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Como instalar o LibreOffice no Linux

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sábado, 10 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma suíte office muito popular entre usuários do pinguim, mas também com usuários Windows e Mac. Hoje você verá algumas maneiras de se obter essa poderosa suíte office.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-flatpak-appimage

No momento em que escrevo esse artigo, estou utilizando o Ubuntu 18.04, porém, a dica é válida para todos derivados e com exceção do passo que demonstrarei a instalação de pacotes DEB e PPA, as principais distribuições poderão fazer uso das demais formas apresentadas. Feitas essas ressalvas, vamos pôr as mãos na massa!

Instalando o LibreOffice diretamente do site


Acesse o site oficial do LibreOffice, e efetue o download da última versão, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu (DEB).

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Ao efetuar o download o site irá sugerir mais 2 pacotes, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Para maior organização, extraia os arquivos em uma pasta. Comece pelo pacote do LibreOffice, no momento que faço essa postagem o “LibreOffice_6.3.0_Linux_x86-64_deb”, verá que dentro dele existe uma pasta denominada “DEBS” com diversos pacotes dentro.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Clique dentro da pasta com o botão direito do mouse, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Dentro do terminal, digite o comando para instalar todos os pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Espere a conclusão da instalação, e repita o procedimento com os demais arquivos que baixou e extraiu (ajuda e linguagem do usuário em português). Caso tenha alguma dúvida, veja o procedimento neste vídeo.


LibreOffice via PPA


Essa opção é para quem quer ter a instalação via PPA oficial do LibreOffice. Particularmente não vejo a necessidade em instalar por esta maneira, porém, alguns usuários ainda fazem uso deste tipo de instalação.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o LibreOffice do PPA via terminal:

sudo apt install libreoffice

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:libreoffice/ppa

LibreOffice via Snap


Outra possibilidade é instalar o LibreOffice no formato Snap. Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “LibreOffice”, atente-se para a origem do pacote e veja se o mesmo é o Snap.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-snapcraft

Se estiver utilizando outra distribuição, que não seja o Ubuntu, por exemplo o Linux Mint. Acesse essa postagem e habilite o Snap em seu sistema. A instalação também poderá ser feita via terminal, caso sua distribuição não possua uma loja com integração com o Snap ou queira utilizar o terminal.

Instalando o LibreOffice via Snap:

sudo snap install libreoffice

Removendo o LibreOffice via Snap:

sudo snap remove libreoffice

LibreOffice via Flatpak


A suíte mais famosa do mundo Linux também está disponível no Flathub, assim caso queira utilizar o LibreOffice no formato Flatpak sua instalação é bem simples. Usuários do Linux Mint, por exemplo, podem pesquisar por: “LibreOffice flatpak” e instalar sem prévias configurações. No Ubuntu será necessário habilitar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório Flathub, uma tarefa tranquila e com um passo a passo para você. Após configurar o seu Ubuntu, instale diretamente da loja conforme mencionei para o Mint.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-flathub-flatpak

Outras distribuições que não tenham o Flatpak por padrão, podem utilizar esse post. A adição do repositório do Flathub é um requisito importante, irei demonstrar a seguir aos usuários que decidirem instalar o LibreOffice via terminal.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.libreoffice.LibreOffice

Removendo o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak remove org.libreoffice.LibreOffice

LibreOffice via AppImage


Uma forma bem interessante para utilização do LibreOffice é o AppImage, com ele não será necessária nenhuma instalação e você pode até manter o arquivo salvo em um pendrive. Baixe do site oficial e escolha a versão desejada. São 3: Basic (apenas em inglês), Standard (com outras línguas, incluindo o português) e Full (com todas as línguas suportadas). No exemplo logo abaixo efetuei o download da Standard.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Para executar o arquivo, clique com o botão direito do mouse, vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque “Permitir a execução do arquivo como um programa”. Clique duas vezes sobre o AppImage e “seja feliz”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Obviamente que existem outras maneiras de instalar o LibreOffice em seu sistema, como via PPA ou até mesmo o pacote contido diretamente do repositório oficial de sua distribuição. No entanto, é bem provável que a versão baixada do site (seja a DEB, RPM ou AppImage) estarão nos últimos lançamentos. As opções em Snap e Flatpak costumam sempre seguir a mesma lógica, todavia, é normal que haja um pequeno atraso (geralmente no máximo uma semana).

Você pode escolher qual forma utilizará o LibreOffice, e o uso do terminal é opcional. Em distribuições com foco no usuário comum, às lojas auxiliam bastante. Particularmente gosto e acho bem prático utilizar o terminal, enfim, a instalação contempla ambos os gostos (😁😁😁).

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Como instalar o Discord no Linux

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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

O Discord é um aplicativo de voz sobre IP e mensageiro muito utilizado na comunidade gamer, seja no ato da jogatina ou até para socializar com outros usuários. O programa é proprietário, entretanto, distribuído gratuitamente. Com versões mobiles para Androi e iOS, Windows, macOS, Linux e navegadores web. Use tanto no smartphone ou no laptop/pc.

discord-linux-deb-tar.gz-flatpak-snap-flathub-snapcraft-gamer-voip-voz-ip

Existem diversas maneiras de se obter o Discord, hoje você conhecerá algumas formas de se utilizar o programa no Linux. Talvez esteja sofrendo alguns problemas com uma versão específica, vale o teste.

Baixando diretamente do site oficial


O Discord pode ser obtido diretamente de seu site oficial, basicamente na seção download irão possuir versões para os sistemas anteriormente mencionados. No caso do Linux, duas opções são oferecidas. A primeira no formato DEB, para Ubuntu, Debian e derivados. A segunda um arquivo TAR.GZ, para ser executado em diferentes distribuições.

discord-linux-deb-tar.gz-gamer-voip-voz-ip

Se baixar a versão DEB, efetue a instalação dando dois cliques e seguindo os passos de costume. Já se escolheu a versão TAR.GZ, pode executar o Discord via terminal, após extrair o arquivo, indo até a seu diretório de destino e executando conforme o exemplo.

Dê permissão de execução ao binário do Discord (você também pode fazer via interface):

sudo chmod +x Discord

Execute o Discord via terminal:

./Discord

Instalando o Discord via Snap


Caso utilize Ubuntu e queira a praticidade de instalar o Discord diretamente da loja, o mesmo encontra-se no formato Snap (na Snapcraft), portanto, pesquise normalmente por: “Discord” e instale a aplicação.

discord-linux-snap-snapcraft-gamer-voip-voz-ip

O processo pode ser feito pelo terminal, ou em outra distribuição. Para isso, habilite o suporte ao Snap em sua distro Linux.

Instalando o Discord Snap via terminal:

sudo snap install discord

Removendo o Discord Snap via terminal:

sudo snap remove discord

Instalando o Discord via Flatpak


O programa também possui uma versão no repositório Flathub. Para usuários do Linux Mint, basta pesquisar diretamente em sua loja. Se usa Ubuntu, acesse essa postagem e habilite o suporte ao Flatpak (e adicione o repositório do Flathub) em seu sistema. Logo após, pesquise por: “Discord Flatpak” diretamente da loja do Ubuntu.

discord-linux-flatpak-flathub-gamer-voip-voz-ip

Outras distribuições podem ter o Flatpak habilitado, acesse esse link e veja como. Via terminal é bem simples, obviamente, o repositório Flathub deve ser habilitado também.

Adicionando o Flathub ao sistema, caso não tenha o repositório:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Discord Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.discordapp.Discord

Removendo o Discord Flatpak via terminal:

flatpak remove com.discordapp.Discord

Agora você sabe o quão simples é instalar o Discord em sua distribuição Linux, são várias formas, pela loja, via terminal, DEB, Snap, Flatpak, TAR.GZ, etc. Você decide qual utilizar, equal atende às suas necessidades. Já utilizei todas as opções acima, e por conta da praticidade, atualmente uso via Snap no Ubuntu e também o app em meu smartphone Android.

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Como instalar o Blender no Linux

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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

O Blender é uma ferramenta de código aberto e super poderosa. Não é atoa que muitos o chamam de canivete suíço. Isso devido aos inúmeros tipos de trabalhos que podem ser feitos diretamente no programa. Modelagem 3D, manipulação, animação 2D e 3D, simulação, renderização, composição, motion tracking, e até mesmo edição de vídeos. Me diz se não é um verdadeiro “mil e uma utilidades”?

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

A versão 2.80 estava sendo aguardada há muito tempo, os mais ansiosos estavam usando a beta 2.79c. Temos uma postagem sobre o lançamento do tão aguardado Blender 2.80, confira acessando esse link e veja as novidades. Eu mesmo era uma dessas pessoas, não que domine o Blender ou faça mil maravilhas com o software, entretanto, sempre desejei aprender a modelagem 3D (estava sondando e estudando um bem interessante que encontrei na Udemy) e também usava o Blender para outros fins (utilizo às vezes para exportar meus vídeos com fundo transparente, quando o Kdenlive não coopera 😁😁😁).

Instalando o Blender no Linux


O Blender encontra-se nos repositórios da maioria das distribuições Linux, podendo ser instalado normalmente via terminal ou pela loja. Todavia nem sempre essas versões acompanharão os últimos lançamentos. Este é o caso do Ubuntu 18.04, que mantém a versão 2.79. Pesquise se em seu sistema o Blender está na versão 2.80, caso não. Demonstrarei a seguir como obter as últimas versões do Blender. 

Blender “portable”


A primeira forma de conseguir as versões mais atuais do programa, é diretamente em seu site oficial. Deste modo não será necessário instalar o Blender em sua distribuição. O arquivo distribuído é no formato TAR.BZ2, bastando descompactar e executar com dois cliques a aplicação. No entanto, se o programa não executar, verifique nas propriedades do arquivo se o mesmo tem permissão para execução (Aqui veio por padrão habilitado).

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete

Blender via Snap


Dando continuidade, o Blender está disponível na Snapcraft e mantido pela Blender Foundation (organização que gere o projeto). Aos usuários de Ubuntu basta pesquisar na loja por: “Blender”. Verifique se está selecionando a versão em Snap.

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap

Outras distribuições Linux podem fazer uso do Snap, mas é necessário ter o mesmo habilitado. Instalar via terminal, é uma opção:

Instalar Blender Snap via terminal:

sudo snap install blender --classic

Remover Blender Snap via terminal:

sudo snap remove blender

Blender via Flatpak


A terceira forma que demonstrarei como obter o Blender é via Flatpak. Essa versão é mantida pela comunidade do Flathub, assim sendo, o sistema deverá ter o repositório do Flathub adicionado (além do Flatpak configurado, obviamente). Ao contrário das duas opções acima apresentadas, essa pode demorar um tempo para se alinhar com os últimos lançamentos (por exemplo, demorou uns 2 dias para o Blender Flatpak ser atualizado para versão 2.80). O empacotamento é de responsabilidade da comunidade, então é normal este pequeno “delay”, nada que vá atrapalhar. No Linux Mint, pesquise normalmente por: “Blender” e verifique se escolheu a versão Flatpak antes de instalar. Já o Ubuntu precisa ser configurado, acesse essa postagem e veja como proceder. Se utiliza algum sistema sem o suporte ao Flatpak, essa dica pode lhe ser útil. Após configurar no Ubuntu, proceda como descrevi anteriormente no caso do Mint.

blender-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-flatpak

A instalação via terminal é muito simples também, e caso não tenha adicionado o repositório Flathub ao seu sistema, eis como proceder:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalar Blender Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.blender.Blender

Remover Blender Flatpak via terminal:

sudo flatpak remove org.blender.Blender

Bônus (deixando a interface do Blender em Português)


Seu Blender não veio em português? Não se desespere! Veja como é fácil traduzir a interface do programa.

Na barra de ferramentas superior clique em “Edit” >> “Preferences...” e estando na categoria “Interface” vá até à sessão “Translation”. Marque as opções que deseja (começando pela própria “Translation”). Em “Language” escolha o idioma desejado, no meu caso “Brazilian Portuguese (Português do Brasil)”.

blender-traduzir-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

Salve clicando no menu “hambúrguer”, localizado no canto inferior esquerdo, em seguida em “Save Preferences”.

blender-traduzir-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

Pronto! Agora o Blender está com a interface em português.

blender-traduzir-eevee-linux-3d-open-source-modelagem-animação-desenho-maquete-snap-flatpak

Participe de nossa comunidade no Diolinux Plus, quem sabe você acabe aprendendo umas dicas de Blender por lá.

Até o próximo post, que vou aprender mais um “cadiquin” de Blender, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Como instalar o Spotify no Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O Spotify é um dos serviços de streaming de músicas mais famosos da atualidade, seja por seu modo premium de valor acessível ou versão free, totalmente gratuita. Obviamente, que nessa modalidade, propagandas podem interromper sua playlist e não será possível efetuar o download das músicas e ouvir offline. Aliás, você pode acompanhar o DioCast diretamente da plataforma.

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint

Temos um vídeo sobre o serviço, abordando se vale a pena pagar o Spotify Premium, em nosso canal. Caso esteja interessado, recomendo assistir e avaliar a possibilidade. Para maiores detalhes sobre os tipos de assinatura, acesse esse link.

Vale a pena pagar o Spotify Premium? Veja o vídeo e tire suas dúvidas.


Spotify em sua distribuição Linux


Existem basicamente 3 maneiras de se obter a aplicação do Spotify, duas estão disponibilizadas em seu site oficial (mantido de forma voluntária pelos engenheiros do Spotify, conforme a página informa) e a outra é mantida pela comunidade Linux, através do repositório Flathub. Irei apresentar todas as 3, a decisão de qual utilizar será exclusivamente sua. Deixando claro, que às duas formas de se instalar o Spotify no Linux (DEB e Snap) podem conter ligeiras diferenças comparadas as versões Windows e Mac. Assim, como o próprio Spotify enfatiza, pois, essas versões são mantidas distintamente do Spotify, mas possuindo o aval da empresa. No entanto, não precisa se preocupar, os engenheiros do Spotify estão fazendo um ótimo trabalho e nunca notei alguma diferença com as versões de Windows ou macOS (ou algum bug no software). 

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-diocast-musica-streaming

Spotify via Snap


A primeira opção do Spotify para o Linux é em formato Snap, para usuários do Ubuntu todo processo é simplificado. Basta, pesquisar por: “Spotify” diretamente da loja e instalar a aplicação. Outros usuários, que utilizam sistemas, como: Linux Mint, Elementary OS, KDE Neon, Fedora, Pop!_OS e etc. Podem configurar o Snap em seu sistema para usufruir do formato. Acesse essa postagem, caso não o tenha feito. 

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-loja-musica-streaming

Nem todas os sistemas possuem lojas com integração com esse tipo de empacotamento, o terminal é uma opção para contornar esse falta.

Instale o Spotify Snap via terminal:

sudo snap install spotify

Remova o Spotify Snap via terminal, se desejado:

sudo snap remove spotify

Spotify via DEB


Outra possibilidade é o Spotify no formato DEB. Contudo, não se engane e espere compatibilidade total com versões do Debian, essa opção tem como foco as últimas versões de lançamento do Ubuntu. Assim sendo, alguma incompatibilidade com versões mais antigas do Debian podem ocorrer, mas os engenheiros do Spotify informam que sempre vão tentar compatibilizar o pacote versões mais antigas do Debian e Ubuntu. Se possui alguma dúvida, quanto ao funcionamento desta opção, reconsidere as demais. Segue o passo a passo para instalação do Spotify neste formato.

Adicione a chave do repositório do Spotify:

sudo apt-key adv --keyserver hkp://keyserver.ubuntu.com:80 --recv-keys 931FF8E79F0876134EDDBDCCA87FF9DF48BF1C90 2EBF997C15BDA244B6EBF5D84773BD5E130D1D45

Adicione o repositório do Spotify:

echo deb http://repository.spotify.com stable non-free | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/spotify.list

Atualize sua lista de pacotes:

sudo apt update

Instale o cliente Spotify:

sudo apt install spotify-client

A cada nova versão disponível, você receberá uma atualização normalmente em seu sistema.

Spotify via Flatpak


A terceira forma de se obter o Spotify é pelo Flathub, essa versão em Flatpak não está contida nas opções descritas no site. Empacotada pelo pessoal do Flathub é uma escolha viável para quem prefere este tipo de pacote, ou não queira configurar nada (caso do Linux Mint, que possui a mesma em sua loja). No Ubuntu sua instalação também pode ser via loja, basta acessar essa postagem e configurar o Flatpak e plugin do mesmo na Gnome Software. Pesquise por: “Spotify flatpak” e instale o cliente.

spotify-linux-ubuntu-deb-snap-flatpak-mint-loja-musica-streaming

Veja nesta postagem, a instalação e configuração do Flatpak nos demais sistemas baseados em Linux. Essa postagem demonstra como adicionar o repositório do Flathub. A instalação via terminal é outra opção.

Instale o Spotify Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.spotify.Client

Remova o Spotify Flatpak via terminal, caso queira:

flatpak remove com.spotify.Client

Agora você poderá ouvir suas músicas no Spotify, óbvio que uma conta é exigida, pode ser criada gratuitamente ou migrar para versão paga, a escolha é sua. Sei que alguns irão citar o AUR como outra forma de instalação do Spotify e tal. No entanto, às duas formas que apresentei (Snap e Flatpak) abarcam mais distribuições, e nada impede de usuários obterem a versão contida no AUR.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, existem muitos audiófilos por lá também (😁😁😁).

Até mais, agora vou ouvir algumas músicas no Spotify, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Novo Manjaro chegará com suporte nativo a Snap?

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

O Snapcraft Summit, em Montreal (Canadá), que aconteceu esse ano (2019), trouxe várias novidades interessantes sobre o desenvolvimento dos pacotes Snap, dentre as atrações, a que mais chamou a atenção foi a fala do líder do projeto Manjaro, Philip Müller, querendo trazer o snapd por padrão no sistema.

Novo Manjaro chegará com suporte nativo a Snap?





Em um post oficial no blog do Ubuntu, Sarah Dickinson (gerente de comunicação da Canonical em IoT), comentou como o Ubuntu e o Manjaro tem como objetivo tornar a experiência no Linux mais agradável para quem é novato. Nesse post, também houve algumas ponderações de Philip sobre a inclusão do snapd e todo o ecossistema que ele traz.

“Manjaro e Ubuntu têm objetivos semelhantes para tornar simples a instalação dos softwares, por exemplo, usando snaps. Em segundo lugar, a Snapcraft evoluiu para abraçar diferentes distribuições Linux, graças a uma decisão deliberada da Canonical.” e complementou:

“O Summit é um bom lugar para criar networking com os outros projetos e descobrir como eles se encaixam no ecossistema Linux”. 

Ainda na conferência, Philip falou sobre a disponibilidade nas versões “oficiais” lançadas por ele e a sua equipe, do snapd e a Snap Store.

“O acesso para a Snap Store estará disponível nas edições KDE, XFCE e GNOME do Manjaro”, complementando logo em seguida:

“O código aberto precisa de um novo modelo colaborativo, em oposição ao sigilo do closed source (código fechado). A colaboração ajuda em fazer as coisas mais rapidamente e permite um foco mais forte no produto final e valor agregado nele para os usuários.”

Em outro trecho, ele comenta as vantagens  e desvantagens de se usar o snap no sistema:

“Uma grande vantagem na distribuição do software  via snap, é que ele ainda pode funcionar, mesmo se estiver fora de sincronia com as bibliotecas atuais do sistema. Outra vantagem é a atualização automática de snaps, uma vez instalada, a interação do usuário para isso é reduzida, pois eles podem simplesmente esquecê-la.”. Em contrapartida, ele comentou sobre temas e espaço em disco:

“Os Snaps nem sempre se integram aos temas e podem ocupar mais espaço se eles precisam instalar runtimes compartilhadas. ”

Para a questão de temas, a Canonical já inclui os temas padrões do Manjaro dentro da Snap Store, então, dependendo da implementação do Manjaro, os Apps ficarão completamente integrados.

Também foi mencionado, que Philip e sua equipe vão ajudar com sugestões para o “ajuste fino” em torno do snap, tanto via uma Store quanto via linha de comando (cli).

Se você quiser ver o post completo, basta acessá-lo aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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3 alternativas para desenhos simples, estilo "Microsoft Paint"

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

O Microsoft Paint é um programa muito popular entre usuários do Windows, na qual provavelmente você quando mais jovem, já tenha “perdido” algumas horas em frente ao PC. A criançada adora rabiscar e pôr a imaginação em ação. Se busca por uma ferramenta similar, irei apresentar 3 alternativas. Indo da mais simples para a mais completa em recursos.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web-app-drawing-kolourpaint-gnome-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Essa postagem não tem como objetivo indicar softwares para edição ou desenhos elaborados, soluções como: GIMP, Krita, Inkscape, entre outros são os indicados. Afinal, programas assim podem ser bem complexos para crianças e o objetivo é apenas rabiscar e se divertir, quem sabe despertar um Leonardo da Vinci ou Van Gogh (sem suas excentricidades, claro 😕😕😕).

Google Canvas


O Google Canvas vem sendo chamado por muitos sites, como o “Paint” da Google. Inclusive noticiamos na época de seu lançamento, no início do ano. A solução é online e sendo bem simples o seu funcionamento. Se busca por algo rápido e que não exija instalação, ele pode ser uma alternativa a se considerar. Mesmo possuindo pouquíssimas ferramentas, dependendo do perfil de quem for utilizar o programa, o Canvas é mais que suficiente.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-google-canvas-web

Por ser online, conexão com a internet será requisito e uma conta Google. Acesse o Google Canvas por este link. Se ficou alguma dúvida, considere ler nossa postagem sobre o serviço.

Drawing


Pensado para ambiente o GNOME (mas pode ser utilizado nos demais), o Drawing possui alguns recursos à mais que o Google Canvas. Digamos que ele é o intermediário da nossa lista. O número de ferramentas e opções dão um pouco mais de autonomia, entretanto, nada tão complexo. Além de desenhar com a ferramenta, pequenas edições podem ser realizadas. O Drawing suporta imagens no formato PNG, JPEG e BMP.

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-drawing-gnome-kde-gtk-ubuntu-flatpak

O Drawing está disponível oficialmente via Flatpak no Flathub. Caso não tenha configurado em seu sistema o Flatpak, essa postagem tem todo procedimento. Se utiliza Ubuntu, este post ensina como habilitar o suporte a esse tipo de pacote na loja da distribuição (Software Ubuntu/Gnome Software), permitindo instalação do Drawing via interface gráfica (depois de adicionar o suporte, pesquise por “Drawing”, encontre a aplicação e efetue a instalação). No Linux Mint, basta pesquisar na loja pelo programa. Caso queira instalar via terminal, proceda assim:

Habilite o repositório do Flathub (se não tem configurado)

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Drawing Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.maoschanz.drawing

Para desinstalar via terminal:

flatpak remove com.github.maoschanz.drawing/x86_64/stable

Kolourpaint


A última aplicação da lista é o Kolourpaint, talvez o mais completo do gênero. Possuindo até mais ferramentas que o próprio Microsoft Paint. Se quer mais opções e uma familiaridade com o app da Microsoft, o Kolourpaint é a opção certa. Para se ter uma noção, o programa suporta vários tipos de arquivos, como o formato do Adobe Photoshop (PSD) e do GIMP (XCF).

alternativa-linux-ms-microsoft-paint-app-kolourpaint-kde-gtk-qt-ubuntu-flatpak-snap

Você pode obter o Kolourpaint de várias formas. Pesquise normalmente na loja de sua distribuição e instale diretamente do repositório, ou via Flatpak ou Snap. Digamos que queira utilizar no formato Snap. Configure primeiramente o Snap em sua distribuição, conforme este artigo, lembrando que no Ubuntu não é necessário configurar e você encontrará normalmente na loja. Utilize estes comandos se a loja de sua distribuição não possui integração com os Snaps.

A versão Snap pode ser instalado por esse comando:

sudo snap install kolourpaint

Para remover o Kolourpaint Snap:

sudo snap remove kolourpaint

Outra opção é via Flatpak. Relembrando que será necessário ter o Flatpak configurado e o repositório do Flathub também. Além, de poder instalar via interface gráfica na Gnome Software. Caso não tenha configurado, na parte que abordei sobre o Drawing, demonstrei como proceder.

Instalação via Flatpak:

flatpak install flathub org.kde.kolourpaint

Remoção da aplicação Flatpak:

flatpak remove org.kde.kolourpaint/x86_64/stable

Essas são as 3 alternativas ao Microsoft Paint, se conhece alguma interessante compartilhe nos comentários ou em nosso fórum Diolinux Plus

Particularmente não me dou bem com esse tipo de aplicativo, acho que deu para notar nas imagens (😂😂😂). No entanto, quando instalei o Kolourpaint no pc de um usuário (com esse perfil, uma criança e tal...) o resultado foi super positivo. Já se você precisa criar artes mais elaboradas, utilize algum dos softwares que citei no início do artigo.

Acho que irei continuar no Inkscape + GIMP (😋😋😋), mas se alguém sentir a falta do Microsoft Paint, opção é o que não falta. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Crie mapas mentais no Linux com o Heimer

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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Mapas mentais podem auxiliar em muito a organização de ideais evitando a perda de detalhes, algo que aparenta ser trivial pode ditar o destino de um projeto. Afinal, caso não seja planejado adequadamente, mesmo sendo de extremo valor, as possibilidades do fracasso são altíssimas e quase eminente. Soluções no mercado existem aos montes, e Heimer é uma boa opção.


Heimer é um programa para criação de mapas mentais, organizados e de forma descomplicada. Com versões para Windows e Linux, a aplicação é escrita em Qt e possui o código aberto. Você pode acessar o Github do projeto e verificar mais informações, caso assim o queira.

Ao contrário de alguns aplicativos do gênero, na qual me aventurei a utilizar, o Heimer é intuitivo e direto ao ponto. Quando o foco é mapear suas ideias, a “última coisa que você quer” são inúmeras opções que atrapalhem seu fluxo criativo.


Algumas características do Heimer que não posso deixar de citar:

  • Interface fácil de usar;
  • Muito rápido;
  • Zoom através de atalhos do teclado ou mouse;
  • A possibilidade de salvar e carregar arquivos no formato .AZL (baseado em XML);
  • Exportação do diagrama em PNG;
  • Fluxogramas baseados em node;
  • Adição rápida de rótulos, textos e borda do nó;
  • Animações fluídas;
  • Desfazer e refazer no software;
  • Grade ajustável;
  • Traduções em inglês, finlandês, francês e italiano (acesse o Github do projeto e contribua com o português);
  • Versão para Windows e Linux;
  • Diversos formatos de empacotamento para Linux;
  • Comprometimento em manter o programa 100% livre para sempre.

Veja como é criar seus mapas mentais no Heimer:


Instalação do editor de mapas mentais Heimer


Através deste link você encontrará diversas versões do Heimer para instalação. Aos usuários do Windows, baixe o instalador em “.EXE” e proceda como de costume. No Linux você pode proceder de algumas maneiras, tendo mais liberdade em qual formato de pacote prefere usar. Para as versões LTS do Ubuntu, no momento deste artigo a 16.04 e 18.04, existem dois pacotes em DEB. Se preferir utilizar em outro sistema baseado em Linux, caso ele não esteja nos repositórios de sua distro, o AppImage é uma ótima opção. Se ainda não sabe como executar arquivos deste formato no Linux, essa postagem será “uma mão na roda”. Para usuários do Ubuntu, outra possibilidade é pesquisar diretamente da loja pelo Heimer e instalar o app no formato Snap.


Já usuários de outros sistemas, que não possuem o Snap configurado, proceda conforme essa postagem e habilite esta opção. Instalar via terminal também é uma opção, se esse for seu intuito, segue os comandos:

Instalação do Heimer Snap via terminal:

sudo snap install heimer

Execução via terminal: 

snap run heimer

Caso queira, desinstalar o app:

sudo snap remove heimer

Um software desta natureza é indispensável para mentes criativas ou projetos complexos. A simplicidade do Heimer, sem demasiadas opções, chamaram minha atenção. Particularmente gosto de utilizar ele no formato AppImage, mas isso é um gosto pessoal. Como testo várias distribuições, e nem sempre quero instalar todos os programas que uso, uma rápida conferida em algum projeto por meio do AppImage se torna bem cômodo.

Conhecia do Heimer? Que tal ficar por dentro de todas as novidades? Acompanhe os assuntos em nosso fórum Diolinux Plus e aprenda mais.

Até o próximo post, compartilhe essa postagem, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Tusk, refinado cliente Evernote desktop

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Evernote é um programa destinado à organização de diversas informações pessoais, sejam notas rápidas, listas, ou o que possa ser expresso em texto. Sua utilização é bem comum, tanto em plataformas mobiles, como desktop. Mesmo sendo um serviço pago e que muitas empresas e profissionais utilizam, o Evernote possui uma versão gratuita e caso queira mais opções, vale a pena investir em sua assinatura. Tenha suas notas ao alcance em apps para smartphones, via web ou desktop. 

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Atualmente o Linux não possui um cliente desktop oficial do Evernote, entretanto, a comunidade desenvolveu uma opção de código aberto com muitas funcionalidades. Caso queira utilizar o Evernote no Linux, em seu desktop, estará bem servido de diversas alternativas. Em especial, irei demonstrar um dos meus favoritos, um aplicativo chamado Tusk.

Evernote no Linux


Para os usuários que tem alguma dúvida quanto a procedência do Tusk, e argumentam que não utilizam nada “extra-oficial”. Saibam que até o Evernote indica o Tusk, como uma alternativa no Linux. Essa questão, somado ao fato de ser open source (acesse o Github do projeto), transparece segurança e comprometimento por parte dos desenvolvedores da aplicação.

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Instalando o Tusk em sua distribuição Linux


Você pode utilizar o Tusk em diferentes formatos, por exemplo: AppImage e Snap. O interessante destes novos formatos de empacotamento, é sua compatibilidade com diversos sistemas. O AppImage traz a vantagem da portabilidade e controle de versão (pois, você simplesmente pode continuar usando uma versão antiga) e o Snap atualizações automáticas. Vale mencionar que tanto a versão em AppImage como a Snap, são mantidas pelo próprio desenvolvedor do software.

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A versão em AppImage pode ser baixada neste link, para executá-lo basta dar as devidas permissões e dois cliques sobre o arquivo. Esse post ensina como executar esse tipo de aplicativo. No Ubuntu o Snap já vem configurado por padrão, caso utilize outra distribuição, acesse o passo-a-passo que fizemos para configurar o Snap em seu sistema, é muito simples.

Comando para instalar o Tusk Snap via terminal:

sudo snap install tusk

Caso deseje remover a aplicação:

sudo snap remove tusk

Você pode instalar diferentes versões do Tusk, seja uma em beta ou release candidate. Para isso adicione o parâmetro conforme a opção desejada (“--beta”, “--edge”, “--candidate”), mas esteja ciente que nestes casos bugs podem aparecer. Logo abaixo, demonstro como instalar a versão beta do programa.

sudo snap install tusk --beta

Lembrando que a loja do Ubuntu (Gnome Software) possui integração com os Snaps (o Discover do KDE também), não sendo obrigatório a instalação via terminal do Tusk.

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Você utiliza o Evernote? Se a resposta for sim, considere experimentar o cliente desktop Tusk. Acesse o site oficial da aplicação para mais informações.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Assista YouTube, Twitch e mais em um único App

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domingo, 30 de junho de 2019

Hoje em dia, temos vários serviços de streaming de vídeo, como YouTube, Twitch, Hulu e Netflix por exemplo. E uma hora ou outra, podemos nos perder com tantas abas abertas para assistir aquele filme, série ou vídeo que gostamos.

Assista YouTube, Twitch e mais em um único App





O ElectronPlayer vem exatamente para isso, lhe ajudar a “gerenciar o caos” (emoji de risos). Feito sobre a tecnologia Electron, ele puxa os serviços Web desses sites e agrupa em uma única tela, assim facilitando a vida do “afegão médio” (como já dizia Emilio Surita do Pânico).



Para escolher o serviço desejado, basta clicar no ícone dele. Segundo o desenvolvedor, mais serviços serão incluídos futuramente.

Depois de escolher o serviço, você faz o login nele e começa a usar. Para voltar ao menu principal do app, basta usar a combinação de Ctrl+H ou usar seus menus, onde você  também pode alternar entre os serviços.


O dev recomenda a utilização do app via Snap, onde terá updates constantes. Para instalar o Snap no seu sistema, basta seguir o nosso tutorial. Ou se preferir, pode seguir o tutorial que o snapcraft.io disponibiliza no final da página do app. 

Feito isso, você tem duas possibilidades em instalar o ElectronPlayer. Ou através da loja de aplicativo, procurando por “ElectronPlayer” ou via terminal, com o seguinte comando:

sudo snap install electronplayer






Depois é só inserir a sua senha e esperar o processo de instalação acabar. Pronto já pode sair usando.

Ele também tem uma versão de AppImage. Você pode acessar o código do app através do Github.

Muito bom ter aplicativos que ajudam a facilitar e organizar o dia a dia, né?

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Transferência de arquivos no Linux com o Teleport

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sábado, 29 de junho de 2019

Em alguns momentos, é necessário transferir arquivos entre os computadores. Existem diversas formas para isso, entretanto, há momentos que valorizamos pela praticidade, evitando configurações. Resumindo: só queremos transferir um arquivo para outro computador na rede local (😋😋😋).

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O Teleport é uma aplicação voltada para essa situação em específico, ele não conta com diversos ajustes ou configurações de usuário e privacidade. A ideia por trás do software possui uma única premissa, transferir arquivos sem mais complicações (teleportando “literalmente” 😁😁😁).

Entendendo o funcionamento do programa


Como abordado anteriormente, o Teleporte visa ser simples e direto. Ao iniciar o programa, uma tela indicando o nome do seu computador e logo abaixo a possibilidade de escolher entre as máquinas conectadas em sua rede local (que também estejam executando o Teleport).

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Poucas coisas podem ser configuradas no Teleport, como o nome do seu device.

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No menu “hambúrguer” existirá a possibilidade de escolher o local onde os arquivos enviados por outros computadores serão armazenados. Por padrão é o diretório “Downloads”, acabei mudando para outro.

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Para enviar um arquivo é bem fácil. Escolha uma máquina em sua rede local, também executando o app Teleport. Clique em “Send File”, selecione o arquivo e aguarde a transferência. Ao menos quando testei nenhuma mensagem de progresso foi apresentada, esse detalhe é muito importante e não existe.

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Para efetivar a transferência a outra máquina terá que aceitar o envio, clicando em “Save” ou recusando em “Decline”.

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Instalando o Teleport em sua distro Linux


Você pode verificar se a aplicação existe nos repositórios de sua distribuição, no caso do Linux Mint o Teleport pode ser instalado por sua loja de aplicativos. O programa é distribuído via Flatpak, caso não tenha ele configurado acesse essa postagem. A loja do Ubuntu possui a capacidade de integração com os Flatpaks, habilite esse recurso e instale o Teleport graficamente (assim como o Linux Mint).

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Outra forma de adquirir o Teleport é via Snap, no caso do Ubuntu basta pesquisar normalmente na loja. Linux Mint e outras distribuições precisam ter configurado o Snap. Segue o link do post com o passo-a-passo.

Para os amantes do terminal, irei demonstrar via Flatpak e logo em seguida via Snap.

Instalando o Teleport Flatpak via terminal


Adicione o repositório do Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Teleport:

flatpak install flathub com.frac_tion.teleport

Esse comando lhe permite executar o Teleport via terminal, não vejo muita necessidade, pois ele aparecerá junto a suas aplicações:

flatpak run com.frac_tion.teleport

A remoção é através deste comando:

flatpak uninstall com.frac_tion.teleport/x86_64/stable

Instalando o Teleport Snap via terminal


Adicione a versão Snap em seu sistema com o comando:

sudo snap install teleport --edge

Sua execução pode ser com tal comando:

snap run teleport

Para remover:

sudo snap remove teleport

Fica claro que a intenção do Teleport é ser simples, no entanto, essa simplicidade peca em alguns casos. Por exemplo, não é possível enviar arquivos em lotes ou diretórios, limitando-se apenas a arquivos únicos. Essa característica pode ser contornada compactando os arquivos em um só, mas isso pode acabar com a praticidade e proposta de ser algo rápido. Outro ponto que me deixou confuso, foi a ausência de uma barra de progresso evidenciando o fim da transferência do arquivo. Notei que arquivos com espaços em seus nomes recebem uma “singela alteração em sua nomenclatura”. O Teleport é software livre e caso queira reportar bugs ou solicitar novos recursos, acesse o Gitlab do projeto.

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Sua intenção é transferir rapidamente um pequeno arquivo de uma máquina para outra na rede loca? Caso tenha respondido sim, o app é perfeito para sua utilização. Agora se pensa em compartilhar lotes em massa via rede, o Teleport não foi feito para você.

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