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Jogue games da Battle.Net, como Overwatch no Linux via Lutris

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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Battle.Net é um serviço online de jogos da Blizzard, que conta com títulos apreciados pelo mundo gamer, alguns que posso citar são: World of Warcraft, Diablo III, Warcraft III, Overwatch, entre outros. Infelizmente o launcher da Blizzard, não possui uma versão nativa para Linux. Todavia não se preocupe, iremos te mostrar como configurar a Battle.Net em seu Ubuntu, Mint e derivados.

blizzard-launcher-games-jogo-linux-battlenet-battle-net-wine-proton-lutris-script-ppa-ubuntu-mint-gamer-overwatch-diablo-world-warcraft

Há um tempo seria insensatez formar uma frase afirmando que o pinguim é viável para jogos. Contudo, se existe algo que aprendi nestes anos utilizando Linux, é que as coisas evoluem e mudam tão rapidamente no cenário de TI, que a cada dia um projeto bombástico pode ser revelado. Foi assim com o Proton e o Steam Play da Valve, mas existem games fora da loja da Steam e nem por isso você deixará de jogá-los. Caso tenha um game na Battle.Net e queira instalar em sua distro Linux, no meu caso o Overwatch, proceda conforme irei demonstrar.

Preparando o sistema


Mencionei anteriormente que a Blizzard não disponibilizou seu launcher para Linux, entretanto sua instalação é bem simples. Um passo extra será necessário, ao invés de simplesmente baixar o programa e instalá-lo, iremos utilizar “um intermediário”. Afinal, a Battlenet.Net não foi desenvolvida com o Linux em mente, mas através do Wine (que não é um emulador e sim uma camada de compatibilidade, digamos que ele traduz o que o programa para Windows diz para o Linux e vice-versa). Se ainda não configurou seu sistema para jogos, essa postagem pode lhe auxiliar. Se possui um computador com uma placa de vídeo NVidia, instale os drivers como no artigo acima, isso vale para utilizadores de placas AMD ou até mesmo APUs, ou processadores Intel (sem uma GPU offboard), contudo nestes casos a versão do Mesa Driver deve ser a mais atual (prefiro utilizar as últimas versões estáveis, e nada de tentar instalar driver da Nvidia em uma AMD ou processador Intel… Parece besteira, mas já recebi pedidos de ajuda por conta dessas gafes).

O Lutris também é o fiel escudeiro de todo gamer Linux, claro os que jogam títulos disponíveis para Windows. Temos um artigo demonstrando sua instalação.

A mágica do shell script


Que tal automatizar a instalação do Wine, do Vulkan, do Lutris e diversas bibliotecas exigidas para o bom funcionamento da Battle.Net no Linux? Você pode fazer os procedimentos manualmente ou seguindo os artigos que escrevemos no Diolinux. 

Pensando em sua comodidade, disponibilizamos um script para configurar de forma automática o Wine, Lutris, Vulkan e demais libs. Se você já tem o Driver de vídeo configurado, no caso das NVidias e o Mesa Driver para os demais. Basta, executar o script e esperar a mágica acontecer. Depois só nos resta instalar a Battle.Net, diretamente do Lutris.

Este script adiciona o repositório PPA do Lutris e o repositório do Wine, posteriormente instalando não só o Lutris em si, mas também o Wine, com adições de alguns pacotes indicados para rodar games que usem Vulkan, DXVK ou D9VK (libvulkan1 32 e 64 bits), além de adicionar alguns pacotes extras para garantir a compatibilidade com o lançador da Battle.Net.

Baixe o script diretamente do repositório do Diolinux no Github, clicando no botão “Clone or download”.

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Extraia o arquivo ZIP, entre no diretório que será criado de nome “Lutris-Wine-BattleNet-master”. 

Clique com o botão direito do mouse em cima do script, “Lutris+Wine+BattlNet.sh”, acesse a opção “propriedades” e marque a opção que permite a execução do arquivo como um programa na aba “Permissões”. Isso no caso do Ubuntu, utilizando o Nautilus, em outros ambientes gráficos os passos podem ser um pouco diferentes.

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Agora clique dentro do Nautilus, ou seu gestor de arquivos, com o botão direito do mouse (você deve clicar em algum espaço vazio, não em cima dos arquivos) e vá à opção “Abrir no terminal”.

Se você não permitiu a execução do script, conforme mencionei anteriormente um passo extra será exigido. Dar essas permissões.

sudo chmod a+x Lutris+Wine+BattlNet.sh

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Para executar o script utilize o comando abaixo, digite sua senha e espere a mágica acontecer (conexão com a internet é exigida).

./Lutris+Wine+BattlNet.sh
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Instalando a Battle.Net


Já configuramos tudo, só basta instalar o launcher da Blizzard. O Lutris é bem prático neste quesito e também automatiza tudo. Existem duas formas de instalar programas ou jogos no Lutris.

A primeira é acessando diretamente a página do programa em questão no site do Lutris, e clicar em “Install”.

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Um pop-up irá abrir, informando que este link precisa de um programa para ser aberto. Abra o link e ele vai te direcionar ao Lutris instalado em seu sistema.

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Outra forma é pesquisando diretamente no software do Lutris em seu computador por “Battlet.Net”, logo após clicar em “Install”.

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Algumas opções aparecerão, clique novamente em “Install” para versão “Standard”.

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Confirme o local da instalação.

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Caso o Lutris aconselhe a instalação do “Wine Mono”, instale o complemento.

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Aguarde o procedimento findar, isso dependerá de sua conexão com a internet.

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Daí em diante você pode proceder normalmente, como faria no Windows ou macOS, escolhendo seu jogo e efetuando a instalação.

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Você costuma jogar muito? Talvez irá gostar dos tutoriais ensinando a instalar a Epic Games Store ou a Uplay no Linux.


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Organize seus arquivos via terminal com o Classifier

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Existem situações em que a melhor opção e mais prática, é deixar o computador “fazer todo serviço sujo”. Não me entenda mal, mas tarefas demasiadamente repetitivas acabam me desmotivando. Por exemplo, é comum você lotar sua pasta Downloads com inúmeros arquivos, e para encontrar algo rapidamente é “um parto” (como diria “O Cara do TI”). Pensei em criar um script para resolver este problema, porque não pesquisar e ver se já existe uma solução? Afinal, não quero perder tempo “reinventando a roda”.

classifier-script-python-arquivos

Se assim como eu você necessita de uma solução que organiza automaticamente seus arquivos, de forma rápida e descomplicada, o Classifier pode ser uma boa solução. Esse script em Python é muito interessante.

Funcionamento do Classifier


Entender o Classifier não é nado complicado. Ele irá organizar automaticamente seus arquivos movendo conforme os tipos, para diretórios pré-selecionados pelo script. Por exemplo, arquivos de extensão “.mp3” serão movidos para uma pasta (no próprio diretório que você está organizando) chamada “Music”. Arquivos “.png” para uma chamada “Pictures” e sucessivamente. A seguir veja a lista de extensões e suas categorias, vindas por padrão:

IGNORE: 


part, desktop.

Music: 


mp3, aac, flac, ogg, wma, m4a, aiff, wav, amr.

Videos:


flv, ogv, avi, mp4, mpg, mpeg, 3gp, mkv, ts, webm, vob, wmv.

Pictures:


png, jpeg, gif, jpg, bmp, svg, webp, psd, tiff.

Archives: 


rar, zip, 7z, gz, bz2, tar, dmg, tgz, xz, iso, cpio.

Documents: 


txt, pdf, doc, docx, odf, xls, xlsv, xlsx, ppt, pptx, ppsx, odp, odt, ods, md, json, csv.

Books: 


mobi, epub, chm.

DEBPackages:


deb.

Programs: 


exe, msi.

RPMPackages: 


rpm.

Você pode adicionar novas extensões e modificar os nomes das pastas, diretamente no arquivo de configuração do Classifier, basta modificar o arquivo oculto “.classifier-master.conf” contido em sua pasta home. O próprio Classifier possibilita essa modificação, utilize o comando:

classifier --edittypes

Ou a versão abreviada do comando:

classifier -et

O editor de documentos padrão do seu sistema abrirá, assim você poupa tempo, sem precisar ir até sua pasta home e localizar o arquivo de configuração. Para resetar as modificações utilize este:

classifier --reset

Ou a outra opção:

classifier -rst

“Mãos na massa”


Para organizar seus arquivos, você poderá fazer de algumas maneiras. Navegando via terminal até o diretório que deseja organizar e logo após utilizar o comando “classifier”:

classifier-script-python-arquivos-organização-linux-organizar-ubuntu

Contudo, caso existam subdiretórios essa maneira não é a mais indicada. Sugiro criar uma pasta, onde visa manter os arquivos organizados e através do Classifier, especificar este diretório, por exemplo:

“classifier PASTA_COM_ARQUIVOS PASTA_ORGANIZADA”, a sintaxe seria assim:

classifier -d PASTA_COM_ARQUIVOS -o PASTA_ORGANIZADA

Onde “-d” (--directory) é o diretório alvo, com os arquivos e “-o” (--output) é a saída, onde os arquivos serão organizados. Você pode utilizar outros parâmetros e ver todas as funcionalidades do script, para isso acesse seu manual “--help”:

classifier -h 

Instalando o Classifier em sua distribuição


Antes de instalarmos o Classifier, será necessário instalar o gerenciador de pacotes Python. Utilize o comando conforme sua distribuição.

Debian, Ubuntu, Deepin, Mint e derivados:

sudo apt install python-pip

Fedora:

sudo dnf install python-pip

openSUSE

sudo zypper install python-pip

Arch Linux, Manjaro e derivados:

sudo pacman -S python-pip

Depois instale o Classifier:

sudo pip install classifier

O Classifier pode ser muito útil e prático para organizar aquela bagunça, sendo um utilitário indispensável para quem acaba com o tempo desorganizando seus arquivos. talvez ele não seja a solução mais “poderosa”, entretanto, aguardem que novidades poderão vir (😁😁😁).

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Matrículas abertas para o curso de SHELL SCRIPT! (TEMPO E VAGAS LIMITADAS)

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sábado, 5 de agosto de 2017

Depois de dois meses em hiato, finalmente vamos conseguir abrir as vagas para o curso de Shell Script do Diolinux EAD. Agora o Tiago Salem, nosso professor, estará apto a receber e atender novos alunos.

Curso de Shell Script






Chegou a hora de abrirmos as matrículas para a nossa segunda turma de alunos para o curso "Shell Script - Dominando o Linux uma linha  por vez" ministrado no Diolinux EAD pelo professor Tiago Salem, ex-desenvolvedor da Canonical e atual Engenheiro de Suporte L3 na SUSE.

Assim como fizemos no lançamento da primeira turma, não podemos deixar as matrículas abertas tempo demais e nem deixar as vagas liberadas por conta da agenda do Tiago, que quer dar atenção especial a todos os seus alunos.

Vagas limitadas e tempo limitado


Quando fechamos as matrículas pela primeira vez, colocamos no Diolinux EAD um formulário para que as pessoas pudessem entrar na lista de espera para esta próxima turma, a ideia era fechar uma turma de 50 pessoas no máximo, porém, tivemos uma popularidade incrível e por conta disso vamos abrir 100 vagas, pois 91 pessoas já haviam se candidatado a  uma vaga no curso através deste formulário.

Essas mais de 90 pessoas receberam de antemão em seus e-mails hoje pela manhã o link para compra para garantir as suas vagas. De qualquer forma, as matrículas ficarão abertas somente até o dia 10 de Agosto, depois fecharemos elas novamente por tempo indeterminado, até que tenhamos mais capacidade para atender todo mundo.

Atenção para as pessoas que colocaram seus nomes da lista: O fato do seu nome estar lá não lhe garante uma vaga necessariamente, mas ele te deu uma vantagem em relação aos outros compradores para que você possa comprar ele antes.

Se você quiser dominar o Linux através do Shell Script, a hora é agora!


Como as vagas são limitadas e o tempo também, o melhor momento para você comprar o curso é exatamente agora, corra lá e garanta o seu espaço em um curso extremamente bem elaborado e com um profissional de primeiro nível como instrutor.

Se estiver precisando de "incentivo", nós temos 50 cupons de desconto para serem usados por pessoas que não fizeram o curso de Bash ainda, estes recebem automaticamente um desconto especial para o curso de Shell Script, para comprar o curso de Shell com R$ 49,90 de desconto basta inserir o código a seguir na hora de finalizar a compra:

HWAYTSHELL

Pegou a referência ao AC/DC? 😀

Esperamos você no curso enquanto durarem as vagas, clique aqui para acessar.

Até a próxima!
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O que é possível fazer com Shell Script?

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Recentemente um dos alunos lá do EAD do Diolinux fez uma pergunta interessante:  O que é possível de se fazer com shell script? Como esta é uma dúvida muito comum, aqui neste artigo vamos entender melhor o que é possível de se fazer com shell script e quando se deve (ou não) usar shell script.

Curso de Shell Script




A primeira coisa que temos que entender é que as linguagens de programação (e incluo shell script aqui) são ferramentas que nós entusiastas de tecnologia utilizamos para resolver problemas.

Dependendo da natureza do problema, existe uma ferramenta mais adequada.

Explico:

Vamos supor que você precise serrar uma tábua. Você tem a opção de escolher entre um serrote e uma faca de cozinha. Qual você escolheria?


É claro que a ferramenta que vai dar resultado mais rápido e com menos esforço é o serrote.. mas.. se você quisesse usar a faca, também iria funcionar, só que iria exigir *muito* mais esforço e demoraria muito mais tempo.

Com linguagens de programação é a mesma coisa, e por isso que não existe "a melhor linguagem".

Cada uma é boa em fazer uma coisa, e quanto mais você domina a "ferramenta", melhor e mais rápido você resolve os problemas.

Shell Script é uma linguagem que você utiliza para pedir que o Bash automatize diversos tipos de tarefas, especialmente quando estas tarefas envolvem invocar comandos do terminal.

O Bash trabalha muito bem interagindo com comandos da linha de comando (capturando saída de comandos, condicionando execução de comandos, etc), e por isso é a ferramenta preferida de uma enorme quantidade de pessoas para automatizar tarefas principalmente administrativas.


É claro que em outras linguagens também é possível de se obter o mesmo resultado, mas pode talvez não ser tão trivial quando em shell script.

O oposto também é verdadeiro. Já vi gente implementando um servidor web em shell script (tipo um apache ou nginx). É claro que funciona, porém é uma solução que não "escala". Shell script não é uma linguagem de alta performance, e portanto este servidor web, apesar de ser um ótimo exercício para fins didáticos, não poderia ser utilizado "para valer" devido ao seu desempenho ruim comparado a um servidor escrito em C ou C++.


Outro exemplo é um projeto muito bacana: Mario em shell script.

Simplesmente sensacional e mostra todo o poder do shell script, mas evidentemente não é a ferramenta ideal para se escrever um jogo.

Resumo da obra:

O poder está na mão do programador em decidir qual é a ferramenta mais adequada para se resolver algum problema, e se este problema envolve automatização de comandos disponíveis no terminal e tarefas administrativas, não precisa pensar duas vezes e pode mandar bala no shell script.

E por falar nisso, se você já tem experiência na linha de comando e gostaria de passar para o próximo nível, entender como o processo de criação de um script funciona e entender os diversos operadores e estruturas que o bash fornece para automatizar processos, em breve abriremos mais vagas no curso de shell script lá no EAD do Diolinux.

Existe uma fila de espera para os cursos, são 100 vagas que serão abertas, até o momento temos 84 inscritos, então se você tem interesse, corre lá para ver!

Este texto foi escrito pelo Tiago Salem, nosso professor no Diolinux EAD.

Até a próxima!
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Como criar um Shell Script simples para automatizar a instalação de programas no Linux

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Uma das coisas mais legais do Bash é o poder de automatizar tarefas, até mesmo na própria linha de comando. Hoje você vai aprender a criar um simples Shell Script para instalar um programa.

Shell Script




Para você entender o conceito, vamos dar um exemplo com um programa popular e simples, o GIMP. O GIMP é um manipulador de imagens que está no repositório de todas as distros Linux praticamente, como exemplo nos comandos vamos usar o gerenciador de pacotes "apt", comum no Debian, Ubuntu, Linux Mint e derivados, apesar disso, entendendo o conceito, você pode aplicar em qualquer distro, basta entender o gerenciador de pacotes dela e os comandos que ele aceita.

Claro, o GIMP pode ser instalado por centrais de apps sem comandos, pode ser também instalado com um simples # apt install gimp mas a intenção é te mostrar como você pode estruturar um script para automatizar a instalação de qualquer programa ou de vários ao mesmo tempo.

Vamos imaginar que você queria instalar o gimp a partir do terminal.

Muito provavelmente os passos que você dará serão:

1) Atualizar os repositórios
$ sudo apt-get update
2) Instalar possíveis atualizações do sistema:
$ sudo apt-get dist-upgrade -y
3) Efetivamente instalar o pacote.
$ sudo apt-get install gimp

O processo manual da instalação de um programa pode levar algum tempo, pois você deverá esperar que o primeiro comando termine sua execução para digitar o próximo.

Nem sempre atualizar repositórios é rápido e portanto é o seu tempo que está sendo gasto esperando algo que poderia facilmente ser automatizado.

O primeiro nível de automatização que poderíamos fazer aqui é criar uma fila de comandos (chamadas de listas) que serão executados pelo Bash em sequência.

Para isso basta separar os comandos com um ponto e vírgula:
sudo apt-get update ; sudo apt-get dist-upgrade -y ; sudo apt-get install gimp -y
Apesar de já automatizar um pouco o processo, não há praticamente nenhuma lógica envolvida.

Você muito provavelmente não deseja executar um "dist-upgrade" se o "update" falhar antes por qualquer motivo. Certo?

Aqui chegamos no nosso segundo nível de automatização. Em vez de usar o ponto e vírgula, podemos separar os comandos com "&&", e desta forma o Bash somente executará o comando seguinte se o anterior finalizar a execução com sucesso.
sudo apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade -y && sudo apt-get install gimp -y
Agora já melhoramos bastante o processo, porém no caso de algum dos comandos retornar falha, esta fila de comandos simplesmente para de ser executada sem qualquer tipo de aviso mais elaborado para o usuário.

É possível em linha de comando adicionar mais lógica para continuar aperfeiçoando este nosso procedimento, porém este é aquele momento em que talvez seja mais proveitoso se criar um script de verdade e deixar o processo legível, em vez de simplesmente criar uma "tripa" de comandos que depois poderá dificultar a sua vida na hora de encontrar e consertar qualquer erro.

Para este nosso exemplo, usaremos o próprio "if" do Bash (que é uma estrutura de condicional explicada brevemente neste vídeo aqui)

Basta criar um arquivo de texto que você pode 'chamar do que quiser .sh", tipo "batatinha_quando_nasce.sh" e inserir os dados que vamos te mostrar. Tá bom, talvez seja melhor criar um arquivo chamado instala-pacote.sh o seguinte conteúdo:

#!/bin/bash

echo Atualizando repositórios..
if ! apt-get update
then
    echo "Não foi possível atualizar os repositórios. Verifique seu arquivo /etc/apt/sources.list"
    exit 1
fi
echo "Atualização feita com sucesso"

echo "Atualizando pacotes já instalados"
if ! apt-get dist-upgrade -y
then
    echo "Não foi possível atualizar pacotes."
    exit 1
fi
echo "Atualização de pacotes feita com sucesso"

# note que $1 aqui será substituído pelo Bash pelo primeiro argumento passado em linha de comando
if ! apt-get install $1
then
    echo "Não foi possível instalar o pacote $1"
    exit 1
fi
echo "Instalação finalizada"

Veja que utilizamos o operador "!" após o "if" para inverter o resultado do comando seguinte, portanto o conteúdo das condicionais (código que está entre o "then" e o "fi") somente será executado caso os comandos falhem na execução. Também utilizamos o comando "exit 1" para pedir ao Bash que interrompa a execução do script em caso de falha.

Para executar o script basta rodar a seguinte linha:

sudo bash instala-pacote.sh gimp

Desta forma podemos utilizar o mesmo script para qualquer pacote, e o "sudo" só precisa ser invocado uma vez. Basta passar o nome do pacote desejado em linha de comando e ver o Bash fazer o resto sozinho.

É possível melhorar e incrementar o script de diversas maneiras. Podemos imprimir mensagens com cores, suprimir a saída em tela do comando apt-get para facilitar a leitura, dentre outras coisas.

Basta ter criatividade e dominar a linguagem do shell script para poder automatizar praticamente o que você quiser.


Outra coisa que você pode fazer é incluir dentro do Shell Script os comandos para a instalação do pacote em específico, assim você pode rodar apenas o Shell Script e ele se encarrega de fazer a instalação para você.

Você pode por exemplo criar um script de pós formatação para o seu sistema, acrescentando repositórios, pacotes e programas que você normalmente usa, incluindo as opções para fazer a atualização do sistema e apenas rodar um Shell Script depois de instalar a sua distro e ir tomar café enquanto seu sistema é montando automaticamente. É mais do que bacana!

Nós lançamos nesta semana o nosso curso avançado de Shell Script, onde você vai aprender coisas como esta deste post e muitas outras para automatizar a sua vida de usuário Linux, as matrículas estão abertas até Quinta-feira, dia 15 de Junho e tem promoção especial para quem comprar hoje até a meia-noite. Corre lá pra conferir antes que fechem as matrículas.

Até a próxima!
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Akila Script - Um script para facilitar a pós instalação do seu Ubuntu ou derivado

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Hoje vamos dar voz a um projeto da comunidade Linux chamado Akila Script, uma shell script que fará várias alterações automaticamente no seu sistema com o intuito de facilitar a sua vida na tarefa de instalar todos os recursos básicos para qualquer usuário.

Akila Script

O projeto foi desenvolvido pelo nosso leitor Walber Vaz e consiste num conjunto de comandos que permite instalar uma gama ampla de aplicações básicas no sistema e posteriormente fazer uma limpeza para deixar tudo organizado.

O Script hospedado no GitHub tem duas versões, uma para Ubuntu e derivados e uma específica para o elementary OS, que é um sistema que vem com menos programas nativamente, o script irá instalar mais coisas nele.

No Ubuntu


No Ubuntu os programas e complementos instalados pelo Script são e ações realizadas por ele são:


- CODECS
- GDEBI
- UBUNTU TWEAK
- UNETBOOTIN
- ATUALIZAÇÃO DO SISTEMA
- REMOVE PACOTES DESNECESSÁRIOS
- ATUALIZAÇÃO DO LIBREOFFICE - MAIS RECENTE
- ICONS
- ATOM EDITOR
- BRACKETS EDITOR
- SUBLIME TEXT
- JAVA - ORACLE JDK
- OPENJDK - JAVA JRE
- PLANK DOCK
- ELEMENTARY TWEAKS - ELEMENTARY OS
- GCC - COMPILADOR
- INKSCAPE - MAIS RECENTE STABLE

Cada recursos é opcionalmente instalado, você pode escolher na hora da instalação o que você quer fazer ou não, para usar o Script no Ubuntu abra o terminal e rode os seguintes comandos.

Caso você não tenha o Git instalado será necessário instalar para dar prosseguimento ao tutorial:
sudo apt-get install git 
Posteriormente rode os comandos a seguir:
git clone https://github.com/akila-project/akila-script.git


cd akila-script/akila-ubuntu

chmod +x akila-install
Para rodarmos sempre que quisermos podemos colocar o script dentro das pasta dos binários desta forma:
sudo mv akila-install /usr/bin
Agora você pode abrir o Script sempre que quiser rodando o comando abaixo:
sudo akila-install

No elementary OS 


Se você usa o elementary OS o Akila Script traz uma gama maior de pacotes pois o sistema originalmente vem com poucos programas básicos, para usá-lo faça o seguinte no terminal:

Caso você não tenha o Git instalado será necessário instalar para dar prosseguimento ao tutorial:
sudo apt-get install git
git clone https://github.com/akila-project/akila-script.git
cd akila-script/akila-elementary
chmod +x akila-install
sudo mv akila-install /usr/bin
sudo akila-install
Mais informações você encontra na página oficial do Script no GitHub.

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Testando pen drives bootáveis no VirtualBox

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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Um script para facilitar o teste de pen drives bootáveis de qualquer sistema operacional em uma máquina virtual do VirtualBox.

Testando pen drives no VirtualBox

Verificando se o pen drive está dando boot corretamente


Recebi ontem por e-mail um Shell Script feito pelo nosso leitor Marcelo Klumpp que permite que o usuário teste um pen drive bootável que foi criado com qualquer programa, como o Unetbootin por exemplo, em uma janela do VirtualBox, desta forma você não precisa reiniciar o computador para testar o recurso.

Segue o texto recebido

Eu criei um script (2 na verdade, mas são singulares, vai entender o porquê) para facilitar num teste de boot de um dispositivo USB.

Peguei algumas informações na internet e aprendí como fazer para acessar um Boot USB via Virtual Box, levando em conta que o mesmo não tem suporte a boot via USB ou dispositivo físico diretamente, apenas via CDRom, Floppy, etc.

Fiz alguns testes de boot via qemu e percebí que o teste de Boot nele chega a ser MUITO pesado, e eu não uso o VMWare. O mesmo Boot funciona de forma BEM leve no Virtual Box, então foi aí que tive a idéia de criar um Bash Script simples pra testar um device diretamente no Virtual Box, pois eu tenho de trampar direto com isto.

São 2 Scripts idênticos, a única coisa que muda é que um é pra ser executado como Máquina Virtual de 32 bits e outro como Máquina Virtual 64 bits:

VirtualBox-BootUSB
VirtualBox-BootUSB_64

O parãmetro é ligeiramente fácil:

VirtualBox-BootUSB -d /dev/sdX -p NP -m QM

Sintase:

-d = Device
/dev/sdX = O Device a ser indicado
-p = Partição
NP = Número da Partição a ser indicada
-m = Memória
QM = Quantia de memória (em Mega) escolhida para funcionar na Máquina Virtual

Se esquecer como que faz o comando é só digitar o parâmetro "--help" ou "-h"

Com isto basta fazer o comando "sudo fdisk -l" ou "sudo blkid" e ver qual é o dispositivo que quer testar.

Exemplo:

Dou um destes comandos e vejo que o que quero testar é o "/dev/sde1" e é um boot de uma instalação de sistema que usa 250 MB Ram, então eu faço o comando:

VirtualBox-BootUSB -d /dev/sde -p 1 -m 250

O comando irá pedir a senha do sudo, então é só digitar a senha e o comando faz o resto.

Exemplo do Shell Script


Pronto, bem fácil e bom pra quando a gente cria um Boot Inicializável mas não deseja ou não pode testar o mesmo na própria máquina tendo de reiniciar.

Já peguei instalador que nem pergunta se eu quero particionar ou etc, já vai escrevendo no HD e pronto, desta forma fica perigoso testar na própria máquina e ter o risco de perder seus dados. 

Também é chato quando se está criando um boot e tem de ir testando se dá certo e tem de reiniciar toda hora. Então este Script se torna bem útil.

Baixe o Script


Você pode baixar o script do nosso leitor logo abaixo:

Se você tiver alguma sugestão a fazer para melhorar o script é possível entrar em contato com o autor através deste e-mail: elppansmk@gmail.com

Agradecemos ao leitor por compartilhar o seu projeto conosco, se você tiver também algum projeto bacana e gostaria de compartilhar com a comunidade manda um e-mail pra gente!

Edital: O conteúdo deste script não é produção do blog Diolinux.

Até a próxima!
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Mantendo o Ubuntu sempre com a última versão do Kernel Linux

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Hoje você vai aprender a instalar e manter atualizado o seu Kernel no Ubuntu sem precisar fazer muito esforço.

atualizando o kernel do Ubuntu para a última versão

Instale a última versão do Kernel Linux no Ubuntu


A Canonical é um pouco conservadora quando se fala em atualização de Kernel, por isso, ao contrário de outras distros Linux o Kernel do Ubuntu raramente está na última versão estável liberada por Linus Torvalds.

Por isso preparamos um Script todo em português que você poderá rodar toda a vez que desejar atualizar o Kernel do Ubuntu de maneira facilitada, mantendo assim sempre a última versão do Kernel no seu sistema.

Para fazer isso abra o seu terminal e cole os seguintes comandos, um após o outro.

Este comando servirá para instalar o navegador Lynx, que é um navegador em modo texto:
sudo apt-get install lynx
Agora  vamos baixar o nosso script mágico ;)
wget https://dl.dropboxusercontent.com/u/50603085/kernel-update

Agora vamos mudar as permissões do arquivo
chmod +x kernel-update 
Agora com este comando abaixo vamos rodar o script:
sudo ./kernel-update

Kernel Update Ubuntu

Se tudo funcionou corretamente você deve estar vendo uma tela como esta acima com as 3 principais opções, para atualizar o Kernel basta pressionar a tecla "a", para remover versões antigas do Kernel pressione a letra "b" e para sair do programa pressione "q".

Independente da opção que você escolher basta seguir as instruções na tela para efetuar os ajustes, os passos são poucos  e simples.

Caso você encontre algum bug ou tenha algum problema reporte ele para a gente, preferencialmente por e-mail.

Utilizei este script para instalar o Kernel que estou utilizando agora, no caso o Kernel 4.0, porém ele servirá para futuras versões também.

Se você tem dúvidas sobre se vale a pena atualizar ou não o seu Kernel confira este vídeo onde o assunto foi abordado apontando os prós e contras das atualizações.

Sempre que você quiser instalar a versão mais recente do Kernel basta rodar este script novamente.

Até a próxima!

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Como ter a aparência do Photoshop no GIMP com ícones monocromáticos e organização visual

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Deixando o GIMP com a cara do Photoshop

Hoje o Diolinux vai te ensinar a deixar o editor de imagens de código aberto GIMP com uma cara parecidíssima do Photoshop, com ícones monocromáticos e a organização visual do software proprietário da Adobe.

GIMP com cara de Photoshop


Já consigo ouvir o Xiitas me falando aos ouvidos, e antes que eles se pronunciem eu digo:
"Calem-se calem-se porque vocês me deixam looouco!!!", sério detesto Xiitismo deste tipo e procuro manter distância!

O Photoshop é considerado por muitos como referência no segmento de edição de imagens e não podemos desprezar o seu valor, conheço alguns designers profissionais e eles já tentaram usar o GIMP em suas empresas mas seria necessário uma curva de aprendizado para usar a nova ferramenta, desculpa esfarrapada  mas muito utilizada por quem não quer abrir mão de seu Windows Piratex.

Anyway...

É muito mais fácil a transição de um programa para o outro quando a interface é semelhante e é isso que vamos fazer com o GIMP agora.
O GIMP Toolbox Like é um projeto desenvolvido por Derinus e hospedado no Gnome-Look com o objetivo de trazer uma organização de barras de ferramentas semelhantes ao Photoshop para o GIMP além dos ícones monocromáticos.

Fala o download do tema


Extraia o conteúdo do arquivo que você baixou para a pasta gimp-2.8 que fica oculta dentro da sua pasta home, para exibir arquivos ocultos no Nautilus ou no Nemo use a combinação de teclas Ctrl+H depois disso é só abrir o GIMP normalmente.

Até a próxima!

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Instalando o JAVA Oracle no Ubuntu ou Linux Mint com dois cliques

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Um script muito fácil de usar para você instalar a última versão do JAVA 7 Oracle na sua distro

Olá pessoal, hoje trago uma dica que acredito ser útil para a maioria dos usuários, especialmente os que dependem dos Internet Bankings por aí a fora. 

JAVA Oracle no Ubuntu


O JAVA é desenvolvido pela Oracle para ser multiplataforma, mas para Windows ele tem um instalador bonitinho e para Linux ainda não, tanto que um dos artigos mais visitados do Diolinux é Como instalar o JAVA Oracle no Ubuntu, e baseado neste mesmo artigo produzimos um shell script para facilitar o seu trabalho, basta você dar dois cliques, digitar a sua senha de dar alguns "Ok" e pronto! O JAVA está instalado e configurado. =) 

Download e instalação

Baixe o Script no botão abaixo:


Depois de baixado você deve dar permissões de execução ao script e habilitar o Nautilus para abrir arquivos de texto como executáveis:

Para dar permissão de execução, clique com o botão direito em Propriedades e marque a opção demonstrada na imagem abaixo.

Permissão de Execução de Arquivos no Ubuntu

Essa foi um modificação que foi implementada nas ultimas versões do Nautilus, e desde então o Nautilus por segurança não abre mais arquivos SH automaticamente, para conseguir executar Shell Scripts dando dois cliques vá até o menu de preferências no Nautilus.

Marque a Opção de "Perguntar cada vez"

Dois disso é só dar dois cliques no arquivo, e clicar em executar no terminal quando for solicitado:

Clique em executar no Terminal

Então a instalação se dará, em alguns momentos será pedido que você tecle enter, como na hora de adicionar o PPA do JAVA ( como na imagem abaixo ).

JAVA

O Script serve para instalar as ultimas atualizações do JAVA Oracle em qualquer versão do Ubuntu e do Linux Mint a partir da versão 12.04; o script pode ser usado também para atualizar a sua versão do JAVA quado uma versão nova sair.
Bom proveito, até a próxima!

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Disponível SamGyn Script para Ubuntu 13.04

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Um nova versão disponível

Recentemente demos a dica de alguns scripts para facilitar  a pós instalação do Ubuntu 12.04 e desta vez o meu amigo Marden Sampaio liberou uma nova versão do SamGyn Script para o Ubuntu 13.04.

SamGyn Script


Scripts são uma maneira muito simples de automatizar as coisas no Linux, você pode encontrar mais Scripts para Ubuntu acessando este artigo.

SamGyn Script i386


cd /tmp
wget https://www.dropbox.com/s/cip85bgihwegu8n/SamGyn_Script.sh
chmod +x SamGyn_Script.sh
sudo sh SamGyn_Script.sh

SamGyn Script AMD64


cd /tmp
wget https://www.dropbox.com/s/e1rqxel6q81t66q/SamGyn_Script_amd64.sh
chmod +x SamGyn_Script_amd64.sh
sudo sh SamGyn_Script_amd64.sh
Até a próxima dica pessoal!

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