Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador photoshop. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador photoshop. Mostrar todas as postagens

PhotoGIMP agora está disponível em Snap

Nenhum comentário

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

O PhotoGIMP é um patch criado com o intuito de facilitar a migração de pessoas habituadas com o ecossistema da Adobe, porém, que desejam utilizar um software livre e sem atuar na ilegalidade (não é incomum usuários possuírem a versão crackeada do Photoshop).

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Como todo programa de código aberto, o GIMP é plenamente customizável e permite inúmeras modificações em sua interface e comandos internos. O projeto PhotoGIMP é de autoria do Dionatan Simioni, o responsável pelo Diolinux (o “manda chuva” 😁️😁️😁️), mas com o tempo, novos colaboradores se juntaram e contribuíram com o projeto.

Esse é o caso do Felipe Cereda, design e profissional conhecido pelos usuários Linux aqui no Brasil, que criou a arte da Splash Screen (aquela telinha que aparece, quando o programa está iniciando).

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Agora em 2019, graças ao Pedro Marinho, o PhotoGIMP chega à Snapcraft. Anteriormente o PhotoGIMP, que era apenas um patch, tinha que ser aplicado manualmente em uma instalação do GIMP. Caso queira fazer o procedimento manualmente, acesse essa postagem com todo passo a passo.

Algumas novidades da versão em Snap


Não é mais necessário ter uma versão do GIMP pré-instalada no sistema, porém, o PhotoGIMP continua sendo o “GIMP”, mas sendo instalado como um programa. Pedro Marinho passou a ser o responsável por manter o pacote Snap no repositório da Canonical e o código fonte pode ser encontrado diretamente em seu Github.

Incentivamos que todo e qualquer bug encontrado no PhotoGIMP via Snap, seja relatado no Github do Pedro, assim as devidas correções poderão ser lançadas.

Tive o prazer de criar uma logo para o PhotoGIMP, algo que remetesse ao GIMP e que mantivesse a personalidade do projeto. Não sou tão experiente, como o Cereda, mas foi interessante compor o visual do ícone.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux-henriquead

Também modifiquei a tela de Splash Screen, utilizando a criada pelo Cereda, adicionando pequenas alterações sem influenciar tanto em seu trabalho. 

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Obviamente que os atalhos e disposição das ferramentas foram alteradas, em comparação com o GIMP, para facilitar e simplificar ao máximo aos usuários que utilizavam o Photoshop.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Perceba na imagem acima, que apenas as ferramentas mais usuais na edição de imagem estão presentes por padrão. Elas continuam a existir, todavia a lógica de organização foi pensada para remeter ao software da Adobe.

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, com menos ferramentas visíveis e sem poluir a interface. Tanto o painel de camadas e canais estão localizados na mesma região que é encontrado no Photoshop, como a adição de uma aba para seleção de fontes.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Lembrando que esses ajustes também estão presentes no patch de modificação, que serve tanto para o GIMP no Linux, como no macOS e Windows. A vantagem do PhotoGIMP via Snap, é manter todas essas modificações à parte de outra instalação do GIMP e a facilidade de instalar sem precisar modificar nada manualmente. Atualizações futuras chegarão automaticamente, ao fazer o update do pacote. Em algumas distribuições, como o Ubuntu, tudo será atualizado automaticamente.

Instalação PhotoGIMP via Snap


O Snap já vem configurado por padrão no Ubuntu, sendo assim, basta pesquisar diretamente na loja por: “PhotoGIMP” e instalar o app. Demais sistemas baseados em Linux podem ser configurados para utilização de programas neste formato, acessando este link.

gimp-photogimp-edição-imagem-foto-adobe-photoshop-snapcraft-snap-ubuntu-canonical-diolinux

Instalar utilizando o terminal também é uma opção. Se prefere assim, use o comando a seguir:

sudo snap install photogimp

Remover via terminal é bem simples.

sudo snap remove photogimp

Por fim, fica meu agradecimento especial ao Dionatan Simioni por possibilitar a minha singela contribuição com o projeto. Reforço que, quando possível, recorram ao mantenedor do pacote Snap, o Pedro Marinho em seu Github (sem ele não existiria o PhotoGIMP via Snap). Todo esse trabalho é empregado em nome do espírito de colaboração Open Source. Acredito que muitas pessoas podem ser auxiliadas com essa iniciativa do Diolinux.

OBS.: Você não precisa instalar ou possuir outra versão do GIMP em seu sistema, caso opte pelo PhotoGIMP via Snap. O pacote já é o programa com o patch aplicado.

Até o próximo post, participe de nosso fórum Diolinux Plus e compartilhe com seus amigos, SISTEMATICAMENTE! 😎️
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


5 Softwares para manipulação de imagens para Ubuntu e Linux Mint

Nenhum comentário

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Muitos que vem chegando ao mundo Linux sempre procuram por ferramentas que podem facilitar o seu dia a dia e os editores e manipuladores de imagens são uma parte importante do trabalho de muitas pessoas. Vamos mostrar 5 softwares para essa funcionalidade e que vão suprir a demanda de pequenos ajustes e montagens até produções profissionais.


5 Softwares para manipulação de imagens para Ubuntu e Linux Mint






Ainda se tem o mito entre algumas “muitas” pessoas, que no mundo Linux não se tem programas que possam dar conta de trabalhos profissionais de edição/manipulação de imagens ou simples montagens daquela festa de fim de ano, mas isso não é verdade. Como tem muita gente que não tem tempo para ficar “caçando” esses programas, reunimos 5 aplicativos que vão lhe atender. Alguns são pagos, outros são grátis, outros são grátis e Open Source.

1 - GIMP

 Esse carinha é o primeiro que vem a mente quando pensamos em programas para manipulação e edição de imagens no mundo Linux. Antes renegado e posto de lado pela grande maioria das pessoas da área, hoje em dia ele vem ganhando espaço e muito destaque de profissionais que estão trocando a plataforma da Adobe para uma alternativa realmente viável. Com a possibilidade de ser instalado no Windows e macOS, as pessoas conseguem experimentar ele e assim quando precisarem migrarem para alguma distro Linux não vão sentir muito a tal “curva de aprendizado”. Pode acontecer de ter que aprender uma forma diferente de se fazer um efeito, correção ou algo do tipo, mas nada que uma boa olhada no manual do GIMP não resolva 😁. Para baixar ele basta acessar esse link.


Nos vídeos abaixo, dois produtores profissionais de audiovisual que estão migrando do Adobe Premiere para o DaVinci Resolve, recomendam o GIMP como uma alternativa ao Adobe Photoshop:



2 - Photopea

Já o nosso próximo candidato é um editor online para quem está procurando uma solução que não precise instalar nada além do navegador de internet. Nesse caso o Photopea tem integração com o Google Chrome e assim ele pode virar um “app” e ser aberto como um. Ele importa arquivos nos formatos PSD, XCF, SKETCH, XD e CDR (Adobe Photoshop, GIMP, Sketch App, Adobe XD e CorelDRAW respectivamente). Na versão free tem algumas limitações e propagandas, mas na versão paga não. Você pode conferir melhor no site deles, clicando na opção conta.


Fizemos um vídeo lá no canal sobre ele, ta bem bacana por sinal corre lá para conferir. 

3 -  PIXELUVO

Esse já passou aqui pelo blog e pelo canal se mostrando uma ferramenta surpreendentemente para a tarefa de edição e manipulação de imagem. Mas como nem tudo são flores, ele tem algumas restrições na versão free, como só conseguir exportar as imagens em 800x600. Mas a versão paga não é tão cara, custando US$34 (mais ou menos R$100) e assim dando possibilidade de updates até a versão 1.99, podendo ser comprada até através da Steam, onde ele custa pouco mais de 60 reais. Para maiores informações basta acessar o site deles.


Fizemos um vídeo lá no canal sobre ele, ta bem bacana por sinal corre lá para conferir.

4 - Polarr 

Se você estiver procurando por um programa versátil e multiplataforma de fato, pois ele roda online, Linux (via snap), macOS e Windows, e que vai lhe proporcionar ferramentas para edição e manipulações de fotos com uma qualidade muito boa, o Polarr é um grande candidato. Ele é um aplicativo que tem a versão free e a paga, que custa os incríveis US$23,99 por ano ou US$2.49 por mês (algo como R$80 por ano ou R$10 por mês aproximadamente). Para mais detalhes consulte o site deles.


5 - Bloom

Já o nosso quinto e último programa dessa lista é uma novidade e vem prometendo muitas ferramentas e funcionalidades que vão facilitar o dia a dia de quem trabalha com edição de imagens. Segundo a mensagem no site deles, “Bloom é o primeiro editor gráfico verdadeiramente não-destrutivo. Isto significa que qualquer ação que você fizer durante a edição é armazenada separadamente e pode ser ajustada posteriormente ..

O aplicativo é free e você precisa fazer um cadastro com nome e e-mail para que eles gerem uma licença do produto, por isso pode demorar um pouco. Na versão paga você tem acesso imediato às correções de bugs, recursos novos e aprimoramentos no desempenho do aplicativo. A versão paga possui atrelado a sua licença vitalícia  e ao direito de receber os updates do software, entre outros benefícios. Tudo isso vem com um valor anual de US$49,99. Se você quiser renovar esse suporte “Premium”, será necessário desembolsar US$24,99. Mas se você não quiser pagar nenhum valor, sem problemas, o programa está disponível para testes pelo período de um mês. Site deles.


Esses são alguns dos programas que podem lhe ajudar na tarefa para edição e/ou manipulação de imagens e ainda lhe ajudar a economizar uma graninha boa com licenças caras, além da licença do Windows 😜. Ainda vai ter outras listas com aplicativos para designers, fique ligado aqui no blog!
Deixe aí nos comentários quais outras listas de aplicativos você gostaria que nós podemos elaborar.

Espero você no próximo post, forte abraço.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux

Nenhum comentário

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Muitos que estão migrando para o mundo Linux, chegam procurando alternativas que possam substituir as ferramentas que utilizavam no Windows ou no macOS. Como por exemplo do Photoshop, CorelDraw, Adobe Premiere e o AutoCad, e é para esse último que vamos dar uma especial atenção hoje e mostrar uma alternativa altamente recomendada.


Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux





Quem desenvolve o Draftsight é a 3DS, mesma empresa que desenvolve o Solidworks e o 3D Studio Max. A empresa está no mercado há 37 anos, então não é “qualquer uma Dora Aventureira” no setor.

O DraftSight não é um software open source, mas possui uma versão Free (Windows, macOS e Linux) e uma Premium (Windows) que tem dois métodos, uma via por assinatura de 12 meses e outra sem assinatura em que você compra ele uma única vez e recebe updates nos primeiros 12 meses após a compra.

Se você optar pela assinatura, a anuidade sai por R$606,70 e com updates durante o período que a assinatura estiver em vigência. Já se você optar pela compra uma única vez, que sai por R$1.217,49 e se precisar de mais tempo de suporte, você pode comprar pacotes adicionais de manutenção anual que saem em media por US$99,00. Como você pode ver, muito mais barato do que o software da AutoDesk (Custo médio de R$5 mil).


Algumas empresas que utilizam as soluções da 3DS são: a EMBRAER, Exxon Mobil, Eaton e a Kärcher, entre outras empresas.

A versão Free do Draftsight você pode utilizar nas três plataformas, no Windows nas versões 64 e 32 bits, macOS no formato dmg e para Linux nos formatos .deb e .rpm esses tendo somente versões para 64 bits.

O canal parceiro do blog, o Maquete Eletrônica, fez um vídeo de como instalar e mostrando como dar os primeiros passos no aplicativo. Confira o vídeo abaixo.

           

Para baixar o Draftsight basta acessar o link diretamente do site deles.

Interessante ter softwares feito por empresas profissionais e com bagagem de mercado oferecendo soluções free e para Linux com uma qualidade muito boa e que possam ler os formatos DWG da AutoDesk que são predominantes no mercado.

Agora nós diga nos comentários se você usa ou está procurando uma alternativa extremamente viável para o seu dia a dia.

Espero você até uma próxima e um grande abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

Nenhum comentário

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Conheça o Adobe Photoshop via Streaming com suporte para Chrome OS

Nenhum comentário

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Há muito tempo eu comentei no blog e no canal sobre o trabalho da Adobe em conjunto com o Google para trazer o Photoshop para o Chrome OS, e em consequência para as distros Linux também, muito provavelmente via Google Chrome. Fiquei curioso para ver o avanço desse projeto, pesquisei um pouco sobre ele e é isso que você vai conferir agora.

Photoshop Project Linux






O "Project Photoshop Streaming" começou há pelo menos 4 anos e até o momento não está disponível para o grande público. As únicas pessoas que tem acesso ao produto atualmente precisam obrigatoriamente morar na América do Norte, ter uma conta ativa no Creative Cloud e ainda ser parte do programa " Adobe Education Exchange", além de outros detalhes.

Como você deve ter percebido, o acesso ainda é muito restrito e infelizmente eu não tenho como mostrar para vocês o funcionamento dele pessoalmente, no entanto, eu encontrei no YouTube uma demo rodando em um Chrome OS:


Curiosamente, não ouvi nem Google e nem Adobe mencionarem novamente sobre este projeto que basicamente rodava o Photoshop via Streaming diretamente pelo navegador.  Mas, por quê?

Bom, minha suspeita é que como com o passar do tempo os Chromebooks passaram a aceitar uma gama de aplicativos Android, incluindo o Photoshop para dispositivos móveis (que em nada se assemelha a versão de desktop e é muito mais limitado), essa pode ter passado a ser a forma de levar o software para o sistema, esse pode ser um caminho interessante para o futuro, talvez a Adobe pense em lançar uma versão mais completa que possa ser usada em "Desktops" com Android e, consequentemente, Chrome OS.

A era do Streaming


Se quando eu era criança e adolescente eu comprava fitas e CDs para ouvir música, agora com o Spotify e afins eu simplesmente ouço elas sem precisar me preocupar com espaço em disco ou com hardware específico para isso. O mesmo acontece com filmes e séries através de Netflix, Amazon Prime, Google Play Movies, entre outros, mas o grande passo na era do streaming ainda não foi dado, ou pelo menos, não completamente.

Apesar de existirem muitos produtos e serviços que rodam em nuvem que são ótimos e práticos, como o Google Docs e o Office online da Microsoft, a execução de tarefas pesadas, como edição de vídeos, edição de imagens em alta resolução e até mesmo games ainda é um sonho para um futuro mais distante. 

Existem problemas de infraestrutura (especialmente para nós brasileiros), que geram problemas com a eficiência destes produtos, imagine o drama para fazer upload de um vídeo em 4K para depois editá-lo em um "Premiere online", seria algo extremamente "fora de mão".

Projetos como o RollApp, que visa rodar aplicativos open source de desktop via streaming, são um exemplo desse ideal sendo posto em prática, graças a ele você pode usar o GIMP no Chrome OS inclusive, mas basta fazer alguns testes para você ver que a coisa simplesmente não funciona tão bem quanto a versão instalada localmente.

O que você acha que nos espera no futuro? Apps via Streaming se tornarão mais comuns?

Até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Adobe usa Ubuntu para mostrar sua nova ferramenta "Scribbler"

Nenhum comentário

sábado, 28 de outubro de 2017

A Adobe costuma mostrar muitos projetos e tecnologias que eventualmente (mais cedo ou mais tarde) acabam incorporando a Creative Suite, com programas famosos, como o Photoshop. Na Adobe MAX 2017 a empresa mostrou o Scribbler, uma ferramenta incrível que consegue colorir imagens automaticamente usando inteligência artificial.

Adobe Project Scribller





A nova ferramenta da Adobe tem uma funcionalidade incrível e possivelmente integrará em breve o Adobe Photoshop ou talvez saia como um plugin ou ferramenta Standalone, inclusive rodando através do navegador, ainda não sabemos exatamente como ela será implementada, mas um fato curioso no entorno da apresentação é a utilização de Linux como plataforma para a demonstração do Scribller.


Dá para perceber em vários momentos a presença do Ubuntu com a interface Unity, provavelmente o Ubuntu 16.04 LTS, rodando o projeto através do Google Chrome, temos também um terminal aberto. 

Isso me faz supor que o Scribbler é de fato um projeto feito para rodar acessando um servidor, talvez a demonstração estivesse rodando em um servidor local (por isso do terminal aberto e do Linux também), e o conteúdo sendo acessado através do Google Chrome. É só um palpite.

Project Scribbler

O Scribbler faz uma análise à partir de várias fotos pré-selecionadas pelos desenvolvedores para palpitar qual seriam as melhores cores para as imagens. Ele é capaz de color pinturas antigas, fotos em P&B e até mesmo desenhos. Na apresentação também foi-nos informado que a ferramenta ainda vai receber ajustes que permitirão que as pessoas façam também pequenas modificações no resultado final, como a alteração do tom de pele. Outra coisa interessante que vale a pena pontuar é que é possível inserir texturas de amostra para que o software cubra a imagens baseadas na sua sugestão ativa, como foi demonstração com a imagem da bolsa no vídeo anterior.


É interessante ver como o Linux funciona nos bastidores de muitas tecnologias, muitas vezes ficando em segundo plano para o público, mas garantindo a infraestrutura de projetos muito interessantes, tais como o Scribbler. A Red Hat por exemplo é uma das grandes parceiras da Adobe para a manutenção de suas estruturas.

Interessante, não? Claro que é inevitável tocar no assunto da suíte da Adobe nativa para Linux, nos próprios comentários deste vídeo vemos várias pessoas mencionando o assunto e fazendo este pedido. Conforme a forma com que os softwares são distribuídos mudam, trabalhando cada vez mais diretamente com a nuvem, talvez nos aproximemos desta compatibilidade, pacotes Flatpak, Snap e afins também devem ajudar. Nunca se sabe.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Adobe Creative Cloud no Linux - Um Script "Mágico" que automatiza a instalação no PlayOnLinux

Nenhum comentário

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Para algumas pessoas a migração para a plataforma Linux ainda é complicada pela falta das ferramentas da Adobe nativas, especialmente para aqueles que trabalham já há muitos anos com elas, qualquer mudança é complicada e isso é compreensível, ainda que em linhas gerais existam ferramentas alternativas e eficientes, você ainda assim pode querer utilizar a suíte da Adobe. Neste caso, ou você utiliza um sistema em Dual Boot (Windows ou macOS) ou apela para virtualização e para o Wine.

Adobe Creative Suite






Caso você opte pelo Wine, existem várias possibilidades, porém, antes de prosseguirmos eu gostaria de deixar clara a minha posição quanto ao Wine: Ele é um paliativo, ou seja, não encare ele como a solução padrão para o seu problema, muitos podem o chamar até de "gambiarra", mas eu vejo o Wine como um projeto de grande valor de engenharia, que quando funciona, pode ser utilizado sem problemas, afinal, no fim das contas é isso que importa, certo?

O ideal, é claro, é sempre usar as ferramentas nativas da plataforma que você for usar, mas em muitos casos o Wine se mostra eficiente o suficiente para você trabalhar. Se você ainda tem uma dependência do Photoshop, por exemplo, mas gostaria de utilizar o GIMP, considere conferir o projeto PhotoGIMP que mantemos aqui no Diolinux, eu utilizo ele diariamente e acaba sendo muito confortável para quem aprendeu a editar imagens com o Adobe Photoshop, ele funciona inclusive no Windows, caso você prefira usar o GIMP no sistema da Microsoft.

Falando nele, se você só tem a intenção de instalar o Photoshop pelo Wine (no caso, pelo PlayOnLinux), temos aqui um vídeo só para isso.




Se você quiser ver um pouco mais sobre o assunto da Adobe e o Linux, este outro vídeo também será interessante.

Um script "milagroso"


Vamos ao tópico do artigo em si. No vídeo anterior eu mostrei como instalar somente o Adobe Photoshop, contudo, a suíte da Adobe é composta de vários outros softwares que podem ser úteis para você. Para realizar este experimento nós vamos utilizar um software chamado PlayOnLinux.

Muita gente pensa que o Wine e o PlayOnLinux (e o CrossOver) são coisas diferentes, mas na verdade os dois últimos são apenas interfaces para o primeiro (para o Wine).

O PlayOnLinux é grátis e é encontrado nos repositórios de todas as distros, possuindo até uma versão para macOS, chamada de PlayOnMac, que permite que os usuários "da maçã" possam rodar jogos e aplicações que só existem no Windows em seus sistemas. A intenção do PlayOnLinux (ou PlayOnMac) tem um propósito único: Fornecer ao usuário uma interface repleta de recursos para trabalhar com o Wine, gerenciar suas versões e, o que vem ao caso agora, utilizar scripts prontos para automatizar a instalação de determinados programas.

Se você quer aprender mais sobre o PlayOnLinux é necessário ter um pouco de paciência, ele é um software com muitas opções de configuração, mas para a sua sorte nós temos um vídeo no canal (bem longo) que detalha praticamente tudo o que é necessário saber sobre essa ferramenta, é grátis, então aproveite:


1 - O primeiro passo para usar este Script que instala a Adobe Creative Suite Manager no Linux é baixar o PlayOnLinux, então faça como preferir, geralmente você o encontra na Central de Aplicativos da sua distribuição.

2 - O segundo passo é baixar o Script que instala a Creative Suite, você pode baixar ele daqui. 

Dica: Acesse a página no GitHub onde o Script está hospedado, pressione Ctrl+S e escolha onde você quer salva-lo.

Depois de baixado o Script, basta rodá-lo através do PlayOnLinux. Com o software aberto, vá até o menu "Ferramentas" e selecione a opção "Executar um Script local".

Rodando o Script

Uma janela vai se abrir para você navegar pelos seus arquivos e escolher o Script que você baixou do GitHub, basta selecionar e avançar. Depois disso teremos uma grande sessão de "Next, Next, Finish", como a maior parte dos programas do Windows.

Rodando o Adobe Script no PlayOnLinux

Adobe Creative Suite Linux

Eventualmente o PlayOnLinux vai pedir a sua permissão para baixar algumas coisas, como o Mono, o Gecko e alguns outros componentes que serão úteis para rodar o Manager da suíte da Adobe. Apenas clique em instalar.

Adobe Creative Suite Linux

Ao finalizar a instalação, uma janela com o gerenciador de softwares da Adobe vai se abrir, você deve se logar com a sua conta da Adobe normalmente, assim como faria no Windows ou no macOS, se você já tem as licenças para usar os softwares compradas para a sua conta, eles vão estar disponíveis automaticamente em suas versões completas.

Adobe Creative Suite Linux

Caso você não tenha os programas comprados, é possível usar a "versão de avaliação" de cada um deles por 30 dias.

Gerenciador da Adobe no Linux

Basta selecionar os softwares que você quer instalar, depois do "Adobe Application Manager" baixar os softwares você poderá iniciá-los.


Ao abrir qualquer um deles, você poderá usar a versão trial ou entrar com os seus dados para usar a versão completa também. As atualizações também funcionam corretamente, eu instalei o Photoshop e atualizei ele para uma versão mais recente pelo próprio aplicativo.


Atualização de programas da Adobe


Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Adobe Photoshop no Linux

Não cheguei a testar todos os programas, mas dentre os que eu testei tive resultados diferentes. O Photoshop funciona perfeitamente, sem tirar e nem pôr. Já o Illustrator abre e funciona também, mas percebo glitches na interface.

Adobe Illustrator

Repare em como as ferramentas ficam distorcidas do lado esquerdo.  Curiosamente, eu já consegui rodar o Adobe Illustrator sem estes problemas usando o mesmo prefixo do Photoshop que eu mostrei no primeiro vídeo deste artigo, então se você precisa dele, usar aquele método pode ser uma alternativa.

Adobe Ilustrator Linux


O Audition, que foi o outro que eu testei, nem abriu, contudo, é muito possível que com ajustes finos no PlayOnLinux você tenha resultados melhores. Depurando o Audition, percebi que ele precisa de uma DLL chamada "AuUI.dll", talvez instalado ela, funcione.

Outro que funciona perfeitamente é o Fireworks. Já vi muitos desenvolvedores Web reclamarem que recebem imagens do feitas no Adobe Fireworks com várias camadas para templates de páginas e terem dificuldade de lidar com isso no Linux eventualmente.

Fireworks no Linux

Outro "queridão" dos fotógrafos que funciona perfeitamente é o Adobe Lightroom:

No Linux, rodando um software de Windows pra editar o wallpaper do macOS xD 

Uma dica legal é criar atalhos para os programas, assim você pode iniciar eles individualmente sem precisar abrir o programa de gerenciar softwares da Adobe.

Você encontra a opção de criar atalhos na guia "Geral" nas configurações do prefixo do PlayOnLinux, em caso de dúvidas, consulte o vídeo manual que eu coloquei anteriormente no artigo.

Criando atalhos

Minha opinião sobre o Script


Como comentei a principio, isto aqui nada mais é do que um paliativo. Caso funcione, ótimo! Use e seja feliz! Mas não ponha todas as suas esperanças aqui, alguns programas como o Photoshop realmente funcionam muito bem, quase como se fossem nativos, não fosse a não integração com o gestor de arquivos original da distro, usando o do Wine, mas isso é um detalhe pouco relevante para o contexto geral.

Falando do Script, ele promete instalar o gerenciador de softwares da Adobe e da fato, isso ele faz, mas os programas que compõem a suíte não utilizam todos os mesmos recursos do seu computador e do sistema, de modo que alguns ou não funcionaram (pra mim pelo menos), ou funcionaram com bugs, caso do Illustrator, entretanto, felizmente alguns dos mais famosos rodaram sem problemas aparentes.

Trabalhando com alternativas mais viáveis


É bom deixar claro que existem ferramentas que são multiplataforma, ou seja, que você pode usar não somente no Linux, mas no Windows e no macOS também, e que são extremamente poderosas. Se você costuma acompanhar os nosso DioCasts, já deve ter visto a quantidade de convidados que nós já trouxemos que usam Linux para trabalhar com artes gráficas e audiovisuais. Vou deixar alguns episódios como sugestão aqui para você conferir, mas se você der uma vasculhada vai encontrar muitos mais:





Estes 4 episódios acima somados dão cerca de 4 horas de conteúdo relacionado ao tema com vários profissionais de cada uma das áreas, vale a pena conferir se você ainda está relutante e tem dúvidas sobre essas profissões utilizando softwares que rodam no Linux. Você pode simplesmente deixar eles rolando no seu navegador enquanto faz outras atividades e curte o conteúdo, tenho certeza que será muito proveitoso.

Eu vou ficando por aqui, espero que o artigo tenha sido útil e que te ajude de alguma forma! :)

Se você achou o conteúdo bacana, uma forma de você pagar este esforço sem gastar nada é compartilhar nas suas redes sociais, marcar os seus amigos e mostrar este conteúdo para eles também, assim você nos incentiva a continuar criando este tipo de material.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

Nenhum comentário

quarta-feira, 26 de abril de 2017


❗❗❗ Atenção, existe uma versão atualizada do PhotoGIMP (Clique aqui)❗❗❗

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.

Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Procurando uma alternativa mais simples para o Photoshop e o GIMP? Conheça o Pixeluvo!

Nenhum comentário

segunda-feira, 20 de março de 2017

Como eu sempre procuro resolver os problemas dos leitores, ao menos na medida do possível, hoje eu vou apresentar para vocês um editor de imagens que pode ser exatamente o que você estava procurando para realizar os seus trabalhos.

Pixeluvo editor de imagens




Há algum tempo atrás no nosso grupo no Facebook, alguns leitores estavam debatendo sobre a procura por um software que fosse capaz de realizar edições de imagens com um certo nível de complexidade (não tão alto), porém que foi mais simples de utilizar que o GIMP e o Photoshop que tem vários recursos que muitas vezes acabam tornando o uso mais complexo.

Pesquisando por alguma solução que se encaixasse com com este tipo de usuário que prefere não utilizar o GIMP, ainda que ele seja grátis, e também não vê sentido e comprar ou assinar o Photoshop, é que eu acabei encontra o Pixeluvo, comprei uma cópia para mim, sim ele é pago, mas tem um valor relativamente acessível, se compararmos com o produto da Adobe.

Fiz um vídeo bacana para você entender como ele funciona e conhecer as principais ferramentas.



Como você viu no vídeo, eu entrei em contato com os desenvolvedores do Pixeluvo e consegui 5 chaves de ativação para sortear para vocês, para participar do sorteio basta enviar um Tweet pra gente dizendo porque você merece receber a key com a #pixeluvo.

Como essa galera que já está participando:

Pixeluvo Diolinux Twitter

Os vencedores da promoção serão anunciados no canal do Diolinux no Domingo que vem, dia 26 de Março de 2017, então fica ligado! Na Segunda-feira eu faço um post aqui no blog também comentando os vencedores.

Se você quiser comprar o Pixeluvo por sua conta, você pode fazer acessando o site oficial ou através da Steam.

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.




Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo