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BlueMail um cliente de e-mail elegante

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Basicamente existem dois tipos de usuários de desktops, generalizando muito, os que acessam seus e-mails direto pelo navegador de internet e aqueles que preferem acessar através de outro app. Clientes de e-mails são bem famosos, e no mundo Linux não é diferente. Aliás, já fizemos uma postagem destacando alguns clientes de e-mails no Linux e você pode acessar por este link

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O BlueMail é um cliente de e-mail multiplataforma, disponível para Windows, Linux, iOS e Android. Com um visual moderno e elegante, a aplicação é minimalista e direta ao ponto. Talvez por conta de sua simplicidade alguns usuários mais avançados não ficarão satisfeitos com o programa. A meu ver o programa parece uma mescla entre diversos clientes atuais, com semelhanças e características que lembram o Mailspring, Geary e o próprio cliente de e-mail do Windows 10.

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Configurar uma conta é extremamente intuitivo, e mesmo que algumas partes de sua interface não esteja completamente traduzida para o português, não existe dificuldade. Iniciando o programa pela primeira vez, uma tela solicitando um e-mail aparecerá. Não é necessário um pré-cadastro ou algo do tipo, basta logar com sua conta (no meu caso, utilizei o Gmail).

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O Cliente suporta uma gama interessante de serviços, a qualquer momento você poderá adicionar outras contas. 

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Se você gosta de interfaces mais escuras, o BlueMail nativamente possui uma variante do “modo dark”. Sei que essa característica atrai muitos usuários, afinal, estou entre os mesmos (😂️😂️😂️).

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Possuindo uma organização concisa, alguns elementos, como painéis e listas de e-mails podem ser ocultados. Cada conta de e-mail pode ser visualizada separadamente ou unificada ao ser apresentada em tela. Mesmo não possuindo inúmeros recursos, foram os “pequenos detalhes” que me chamaram a atenção. Ao pesquisar pelos e-mails recebidos, você poderá mudar uma simples chave seletora e passar a filtrar apenas pessoas. Clicando nos três pontinhos, próximo a essa chave, mais opções aparecerão.

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Como mencionei anteriormente, existem partes na interface em inglês. Isso não chega a ser um empecilho, mas é um detalhe que não poderia passar despercebido, obviamente que essa questão pode influenciar na usabilidade, dependendo do perfil da pessoa. Neste aspecto o programa deixa a desejar, comparado a alternativas como o Mozilla Thundebird ou até mesmo o Outlook. Todavia, ao que tudo indica o público do BlueMail não é o usuário avançado.

Personalização não é o ponto forte do programa, entretanto funcionalidades interessantes estão presentes. Falo especificamente da “Assinatura”, um recurso que pessoas julgam ser importante. Existe mais, porém incentivo você a ter suas próprias conclusões sobre o BlueMail.

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Instalando o BlueMail


No início dessa postagem adicionei os links conforme cada versão do BlueMail, vale ressaltar que no Windows o programa pode ser encontrado diretamente em sua loja, assim como no Ubuntu.

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Por ser distribuído em Snap, o BlueMail poderá ser instalado facilmente na maioria das distribuições Linux. Contudo, o Snap deve ser configurado previamente em seu sistema, no Ubuntu esse passo não é necessário. Acesse essa matéria e habilite o suporte ao Snap em sua distribuição. Lembrando que dependendo de sua distro, o processo só poderá ser feito via terminal, pois nem toda loja possui o suporte aos pacotes em Snap.

Após ter configurado, e se preferir instalar via terminal, proceda desta maneira:

sudo snap install bluemail

Caso queira remover o app:

sudo snap remove bluemail 

Particularmente vivo mesclando entre clientes de e-mails e via web, atualmente estou utilizando direto do navegador, mas confesso que depois do último lançamento do Geary, venho testando novamente diversas aplicações. Sei que as interfaces web evoluíram de tal maneira que para muitos, aplicativos nesse estilo são redundantes. Todavia, ter opções é algo bom e creio que vários usuários gostam de conhecer alternativas e novidades.

Reforçando, vale o teste, porém se você está acostumado com as infindas opções do Thunderbird, o BlueMail não será de seu agrado. Outro detalhe que vale mencionar, foi a ausência de um ícone na tray (bandeja) do sistema. Não sei se o problema é relacionado ao Snap atual, só sei que nas capturas de telas na Snapcraft o ícone da tray está presente e em meu Ubuntu 18.04 não.


Você acessa seus e-mails via navegador ou faz uso de outro app? Deixe nos comentários a sua experiência com o BlueMail e possíveis dicas aos leitores do blog.

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App Outlet o "sucessor" do Linux App Store

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Você conhecia o site Linux App Store? Pois bem, no início do ano escrevi uma postagem sobre essa store que oferecia programas em: AppImage, Snap e Flatpak num só lugar. Infelizmente o projeto foi descontinuado, mas eis que surge um sucessor.

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Muitos usuários desconhecem as vantagens e desvantagens dos novos formatos de empacotamento, na realidade são inúmeros benefícios que geralmente “suprimem” seus defeitos. Após conhecer os pontos positivos e negativos, cabe ao usuário decidir entre usá-los ou não. Você pode ler essa postagem com um breve comparativo entre os formatos, a leitura é super válida.

Caso tenha alguma dúvida ou não conheça muito bem o funcionamento destes formatos, e de outros, criei um vídeo explicando sobre os programas no Windows e Linux. Então, antes de “olhar torto” para o AppImage, Flatpak ou Snap. Leia a postagem indicada e veja o vídeo, aposto que irá desmistificar muita coisa que ouve por aí.


App Outlet


Se antes o Linux App Store era um site desempenhando o papel de uma loja, agora o App Outlet é instalado como uma aplicação. O programa desempenha um papel bem interessante e prático, agregar AppImages, Snaps e Flatpaks em um só lugar. A intenção é muito boa, e pode auxiliar vários iniciantes. O projeto está iniciando e gradualmente recebendo novas implementações, então recomendo que testem e auxiliem os desenvolvedores relatando os bugs e dando idéias de possíveis funcionalidades diretamente na página do Github do App Outlet.

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A equipe responsável pelo projeto, até o momento, é composta por dois desenvolvedores o Fagner Candido e Messias Junior. Se você é desenvolvedor, considere somar forças no desenvolvimento do App Outlet. O programa é de código aberto, e com sua evolução, milhares de usuários Linux poderão ser beneficiados. Além disso, é uma ótima forma de contribuir e quem sabe ter seu trabalho reconhecido no futuro.

Você pode efetuar o download do App Outlet de diversas maneiras, pois o programa está sendo distribuído em vários formatos, sendo eles: Snap, AppImage, DEB e existem planos para uma versão em Flatpak (ainda em fase de análise).

Conforme mencionei, o app está em desenvolvimento e muitas funções estão ausentes, todavia o App Outlet é novo, e essa ausência pode ser considerada algo relativamente comum. Você encontrará programas em Flatpak, Snap e AppImages agregados em um só lugar. No entanto, ainda não é possível instalar diretamente pelo software, então ele te redireciona para os demais hubs. Sendo o AppImageHub, Snapcraft e Flathub.

No futuro podemos esperar que o próprio App Outlet consiga instalar os aplicativos, e quem sabe habilitar o suporte a determinado formato, quando o mesmo não estiver configurado no sistema. Seu visual é bem intuitivo, organizando por abas segundo o formato e com uma sessão de categorias. Este ponto é bem interessante, dando acesso rápido aos usuários e possibilitando a descoberta de novos programas. Existe um campo de busca, caso o usuário já tenha conhecimento do programa que queira instalar.

Instalando o App Outlet em sua distro Linux


Você pode baixar o programa nos formatos DEB e AppImage no Github por este link.

O Snap está disponível na Snapcraft, caso utilize Ubuntu pesquise diretamente na loja por: “App Outlet” e instale o software.

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Demais distribuições podem configurar o Snap, demonstramos o procedimento neste artigo.

Para instalar via terminal, basta digitar:

sudo snap install app-outlet

A remoção é simples:

sudo snap remove app-outlet

Considerações no momento em que escrevo este artigo


Nos meus testes, aqui no Ubuntu 18.04 LTS, pude perceber algumas limitações e problemas no App Outlet. Muitas devido a funcionalidades que ainda serão implementadas, outras creio eu que seja algum problema durante o empacotamento. 

Por exemplo, não consegui executar a versão em Snap. Indiferente de serem instaladas via CLI, interface gráfica, nas versões stable ou edge. Simplesmente o app não iniciava ou dava alguma mensagem de erro.

Já quando utilizei o App Outlet em AppImage, minha experiência foi satisfatória. Notei que ao acessar as categorias, apenas os Flatpaks eram listados. 

Outro ponto, é sua pesquisa. Nem sempre as buscas retornam todos os resultados possíveis, como pode observar, o GIMP em Flatpak não apareceu ao pesquisar por “GIMP”.

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Ressalto mais uma vez que o app está em desenvolvimento inicial, então encorajo que relatem e auxiliem quando possível. Inclusive relatei o problema com o formato Snap, como podem observar nessa issue.

Fiquei triste quando soube a notícia do fim da Linux App Store, e alegre com seu sucessor. Desejo toda sorte aos envolvidos no App Outlet, pois sei que é ambiciosa essa empreitada, não obstante, os resultados podem ser ainda mais. Que o projeto evolua e novas features sejam adicionadas, tornando a vida do usuário mais cômoda e intuitiva.

Nos poucos momentos que conversei com o Messias Junior, pude perceber o engajamento e anseio em somar com a comunidade Linux. A nossa comunidade Diolinux Plus está interessada no projeto e parece ter abraçado o mesmo. Convido você, que ainda não faz parte do Diolinux Plus, a participar do fórum e ficar por dentro das novidades. Por último, finalizo com as palavras do Messias Junior para todos os usuários do App Outlet.

“Ficamos felizes com a receptividade da comunidade. E reiteramos o convite para a colaboração. O App-outlet é para a Comunidade e feito para Comunidade”.

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PhotoGIMP agora está disponível em Snap

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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

O PhotoGIMP é um patch criado com o intuito de facilitar a migração de pessoas habituadas com o ecossistema da Adobe, porém, que desejam utilizar um software livre e sem atuar na ilegalidade (não é incomum usuários possuírem a versão crackeada do Photoshop).

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Como todo programa de código aberto, o GIMP é plenamente customizável e permite inúmeras modificações em sua interface e comandos internos. O projeto PhotoGIMP é de autoria do Dionatan Simioni, o responsável pelo Diolinux (o “manda chuva” 😁️😁️😁️), mas com o tempo, novos colaboradores se juntaram e contribuíram com o projeto.

Esse é o caso do Felipe Cereda, design e profissional conhecido pelos usuários Linux aqui no Brasil, que criou a arte da Splash Screen (aquela telinha que aparece, quando o programa está iniciando).

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Agora em 2019, graças ao Pedro Marinho, o PhotoGIMP chega à Snapcraft. Anteriormente o PhotoGIMP, que era apenas um patch, tinha que ser aplicado manualmente em uma instalação do GIMP. Caso queira fazer o procedimento manualmente, acesse essa postagem com todo passo a passo.

Algumas novidades da versão em Snap


Não é mais necessário ter uma versão do GIMP pré-instalada no sistema, porém, o PhotoGIMP continua sendo o “GIMP”, mas sendo instalado como um programa. Pedro Marinho passou a ser o responsável por manter o pacote Snap no repositório da Canonical e o código fonte pode ser encontrado diretamente em seu Github.

Incentivamos que todo e qualquer bug encontrado no PhotoGIMP via Snap, seja relatado no Github do Pedro, assim as devidas correções poderão ser lançadas.

Tive o prazer de criar uma logo para o PhotoGIMP, algo que remetesse ao GIMP e que mantivesse a personalidade do projeto. Não sou tão experiente, como o Cereda, mas foi interessante compor o visual do ícone.

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Também modifiquei a tela de Splash Screen, utilizando a criada pelo Cereda, adicionando pequenas alterações sem influenciar tanto em seu trabalho. 

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Obviamente que os atalhos e disposição das ferramentas foram alteradas, em comparação com o GIMP, para facilitar e simplificar ao máximo aos usuários que utilizavam o Photoshop.

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Perceba na imagem acima, que apenas as ferramentas mais usuais na edição de imagem estão presentes por padrão. Elas continuam a existir, todavia a lógica de organização foi pensada para remeter ao software da Adobe.

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, com menos ferramentas visíveis e sem poluir a interface. Tanto o painel de camadas e canais estão localizados na mesma região que é encontrado no Photoshop, como a adição de uma aba para seleção de fontes.

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Lembrando que esses ajustes também estão presentes no patch de modificação, que serve tanto para o GIMP no Linux, como no macOS e Windows. A vantagem do PhotoGIMP via Snap, é manter todas essas modificações à parte de outra instalação do GIMP e a facilidade de instalar sem precisar modificar nada manualmente. Atualizações futuras chegarão automaticamente, ao fazer o update do pacote. Em algumas distribuições, como o Ubuntu, tudo será atualizado automaticamente.

Instalação PhotoGIMP via Snap


O Snap já vem configurado por padrão no Ubuntu, sendo assim, basta pesquisar diretamente na loja por: “PhotoGIMP” e instalar o app. Demais sistemas baseados em Linux podem ser configurados para utilização de programas neste formato, acessando este link.

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Instalar utilizando o terminal também é uma opção. Se prefere assim, use o comando a seguir:

sudo snap install photogimp

Remover via terminal é bem simples.

sudo snap remove photogimp

Por fim, fica meu agradecimento especial ao Dionatan Simioni por possibilitar a minha singela contribuição com o projeto. Reforço que, quando possível, recorram ao mantenedor do pacote Snap, o Pedro Marinho em seu Github (sem ele não existiria o PhotoGIMP via Snap). Todo esse trabalho é empregado em nome do espírito de colaboração Open Source. Acredito que muitas pessoas podem ser auxiliadas com essa iniciativa do Diolinux.

OBS.: Você não precisa instalar ou possuir outra versão do GIMP em seu sistema, caso opte pelo PhotoGIMP via Snap. O pacote já é o programa com o patch aplicado.

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Canonical faz lista com os Snaps mais populares

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Não é novidade que a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, nos últimos tempos vem investindo em seu formato de empacotamento de software, Snap. Agora a empresa fez um balanço demonstrando quais são os Snaps mais populares nas principais distros.

top-list-lista-snap-popular-canonical-ubuntu-debian-centos-arch-linux-fedora-majaro

Com o intuito de observar a utilização por diferentes usuários de programas em Snap, nas mais diversas distribuições Linux. A Canonical analisou alguns números e tomou conhecimento dos cinco principais pacotes para usuários do Ubuntu, Debian, Fedora, CentOS, Arch Linux e Manjaro. Veja a seguir uma simples tabela detalhando as preferências de cada distribuição e seus usuários.

Arch Linux CentOS Debian Fedora Manjaro Ubuntu
spotify wekan spotify spotify spotify vlc
code lxd lxd vlc code spotify
skype microk8s firefox code slack skype
discord spotify nextcloud postman discord chromium
slack helm pycharm-community slack skype canonical-livepatch


Observe a tabela acima, e notará diversos apps em todas as distros analisadas. Alguns em altas posições, outros nem tanto, e casos bem específicos. Com isso a Canonical concluiu que: 

  • Amamos música, pois o Spotify está em todas as listas;
  • Queremos entrar em contato com conhecidos, seja para trabalho ou lazer. Skype ou Slack estão em 4 das 6 listas;
  • Existem distribuições que são mais usadas para trabalho, como o CentOS;
  • Snaps de navegadores web, como Chromium e Firefox, são famosos entre os usuários do formato da Canonical;
  • Usuários do Ubuntu demonstram interesse pelo recurso Livepatch.

Você pode conferir com mais detalhes as conclusões da Canonical, diretamente em seu blog. Acesse este link e confira. Caso queira sugerir algo ou dar seu feedback sobre os Snaps, acesse o fórum do Snapcraft e dê sua opinião. 

Outro detalhe interessante é ver o “ranking” dos usuários de distribuições que mais instalam um determinado pacote Snap. Tirei uma print da Snapcraft, demonstrando o uso do Discord por país e distribuição. Não existe, no momento, a possibilidade de aferir os números (uma pena).

top-list-lista-snap-popular-canonical-ubuntu-debian-centos-arch-linux-fedora-majaro-discord-snapcraft-pais-usuários-distro

Curiosamente alguns dos apps listados na tabela acima, estão instalados em meu Ubuntu. Mesmo não utilizando tantos Snaps, algumas aplicações são bem práticas em obter nesse formato. Contudo, é evidente que muita coisa deve ser aprimorada. A mentalidade de quem empacota alguns programas, também é um ponto a destacar-se. Falo especificamente do Telegram, que não oferece as acentuações comuns em nossa língua portuguesa. Afinal, falantes do inglês não são os únicos a utilizar o Telegram.

Por outro lado, as atualizações no Telegram são automáticas, não ficando para trás da versão distribuída no site. Já apps, como o Mozilla Firefox, chegam a demorar semanas depois de seu lançamento. Enfim, que o formato evolua cada vez mais (e quem mantém os pacotes também 😁️😁️😁️).

Você tem algum dos apps listados, instalados via Snap em seu sistema? Deixe sua opinião e conte sua experiência de uso com o formato.

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Fonte: Ubunlog, Canonical.
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Crie notas no Android e PC com o OpenTodoList

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

No mercado existem inúmeros programas para compor anotações, sejam planos, tarefas, roteiros ou até ideias mirabolantes. Pessoalmente não consigo ficar sem um app de notas. Alguns preferem o Evernote, Google Keep ou Simplenote, todos são ótimas alternativas, porém, hoje irei apresentar uma nova opção.

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OpenTodoList é um software livre, escrito em Qt e usando QML em sua interface gráfica. Possui versões para Windows, Linux e macOS, além de uma versão móvel para o robozinho verde, Android.

Talvez a aplicação não seja tão poderosa, quando comparamos com algumas ferramentas mais populares anteriormente citadas. No entanto, caso privacidade esteja em primeiro lugar, o app pode ser muito interessante. Digo isso, pois seus dados não ficarão armazenados em algum servidor de terceiros. Pelo contrário, suas notas só vão ser sincronizadas com algum serviço na web, mediante a configuração no OpenTodoList.

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Curiosamente esse é seu maior triunfo e fracasso, dependendo do tipo de usuário. O programa possibilita a criação de notas em uma “repositório local”, seja em seu computador ou smartphone. Todavia, para sincronizar com a nuvem é obrigatório um servidor NextCloud ou ownCloud (servidores WebDAV, também podem ser configurados na aplicação).

A biblioteca (o “repositório local com suas notas”), nada mais é que um diretório, onde todos os itens estão. Isso permite utilizar um serviço de terceiro, como um GDrive, Dropbox, ou seja qual for. Para sincronizar suas informações. 

A lógica é simples, salve em uma pasta sincronizada e em outro aparelho aponte sua biblioteca para mesma pasta sincronizada. Não é uma das melhores e mais elegantes soluções, mas pode contornar essa deficiência do app.

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Instalação do OpenTodoList


O projeto conta com diferentes versões do OpenTodoList, acesse o Github com os pacotes pré-compilados e baixe conforme seu sistema (Windows, Linux ou macOS). Inclusive para Linux, existe a opção em AppImage. Caso não saiba executar esse tipo de programa no Linux, essa postagem demonstra todo procedimento.

OpenTodoList via Snap


Uma forma prática de instalar o gerenciador de notas é via Snapcraft. No Ubuntu pesquise por “OpenTodoList” na loja e instale normalmente. Demais distribuições podem configurar o Snap por este artigo, caso não possua o suporte ativo a esse tipo de pacote. 

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Para os amantes do terminal, é muito simples instalar por ele. Obviamente, que o Snap já deve estar configurado no sistema.

Instalando o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap install opentodolist

Removendo o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap remove opentodolist

OpenTodoList via Flatpak


O Flatpak também é uma alternativa, como pode observar a utilização de pacotes universais no Linux está se tornando cada vez mais comum. Os requisitos para utilizar o programa nesse formato, são: o Flatpak configurado no sistema e o repositório Flathub adicionado. No Linux Mint, basta pesquisar por: “OpenTodoList” e instalar o app sem prévias configurações. 

Já no Ubuntu apenas o Snap vem por default. Contudo, não se preocupe. Acesse essa postagem e depois de configurar tudo, pesquise por: “OpenTodoList” diretamente na loja e escolha a versão em Flatpak.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub net.rpdev.OpenTodoList

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.rpdev.OpenTodoList

OpenTodoList Android


Diretamente da Google Play, a versão Android pode ser adquirida, acesse este link e seja redirecionado a loja de apps do Google ou utilize um leitor QR-Code.

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Para mais informações acesse o GitLab do OpenTodoList.

Experimente o OpenTodoList e avalie se a aplicação atende suas necessidades, como sempre dizem “não custa nada tentar” (😁️😁️😁️).

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MusicBrainz Picard 2.2 lançado com player embutido

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Organizar seus álbuns musicais nem sempre é uma tarefa simples, ainda mais quando é necessário pesquisar pelas informações corretas. Pois bem! MusicBrainz Picard pode ser uma ótima solução.

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MusicBrainz Picard é um software open source, multiplataforma e desenvolvido pela Fundação MetaBrainz, a mesma responsável pelo banco de dados MusicBrainz. O Picard pode, com apenas um clique, encontrar diversos álbuns de música em diferentes formatos, como: MP3, FLAC, OGG, M4A, WMA, WAV, entre outros.

Utilizando as impressões digitais de áudio AcoustID, os arquivos são identificados e comparados com as músicas no banco de dados, isso tudo sem que os metadados estejam presentes em seus arquivos ou estejam incompletos. Editar as tags de suas músicas com o programa torna-se bem prático.

Algumas novidades do MusicBrainz Picard 2.2


Diversos bugs foram corrigidos, resolvendo falhas em suas versões, seja para Windows, Linux, macOS, etc.

Outros recursos mais técnicos foram adicionados, caso tenha interesse, acesse este link e veja os detalhes. Uma novidade que posso destacar, entre as demais, é a adição de um player de música embutido. O recurso ainda é beta, mas simplificará o ato de editar as tags e demais configurações. Poupando tempo, ao não obrigar o uso de outro player em conjunto. Algo simples, mas que vem para somar e tornar tudo mais fácil. Ainda é possível escolher por outro player instalado, lembre-se que por se tratar de uma feature em beta, pode ocorrer bugs com essa nova função.

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Instalação do MusicBrainz Picard 2.2


Existem versões do app para muitas plataformas, irei demonstrar para o Ubuntu via PPA, Flatpak e Snap, para englobar o máximo possível de distribuições Linux. Aliás, Flatpak é a maneira que aconselho e utilizo o software no Linux. Outras distribuições podem tanto instalar a versão contida no Flathub, que demonstrarei a seguir, ou acessar o link “Linux” e escolher conforme sua distro no site oficial do Picard (Snap também é uma opção).

Baixe a versão conforme seu sistema operacional:


Picard via PPA


Usuários de Ubuntu e derivados podem instalar o Picard via PPA conforme demonstrarei, entretanto, reforço que o uso do Flatpak e Snap diminui a obrigatoriedade de tal método.

Adicionando o PPA Stable do Picard:

sudo add-apt-repository ppa:musicbrainz-developers/stable

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Picard:

sudo apt install picard

Caso queira remover o Picard via PPA, desinstale o programa e depois remova seu PPA.

Removendo o Picard:

sudo apt remove picard

Removendo o PPA:

sudo add-apt-repository -r ppa:musicbrainz-developers/stable

Picard via Flatpak


Outro modo de obter o Picard, é via Flatpak. O programa encontra-se no repositório Flathub, facilitando a instalação nas principais distribuições Linux. Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja pelo programa, caso esteja utilizando o Ubuntu, não se preocupe, essa postagem demonstra a configuração do Flatpak e adição do Flathub no sistema da Canonical. Assim, basta pesquisar na loja por “Picard flatpak” e instalar o app.

musicbrainz-picard-metabrainz-musica-som-audio-album-cd-meta-tag-info-mp4-m4a-ogg-mp3-flac-editor-ppa-ubuntu-snap-mint-flatpak-flathub-snapcraft

Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub org.musicbrainz.Picard

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove org.musicbrainz.Picard

Picard via Snap


O Picard também está na Snapcraft, vale ressaltar que na presente data em que escrevo este artigo, essa versão está na “2.1” e não encontrei no site do Picard a menção de um pacote Snap. Provavelmente este Snap é empacotado pelo pessoal da Canonical, sem envolvimento da Fundação MetaBrainz.

No Ubuntu basta pesquisar diretamente na loja por: “Picard” e instalar a versão em Snap, outros sistemas baseados em Linux devem adicionar o suporte ao Snap. Acesse este guia e configure seu sistema

Instalando o Picard Snap:

sudo snap install picard

Removendo o Picard Snap:

sudo snap remove picard

O Picard é uma aplicação interessantíssima, ainda mais com sua enorme base de dados, porém, caso queira outras alternativas o “EasyTag” e “Puddletag” são recomendadas e vale o teste.

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Emulador de Nintendo 3DS, Citra em Snap

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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

No início do ano escrevi meu primeiro artigo no blog Diolinux, curiosamente o primeiro assunto que abordei foi justamente o emulador de Nintendo 3DS Citra. Caso queira mais informações sobre o emulador, recomendo fortemente essa postagem, acesse o link e saiba mais sobre o Citra e veja outras formas de se obter o software.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja

Creio que não seja novidade para os leitores que acompanham meu trabalho, que sou apaixonado por emuladores e consoles. Mesmo possuindo meu New Nintendo 2DS XL, gosto de usufruir das vantagens que o Citra oferece. Na postagem anterior que indiquei, informo o processo de instalação do emulador via Flatpak e TAR.GZ. Hoje mais uma opção está disponível, por meio do formato de empacotamento da Canonical, o Snap.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja-pokemon

Emulador de N3DS Citra via Snap


Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “Citra” e instalar o aplicativo. Caso esteja utilizando outra distribuição Linux, segue esse tutorial ensinando a configurar o Snap em seu sistema.

citra-emu-emulador-nintendo-3ds-n3ds-linux-ubuntu-snapcraft-snap-mint-gnome-software-loja

Sua instalação via terminal é bem simples, basta ter configurado previamente seu sistema (conforme mencionei anteriormente).

Instalando o Citra Snap via terminal:

sudo snap install citra-mts --edge

Removendo o Citra Snap via terminal:

sudo snap remove citra-mts

Vale ressaltar que a forma de instalação demonstrada no site do emulador é via Flatpak, porém, a construção do pacote Snap é feita diretamente do repositório Github do projeto. Se preferir via Flatpak, eis o link.

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Faça pequenas edições em seus documentos PDFs

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Experimente um editor de arquivos PDF simples e direto ao ponto, para resolver uma situação específica, sem muitas opções que possam lhe confundir. 

pdf-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux

Existe uma enorme gama de softwares no Linux que nos proporciona editar arquivos PDFs, alguns cheios de recursos e presentes em suítes offices. No entanto, às vezes a simplicidade acaba sendo uma valiosa característica. Afinal, nem sempre queremos algo muito complexo, apenas remover uma página indesejada, quem sabe adicionar uma capa ou algo do tipo.

Caso queira uma ferramenta mais avançada, acesse a postagem sobre o Master PDF Editor, se preferir uma alternativa Android, considere testar o PDFelement

Editando documentos PDFs sem dificuldades


Como mencionei anteriormente, alternativas no Linux não faltam. Durante anos utilizei o PDF Mod, por ser bem intuitivo e estar nos repositórios do Ubuntu, e de todas as distribuições que já utilizei para trabalho. Confesso que a ferramenta não é a mais recheada de funcionalidades, entretanto, sempre me atendeu.

PDF-Shuffler também propõe simplicidade de uso, manusear seus documentos PDF e modificá-los com o programa é “melzin na chupeta” (😋️😋️😋️). Veja a seguir um vídeo demonstrando o editor.


Você pode pesquisar na loja de sua distribuição por: “pdfshuffler” ou baixá-lo do SourceForge.

pdf-shuffer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Sua instalação via terminal no Ubuntu e derivados, para quem desejar, é muito simples.

sudo apt install pdfshuffler

Removendo o PDF-Shuffler:

sudo apt remove pdfshuffler

Simples editor PDF em Flatapk


Aos amantes do Flatpak, o PDF Slicer pode ser interessante. Contudo, o mesmo é muito “enxuto” possibilitando pouquíssimas modificações, comparado aos demais editores abordados neste post. Seu visual é igualmente “clean” e dispensa maiores explicações.

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja por: “pdf slicer”, enquanto, para quem possuir Ubuntu, será exigido uma prévia configuração do Flatpak e adição do repositório Flathub. Essa postagem ensina todo processo

pdf-slicer-mod-editar-mover-trocar-excluir-adicionar-pagina-imagem-linux-flatpak-flathub-snapcraft-snap

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal para obter o PDF Slicer é opcional.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.github.junrrein.PDFSlicer

Removendo o PDF Slicer Flatpak via terminal:

flatpak remove com.github.junrrein.PDFSlicer

Lembrando que as alternativas apresentadas nesta postagem, não tem como objetivo serem repletas de funcionalidades, e dependendo do contexto e usuário em questão, elas são mais que eficientes.

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Informática para crianças e idosos com o GCompris

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Conheça um software incrível para o ensino de informática. Através do GCompris, crianças e idosos (ou até mesmo alguém que tenha dificuldades de aprendizado), podem começar a desbravar um novo mundo recheado de descobertas e aprendizado.

linux-informatica-educação-criança-jovem-idoso-jogos-games-educativos-logica-aprendizado-ti-ubuntu-mint-snapcraft-snap-flathub-flatpak

GCompris é um software educativo totalmente gratuito e de código aberto. Um conjunto de programas possuindo as mais variadas de atividades. Totalmente em português, o aplicativo abrange diversos temas, como: funcionamento do computador, utilização do mouse e teclado, leitura, escrita, idiomas estrangeiros, conhecimentos gerais, álgebra, geografia, jogos de memória e lógica, experimentos científicos, e muito mais.

A ferramenta é bem completa e uma ótima escolha para introduzir tecnologia e conhecimento. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando alguns recursos do GCompris.


Basicamente você poderá obter o GCompris de 3 formas: diretamente do repositório de sua distribuição Linux, via Snap ou Flatpak.

linux-informatica-educação-criança-jovem-idoso-jogos-games-educativos-logica-aprendizado-ti-ubuntu-mint-snapcraft-snap-flathub-flatpak

Particularmente recomendo o uso dos novos formatos de empacotamento (Snap ou Flatpak), pois sempre estão recebendo novas atualizações. No caso do Ubuntu, por padrão você encontrará duas versões do programa (empacotamento tradicional + Snap). Já no Linux Mint o caso é semelhante, entretanto, o Flatpak toma o lugar do Snap. Não que seja complicado adicionar suporte ao Snap ou Flatpak, pelo contrário, é uma tarefa bem simples. 

Escolher qual método de instalação fica ao seu agrado, pesquise por: “GCompris” e instale a que desejar ou dê preferência aos formatos Snap e Flatpak.

GCompris via Snap


O Snap é padrão no Ubuntu, como mencionado anteriormente, bastando pesquisar pelo programa. Usuários de outras distribuições podem seguir essa postagem e adicionar o suporte ao sistema. Logo após instalar diretamente pela loja, caso haja esse suporte, ou via terminal.

Instalando o GCompris Snap via terminal:

sudo snap install gcompris

Removendo o GCompris Snap via terminal:

sudo snap remove gcompris

linux-informatica-educação-criança-jovem-idoso-jogos-games-educativos-logica-aprendizado-ti-ubuntu-mint-snapcraft-snap-flathub-flatpak

GCompris via Flatpak


Aos usuários do Ubuntu que optaram pela versão contida no repositório Flathub, segue a postagem ensinando como configurar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório na qual o GCompris se encontra. Em seguida, pesquise normalmente na loja pela aplicação e efetue sua instalação.

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GCompris Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.kde.gcompris

Removendo o GCompris Flatpak via terminal:

flatpak remove org.kde.gcompris

linux-informatica-educação-criança-jovem-idoso-jogos-games-educativos-logica-aprendizado-ti-ubuntu-mint-snapcraft-snap-flathub-flatpak


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Assista gameplays na TwitchTV com o GNOME Twitch

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

A Twitch.tv é uma plataforma repleta de jogadores, muitos até profissionais, e acompanhar as jogatinas, pode ser algo divertido e relaxante. Caso não acompanhe o nosso trabalho na Twitch, considere interagir conosco. Temos lives de segunda a sexta, às 20h. Venha comprovar que Linux é um sistema viável para gamers. Vire SUB do canal

linux-ubuntu-mint-gnome-twitch-games-live-streamer-stream-gtk-snap-flatpak

Não é difícil ver usuários alegando que não conseguem assistir a Twitch, sei muito bem como é passar por essa situação, há um tempo sofria com esse mal. Um paliativo que aliviou os constantes engasgos ao acompanhar uma transmissão, foi justamente o app que irei apresentar. Longe de ser o “Santo Graal”, mas proporcionou a, minha e de alguns que recomendei, possibilidade de assistir e interagir na Twicth. Atualmente minha conexão é um pouco melhor, mas em dias de instabilidades, confesso que ainda recorro ao programa (😁️😁️😁️). 

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GNOME Twitch


O GNOME Twitch é um cliente/player focado na plataforma de streaming TwitchTV, o programa possui recursos interessantes, como: aceleração por hardware, com 4 back-end disponíveis, bate-papo integrado, escolha da qualidade da transmissão, tema dark, modo fullscreen, etc. Em constante desenvolvimento, a aplicação é distribuída em vários formatos, conforme mostra seu site oficial. Hoje irei apresentar duas formas, via Snap e Flatpak. Assim, não importa a distribuição que esteja utilizando, estes formatos cobrem boa parte das distros Linux.

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GNOME Twitch via Snap


O formato Snap pode ser habilitado nos principais sistemas baseados em Linux, no Ubuntu o mesmo já vem por padrão. Para usuários de outros sistemas, acesse essa postagem e configure o Snap. Nem toda loja possui a integração com esse tipo de pacote, caso a sua não tenha tal recurso, a instalação via terminal pode ser a solução. No Ubuntu é opcional, caso queira instalar via interface gráfica, abra a loja e pesquise por: “Gnome Twitch”.

linux-ubuntu-mint-gnome-twitch-games-live-streamer-stream-gtk-snap-snapcraft

Efetuar a instalação via terminal é bem simples, após ter configurado o Snap em seu sistema, digite os comandos a seguir.

Instalando o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap install gnome-twitch

Removendo o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap remove gnome-twitch

GNOME Twitch via Flatpak


O repositório Flathub também possui o programa. Para quem deseja esse formato, como o Snap, ele pode ser configurado nas principais distribuições e algumas já vem com ele habilitado. O Linux Mint é um exemplo. Aos usuários de Ubuntu, demonstramos todo passo a passo para configurar o Flatpak e adicionar o repositório Flathub no sistema. Acesse essa postagem e configure seu Ubuntu. Após os procedimentos, pesquise normalmente na loja por: “Gnome Twitch Flatpak

linux-ubuntu-mint-gnome-twitch-games-live-streamer-stream-gtk-flathub-flatpak

Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.vinszent.GnomeTwitch

Removendo o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak remove com.vinszent.GnomeTwitch

Configurando o Back-end do GNOME Twitch


Se você instalou o GNOME Twitch e “na hora H” apareceu uma mensagem do gênero: “Sem reprodutor carregador!”. Não se preocupe, acesse no local indicado pelo app “Clique aqui para carregar um”.

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Outra maneira é com a janela do GNOME Twitch em foco ir “Definições”, em seu menu, que no caso do Ubuntu você pode acessar essa opção clicando na barra superior. Detalhe, basta ir na primeira opção, se quiser logar com sua conta da Twitch.

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Na aba “Reprodutores”, selecione o que mais lhe agradar. Sempre utilizo o “GStreamer OpenGL player backend”, efetue os testes da melhor alternativa para sua situação. Pode ocorrer de apenas o áudio da stream ser reproduzida, ao mudar de backend também, mas ao reiniciar o programa as mudanças serão aplicadas.

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O GNOME Twitch me ajuda bastante, e caso tenha problemas de instabilidades ao ver transmissões da TwichTV, recomendo experimentar a aplicação. Explore suas opções, em “Definições” >> “Geral” existem algumas que podem auxiliar quem tem uma conexão ruim. Essas são as duas formas que indico a utilização do GNOME Twitch, obviamente, que existem outras e você pode até instalar sem recorrer ao Snap ou Flatpak. No entanto, as versões podem não ser as mais recentes. A decisão é sua.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e acompanhe nossas lives na Twitch, com essa dica é bem capaz de não ter mais complicações com instabilidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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