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Red Hat Open Innovation Labs chega à América Latina

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

A digitalização do mundo está conectando cada vez mais pessoas, dados e dispositivos, possibilitando o surgimento de novas plataformas para inovar nos negócios. Diante desta transformação, a Red Hat Inc., anuncia a implantação do Red Hat Open Innovation Labs na América Latina. O objetivo da iniciativa é ajudar empresas a integrar equipes, metodologia e tecnologias para catalisar a inovação e solucionar desafios internos de forma acelerada.


Red Hat Open Innovation Labs chega à América Latina







O Red Hat Open Innovation Labs permite trabalhar de forma colaborativa em um ambiente de laboratório voltado para a residência com especialistas da Red Hat. Esta experiência de consultoria é projetada para ajudar as companhias a impulsionar a inovação e as iniciativas de desenvolvimento de software usando a tecnologia open source, além de métodos DevOps

“O Open Innovation Labs traz ferramentas que podem ajudar as organizações a ser bem-sucedidas em suas transformações digitais. Estamos oferecendo a possibilidade de inovar mais rápido à maneira open source”, afirma Alexandre Duarte, diretor sênior de Global Services da Red Hat.




Lançado nos Estados Unidos em 2016 , o Red Hat Open Innovation Labs permite que as residências sejam conduzidas em diversos locais, como o escritório da empresa ou em um “laboratório pop-up”, montado próximo de onde ela está localizada. O Open Innovation Labs pode apoiar os clientes para desenvolver e integrar aplicações usando microsserviços, implantá-las em containers e entregá-las usando metodologias DevOps em ambientes físicos, de cloud e mobile que podem escalar para cima ou para baixo, de acordo com a demanda.

“Por meio de experiências práticas e da imersão na cultura open, as equipes podem aprender metodologias ágeis e DevOps. Adotar a transformação a partir de uma perspectiva cultural deveria ser uma prioridade para as empresas. No fim do dia, tem a ver com as pessoas e seus comportamentos”, afirma Fabio Pereira, líder do Open Innovation Labs LATAM da Red Hat.

Para mais informações visite o Red Hat Open Innovation Labs.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso  fórum

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Linux não dá dinheiro? Confira as receitas da Red Hat

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terça-feira, 2 de abril de 2019

A Red Hat, anunciou seus resultados financeiros para o quarto trimestre do ano fiscal de 2019, encerrado em 28 de fevereiro de 2018. A receita total do trimestre foi de US$879 milhões, alta de 14% em dólares na comparação com o mesmo período do ano anterior, ou 17% em moeda constante. A receita de assinaturas para o trimestre foi de US$ 774 milhões, alta de 13% em dólares na comparação com o mesmo período do ano anterior, ou 16% medidos em moeda constante. A receita de assinaturas no trimestre foi 88% da receita total.

Linux não dá dinheiro? Confira as receitas da Red Hat







“As empresas continuam mudando para ambientes de cloud híbrida, o que está contribuindo para o forte crescimento nas tecnologias da Red Hat voltadas à cloud”, disse Jim Whitehurst, presidente e CEO da Red Hat.


A afirmação está em consonância com o cenário atual nos negócios. De acordo com uma pesquisa do Gartner, os serviços públicos globais deverão crescer mais de 17% em 2019 e representar um mercado de US$ 206,2 bilhões. Em todo portfólio, o número total de clientes com subscrições ativas que ultrapassam os US$ 5 milhões aumentou 33% ante o ano anterior no ano fiscal de 2019.

Outro fator essencial para este desempenho é o crescente número de clientes Ansible e OpenShift, que ultrapassou os 1.300 e 1.000, respectivamente, no fim do ano fiscal de 2019.

“No ano fiscal de 2019 nós continuamos a fortalecer nossas relações estratégicas com as empresas, o que ficou evidente devido ao contínuo crescimento em compromissos de tamanho considerável. Vimos um aumento de 17% em comparação anual no número de acordos superiores a US$1 milhão, apesar da base menor de grandes renovações no ano fiscal de 2019. Estes acordos incluíam a ampla adoção do portfólio de tecnologias da Red Hat, com aumento de até 22% nas vendas cruzadas ante o ano anterior”, disse Eric Shander, vice-presidente executivo e diretor financeiro.

“Além disso, nossa carteira de pedidos total foi de US$ 4,1 bilhões, um aumento de 22% em 
comparação anual. Este é o terceiro ano consecutivo em que a carteira de pedidos total 
aumentou em um ritmo de mais de 20% na comparação anual, o que reflete ainda mais o 
momento de progresso dos nossos negócios”, comenta.

LUCRO LÍQUIDO


O lucro líquido GAAP para o trimestre foi de US$ 139 milhões de dólares, ou lucro diluído por ação (EPS) de US$ 0,75, ante lucro líquido GAAP de US$ 12 milhões de dólares, ou lucro diluído por ação de US$0,07, no mesmo trimestre do ano passado. O trimestre do ano anterior registrou uma cobrança fiscal não recorrente de US$123 milhões relacionada à Lei de Cortes de Impostos e Empregos, que entrou em vigor em dezembro de 2017. Após ajuste de despesas de compensação não monetárias baseadas em ações, amortização de ativos intangíveis, custos de transação relacionados a combinações de negócios e despesa com juros não monetária relacionada a descontos da dívida, o lucro líquido não GAAP para o trimestre foi de US$ 214 milhões, ou lucro diluído por ação de US$ 1,16, ante US$168 milhões, ou lucro diluído por ação de US$0,92, no mesmo trimestre do ano anterior. A média ponderada diluída das ações em circulação não-GAAP exclui a diluição que acredita-se que será compensada por nossas transações de hedge de títulos conversíveis.

FLUXO DE CAIXA


O fluxo de caixa operacional foi de US$ 397 milhões no quarto trimestre, uma alta de 10% em comparação anual. O fluxo de caixa operacional inclui o impacto de nossa recente adoção do ASU 2016-15: Declaração dos Fluxos de Caixa (Tópico 230): Classificação de Certas Receitas e Pagamentos em Dinheiro, o que requer a porção de pagamentos de títulos conversíveis durante o quarto trimestre, que é atribuível ao desconto da dívida que será classificado como fluxo de caixa operacional. O fluxo de caixa operacional não-GAAP fornecido pelas operações, que exclui este impacto, foi de US$ 424 milhões, um aumento de 17% em na comparação com o mesmo período do ano anterior, comparado ao fluxo de caixa operacional não-GAAP. O caixa total, equivalentes de caixa e investimentos em 28 de fevereiro de 2019 foi de US$2,4 bilhões após recompra de aproximadamente US$413 milhões, ou cerca de 0,9 milhão de ações ordinárias no ano fiscal de 2019. O saldo remanescente da atual autorização de recompra de ações em 28 de fevereiro de 2019 foi de aproximadamente US$737,2 milhões.

RECEITA DIFERIDA

No fim do quarto trimestre, o balanço das receitas diferidas totais da empresa foi de US$4,1 bilhões, um crescimento de 22% na comparação anual. O impacto negativo na receita diferida total devido às mudanças nas taxas de câmbio foi de US$ 77 milhões em comparação anual. Em base de moeda corrente, a receita diferida total teria aumentado 18% na comparação com o ano anterior.
Continue a discussão sobre o tema do artigo lá no nosso fórum

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Depois de compra pela IBM, Red Hat Lucra mais de US$ 850 Mi em 2018

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

A Red Hat anunciou hoje seus resultados financeiros do terceiro trimestre do ano fiscal de 2018, encerrado no último dia 30 de novembro. A receita total do período foi de US$ 847 milhões, alta de 13% no comparativo anual, ou de 15% medidos em moeda constante. Nas assinaturas, a receita do trimestre foi de US$ 741 mi, alta de 13% na comparação anual, ou 15% em moeda constante.


 Depois de compra pela IBM, Red Hat Lucra mais de US$ 850 Mi em 2019





Dentro do trimestre, a receita das assinaturas representou 87% da receita total.O faturamento referente às ofertas relacionadas aos serviços de infraestrutura foi de US$ 534 milhões, alta de 8% em relação ao último ano, ou 9% em moeda constante. A receita do relacionada ao desenvolvimento de aplicações e outras tecnologias emergentes foi de US$207 mi, um aumento de 28% no comparativo com 2017, ou 30% em moeda constante.


“A adoção das tecnologias da Red Hat, que permitem que os clientes construam e implantem aplicações de forma mais segura e consistente em ambientes híbridos e multi-cloud, continuou a guiar nosso crescimento no terceiro trimestre,” declarou Jim Whitehurst, presidente e CEO da Red Hat. “Por exemplo, nosso programa de Certified Cloud and Service Providers (CCSP) alcançou a marca de US$ 300 milhões em taxa de execução anualizada, com crescimento de 25% do Red Hat Enterprise Linux sob demanda nas clouds públicas. Além disso, nós continuamos a observar forte crescimento de clientes no Red Hat OpenShift, nossa plataforma de Kubernetes empresarial e no Red Hat Ansible Automation, ambos os quais conquistaram mais de 100 clientes no terceiro trimestre.”

No terceiro trimestre, o lucro líquido GAAP foi de US$ 94 milhões, ou US$ 0,51 de lucro diluído por ação, comparado com o lucro líquido GAAP de US$ 102 milhões, ou US$ 0,55 de lucro por ação do ano anterior. Após ajustes de despesas de remuneração não-monetárias baseadas em ações, amortização de ativos intangíveis, transação de custos relacionados à combinação de negócios e gastos com juros não-monetários relacionados ao desconto da dívida, o lucro líquido não-GAAP para o trimestre foi de US$ 175 milhões, ou US$ 0,96 de lucro diluído por ação, em comparação com o lucro líquido de US$133 milhões, ou US$ 0,73 por ação, do mesmo trimestre do ano anterior. A média ponderada e diluída não-GAAP das ações em circulação exclui qualquer diluição que possa ser ofuscada por nossas transações de hedge com títulos de dívida conversíveis.

O lucro operacional GAAP para o trimestre foi de US$ 109 milhões, registrando queda de 8% na comparação anual. Após ajustes de despesas de remuneração não-monetárias baseadas em ações, amortização de ativos intangíveis e transação de custos relacionados à associação de negócios, o lucro operacional não-GAAP para o trimestre foi de US$ 203 milhões, alta de 13% em relação ao último ano. No terceiro trimestre, a margem operacional GAAP foi de 12,9% e a margem operacional ajustada não-GAAP foi de 24%. As referências não-GAAP desse balanço estão detalhadas abaixo.

“No terceiro trimestre, nós fechamos 100 acordos de mais de US$ 1 milhão e entregamos crescimento de receita de dois dígitos, somando 13% em comparação anual ou 15% em moeda constante e crescimento de receita diferida de 20% em comparação anual ou 23% em moeda constante, apesar da contínua volatilidade da taxa de câmbio. Além disso, nossa carteira de pedidos cresceu 22%, para aproximadamente US$ 3,5 bilhões”, disse Eric Shander, vice-presidente executivo e diretor financeiro da Red Hat.

“O forte ritmo de renovações de nossos principais contratos também ajudou a garantir estes resultados. Todos os nossos 25 maiores clientes renovaram, com uma taxa de vendas cruzadas acima de 120%.”

Caixa: O fluxo de caixa operacional GAAP e não-GAAP foi de U S$137 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 15% em comparação ao fluxo de caixa operacional GAAP do anoanterior. O fluxo de caixa operacional GAAP se ajusta ao impacto de nossa recente adoção do ASU 2016-15: Declaração de Fluxos de Caixa (Tópico 230): Classificação de Certas Receitas e Pagamentos em Dinheiro, que exige que a porção de repagamentos de títulos de dívida conversíveis durante o terceiro trimestre que é atribuível ao desconto da dívida seja classificado como fluxo de caixa operacional. O fluxo de Caixa GAAP e não-GAAP inclui aproximadamente US$ 23 milhões de despesas com combinações de negócios pagos no trimestre. O caixa total, equivalentes de caixa e investimentos em 30 de novembro de 2018 foi de US$ 2,2 bilhões após recompra de aproximadamente US$ 13 milhões, ou cerca de 0,1 milhão de ações ordinárias no terceiro trimestre. O saldo restante da atual autorização de recompra de ações em 30 de novembro foi de aproximadamente US$ 737 milhões.

Receita diferida: No fim do terceiro trimestre, o saldo total de receitas diferidas da companhia foi de US$ 2,5 bilhões, um aumento de 20% na comparação anual. O impacto negativo das mudanças na taxa de câmbio para a receita diferida total foi de US$ 53 milhões. Em base de moeda constante, a receita diferida total teria aumentado em 23% na comparação anual.
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Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A Red Hat, uma das principais fomentadoras da transformação digital, desenvolveu em parceria com a UNICEF (Organização das Nações Unidas) , o School Mapping, projeto que usa tecnologia para auxiliar governos a otimizar seus sistemas de educação.

 Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias






A iniciativa usará imagens de satélite de alta resolução e técnicas de deep learning para mapear escolas em todo o mundo. Os dados gerados ajudarão a identificar onde estão as lacunas e necessidades de informação e servirão como evidência para pedidos de conectividade, ajudando governos a otimizar seus sistemas de educação. Isso também permitirá que a UNICEF meça as vulnerabilidades, melhore a resposta a emergências e a resiliência contra desastres naturais e crises.

Usando várias tecnologias open source da Red Hat, incluindo o Red Hat OpenShift Container Platform e o Red Hat Ansible Automation, as equipes da Red Hat e da UNICEF Innovation colaboraram para permitir que cientistas de dados investigassem e explorassem conjuntos de dados que permitissem obter conhecimento para ajudar crianças em situações de emergência.

“Com o apoio da UNICEF criamos uma plataforma open source reutilizável para aplicar big data para o bem da sociedade. Também tivemos a satisfação de realizar melhorias no Magicbox, plataforma da organização voltada ao compartilhamento de dados entre entidades públicas e privadas. O sistema funciona como local de testes para a construção e lançamento de novas aplicações que podem ajudar a solucionar os problemas humanitários mais urgentes em relação às crianças”, explica Fábio Pereira, Head do Open Innovation Labs da Red Hat na América Latina.

Para saber mais detalhes de como foi o processo de desenvolvimento das ferramentas, assista a esta série de vídeos.
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Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Mark Shuttleworth fez uma postagem no blog do Ubuntu, comentando sobre a aquisição da Red Hat pela IBM e que isso é uma boa notícia para o Ubuntu.

 Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu






Como noticiamos semana passada, a Red Hat foi vendida para a IBM pela bagatela de 34 bilhões de dólares e assim se tornando a maior compra feita no mundo corporativo de tecnologia. E o dono da Canonical se pronunciou sobre o assunto

Na postagem, Mark parabenizou a Red hat pelo papel feito perante a implementação do Open Source como uma alternativa altamente viável do UNIX, assim tendo um papel fundamental neste movimento. Ainda complementou que “a aquisição é uma uma progressão significativa do open source para o quadro mainstream”. Mas não deixou de dar aquela alfinetada na Red Hat, visto que eram concorrentes nos segmentos de IoT, Cloud, Kubernetes, OpenStack, com as seguintes declarações:

“Nos últimos dois anos, muitos clientes proeminentes da Red Hat selecionaram o Ubuntu e contrataram a Canonical para criar uma infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas e importantes. Entre eles, contamos com os principais bancos, empresas de telecomunicações, governos, universidades, companhias aéreas, seguradoras, gigantes da tecnologia e conglomerados de mídia. Vários têm falado publicamente e com crescente confiança, de seu sucesso no Ubuntu.”

Se você quiser ler o post original de Mark, clique aqui.

Também debatemos o assunto no Diolinux Friday Show, onde colocamos as nossas ideias e como isso poderia impactar em outras empresas que oferecem Linux (como a Canonical e Suse) e também se o Fedora seria afetado.

Também é bom ver que a Canonical esteja atenta nos movimentos do mercado e se posicionando como uma força para em áreas bem lucrativas, como a “Cloud Public”, “OpenStack”, Governos, Universidades entre outras.

Mark Shuttleworth é um homem de negócios e aproveitou o momento para fazer um “jabá” da sua empresa, apresentando-a como uma solução para aqueles que não gostam da IBM e são clientes Red Hat. O que você achou das declarações?

Até a próxima!
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IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da história do software

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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Nesse fim de semana a comunidade open source e de tecnologia foram surpreendidas com a notícia bombásticas, com a venda da Red Hat para a IBM pela bagatela de US$34 BI. Só a efeito de comparação, o GitHub foi vendido por US$7,5 BI.

IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da historia do software








Depois de fortes rumores que surgiram na semana passada, eis que se concretizaram os boatos e a Red Hat foi vendida para a IBM, que pagou US$190 por ação da “empresa do chapéu vermelho”. Se nada atrapalhar e não ocorrer nenhum imprevisto, a compra será concluída no segundo semestre de 2019.
A Red Hat é uma empresa de tecnologia que oferece vários serviços dentre eles o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), que é pago, e o Fedora, que é gratuito e com o suporte vindo da comunidade. A empresa também vende soluções para virtualização, suporte e computação na nuvem.
Atualmente a IBM é a terceira maior empresa que fornece serviços em nuvem no mercado, ficando atrás somente da Microsoft e Amazon em termos de receita.
Red Hat hoje fornece um vasto leque de serviços para rivais da IBM, incluindo Google e Amazon, mas segundo a IBM querem “continuar construindo e aprimorando” essas parcerias daqui para frente.

Sobre a aquisição, CEO da Red Hat e o chefe da IBM deram as seguintes declarações:

A aquisição da Red Hat é uma mudança de jogo. Isso muda tudo no mercado de nuvem. A IBM se tornará a fornecedora número um do mundo de nuvem híbrida, oferecendo às empresas a única solução de nuvem aberta que irá liberar o valor total da nuvem para seus negócios.” diz Ginni Rometty, chefe da IBM.


“Unir forças com a IBM nos proporcionará um nível maior de escala, recursos e capacidades para acelerar o impacto do código aberto como base para a transformação digital e levar a Red Hat a um público ainda maior - preservando nossa única cultura e o compromisso inabalável da Red Hat. com a inovação de código aberto. Nós mal arranhamos a superfície da oportunidade que está à nossa frente. O código aberto é o futuro da TI corporativa. Acreditamos que nosso mercado total será de US $ 73 bilhões até 2021. Se o mundo está consumindo software - e com a transformação digital ocorrendo em todos os setores, e realmente está - o código aberto é o ingrediente-chave.” disse Jim Whitehurst, CEO da Red Hat.


Como não poderia faltar, como já aconteceu na venda do GitHub para a Microsoft, tem um pessoal de dentro da comunidade com certo ar de desconfiança e achando que a IBM pode estar tramando algo para prejudicar ou até mesmo acabar com o projeto Fedora. Mas também tem pessoas achando isso muito benéfico e ainda torcendo que de muito certo essa parceria, pois isso seria mais investimentos (money) para o Fedora.

A opinião do autor (Ricardo)

Creio eu que isso é movimento sem volta e só tende a crescer e até ter mais aquisições em um futuro próximo, como por exemplo a Google podendo comprar a Canonical e assim “explodir” o Linux para desktops, usando o Ubuntu como carro chefe e assim aumentando a aceitação da população em geral (já acertei sobre os games em Linux, não custa nada tentar nós desktops rsrs).

A opinião do autor (Dionatan)

A grande questão é que a Red Hat é uma das principais empresas a terem “carregado” o Linux em épocas vindouras, assim como softwares Open Source, é uma empresa apaixonada pelo tipo de mensagem que passa, a preocupação da comunidade é compreensível, no entanto, geralmente quando uma grande empresa compra a outra, existem dois objetivos, para simplificar, usar a tecnologia desenvolvida para essa empresa para ganhar mais qualidade em seus serviços e continuar lucrando e expandindo. 

A Red Hat já tem uma grande cartela de clientes que confiam em seus serviços, algo que foi conquistado ao longo de anos e anos de empenho e bom serviço prestado, a IBM, agora dona da empresa, só tem a ganhar com a expansão da marca Red Hat. Como comentei no Twitter em resposta ao meu amigo Alfredo Heiss, da AMD, ainda é cedo para dizer o que ocorrerá, mas não é como se pudéssemos interferir também, então nos resta aguardar e torcer.

Eu achei importante colher algumas opiniões sobre pessoas que podem fazer mais do que especular, ou pelo menos, especular com maior propriedade, então falei com alguns amigos meus que trabalham na Red Hat para colher as suas opiniões sobre o assunto:

"Nós só sabemos o que todo mundo sabe, a informação que temos se resume ao que foi publicado nas mídias oficiais da Red Hat

Em uma opinião estritamente pessoal e individual, eu estou otimista, a cultura e os valores da Red Hat são fortes e a perspectiva é de levar um pouco dessa cultura para dentro da IBM! E além disso o panorama de liderança em Cloud é bastante positivo.
#RedWillStayRed!", comenta Bruno Rocha - Quality Engineer - Red Hat.

Outra pessoa importante a ser ouvida neste momento é o saudosista Jon “Maddog” Hall, (fan fact: Já pude sentar ao lado dele em uma viagem de avião, o cara é o “Papai Noel do Open Source”, muito gente boa!), ele escreveu um belo texto sobre assunto na “Linux PRO Magazine”, especialmente para os mais alarmistas, vale a pena ler.

A Red Hat nunca me pareceu uma empresa que deixaria ser comprada sem assegurar que os valores do Open Source que eles tanto cultivam fossem respeitados, no fim, quem viver verá! A fusão completa ainda deve demorar muito tempo. Para quem quiser ver a nota oficial da IBM, segue o link.,

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa compra e se ela vai ser benéfica ou não para o Red Hat e Fedora.

Até a próxima e um forte abraço.
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Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD

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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Recentemente o pessoal do ZDNet soltou uma publicação em que alerta para uma nova falha de segurança no Xorg  que afeta distros Linux e BSD.


Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD






A falha encontrada é no X.Org Server e ela permitia (sim, no passado mesmo) que o invasor conseguisse acesso limitado ao sistema que poderia ser via terminal localmente ou em uma sessão SSH remotamente, assim conseguindo mudar as permissões e conseguindo o modo Root.

A vulnerabilidade não está na categoria  de falhas do tipo “as bad-as-it-gets”,  e ela também não preocupa computadores com segurança alta e bem planejada, mas um pequeno deslize pode transformar rapidamente algo não tem preocupante uma invasão terrível, comenta Catalin Cimpanu.

Um consultor de segurança ouvido pela ZDNet,  Narendra Shinde, alertou que tal falha foi apontada no seu relatório de Maio de 2016 e que o pacote do X.Org Server continha essa vulnerabilidade  que poderia dar aos invasores privilégios de root e podendo alterar qualquer tipo de arquivo, até os mais cruciais para o sistema operacional.

Tal vulnerabilidade foi identificada com a “flag” CVE-2018-14665 e nela foi observado o que poderia ter causado tal falha. O manuseio incorreto de duas linhas de código, sendo elas “as -logfile” e “-modulepath”, teria permitindo que os invasores insiram os seus códigos maliciosos. Essa falha é explorada quando o X.Org Server roda com privilégios de root e isso é comum em muitas distros.

Desenvolvedores da X.Org Foundation já estão planejando soltar uma correção para o X.Org 1.20.3 e assim corrigir esses problemas causados por essas duas linhas.

Distribuições como Red Hat Enterprise Linux, Fedora, CentOS, Debian, Ubuntu e OpenBSD já foram confirmadas como impactadas, e outros projetos menores também são afetados.

As atualizações de segurança que contém o pacote corrigem a vulnerabilidade do X.Org Server  devem ser implantadas nas próximas horas e dias. No Linux Mint e no Ubuntu a correção já foi liberada e confirmada pela nossa equipe, basta atualizar o seu sistema, o mesmo, possivelmente pode se dizer das demais, verifique as suas atualizações.

Isso mostra que o Linux e o BSD não estão “salvos” de falhas e “escorregões” como essa, e assim mostrando que esses sistemas operacionais não são “imbatíveis”, mas ainda assim são alternativas robustas e seguras em relação aos sistemas Windows. Problemas como este no X.org demonstram mais uma vez a importância do desenvolvimento ativo de alternativas como o Wayland.

Espero você na próxima, forte abraço.
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Top 5 - Distros Linux para usar em servidores

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A tecnologia Open Source é extremamente versátil, mas sem dúvida, um local onde ela se destaca é na infraestrutura de serviços e da própria internet. O Linux é muito popular neste segmento e por isso hoje você vai conhecer cinco distribuições Linux  que você provavelmente vai esbarrar ao trabalhar com servidores.

Linux para Servidores





É importante conhecer as distribuições Linux mais famosas neste segmento para poder ser preparar melhor para o mercado de trabalho, caso você deseje trabalhar com servidores Linux, claro, ou simplesmente para saber dar algumas indicações em caso de necessidade.

O termo "servidor" é, por si só, muito vago. O ponto importante é atividade que "o dito cujo" irá realizar, em outras palavras, "o que ele irá servir". 

Certamente existem distribuições construídas para atender determinadas demandas que são excelentes, como RockStor, Open Media Vault, Zentyal, etc. Na verdade, qualquer distribuição Linux com foco em servidores pode ser aplicada para cada uma das atividades que existe uma solução desenvolvida especificamente, basta aprender a configurá-la e colocar o serviço para funcionar.

Na lista de hoje entrarão distribuições Linux que podem ser usadas para propósitos genéricos e são reconhecidas no mercado como excelentes opções.

- Debian


O Debian é uma das principais distribuições Linux do mundo, utilizada por grandes projetos de missão crítica, como os sistemas que controlam a estação espacial internacional. Naturalmente todas as distribuições focados em servidores são estáveis, mas este é um assunto que o Debian leva muito a sério, a ponto de você relacionar as duas palavras facilmente. Precisa de um servidor estável? O Debian é uma ótima opção!


O "filho do Debian" também tem lugar garantido neste segmento. O sistema é também um dos mais populares no mundo dos servidores, utilizado em vários sistemas onde intermitência é importante, como laboratórios de meteorologia. Por ser muito popular nos desktops também, é certamente um local com muita documentação e tutoriais, assim como o Debian, para se começar a planejar o seu servidor.


Mudando para "o lado RPM da força", começamos com o Red Hat EL, mantido por uma da maiores empresas do mundo nos segmento de infraestrutura de T.I utilizando tecnologias Open Source. O Red Hat é tão confiável e estável que é utilizado para controlar os submarinos do exército dos EUA, mas claro, sua aplicabilidade não se resume aí.


Curiosamente, a popularidade do RHEL faz com que o CentOS seja tão famoso quanto. O CentOS é conhecido como " a versão grátis do Red Hat" e é usado largamente por serviços de Hospedagem, como os nossos amigos da HostGator, que atuam em vários locais ao redor do mundo.

Pela grande documentação presente para o Red Hat Enterprise Linux ser correspondente ao CentOS, ele também costuma ser a escolha para infraestrutura de diversas empresas de tamanhos diferenciados.


A SUSE é uma das empresas pioneiras no uso do Linux e de software Open Source para infraestrutura. Atualmente a empresa atravessa uma nova e interessante fase, com maior orçamento e independência e é extremamente popular, especialmente na Europa. O Yast (Yet Another Setup Tool) talvez seja a "feature killer" do SUSE para o mercado.

Repare uma coisa...


Repare que eu não coloquei números na minha lista, especialmente porque eu não acredito que exista uma ordem de "melhor para pior" ou vice e versa, estas são, sem dúvidas, as mais famosas distros do mercado, entretanto, elas não são as únicas, outras que poderiam entrar facilmente numa lista como esta são o Oracle Linux, da Oracle e o ClearOS, da Intel, entre outras, mas de toda forma, a lista precisava ter um fim.

As informações aqui contidas podem te ajudar a dar uma direção para os seus estudos e testes de sistemas operacionais, seja para se preparar para o mercado de trabalho, seja para uma certificação. Apesar disso, nada impede que você tenha um favorito, qual a versão do Linux que você mais gosta de usar em servidores?

Até a próxima!
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Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Foi lançado nesta quarta-feira (5) a 35ª versão do GNOME, chegando na versão 3.30 e com o nome de  “Almería”. O lançamento ocorreu após 6 meses da versão 3.28 ter “ganho a luz do dia”.

Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30






A nova versão do GNOME conta com 24.845 alterações no seu código e contou com aproximadamente 801 colaboradores. O nome “Almería” foi uma homenagem para a equipe de organização da GUADEC, que é a principal conferência anual do GNOME e que neste ano aconteceu em Almería - Espanha.

Novas funcionalidades do Gnome 3.30


⏺ Desempenho do desktop melhorado

O pessoal do Gnome focou em melhorar a fluidez e rapidez do GNOME e assim consumindo menos recursos do computador, isso inclui a correção do problema de “vazamento” memória do GNOME Shell que se encontra presente. Isso foi possível, graças aos devs da Canonical e da Red Hat,  juntamente com a comunidade para abordar e corrigir essas questões.

Outra melhoria foi a atualização do GNOME Javascript (GJS) para o SpiderMonkey60, que é a versão mais recente do JavaScript Engine, procurando otimizar o desempenho do ambiente gráfico.

       GNOME 3.30 Desktop


 ⏺ Novo visual do Nautilus

O Nautilus, gerenciador de arquivos do GNOME, teve melhorias também, como o refinamento e simplificação dos principais recursos, como o  comportamento da barra de pesquisa e a melhora da fluidez dos ícones quando são redimensionados.

Outras mudanças são incluem a substituição dos botões na barra onde fica o caminho das pastas e agora tem um visual mais sutil e “clean”. A pesquisa foi integrada também à barra e agora você pode acessar o caminho clicando com o botão direito em cima, exibindo-o em um menu suspenso.

       GNOME 3.30 Features - Nautilus




Melhor gerenciamento dos pacotes Flatpaks

O GNOME Software vai receber melhorias para o gerenciamento dos pacotes Flatpack, além de receber os updates vindos diretamente do flathub, assim recebendo as versões mais recentes e estáveis dos aplicativos,você também poderá escolher se quer receber os updates automaticamente e se quer também receber notificações sobre eles.


       Automatic Flatpak Updates

 ⏺ Programa nativo de Podcasts

O GNOME 3.30 vai trazer um programa nativo para os amantes dos Podcasts. Nele você vai poder gerenciar as suas assinaturas diretamente da área de trabalho, além poder controlar a reprodução, pausando e mudando de faixa Outra funcionalidade presente é a possibilidade de baixar os novos episódios, além de poder importar episódios de outros dispositivos.

      GNOME Podcasts App

 Para maiores informações sobre o GNOME 3.30, você pode acessar os links do projeto aqui e aqui.

O GNOME 3.30 vai ser lançado junto com a nova versão do Ubuntu, a 18.10 em 5 de Setembro de 2018. Conte-nos nos comentários se você usa o GNOME e se está esperando essas melhoras com entusiasmo, qual novidade mais lhe agradou?

Até uma próxima e um forte abraço


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EUA agora tem o computador mais poderoso do mundo!

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terça-feira, 26 de junho de 2018

Existem muito menos supercomputadores no mundo do que os computadores tradicionais, que todos nós temos acesso, no entanto, basta um deles para ter mais poder computacional do que, muitas vezes, milhares de computadores tradicionais. Por muitos anos os supercomputadores Chineses figuraram entre os com maior poder computacional, mas eles acabaram de perder o posto.

O maior supercomputador do mundo roda Linux






Gastando mais de 200 milhões de dólares, o novo computador dos EUA chama-se "Summit", e supera o até pouco tempo mais veloz supercomputador do mundo da China, o  "Sunway TaihuLight", possuindo o dobro da sua velocidade.

Segundo o anúncio, o computador roda uma versão feita para ele do Red Hat Enterprise Linux (RHEL) e tem, em comparação, tamanho poder computacional no qual uma tarefa que levaria 30 anos para ser realizada em um tradicional computador de mesa, leva apenas 1 minuto nele.

Summit - Supercomputer
Summit do "The US Department of Energy (DoE)"


Para quem gosta de números, o "Summit" possui uma combinação de processadores IBM Powe9 com GPUs Nvidia Tesla, consumindo nada mais, nada menos, do que 13MW de energia!

O supercomputador possui 4.608 nodes, sendo que cada um deles contém:

- 2x 22-Core IBM Power9
- 6x Nvidia Telas V100

O que somando nos dá algo em torno de:

- 9,216 IBM POWER9 CPUs;
- 202,752 POWER9 cores;
- 27,648 NVIDIA  GPUs.

O computador (ou supercomputador) ainda tem 10 petabytes de memória e 250 petabytes de armazenamento, que são números completamente inconcebíveis para a maior parte dos seres humanos. Isso lhe da capacidade de processamento de incríveis 200 petaflops, ou 200 trilhões de cálculos por segundo.

Voltando ao Linux, talvez você saiba que o Linux é o único sistema operacional utilizado nos Top 500 supercomputadores do mundo, temos um artigo aqui no blog que te mostra isso, confira aqui.

Computadores poderosos como estes geralmente são aplicados em questões científicas, simulações, inteligência artificial, entre outras coisas.

Até uma próxima!

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Kernel Linux vai incluir o VirtualBox Guest Additions por padrão

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O VirtualBox é uma das principais ferramentas na hora de testar sistemas operacionais diferentes sem precisar formatar os discos propriamente ditos, e agora a eficiência dele dentro das distros Linux aumentará ainda mais com a chegada do Kernel 4.16.

VirtualBox Additions fará parte do Kernel Linux






Usar o VirtualBox é muito simples, existem configurações avançadas também, claro, mas de forma geral, com poucos cliques qualquer um consegue utilizar a ferramenta para experimentar um sistema operacional.



Apesar de ser simples de configurar, no entanto existe um recurso que precisa ser instalado para que o desempenho da sua máquina virtual seja aprimorado, caso contrário, a aceleração gráfica fica prejudicada e muitas vezes a resolução da tela fica errada também, além de outros detalhes, esse recurso é o VirtualBox Guest Additions.

A boa notícia  é que você não precisará mais instalar esse recurso na sua distribuição pra ter as mesmas funcionalidades no seu VB à partir do Kernel Linux 4.16, tornando as coisas mais automáticas e práticas.

Por que isso é importante?


O VB Guest Additions já é um software livre, então nada de código proprietário precisará ser incorporado ao Kernel, mas sobretudo, isso facilitará a vida das próprias distros que ao rodarem em caráter de testes dentro de um VB (inclusive no Windows) não precisarão de maiores modificações para funcionar perfeitamente e ter os recursos avançados já ativados "by default".

Algumas distros como o Ubuntu e o Linux Mint já incluem esse recurso em seu Kernel, garantindo uma melhor experiência, no entanto, o recurso agora se estenderá para todas as distros que adorarem a versão 4.16 do Linux e superiores.

Esse projeto está sendo liderado e desenvolvido pela galera da Red Hat, uma das maiores empresas que trabalham com Linux no mundo, nós temos uma série de entrevistas no canal Diolinux no YouTube com eles, confira aqui.


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Fedora 27 lançado! Confira as novidades e veja como atualizar da versão 26

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Um novo lançamento do Fedora foi disponibilizado nesta semana, esta é uma das distros mais populares do mundo Linux e é financiada por uma das maiores empresas do mundo open source, a Red Hat. A nova versão do Fedora traz versões mais recentes de vários softwares e várias melhorias interessantes, confira:

Fedora 27






A nova versão do Fedora 27 Workstation vem por padrão com o GNOME 3.26 e por conta disso traz todas as novidades dessa versão.


Além do GNOME novo, a nova versão do Fedora vem também com o LibreOffice 5.4, que é a atual versão mais recente.  Outra novidade bacana é o Fedora Media Writer, uma ferramenta para criar dispositivos bootáveis do Fedora, que agora inclui suporte para as versões ARM que suportam o Raspberry Pi. 

Fedora Media Writer

Claro que juntamente com a versão Workstation nós também temos as Spins do Fedora, que são as versões com interfaces diferentes e/ou finalidade específicas, como design, multimídia, jogos, etc. Além desses, temos o Fedora Atomic e o Fedora Server também.

Você pode baixar todas essas versões e saber mais sobre elas clicando aqui.

Como atualizar na versão 26 para a 27


Para você que já utiliza o Fedora e está na versão 26 e pensando em atualizar para a versão 27, os nossos amigos e parceiros do canal Oficina do Tux produziram um vídeo para te ensinar a fazer o upgrade sem problemas:


E você, já testou a nova versão do Fedora? O que está achando?

Até a próxima!

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Linux agora está em 100% dos Top 500 Supercomputadores do mundo!

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Há praticamente dois anos eu postava aqui no blog sobre o índice de 99% dos TOP 500 Supercomputadores do mundo rodarem Linux. Depois desse período o sistema do pinguim avançou um pouco mais tomou conta do segmento rodando em absolutamente todas as máquinas do Top 500.

Top 500 Supercomputers Run Linux






De acordo com a lista do TOP500.org, agora todos os Supercomputadores da lista rodam Linux. Claro, uma das perguntas que podemos fazer é: Já que todos eles rodam com o Kernel Linux, quais distribuições são utilizadas nesses "monstros"?

A reposta para isso é relativamente simples e tem tudo a ver com a filosofia do código aberto e com as características do Linux. São distribuições customizadas para cada Supercomputador, como o "Sunway RaiseOS", que roda no que é atualmente o Supercomputador mais rápido do mundo, o "Sunway TaihuLight", que fica na China e tem mais de 650 mil processadores. 😵

Dentre as distros conhecidas, 5 computadores desse TOP 500 rodam Ubuntu, 20 usam Red Hat Enterprise Linux e 109 rodam Cent OS, a "versão grátis" do Red Hat EL.

A maleabilidade de código, eficiência, segurança e robustez garantem a preferência pelo Linux como plataforma para essas super máquinas que conseguem processar até 93 petaflops de dados, que é o caso do Supercomputador mais rápido, no entanto, os chineses pretendem aumentar até 33% essa capacidade, chegando em breve a pouco mais de 120 petaflops.

Até a próxima!
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Microsoft e Red Hat fazem parceria para acelerar mudança para Cloud híbrida

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A Microsoft  e a Red Hat anunciam a expansão da aliança para facilitar a adoção de containers pelas corporações, o que inclui suporte nativo para containers Windows Server no Red Hat OpenShift, Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift. O objetivo é simplificar as tecnologias de container para ajudar os clientes das empresas a aumentarem a agilidade rumo à transformação digital com Cloud híbrida.

Microsoft e Red Hat fazem parceria






“Junto com a Microsoft, a Red Hat está abrindo caminho para que as organizações façam escolhas tecnológicas que lhes interessem, desde cargas de trabalho containerizadas a serviços de cloud pública, sem complexidade”, explica Matthew Hicks, vice-presidente de Engenharia de Software, OpenShift e Gestão da Red Hat.

Dando continuidade ao comprometimento de entregar opções e flexibilidade aos seus clientes corporativos, a Microsoft e a Red Hat estenderão o suporte integrado e co-localizado para disponibilizar as novas ofertas entre as plataformas, assegurando às organizações de TI que, sejam quais forem os desafios enfrentados no caminho para a transformação digital, a Microsoft e a Red Hat estarão junto com elas.

Containers Windows Server no Red Hat OpenShift


As empresas veem o benefício de usar aplicações containerizadas para operar suas cargas de trabalho de missão crítica, mas a maioria das organizações de TI não são padronizadas com uma única infraestrutura. Esses ambientes heterogêneos frequentemente contêm plataformas e aplicações Windows e Linux, dificultando a modernização e a escalabilidade das operações corporativas.

A parceria entre a Red Hat e a Microsoft simplifica esses desafios, uma vez que os containers dos Windows Servers terão suporte nativo do Red Hat OpenShift, uma plataforma de aplicações de container baseada em kubernetes e líder no setor corporativo. O Red Hat OpenShift será a primeira plataforma de aplicações de container - construída a partir do projeto open source Kubernetes - para suportar cargas de trabalho de containers Linux ou Windows em única plataforma ao longo de múltiplos ambientes da cloud híbrida, facilitando a tarefa das empresas em seguir com a agenda nativa em cloud.

A ferramenta foi demonstrada durante o Red Hat Summit, em maio de 2017, e deve estar disponível, como prévia de tecnologia, no primeiro semestre de 2018.

Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e Red Hat Enterprise Linux no Microsoft Azure Stack


As aplicações nativas em nuvem e as plataformas de container que as alimentam são componentes essenciais à transformação digital, mas gerenciar a infraestrutura para estas tecnologias pode ser complexo e demorado para equipes de TI que já estejam sobrecarregadas.

A Red Hat e a Microsoft trazem solução a essa realidade ao oferecerem o Red Hat OpenShift Dedicado no Azure. O Red Hat OpenShift Dedicado é uma plataforma de container oferecida como um serviço em nuvem e administrada pela Red Hat. O serviço deve estar disponível no Azure – plataforma de cloud corporativa da Microsoft, com disponibilidade anunciada em 42 regiões no mundo todo - mais do que qualquer outro provedor de cloud pública.

Os engenheiros da Microsoft e da Red Hat estão trabalhando em conjunto para otimizar o OpenShift enquanto opera no Azure, ajudando a entregar performances empresariais padronizadas e combinadas com o suporte integrado.

Além disso, o Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure permite que as equipes de TI foquem em entregar valor ao negócio e promovam a inovação, em vez de manter as luzes acesas e realizar o gerenciamento micro dos recursos. O Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure deve estar disponível no início de 2018.

Red Hat e Microsoft também planejam colaborar na entrega de padrões de performance corporativa e suporte integrado para cargas de trabalho do Red Hat Enterprise Linux operando no Microsoft Azure Stack.

O Azure Stack é uma extensão on-premise do Azure que leva a computação em nuvem aos ambientes on-premise, operando em hardwares certificados fornecidos pela Dell, HP, Lenovo e Cisco, que permitem às empresas montarem uma experiência de cloud de maneira fácil e rápida em seus data centers. 

“A Microsoft e a Red Hat estão alinhadas no nosso compromisso para trazer aos clientes corporativos as soluções de cloud híbrida que eles precisam para modernizarem seus negócios, ao passo que fazem a transição para operar em um mundo nativo em cloud.  Hoje, estamos ampliando este compromisso para trazer soluções totalmente integradas que simplificam a adoção de containers e ajudam os clientes a obterem o máximo de suas estratégias de cloud híbrida”, revela John Gossman, arquiteto chefe da Azure.

SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift


Com o uso crescente dos containers pelos consumidores, para aumentar a agilidade em um mundo nativo em cloud, a Red Hat e a Microsoft estão comprometidas em ajudar os clientes a aproveitarem a inovação proporcionada pelo open source.

A Red Hat acaba de anunciar disponibilidade do .NET Core 2.0 como container do OpenShift e, nos próximos meses, as empresas planejam levar a força e a escala do SQL Server do Linux para o Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift.

Assim como todas as iniciativas da Red Hat e da Microsoft, a SQL Server para Linux no Red Hat Enterprise Linux e no Red Hat OpenShift Container Platform serão suportados em conjunto pelas duas líderes de mercado.

Fonte: Assessoria de Imprensa Red Hat.

Até a próxima!
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