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Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A Red Hat, uma das principais fomentadoras da transformação digital, desenvolveu em parceria com a UNICEF (Organização das Nações Unidas) , o School Mapping, projeto que usa tecnologia para auxiliar governos a otimizar seus sistemas de educação.

 Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias






A iniciativa usará imagens de satélite de alta resolução e técnicas de deep learning para mapear escolas em todo o mundo. Os dados gerados ajudarão a identificar onde estão as lacunas e necessidades de informação e servirão como evidência para pedidos de conectividade, ajudando governos a otimizar seus sistemas de educação. Isso também permitirá que a UNICEF meça as vulnerabilidades, melhore a resposta a emergências e a resiliência contra desastres naturais e crises.

Usando várias tecnologias open source da Red Hat, incluindo o Red Hat OpenShift Container Platform e o Red Hat Ansible Automation, as equipes da Red Hat e da UNICEF Innovation colaboraram para permitir que cientistas de dados investigassem e explorassem conjuntos de dados que permitissem obter conhecimento para ajudar crianças em situações de emergência.

“Com o apoio da UNICEF criamos uma plataforma open source reutilizável para aplicar big data para o bem da sociedade. Também tivemos a satisfação de realizar melhorias no Magicbox, plataforma da organização voltada ao compartilhamento de dados entre entidades públicas e privadas. O sistema funciona como local de testes para a construção e lançamento de novas aplicações que podem ajudar a solucionar os problemas humanitários mais urgentes em relação às crianças”, explica Fábio Pereira, Head do Open Innovation Labs da Red Hat na América Latina.

Para saber mais detalhes de como foi o processo de desenvolvimento das ferramentas, assista a esta série de vídeos.
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Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Mark Shuttleworth fez uma postagem no blog do Ubuntu, comentando sobre a aquisição da Red Hat pela IBM e que isso é uma boa notícia para o Ubuntu.

 Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu






Como noticiamos semana passada, a Red Hat foi vendida para a IBM pela bagatela de 34 bilhões de dólares e assim se tornando a maior compra feita no mundo corporativo de tecnologia. E o dono da Canonical se pronunciou sobre o assunto

Na postagem, Mark parabenizou a Red hat pelo papel feito perante a implementação do Open Source como uma alternativa altamente viável do UNIX, assim tendo um papel fundamental neste movimento. Ainda complementou que “a aquisição é uma uma progressão significativa do open source para o quadro mainstream”. Mas não deixou de dar aquela alfinetada na Red Hat, visto que eram concorrentes nos segmentos de IoT, Cloud, Kubernetes, OpenStack, com as seguintes declarações:

“Nos últimos dois anos, muitos clientes proeminentes da Red Hat selecionaram o Ubuntu e contrataram a Canonical para criar uma infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas e importantes. Entre eles, contamos com os principais bancos, empresas de telecomunicações, governos, universidades, companhias aéreas, seguradoras, gigantes da tecnologia e conglomerados de mídia. Vários têm falado publicamente e com crescente confiança, de seu sucesso no Ubuntu.”

Se você quiser ler o post original de Mark, clique aqui.

Também debatemos o assunto no Diolinux Friday Show, onde colocamos as nossas ideias e como isso poderia impactar em outras empresas que oferecem Linux (como a Canonical e Suse) e também se o Fedora seria afetado.

Também é bom ver que a Canonical esteja atenta nos movimentos do mercado e se posicionando como uma força para em áreas bem lucrativas, como a “Cloud Public”, “OpenStack”, Governos, Universidades entre outras.

Mark Shuttleworth é um homem de negócios e aproveitou o momento para fazer um “jabá” da sua empresa, apresentando-a como uma solução para aqueles que não gostam da IBM e são clientes Red Hat. O que você achou das declarações?

Até a próxima!
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IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da história do software

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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Nesse fim de semana a comunidade open source e de tecnologia foram surpreendidas com a notícia bombásticas, com a venda da Red Hat para a IBM pela bagatela de US$34 BI. Só a efeito de comparação, o GitHub foi vendido por US$7,5 BI.

IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da historia do software








Depois de fortes rumores que surgiram na semana passada, eis que se concretizaram os boatos e a Red Hat foi vendida para a IBM, que pagou US$190 por ação da “empresa do chapéu vermelho”. Se nada atrapalhar e não ocorrer nenhum imprevisto, a compra será concluída no segundo semestre de 2019.
A Red Hat é uma empresa de tecnologia que oferece vários serviços dentre eles o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), que é pago, e o Fedora, que é gratuito e com o suporte vindo da comunidade. A empresa também vende soluções para virtualização, suporte e computação na nuvem.
Atualmente a IBM é a terceira maior empresa que fornece serviços em nuvem no mercado, ficando atrás somente da Microsoft e Amazon em termos de receita.
Red Hat hoje fornece um vasto leque de serviços para rivais da IBM, incluindo Google e Amazon, mas segundo a IBM querem “continuar construindo e aprimorando” essas parcerias daqui para frente.

Sobre a aquisição, CEO da Red Hat e o chefe da IBM deram as seguintes declarações:

A aquisição da Red Hat é uma mudança de jogo. Isso muda tudo no mercado de nuvem. A IBM se tornará a fornecedora número um do mundo de nuvem híbrida, oferecendo às empresas a única solução de nuvem aberta que irá liberar o valor total da nuvem para seus negócios.” diz Ginni Rometty, chefe da IBM.


“Unir forças com a IBM nos proporcionará um nível maior de escala, recursos e capacidades para acelerar o impacto do código aberto como base para a transformação digital e levar a Red Hat a um público ainda maior - preservando nossa única cultura e o compromisso inabalável da Red Hat. com a inovação de código aberto. Nós mal arranhamos a superfície da oportunidade que está à nossa frente. O código aberto é o futuro da TI corporativa. Acreditamos que nosso mercado total será de US $ 73 bilhões até 2021. Se o mundo está consumindo software - e com a transformação digital ocorrendo em todos os setores, e realmente está - o código aberto é o ingrediente-chave.” disse Jim Whitehurst, CEO da Red Hat.


Como não poderia faltar, como já aconteceu na venda do GitHub para a Microsoft, tem um pessoal de dentro da comunidade com certo ar de desconfiança e achando que a IBM pode estar tramando algo para prejudicar ou até mesmo acabar com o projeto Fedora. Mas também tem pessoas achando isso muito benéfico e ainda torcendo que de muito certo essa parceria, pois isso seria mais investimentos (money) para o Fedora.

A opinião do autor (Ricardo)

Creio eu que isso é movimento sem volta e só tende a crescer e até ter mais aquisições em um futuro próximo, como por exemplo a Google podendo comprar a Canonical e assim “explodir” o Linux para desktops, usando o Ubuntu como carro chefe e assim aumentando a aceitação da população em geral (já acertei sobre os games em Linux, não custa nada tentar nós desktops rsrs).

A opinião do autor (Dionatan)

A grande questão é que a Red Hat é uma das principais empresas a terem “carregado” o Linux em épocas vindouras, assim como softwares Open Source, é uma empresa apaixonada pelo tipo de mensagem que passa, a preocupação da comunidade é compreensível, no entanto, geralmente quando uma grande empresa compra a outra, existem dois objetivos, para simplificar, usar a tecnologia desenvolvida para essa empresa para ganhar mais qualidade em seus serviços e continuar lucrando e expandindo. 

A Red Hat já tem uma grande cartela de clientes que confiam em seus serviços, algo que foi conquistado ao longo de anos e anos de empenho e bom serviço prestado, a IBM, agora dona da empresa, só tem a ganhar com a expansão da marca Red Hat. Como comentei no Twitter em resposta ao meu amigo Alfredo Heiss, da AMD, ainda é cedo para dizer o que ocorrerá, mas não é como se pudéssemos interferir também, então nos resta aguardar e torcer.

Eu achei importante colher algumas opiniões sobre pessoas que podem fazer mais do que especular, ou pelo menos, especular com maior propriedade, então falei com alguns amigos meus que trabalham na Red Hat para colher as suas opiniões sobre o assunto:

"Nós só sabemos o que todo mundo sabe, a informação que temos se resume ao que foi publicado nas mídias oficiais da Red Hat

Em uma opinião estritamente pessoal e individual, eu estou otimista, a cultura e os valores da Red Hat são fortes e a perspectiva é de levar um pouco dessa cultura para dentro da IBM! E além disso o panorama de liderança em Cloud é bastante positivo.
#RedWillStayRed!", comenta Bruno Rocha - Quality Engineer - Red Hat.

Outra pessoa importante a ser ouvida neste momento é o saudosista Jon “Maddog” Hall, (fan fact: Já pude sentar ao lado dele em uma viagem de avião, o cara é o “Papai Noel do Open Source”, muito gente boa!), ele escreveu um belo texto sobre assunto na “Linux PRO Magazine”, especialmente para os mais alarmistas, vale a pena ler.

A Red Hat nunca me pareceu uma empresa que deixaria ser comprada sem assegurar que os valores do Open Source que eles tanto cultivam fossem respeitados, no fim, quem viver verá! A fusão completa ainda deve demorar muito tempo. Para quem quiser ver a nota oficial da IBM, segue o link.,

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa compra e se ela vai ser benéfica ou não para o Red Hat e Fedora.

Até a próxima e um forte abraço.
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Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD

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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Recentemente o pessoal do ZDNet soltou uma publicação em que alerta para uma nova falha de segurança no Xorg  que afeta distros Linux e BSD.


Nova falha de segurança afeta distros Linux e BSD






A falha encontrada é no X.Org Server e ela permitia (sim, no passado mesmo) que o invasor conseguisse acesso limitado ao sistema que poderia ser via terminal localmente ou em uma sessão SSH remotamente, assim conseguindo mudar as permissões e conseguindo o modo Root.

A vulnerabilidade não está na categoria  de falhas do tipo “as bad-as-it-gets”,  e ela também não preocupa computadores com segurança alta e bem planejada, mas um pequeno deslize pode transformar rapidamente algo não tem preocupante uma invasão terrível, comenta Catalin Cimpanu.

Um consultor de segurança ouvido pela ZDNet,  Narendra Shinde, alertou que tal falha foi apontada no seu relatório de Maio de 2016 e que o pacote do X.Org Server continha essa vulnerabilidade  que poderia dar aos invasores privilégios de root e podendo alterar qualquer tipo de arquivo, até os mais cruciais para o sistema operacional.

Tal vulnerabilidade foi identificada com a “flag” CVE-2018-14665 e nela foi observado o que poderia ter causado tal falha. O manuseio incorreto de duas linhas de código, sendo elas “as -logfile” e “-modulepath”, teria permitindo que os invasores insiram os seus códigos maliciosos. Essa falha é explorada quando o X.Org Server roda com privilégios de root e isso é comum em muitas distros.

Desenvolvedores da X.Org Foundation já estão planejando soltar uma correção para o X.Org 1.20.3 e assim corrigir esses problemas causados por essas duas linhas.

Distribuições como Red Hat Enterprise Linux, Fedora, CentOS, Debian, Ubuntu e OpenBSD já foram confirmadas como impactadas, e outros projetos menores também são afetados.

As atualizações de segurança que contém o pacote corrigem a vulnerabilidade do X.Org Server  devem ser implantadas nas próximas horas e dias. No Linux Mint e no Ubuntu a correção já foi liberada e confirmada pela nossa equipe, basta atualizar o seu sistema, o mesmo, possivelmente pode se dizer das demais, verifique as suas atualizações.

Isso mostra que o Linux e o BSD não estão “salvos” de falhas e “escorregões” como essa, e assim mostrando que esses sistemas operacionais não são “imbatíveis”, mas ainda assim são alternativas robustas e seguras em relação aos sistemas Windows. Problemas como este no X.org demonstram mais uma vez a importância do desenvolvimento ativo de alternativas como o Wayland.

Espero você na próxima, forte abraço.
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Top 5 - Distros Linux para usar em servidores

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A tecnologia Open Source é extremamente versátil, mas sem dúvida, um local onde ela se destaca é na infraestrutura de serviços e da própria internet. O Linux é muito popular neste segmento e por isso hoje você vai conhecer cinco distribuições Linux  que você provavelmente vai esbarrar ao trabalhar com servidores.

Linux para Servidores





É importante conhecer as distribuições Linux mais famosas neste segmento para poder ser preparar melhor para o mercado de trabalho, caso você deseje trabalhar com servidores Linux, claro, ou simplesmente para saber dar algumas indicações em caso de necessidade.

O termo "servidor" é, por si só, muito vago. O ponto importante é atividade que "o dito cujo" irá realizar, em outras palavras, "o que ele irá servir". 

Certamente existem distribuições construídas para atender determinadas demandas que são excelentes, como RockStor, Open Media Vault, Zentyal, etc. Na verdade, qualquer distribuição Linux com foco em servidores pode ser aplicada para cada uma das atividades que existe uma solução desenvolvida especificamente, basta aprender a configurá-la e colocar o serviço para funcionar.

Na lista de hoje entrarão distribuições Linux que podem ser usadas para propósitos genéricos e são reconhecidas no mercado como excelentes opções.

- Debian


O Debian é uma das principais distribuições Linux do mundo, utilizada por grandes projetos de missão crítica, como os sistemas que controlam a estação espacial internacional. Naturalmente todas as distribuições focados em servidores são estáveis, mas este é um assunto que o Debian leva muito a sério, a ponto de você relacionar as duas palavras facilmente. Precisa de um servidor estável? O Debian é uma ótima opção!


O "filho do Debian" também tem lugar garantido neste segmento. O sistema é também um dos mais populares no mundo dos servidores, utilizado em vários sistemas onde intermitência é importante, como laboratórios de meteorologia. Por ser muito popular nos desktops também, é certamente um local com muita documentação e tutoriais, assim como o Debian, para se começar a planejar o seu servidor.


Mudando para "o lado RPM da força", começamos com o Red Hat EL, mantido por uma da maiores empresas do mundo nos segmento de infraestrutura de T.I utilizando tecnologias Open Source. O Red Hat é tão confiável e estável que é utilizado para controlar os submarinos do exército dos EUA, mas claro, sua aplicabilidade não se resume aí.


Curiosamente, a popularidade do RHEL faz com que o CentOS seja tão famoso quanto. O CentOS é conhecido como " a versão grátis do Red Hat" e é usado largamente por serviços de Hospedagem, como os nossos amigos da HostGator, que atuam em vários locais ao redor do mundo.

Pela grande documentação presente para o Red Hat Enterprise Linux ser correspondente ao CentOS, ele também costuma ser a escolha para infraestrutura de diversas empresas de tamanhos diferenciados.


A SUSE é uma das empresas pioneiras no uso do Linux e de software Open Source para infraestrutura. Atualmente a empresa atravessa uma nova e interessante fase, com maior orçamento e independência e é extremamente popular, especialmente na Europa. O Yast (Yet Another Setup Tool) talvez seja a "feature killer" do SUSE para o mercado.

Repare uma coisa...


Repare que eu não coloquei números na minha lista, especialmente porque eu não acredito que exista uma ordem de "melhor para pior" ou vice e versa, estas são, sem dúvidas, as mais famosas distros do mercado, entretanto, elas não são as únicas, outras que poderiam entrar facilmente numa lista como esta são o Oracle Linux, da Oracle e o ClearOS, da Intel, entre outras, mas de toda forma, a lista precisava ter um fim.

As informações aqui contidas podem te ajudar a dar uma direção para os seus estudos e testes de sistemas operacionais, seja para se preparar para o mercado de trabalho, seja para uma certificação. Apesar disso, nada impede que você tenha um favorito, qual a versão do Linux que você mais gosta de usar em servidores?

Até a próxima!
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Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Foi lançado nesta quarta-feira (5) a 35ª versão do GNOME, chegando na versão 3.30 e com o nome de  “Almería”. O lançamento ocorreu após 6 meses da versão 3.28 ter “ganho a luz do dia”.

Conheça os novos recursos adicionados ao GNOME 3.30






A nova versão do GNOME conta com 24.845 alterações no seu código e contou com aproximadamente 801 colaboradores. O nome “Almería” foi uma homenagem para a equipe de organização da GUADEC, que é a principal conferência anual do GNOME e que neste ano aconteceu em Almería - Espanha.

Novas funcionalidades do Gnome 3.30


⏺ Desempenho do desktop melhorado

O pessoal do Gnome focou em melhorar a fluidez e rapidez do GNOME e assim consumindo menos recursos do computador, isso inclui a correção do problema de “vazamento” memória do GNOME Shell que se encontra presente. Isso foi possível, graças aos devs da Canonical e da Red Hat,  juntamente com a comunidade para abordar e corrigir essas questões.

Outra melhoria foi a atualização do GNOME Javascript (GJS) para o SpiderMonkey60, que é a versão mais recente do JavaScript Engine, procurando otimizar o desempenho do ambiente gráfico.

       GNOME 3.30 Desktop


 ⏺ Novo visual do Nautilus

O Nautilus, gerenciador de arquivos do GNOME, teve melhorias também, como o refinamento e simplificação dos principais recursos, como o  comportamento da barra de pesquisa e a melhora da fluidez dos ícones quando são redimensionados.

Outras mudanças são incluem a substituição dos botões na barra onde fica o caminho das pastas e agora tem um visual mais sutil e “clean”. A pesquisa foi integrada também à barra e agora você pode acessar o caminho clicando com o botão direito em cima, exibindo-o em um menu suspenso.

       GNOME 3.30 Features - Nautilus




Melhor gerenciamento dos pacotes Flatpaks

O GNOME Software vai receber melhorias para o gerenciamento dos pacotes Flatpack, além de receber os updates vindos diretamente do flathub, assim recebendo as versões mais recentes e estáveis dos aplicativos,você também poderá escolher se quer receber os updates automaticamente e se quer também receber notificações sobre eles.


       Automatic Flatpak Updates

 ⏺ Programa nativo de Podcasts

O GNOME 3.30 vai trazer um programa nativo para os amantes dos Podcasts. Nele você vai poder gerenciar as suas assinaturas diretamente da área de trabalho, além poder controlar a reprodução, pausando e mudando de faixa Outra funcionalidade presente é a possibilidade de baixar os novos episódios, além de poder importar episódios de outros dispositivos.

      GNOME Podcasts App

 Para maiores informações sobre o GNOME 3.30, você pode acessar os links do projeto aqui e aqui.

O GNOME 3.30 vai ser lançado junto com a nova versão do Ubuntu, a 18.10 em 5 de Setembro de 2018. Conte-nos nos comentários se você usa o GNOME e se está esperando essas melhoras com entusiasmo, qual novidade mais lhe agradou?

Até uma próxima e um forte abraço


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EUA agora tem o computador mais poderoso do mundo!

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terça-feira, 26 de junho de 2018

Existem muito menos supercomputadores no mundo do que os computadores tradicionais, que todos nós temos acesso, no entanto, basta um deles para ter mais poder computacional do que, muitas vezes, milhares de computadores tradicionais. Por muitos anos os supercomputadores Chineses figuraram entre os com maior poder computacional, mas eles acabaram de perder o posto.

O maior supercomputador do mundo roda Linux






Gastando mais de 200 milhões de dólares, o novo computador dos EUA chama-se "Summit", e supera o até pouco tempo mais veloz supercomputador do mundo da China, o  "Sunway TaihuLight", possuindo o dobro da sua velocidade.

Segundo o anúncio, o computador roda uma versão feita para ele do Red Hat Enterprise Linux (RHEL) e tem, em comparação, tamanho poder computacional no qual uma tarefa que levaria 30 anos para ser realizada em um tradicional computador de mesa, leva apenas 1 minuto nele.

Summit - Supercomputer
Summit do "The US Department of Energy (DoE)"


Para quem gosta de números, o "Summit" possui uma combinação de processadores IBM Powe9 com GPUs Nvidia Tesla, consumindo nada mais, nada menos, do que 13MW de energia!

O supercomputador possui 4.608 nodes, sendo que cada um deles contém:

- 2x 22-Core IBM Power9
- 6x Nvidia Telas V100

O que somando nos dá algo em torno de:

- 9,216 IBM POWER9 CPUs;
- 202,752 POWER9 cores;
- 27,648 NVIDIA  GPUs.

O computador (ou supercomputador) ainda tem 10 petabytes de memória e 250 petabytes de armazenamento, que são números completamente inconcebíveis para a maior parte dos seres humanos. Isso lhe da capacidade de processamento de incríveis 200 petaflops, ou 200 trilhões de cálculos por segundo.

Voltando ao Linux, talvez você saiba que o Linux é o único sistema operacional utilizado nos Top 500 supercomputadores do mundo, temos um artigo aqui no blog que te mostra isso, confira aqui.

Computadores poderosos como estes geralmente são aplicados em questões científicas, simulações, inteligência artificial, entre outras coisas.

Até uma próxima!

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Kernel Linux vai incluir o VirtualBox Guest Additions por padrão

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O VirtualBox é uma das principais ferramentas na hora de testar sistemas operacionais diferentes sem precisar formatar os discos propriamente ditos, e agora a eficiência dele dentro das distros Linux aumentará ainda mais com a chegada do Kernel 4.16.

VirtualBox Additions fará parte do Kernel Linux






Usar o VirtualBox é muito simples, existem configurações avançadas também, claro, mas de forma geral, com poucos cliques qualquer um consegue utilizar a ferramenta para experimentar um sistema operacional.



Apesar de ser simples de configurar, no entanto existe um recurso que precisa ser instalado para que o desempenho da sua máquina virtual seja aprimorado, caso contrário, a aceleração gráfica fica prejudicada e muitas vezes a resolução da tela fica errada também, além de outros detalhes, esse recurso é o VirtualBox Guest Additions.

A boa notícia  é que você não precisará mais instalar esse recurso na sua distribuição pra ter as mesmas funcionalidades no seu VB à partir do Kernel Linux 4.16, tornando as coisas mais automáticas e práticas.

Por que isso é importante?


O VB Guest Additions já é um software livre, então nada de código proprietário precisará ser incorporado ao Kernel, mas sobretudo, isso facilitará a vida das próprias distros que ao rodarem em caráter de testes dentro de um VB (inclusive no Windows) não precisarão de maiores modificações para funcionar perfeitamente e ter os recursos avançados já ativados "by default".

Algumas distros como o Ubuntu e o Linux Mint já incluem esse recurso em seu Kernel, garantindo uma melhor experiência, no entanto, o recurso agora se estenderá para todas as distros que adorarem a versão 4.16 do Linux e superiores.

Esse projeto está sendo liderado e desenvolvido pela galera da Red Hat, uma das maiores empresas que trabalham com Linux no mundo, nós temos uma série de entrevistas no canal Diolinux no YouTube com eles, confira aqui.


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Fedora 27 lançado! Confira as novidades e veja como atualizar da versão 26

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Um novo lançamento do Fedora foi disponibilizado nesta semana, esta é uma das distros mais populares do mundo Linux e é financiada por uma das maiores empresas do mundo open source, a Red Hat. A nova versão do Fedora traz versões mais recentes de vários softwares e várias melhorias interessantes, confira:

Fedora 27






A nova versão do Fedora 27 Workstation vem por padrão com o GNOME 3.26 e por conta disso traz todas as novidades dessa versão.


Além do GNOME novo, a nova versão do Fedora vem também com o LibreOffice 5.4, que é a atual versão mais recente.  Outra novidade bacana é o Fedora Media Writer, uma ferramenta para criar dispositivos bootáveis do Fedora, que agora inclui suporte para as versões ARM que suportam o Raspberry Pi. 

Fedora Media Writer

Claro que juntamente com a versão Workstation nós também temos as Spins do Fedora, que são as versões com interfaces diferentes e/ou finalidade específicas, como design, multimídia, jogos, etc. Além desses, temos o Fedora Atomic e o Fedora Server também.

Você pode baixar todas essas versões e saber mais sobre elas clicando aqui.

Como atualizar na versão 26 para a 27


Para você que já utiliza o Fedora e está na versão 26 e pensando em atualizar para a versão 27, os nossos amigos e parceiros do canal Oficina do Tux produziram um vídeo para te ensinar a fazer o upgrade sem problemas:


E você, já testou a nova versão do Fedora? O que está achando?

Até a próxima!

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Linux agora está em 100% dos Top 500 Supercomputadores do mundo!

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Há praticamente dois anos eu postava aqui no blog sobre o índice de 99% dos TOP 500 Supercomputadores do mundo rodarem Linux. Depois desse período o sistema do pinguim avançou um pouco mais tomou conta do segmento rodando em absolutamente todas as máquinas do Top 500.

Top 500 Supercomputers Run Linux






De acordo com a lista do TOP500.org, agora todos os Supercomputadores da lista rodam Linux. Claro, uma das perguntas que podemos fazer é: Já que todos eles rodam com o Kernel Linux, quais distribuições são utilizadas nesses "monstros"?

A reposta para isso é relativamente simples e tem tudo a ver com a filosofia do código aberto e com as características do Linux. São distribuições customizadas para cada Supercomputador, como o "Sunway RaiseOS", que roda no que é atualmente o Supercomputador mais rápido do mundo, o "Sunway TaihuLight", que fica na China e tem mais de 650 mil processadores. 😵

Dentre as distros conhecidas, 5 computadores desse TOP 500 rodam Ubuntu, 20 usam Red Hat Enterprise Linux e 109 rodam Cent OS, a "versão grátis" do Red Hat EL.

A maleabilidade de código, eficiência, segurança e robustez garantem a preferência pelo Linux como plataforma para essas super máquinas que conseguem processar até 93 petaflops de dados, que é o caso do Supercomputador mais rápido, no entanto, os chineses pretendem aumentar até 33% essa capacidade, chegando em breve a pouco mais de 120 petaflops.

Até a próxima!
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Microsoft e Red Hat fazem parceria para acelerar mudança para Cloud híbrida

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A Microsoft  e a Red Hat anunciam a expansão da aliança para facilitar a adoção de containers pelas corporações, o que inclui suporte nativo para containers Windows Server no Red Hat OpenShift, Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift. O objetivo é simplificar as tecnologias de container para ajudar os clientes das empresas a aumentarem a agilidade rumo à transformação digital com Cloud híbrida.

Microsoft e Red Hat fazem parceria






“Junto com a Microsoft, a Red Hat está abrindo caminho para que as organizações façam escolhas tecnológicas que lhes interessem, desde cargas de trabalho containerizadas a serviços de cloud pública, sem complexidade”, explica Matthew Hicks, vice-presidente de Engenharia de Software, OpenShift e Gestão da Red Hat.

Dando continuidade ao comprometimento de entregar opções e flexibilidade aos seus clientes corporativos, a Microsoft e a Red Hat estenderão o suporte integrado e co-localizado para disponibilizar as novas ofertas entre as plataformas, assegurando às organizações de TI que, sejam quais forem os desafios enfrentados no caminho para a transformação digital, a Microsoft e a Red Hat estarão junto com elas.

Containers Windows Server no Red Hat OpenShift


As empresas veem o benefício de usar aplicações containerizadas para operar suas cargas de trabalho de missão crítica, mas a maioria das organizações de TI não são padronizadas com uma única infraestrutura. Esses ambientes heterogêneos frequentemente contêm plataformas e aplicações Windows e Linux, dificultando a modernização e a escalabilidade das operações corporativas.

A parceria entre a Red Hat e a Microsoft simplifica esses desafios, uma vez que os containers dos Windows Servers terão suporte nativo do Red Hat OpenShift, uma plataforma de aplicações de container baseada em kubernetes e líder no setor corporativo. O Red Hat OpenShift será a primeira plataforma de aplicações de container - construída a partir do projeto open source Kubernetes - para suportar cargas de trabalho de containers Linux ou Windows em única plataforma ao longo de múltiplos ambientes da cloud híbrida, facilitando a tarefa das empresas em seguir com a agenda nativa em cloud.

A ferramenta foi demonstrada durante o Red Hat Summit, em maio de 2017, e deve estar disponível, como prévia de tecnologia, no primeiro semestre de 2018.

Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e Red Hat Enterprise Linux no Microsoft Azure Stack


As aplicações nativas em nuvem e as plataformas de container que as alimentam são componentes essenciais à transformação digital, mas gerenciar a infraestrutura para estas tecnologias pode ser complexo e demorado para equipes de TI que já estejam sobrecarregadas.

A Red Hat e a Microsoft trazem solução a essa realidade ao oferecerem o Red Hat OpenShift Dedicado no Azure. O Red Hat OpenShift Dedicado é uma plataforma de container oferecida como um serviço em nuvem e administrada pela Red Hat. O serviço deve estar disponível no Azure – plataforma de cloud corporativa da Microsoft, com disponibilidade anunciada em 42 regiões no mundo todo - mais do que qualquer outro provedor de cloud pública.

Os engenheiros da Microsoft e da Red Hat estão trabalhando em conjunto para otimizar o OpenShift enquanto opera no Azure, ajudando a entregar performances empresariais padronizadas e combinadas com o suporte integrado.

Além disso, o Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure permite que as equipes de TI foquem em entregar valor ao negócio e promovam a inovação, em vez de manter as luzes acesas e realizar o gerenciamento micro dos recursos. O Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure deve estar disponível no início de 2018.

Red Hat e Microsoft também planejam colaborar na entrega de padrões de performance corporativa e suporte integrado para cargas de trabalho do Red Hat Enterprise Linux operando no Microsoft Azure Stack.

O Azure Stack é uma extensão on-premise do Azure que leva a computação em nuvem aos ambientes on-premise, operando em hardwares certificados fornecidos pela Dell, HP, Lenovo e Cisco, que permitem às empresas montarem uma experiência de cloud de maneira fácil e rápida em seus data centers. 

“A Microsoft e a Red Hat estão alinhadas no nosso compromisso para trazer aos clientes corporativos as soluções de cloud híbrida que eles precisam para modernizarem seus negócios, ao passo que fazem a transição para operar em um mundo nativo em cloud.  Hoje, estamos ampliando este compromisso para trazer soluções totalmente integradas que simplificam a adoção de containers e ajudam os clientes a obterem o máximo de suas estratégias de cloud híbrida”, revela John Gossman, arquiteto chefe da Azure.

SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift


Com o uso crescente dos containers pelos consumidores, para aumentar a agilidade em um mundo nativo em cloud, a Red Hat e a Microsoft estão comprometidas em ajudar os clientes a aproveitarem a inovação proporcionada pelo open source.

A Red Hat acaba de anunciar disponibilidade do .NET Core 2.0 como container do OpenShift e, nos próximos meses, as empresas planejam levar a força e a escala do SQL Server do Linux para o Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift.

Assim como todas as iniciativas da Red Hat e da Microsoft, a SQL Server para Linux no Red Hat Enterprise Linux e no Red Hat OpenShift Container Platform serão suportados em conjunto pelas duas líderes de mercado.

Fonte: Assessoria de Imprensa Red Hat.

Até a próxima!
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Dell começa a vender computadores All in One de alto desempenho com Ubuntu e Red Hat EL

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

A Dell é uma das maiores fabricantes de hardware do mundo e também uma das maiores apoiadoras do Linux quando se fala em venda para o consumidor final, entretanto, agora a empresa está apostando em um modelo All in One de alto desempenho para quem precisa de uma máquina potente para trabalhar com edição de vídeo que está sendo vendida com Windows 10, Windows 7, Ubuntu 16.04 LTS e Red Hat Enterprise Linux 7.3.

Linux Dell All in One


Não é comum ver este tipo de máquina no mercado com Linux, na verdade, nem com Windows, este tipo de segmento é muito povoado pelos Mac PRO, mas a Dell parece querer competir à altura.

O nome da "brincadeira" é Dell Precision Workstation AIO 5720, o modelo vem com uma tela 4K de 27 polegadas, o processador você pode escolher, variando de um Core i5-7500 de 3.4 Ghz e 6 MB de cache, até um Xeon E3-1200 v6 de 4.2 Ghz, o que deve atender praticamente qualquer profissional.

Dell


A seleção de memória vai de 8 GB de RAM e você pode expandir até 64 GB, o computador também vem com SSD de até 256 GB, mas você pode customizar isso também, pois há espaço para armazenamento convencional com HD, então não temos realmente um "limite" aqui, você pode colocar o que quiser.

Quando falamos de placas de vídeo, também temos opções variadas, tanto com AMD, quanto com Nvidia. Apesar de ser um All in One, o computador tem muitas portas e conexões, são 3 portas USB e uma com PowerShare, temos também uma DisplayPort 1.2 e duas Thunderbolt 3, leitor de cartão SD, conexão Ethernet, Wi-Fi e Bluetooh 4.1.

Dell

Nas opções de sistemas operacionais, como comentado, além do Windows, temos o Ubuntu, que dá um desconto de pouco mais de 100 dólares, ou a versão com Red Hat que, dependendo da versão, pode onerar o valor em pouco mais de 600 dólares.

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Microsoft lança o SQL Server para Red Hat Entreprise Linux

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

A Microsoft anunciou no Red Hat Summit de San Francisco a disponibilidade do SQL Server para a distribuição e anunciou também que agora o .NET Core e o ASP.NET Core 1.0 são open source.

Microsoft SQL Linux





A Microsoft anunciou no ano passado a disponibilidade do SQL Server para Linux, uma plataforma que deverá funcionar em várias distribuições Linux diferentes, e agora incluindo o RHEL. Até o momento a versão preview privada do SQL Server rodava apenas no Ubuntu.

Outro ponto interessante do anúncio é que plataforma .NET agora é oficialmente Open Source. O .NET Core é multiplataforma, open source e modular, a plataforma permite que a criação de aplicações Web, microservices, bibliotecas entre outros, e agora tudo isso é compatível com o RHEL.

A Red Hat até criou um domínio chamado redhatloves.net, que redireciona para uma página de desenvolvedores, que mostra a tecnologia .NET e suas aplicações dentro da arquitetura da Red Hat.

Fonte
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Red Hat libera RHEL para desenvolvedores registrados gratuitamente

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Diferente de outras distribuições Linux que normalmente são gratuitas, o Red Hat Enterprise Linux não pode ser utilizado sem uma licença, pelo menos era isso que tínhamos até poucos dias quando a empresa decidiu liberar o sistema para desenvolvedores registrados.

Red Hat Enterprise Linux grátis




A Red Hat declarou recentemente que conseguiu atingir a receita de 2 bilhões de dólares, algo realmente impressionante para qualquer empresa que se preze, mas em se tratando de uma empresa que apoiou-se no Linux desde o início do Kernel praticamente os números chamam ainda mais atenção, provando que é possível sim ganhar dinheiro com o sistema.
- Leia também: Como ganhar dinheiro com Linux
Além do Red Hat Enterprise Linux 7 Server você terá também acesso a outras ferramentas que fazem parte do Red Hat Container Developer Kit, tudo isso para desenvolver aplicações para os servidores da empresa. Tudo o que você precisa fazer para baixar a sua ISO do RHEL sem custos é preencher este formulário.

Nunca ouviu falar do Red Hat?


A Red Hat é uma das empresas mais significativas quando se fala em Linux, como eu sei que tem muita gente que é nova "nessa coisa de Linux" que acessa o blog, acho que pode ser uma boa hora para explicar que não é porque o RHEL (Red Hat Enterprise Linux) é pago, que ele será uma melhor opção para você usar no seu computador, muito pelo contrário, esta distribuição tem um foco claro em ambiente corporativo, servidores e ambientes de desenvolvimento. Caso você queira uma derivação direta do Red Hat para usar no seu desktop o Fedora, ou mesmo o Korora, serão opções melhores, e para o lado servidor também temos o poderoso Cent OS. que é uma versão free para sempre do RHEL, falando de maneira simplória. 
- Assista: Como instalar o Fedora Server
Se você ainda não conhece direito o Red Hat aqui vai uma chance de ouro, além de agora poder baixar o sistema gratuitamente, clique aqui e confira um mini documentário sobre a história da empresa e da distribuição. 
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NSA usa Red Hat Enterprise Linux para espionar as pessoas

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

XKEYSCORE é o nome do sistema de vigilância da NSA que roda em servidores Red Hat, os documentos liberados por Edward Snowden ainda revelam informações curiosas e preocupantes.

Red Hat é usado pela NSA

Red Hat é usado pela NSA


Estamos acostumados a ver o Linux em lugares muito "nobres" como em missões da NASA por exemplo, mas sem só para o "bem" o pinguim é utilizado, detalhes sobre o programa XKEYSCORE revelado por Edward Snowden, que é usado pela NSA revelaram que servidores Red Hat são responsáveis por rodá-los.


Mesmo com as denúncias, até hoje nós não sabemos até onde a NSA consegue chegar, mas segundo Snowden, o que o XKEYSCORE consegue fazer é algo "cinematográfico".  O serviço de coleta de dados e monitoramento foi feito exclusivamente para rodar em servidores Linux usando o Apache e armazena os dados em um banco de dados MySQL, segundo as informações o XKEYSCORE seria capaz de de ler e-mails de qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, bem como controlar o hardware, além disso, ele seria capaz de rastrear pessoas, associações e empresas e poderia até mesmo cria ruma espécie de cadastro, uma "impressão digital" exclusiva de um usuário a ponto de identificar qualquer acesso em qualquer lugar do mundo, segundo Snowden, se você está on-line o XKEYSCORE consegue te encontrar.

É bom deixar claro que o XKEYSCORE não é um vírus que está infectando servidores Linux ou qualquer coisa assim, ele é uma ferramenta que foi construída pela NSA para ser usada pela NSA em seus servidores, e estes sim rodam Linux, no caso Red Hat.

Pois é, o Linux não é só usado para causas nobres.

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Linux é usado nas poltronas dos aviões

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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Qual é o lugar mais diferente que você já avistou um sistema do Pinguim rodando? Bom, definitivamente o lugar em que você recosta a cabeça na hora do voou é um destes não?

Linux rodando em banco de avião

É Linux cuidando do seu conforto enquanto você faz uma ponte aérea 


Como eu gosto de contar histórias, no e-mail do Diolinux de vez em quando chegam algumas muito interessantes, e esta eu vou compartilhar com vocês, inclusive a foto aí de cima foi tirada pelo próprio usuário que mandou o e-mail.

Segue a mensagem:

Boa noite Dio!
Venho acompanhando seu blog a algum tempo e, nesse período, reparei que já foram publicadas diversas postagens sobre a presença do Linux nos mais diferentes equipamentos, além da presença na "Internet das coisas", e resolvi compartilhar um "achado" (pelo menos eu acho que foi).
O Airbus A320 da Avianca, no qual fiz uma viagem semana passada, é equipado com uma tela sensível ao toque, que fica acoplada no encosto da poltrona da frente e, após a decolagem, tem seu uso liberado para assistir filmes, series ou ouvir músicas. Pois lá estou navegando pelas músicas disponíveis e o equipamento trava. Alguns segundos depois ele reiniciou sozinho e, para minha surpresa, lá estava a tela de boot do Red Hat Linux e o tux na telinha.

Tirei logo uma foto, mas não deu tempo de pegar escrito "Red Hat Linux". Achei interessante ver que o sistema Linux está sendo usado pela Avianca nas suas aeronaves.
Abraço, Roger Meira.

Acho que aos poucos vai entrando na cabeça das pessoas esta questão da importância do Linux para esta tecnologia que nos cerca, infelizmente não é tão incomum vermos pessoas dizem "Ninguém usam Linux, Linux é uma porcaria!", coisas do tipo, quando na verdade a pergunta hoje em dia é, afinal, "quem não usa Linux?"

Obrigado ao Roger por ter enviado a divertida história e claro que eu tenho que comentar, afinal a bagaça travou e reiniciou, nessa horas eu digo para os fãs do Windows que ficam nas esquinas à espreita de uma falha do Linux para apontar o dedo, melhor um sistema que trava e reinicia sozinho e volta ao normal do que uma tela azul né, aí você ia ter que procurar o botão de reset da poltrona! 

Brincadeiras à parte,  é muito bacana ver como o Linux está impregnado em praticamente toda a tecnologia, e pensar que ainda tem gente que diz que não gosta né?

Até a próxima!
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Conheça a história por trás do Red Hat Enterprise Linux

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Muito antes da Canonical se tornar a empresa mais popular a trabalhar com Linux entre os usuários, existia (na verdade ainda existe) uma empresa que foi pioneira em trabalhar com o open source.

A história do RedHat


Conheça a Red Hat


Hoje em dia a Red  Hat é muito mais conhecida entre profissionais do setor de T.I. do que do público em geral, porém, se você usa Linux há algum tempo possivelmente já ouviu falar do Fedora, o Fedora é uma distro derivada diretamente do Red Hat.


Mais do que ser "papai do Fedora", e também dos pacotes RPM, o Red Hat Linux é uma das distribuições mais importantes do ponto de vista de crescimento de utilização do Linux como ferramenta de trabalho com fins lucrativos.


Eu disse "lucrativos?", perdão, eu quis dizer MUITO LUCRATIVOS! A Red Hat (empresa) é responsável por uma das maiores receitas do mundo da tecnologia quando se fala em empresas que trabalham com open source.

Para você conhecer mais detalhes sobre mais um destes "sabores do Linux" o nosso amigo Gabriel do Canal Toca do Tux produziu um mini documentário sobre o Red Hat, prepara a pipoca e vem conferir:


Curtiu o vídeo né? :) 

Então falando em vídeo sobre Linux quero lhe convidar para conhecer o nosso canal no YouTube também, basta clicar aqui.


Até a próxima! 

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