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EA Games volta a vender seus games na Steam, depois de 8 anos

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Tem coisas no mundo dos games, que realmente não conseguimos entender plenamente 😅😅. Uma delas é a existência da Origin como loja 😁😂. Brincadeiras à parte, a desenvolvedora de grandes franquias está de volta na Steam.

EA Games volta a vender seus games na Steam, depois de 8 anos





Lá em meados de 2011, a Steam e a Eletronic Arts, meio que “brigaram” por causa das porcentagens nas vendas, fazendo com que a EA Games lançasse a sua própria loja e também launcher .


O anúncio da volta, foi feita no setor de Notícias (News) do site da EA Games, começando com o seguinte parágrafo:

“Electronic Arts e Valve fizeram uma parceria para colocar os jogos da EA nas mãos dos jogadores na Steam. A partir do começo do ano que vem, o EA Access, nosso serviço de assinatura com grandes jogos e vantagens para os assinantes, chegará a Steam. O EA Access é o primeiro e único serviço de assinatura disponível na Steam, e a quarta plataforma a ter uma assinatura da EA.”

Para “re”começar a parceria, o primeiro jogo a ser lançado é o Star Wars™ Jedi: Fallen Order, com lançamento no dia 15 de novembro. Jogos multiplayers, como Apex Legends, FIFA 20 e Battlefield™ V, ficarão disponíveis no ano que vem, e jogadores na Origin™ e na Steam poderão competir um contra o outro.



O vice-presidente sênior para player networks da Ea, Mike Blank, deu  a seguinte declaração ao site Engadget:

“Estamos trabalhando com a Valve e a Steam para conectar as nossas listas de amigos de maneira mais eficaz, para que você possa jogar juntos em jogos multiplayer, independentemente da plataforma em que está escolhendo jogar”.

Blank ainda disse na entrevista, que precisará ter uma conta na EA, para comprar ou acessar os jogos da EA na Steam. Em um primeiro momento, você precisará usar o launcher para configurar a vinculação das contas. Depois poderá inicializar os jogos diretamente pela Steam. Ainda não será possível “importar” os jogos comprados na Origin para a Steam, mas isso pode mudar, conforme a parceria entre Steam/Valve e Origin/EA Games for evoluindo.

Com essa chegada, podemos pensar que muito em breve esses títulos possam funcionar com o Proton na Steam, visto que alguns títulos da EA Games, como Mass Effect e Dead Space já funcionam dentro da Steam Store. Talvez alguns títulos como Battlefield, Fifa, The Sims e afins também possam funcionar, hoje todos os três já rodam através do Lutris. Creio que com essa mudança, a EA Games deixe de se preocupar com a sua Store, assim deixando “para quem entende” e só focando no desenvolvimento dos jogos. Pode ser que ela também faça o mesmo tipo de parceria com a Epic Games, não podemos duvidar. Aposto, que se essa parceria dê certo, a Ubisoft faça o mesmo caminho e a Uplay vire um “validador” também.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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A evolução do Steam Play

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Assim como qualquer outro serviço, a Steam com certeza tem seus defeitos. Todavia, não é de agora que a Valve, proprietária da Steam, vem desenvolvendo serviços com o objetivo de melhorar a experiência dos seus usuários. E algumas vezes, até nos permitindo economizar dinheiro.

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Hoje em dia podemos abrir o nosso cliente Steam no Linux, Windows ou MacOS. Pesquisar entre as promoções, comprar nossos jogos, e então instalá-los em qualquer sistema operacional compatível. Muitos de vocês talvez estejam pensando: “Normal. Se eu paguei pelo jogo, posso jogá-lo no sistema que eu achar melhor.” Não é?

Bem, sim! Mas nem sempre foi assim.

Nos primeiros anos de Steam, se você comprasse um jogo no Windows, poderia jogá-lo apenas no Windows. Caso você quisesse jogá-lo também no MacOS, teria que comprar o mesmo jogo novamente em sua versão para MacOS. E isso era normal. Assim como no mundo dos consoles, se você compra um jogo de PlayStation, não pode jogá-lo em um Xbox.

Até que em 2010, cerca de dois anos antes do lançamento da primeira versão estável do cliente Steam para Linux, a Valve anuncia a primeira versão do Steam Play. O objetivo inicial do Steam Play era garantir que os jogadores pudessem jogar os seus jogos em qualquer plataforma suportada, e não necessariamente apenas na qual o jogo foi comprado.

Oito anos após o seu lançamento, a Steam Play dá um passo gigante, que viria a mudar a realidade sobre jogos no Linux. Em 21 de Agosto de 2018, a Valve anuncia uma parceria com a CodeWeavers no desenvolvimento do Proton. Um fork do Wine, com adição de alguns patches e de alguns outros projetos, como o DXVK.

Já temos artigos no blog falando sobre o Proton, Wine, Steam Play e DXVK.

À partir daquele momento, do dia para a noite, milhares de jogos nativos de Windows passaram a rodar no Linux. E tudo o que você precisava fazer era clicar em “Instalar”, e depois em “Jogar”.

Hoje, mais de um ano após o lançamento do Proton, podemos dizer que as coisas evoluíram e estão evoluindo de maneira bastante rápida. No momento em que o Proton foi lançado, cerca de 2000 jogos passaram a rodar no Linux. Hoje, segundo o ProtonDB, já são mais de seis mil jogos funcionais no Linux.

O site ProtonDB é uma base de dados que reúne informações sobre jogos testados no Linux, a fim de manter os usuários informados sobre quais jogos funcionam, e o quão bem funcionam. Quais não funcionam. E quais carecem de alguns ajustes.

O ProtonDB obtém os seus dados à partir dos próprios usuários. Dezenas de milhares de usuários já reportaram o funcionamento de milhares de jogos. Nesses reports os usuários informam: se o jogo funcionou ou não, como funcionou, por quanto tempo o jogo foi testado, se foi necessário algum ajuste para que o jogo funcionasse, e quais ajustes. Também informam qual o seu hardware e sistema operacional.

Hoje, no dia em que estou escrevendo este artigo, já foram feitos 58.558 reports, de 9.473 jogos diferentes, dos quais 6.307 são funcionais.

O MacOS possui cerca de 2.500 jogos nativos na Steam. O número de jogos nativos para Linux é mais ou menos a metade. Porém se considerarmos todos os jogos de Windows que rodam no Linux sem a necessidade de ajustes através do Steam Play, é seguro dizer que muito mais jogos rodam no Linux do que no MacOS.

As vantagens para nós, Linux gamers, vão muito além de apenas jogos que não funcionavam e passaram a funcionar. Tantos jogos passando a funcionar tão bem em uma plataforma, farão com que muitas pessoas passem a utilizar essa plataforma para jogar. Consequentemente fazendo com que mais desenvolvedoras passem a produzir mais jogos nativos para o sistema.

Não apenas mais jogos, mas também “melhores” jogos. É claro que, algo ser melhor ou pior é subjetivo. Mas se considerarmos os jogos AAA como “os melhores”, já que estes são de fato os melhores para a maioria das pessoas, então a cada dia que passa a plataforma Linux está tendo mais dos melhores jogos de forma nativa. O quê em muito deve-se a Valve, a CodeWeavers e a Steam Play.

É claro que eu não estou dizendo que a Valve e a CodeWeavers iniciaram esse projeto com o objetivo de fazer caridade para os usuários Linux, únicamente pela bondade dos seus corações. Enquanto a Steam depender de sistemas proprietários como Windows e MacOS para vender seus jogos e manter o seu negócio. Logo significa que a Valve, de certa forma, depende da Microsoft e da Apple para sobreviver.

Aumentar o market share de sistemas operacionais de código aberto no mundo dos jogos também aumenta a porcentagem de clientes da Steam que não dependem de um sistema fechado para rodar os seus jogos. E lentamente a Valve vai se libertando da dependência de softwares de propriedade de outras empresas.

É claro que isso não é uma garantia de que a Valve conseguirá se libertar por completo dessas outras empresas. Mas mesmo assim, cada usuário do Windows ou MacOS que passa a utilizar a Steam no Linux faz com que cada vez valha mais a pena para a Valve trabalhar no Proton.

Parafraseando Piratas do Caribe: “É apenas um bom negócio.”

Mas os benefícios não param por aí. Os beneficiados com tudo isso não somos apenas nós, usuários de Linux. Guardadas as devidas proporções, todos os gamers de quaisquer sistemas operacionais tem algum benefício nisso. As distribuições Linux se tornarem cada vez mais viáveis para jogos é sinônimo de concorrência. E como diz o ditado: “Concorrência é sempre bom.”

Eu com certeza penso que, se tratando de jogos no Linux, as coisas estão e continuarão ficando cada vez melhores. Mas e você, o quê acha sobre o mercado dos games no Linux atualmente? Acha que o crescimento é realmente a tendência? Ou tudo não passa de “fogo de palha” e “papo furado”?

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Por hoje é tudo pessoal! :)

Fontes: Steam, GamingOnLinux.

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Instale uma versão customizada do Proton na Steam

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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Ao contrário do que muitos pensam, já faz bastante tempo desde que jogar no Linux deixou de ser algo apenas para amantes de games obscuros que ninguém conhece. Com o lançamento da Steam para Linux em fevereiro de 2013, e o lançamento do Proton em meados de 2018, literalmente milhares de jogos passaram a rodar perfeitamente no Linux.

instale-uma-versão-customizada-do-proton-na-steam
O Proton é uma ferramenta criada pela Valve com o intuito de viabilizar o funcionamento de jogos que são nativos de Windows em sistemas operacionais baseados em Linux. O Proton funciona como uma camada de compatibilidade entre os jogos e o sistema operacional, portanto, não é um emulador. O que ele faz, em termos leigos, é agir como um tradutor fazendo a comunicação entre o jogo nativo de Windows e a distribuição Linux.

O Proton é feito com o objetivo de funcionar com milhares de jogos diferentes, de épocas diferentes, que utilizam APIs gráficas diferentes, e assim por diante. Por isso, enquanto um jogo roda melhor com uma versão do Proton, o outro talvez rode melhor com outra. É pensando nisso que a Valve nos dá a opção de alternar entre as versões do Proton nas configurações do próprio cliente Steam.

Nas configurações do cliente Steam para Linux, na seção “Steam Play”, podemos tanto ativar e desativar o uso do Proton, como escolher qual versão da ferramenta queremos utilizar.

configurações-do-proton-na-steam

Se você quiser saber mais sobre o Proton, já temos um vídeo completíssimo sobre esse assunto.

Conheçam o Proton-GE!


Agora que você já sabe o que é o Proton, como ativá-lo, e como alternar entre versões. Chegou a hora de falarmos sobre uma das suas versões alternativas, mantidas pela comunidade.

Todas aquelas versões do Proton que você encontra por padrão na Steam, são versões oficiais, desenvolvidas pela Valve. Porém, por tratar-se de um software Open Source, qualquer pessoa pode pegar o código fonte do projeto, modificar e redistribuir da maneira que bem entender.

O ‘Proton-GE’ é uma versão customizada do Proton com algumas correções de bugs, versões mais atualizadas do Wine e ‘DXVK’, com o ‘D9VK’ ativado por padrão para rodar jogos com DirectX 9, e a adição do ‘Vkd3d’ para rodar jogos com Direct3d 12 através da API Vulkan.

A ferramenta foi criada e é mantida por Thomas Crider. Dono do blog GloriousEggroll, engenheiro da Red Hat, membro da equipe de desenvolvimento do Lutris e mantenedor do Wine-Staging.

Na página do ‘Proton-GE’ no Github você encontra informações mais técnicas sobre a ferramenta, bem como uma tabela com todos os parâmetros utilizáveis.

Ok, mas vale a pena?


O Proton-GE foi testado “oficialmente” apenas em alguns poucos jogos, incluindo Warframe, Assetto Corsa e Sword Art Online. Porém, isso não significa que a ferramenta funcione apenas com estes jogos. Eu testei o Proton-GE em um total de sete jogos, mas apenas em dois deles pude perceber alguma diferença. Veja:

• Fallout New Vegas: Este foi sem dúvidas um ponto favorável ao Proton-GE em comparação ao Proton 4.11-4. Com a ferramenta padrão da Steam, rodando em OpenGL, o jogo sofria constantes quedas de frames, caindo dos 60 para a casa dos 40 FPS. Rodando com Vulkan através do D9VK, a taxa de FPS ficava estável, porém ocorrendo frequentes stutterings.

Já com o Proton-GE, que por padrão utiliza o D9VK, o jogo rodou estável nos 60 FPS e com praticamente nenhum stuttering.

• GTA San Andreas: Neste caso o Proton-GE ficou muito atrás. Na versão 4.11-4 do Proton o jogo roda a 60 FPS, sem lags ou stuttering. Já na versão customizada, além de ter muito stuttering, também ocorreu um bug de cores nas texturas do jogo.

Após os testes pude dizer que, conforme já era esperado, o Proton-GE não faz milagres. Se ele vai fazer diferença ou não para você, depende muito de quais jogos você pretende testar nele. No meu caso, obtive um desempenho consideravelmente superior em apenas um dos sete jogos nos quais testei, o que, mesmo parecendo pouco, já fez valer muito a pena ter baixado e instalado o Proton-GE.

Como instalar e utilizar o Proton-GE?


A instalação é extremamente simples! Nada de terminal, edição de arquivos de configurações, ou coisas do gênero.

Primeiro, abra o seu gerenciador de arquivos e pressione a combinação de teclas “Control + H” para exibir os arquivos ocultos.

À partir da sua pasta “home”, acesse o diretório “.steam/root”, e verifique se dentro desse diretório existe uma pasta chamada “compatibilitytools.d”. Se não existir, crie-a.

pasta-proton-personalizado-steam

Acesse a página de downloads do projeto e baixe a versão mais recente.

download-protonge

Extraia o conteúdo do arquivo compactado que você baixou para dentro da pasta “.steam/root/compatibilitytools.d”, que você criou anteriormente.

protonge

• Reinicie a sua Steam. Agora na janela de configurações, na seção “Steam Play” estará aparecendo a opção para utilizar o ‘Proton-GE’.

versão-proton-steam

Pronto! O Proton-GE já está instalado na sua Steam.

O ‘Proton-GE’ não possui nenhum sistema de auto-update. Ou seja, toda vez que você quiser testar uma nova versão, terá que acessar a página no Github, fazer o download e repetir o procedimento de instalação.

Apesar de ser feito à partir do Proton da Steam, o ‘Proton-GE’ não é desenvolvido pela Valve. Portanto, não possui suporte da mesma. O quê significa que não há garantias quanto a se ele realmente irá funcionar, ou por quanto tempo será mantido. Use por sua conta e risco.

O quê você acha sobre essas versões alternativas de softwares, criados pela comunidade? Você já conhecia o ‘Proton-GE’? Você conhece alguma outra versão do Proton ou de alguma outra ferramenta que deveríamos testar? Conte-nos nos comentários.

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Por hoje é tudo pessoal! 😉

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Game brasileiro vai virar desenho animado no Cartoon Network

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Não sei se você já ouviu a frase: “brasileiro só não domina o mundo porque não quer”, em meu cotidiano já ouvi diversas vezes, e lá no fundinho acredito nesse dito popular (😁️😁️😁️). Capacidade o brasileiro tem de sobra, às vezes faltam condições ou oportunidades, mas com trabalho e dedicação podemos chegar lá.

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A Cartoon Network em coprodução com o Birdo Studio, estúdio de animação brasileiro, irá lançar o desenho animado Ninjin, inspirado no jogo brasileiro de mesmo nome. A série animada será baseada na obra do estúdio Pocket Trap, responsável pelo jogo Ninjin.

Ninjin começou como um game de ação mobile, para plataforma iOS em 2013, ganhando mais tarde em 2018 uma continuação para consoles e PC. Você pode acessar a versão Steam, por este link. Infelizmente para PC, só existe a versão Windows e no ProtonDB (no momento em que escrevo este artigo) não existem relatos de usuários que adquiriram e testaram o jogo no Linux via SteamPlay.


O jogo é bem frenético com inimigos te bombardeando a todo tempo e tem como protagonistas o coelho Ninjin e a raposa Akai, ambos ninjas. Tudo isso sem perder aquele típico humor brasileiro.

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Mencionei anteriormente que no ProtonDb não tinham relatos de outros jogadores, porém, o Ninjin possui uma versão Demo, e ao menos em meu Ubuntu 18.04, consegui executar normalmente via SteamPlay (bastou instalar e jogar). Caso tenha se interessado pelo jogo, vale o teste.

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O Birdo Studio fica localizado em São Paulo e é responsável por diversos projetos. No entanto, a série “Star Wars: Forces of Destiny” da Disney XD e “Vinicius & Tom: Funny by Nature” podem ser as mais conhecidas entre os brasileiros. Os personagens que protagonizam a série Vinicius & Tom, são as mascotes das Olimpíadas Rio 2016.


Você pode assistir toda série diretamente no canal Rio 2016 no Youtube.

Podemos esperar um nível de qualidade com essa parceria entre a Cartoon Network e a Birdo Studio, que a animação Ninjin faça muito sucesso. Sua data de estreia está marcada para 4 de Setembro no canal pago Cartoon Network.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Proton 4.11 é lançado com muitas novidades para gamers Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A semana começou agitada para quem gosta de games e é usuário de Linux. Primeiro foi a NVIDIA lançando versões novas de drivers, agora a Valve trazendo uma nova versão do Proton e uma nova ferramenta de sincronização de objetos nos jogos. 

Proton 4.11 é lançado com muitas novidades  para gamers Linux





A primeira novidade é em relação ao Proton, que chegou com várias melhorias, correções de bugs e um salto na sua versão. Começando com a versão, que antes era a 4.2-9 e agora foi para 4.11, assim seguindo a mesma versão do Wine. Com isso trouxe:

● 3300 melhorias do Wine para o Proton e 154 patches do Proton 4.2 não são mais necessários ou foram para o upstreamed.

DXVK atualizado para a versão 1.3;

FAudio atualizado para a versão 19.07;

● Corrigido o input lag e adicionado suporte a rumble em alguns jogos que utilizam a Engine Unity;

Dentro deste update do Proton, dois se destacam, como a adição do D9VK e a mudança de alguns “módulos’ para Windows PE.

Sobre o D9VK, ele está vindo embutido em modo experimental, tendo que ser ativado manualmente no momento. O D9VK vinha sendo testado desde Junho, de acordo com o dev Joshua Ashton. Agora a Valve vai estar financiando de forma mais direta. Para ativar o D9VK nos jogos e assim experimentá-lo, você vai precisar colocar o seguinte parâmetro no jogo dentro da Steam: PROTON_USE_D9VK=1 %command%

A outra novidade é a mudança de alguns módulos do Wine, que antes eram em libs feitas no Linux e agora estão sendo construídas sobre as libs do Windows PE. Isso pode ajudar na compatibilidade de alguns sistemas de DRM e anti-cheat, conforme vai avançando o trabalho, a compatibilidade vai ficando mais madura e eficiente.

Para mais detalhes sobre essa versão do Proton, pode ser consultada aqui.

Agora a outra grande novidade é o começo dos testes do fsync, para melhorar a sincronização em processos a ser baseado no futex. Quando a Valve começou o desenvolvimento do Proton, encontrou problemas com jogos multi-threaded, assim trabalhou em conjunto com a CodeWeavers e desenvolveu um patchset, o “esync”, para resolver esses problemas. A princípio funcionou, mas precisava de várias configurações e poderiam causar problemas de exaustão nos aplicativos.

Por isso a Valve preferiu trabalhar em uma nova solução, o fsync. Com essa nova funcionalidade, o ganho nos games é esperado, visto que vai ser trabalhado junto ao kernel, tanto que a Valve mandou uma sugestão de mudança, para que ela seja “acomodada” no Kernel Linux.

Se você quiser testar esse kernel modificado pela Valve e testar às melhorias do fsync, eles publicaram um tutorial de como fazer isso.

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Beta do SteamOS é lançado pela Valve com melhorias

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Quando a Valve resolveu dar mais um passo na “briga” pelo mercado de jogos, ela resolveu não depender tanto do Windows da Microsoft, assim dando mais ênfase no desenvolvimento do seu próprio sistema operacional para rodar os jogos publicados na sua Loja, através do app Steam Client.

 Beta do SteamOS é lançado pela Valve com melhorias






Com isso, a Valve fez seu próprio Linux, o SteamOS, baseado no Debian 8 Jessie com algumas modificações feita por ela. O sistema veio a princípio para equipar as antigas Steam Machines e que agora pode ser instalado em qualquer computador.

Muitos que viram o “nascimento” do SteamOS, de uns tempos para cá, estavam achando que o projeto encontrava-se parado ou até mesmo abandonado. Ainda bem que estavam enganados 😂.

Depois do lançamento do projeto Proton, onde se fez a compatibilidade dos jogos feitos para Windows no Linux, o SteamOS veio recebendo pequenas correções e melhorias. 

A versão atual do Beta do SteamOS, é a 2.190, que além de trazer as correções de segurança e de firmware, em um total de 346 erros reportados e desses 321 foram corrigidos, como pode ser conferido aqui. Veio também os updates dos drivers de vídeo da NVIDIA, Intel e AMD. 

Na parte para NVIDIA, o driver entregue é o 415.27. Já para Intel/AMD está sendo entregue o MESA Driver 18.3.4.

Na outra parte referente à updates, foi em relação ao SteamPlay com o Proton. Nesse Beta virá com o Proton da série 4.2, com a versão 4.2-4, que conta os seguintes updates:

- Corrigir falha no lançamento do game RAGE 2. (requer Mesa dev baseado em AMD);
- Atualização do DXVK para a versão 1.1.1;
- Melhora o suporte do Vulkan para a nova construção do No Man's Sky;
- Melhora ícones em alguns gerenciadores de janelas.
- Corrige ocasional processo do Wine preso ao atualizar a versão Proton.
- Corrige a detecção do controle para os jogos Yakuza Kiwami e Telltale;
- Corrige a geração de terreno em Space Engineers;
- Correção para a não inicialização do game Flower.

Também houve update no FAudio 19.05, que agora estão usando as bibliotecas X3DAudio/XAPOFX para os games de 64 bits. Informações vindas direto do Twitter do Ethan Lee, dev do projeto Proton.

Para ver todas novidades no SteamOS e do Proton, você pode acessar os respectivos links, aqui e aqui.

Se você quiser experimentar o SteamOS, basta acessar este link.

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Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Uma das coisas que impedem uma certa migração em “massa” para o Linux, é a questão dos jogos. Jogos populares como Fortnite, PUGB, Raibow Six entre outros ainda não funcionam por causa dos anti-cheats, como o EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye.



Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux





O assunto “Jogos + Linux” sempre rendeu intermináveis debates, mas depois do surgimento do projeto PROTON da Valve, onde abriu a possibilidade de jogar games desenvolvidos só para Windows no Linux, por exemplo alguns games como o OverWatch (que fazemos lives lá na Twitch), League of Legends (LOL), World of Warcraf (WoW), Warframe, The Witcher 3, GTA V, Sekiro: Shadows Die Twice e entre outros. 

Isso só foi possível graças ao pessoal do  DXVK, do Wine, da CodeWeaver, do Vulkan (Khronos) e da Valve também, que viu a possibilidade de uma nova tecnologia para os jogos da sua vasta biblioteca ( mais ou menos 30 mil títulos).

Mesmo com todos esses esforços, ainda tinha algumas coisas a serem resolvidas, como os jogos onlines e os seus anticheats.

Os mais populares jogos online, usam os anticheats EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye, o que barra alguns jogos não-nativos, como os já mencionados Fortnite, PUGB, Raibow Six (R6), que “olham” o Wine/Proton como um meio de trapaça. Tanto que no começo do DXVK, Proton e afins, alguns jogos até chegaram a funcionar, mas depois de alguns updates, estão até hoje bloqueados.

Mas isso pode mudar..


No começo do ano, mais precisamente em Fevereiro, o pessoal do GaminOnLinux tentou contato com o pessoal do EAC, sobre a possível parceria com a Valve para trazer o anticheat para o SteamPlay. Eles não tiveram sucesso na resposta, como podem ver no artigo deles, mas um usuário do Reddit fez uma pergunta muito parecida e obteve a seguinte resposta:


“Agradecemos o seu contato!

Enquanto ao Easy Anti-Cheat, ele já suporta jos ogos nativos do Linux, infelizmente ainda não é compatível com o Steam Play. Estamos atualmente trabalhando com a Valve para trazer o suporte para o Steam Play também. No entanto, neste momento não podemos prometer uma data de lançamento.

Nossas desculpas pelo inconveniente. Apesar dos problemas, espero que você tenha um ótimo dia!”

Só isso já seria uma notícia muito boa, tendo em vista que um dos anticheats mais usado no mercado, já se “move” para a compatibilização com o SteamPlay/Wine/Proton.

Ainda teve meio que uma “confirmação” disso, quando no meio da polêmica se o EAC ia parar de funcionar ou não no Linux, um usuário do Twitter perguntou para a conta da Epic Games pq não tinha uma compatibilidade do EAC para o Wine. Então eis que a conta da própria EAC (que foi comprada pela Epic Games) respondeu.

“WINE/EAC a compatibilidade atualmente está em um estado beta, com vários jogos cuja a ajuda apreciamos, mas é necessário um trabalho significativamente maior para chegar a um nível adequadamente estável para todos.” 

Então podem esperar muito em breve, jogos como Fortnite rodando no Linux através do Wine por exemplo.

Outra empresa que trabalha com sistemas anticheats, a BattlEye, deu uma boa notícia também. O pessoal do GamingOnLinux  novamente entrou em contato com a BattlEye, perguntando se ainda mantinham o posicionamento de darem suporte somente a jogos nativos de Linux. E para a surpresa de todos, eles estão mudando de “pensamento”, e a resposta ao GamingOnLinux foi a seguinte:




“Atualmente nós não temos oficialmente suporte ao Wine, mas estamos trabalhando com a Valve para adicionar suporte ao Proton (SteamPlay) na Steam."

Se isso realmente acontecer galera, veremos novos tempos acontecendo para os “lados do Pinguim”. Pois jogos do momento e que são “febre” poderão rodar no Linux e assim atrair mais usuários para a plataforma e consequentemente aumentando a relevância dela frente às empresas.

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Wine 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Na última Sexta-feira (12), o pessoal do WineHQ lançou a versão de desenvolvimento 4.6 do WINE, trazendo algumas melhorias no código, correções de bugs e updates pontuais. Isso para facilitar mais ainda a vida de quem precisa rodar algum programa ou jogo que não tem versão nativa para Linux.



 WINE 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs





O WINE é muito importante no mundo Linux, pois através dele podemos rodar uma gama de programas e jogos que não tem uma versão nativa para o Pinguim, assim podendo esses serem desfrutados pelos usuários de Linux.

E nesta nova versão de desenvolvimento do WINE, vieram algumas implementações bem interessantes, como:

  - Início de um backend do Vulkan para o WineD3D;
  - Suporte para carregar bibliotecas Mono a partir de um local compartilhado;
  - Libwine.dll não é mais necessário ao usar DLLs do Wine no Windows;
  - Suporte a estruturas complexas no marshaller typelib;
  - Captura de vídeo portada para Video4Linux versão 2;
  - Versão inicial da DLL do mecanismo de depuração.

Além de trazer correções para os jogos como Warframe (via Steam), Mass Effect 1 , The Sims e entre outros. E o ponto mais “curioso”, foi o Battleye aparecer na lista de “correções” do WINE, com a seguinte linha:

Battleye's BEDaisy.sys requires correct KeGetCurrentThread implementation

Mas, nada referente com o funcionamento do Battleye do Windows no Wine, o que possibilitaria jogos como RainbowSix, PUBG e Fortnite por exemplo. E como a empresa falou ao pessoal do GamingOnLinux, “Que só podem suportar o Linux se o jogo tiver uma versão nativa do sistema.”, parece que o pessoal do WINE terá de criar suas próprias soluções.

Mas é um bom sinal ver o pessoal do WINE, CodeWeavers e da Valve tentarem fazer com que o Battleye funcione, visto que a Valve negocia com a EAC, para que ela possa trazer a compatibilidade do anticheat dela para o Protron.

Se você quiser conferir todas as correções de bugs e melhorias nesta versão do WINE, pode conferir neste link.

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Linux e a pirataria nos jogos

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Antes de tudo, não estou aqui para afirmar se filosoficamente ou moralmente a pirataria é algo errado ou correto, apenas que conforme as leis vigentes em nosso país (Brasil), a pirataria é crime. Então seguirei essa linha de raciocínio, e deixo expressamente que esse não é o posicionamento do blog Diolinux, sendo inteiramente de minha responsabilidade.

linux-pirataria-jogos-emuladores-steam-opnião

No último Diolinux Friday Show, na qual você pode ouvir em nosso podcast (“Android Apps no Linux Desktop e Linux Gaming chamando atenção”), em determinado momento, afirmei que não é incomum vermos no Brasil os usuários praticando pirataria em jogos, e com utilizadores de Windows frequentemente os jogos são piratas. Não me entenda mal, essa afirmativa não é uma lei absoluta que taxa os usuários como piratas em potencial, apenas o que observo, seja com conhecidos ou clientes.

Linux e seu efeito “incentivar projetos”


E os usuários do Linux, não praticam pirataria em jogos? Sendo direto, sim! (Falo num geral, como anteriormente, não estou dizendo que todo usuário é pirata, interpretação de texto por favor 😁😄😅). Todavia a situação é mais profunda, e curiosa que isso.

Ao que pude perceber dos usuários gamers Linux, mais e mais jogos originais são adquiridos e evitar crackear algo se torna uma “regra”. É curioso notar que a cada promoção Steam, por exemplo, mais jogos são adquiridos de forma legal, e nem sempre o jogador da cabo de todos, algo que também ocorre no mundo Windows, no entanto a prática de crackear softwares é algo bem comum.

Então usuários Linux não "crackeiam" jogos?


Pois bem, a pirataria existe, independente do sistema operacional, e mesmo muitos usuários tendo uma consciência e evitando a pirataria, em alguns casos ela ainda é um meio necessário.

Nossa! Então você está incentivando a pirataria? Não sejamos hipócritas. Quem nos dias atuais não pratica em algum momento a pirataria? Se você é um estudante, saiba que ao tirar xerox dos livros (os professores incentivam e fazem isso, criando apostilas por exemplo), isso é pirataria… Entre outros inúmeros casos, que você sabe que em determinado momento acaba praticando. Então sejamos mais complacentes, e realistas.

Os anti-cheats são um dos principais causadores da pirataria de jogos no Linux, por identificarem o Proton/Wine como uma trapaça, esse método acaba impedindo o jogo em distros Linux. Veja essa matéria, e entenda a fundo essa questão.

Por conta disso, os usuários acabam baixando uma versão crackeada do game para o Windows (que comumente vem sem o anti-cheat), instalando a versão pirata via Wine. Porém a situação seria evitada em grande parte, se esse problema não existisse, pois vários jogadores compram o game original e impossibilitados de jogá-lo de forma legal, adotam o método descrito acima.

Outras maneiras de pirataria de jogos existem no Linux, como jogos piratas distribuídos em Flatpak. Algo extremamente perigoso a segurança do sistema, então curiosos de plantão, cuidado!

E os emuladores?


Falar sobre emulação de jogos é algo delicado e deveras complicado, existem várias nuances e em alguns casos mesmo a fabricante do console ou game, afirmando que é crime, manter uma cópia digital como backup, não é. O “problema” começa quando você não possui o game, e mesmo jogando um título antigo, isso pode ser considerado pirataria. Como citei no início, não quero discutir se pirataria é algo errado ou certo, do ponto de vista filosófico ou moral, afinal tenho minhas convicções e creio que você tenha as suas, apenas quero demonstrar que ela está em nosso cotidiano, indiferente da plataforma ou sistema operacional.

Valorize o que você gosta!


Se existe algo que tento praticar, é valorizar quem ou as coisas que gosto, apoiar projetos é uma maneira de continuá-los e melhor ainda, proporcionar novidades.

Por isso se existe um game, canal no YouTube, programa ou projeto, incentive ele! Compre os jogos que você gosta, dê valor aos responsáveis pelo projeto e caso não tenha uma "graninha" sobrando, espere promoções, a Steam sempre traz ofertas tentadoras de jogos que custam mais de R$100,00 saindo na faixa dos R$20,00.

Essa é uma das formas que mais adquiri jogos via Steam, seja comprando em sites como a Nuuvem ou em promoções Steam, além de acompanhar canais no Telegram que periodicamente compartilham links de jogos em promoção, ou até mesmo de graça.

Faça parte de nossos canais no Telegram, e receba diversos tipos de conteúdos, como eventuais promoções de jogos.


Sei que o assunto é delicado, e que muita gente também possuía essa dúvida se existia pirataria no Linux. E mesmo que você seja contra ou a favor a essa prática, aposto que incentivar os projetos e jogos que você gosta é a melhor escolha, independente de seu ponto de vista, afinal sem contribuição é bem provável que o mesmo acabe, e quem será prejudicado é você.

Acesse nosso fórum Diolinux Plus, e continue essa discussão, lembrando que uma das regras de nosso fórum, é o não compartilhamento de conteúdos ou apologia a pirataria, afinal em terras tupiniquins tal prática é crime. Seja ponderado e dê sua opinião de forma eloquente, seu ponto de vista é bem vindo. Não incentive as pessoas a praticarem pirataria, não imponha seu ponto de vista e nem queira para si essa responsabilidade, deixe que cada um tire sua própria conclusão.

Ufa! O assunto de hoje foi tenso, não? (😁😋😁) Te espero até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 terá suporte para Linux, segundo SteamDB

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sexta-feira, 29 de março de 2019

Recentemente a Paradox Interactive anunciou a sequência do seu famoso RPG, o Vampire: The Masquerade – Bloodlines que foi lançado em 2004 e fez um sucesso estrondoso na época. O jogo utilizou a mesma engine do Half-Life 2, a Source Engine, que é desenvolvida até hoje pela Valve mas agora sendo a Source Engine 2. Esse primeiro jogo foi feito pela extinta Troika Games e distribuído pela Activision. Você ainda pode comprar ele via Steam. E a sua classificação no ProtonDB está entre Gold e Platinum.


 Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 terá suporte para Linux, segundo SteamDB






A sequência traz o seguinte enredo para o jogo:

“Gerado em um ato de terrorismo vampírico, sua existência alimenta a guerra pelo domínio do comércio de sangue de Seattle. Entre em alianças desconfortáveis com criaturas que controlam a cidade e desmascare a conspiração que mergulhou Seattle em uma sangrenta guerra civil entre facções poderosas de vampiros.
Torne-se um Vampiro Supremo
Mergulhe no Mundo das Trevas e viva sua fantasia vampírica em uma cidade repleta de personagens intrigantes que reagem às suas escolhas. Você e suas disciplinas singulares são uma arma em nosso sistema de combate progressivo, rápido e focado no corpo a corpo. Seu poder crescerá à medida que você avança, mas lembre-se de respeitar a Máscara e proteger sua humanidade... ou encare as consequências.”

E conforme informações do SteamDB (atualizado em 27 deste mês, Março), e também pelo ProtonDB, o jogo vai ter uma versão nativa para Linux, além de ter uma versão para MacOs e Windows. Conforme podemos ver na imagem abaixo.




E no ProtonDB também…




As configurações mínimas e recomendadas ainda não foram disponibilizadas nem pela Hardsuit Labs nem pela Paradox Interactive. O pessoal do site linuxgameconsortium, entrou em contato com as empresas para confirmar o suporte para Linux, mas até o fechamento desta edição não tiveram respostas. 

O game ainda está em pré-venda e por hora só constando para Windows, tudo normal até aí. Ele está custando na média de US$60 ou R$110 na cotação atual. Ele também está previsto para ser lançado em 31 de Março de 2020. Você pode pedir ele via Steam.

              


Agora é esperar e ver se no dia do lançamento, o game vai abranger as 3 plataformas (Linux, MacOs e Windows), além dos consoles, ou se vai ter algum atraso de lançamento em relação ao Windows. Mas isso já é um passo importante para os linux gamers, que já vão ter um grande jogo no lançamento.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 no nosso fórum

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Proton 4.2 chega ao Steam Play Linux com mais de 2400 problemas corrigidos

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A Valve anunciou nesta semana o lançamento da versão 4.2 do Proton (saindo da versão 3.16), a ferramenta que é capaz de rodar os games de Windows no Linux como se fossem nativos através da Steam.

Proton 4.2 chega ao Linux






Segundo as informações do GitHub da Valve, foram mais de 2400 modificações e problemas corrigidos na versão 4.2, se comparada com a versão 3.16, que era a que estava sendo usada até então, incluindo correções para jogos como Resident Evil 2 e Devil May Cry 5.

Devil May Cry

Foram 166 patches aplicados ao Proton 3.16 que não são mais necessários no na versão mais nova. Entre as novidades temos:

- Atualização do DXVK para versão 1.0.1;
- Atualização do FAudio para a versão 19.03-13-gd07f69f;
- Correções para o comportamento do mouse em Resident Evil 2 e Devil May Cry 5;
- Correções para os games NBA 2K19 e 2k18 e muito mais!

Entre outras coisas, temos também melhorias para Vulkan para games que usam realidade virtual, games que são baseados em GDI e uma série de melhorias de usabilidade, que vai desde fontes, até problemas com alt+tab em jogos.

Com o recente lançamento da versão mais recente do Wine, tivemos uma bela atualização também no CrossOver, que vale a pena conferir.

Está cada vez mais fácil jogar os grandes games no Linux e é bom ver que existe um desenvolvimento constante neste sentido.

Acompanhe-nos em nosso canal de games para conferir as novidades.

Até a próxima!

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Você realmente precisa do Windows?

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Algo que sempre ocorre, seja em cursos, grupos ou até mesmo em alguns casos em faculdades, é o Windows como único meio de uso, porém muitos usuários estão na plataforma da Microsoft por desconhecer alternativas, não me julgue mal, de forma alguma creio que o Windows é um “lixo” ou qualquer coisa do tipo, apenas que nem todo mundo precisa dele.


Já prevejo nos comentários vários usuários que não entendem que por indicar uma outra solução, não signifique que o Windows seja ruim, caso veja esse tipo de comentário simplesmente ignore, sua vida será mais feliz (😁😁😁), ressalvas feitas, vamos ao que interessa. 

O uso de sistemas operacionais para utilizadores comuns, praticamente é resumido em navegação na web, consumo de multimídia e criação de documentos, isso quando a pessoa utiliza alguma suite office, outro aspecto interessante, é cada vez mais a não dependência de aplicações Microsoft. 

É comum ver o VLC Player instalado para reproduzir os vídeos, navegadores como Google Chrome e Firefox, para navegação web, entre outras aplicações de terceiros no cotidiano de um user Windows, e destas ferramentas boa parte são encontradas no Linux ou macOS.

Eis um ponto importante, utilizamos na maior parte do tempo aplicações e o SO em si é “subutilizado”, ao trocar uma máquina com Windows e por uma distro Linux, estilo Kubuntu ou Linux Mint, verá que para uma pessoa não familiarizada com tecnologia, o sistema será irrelevante, no final das contas o que fará a diferença é um atalho do seu browser favorito. Faça o teste, é muito engraçado ver as reações, mostre uma distro com KDE e diga ser o novo Windows, depois dos inúmeros elogios (que certamente a pessoa dirá), revele a verdade, recomendo muito essa brincadeira. 😁😋😅

Nem todo usuário usa Photoshop!


Sejamos sinceros, quantas pessoas você conhece que utilizam Photoshop, After Effects, Premiere, AutoCad, Corel Draw, Vegas, e quaisquer outras ferramentas de uso profissional específico, mas que sempre estão em comparativos dizendo que Linux não é bom porque atualmente não as possui. Chega a ser hilário afirmar que por não possuir tais aplicações o Linux não serve para o usuário comum. A única “real barreira” que vejo, é a suíte office da Microsoft, todavia alternativas de visual parecido existem, e isso pode ser um facilitador ao migrar para uma nova solução.

Se você usa algum desses softwares, e não está disposto a migrar para alternativas ou quem sabe é impossibilitado, talvez o Linux não seja a melhor solução em seu caso, e não existe nada de errado em afirmar isso, o problema é achar que para ser um designer, editor, desenhista etc; O Photoshop é obrigatório, e soluções como Krita, Gimp não são para uso profissional, tal argumento é tão infundado que profissionais utilizam ferramentas livres para seus trabalhos, e para não ficar apenas em meras palavras, veja com seus próprios olhos um baita exemplo, “O Jedi do Gimp” Elias de Carvalho Silveira.


Um “gamer de verdade” só usa Windows!


Gosta de jogos? Eu adoro! Mas espera aí, sou usuário Linux, logo não posso jogar. Geralmente brinco com meus amigos, quando eles estão jogando algum game no Linux, e sempre solto a frase: “Mas Linux não tem jogos”, e conforme o mesmo argumento de “Linux não tem Photoshop, logo não é para usuário comum”, ocorre no lado gamer.

Jogos no sistema do pinguim não faltam, só de nativos Steam, são mais de 3 mil jogos e com o advento do Steam Play, outros 4100 dos 6957 testados até o momento, acrescentam a lista e o número só não é maior, pois os anti-cheats estão dificultando o funcionamento de alguns jogos, entretanto se no passado era fácil citar vários títulos indisponíveis no Linux, a realidade se tornou a oposta, e antes que alguns pensem: “Joguinhos de navegador qualquer um roda”, me diga se Devil May Cry 5, Warframe, Dragon Ball Fighter Z, PES 2019, GTA 5 e Overwatch são “joguinhos de navegador?”. 😁😁😁

Nos comparativos apenas a Steam é listada como a única forma de jogar no Linux, porém através do Lutris vários títulos da Origin, Uplay, Battlenet e Epic Store, funcionarão, além de emuladores de vídeo games, e mais ainda, confira 7 sites/lojas (além da Steam) para encontrar games para Linux.

Você pode acompanhar nossas lives na Twitch.tv, e ver o desempenho dos games no Linux, algo interessante e que muitos não sabem, é como otimizar e potencializar sua distro Linux para jogos, obtendo o máximo de proveito da plataforma. Os jogos tem um papel tão importante que estão mudando o Linux (no bom sentido, claro 😜).


Então Linux é para todos os tipos de jogadores? Depende, pode ser que algum jogo específico não esteja disponível, seja por “birra” do anti-cheat ou alguma incompatibilidade, é sempre bom conferir no site ProtonDB e ver quais jogos funcionam, e se não funcionar, neste caso o Linux não será a melhor escolha para ti, no entanto isso não desqualifica toda uma plataforma.

Seguir canais especializados em tutoriais voltados a jogos, é uma boa sacada, alguns exemplos com diversos tutoriais para Steam Play, Proton, Wine, Lutris, PlayOnLinux são: Tuxter Games, Livre Software, MADRUGUEDS, e em nosso canal Diolinux também existe muito conteúdo voltado à games.

Pensando no futuro, não apenas no agora


Uma boa prática que pode proporcionar maior liberdade para você, é dar preferência a softwares multiplataforma, que não dependa de um único sistema, os seus programas sempre estarão disponíveis. Anteriormente mencionei que as aplicações têm maior peso em nossas experiências, pensando no futuro, não serão mais necessárias grandes adaptações e não importando o sistema, seja Windows, macOS ou Linux.

Coloque numa balança, o quanto você realmente precisa do Windows, pratique essa ideia de priorizar programas disponíveis em ambas plataformas, vá migrando de aplicativos, caso esteja em dúvida, eis uma lista para iniciar tal mudança, garanto que não ser dependente de apenas um sistema operacional é algo libertador.

“Windows é ruim e o Linux perfeito”


“O Windows é um sistema todo bugado e o Linux perfeito em todos os aspectos”, infelizmente muitos pensam assim, outros julgam o Windows como “a perfeição em forma de sistema” e o Linux “algo inútil”, ambos estão tremendamente equivocados.

Bem como já falei aqui no blog, no post sobre o Windows 7 e o fim de seu suporte, o projeto Diolinux tem um compromisso com a veracidade dos fatos, e nenhum sistema é perfeito, e algumas situações podem fazê-lo desistir de migrar para Linux, e uma delas pode ser a ideia de grande parte da comunidade, que eventualmente tecem críticas ásperas, e nem sempre são baseadas em termos técnicos, ou que respeitam a escolha e liberdade do próximo.


Resumindo, para usuários de perfil comum que acessam o Facebook ou basicamente utilizam a internet, não precisam obrigatoriamente do Windows, já em outros casos, como abordei logo acima, sua utilização não é uma regra, usamos na maioria esmagadora do tempo as aplicações, como na brincadeira do “Windows KDE”, muitos usuários nem saberiam a diferença.

Ter um sistema que proporcione segurança, robustez e horas economizadas com desfragmentação ou preocupações com pragas virtuais, pode ser uma ótima escolha, e diversas pessoas estão dando uma chance ao Linux. Tenha em mente que a maneira mais inteligente é ter a disposição suas aplicações indiferente do sistema operacional, ao seu alcance em qualquer ocasião.

Reveja se existe algo que lhe prende em algum sistema, experimente ser livre, permita-se descobrir novas coisas, e aprender com os erros, abra a sua mente e promova coisas boas sem ofender ninguém impondo seu ponto de vista.

Espero que tenha ficado claro que existem opções, e que o Windows nem sempre é necessário, apenas fomos condicionados durante nossas vidas no mundo da informática.

E você, tem alguma aplicação que lhe impede de usar outro sistema? Sempre quando vejo esses comparativos, o Photoshop é citado de boca cheia, o engraçado que em todos esses anos trabalhando com manutenção de computadores, se instalei 5 vezes esse tipo de software para algum cliente, foi muito (😁😅😂), não estou dizendo que ninguém os utilizam, apenas que não é a regra.

Te espero no próximo post, sejam educados e complacentes com a opinião alheia, e não se esqueça de compartilhar as postagens do blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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