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Google Assistente com novidades

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sábado, 7 de setembro de 2019

Foi anunciado na IFA 2019 (Internationale Funkausstellung Berlin, “abrasileirando” seria mais ou menos, como Festival do Rádio de Berlim), que é a maior feira de eletrônicos da Europa, novas funcionalidades do Google Assistente. Confira os detalhes a seguir.

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Marcando presença em uma das maiores feiras de produtos eletrônicos e eletrodomésticos, o Google destacou funcionalidades extras de seu assistente pessoal, parceiros e fabricantes aliados que embarcariam a tecnologia em seus produtos, como smartphones, Smart TVs, caixas de som inteligente, fones de ouvido, etc.

Além de novos dispositivos com o Google Assistente instalado, proporcionando maior interação com os equipamentos conectados. Um recurso chamado “Modo Ambiente” permitirá novas maneiras de se relacionar com o assistente. Quando o aparelho estiver carregando, notificações e lembretes poderão ser visualizados e outras interações são possíveis, por exemplo, iniciar uma lista de reprodução e o controle de outros gadgets conectados na casa a partir da tela.

O Modo Ambiente proporciona que o smartphone possa se transformar em um porta-retratos digital conectado ao Google Fotos, basta não utilizar o aparelho (e obviamente ter a função habilitada). Esse pequeno detalhe com certeza agradará usuários, principalmente quem comprava porta-retratos digitais caríssimos. No momento alguns aparelhos contarão com a novidade, todos apresentados na IFA 2019. Mas creio que seja questão de tempo para outros Androids usarem o recurso.

Usuários do WhatsApp, também ganharam novidades. Através do Google Assistente chamadas de áudio e vídeo em viva-voz poderão ser realizadas no WhatsApp Android. Inicialmente apenas o idioma inglês está disponível.

Muito mais novidades acompanham o Google Assistente, algumas atreladas a hardwares específicos e outras que aparentam chegar em pouco tempo à todos os aparelhos Android.

Você usa o Google Assistente? Particularmente costumo fazer umas perguntas, e até brincar um pouco ou dar início a uma busca.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Discovery.
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Ubuntu Touch morreu ou não?

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

O Ubuntu Touch foi um sistema que ocasionou diversas opiniões entre os usuários Linux. No dia 5 de Abril de 2017 o fundador e CEO da Canonical, Mark Shuttleworth, anunciou o fim do Ubuntu Phone. Mas, será que o Ubuntu Touch morreu junto? Irei dar meu ponto de vista sobre o assunto, e gostaria de saber o seu também.

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A trajetória do Ubuntu Phone foi bem conturbada, com um aparente fracasso inicial em sua campanha de financiamento coletivo, muitos apostaram no fim imediato da ideia da Canonical. Eis que em Fevereiro de 2015 a dona do Ubuntu firma uma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Em seguida, outra fabricante, a chinesa Meizu. Parecia que gradualmente o sistema estava começando a agradar as fabricantes e a qualquer momento poderia decolar.

No mundo mobile existem dois grandes competidores e um reina quase que soberanamente nos smartphones das fabricantes. Obviamente que estou falando do Android e iOS. Por conta de sua exclusividade e necessidade de vinculação com aparelhos da Apple, o iOS não faz todo o sucesso que poderia fazer. Claro que estou falando em países com economia mais debilitada ou emergente, como Índia e Brasil. Nos Estados Unidos da América, a dona da maçã é muito popular. Inevitavelmente quando um sistema mobile novo surge, comparações com o Android e iOS são realizadas quase que imediatamente. Os desenvolvedores avaliam o alcance das plataformas e focam nas que mais possam gerar um retorno maior, seja de usuários ou dinheiro (basicamente significa a mesma coisa).

Não importa o tamanho da empresa por trás de um novo projeto (na realidade importa sim, mas você entenderá o que quero dizer), se o seu sistema não segue algumas diretrizes. Na realidade é uma “exigência” a cada novo sistema criado, uma compatibilidade com apps do Android. A base de usuários do robozinho verde é tão grande, que mesmo no surgimento de uma ideia inovadora os desenvolvedores apenas irão pensar em uma coisa. A base estabelecida de usuários. 

A Microsoft tentou entrar no mercado com seu sistema Windows Phone, e possuindo um visual interessante e features úteis para o cotidiano. Não possuir uma base grande e não ser compatível com apps Android, decretou o fim de uma alternativa que se diferenciava dos demais. Uma empresa multimilionária, poderosa e com fortes parcerias (a Nokia mandou um abraço 😁️😁️😁️) o Windows Phone / Mobile teve seu fim.

Perceba que o Ubuntu Phone, por consequência o Ubuntu Touch, sofreu do mesmo mal. Não ser Android. No entanto, a história se diferencia a partir deste ponto.

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“Enquanto existirem pessoas trabalhando, um software open source não morre” 


O Ubuntu Phone chegou ao seu fim, mas a comunidade e muitos que trabalhavam no Ubuntu Touch, mantiveram esperanças no sistema. Mesmo sem o aporte financeiro da Canonical, a comunidade UBports abraçou a ideia do Ubuntu Touch.

Ao decorrer destes anos o Ubuntu Touch manteve-se vivo, recebendo novidades e melhorias. De forma lenta e gradual o sistema vem se tornando mais maduro e com grandes ambições, como a de executar apps Android. Algo planejado a bastante tempo, mas que não “saiu do papel”. 

Infelizmente o Windows Mobile, por ser proprietário, não pode ter essa fagulha de esperança. Não posso afirmar que o Ubuntu Touch irá “dar a volta por cima”, por ser um software de código aberto. Isso não garante o sucesso do sistema em se tornar popular. Apenas permite que pessoas apaixonadas invistam o tempo de suas vidas em um projeto.

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O que significa a morte de um projeto para você? O fim de seu desenvolvimento ou não ser popular. Caso a segunda opção tenha sido a sua resposta, podemos dizer que o Ubuntu Touch é um “walking dead”. Pois, mesmo não sendo popular, ainda continua sendo usado por um pequeno número de pessoas, recebendo novos recursos e em pleno desenvolvimento.

A última grande atualização do sistema, por exemplo, trouxe maior compatibilidade de hardware com alguns smartphones. Denominada de OTA-10, veja alguns aparelhos que trazem melhor suporte ao Ubuntu Touch, como o Fairphone 2, Nexus 4, Nexus 5, Nexus 7, OnePlus One, Meizu PRO 5 entre outros.

Acesse o blog da UBports, e leia as melhorias e observe o trabalho empenhado no sistema. A cada 3 meses a comunidade vem lançando novos updates, alguns com grandes mudanças de performance e outros com novos recursos.

O futuro do Ubuntu Touch é incerto, nem empresas do calibre da Microsoft conseguiram permanecer no mercado. Será que algum dia o Ubuntu Touch vai ser popular entre os usuários, ou conseguirá uma parceria com outra fabricante? Quem sabe a Canonical retome o projeto. Ao que tudo indica, não. Todavia, o Ubuntu Touch não morreu.

Deixe a sua opinião, porém, seja complacente e educado.

Você acredita no retorno do Ubuntu Touch, embarcado de fábrica em smartphones? Ou julga que nem se implementarem o suporte a apps Android, o sistema “não vingue”’?

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Até o próximo post, boa sorte a equipe UBports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: UBports, Canonical.

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Chega de sobremesas! Google resolve mudar diversos conceitos do novo Android

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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A cada nova versão do Android seus usuários tentam adivinhar seu próximo nome, conforme nomes de guloseimas famosas. As sobremesas sempre estiveram nestes longos anos, e algumas famosas entre o público brasileiro, como o chocolate KitKat.

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Quebrando o ciclo de 10 anos de lançamentos nomeando suas versões do Android com sobremesas, a Google resolveu abandonar essa maneira de identificar seu sistema mobile. Uma tremenda surpresa para os entusiastas de plantão, afinal a nova letra era a “Q” e nomes já estavam sendo cogitados. Nunca fui bom em acertar as versões do robozinho verde, apenas a letra “L” tive esse prazer (Lollipop, o momento em que o Android me chamou visualmente a atenção).

Nada de doces, tudo será mais simples em diante. O Android apenas receberá uma numeração, indicando seu versionamento. Assim, a nova versão passa a se chamar Android 10. O abandono desta tradição não se limitou a forma de chamar seu sistema, conceitos do design foram renovados.

A marca Android recebeu um novo estilo de fonte, como a própria logo teve cores e formatos levemente alterados. Segundo Aude Gandon, diretor mundial de marcas para Android, diz que a marca está “mais moderna”. Com um novo tom de verde e um close na cara do mascote do Android, as mudanças podem parecer sutis para alguns, entretanto, os mais apaixonados pela marca, poderão levar um certo tempo para se acostumarem.

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Antes que muitos reclamem da mudança de nomes de doces para apenas números, existe uma lógica nisso. Por ser uma empresa com alcance mundial, algumas línguas ao redor do mundo não identificavam a ordem através dos codinomes. Tenhamos em mente que nem sempre as letras têm uma pronúncia distinguível e obedecem à ordem alfabética em que os nomes eram escolhidos. A própria Google informa que ouviu diversos feedbacks ao longo dos anos e este novo passo tem por objetivo simplificar as coisas e evitar esses problemas.

Resumidamente, a brincadeira e o mistério em torno de cada lançamento era divertido e fomentava a ansiedade pelo nome da nova versão. Por outro lado, acabava introduzindo alguns aspectos negativos com a identificação de suas versões em alguns países.

Recebendo esse “upgrade de marca” o Android passa a ser chamado de Android 10, Android 11 e daí por diante.

Veja o vídeo “A próxima evolução do Android”, apresentando essa mudança visual de um jeito que só a Google sabe fazer (🤩️🤩️🤩️).


Gostou da novidade ou preferia o conceito anterior?

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Anunciado o HarmonyOS, o novo sistema operacional da Huawei

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Ao longo de todo esse impasse, entre EUA e Huawei, noticiamos o desenrolar dessa história. Caso não tenha conhecimento, leia a primeira postagem aqui do Diolinux sobre o relacionamento complicado entre os Estados Unidos e a Huawei.

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Alguns cogitaram a possibilidade da Huawei criar parcerias com outras empresas e embarcar Linux em seus laptops, escrevi um artigo acerca do tema, enquanto outros apostaram em um sistema que funcionasse em ambas plataformas. Informações de usuários que testaram o então denominado HongMeng OS foram detalhadas nesta postagem.

Fim do mistério?


Afinal, é HongMeng OS ou HarmonyOS? Acontece que ambos estão corretos, entretanto, HarmonyOS é o nome em inglês. A Huawei fez diversos registros de nomes e antes de seu pronunciamento oficial, ainda existia muita especulação quanto ao nome correto. HarmonyOS será adotado globalmente.

Em sua conferência para desenvolvedores deste ano, a Huawei anunciou seu novíssimo sistema operacional e revelou mais detalhes e possíveis planos para o mesmo.

O HarmonyOS é um sistema baseado em microkernel, que pode executar diversas operações de Linux, Unix e Android, tudo na mesma plataforma. Seu foco é suportar um vasto portfólio de dispositivos e cenários. Tablets, TVs, dispositivos IoT, Wearables, PCs e muito mais opções. Além das fabricantes poderem embarcar o HarmonyOS. O lançamento da solução chinesa foi acelerado, devido a toda situação desconfortável com os EUA. Segundo Yu Chengdong, CEO da Huawei Consumer BG, que o sistema da empresa foi projetado para funcionar em várias plataformas e que uma possível migração de Android para HarmonyOS seria algo relativamente simples. Isso, se por algum motivo a Google deixasse de ser parceira da empresa.

Yu revelou que inicialmente o sistema tinha data prevista de lançamento para meados de 2020, mas devido aos problemas com os EUA, a empresa empenhou-se no desenvolvimento de sua solução, investindo em 4000-5000 pessoas para tornarem o projeto viável antes da data.

O HarmonyOS é software open source, segundo a Huawei não é baseado em Linux (mas pode trabalhar com o mesmo) e tem previsão de lançamento junto a TV Honor Smart Screen, amanhã dia 10 de Agosto. Assim maiores detalhes serão revelados, lembrando que essa conferência (HDC 2019) tem como foco os desenvolvedores. Sendo de código aberto a empresa visa acelerar sua adoção e desenvolvimento.

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Finalmente a Purism revela as especificações de seu smartphone Linux

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terça-feira, 30 de julho de 2019

Atualmente contamos com boas soluções em smartphones no mercado, porém, nem sempre os dados pessoais são “realmente pessoais”. Afinal, não é incomum que empresas usem certos dados para marketing orientado. Obviamente, que existem vantagens e desvantagens com esse padrão de mercado.

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A Purism é conhecida por sua linha de laptops com Linux, Librem, e o seu smartphone Librem 5. Há muito tempo especula-se sobre as especificações deste aparelho, pois, era de conhecimento geral alguns detalhes, como o seu sistema operacional PureOS, baseado no Debian. Que o mesmo utilizaria aplicações convergentes, sua interface gráfica é uma parceria com o Projeto GNOME, utilização do Flatpak entre outros detalhes que você pode averiguar em nossa postagem especial.

Especificações técnicas do Librem 5


  • Sistema operacional: PureOS (baseado no Debian);
  • Tela: IPS TFT de 5,7 polegadas (resolução de 720x1140);
  • Processador: CPU ARM de 1.5 GHz, i.MX8M Quad-Core Cortex A53;
  • Suporte às tecnologias: OpenGL / ES 3.1, OpenCL 1.2 e Vulkan;
  • RAM: 3 GB;
  • Armazenamento interno: 32 GB eMMC, com slot de expansão via microSD;
  • Câmera: Uma traseira de 13MP com flash LED e uma frontal de 8MP;
  • Bateria: Sua bateria possui 3.500mAh, que pode ser substituída pelo usuário;
  • Conectividade: Entrada de fone de ouvido de 3,5 mm (estéreo e mono), Wi-fi 802.11 a / b /g /n 2.4GHz, Bluetooth 4.x, GPS interno Teseo LIF3 GNSS, USB 3.0 Type C (transferência de dados, carregamento e saída de vídeo), leitor smart card com slot 2FF (tamanho de um SIM card), slot microSIM e modem opcional Gemalto PLS8 3G / 4G ou Brodmobi BM818 fabricado na China;
  • Extras: LED RGB para notificações com controle PWM por cor, motor háptico (vibração), luz ambiente e sensores de proximidade, sensores de aceleração, giroscópio e bússola de 9 eixos; 
  • Interruptores para hardware: Com 3 interruptores em seu hardware, o Librem 5 é capaz de ativar e desativar funções, como: acesso a Wi-fi, Bluetooth e uso do chip (internet e comunicação), câmera, microfone, IMU, bússola, o GNSS, luz ambiente e sensores de proximidade. Tudo fisicamente, garantindo maior controle e privacidade total.

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Atualmente o Librem 5 está disponível em encomenda, digamos que uma pré-venda. Com isso seu valor está em US $649 (aproximadamente R$ 2.588 sem impostos). Esse preço especial irá até 31 de Julho. Logo após o valor será de US $699 (aproximadamente R$ 2.787 sem impostos).

Por trazer o conceito de convergência, existe a opção de adquirir junto ao smartphone Librem 5 um kit, composto por: 1 monitor (de 24 ou 30 polegadas), teclado e mouse compatíveis com o dispositivo.

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Se está interessado pelo produto, entre diretamente em sua página oficial, veja os valores e se existe disponibilidade para entrega em outros países, como o Brasil. Acesse este link, da pré-ordem do Librem 5.

Pessoalmente a ideia de ter um smartphone, como o Librem 5 me atrai. A possibilidade de utilizar o ambiente GNOME tanto em modo smartphone, como desktop é bem interessante. Obviamente que outras soluções, como o Plasma Mobile e Unity 8, não poderiam faltar em meus testes (😁😁😁).

Gostou do Librem 5? Compraria um smartphone com essa filosofia de segurança e maior controle de seu utilizador? Faça parte de nossa comunidade e fique por dentro das novidades do mundo da tecnologia.

Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Purism, Softpedia.
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Integre seu smartphone Android com o Ubuntu via KDE Connect

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terça-feira, 23 de julho de 2019

O KDE Connect é muito popular entre os usuários Linux, seja no Plasma ou em outros ambientes gráficos, a ferramenta é indispensável para quem possui um smartphone Android.

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Antes de demonstrar o processo de instalação do KDE Connect, irei abordar algumas de suas principais features:


  • Indicador no painel que mostra seus dispositivos sendo, nome, status e bateria
  • Acessar os arquivos do smartphone via SFTP;
  • Enviar arquivos, URLs e SMS ao Android;
  • Encontrar o smartphone, mediante efeito sonoro;
  • Notificações no desktop Linux;
  • Apresentação de Slides remota;
  • Controle multimídia;
  • Executar comandos no Linux via app do KDE Connect no Android;
  • Controlar remotamente o cursor do mouse, com navegação a gestos (estilo touchpad de um laptop);
  • E muito mais…

Para o funcionamento do KDE Connect são exigidas alguns requisitos:


  • Possuir o KDE Connect instalado em seu sistema (instalado por padrão no Plasma);
  • Ter instalado o indicador do KDE Connect em outros ambientes gráficos que não seja o Plasma;
  • Possuir o app Android em seu smartphone;
  • Estar na mesma rede wi-fi (smartphone e pc);
  • Ter as devidas permissões e estar pareado (smartphone e pc).

Instalando o KDE Connect em sua distribuição Linux


O primeiro passo é baixar o app Android diretamente da Google Play, você pode pesquisar diretamente na loja, quanto acessar por este link.

Como mencionei anteriormente, o KDE Connect já vem por padrão no ambiente KDE Plasma, assim basta baixar a aplicação Android.

Para usuários da interface padrão do Ubuntu, o Gnome-Shell, existe uma extensão chamada GSCconnect. Pesquise por ela na loja e instale normalmente, com esse complemento o KDE Connect é instalado sem a necessidade de dependências em Qt.

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Caso utilize outra interface gráfica, que não seja o KDE Plasma ou Gnome-Shell, será necessário instalar o KDE Connect e o Indicador do KDE Connect. O último foi desenvolvido para integrar o KDE Connect com outras interfaces que não sejam o Plasma. O procedimento é igualmente simples, pesquise na loja por: “kdeconnect” e instale o KDE Connect. Seu indicador será instalado automaticamente como dependência do primeiro pacote. Antigamente era necessário adicionar um PPA (que o próprio desenvolvedor do KDE Connect afirma não estar atualizado e a procura de um novo mantenedor) ou via DEB. Atualmente nada disso é preciso.

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Configurando o KDE Connect


Após instalar o KDE Connect em ambos os devices, smartphone e PC, você terá que emparelhar os dispositivos. Abra o Indicador do KDE Connect (GSConnect inicia junto ao sistema) e no app do Android acesse o “menu hambúrguer” e clique em “Emparelhar novo dispositivo”. Se ambos estiverem na mesma rede wi-fi uma mensagem solicitando o emparelhamento aparecerá.

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KDE Connect e GSConnect possuem a mesma lógica de funcionamento e suas interfaces com opções semelhantes por exemplo, em comandos costumo adicionar 2 para gerenciar o volume do meu computador diretamente do smartphone (a imagem a seguir é do GSConnect).

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No app do Android você encontrará diversas opções, como: Enviar arquivos, Apresentação de slides remota, Controle multimídia (caso esteja reproduzindo um filme com o vlc, por exemplo), Executar comando (que você tenha configurado no PC) e Introdução de dados remota (um “mouse virtual”).

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Caso queira ver o KDE Connect em funcionamento, fiz um vídeo há algum tempo em meu canal OSistemático, atualmente utilizo o GSConnect, porém, a lógica é idêntica. Afinal, ele nada mais é que uma implementação gráfica para a interface Gnome-Shell. (No vídeo abordo como adicionar o Indicador do KDE Connect para iniciar junto ao sistema, no caso do GSConnect não existe essa necessidade).


Sem sombras de dúvidas o KDE Connect é uma aplicação que todo usuário de Android e PC deveriam ter, aliás, quem nunca quis ficar deitado e controlando o computador à distância (😁😁😁), mas claro que sua utilização pode ser bem mais interessante. Integrar as notificações do Android, responder as mensagens diretamente pelo computador, são detalhes que tornam a experiência bem prática.

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Huawei continua investindo em seu sistema HongMeng OS

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Após “climão” com o governo americano, a chinesa Huawei empenhou-se ainda mais no desenvolvimento de sua solução mobile, mesmo com a “temporária bandeira branca” a empresa segue no desenvolvimento do HongMeng OS. Noticiamos todo caso, neste post.

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Desenvolvido “à 7 chaves”, HongMeng OS até o momento é o nome do novo sistema empresa, podendo mudar futuramente. Ele está repleto de mistérios e pouco se sabe sobre o mesmo. A Huawei vem sendo rigorosa em seus testes e recrutando diversos chineses para tal tarefa. Ao que tudo indica, mesmo utilizando o Android da Google, a empresa tem seu plano de escape. Obviamente, que a situação com o governo americano é bem delicada e incerta. Com isso a gigante da China já se prepara para o pior, uma possível ausência do robozinho verde em seus futuros smartphones. 

Um desses testadores entrou em contato com o site Huaweicentral e relatou sua experiência de uso com o sistema. Claro, que imagens e vídeos não foram mostrados, pois, a empresa é bem rigorosa e controla todo e qualquer acesso durante os testes no HongMeng OS. Todavia, podemos ter um vislumbre com as funcionalidades relatadas por este usuário.

Possíveis features do HongMeng OS


Conforme o relato do usuário que testou o sistema, algumas de suas features e características são:

  • Interface totalmente diferente da EMUI ( utilizada atualmente no Android pela Huawei), com ícones reprojetados, toques e sons diferenciados, animações e transições mais rápidas e suaves. Novo painel de notificação e uma barra de pesquisa relativamente grande;
  • Interface do usuário com ativação por telefone, novas opções de animação e personalização por padrão;
  • Suporte ao Always on Display (AOD), que é um recurso que possibilita ver informações ao bloquear e desligar a tela. Com isso o AOD do HongMeng OS não apenas traria a opção de apresentar as horas na tela, como: lembrete de mensagens, widgets e muito mais;
  • Novo modo de lembrete de mensagens;
  • App de câmera possuindo uma interface concisa e de fácil entendimento. Este lembra ao atual app da empresa (no Huawei P30), porém, com alguns controladores e aspectos adicionais.

Curiosamente alguns recursos do sistema não poderiam ser “clicáveis”, isso pode significar duas coisas. A interface ainda está em pleno desenvolvimento, que é o “mais provável”, ou a Huawei não quer “entregar de bandeja” todas as novidades de seu sistema operacional. Continuando o seu relato, o testador observou que as alterações feitas nas funcionalidades do SO, transpareciam uma sensação de novidade, com alguns pequenos detalhes que causavam este efeito. Ao ser questionado pela Huaweicentral sobre qual aparelho o teste estava sendo realizado, o usuário negou-se a dar tal informação.

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Existem rumores que a Huawei planeja lançar seu sistema operacional com o seu carro-chefe, o Huawei Mate 30. Mas, nada confirmado pela empresa. Podemos observar que essas novidades não são pensadas para a EMUI, algo que também era especulado. Não sabemos se o HongMeng OS será unicamente focado no mobile ou se a Huawei planeja embarcar seu sistema operacional em laptops. Chegamos a especular sobre este tema nesta postagem, caso queira ver uma possibilidade, além do uso do HongMeng OS, em laptops da marca. E se fosse Linux?

Agora é esperar e ver em que toda essa história resultará, então, participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Huaweicentral.
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Prós e contras dos apps de pagamento

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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Tornando-se cada vez mais comum entre compradores virtuais, os aplicativos para pagamentos são apresentados aos consumidores como uma opção segura ao uso dos tradicionais cartões ou boletos. Há inúmeros serviços online que aceitam pagamentos digitais como forma de pagamento, incluindo jogos e apostas, por exemplo.

Aplicativos de pagamento para Android




É realmente possível realizar um pagamento seguro com AstroPay, PicPay, Google Pay, Ame Digital e afins? Mais que isso, é possível utilizá-los no mundo offline com eficiência? Para saber um pouco mais sobre as principais vantagens e desvantagens de pagar utilizando aplicativos de pagamento, continue conosco e descubra.

Pró: Não é preciso fazer inúmeros cadastros


Uma das principais reclamações de quem faz compras online costumeiramente é a necessidade de inserir ou cadastrar os dados de seu cartão de crédito em cada loja que desejar fazer um pedido.

Além da burocracia necessária para fazer o cadastro, é preciso cuidado e atenção com o prazo de validade dos cartões, que precisam ser atualizados de tempos em tempos. Vale ainda citar que antes de fazer o cadastro de seu cartão em qualquer site, é preciso verificar os certificados de segurança para evitar possíveis fraudes.

Por isso, os aplicativos de pagamento podem ser uma excelente opção para quem realiza compras em várias lojas virtuais diferentes, afinal, todos os seus dados bancários ficam centralizados no aplicativo, evitando a necessidade de múltiplos cadastros.

Contra: Muitos estabelecimentos ainda não aceitam o pagamento por aplicativos


Se você acha que poderá utilizar seus aplicativos de pagamento em todas as suas operações financeiras e compras, está redondamente enganado.

A maioria dos estabelecimentos comerciais possui parcerias específicas e em boa parte dos casos, as lojas limitam a algumas empresas, operadoras bancárias e em alguns casos, incluem aplicativos de pagamento.

Apps Android

Existem lojas ou empresas que possuem parcerias específicas, como a Vivo, que permite que você faça recargas em telefones pré-pagos diretamente via PayPal, mas são poucas as lojas brasileiras que aceitam aplicativos de pagamento; algo ainda mais raro quando se fala de lojas físicas.

Por isso, se você pretende deixar a sua carteira de lado e realizar todas as suas operações financeiras utilizando um aplicativo, verifique quais estabelecimentos são parceiros do programa que você pretende utilizar e se possuem o dispositivo necessário para receber, como QR Code, por exemplo — e não esqueça de verificar no local se o serviço de pagamento está disponível. Assim, você se poupará de inconvenientes e dores de cabeça.

Pró: Eles funcionam como uma “carteira virtual”



A maioria dos aplicativos virtuais, além de permitir que você centralize seus pagamentos com cartão de crédito, conta com o recurso de carteira virtual. Com ele, é possível manter valores depositados — tal como em uma conta corrente — e utilizar o saldo como forma de pagamento.

Existem aplicativos que permitem, além dos depósitos e operações pessoais, o envio e recebimento de dinheiro de clientes ou amigos, utilizando seu saldo ou um cartão de crédito para realizar a operação. Desta forma, você pode, por exemplo, dividir a conta em um restaurante ou efetuar pagamento com muito mais facilidade e segurança.

Contra: Alguns aplicativos não permitem que você saque o saldo disponível


Apesar de muitos aplicativos funcionarem como carteiras digital, alguns deles não possuem parcerias com bancos brasileiros para que você possa solicitar o resgate do saldo que estiver disponível em sua conta.

Desta forma, você ficará restrito a utilizar esse valor em compras ou serviços de empresas que aceitem o aplicativo como forma de pagamento ou a enviar para terceiros, sem dispor da opção de receber o dinheiro em mãos, como faria com uma conta convencional.

Antes de criar uma conta em um aplicativo de pagamento, vale a pena verificar se ele possui parceria com o banco que você utiliza e se é possível realizar depósitos e retiradas com facilidade. Assim você não ficará restrito ao mundo virtual no momento de realizar suas operações financeiras.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.


Até a próxima!
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Novidades nos terminais "caixa rápido"

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

A tecnologia é algo que nos surpreende em alguns momentos, são tantas inovações que a cada dia o mundo parece ser outro. Que tal agilizar todo o processo de saque de dinheiro nos terminais de atendimento ao cliente? (“caixa rápido”). Seria ótimo evitar as filas e todo o estresse. Pensando nisso a empresa norte-americana, NCR Corporation, desenvolveu uma solução interessante.

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Na edição 2019 do maior congresso de tecnologia da informação e digital para o setor financeiro (CIAB FEBRABAN 2019). NCR apresentará uma nova tecnologia capaz de agilizar a vida dos usuários de terminais de atendimento rápido. Conhecida por ser líder em softwares e serviços para empresas financeiras, a NCR apresentará no CIAB FEBRABAN deste ano, sua tecnologia para terminais “Kelpie”.

O Kelpie, trata-se de um terminal de autoatendimento que possibilita transações bancárias sem precisar tocar fisicamente no equipamento. O consumidor inicia toda a transação utilizando a câmera e o app bancário do seu smartphone. Assim a solicitação é enviada para os dispositivos de autoatendimento da rede bancária. Para efetivar a transação, o consumidor só precisa acenar com a palma da mão para a tela do terminal, que reconhecerá a solicitação, finalizando a operação no exato momento.

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Marcelo Zuccas, vice-presidente de vendas na América Latina e Caribe e diretor-geral da NCR no Brasil, afirma: “o consumidor terá acesso aos serviços literalmente na palma de suas mãos”. De acordo com Marcelo, a necessidade de oferecer novos serviços inovadores, continua a ser uma das prioridades das instituições financeiras e as “nossas novas soluções vão transformar a presença física dos bancos em experiências conectadas para o usuário final”.

A CIAB FEBRABAN 2019 acontecerá de 11 a 13 de Junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Caso esteja interessado, obtenha mais informações no site oficial do evento.

O que você acha dessa novidade? Concordo que as instituições brasileiras carecem de modernização, seja em seus postos de atendimento automático, como no cenário digital. Não é atoa que soluções como Nubank e Banco Inter, estão fazendo tanto sucesso em meio aos jovens.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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GPUs “AMD Radeon” em smartphones

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Após ter anunciado uma parceria com a Samsung, a empresa norte-americana AMD, teve um crescimento de 7% em suas ações na bolsa de valores (Nasdaq). Então uma grande mudança de mercado poderá acontecer.

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Em 2009 a AMD vendeu sua divisão Imageon, de processadores para celulares, para a Qualcomm. Agora a empresa faz uma parceria com a sul coreana Samsung, esquentando o mercado mobile e fomentando a concorrência dos processadores Samsung contra os da Qualcomm. Maiores detalhes não foram revelados, porém, sabemos que a AMD licenciará sua propriedade intelectual (IP) de processadores gráficos a Samsung. A utilização será em dispositivos móveis, sendo quaisquer tipos de gadgets inclusos nessa premissa, incluindo obviamente os smartphones da empresa.

“Esta parceria estratégica estenderá o alcance de nossos processadores gráficos Radeon de alto desempenho para o mercado de telefonia móvel, expandindo significativamente a base de usuários e o ecossistema de desenvolvimento Radeon”, afirma Lisa Su, atual presidente-executiva da AMD. 

Com isso a Samsung pagará royalties a AMD ao utilizar sua tecnologia. É interessante citar que nos consoles a AMD é “campeã”, pois, tanto a Sony quanto a Microsoft utilizam soluções gráficas da empresa. Já o Nintendo Switch possui um processador gráfico NVIDIA.

Essa notícia me alegrou bastante, fico muito empolgado com as possibilidades. Conforme uma empresa desenvolve e aperfeiçoa seus produtos, a concorrência é “obrigada” a fazer o mesmo ou ficar para trás. No final da história, somos nós consumidores que saímos beneficiados.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters.
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Casas Conectadas: o futuro das residências

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

É o que chamamos hoje de “Casa Conectada”. Com o aumento da velocidade da internet e a sofisticação da automação, os dispositivos conectados nas casas do futuro (cada vez mais presente) facilitam a vida dos moradores.

Casas Conectadas: o futuro das residências





Por intermédio de sistemas avançados de automação, é possível controlar e monitorar diversas funções, como acender e apagar as luzes, ligar a televisão, acionar a máquina de lavar roupas ou até mesmo dar um comando para a cafeteira preparar sozinha o café.

Essa tendência vem acompanhando o conceito de IoT (Internet of Things), que é a interconexão digital de objetos do dia a dia com a internet, o que possibilita que os dispositivos sejam controlados remotamente através de outro aparelho digital, como
smartphones ou assistentes de voz. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada em dezembro de 2018, revelou que 69,8% dos cidadãos do Brasil têm conexão com a internet, o que corresponde a quase dois terços da população. Na hora de se conectar, o smartphone já é o principal meio de acesso para 97% dos usuários, de acordo com a mesma pesquisa.

Levando isso em conta, a tendência então é que todos os dispositivos que ajudam na gestão da casa conectada apresentem a opção de controle em tempo real por meio do celular. Esse já é o caso de câmeras de gravação em nuvem, com as quais é possível monitorar o ambiente ao vivo e visualizar as imagens pelo smartphone. Dessa forma, a residência recebe um monitoramento 24h, o que permite ao usuário saber em tempo real o que acontece no interior de sua casa. Isso tudo sem a necessidade de redes internas de segurança que pesam no bolso.


Observe quantas coisas interessantes os dispositivos domésticos inteligentes podem proporcionar: moradores das casas inteligentes podem solicitar um motorista por meio de um aplicativo de locomoção, fazer um pedido de delivery em um restaurante ou até mesmo fazer com que as portas se abram sozinhas, tudo sendo feito por comando de voz, enquanto o usuário realiza outras atividades, possibilitando uma postura multitasking.


A praticidade não é o único foco das casas conectadas: a economia também faz parte dos objetivos, uma vez que por meio dos controles e monitoramentos é possível realizar ainda a gestão do gasto de energia e de água na residência. Por conta de todos esses benefícios, a estimativa, segundo o Google Brasil, é que até 2021 cerca de 327 milhões de casas ao redor do mundo tenham ao menos um aparelho conectado, dando início à consolidação das casas inteligentes. Viu como o futuro já está chegando? Em breve, a sua casa pode ser igual à do George Jetson!

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Wonder OS o novo hub de jogos Android e PC

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terça-feira, 28 de maio de 2019

A enigmática startup de tecnologia Wonder, vem desenvolvendo há a cerca de 2 anos um sistema focado em oferecer uma experiência de alto nível nos jogos, e isso tudo através do smartphone.

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A ideia inicial da empresa era desenvolver seu próprio hardware e embarcar seu sistema operacional Wonder OS, entretanto, ao que parece a mesma mudou de posicionamento, ao menos por hora, agora o alvo é englobar smartphones de diversas fabricantes. O Wonder OS é basicamente uma “skin” do Android, porém, refinado para agregar e ter como foco os jogos. Se inicialmente os planos eram embutir o sistema em smartphones da própria Wonder, agora o mesmo será distribuído como software para os demais devices.

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Indo além, não um simples launcher Android, um hub de jogos! 


A Wonder tem pensamentos ambiciosos quanto ao seu produto, propondo uma forma inusitada de experimentar os jogos no smartphone. Seu sistema Wonder OS possibilitará agregar jogos para Android e games para pc. No caso dos jogos de pc, o Wonder OS utilizará o sistema de stream de jogos, denominado WonderClound (Humm! Acho que já vi algo assim com um tal de Google Stadia 😁😁😁). Além da possibilidade dos títulos de pc e Android, haverá integração com a Twitch e serviços para streaming de suas jogatinas, toda uma comunidade, com grupos e amigos (como um “Discord + Steam”). Existirá a possibilidade de adquirir títulos diretamente do Wonder OS. Quanto aos emuladores, nada foi informado. 

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“Wonder OS estilo Nintendo Switch”


Outra característica interessante do Wonder OS é a capacidade de utilizar outras telas durante a gameplay. Com um conceito semelhante ao console híbrido da Nintendo, a Wonder desenvolveu acessórios que podem agregar ao uso de seu software. Embora pareça que a Wonder no momento não esteja interessada em vender seus próprios smartphones, ela venderá hardwares que possam ser conectados a telefones com o Wonder OS instalado. Isso inclui o Wonder Dock, possibilitando o uso em telas maiores como TVs, aproximando-se a experiência de um console tradicional. Há também o Wonder Gamepad, fazendo o papel de um “pro controller”, mais uma vez tornando o uso comparado ao de um console de mesa.

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Claramente podemos observar o quão ambicioso é o projeto da Wonder, sendo uma empresa principiante e relativamente pequena no mundo dos jogos, é de se temer quanto ao destino do Wonder OS. A concorrência está acirrada neste espaço, o Google e a Microsoft, por exemplo pretendem lançar seus serviços de streaming de jogos (Stadia e Xcloud, respectivamente). Existe o Nintendo Switch com uma experiência que une os 2 conceitos (portabilidade e “console de mesa”). Quem sabe na E3 2019 a empresa apresente mais informações sobre o Wonder OS, estamos na expectativa e torcendo para mais uma boa opção no mercado, afinal, quem sai ganhando somos nós consumidores.

Se interessou pelo Wonder OS? Você poderá tornar-se um beta tester gratuitamente, quer saber mais sobre, acesse o FAQ da Wonder.

E você o que achou do Wonder OS? Acesse nosso fórum Diolinux Plus e continue esse bate-papo bacana.

Te espero no próximo post do blog, SISTEMATICAMENTE! 😎

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League of Legends pode ganhar versão Linux, mas não como você imagina

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

O “Lolzinho”, como chamam os mais íntimos, é um dos jogos mais requisitados no Linux. Entretanto a Riot Games, empresa responsável pelo game, nunca demonstrou interesse em suportar a plataforma.

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Como “via de regra” os usuários Linux sempre dão “aquele jeitinho” (parece até brasileiro 😁😁😁), uma das alternativas é a execução via Wine, que permeiam internet à fora. Inclusive temos um vídeo demonstrando todo o procedimento via Lutris, em nosso canal Diolinux (acesse o site do Lutris, e  veja o estado atual de execução do game no Linux).



Outra possibilidade é a instalação do jogo via Snap (estou testando a solução). Caso não saiba o que é Snap, veja o vídeo logo abaixo e fique por dentro do assunto.


Entretanto mesmo com o funcionamento do game, com performance relativamente boa diga-se de passagem, eventuais updates no jogo podem ocasionar em seu não funcionamento. Algo que pode durar dias, ou até semanas. Uma situação bem desconfortável. O curioso que seu concorrente direto, o Dota 2, possui versão nativa para Linux, e vejo a cada dia jogadores migrando de um para o outro, devido essa ausência na plataforma (Ao menos é o que observo com alguns usuários Linux, especificamente).

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Rumor de nova versão do LOL


A chinesa Tencent Holdings Ltd está trabalhando com a Riot Games para desenvolver o LOL para duas novas plataformas, ao menos é a informação que o site Reuters afirma ter obtido de 3 fontes confiáveis. Porém não é a tão aguardada versão para desktop Linux, e sim sua versão mobile para Android. A segunda plataforma é o iOS. Mais uma vez nós usuários de Linux teremos que esperar uma possível versão nativa para desktop (Se o Android e o iOS com bases gigantescas, a Riot demorou tantos anos, não me espanta essa demora de uma versão desktop no Linux).

“As 3 fontes confiáveis do site Reuters”, estariam próximas a criação do título. Curiosamente a Tencent propôs um port do League of Legends há alguns anos, entretanto a Riot recusou a proposta, sem a parceria a Tencent em 2015 criou o game Arena of Valor (basicamente uma cópia do LOL para smartphones 😜😜😜).

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O nome destas fontes envolvidas na produção do LOL versão mobile, não quiseram se identificar, alegando que por conta desse envolvimento informações não poderiam ao menos serem repassadas. Por questões contratuais as tais fontes não podem se identificar, entretanto o site Reuters garante a credibilidade.

Esse possível desenvolvimento vem ocorrendo desde 2018, mas seu lançamento não ocorrerá em 2019.

E você o que achou da notícia? Particularmente não sou bom em MOBA. Porém vejo a importância do game num cenário Linux Desktop e fico decepcionado com o posicionamento da Riot quanto ao “Linûx”

Que tal continuar esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus? A galera lá também curte uma jogatina (Bora jogar Dota?).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters
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Redream um ótimo emulador de Dreamcast para PC e Android

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Dreamcast foi lançado no Brasil em 10 de Outubro de 1999. Desenvolvido em uma parceria entre a Sega e Microsoft, o console possuía aspectos interessantíssimos como: Sua arquitetura baseada nos computadores, facilitando a vida dos desenvolvedores ao portarem games de pc ao console. Um sistema inteiramente baseado no Windows CE, que pasmem rodava semelhante a uma distro linux em “live cd”. Além de poder executar funções de computadores da época, como digitar textos, navegar na internet, ver vídeos e ouvir músicas. Pena não ter “emplacado” mundo afora, no entanto sendo extremamente popular no Japão.

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O Dreamcast teve um lugar importante em minha adolescência, onde passei bons momentos com seus vários títulos. Eis a oportunidade de desfrutar de seus games de Dreamcast, seja no Linux, Windows, macOS ou Android. 

Redream, bonito, simples e eficiente 


Quem é familiarizado no mundo da emulação talvez já tenha pensado no clássico emulador de Dreamcast, o Reicast, mas iremos falar de outra alternativa. O Redream é um emulador de Dreamcast que possui uma interface clean, organizada e bonita. Sua compatibilidade atual é de aproximadamente 80% dos títulos do console, então as chances de não executar aquele seu jogo favorito são pequenas. 

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O emulador possui duas versões, uma “Lite” e outra “Premium”, sendo a primeira opção gratuita e a segunda custando US$5 (dólares). A única diferença de uma versão para a outra é a possibilidade de, na Premium, contar com a opção de renderização em alta definição. Algo que particularmente não me fez tanta falta, entretanto fique a vontade para adquirir a alternativa paga.

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Um emulador “direto ao ponto”


O Redream é dotado de uma interface simplista e elegante, sem distrações ou configurações complexas. Dividido em 5 categorias (“abas”), sendo elas: Games, Library, Input, Video e System. O programa é de fácil compreensão.

Em “Games”, ficam todos seus jogos adicionados anteriormente na biblioteca do emulador. Um detalhe curioso, é a atenção de seus desenvolvedores pelo design da aplicação, pois ao adicionar um game na biblioteca o emulador automaticamente efetua o download de sua capa original.

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“Library” é onde você indicará o caminho de seus jogos do Dreamcast, basta clicar no botão “Add Directory” e caminhar até a localização de seus games.

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Na categoria “Input”, existirá a possibilidade de configurar 4 jogadores no emulador. Para configurar as teclas ou botões (caso possua um joystick), basta clicar na opção conforme o número do jogador, depois “Customize binds” e atribuir as teclas/botões correspondentes. Como citei anteriormente, os detalhes visuais e facilidades de uso é uma vantagem gigantesca do emulador. Um simples gesto de oferecer visualmente o modelo do joystick original do console, auxilia muito no ato da configuração. Algo que não me recordo ver em outros emuladores.

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Agora na opção “Video”, as configurações básicas podem ser realizadas, como alterar a resolução, execução em modo janela, aspecto da janela do emulador etc.

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Por último “System”, com opções de região do console, linguagem da interface do emulador e muito mais. No presente momento que escrevo este post, não existe a opção ”Português” no emulador, entretanto não será nada que dificulte sua utilização.

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Baixando a versão desktop do Redream


Efetue o download do emulador no seguinte link. Escolha entre a versão “Lite” ou “Premium”, logo após, você será encaminhado para uma nova página. Fica ao seu critério baixar a versão “Stable”, com recursos estáveis ou a versão “Developmement” que recebe novas features e é a versão “não tão estável”. Depois selecione seu sistema operacional, no meu caso irei clicar no botão com o pinguim, indicativo de Linux.

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Extraia o “arquivo tar.gz” e verifique se o executável, denominado “redream”, possui a permissão para execução. No Ubuntu basta clicar com o botão direito do mouse, ir em “Propriedades” >> aba “Permissões” e averiguar se a caixa de seleção está marcada (Permitir execução do arquivo como um programa).

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Execute dando 2 cliques ou clicando com o botão direito do mouse indo na opção “Executar”.

Veja logo abaixo um vídeo que fiz no OSistemático, nele demonstro o download, explicação e utilização do emulador Redream.


Versão Android do Redream


Recentemente o Redream recebeu uma versão Android, sua interface é idêntica a desktop. Assim sendo tanto no PC como no Smartphone sua utilização será semelhante (ao menos no aspecto do design do emulador). Para desfrutar dos games do Dreamcast no Android, basta possuir um smartphone com processador Snapdragon 630. Creio que a experiência será satisfatória, evidente que quanto maior a capacidade de processamento de seu gadget, melhor será a jogatina.

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E você jogava muito no Dreamcast? Já gastei horas e horas jogando Marvel vs Capcom, entre outros games.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera lá também curte uma jogatina.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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