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PureOS tem versão estável lançada!

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Responsável pelo Librem 5, smartphone com Linux embarcado e laptops com o pinguim, a Purism anunciou o lançamento de seu sistema operacional. o PureOS é baseado em Debian e você já pode testá-lo.

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Com o lançamento próximo de seu smartphone Librem 5, que começa a ser enviado aos clientes a partir de 24 de Setembro, a empresa decidiu disponibilizar seu sistema operacional. Anteriormente apenas a versão rolling release estava disponível, enquanto a versão estável passava por diversos testes, até que a Purism tivesse a certeza que o PureOS tinha ficado maduro o suficiente. Com planos de entregar um sistema contínuo, em que você instala uma vez e vai recebendo atualizações indefinidamente e outro estável, o PureOS quer passar solidez e praticidade. Fica ao critério utilizar o PureOS estável ou rolling release. 

“Estamos fazendo o lançamento da versão estável do PureOS e criando uma nova versão rolling release. Além dessa versão estável, estamos adicionando dois pacotes complementares - amber-security e amber-updates - que trabalham juntos para criar uma versão sólida”, diz Jeremiah Foster, diretor do PureOS.

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Já fizemos algumas postagens sobre o PureOS e seu conceito que se assemelha muito a convergência, proposta pela Canonical (isso na versão mobile do SO). Acesse este link e saiba mais, também abordamos sobre o “PureBoot”, para maior proteção de computadores com Linux. Caso queira mais informações, acesse essa postagem.

Por se tratar de um sistema rolling release, a Purism informou que o PureOS continuará recebendo as atualizações, mesmo com a release estável. Todavia, a versão rolling release é recomendada para entusiastas e usuários avançados que desejem as últimas versões dos programas pré-instalados no sistema. Ao que tudo indica a versão estável será o foco para usuários finais.

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Além de ser baseado no Debian, o PureOS conta com o ecossistema GNOME em sua concepção.

Faça o download da versão estável por meio deste link, os mais “moderninhos” podem adquirir o contêiner do Docker, por aqui.

Lembrando que o PureOS não funciona em hardwares 32bits, para mais informações acesse seu site oficial.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e não perca nenhuma novidade.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Purism, Softpedia.
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Google e o seu possível Android Q convergente

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Um sistema convergente é o sonho de muitos amantes da tecnologia. Que tal utilizar uma aplicação em seu smartphone e ao chegar em casa prosseguir com a mesma tarefa em uma tela maior, no modo desktop. Esse é o desejo de muitos usuários, e a Google não quer ficar de fora dessa.

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A Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, tentou pôr em prática essa proposta com seu Ubuntu Phone. Infelizmente não foi bem sucedida. A Purism está trabalhando em um smartphone com essa proposta, utilizando aplicações desktops que se moldam ao mobile etc. A gigante coreana Samsung, desenvolveu o Dex, com seus aparelhos Samsung da linha Galaxy mais premium, vem possibilitando o funcionamento do Ubuntu nesses aparelhos com o Linux on Dex, até mesmo sua versão do Android.

Agora a Google também embarca nos aplicativos convergentes. Durante a Google I/O 2019, sua conferência para desenvolvedores, a empresa demonstrou a evolução de suas API's e incentivou os desenvolvedores a compatibilizar seus apps com o escalonamento de tela, com a adição de um modo desktop. A Google não entrou em detalhes se o Android Q teria um modo desktop, uma dock semelhante aos Samsungs para "morphar" em um funcionamento desktop, mas foi enfática na compatibilização e criação de apps com função desktop.

Possibilidades e mais possibilidades…


Esse incentivo da Google, em meu ponto de vista, pode estar atrelado à 3 coisas. Primeiro, um planejamento que de fato o Android Q possuirá um modo desktop. Segundo, ela pode estar visando a integração de apps Android no Chrome OS, afinal mesmo com aplicações Android funcionando normalmente em seus Chromebooks, eles são pensados para o mobile. E terceiro alguma parceria com uma empresa, estilo Samsung, que possui o Dex.

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Das três possibilidades que imaginei, creio que as duas primeiras são as mais plausíveis, claro que nada impede um combo de ambas, inclusive um pezinho da Samsung (😁😁😁).

E você, acha que em breve teremos um modo desktop no Android? Uma coisa é certa, a Google não está enfatizando a compatibilidade com um "modo desktop" a toa, tem "caroço nesse angu".

Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post.

Te aguardo aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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PureOS resgata o conceito de convergência entre desktop e mobile

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Um sistema convergente é cobiçado por várias empresas, ter diversos dispositivos e apenas um sistema, seria um novo passo na forma de como usamos os computadores. Há quem diga que os smartphones vão “matar” os desktops e laptops, entretanto ao que tudo indica o mesmo sistema operacional rodará em ambos, e investidas de empresas como Microsoft, Samsung, Canonical e Google, são exemplos deste possível futuro.

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Com uma grande ideia ambiciosa (não me entenda mal, pensar alto nem sempre é ruim) a Purism, responsável pelo Smartphone Librem 5 e os notebooks Librem, anunciou que seu sistema PureOS estabeleceu bases para que todos os aplicativos futuros fossem convergentes, possibilitando o funcionamento do mesmo sistema operativo em seus laptops e smartphones.

A convergência é algo simples?


Definitivamente criar aplicações convergentes não é uma tarefa tão fácil, tanto o desktop como o mobile geralmente possuem arquiteturas diferentes, isso significa que uma mesma aplicação deve ser compilada visando o tipo de CPU, e para verdadeiramente ter uma aplicação convergente, o hardware deve ser planejado desde o início com esse objetivo.

Um sistema que engloba ambas plataformas, teria outro ponto para considerar, suas aplicações, pois os desenvolvedores haveriam de adaptar os apps ou criá-los com tal versatilidade em mente.

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PureOS um sistema convergente


A Purism não é a primeira e nem a última, em que luta por um sistema convergente. A Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, alguns anos atrás tentou emplacar tal tecnologia, desenvolvendo uma distribuição Linux que visava unir ambos os mundo, desktop e mobile, através do Ubuntu Phone, que ao conectar-se numa tela maior comportava-se como um desktop.


A Purism declara em sua postagem oficial, que o caminho certo para iniciar essa empreitada foi escolher um “sistema operacional universal”, uma clara alusão ao Debian, e por funcionar em tantas arquiteturas diferentes de CPUs, esse seria um enorme benefício. Outro fator, é que eles consideram a base do PureOS sólida o suficiente para embarcar em diferentes tipos de processadores e arquiteturas, portanto problemas de desempenho e execução não são barreiras para o bom funcionamento do SO.

Apenas o funcionamento de uma aplicação em diferentes plataformas não seria o bastante, para isso é necessário um design inteligente, que se adapte conforme o equipamento e tamanho da tela, comportando-se de maneira distinta em alguns casos. 

Com parcerias com o Projeto Gnome, a Purism vem promovendo formas de criar aplicações atraentes e que se adapte a cada realidade, desenvolvendo e contribuindo ativamente em uma biblioteca chamada libhandy, proporcionando uma apresentação móvel e adaptativa para apps GTK e Gnome.

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Essa forma de desenvolvimento tem total integração com o formato de pacote Flatpak, evidenciando que o projeto está em sintonia com novas tecnologias.

Assim como um site responsivo se adapta ao tamanho de tela e muda alguns aspectos de sua interface, a Purism convida os desenvolvedores a criarem suas aplicações com essa proposta em mente, desta forma os softwares terão melhor funcionamento, sendo assim a comunidade poderá se beneficiar com um ecossistema livre, seguro e que protege sua privacidade.

E você, acredita que sistemas convergentes serão o futuro? Aconselho que acessem o post oficial da Purism, lá existem vídeos que demonstram na prática a responsividade das aplicações.

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Purism quer proteger computadores com Linux com o PureBoot

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

A Purism anunciou em seu site uma nova formado Linux lidar com o boot do sistema através de uma tecnologia chamada “PureBoot”. O anúncio foi feito por Kyle Rankin, Diretor de Segurança da Purism, na Segunda-feira (25).

 Purism quer proteger computadores com Linux com o PureBoot






Segundo a nota solta por Kyle, os métodos atuais para a segurança do boot (ou inicialização do sistema), são com abordagens que são “convenientes” somente para os fornecedores do hardware,tirando o controle das mãos dos usuários. Ele ainda complementa que atualmente as duas alternativas existentes, que são, usar chaves de assinaturas que permitem o software de boot seja executado, ou simplesmente desabilitar o Boot Security.

O “PureBoot” não é uma nova ferramenta e sim o conjunto de 6 (seis) tecnologias e práticas de segurança, e segundo a Purism, essa tecnologia concilia a segurança com o controle e comodidade dos usuários. As práticas são : 

1- Intel Management Engine Neutralizado e Desativado;
2- A substituição da BIOS pelo software livre coreboot;
3- Um chip do Trusted Platform Module (TPM);
4- Heads, o software da Purism de boot inviolável que é carregado à partir do coreboot;
5- Librem Key , token de segurança USB da Purism;
6- Autenticação de múltiplos fatores que desbloqueia a criptografia de disco usando a chave Librem;

Com isso, a Purism acredita que dando mais controle aos usuários na hora do boot, eles vão poder auditar e ver se existe alguma alteração nele, pois como o próprio Kyle comenta, se os invasores conseguirem ter acesso ao processo de inicialização, vão conseguir “injetar” softwares mal-intencionados ali e que não serão detectados pelo sistema.

Se você quiser mais detalhes técnicos e de como vai funcionar cada um das 6 práticas do PureBoot, basta acessar este link do post do Kyle ou a documentação completa dele.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Agora você pode testar o KDE Plasma Mobile no VirtualBox

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Os desenvolvedores do Plasma Mobile anunciaram que o público pode testar o sistema operacional para dispositivos móveis através de uma simples máquina virtual, assim todos os interessados poderão ter uma noção do que está por vir ao mundo dos Smartphones.

Plasma Mobile VirtualBox






Iniciativas como a do Librem 5, o Smartphone da Purism, podem dar um hardware para sistemas operacionais como o Plasma Mobile, enquanto isso não acontece, acaba ficando complicado de ver como o sistema está e o que ele tem a oferecer, pelo menos até agora.

Para facilitar a vida de quem quer testar e ajudar no desenvolvimento do Plasma Mobile, a comunidade KDE criou uma série de ISOs que podem rodar no VirtualBox, ou outros virtualizadores de sistemas, permitindo que você tenha acesso aos primeiros Alphas da versão para dispositivos móveis do Plasma.

Plasma Mobile

Apesar da experiência no VirtualBox não refletir a experiência que as pessoas poderão ter nos Smartphones, os desenvolvedores pedem para que sejam testadas funções básicas do sistema, como a instalação de aplicativos, configurações, adição de Widgets na Home, entre outras coisas.

Você pode fazer o download das ISOs de teste do Plasma Mobile aqui.

Mais informações e recomendações dos desenvolvedores você encontra aqui. O devs também pedem para que os usuários lembrem que se trata de uma versão experimental, devem haver bugs e não é recomendável usar o Plasma Mobile em produção ainda.

Até a próxima!
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Sobre a aprovação do Librem 5, o Smartphone da Purism

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Há algumas semanas eu havia publicado aqui no blog sobre a campanha da Purism para lançar um Smartphone que usasse software livre como sistema operacional e tivesse uma real preocupação com a privacidade dos usuários, incluindo até mesmo chaves de desligar fisicamente hardwares de conectividade, como Wifi, Bluetooth, etc.

Librem 5, o Smartphone da Purism






A Purism acabou conseguindo todo o dinheiro de que necessitava para começar a produzir o Smartphone Librem. A notícia saiu há algumas dias, mas como eu havia mencionado, neste mês eu participei de alguns eventos que acabaram atrapalhando a produção regular de conteúdo do Diolinux (blog e canal), então não pude comentar no exato momento do acontecimento. Por outro lado, como a notícia já é "antiga", isso me permite comentar um pouco mais o impacto que a aprovação financeira do projeto e o desenvolvimento do mesmo acarretaram na comunidade Linux e no mundo da tecnologia.

Como o Librem impacta o mercado


Confesso que me surpreendi, não porque achasse que um projeto do tipo não fosse conseguir o dinheiro necessário, mas não pensei que seria tão depressa! Isso mostra que as pessoas realmente estão interessadas em controlar mais as suas informações no mundo digital. O que é muito bom.

Usuários mais conscientes são sempre bem-vindos e tendem a ajudar a melhorar o produto para o futuro, refletindo inclusive em outros softwares que utilizem no dia a dia, cobrando os desenvolvedores para serem mais transparentes, contudo, temos de ser realistas, este Smartphone não é para todos e ele (provavelmente) nunca vai competir com os grandes fabricantes atuais, mas isso não chega a ser um problema.

Eu não vejo a coleta de dados em si como o grande problema, o problema maior é: Uma vez que você não concorde com isso, o que você pode fazer?

Uma coisa é você ter consciência de que seus dados são coletados, consentir com isso e usar um determinado produto/serviço, outro diferente é você não concordar e simplesmente não ter para onde correr.

Em computadores tradicionais este obstáculo é superado de forma muito mais simples através de vários sistemas operacionais e software alternativos, como o Tails Linux, entre outros, mas e no mundo dos Smartphones? Ainda é muito complicado utilizar qualquer alternativa a Android e iOS caso você não goste de nenhum dos dois.

É exatamente nesta lacuna que um projeto como Librem 5 da Purism pode entrar e se encaixar como uma luva. Oferecendo um Smartphone plenamente funcional e que atenda a estes quesitos de privacidade, caso o usuário deseje. Aliado a isso, ele poderá dar vida, finalmente, ao sonho de termos desktops comuns no mundo Linux, como o KDE Plasma e até mesmo GNOME Shell, em dispositivos sensíveis ao toque comercializáveis, onde venham pré-instalados.

Não há como negar de que é um produto de nicho e assim deverá se manter por um longo tempo, se é que um dia deixará de ser, mas eu reitero, isso não é necessariamente um problema. 

Se observarmos, um dos motivos que impediria a adoção deste Smartphone com um Plasma Mobile da vida é sem dúvida a falta de determinados Apps que existem para Android; foi isso que complicou a vida do Ubuntu Phone e até mesmo do Windows Phone, porém, quanto a isso temos uma novidade interessante, aparentemente os desenvolvedores da Purism estão trabalhando em forma de fazer o sistema operacional que equipará o Librem suportar aplicativos Android, isso facilitaria o processo de adoção. Eles rodariam em forma de container, o que continuaria garantindo um certo nível de privacidade.

Como comentei, o Smartphone da Purism pode não ser perfeito para todos, e por isso não ser a escolha "número 1" da maior parte das pessoas, mas é essencial que tenhamos esta escolha, com todos os prós e contras que ela pode nos oferecer, deixando na mão do usuário o poder de escolha de como ele quer tratar os seus dados.

Eu tenho uma certa curiosidade em experimentá-lo, mas muito provavelmente eu não seria o tipo de usuário que usaria um Smartphone destes no dia a dia, daria ainda preferência por Android e iOS e a comodidade que eles me trazem, isso pode até mudar no futuro, mas estamos falando do presente.

Mas isso sou eu, talvez ele se encaixe exatamente com o que você procurava, o que você achou do projeto? Você usaria este aparelho como único dispositivo?

Comente logo abaixo e até a próxima!

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Purism lança campanha para criar um Smartphone GNU/Linux

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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Atualmente nós temos o Android, que é um dos maiores cases de sucesso do Linux em toda a história, porém, diferente do que convencionalmente se vê nos desktops, o Android é "apenas Linux" e não "GNU/Linux", por não utilizar o ferramental do projeto iniciado por R. Stallman, além é claro, de não se importar com a privacidade plena dos usuários, como o pessoal da Purism se propõem a fazer.

Librem Phone





O grande desafio da empresa Purism, que já é conhecida por criar computadores que rodam apenas software livre, é criar um aparelho funcional com um distribuição que não seja o Android, e sim um verdadeiro GNU/Linux, no caso, o próprio sistema deles, o PureOS.

Para realizar este projeto a Purism está tentando juntar 1,5 milhão de dólares através de um crowdfunding, sendo que caso o projeto realmente decole, teremos os primeiros aparelhos em 2019, custando a quantia estimada de 599 dólares.


A ideia é uma aparelho é trazer um bom hardware para os consumidores, porém, ele ainda não está fechado e pode sofrer alterações ao longo do tempo, a ideia inicial é um hardware mais ou menos assim:

- Tela de 5 polegadas
- CPU i.MX6 ou i.MX8
- GPU Vivante
- 3GB de RAM
- Slot para MicroSD
- Duas câmeras (frontal e traseira)
- Entrada para fone de ouvido p2
- 32 GB de armazenamento
- PureOS como sistema operacional

Até o momento não temos muita informação sobre qual será o mecanismos de funcionamento das aplicações e disponibilidade de aplicativos, porém, imagino que quem almeja um Smartphone deste tipo não pretende usar os Apps populares de hoje em dia.

Outra coisa importante é que o Smartphone terá criptografia ponta-a-ponta em ligações e mensagens, você pode saber mais sobre isso na página do financiamento coletivo.

Até a próxima!
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