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Raven Reader, um leitor de feed RSS

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sexta-feira, 22 de março de 2019

Com nossa rotina acelerada, é comum não termos tempo de conferir site a site atrás de informações, afinal essa busca demandaria algumas horas, e tempo é dinheiro (como alguns dizem 🕙💸💰).

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Para facilitar essa busca por conteúdo, existem os leitores de feed RSS, mas o que significa RSS? Essa é a sigla para “Rich Site Summary” ou “Really Simple Syndication”, ou seja, uma forma mais simples e resumida de apresentar o conteúdo de um site. O RSS é um documento feito em XML (uma linguagem de marcação), que proporciona um resumo das informações contidas numa determinada página da web. 

O Raven Reader é um leitor RSS Open Source, multiplataforma, disponível para Linux, Mac e Windows. Uma alternativa interessante e que pode facilitar sua leitura, poupando tempo ao buscar as informações por conta própria.

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O software conta com diversas opções para visualização de seus feeds, como: disponibilidade de leitura offline, favoritar as postagens, visualização dos artigos lidos recentemente, visualização de vídeos direto do app, possibilidade de abrir no navegador, importação e exportação dos seus sites favoritos, modo dark, entre outras configurações.

Baixando e instalando o Raven Reader


Em sua versão Linux o Raven está disponível de duas formas, via Snap ou AppImage, caso não saiba o que são pacotes Snap, acesse o seguinte post, nós ensinamos como configurar em seu sistema, caso esteja no Ubuntu ele já vem habilitado por padrão. Já se preferir efetuar a instalação do AppImage, veja como executar esse tipo de app em qualquer distribuição Linux.

Raven versão Snap (Ubuntu)


Efetue a instalação do Raven Reader no Ubuntu via Snap, basta pesquisar na loja de apps por “Raven Reader” e instalá-lo.

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Raven versão AppImage


Para adquirir a versão em AppImage, basta acessar este link e efetuar o download. Salve em algum diretório de sua escolha e execute o programa.

Adicionando seus sites favoritos ao feed de notícia 


Adicionar feeds RRS no Raven é muito simples, clique em “+ Add”, digite ou cole a URL do site que deseja adicionar na caixa de diálogo que aparecerá.

add-feedd-sitesraven-reader-leitor-rss-windows-mac-linux

Depois basta confirmar no botão “Subscribe”.

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Caso opte por remover algum feed RSS, é só clicar no “x” no site que deseja excluir de seu feed, na categoria “SUBSCRIPTIONS”, situado na parte inferior esquerda do programa.

Um recurso interessante do aplicativo, é a possibilidade de ver o vídeo integrado a postagem, sem sair do app para um navegador de internet.

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O aplicativo é bem clean, no entanto vale conferir seus recursos, como abordei anteriormente, pode ser uma ótima maneira para agilizar seu dia-a-dia e quem sabe organizar a forma que você consome conteúdo na web.

Deixe sua opinião sobre o Raven Reader em nosso fórum Diolinux Plus, até a próxima postagem, e compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable

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terça-feira, 19 de março de 2019

A novidade veio diretamente do blog oficial deles, com o anúncio de mudança da base dos repositórios, que agora vão ser Debian Base. Segundo a equipe do Deepin, trazendo mais estabilidade e confiabilidade ao sistema.


 Linux Deepin 15.9.2 beta vai mudar a sua base de repositórios para o Debian Stable






Para a nova versão do Deepin, a 15.9.2, os repositórios dos 30 aplicativos nativos que são instalados nele foram para o repositório do Debian Stable, antes eles estavam no Debian Unstable. No comunicado, deram a seguinte declaração sobre a mudança:

Por que migrar para o Debian Stable do Unstable?

A migração para o repositório Stable do Debian é para melhorar a estabilidade e segurança subjacentes. Os softwares que estão no repositório Stable do Debian, foram rigorosamente testados e são relativamente estáveis, com o devido suporte da equipe de segurança do Debian para manter as atualizações de segurança em tempo hábil. Além disso, as atualizações dos pacotes de software no repositório Stable do Debian garante um ambiente seguro e estável. Para os aplicativos que são mais usados, eles serão atualizados e mantidos pela equipe de desenvolvimento do Deepin com o objetivo de acompanhar as atualizações no prazo de uma semana.

Com essa mudança, o pessoal do Deepin quer melhorar a segurança dos apps usados no sistema, melhor estabilidade do Sistema Operacional deles, melhor compatibilidade com apps de terceiros e um melhor suporte comercial para empresas.

Alguns softwares que serão atualizados pela equipe do Deepin seriam: Google Chrome, Mozilla Firefox, LibreOffice entre outros que estão com versões antigas no repositório Stable do Debian.

Para ver o anúncio deles, acesse o post neste link.

Considerações da equipe do Diolinux


Dionatan : “De forma geral a distro pode ficar mais estável, mas isso pode vir com o preço de versões menos atualizadas de certos Apps, entretanto, atualmente a base do desktop do Deepin é feita por eles mesmos, então provavelmente isso não afetará nesse sentido, outro ponto é que a Deepin Store vem recebendo mais e mais flatpaks, o que pode aumentar a disponibilidade de versões mais recentes de softwares como o kdenlive (que pode ser usado como AppImage também), a grande questão é, como ficarão os drivers de vídeo para quem gosta de jogar? se eles permanecerem na mesma versão do Debian Stable isso pode ser um problema (contornável, mas um problema).”

Ricardo: “De um lado teremos a estabilidade e robustez do Debian Stable, onde as implementações, melhoramentos e afins são testadas até a exaustão, assim tentando “limar” uma grande parte de erros e bugs. Mas do outro lado temos um problema com tecnologias novas e drivers de vídeos, no caso da NVIDIA. Primeiro pode ser que alguns programas sejam afetados por falta de libs mais recentes que não estão no repositório Stable, mas que o pessoal do Deepin “garantiu” que vão arrumar isso, só o tempo dirá se vão conseguir. Eles podem contornar isso utilizando os Snaps e Flatpaks na Deepin Store, sendo uma possibilidade. Outra coisa é os drivers para NVIDIA, visto que a última versão lançada é a 418.43 (na data desta publicação) e no Debian Stable está na versão 390.xx, que por exemplo não traz as implementações completas do Vulkan, aí o pessoal do Deepin teria que abrir backports para habilitar a instalação dos drivers novos. Creio que mudar para os repositórios do Debian Stable é uma aposta de 50/50, onde tudo pode certo ou tudo dar errado, mas ao meu ver, eles deveriam voltar para a base Ubuntu e assim garantir uma melhor compatibilidade com programas e drivers. Esperar para ver.”


HenriqueAD: “Como mencionado por meus colegas acima, essa mudança pode ocasionar alguns transtornos referente ao versionamento dos drivers, vejo muitas reclamações de usuários na base atual do Deepin, e fico com um certo receio se tais mudanças de fato vão tornar o sistema mais estável, ou apenas incompatível com diversas libs. No cenário atual alguns apps (disponíveis na loja) contam com tais problemas de dependências, o Discord é um exemplo, e não sei se a equipe do Deepin terá infraestrutura para uma tarefa desse porte, outro contra seria para instalação de pacotes de fora da loja, que seguem em sua maioria os lançamentos do Ubuntu LTS, e não são compatíveis com o Debian Stable, dificultando a experiência do usuário. Apostar em tecnologias como Flatpak, Snap e AppImage é uma ótima forma de contornar possíveis dores de cabeça.”

Você pode contribuir com a sua opinião, lá no nosso fórum, onde comentaram sobre o tema, acesse o tópico aqui

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Mailspring um cliente de e-mail bonito e moderno

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terça-feira, 12 de março de 2019

Seja para trabalhos acadêmicos, profissionais ou até mesmo uso pessoal, ter um e-mail faz parte da nossa rotina, e a cada novo serviço ou aplicação que vamos utilizar, nos é solicitado uma conta de e-mail, e organizar todas as nossas “cartas eletrônicas”, nem sempre é uma tarefa fácil.

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Mailspring é um software multiplataforma “misto”, possuindo sua interface gráfica escrita em TypeScript com Electron e React, e seu mecanismo de sincronização em C++, atualmente apenas sua GUI é de código aberto, entretanto em seu Github é declarado que num futuro, seu mecanismo de sincronização também será open source, portanto trata-se de um software até o momento proprietário. 

Caso note a interface familiar, isso ocorre pois o app é um fork do Nylas N1, outro gerenciador de emails, mantido por um de seus antigos desenvolvedores, na qual garante que o Mailspring é mais rápido, consome metade da RAM e CPU, pois sua base é em C++, ao contrário do Nylas N1, que compunha de um mecanismo de sincronização em JavaScritpt, também dispõe de um compositor totalmente renovado e diversos novos recursos.

Formatos de distribuição do Mailspring


Acesse o site oficial do Mailspring e efetue o download da versão referente ao seu sistema, no caso do Linux existem 3 formatos de pacotes disponíveis, em DEB, RPM e Snap.

mailspring-cliente-email-snap-deb-linux-ubuntu-windows-macos

Para distros baseadas no Fedora e OpenSuse você pode utilizar a opção em RPM, se for Debian, Ubuntu e Linux Mint, em DEB, entretanto recomendo fortemente a opção em Snap, por possuir como diferencial o auto-update, nos outros casos você terá que baixar e instalar novamente a cada nova versão do programa.

Outro aspecto interessante é poder selecionar os canais de software do Snap, e testar a aplicação em diferentes estados de desenvolvimento, experimentando possíveis novas funcionalidades.

Caso não tenha configurado o Snap em seu sistema, veja como proceder como o seguinte post, lembrando que no Ubuntu o Snap já vem habilitado por padrão, porém no Mint não.

Instalando o Mailspring Snap via terminal


Para amantes do terminal, depois de ter configurado o Snap em sua distro, utilize o seguinte comando:

sudo snap install mailspring

Como informei anteriormente, com o Snap você pode testar as outras versões do Mailspring, basta adicionar uma das seguintes flags: “--candidate”, “--beta”, “--edge”, por exemplo suponhamos que você queira testar a versão beta do app, no entanto esteja ciente que versões em desenvolvimento podem conter bugs.

sudo snap install mailspring --beta 

Para desinstalar via terminal é muito fácil.

sudo snap install mailspring

Instalando o Mailspring Snap via loja no Ubuntu

Na loja do Ubuntu você pode encontrar o Mailspring pesquisando por seu nome e instalando facilmente com apenas uns cliques.

mailspring-cliente-email-loja-snap-deb-linux-ubuntu

Mailspring um belíssimo cliente de email


Logo após instalar o programa, você verá uma janela de login, para utilização do Mailspring é necessário cadastrar-se no serviço, mas calma que não será preciso pagar, ao menos que você queira os benefícios da conta “PRO”.

Crie sua conta normalmente, logue-se no cliente e uma janela solicitando a conexão de uma conta de email aparecerá.

mailspring-cliente-email-snap-deb-configuração-linux-ubuntu-windows-macos

Para contas do Gmail, o programa disponibiliza uma URL, para integração com os serviços do Google, siga todo o passo-a-passo proposto pelo app, caso tenha eventuais dúvidas, confira o vídeo demonstrando um pouco das funcionalidades do Mailspring e sua instalação em DEB.


É bem simples e fácil configurar o Mailspring, antigamente sua interface era toda em inglês, em seu estado atual além da interface inteiramente traduzida em nosso língua, conta com corretor ortográfico, assinaturas personalizadas de email, temas para sua GUI, modos de visualização, integração com a tray do sistema e muito mais.

interface-cliente-email-mailspring-tema

E você utiliza algum cliente email? Confesso que em tempos e tempos mudo de aplicação, alternando entre o Thunderbird, Mailspring e o “Gmail Web”, e já me aventurei com o Geary, Evolution entre outros.

Comente logo abaixo sua forma favorita de gerenciar seus emails, ou se atualmente utiliza via navegador. 

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Veja as letras de suas músicas favoritas com o Musixmatch

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quarta-feira, 6 de março de 2019

Música é uma arte que requer sensibilidade sonora e muitas vezes desperta um sentimento único e que se molda conforme o ritmo, harmonia, letra e seu estado emocional, e sempre temos um estilo ou artista que afloram tais sentimentos, e que tal tirar proveito desse momento ao acompanhar as letras conforme a música é tocada? O programa de hoje proporciona tais possibilidades.

musicxmatch-letras-musicas-spotify

O Musixmatch é um dos maiores e mais populares apps Android, com ele você poderá acompanhar em tempo real seu artista interpretando alguma canção, e as letras serão visíveis nesse momento. Além de possuir uma versão mobile, o app conta com um cliente desktop.

Em sua versão mobile, o Musixmatch pode obter as letras de várias canções no Youtube, Spotify, Apple Music, SoundClound, Google Play Music, Pandora e mais.

musicxmatch-letras-musicas-spotify-google-music-apple-android

E qual a utilidade de ver letras das músicas?


Podemos aproveitar deste recurso para alguns fins como: Fazer um karaokê particular com as músicas favoritas, aprender algum idioma enquanto ouve música (sempre vejo os professores falarem que uma das melhores maneiras de praticar ou aprender outro idioma são através de filmes, seriados, livros e músicas), utilizar para aulas de canto e técnica vocal, ou simplesmente tirar uma duvida sobre um “trecho nebuloso” de alguma canção predileta (😂😂😂).

O legal desta aplicação que, ao menos no desktop que testei, não precisa ter a versão de um serviço pago para utilizá-lo em conjunto, falo especificamente do Spotify que é a plataforma de Streaming de áudio que consumo diariamente.

Instalando o Musixmatch


Como informado logo acima, o Musixmatch possui tanto versão mobile, como desktop, porém, irei focar na aplicação para PCs, se deseja instalar a versão para Android, basta acessar esse link que te levará direto à Google Play Store

Um ponto a salientar, é que sua versão desktop age em conjunto com o Spotify, então você precisa deste programa previamente instalado, e se utiliza a versão free, não tem problema algum.

Pesquise normalmente na loja do Ubuntu, Linux Mint, e instale o Spotify.

spotify-snap-flatpak-linux-mint-ubuntu

O Musixmatch é distribuído no formato Snap, sua instalação pode ser feita tanto via terminal, como na loja de aplicativos, caso esteja utilizando o Linux Mint ou derivados, você pode aprender como habilitar o Snap através deste post.

sudo snap install musixmatch

musicxmatch-letras-musicas-spotify-ubuntu-snap-loja

Para desinstalar o programa, você pode fazer da mesma maneira que instalou via interface gráfica ou com o comando:

sudo snap remove musixmatch

Configurando e utilizando o programa


Logo após instalar o Musixmatch, execute-o. Uma pequena janela abrirá, tenha em mente que o app funciona em conjunto ao Spotify, como já foi comentado, então ele deve estar funcionando e reproduzindo alguma canção.

musicxmatch-letras-musicas-spotify-janela-inicial

Antes de usarmos o programa, é necessário alguns passos, como criar uma conta no Musixmatch e logar com sua conta Spotify.

Clique na opção “Musixmatch login required”, ele abrirá uma nova janela, crie seu cadastro na plataforma.

cadastro-musicxmatch-letras-musicas

Depois conecte-se com sua conta Spotify, clicando em ”Connect to Spotify”.

login-cadastro-spotify

Após ter criado seu cadastro do Musixmatch e ter logado com sua conta Spotify, reproduza alguma música no Spotify, abra o app do Musixmatch através de seu ícone de bandeja e clique em “Show Musixmatch”.

bandeja-tray-musicxmatch-letras-musicas-spotify

E pronto! “Num passe de mágica” uma janela flutuante com a letra em tempo real será visível, caso o aplicativo não identifique ou perca seu login ao fechá-lo, efetue-o novamente, assim o app volta a sua normalidade.

musicxmatch-letras-musicas-spotify

Gostei bastante desta aplicação, sua versão desktop ainda tem menos funcionalidades que a mobile, entretanto creio que seja questão de tempo para a chegada de novos recursos.

E você, é apaixonado por música? Deixe nos comentários sua opinião, e se você assim como eu às vezes “dá uma de cantor” (😂😂😂), não perca tempo e experimente esse programa.

Te espero no próximos post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux

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sexta-feira, 1 de março de 2019

Em Março do ano passado (2018), a Microsoft anunciou, no Developer Day, o seu mais novo tipo de empacotamento de programas, o MSIX. A princípio esse novo pacote vai ser para facilitar a vida dos devs que querem enviar os seus programas para a Microsoft Store, mas pelo andar da carruagem pode ser que chegue à outras plataformas, como o Linux.

 MSIX, o novo formato da Microsoft que será compatível com o Linux






Segundo a Microsoft, o novo formato vai permitir uma melhor implantação dos recursos como Win32, WPF e WinForm. Uma reclamação recorrente dos desenvolvedores.

O SDK do MSIX já está disponível no GitHub oficial da Microsoft e você pode conferir ele através deste link.






O MSIX funciona com a tecnologia de contêiner, como o Snap e Flatpak, assim ficando isolado do restante do sistema,permitindo o update ou desinstalação dos programas, sem afetar o restante do sistema.



Com o SDK em mãos, os desenvolvedores poderão distribuir o seu app para todas as plataformas e não depender somente da Microsoft Store. Hoje existem 3 (três) principais formatos de arquivos no Windows: EXE, AppX e o MSI. Com a possibilidade de distribuir fora da Store da Microsoft, os devs vão poder compatibilizar seus produtos com iOS, macOS, Android e Linux e até com versões mais antigas do Windows. No vídeo abaixo eles explicam melhor como vai funcionar.

              

Como podemos ver, o processo usa os contêineres, a mesma tecnologia usada nos famosos Snaps e Flatpaks, encabeçados por Canonical (Ubuntu) e IBM/Red Hat (Fedora, Red Hat Enterprise), agora sendo implementados por outra gigante do setor, a Microsoft.

Não podemos descartar que em um futuro muito próximo, produtos da Microsoft cheguem  no “planeta pinguim” utilizando este formato, como o Office por exemplo. Ou até mesmo a nova versão do navegador Edge, já que ele vai vir com o “motor” do Chromium.

O que você achou da novidade? Até a próxima!
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Veja as estrelas no seu Linux com o Kstars

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O campo da astronomia é algo infinitamente encantador, conhecer estrelas, planetas, galáxias e uma gama enorme de possibilidades, faz você pensar no quão pequeno é diante a tamanhas descobertas, e o estudo da astronomia encanta milhares de pessoas, contudo, na atualidade a forma de interagir com os astros se tornaram mais simplificadas, graças a softwares como o Kstars.

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Kstars é um programa de código aberto, multiplataforma e gratuito, aos moldes do Stellarium, um aplicativo bem famoso para quem é da área, inclusive temos uma postagem com diversos programas que vale a pena dar uma olhada se você é professor (seja de humanas ou exatas), com ele existe a chance de ver uma simulação gráfica perfeita do céu, de qualquer local da terra, data e hora. O software é tão poderoso que possibilita a observação de 100 milhões de estrelas, 13 mil objetos do céu profundo, planetas, o Sol, a Lua, milhares de cometas, asteroides, supernovas e satélites.

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Com foco em estudantes e professores, têm suporte a diversas simulações, além de incluir o Astrocalculador Kstars para prever conjunções e efetuar diversos cálculos astronômicos. 

Existem diversas funcionalidades no software que com o tempo e uso claramente você vai descobrindo, como um planejador de observação, um calendário celestial, gráficos de “altitude de plotagem vs. tempo” para qualquer objeto, impressão de tais gráficos e muito mais. 

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Instalando o Kstars


Para efetuar a instalação do Kstars é bem simples, tudo de forma gráfica direto da loja do Ubuntu, então pesquise por “kstars” e efetue a instalação do programa. São duas opções, a primeira em Snap e a segunda de forma “tradicional”. 

instalar-kstars-snap-deb-programa-app-astronomia-amador-profissional

E qual a diferença? 


A versão em Snap possui as últimas atualizações do programa, então se quer novidades ela é a recomendada, no entanto, sua interface está toda em Inglês, se isso é um empecilho recomendo a segunda opção, que mesmo numa versão mais desatualizada, conta com nosso idioma português.

versão-kstars-programa-app-astronomia-amador-profissional

O procedimento a seguir é para quem efetuou a instalação da versão em Snap, clicando na opção “Permissões”, diversas funcionalidades que por padrão vem desabilitadas podem ser ativas, como a utilização da webcam e entrada USB.

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Outra possibilidade é instalar a versão Android, tendo, quase que literalmente, milhares de estrelas na palma da mão. Efetue o download direto da Google Play.

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Gostou da dica? Esse programa me fez lembrar de minha infância. Eu tinha alguns livros de ciências que ganhei em Salvador-BA e sempre estava aprendendo coisas, maravilhando-me com os planetas, astros e o tamanho das estrelas comparadas ao nosso Sol, livro este que me possibilitou ir para segunda etapa na olimpíada nacional de astronomia, em meados de 1998/1999 no ensino fundamental.

E você, curte astronomia? Conhece alguma pessoa que gostaria deste programa? Não perca tempo e indique, existe versão Windows e Mac também, acesse o site oficial e efetue o download da aplicação

Deixe nos comentários suas experiências com programas deste tipo, ou quem sabe histórias que possam incentivar pessoas a seguirem essa área.

Te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎 Compartilhe e indique o blog para seus amigos e familiares.
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APT não será substituído pelo Snap no Ubuntu. Mas deveria?

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sábado, 23 de fevereiro de 2019

É evidente que nos últimos anos a Canonical, empresa por trás do Ubuntu, vem empregando esforços para popularidade de seu formato de pacotes, o Snap. Recentemente um usuário do Launchpad propôs uma ideia, na qual supostamente Mark Shuttleworth, criador do Ubuntu, “pareceu aprovar”.

apt-snap-ubuntu

Novos formatos de empacotamento estão ganhando mais e mais espaço no mundo Linux, a ideia de tornar o sistema à parte de suas aplicações, e assegurar atualizações de pacotes sem o risco de quebrar o sistema, tem atraído muitos usuários, além da praticidade de não se preocupar com erros de dependências.

No cenário atual 3 alternativas estão em alta, o Flatpak, Snap e AppImage, não existe uma métrica para saber qual é o formato mais adotado, ficando apenas no campo da especulação e observação, porém é notório que diversas distribuições estão trazendo o Flatpak por default, enquanto o Snap parece fazer sucesso entre empresas, a exemplo o Spotify e Microsoft. 

Snap no lugar do APT


Por ser “filho do Debian”, o Ubuntu herda diversas características do sistema na qual é baseado, e seu gestor de pacotes o APT é uma destas características. 

No Launchpad da Canonical, site utilizado para diversas rotinas do Ubuntu como: gerenciamento de pacotes, registro de bugs, traduções, times de desenvolvimento, etc; Um usuário, sugeriu que o APT poderia ser substituído pelo Snap, e observou alguns pontos interessantes.

Segundo ele, gerenciadores de pacotes como o APT, em algumas ocasiões podem ser difíceis de configurar, e nem sempre possibilitando a atualização de uma nova versão por conta do risco de pacotes quebrados, logo o Snap seria um ótimo substituto, afinal para atualizar todo um sistema para uma nova versão, bastaria um simples “sudo snap install versão-do-ubuntu”, sem riscos de quebras de pacotes. As atualizações seriam mais dinâmicas, possibilitando updates de softwares e do próprio sistema, sem a necessidade de incomodar o usuário, pois mesmo em segundo plano tais mudanças não afetariam o uso do SO.

Porém, devemos lembrar que para isso, a adoção do Snap deve ser maior, programas como o QT Creator, Google Chrome, ainda não existem neste formato, e mesmo possuindo diversos apps como o Firefox, Telegram, WPS Office entre outros, o número ainda é inferior comparado aos formatos tradicionais de distribuição de programas. 

Mudança do apt para o Snap em definitivo é Fake


Toda essa história não passa de uma fake news, isso mesmo, no mundo da tecnologia existem pessoas dispostas a disseminar falácias como verdade.

Alan Pope um dos membros da equipe da comunidade do Ubuntu veio a público através do Twitter para pronunciar-se sobre o assunto, ele explica que qualquer um pode criar uma conta no Launchpad e criar “blueprints” (que são essas sugestões), e que isso é uma parte da comunicação entre Ubuntu e sua comunidade, entretanto a equipe do Ubuntu usa essas sugestões como uma ferramenta de planejamento, apesar disso, isso não significa que o APT será substituído pelo Snap, afinal, nem toda as sugestões são acatadas.

E se isso fosse verdade?


Hipoteticamente sem o APT no Ubuntu, o sistema da Canonical poderia se tornar “um híbrido” de rolling release com o atual modelo, contudo sem exigir a formatação do sistema a cada LTS, mesmo que mantivesse essa lógica de funcionamento.

Caso essa decisão fosse precipitada, inúmeros apps poderiam estar fora dos repositórios do Ubuntu, prejudicando seus usuários, talvez Mark esteja esperando a hora certa para dar ”um passo de cada vez”. 

A tecnologia evolui, e quem não acompanha pode ficar desorientado em meio às novidades e avanços na gestão e desenvolvimento de softwares, soluções como OStree e o swupd, inegavelmente são o futuro (e por que não o presente?), do gerenciamento de atualizações. 

Tais tecnologias trazem vantagens e eliminam os riscos de erros e quebras de sistema durante as atualizações, garantindo uma infra-estrutura imutável e confiável, sistemas como Endless OS, Clear Linux e o Fedora Silverblue, valem-se de tais tecnologias e muitos profissionais atestam que assim como os contêineres, esse formato será o padrão do mercado. 

Infelizmente ou felizmente (depende do teu ponto de vista 😂😂😂) essa história não passou de uma fake news.

Em pleno 2019, as notícias falsas ou desatualizadas e tidas como atuais, estão se tornando rotina no mundo da tecnologia, a melhor coisa que você pode fazer ao se deparar com algo do gênero é: “Sair no Facebook e Twitter espalhando para geral!?”, claro que não! Simplesmente ignore e não faça marketing para tais conteúdos. Esse post foi apenas uma forma de demonstrar como tais boatos se espalham, e lhe dar um conselho para não compartilhar tais notícias. 

Não estamos livres em cair em eventuais histórias da Carochinha, todos somos fadados ao erro, então ao ver uma matéria falando asneira e espalhando fake news, a melhor coisa a se fazer é mandá-la para o limbo, não comente ou repasse, deixe que a desinformação “morra na praia”. 

E você o que acha de toda essa história de fake news no mundo Linux? Seria uma possibilidade o APT ser substituído no Ubuntu? Ou acha que foi uma “viagem na batatinha”?

Deixe nos comentários sua opinião, claro, respeitando o posicionamento alheio.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Windows VS Linux - Instalação de programas

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Cada sistema possui suas particularidades, e nos baseados em Linux não é diferente, prova disso é que existem diversas maneiras de se instalar programas no sistema do pinguim,. Através deste pequeno comparativo entre Windows e Linux, verá que mesmo seja diferente, isso não significa necessariamente que no Linux as opções são inferiores ou mais complexas. 

windows-linux-programas-instalar

Programas no Windows


No sistema da Microsoft os usuários estão familiarizados com o clássico “NEXT, NEXT, NEXT, FINISH”, avançando em etapas durante a instalação dos aplicativos. Mas não existe apenas uma forma de se obter aplicações no Windows, e veremos algumas opções da atualidade.

“EXE” e “MSI”


Esses são formatos nos moldes do já citado “avançar”, basta dar dois cliques e ir seguindo o fluxo de instalação do programa, mas na maioria dos casos a atenção deve ser redobrada, pois ocorre de no ato da instalação, softwares de terceiros serem instalados sem que o usuário perceba.

Instaladores em etapas geralmente significam que existem configurações a serem feitas pelo próprio usuário, sendo necessário conhecimento para que nada de equivocado seja instalado ou ajustado, é uma método popular, sem dúvida, especialmente pelo hábito, mas que foi suplantado por instalações à partir de uma loja, como no Android, onde você troca os vários cliques por um único.

“BAT”


Os programas em “.bat” são feitos para execução no terminal do Windows, isso mesmo, no Windows também se usa terminal, podendo ser um instalador ou até mesmo uma aplicação.

“Portable”


São aplicações portáteis, na qual sua execução não necessita de uma instalação, com possibilidade de ser transportado e iniciado em uma mídia removível. Podem ser um arquivo “exe”, “msi”, etc.

Loja


Esta é uma funcionalidade existente nas distribuições Linux e no macOS há bastante tempo, mas que estreou no Windows, comparando, há pouco tempo, e que ainda não é tão difundida entre os utilizadores do “Janelas”, com algumas ferramentas ausentes, como o Firefox por exemplo, os usuários ainda cultivam velhos hábitos e muitas vezes permanecem na insaciável caça por executáveis internet à fora.

Programas no Linux


No Linux as formas e variedades de se obter aplicativos são abundantes, e por existirem diversas distribuições, nem sempre existe um padrão ao distribuir programas na plataforma.

“DEB” e “RPM”


São pacotes para instalação de aplicativos, algo parecido com os instaladores em “.exe”/”.msi”, mas sem a necessidade de inúmeros processos e cliques em opções de “avançar”, quando instalados em modo gráfico.

“AppImage”


Assemelham-se aos “portable” do Windows, sem a obrigatoriedade de instalação, também podem ser executados num pendrive, pois carregam suas dependências. Temos diversos materiais de como instalar os AppImage e onde encontrá-los para download.

“Flatpak” e “Snap”


Considerados o futuro da distribuição de programas no Linux (o AppImage também participa da lista), trazem diferenciais e tecnologias que no momento estão em alta, como SANDBOX, e outros benefícios. Não sabe como instalar um Flatpak no sistema? Aprenda neste post, encontre diversos Flatpaks para download, e saiba sobre os Snaps aqui. 

Quando falamos em novas formas de empacotamento no Linux, sempre paira uma dúvida: “AppImage, Flatpak ou Snap?” Qual escolher? Por sorte temos a resposta dessa dúvida cruel.

Veredito sobre as formas de distribuição de programas no Linux e Windows


Tanto o Windows, como o Linux, tem suas formas de compor e gerir aplicativos, e dúvidas comuns surgem em nossas mentes, isso é extremamente normal, em meio a tantas possibilidades e diferenças, acabamos por confundir alguns aspectos destas tecnologias.

Pensando nisso criei em meu canal OSistemático, uma animação explicando sobre cada formato, seu funcionamento, e comportamento do Linux e Windows ao gerenciar componentes para o funcionamento de suas aplicações. Você irá aprender de uma vez por todas o que significa “Sandbox”, “Core”, “dll”, “Runtimes”, quais as diferenças entre esses formatos e outros que não listei aqui como: “tar.gz”, “sh” e muito mais.


Acessem o vídeo, uma animação super completa e sem “tecnés”, ou termos rebuscados que mais confundem do que esclarecem, muito obrigado e deixem nos comentários suas opiniões.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Libre Office 6.2 lançado com nova interface

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Ferramentas para criação de documentos existem aos montes, no entanto as mais famosas são: o Microsoft Office e Libre Office, e por ser uma alternativa livre, o Libre Office sempre foi visto como o rival do concorrente, porém, seu visual afastava alguns usuários que não conseguiam migrar unicamente pela aparência da aplicação, fazendo com que acabassem procurando alternativas, como o WPS Office ou o Softmaker Office.

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Depois de 6 meses de desenvolvimento, finalmente a versão 6.2 do Libre Office foi lançada, apresentando uma nova interface de usuário chamada NotebookBar, baseado no conceito MUFFIN, um acrônimo para “Minha interface amigável e flexível”, que anteriormente era um recurso experimental. Seu suporte irá até Novembro de 2019, com mais 6 updates esperados.

Libre Office visual clássico


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A “UI NotebookBar” é totalmente opcional e não vem habilitada por padrão (antes que os amantes do visual clássico começassem a lamentar). Está nova opção vem em 3 modos diferentes, com guias, agrupados e contextuais.

Libre Office com NotebookBar


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Fica evidente a intenção da The Document Foundation, fundação por trás do Libre Office, em abarcar um público que ao migrar de soluções proprietárias sentiam dificuldades com a maneira diferenciada de organização de sua suíte de documentos.

Novidades do Libre Office 6.2


Além do novo visual, destacam-se os ícones reformulados do elementary OS e Karasa Jaga (ícone padrão do Libre Office), recursos de segurança e criptografia através da implementação do HMAC, filtragem de palavras-chave indexadas e termos de pesquisa com velocidade aprimorada, como melhor compatibilidade com documentos Microsoft Office, corrigindo erros em gráficos e animações por exemplo.

O menu de contexto foi aprimorado, melhorando o desempenho na alteração e manipulação de documentos grandes. O LibreOffice Online não ficou de fora, ganhando uma interface de usuário simplificada e responsiva.

Diversas funcionalidade foram implementadas, agora o Writer consegue copiar dados de planilhas em tabelas, em vez de inseri-los unicamente como objetos. O Impress e Draw conseguem modificar o caminho de movimentação das animações, simplesmente arrastando os pontos de controle. O Calc ganha uma nova função chamada REGEX, permitindo associar texto a expressões regulares, com a possibilidade de obter uma saída com várias medidas para análise e estatística, e muito mais.

Como baixar e instalar a nova versão


Até o momento o Libre Office em Snap e AppImage continuam na versão 6.1 (veja se já chegou a atualização para esses pacotes), caso não aguente esperar e queira testar, você pode baixar a versão em Flatpak (particularmente prefiro em Flatpak) ou a distribuída no site, basta seguir o passo a passo.

Acesse o site oficial do Libre Office, e efetue o download da última versão estável, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu.

libreoffice-office-linux-deb-download

Ao baixar o pacote, o site sugere 2 outros, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-linux-pt-br

Extraia os arquivos em uma pasta, para melhor organização, e começando pelo pacote extraído do Libre Office (LibreOffice_6.2.0_Linux_x86-64_deb), verá que dentro existe uma pasta chamada DEBS com diversos pacotes “.deb”.

libreoffice-office-linux-deb-insstalar

Clique dentro da pasta com o botão direito, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-linux-deb-terminal

Dentro do terminal, digite o comando para efetuar a instalação dos pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-linux-instalar-exemplo

Espere a instalação concluir, e repita o procedimento nas outras pastas extraídas dos arquivos de ajuda e linguagem do usuário em português.


Ativando o modo NotebookBar


Para visualizar as aplicações na nova UI, vá em “Exibir>>Interface do usuário”, e selecione a opção “Em abas”, ou algum dos outros modos de visualização.

habilitar-interface-libreoffice-notebookbar

Já testou a nova versão? gostou do visual NotebookBar? Começarei a utilizá-lo, talvez me adapte ou quem sabe continuo com a padrão.

Deixe nos comentários suas experiências e opiniões sobre o novo Libre Office, te aguardo aqui no blog Diolinux, como sempre, SISTEMATICAMENTE!

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Como iniciar o Telegram minimizado

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sábado, 26 de janeiro de 2019

O Telegram é uma aplicação com “mil e uma utilidades”, você pode usá-lo como simples mensageiro, nuvem pessoal, fonte de notícias e muito mais através de seus inúmeros bots. Veja o post que o Ricardo fez sobre as novidades da nova versão.

telegram-tray-start-minimizado

Com tantos recursos no Telegram, existe uma funcionalidade que eu gostaria na versão desktop. A possibilidade de iniciar minimizado junto ao sistema, com seu ícone na “tray” (bandeja do sistema).

E é isso que iremos demonstrar. O procedimento será em 3 interfaces gráficas: KDE Plasma 5, Cinnamon e Gnome Shell. Você pode adaptar à sua DE preferida, é bem fácil.

Iniciando o Telegram minimizado


Antes de tudo, você deverá saber com qual versão do Telegram está lidando.

Se instalou o Telegram da loja do Linux Mint, você provavelmente está utilizando a versão em Flatpak, se está usando Ubuntu e instalou direto da loja, é provável que seja em Snap, a terceira opção é um binário executável, de quando o download é realizado no site oficial (a maneira que costumo usar).

Saber qual versão do programa está instalada é importante, pois o comando será adaptado, e caso utilize o comando errado o procedimento será falho. Abaixo segue cada comando, direcionado a sua específica versão.

Telegram em Flatpak
flatpak run org.telegram.desktop/x86_64/stable -startintray %u 

Telegram em Snap
snap run telegram-desktop -startintray %u

Telegram executável baixado do site oficial
/home/seu-usuario/caminho-onde-está-o-executável/Telegram -startintray %u

Onde inserir tais comandos?


Após identificar sua versão, e selecionar o comando correto. Onde inserir este comando? Não será necessário o terminal, usaremos a interface gráfica para isso.

KDE Plasma 5


No Plasma, pesquise pela seguinte aplicação “Aplicativos iniciados automaticamente”. Com ela aberta clique na opção “Adicionar programa...”, como na imagem abaixo.

telegra-tray-kde-passo1

Uma janela de diálogo será aberta, pesquise por “Telegram”, selecione o mesmo e clique em “ok”.

telegra-tray-kde-passo2

Basta preencher as informações como “Nome”, “Comentário” e “Comando”. Se utiliza as versões em Flatpak ou Snap, adicione o comando normalmente. Caso tenha baixado o binário executável do site, você pode digitar o caminho por extenso ou clicar em “Navegar” e caminhar até o local do programa, mas não esqueça de adicionar no final da linha o parâmetro “-startintray %u” (como no exemplo dado anteriormente).

telegra-tray-kde-passo3

Agora aplique as mudanças e ao ligar o computador, o Telegram iniciará junto ao sistema minimizado na tray.

telegra-tray-kde-passo 4

Cinnamon


Pesquise por “Aplicativos da Inicialização”, clique no símbolo de adicionar e escolha a opção “comando personalizado”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo1

Uma caixa de diálogo se abrirá, preencha todos os campos, se for a versão baixada do site, você pode clicar em “Navegar” e ir até o executável do Telegram em seu sistema, ou digitar o caminho por extenso e no final dele adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo2

Caso esteja utilizando as versões em Flatpak ou Snap, basta preencher e fazer uso do comando que disponibilizei.

Depois clique em “Adicionar” e quando ligar o pc, o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo3

Gnome Shell


No Gnome Shell pesquise por “Aplicativos iniciais de sessão”, ao executar a aplicação você notará um botão “Adicionar”. Clique nele.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo1

Ao fazer uso do executável do site oficial do Telegram, você pode escrever o caminho até o programa na opção “Comando”, como disponibilizei anteriormente, ou clicar em “Navegar” e ir até o Telegram, depois no final adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

Já para versões Flatpak e Snap, basta adicionar o comando (como demonstrado). Preencha os campos de acordo com o exemplo abaixo e clique em “Adicionar”.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo2

E pronto! Ao ligar o computador o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema. Lembrando que o Gnome no Ubuntu possui a tray nativamente, no Gnome Shell “puro” você terá que adicionar uma extensão.

E é isso aí pessoal, nos vemos no próximo post, espero que a dica seja útil assim como é em minha rotina. E caso esteja em outra DE, use o comando na aplicação que gerencia os apps que iniciam junto ao sistema.

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