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Instale o OpenComic, leitor de Mangás e HQ's em seu computador

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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Você é fã da DC Comics, Marvel Comics ou quem sabe a Shonen Jump? Possui diversos arquivos de mangás e HQ’s e está a procura de um bom leitor digital para seu computador? Talvez a dica de hoje possa lhe agradar.

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Pessoalmente sou um apaixonado por mangás e HQ’s, não importa a editora por trás, apenas se são boas histórias. Infelizmente devido algumas mudanças e problemas com chuvas acabei perdendo quase 100% de meu acervo (que venho adquirindo desde moleque 👶👶👶). Uma solução que encontrei foi digitalizar as restantes ou manter cópias digitais, porém, ler no papel e em uma tela no PC, são coisas totalmente diferentes e um programa que facilite a experiência durante as leituras é bem-vindo.

OpenComic um leitor de HQ’s e mangás


Durante anos utilizei o MComix/Comix e até mesmo o Evince, tentei soluções, como o Peruse, mas nunca funcionou bem em minhas instalações do Ubuntu/Mint/Deepin. Você também pode testar outro leitor chamado YACReader na qual, meu colega de trabalho, o Ricardo (O Cara do T.I) escreveu sobre. Há algum tempo venho utilizando o OpenComic e estou bem satisfeito com as funcionalidades do programa. O seu funcionamento é bem parecido com alguns apps Android que utilizo (pauta para um próximo post, quem sabe 😁😁😁), tornando tudo bem mais prático. Se assim como eu você gosta de ler no PC, vale testar a aplicação. Veja algumas características do OpenComic:

  • Software Livre sob licença GPL3 (Github do projeto);
  • Aplicação desenvolvida em Electron;
  • Versões para Windows, Linux e Linux Arm64 (e macOS em TAR.GZ);
  • Vários tipos de pacotes para Linux (DEB, RPM, SNAP, TAR.GZ);
  • Suporte para formatos, como: JPG, PNG, APNG,GIF, WEBP, SVG,BMP, ICO;
  • Suporta formatos compactados, como: RAR, ZIP, 7Z, TAR, CBR, CBZ, CB7, CBT;
  • Modo leitura para mangás;
  • Modo dark nativamente;
  • Visualização em página única ou dupla;
  • Ajustes na visualização das páginas (por exemplo, das margens); 
  • Marca páginas (favoritos);
  • Lupa flutuante para Zoom;
  • Navegação entre as páginas por meio do scroll do mouse ou slide;
  • Possibilidade de adicionar o local com seus arquivos (Biblioteca);
  • Interface intuitiva, semelhante de uma aplicação Android.

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Instalação do OpenComic


Você pode adquirir o OpenComic em diversos formatos, conforme seu sistema operacional. Acesse a página do programa e efetue o download

Para distribuições, como o Ubuntu, Mint, etc. Basta baixar o arquivo DEB, dar dois cliques sobre o arquivo e prosseguir com a instalação. No Fedora proceda da mesma forma, porém, utilizando o pacote RPM. Caso queira executar sem instalar em seu sistema, ou quem sabe salvar em um pendrive, o pacote TAR.GZ é a melhor opção. Descompacte o pacote e execute o arquivo “opencomic” (navegue até o diretório e execute via terminal com “./opencomic”). Se for usuário de Windows, baixe o instalador EXE.

Outra possibilidade é instalar o OpenComic no formato Snap. No Ubuntu pesquise diretamente na loja, se usa outra distribuição é necessário habilitar o suporte ao Snap. Essa postagem demonstra todo procedimento

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Para os amantes do terminal, possuindo o Snap configurado no sistema, instale com o seguinte comando.

Instalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap install opencomic

Desinstalação do OpenComic Snap via terminal:

sudo snap remove opencomic

No entanto, nem tudo são flores e aparentemente a versão Snap não está funcionando corretamente, ao menos em meus testes no Ubuntu 18.04. Fique a vontade para efetuar os teus. Mas, recomendo as demais alternativas. Por exemplo, utilizo em DEB e TAR.GZ no Ubuntu ou outros sistemas que ando testando. 

O OpenComic é uma ótima alternativa e estou gostando bastante da aplicação, mesmo não possuindo na atual versão o idioma português (apenas inglês e espanhol) o app é de fácil compreensão. Outro ponto é que o mesmo não suporta PDF (um formato incomum para esse tipo de uso), obviamente que seria um plus, mas não estragou minha experiência ao utilizar o software. Visto que os formatos “padrões” para quem lê mangás e HQ’s, em maior parte são: CBR, CBZ, CB7, RAR, 7Z, ZIP, JPG ou PNG.

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Lançada a primeira versão do Fedora CoreOS

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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Os contêineres estão dominando o mundo, corram para as montanhas! A tecnologia parece ter caído no gosto da comunidade Linux e empresas como Intel, Canonical e Red Hat encabeçam soluções. Sejam em formatos de empacotamento, como Snap e Flatpak ou sistemas voltados a essa forma de trabalho.

fedora-coreOS-atomic-red-hat-container-flatpak-rpm-ostree

O Fedora CoreOS é o sucessor do Fedora Atomic Host, que terá seu fim quando o suporte da versão 29 do sistema acabar, e do CoreOS Container Linux. Este adquirido pela Red Hat a pouco mais de um ano. Ambos os sistemas possuem foco em contêineres. O suporte do CoreOS Container Linux, findará seis meses após o Fedora CoreOS ser considerado estável.

Mas porque utilizar contêineres em um sistema operacional?


Resumidamente os contêineres permitem que as implementações em um sistema sejam feitas conforme a carga de trabalho, sendo dimensionadas automaticamente para atender às demandas. O isolamento oferecido, permite que o sistema operacional seja muito pequeno, contando com apenas poucos componentes, como: o kernel Linux, systemd, um “tempo de execução” do contêiner e alguns serviços adicionais (um servidor SSH, por exemplo).

Isso permite atualizações atômicas, significando que caso algo dê errado durante o processo de update seu sistema retornará ao estado anterior antes mesmo de aplicar as mudanças e comprometer o SO. Maior controle sobre as aplicações e pacotes, segurança por manter um isolamento dos softwares e o sistema, além de obter atualizações automáticas que não prejudicam o funcionamento da máquina. Essas são algumas das vantagens de sistemas que usam essa técnica.

Algumas características do Fedora CoreOS 


O Fedora CoreOS é construído para ser um host seguro e confiável para os clusters de computação. Com as atualizações automáticas, não há a necessidade de manutenções periódicas no sistema. Atualizações de segurança, bugs de softwares são adquiridos automaticamente por padrão, além de possuir pacotes rpm-ostree (uma “mescla” entre pacotes RPM e a tecnologia de contêineres OSTree).

Outro aspecto interessante do Fedora CoreOS é sua telemetria. Através de um serviço denominado fedora-coreos-pinger, o sistema coleta dados para melhor experiência e desenvolvimento do sistema. A equipe do Fedora CoreOS informa que irão documentar tudo sobre essa telemetria, e informar como desativá-la. Essas informações não são dados pessoais, e sim informações que possam identificar a máquina. 

Muitas outras tecnologias estão sendo desenvolvidas em torno do projeto, e mais características do SO estão disponíveis em seu comunicado oficial. Caso tenha interesse, acesse este link de introdução ao Fedora CoreOS.

Atualmente o Fedora CoreOS está em desenvolvimento, e alguns recursos planejados não estão disponíveis ou não vem habilitados por padrão. Esse é o caso da telemetria que não está ativa, várias plataformas de nuvem e virtualização ainda não estão disponíveis (só há suporte a x86_64 no momento), sua documentação está em desenvolvimento entre outros detalhes. Todas as informações necessárias podem ser obtidas por meio do link anteriormente disponibilizado.

Reforçando que o ciclo de vida do CoreOS Container Linux se finda após 6 meses quando o Fedora CoreOS for declarado estável, como o final da vida do atual Fedora Atomic Host 29 acabará junto ao suporte da versão 29. Assim é aconselhável a migração destes usuários para o novíssimo Fedora CoreOS, quando o mesmo estiver estável o suficiente.

O download do Fedora CoreOS pode ser feito por meio de sua página oficial.

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Curiosamente ontem estava assistindo o programa de tv “Container Wars” e hoje me deparo com o lançamento do Fedora CoreOS e seus contêineres, coincidência? Eu acho que não! (😁😁😁).

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Slack, o poderoso gerenciador de equipes e projetos

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Muitos nos perguntam em nossas lives na Twitch, se você ainda não segue o canal “agora é a hora”, qual aplicativo ou site usamos para gerenciar a equipe do Diolinux e assim organizar as pautas das postagens. Bom, agora respondendo: usamos o Slack.

Slack, o poderoso gerenciador de equipes e projetos





Antes de decidirmos usar o Slack, consideramos usar alguns outros serviços, como o Trello, Telegram, Discord e entre outros serviços. Mas o Slack se encaixou quase que uma “luva” pra gente, que passada a fase de adaptação, agora está “tinindo de bão”. 

A interface pode parecer “confusa” à primeira vista, mas nada que alguns minutinhos para se ambientar nela não resolvam. Depois de pegar o jeito, fica muito fácil de usar.

Como ele funciona?




Primeiro, você cria um workspace (espaço de trabalho), que vai abrigar o projeto e suas equipes, que você pode separar por “Canais”.

Na opção “Canais”, você pode dividir os “afazeres” de cada equipe  no projeto, assim não misturando “alhos com bugalhos”, evitando eventuais dores de cabeça.

Você pode também mandar mensagens diretas para cada membro que estiver no Workspace.

Para tornar o Slack mais completo, você pode adicionar Apps dentro dele, como Dropbox, Google Drive, One Drive e assim tornar o compartilhamento de arquivos mais fácil.

Falando em arquivos, você pode fazer upload de arquivos de até 1GB, nos formatos para imagem, é suportado JPEG, PNG e GIF. Já para arquivos os formatos suportados são ODT, ODS, Doc, Docx, Xls, Xlsx e PDF. Opções é que não vão faltar.

Uma outra funcionalidade legal, é a possibilidade de mandar mensagens para você mesmo, podendo “salvar” dessa forma aquele rascunho ou arquivo que você vai precisar depois.

O Slack está disponível no Linux de forma oficial nos formatos .deb, .rpm e snap (se você não tem o snap instalado no seu sistema, veja esse tutorial nosso de como habilitar). Vale lembrar que existe também a versão Web do serviço, que dispensa a necessidade de qualquer instalação, além de Apps para Smartphones.


Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Top 3 melhores apps de captura de tela no Linux

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sábado, 6 de julho de 2019

Há quem prefere simplesmente fazer uma captura de tela, entretanto, outros usuários querem mais. Tem horas que uma mera ilustração não resolve, e você terá que “desenhar” para que o outro não fique com dúvidas. Quase soa como aquele ditado “você quer que eu desenhe?”. Nesses momentos, uma ferramenta com mais recursos é uma boa solução.

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Antes de apresentar meu top 3, quero deixar claro que não estou colocando em ordem de “o melhor para o pior”. Na realidade as 3 opções se parecem bastante, mesmo mudando sua forma de trabalho, o resultado será praticamente o mesmo.

Flameshot


O Flameshopt esbanja praticidade e facilidade em seu uso, inclusive temos um post dedicado a ele. Você poderá adicionar setas, formas geométricas, texto, ocultar informação, selecionar apenas o desejado, mudar as cores dos objetos inseridos e muito mais. Para instalar o Flameshot em sua distribuição, acesse o post que citei anteriormente. O Flameshot também está na maioria dos repositórios.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install flameshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install flameshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S flameshot

Ksnip


A vantagem do Ksnip sobre os outros desta lista é ser multiplataforma, assim, não importa se você está usando Linux, Windows ou macOS. Sua lógica de funcionamento é a mais peculiar. Ao invés de aplicar as alterações “em tempo real” durante a captura de tela, o programa primeiro faz a screenshot para depois dar a possibilidade de adições de elementos. Você pode baixar o Ksnip diretamente de seu Github. Para Linux existem 3 opções: DEB (Debian, Ubuntu e derivados), RPM (Fedora, openSUSE, etc) e o pacote em AppImage. Este último com a vantagem da portabilidade, sem a necessidade de instalação, além, de rodar em diversas distribuições. Caso não saiba como executar esse tipo de formato, acesse essa postagem.

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Deepin Screenshot


A próxima aplicação da lista, confesso que depois que passei a usar não consegui ficar sem, é o Deepin Screenshot. Uma ferramenta simples, mas bem completa. Também possui funcionalidades de: adição de formas geométricas, setas, blur, texto, seleção de área específica, etc. O Deepin Screenshot vem nativamente em sua distribuição de origem, como esperado, mas a aplicação encontra-se na maior parte das distribuições Linux. No caso do Ubuntu 18.04 e superior, Linux Mint 19 e superior, Fedora 30 e superior, por exemplo. Pesquise por “Deepin” na loja de seu sistema e verá o programa. 

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Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install deepin-screenshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install deepin-screenshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S deepin-screenshot

Curiosamente as 3 aplicações são desenvolvidas em Qt, e fica ao seu critério qual utilizar. O Flameshot destaca-se na quantidade de opções e por adicionar um ícone na bandeja de seu sistema. Já o Ksnip é uma escolha perfeita para quem utiliza mais de um sistema e gostaria da mesma aplicação em ambos. Outro ponto, é sua forma peculiar de funcionamento. Podendo agradar a uns e outros não. Por fim, o Deepin Screenshot preza por simplicidade e tem a comodidade de estar na maioria dos repositórios oficiais. Claro, que com ambas as ferramentas você poderá criar capturas de telas mais elaboradas de forma prática. Os tutoriais que escrevo para o blog Diolinux são com o auxílio do Deepin Screenshot. Em eventuais manutenções ou auxílios, já cheguei utilizar a ferramenta.

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Linux App Store, encontre AppImages, Snaps e Flatpaks num só lugar! [Update]

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

AppImage, Snap ou Flatpak? Eis uma dúvida de muitos usuários Linux, sejam novatos ou não. E caso queira saber um pouco mais sobre cada um e suas diferenças, temos um artigo super especial comparando os 3 formatos. No entanto caso já tenha “passado dessa fase”, e já utiliza aplicativos nesses formatos, o post é especialmente para você.

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Em meu cotidiano faço uso de diversos softwares, sejam para produção do meu canal OSistemático ou até mesmo para escrever os artigos aqui no blog Diolinux (afinal é necessário criar as capas e tudo mais). E aplicações nos formatos AppImage, Snap e Flatpak são recorrentes em minha rotina, e creio que na de muitos usuários também. Entretanto para descobrirmos novos AppImages teremos que acessar o AppImageHub (ou site da aplicação), e pesquisar pelo mesmo. Já para encontrar os Snaps, podemos ir até a Snap Store e os Flatpaks no Flathub. Obviamente que algumas distribuições permitem adição de repositórios destes formatos em suas lojas, tornando o processo mais cômodo. Porém, e nos outros casos? E se existisse um lugar que agregasse a pesquisa dos programas em AppImage, Snap e Flatpak? Eis que lhes apresento à “Linux App Store”.

Encontre 3 formatos de pacotes em um só lugar!


A ideia é simples, aguardada por muitos, e desconhecida pela maioria. O site “linuxappstore.io” tem como proposta principal agregar e centralizar a pesquisa dos pacotes universais para Linux. Denominado de “Linux App Store”, o projeto é recente está ainda na versão 1.0.0, mas muito promissor. Software livre, o código da Linux App Store, está disponível no Github e é desenvolvido sobre as tecnologias JavaScript, Python e C#. 

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“Mal conheço, mas já considero pacas!”


Além de agregar os 3 formatos universais, em um futuro próximo, possivelmente a intenção é oferecer pacotes RPM e DEB, no entanto esse não é o foco principal do projeto. Sua construção é pautada em tecnologias web, para melhor integração indiferente da interface gráfica ou sistema e tem como pretensão centralizar as pesquisas e instalações dos formatos AppImage, Snap e Flatpak. Atuando de forma intermediária ao acesso de tais pacotes, em uma única interface.

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No momento a Linux App Store, não traz recursos essenciais como categorias e modos de filtragem mais elaborados. Todavia já foram reportadas em seu Github, o desejo por essas funções. Sejamos pacientes, com o tempo novas características serão incorporadas ao projeto tornando-o mais eficiente.

Outro aspecto da Linux App Store, é fazer uso de outros sites (AppImageHub, Flatpak e SnapCraft), mesmo que seja possível pesquisar pelos 3 formatos ao mesmo tempo, filtrar escolhendo um ou outro, ainda ao selecionar o programa você será redirecionado ao site referente ao tipo de pacote, algo que não chega a incomodar, entretanto poderia ser feito na própria loja.

Tenha em mente que o projeto não é algo oficial e relacionado aos pacotes, AppImage, Flatpak e Snap, sendo algo comunitário e sem o suporte dos encabeçadores destes formatos.

Se gosta de estar por dentro sobre AppImage, Snap e Flatpak, recomendo o grupo “Flatpak, Snap e AppImage” no Telegram, ele tem como foco esse tipo de assunto. Estou sempre por lá também. 

E você gostou da Linux App Store? Eu curti bastante, e estava contando as horas até alguém por essa ideia em prática.

[Update] Infelizmente o Linux App Store foi descontinuado, caso o projeto volte informaremos.

Continue em nosso fórum Diolinux Plus esse assunto. Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Teste automaticamente seu computador com o utilitário Hardware Probe

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terça-feira, 26 de março de 2019

No mundo da informática é comum passarmos por problemas envolvendo hardware, seja incompatibilidades, desgaste natural ou quaisquer outros tipos de defeitos. Testar componente por componente atrás de um possível erro, nem sempre é uma tarefa simples. É comum quando alguém está nos ajudando através de um fórum (lá no Diolinux Plus por exemplo) perguntar sobre a versão do kernel, qual o nosso sistema, hardware etc; E nem sempre o usuário sabe prontamente como conseguir tais informações.

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O utilitário Hardware Probe é perfeito para tais situações, com ele você poderá conseguir informações de seus componentes e ao mesmo tempo efetuar um breve teste automático, que pode dar uma pista de qual hardware está com mau funcionamento.

Além de verificar a operabilidade do seu computador, você contribui com um banco de dados de hardware no Linux, auxiliando o estudo de Teste de Confiabilidade Real no HDD/SSD e os desenvolvedores Linux

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Ao rodar o teste (após a instalação um ícone aparecerá no menu de seu sistema), o terminal se abrirá e uma URL permanente para visualização do probe do computador será gerada, copie e abra em seu navegador favorito. Com diversas informações úteis para diagnósticos de possíveis problemas, esses dados podem ser compartilhados para consultas de componentes (devices), logs e periféricos do hardware em questão, simplificando todo o processo. 

Algo a salientar, é que seus dados pessoais não são capturados pelo Hardware Probe, mantendo o anonimato e coletando apenas informações necessárias, então calma que endereços IPs, MACs, serials, hostname, username, etc; Não serão coletados.

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Instalando o utilitário Hardware Probe em seu sistema


O Hardware Probe está disponível oficialmente no seu Github em diversos formatos, RPM, DEB, Snap, AppImage e o pessoal do Flathub também disponibilizou em Flatpak.

No Linux Mint pesquise no Gerenciador de Aplicativos por: “Hardware Probe” e instale a versão em Flatpak que aparecerá na loja.

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Instalação do Hardware Probe Flatpak via terminal.

flatpak install flathub org.linux_hardware.hw-probe

Caso queira usar a versão em Flatpak no Ubuntu, acesse esse post de como configurar o suporte a esse tipo de empacotamento no sistema da Canonical e seus derivados.

No Ubuntu pesquise no Software Ubuntu por: “Hardware Probe” e instale a versão em Snap.

utilitario-informação-hardware-probe-info-componentes-pc-linux-ubuntu-snap

Instalação do Hardware Probe Snap via terminal.

sudo snap install hw-probe 

Já se deseja a versão Snap no Linux Mint ou outras distros, veja como adicionar o suporte ao seu sistema no seguinte post.

Como informado anteriormente, existem outros formatos como RPM, DEB e AppImage, você pode baixá-los diretamente do Github do projeto por esse link, no entanto testei o software em duas versões diferentes do AppImage e ao menos no Ubuntu o mesmo não funcionou, em Flatpak e Snap seu funcionamento foi perfeito. 

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Com esse utilitário será bem simples compartilhar as informações de seu hardware e sistema, então aconselho a sempre quando postar alguma dúvida de algum problema em seu hardware no fórum Diolinux Plus, adicionar juntamente a URL com as infos, assim as pessoas poderão ter uma base na hora de te auxiliar.

E você conhecia o Hardware Probe? Que tal continuar essa discussão sobre esse programa lá em nosso fórum Diolinux Plus

Espero você até a próxima postagem, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Windows VS Linux - Instalação de programas

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Cada sistema possui suas particularidades, e nos baseados em Linux não é diferente, prova disso é que existem diversas maneiras de se instalar programas no sistema do pinguim,. Através deste pequeno comparativo entre Windows e Linux, verá que mesmo seja diferente, isso não significa necessariamente que no Linux as opções são inferiores ou mais complexas. 

windows-linux-programas-instalar

Programas no Windows


No sistema da Microsoft os usuários estão familiarizados com o clássico “NEXT, NEXT, NEXT, FINISH”, avançando em etapas durante a instalação dos aplicativos. Mas não existe apenas uma forma de se obter aplicações no Windows, e veremos algumas opções da atualidade.

“EXE” e “MSI”


Esses são formatos nos moldes do já citado “avançar”, basta dar dois cliques e ir seguindo o fluxo de instalação do programa, mas na maioria dos casos a atenção deve ser redobrada, pois ocorre de no ato da instalação, softwares de terceiros serem instalados sem que o usuário perceba.

Instaladores em etapas geralmente significam que existem configurações a serem feitas pelo próprio usuário, sendo necessário conhecimento para que nada de equivocado seja instalado ou ajustado, é uma método popular, sem dúvida, especialmente pelo hábito, mas que foi suplantado por instalações à partir de uma loja, como no Android, onde você troca os vários cliques por um único.

“BAT”


Os programas em “.bat” são feitos para execução no terminal do Windows, isso mesmo, no Windows também se usa terminal, podendo ser um instalador ou até mesmo uma aplicação.

“Portable”


São aplicações portáteis, na qual sua execução não necessita de uma instalação, com possibilidade de ser transportado e iniciado em uma mídia removível. Podem ser um arquivo “exe”, “msi”, etc.

Loja


Esta é uma funcionalidade existente nas distribuições Linux e no macOS há bastante tempo, mas que estreou no Windows, comparando, há pouco tempo, e que ainda não é tão difundida entre os utilizadores do “Janelas”, com algumas ferramentas ausentes, como o Firefox por exemplo, os usuários ainda cultivam velhos hábitos e muitas vezes permanecem na insaciável caça por executáveis internet à fora.

Programas no Linux


No Linux as formas e variedades de se obter aplicativos são abundantes, e por existirem diversas distribuições, nem sempre existe um padrão ao distribuir programas na plataforma.

“DEB” e “RPM”


São pacotes para instalação de aplicativos, algo parecido com os instaladores em “.exe”/”.msi”, mas sem a necessidade de inúmeros processos e cliques em opções de “avançar”, quando instalados em modo gráfico.

“AppImage”


Assemelham-se aos “portable” do Windows, sem a obrigatoriedade de instalação, também podem ser executados num pendrive, pois carregam suas dependências. Temos diversos materiais de como instalar os AppImage e onde encontrá-los para download.

“Flatpak” e “Snap”


Considerados o futuro da distribuição de programas no Linux (o AppImage também participa da lista), trazem diferenciais e tecnologias que no momento estão em alta, como SANDBOX, e outros benefícios. Não sabe como instalar um Flatpak no sistema? Aprenda neste post, encontre diversos Flatpaks para download, e saiba sobre os Snaps aqui. 

Quando falamos em novas formas de empacotamento no Linux, sempre paira uma dúvida: “AppImage, Flatpak ou Snap?” Qual escolher? Por sorte temos a resposta dessa dúvida cruel.

Veredito sobre as formas de distribuição de programas no Linux e Windows


Tanto o Windows, como o Linux, tem suas formas de compor e gerir aplicativos, e dúvidas comuns surgem em nossas mentes, isso é extremamente normal, em meio a tantas possibilidades e diferenças, acabamos por confundir alguns aspectos destas tecnologias.

Pensando nisso criei em meu canal OSistemático, uma animação explicando sobre cada formato, seu funcionamento, e comportamento do Linux e Windows ao gerenciar componentes para o funcionamento de suas aplicações. Você irá aprender de uma vez por todas o que significa “Sandbox”, “Core”, “dll”, “Runtimes”, quais as diferenças entre esses formatos e outros que não listei aqui como: “tar.gz”, “sh” e muito mais.


Acessem o vídeo, uma animação super completa e sem “tecnés”, ou termos rebuscados que mais confundem do que esclarecem, muito obrigado e deixem nos comentários suas opiniões.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Package Converter: Uma interface gráfica para o Alien

Um comentário

segunda-feira, 4 de março de 2013

De DEB para RPM de RPM para DEB e com interface gráfica!

Na época em que você está escolhendo a distro que vai usar este é um ponto importante, afinal quanto mais programas melhor, nesse quesito não tem pra ninguém, as distros da família do Ubuntu - ou seja, que usam pacotes do tipo DEB - para conhecer um pouco mais sobre pacotes .DEB clique aqui - levam uma grande vantagem sobre as outros como o popular Fedora.

Alien-converter


Para tentar contar o problema existe uma aplicação chamada Alien com a proposta de "reempacotar" os programas para o modelo desejado, portanto você pode transformar um arquivo.deb em um arquivo.rpm.
O Alien é um programa em modo texto, mas que agora ganhou uma interface chamada Packege Converter, com ele você vai conseguir fazer tudo isso graficamente.




Instalação

Você pode baixar o pacote DEB ou RPM no link abaixo:



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RPM, o 'APT-GET' do Red Hat/Fedora

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terça-feira, 3 de maio de 2011

O que é o RPM?

RPM


O RPM é um sistema de instalação de programas criado pela Red Hat.

O que é um pacote RPM?

Um pacote RPM nada mais é do que os arquivos do programa, scripts e regras para sua instalação.

Como instalar pacotes RPM?

Para instalar um pacote RPM use o comando:
rpm -i nome_do_pacote.rpm 
Você tem um pacote instalado, mas acaba de pegar uma versão mais nova do programa. O que fazer? Desinstalar o pacote antigo e instalar o novo? Não! Não é preciso que se faça isso! Você pode atualizar para uma versão mais recente de um pacote já instalado com o comando:
rpm -U nome_do_pacote.rpm 
Tudo bem, aprendemos instalar e atualizar um pacote, mas tem aquele programa instalado em meu PC que eu nunca uso, como faço para removê-lo?
Bem, para remover um pacote já instalado use o comando:
rpm -e nome_do_pacote 
OBS: Veja que agora não colocamos a extensão rpm. Não é necessário que se coloque a extensão!
Para ver a lista de pacotes instalados em seu sistema use o comando:
rpm -qa 
Agora vamos verificar se algum pacote já está instalado em nosso sistema. Para isso utilize o comando:
rpm -qa | grep nome_do_pacote 
OBS: O nome do pacote não precisa ser digitado inteiramente!
Exemplo: Para sabermos quais pacotes que possuem "gnome" no seu nome estão instalados em nosso sistema utilizamos o comando:
rpm -qa | grep gnome 
Agora veja que existem vários pacotes com o nome gnome-yyyy, onde yyyy é o complemento do nome do pacote, e outros que têm um prefixo (ex.: libgnome-xxx, onde o xxx é a versão do pacote).
Para vermos quais arquivos um certo pacote provê utilizamos o comando:
rpm -qlp nome_do_pacote.rpm 
Se você quiser obter informações sobre um pacote instalado no sistema utilize o comando:
rpm -qi nome_do_pacote 
OBS: Note que mais uma vez não é necessário usar a extensão rpm.
Agora você quer obter informações de um pacote não instalado, utilize o comando:
rpm -qip nome_do_pacote.rpm 
Se no caso acima as informações mostradas ainda não são suficientes para o que queremos, podemos obter mais informações sobre um pacote ainda não instalado com o comando:
less nome_do_pacote.rpm 
Digamos agora que você tem um pacote instalado, mas por algum motivo qualquer ele não está funcionando normalmente.
Existem outras maneiras de resolver este problemas, mas se você tentou de tudo e ainda não conseguiu resolvê-lo, pode reinstalar o pacote. Mas ao tentar o comando "rpm -U nome_do_pacote" ou "rpm -i nome_do_pacote" você recebe a mensagem de que o pacote já está instalado, basta usar com o parâmetro --replacepkgs assim:
rpm -i --replacepkgs nome_do_pacote.rpm
ou
rpm -U --replacepkgs nome_do_pacote.rpm
Para instalar um pacote sem que seja verificado se o seu disco possui espaço suficiente para o pacote use o comando:
rpm -i --ignoresize nome_do_pacote.rpm 
Atenção: Esta opção não é recomendada visto que se não existir espaço suficiente para a instalação o pacote pode e/ou será instalado com problemas!
Para instalar um pacote sem instalar a sua documentação utilize o comando:
rpm -i --excludedocs nome_do_pacote.rpm
OBS: Apenas os arquivos marcados como documentação não serão instalados!
Para instalar um pacote sem a verificação das dependências utilize o comando:
rpm -i --nodeps nome_do_pacote.rpm
Atenção: Esta opção não é recomendada visto que provavelmente o programa apresentará erros uma vez que as dependências não forem atendidas!
Caso você queira instalar uma versão mais antiga de um pacote já instalado utilize o comando:
rpm -U --oldpackage nome_do_pacote.rpm
Caso você queira apenas testar se um pacote vai ser instalado corretamente (se todas as dependências serão atendidas, se não causa nenhum conflito) em seu sistemas utilize o comando:
rpm -i --test nome_do_pacote.rpm
Algumas vezes quando instalamos e desinstalarmos pacotes pode ocorrer da nossa base de dados do rpm ficar corrompida!
Se ao tentar instalar, atualizar ou remover um pacote você começar a receber mensagens de erro do tipo "Segmentation fault ou (null)-(null)" você deve atualizar sua base de dados do rpm com o comando:
rpm --rebuilddb
Ou então você pode construir uma nova com o comando:
rpm --initdb
Para maiores informações sobre o rpm use o comando:
# man rpm
Isso é tudo (ou quase tudo) pessoal!
Espero que a partir de agora seja mais fácil para vocês instalarem, atualizarem ou removerem seus pacotes rpm.
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