Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

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Sistematicamente, até mais…

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Infelizmente estou me afastando da equipe de redatores do Diolinux, agradeço a todos os leitores que acompanharam e leram minhas postagens no decorrer do ano de 2019. Todo ciclo tem seu início, meio e fim, talvez para um novo processo, aquela reviravolta na história ou uma mudança temporária.

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É curioso pensar no Diolinux, sem todas as situações e problemas resolvidos por este blog em minha vida, além do conhecimento e amadurecimento de ideias e pontos de vista, claro. Tudo isso antes mesmo de compor a equipe de redatores e escrever sobre uma das coisas que mais amo na vida, tecnologia.

Para quem não acompanha meu trabalho no canal OSistemático, saiba que durante muito tempo venho lutando contra alguns problemas de saúde que vêm tirando minha paz e sono. Aliás, não era incomum me encontrar altas horas da madrugada estudando ou bolando algo para um próximo post, ou vídeo. Às vezes a forma que ludibriei as intensas dores, foram justamente incontáveis horas de buscas por assuntos voltados à tecnologia. Digamos que por um tempo, ocupando a mente, o corpo “dava uma folga”. Contudo, o ano de 2019 vem sendo um misto de dor e prazer. O engraçado que muitos afirmam que ambos andam lado a lado, digamos que existe um fundo de verdade nisso (😁️😉️😈️).

Retrospectiva 2019 (faz de conta)


Você recorda qual foi a minha primeira postagem aqui no blog Diolinux? Uma de minhas paixões, games! Especificamente uma matéria sobre o emulador de Nintendo 3DS, o Citra. Falando um pouco dos bastidores, a imagem da capa “fugia um pouco do padrão do site”, mas a imagem final foi se encaixando à proposta do Diolinux. Aquele tipo de ideia que só surge dentro de uma mente sistemática (😁️😁️😁️).

Abaixo você pode conferir a capa que foi reprovada, ainda bem o resultado ficou muito superior, e para ver a capa final acesse a postagem sobre o Citra.

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E não parou por aí, a capa utilizada em minha quarta postagem acabou tendo um de seus elementos utilizados em um projeto bem conhecido. Estou falando da matéria que escrevi sobre o AppImageHub, um site que concentra aplicações Linux neste formato de empacotamento. O ícone que criei, inspirado na logo do software da Snap Store, está sendo utilizado no site appimagehub.com, como bem pode ser visto na print logo abaixo (pena não terem atribuído a imagem a minha pessoa 😂️😂️😂️).

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Também houve diversas postagens capciosas, assim digamos, que tive o prazer de escrever e a participação de vocês nos comentários foi excepcional. Abordei variados temas, obviamente a maioria com foco em tecnologias Open Source, mas o Windows e postagens relacionadas tiveram boa recepção. Matérias, como: “Microsoft revela o futuro do Windows”, “Windows 7 com data para morrer, e agora, o que fazer?” e “Você realmente precisa do Windows?”, são exemplos que posso destacar. Inclusive uma das minhas capas preferidas, estava inspirado no dia, foi sobre o Windows Phone/Mobile e seu fim oficial.

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Matérias sobre jogos é o que não falta, tive a oportunidade de transmitir parte dos conhecimentos que tenho com emuladores e opinar, em temas e notícias sobre games. Lá vai uma listinha rápida de tutoriais e verdadeiros guias-rápidos de alguns emuladores disponíveis para Linux.


Games são uma paixão, e mesmo não jogando a quantidade que gostaria, me empolgo sempre que abordo o tema. Quem se recorda do “Projeto de lei que quer proibir jogos violentos no Brasil”, algo que em meu ponto de vista é uma tremenda bizarrice. Um assunto que rendeu bastante, foi “Linux e a pirataria nos jogos”. Sabemos que uma das maiores barreiras na inserção de Linux no mundo dos jogos, são os anti-cheats. Outro tema amplamente discutido ao decorrer do ano de 2019 aqui no blog Diolinux.

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Entre notícias, tutoriais, dicas de apps (sejam eles para Android ou alguma distro Linux desktop) minha jornada no Diolinux foi repleta de opiniões, erros e muitos acertos. Sempre tive a liberdade de expor meu pensamento e escrever sobre temas que julgava ser interessantes. Falei sobre o Ubuntu Touch, se tinha morrido ou não. Testei inúmeros aplicativos e pequenas séries, além das de emuladores, se concretizaram. Posso citar a relacionada aos vários players de música que testei e passei a gostar. Se ainda vale a pena usar o Ubuntu 18.04 LTS ou até mesmo o Deepin. Falando em Deepin, apostei alto especulando uma possível parceria com a gigante chinesa Huawei. O palpite foi certeiro, pouco tempo depois a empresa começou a oferecer equipamentos com a distro Linux, e quem sabe mais o que poderá ocorrer com a nova versão do sistema.

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Escrever é algo que surpreende, quantas vezes fiz postagens que fizeram grande sucesso, enquanto outras que me empolgaram não tiveram a mesma quantidade de views. Uma que me lembro até hoje é esta: “Em dúvida ao escolher um nome para seu app, marca ou projeto?”. É uma de minhas favoritas, na qual mesclei a original com minha pitada pessoal. No entanto, ela não caiu no gosto das massas (😁️😁️😁️). E olha que tem até easter eggs sobre OSistemático. “10 Dicas para novos usuários de Linux/Ubuntu” é outra postagem que indico a leitura, como “O que leva um novo usuário desistir do Linux?”.

A criatividade foi uma das características que mais desenvolvi, aprender a controlar os processos criativos e burlar os bloqueios, acabou somando em minhas perícias.

Me diz se você algum dia imaginou o Dio chinês? Ou quem sabe sem sua barba e criança?

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Toda equipe Diolinux sempre foi muito solicita e compreensiva em momentos de dificuldade, uma verdadeira família. E como toda família, passamos por altos e baixos. Discussões, alegrias, reuniões, treinamentos, brincadeiras, trabalho e muito mais.

Contribuir com um dos maiores sites de tecnologia, Open Source e Linux, no Brasil foi e é uma realização profissional. Ter a oportunidade de somar com projetos, como o PhotoGIMP, criando a logo é algo que sempre ficará marcado em meu coração. 

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OSistemático me trouxe até aqui!


Focar no trabalho e fazer o que gosta sem esperar nada das pessoas, pode lhe levar a lugares nunca imaginados. O Diolinux sempre foi o “pontapé inicial” para o surgimento do meu projeto OSistemático. Não faz muitos anos em que passei a utilizar Linux conscientemente, por ironia do destino me deparei algumas vezes com este blog durante seu nascimento. Confesso que nunca fui de acompanhar sites e blogs, apenas consumia quando necessário ou me convinha. Contudo, um canal no Youtube de mesmo nome me chamou a atenção. Não tinha muitos vídeos, uns dois ou três. Neste período nem conta no Youtube tinha, mas passei a acompanhá-lo mesmo assim. Linux e jogos, algo que gostava e já no primeiro dia me fez sentir uma vontade de criar um canal parecido.

Anos se passaram, aprendi a gostar do blog e canal Diolinux e também me inspirar, concordar e discordar de suas opiniões. O projeto OSistemático foi criado e quando menos esperava, estava participando de lives (ou conversando) no Diolinux e canais no cenário Linux que admiro muito, como: Madrugueds, Fast OS, Tuxter Games, Livre Software, Toca do Tux, Araras Studio (outrora Fosloks), entre outros. Sempre sendo verdadeiro e expondo minhas opiniões, ideias e jeito de ser. 

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Se hoje estou me despedindo, talvez mesmo que temporariamente, do Diolinux é graças ao OSistemático que me trouxe até aqui. Como, também, as pessoas que conheci através dele e passei a mais que admirar, poder chamar de amigos.

Obrigado a todos os leitores, estou me afastando para dar foco em meu tratamento no ano de 2020, porém, continuarei a participar de lives no Diolinux e postar vídeos em meu canal (devagar, devagarinho vídeos serão produzidos, o foco é minha saúde). Então, convido a se inscreverem nos canais que mencionei anteriormente e também no OSistemático. Se não conhecia meu trabalho lá, aposto que vai gostar. 

Muito obrigado à família Diolinux, e a você Dionatan Simioni por permitir compor essa equipe incrível e por ser um líder notório, cativante, compreensivo, forte, profissional e amigo. Nunca trabalhei em um lugar que, mesmo com as diversidades e atritos, poderia chamar de família.

Participem da comunidade Diolinux Plus, e fiquem ligados no blog Diolinux.

Só ao nível de curiosidade, comecei com uma postagem sobre emulador e terminei com outra. Inconscientemente sendo sistematicamente sistemático (🤔️😉️😋️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux e em meu canal, SISTEMATICAMENTE! 😎️


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Comprimindo imagens para melhorar a navegação no seu blog ou site

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domingo, 13 de outubro de 2019

Donos de sites ou blogs que desejam ter um conteúdo acessível para todos, sempre precisam se preocupar com o peso das suas páginas. Páginas muito pesadas acabam dificultando a vida das pessoas com conexões mais lentas, muitas dessas pessoas acabam deixando de acessar o site em questão. Que por sua vez, pode perder também muitos acessos. É um negócio ruim para todos.


Fizemos uma lista com algumas ferramentas, que podem ajudar você a economizar alguns KB na hora de criar as imagens para o seu site. Que são as seguintes:

tinypng.com


Apesar do nome, o tinypng é capaz de trabalhar com os formatos “.png” e “.jpg”. O serviço utiliza uma técnica de compressão com perdas, o que diminui muito o tamanho das suas imagens, mas também pode ocasionar perda de qualidade.


Nos meus testes, uma imagem com 2,1MB, após o processo de compressão no site, ficou com 700KB. Se a perda de qualidade será ou não perceptível ou aceitável, depende muito da imagem em si. Pode acontecer de uma imagem ficar com uma qualidade bastante ruim após a compressão, enquanto a outra fica idêntica a original. Ou seja, cada caso é um caso.

Você pode acessar o tinypng clicando aqui.

ImCompressor


O ImCompressor é um compactador de imagens sem perdas. Ou seja, ele é capaz de compactar as suas imagens sem causar qualquer perda de qualidade. Mas é claro que isso vem com um preço. A diminuição no tamanho das imagens após serem comprimidas pelo ImCompressor geralmente é muito menor. Pelos meus testes, variando em torno de 2%. 


O ImCompressor é desenvolvido em Python e GTK, e possui um layout totalmente integrado com o GNOME Shell. O seu uso também é um ponto forte, sendo extremamente simples e intuitivo.

O ImCompressor está disponível para instalação no formato Flatpak, e pode ser encontrado no Flathub.

O Linux Mint vem com o suporte a flatpak, e o Flathub habilitados por padrão, então o ImCompressor pode ser instalado diretamente pela loja de aplicativos. Caso você esteja utilizando outra distro, e não sabe como instalar flatpaks, confira o nosso tutorial sobre como o assunto.

Após o Flatpak estar instalado, caso ainda não tenha o feito, adicione o repositório do Flathub com o comando abaixo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

GIMP e o formato .webp


Uma das melhores formas para salvar ou converter arquivos de imagem para a internet, que tenham tamanhos pequenos e uma boa qualidade, é através do GIMP, utilizando o formato ".webp". Inclusive, é esse método que utilizo em todas as imagens dos meus posts aqui no blog Diolinux.

Para salvar arquivos no formato .webp usando o GIMP, siga as instruções a seguir:


Conforme indicado na imagem abaixo, crie um grupo de camadas (1), e arraste todas as camadas do seu projeto dentro deste grupo (2). Antes de exportar, certifique-se de que o item selecionado na aba de camadas seja o grupo, e não uma das camadas dentro dele (3).


Clique em “Arquivo”, e em seguida “Exportar como”. Dê um nome para a sua imagem e adicione a extensão “.webp”. Clique em “Exportar”, selecione a qualidade da imagem, clique em “Exportar” novamente, e pronto.


O GIMP pode ser encontrado em Snap, Flatpak, e também nos repositórios de todas as principais distros. Outra excelente ideia, especialmente para aquelas pessoas habituadas com o Photoshop, é utilizar o PhotoGimp.

Se você não conhece, ou não sabe trabalhar com o formato Snap, este tutorial irá tirar todas, ou quase todas as suas dúvidas.

Softwares com o objetivo de comprimir imagens existem aos montes internet a fora, e é óbvio que muitos deles ficariam de fora dessa matéria. Então “passamos a bola” para você nos comentários. Conte-nos se você utiliza algum desses softwares citados, ou conhece outros melhores. Quem sabe a sua sugestão não renda outro artigo relacionado ao assunto no futuro.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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PhotoGIMP agora está disponível em Snap

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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

O PhotoGIMP é um patch criado com o intuito de facilitar a migração de pessoas habituadas com o ecossistema da Adobe, porém, que desejam utilizar um software livre e sem atuar na ilegalidade (não é incomum usuários possuírem a versão crackeada do Photoshop).

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Como todo programa de código aberto, o GIMP é plenamente customizável e permite inúmeras modificações em sua interface e comandos internos. O projeto PhotoGIMP é de autoria do Dionatan Simioni, o responsável pelo Diolinux (o “manda chuva” 😁️😁️😁️), mas com o tempo, novos colaboradores se juntaram e contribuíram com o projeto.

Esse é o caso do Felipe Cereda, design e profissional conhecido pelos usuários Linux aqui no Brasil, que criou a arte da Splash Screen (aquela telinha que aparece, quando o programa está iniciando).

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Agora em 2019, graças ao Pedro Marinho, o PhotoGIMP chega à Snapcraft. Anteriormente o PhotoGIMP, que era apenas um patch, tinha que ser aplicado manualmente em uma instalação do GIMP. Caso queira fazer o procedimento manualmente, acesse essa postagem com todo passo a passo.

Algumas novidades da versão em Snap


Não é mais necessário ter uma versão do GIMP pré-instalada no sistema, porém, o PhotoGIMP continua sendo o “GIMP”, mas sendo instalado como um programa. Pedro Marinho passou a ser o responsável por manter o pacote Snap no repositório da Canonical e o código fonte pode ser encontrado diretamente em seu Github.

Incentivamos que todo e qualquer bug encontrado no PhotoGIMP via Snap, seja relatado no Github do Pedro, assim as devidas correções poderão ser lançadas.

Tive o prazer de criar uma logo para o PhotoGIMP, algo que remetesse ao GIMP e que mantivesse a personalidade do projeto. Não sou tão experiente, como o Cereda, mas foi interessante compor o visual do ícone.

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Também modifiquei a tela de Splash Screen, utilizando a criada pelo Cereda, adicionando pequenas alterações sem influenciar tanto em seu trabalho. 

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Obviamente que os atalhos e disposição das ferramentas foram alteradas, em comparação com o GIMP, para facilitar e simplificar ao máximo aos usuários que utilizavam o Photoshop.

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Perceba na imagem acima, que apenas as ferramentas mais usuais na edição de imagem estão presentes por padrão. Elas continuam a existir, todavia a lógica de organização foi pensada para remeter ao software da Adobe.

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, com menos ferramentas visíveis e sem poluir a interface. Tanto o painel de camadas e canais estão localizados na mesma região que é encontrado no Photoshop, como a adição de uma aba para seleção de fontes.

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Lembrando que esses ajustes também estão presentes no patch de modificação, que serve tanto para o GIMP no Linux, como no macOS e Windows. A vantagem do PhotoGIMP via Snap, é manter todas essas modificações à parte de outra instalação do GIMP e a facilidade de instalar sem precisar modificar nada manualmente. Atualizações futuras chegarão automaticamente, ao fazer o update do pacote. Em algumas distribuições, como o Ubuntu, tudo será atualizado automaticamente.

Instalação PhotoGIMP via Snap


O Snap já vem configurado por padrão no Ubuntu, sendo assim, basta pesquisar diretamente na loja por: “PhotoGIMP” e instalar o app. Demais sistemas baseados em Linux podem ser configurados para utilização de programas neste formato, acessando este link.

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Instalar utilizando o terminal também é uma opção. Se prefere assim, use o comando a seguir:

sudo snap install photogimp

Remover via terminal é bem simples.

sudo snap remove photogimp

Por fim, fica meu agradecimento especial ao Dionatan Simioni por possibilitar a minha singela contribuição com o projeto. Reforço que, quando possível, recorram ao mantenedor do pacote Snap, o Pedro Marinho em seu Github (sem ele não existiria o PhotoGIMP via Snap). Todo esse trabalho é empregado em nome do espírito de colaboração Open Source. Acredito que muitas pessoas podem ser auxiliadas com essa iniciativa do Diolinux.

OBS.: Você não precisa instalar ou possuir outra versão do GIMP em seu sistema, caso opte pelo PhotoGIMP via Snap. O pacote já é o programa com o patch aplicado.

Até o próximo post, participe de nosso fórum Diolinux Plus e compartilhe com seus amigos, SISTEMATICAMENTE! 😎️
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Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Para quem acompanha o cenário Linux “tupiniquim”, já ouviu falar da distro BigLinux, que é muito tradicional no meio de TI e que já foi a distro de entrada de muita gente no mundo Linux.

Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04






Como tudo no mundo da tecnologia, temos evoluções e com o BigLinux não poderia ser diferente. Eis que em 2019, a distro volta com tudo e reformulada. A última versão tinha sido a 7.10 e lançada em 2017.  

A reformulação da distro

Primeira coisa que foi feita pelo pessoal do BigLinux, foi encontrar a base do sistema, e a escolhida foi o Ubuntu 19.04 e pretendem estabilizar no Ubuntu 20.04 LTS. Isso é muito bom, pois “vai pegar” as melhorias que vêm sendo implementadas pelo Ubuntu, como os drivers de vídeos recentes, Kernels e melhorias em geral.

Depois vem a escolha do Desktop Environment (DE), que antes eram usados o Cinnamon e a DE do Deepin. Depois de muitos testes, foi escolhido que seria melhor voltar para o KDE e implementar o LXQT.

Outras novidades apresentadas nesta versão 19.04 do BigLinux são:

● 30 webapps, entre eles Whatsapp, Telegram, Netflix, Spotify, Deezer, Prime Vídeo, Google Maps, Youtube, Twitter, Skype, Waze, TuneIn, Messenger, que ao todo não chegam perto de consumir 1 MB de armazenamento;



● Sistema de Arquivos Btrfs, que já vem configurado para criar pontos de restauração de até 7 dias (snapshots ou backups). Por padrão esse recurso funciona apenas para arquivos do sistema, não mantendo cópias dos arquivos da pasta do seu usuário, ou seja, a pasta /home, mas, se você preferir, pode alterar a opção em “Snapshots e backups”;

● Três (3) temas pré-configurados:  Arc, Adapta e Dark;



● Editor de Imagens GIMP, já com o GMIC e o PhotoGimp (criação Diolinux) instalados por padrão;



● Outra possibilidade, é poder escolher entre o Kernel “normal” (Generic, o mesmo usado pelo Ubuntu, por exemplo) ou o Kernel Xanmod, que conta com algumas melhorias.

Às versões dos principais programas são:

● Kernel Generic 5.0.0-25.26;
● Kernel Xanmod 5.2.8-8;
● KDE Frameworks 5.60.0;
● KDE Plasma 5.16.4;
● LibreOffice 6.3.0;
● GIMP 2.10.8;
● Firefox 68.0.2;
● Chromium 76
● Mesa Driver 19.0.9
● Suporte para Snap e Flatpak na loja de aplicativos.

Configuração mínima
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 2 GB de memória RAM
- 8 GB de espaço de armazenamento

Configuração recomendada
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 4 GB ou mais de memória RAM
- 40 GB ou mais de espaço de armazenamento

Para baixar a nova versão do BigLinux, basta acessar este link.

Muito bom ver uma distro tão querida retomando “os trabalhos” com “gás total” e trazendo um produto de qualidade, como o pessoal do BigLinux está fazendo. Espero que continue por muitos anos 😁.

Nós diga aí nos comentários, o que achou dessa versão nova do BigLinux.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Adobe quer saber: Você teria a Creative Suite do Linux?

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Muitos que começam a sua jornada no mundo Linux perguntam se as ferramentas da Adobe (Photoshop, Lightroom, IllustratorPremiere, etc.) tem versões para o sistema, pois já estão acostumadas a usarem tais ferramentas e mudar para outra acarretaria em uma curva de aprendizado que nem todos estão dispostos a fazer


 Adobe quer saber: Você teria a Creative Suite do Linux?





A Adobe muitas vezes alegou que o Linux não teria uma base muito grande para se ter o “investimento” e portar as suas mais famosas ferramentas para o pinguim, tanto que em 2011 eles emitiram uma nota através de seu  gerente de produto, Carey Burgess, dizendo que o pacote Adobe Creative Cloud estava no radar dos engenheiros para fazer o porte, mas que estavam sem condições de fazer aquilo no momento.

Recentemente, um usuário questionou no Twitter da Adobe, o porquê deles ignorarem o porte para Linux, especificamente do Adobe Premiere, perguntando se era custoso fazer o porte e se tinha um pedido do mercado para isso. Em resposta a esse usuário, a conta da Adobe comentou que a Engenharia deles "tem recursos limitados e não há uma demanda grande o suficiente para uma versão Linux do Premiere ainda…" (será mesmo?). A conta da Adobe ainda pediu para acessar o link do fórum para o pessoal votar e deixar um comentário. Veja o tweet abaixo.


Para se ter uma ideia da força e de um possível mercado que poderia ser aberto, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, fez uma pesquisa no seu Twitter com uma amostragem de 1600 votos, onde ele perguntava qual fator ainda impedia para que as pessoas que usam macOS e Windows mudassem para Linux e 25% das pessoas votaram na opção de “Não ter uma versão dos aplicativos da Adobe”, seguido por 23% “ Não ter suporte a hardware” e 43% para “Games”. Você pode conferir aqui a pesquisa.

Isso mostra que o mercado de Linux pode crescer muito rápido se uma empresa como a Adobe abraçasse o sistema, observando seus benefícios.

Enquanto isso não acontece, temos aplicativos que podem ser usados plenamente e com um grau de satisfação alto. Temos o GIMP e com o nosso complemento PhotoGimp pode deixar a vinda para o Linux muito mais suave e facilitada

Tem também o Inkscape para quem precisa fazer vetorizarão de imagens que tem uma qualidade muito alta. Outro software que vem ganhando notoriedade é o Kdenlive para edição de vídeos, responsável pela produção do canal Diolinux no YouTube

Até o momento enquete conta com mais de 4266 votos e 1172 comentários pedindo o porte dos programas da Adobe para Linux. Conforme print abaixo.





Para votar e deixar o seu comentário, acessem o link.

Isso mostra que o mercado vem aos poucos voltando os seus olhos para os sistemas open sources, tendo o Ubuntu como carro chefe, assim se abrindo para essa nova parcela da população, o que pode impulsionar a adesão de mais pessoas ao Linux, seja através de distros como Ubuntu e Linux Mint, ou outras.

Até uma próxima e um forte abraço.
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PhotoGIMP v.2018 - O GIMP para quem vem do Photoshop

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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

É com muito prazer que anunciamos a atualização do projeto PhotoGIMP, um patch que facilita a vida de quem está migrando do ecossistema da Adobe, com o Photoshop, para o GIMP e para quem gosta de um software de edição de imagens simplificado.

GIMP - PhotoGIMP 2018






Como todo software de código aberto, o GIMP é plenamente modificável e possui uma infinidade de possibilidades de configurações em sua interface para deixá-lo adequado para qualquer tipo de profissional. 

Nós usamos essa liberdade para criar um Patch que traz para você os atalhos de teclado e organização, visualmente equivalente ao Adobe Photoshop, facilitando a vida de quem está migrando de plataforma.

No vídeo abaixo nos ensinamos a fazer customizações no GIMP, para que você mesmo possa fazer as suas e demonstramos a versão mais recente do PhotoGIMP, confira:


Você encontra no PhotoGIMP um software com visual simplificado, apenas as ferramentas mais comuns de quem manipula imagens e faz montagens estão exibidas em uma coluna de ferramentas mais sucintas que a do GIMP original, a ordem das ferramentas também está de acordo com as ferramentas equivalentes no Photoshop, assim como as teclas de atalho para seleciona-las, facilitante na intuitividade de quem já está habituado com o software da Adobe.

PhotoGIMP 2018

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, reduzindo a quantidade para as ferramentas essenciais de manipulação de imagens. Colocando o painel de camadas e canais na mesma região que é encontrado no Photoshop e adicionando uma aba para seleção de fontes de forma mais eficiente.

Configuração de camadas no PhotoGIMP

Esses ajustes devem deixar o GIMP menos "assustador" para novatos também, simplificando as múltiplas ferramentas e painéis de configuração, além de acolher melhor aqueles que estão habituados ao Photoshop.

Como baixar e instalar o PhotoGIMP


O PhotoGIMP não é um novo software, ele é apenas um Patch de configurações para o GIMP 2.10. Isso significa que você precisa instalar o GIMP tradicional normalmente antes e depois aplicar o PhotoGIMP sobre ele. 

1 - Baixe o GIMP

O GIMP está disponível através do site gimp.org para Linux, macOS e Windows. Nas distros Linux você provavelmente o encontra na loja de aplicativos ou gerenciador de pacotes.

Atualmente existem versões Flatpak, Snap e AppImage do GIMP 2.10 também, em todos os casos, em todas as plataformas mencionadas, o PhotoGIMP 2018 deve funcionar, você só precisar identificar o local onde ficam os arquivos de configuração do programa para poder substituí-los pelos arquivos do Patch.

2 - Baixe o PhotoGIMP

O PhotoGIMP 2018 está hospedado no Google Drive, então o download deve estar sempre disponível, o Patch tem apenas 4MB de tamanho. Ao clicar no botão abaixo para fazer o download, você acessará a página onde existe um arquivo compactado, e os arquivos individuais separados. Você pode escolher a opção que desejar baixar, não há diferença.

3 - Instale o PhotoGIMP

Como comentado e explicado no vídeo que acompanha este artigo, basta extrair os arquivos para a pasta correta de configuração do GIMP 2.10. Observe que pode ser necessário abrir o GIMP sem o patch uma primeira vez para que todos os arquivos sejam criados, após isso será possível aplicar o Patch. Em caso de dúvidas, confira o vídeo disponível acima neste artigo.

As pastas onde os arquivo devem ser extraídos são:

##No LINUX, dependendo do tipo de instalação que você faça##

**GIMP Instalado via Repositório tradicional (APT, DNF), extraia para:

           /home/$USER/.config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via FLATPAK, extraia para:

          /home/$USER/.var/app/org.gimp.GIMP/config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via SNAP, extraia para:

          /home/$USER/snap/gimp/47/.config/GIMP/2.10/

##WINDOWS 10, como só há uma forma de instalar##

**GIMP Instalado via .EXE extraia para:

          C:\Users\SEU_USUARIO\AppData\Roaming\GIMP\2.10

Uma vez copiados e colados os arquivos do patch, substituindo todos que possuírem arquivos de mesmo nome, o procedimento já terá acabado. Basta abrir o GIMP novamente e você já estará usando o PhotoGIMP.

Como remover?

Você quer voltar a usar o GIMP padrão? Não tem problema. Basta apagar a pasta de configuração para a qual você copiou os arquivos, quando você abrir o GIMP novamente sem esses arquivos eles serão criados novamente com a configuração padrão do software.
_

Esperamos que o PhotoGIMP seja útil para você, ele foi possível graças a ajuda da comunidade Linux e Open Source, incluindo (principalmente) os próprios desenvolvedores do GIMP, que fizeram um trabalho fantástico. Gostaria de fazer um agradecimento especial para o nosso amigo e designer Felipe Cereda, que foi o responsável a imagem de Splash dessa versão.

Até a próxima!
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Adobe Creative Cloud no Linux - Um Script "Mágico" que automatiza a instalação no PlayOnLinux

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Para algumas pessoas a migração para a plataforma Linux ainda é complicada pela falta das ferramentas da Adobe nativas, especialmente para aqueles que trabalham já há muitos anos com elas, qualquer mudança é complicada e isso é compreensível, ainda que em linhas gerais existam ferramentas alternativas e eficientes, você ainda assim pode querer utilizar a suíte da Adobe. Neste caso, ou você utiliza um sistema em Dual Boot (Windows ou macOS) ou apela para virtualização e para o Wine.

Adobe Creative Suite






Caso você opte pelo Wine, existem várias possibilidades, porém, antes de prosseguirmos eu gostaria de deixar clara a minha posição quanto ao Wine: Ele é um paliativo, ou seja, não encare ele como a solução padrão para o seu problema, muitos podem o chamar até de "gambiarra", mas eu vejo o Wine como um projeto de grande valor de engenharia, que quando funciona, pode ser utilizado sem problemas, afinal, no fim das contas é isso que importa, certo?

O ideal, é claro, é sempre usar as ferramentas nativas da plataforma que você for usar, mas em muitos casos o Wine se mostra eficiente o suficiente para você trabalhar. Se você ainda tem uma dependência do Photoshop, por exemplo, mas gostaria de utilizar o GIMP, considere conferir o projeto PhotoGIMP que mantemos aqui no Diolinux, eu utilizo ele diariamente e acaba sendo muito confortável para quem aprendeu a editar imagens com o Adobe Photoshop, ele funciona inclusive no Windows, caso você prefira usar o GIMP no sistema da Microsoft.

Falando nele, se você só tem a intenção de instalar o Photoshop pelo Wine (no caso, pelo PlayOnLinux), temos aqui um vídeo só para isso.




Se você quiser ver um pouco mais sobre o assunto da Adobe e o Linux, este outro vídeo também será interessante.

Um script "milagroso"


Vamos ao tópico do artigo em si. No vídeo anterior eu mostrei como instalar somente o Adobe Photoshop, contudo, a suíte da Adobe é composta de vários outros softwares que podem ser úteis para você. Para realizar este experimento nós vamos utilizar um software chamado PlayOnLinux.

Muita gente pensa que o Wine e o PlayOnLinux (e o CrossOver) são coisas diferentes, mas na verdade os dois últimos são apenas interfaces para o primeiro (para o Wine).

O PlayOnLinux é grátis e é encontrado nos repositórios de todas as distros, possuindo até uma versão para macOS, chamada de PlayOnMac, que permite que os usuários "da maçã" possam rodar jogos e aplicações que só existem no Windows em seus sistemas. A intenção do PlayOnLinux (ou PlayOnMac) tem um propósito único: Fornecer ao usuário uma interface repleta de recursos para trabalhar com o Wine, gerenciar suas versões e, o que vem ao caso agora, utilizar scripts prontos para automatizar a instalação de determinados programas.

Se você quer aprender mais sobre o PlayOnLinux é necessário ter um pouco de paciência, ele é um software com muitas opções de configuração, mas para a sua sorte nós temos um vídeo no canal (bem longo) que detalha praticamente tudo o que é necessário saber sobre essa ferramenta, é grátis, então aproveite:


1 - O primeiro passo para usar este Script que instala a Adobe Creative Suite Manager no Linux é baixar o PlayOnLinux, então faça como preferir, geralmente você o encontra na Central de Aplicativos da sua distribuição.

2 - O segundo passo é baixar o Script que instala a Creative Suite, você pode baixar ele daqui. 

Dica: Acesse a página no GitHub onde o Script está hospedado, pressione Ctrl+S e escolha onde você quer salva-lo.

Depois de baixado o Script, basta rodá-lo através do PlayOnLinux. Com o software aberto, vá até o menu "Ferramentas" e selecione a opção "Executar um Script local".

Rodando o Script

Uma janela vai se abrir para você navegar pelos seus arquivos e escolher o Script que você baixou do GitHub, basta selecionar e avançar. Depois disso teremos uma grande sessão de "Next, Next, Finish", como a maior parte dos programas do Windows.

Rodando o Adobe Script no PlayOnLinux

Adobe Creative Suite Linux

Eventualmente o PlayOnLinux vai pedir a sua permissão para baixar algumas coisas, como o Mono, o Gecko e alguns outros componentes que serão úteis para rodar o Manager da suíte da Adobe. Apenas clique em instalar.

Adobe Creative Suite Linux

Ao finalizar a instalação, uma janela com o gerenciador de softwares da Adobe vai se abrir, você deve se logar com a sua conta da Adobe normalmente, assim como faria no Windows ou no macOS, se você já tem as licenças para usar os softwares compradas para a sua conta, eles vão estar disponíveis automaticamente em suas versões completas.

Adobe Creative Suite Linux

Caso você não tenha os programas comprados, é possível usar a "versão de avaliação" de cada um deles por 30 dias.

Gerenciador da Adobe no Linux

Basta selecionar os softwares que você quer instalar, depois do "Adobe Application Manager" baixar os softwares você poderá iniciá-los.


Ao abrir qualquer um deles, você poderá usar a versão trial ou entrar com os seus dados para usar a versão completa também. As atualizações também funcionam corretamente, eu instalei o Photoshop e atualizei ele para uma versão mais recente pelo próprio aplicativo.


Atualização de programas da Adobe


Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Adobe Photoshop no Linux

Não cheguei a testar todos os programas, mas dentre os que eu testei tive resultados diferentes. O Photoshop funciona perfeitamente, sem tirar e nem pôr. Já o Illustrator abre e funciona também, mas percebo glitches na interface.

Adobe Illustrator

Repare em como as ferramentas ficam distorcidas do lado esquerdo.  Curiosamente, eu já consegui rodar o Adobe Illustrator sem estes problemas usando o mesmo prefixo do Photoshop que eu mostrei no primeiro vídeo deste artigo, então se você precisa dele, usar aquele método pode ser uma alternativa.

Adobe Ilustrator Linux


O Audition, que foi o outro que eu testei, nem abriu, contudo, é muito possível que com ajustes finos no PlayOnLinux você tenha resultados melhores. Depurando o Audition, percebi que ele precisa de uma DLL chamada "AuUI.dll", talvez instalado ela, funcione.

Outro que funciona perfeitamente é o Fireworks. Já vi muitos desenvolvedores Web reclamarem que recebem imagens do feitas no Adobe Fireworks com várias camadas para templates de páginas e terem dificuldade de lidar com isso no Linux eventualmente.

Fireworks no Linux

Outro "queridão" dos fotógrafos que funciona perfeitamente é o Adobe Lightroom:

No Linux, rodando um software de Windows pra editar o wallpaper do macOS xD 

Uma dica legal é criar atalhos para os programas, assim você pode iniciar eles individualmente sem precisar abrir o programa de gerenciar softwares da Adobe.

Você encontra a opção de criar atalhos na guia "Geral" nas configurações do prefixo do PlayOnLinux, em caso de dúvidas, consulte o vídeo manual que eu coloquei anteriormente no artigo.

Criando atalhos

Minha opinião sobre o Script


Como comentei a principio, isto aqui nada mais é do que um paliativo. Caso funcione, ótimo! Use e seja feliz! Mas não ponha todas as suas esperanças aqui, alguns programas como o Photoshop realmente funcionam muito bem, quase como se fossem nativos, não fosse a não integração com o gestor de arquivos original da distro, usando o do Wine, mas isso é um detalhe pouco relevante para o contexto geral.

Falando do Script, ele promete instalar o gerenciador de softwares da Adobe e da fato, isso ele faz, mas os programas que compõem a suíte não utilizam todos os mesmos recursos do seu computador e do sistema, de modo que alguns ou não funcionaram (pra mim pelo menos), ou funcionaram com bugs, caso do Illustrator, entretanto, felizmente alguns dos mais famosos rodaram sem problemas aparentes.

Trabalhando com alternativas mais viáveis


É bom deixar claro que existem ferramentas que são multiplataforma, ou seja, que você pode usar não somente no Linux, mas no Windows e no macOS também, e que são extremamente poderosas. Se você costuma acompanhar os nosso DioCasts, já deve ter visto a quantidade de convidados que nós já trouxemos que usam Linux para trabalhar com artes gráficas e audiovisuais. Vou deixar alguns episódios como sugestão aqui para você conferir, mas se você der uma vasculhada vai encontrar muitos mais:





Estes 4 episódios acima somados dão cerca de 4 horas de conteúdo relacionado ao tema com vários profissionais de cada uma das áreas, vale a pena conferir se você ainda está relutante e tem dúvidas sobre essas profissões utilizando softwares que rodam no Linux. Você pode simplesmente deixar eles rolando no seu navegador enquanto faz outras atividades e curte o conteúdo, tenho certeza que será muito proveitoso.

Eu vou ficando por aqui, espero que o artigo tenha sido útil e que te ajude de alguma forma! :)

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