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Comprimindo imagens para melhorar a navegação no seu blog ou site

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domingo, 13 de outubro de 2019

Donos de sites ou blogs que desejam ter um conteúdo acessível para todos, sempre precisam se preocupar com o peso das suas páginas. Páginas muito pesadas acabam dificultando a vida das pessoas com conexões mais lentas, muitas dessas pessoas acabam deixando de acessar o site em questão. Que por sua vez, pode perder também muitos acessos. É um negócio ruim para todos.


Fizemos uma lista com algumas ferramentas, que podem ajudar você a economizar alguns KB na hora de criar as imagens para o seu site. Que são as seguintes:

tinypng.com


Apesar do nome, o tinypng é capaz de trabalhar com os formatos “.png” e “.jpg”. O serviço utiliza uma técnica de compressão com perdas, o que diminui muito o tamanho das suas imagens, mas também pode ocasionar perda de qualidade.


Nos meus testes, uma imagem com 2,1MB, após o processo de compressão no site, ficou com 700KB. Se a perda de qualidade será ou não perceptível ou aceitável, depende muito da imagem em si. Pode acontecer de uma imagem ficar com uma qualidade bastante ruim após a compressão, enquanto a outra fica idêntica a original. Ou seja, cada caso é um caso.

Você pode acessar o tinypng clicando aqui.

ImCompressor


O ImCompressor é um compactador de imagens sem perdas. Ou seja, ele é capaz de compactar as suas imagens sem causar qualquer perda de qualidade. Mas é claro que isso vem com um preço. A diminuição no tamanho das imagens após serem comprimidas pelo ImCompressor geralmente é muito menor. Pelos meus testes, variando em torno de 2%. 


O ImCompressor é desenvolvido em Python e GTK, e possui um layout totalmente integrado com o GNOME Shell. O seu uso também é um ponto forte, sendo extremamente simples e intuitivo.

O ImCompressor está disponível para instalação no formato Flatpak, e pode ser encontrado no Flathub.

O Linux Mint vem com o suporte a flatpak, e o Flathub habilitados por padrão, então o ImCompressor pode ser instalado diretamente pela loja de aplicativos. Caso você esteja utilizando outra distro, e não sabe como instalar flatpaks, confira o nosso tutorial sobre como o assunto.

Após o Flatpak estar instalado, caso ainda não tenha o feito, adicione o repositório do Flathub com o comando abaixo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

GIMP e o formato .webp


Uma das melhores formas para salvar ou converter arquivos de imagem para a internet, que tenham tamanhos pequenos e uma boa qualidade, é através do GIMP, utilizando o formato ".webp". Inclusive, é esse método que utilizo em todas as imagens dos meus posts aqui no blog Diolinux.

Para salvar arquivos no formato .webp usando o GIMP, siga as instruções a seguir:


Conforme indicado na imagem abaixo, crie um grupo de camadas (1), e arraste todas as camadas do seu projeto dentro deste grupo (2). Antes de exportar, certifique-se de que o item selecionado na aba de camadas seja o grupo, e não uma das camadas dentro dele (3).


Clique em “Arquivo”, e em seguida “Exportar como”. Dê um nome para a sua imagem e adicione a extensão “.webp”. Clique em “Exportar”, selecione a qualidade da imagem, clique em “Exportar” novamente, e pronto.


O GIMP pode ser encontrado em Snap, Flatpak, e também nos repositórios de todas as principais distros. Outra excelente ideia, especialmente para aquelas pessoas habituadas com o Photoshop, é utilizar o PhotoGimp.

Se você não conhece, ou não sabe trabalhar com o formato Snap, este tutorial irá tirar todas, ou quase todas as suas dúvidas.

Softwares com o objetivo de comprimir imagens existem aos montes internet a fora, e é óbvio que muitos deles ficariam de fora dessa matéria. Então “passamos a bola” para você nos comentários. Conte-nos se você utiliza algum desses softwares citados, ou conhece outros melhores. Quem sabe a sua sugestão não renda outro artigo relacionado ao assunto no futuro.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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PhotoGIMP agora está disponível em Snap

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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

O PhotoGIMP é um patch criado com o intuito de facilitar a migração de pessoas habituadas com o ecossistema da Adobe, porém, que desejam utilizar um software livre e sem atuar na ilegalidade (não é incomum usuários possuírem a versão crackeada do Photoshop).

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Como todo programa de código aberto, o GIMP é plenamente customizável e permite inúmeras modificações em sua interface e comandos internos. O projeto PhotoGIMP é de autoria do Dionatan Simioni, o responsável pelo Diolinux (o “manda chuva” 😁️😁️😁️), mas com o tempo, novos colaboradores se juntaram e contribuíram com o projeto.

Esse é o caso do Felipe Cereda, design e profissional conhecido pelos usuários Linux aqui no Brasil, que criou a arte da Splash Screen (aquela telinha que aparece, quando o programa está iniciando).

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Agora em 2019, graças ao Pedro Marinho, o PhotoGIMP chega à Snapcraft. Anteriormente o PhotoGIMP, que era apenas um patch, tinha que ser aplicado manualmente em uma instalação do GIMP. Caso queira fazer o procedimento manualmente, acesse essa postagem com todo passo a passo.

Algumas novidades da versão em Snap


Não é mais necessário ter uma versão do GIMP pré-instalada no sistema, porém, o PhotoGIMP continua sendo o “GIMP”, mas sendo instalado como um programa. Pedro Marinho passou a ser o responsável por manter o pacote Snap no repositório da Canonical e o código fonte pode ser encontrado diretamente em seu Github.

Incentivamos que todo e qualquer bug encontrado no PhotoGIMP via Snap, seja relatado no Github do Pedro, assim as devidas correções poderão ser lançadas.

Tive o prazer de criar uma logo para o PhotoGIMP, algo que remetesse ao GIMP e que mantivesse a personalidade do projeto. Não sou tão experiente, como o Cereda, mas foi interessante compor o visual do ícone.

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Também modifiquei a tela de Splash Screen, utilizando a criada pelo Cereda, adicionando pequenas alterações sem influenciar tanto em seu trabalho. 

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Obviamente que os atalhos e disposição das ferramentas foram alteradas, em comparação com o GIMP, para facilitar e simplificar ao máximo aos usuários que utilizavam o Photoshop.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Perceba na imagem acima, que apenas as ferramentas mais usuais na edição de imagem estão presentes por padrão. Elas continuam a existir, todavia a lógica de organização foi pensada para remeter ao software da Adobe.

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, com menos ferramentas visíveis e sem poluir a interface. Tanto o painel de camadas e canais estão localizados na mesma região que é encontrado no Photoshop, como a adição de uma aba para seleção de fontes.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Lembrando que esses ajustes também estão presentes no patch de modificação, que serve tanto para o GIMP no Linux, como no macOS e Windows. A vantagem do PhotoGIMP via Snap, é manter todas essas modificações à parte de outra instalação do GIMP e a facilidade de instalar sem precisar modificar nada manualmente. Atualizações futuras chegarão automaticamente, ao fazer o update do pacote. Em algumas distribuições, como o Ubuntu, tudo será atualizado automaticamente.

Instalação PhotoGIMP via Snap


O Snap já vem configurado por padrão no Ubuntu, sendo assim, basta pesquisar diretamente na loja por: “PhotoGIMP” e instalar o app. Demais sistemas baseados em Linux podem ser configurados para utilização de programas neste formato, acessando este link.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Instalar utilizando o terminal também é uma opção. Se prefere assim, use o comando a seguir:

sudo snap install photogimp

Remover via terminal é bem simples.

sudo snap remove photogimp

Por fim, fica meu agradecimento especial ao Dionatan Simioni por possibilitar a minha singela contribuição com o projeto. Reforço que, quando possível, recorram ao mantenedor do pacote Snap, o Pedro Marinho em seu Github (sem ele não existiria o PhotoGIMP via Snap). Todo esse trabalho é empregado em nome do espírito de colaboração Open Source. Acredito que muitas pessoas podem ser auxiliadas com essa iniciativa do Diolinux.

OBS.: Você não precisa instalar ou possuir outra versão do GIMP em seu sistema, caso opte pelo PhotoGIMP via Snap. O pacote já é o programa com o patch aplicado.

Até o próximo post, participe de nosso fórum Diolinux Plus e compartilhe com seus amigos, SISTEMATICAMENTE! 😎️
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Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Para quem acompanha o cenário Linux “tupiniquim”, já ouviu falar da distro BigLinux, que é muito tradicional no meio de TI e que já foi a distro de entrada de muita gente no mundo Linux.

Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04






Como tudo no mundo da tecnologia, temos evoluções e com o BigLinux não poderia ser diferente. Eis que em 2019, a distro volta com tudo e reformulada. A última versão tinha sido a 7.10 e lançada em 2017.  

A reformulação da distro

Primeira coisa que foi feita pelo pessoal do BigLinux, foi encontrar a base do sistema, e a escolhida foi o Ubuntu 19.04 e pretendem estabilizar no Ubuntu 20.04 LTS. Isso é muito bom, pois “vai pegar” as melhorias que vêm sendo implementadas pelo Ubuntu, como os drivers de vídeos recentes, Kernels e melhorias em geral.

Depois vem a escolha do Desktop Environment (DE), que antes eram usados o Cinnamon e a DE do Deepin. Depois de muitos testes, foi escolhido que seria melhor voltar para o KDE e implementar o LXQT.

Outras novidades apresentadas nesta versão 19.04 do BigLinux são:

● 30 webapps, entre eles Whatsapp, Telegram, Netflix, Spotify, Deezer, Prime Vídeo, Google Maps, Youtube, Twitter, Skype, Waze, TuneIn, Messenger, que ao todo não chegam perto de consumir 1 MB de armazenamento;



● Sistema de Arquivos Btrfs, que já vem configurado para criar pontos de restauração de até 7 dias (snapshots ou backups). Por padrão esse recurso funciona apenas para arquivos do sistema, não mantendo cópias dos arquivos da pasta do seu usuário, ou seja, a pasta /home, mas, se você preferir, pode alterar a opção em “Snapshots e backups”;

● Três (3) temas pré-configurados:  Arc, Adapta e Dark;



● Editor de Imagens GIMP, já com o GMIC e o PhotoGimp (criação Diolinux) instalados por padrão;



● Outra possibilidade, é poder escolher entre o Kernel “normal” (Generic, o mesmo usado pelo Ubuntu, por exemplo) ou o Kernel Xanmod, que conta com algumas melhorias.

Às versões dos principais programas são:

● Kernel Generic 5.0.0-25.26;
● Kernel Xanmod 5.2.8-8;
● KDE Frameworks 5.60.0;
● KDE Plasma 5.16.4;
● LibreOffice 6.3.0;
● GIMP 2.10.8;
● Firefox 68.0.2;
● Chromium 76
● Mesa Driver 19.0.9
● Suporte para Snap e Flatpak na loja de aplicativos.

Configuração mínima
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 2 GB de memória RAM
- 8 GB de espaço de armazenamento

Configuração recomendada
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 4 GB ou mais de memória RAM
- 40 GB ou mais de espaço de armazenamento

Para baixar a nova versão do BigLinux, basta acessar este link.

Muito bom ver uma distro tão querida retomando “os trabalhos” com “gás total” e trazendo um produto de qualidade, como o pessoal do BigLinux está fazendo. Espero que continue por muitos anos 😁.

Nós diga aí nos comentários, o que achou dessa versão nova do BigLinux.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Adobe quer saber: Você teria a Creative Suite do Linux?

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Muitos que começam a sua jornada no mundo Linux perguntam se as ferramentas da Adobe (Photoshop, Lightroom, IllustratorPremiere, etc.) tem versões para o sistema, pois já estão acostumadas a usarem tais ferramentas e mudar para outra acarretaria em uma curva de aprendizado que nem todos estão dispostos a fazer


 Adobe quer saber: Você teria a Creative Suite do Linux?





A Adobe muitas vezes alegou que o Linux não teria uma base muito grande para se ter o “investimento” e portar as suas mais famosas ferramentas para o pinguim, tanto que em 2011 eles emitiram uma nota através de seu  gerente de produto, Carey Burgess, dizendo que o pacote Adobe Creative Cloud estava no radar dos engenheiros para fazer o porte, mas que estavam sem condições de fazer aquilo no momento.

Recentemente, um usuário questionou no Twitter da Adobe, o porquê deles ignorarem o porte para Linux, especificamente do Adobe Premiere, perguntando se era custoso fazer o porte e se tinha um pedido do mercado para isso. Em resposta a esse usuário, a conta da Adobe comentou que a Engenharia deles "tem recursos limitados e não há uma demanda grande o suficiente para uma versão Linux do Premiere ainda…" (será mesmo?). A conta da Adobe ainda pediu para acessar o link do fórum para o pessoal votar e deixar um comentário. Veja o tweet abaixo.


Para se ter uma ideia da força e de um possível mercado que poderia ser aberto, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, fez uma pesquisa no seu Twitter com uma amostragem de 1600 votos, onde ele perguntava qual fator ainda impedia para que as pessoas que usam macOS e Windows mudassem para Linux e 25% das pessoas votaram na opção de “Não ter uma versão dos aplicativos da Adobe”, seguido por 23% “ Não ter suporte a hardware” e 43% para “Games”. Você pode conferir aqui a pesquisa.

Isso mostra que o mercado de Linux pode crescer muito rápido se uma empresa como a Adobe abraçasse o sistema, observando seus benefícios.

Enquanto isso não acontece, temos aplicativos que podem ser usados plenamente e com um grau de satisfação alto. Temos o GIMP e com o nosso complemento PhotoGimp pode deixar a vinda para o Linux muito mais suave e facilitada

Tem também o Inkscape para quem precisa fazer vetorizarão de imagens que tem uma qualidade muito alta. Outro software que vem ganhando notoriedade é o Kdenlive para edição de vídeos, responsável pela produção do canal Diolinux no YouTube

Até o momento enquete conta com mais de 4266 votos e 1172 comentários pedindo o porte dos programas da Adobe para Linux. Conforme print abaixo.





Para votar e deixar o seu comentário, acessem o link.

Isso mostra que o mercado vem aos poucos voltando os seus olhos para os sistemas open sources, tendo o Ubuntu como carro chefe, assim se abrindo para essa nova parcela da população, o que pode impulsionar a adesão de mais pessoas ao Linux, seja através de distros como Ubuntu e Linux Mint, ou outras.

Até uma próxima e um forte abraço.
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PhotoGIMP v.2018 - O GIMP para quem vem do Photoshop

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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

É com muito prazer que anunciamos a atualização do projeto PhotoGIMP, um patch que facilita a vida de quem está migrando do ecossistema da Adobe, com o Photoshop, para o GIMP e para quem gosta de um software de edição de imagens simplificado.

GIMP - PhotoGIMP 2018






Como todo software de código aberto, o GIMP é plenamente modificável e possui uma infinidade de possibilidades de configurações em sua interface para deixá-lo adequado para qualquer tipo de profissional. 

Nós usamos essa liberdade para criar um Patch que traz para você os atalhos de teclado e organização, visualmente equivalente ao Adobe Photoshop, facilitando a vida de quem está migrando de plataforma.

No vídeo abaixo nos ensinamos a fazer customizações no GIMP, para que você mesmo possa fazer as suas e demonstramos a versão mais recente do PhotoGIMP, confira:


Você encontra no PhotoGIMP um software com visual simplificado, apenas as ferramentas mais comuns de quem manipula imagens e faz montagens estão exibidas em uma coluna de ferramentas mais sucintas que a do GIMP original, a ordem das ferramentas também está de acordo com as ferramentas equivalentes no Photoshop, assim como as teclas de atalho para seleciona-las, facilitante na intuitividade de quem já está habituado com o software da Adobe.

PhotoGIMP 2018

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, reduzindo a quantidade para as ferramentas essenciais de manipulação de imagens. Colocando o painel de camadas e canais na mesma região que é encontrado no Photoshop e adicionando uma aba para seleção de fontes de forma mais eficiente.

Configuração de camadas no PhotoGIMP

Esses ajustes devem deixar o GIMP menos "assustador" para novatos também, simplificando as múltiplas ferramentas e painéis de configuração, além de acolher melhor aqueles que estão habituados ao Photoshop.

Como baixar e instalar o PhotoGIMP


O PhotoGIMP não é um novo software, ele é apenas um Patch de configurações para o GIMP 2.10. Isso significa que você precisa instalar o GIMP tradicional normalmente antes e depois aplicar o PhotoGIMP sobre ele. 

1 - Baixe o GIMP

O GIMP está disponível através do site gimp.org para Linux, macOS e Windows. Nas distros Linux você provavelmente o encontra na loja de aplicativos ou gerenciador de pacotes.

Atualmente existem versões Flatpak, Snap e AppImage do GIMP 2.10 também, em todos os casos, em todas as plataformas mencionadas, o PhotoGIMP 2018 deve funcionar, você só precisar identificar o local onde ficam os arquivos de configuração do programa para poder substituí-los pelos arquivos do Patch.

2 - Baixe o PhotoGIMP

O PhotoGIMP 2018 está hospedado no Google Drive, então o download deve estar sempre disponível, o Patch tem apenas 4MB de tamanho. Ao clicar no botão abaixo para fazer o download, você acessará a página onde existe um arquivo compactado, e os arquivos individuais separados. Você pode escolher a opção que desejar baixar, não há diferença.

3 - Instale o PhotoGIMP

Como comentado e explicado no vídeo que acompanha este artigo, basta extrair os arquivos para a pasta correta de configuração do GIMP 2.10. Observe que pode ser necessário abrir o GIMP sem o patch uma primeira vez para que todos os arquivos sejam criados, após isso será possível aplicar o Patch. Em caso de dúvidas, confira o vídeo disponível acima neste artigo.

As pastas onde os arquivo devem ser extraídos são:

##No LINUX, dependendo do tipo de instalação que você faça##

**GIMP Instalado via Repositório tradicional (APT, DNF), extraia para:

           /home/$USER/.config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via FLATPAK, extraia para:

          /home/$USER/.var/app/org.gimp.GIMP/config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via SNAP, extraia para:

          /home/$USER/snap/gimp/47/.config/GIMP/2.10/

##WINDOWS 10, como só há uma forma de instalar##

**GIMP Instalado via .EXE extraia para:

          C:\Users\SEU_USUARIO\AppData\Roaming\GIMP\2.10

Uma vez copiados e colados os arquivos do patch, substituindo todos que possuírem arquivos de mesmo nome, o procedimento já terá acabado. Basta abrir o GIMP novamente e você já estará usando o PhotoGIMP.

Como remover?

Você quer voltar a usar o GIMP padrão? Não tem problema. Basta apagar a pasta de configuração para a qual você copiou os arquivos, quando você abrir o GIMP novamente sem esses arquivos eles serão criados novamente com a configuração padrão do software.
_

Esperamos que o PhotoGIMP seja útil para você, ele foi possível graças a ajuda da comunidade Linux e Open Source, incluindo (principalmente) os próprios desenvolvedores do GIMP, que fizeram um trabalho fantástico. Gostaria de fazer um agradecimento especial para o nosso amigo e designer Felipe Cereda, que foi o responsável a imagem de Splash dessa versão.

Até a próxima!
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Adobe Creative Cloud no Linux - Um Script "Mágico" que automatiza a instalação no PlayOnLinux

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Para algumas pessoas a migração para a plataforma Linux ainda é complicada pela falta das ferramentas da Adobe nativas, especialmente para aqueles que trabalham já há muitos anos com elas, qualquer mudança é complicada e isso é compreensível, ainda que em linhas gerais existam ferramentas alternativas e eficientes, você ainda assim pode querer utilizar a suíte da Adobe. Neste caso, ou você utiliza um sistema em Dual Boot (Windows ou macOS) ou apela para virtualização e para o Wine.

Adobe Creative Suite






Caso você opte pelo Wine, existem várias possibilidades, porém, antes de prosseguirmos eu gostaria de deixar clara a minha posição quanto ao Wine: Ele é um paliativo, ou seja, não encare ele como a solução padrão para o seu problema, muitos podem o chamar até de "gambiarra", mas eu vejo o Wine como um projeto de grande valor de engenharia, que quando funciona, pode ser utilizado sem problemas, afinal, no fim das contas é isso que importa, certo?

O ideal, é claro, é sempre usar as ferramentas nativas da plataforma que você for usar, mas em muitos casos o Wine se mostra eficiente o suficiente para você trabalhar. Se você ainda tem uma dependência do Photoshop, por exemplo, mas gostaria de utilizar o GIMP, considere conferir o projeto PhotoGIMP que mantemos aqui no Diolinux, eu utilizo ele diariamente e acaba sendo muito confortável para quem aprendeu a editar imagens com o Adobe Photoshop, ele funciona inclusive no Windows, caso você prefira usar o GIMP no sistema da Microsoft.

Falando nele, se você só tem a intenção de instalar o Photoshop pelo Wine (no caso, pelo PlayOnLinux), temos aqui um vídeo só para isso.




Se você quiser ver um pouco mais sobre o assunto da Adobe e o Linux, este outro vídeo também será interessante.

Um script "milagroso"


Vamos ao tópico do artigo em si. No vídeo anterior eu mostrei como instalar somente o Adobe Photoshop, contudo, a suíte da Adobe é composta de vários outros softwares que podem ser úteis para você. Para realizar este experimento nós vamos utilizar um software chamado PlayOnLinux.

Muita gente pensa que o Wine e o PlayOnLinux (e o CrossOver) são coisas diferentes, mas na verdade os dois últimos são apenas interfaces para o primeiro (para o Wine).

O PlayOnLinux é grátis e é encontrado nos repositórios de todas as distros, possuindo até uma versão para macOS, chamada de PlayOnMac, que permite que os usuários "da maçã" possam rodar jogos e aplicações que só existem no Windows em seus sistemas. A intenção do PlayOnLinux (ou PlayOnMac) tem um propósito único: Fornecer ao usuário uma interface repleta de recursos para trabalhar com o Wine, gerenciar suas versões e, o que vem ao caso agora, utilizar scripts prontos para automatizar a instalação de determinados programas.

Se você quer aprender mais sobre o PlayOnLinux é necessário ter um pouco de paciência, ele é um software com muitas opções de configuração, mas para a sua sorte nós temos um vídeo no canal (bem longo) que detalha praticamente tudo o que é necessário saber sobre essa ferramenta, é grátis, então aproveite:


1 - O primeiro passo para usar este Script que instala a Adobe Creative Suite Manager no Linux é baixar o PlayOnLinux, então faça como preferir, geralmente você o encontra na Central de Aplicativos da sua distribuição.

2 - O segundo passo é baixar o Script que instala a Creative Suite, você pode baixar ele daqui. 

Dica: Acesse a página no GitHub onde o Script está hospedado, pressione Ctrl+S e escolha onde você quer salva-lo.

Depois de baixado o Script, basta rodá-lo através do PlayOnLinux. Com o software aberto, vá até o menu "Ferramentas" e selecione a opção "Executar um Script local".

Rodando o Script

Uma janela vai se abrir para você navegar pelos seus arquivos e escolher o Script que você baixou do GitHub, basta selecionar e avançar. Depois disso teremos uma grande sessão de "Next, Next, Finish", como a maior parte dos programas do Windows.

Rodando o Adobe Script no PlayOnLinux

Adobe Creative Suite Linux

Eventualmente o PlayOnLinux vai pedir a sua permissão para baixar algumas coisas, como o Mono, o Gecko e alguns outros componentes que serão úteis para rodar o Manager da suíte da Adobe. Apenas clique em instalar.

Adobe Creative Suite Linux

Ao finalizar a instalação, uma janela com o gerenciador de softwares da Adobe vai se abrir, você deve se logar com a sua conta da Adobe normalmente, assim como faria no Windows ou no macOS, se você já tem as licenças para usar os softwares compradas para a sua conta, eles vão estar disponíveis automaticamente em suas versões completas.

Adobe Creative Suite Linux

Caso você não tenha os programas comprados, é possível usar a "versão de avaliação" de cada um deles por 30 dias.

Gerenciador da Adobe no Linux

Basta selecionar os softwares que você quer instalar, depois do "Adobe Application Manager" baixar os softwares você poderá iniciá-los.


Ao abrir qualquer um deles, você poderá usar a versão trial ou entrar com os seus dados para usar a versão completa também. As atualizações também funcionam corretamente, eu instalei o Photoshop e atualizei ele para uma versão mais recente pelo próprio aplicativo.


Atualização de programas da Adobe


Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Adobe Photoshop no Linux

Não cheguei a testar todos os programas, mas dentre os que eu testei tive resultados diferentes. O Photoshop funciona perfeitamente, sem tirar e nem pôr. Já o Illustrator abre e funciona também, mas percebo glitches na interface.

Adobe Illustrator

Repare em como as ferramentas ficam distorcidas do lado esquerdo.  Curiosamente, eu já consegui rodar o Adobe Illustrator sem estes problemas usando o mesmo prefixo do Photoshop que eu mostrei no primeiro vídeo deste artigo, então se você precisa dele, usar aquele método pode ser uma alternativa.

Adobe Ilustrator Linux


O Audition, que foi o outro que eu testei, nem abriu, contudo, é muito possível que com ajustes finos no PlayOnLinux você tenha resultados melhores. Depurando o Audition, percebi que ele precisa de uma DLL chamada "AuUI.dll", talvez instalado ela, funcione.

Outro que funciona perfeitamente é o Fireworks. Já vi muitos desenvolvedores Web reclamarem que recebem imagens do feitas no Adobe Fireworks com várias camadas para templates de páginas e terem dificuldade de lidar com isso no Linux eventualmente.

Fireworks no Linux

Outro "queridão" dos fotógrafos que funciona perfeitamente é o Adobe Lightroom:

No Linux, rodando um software de Windows pra editar o wallpaper do macOS xD 

Uma dica legal é criar atalhos para os programas, assim você pode iniciar eles individualmente sem precisar abrir o programa de gerenciar softwares da Adobe.

Você encontra a opção de criar atalhos na guia "Geral" nas configurações do prefixo do PlayOnLinux, em caso de dúvidas, consulte o vídeo manual que eu coloquei anteriormente no artigo.

Criando atalhos

Minha opinião sobre o Script


Como comentei a principio, isto aqui nada mais é do que um paliativo. Caso funcione, ótimo! Use e seja feliz! Mas não ponha todas as suas esperanças aqui, alguns programas como o Photoshop realmente funcionam muito bem, quase como se fossem nativos, não fosse a não integração com o gestor de arquivos original da distro, usando o do Wine, mas isso é um detalhe pouco relevante para o contexto geral.

Falando do Script, ele promete instalar o gerenciador de softwares da Adobe e da fato, isso ele faz, mas os programas que compõem a suíte não utilizam todos os mesmos recursos do seu computador e do sistema, de modo que alguns ou não funcionaram (pra mim pelo menos), ou funcionaram com bugs, caso do Illustrator, entretanto, felizmente alguns dos mais famosos rodaram sem problemas aparentes.

Trabalhando com alternativas mais viáveis


É bom deixar claro que existem ferramentas que são multiplataforma, ou seja, que você pode usar não somente no Linux, mas no Windows e no macOS também, e que são extremamente poderosas. Se você costuma acompanhar os nosso DioCasts, já deve ter visto a quantidade de convidados que nós já trouxemos que usam Linux para trabalhar com artes gráficas e audiovisuais. Vou deixar alguns episódios como sugestão aqui para você conferir, mas se você der uma vasculhada vai encontrar muitos mais:





Estes 4 episódios acima somados dão cerca de 4 horas de conteúdo relacionado ao tema com vários profissionais de cada uma das áreas, vale a pena conferir se você ainda está relutante e tem dúvidas sobre essas profissões utilizando softwares que rodam no Linux. Você pode simplesmente deixar eles rolando no seu navegador enquanto faz outras atividades e curte o conteúdo, tenho certeza que será muito proveitoso.

Eu vou ficando por aqui, espero que o artigo tenha sido útil e que te ajude de alguma forma! :)

Se você achou o conteúdo bacana, uma forma de você pagar este esforço sem gastar nada é compartilhar nas suas redes sociais, marcar os seus amigos e mostrar este conteúdo para eles também, assim você nos incentiva a continuar criando este tipo de material.

Até a próxima!
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PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

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quarta-feira, 26 de abril de 2017


❗❗❗ Atenção, existe uma versão atualizada do PhotoGIMP (Clique aqui)❗❗❗

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.

Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
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