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Valve trabalha em novo visual de seu cliente Steam desktop

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segunda-feira, 10 de junho de 2019

A Valve está planejando um redesign em seu cliente de jogos Steam. Graças a um vazamento, podemos vislumbrar esse novo visual, obviamente que o mesmo está inacabado, mas possibilitando um vislumbre do resultado, quando finalizado.

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Em sua conta no Twitter, o perfil SteamDB relatou que “Uma versão em andamento da nova interface do cliente Steam vazou através de uma atualização para o lançador CSGO chinês.” O visual já tinha sido revelado anteriormente pelo site Engadget, porém, o vazamento atual mostrou a navegação na interface e muito mais detalhes.

O SteamDB compartilhou algumas capturas de telas e podemos ver um layout, que ao menos “quando vi em primeiro momento”, lembra bastante a organização da Twitch, em sua aba “Procurar”. Veja o novo visual do cliente Steam.

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Repare que agora as artes dos jogos na Steam também são semelhantes às da Twitch, lembrando as capas dos jogos em mídia física. Aliás, que tal acompanhar nossas lives diárias? Acesse este link e nos siga.

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O novo design mantém os jogos em uma coluna na esquerda, em lista, e na direita reorganiza várias categorias, como games mais jogados, atualizações dos jogos, lista de amigos, etc.

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Existem novos recursos, deixando mais organizado a interface. Através de “tags”, será possível encontrar jogos em sua biblioteca. Na nova página “Eventos”, transmissões ao vivo, partidas, torneios e muito mais são exibidas.

Isso não é uma mockup ou uma “pegadinha de mau gosto”


É comum ver internet afora postagens com mockups de interfaces sendo tidas como verdadeiras. Para só depois de acessar o link, a “verdade vir à tona”. Sei que isso é chato, porém, não é o caso. Esta nova interface do cliente Steam não é apenas um conceito. Portanto, embora o redesenho da Steam esteja em constante desenvolvimento, e o trabalho não esteja acabado, ele já está em um patamar bem desenvolvido. Quem sabe essa nova reformulação acabe chegando ainda esse ano. Se você for ”um apressadinho” (😁😁😁), acalme-se, a Valve informou que planeja disponibilizar uma versão beta até o final do verão (Mais ou menos em Setembro nos EUA).

Veja logo abaixo um vídeo da Valve News Network, demonstrando, na prática o novo visual da Steam.


Gostou das mudanças no cliente da Valve? Particularmente gostei de muita coisa, outras me pareceram estranhas, mas ainda não é uma versão final. Então, fiquei bem animado.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, a galera adora uma boa jogatina.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux

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sexta-feira, 17 de maio de 2019

A Valve, empresa por detrás da Steam, lançou uma nova versão Beta do seu app, com algumas novidades e correções pontuais na versão para Linux

Novo Beta do Steam Client traz melhorias, principalmente para a versão de Linux






A primeira novidade, foi a mudança do IN-Home Streaming para o Steam Remote Play ou somente Remote Play. Esse recurso possibilita a transmissão dos seus jogos entre os apps da Steam, desde que haja uma boa conexão de internet para isso. Os dispositivos que estiverem utilizando o Steam Link, como por exemplo os celulares, vão aparecer nessa nova aba reformulada, assim podendo gerenciar eles.

Já a segunda novidade tem haver com o Vulkan. A Valve refez o sistema de shader, agora habilitando o download e a pré-compilação de toda a coleção do Vulkan pipelines para um determinado jogo. Como resultado, os downloads de dados do shader agora serão exibidos no gerenciador de downloads do Steam. 



A pré-compilação será ativada em uma futura versão beta. Isso sendo ativado por completo nos próximos betas, poderemos ter uma fluidez melhor tanto nos jogos nativos quanto nos jogos que rodam via SteamPlay.



Já as correções para Linux foram:

- Corrigida uma falha aleatória no cliente Steam ao lançar jogos;
- Corrigido um erro em que ao copiar/mover arquivos maiores que 2 GB, retornavam um erro de E/S;
- Melhorou a capacidade de resposta do cliente às mudanças de rede;
-Correções "Risk of Rain" e outros títulos de GameMaker;
-Adicionado suporte para remover versões antigas do Proton, assim deixando somente às versões mais recentes;

Para ver o post completo, basta acessar ele aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Linux e a pirataria nos jogos

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Antes de tudo, não estou aqui para afirmar se filosoficamente ou moralmente a pirataria é algo errado ou correto, apenas que conforme as leis vigentes em nosso país (Brasil), a pirataria é crime. Então seguirei essa linha de raciocínio, e deixo expressamente que esse não é o posicionamento do blog Diolinux, sendo inteiramente de minha responsabilidade.

linux-pirataria-jogos-emuladores-steam-opnião

No último Diolinux Friday Show, na qual você pode ouvir em nosso podcast (“Android Apps no Linux Desktop e Linux Gaming chamando atenção”), em determinado momento, afirmei que não é incomum vermos no Brasil os usuários praticando pirataria em jogos, e com utilizadores de Windows frequentemente os jogos são piratas. Não me entenda mal, essa afirmativa não é uma lei absoluta que taxa os usuários como piratas em potencial, apenas o que observo, seja com conhecidos ou clientes.

Linux e seu efeito “incentivar projetos”


E os usuários do Linux, não praticam pirataria em jogos? Sendo direto, sim! (Falo num geral, como anteriormente, não estou dizendo que todo usuário é pirata, interpretação de texto por favor 😁😄😅). Todavia a situação é mais profunda, e curiosa que isso.

Ao que pude perceber dos usuários gamers Linux, mais e mais jogos originais são adquiridos e evitar crackear algo se torna uma “regra”. É curioso notar que a cada promoção Steam, por exemplo, mais jogos são adquiridos de forma legal, e nem sempre o jogador da cabo de todos, algo que também ocorre no mundo Windows, no entanto a prática de crackear softwares é algo bem comum.

Então usuários Linux não "crackeiam" jogos?


Pois bem, a pirataria existe, independente do sistema operacional, e mesmo muitos usuários tendo uma consciência e evitando a pirataria, em alguns casos ela ainda é um meio necessário.

Nossa! Então você está incentivando a pirataria? Não sejamos hipócritas. Quem nos dias atuais não pratica em algum momento a pirataria? Se você é um estudante, saiba que ao tirar xerox dos livros (os professores incentivam e fazem isso, criando apostilas por exemplo), isso é pirataria… Entre outros inúmeros casos, que você sabe que em determinado momento acaba praticando. Então sejamos mais complacentes, e realistas.

Os anti-cheats são um dos principais causadores da pirataria de jogos no Linux, por identificarem o Proton/Wine como uma trapaça, esse método acaba impedindo o jogo em distros Linux. Veja essa matéria, e entenda a fundo essa questão.

Por conta disso, os usuários acabam baixando uma versão crackeada do game para o Windows (que comumente vem sem o anti-cheat), instalando a versão pirata via Wine. Porém a situação seria evitada em grande parte, se esse problema não existisse, pois vários jogadores compram o game original e impossibilitados de jogá-lo de forma legal, adotam o método descrito acima.

Outras maneiras de pirataria de jogos existem no Linux, como jogos piratas distribuídos em Flatpak. Algo extremamente perigoso a segurança do sistema, então curiosos de plantão, cuidado!

E os emuladores?


Falar sobre emulação de jogos é algo delicado e deveras complicado, existem várias nuances e em alguns casos mesmo a fabricante do console ou game, afirmando que é crime, manter uma cópia digital como backup, não é. O “problema” começa quando você não possui o game, e mesmo jogando um título antigo, isso pode ser considerado pirataria. Como citei no início, não quero discutir se pirataria é algo errado ou certo, do ponto de vista filosófico ou moral, afinal tenho minhas convicções e creio que você tenha as suas, apenas quero demonstrar que ela está em nosso cotidiano, indiferente da plataforma ou sistema operacional.

Valorize o que você gosta!


Se existe algo que tento praticar, é valorizar quem ou as coisas que gosto, apoiar projetos é uma maneira de continuá-los e melhor ainda, proporcionar novidades.

Por isso se existe um game, canal no YouTube, programa ou projeto, incentive ele! Compre os jogos que você gosta, dê valor aos responsáveis pelo projeto e caso não tenha uma "graninha" sobrando, espere promoções, a Steam sempre traz ofertas tentadoras de jogos que custam mais de R$100,00 saindo na faixa dos R$20,00.

Essa é uma das formas que mais adquiri jogos via Steam, seja comprando em sites como a Nuuvem ou em promoções Steam, além de acompanhar canais no Telegram que periodicamente compartilham links de jogos em promoção, ou até mesmo de graça.

Faça parte de nossos canais no Telegram, e receba diversos tipos de conteúdos, como eventuais promoções de jogos.


Sei que o assunto é delicado, e que muita gente também possuía essa dúvida se existia pirataria no Linux. E mesmo que você seja contra ou a favor a essa prática, aposto que incentivar os projetos e jogos que você gosta é a melhor escolha, independente de seu ponto de vista, afinal sem contribuição é bem provável que o mesmo acabe, e quem será prejudicado é você.

Acesse nosso fórum Diolinux Plus, e continue essa discussão, lembrando que uma das regras de nosso fórum, é o não compartilhamento de conteúdos ou apologia a pirataria, afinal em terras tupiniquins tal prática é crime. Seja ponderado e dê sua opinião de forma eloquente, seu ponto de vista é bem vindo. Não incentive as pessoas a praticarem pirataria, não imponha seu ponto de vista e nem queira para si essa responsabilidade, deixe que cada um tire sua própria conclusão.

Ufa! O assunto de hoje foi tenso, não? (😁😋😁) Te espero até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 terá suporte para Linux, segundo SteamDB

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sexta-feira, 29 de março de 2019

Recentemente a Paradox Interactive anunciou a sequência do seu famoso RPG, o Vampire: The Masquerade – Bloodlines que foi lançado em 2004 e fez um sucesso estrondoso na época. O jogo utilizou a mesma engine do Half-Life 2, a Source Engine, que é desenvolvida até hoje pela Valve mas agora sendo a Source Engine 2. Esse primeiro jogo foi feito pela extinta Troika Games e distribuído pela Activision. Você ainda pode comprar ele via Steam. E a sua classificação no ProtonDB está entre Gold e Platinum.


 Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 terá suporte para Linux, segundo SteamDB






A sequência traz o seguinte enredo para o jogo:

“Gerado em um ato de terrorismo vampírico, sua existência alimenta a guerra pelo domínio do comércio de sangue de Seattle. Entre em alianças desconfortáveis com criaturas que controlam a cidade e desmascare a conspiração que mergulhou Seattle em uma sangrenta guerra civil entre facções poderosas de vampiros.
Torne-se um Vampiro Supremo
Mergulhe no Mundo das Trevas e viva sua fantasia vampírica em uma cidade repleta de personagens intrigantes que reagem às suas escolhas. Você e suas disciplinas singulares são uma arma em nosso sistema de combate progressivo, rápido e focado no corpo a corpo. Seu poder crescerá à medida que você avança, mas lembre-se de respeitar a Máscara e proteger sua humanidade... ou encare as consequências.”

E conforme informações do SteamDB (atualizado em 27 deste mês, Março), e também pelo ProtonDB, o jogo vai ter uma versão nativa para Linux, além de ter uma versão para MacOs e Windows. Conforme podemos ver na imagem abaixo.




E no ProtonDB também…




As configurações mínimas e recomendadas ainda não foram disponibilizadas nem pela Hardsuit Labs nem pela Paradox Interactive. O pessoal do site linuxgameconsortium, entrou em contato com as empresas para confirmar o suporte para Linux, mas até o fechamento desta edição não tiveram respostas. 

O game ainda está em pré-venda e por hora só constando para Windows, tudo normal até aí. Ele está custando na média de US$60 ou R$110 na cotação atual. Ele também está previsto para ser lançado em 31 de Março de 2020. Você pode pedir ele via Steam.

              


Agora é esperar e ver se no dia do lançamento, o game vai abranger as 3 plataformas (Linux, MacOs e Windows), além dos consoles, ou se vai ter algum atraso de lançamento em relação ao Windows. Mas isso já é um passo importante para os linux gamers, que já vão ter um grande jogo no lançamento.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Continue a discussão sobre o Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 no nosso fórum

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Você realmente precisa do Windows?

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Algo que sempre ocorre, seja em cursos, grupos ou até mesmo em alguns casos em faculdades, é o Windows como único meio de uso, porém muitos usuários estão na plataforma da Microsoft por desconhecer alternativas, não me julgue mal, de forma alguma creio que o Windows é um “lixo” ou qualquer coisa do tipo, apenas que nem todo mundo precisa dele.


Já prevejo nos comentários vários usuários que não entendem que por indicar uma outra solução, não signifique que o Windows seja ruim, caso veja esse tipo de comentário simplesmente ignore, sua vida será mais feliz (😁😁😁), ressalvas feitas, vamos ao que interessa. 

O uso de sistemas operacionais para utilizadores comuns, praticamente é resumido em navegação na web, consumo de multimídia e criação de documentos, isso quando a pessoa utiliza alguma suite office, outro aspecto interessante, é cada vez mais a não dependência de aplicações Microsoft. 

É comum ver o VLC Player instalado para reproduzir os vídeos, navegadores como Google Chrome e Firefox, para navegação web, entre outras aplicações de terceiros no cotidiano de um user Windows, e destas ferramentas boa parte são encontradas no Linux ou macOS.

Eis um ponto importante, utilizamos na maior parte do tempo aplicações e o SO em si é “subutilizado”, ao trocar uma máquina com Windows e por uma distro Linux, estilo Kubuntu ou Linux Mint, verá que para uma pessoa não familiarizada com tecnologia, o sistema será irrelevante, no final das contas o que fará a diferença é um atalho do seu browser favorito. Faça o teste, é muito engraçado ver as reações, mostre uma distro com KDE e diga ser o novo Windows, depois dos inúmeros elogios (que certamente a pessoa dirá), revele a verdade, recomendo muito essa brincadeira. 😁😋😅

Nem todo usuário usa Photoshop!


Sejamos sinceros, quantas pessoas você conhece que utilizam Photoshop, After Effects, Premiere, AutoCad, Corel Draw, Vegas, e quaisquer outras ferramentas de uso profissional específico, mas que sempre estão em comparativos dizendo que Linux não é bom porque atualmente não as possui. Chega a ser hilário afirmar que por não possuir tais aplicações o Linux não serve para o usuário comum. A única “real barreira” que vejo, é a suíte office da Microsoft, todavia alternativas de visual parecido existem, e isso pode ser um facilitador ao migrar para uma nova solução.

Se você usa algum desses softwares, e não está disposto a migrar para alternativas ou quem sabe é impossibilitado, talvez o Linux não seja a melhor solução em seu caso, e não existe nada de errado em afirmar isso, o problema é achar que para ser um designer, editor, desenhista etc; O Photoshop é obrigatório, e soluções como Krita, Gimp não são para uso profissional, tal argumento é tão infundado que profissionais utilizam ferramentas livres para seus trabalhos, e para não ficar apenas em meras palavras, veja com seus próprios olhos um baita exemplo, “O Jedi do Gimp” Elias de Carvalho Silveira.


Um “gamer de verdade” só usa Windows!


Gosta de jogos? Eu adoro! Mas espera aí, sou usuário Linux, logo não posso jogar. Geralmente brinco com meus amigos, quando eles estão jogando algum game no Linux, e sempre solto a frase: “Mas Linux não tem jogos”, e conforme o mesmo argumento de “Linux não tem Photoshop, logo não é para usuário comum”, ocorre no lado gamer.

Jogos no sistema do pinguim não faltam, só de nativos Steam, são mais de 3 mil jogos e com o advento do Steam Play, outros 4100 dos 6957 testados até o momento, acrescentam a lista e o número só não é maior, pois os anti-cheats estão dificultando o funcionamento de alguns jogos, entretanto se no passado era fácil citar vários títulos indisponíveis no Linux, a realidade se tornou a oposta, e antes que alguns pensem: “Joguinhos de navegador qualquer um roda”, me diga se Devil May Cry 5, Warframe, Dragon Ball Fighter Z, PES 2019, GTA 5 e Overwatch são “joguinhos de navegador?”. 😁😁😁

Nos comparativos apenas a Steam é listada como a única forma de jogar no Linux, porém através do Lutris vários títulos da Origin, Uplay, Battlenet e Epic Store, funcionarão, além de emuladores de vídeo games, e mais ainda, confira 7 sites/lojas (além da Steam) para encontrar games para Linux.

Você pode acompanhar nossas lives na Twitch.tv, e ver o desempenho dos games no Linux, algo interessante e que muitos não sabem, é como otimizar e potencializar sua distro Linux para jogos, obtendo o máximo de proveito da plataforma. Os jogos tem um papel tão importante que estão mudando o Linux (no bom sentido, claro 😜).


Então Linux é para todos os tipos de jogadores? Depende, pode ser que algum jogo específico não esteja disponível, seja por “birra” do anti-cheat ou alguma incompatibilidade, é sempre bom conferir no site ProtonDB e ver quais jogos funcionam, e se não funcionar, neste caso o Linux não será a melhor escolha para ti, no entanto isso não desqualifica toda uma plataforma.

Seguir canais especializados em tutoriais voltados a jogos, é uma boa sacada, alguns exemplos com diversos tutoriais para Steam Play, Proton, Wine, Lutris, PlayOnLinux são: Tuxter Games, Livre Software, MADRUGUEDS, e em nosso canal Diolinux também existe muito conteúdo voltado à games.

Pensando no futuro, não apenas no agora


Uma boa prática que pode proporcionar maior liberdade para você, é dar preferência a softwares multiplataforma, que não dependa de um único sistema, os seus programas sempre estarão disponíveis. Anteriormente mencionei que as aplicações têm maior peso em nossas experiências, pensando no futuro, não serão mais necessárias grandes adaptações e não importando o sistema, seja Windows, macOS ou Linux.

Coloque numa balança, o quanto você realmente precisa do Windows, pratique essa ideia de priorizar programas disponíveis em ambas plataformas, vá migrando de aplicativos, caso esteja em dúvida, eis uma lista para iniciar tal mudança, garanto que não ser dependente de apenas um sistema operacional é algo libertador.

“Windows é ruim e o Linux perfeito”


“O Windows é um sistema todo bugado e o Linux perfeito em todos os aspectos”, infelizmente muitos pensam assim, outros julgam o Windows como “a perfeição em forma de sistema” e o Linux “algo inútil”, ambos estão tremendamente equivocados.

Bem como já falei aqui no blog, no post sobre o Windows 7 e o fim de seu suporte, o projeto Diolinux tem um compromisso com a veracidade dos fatos, e nenhum sistema é perfeito, e algumas situações podem fazê-lo desistir de migrar para Linux, e uma delas pode ser a ideia de grande parte da comunidade, que eventualmente tecem críticas ásperas, e nem sempre são baseadas em termos técnicos, ou que respeitam a escolha e liberdade do próximo.


Resumindo, para usuários de perfil comum que acessam o Facebook ou basicamente utilizam a internet, não precisam obrigatoriamente do Windows, já em outros casos, como abordei logo acima, sua utilização não é uma regra, usamos na maioria esmagadora do tempo as aplicações, como na brincadeira do “Windows KDE”, muitos usuários nem saberiam a diferença.

Ter um sistema que proporcione segurança, robustez e horas economizadas com desfragmentação ou preocupações com pragas virtuais, pode ser uma ótima escolha, e diversas pessoas estão dando uma chance ao Linux. Tenha em mente que a maneira mais inteligente é ter a disposição suas aplicações indiferente do sistema operacional, ao seu alcance em qualquer ocasião.

Reveja se existe algo que lhe prende em algum sistema, experimente ser livre, permita-se descobrir novas coisas, e aprender com os erros, abra a sua mente e promova coisas boas sem ofender ninguém impondo seu ponto de vista.

Espero que tenha ficado claro que existem opções, e que o Windows nem sempre é necessário, apenas fomos condicionados durante nossas vidas no mundo da informática.

E você, tem alguma aplicação que lhe impede de usar outro sistema? Sempre quando vejo esses comparativos, o Photoshop é citado de boca cheia, o engraçado que em todos esses anos trabalhando com manutenção de computadores, se instalei 5 vezes esse tipo de software para algum cliente, foi muito (😁😅😂), não estou dizendo que ninguém os utilizam, apenas que não é a regra.

Te espero no próximo post, sejam educados e complacentes com a opinião alheia, e não se esqueça de compartilhar as postagens do blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Gamehub, una várias plataformas em uma única biblioteca!

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Os “gamers Linux” já estão familiarizados com as plataformas de jogos como Steam, itch.io e softwares que possibilitam a jogatina de games não nativos, a exemplos o PlayOnLinux e o Lutris, sem falar dos inúmeros emuladores. Pois bem, a aplicação GameHub tem uma proposta semelhante a do famoso Lutris, agregar seus diferentes jogos em um só lugar.

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Desenvolvido em GTK 3 e Vala, o GameHub pretende organizar a sua biblioteca de jogos, deixando todos (ou maior parte) em um único programa, como dito acima, o software lembra bastante o Lutris, com ele você poderá agregar games de diversas plataformas como: Steam, GoG, Humblebundle, emuladores pelo Retroarch e jogos via Wine e Proton.

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Opções de instalação do GameHub em seu sistema


Existem diversas maneiras de se obter o programa, tanto via deb, Snap, Flatpak e AppImage. Em meus testes particulares o arquivo baixado em “.deb” não se saiu muito bem, ocorrendo inúmeros erros, na qual alguns pesquisei e achei a solução e outros nem cheguei a procurar, pois pensei “Não vou indicar algo que dê tanto problema assim”, então descartei essa opção. 

Outro que não obtive sucesso foi sua versão em AppImage, que apresentou os mesmos problemas do “.deb”, já os com formatos Snap e Flatpak, não tive tantos bugs.

Tenha em mente que o GameHub é um software em desenvolvimento, e bugs são esperados..

Então fique a vontade para testar a versão em DEB, na página do Github da aplicação, existe todo passo a passo para instalar o PPA, outra possibilidade é baixar o AppImage, DEB ou Flatpak, porém focarei no Snap e Flatpak. E qual o melhor formato? Essa dúvida cruel respondemos em outro post, confira.

Instalando o GameHub via Snap


Caso não tenha o Snap configurado em sua distro, aprenda como proceder neste post que fizemos com todo carinho, se está utilizando o Ubuntu 18.04 em diante, o mesmo já vem habilitado.

Você pode instalar o GameHub via terminal com o comando:

sudo snap install gamehub-fenriswolf --edge

Removendo o GameHub via terminal:

sudo snap remove gamehub-fenriswolf

Se preferir fazer via interface, abra a loja do Ubuntu, pesquise por “gamehub-fenriswolf” e instale o software.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu-snap-loja

Por ser um software em desenvolvimento erros podem ocorrer, por exemplo quando testei o mesmo alguns meses atrás, sua versão em snap não exibia o ícone no menu do sistema, e ao executá-lo via terminal, o app não iniciava.

Instalando o GameHub via Flatpak



Assim coma a opção em Snap, o GameHub em Flatpak pode ser instalado tanto via terminal ou pela loja, a escolha fica ao seu cargo.

Primeiro temos que baixar o arquivo “.flatpak”, porém tem uma ressalva, sempre verifique a versão e nome do arquivo, e adapte o comando. 

Por exemplo, a versão que efetuei os testes era a “0.13.1-31.dev” de nome “GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak”, logo supondo que existe uma nova versão do app, você acrescentaria tais informações no comando depois de “wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/”.

wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/0.13.1-31-dev/GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

O download será feito no diretório que você abrir o terminal, por default é na sua home.

Agora instale o programa (substitua pelo nome do pacote que você baixou):

flatpak install GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

Se desejar remover a aplicação:

flatpak remove com.github.tkashkin.gamehub/x86_64/master 

Para instalar o GameHub, através da loja, baixe o programa por este link (as outras versões em DEB e AppImage, também encontra-se no link).

Dê dois cliques sobre o flatpak e instale via loja, se por algum motivo não consiga desta maneira, tente com o comando anterior.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu

Seus jogos num único lugar!


Alternativas são sempre bem vindas, contudo no tempo que testei o GameHub, notei que nem sempre seu modo de configurar é tão intuitivo como no Lutris, a seção de emuladores é confusa, a usabilidade deve ser lapidada e sua proposta de unificar as plataformas não é empregada da melhor forma, erros ao logar com minha conta Steam também ocorreram, outro ponto são os inúmeros bugs ao tentar instalar ou executar o software, em seu estado atual, creio que seja válido seu teste para apoiar o projeto ou curiosidade, entretanto alternativas como o POL ou Lutris, estão mais maduras e confiáveis.

E você obteve boas experiências com o GameHub? Houve alguma dificuldade na instalação ou configuração do software? Deixe nos comentários sua opinião, e diga se prefere o Lutris, PlayOnLinux ou qualquer outra alternativa.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Jogos e os anti-cheats no Linux

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Há 6 anos a Valve lançou seu cliente Steam para Linux, desde então a plataforma veio ganhando notoriedade no quesito games, e aos poucos várias distribuidoras começaram a portar ou lançar jogos nativos para o sistema do pinguim, porém é visível a diferença de títulos disponíveis no Linux, comparado ao Windows, que tem anos e anos no mercado de jogos. E a ausência de outras plataformas de games como a Origin da EA Games, alvo de críticas de diversos players, quando o assunto é “Linux + Games”.

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Em 2018 a Valve surpreendeu os gamers Linux, com seu projeto Steam Play, utilizando uma solução conhecida pela comunidade Linux, o Wine. A Valve criou um fork do Wine criando o Proton, que não faz o papel de um emulador (muitos acreditam que o Wine emula jogos do Windows, e isso não é verdade), o Proton é uma ferramenta implementada no cliente Steam Linux, que dá a oportunidade de executar games nativos do Windows em sistemas operacionais baseados em Linux, ele age como uma camada que traduz para o sistema a instrução que foi projetada para o Windows, adaptando a realidade e comportamento do Linux. 

O Proton faz uso do Vulkan para rodar os games Windows, que valem-se do DirectX 11 e 12 para funcionar, possuindo diversos parâmetros para forçar a utilização inclusive do OpenGL, caso o jogo utilize o DirectX 9. Saiba mais sobre  neste post que fizemos, detalhando o uso de tais opções. É interessante ressaltar que já existem projetos para fazer com que games que usam nativamente o DX9 também possam usar o Vulkan no Linux.

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“O maior vilão do Proton”


Com a facilidade de instalar jogos voltados ao Windows no Linux, o Steam Play rapidamente caiu nas graças dos usuários, e a lista de jogos em sistemas baseados em Linux, teve um crescimento exponencial do dia para a noite, literalmente, porém um vilão já conhecido por utilizadores de programas como: PlayOnLinux, Lutris etc; vem atrapalhando o funcionamento de diversos títulos famosos como: Fortnite e PUBG, são os softwares conhecidos como: “anti-trapaças”, os famosos anti-cheats, que normalmente reconhecem o Wine e agora o Proton, como programas maliciosos, com a intenção de obter vantagens, e trapacear nas partidas. 

Sempre especulei (HenriqueAD) que a Valve não lançaria um projeto tão importante e audacioso como o Steam Play, sem uma pesquisa de mercado ou um método para os anti-cheats reconhecessem o Proton não como um trapaceador, e sim como um recurso.

E como isso seria possível? Firmando parcerias com empresas especializadas em anti-trapaças, e parece que isso está se tornando realidade, pois um usuário do Reddit conseguiu entrar em contato com a equipe de desenvolvimento de um dos maiores e mais utilizados anti-cheats da atualidades, o Easy Anti-Cheat, e segundo ele, a Valve e a EAC estariam trabalhando para o suporte do Proton, possibilitando o funcionamento em jogos que usam essa solução.

Um fato curioso é que a Valve está contratando novos engenheiros de software para trabalhar com o SteamOS, será que tais desenvolvedores serão aplicados nos esforços desta parceria entre EAC e Valve?

OK, tem Steam para Linux, mas e a Origin?


Nem só de Steam viverá o gamer Linux”, e isso é uma realidade, mesmo não possuindo no momento um cliente nativo Origin, alternativas como o já citado Lutris, possibilitam em alguns casos a execução de títulos da EA, porém o anti-cheat persegue até nestes momentos e pode “acabar com a festa”.

Uma das vantagens de um software ser Open Source, é a possibilidade de sua utilização em outros projetos, e isso não é diferente com o Proton, que além de funcionar no Steam Play, pode ser utilizado no Lutris, recebendo todas as vantagens, e caso a parceria em desenvolvimento mútuo da Valve e EAC vá adiante, até mesmos títulos da EA Games poderão se beneficiar de tal implementação.

origin-ea-games-linux

E se a EA Games estivesse trabalhando em uma versão nativa de seu cliente Origin para Linux? Essa é outra possibilidade, recentemente uma discussão no Reddit entre usuários do site, levantou indícios que algo assim possa se concretizar em um futuro não tão distante.

Alguns usuários postaram suas experiências ao entrar em contato com o suporte da EA, questionando se existiria a possibilidade de uma versão Linux da Origin, e em meio a tantas respostas algumas foram positivas e outras negativas, houve um compartilhamento de um print, dessas supostas afirmações por parte dos atendentes.

Quando questionado sobre uma possível versão Origin para Linux, o suposto atendente da EA diz que tal projeto é uma prioridade e está em fase final de testes, podendo em qualquer momento ser liberado ao público. 

“So as i have checked the work in progress list that we are currently working on. This is on the priority, so you can expect it anytime very soon, As of now the work is being done on it to enhance the experience and its is almost completing stage.”

O usuário questiona se existiria uma data prevista para o lançamento, porém a única resposta foi que por não participar da equipe de desenvolvimento uma data não poderia ser repassada, mas que existia a garantia de estar nos estágios finais do desenvolvimento.

“As I am not in the developer team, I won’t be giving a estimate time but I can tell you that its almost in completing stage.”


Se tais informações forem reais, a comunidade de gamers Linux, receberá mais títulos e facilidades ao desfrutar de games na plataforma, e possivelmente novos players poderão jogar com maior comodidade e com a segurança de um suporte oficial pelas empresas.

E você, também joga no Linux? Deixe nos comentários suas experiências durante suas jogatinas no sistema do pinguim.

Até o próximo post, te aguardo, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!

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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Muitos que chegam ao blog, no canal Diolinux e no grupo do Facebook, perguntam como preparar o seu computador para que se possa jogar tanto na Steam via Steamplay ou até mesmo em outras lojas, como Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store. No post de hoje vamos mostrar o que você precisa instalar para rodar esses games.


 Aprenda a deixar o Ubuntu e o Linux Mint prontos para jogar!






Vamos começar com o básico, que é a verificação se a sua GPU tem suporte ao Vulkan, o que permitirá usar o DXVK para rodar os games, tanto pela Steam quanto nas outras lojas.

Logo abaixo você pode  consultar se a sua placa é compatível com Vulkan. É de suma importância que a sua GPU tenha suporte completo para o Vulkan, pois se não tiver, pode ser que o jogo não rode de forma satisfatória.




Depois disso vamos instalar o último driver para Nvidia e AMD/Intel. No primeiro caso precisamos usar o driver 415.27 e no segundo caso precisamos usar o Mesa Driver 18.3 para ter as últimas atualizações e implementações para Vulkan. Para instalar as últimas versões dos drivers, vamos deixar 2 links logo abaixo com o procedimento completinho de como fazer. Para o pessoal que usa AMD/Intel é recomendado o PPA do Padoka.




OBS: Estas são as versões dos drivers no momento da criação deste artigo, dependendo do momento da sua leitura, podem haver versões mais recentes, atente-se para esse detalhe.

Passos opcionais que podem melhorar a compatibilidade


Se você pretende usar o Steamplay, só a instalação dos drivers adequado já deve ser o suficiente, porém, se deseja utilizar uma ferramenta como o Lutris para rodar games de outras lojas, ainda que o Lutris se encarregue de fazer todos os ajustes geralmente, para aumentar o nível de compatibilidade é possível instalar alguns complementos ao Wine nativo do seu sistema.

Primeiro precisamos habilitar o suporte para arquitetura de 32 bits, isso é fácil de fazer vamos abrir o terminal e digitar (ou colar) o seguinte comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Agora vamos instalar o Wine-Stable pelo Synaptic e procurar por esses pacotes lá:

wine-stable (3.0-1ubuntu1) ; libwine (3.0-1ubuntu1) ; libewine-development (3.6-1) ; wine64 (3.0-1ubuntu1) ; wine64-development (3.6-1) ; wineprefix e fonts-wine

No caso do Linux Mint, você também pode procurar diretamente na loja de aplicativos, não precisando do Synaptic necessariamente, no Ubuntu, obrigatoriamente será necessário usar o Synpatic, ou então usar o terminal para instalar cada um dos pacotes usando o “apt”.

Agora vamos conferir se os pacotes do Vulkan estão instalados, se você estiver usando Nvidia, ao instalar o driver, o suporte à Vulkan é ativado, não sendo necessário outras medidas. Se você usa AMD ou Intel confira se o Mesa Driver instalou o pacote mesa-vulkan-drivers. Agora os pacotes:

libvulkan1 ; libvulkan1:i386 e vulkan-tools

Por via das dúvidas, caso você use Nvidia e queira conferir, procure por esses: libnvidia-gl-415 ; libnvidia-gl-415:i386

Depois de fazer esses procedimentos, foi possível rodar o jogo Mass Affect 2 via Origin no Lutris, confira o desempenho no vídeo abaixo, além do tutorial de instalação dos drivers passo a passo:

             

Para instalar o Lutris, depois de seguir esse tutorial, basta seguir o passo a passo deles. Outra alternativa é baixá-lo diretamente da loja de aplicativos na sua distro. 

Com esses pacotes instalados, você vai poder jogar os games que não estão na Steam, como os jogos da Uplay, Origin, Battlenet e Epic Store (tirando o Fortnite,  atualmente).

Feito isso é só acessar o site do pessoal do Lutris e procurar pelo seu jogo e rodar 🙂

             

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Como instalar Yu-Gi-Oh! Duel Links (PC) no Linux via Steam Play

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Duel links é o atual popular título da Konami da franquia milionária Yu-Gi-Oh! O game vem fazendo muito sucesso, sendo lançado primeiramente para dispositivos móveis, tendo mais de 10 milhões de downloads na Google Play, posteriormente chegando aos PCs pela Steam, onde é gratuito e disponibilizado para Windows originalmente, mas graças ao Proton e ao Steam Play você pode jogar no Linux como se fosse um game nativo.

duel-links-steam-play-proton-linux






O procedimento para fazer a instalação é realmente simples, porém, é necessário fazer um pequeno ajuste para rodar o jogo perfeitamente. Primeiro eu vou te explicar como fazer a instalação, depois eu te explico o porque da instalação precisar ser feita dessa forma.

Como fazer a instalação do Duel Links no Linux


Existe aqui um pequeno passo a passo, sendo que alguns destes passos não são necessários caso você já utilize o Steam Play com o Proton para outros games.

1 - Nas configurações do seu cliente Steam, ative a compatibilidade com o Steam Play

Temos um artigo aqui no blog explicando o passo a passo para habilitar a ferramenta, com dois ou três cliques você consegue ativar a funcionalidade, basta conferir aqui. Se você já tem o Steam Play ativado, esse passo pode ser desconsiderado.

2 - Faça o download do Game

O Duel Links é um game bem pequeno no seu download inicial, mal chegando aos 100 MB de tamanho, ainda que requeira até 4GB de espaço em disco caso você queira baixar as imagens das cartas em alta resolução. Procure pelo game na Steam e instale normalmente, mas não clique em jogar ainda.

Em tese, isso deveria ser o suficiente, ou seja, é o mesmo processo que você faria no Windows, entretanto, o Duel Links necessita do Net Framework 4.5 para rodar, no Windows o game considera que essa dependência já está instalada, pois geralmente está (caso não esteja, mesmo no Windows, você precisará instalar), já no Linux, obviamente ela não está instalada, por se tratar de um componente Windows.

O jogo precisa também do DirectX, do VCrun, entre outras dependências, porém estas são instaladas ao clicar em "jogar" ou "play" pela primeira vez, como a maior parte dos games. Como você deve estar imaginando, a grande questão aqui é instalar o Net Framework 4.5 no Steam Play, no prefixo do Proton do Duel Links.

Eu sei, até soa meio complicado, mas não é, vai por mim.

3 - Instale o Winetricks

Vamos precisar do Winetricks para instalar esse complemento, além de ter o próprio Wine instalado para evitar estes problemas, precisamos dos seguintes pacotes:
  • wine64 
  • wine32-preloader 
  • winetricks
Você pode procurar por eles no seu gerenciador de pacotes ou loja de aplicativos e instalar um por um, no caso do Ubuntu, com a GNOME Software como loja, esse tipo de pacote não é encontrado, então você pode usar o Synaptic para isso, já no Linux Mint, você tem esse recurso através da loja do sistema.

WINE-LINUX-INSTALL
Gerenciador de pacotes do Linux Mint
Caso você use outra distribuição, consulte o gerenciador de pacotes da sua distro e procure pelos pacotes mencionados. Caso você use Ubuntu ou Linux Mint, é possível instalar todos os pacotes com um comando único no terminal:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y
O próximo passo é instalar, via Winetricks, o pacote dotnet4.5, que referencia o Netframework 4.5.

Para fazer isso, o Winetricks pode ser aberto pelo menu, ele é uma aplicação gráfica, porém, atente-se para escolher o diretório onde o game (Duel Links) está instalado, originalmente no Steam Play ele fica nesse diretório:

home/dionatan/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx

Onde o nome dionatan deve ser substituído pelo nome do seu usuário, selecionando a opção de instalar complementos e adicionando o DotNet4.5, entretanto, eu acho mais fácil rodar outro comando simples que vai fazer todo o processo por você:
WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Não sei se você percebeu, mas se você quiser fazer tudo de uma vez pelo terminal, algo quase mágico que o Linux proporciona, você pode instalar os programas necessários e "aplicar o patch" no jogo copiando e colando este único comando no terminal, tudo de uma vez:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y && WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Simples e rápido.

4 - Agora é só jogar! 

Com este pequeno ajuste é possível jogar o game normalmente, basta clicar em "Play" ou "Jogar", aguardar a instalação daqueles componentes que o jogo precisa e logar com a sua conta. O ideal é ter a sua conta atrelada ao perfil da Konami para poder recuperar os seus decks do game que você joga no Smartphone.

Seguem algumas telas do game rodando no Linux Mint 19.1:

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Como melhorar a situação?


O game roda perfeitamente bem, sem travamentos, engasgos ou qualquer outra coisa, porém, sabemos que ele não é um primor de porte. Parece que Konami simplesmente jogou o Duel Links dentro do Unity 3D e exportou para PC, e não se preocupou nem em adicionar todas as dependências que o jogo precisa para instalação na primeira "run" do jogo.


Felizmente rodar ele no Linux, apesar do ajuste, hoje em dia é muito simples, mas poderia ser ainda mais, caso esse passo fosse desnecessário, e é aí que você entra. Fale com a Konami no Twitter, mande e-mails e peça pela simples inclusão desse pacote no instalador do jogo, provavelmente até quem joga no Windows vai se beneficiar.

Até a próxima e que o coração das cartas esteja com você!
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Epic Games lançará loja própria para concorrer com a Steam, cliente para Linux está no radar.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

A Epic Games anunciou no seu blog nesta Terça-feira (4), o lançamento da Epic Games Store, concorrente direta da Steam, que é mantida pela Valve. Segundo a Epic Games, a plataforma dela será mais rentável aos devs.


Epic Games lançará loja própria para concorrer com a Steam, cliente para Linux está no radar.






O anúncio foi feito pelo fundador da Epic Games, Tim Sweeney, comentando que “depois de 5 anos desenvolvendo um ecossistema com pagamentos em diversas formas de pagamentos”, com o Launcher deles e a Unreal Engine para PC e Mac, graças ao crescimento em grande escala do Fortnite, estaria na hora de entregar o algo a mais para os desenvolvedores.

Ainda segundo Tim, a Epic quer entregar uma loja com recompensas justas aos devs e também um relacionamento direto com eles, assim facilitando a comunicação.

Agora vem a fala dele que deixou muita gente esperançosa, e eu me incluo nelas =), foi a seguinte:

“Em breve lançaremos a Epic Games Store e vamos começar uma longa jornada para avançar na causa de todos os desenvolvedores. A loja será lançada com um conjunto de jogos, com uma curadoria manual para PC e Mac, depois será aberta de forma mais ampla para outros jogos e para o Android e outras plataformas abertas ao longo de 2019.”

Bom, como o pessoal do blog GamingOnLinux comentou, qual plataforma “aberta” poderia ocupar esse espaço? Muito provavelmente o Linux. E isso não seria nenhum absurdo, pois como comentamos em Agosto, no artigo Hollywood junta-se a Linux Foundation para criar a Academy Software Foundation, umas das empresas a “abraçar” o Linux foi a Epic Games, então ela lançar a sua plataforma para ele não seria nada anormal ou fora do padrão, visto que a Unreal Engine 4 já funciona no Linux e isso não seria o empecilho de porte para jogos para o Pinguim.

Outra cartada da Epic Games, é atrair os desenvolvedores através do lado financeiro da plataforma, dando uma parte maior do que a Valve oferece, mesmo ela mudando às políticas, em que ela diz o seguinte:

“ A partir de 1º de outubro de 2018 (i.é., não contando a receita acumulada anterior a este período), quando um jogo arrecadar mais de US$ 10 milhões no Steam, a divisão da receita do aplicativo será ajustada para 75%/25% no que for arrecadado para além desses US$ 10 mi. A partir de US$ 50 milhões, a divisão da receita será ajustada para 80%/20% no que for arrecadado para além desses US$ 50 mi. A receita conta pacotes do jogo, conteúdos adicionais, venda de conteúdo dentro do jogo e a tarifa do jogo cobrada em transações no Mercado da Comunidade Steam. A nossa expectativa é que essa alteração recompensará os efeitos de rede positivos gerados por desenvolvedores de grandes jogos, alinhando os seus interesses com os do Steam e da comunidade em geral.” - Valve via blog oficial.

Já a Epic Games vai oferecer 88% para todos os devs que forem utilizar a sua plataforma e ainda não cobrará os tradicionais 5% de royalties de quem utiliza a sua Engine para games, mostrando um gráfico em sua apresentação para facilitar o entendimento:



Para mais detalhes do anúncio, você pode acompanhar no blog oficial da Epic Games.


Acho que o Linux vai ser a plataforma “misteriosa”, além do Android, e para mim é uma atitude acertada, concorrência sempre é bem vinda e assim faz com que a Valve trabalhe também para não ficar para trás,  assim melhorando o seu serviço. Também acho que a provável chegada da Epic Games no Linux, vai ser muito benéfica, pois assim teríamos mais uma grande empresa do mundo do jogos apostando no sistema do pinguim e isso pode trazer mais empresas para ele, porque não pensar em Blizzard e Ubisoft? Nunca se sabe. 


O que você acha que vai acontecer com a nova concorrente da Steam?

Até uma próxima e um forte abraço.

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Novo game da Valve, Artifact é lançado oficialmente com versão para Linux

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

A Valve é certamente uma das empresas mais queridas pelos gamers, seja por manter a plataforma Steam, um meio consideravelmente acessível de comprar jogos para computador, seja pelos seus famosos jogos, como Counter Strike, Dota 2, Half Life, entre outros. Acontece que depois de vários anos sem lançar novos títulos, a empresa finalmente lançou o seu novo game de cartas, Artifact, que claramente chega para ser um concorrente do HearthStone, um dos jogos de sucesso da Blizzard.

Game Artifact da Valve






Finalmente a versão final de Artifact chegou à Steam. O game segue a linha do clássico "card game" e teve a contribuição de um dos criadores do famoso game de cartas, Magic, Richard Garfield, com a intenção para torná-lo um pouco mais complexo, seguindo o exemplo do próprio Dota 2 em relação a outros mobas.

Artifact é feito para ser jogado online, player vs player, com batalhas através de 3 campos, chamados de "lanes", assim como em Dota 2, inclusive, essa semelhança não é à toa, o game em si é baseado no universo de Dota 2, jogo também disponível para Linux, gratuitamente, desenvolvido igualmente pela Valve.

A ideia mercadológica do jogo é que os jogadores possam comprar e vender cartas no mercado da Steam. O título foi lançado para Linux, Windows e macOS, porém, há planos para o próximo ano de chegarem versões para Android e iOS também.


Recepção e concorrência


Ainda é cedo para dizer o quão bem sucedido o game está sendo, mas dentre as recepções recentes, vemos muitos usuários se queixando, especialmente por conta do preço, ao mesmo tempo que muitos elogiam a criatividade para renovar um card game, algo que parece tão tradicional. Na Steam as avaliações são consideradas "Neutras" até o momento, coisa que geralmente acontece quando o game divide mutias opiniões.

Particularmente gosto de games de cartas, sou um fã de Yu-Gi-Oh! desde criança e já me aventurei um pouco com HearthStone, que inclusive, tem algumas mecânicas bem similares com as de Artifact, porém, minha crítica inicial se resume ao preço e a forma de comercialização do jogo.

Ao contrário de Dota 2, gratuito, que possui um grande mercado de itens colecionáveis interessantes, mas que não influenciam diretamente no gameplay, ou seja, não é um jogo "pay to win", Artifact ainda requer um pouco de "role play" para termos noção de qual caminho ele seguirá, abrindo possibilidade para um formato que me desagrada bastante, assim como muitos outros jogadores, tenho certeza.

Atualmente o jogo custa mais de R$ 70,00 no Brasil, cerca de USD 20,00 fora do país, o que é um valor consideravelmente alto para um jogo no formato, sem desmerecer card games, que como eu disse, sou muito fã. Além disso, ainda teremos o mercado de cartas, que até o momento não ficou claro para mim se permitirá comprar cartas que deem maior vantagem em relação a outros jogadores e não serão apenas "aparência". 

Se realmente isso acontecer, além de ser pago inicialmente, para se manter competitivo, você ainda terá de pagar mais...

Outros games concorrentes, como HearthStone, também possuem seus próprios mercados, mas são ao menos gratuitos para jogar, dão a chance do jogador testar e ver se realmente se interessa pelo jogo, seguindo um modelo mais tradicional. O próprio Duel Links da Konami, tem também várias formas de você gastar dinheiro em cartas e packs, mas é, ao menos, grátis para você experimentar. Assim como Gwent, da CD Project Red, game de cartas baseado no universo do game "The Witcher".

Quem sou eu para dizer o que a Valve deve fazer, mas cobrar pelo jogo, ainda mais um valor tão alto, vai fazer com que ele fique menos popular certamente, especialmente aqui no Brasil. 20 dólares é um valor tecnicamente acessível nos EUA, mas o valor do jogo precisa de um reajuste para o mercado Brasileiro, outro jogo muito famoso da Valve, CS:GO, sai por menos de R$ 30,00 atualmente, se Artifact chegar perto disso, será mais competitivo, talvez até mais justo. Pode ser que o preço baixe ao longo do tempo, mas se você quiser jogar agora, terá de pagar mais por isso.

A versão para Linux


Artifact foi lançado para Linux no "day 1", assim como as versões de Windows e macOS, para jogar o game no Linux os pré-requisitos mínimos são os seguintes:

  • Sistema operacional: Ubuntu 16.04 ou mais recente
  • Processador: Intel i5, 2.4 Ghz ou melhor
  • Memória: 4 GB de RAM
  • Placa de vídeo: GPU com suporte a Vulkan, Nvidia, AMD ou Intel
  • Rede: Conexão de internet banda larga
  • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
  • Placa de som: OpenAL Compatible Sound Card
Como podemos ver, tirando o requisito do Vulkan, o jogo é relativamente acessível, curiosamente, a versão de Linux tem 2GB a menos de tamanho para Download, comparado a versão de Windows, assim como a de macOS.

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