tema desejado.

Com o que foi dito até agora, podemos perceber que o uso do Conky no “mundo Linux” é de certa forma bastante irônico.

Você talvez esteja se perguntando:
Irônico? Como assim?
Ok. Eu explico.

O Conky é, sem sombra de dúvidas, um programa muito bem feito. Atualmente continua sendo mantido, e novas versões são lançadas regularmente. Todavia, este com certeza não é um aplicativo direcionado ao usuário iniciante, tanto que, nativamente não possui sequer uma interface gráfica para configurações. E mesmo aquelas opções de interfaces de gerenciamento não próprias, como o Conky Manager, são extremamente limitadas. Mesmo assim, é justamente o usuário iniciante quem mais demonstra interesse na aplicação.

Eu já utilizei o Conky por algum tempo (E adivinha quando? Quando era iniciante.). Porém, hoje em dia, o aplicativo não me faz a menor falta. Na verdade, nunca o achei necessário, apenas me sentia o “hackudão” por ter todas aquelas informações sobre o sistema sendo exibidas na minha tela. Até gosto de alguns dos temas mais minimalistas do Conky, mas existem outras opções de aplicações mais simples e fáceis de usar, para quem quer apenas exibir um relógio na área de trabalho ou algo do tipo. Sendo assim, não é muito provável que algum dia eu volte a utilizá-lo.

Por fim, não tem a menor importância o que eu ou qualquer pessoa pensa sobre o Conky. Na minha opinião, essa é a verdadeira liberdade no mundo do software. Você é livre para usar o que quiser, quando quiser, pelo motivo que for, e não há nada de errado nisso.

O vídeo abaixo é o primeiro vídeo de um projeto que começou no Instagram e está se expandindo para o YouTube. Trata-se do projeto O Pinguim Criativo, que foi o assunto principal de uma das nossas lives de sexta-feira no Diolinux Friday Show. O vídeo mostra o passo a passo da instalação e configurações básicas do Conky e Conky Manager em diversas distribuições Linux.


O quê você acha sobre o Conky? Já testou? Tem interesse em testar? Conte-nos nos comentários.

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Como importar as configurações e temas do OhMyZsh para o usuário “root”

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Os usuários de computadores e tecnologia em geral podem ser divididos em dois grupos. Aqueles que gostam das coisas apenas funcionais, sem se importar com a estética. E aqueles (como eu), que além das coisas funcionais também gostam delas “bonitinhas”. Sim, gostamos de uma boa “perfumaria”. 😃

como-importar-as-configuracoes-e-temas-do-ohmyzsh-para-o-usuario-root

O artigo de hoje é um complemento à outro artigo, que você pode encontrar aqui. E também aos dois vídeos abaixo. Caso você não saiba o que é “ZSH” ou “OhMyZsh”, é essencial que, para o completo entendimento deste artigo, você assista a estes dois vídeos.



Bom, agora que você já sabe do que se trata, vamos ao assunto.

No artigo, e nos vídeos citados acima, vocês aprenderam a como instalar o ZSH e utilizá-lo como o shell padrão, no lugar do bash. Também aprenderam à customizar a aparência do ZSH através do OhMyZsh, podendo escolher entre muitos temas para deixar o terminal com “a sua cara”.

Porém, um pequeno detalhe não foi abordado nos posts anteriores: como fazer com que as configurações e temas do OhMyZsh também sejam aplicadas quando utilizamos o terminal em modo “root”.

Após ter instalado ambos, ZSH e OhMyZsh, e configurado o tema desejado (no meu caso, o tema Agnoster), conforme explicado nos posts linkados acima. Você terá o seu terminal com uma aparência semelhante a imagem abaixo:

ohmyzsh-com-tema-agnoster-antes-do-procedimento

Porém, como você pode ver na imagem, ao entrar em modo “root”, as configurações não se mantém e voltam ao padrão do ZSH.

O quê vamos fazer agora é configurar para que todas as configurações referentes ao OhMyZsh, sejam aplicadas também ao usuário “root”.

Como realizar o procedimento?


O tutorial abaixo será dividido em duas partes, cada uma com um método diferente para a realização do mesmo procedimento. Independente de qual método você escolha, o resultado será o mesmo.

O primeiro método (1), é mais indicado para quem prefere executar o procedimento via interface gráfica, através de um script que fará todo o passo a passo de forma automática. E o segundo (2), para quem quiser fazer manualmente, através do próprio terminal.

1) Executando o procedimento via interface gráfica.


Faça o download do script clicando aqui. Para acessar a página do repositório no Github, clique aqui.

Nas preferências do seu gerenciador de arquivos, na aba “Comportamento”, na seção “Arquivos de texto executáveis”, selecione a opção “Perguntar o que fazer”. Isso permitirá que você execute o script sem a necessidade de abrir o terminal.

Obs.: Todos os gerenciadores de arquivos mais populares possuem esta opção. Porém, ela pode estar em outro lugar, ou possuir um nome um pouco diferente, caso você esteja utilizando um outro gerenciador de arquivos que não o “Nautilus”.

preferencias-do-nautilus

Clique com o botão direito do mouse sobre o script que você baixou, vá em “Propriedades”. Na aba “Permissões” marque a caixa de seleção “Permitir a execução do arquivo como um programa”.

propriedades-do-script-zshroot.sh

Agora dê dois cliques sobre o script, clique em “Executar no terminal”, digite a sua senha e pressione “Enter”.

executando-script-duplo-clique

• Após poucos segundos será exibida a mensagem “Operação concluída.”. 

script-finalizado

Pronto! Agora é só abrir o seu terminal e ver como ficou.

2) Executando o procedimento manualmente, via terminal.


Execute os comandos abaixo na seguinte ordem:

Copie o arquivo “.zshrc” para o diretório “/root”.

sudo cp /home/$USER/.zshrc /root

Copie a pasta “.oh-my-zsh” para o diretório “/root”:

sudo cp -r /home/$USER/.oh-my-zsh /root

Edite o arquivo “.zshrc” que está no diretório “/root”:

sudo nano /root/.zshrc

Cole a linha abaixo dentro do arquivo “.zshrc”, de forma que fique igual a imagem abaixo:

export ZSH="/root/.oh-my-zsh"


• Pressione “Control + O” seguido de “Enter” para salvar, e em seguida “Control + X” para fechar o editor de texto.

Reinicie o terminal, e pronto!

O quê você acha dessas “perfumarias”? Você, assim como eu, pensa que o aspecto visual é sim muito importante, ou acredita que o importante é apenas ser funcional? Diga-nos a sua opinião nos comentários.

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