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Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu e no Linux Mint

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sábado, 31 de agosto de 2019

Recentemente eu pude utilizar o excelente Ubiquiti Unifi nanoHD, um dos melhores "roteadores" do mercado, excelente para pequenas e médias empresas, ou mesmo uso domiciliar.

Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu













Ao contrário de outros modelos comuns ou domésticos, o Unifi nanoHD não possui uma interface própria para configuração diretamente no dispositivo, ele tem um software em específico para essa finalidade.

Como fazer a instalação no Unifi Controller no Ubuntu e derivados


A Ubiquiti lançou um script para utilização e automatização do processo de instalação da ferramenta, hoje vamos ver como fazemos a instalação dessa tool excelente para profissionais.

O Script tem suporte para as seguintes distribuições, inclusive, algumas não diretamente derivadas no Ubuntu:

- Ubuntu Precise Pangolin ( 12.04 )  
- Ubuntu Trusty Tahr ( 14.04 )
- Ubuntu Xenial Xerus ( 16.04 )
- Ubuntu Bionic Beaver ( 18.04 )
- Ubuntu Cosmic Cuttlefish ( 18.10 )
- Ubuntu Disco Dingo ( 19.04 )
- Ubuntu Eoan Ermine  ( 19.10 )
- Debian Jessie ( 8 )
- Debian Stretch ( 9 )
- Debian Buster ( 10 )
- Debian Bullseye ( 11 )
- Linux Mint 13 ( Maya )
- Linux Mint 17 ( Qiana | Rebecca | Rafaela | Rosa )
- Linux Mint 18 ( Sarah | Serena | Sonya | Sylvia )
- Linux Mint 19 ( Tara | Tessa )
- MX Linux 18 ( Continuum )

Abra o seu terminal, copie e cole os seguintes comandos:
sudo apt-get update; sudo apt-get install ca-certificates wget -y
sudo wget https://get.glennr.nl/unifi/install/unifi-5.11.39.sh
sudo chmod +x unifi-5.11.39.sh
sudo ./unifi-5.11.39.sh
O software pode receber atualizações com o tempo, então, é interessante consultar esta página para ter atualizações.

Instalação finalizada


Uma vez instalada a ferramenta, o terminal irá te mostrar o IP que você deve acessar à partir de um navegador para ter acesso ao software. Observe que o IP provavelmente será diferente, então, use o valor que o terminal informar e use a porta 8443.

Se quiser consultar o seu IP novamente, use o comando:
ip addr show
Teremos um vídeo no canal Diolinux na próxima semana sobre este aparelho, se você ainda não segue a gente por lá, se inscreva e ative as notificações para não perder mais do nosso conteúdo.

Quer tirar dúvidas sobre redes de computadores em ambientes empresariais? Acesse o nosso fórum, temos uma categoria dedicada para isso.

Até a próxima!

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O que é um Proxy? Para que ele serve? - Servidores Linux

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Servidores Linux podem ser usados para diversas finalidades (não só Linux, obviamente), uma delas é o famoso Proxy, porém, apesar do nome ser popular, muita gente não entende realmente do que se trata.

Proxy Server






O meu primeiro contato com Proxy provavelmente foi em um curso Técnico em Informática, onde o Campus usava Proxy para filtrar quais sites os alunos poderiam acessar, uma condição realmente comum para esse tipo de tecnologia. Vamos juntos entender melhor do que se trata um Proxy.


Exemplos de aplicação de Proxy


Tudo depende do que você quer fazer, mas vamos imaginar que você quer que toda a rede local esteja submetida a regras específicas, como por exemplo, evitar que as pessoas acessem um determinado site, ou certos conteúdos, que e algo relativamente comum em empresas e escolas, ou você quer que para um usuário acessar a internet ele tenha que se autenticar, tornando mais fácil monitorar o seu comportamento, além de impor algumas restrições também. Tudo isso pode ser feito com um servidor proxy.

Os proxies podem ser usados para finalidades diferentes, por exemplo, você pode ter um web proxy, capaz de filtrar palavras chave ou URLs específicas, impedindo o acesso a sites e arquivos, podendo inclusive redirecionar o usuário para alguma outra página pré-definida pelo administrador.

Um proxy também pode funcionar como cache para a internet. Se existem situações onde as pessoas acessam muitas vezes a mesma página, quando o cliente faz a requisição de um determinado site no servidor proxy, ele pode verificar em seu cache se a página já existe ali e entregar ela mais rapidamente para o cliente, ou então, caso não exista, ele pode buscar a informação no site e entregar para o cliente, armazenando essa informação cache para que numa consulta futura ele possa entregar essa mesma página de um arquivo local de forma mais eficiente.

Existe também o chamado Proxy transparente. Nós mencionamos esse tipo de proxy no vídeo sobre a rede Tor, quando questionamos a possibilidade de passar todo o tráfego de uma rede pela Onion. 

Um transparent proxy pode ser usado como forma silenciosa de interceptação, apenas agindo quando algo específico acontecer, como o acesso a algum site ou algo do tipo, ele também pode ser usado para pura análise do comportamento do usuário ou de um serviço que o computador esteja rodando.

Um servidor proxy também pode esconder o IP de um usuário, já que o cliente requisita um site para o proxy e o proxy requisita para o ISP, entretanto, existem formas de identificar esse IP real, não tornando este um método 100% eficaz para essa finalidade, sem falar que geralmente não existe criptografia.

Proxies também podem ser usados para separar acesso a recursos dentro de uma rede, permitindo que a diretoria de uma empresa tenha acesso a servidores que o restante da empresa não tem, por exemplo. Um dos proxies mais famosos é o Squid, muito popular no mundo Linux.

Tem dúvidas sobre redes ou Proxy espeficamente? Você pode tirar as suas dúvidas no nosso fórum, o Diolinux Plus.

Até a próxima!
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Transferência de arquivos no Linux com o Teleport

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sábado, 29 de junho de 2019

Em alguns momentos, é necessário transferir arquivos entre os computadores. Existem diversas formas para isso, entretanto, há momentos que valorizamos pela praticidade, evitando configurações. Resumindo: só queremos transferir um arquivo para outro computador na rede local (😋😋😋).

teleport-envio-transferir-wifi-arquivo-rede-local-linux-flarpak-flathub-snap-snapcraft-ubuntu-mint

O Teleport é uma aplicação voltada para essa situação em específico, ele não conta com diversos ajustes ou configurações de usuário e privacidade. A ideia por trás do software possui uma única premissa, transferir arquivos sem mais complicações (teleportando “literalmente” 😁😁😁).

Entendendo o funcionamento do programa


Como abordado anteriormente, o Teleporte visa ser simples e direto. Ao iniciar o programa, uma tela indicando o nome do seu computador e logo abaixo a possibilidade de escolher entre as máquinas conectadas em sua rede local (que também estejam executando o Teleport).

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Poucas coisas podem ser configuradas no Teleport, como o nome do seu device.

teleport-envio-transferir-wifi-arquivo-rede-local-linux-flarpak-flathub-snap-snapcraft-ubuntu-mint

No menu “hambúrguer” existirá a possibilidade de escolher o local onde os arquivos enviados por outros computadores serão armazenados. Por padrão é o diretório “Downloads”, acabei mudando para outro.

teleport-envio-transferir-wifi-arquivo-rede-local-linux-flarpak-flathub-snap-snapcraft-ubuntu-mint

Para enviar um arquivo é bem fácil. Escolha uma máquina em sua rede local, também executando o app Teleport. Clique em “Send File”, selecione o arquivo e aguarde a transferência. Ao menos quando testei nenhuma mensagem de progresso foi apresentada, esse detalhe é muito importante e não existe.

teleport-envio-transferir-wifi-arquivo-rede-local-linux-flarpak-flathub-snap-snapcraft-ubuntu-mint

Para efetivar a transferência a outra máquina terá que aceitar o envio, clicando em “Save” ou recusando em “Decline”.

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Instalando o Teleport em sua distro Linux


Você pode verificar se a aplicação existe nos repositórios de sua distribuição, no caso do Linux Mint o Teleport pode ser instalado por sua loja de aplicativos. O programa é distribuído via Flatpak, caso não tenha ele configurado acesse essa postagem. A loja do Ubuntu possui a capacidade de integração com os Flatpaks, habilite esse recurso e instale o Teleport graficamente (assim como o Linux Mint).

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Outra forma de adquirir o Teleport é via Snap, no caso do Ubuntu basta pesquisar normalmente na loja. Linux Mint e outras distribuições precisam ter configurado o Snap. Segue o link do post com o passo-a-passo.

Para os amantes do terminal, irei demonstrar via Flatpak e logo em seguida via Snap.

Instalando o Teleport Flatpak via terminal


Adicione o repositório do Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Teleport:

flatpak install flathub com.frac_tion.teleport

Esse comando lhe permite executar o Teleport via terminal, não vejo muita necessidade, pois ele aparecerá junto a suas aplicações:

flatpak run com.frac_tion.teleport

A remoção é através deste comando:

flatpak uninstall com.frac_tion.teleport/x86_64/stable

Instalando o Teleport Snap via terminal


Adicione a versão Snap em seu sistema com o comando:

sudo snap install teleport --edge

Sua execução pode ser com tal comando:

snap run teleport

Para remover:

sudo snap remove teleport

Fica claro que a intenção do Teleport é ser simples, no entanto, essa simplicidade peca em alguns casos. Por exemplo, não é possível enviar arquivos em lotes ou diretórios, limitando-se apenas a arquivos únicos. Essa característica pode ser contornada compactando os arquivos em um só, mas isso pode acabar com a praticidade e proposta de ser algo rápido. Outro ponto que me deixou confuso, foi a ausência de uma barra de progresso evidenciando o fim da transferência do arquivo. Notei que arquivos com espaços em seus nomes recebem uma “singela alteração em sua nomenclatura”. O Teleport é software livre e caso queira reportar bugs ou solicitar novos recursos, acesse o Gitlab do projeto.

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Sua intenção é transferir rapidamente um pequeno arquivo de uma máquina para outra na rede loca? Caso tenha respondido sim, o app é perfeito para sua utilização. Agora se pensa em compartilhar lotes em massa via rede, o Teleport não foi feito para você.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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3 comandos Linux para você trabalhar com interfaces de rede

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quinta-feira, 15 de março de 2018

Eu geralmente não posto dicas envolvendo terminal aqui no Diolinux, mas acho que é muito válido que você aprenda alguns truques "mais avançados" do Linux para poder usar no dia a dia, se quiser, é claro. Tudo o que eu vou mostrar aqui pode ser feito via interface gráfica também, mas como o tema de hoje é "terminal", é por ele que vamos explorar.

Comandos de rede no Linux






Os comandos que eu vou te ensinar agora podem ser utilizados em qualquer distribuição Linux, no entanto, no tutorial em vou utilizar o Linux Mint, que funciona da mesma forma que o Ubuntu. Os comandos fazem parte de um pacote chamado net-tools, de modo que se algum deles não for reconhecido, pode ser que o pacote esteja faltando no seu sistema, cabendo a você instalá-lo.

Em derivados do Debian e Ubuntu (como o Linux Mint por exemplo) basta instalar usando o APT:
$ sudo apt install net-tools
ou como Root:
# apt install net-tools

1 - Vamos começar com algo simples, ver as suas conexões de rede com informações como o seu IP (endereço de brodcast, mac, etc.).


Existem várias formas de fazer isso,  algumas das opções são:
ifconfig
 ip addr show
hostname -I 
As várias formas de ver o seu IP no Linux

2 - Habilitar e desabilitar interfaces de rede


Para fazer isso você precisa primeiro conhecer o nome das suas interfaces de rede, o comando ifconfig mencionado antes funciona muito bem para isso. Inclusive, vamos usar várias vezes o ifconfig aqui, então para desabilitar ou habilitar uma interface de rede, você simplesmente pode fazer isso:
sudo ifconfig nome_da_interface up ou down
Por exemplo:
sudo ifconfig enp35s0 down
Para desabilitar a interface e:
sudo ifconfig enp35s0 up
Para fazê-la "subir" novamente.

Existe uma variação mais simples deste comando para que você precise digitar menos:
sudo ifdown nome_da_interface
ou:
sudo ifup nome_da_interface

3 - Como definir um IP fixo para uma interface de rede


Se você está aí "brincando" de montar um servidor, é bem provável que você queira ter um IP fixo nele, para fazer isso via linha de comando você pode fazer assim:
sudo ifconfig nome_da_interface 0.0.0.0
No exemplo ficaria:
sudo ifconfig enp35s0 192.168.0.60
Aproveitando o embalo você pode querer também colocar uma máscara de sub-rede, um endereço de broadcast, talvez um valor de MTU personalizado, certo?

Isso é bem fácil de fazer e a lógica é praticamente a mesma.

Para a máscara:
sudo ifconfig nome_da_interface netmask valor_da_máscara
Por exemplo:
sudo ifconfig  enp35s0 netmask 255.255.255.0
Para configurar o endereço de Broadcast:
sudo ifconfig nome_da_interface broadcast 0.0.0.0
Por exemplo:
sudo ifconfig enp35s0 broadcast 192.168.0.255
Para definir o valor de MTU:
sudo ifconfig nome_da_interface mtu valor
Por exemplo:
sudo ifconfig enp35s0 mtu 1500
E claro, se você já é ligado em como o terminal funciona deve ter percebido que dá para configurar tudo isso de uma vez só, seguindo o exemplo:
sudo ifconfig enp35s0 192.168.0.60 netmask 255.255.255.0 broadcast 192.168.0.255 mtu 1500

Concluindo


Apesar de eu ter prometido 3 comandos, no fim das contas você aprendeu muito mais do que isso, não é verdade? Acho que isso não é um problema, certo? :D

Saiba que existem muitos outros utilitários além do ifconfig para que você possa trabalhar com as suas interfaces de rede e colher informações também.

Separei para você aqui uma oferta especial dos nossos parceiros da Udemy em um curso bem em conta para você estudar sobre servidores Ubuntu, onde são abordadas configurações de placas de rede e muitas outras coisas, como Firewall, proxy, entre outros, clique aqui e conheça.

Até a próxima!
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Erro ao compartilhar pastas no Linux Mint Cinnamon? Veja como corrigir.

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Eu tenho o hábito de compartilhar pastas em rede para levar pequenos arquivos de forma simples de um computador para outro. O processo em todas as distribuições é o mesmo praticamente, mudando pequenos detalhes, mas o Linux Mint me deu uma dor de cabeça um pouco maior.

Linux Mint com pastas compartilhadas




Eu tenho usado o Linux Mint no meu computador de trabalho nos últimos meses, tudo funciona muito bem, tudo muito estável e funcional, mas acabei esbarrando em um bug atípico no sistema, já que em todos os outros que testei é a primeira vez que este tipo de coisa gera problema.

Compartilhamento de pastas do Linux Mint Cinnamon

Como você ver, ao tentar compartilhar uma pasta em rede aparece este erro. Felizmente a correção é muito simples.

No Ubuntu quando você vai tentar compartilhar uma pasta o sistema avisa que faltam determinados pacotes do samba e te permite uma instalação a partir de um clique para funcionar, no Linux Mint isto não acontece, no entanto basta rodar este comano no terminal para corrigir o problema:
sudo apt install samba --install-recommends
Depois de instalar este comando, você pode tentar compartilhar a pasta da mesma forma e tudo deverá funcionar perfeitamente. É algo que deve ser corrigido no sistema ao longo do tempo.

Linux Mint compartilhamento

Como você pode ver, o ícone de compartilhamento apareceu na pasta normalmente depois da instalação do pacote que fizemos.

Se você tem dúvidas de como funciona o compartilhamento de pastas em uma rede doméstica no Ubuntu/Linux Mint ou qualquer outra distribuição e interface, confira o vídeo abaixo onde eu te explico como você pode fazer este tipo de coisa de forma simples:



Até a próxima!
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Como mapear uma unidade de rede no Ubuntu

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Existe uma forma simples de você salvar as unidades de rede que você acessar no Ubuntu para que você possa acessar posteriormente de forma fácil, assim como você faz no Windows.

Como mapear unidades de rede no Ubuntu



Se você trabalha e alguma empresa onde é necessário acessar vários arquivos em rede de forma constante, ficar acessando o servidor através do gerenciador de arquivos e digitando o IP pode ser algo improdutivo, não somente na empresa, mas até mesmo em casa, caso exista uma situação deste tipo.

Como mapear uma unidade de rede para acessar rapidamente no Ubuntu?


Abra o gerenciador de arquivos e clique em conectar ao servidor:

Nautilus Conectar a um servidor

Digite o endereço de IP do servidor que você quer acessar:

Conecte ao servidor

Dica: Para acessar um compartilhamento, mesmo em rede Windows no Ubuntu, digite "smb://" seguido do IP.

Se você não souber o IP do computador que você que acessar, use a opção "Rede" para navegar pela rede disponível e encontrar o servidor que você deseja.

Navegar em rede

Depois de acessar o servidor que você deseja normalmente, basta você adicionar um marcador com ele, assim você vai conseguir acessar facilmente. Existem duas formas de fazer isso:

1 - Clique com o botão direito sobre a conexão que apareceu do lado esquerdo do gerenciador de arquivos e clique em "adicionar marcador."

Mapeando unidade de rede

2 - A outra forma é usar o menu "Marcadores" e "Marcar este local", assim a unidade de rede fica sempre salva e pronta para ser acessada do lado esquerdo do seu gerenciador de arquivos:

Unidade de rede mapeada Ubuntu

Mapeando Unidade de Rede


Assim fica muto fácil de você acessar as unidades de rede dois, bacana, não é? Praticamente qualquer interface gráfica do Linux tem essa capacidade, basta seguir a mesma lógica.

Até a próxima!
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Configurando resolução de nomes em rede no Ubuntu 16.04 LTS

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Vamos aprender hoje a acessar máquinas em rede no Ubuntu através do nome do computador ao invés de usar o seu endereço IP, esta dica foi enviada pelo nosso leitor Marcelo "Elppans", confira.

Resolução de Nomes no Ubuntu



O texto a seguir foi enviado pelo nosso leitor e não representa necessariamente a nossa opinião sobre o assunto, porém, sempre que possível e quanto o conteúdo é interessante, nós tentamos dar este espaço para nossa comunidade compartilhar também seu conhecimento, se você quiser fazer como o Marcelo nos mande um e-mail com o seu artigo, você pode saber mais sobre o assunto aqui.

That's not my name!


"Olá Dio, blz???

O Ubuntu é um sistema bom e fácil de usar e configurar e até mesmo a configuração do compartilhamento é ligeiramente fácil, até mais do que no Windows. Porém, infelizmente o aplicativo samba não vem instalado por padrão tendo que instalar o aplicativo e, felizmente como mostra neste vídeo, é bem fácil instalar e configurar ao mesmo tempo o compartilhamento:


Mas há um detalhe que me intriga, assim como mostra no vídeo é necessário acessar o compartilhamento da outra máquina via endereçamento digitando diretamente o IP da outra máquina, por exemplo: smb://192.168.X.X (o X é a substituição de Nºs).

Mas porque isto acontece? Até o Ubuntu 15.10 mesmo instalando o samba o sistema não tinha suporte para "resolver nomes" e então só dava para fazer acesso via IP mesmo.

Resolver nomes no samba é ter suporte para usar o DNS (Domain Name Service) que é associar o Nº de IP ao hostname das outras máquinas na rede.

Até o Ubuntu 15.10 era necessário fazer uma pequena configuração mais elaborada, como mostro nesta minha outra "dica" no Viva o Linux.

Mas a partir do Ubuntu 16.04, assim que é instalado o compartilhamento samba já é suportado a resolução de nomes, ao menos via gerenciador de arquivos. Para poder mostrar, instalei o Windows 7 e ativei o compartilhamento do mesmo via Máquina Virtual com o nome "Seven" (é... não tenho muita imaginação para nomes):

Resolução de nomes Ubuntu 16.04

Via Nautilus note na barra de endereços que acessei o compartilhamento do Windows via "nome" e não "IP":

Resolução de nomes Ubuntu


Entrei em modo edição na barra de endereços para mostrar melhor, eu acessei a pasta "Public" em "users" na máquina com o nome "Seven":

Resolução de nomes Ubuntu 16.04

Para a maioria dos usuários até aí já está bem fácil e funcional e não precisa de mais nada, porém há quem precise por algum motivo do suporte para resolução de nomes também via Terminal. Eu mesmo trabalho com servidores e preciso deste tipo de comunicação além da comunicação direta via IP.

Mas ao fazer um teste de ping para ver se a comunicação funciona entre as duas máquinas via resolução de nomes, nota-se que não dá certo:

Resolução de nomes ubuntu 16.04

Mas há uma forma de resolver e é bem simples, logo após atualizar os repositórios simplesmente instale o pacote "libnss-winbind". Com isso também é instalado o pacote winbind:
sudo apt-get install libnss-winbind
Configuração resolução de nomes ubuntu 16.04

Agora edite como super usuário o arquivo "/etc/nsswitch.conf", pode usar qualquer editor e aonde está a linha:

hosts: files mdns4_minimal [NOTFOUND=return] dns

Adicione as opções wins e mdns4, para ficar desta forma:

hosts: files mdns4_minimal [NOTFOUND=return] wins dns mdns4
Salve e saia do arquivo, só falta agora ativar o suporte ao winbind, para isto edite o arquivo como super usuário, o "/etc/samba/smb.conf" e procure pela linha onde está:

# wins support = no


Descomente e troque "no" por "yes" (sem as aspas) para ficar desta forma:

wins support = yes


Salve e saia do arquivo. Para fazer o efeito, restarte os 2 serviços do samba para que não precise reiniciar o sistema:

sudo service nmbd restart
sudo service smbd restart


Agora ao pingar para o nome da máquina que está na rede para testar novamente, a mágica acontece e comunica como o esperado:

Resolução de nomes no Ubuntu

Veja o meu comando com nmap (é preciso instalar o mesmo para usar), consigo ver até mesmo informações triviais do sistema em teste usando o nome em vez do IP:

Resolução de nomes no Ubuntu 16.04 LTS no Terminal

Com esta configuração podemos fazer alguns trabalhos e outras coisas alternando entre o IP e o nome da máquina normalmente, apesar do tutorial ter ficado comprido é bem fácil, é que eu meio que especifiquei um pouco demais.

Espero que tenha ficado bom ou quase lá...

Bom, é isso...
Até a próxima!!! o/"

Nota do blog


Gostaríamos de agradecer a participação do nosso leitor, se você quiser fazer como ele, mande-nos um e-mail com a sua dica.

Até a próxima!
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7 imagens inspiradoras do antes e depois do cabeamento estruturado

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A deliciosa arte da organização vai marcar presença neste post. Cabeamento estruturado não é só organização, é arte também, o problema é quando o "carinha da T.I." não é, digamos assim, "muito artista" e aí sobra pra você a árdua atividade de pôr ordem nada casa. Quando isso acontecer, mantenha a calma, entorne o seu café e inspire-se nestas imagens, nem tudo está perdido.

Cabeamento estruturado



Se você já teve que fazer isso deve saber o trabalhão que dá para colocar tudo em ordem, mas depois de conseguir organizar, mapear, etiquetar, anotar, etc, etc, o mais prazeroso ainda é ver a simetria que fica.

1 - Acho que alguém merece aumento por aqui...

Cabeamento Estruturado

2 - Efeito cascata é o que temos aqui meus amigos

Cabeamento Estruturado

3 - Temos uma lenda aqui senhoras e senhores


Cabeamento Estruturado

4 - Tem a mesma quantidade de fios?


5 - Fiquei pensando na legenda mas não consegui, como diria o Dean Winchester: "Awesome!"


6 - E agora tá sobrado espaço!

Cabeamento Estruturado

7 - Tragam um Oscar para este ser.

Cabeamento Estruturado

É difícil ver imagens como estas e não ficar assim:


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HORNET, a nova rede no estilo Tor super rápida

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sábado, 25 de julho de 2015

 Com o crescimento do uso da Deep Web (que utilizado dados encriptados), a velocidade de navegação vem se tornando bem lenta. Surge então uma nova rede Tor. Acompanhem aqui no Diolinux.


HORNET, a nova rede no estilo Tor super rápida.


Existe uma fonte muito grande sobre o Tor aqui no Diolinux, desde instalação à utilição como também sobre a Deep Web.  Caso ainda não sabe do que se trata, confira os links a seguir:

Devido ao uso massivo do Tor (The Onion Router: O Roteador Cebola) para acessar a Deep Web, a internet vem se tornando cada vez mais lenta. O Tor hoje possui mais de dois milhões de usuários que o utilizam, reduzindo assim o desempenho da internet. Não é o fato da Deep Web que a torna lenta, e sim o fato de que o Tor criptografa os dados dos usuários que navegam através dele. Consequentemente, a navegação já se torna mais lenta (que já utilizou o Tor sabe disso); agora, imagina isso em massa.

Daí surgem cinco pesquisadores (Chen Chen da Carnegie Mellon University, David Barrera, Enrico Asoni, Adrian Perrig do Institudo Federal de Tecnologia de Zurich, e George Danezis da Universidaty College de Londres) que desenvolveram uma nova rede anonima no estilo Tor chamada HORNET (High-Speed Onion Routing at Network Layer: Roteador Cebola de Alta Velocidade na Camada de Rede).

HORNET é mais resistente a ataques e entrega os node speeds mais rápido. A equipe de pesquisadores escreve que “diferente de outras implementações de roteadores cebola, roteadores HORNET não mantem estado por fluxo (per-flow state) ou desempenha operações computacionais custosas para dados de forwarding, permitindo que o sistema escale enquanto novos clientes são adicionados.”

A arquitetura tanto do Tor quanto do HORNET é basicamente a mesma (roteador cebola), porém para alcançar tal velocidade acima do Tor, HORNET não criptografa os dados com frequência; ao invés disso, ele criptografa somente as coisas pessoais. O HORNET cria um conjunto de chaves criptografadas contendo as informações de rota (status de conexão) no seu sistema. Desta forma os nodes não precisam construir as informações todas vez.

Vale a pena mencionar que o HORNET ainda não foi testado em larga escala, somente pelos cinso pesquisadores. Então, revisão precisam ser feitas para que haja adoção.

A documentação dos pesquisadores podem ser conferidas logo abaixo:

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Como transformar a sua placa Wi-Fi em um roteador no Ubuntu

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segunda-feira, 30 de março de 2015

Todo computador ou Noteboook com placa de rede sem fio é um roteador em potencial esperando para ser usado, vamos ver como podemos fazer isso?

Criando uma rede Wi-Fi no Ubuntu

Criando uma rede Wi-Fi no Ubuntu

Hoje vamos mostrar uma coisa que pode ser muito útil, especialmente se você não tem um roteador em casa, ou em outro lugar, e precisa usar Wi-Fi para instalar aplicativos no seu Smartphone por exemplo.

Tudo que você precisa é um computador com placa de rede sem fio, pode ser um computador ou um Notebook (este segundo acredito que seja mais comum neste caso), e uma conexão com a internet, cabeada ou mesmo via Wi-Fi mesmo se você tiver duas placas de rede.

Como criar "o roteador" no Ubuntu em 2 passos


1 - Clique no ícone de rede no painel superior do sistema e clique em "Criar nova rede Wi-Fi..."



2 - Na janela que se abrir você pode configurar a rede sem fio que você está criando:

Criando uma rede Wi-Fi

Na tela acima você pode escolher o nome da sua rede, o tipo de segurança que ela irá usar (podendo ser nenhuma segurança também, sem senha) e caso escolha usar um modo de segurança com senha, pode definir a sua senha por ali também, sem maiores problemas.

E é basicamente isso que você precisa fazer, depois de configurar a sua rede à seu gosto basta clicar em "Criar" e a sua rede estará pronta, use um dispositivo móvel ou outro Notebook/Desktop para acessar a nova rede, ela aparecerá como uma rede comum listada entre as redes Wi-Fi disponíveis, lembrando que você pode desligá-la e ligá-la sempre que desejar.

Até a próxima!

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NitroShare - Transfira arquivos entre computadores facilmente

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Por vezes precisamos passar arquivos de uma máquina para outra, máquinas estas que podem ter sistemas operacionais diferentes, se você não tem muito conhecimento sobre a criação de pastas compartilhadas em rede  o NitroShare pode ser a sua salvação.

NitroShare Logo

A solução para compartilhar arquivos em rede sem muita complicação


O NitroShare é uma aplicação que facilita a transferência de arquivos entre computadores de uma mesma rede de computadores, na sua casa ou escritório por exemplo, a grande vantagem dele é que além de ter uma configuração extremamente simples ele é também multiplataforma, desta forma você pode usar ele para compartilhar informações entre computadores que não tenham o mesmo sistema operacional.

NitroShare


O pacote .deb para Ubuntu (32 e 64 bits) está disponível para download nesta página, assim como as versões para Windows e Mac OSX.

Porém se você deseja instalar o programa via PPA no Ubuntu é também muito simples, basta copiar todo este código abaixo e colocar no seu terminal, depois de colar pressione a tecla "enter", digite a sua senha e pressione "enter" novamente, aguarde a instalação, ele estará disponível no menu do sistema depois que ela terminar.

sudo add-apt-repository ppa:george-edison55/nitroshare -y && sudo apt-get update && sudo apt-get install nitroshare -y

Até a próxima!

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Faça um ajuste no seu Facebook!

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terça-feira, 15 de abril de 2014

Dica para você não perder e filtrar melhor o conteúdo do seu Facebook

Não é de agora que existem reclamações sobre possíveis "injustiças" que o Facebook comete perante as suas milhões de páginas.

Mas como não podemos mudar os ideais de negócio do site do tio Mark o que podemos fazer e adaptarmo-nos a realidade.



Então vamos conhecer alguns recursos que você talvez não conheça.

Sabemos que o Facebook não envia para todos  os seguidores das páginas o conteúdo que as mesmas publicam e com isso você deixa de acompanhar muitas postagens que nós e outras páginas que vocês curtem publicam.

A solução para isso é muito simples:

1 - Acesse a página do Diolinux ou de qualquer outra página que você goste.

2- Passe o mouse sobre o botão "Curtiu", como na imagem acima e marque a opção "Obter notificações", PRONTO!


Com essa medida simples você não perderá mais os nossos artigos e postagens, bem melhor né? Agora você pode fazer isso com todas as páginas que você gosta.

Crie listas

Você pode não conhecer mas este recurso é muito interessante e semelhante aos "círculos" do Google Plus e servem basicamente para você filtrar conteúdo e receber notificações do que é realmente importante.

Criando listas no Facebook


No mesmo menu da imagem anterior existe logo abaixo da opção "Obter Notificações" e clique em "Adicionar à lista de interesses", caso você não tenha nenhuma clique em "Nova Lista", neste lugar você pode adicionar todas as páginas que quiser em listas por assuntos como "Linux", "Games" e assim por diante, isso garante que você veja mais conteúdo de qualidade no seu face.

Espero que esta dica tenha sido útil, não esqueça de participar da nossa promoção e até a próxima!



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