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Novo app para gerenciar Firmwares no Linux está a caminho no GNOME

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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Recentemente noticiamos que a System76, empresa responsável pelo Pop!_OS, está trabalhando em uma ferramenta para gerenciar os firmwares dos dispositivos e assim facilitar a vida do usuário que precise fazer isso. Parece que ela não está sozinha nessa “caminhada”.


Novo app para gerenciar Firmwares no Linux está a caminho no GNOME






A novidade vem através do engenheiro da Red Hat e da GNOME Software, Richard Hughsie, que em seu blog dentro do projeto GNOME, anunciou a implementação.

No anúncio, ele comenta que a Dell o procurou há alguns meses para ser co-mentor de um estagiário em um projeto de verão (muito comum nos EUA), para criar um aplicativo em GTK em gerenciar o firmware. Ainda segundo ele, a ideia deste app, é que alguém do suporte da Dell, consiga orientar o usuário a fazer alguma intervenção “avançada” através desse app, como por exemplo ler versões de firmware ou fazer o downgrade para uma versão de firmware mais antiga.  Evitando assim, a “temida” tela preta do terminal.


Como vimos na imagem acima, foi possível gerenciar vários dispositivos, assim tendo a possibilidade de ver informações mais detalhadas. Já na imagem abaixo, podemos ver cinco (5) tipos de versões do firmware do Lenovo ThinkPad P50.


O gerenciador de firmware está quase finalizado, mas por hora só tem o código e os binários prontos. Ainda estão trabalhando na interface e qual melhor experiência para o usuário final. Segundo Richard, será lançado nas próximas semanas com a primeira release,  no formato Flatpak no Flathub, assim possibilitando a instalação em praticamente todas as distros.

Com isso, estamos vendo as empresas se preocupando cada vez mais em facilitar a vida de quem opta em usar Linux, nesse caso é a “dobradinha” Dell e Red Hat, mas que vai beneficiar a todos. Quem sabe não veremos outras empresas a fazerem isso, como Razer, Logitech e tantas outras. Seria maravilhoso se isso acontecesse. 

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Como instalar Docker no CentOS 7

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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Docker é uma das tecnologias mais importantes do mundo da tecnologia atualmente, e o CentOS é uma das distros mais utilizadas em servidores, então hoje você vai aprender a combinar as duas coisas e instalar o Docker no CentOS 7.

Como instalar Docker no CentOS






Para facilitar o seu entendimento, temos um vídeo completo sobre a utilização de Docker em um Servidor Dedicado da HostGator, confira:



Indo direto ao ponto, abra o terminal do seu CentOS e digite os seguintes comandos:
sudo yum update
Agora vamos adicionar o repositório:
wget https://download.docker.com/linux/centos/docker-ce.repo -O /etc/yum.repos.d/docker.repo
Agora vamos instalar o Docker Community Edition com este comando:
sudo yum install docker-ce –y
Agora vamos usar o SystemD para iniciar o Docker e habilitá-lo no boot do sistema:
sudo systemctl start docker
sudo systemctl enable docker
Agora vamos instalar o Docker Compose:
sudo yum install epel-release
sudo yum install python-pip
sudo pip install docker-compose
Para verificar se o Docker Compose está instalado, verifique a versão:
docker-compose --version
Como dicas extras, use os comandos:
yum --help
docker --help 
Eles vão te ajudar a conhecer todos os recursos disponíveis no gerenciador de pacotes do CentOS e também as opções do Docker.

Dúvidas? Entre no nosso fórum e participe da nossa comunidade.

Até a próxima!
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Red Hat se junta com a prefeitura de Fortaleza!

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

A gigante do mundo Open Source, Red Hat, está trabalhando diretamente com a prefeitura da cidade brasileira de Fortaleza para implementar o programa "Fortaleza Digital" na capital cearense.

Red Hat Fortaleza Digital






Essa parceria tem o objetivo de oferecer ao cidadão uma plataforma que unifica a comunicação com a prefeitura da cidade, onde sejam reunidos todos os serviços sociais públicos prioritários. Entre as melhorias ofertadas pelo serviço da Red Hat, então a agilidade nos processos de licenciamento e emissão de alvarás, integração de prontuários eletrônicos em todos os níveis de atenção à saúde e a otimização do atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

A solicitação de serviços relacionados a reparos e conservação da cidade, como iluminação pública, pavimentação de vias e gestão de resíduos sólidos também poderá ser realizada por meio dessa nova tecnologia.

O presidente da Red Hat Brasil, Gilson Magalhães, o qual nós já tivemos a oportunidade de entrevistar em uma Red Hat Summit, comentou:

"A Red Hat está comprometida em entregar soluções aos seus parceiros que otimizem suas respectivas operações e atividades. O programa Fortaleza Digital é uma avanço social e tecnológico, uma vez que estimula a interação entre o cidadão e a Prefeitura, além de contribuir para a desburocratização. Assim, todas as partes envolvidas saem ganhando. Parabenizo a capital cearense por conta dessa visão."

As diretrizes de implantação do "Programa Fortaleza Digital" foram discutidas durante um encontro, que contou com a presença do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, secretários municipais e dirigentes da Red Hat. De acordo com o cronograma de execução, os primeiros serviços deverão estar disponíveis ainda no início do segundo semestre de 2019.

Por um Brasil mais Open Source!

Continua a discussão no nosso fórum, interaja com a comunidade e tire suas dúvidas.

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Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation

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domingo, 30 de junho de 2019

Quem chega ao mundo do Linux, sempre é apresentado a algumas opções para usar em seu PC, dentro dessas opções está o Fedora. Em resumo, o Fedora é uma versão comunitária do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) e apoiada pela própria Red Hat. Geralmente é no Fedora que recursos serão testados e usados no RHEL.

Novidades que estão chegando no Fedora 31 Workstation





Feito essa breve apresentação, vamos comentar das novidades que virão na versão 31 do Fedora Workstation, prevista para chegar no final de outubro deste ano (2019). Algumas novidades que estão chegando, envolve o Wayland, nova versão do Gnome, melhor suporte ao driver da NVIDIA, PipeWire, recursos e suporte expandidos do Flatpak e muito mais.

Primeiro vamos comentar sobre o Wayland, sucessor do Xorg, que segundo o dev do projeto, Christian Schaller, é que seja concluída a transição para o Wayland muito em breve e também removendo a dependência do X Windowing System, significando que o Gnome Shell não precisará rodar o tempo todo o  XWayland. Ele ainda comenta porque demorou tanto:

“Para aqueles que se perguntam por que isso levou tanto tempo, é bem simples; por 20 anos, os desenvolvedores poderiam assumir com segurança onde estamos rodando no atop do X. Então refatorar tudo o que é necessário para remover qualquer código que faça a suposição de que ele está rodando sobre o X.org tem sido um grande esforço. O trabalho é feito principalmente para o shell em si, mas existem alguns itens em relação ao daemon de Configuração do GNOME, onde precisamos expulsar a dependência do X.”

Ele acredita que nas versões 3.34 ou 3.36 do GNOME, a transição já estará concluída. Ainda complementou sobre o XWayland:

“Uma vez que o trabalho esteja concluído, server X (XWayland) só será iniciado se você realmente executar um aplicativo X e quando você fechar o aplicativo no servidor X será encerrado também. Outra mudança em que Hans de Goede está trabalhando no momento é permitir que os aplicativos X sejam executados como root no XWayland. Em geral, executar aplicativos de desktop como root não é considerado aconselhável do ponto de vista da segurança, mas como sempre funcionou com o X, achamos que ele também deveria continuar presente no XWayland. Isso deve corrigir alguns aplicativos “de fora”, que só funciona quando executado como root atualmente.”

Sobre o driver da NVIDIA trabalhar com o Wayland, vou deixar o comentário do dev, que já deve ser o bastante para a situação:

“Finalmente, há a pergunta de suporte ao driver binário da NVIDIA. Então você pode rodar uma sessão Wayland nativa em cima do driver binário e você teve esteve habilitado por muito tempo. Infelizmente, não houve suporte para o driver binário no XWayland e, portanto, os aplicativos X (que são muitos) não receberiam nenhum suporte para aceleração gráfica 3D via hardware. Adam Jackson trabalhou em deixar o XWaylands carregar o driver binário NVidia x.org e agora estamos aguardando que a NVIDIA revise esse trabalho e esperemos que seja capaz de atualizar seu driver para suportá-lo.”, resumindo, só depende da NVIDIA aprovar o trabalho feito pelos devs. Vamos torcer que aprovem o mais rápido possível.

O próximo a ser relatado, é o PipeWire, que para quem não conhece, é um projeto que “visa melhorar muito o manuseio de áudio e vídeo no Linux. O objetivo é oferecer suporte aos casos de uso atualmente controlados pelo PulseAudio e pelo Jack e, ao mesmo tempo, fornecer o mesmo nível de manipulação eficiente de entrada e saída de vídeo. Ele também introduz um modelo de segurança que facilita a interação com dispositivos de áudio e vídeo a partir de aplicativos em contêiner.’, segundo o site do projeto. Os devs do Fedora estão trabalhando para melhorar os principais recursos dele para que assim esteja pronto para substituir o Jack e o PulseAudio para essa finalidade.

Também foi falado sobre o Flatpak, que além das habituais correções de bugs e melhorias, agora estão focando em melhorar a infraestrutura para que se possa construir Flatpaks a partir dos pacotes RPM e assim automatizar o processo o máximo possível. Isso na visão do dev da Red Hat, é um pré-requisito para que eles comecem a enviar alguns aplicativos padrões via Flatpak e futuramente, enviar todos por padrão. 

Sobre o GNOME em si, muito provavelmente o Fedora 31 Workstation virá com a versão 3.34.

Para ler o post detalhado do dev da Red Hat, você pode acessar este link.

Nós diga aí nos comentários, o que você espera desta nova versão do Fedora.

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Red Hat apresenta soluções para expansão do Open Banking durante a CIAB 2019

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sábado, 15 de junho de 2019

A Red Hat, Inc. foi um dos destaques da CIAB 2019 com todo seu portfólio para o mercado financeiro. Durante o evento, que aconteceu de 11 a 13 de junho em São Paulo, a empresa apresentou as suas principais soluções com foco no open banking, modelo aberto e colaborativo no qual os dados bancários de clientes são compartilhados de forma segura, entre instituições financeiras e outras empresas através de interfaces de programação digital (APIs) para fornecer funcionalidades aprimoradas e criar novos serviços.

Red Hat apresenta soluções para expansão do Open Banking durante a CIAB 2019





O conceito de open banking está em alta no mercado brasileiro. O Banco Central, órgão regulador financeiro do país, avalia que o modelo irá favorecer o aumento da concorrência dentro do setor e a prestação de serviços mais baratos e de melhor qualidade para os clientes. Por isso, já afirmou que pretende definir apenas diretrizes básicas para a implantação do sistema. Ficará a cargo das próprias instituições a criação de normas mais detalhadas de funcionamento, através de uma autorregulação.

A base para a expansão do open banking está na tecnologia open source. O modelo é basicamente constituído de um conjunto de APIs (Application Programming Interfaces) que permitem o fluxo de dados entre aplicativos de maneira controlada. “Devido aos recentes avanços tecnológicos nas plataformas de Integração, Big Data e Analytics, especialmente em decorrência do movimento open source, as APIs estão recebendo mais atenção, sendo vistas como uma forma de melhorar e tornar mais segura a prestação de serviços financeiros, tanto para consumidores de varejo quanto para clientes corporativos”, explica Boris Kuszka, diretor de Arquitetura de Soluções da Red Hat Brasil.
Os benefícios do open banking são substanciais: experiência aprimorada do cliente, novos fluxos de receita e um modelo de serviço sustentável para mercados altamente competitivos. Além disso, utilizando as ferramentas open source, o modelo possibilita inovar mais rapidamente, minimizar a complexidade da TI e seus riscos. “Com o uso da tecnologia aberta, incluindo os APIs, containers e cloud híbrida, as instituições financeiras podem reduzir a fase de desenvolvimento de aplicações para horas, padronizar as plataformas próprias, economizar recursos e fazer os negócios crescerem”, afirma Kuszka.


Universo colaborativo


Algumas das possibilidades que o open source traz para o mercado serão discutidas durante um painel especial sobre colaboração pública entre empresas e indivíduos durante o CIAB 2019. No dia 13 de junho, Boris Kuszka, participou do painel que foi mediado por Cristiano Barbara Gomes, superintendente de Arquitetura Digital e Corporativa do Banco Santander.

O painel, que aconteceu no auditório F2 do Transamérica Expo Center, abordaram como o open source é desenvolvido de forma colaborativa entre empresas e indivíduos. O painel também teve como temas principais o desencadeamento de aumentos na capacidade de inovação, altas reduções de custos de computação, armazenamento e transmissão de informações. “O open source permite criar um diferencial com engajamento digital, além de otimizar o processo transacional e, assim, se destacar na economia de APIs”, afirma Boris Kuszka.

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Open Source contribui para solucionar desafios da agricultura

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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Há quem diga que o Open Source é um fracasso e empresas investem apenas em soluções proprietárias, parece que algumas pessoas não querem ver a realidade mundo a fora. Empresas comprometidas com o desenvolvimento de soluções de código aberto, como a Red Hat, incentivam e fomentam esse mercado que está em crescimento acelerado.

red-hat-open-source-agricultura-linux-tecnologia-pecuária

Durante a Red Hat Summit 2019, principal convenção mundial da companhia, a Red Hat apresentou diversas tecnologias de código aberto que visam inovar e aumentar a eficiência das fazendas e ajudar a melhorar a saúde pecuária, proporcionando benefícios aos consumidores.

O open source está mudando o mundo – não apenas impactando as tecnologias digitais, mas também a forma como trabalhamos juntos para solucionar alguns dos principais problemas atuais. Na Red Hat, entendemos há muito tempo o poder que a colaboração tem para produzir resultados incríveis. Nós prosperamos quando compartilhamos”, afirma Gilson Magalhães, Presidente da Red Hat Brasil.

Em diversas regiões do mundo pessoas estão se mobilizando e dando atenção ao open source. Graças aos esforços da cultura open a agricultura está conseguindo enfrentar problemas climáticos, o envelhecimento e encolhimento da população de agricultores. Com ferramentas que proporcionam tais mudanças. O open source não é empregado apenas em situações do cotidiano comum, mas também em food computers, sistemas hidropônicos e aquapônicos, sensores de solo artesanais e muito mais. Soluções que em primeiro momento não parecem causar impacto em nossas vidas, entretanto é a agricultura e pecuária que alimentam o mundo.

Se você acreditava que a Red Hat “apenas” trabalhava com servidores, incentiva distribuições Linux e projetos open source com foco em computadores, estava enganado. A Red Hat é líder mundial no fornecimento de soluções de software open source, e além da atuação em áreas de alto desempenho como: Cloud, Linux, middleware, armazenamento, virtualização, serviços de suporte e consultoria. A empresa investe maciçamente para desenvolver e criar tecnologias relevantes e inovadoras.

É interessante ver a atuação de projetos de código aberto em diferentes setores, e você o que acha disso? Acesse nosso fórum Diolinux Plus e continue esse assunto.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Red Hat leva software open source para outro nível

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quinta-feira, 9 de maio de 2019

A Red Hat, Inc. lançou nesta Terça-feira (7), o Red Hat Enterprise Linux 8 (RHEL 8) durante o Red Hat Summit 2019, principal convenção mundial da companhia que acontece em Boston, nos Estados Unidos. A novidade amplia o uso do Linux empresarial na cloud híbrida com maior ecossistema de software open source comercial da indústria.

Imagem: Reprodução






Construído para suportar qualquer aplicação, em qualquer ambiente, em qualquer lugar, o Red Hat Enterprise Linux 8 mantém o compromisso da Red Hat em gerar valor por meio de todo o stack de tecnologia empresarial, com o apoio de muitos líderes de TI. Desde o lançamento do Red Hat Enterprise Linux 7, em 2014, o ecossistema do Red Hat Enterprise Linux cresceu.

Centenas de fornecedores de software independentes (ISVs) agora entregam mais de 5 mil aplicações certificadas para o RHEL. 

“O Red Hat Enterprise Linux 8 fornece uma plataforma poderosa para ajudar empresas a abranger todas as estruturas de TI, desde servidores bare-metal até clouds públicas, mas para aproveitar completamente todas as estratégias de cloud híbrida, as organizações precisam de um stack de software abrangente. O amplo ecossistema de parceiros da Red Hat está cheio de soluções e conhecimentos necessários para que as empresas construam totalmente suas estratégias de cloud híbrida com toda aplicação e configuração de hardware testados e certificados para trabalhar efetivamente com a plataforma líder em Linux empresarial no mundo”, afirma Craig Muzilla, vice-presidente sênior de Principais Produtos e Serviços de Cloud da Red Hat.


Por meio do programa Red Hat Certified Cloud and Service Provider (CCSP), o Red Hat Enterprise Linux está disponível em uma ampla série de provedores de serviços de infraestrutura -- desde as maiores provedoras de cloud pública globais, como Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform e Microsoft Azure, até provedores de serviços gerenciados e de cloud, regionais e especializados. Mais de mil Red Hat CCSPs oferecem o Red Hat Enterprise Linux em suas infraestruturas de cloud pública, servindo como base para organizações adotarem estratégias nativas em cloud.

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Como instalar o utilitário HPLIP 3.19.3 para gerenciar Impressoras e Multifuncionais da HP no Linux

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Hoje em dia, muitas distros já instalam e gerenciam as impressoras, e uma das marcas mais populares é a HP. Por padrão a distros já trazem os drivers no Kernel Linux. Vale salientar também que a HP faz parte dos membros “Silver” da Linux Foundation, como noticiamos neste artigo.


 Como instalar o utilitário HPLIP 3.19.3 para gerenciar Impressoras e Multifuncionais da HP no Linux






O que muitos que chegam ao mundo Linux não sabem, é que existe um utilitário para gerenciar os produtos de impressão da HP, chamado de HPLIP.




Você não obrigatoriamente precisa utilizá-lo, visto que o aplicativo “Impressoras”, que provavelmente acompanha a sua distro e faz uso do CUPs pode dar conta do recado para a maior parte das coisas, porém, se quiser um “algo a mais” com as impressoras da empresa, o HPLIP é a sua opção.

Nesta nova versão do software, foi acrescentado o suporte para o Fedora 29(64-bit), Open Suse 15(64-bit),  Manjaro 18.0(64-bit), RHEL 7.6(64-bit), Debian 9.7(64-bit), LinuxMint 19.1(64-bit) e Ubuntu 18.10(64-bit). Para instalar ele, você tem algumas opções.

A primeira é buscar no gerenciador de pacotes da sua distro por “hplip”, e nesse caso a versão pode variar.. Por exemplo, no Ubuntu 19.04 ainda está na versão 3.19.1 e a versão nova não pode ser instalada corretamente (durante os testes para este artigo).

A segunda forma é baixar o .run do site da HP para a sua distro e instalar ele pelo terminal (que não é nenhuma “Guerra Infinita”).



Depois de baixar o .run, você precisa dar as devidas permissões. Salve na pasta que quiser, mas recomendo salvar em alguma que você tenha acesso fácil e com permissões de modificação, como a sua pasta home, ou a sua pasta de downloads 

Para dar permissão de execução ao instalador, basta fazer como na imagem abaixo. Clique com o botão direito sobre o arquivo, vá até “propriedades” e na aba de “permissões”, marque a caixa que permite a “execução como um programa”, conforme indicado.



Depois disto, abra um terminal na pasta onde está o arquivo .run que você baixo. Isso pode ser feito geralmente clicando com o botão direito em um espaço em branco na pasta e selecionando a opção “abrir em um terminal” no menu de contexto que aparecer, ou algo similar.

No terminal que se abrir, você deve digitar o seguinte comando: rodar o seguinte comando

./hplip-3.19.3.run

Aí é só esperar as instruções no terminal e segui-las.

Nesta nova versão, foi adicionado o suporte a esses novos modelos:

-HP OfficeJet Pro All-in-One 9010 
-HP OfficeJet Pro All-in-One 9020
-HP OfficeJet All-in-One 9010
-HP PageWide XL 4100 Printer
-HP PageWide XL 4100 MFP
-HP PageWide XL 4600 Printer
-HP PageWide XL 4600PS MFP
-HP Color LaserJet Managed MFP E77422a
-HP Color LaserJet Managed MFP E77422dv
-HP Color LaserJet Managed MFP E77422dn
-HP Color LaserJet Managed MFP E77428dn
-HP LaserJet MFP E72425a
-HP LaserJet MFP E72425dv
-HP LaserJet MFP E72425dn
-HP LaserJet MFP E72430dn
-HP LaserJet Managed MFP E62655dn
-HP LaserJet Managed MFP E62665hs
-HP LaserJet Managed Flow MFP E62665h
-HP LaserJet Managed Flow MFP E62675z
-HP LaserJet Managed Flow MFP E62665z
-HP LaserJet Managed E60155dn
-HP LaserJet Managed E60165dn
-HP LaserJet Managed E60175dn
-HP Color LaserJet Managed E65150dn
-HP Color LaserJet Managed E65160dn
-HP Color LaserJet Managed MFP E67650dh
-HP Color LaserJet Managed Flow MFP E67660z

Para efetuar o download do HPLIP 3.19.3 baixar clicar aqui ou aqui.

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Como containers, dockers, kubernetes e Openshift podem ajudar na escalabilidade das suas aplicações

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terça-feira, 30 de abril de 2019

Hoje em dia, as tecnologias de containers, como docker, kubernetes e OpenShift estão em alta para quem está imerso no universo de TI, como analistas de sistema, analistas de TI, analistas de redes e entre outros. Muitos já ouviram falar destes termos, mas ainda não tiveram a oportunidade de entender, de uma forma simples,  o que cada um faz e como funciona. Pensando nisso, Rafael Araújo, gerente Técnico de Contas da Red Hat Brasil, vai explicar “tin tin por tin tin” de cada tecnologia.


 Como containers, dockers, kubernetes e Openshift podem ajudar na escalabilidade das suas aplicações






Vamos começar pelos containers. Essa tecnologia permite que uma aplicação rode de forma encapsulada em locais nos quais o código, bibliotecas e todas as suas dependências são carregadas e executadas de forma independente.

Tecnologia de containers


Existem várias implementações de containers. A mais utilizada e conhecida é o docker, plataforma open source escrita em Go, uma linguagem de programação de alto desempenho, que facilita a criação e administração de ambientes isolados.

O docker possibilita o empacotamento de uma aplicação ou ambiente inteiro dentro de um container, tornando esses dados portáveis para qualquer outro host que contenha o docker instalado. Isso reduz drasticamente o tempo de deploy de infraestrutura ou até mesmo aplicação, pois não há necessidade de ajustes de ambiente para o correto funcionamento do serviço. O ambiente é sempre o mesmo: uma vez configurado, pode ser replicado quantas vezes forem necessárias.
Entre os principais elementos do docker, estão os containers, user-spaces segregados que permitem a execução de aplicações de forma isolada em um mesmo sistema operacional. As imagens, template (read-only) que contém todas as informações que o container irá carregar em sua execução como, por exemplo, o SO, as bibliotecas da aplicação e a própria aplicação. E ainda os registries, repositórios de imagens que podem ser públicos ou privados, e o dockerfile, um arquivo em texto com uma série de comandos necessários para a criação de uma imagem, seguindo uma estrutura pré-definida.

Gerenciamento dos containers


Conforme o ambiente de containers cresce e outras necessidades surgem como, por exemplo, alta disponibilidade, escalabilidade e segurança, a complexidade de administração aumenta. E aí entram ferramentas para orquestrar e gerenciar o ambiente de containers, como os kubernetes, uma solução open source que permite o deployment automático de containers docker, além de facilitar seu gerenciamento, oferecendo escalabilidade e adicionando inteligência ao ambiente de containers.


Kubernetes e Openshift


O kubernetes é uma ferramenta muito poderosa, mas para alguns pode parecer um pouco complicada de gerenciar, por ser administrada via linha de comando e arquivos de configuração. Mas, calma! Há sempre outra opção que, nesse caso, é o Openshift.



O Openshift é uma ferramenta de orquestração e gerenciamento de containers baseada no kubernetes, que facilita e adiciona ainda mais inteligência ao ambiente, permitindo colocar as aplicações para “rodar” sem muita complexidade.




Além disso, traz uma série de funções adicionais que o kubernetes por si só não oferece.
Todas essas ferramentas são fundamentais para contribuir com a orquestração dos containers, ajudando a escalar mais rapidamente suas aplicações. Encontre as que mais se encaixam com seu projeto e comece agora mesmo!

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Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Aos longínquos anos 90 e começo dos anos 2000, a Microsoft via o Open Source e o Linux como inimigos a serem “abatidos e eliminados”, de fato, em certa época Steve Ballmer, então CEO, chegou a falar que o Linux era um “câncer” para a MS. Anos depois a empresa mudou bastante neste sentido, especialmente à partir de 2016.


 Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux





Feito esse parênteses, hoje a Microsoft é mais próxima ao Open Source e do Linux, tanto que tem o Azure, o WSL e alguns apps portados para a plataforma, como o Skype e o Visual Studio Code. E quem sabe o navegador Edge e talvez o Microsoft Office 365, falaremos mais adiante.

Em referência ao #WorldPenguinDay (ao bicho mesmo), a conta de oficial da Microsoft que “cuida” da divulgação Open Source da empresa, fez um Tweet aproveitando a a oportunidade e “chamando” a comunidade a compartilhar quais projetos Open Source as pessoas mais gostavam:



Vários projetos foram mencionados, como o GNOME, KDE, Manjaro, Ubuntu, Pop!_OS, entre outros, como você pode ver na tread do Tweet acima.

Mas um comentário me chamou a atenção e a resposta a ele. O usuário Raywon Teja Kari, perguntou quando veríamos um porte do Microsoft Office 365 para Linux. E a conta da Microsoft respondeu, informando que ele deveria entrar no UserVoice do Office 365 e votar para isso, mais ou menos como aconteceu no caso da Adobe.



Se você quiser votar e ajudar a trazer o Microsoft Office 365 para o Linux, basta acessar aqui.

Um “ponto negativo”, pelo menos para mim, foi a ausência de empresas grandes do setor, como Canonical, IBM/Red Hat e a Suse (até o fechamento desta edição, elas não interagiram com o tweet, somente foram mencionadas)

Mas, tirando isso, acho muito importante essa guinada da Microsoft nesses últimos anos em apoiar o Linux e o OpenSource, isso mostra que o mesmo pode ser mais um aliado do que “um câncer a ser combatido”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum, aproveite e conte pra gente qual o seu projeto Open Source favorito e viva o pinguim!

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Red Hat Open Innovation Labs chega à América Latina

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

A digitalização do mundo está conectando cada vez mais pessoas, dados e dispositivos, possibilitando o surgimento de novas plataformas para inovar nos negócios. Diante desta transformação, a Red Hat Inc., anuncia a implantação do Red Hat Open Innovation Labs na América Latina. O objetivo da iniciativa é ajudar empresas a integrar equipes, metodologia e tecnologias para catalisar a inovação e solucionar desafios internos de forma acelerada.


Red Hat Open Innovation Labs chega à América Latina







O Red Hat Open Innovation Labs permite trabalhar de forma colaborativa em um ambiente de laboratório voltado para a residência com especialistas da Red Hat. Esta experiência de consultoria é projetada para ajudar as companhias a impulsionar a inovação e as iniciativas de desenvolvimento de software usando a tecnologia open source, além de métodos DevOps

“O Open Innovation Labs traz ferramentas que podem ajudar as organizações a ser bem-sucedidas em suas transformações digitais. Estamos oferecendo a possibilidade de inovar mais rápido à maneira open source”, afirma Alexandre Duarte, diretor sênior de Global Services da Red Hat.




Lançado nos Estados Unidos em 2016 , o Red Hat Open Innovation Labs permite que as residências sejam conduzidas em diversos locais, como o escritório da empresa ou em um “laboratório pop-up”, montado próximo de onde ela está localizada. O Open Innovation Labs pode apoiar os clientes para desenvolver e integrar aplicações usando microsserviços, implantá-las em containers e entregá-las usando metodologias DevOps em ambientes físicos, de cloud e mobile que podem escalar para cima ou para baixo, de acordo com a demanda.

“Por meio de experiências práticas e da imersão na cultura open, as equipes podem aprender metodologias ágeis e DevOps. Adotar a transformação a partir de uma perspectiva cultural deveria ser uma prioridade para as empresas. No fim do dia, tem a ver com as pessoas e seus comportamentos”, afirma Fabio Pereira, líder do Open Innovation Labs LATAM da Red Hat.

Para mais informações visite o Red Hat Open Innovation Labs.

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Linux não dá dinheiro? Confira as receitas da Red Hat

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terça-feira, 2 de abril de 2019

A Red Hat, anunciou seus resultados financeiros para o quarto trimestre do ano fiscal de 2019, encerrado em 28 de fevereiro de 2018. A receita total do trimestre foi de US$879 milhões, alta de 14% em dólares na comparação com o mesmo período do ano anterior, ou 17% em moeda constante. A receita de assinaturas para o trimestre foi de US$ 774 milhões, alta de 13% em dólares na comparação com o mesmo período do ano anterior, ou 16% medidos em moeda constante. A receita de assinaturas no trimestre foi 88% da receita total.

Linux não dá dinheiro? Confira as receitas da Red Hat







“As empresas continuam mudando para ambientes de cloud híbrida, o que está contribuindo para o forte crescimento nas tecnologias da Red Hat voltadas à cloud”, disse Jim Whitehurst, presidente e CEO da Red Hat.


A afirmação está em consonância com o cenário atual nos negócios. De acordo com uma pesquisa do Gartner, os serviços públicos globais deverão crescer mais de 17% em 2019 e representar um mercado de US$ 206,2 bilhões. Em todo portfólio, o número total de clientes com subscrições ativas que ultrapassam os US$ 5 milhões aumentou 33% ante o ano anterior no ano fiscal de 2019.

Outro fator essencial para este desempenho é o crescente número de clientes Ansible e OpenShift, que ultrapassou os 1.300 e 1.000, respectivamente, no fim do ano fiscal de 2019.

“No ano fiscal de 2019 nós continuamos a fortalecer nossas relações estratégicas com as empresas, o que ficou evidente devido ao contínuo crescimento em compromissos de tamanho considerável. Vimos um aumento de 17% em comparação anual no número de acordos superiores a US$1 milhão, apesar da base menor de grandes renovações no ano fiscal de 2019. Estes acordos incluíam a ampla adoção do portfólio de tecnologias da Red Hat, com aumento de até 22% nas vendas cruzadas ante o ano anterior”, disse Eric Shander, vice-presidente executivo e diretor financeiro.

“Além disso, nossa carteira de pedidos total foi de US$ 4,1 bilhões, um aumento de 22% em 
comparação anual. Este é o terceiro ano consecutivo em que a carteira de pedidos total 
aumentou em um ritmo de mais de 20% na comparação anual, o que reflete ainda mais o 
momento de progresso dos nossos negócios”, comenta.

LUCRO LÍQUIDO


O lucro líquido GAAP para o trimestre foi de US$ 139 milhões de dólares, ou lucro diluído por ação (EPS) de US$ 0,75, ante lucro líquido GAAP de US$ 12 milhões de dólares, ou lucro diluído por ação de US$0,07, no mesmo trimestre do ano passado. O trimestre do ano anterior registrou uma cobrança fiscal não recorrente de US$123 milhões relacionada à Lei de Cortes de Impostos e Empregos, que entrou em vigor em dezembro de 2017. Após ajuste de despesas de compensação não monetárias baseadas em ações, amortização de ativos intangíveis, custos de transação relacionados a combinações de negócios e despesa com juros não monetária relacionada a descontos da dívida, o lucro líquido não GAAP para o trimestre foi de US$ 214 milhões, ou lucro diluído por ação de US$ 1,16, ante US$168 milhões, ou lucro diluído por ação de US$0,92, no mesmo trimestre do ano anterior. A média ponderada diluída das ações em circulação não-GAAP exclui a diluição que acredita-se que será compensada por nossas transações de hedge de títulos conversíveis.

FLUXO DE CAIXA


O fluxo de caixa operacional foi de US$ 397 milhões no quarto trimestre, uma alta de 10% em comparação anual. O fluxo de caixa operacional inclui o impacto de nossa recente adoção do ASU 2016-15: Declaração dos Fluxos de Caixa (Tópico 230): Classificação de Certas Receitas e Pagamentos em Dinheiro, o que requer a porção de pagamentos de títulos conversíveis durante o quarto trimestre, que é atribuível ao desconto da dívida que será classificado como fluxo de caixa operacional. O fluxo de caixa operacional não-GAAP fornecido pelas operações, que exclui este impacto, foi de US$ 424 milhões, um aumento de 17% em na comparação com o mesmo período do ano anterior, comparado ao fluxo de caixa operacional não-GAAP. O caixa total, equivalentes de caixa e investimentos em 28 de fevereiro de 2019 foi de US$2,4 bilhões após recompra de aproximadamente US$413 milhões, ou cerca de 0,9 milhão de ações ordinárias no ano fiscal de 2019. O saldo remanescente da atual autorização de recompra de ações em 28 de fevereiro de 2019 foi de aproximadamente US$737,2 milhões.

RECEITA DIFERIDA

No fim do quarto trimestre, o balanço das receitas diferidas totais da empresa foi de US$4,1 bilhões, um crescimento de 22% na comparação anual. O impacto negativo na receita diferida total devido às mudanças nas taxas de câmbio foi de US$ 77 milhões em comparação anual. Em base de moeda corrente, a receita diferida total teria aumentado 18% na comparação com o ano anterior.
Continue a discussão sobre o tema do artigo lá no nosso fórum

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Depois de compra pela IBM, Red Hat Lucra mais de US$ 850 Mi em 2018

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

A Red Hat anunciou hoje seus resultados financeiros do terceiro trimestre do ano fiscal de 2018, encerrado no último dia 30 de novembro. A receita total do período foi de US$ 847 milhões, alta de 13% no comparativo anual, ou de 15% medidos em moeda constante. Nas assinaturas, a receita do trimestre foi de US$ 741 mi, alta de 13% na comparação anual, ou 15% em moeda constante.


 Depois de compra pela IBM, Red Hat Lucra mais de US$ 850 Mi em 2019





Dentro do trimestre, a receita das assinaturas representou 87% da receita total.O faturamento referente às ofertas relacionadas aos serviços de infraestrutura foi de US$ 534 milhões, alta de 8% em relação ao último ano, ou 9% em moeda constante. A receita do relacionada ao desenvolvimento de aplicações e outras tecnologias emergentes foi de US$207 mi, um aumento de 28% no comparativo com 2017, ou 30% em moeda constante.


“A adoção das tecnologias da Red Hat, que permitem que os clientes construam e implantem aplicações de forma mais segura e consistente em ambientes híbridos e multi-cloud, continuou a guiar nosso crescimento no terceiro trimestre,” declarou Jim Whitehurst, presidente e CEO da Red Hat. “Por exemplo, nosso programa de Certified Cloud and Service Providers (CCSP) alcançou a marca de US$ 300 milhões em taxa de execução anualizada, com crescimento de 25% do Red Hat Enterprise Linux sob demanda nas clouds públicas. Além disso, nós continuamos a observar forte crescimento de clientes no Red Hat OpenShift, nossa plataforma de Kubernetes empresarial e no Red Hat Ansible Automation, ambos os quais conquistaram mais de 100 clientes no terceiro trimestre.”

No terceiro trimestre, o lucro líquido GAAP foi de US$ 94 milhões, ou US$ 0,51 de lucro diluído por ação, comparado com o lucro líquido GAAP de US$ 102 milhões, ou US$ 0,55 de lucro por ação do ano anterior. Após ajustes de despesas de remuneração não-monetárias baseadas em ações, amortização de ativos intangíveis, transação de custos relacionados à combinação de negócios e gastos com juros não-monetários relacionados ao desconto da dívida, o lucro líquido não-GAAP para o trimestre foi de US$ 175 milhões, ou US$ 0,96 de lucro diluído por ação, em comparação com o lucro líquido de US$133 milhões, ou US$ 0,73 por ação, do mesmo trimestre do ano anterior. A média ponderada e diluída não-GAAP das ações em circulação exclui qualquer diluição que possa ser ofuscada por nossas transações de hedge com títulos de dívida conversíveis.

O lucro operacional GAAP para o trimestre foi de US$ 109 milhões, registrando queda de 8% na comparação anual. Após ajustes de despesas de remuneração não-monetárias baseadas em ações, amortização de ativos intangíveis e transação de custos relacionados à associação de negócios, o lucro operacional não-GAAP para o trimestre foi de US$ 203 milhões, alta de 13% em relação ao último ano. No terceiro trimestre, a margem operacional GAAP foi de 12,9% e a margem operacional ajustada não-GAAP foi de 24%. As referências não-GAAP desse balanço estão detalhadas abaixo.

“No terceiro trimestre, nós fechamos 100 acordos de mais de US$ 1 milhão e entregamos crescimento de receita de dois dígitos, somando 13% em comparação anual ou 15% em moeda constante e crescimento de receita diferida de 20% em comparação anual ou 23% em moeda constante, apesar da contínua volatilidade da taxa de câmbio. Além disso, nossa carteira de pedidos cresceu 22%, para aproximadamente US$ 3,5 bilhões”, disse Eric Shander, vice-presidente executivo e diretor financeiro da Red Hat.

“O forte ritmo de renovações de nossos principais contratos também ajudou a garantir estes resultados. Todos os nossos 25 maiores clientes renovaram, com uma taxa de vendas cruzadas acima de 120%.”

Caixa: O fluxo de caixa operacional GAAP e não-GAAP foi de U S$137 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 15% em comparação ao fluxo de caixa operacional GAAP do anoanterior. O fluxo de caixa operacional GAAP se ajusta ao impacto de nossa recente adoção do ASU 2016-15: Declaração de Fluxos de Caixa (Tópico 230): Classificação de Certas Receitas e Pagamentos em Dinheiro, que exige que a porção de repagamentos de títulos de dívida conversíveis durante o terceiro trimestre que é atribuível ao desconto da dívida seja classificado como fluxo de caixa operacional. O fluxo de Caixa GAAP e não-GAAP inclui aproximadamente US$ 23 milhões de despesas com combinações de negócios pagos no trimestre. O caixa total, equivalentes de caixa e investimentos em 30 de novembro de 2018 foi de US$ 2,2 bilhões após recompra de aproximadamente US$ 13 milhões, ou cerca de 0,1 milhão de ações ordinárias no terceiro trimestre. O saldo restante da atual autorização de recompra de ações em 30 de novembro foi de aproximadamente US$ 737 milhões.

Receita diferida: No fim do terceiro trimestre, o saldo total de receitas diferidas da companhia foi de US$ 2,5 bilhões, um aumento de 20% na comparação anual. O impacto negativo das mudanças na taxa de câmbio para a receita diferida total foi de US$ 53 milhões. Em base de moeda constante, a receita diferida total teria aumentado em 23% na comparação anual.
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Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A Red Hat, uma das principais fomentadoras da transformação digital, desenvolveu em parceria com a UNICEF (Organização das Nações Unidas) , o School Mapping, projeto que usa tecnologia para auxiliar governos a otimizar seus sistemas de educação.

 Como os softwares open source podem potencializar ações humanitárias






A iniciativa usará imagens de satélite de alta resolução e técnicas de deep learning para mapear escolas em todo o mundo. Os dados gerados ajudarão a identificar onde estão as lacunas e necessidades de informação e servirão como evidência para pedidos de conectividade, ajudando governos a otimizar seus sistemas de educação. Isso também permitirá que a UNICEF meça as vulnerabilidades, melhore a resposta a emergências e a resiliência contra desastres naturais e crises.

Usando várias tecnologias open source da Red Hat, incluindo o Red Hat OpenShift Container Platform e o Red Hat Ansible Automation, as equipes da Red Hat e da UNICEF Innovation colaboraram para permitir que cientistas de dados investigassem e explorassem conjuntos de dados que permitissem obter conhecimento para ajudar crianças em situações de emergência.

“Com o apoio da UNICEF criamos uma plataforma open source reutilizável para aplicar big data para o bem da sociedade. Também tivemos a satisfação de realizar melhorias no Magicbox, plataforma da organização voltada ao compartilhamento de dados entre entidades públicas e privadas. O sistema funciona como local de testes para a construção e lançamento de novas aplicações que podem ajudar a solucionar os problemas humanitários mais urgentes em relação às crianças”, explica Fábio Pereira, Head do Open Innovation Labs da Red Hat na América Latina.

Para saber mais detalhes de como foi o processo de desenvolvimento das ferramentas, assista a esta série de vídeos.
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Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Mark Shuttleworth fez uma postagem no blog do Ubuntu, comentando sobre a aquisição da Red Hat pela IBM e que isso é uma boa notícia para o Ubuntu.

 Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu






Como noticiamos semana passada, a Red Hat foi vendida para a IBM pela bagatela de 34 bilhões de dólares e assim se tornando a maior compra feita no mundo corporativo de tecnologia. E o dono da Canonical se pronunciou sobre o assunto

Na postagem, Mark parabenizou a Red hat pelo papel feito perante a implementação do Open Source como uma alternativa altamente viável do UNIX, assim tendo um papel fundamental neste movimento. Ainda complementou que “a aquisição é uma uma progressão significativa do open source para o quadro mainstream”. Mas não deixou de dar aquela alfinetada na Red Hat, visto que eram concorrentes nos segmentos de IoT, Cloud, Kubernetes, OpenStack, com as seguintes declarações:

“Nos últimos dois anos, muitos clientes proeminentes da Red Hat selecionaram o Ubuntu e contrataram a Canonical para criar uma infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas e importantes. Entre eles, contamos com os principais bancos, empresas de telecomunicações, governos, universidades, companhias aéreas, seguradoras, gigantes da tecnologia e conglomerados de mídia. Vários têm falado publicamente e com crescente confiança, de seu sucesso no Ubuntu.”

Se você quiser ler o post original de Mark, clique aqui.

Também debatemos o assunto no Diolinux Friday Show, onde colocamos as nossas ideias e como isso poderia impactar em outras empresas que oferecem Linux (como a Canonical e Suse) e também se o Fedora seria afetado.

Também é bom ver que a Canonical esteja atenta nos movimentos do mercado e se posicionando como uma força para em áreas bem lucrativas, como a “Cloud Public”, “OpenStack”, Governos, Universidades entre outras.

Mark Shuttleworth é um homem de negócios e aproveitou o momento para fazer um “jabá” da sua empresa, apresentando-a como uma solução para aqueles que não gostam da IBM e são clientes Red Hat. O que você achou das declarações?

Até a próxima!
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IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da história do software

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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Nesse fim de semana a comunidade open source e de tecnologia foram surpreendidas com a notícia bombásticas, com a venda da Red Hat para a IBM pela bagatela de US$34 BI. Só a efeito de comparação, o GitHub foi vendido por US$7,5 BI.

IBM compra Red Hat por US$34 BI, maior aquisição da historia do software








Depois de fortes rumores que surgiram na semana passada, eis que se concretizaram os boatos e a Red Hat foi vendida para a IBM, que pagou US$190 por ação da “empresa do chapéu vermelho”. Se nada atrapalhar e não ocorrer nenhum imprevisto, a compra será concluída no segundo semestre de 2019.
A Red Hat é uma empresa de tecnologia que oferece vários serviços dentre eles o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), que é pago, e o Fedora, que é gratuito e com o suporte vindo da comunidade. A empresa também vende soluções para virtualização, suporte e computação na nuvem.
Atualmente a IBM é a terceira maior empresa que fornece serviços em nuvem no mercado, ficando atrás somente da Microsoft e Amazon em termos de receita.
Red Hat hoje fornece um vasto leque de serviços para rivais da IBM, incluindo Google e Amazon, mas segundo a IBM querem “continuar construindo e aprimorando” essas parcerias daqui para frente.

Sobre a aquisição, CEO da Red Hat e o chefe da IBM deram as seguintes declarações:

A aquisição da Red Hat é uma mudança de jogo. Isso muda tudo no mercado de nuvem. A IBM se tornará a fornecedora número um do mundo de nuvem híbrida, oferecendo às empresas a única solução de nuvem aberta que irá liberar o valor total da nuvem para seus negócios.” diz Ginni Rometty, chefe da IBM.


“Unir forças com a IBM nos proporcionará um nível maior de escala, recursos e capacidades para acelerar o impacto do código aberto como base para a transformação digital e levar a Red Hat a um público ainda maior - preservando nossa única cultura e o compromisso inabalável da Red Hat. com a inovação de código aberto. Nós mal arranhamos a superfície da oportunidade que está à nossa frente. O código aberto é o futuro da TI corporativa. Acreditamos que nosso mercado total será de US $ 73 bilhões até 2021. Se o mundo está consumindo software - e com a transformação digital ocorrendo em todos os setores, e realmente está - o código aberto é o ingrediente-chave.” disse Jim Whitehurst, CEO da Red Hat.


Como não poderia faltar, como já aconteceu na venda do GitHub para a Microsoft, tem um pessoal de dentro da comunidade com certo ar de desconfiança e achando que a IBM pode estar tramando algo para prejudicar ou até mesmo acabar com o projeto Fedora. Mas também tem pessoas achando isso muito benéfico e ainda torcendo que de muito certo essa parceria, pois isso seria mais investimentos (money) para o Fedora.

A opinião do autor (Ricardo)

Creio eu que isso é movimento sem volta e só tende a crescer e até ter mais aquisições em um futuro próximo, como por exemplo a Google podendo comprar a Canonical e assim “explodir” o Linux para desktops, usando o Ubuntu como carro chefe e assim aumentando a aceitação da população em geral (já acertei sobre os games em Linux, não custa nada tentar nós desktops rsrs).

A opinião do autor (Dionatan)

A grande questão é que a Red Hat é uma das principais empresas a terem “carregado” o Linux em épocas vindouras, assim como softwares Open Source, é uma empresa apaixonada pelo tipo de mensagem que passa, a preocupação da comunidade é compreensível, no entanto, geralmente quando uma grande empresa compra a outra, existem dois objetivos, para simplificar, usar a tecnologia desenvolvida para essa empresa para ganhar mais qualidade em seus serviços e continuar lucrando e expandindo. 

A Red Hat já tem uma grande cartela de clientes que confiam em seus serviços, algo que foi conquistado ao longo de anos e anos de empenho e bom serviço prestado, a IBM, agora dona da empresa, só tem a ganhar com a expansão da marca Red Hat. Como comentei no Twitter em resposta ao meu amigo Alfredo Heiss, da AMD, ainda é cedo para dizer o que ocorrerá, mas não é como se pudéssemos interferir também, então nos resta aguardar e torcer.

Eu achei importante colher algumas opiniões sobre pessoas que podem fazer mais do que especular, ou pelo menos, especular com maior propriedade, então falei com alguns amigos meus que trabalham na Red Hat para colher as suas opiniões sobre o assunto:

"Nós só sabemos o que todo mundo sabe, a informação que temos se resume ao que foi publicado nas mídias oficiais da Red Hat

Em uma opinião estritamente pessoal e individual, eu estou otimista, a cultura e os valores da Red Hat são fortes e a perspectiva é de levar um pouco dessa cultura para dentro da IBM! E além disso o panorama de liderança em Cloud é bastante positivo.
#RedWillStayRed!", comenta Bruno Rocha - Quality Engineer - Red Hat.

Outra pessoa importante a ser ouvida neste momento é o saudosista Jon “Maddog” Hall, (fan fact: Já pude sentar ao lado dele em uma viagem de avião, o cara é o “Papai Noel do Open Source”, muito gente boa!), ele escreveu um belo texto sobre assunto na “Linux PRO Magazine”, especialmente para os mais alarmistas, vale a pena ler.

A Red Hat nunca me pareceu uma empresa que deixaria ser comprada sem assegurar que os valores do Open Source que eles tanto cultivam fossem respeitados, no fim, quem viver verá! A fusão completa ainda deve demorar muito tempo. Para quem quiser ver a nota oficial da IBM, segue o link.,

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa compra e se ela vai ser benéfica ou não para o Red Hat e Fedora.

Até a próxima e um forte abraço.
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