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GNOME arrecada mais de 1 milhão de dólares em 2018

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

O projeto GNOME é um dos maiores no mundo Linux, engana-se quem pensa que apenas o Gnome-Shell (interface gráfica) é sua única atuação. São diversos projetos que englobam em um vasto e rico ecossistema. Não obstante, empresas e colaboradores investem na Fundação GNOME. Mesmo sendo uma organização sem fins lucrativos, dinheiro “ainda é o que move o mundo” e iniciativas open source, além da contribuição com código, necessita de recursos financeiros.

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O ano fiscal de 2018 da Fundação GNOME viu um aumento substancial em sua renda. Claro, que parte do mérito foi graças a doação de US$ 400.000 da Handshake.org, uma autoridade de certificação descentralizada e serviço DNS “peer-to-peer”. Através de pequenas doações de empresas e usuários, a arrecadação de 2018 teve um crescimento comparado ao ano fiscal anterior. No total foram mais de US$1 milhão, US$ 270 mil a mais que 2017. Os gastos tiveram um tímido acréscimo, registrando pouco mais de US$365.000 (só porque você recebe o software gratuitamente, não significa que ele foi de graça).

Com resultados fiscais positivos o GNOME demonstra que empresas, organizações e indivíduos estão interessados em seu ecossistema. Que mais contribuições possam ser realizadas para seu crescimento, sejam elas doações em dinheiro, tempo, marketing ou desenvolvimento.

Para obter mais detalhes, acesse este link com o relatório completo em PDF. 

Quais projetos você gostaria de ver recebendo mais apoio? Considere auxiliar algum, o pouco que você doa pode se tornar em muito. Fique por dentro das novidades em nosso fórum Diolinux Plus, acesse e não perca mais nada.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte OMG Ubuntu, GNOME.
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Em dúvida ao escolher um nome para seu app, marca ou projeto?

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quinta-feira, 27 de junho de 2019

A criação de um bom nome e logo/ícone/mascote é um dos passos mais importantes durante o desenvolvimento de um projeto. Tudo isso não é apenas uma forma de “identificação”, mas um passo que transmita uma mensagem, que “fale mais alto” e quando as pessoas se depararem com ele, criem uma “conexão”. 

nome-projeto-app-aplicativo-nomear-marca-criar-identidade-diferencial-guia

Durante o desenvolvimento de meu canal, demorei algumas semanas (senão meses), em busca de algo que refletisse a intenção de meu projeto. Logo após pensar em “candidatos”, outros passos entraram em vigor como, pesquisar se já existia algo semelhante, alguma marca registrada ou empresa, se existia um domínio disponível para o site, testes com pessoas questionando o que elas entendiam e o que achavam ser o projeto, etc. No fim cheguei a um resultado: OSistemático. Depois um mascote que representasse o conceito e logo depois, por necessidade, uma renovação no mesmo (entretanto, mantendo as características e propostas originais).

“Dei muito soco em ponta de faca”. Mesmo não sendo um app, os procedimentos são bem parecidos. Porém, essa experiência não limitou-se apenas na criação do canal. Durante meu curso técnico em informática, meu parceiro (e amigo) Patrick Braz e eu, desenvolvemos um sistema para uma pequena empresa. Houve todo um processo, para chegarmos a uma identidade visual e nome. Confesso que um post, como esse teria nos ajudado bastante. O nome de nosso software acabou sendo: OneBoxx. Um ERP que gerenciava as vendas, usuários, clientes, notas, etc (graças a essa experiência, e um joguinho que desenvolvi para uma matéria da faculdade de minha esposa, criar o nome “OSistemático” foi mais “fácil”). 

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Dicas de ouro para a criação de um nome conciso para seu app


As dicas a seguir, estão contidas em uma postagem no blog oficial do Gnome. Escrito por um dos desenvolvedores do projeto, o Tobias Bernard, as informações são bem interessantes e creio que possa auxiliar muitos desenvolvedores (e outras pessoas, também). 

Orientação Geral


“O nome de um aplicativo é vital. É a primeira vez que os usuários serão expostos e os ajudará a decidir se desejam usar o aplicativo ou não. É uma parte importante da face pública do seu aplicativo.”

Encontrar um bom nome não é fácil, demanda esforço, mas vale a pena. Renomear um aplicativo ou projeto depois de estabelecido é complicado e pode gerar muitos transtornos. E quais características devem conter um bom nome?

  • Deve consistir em 1 ou 2 substantivos simples;
  • Estar relacionado ao domínio do aplicativo (por exemplo, Celluloid para um aplicativo de vídeo);
  • Seja breve (menos de 15 caracteres);
  • Possua fácil pronúncia;
  • Facilite a criação de um bom ícone (por exemplo, referenciando um objeto físico que possa ser usado como ícone);
  • Use um “título” conforme seu conceito (por exemplo, “visualização de ícone” em vez de iconPreview).

Existem elementos que um bom nome deve evitar, que são:

  • Usar marcas registradas ou nomes de outros projetos (por exemplo, GNOME MPV);
  • Ter um prefixo “G” ou “K” (por exemplo, GParted);
  • Nomes e siglas excessivamente complicados (por exemplo, GIMP);
  • Trocadilhos e piadas internas (por exemplo, D-Feet);
  • Pontuação não padrão ou espaço em branco (por exemplo, UberWriter);
  • Palavras inventadas ou combinações de palavras (por exemplo, Inkscape).

Como obter bons candidatos a nomes?


Percebi que alguns dos procedimentos indicados por Tobias Bernard, em seus anos de experiências, foram alguns passos que aprendi durante os pequenos projetos que desenvolvi. Para chegar em candidatos de nomes interessantes, tais passos são indispensáveis.

  • Anote todas as palavras relacionadas ao conceito do aplicativo, na qual você possa pensar;
  • Crie um dicionário de sinônimos e pesquise algumas dessas palavras para encontrar outras relacionadas;
  • Atente-se a pronúncia dos nomes, observe se ela é fácil, se possui alguma conotação negativa ou não intencional;
  • Selecione os melhores, e depois deixe apenas os favoritos;
  • Entre os que foram descartados, escolha o seu favorito (digamos que uma “repescagem”. O nome “OSistemático” e “Oneboxx” vieram de algo assim 😁😁😁).

Obviamente que em projetos como o Gnome e KDE, os programas recebem nomes mais “genéricos” que representam e descrevem a sua função (por exemplo, visualizador de fontes, música, etc). O intuito deste tutorial é abordar aplicativos de terceiros, com nomes próprios e que remetem aos apps em questão (lembrando que isso serve marcas, projetos, canais no Youtube, etc).

Exemplo prático, o famoso “Brainstorming” 


Nada melhor que um exemplo prático. Feito por um profissional? Melhor ainda. Há alguns meses Tobias esteve envolvido em renomear um aplicativo de rádio para internet. Na época, chamava-se “Gradio”, que segundo Tobias, era um nome ruim por muitas razões mencionadas acima. Quando reescreveram o app, surgiu uma nova oportunidade para mudar tal nome. Afinal o Gradio estava sendo “descontinuado” e dando lugar a uma nova versão.

Qual nome vem imediatamente à mente, quando se pensa em rádio na internet? (Não esqueça o contexto da língua do desenvolvedor. Talvez uma dica bônus seja aliar algo que soe bem tanto para nós brasileiros, como o restante do mundo).

  • Radio (Rádio);
  • Transmission (Transmissão);
  • Stations (Estações).

Os 3 nomes eram bem genéricos, entretanto, como na maioria das tecnologias digitais, é difícil encontrar boas metáforas. Algo interessante é “sair da caixa” e expandir as ideias. Nesse ponto, Tobias foi além e pensou na tecnologia antecessora. O rádio analógio. E quais objetos físicos estariam relacionados a ele?

  • Receiver (Receptor);
  • Headphones (Fones de ouvido);
  • Antenna (Antena).

Quem sabe algo relacionado à tecnologia de rádio analógico?

  • Transistor (Transistor);
  • Frequencies (Frequências).

E os nomes de pessoas que trabalharam na tecnologia?

  • Marconi (Guglielmo Marconi, físico e inventor italiano);
  • Hertz (Heinrich Hertz, físico e inventor alemão).

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Criando um dicionário de sinônimos


Agora que temos algumas palavras para começar, podemos conectá-las a um dicionário de sinônimos e ver possíveis palavras relacionadas. Essa etapa pode ser um tremendo sucesso ou fracasso, pois, algumas palavras não terão sentido algum e nem irão se encaixar com um possível domínio para seu programa (se está pensando em criar uma página no Gitlab ou Github) ou sua proposta. No entanto, depois de algumas buscas, nomes que sequer vieram a mente começarão a aparecer. Você pode fazer uso de algum dicionário ou site, para descobrir esses sinônimos. Eis algumas palavras obtidas através do método:

  • Transmission (Transmissão);
  • Shortwave (“Onda Curta”);
  • Wireless (“Sem Fio”);
  • Decibel.

Neste caso em particular, também houve participação de outras pessoas da comunidade, que sugeriram alguns nomes:

  • Longwave (“Onda Longa”);
  • Shortrange (“Curto Alcance”);
  • Hzzzzz;
  • Spectrum (Espectro);
  • Waves (Ondas).

Escolha as melhores palavras


A quantidade de palavras obtidas e variadas, garantem um início para a busca do nome. “Não muito científico”, este passo exige um pouco de noção e intuição. Além de muita imaginação. Afinal, a sua missão é idealizar essas palavras como sendo o nome do seu programa/projeto. Atente-se ao tamanho, fonema (se é de simples pronúncia e se soa legal). Os favoritos pelo Tobias foram:

  • Transistor (Transistor);
  • Hertz
  • Spectrum (Espectro);
  • Shortwave (“Onda Curta”).

Tente não estender muito a lista, se possível mantenha o mínimo possível de alternativas, isso facilitará o processo.

No contexto e no idioma do Tobias, todas essas palavras são relativamente curtas, de fácil pronúncia e soam como nome de aplicativos. Finalmente acabou? Ainda não!

Verifique se os nomes estão disponíveis 


Pesquise no Github, Gitlab, em outros projetos FOSS. Caso não encontre nada procure em outros lugares como, Google, Duckduckgo (ou seu buscador favorito). Para facilitar a busca termos como, “app” ou “open source”, podem ser aplicados. Falando especificamente sobre outros tipos de projetos, você pode pesquisar conforme o caso e avaliar (por exemplo, se for um canal do Youtube, procure na plataforma). Outra dica é pesquisar se domínios de sites estão em uso, com essa palavra.

Em muitos casos você encontrará algum lugar utilizando esse nome. Isso não é necessariamente um problema se esse aplicativo/projeto possuir um domínio e proposta diferente, mas é bom evitar grandes projetos e empresas. Pois, conflitos podem aparecer no futuro. Por exemplo, o meu canal “OSistemático” tem um nome muito parecido com outro no Youtube. Entretanto, ele não era um grande canal e seu tema e propósito eram totalmente distintos. Não ocasionando problemas vindouros.

Tobias também teve alguns contratempos com projetos que já utilizavam os nomes cotados como favoritos. “Transistor” já era um aplicativo de rádio para Android, e por ser algo muito semelhante ele foi descartado.

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Hertz” é o nome de de um serviço de aluguel de carros. Por ser uma empresa grande, a melhor decisão era descartá-lo também.

Spectrum” já é nome de um programa de fórum, mesmo com propósitos distintos (entre esse programa e o de rádio), o projeto é relativamente grande. Possuindo mais de 6000 “estrelas” no Github, então, mais uma opção descartada.

Shortwave” é usado por um aplicativo de bookmarkting, e existem resultados em buscadores com um software de rádio analógico real, mas nada que pareça grande ou problemático. Parece que “achamos o eleito”. 

Escolha um vencedor ou volte a “prancheta de testes”


“Nesta altura do campeonato”, você provavelmente encontrou a melhor opção. “Faça acontecer”, torne oficial. Em nosso exemplo, “Shortwave” venceu porque era curto, com som distinto, relacionado a proposta/conceito/função do programa. Uma palavra inglesa de fácil pronúncia (mais uma vez, no contexto do Tobias), e não adotada por grandes projetos ou empresas. Gosta de rádio web? Acesse a postagem sobre o ShortWave.

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Não desanime caso não encontre o nome no primeiro momento. Volte aos passos iniciais e faça mais um brainstorming. Se preciso for resgate palavras que foram descartadas. O nome perfeito para o seu projeto ou aplicativo está disponível e você encontrará! OSistemático não foi minha primeira opção. A palavra que mais gostei estava sendo usada por uma grande empresa, e em primeiro momento, fiquei bem frustrado. Hoje percebi que não poderia encontrar melhor nome para o meu projeto, e não imagino algo que não seja OSistemático (Uma curiosidade! OSistemático tem as duas letras iniciais maiúsculas e unidas propositalmente. É um trocadilho com OS, “Operating System”, no bom e velho português sistema operacional. Então, nada de escrever separado, é tudo junto mesmo. Fico “puto”, quando escrevem diferente 😁😁😁 e ainda existem outros easter eggs no nome). 

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Bônus: bons exemplos de nomes para apps 


Existem programas de terceiros bem conhecidos no ecossistema do Gnome, com nomes excelentes, talvez possam servir como inspiração.

Fragments


Um aplicativo torrent que remete a uma das características fundamentais da tecnologia BitTorrent. A fragmentação de um arquivo em diversas partes, que são enviadas em ordem aleatória (post sobre o Fragments).

Peek


Famoso gravador de tela, que gera um GIF. O nome se encaixa perfeitamente na proposta do app, que faz curtas gravações transformando-as em GIFs. Temos uma postagem sobre o Peek, caso esteja interessado, acesse este link.

Teleport


Envia arquivos pela rede local. A ideia do programa é enviar arquivos por rede local de maneira simples e descomplicada. Comparado a outros métodos, o programa “parece teleportar” os arquivos de uma máquina à outra. Teleport é uma metáfora sci-fi muito inteligente e que faz muito sentido.

Escolher um bom nome não é uma tarefa tão simples, entretanto, com esforço e dedicação os resultados podem ser surpreendentes. Com essas dicas as probabilidades de se encontrar um ótimo nome, são enormes. Um bom conceito, design e nome, podem levar uma marca/projeto/programa longe. Ficou interessado pelo programa? Acesse a postagem dedicada a ele.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades. Faça bom proveito dessas dicas e “escolha o nome perfeito”.

Até o próximo post, como sempre, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Gnome.
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Instale o novo GIMP 2.10.12!

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quinta-feira, 13 de junho de 2019

O GIMP (GNU Image Manipulation Program) é bem famoso e utilizado no mundo open source, fora dele também. Afinal, conheci “esse camaradinha” antes mesmo de saber o que era Linux (😁😁😁). Possuindo versões para Linux, Windows e macOS, o GIMP é uma ótima alternativa gratuita e bem poderosa. No dia 12 de Junho, o programa recebeu uma atualização. Confira as novidades do GIMP 2.10.12.

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Basicamente a versão 2.10.12 veio recheada de correções de bugs. Entretanto, alguns novos recursos foram implementados e outros lapidados.

Melhorias e recursos do GIMP 2.10.12


  • A ferramenta de edição de curvas (Curves) foi aprimorada, proporcionando melhor controle ao manipular os movimentos relativos ao arrastar os pontos, encaixes e foram adicionados tipos de pontos de curva suave ou de canto;


  • TIFF agora possui suporte a camadas, sem a necessidade de mesclá-las ao exportar as imagens;
  • Suporte a fontes instaladas pelos usuários do Windows. Este recurso ainda está em desenvolvimento e não foi totalmente implementado, podendo conter bugs. Com isso outras fontes podem ser adicionadas ao software;
  • Pintura mais rápida, descartando a constante dependência do buffer, resultando em alguns casos em uma pintura mais veloz;
  • Modo incremental na ferramenta “Dodge/Burn”, aplicando efeitos incrementalmente conforme o cursor do mouse;
  • Retorno da seleção preliminar na ferramenta “Free Select”, isso permite a seleção imediata após a região for fechada, contudo, com um controle maior (semelhante à ferramenta “Rectangle Select”);
  • Nova ferramenta de deslocamento, permitindo criar padrões repetitivos ao envolver as bordas e deslocar os pixels;

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  • Capacidade de mover um par de guias em interseção com a ferramenta “Mover”;
  • Melhor suporte a pinturas de simetria;
  • Melhor suporte a exportação de imagens, mantendo as cores do perfil da imagem;
  • Aperfeiçoamento do GEGL e babl, proporcionando uma visível melhora no coeficiente do amostrador cúbico, na interpolação (abrangendo todas as ferramentas de transformação, “Warp Transform”, etc.);
  • Com o aprimoramento do GEGL, o gerenciador de memória obteve resultados superiores. Ainda mais com arquivos grandes que antes tinham uma variante muito alta de memória;
  • Entre outras melhorias.

Diversos bugs solucionados na versão 2.10.12


  • Corrigido bugs relacionados ao gerenciamento de cores;
  • Correção de um bug que ocasionava na alteração indesejada das cores num primeiro e segundo plano, nas predefinições de ferramentas;
  • Correção de bugs no modo pintura de simetria;
  • Solucionado um erro que interrompia a tradução, conforme o idioma do usuário;
  • Corrigido bugs no formato do pincel;
  • E muito mais, cerca de 200 commits em 2 meses.

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Instalando o GIMP 2.10.12


Provavelmente a sua distribuição conta com uma versão do GIMP nos repositórios. Não obstante, é bem provável que a mesma esteja na 2.8 e salve alguns casos o programa estará na 2.10. Pois bem! Existem diversas formas de se obter as últimas releases estáveis do GIMP, porém, irei demonstrar o processo de instalação da versão indicada por eles em seu site oficial, o GIMP em Flatpak.

Para usuários de macOS e Windows, baixe o instalador do GIMP, em seu site oficial.

Antes de tudo configure o Flatpak em seu sistema, saiba mais acessando este post (é muito simples). No caso das últimas versões do Linux Mint, o Flatpak já vem por default.

Você poderá instalar o GIMP 2.10.12, tanto via terminal como interface gráfica (dependendo de seu sistema). Caso queira habilitar a opção para instalação de flatpaks na loja do Ubuntu, acesse esse post (a loja do Mint, já possui tal funcionalidade). Depois de configurar a loja, conforme o post indicado, pesquise por GIMP e instale a versão no formato Flatpak.

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Já via terminal você pode proceder da seguinte maneira:

Habilite o repositório do Flathub, caso ainda não o tenha.

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Depois instale o GIMP, utilizando o comando:

flatpak install flathub org.gimp.GIMP

Para executar o programa você pode verificar se o mesmo apareceu junto aos programas do seu sistema, ou rodando o comando:

flatpak run org.gimp.GIMP

A desinstalação pode ser efetuada da seguinte forma:

flatpak uninstall org.gimp.GIMP

Se você já possui o GIMP instalado em Flatpak, e não quer atualizar via interface gráfica, pode atualizar todos os Flatpaks do sistema com um simples “flatpak update” ou especificar a aplicação.

flatpak update org.gimp.GIMP

gimp-manipulador-edditor-imagens-photoshop-free-gratuito-flatpak-gimp2.10-linux-windows-macos


Planos para o futuro


A equipe de desenvolvimento do GIMP informou que mesmo, na atual situação, a versão 3.0 do programa esteja com pouca visibilidade. Eles darão mais novidades em breve. Incentivam o apoio, com donativos ao projeto. Isso vai acelerar todo o processo de desenvolvimento da próxima versão. Acesse a página oficial de contribuições do projeto e ajude o GIMP, basta clicar neste link. Para mais detalhes do lançamento, acesse o site oficial do projeto.

Utiliza o GIMP? Gosto muito deste programa. Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e sempre ficar por dentro das novidades?

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: GIMP.org.
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Conheça o novo Linux Multimedia Studio

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terça-feira, 11 de junho de 2019

O Linux Multimedia Studio, ou como é chamado “LMMS”, é um software ideal para quem gosta de produzir músicas e usa seu computador em suas criações. Software Livre e multiplataforma, o programa possui versões para Linux, macOS e Windows. Uma ótima alternativa para quem não quer piratear programas como o FL Studio, Logic Pro, Cubase ou quer mais liberdade. Pois, ao utilizar uma ferramenta multiplataforma, você não fica preso a um sistema.

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Com o LMMS, tarefas como criar melodias, utilizar um teclado MIDI para batidas, sintetizar áudio, misturar sons, organizar amostras e muito mais, poderão ser feitas com seu vasto ferramental. A nova versão 1.2, veio recheada de novidades e refinamentos. Seu código foi reescrito, tirando melhor proveito do hardware, seja no uso aprimorado de processamento, menor consumo de memória ou suporte a telas com altas densidades de pixels. Por exemplo, além dos sistemas anteriormente citados, o LMMS 1.2 passou a suportar o OpenBSD (sndio) e o Haiku (BeOS). Houve uma melhora na exportação de arquivos WAV, MP3 e OGG.

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Algumas funcionalidades do LMMS


  • Editor de ritmo;
  • Editor de pistas;
  • Editor de teclado (teclado MIDI);
  • Editor/Organizador de músicas;
  • Mixer de efeitos de som, de até 64 canais;
  • Suporte a complementos nos formatos SoundFont2, LADSPA e VST;
  • 16 sintetizadores incorporados;
  • Emuladores OPL2 Roland TB-303;
  • Emulador SID Commodore64;
  • Emulador NES;
  • Emulador Gameboy e Yamaha e incorporadas ao sintetizador ZynAddSubFX;
  • Suporte multisampling, para os formatos SoundFont (SF2), Giga (GIG) e Gravis UltraSound (GUS);
  • Entre outras funcionalidades…

lmms-linux-midi-audio-workstation-fl-studio-logic-pro-cubase-windows-mac-linux-openbsd-plugins-sons-emulador


Principais novidades da versão 1.2


  • Capacidade de salvar música na forma de um loop de som (opções “-l” e “-loop”);
  • Suporte ao formato Apple MIDI;
  • Gravação automática durante a reprodução;
  • Plugins e patches em um diretório separado;
  • Novo backend de som baseado em SDL usado em novas instalações por padrão;
  • Modo único e uma função de limpeza para canais não utilizados para o FX Mixer;
  • Nova ferramenta Gig Player para reproduzir arquivos no formato Giga Sample Banks;
  • Novo plugin do ReverbSC;
  • Novos add-ons do FX: Equalizador, Bitcrush, EQ Crossover e Echo Multitap.

Instalação do LMMS no Linux


Existem várias formas de se instalar o LMMS, ele está nos repositórios da maioria das distribuições. Entretanto, caso queira a versão mais atual, efetue o download da versão em AppImage, recomendado em seu site oficial. 

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Não sabe como rodar um app neste formato? Acesse essa postagem e veja como o processo é muito simples.

Caso prefira o bom e velho terminal, utilize os comandos abaixo:

sudo chmod +x lmms.Appimage

Depois execute com o comando:

./lmms.Appimage

Lembrando que você deve estar no mesmo diretório do seu AppImage (via terminal).

No passado tive meus momentos de “compositor”, e o LMMS pode ser um software muito interessante, seja para você amador ou profissional. Veja a entrevista (uma parte dela) que fizemos com Marcos Garcia do canal Vartroy. Você poderá ver o cenário atual da produção musical com software livre e open source.


Gostou do LMMS? É um programa bem completo, e caso tenha interesse na área, creio que é uma ótima escolha.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, quem sabe você acabe encontrando outros apaixonados por música e tecnologia por lá.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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O que fazer depois de instalar o Deepin 15.10

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

O Deepin é uma das distribuições Linux com maior apelo visual, é aquele tipo de design que: “Ou você ama, ou odeia”. Seja pelo “blur”, diversos conceitos de outras interfaces gráficas agregadas, consistência visual ou os aplicativos desenvolvidos para distribuição. Caso você pretenda instalar a nova versão lançada, o Deepin 15.10, este post é justamente demonstrando um pós-instalação “de o que você deve fazer” após instalar o sistema.

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Ainda não viu a nova versão do Deepin? Noticiamos as mudanças em destaque da versão 15.10 neste post. Você também pode conferir o nosso review sobre o sistema. São diversas novidades, comparado às versões anteriores.


“Começando pelo começo”


Antes de qualquer procedimento ao se instalar um novo sistema, é obviamente, atualizar o mesmo. Isso garante maior segurança e correções de eventuais bugs contidos no lançamento. Então, abra o painel de configurações do sistema e vá até à seção “Atualização”. Clique na opção e verifique se contém algum update para o sistema. É comum durante algumas atualizações o Deepin pedir para reiniciar o sistema, então proceda como o informado.

deepin-deepin15.10-pos-install-instalação-linux-distro-bonito-dde-kwin-desktop-debian-update

Antigamente era necessário alterar os servidores ao instalar algum app ou efetuar uma atualização no sistema, nas últimas versões o Deepin consegue de forma inteligente localizar o servidor mais próximo de você. Menos um passo, claro que você pode selecionar manualmente esta opção. Veja o vídeo a seguir com todo passo-a-passo.


Mãos na massa!


Na opção “Contas” você poderá criar um usuário para o sistema, clicando no botão “Criar conta” ou indo em seu usuário, você pode efetuar algumas mudanças, como: trocar o avatar, modificar o nome do usuário, trocar a senha, ativar o login automático (desativado a obrigatoriedade de digitar sua senha ao ligar o computador), assim como a opção de logar sem senha.

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Em “Tela” você poderá ajustar o brilho, escala e caso utilize mais de um monitor (que é o meu caso) escolher o comportamento das telas que mais lhe agrada. 

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O Deepin é uma distribuição muito bela, como comentei anteriormente, mas algumas customizações podem ser realizadas. Na categoria “Personalização”, as fontes do sistema, transparência, temas de ícones e aplicativos, como também a decisão de manter habilitado os efeitos da interface, podem ser realizados.

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Em “Rede”, configurações de DSL, VPN, proxy etc. Poderão ser realizadas. Caso queira trocar o DNS de seu Deepin pelo da Google, por exemplo, você pode proceder como este vídeo “antigo”, porém, não datado do meu canal OSistemático. Só não se esqueça de desmarcar a opção “auto” e deixar em “manual”, assim como eu (😂😂😂).


Configurações de balanço entre o som, volume do sistema, microfone, estão todos em “Som”. Uma das novidades da versão é a possibilidade de desabilitar seletivamente os efeitos sonoros do sistema. Basta clicar no botão “Efeitos sonoros”. Particularmente não gosto de sons ao iniciar o sistema, ou qualquer tarefa que realize. Fica ao seu critério selecionar os efeitos que mais lhe agradam.

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A data e horário do sistema podem ser modificados na seção de mesmo nome, “Data e Hora”, a opção “Sincronizar automaticamente” é bem útil e dispensa configurações (quando conectado a internet o sistema identifica a data e hora).

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Configurações de energia” é a seção ideal para escolher entre as opções de desligamento de tela, quanto tempo o PC será suspenso, necessidade de utilização de senhas ao despertar o pc etc. Em meu desktop gosto de configurar o monitor para nunca “se apagar”. 

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Em “Teclado e Idioma” atalhos poderão ser atribuídos, o teclado numérico habilitado, notificações ao ativar o Caps Lock como, o idioma do sistema e do teclado. Caso o idioma de seu teclado não esteja em português. Clique em “Idioma do Teclado”, pesquise por sua linguagem, marque ela como padrão e se desejar remova a outra.

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Instalando o driver de vídeo no Deepin


No menu do sistema pesquise por “Deepin Graphics Driver Manager”. Abra o gestor de drivers do Deepin, selecione o driver referente ao seu equipamento e prossiga conforme o programa ir indicando. Veja logo abaixo um vídeo demonstrando todo o procedimento em uma NVidia GTX 1060. A lógica com as demais é semelhante. Lembrando que o Deepin não tem uma fama muito boa com placas de vídeo “hibridas”, contidas nos notebooks. E para jogadores mais fervorosos que fazem uso do SteamPlay, por conta do versionamento de seus drivers, o sistema não é o mais indicado para tal prática. Outro passo importante é ter o backup de seus dados, caso o procedimento dê errado.


Atalhos da interface


Outro ponto interessante do Deepin, são seus atalhos. Com  softwares desenvolvidos e pensados para o sistema, alguns "macetes" são desconhecidos por muitos de seus usuários. Veja alguns neste vídeo (o vídeo tem um tempinho, mas vale a pena).


Configurações na usabilidade do sistema


O Deepin possui uma interface que pode mesclar seu comportamento, agregando usabilidades de diversos sistemas. Seja uma dock ou uma barra de tarefas o DDE, Deepin Desktop Environment, tem opção como “cantos quentes” com atalhos para diversas funcionalidades. Customizações estéticas como, a troca de wallpapers etc. Podem ser facilmente realizados no sistema. Para mais detalhes, veja o vídeo com as dicas contidas neste post, e muito mais.


Sendo uma das distribuições que mais chamam a atenção, o Deepin é uma escolha interessante e que vale o teste. Mesmo com algumas limitações, especificamente se você for um gamer assíduo, o sistema pode agradar usuários “menos hardcores”.

Gostou da nova versão do Deepin? Participe de nosso fórum Diolinux Plus, caso tenha algum problema ou dúvida sobre o sistema, existe toda uma comunidade disposta em lhe auxiliar.

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Mozilla Thunderbird na loja do Windows 10 [Update!]

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Mesmo com um cliente de email pré-instalado no Windows 10, diversos usuários preferem alternativas. Com um visual atraente e utilização simplificada, o app de email do Windows 10 atende a muitas pessoas. Porém, ainda lhe faltam alguns recursos mais avançados. Nessas horas opções como, Outlook, Mailspring e o próprio Mozilla Thunderbird desempenham um ótimo papel.

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A cada dia os sistemas operativos estão mais práticos oferecendo lojas para instalação de seus apps. No macOS, Linux e Windows são assim. Entretanto, mesmo a Microsoft sendo uma gigante e seu sistema operacional um campẽao entre os desktops, sua loja carece de apps. Isso obriga o usuário do sistema sair internet afora em busca de aplicativos, ou manter em algum pendrive seus programas. Confesso que acho interessante a Windows Store, mas por não conter a maioria dos softwares que meus clientes usam, acabo nem utilizando a loja da MS (uma pena).

O Mozilla Thunderbird é um exemplo, na real “era”. Pois, agora o cliente de email da Mozilla encontra-se na loja do Windows 10. Isso possibilita usuários do modo “Windows 10 S” utilizarem o cliente “do passarinho azul”. Por ter uma política de segurança diferenciada de sua versão comum, o Windows 10 é impossibilitado de instalar programas de outras fontes que não sejam a sua loja. Além de dar mais uma alternativa aos usuários do Windows 10 S, o Thunderbird na loja traz maior conforto aos utilizadores da plataforma.

Versão “não oficial”


Vale destacar que a versão contida na Windows Store não é disponibilizada diretamente pela Mozilla pelo contrário, um grupo denominado Store Ports fez todo o processo. Mesmo não sendo uma versão adicionada na loja por sua própria desenvolvedora o grupo disponibiliza todo o código do Thunderbird, adicionado na loja, em seu Github. O software tem seu instalador convertido para adequar-se às diretrizes da Microsoft, passando por verificações de autenticidade, segurança e qualidade. Todo esse processo é garantido pela licença da empresa, MPL (Mozilla Public License) 1.1, caso queira testar essa versão contida na loja, acesse o link ou procure na loja do Windows (não preciso dizer que a versão é para Windows, né? 😂😂😂). [O Thunderbird foi retirado da loja da Microsoft. Se o mesmo retornará, não sabemos]. Então, baixe diretamente do site da Mozilla.

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É interessante ver essas iniciativas, lembrei do Flathub quando me deparei com a notícia. Agora cabe saber se o desenvolvedor irá manter a versão da loja da MS atualizada, e em quanto tempo esses updates ocorrerão, em comparativo a versão distribuída oficialmente. [Como informado logo acima, a versão "não oficial" foi retirada da loja. Não sabemos se momentaneamente ou permanentemente].

Você utiliza a loja do Windows para efetuar a instalação de seus softwares? Que tal participar de nosso fórum Diolinux Plus, ao contrário do que muitos pensam, o fórum é sobre tecnologia em geral. Não importa se você usa macOS, Android, Windows, BSD ou o que for. Venha fortalecer a comunidade e usufruir de ambos os mundos.

Até o próximo post, sejam complacentes com a opinião alheia. Não se esqueçam de compartilhar o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Kdenlive 19.04.01 lançado com diversas correções!

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terça-feira, 14 de maio de 2019

O Kdenlive 19.04 foi lançado no dia 18 de Abril, com essa nova versão vieram muitas novidades e mudanças no programa, entretanto um bug bem chato estava atrapalhando a edição de vídeos no software. No dia 11 de Maio, uma nova versão foi lançada, corrigindo este problema.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição

Edição de vídeo no Linux é repleto de ótimas opções, temos o Davince Resolve, Ligthtworks, ShotCut, Openshot, entre outras ferramentas. Porém um dos queridinhos sempre foi o Kdenlive. Muitos canais no Youtube sobre Linux, são editados ou foram por muitos anos com essa ferramenta, que é o caso do Diolinux. Em meu canal OSistemático, venho produzindo conteúdo desde o início (2016) com essa ferramenta, e mesmo tendo pontos fortes e fracos considero um bom editor de vídeos.

Kdenlive um editor em constante amadurecimento


Durante o início do canal OSistemático, sofria bastante com a versão do Kdenlive contida nos repositórios do Deepin. E durante um bom tempo, foram meses de situações que envolviam o travamento do programa e em alguns casos até a perda do projeto. Então um belo dia resolvi experimentar a versão que é recomendada pelo projeto, o Kdenlive em AppImage, e posso lhe garantir parecia outro programa.

A versão 19.04 veio recheada de mudanças, uma timeline refatorada (feita totalmente do zero), a possibilidade de gravar o áudio diretamente do editor, adição da renderização de vídeos com fundo transparente, melhora no render (ainda não é um ShotCut ou Davince Resolve durante a renderização, mas está bem melhor que as versões antigas). São inúmeras mudanças. E como novas mudanças podem ocasionar novos bugs, assim foi.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-timeline

Mais de 40 bugs corrigidos no Kdenlive


  • Foram várias correções, eis alguns bugs solucionados:
  • Falha ao abrir projetos antigos;
  • Erro ao desfazer efeito de ganho/gama;
  • Correção na gravação do áudio;
  • Efeito fade-out quebrado;
  • Miniaturas em alguns clips com falhas;
  • Seleção de clipe bin mais rápido;
  • Efeito de todas as guias com falhas;
  • “Agulha” da timeline se perdia;
  • Imprecisão nos atalhos de corte na timeline;
  • Correções na compilação para Windows; 
  • E muito mais correções…

Veja a lista completa de bugs corrigidos no site oficial do Kdenlive.

Durante esse tempo que editei com a versão 19.04, notei apenas 3 bugs que eram: A agulha que sempre se perdia na timeline, acarretando na imprecisão do corte utilizando atalhos. Por algum motivo o Nvenc não foi reconhecido, impossibilitando a utilização de minha placa de vídeo para render, proxys e previews. E em alguns projetos o vídeo não era exportado com o fundo transparente.

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Utilizei mesmo assim na produção de meus vídeos e o único bug que atrapalhava minha produtividade era “a agulha se perdendo”. Durante nenhum momento o aplicativo fechou ou algo assim.

Kdenlive 19.04.01 em AppImage e Flatpak


Caso utilize o Kdenlive para suas produções, recomendo a dar uma chance para essa nova versão, 19.04.01. Dou preferência pelos AppImages do Kdenlive, por conta de sua estabilidade e praticidade. Entretanto outra solução que venho usando e gostando bastante é o oferecido no Flathub em Flatpak. Esse formato terá a vantagem da atualização, enquanto no AppImage você deverá baixar o editor a cada update.

Para executar o Kdenlive em AppImagem é muito simples, acesse a matéria e proceda como no passo-a-passo. No caso do Kdenlive Flatpak, será necessário configurar algumas coisas, então segue o post completo

O link para download de ambas versões encontram-se no site oficial do Kdenlive, baixe e experimente.

E você edita vídeos com o Kdenlive? Já editei alguns projetos com essa nova versão 19.04.01 e estou gostando muito, migrei totalmente para ela (😁😁😁).

Que tal continuar todo esse bate-papo sobre edição de vídeo em nosso fórum Diolinux Plus?

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, te espero SISTEMATICAMENTE! 😎
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Linux App Store, encontre AppImages, Snaps e Flatpaks num só lugar!

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

AppImage, Snap ou Flatpak? Eis uma dúvida de muitos usuários Linux, sejam novatos ou não. E caso queira saber um pouco mais sobre cada um e suas diferenças, temos um artigo super especial comparando os 3 formatos. No entanto caso já tenha “passado dessa fase”, e já utiliza aplicativos nesses formatos, o post é especialmente para você.

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Em meu cotidiano faço uso de diversos softwares, sejam para produção do meu canal OSistemático ou até mesmo para escrever os artigos aqui no blog Diolinux (afinal é necessário criar as capas e tudo mais). E aplicações nos formatos AppImage, Snap e Flatpak são recorrentes em minha rotina, e creio que na de muitos usuários também. Entretanto para descobrirmos novos AppImages teremos que acessar o AppImageHub (ou site da aplicação), e pesquisar pelo mesmo. Já para encontrar os Snaps, podemos ir até a Snap Store e os Flatpaks no Flathub. Obviamente que algumas distribuições permitem adição de repositórios destes formatos em suas lojas, tornando o processo mais cômodo. Porém, e nos outros casos? E se existisse um lugar que agregasse a pesquisa dos programas em AppImage, Snap e Flatpak? Eis que lhes apresento à “Linux App Store”.

Encontre 3 formatos de pacotes em um só lugar!


A ideia é simples, aguardada por muitos, e desconhecida pela maioria. O site “linuxappstore.io” tem como proposta principal agregar e centralizar a pesquisa dos pacotes universais para Linux. Denominado de “Linux App Store”, o projeto é recente está ainda na versão 1.0.0, mas muito promissor. Software livre, o código da Linux App Store, está disponível no Github e é desenvolvido sobre as tecnologias JavaScript, Python e C#. 

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“Mal conheço, mas já considero pacas!”


Além de agregar os 3 formatos universais, em um futuro próximo, possivelmente a intenção é oferecer pacotes RPM e DEB, no entanto esse não é o foco principal do projeto. Sua construção é pautada em tecnologias web, para melhor integração indiferente da interface gráfica ou sistema e tem como pretensão centralizar as pesquisas e instalações dos formatos AppImage, Snap e Flatpak. Atuando de forma intermediária ao acesso de tais pacotes, em uma única interface.

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No momento a Linux App Store, não traz recursos essenciais como categorias e modos de filtragem mais elaborados. Todavia já foram reportadas em seu Github, o desejo por essas funções. Sejamos pacientes, com o tempo novas características serão incorporadas ao projeto tornando-o mais eficiente.

Outro aspecto da Linux App Store, é fazer uso de outros sites (AppImageHub, Flatpak e SnapCraft), mesmo que seja possível pesquisar pelos 3 formatos ao mesmo tempo, filtrar escolhendo um ou outro, ainda ao selecionar o programa você será redirecionado ao site referente ao tipo de pacote, algo que não chega a incomodar, entretanto poderia ser feito na própria loja.

Tenha em mente que o projeto não é algo oficial e relacionado aos pacotes, AppImage, Flatpak e Snap, sendo algo comunitário e sem o suporte dos encabeçadores destes formatos.

Se gosta de estar por dentro sobre AppImage, Snap e Flatpak, recomendo o grupo “Flatpak, Snap e AppImage” no Telegram, ele tem como foco esse tipo de assunto. Estou sempre por lá também. 

E você gostou da Linux App Store? Eu curti bastante, e estava contando as horas até alguém por essa ideia em prática.

Continue em nosso fórum Diolinux Plus esse assunto. Até o próximo post, te espero, SISTEMATICAMENTE! 😎

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SuperTuxKart 1.0 lançado com modo online e novidades!

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segunda-feira, 22 de abril de 2019

A versão estável “1.0” do SuperTuxKart é lançada! E repleto de novidades, como o tão aguardado modo multiplayer online. Para quem já é jogador assíduo do game, e está se “remoendo” e dizendo: “Eu já jogava online!”, porém esse modo na época estava em beta, e não vinha em nenhuma versão stable do jogo, agora vem…

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Conhecido por muitos como “O Mario Kart do Pinguim”, o SuperTuxKart é fortemente inspirado no game de kart do encanador bigodudo, com diferenciais e personagens marcantes do mundo Open Source/Livre. Como o Tux, mascote do Linux, Wilber, mascote do GIMP, Daemon, o famoso “diabinho” do BSD entre outras figuras icônicas.


Corridas no multiplayer online


Além do multiplayer local, já conhecido do game, o modo online proporciona uma jogatina tanto em salas públicas quanto em privadas, caso você ou algum amigo seja o host da partida.

A quantidade de jogadores num mesmo servidor são de 10 players. Uma conexão estável e ping baixo é requerido para o host, caso contrário não será incomum ver karts sumindo e aparecendo do nada (👻👻👻).

Novas pistas e aprimoramento dos karts


Particularmente sou um jogador (quase que compulsivo) de Mario Kart, indiferente da versão (😁💓🚘), e para quem curte o jogo da Nintendo, perceberá que mesmo sendo “inspirado” no game mais famoso de corrida de kart, o SuperTuxKart não é uma cópia genérica, possuindo vários diferenciais.

Começando por seus modos de jogo. Você poderá se divertir com o modo clássico de corrida, praticar correndo contra o tempo, batalhar com seus amigos capturando bandeiras ou até mesmo jogando um “Rocket League” com mascotes do mundo Livre.

Os itens durante a corrida também possuem mecânicas únicas, por exemplo um que sempre me atrapalha é o “chiclete”. Oh! Itenzinho chato viu (😠😠😡).

Algo que me incomoda em SuperTuxKart, é o balanceamento dos karts no jogo e controle da gameplay, entretanto a equipe de desenvolvimento atentou-se a esses detalhes e aprimorou os mesmos, tornando-os mais equilibrados. Novas pistas também foram adicionadas e outras pequenas mudanças foram feitas.

SuperTuxKart ou Mario Kart?


A comparação não é a melhor possível, visto que a proposta é diferente. Por ser software livre o SuperTuxKart é acessível a todos que possuem um computador e que queiram se divertir sem gastar um tostão com seus amigos. Lembrando que existe uma versão Android, então a jogatina pode ser portátil. Outro ponto são os modos diferentes de jogos, como o de futebol e caça bandeiras, isso tudo sem levar em consideração os personagens como o próprio Tux.

Não me entenda mal , de forma alguma quero falar que o Mario Kart é inferior, longe de mim tal besteira, no entanto mesmo sendo um jogador mais hardcore de Mario Kart, indico o SuperTuxKart para jogadores casuais (não espere o mesmo nível de gráficos e tudo mais, comparado ao Mario Kart, o game visa outro público). Seja para jogar com seu filho, irmão, amigos ou cônjuge. Vários momentos engraçados irão surgir, experimente. 

Baixando o SuperTuxKart


Você pode adquirir o game de algumas maneiras, para quem usa Arch ou Manjaro, basta pesquisar por “supertuxkart” no AUR.

No caso de Ubuntu, Mint e derivados. Existe um PPA, com versões estáveis e candidates do jogo.

Para instalar via PPA, abra o terminal e digite os seguinte comandos:

sudo add-apt-repository ppa:stk/dev

sudo apt update

sudo apt install supertuxkart

Para adicionar o PPA via interface gráfica, eis um artigo com um bom exemplo.

Outros meios é via Snap ou Flatpak, entretanto até o momento, em que escrevo este artigo, a versão do game não foi atualizada.



Aprenda como configurar o Snap neste post, e Flatpak neste outro.

No entanto a forma que mais indico é a distribuída pela própria equipe de desenvolvimento do SuperTuxKart. Basta efetuar o download diretamente do SourceForge.

 Download SuperTuxKart 1.0

Depois de baixar o game, extraia o conteúdo do arquivo, no diretório que desejar, e execute o script “run_game.sh” para iniciar o jogo.

Se desejar executar o SuperTuxKart sem a necessidade do terminal, clique com o botão direito do mouse em cima do “run_game.sh”, vá em “Propriedades, depois na aba “Permissões” e marque a opção “Permitir execução do arquivo como um programa”. 

supertuxkart-tux-mario-kart-jogo-corrida-linux-gratuiro-opensource-software-livre-marcar-execução-programa

A seguir instale o programa “Menu Editor”.

Você pode fazer via terminal com o comando:

sudo apt install menulibre

Ou pesquisar na loja por “Menu Editor

menulibre-editor-menu-linux

Abra o Menu Editor, selecione alguma categoria (a de jogos é a indicada). Clique no primeiro símbolo/botão, no meu caso é um “+”, em seguida na opção “Adicionar Lançador”.

Preencha como na imagem abaixo, e na opção “Comando”, clique no ícone de pasta e vá até o arquivo “run_game.script”, selecione o mesmo. Escolha um ícone ao seu gosto.

menulibre-editor-menu-linux

Se existir alguma dúvida com o procedimento, veja o vídeo sobre o “Menu Editor”. O procedimento foi realizado no Deepin, entretanto é indiferente a distribuição.



A versão Android pode ser baixada diretamente da Google Play Store.

E você, já testou o modo online do SuperTuxKart? Se ainda não baixou, não perca tempo…

Acesse nosso fórum Diolinux Plus e encontre outros jogadores, para quem sabe marcar uma jogatina (😁😁😁).

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