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Compilação de código fonte torna programas realmente mais rápidos?

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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Durante a live de comemoração dos sete anos do blog Diolinux, debatemos a questão do ganho de desempenho do Gentoo através da compilação de programas. Será que isso é real mesmo?






Gentoo Linux é conhecido pelo seu desempenho baseado na estratégia de compilação de código fonte diretamente na máquia que será utilizada. A lógica é o seguinte:
Como os programas dos repositórios das distribuições são compilados em máquinas que possuem processadores diferentes da sua (algo que é incerto de se saber), isso pode acarretar em certa perda de desempenho. Portanto compilando os programas na mesma máquina que irá utilizá-lo acaba acarretando no melhor aproveitamento do desempenho.
Mas esse conceito em certo aspecto é teórico, em outro não; as próprias ferramentas de desenvolvimento do Android são disponibilizadas em forma de código fonte para poder extrair o melhor proveito do hardware após compila-la.

Somente o fato de compilar programas diretamente na máquina não é garantia melhor aproveitamento de desempenho do hardware, especialmente se o usuário não souber como fazer isso. Pode ser, na verdade, que a situação piore ao invés de melhorar. Existem mais fatores a serem considerado antes de concluirmos e julgarmos que a compilação do código fonte é o fator chave desse conceito.

Eu já havia até mesmo feito um vídeo no meu canal debatendo o assunto quando me disseram que o FreeBSD utilizando o UFS ou ZFS possuía melhor desempenho do que do Linux e expliquei em detalhes. Confiram o vídeo:


Da mesma forma que um filesystem não é a única característica que influencia no ganho de desempenho de um sistema operacional,  compilar código fonte diretamente na máquina também não. Alguns fatores que influenciam para isso são:
  • Configuração especifica para o hardware (exemplo disso é o kernel que deve ser configurado para a família correta do seu processador e não a versão genérica. Utilizar microcódigos do processador também ajuda;
  • Makefile personalizado (as comunidades Gentoo e Funtoo fazem isso muito bem);
  • Patches de correções desenvolvidos pelas próprias comunidades Gentoo e Funtoo (esse é um ponto importantíssimo que as comunidades Gentoo/Funtoo fazem adicionando seus patches para melhorar o desempenho);
  • Fazer uso de compiladores e bibliotecas corretas;
  • Filesystem
  • init system (inclusive a comunidade Gentoo criou o Openrc exatamente com esse propósito. O systemd vem apresentando melhor desempenho até mesmo que o Openrc).
Querem prova que até mesmo pacotes binários podem proporcionar bom desempenho? A própria distribuição Clear Linux é prova de fogo disso, que vem aprimorando o desempenho do Linux mesmo tendo pacotes binários, inclusive trabalhando para tornar o Steam em um programa 64 bits nativo.

 Alguns dos seus resultados podem ser conferidos no próprio Phoronix:

Teste de Benchmark Linux

Teste de Benchmark Linux

Teste de Benchmark Linux


Outros dois grandes exemplos disso são as distribuições Alpine Linux por adotar o musl ao invés da Glibc e o LLVM no lugar do GCC.

A distribuição Debian que vem ganhando melhoria de desempenho de uma versão para a outra, um dos fatores para esse sucesso também foi por estar adotando o LLVM no lugar do GCC e há planos de migrar da Glibc para a musl.

Muitas vezes distribuições source based não serão a melhor solução para o ganho de desempenho; na verdade ela pode até mesmo se tornar uma dor de cabeça ao invés de uma solução e você se frustrar. O que deve ser analisado para adoção de uma distribuição source based é a sua necessidade (quando adotar ou não) assim como o Google fez no caso do ChromeOS e a Apple vem fazendo com o iOS.

Um debate legal. É isso aí, um abraço e falou :)
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Lançados SystemRescueCd 4.6.1 e GParted Live 0.24.0-2

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Lançada versão 0.24.0-2 do Gparted, o software editor de partições, é hora dos vários baseados no Gparted integrarem seu novos recursos e anunciarem novas versões estáveis.

nova-versão-do-Gparted-e-utilizado-tando-no-gparted-live-quanto-no-systemrescuecd

Lançados SystemRescueCd 4.6.1 e GParted Live 0.24.0-2


Exemplo disso, foram lançadas as novas versões do dois Live CDs Gparted Live 0.24.0-2 e o SystemRescueCD 4.6.1 que são utilizados para tarefas de recuperação de partições disco. Os maiores recursos implementados a nova versão do Gparted foram:
- Suporte a detectar ZFS- Suporte a reconhecimento de dispositivos VNM Express (NVME)
Já o Gparted e no systemRescueCD possuem novos recursos também (além dos já mencionados do Gparted). O Gparted, que agora é baseado no Debian Sid, utiliza o kernel 4.2.0 e também integra o ZeroFree, ddrescue e pacotes uefibootmgr.

Clique na imagem para baixar o Gparted Live


O SystemRecueCD faz uso do kernel 3.14.56 LTS como kernel padrão tanto para 32 quanto 64 bits. Mas como uma alternativa, o SystemRescueCD disponibiliza tambem o kernel 4.1.12 LTS também para 32 e 64 bits. Os pacotes btrfs-progs foram atualizados para a versão 4.2.2.

Clicke no botão abaixo para baixar o SystemRescueCD:

Link para baixar o SystemRescueCD-4.6.1

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Sistema de arquivos ZFS será incluído no Ubuntu

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mark Shutteworth, fundador da Canonical, comunicou que o Ubuntu terá suporte para o sistema de arquivos ZFS no futuro.

ZFS no Ubuntu

Versões futuras do Ubuntu Snappy poderão suportar o ZFS


O ZFS (Zettabyte File System) é uma solução criada originalmente pela Sun Microsystems para o sistema operacional Unix, entre as características de maior destaque do ZFS, entre outras coisas, temos a grande capacidade de armazenamento, o ZFS é um software open source, licenciado sob CDDL.

Houve uma discussão muito interessante nas listas de e-mail para falar sobre o futuro do Ubuntu Snappy, especialmente quanto ao sistema de arquivos para ser implementado amplamente em servidores, Geoffey Teale sugeriu que o Kernel do Ubuntu fosse alterado para ter como padrão os módulos capazes de trabalhar com o ZFS. A resposta veio mais rápido do que se poderia imaginar, o próprio Mark Shuttleworth respondeu ao pedido dizendo que o sistema de arquivos deverá ser incluído no sistema em mais ou menos tempo.

O ZFS consegue comportar arquivos de até 6 ExaBytes de dados.

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Tudo o que você precisa saber sobre Sistemas de Arquivos (File Systems)

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terça-feira, 14 de julho de 2015

 Distribuições oferecem suporte a diferentes filesystems até mesmo durante o momento da instalação. Pode ser que você se pergunte: para que tudo isso? Vale a pena realmente saber sobre isso? Confira então este artigo a seguir.

Sistemas de arquivos do Linux


Os sistemas de arquivos mais populares e suas características

Sistema de arquivo é uma das belezas e riquezas que Linux oferece aos seus usuários. A questão é que existem sistemas de arquivos para diversas necessidades (para se ter uma ideia desta abrangência, existe sistema de arquivo voltado somente para cluster).
Mas será que para um usuário comum esse é o tipo de informação que valeria a pena ter o conhecimento?

Não necessariamente conhecer tudo o que Linux tem a oferecer em mínimos detalhes, mas esse assunto poderia se tornar uma peça fundamental para se obter melhor desempenho e obter recursos em seu sistema que favoreçam o seu trabalho (ou ate mesmo evitar dores de cabeça e frustrações futuras).

Como mencionei no vídeo "Filsystem (Vale a Pena Saber?)", para um gamer poderia ser um dos fatores que influenciariam em ganhos de fps.
Confira todos os detalhes no vídeo abaixo:


Vários fatores contribuem para isso: A robustez do sistema, correções de bugs disponibilizadas pela distribuição, um bom hardware, um kernel bem trabalhado especificamente para o seu hardware, drivers aprimorados e até mesmo um sistema de arquivos potente.

Uma prova dessa importância é que um dos fatores que Matt Dillon, desenvolvedor do DragonflyBSD, desenvolveu foi o sistema de arquivo Hammer para assim obter melhor proveito de desempenho no sistema. Outra prova disso foi um artigo que li algum tempo atras onde publicaram a noticia de que o HFS (sistema de arquivo do Mac OS X) possui um bug que os arquivos ficam ilegíveis após estar armazenados por seis anos. Acabamos assim por perder o arquivo.

Então, por mais que pareça uma coisa óbvia ou ilógica, sistema de arquivo é algo de extrema  importancia.

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Como esconder uma pasta ou arquivos no Linux

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terça-feira, 2 de junho de 2015

Conheça um truque bem interessante para você criar pastas e documentos ocultos no seu sistema.

Como ocultar pastas no Linux

Conheça hoje uma maneira diferente de ocultar pastas no Linux


Pastas e arquivos ocultos existem há muito tempo nos computadores, elas tem diversas funções, mas normalmente é esconder do usuário algo que não deve ser alterado sem conhecimento de causa.

O jeito mais comum de se ocultar um arquivo ou pasta no Linux é bem simples, basta adicionar um "."(ponto) antes do nome do arquivo, por exemplo.

arquivo
.arquivo
O segundo exemplo seria um arquivo oculto enquanto o outro estaria sendo exibido normalmente, porém, existe uma outra maneira de fazer isso sem precisar adicionar este "ponto" antes dos nomes do arquivo.

Escolha um diretório qualquer para fazer o teste, dentro dele crie um arquivo e dê o nome dele de ".hidden", dentro dele escreva o nome das pastas ou arquivos dentro deste mesmo diretório que você está que deseja ocultar.

Ocultando pastas

Basta salvar o documento e pronto, os arquivos estarão ocultos. Atenção para o detalhe de que é necessário escrever exatamente o mesmo nome do arquivo que você quer esconder, tendo atenção para letras maiúsculas e minúsculas, pois o Linux é "case sensitive" e diferencia diretórios e arquivos desta forma.



No exemplo acima eu pretendia ocultar a pasta "pasta" por isso coloquei ela dentro do arquivo.

Para exibir arquivos ocultos você pode usar as teclas de atalho "CTRL+H" no Ubuntu e praticamente qualquer distro que use o seu ambiente baseado no Gnome, caso você use KDE a tecla de atalho é "ALT+." (alt e ponto).

Divirta-se!

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Copie arquivos mais rápido no Ubuntu e no Linux Mint com o Ultracopier

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domingo, 24 de maio de 2015

Veja como copiar grandes quantidades de dados no seu sistema muito mais rápido com o Ultracopier, um programa muito semelhante ao popular TeraCopy.

Teracopy para Linux

Veja como copiar arquivos mais rápido no seu sistema com o Ultracopier


Confesse que o Nautilus tem um problema há muito tempo, independente da distro, ele costuma ser um pouco lento quando copiamos arquivos grandes para partições com sistemas de arquivos diferentes, nada que um pouco de paciência não dê jeito mas se podemos fazer de maneira mais rápida, por que não?

Para quem não conhece o TeraCopy ele é um programa conhecido no Windows que permite que você copie e gerencie grandes quantidades de dados, pausando transferências por exemplo, este recurso é nativo do Dolphin, gerenciador de arquivos do KDE mas no Ubuntu e no Linux Mint não e o Ultracopier cai muito bem para estas funções, ele é basicamente uma versão Linux do TeraCopy.

Para instalar é bastante simples, existem duas versões, uma para o Nautilus (Ubuntu e distros que o usem Gnome) e o Nemo (Linux Mint e distros que usem o Cinnamon ou tenham o Nemo como gerenciador de arquivos).

- Download para Nautilus (Ubuntu)
- Download para Nemo (Linux Mint)

Instale o pacote dando dois cliques, depois de instalar encerre a sessão e logue-se novamente, à partir de então o Ultracopier aparecerá no menu de contexto sempre que você copiar algum arquivo, por exemplo.

Clique em um arquivo com o botão direito do mouse, clique em copiar, vá até a pasta onde deseja colocar, clique com o botão direito novamente e cole com o Ultracopier. Muito simples.

Para fins de exemplo copiei um arquivo com 350 MB de tamanho do modo convencional, a transferência demorou cerca de 7 segundos, usando o Ultracopier o mesmo arquivo levou apenas 3 segundos, quase quatro para ser mais justo, o que é muito bom.

Com arquivos maiores você sentirá uma maior diferença, copiando um arquivo de 3,4 GB a transferência durou apenas 17 segundos.

Aproveite a dica e compartilhe com seus amigos, até a próxima!

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Como reparar um Pen Drive corrompido no Ubuntu

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Vamos aprender neste artigo uma dica muito útil para reparar pen drives e partições que estejam no formato NFTS (Windows) pelo Ubuntu.

Como corrigir sistemas de arquivos NTFS no Ubuntu

Corrigindo NTFS no Ubuntu

Para quem não sabe o sistema de arquivos NTFS é o padrão dos sistema operacional Windows e tem algumas vantagens quanto ao seu predecessor, o FAT32, especialmente pela capacidade armazenamento de arquivos individuais com vários gigas de tamanho.

Recentemente tive um problema com um pen drive neste formato, ele simplesmente se corrompeu e eu fiquei sem poder acessar os meus arquivos, quase sempre deixo os meus pen drives em NTFS ou em FAT32 para poder acessá-los de qualquer sistema operacional, seja Linux, seja Windows.

O erro é parecido com este:

Erro de montagem

Ao conectar o pen drive ele simplesmente não abre mostrando essa mensagem de falha na leitura, pesquisando um pouco encontrei pessoas com este mesmo problema usando o Windows e usando o comando chkdsk  (check disc) no Windows para fazer o reparo, tanto em partições de HD como em Pen Drives (quem diria hein, usando comandos), o comando chkdsk não faz parte do arsenal do Linux, o seu equivalente seria  fsck, porém ele funciona melhor em partições nativas dos sistemas Linux como o Ext4 por exemplo.

Estava quase pensando em pegar um Windows emprestado para fazer o procedimento, precisava dos arquivos do pen drive, quando tive aquela ideia iluminada de procurar ferramentas na Central de Programas, encontrei algumas e pesquisei sobre elas e achei a solução por ali mesmo, na verdade o pacote estava até já instalado pelo sistema mas eu nem o conhecia ainda, trata-se do ntfs-3g.

Reparando o seu pen drive ou partição NTFS com Ubuntu e o NTFS-3G


No meu caso ele já estava instalado mas por via das dúvidas você pode instalar procurando por ele na Central de Programas, o nome do pacote é: ntfs-3g

ntfs-3g na central de programas

Agora vamos precisar identificar o ponto de montagem do seu pen drive ou partição defeituosa, para isso vamos precisar do aplicativo "Discos" que está no seu Ubuntu por padrão, abra o menu e digite "Discos".

Identificando o dispositivo

Clique na partição ou pen drive do lado esquerdo do programa para selecionar o dispositivo com problemas, uma vez que você tenha clicado nele observe do lado direito ao lado da palavra "Dispositivo" como na marcação acima o endereço, no nosso exemplo "/dev/sdb1", selecione e copie.

Agora vem a parte do conserto propriamente dita

Abra um terminal e escreva:

sudo ntfsfix endereço_do_ponto de montagem
No exemplo acima seria:

sudo ntfsfix /dev/sdb1

reparando pen drive no ubuntu

Assim que o procedimento terminar ( não demora quase nada) você poderá acessar o seu pen drive normalmente.

É isso aí, até a próxima!

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Verificando BadBlocks no Ubuntu

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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Veja como verificar por setores defeituosos no seu disco rígido


Problemas no HD do computador podem acontecer com qualquer pessoa, independente do sistema que use se você desconfiar que seu Disco Rígido está com problemas é muito recomendado fazer a verificação de setores defeituosos.

Verificando Badblocks no Linux

Infelizmente não existe no Linux nenhum programa com interface gráfica ( que eu conheça) para fazer verificação de badblocks, mas o bom e velho terminal é capaz de tudo.

Como procurar por BadBlocks no seu sistema


Antes de usar o programa para verificar os setores do HD é necessário saber qual a partição que você quer testar, para isso você pode usar um comando:

sudo fdisk -l

Esse comando lhe trará uma resposta parecida com esta:

Listagem de partições no Ubuntu

Ou ainda você pode usar o GParted para isso, ele é um programa que deve estar disponível nos repositórios de todas as distribuições Linux, no Ubuntu e no Linux Mint você o encontra na Central de Programas ( O Mint já traz ele instalado).

O GParted também pode ser usado para verificarmos as partições

De uma forma ou de outro você chegará a resultados semelhantes "/dev/sdaX" onde X é o número da partição em questão, a partir de agora vou usar o X no lugar do número para dar os exemplos então fique atento.

Verificando o disco para ver há Badblocks

Abra o terminal e cole o comando abaixo, ele executa o teste por BadBlocks apenas por leitura de informações, é o método mais seguro:
sudo badblocks -sv -c 1024 /dev/sdaX
Este próximo comando testa o HD lendo, escrevendo e também verificando as informações, é um método mais completo e mais lento:

sudo badblocks -nsv -c 10240 /dev/sdaX
O próximo comando requer muita ATENÇÃO, ele usa o método anterior porém ele apaga toda a unidade seleciona, ou seja, ele faz uma formatação na partição do seu HD, só deve ser usado para testar HDs onde não existem arquivos que não podem ser perdidos, normalmente utilizamos este em casos extremos, usado principalmente por quem faz manutenção de computadores profissionalmente:


sudo badblocks -wsv -c 10240 /dev/sdaX
Caso tudo esteja OK com o seu HD o resultado será semelhante a este:

badblocks -s -v -c 10240 /dev/sdaX
Checking blocks 0 to 195360983
Checking for bad blocks (read-only test): done
Pass completed, 0 bad blocks found.
No caso acima foi usada a primeira opção deste tutorial, você deve ter percebido que existem vários parâmetros em cada comando e para você não ficar apenas no Ctrl+C e Ctrl+V, veja abaixo para quem serve cada um deles e mais alguns ainda:

-s = Mostra o avanço do procedimento
-v = verbose mode
-c 10240 = Verifica 10 mil blocos de HD por vez
-n = non-destructive read-write
-w = destructive write-mode

Até a próxima!

ExtUndelete - Uma ótima ferramenta para recuperar arquivos apagados no Ubuntu

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Apagou por engano, calma! Talvez não esteja tudo perdido!

Ninguém gosta de perder arquivos importantes, e quando você apagas eles por engano então? Não dá vontade de fincar uma faca no peito de um robô? 
Pois é, mas nem tudo está perdido neste momento, existe um boa e nova ferramenta para recuperar arquivos perdidos no Ubuntu chamada ExtUndelete.

Como recuperar arquivos deletados
Como o nome do aplicativo sugere ele trabalha apenas com sistema de arquivos Ext, para ser mais preciso Ext3 e Ext4, que são os mais comuns para a maioria dos usuários.

Aprendendo a usar o ExtUndelete

Primeiramente vamos instalar o programa:

sudo apt-get install extundelete
Agora vamos rodar o comando abaixo para saber o nome das partições do seu computador, esse passo é necessário para saber como usar o próximo comando:
sudo fdisk -l
O resultado será algo parecido com a imagem abaixo:



Neste exemplo vou usar a partição /dev/sda1 que é o meu sistema principal, você precisa saber em qual partição estavam os dados que você pretende recuperar.

A marcação em vermelho é só um exemplo, você precisa colocar ali a sua.

Agora para recuperar os dados na partição é só usar o comando:
sudo extundelete /dev/sda1 --restore-all
Se quiser mandar os arquivos para uma pasta específica como a pasta documentos faça:
sudo extundelete /dev/sda1 --restore-directory /home/$USER/Documentos
Com isso você deverá, com um pouco de sorte, conseguir recuperar os arquivos perdidos, caso você não especifique uma pasta para armazenar os arquivos restaurados por padrão eles ficarão dentro de uma pasta Recovery Files dentro da sua Home.

Dicas para recuperar arquivos. 

Perder arquivos é algo realmente chato, então quando você se der conta de que apagou algo que não devia procure mexer com os arquivos do HD o mínimo possível, não copie, recorte ou cole, não manipule arquivos, não apague programas e instale somente se for necessário como no caso deste programa, com isso as suas chances de conseguir recuperar o seus arquivos é muito maior.

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Lançado Kernel Linux 3.10, tutorial de instalação e mais algumas informações

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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Depois de meses de desenvolvimento finalmente a versão 3.10 do Kernel está disponível

O novo Kernel possui uma grande quantidade de códigos novos e novos Patches afim de corrigir alguns bugs que existiam.
O Kernel 3.10 começou a remover código obsoleto para suportar Hardware muito antigo e que não está mais no mercado com o propósito de torná-lo mais leve e estável e claro, suportar melhor os hardwares novos.
Podemos ver também melhorias considerável ao suporte do sistema de arquivos BTRFS, melhorando também o suporte para RAID e Bcache, foram também implementadas modificações para diminuir o consumo, especialmente para dispositivos móveis.
E melhorias consideráveis vem com Kernel 3.10 no que tange as placas gráficas AMD e Nvidia, tanto em seus drivers proprietários como os de código aberto. Para conhecer todo o changelog do Kernel clique aqui.
sudo apt-get install lynx 
wget http://goo.gl/2ZD4c -O updatekernel.sh 
chmod +x updatekernel.sh 
sudo sh updatekernel.sh
 sudo reboot

E reinicie o computador, caso algo dê errado você pode remover o Kernel com o comando abaixo:

sudo apt-get purge linux.image-3.10*
Até a próxima pessoal!

Fonte

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Pantheon Files, um novo gerenciador de arquivos para o Ubuntu

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Nem Nautilus e nem Nemo

Se você é ligado no mundo Linux deve conhecer o Elementary OS, a nova versão ainda não foi lançado e por isso já existem alternativas para os que cansaram de esperar, porém, vale muito ressaltar o trabalho da Equipe do Elementary que não está fazendo uma simples remasterização do Ubuntu, e sim, indo muito além e criando ferramentas próprias e fazendo forks de programas, um deles é o Noise, player que já notícia por aqui e agora temos o Panthen Files que é o gerenciador de arquivos do Elementary, ele leva o mesmo nome da interface gráfica que o Elementary carrega.

Gerenciador de arquivos Pantheon

Gerenciador de arquivos Pantheon

O gerenciador é bem leve, e assim como Nemo do Linux Mint, na nova versão ele mostra o espaço ocupado em cada disco através de uma barra lateral, acho isso muito bacana e útil, tem uma boa organização e um bom look & feel. O maior problema talvez seja que assim como o Elementary, ele ainda está instável e pode ter alguns bugs, mesmo assim você pode instalar para fazer o teste não é mesmo?

Instalação do Pantheon Files no Ubuntu

Abra o seu terminal e cole os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:elementary-os/daily 
sudo apt-get update 
sudo apt-get install pantheon-files
Caso você queira usar o Dropbox ou o Ubuntu One com integração ao Pantheon Files é necessária a instalação dos seguintes plugins:

Dropbox:
sudo apt-get install pantheon-files-plugin-dropbox
Ubuntu One:
sudo apt-get install pantheon-files-ubuntuone
Se você gostou do que viu talvez queira definir o Pantheon como gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.

Até a próxima pessoal!

Fonte aqui.

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Como extrair o MP3 de um arquivo FLV usando o Ubuntu

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012


O FlvToMp3 é uma aplicação simples que permite extrair o áudio de um arquivo FLV sem perda de qualidade e pro formato MP3.
Ele pode ser usado para os arquivos FLV baixados do You Tube.

Instalação

Serve para o Ubuntu 11.10/12.04. Abra o terminal (ctrl + alt + T) e digite os seguintes comandos para o sistema 32-bits:


sudo add-apt-repository ppa:upubuntu-com/multimedia
sudo apt-get update
sudo apt-get install flvtomp3

Para os sistemas de 64-bits, rode os comandos abaixo:


sudo add-apt-repository ppa:upubuntu-com/multimedia
sudo apt-get update
sudo apt-get install flvtomp3-64

Converta arquivos facilmente

Usando o Programa:

Basta procurar pelo arquivo e clicar em "GO!!!". Simples não?

Fonte





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Como reconhecer suas partições do Linux no Windows

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segunda-feira, 28 de maio de 2012


Deixando os “xiitismos” de lado, é extremamente comum nos depararmos com situações onde necessitamos utilizar o Windows. Seja na escola, faculdade, trabalho, ou até quando queremos jogar aquele game preferido e que, infelizmente, só roda no Windows.
E quando você está no Windows e se lembra: “caramba, aquele arquivo que preciso está na minha partição Linux…” 
Por padrão, o Windows não consegue ler as partições nativas do Linux, como EXT2, EXT3, EXT4 e etc, já o Linux reconhece nativamente as partições do Linux (NTFS e FAT). Para estes casos, você pode usar uma das ferramentas citadas abaixo. Instale-as no seu Windows e acesse normalmente seus arquivos presentes no Linux:

Explore2fs

Ext2 IFS

DiskInternals Linux reader

Ext2 FSD

Ext2Read


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