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Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Em 2015 a Microsoft lançava o seu mais novo navegador para a internet, o Edge, que viria substituir ou aposentar o já “velho de guerra e combalido” Internet Explorer. Mas desde a sua estreia o novo navegador da Microsoft não vingou e nem agradou a todos. O lançamento dele foi junto com o Windows 10.

Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge





O novo navegador da MS veio com uma nova tecnologia como engine, o EdgeHTML, que prometia renderizar as páginas da internet de forma mais rápida, além de tornar o navegador mais seguro, rápido e leve. Mas não foi isso que aconteceu, em um curto espaço de tempo ele se mostrou com muitos bugs, falhas e problemas que fizeram os usuários largarem o Edge de lado. Hoje somente 4% das pessoas usam o Edge para acessar a internet, mesmo com todo o esforço de marketing da Microsoft.




No comunicado postado nesta quarta-feira (6), em seu blog a Microsoft comenta o seu aumento na participação na comunidade de software livre (OSS) e assim se tornando um dos maiores apoiadores de projetos (OSS). E teve algumas partes que são interessantes em destacar:

“Os desenvolvedores da Web terão uma plataforma web menos fragmentada para testar seus sites, garantindo que haja menos problemas e maior satisfação para os usuários de seus sites; e como continuaremos a oferecer o entendimento orientado a serviços do Microsoft Edge de sites herdados somente do IE, Corporate IT terão compatibilidade aprimorada para aplicativos da Web antigos e novos no navegador que acompanha o Windows.”

Outro ponto interessante foi:

“Vamos passar para uma plataforma Web compativel com o Chromium para o Microsoft Edge no desktop. Nossa intenção é alinhar o Microsoft Edge com outros navegadores baseados no Chromium e tecnologias suportadas por eles. Isso fornecerá compatibilidade aprimorada para todos e criará uma forma mais simples dos desenvolvedores testarem suas aplicações para a maior parte dos browsers.  O Microsoft Edge agora será entregue e atualizado para todas as versões suportadas do Windows e com maior frequência. Também esperamos que esse trabalho nos permita levar o Microsoft Edge para outras plataformas, como o macOS.”

Para ver o comunicado completo veja o blog oficial deles.

Com isso a Microsoft dá mais um passo em adotar o open source em seu portfólio de produtos, contando com o WLinux, GitHub, Azure, abertura das 60 mil licenças entre outros. 

E com isso podemos pensar quem sabe em um dia poder usar um navegador oficial da Microsoft de forma nativa nas distros Linux, por que não né?? (lol). Visto que eles querem levar o Edge para outras plataformas.

Curioso é o fato de que praticamente todos os navegadores atualmente dividem uma base semelhante, uns mais outros menos, Chrome, Chromium, Vivaldi e Opera, Yandex e muitos outros, incluindo agora o novo projeto da Microsoft, todos tem uma base semelhante em comum, deixando o Safari e o Firefox como os “diferentões” do mercado.

O que você achou da novidade da Microsoft?

Até uma próxima e um forte abraço.
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Microsoft Edge é o navegador menos seguro do concurso Hacker Pwn2Own de 2017

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quarta-feira, 22 de março de 2017

Parece que o ano não começou tão bem para o novo Internet Explorer navegador da Microsoft, o Edge. Ele tomou o lugar do famigerado IE no Windows 10, apesar de todo o marketing de segurança que a empresa fez, o browser se mostrou na competição Pwn2Own de 2017 o navegador menos seguro.

Microsoft Edge Hackeado


O site Tom's Hardware pulicou uma matéria comentando sobre o último Pwn2Own, uma maratona hacker que visa testar a segurança dos navegadores de internet e de uma série de outros softwares, os hackers que conseguirem explorar falhas de segurança nos navegadores são recompensados com prêmios em dinheiro.

Cada equipe pode escolher qual será o seu alvo, normalmente as escolhas são baseadas em estudos prévios para saber em qual software o ataque será direcionado, normalmente as equipes escolhem aqueles que eles acreditam que tem uma maior chance de atingir o objetivo e receber o prêmio, os valores também variam de acordo com o impacto que o hack tem no sistema ou no browser.

O grande "vencedor" do evento de 2017 foi o Microsoft Edge, o navegador foi hackeado 5 vezes na maratona e de formas diferentes, sendo que uma delas foi capaz de afetar até mesmo o Kernel do Windows, podendo comprometer o sistema como um todo, a equipe 360 Security, que descobriu essa falha, recebeu o prêmio de 105 mil dólares.

O segundo colocado ficou com o Safari, navegador dos sistemas da Apple, ele foi hackeado 4 vezes, porém, uma das falhas que foram utilizadas para invasão já estão corrigidas na nova versão beta do browser que a Apple deverá liberar em breve para os usuários. Então podemos considerar 3 para ele.

Logo após tivemos o Mozilla Firefox, com apenas uma invasão confirmada, no ano passado o Firefox nem foi testado no evento porque os competidores julgaram que seria muito fácil de invadi-lo. Na melhor posição, no caso a última, ficou o Google Chrome/Chromium, que não foi hackeado nenhuma vez.

Neste tipo de evento, os softwares normalmente recebem uma quantidade diferente de tentativas de invasão, o Firefox por exemplo, recebeu duas e foi hackeado em uma, o Chrome recebeu apenas uma que falhou, e assim por diante, como o site Tom's Hardware explica, os alvos mais visados pelos hackers normalmente provém de estudo prévios que são feitos, fazendo com que os especialistas escolham os que é provável que tenham sucesso, como o Chrome tem se mostrado seguro nos últimos tempos, menos pessoas estão tendo interesse, pois fica mais difícil ganhar o prêmio.

Apesar de eu achar que esse tipo de atividade pode ser influenciada por patrocínio, como por exemplo a Google pagar para as pessoas procurarem hackear o Edge, não podemos esquecer que o contrário também poderia ser verdadeiro, afinal, dinheiro não é problema lá pelos lados de Redmond. 

Independente do que cause o resultado, ele é importante, o ideal é que você que usa o Windows 10 com o Edge procure uma alternativa. Como o projeto do Chrome e o Firefox são projetos abertos, fica mais fácil de torná-los mais seguros por conta do modo de desenvolvimento, ou seja independendo do motivo, o Edge foi efetivamente hackeado e forma agressiva, ainda que simplesmente ter código aberto não signifique qualidade, como podemos ver no ano passado a situação do Firefox.

Curiosamente, este tipo de informação chega aos usuários ao mesmo tempo que a Microsoft começou a investir em publicidade dentro do Windows 10, muitas vezes anunciando seus próprios produtos através da interface do sistema, eu mesmo me deparei nesta semana com um Pop-Up que diz "O Microsoft Edge é mais rápido e seguro que o Google Chrome, mude agora para ele!", esse tipo de marketing acaba confundindo os usuários mais leigos, o que me parece ser prejudicial.

O que podemos fazer como usuários, é cobrar que todos os softwares, especialmente os que tem acesso á internet, não somente navegadores, independe de quem os desenvolva, tenham suas falhas de segurança corrigidas o mais rápido possível, afinal, não é porque Firefox e Chrome tiveram notas melhores neste evento que eles não  podem possuir falhas, não é mesmo? O Edge, bom, por  mais que a Microsoft se esforce e até force um pouco a utilização dele, ele continua vivendo o estigma do Internet Explorer.

Até a próxima!
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Site "KickAss Torrents" é bloqueado por Google Chrome, Firefox e Safari

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terça-feira, 12 de abril de 2016

Um dos sites de torrents mais populares do mundo, o KickAss Torrents, está sendo bloqueado pelos principais navegadores da atualidade, vários usuários relataram dificuldades para acessar o site para o Torrent Freak, o bloqueio se deve a possibilidade de pishing.

KickAss Torrent




Assim como o "The Pirate Bay", o KickAss também é acusado por disseminar pirataria na internet e juntamente com os arquivos ilegais que o serviço ajuda à propagar existe muitas possíveis pragas virtuais que agora os navegadores Google Chrome, Mozilla Firefox e Apple Safari, além do antivírus Avast, estão querendo bloquear através de uma mensagem de alerta ao tentar acessar a página: http://kat.cr/.

Cada um dos browsers mostra a sua tela específica de "site perigoso à vista", informando ao usuário que o site do KickAss foi responsabilizado por ataques ao usuário, usando artifícios para ludibriar os mesmos a fim de obter dados pessoais sigilosos. A mensagem que aparece em qualquer um dos navegadores pode ser ignorada, mas aparentemente isso tem impedido muitas pessoas mais leigas de acessar o serviço, pessoas essas que normalmente seriam os alvos dos "pescadores".

Mais informações você encontra no Torrent Freak.

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Google paga multa por rastrear Cookies do Safari

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sábado, 11 de agosto de 2012

Google foi condenado pela Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos a pagar multa de US$ 22,5 milhões após denúncias de que violou a segurança do Safari. A informação é do The Next Web.

Google

O valor já tinha sidoadiantado há um mês, mas agora foi tomada a decisão final do caso. Apesar de pagar a multa, a empresa não vai ter de admitir culpa.

Google foi acusado em fevereiro de usar os cookies do Safari para registrar hábitos de uso de internet dos usuários.

O problema é que esse registro era feito mesmo quando a opção de não rastrear os cookies estava desativada - ou seja, mesmo quando o usuário definia que não queria ser rastreado o Google continuava com a ação.

A empresa assumiu o erro e desativou a função logo após as denúncias.


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Nova versão do iOS virá sem o aplicativo do YouTube

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segunda-feira, 6 de agosto de 2012




iOS6Donos de dispositivos móveis da Apple podem sentir falta do Google na próxima versão do sistema operacional de iPhones, iPads e iPods. A companhia liberou uma versão beta do iOS 6, que, além de vir sem o Google Maps, também veio sem o YouTube.

O fim da parceria entre as duas gigantes em relação ao serviço de mapas já havia sido anunciado, mas ninguém esperava que o aplicativo do site de vídeos mais famoso do mundo também fosse tirado de cena.

The Verge, ao notar a falta, falou com a Apple sobre o assunto, então a empresa respondeu que a licença para usar o aplicativo expirou.

Ainda será possível acessar os vídeos pelo navegador Safari e a própria Apple confirmou que o Google trabalha em um novo app, que estará disponível para download na App Store.


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