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openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Em um tweet recente, Richard Brown (presidente do projeto openSUSE), divulgou um link de uma lista de discussão sobre "o projeto deve mudar seu nome?", e isso vem tornando interessante a repercussão em cima do assunto.

openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação





Nesta lista, Richard pondera alguns pontos sobre essa mudança de nome do projeto para acomodar a futura fundação “openSUSE” , abordados no texto logo abaixo:



“Do meu ponto de vista, há uma série de benefícios de renomear o

Projeto openSUSE, especialmente quando se considera o anunciado no oSC intenção de formar uma “Fundação openSUSE” para ser um entidade que representa o projeto.

Para qualquer entidade que deseja ser totalmente autônoma e funcional, será necessário ter pelo menos algum controle/propriedade/direitos para o seu próprio nome e marca comercial. O nome atual do openSUSE torna essas coisas bastante complicadas. Marcas registradas são aplicáveis ​​apenas se forem consideradas exclusivas.

No momento, operamos em uma situação onde tanto o SUSE quanto o openSUSE são de propriedade da SUSE, portanto, são considerados 'exclusivos'. Isso tem alguns efeitos colaterais práticos - por exemplo, com nomes de domínio. A SUSE não pode permitir a ampla reutilização de sua marca sem arriscar a obrigatoriedade de sua marca registrada principal do SUSE, portanto, o SUSE efetivamente tem que se registrar e possuir todos os possíveis * opensuse *. *domínio que o Projecto ou qualquer das nossas comunidades ancilares usam, em para proteger sua marca registrada SUSE.

O SUSE faz um ótimo trabalho em disponibilizar esses domínios para o openSUSE usar nas circunstâncias atuais, mas isso ocasionalmente leva a situações que são desajeitadas e desconfortáveis ​​para todos os envolvidos. Por exemplo, a comunidade do openSUSE na Indonésia teve que transferir o domínio que eles registraram para executar seus sites da comunidade local / espelhos para o controle do SUSE, que ninguém realmente queria fazer e era logisticamente problemático, dado os detalhes de como registrar um domínio na Indonésia . Descobrir como / se a futura Fundação poderia possuir / controlar qualquer dos domínios do openSUSE é um tópico em aberto.

Falando especulativamente, baseado em conversas casuais e sem conselho (ainda), minha expectativa pessoal é que, se o Projeto decidir continuar operando sob o nome "openSUSE", então não há como o projeto ser o dono da marca registrada ao redor do projeto. Enquanto estou confiante de que o SUSE fará todo o possível para suportar o openSUSE nesta área, todos nós seremos limitados no que podemos fazer no áreas de nomeação, marcas registradas, subprojetos, domínios, etc, como resultado.

Renomear o Projeto, por outro lado, permitiria que o openSUSE formasse a fundação sob esse novo nome. Dado a amigável natureza cooperativa da nossa transição para este modelo de governança "menos dependente", posso prever uma situação em que, se o projeto decide renomear, operamos sob o nome novo e o antigo para um período, para evitar uma mudança muito perturbadora do "openSUSE" para "whatever" - isso funcionou muito bem nos dias do SUSE Linux 10.0 / 10.1 que foram produzidos "pelo openSUSE" por exemplo.

Então, apesar dos desafios e interrupções que qualquer renomeação poderiam causar, eu vejo os benefícios, especialmente em torno das partes mais complicadas das próximas negociações da Fundação.  Dito isso, minha opinião é apenas uma, se a comunidade é contra a ideia de renomear, é bom saber, e a Diretoria ter este feedback como fator em nossas negociações com o SUSE enquanto trabalhamos no sentido de formar a Fundação.

De qualquer maneira, nós realmente precisamos ter uma boa compreensão do que a comunidade em geral se sente sobre este tópico. Se não tivermos a discussão agora, provavelmente será tarde demais uma vez que entidades legais e acordos entre SUSE e openSUSE são formalizados.

Então, quaisquer que sejam seus pontos de vista, por favor, soem fora desta discussão, mesmo que a sua visão já seja ecoada por outros.  Você acha que o openSUSE deve mudar seu nome?”

O link para o começo da lista de discussão, você pode acessar aqui. Já para ver o texto do Richard em inglês, você pode consultá-lo aqui.

Agora queremos saber a sua opinião, sobre a possível criação da Fundação “openSUSE” e a possível troca de nome do projeto. Deixe aí nos comentários o que você acha.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço

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Configure o seu mouse Logitech no Linux com o Piper

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terça-feira, 28 de maio de 2019

Recentemente comprei um mouse Logitech G203, em breve devo fazer uma review dele no nosso canal do YouTube, mas posso dizer que, à primeira vista, parece um ótimo custo benefício. Você também pode ver algumas fotos dele no meu Instagram.

Logitech e Linux








O mouse por si só permite as configurações de DPI através de um botão na região central, algo bem tradicional até em modelos desse tipo, mas ele tem algumas funções que podem ser melhor configuradas via software, como a função dos botões e as cores do RGB, além do DPI e o Polling Rate.

No Windows essas configurações são feitas através do Logitech Software e este mesmo software ainda não tem versões para Linux, ainda que o mouse funcione perfeitamente, não sendo, por tanto, o mesmo caso do meu mouse Razer.



Existe um driver chamado "Libratbag" que suporta dispositivos Logitech, Etekcity, GSkill, Roccat e Steelseries, que possui uma interface chamada "Piper" que funciona perfeitamente com o meu novo G203.

Instalando o Piper e o Libratbag


Driver e Interface não são a mesma coisa, como o hábito com o Windows nos força a pensar, prova disso é que podemos usar várias interfaces diferentes para o mesmo driver Razer (openRazer), então, vamos primeiro instalar o nosso driver "libratbag".

As distros oficialmente suportadas são o Ubuntu, Fedora, Arch Linux, openSUSE e Debian (versão 10 em diante) e o procedimento de instalação pode ser visto no github.

No Ubuntu, você pode instalar o driver diretamente do repositório, usando um Software como o Synaptic, procurando pelo pacote: ratbagd

Se preferir usar o terminal, o comando é este:
sudo apt install ratbagd
Depois disso é só instalar a interface Piper, o que pode ser feito via Flatpak, através do Flathub, ou através de um repositório PPA.

- Veja como instalar um PPA no Ubuntu sem usar o terminal

Se preferir fazer pelo terminal, você pode usar estes comandos:
sudo apt-add-repository ppa:libratbag-piper/piper-libratbag-git
sudo apt install piper 
O interessante de usar o PPA é que você também recebe a versão mais recente do driver "libratbag" assim que ele sair.

Funções e configurações do Piper 


As funções disponíveis obviamente aparecem de acordo com o modelo do mouse, no meu caso, temos as seguintes opções:

Controle RGB Mouse Logitech

Podemos configurar o LED RGB que o mouse possui, usando cores sólidas, onde você pode escolher a cor que deseja, você também pode usar o padrão, que é o "Cycle", onde as cores ficam trocando. No App você pode mudar a intensidade da iluminação e o intervalo das trocas, também há a opção "Breathing", que faz com que as cores acendam e apaguem como se o mouse estivesse "respirando", daí o nome, inclusive; também há a opção de desligar as luzes.

Controle de teclas Logitech Linux

Os botões do mouse também podem ser configurados individualmente para fazer coisas diferentes, incluindo alguns macros prontos, ou modelos que você pode criar.

Controle de DPI Linux Mouse

A página inicial permite que você altere o polling rate do mouse, nesse caso entre 500 e 1000 Hz, e também faça modificações no DPI do mouse, que neste caso vai até 8000, podendo fazer ajustes intermediários em cada valor com uma barra deslizante, permitindo qualquer  valor desejado dentro do intervalo, até o máximo.

Não deixa nada a desejar


Você pode até dizer que o Piper não tem a interface mais linda de todas, mas definitivamente ela não é nada ruim e em termos de funcionalidades, não deixa nada a desejar em relação ao aplicativo da própria Logitech, o que o torna uma excelente alternativa de mouse para se usar com Linux. 

Antes de sair instalando o "libratbag" e o Piper para configurar o seu mouse, vale a pena consultar a lista de dispositivos suportados pelos desenvolvedores do driver, você pode fazer isso consultando o GitHub do projeto.

Será que a minha mira vai melhorar agora? Para descobrir, acesse o nosso canal na Twitch, tem live jogando no Linux todo dia por lá! 

Até a próxima!
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OpenSUSE Leap 15.1 lançado com novidades

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Com diversas melhorias no YaST, em seu instalador, com o kernel atualizado, suporte para GPUs AMD Vega a versão Leap 15.1 do openSUSE é lançado. Tendo como base o SUSE Linux Enterprise 15 SP1 (Service Pack 1).

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

A nova versão do openSUSE Leap traz muitas novidades, mas sem perder o seu foco em maturidade e estabilidade do sistema. Bebendo da fonte do SUSE Linux Enterprise 15 SP1, o novo Leap 15.1 se vale desta máxima de consistência. Afinal, clientes empresariais não podem se dar ao luxo de utilizarem um sistema com pacotes instáveis, imaturos e não testados o suficientemente.

Novidades no openSUSE Leap 15.1


Graças ao kernel Linux 4.19 houveram melhorias significativas ao conjunto gráfico em GPUs AMD Vega. Outro aspecto interessante é a implementação de suporte a virtualização de sistemas e de nuvem. A partir desta versão o Network Manager será padrão não apenas nos notebooks mas também nos desktops. O Wicked, sistema avançado de configurações de redes do openSUSE, continuará e contará com as versões populares de drivers de chipset wi-fi mais modernos. O YaST foi renovado para tirar proveito dos variados recursos oferecidos pelo systemd.

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

Falando sobre seu utilitário de instalação e configuração, houve mudanças significativas:

  • Melhor gerenciamento de serviços;
  • Firewalld com possibilidade de gestão por modo texto;
  • Firewalld com implementações avançadas do AutoYaST;
  • Melhor controle sobre fórmulas Salt;
  • Gestão de chaves SSH pelo usuário;
  • Particionador aprimorado;
  • Interface do usuário com total suporte a resoluções altas em 4k (HiDPI);
  • E muito mais...

Tempo de suporte do openSUSE Leap 15


“Continuidade e estabilidade são o que estamos oferecendo aos usuários com o Leap 15.1”, diz Haris Sehic, um dos membros da comunidade openSUSE. Sem dúvidas isso é o esperado pelos utilizadores da distro. Lembrando que o openSUSE Leap 15 foi lançado em 25 de Maio de 2018. A série 15 deve receber atualizações de segurança e software num período total de 36 meses, findando seu suporte em Maio de 2021.

Para conferir a nova versão do openSUSE efetue o download em seu site oficial. Já se pretende ver minuciosamente todos os detalhes de seu lançamento, acesse o comunicado oficial do mesmo.

Aproveitando que você vai baixar a nova versão, que tal aprender como instalar e configurar o openSUSE?


Usa openSUSE? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus?

Tenho um carinho especial por essa distro, por justamente ter utilizado e feito inúmeras customizações no openSUSE (quem utilizava o SUSE Studio sabe a nostalgia ✌✌✌).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Aos longínquos anos 90 e começo dos anos 2000, a Microsoft via o Open Source e o Linux como inimigos a serem “abatidos e eliminados”, de fato, em certa época Steve Ballmer, então CEO, chegou a falar que o Linux era um “câncer” para a MS. Anos depois a empresa mudou bastante neste sentido, especialmente à partir de 2016.


 Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux





Feito esse parênteses, hoje a Microsoft é mais próxima ao Open Source e do Linux, tanto que tem o Azure, o WSL e alguns apps portados para a plataforma, como o Skype e o Visual Studio Code. E quem sabe o navegador Edge e talvez o Microsoft Office 365, falaremos mais adiante.

Em referência ao #WorldPenguinDay (ao bicho mesmo), a conta de oficial da Microsoft que “cuida” da divulgação Open Source da empresa, fez um Tweet aproveitando a a oportunidade e “chamando” a comunidade a compartilhar quais projetos Open Source as pessoas mais gostavam:



Vários projetos foram mencionados, como o GNOME, KDE, Manjaro, Ubuntu, Pop!_OS, entre outros, como você pode ver na tread do Tweet acima.

Mas um comentário me chamou a atenção e a resposta a ele. O usuário Raywon Teja Kari, perguntou quando veríamos um porte do Microsoft Office 365 para Linux. E a conta da Microsoft respondeu, informando que ele deveria entrar no UserVoice do Office 365 e votar para isso, mais ou menos como aconteceu no caso da Adobe.



Se você quiser votar e ajudar a trazer o Microsoft Office 365 para o Linux, basta acessar aqui.

Um “ponto negativo”, pelo menos para mim, foi a ausência de empresas grandes do setor, como Canonical, IBM/Red Hat e a Suse (até o fechamento desta edição, elas não interagiram com o tweet, somente foram mencionadas)

Mas, tirando isso, acho muito importante essa guinada da Microsoft nesses últimos anos em apoiar o Linux e o OpenSource, isso mostra que o mesmo pode ser mais um aliado do que “um câncer a ser combatido”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum, aproveite e conte pra gente qual o seu projeto Open Source favorito e viva o pinguim!

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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SUSE colabora com Intel e SAP para acelerar a transformação de TI com memória persistente no Data Center

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

A SUSE anunciou hoje o suporte para a memória persistente Intel OptaneTM DC com SAP HANA. Executados no SUSE Linux Enterprise Server (SLES) for SAP Applications, os usuários do SAP HANA podem agora tirar proveito da memória persistente de alta capacidade Intel Optane DC no data center.

 SUSE colabora com Intel e SAP para acelerar a transformação de TI com memória persistente no Data Center





Os usuários podem otimizar seus workloads, movimentando e mantendo altas quantidades de dados mais próximas do processador e minimizando a maior latência de buscar dados do armazenamento do sistema durante a manutenção. O suporte para a memória persistente Intel Optane DC, atualmente disponível em versão beta de vários provedores de serviços na nuvem e fornecedores de hardware, é outra forma pela qual a SUSE auxilia clientes a transformar suas infraestruturas de TI para reduzir custos, oferecer melhor desempenho e competir com mais eficiência.

“A tecnologia de memória persistente irá desencadear novas aplicações para acesso e armazenamento de dados”, diz Thomas Di Giacomo, Chief Technology Officer (CTO) da SUSE. “Ao oferecer uma solução totalmente suportada com base na memória persistente Intel Optane DC, as empresas podem aproveitar melhor o desempenho do SAP HANA. A SUSE continua firmando parcerias com empresas como SAP e Intel para atender clientes em todo o mundo que buscam impulsionar o crescimento, transformando sua infraestrutura de TI. São suas necessidades que orientam a direção de nossa inovação”.

“A memória persistente Intel Optane DC representa uma nova classe de memória e tecnologia de armazenamento, projetada especificamente para aplicação no data center. Essa nova classe permite soluções de banco de dados com memória de baixo custo e alta capacidade; garante maior tempo de atividade do sistema e recuperação mais rápida após os ciclos de energia; e oferece aplicativos de escala em nuvem com desempenho mais alto”, relata Alper Ilkbahar, vice-presidente e gerente geral do Grupo de Soluções de Memória Não Volátil e Armazenamento da Intel.

“Ao trabalhar em conjunto com a SUSE e a SAP para levar essa tecnologia transformadora aos nossos clientes, podemos ajudá-los a aproveitar toda uma nova geração de aplicativos e serviços que podem fornecer recursos revolucionários para a era centrada em dados ou ‘data-centric’”, complementa Ilkbahar.

“A capacidade de fornecer memória persistente para o SAP HANA é um marco significativo em nosso relacionamento contínuo com a SUSE e a Intel. O SAP Digital Core baseia-se no conceito de simplificar a infraestrutura para aumentar a produtividade e obter insights em tempo real”, afirma Martin Heisig, Head da Rede de Inovações Tecnológicas SAP HANA.
O SAP HANA oferece às empresas de todos os tamanhos uma solução de banco de dados de alto desempenho para suas aplicações SAP. Os clientes que utilizam o SUSE Linux Enterprise Server for SAP Applications e executam workloads do SAP HANA na memória persistente Intel Optane DC podem esperar por economias de custo de infraestrutura juntamente com uma redução na sobrecarga de gerenciamento. Como os workloads do SAP HANA são executados em Linux, o sistema operacional SUSE Linux Enterprise é atualmente a única solução que oferece suporte para a memória persistente SAP HANA e Intel Optane DC.

O suporte para a memória persistente Intel Optane DC com workloads SAP HANA em execução no SUSE Linux Enterprise Server for SAP Applications está incluído no SUSE Linux Enterprise 12 Service Pack 4, disponível agora em todo o mundo. Para mais informações sobre o SUSE Linux Enterprise, acesse https://www.suse.com/pt-br/products/server/

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SUSE inicia preparativos para conferência global em open source

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A SUSE está com inscrições abertas a participantes e chamada de trabalhos para o SUSECON 2019, conferência global em open source. Com o tema "My kind of open", o maior evento organizado pela empresa será sediado em Nashville, Tennessee, nos Estados Unidos, de 1 a 5 de abril de 2019.

 SUSE inicia preparativos para conferência global em open source








Com altos investimentos em colaboração e na escolha de parceiros, clientes e membros da comunidade, a SUSE redefiniu o conceito "open", tornando-se muito mais que uma empresa open source, com uma ampla liberdade. O SUSECON vai expor essa filosofia "open, open source", com a apresentação das mais recentes soluções de infraestrutura definidas por software e entrega de aplicativos, flexíveis o suficiente para implementação em qualquer lugar e responsáveis por alimentar a transformação digital e o crescimento dos negócios.

A transformação de TI exige novas tecnologias, como Kubernetes, soluções flexíveis e escaláveis, para o gerenciamento de dispositivos de IoT e os dados que eles coletam, além de soluções de Inteligência Artificial e machine learning, baseadas em computação de alto desempenho. O evento apresentará também soluções open source que têm ajudado as empresas a construir infraestruturas modulares e ágeis, usando abordagens multicloud e de nuvem híbrida, que preenchem o gap existente entre a TI tradicional e a TI de amanhã.

"O SUSECON triplicou de tamanho nos últimos anos, mantendo o espírito e a energia típicos da cultura SUSE. A conferência combina conteúdo técnico de alta qualidade com nossa abordagem aberta aos relacionamentos de negócios e nosso compromisso com um modelo de negócios e desenvolvimento 'open, open source'. O objetivo é fazer com que nossos clientes e parceiros sejam bem-sucedidos", afirma Michael Miller, presidente de Estratégia, Alianças e Marketing da SUSE.


"O momento atual é mais crítico para as organizações de TI do que nunca, com incertezas sobre o futuro e a transformação digital. O SUSECON 2019 contará com sessões técnicas minuciosas, laboratórios práticos e acesso direto a executivos e especialistas em tecnologia, que poderão fornecer uma visão clara do que está por vir e o que isso significa para as empresas digitais do futuro", complementa Miller.


Em 2017, Praga, capital da República Tcheca, recebeu a última edição da conferência global. Ali, a SUSE reforçou a importância de parcerias e alianças, contando inclusive sobre a colaboração com a SAP para a capacitação de empresas e de desenvolvedores na SAP Cloud Platform e sua ampla parceria com a Microsoft. Anunciou ainda novas versões de sua solução de gerenciamento, o SUSE Manager, e de sua plataforma de gerenciamento de containers, o CaaS Platform.

A cada ano, o SUSECON amplia os limites dos eventos organizados pela indústria, com conteúdo técnico, oportunidades de educação e certificação (incluindo exames complementares) e networking em um ambiente leve, divertido, envolvente e exclusivo SUSE. Por exemplo, neste ano, a SUSE convidou seus clientes, parceiros e simpatizantes da marca a participar dos lendários vídeos de paródias de músicas do SUSECON. Os participantes podem ganhar uma viagem para o evento, em Nashville, e ter sua música produzida pela SUSE, enviando a ideia da música principal junto à letra da paródia. A ideia e a letra do segundo lugar também serão gravadas e publicadas no YouTube.

Clientes, parceiros e entusiastas da comunidade são incentivados a enviar suas propostas de palestra. Para mais informações sobre o SUSECON, incluindo inscrições, call for papers e oportunidades de patrocínio, visite www.susecon.com.
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SUSE expande educação em software open source em todo o mundo

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A SUSE® está expandindo seu apoio para a próxima geração de desenvolvedores de software open source, por meio do crescimento global do Programa Acadêmico SUSE.

 SUSE expande educação em software open source em todo o mundo






O programa está preparando desenvolvedores em indústrias de todos os setores para atender às novas demandas da economia digital, fornecendo conhecimento em open source, materiais de treinamento e um projeto de compras de soluções de ensino com baixo custo para a comunidade educacional.

Fundado em maio de 2017, o Programa Acadêmico SUSE tem crescido vertiginosamente e já inclui mais de 400 universidades, escolas, bibliotecas e outras instituições acadêmicas. O programa também aumentou seus recursos e pretende dobrar seu número de participantes nos próximos seis meses.

"A SUSE tem sido uma defensora da educação em open source, e nossos links existentes com o meio acadêmico nos permitiram trabalhar com um grande número de escolas em um curto período de tempo", afirma Sander Huyts, vice-presidente da SUSE e líder do Academic Program.

"Estamos comprometidos com o desenvolvimento de habilidades e educação em open source no nível acadêmico, porque os consideramos críticos para a saúde a longo prazo da nossa indústria. São elementos fundamentais para a tecnologia moderna. Continuaremos a aumentar os recursos e o suporte para garantir que o open source continue a prosperar”, complementa.

A demanda por habilidades em open source está em alta e aumenta a cada ano. De acordo com o Open Source Jobs Report (em uma tradução livre, o Relatório de Empregos em Open Source de 2018), realizado pela Linux Foundation, a contratação de talentos em open source é uma prioridade para 83% dos gerentes de contratação, o que representa um crescimento de 76% em relação a 2017.

O Programa Acadêmico SUSE oferece uma variedade de serviços para atender a demanda por talentos e o conhecimento avançado de open source. Isso inclui treinamento para obter o certificado em Linux e outros cursos, materiais curriculares dos estudantes para professores e funcionários, produtos SUSE gratuitos para uso educacional ou de laboratório, um programa especial de compras da SUSE para instituições educacionais, ferramentas de desenvolvimento e acesso à base de conhecimento, fóruns e suporte técnico.

Participantes do Programa Acadêmico SUSE


O programa da SUSE está impactando positivamente as vidas de educadores e estudantes em todo o mundo, inclusive nas Universidades de Oxford, Cambridge, Czech Technical, Estadual de San Diego, British Columbia, além da Faculdade de Tecnologia de Nova Iorque.

"Nossa universidade tem utilizado o programa para vários alunos como parte do currículo para especialistas em sistemas, para fins internos de ensino e aprendizagem", relata Werner Degenhardt, diretor acadêmico e CIO da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

"Nós amamos o programa. É muito fácil aplicá-lo e ele já nos trouxe excelentes resultados".

"Os materiais fornecidos no Programa Acadêmico são muito impressionantes. Estou usando o programa para desenvolver um laboratório para os estudantes instalarem uma pequena nuvem e incorporarem o SUSE OpenStack Cloud em nossa disciplina de teoria do sistema operacional" , comenta Philip Chee, tecnólogo em ciência da computação e professor da Faculdade Fleming em Peterborough, Ontário, Canadá.

Para mais informações sobre o Programa Acadêmico SUSE, clique aqui.
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Top 5 - Distros Linux para usar em servidores

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A tecnologia Open Source é extremamente versátil, mas sem dúvida, um local onde ela se destaca é na infraestrutura de serviços e da própria internet. O Linux é muito popular neste segmento e por isso hoje você vai conhecer cinco distribuições Linux  que você provavelmente vai esbarrar ao trabalhar com servidores.

Linux para Servidores





É importante conhecer as distribuições Linux mais famosas neste segmento para poder ser preparar melhor para o mercado de trabalho, caso você deseje trabalhar com servidores Linux, claro, ou simplesmente para saber dar algumas indicações em caso de necessidade.

O termo "servidor" é, por si só, muito vago. O ponto importante é atividade que "o dito cujo" irá realizar, em outras palavras, "o que ele irá servir". 

Certamente existem distribuições construídas para atender determinadas demandas que são excelentes, como RockStor, Open Media Vault, Zentyal, etc. Na verdade, qualquer distribuição Linux com foco em servidores pode ser aplicada para cada uma das atividades que existe uma solução desenvolvida especificamente, basta aprender a configurá-la e colocar o serviço para funcionar.

Na lista de hoje entrarão distribuições Linux que podem ser usadas para propósitos genéricos e são reconhecidas no mercado como excelentes opções.

- Debian


O Debian é uma das principais distribuições Linux do mundo, utilizada por grandes projetos de missão crítica, como os sistemas que controlam a estação espacial internacional. Naturalmente todas as distribuições focados em servidores são estáveis, mas este é um assunto que o Debian leva muito a sério, a ponto de você relacionar as duas palavras facilmente. Precisa de um servidor estável? O Debian é uma ótima opção!


O "filho do Debian" também tem lugar garantido neste segmento. O sistema é também um dos mais populares no mundo dos servidores, utilizado em vários sistemas onde intermitência é importante, como laboratórios de meteorologia. Por ser muito popular nos desktops também, é certamente um local com muita documentação e tutoriais, assim como o Debian, para se começar a planejar o seu servidor.


Mudando para "o lado RPM da força", começamos com o Red Hat EL, mantido por uma da maiores empresas do mundo nos segmento de infraestrutura de T.I utilizando tecnologias Open Source. O Red Hat é tão confiável e estável que é utilizado para controlar os submarinos do exército dos EUA, mas claro, sua aplicabilidade não se resume aí.


Curiosamente, a popularidade do RHEL faz com que o CentOS seja tão famoso quanto. O CentOS é conhecido como " a versão grátis do Red Hat" e é usado largamente por serviços de Hospedagem, como os nossos amigos da HostGator, que atuam em vários locais ao redor do mundo.

Pela grande documentação presente para o Red Hat Enterprise Linux ser correspondente ao CentOS, ele também costuma ser a escolha para infraestrutura de diversas empresas de tamanhos diferenciados.


A SUSE é uma das empresas pioneiras no uso do Linux e de software Open Source para infraestrutura. Atualmente a empresa atravessa uma nova e interessante fase, com maior orçamento e independência e é extremamente popular, especialmente na Europa. O Yast (Yet Another Setup Tool) talvez seja a "feature killer" do SUSE para o mercado.

Repare uma coisa...


Repare que eu não coloquei números na minha lista, especialmente porque eu não acredito que exista uma ordem de "melhor para pior" ou vice e versa, estas são, sem dúvidas, as mais famosas distros do mercado, entretanto, elas não são as únicas, outras que poderiam entrar facilmente numa lista como esta são o Oracle Linux, da Oracle e o ClearOS, da Intel, entre outras, mas de toda forma, a lista precisava ter um fim.

As informações aqui contidas podem te ajudar a dar uma direção para os seus estudos e testes de sistemas operacionais, seja para se preparar para o mercado de trabalho, seja para uma certificação. Apesar disso, nada impede que você tenha um favorito, qual a versão do Linux que você mais gosta de usar em servidores?

Até a próxima!
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SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado.

SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source






A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado. 

A SUSE está melhor posicionada para orientar as empresas por meio das demandas de transformação digital, com inovação em open source e expertise em infraestrutura definida por software, entrega de aplicativos e tecnologias de computação em nuvem.

“A SUSE vem prosperando há décadas, com base em princípios simples: ouvir o cliente, aceitar a inovação e mudar para melhor”, afirma Nils Brauckmann, CEO da SUSE. “Além disso, estamos em uma trajetória crescente, com expansão tanto orgânica quanto por meio de aquisição tecnológica. Esse modelo de expansão, de ‘construir e comprar’, gera valor contínuo aos clientes e impulsiona o crescimento sustentável para as demandas do negócio. À medida que o negócio cresce, a SUSE continua comprometida em ser ‘open, open source’, oferecendo liberdade de escolha aos clientes”

Além de contrariar o conceito de “vendor lock-in”, a SUSE tem investido em flexibilidade e buscado evoluir de um mero “fornecedor Linux” para uma empresa de tecnologias para nuvem, infraestrutura definida por software e soluções de entrega de aplicativos. Isso gerou um crescimento dinâmico e lucrativo, à medida que a organização se adapta continuamente aos requisitos de parceiros e clientes. Como as empresas precisam ser cada vez mais ágeis e economicamente eficientes, precisam alavancar ativos digitais, informações e inovações de software, que possibilitem a transformação digital.

A SUSE é construída a partir de sua expertise com o Linux e trabalha com um ecossistema de parceiros e comunidades, para adaptar e proteger soluções open source apoiadas por serviço e suporte superiores. Essas tecnologias emergentes da infraestrutura são construídas no open source e Linux, e criam novos níveis de liberdade e flexibilidade para clientes.

“Nos últimos anos a SUSE expandiu seu portfólio para novas áreas, como armazenamento, nuvem e containers. Por conta da maior independência e aquisição pelo grupo sueco EQT Partners, a SUSE está respondendo à demanda de mercado com uma plataforma neutra, porém abrangente, que suporta múltiplas nuvens públicas e privadas, assim como integração de infraestruturas on-premises com softwares como o SUSE Linux Enterprise (SLE) 15” , diz Jay Lyman, analista principal da 451 Research.

A liderança da SUSE em mercados consolidados e emergentes é evidente em todo o mundo. Seus clientes estão entre as nove das 10 maiores empresas aeroespaciais, as 10 maiores fabricantes de automóveis, quatro dos cinco maiores bancos, metade dos maiores supercomputadores e 80% das organizações presentes na Fortune Global Top 50. Além disso, 70% de todos os aplicativos SAP em execução no Linux são executados em SUSE Linux Enterprise, incluindo mais de 90% das implementações SAP HANA. A SUSE desenvolveu o mercado de mainframe Linux há mais de 17 anos, permanecendo até hoje como líder.

“Como membros fundadores da Linux Foundation, a IBM continua trabalhando com a SUSE nas principais iniciativas open source, inclusive com o SLES como uma empresa com todo o suporte, sistema operacional otimizado para as plataformas da IBM – IBM Z, LinuxOne e Power Systems”, relata Kathy Bennett, vice-presidente de desenvolvimento e suporte técnico do IBM Systems ISV Ecosystem. “Nosso trabalho conjunto para dar suporte ao SAP HANA no IBM Power Systems, KVM na arquitetura Z, IBM z/VM integrada com tecnologias baseadas em nuvem e containers está acelerando a adoção pelos clientes de plataformas open source”.

“Na HPE, estamos comprometidos em fortalecer as iniciativas open source e padrões abertos em todo o setor, e lideramos os esforços no setor, com foco especial no Linux, há mais de 15 anos. Temos uma colaboração contínua com a SUSE em Linux, OpenStack e outros projetos. Eles impulsionam nossos esforços conjuntos para fornecer soluções valiosas, baseadas em open source, ao mercado”, declara Scott Farrand, vice-presidente de Hybrid IT-Platform Software da HPE.

Outros marcos para o momento positivo de negócios da SUSE incluem:

● De 1º de outubro de 2017 à 30 de abril deste ano, a SUSE registrou receita de US$ 182,9 milhões, o que representa um crescimento de aproximadamente 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA ajustado para esse período foi de US$ 56 milhões, ou seja, cerca de 23% de crescimento ano a ano.

● Desde agosto do ano passado, a base de funcionários da SUSE cresceu em quase 20%, chegando a aproximadamente 1.400 profissionais. A empresa investiu muito em suas equipes de engenharia e atendimento ao cliente.

● Novas e inovadoras soluções de infraestrutura definida por software e entrega de aplicativos apresentadas pela SUSE neste ano incluem: 

a) SUSE CaaS Platform 3 uma plataforma de Container-as-a-Service (CaaS) com Kubernetes;

b) SUSE Cloud Application Platform, para gerenciar aplicações, Platform-as-a-Service (PaaS) de nuvem nativa, por meio de Cloud Foundry e Kubernetes;

c) SUSE OpenStack Cloud 8, para nuvens privadas prontas para a produção;

d) SUSE Enterprise Storage 5, para armazenamento corporativo definido por software,

e) SUSE Manager 3.2, para gerenciamento de infraestrutura,

f) E o SUSE Linux Enterprise 15, reconhecido mundialmente.

● A SUSE expandiu as parcerias com os principais provedores de nuvem pública, incluindo Amazon Web Services, Google Cloud, IBM Cloud e Microsoft Azure.

● Desde 2013, mais de 10,7 mil aplicações de parceiros e de 7,6 mil sistemas de hardware foram certificados para serem executados por meio de softwares SUSE.

● Para garantir um serviço de qualidade e o envolvimento do cliente, mais da metade dos profissionais da SUSE estão concentrados em desenvolvimento e suporte ao cliente. Por isso, 90% dos clientes da SUSE estão satisfeitos com a experiência com engenheiros da SUSE e dois terços dos clientes classificam os engenheiros com uma pontuação perfeita.

● O compromisso da SUSE com o software e as comunidades open source continua a crescer, com a empresa atualmente engajada em mais de 100 projetos open source. Membro fundador de mais de 10 organizações open source, a SUSE tem representação em muitas associações e fundações, incluindo a OpenStack Foundation, Linux Foundation, Cloud Foundry Foundation, CNCF (Cloud Native Computing Foundation), OPNFV (Linux Foundation Networking), Open Mainframe e OpenHPC.

“A SUSE tem sido um membro ativo, produtivo e ‘open’ da The Linux Foundation desde antes mesmo que me envolvesse, em 2006”, relata Dan Kohn, diretor executivo da CNCF. “Com a CNCF, estou particularmente agradecido pelo compromisso inicial da SUSE, com solução Certified Kubernetes, e sua busca incessante por inovação e soluções de alta qualidade, confiáveis e utilizáveis”.

Saiba mais no site da SUSE.

Até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE é vendida por 2.5 bilhões de doláres!

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quarta-feira, 4 de julho de 2018

A SUSE, uma das maiores empresas do mundo a trabalhar com software Open Source, foi vendida nesta semana por dois bilhões e meio de dólares e agora pertence à EQT Partners.

SUSE Linux Vendida






A SUSE é uma das pioneiras em seu ramo  de atuação e também está por trás de uma das primeiras distribuições Linux com finalidades comerciais da história, além de financiar o belo projeto openSUSE.

Até então a SUSE era parte de outra empresa, a Micro Focus, e agora, pela primeira vez em muitos (dos últimos) anos a empresa será novamente "independente", visto que a EQT Partners é na verdade um grupo de investidores atuante no mercado de tecnologia e não uma empresa como a Micro Focus, que também oferece seus serviços próprios.

O novo investidor pretende ampliar o orçamento para o projeto SUSE e segundo as informações mencionadas pelo "chairman" do projeto openSUSE, Richard Brown, nenhum impacto negativo sobre o sistema será advindo desta compra, pelo contrário, coisas boas e novas podem chegar.

Nós temos uma ótima relação com o pessoal da SUSE aqui no Diolinux e torcemos pelo melhor da companhia e das pessoas que fazem parte dela.

Até a próxima!

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SUSE apoia o setor financeiro com infraestrutura definida por software Open Source

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terça-feira, 19 de junho de 2018

O setor financeiro vivencia o momento de transformação digital, com organizações mais automatizadas, sistemas interligados e clientes mais exigentes, visando novos modelos de gestão financeira mais confiáveis e escaláveis.  A SUSE, pioneira em software open source, atende às necessidades das instituições do segmento por meio de uma infraestrutura definida por software de código aberto, o que é possível devido às plataformas disponibilizadas pela empresa.

SUSE Linux






Desde 1992, quando a SUSE lançou sua primeira distribuição Linux - posteriormente nomeada como SUSE Linux Enterprise Server -, a empresa tem auxiliado a aumentar o nível de suporte de seus clientes com constantes melhorias realizadas no produto e em seus serviços. Este sistema operacional é um servidor open source seguro e de nível mundial. 

O SUSE Linux Enterprise Server ajuda na inovação para adaptar mais rapidamente às novas tecnologias, no aumento da confiabilidade do sistema e atende aos requisitos de segurança. Além disso, possibilita criar uma infraestrutura de TI ágil.

Junto com uma infraestrutura moderna, é necessário permitir o gerenciamento de dados – cada vez maiores das empresas – de forma a reduzir a complexidade e recuperar o controle. Por isso, uma das soluções recomendadas para o setor financeiro é o SUSE Manager, desenvolvido para Linux, que reduz o custo de gerenciamento de infraestrutura de TI, além de facilitar a adoção do DevOps. Esta solução única e centralizada ainda permite amplo gerenciamento dos sistemas Linux em qualquer plataforma, sejam contêineres, máquinas virtuais, físicas, em nuvem pública ou IoT.

Essas duas soluções permitem que a infraestrutura definida por software open source esteja de acordo com os requisitos de segurança de dados internos e externos, cada vez mais rígidas. Além de possibilitar a ampliação da base de clientes e a introdução de novos canais digitais, por meio da plataforma em nuvem.

Transformação digital na prática
Essas e outras soluções para a transformação digital da infraestrutura de TI apoiam o setor financeiro em uma solução inteligente de gerenciamento e armazenamento definida por software open source. Assim, as organizações conseguem se adaptar às demandas de dados, negócios em expansão e em constante mudança, de maneira escalável e resiliente, utilizando servidores comuns e unidades de disco tradicionais.

Na busca por manter altos padrões de serviço para seus clientes, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (SICOOB) - maior sistema financeiro cooperativo do Brasil - escolheu a SUSE como um dos parceiros estratégicos para modernizar a sua infraestrutura. O SICOOB buscava ampliar e otimizar seus serviços financeiros, levando com rapidez e segurança aos seus mais de 4 milhões de cooperados, os produtos oferecidos pelos grandes bancos de varejo do país.

“Em virtude da expansão dos negócios do SICOOB no território nacional, precisávamos adotar soluções robustas e escaláveis que propiciasse esse crescimento”, afirma o Diretor de Tecnologia da Informação, Antônio Vilaça Júnior, do Sicoob. À época, para expandir a capacidade de processamento da instituição, sempre era necessário o acréscimo de novos servidores físicos.

Esta expansão física aumentava a complexidade do gerenciamento e os requisitos de capacidade e resfriamento do data center – o que foi revertido com auxílio da implementação da infraestrutura definida por software disponibilizada pela SUSE.

Por exemplo, grande parte dos fluxos de trabalho é gerenciada pelo SUSE Manager, que oferece uma visão 360 graus e reduz consideravelmente o tempo e a complexidade da gestão de servidores e serviços. “A solução proporciona uma melhoria no índice de disponibilidade e automação, tornando o ambiente mais ágil e confiável, além de auxiliar na convergência tecnológica que o negócio necessita”, relata o Superintendente de Infraestrutura e Operações de TI, Dênio Rodrigues, do SICOOB.
As soluções da plataforma da SUSE são implementadas de modo simples e ágil, o que facilita a transformação do data center. E, o mais importante, os consultores da SUSE trabalham em conjunto com as equipes da empresa que contratou o serviço para que consigam conduzir as operações com as habilidades necessárias. Todas as soluções do portfólio da SUSE para a transformação digital das instituições financeiras serão apresentadas no congresso de tecnologia da informação para o setor, o CIAB Febraban 2018.

Fonte: SUSE Release de Imprensa.
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Juntas, SUSE e Microsoft exibem nova solução com certificação da Cloud Foundry Foundation

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terça-feira, 24 de abril de 2018

A SUSE anunciou que o SUSE Cloud Application Platform foi nomeado como uma distribuição certificada Cloud Foundry pela Cloud Foundry Foundation. A plataforma recém-certificada traz a produtividade avançada do modelo Cloud Foundry para Kubernetes, que está rapidamente se tornando o moderno padrão para a infraestrutura de gerenciamento de containers mais aplicado pelas empresas no mercado.

SUSE Cloud Foundry Foundation






Como uma das duas únicas ofertas de software certificadas Cloud Foundry, a solução é desenvolvida com o SUSE Linux Enterprise e tem suporte completo oferecido pela SUSE. É a única distribuição oferecida por meio de software 100% open source. O SUSE Cloud Application Platform permite que as organizações aproveitem ao máximo seus investimentos e sua expertise em infraestrutura e Kubernetes. Simplifica a implementação de Cloud Foundry e acelera tanto a filosofia DevOps quanto as modernas iniciativas de entrega de aplicativos para as empresas.

A SUSE também está lançando aprimoramentos funcionais em sua nova plataforma, incluindo suporte para infraestrutura de nuvem pública Kubernetes, que acelerará o time-to-value nas nuvens de seus clientes, além de novos recursos de backup e restauração, que permitirão mais segurança para os usuários migrarem seu ambiente de Cloud Foundry.

Os aprimoramentos mais recentes da plataforma SUSE Cloud Application incluem suporte para o Microsoft Azure Container Service (AKS). Com os serviços Kubernetes fornecidos pelo AKS, as empresas podem economizar tempo configurando a implantação de nuvem pública do SUSE Cloud Application. Os clientes podem usar os novos recursos de backup/restauração para simplificar a recuperação do ambiente Cloud Foundry, incluindo aplicativos. Eles também podem usá-los para migrar de uma instância de Cloud Foundry para outra, movendo entre instâncias de nuvem privadas e públicas, por exemplo, ou entre diferentes distribuições de Cloud Foundry.

"Além de ser uma ponte entre as comunidades open source, a SUSE alia o melhor que as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes oferecem, gerando um valor moderno e muito atraente para os nossos clientes", comenta Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE. "A liderança da SUSE como provedora de infraestrutura definida por software e soluções para entrega de aplicativos é refletida na inovação com o SUSE Cloud Application Platform. A conquista da certificação demonstra o quão importante é, para nós, a interoperabilidade entre plataformas Cloud Foundry e o compromisso com o desenvolvimento contínuo de Cloud Foundry".

O SUSE Cloud Application Platform é destinado às equipes de desenvolvimento e operações (DevOps), que buscam otimizar o gerenciamento do ciclo de vida dos aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos cloud native. Diferentemente de outras ofertas de Cloud Foundry, a nova ferramenta da SUSE empacota Cloud Foundry como uma distribuição em container, gerenciada por Kubernetes. Isso simplifica que a implantação e o gerenciamento reduzem drasticamente o consumo de memória e tornam a plataforma mais acessível aos usuários de Kubernetes.

O recebimento da nova certificação complementa a certificação Kubernetes entregue à plataforma. Para os clientes, representa proteção comprovada contra o temido vendor lock-in – espécie de bloqueio em que determinados fornecedores impedem que usuários consigam trocar seus produtos ou serviços pelos de outros fornecedores – e o compromisso da SUSE em manter a plataforma atualizada de acordo com os avanços de Cloud Foundry.

"A SUSE continua impulsionando nossa comunidade, encorajando-os a seguir novas direções. O SUSE Cloud Application Platform, recentemente certificado, expande o ecossistema Cloud Foundry, dando ainda mais opções para as companhias", afirma Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation.
"Juntas, a Microsoft e a SUSE têm o objetivo de tornar o uso da tecnologia de container o mais simples possível, criando uma experiência aprimorada para os desenvolvedores", relata Gabe Monroy, gerente de programa de liderança para Containers da Microsoft.

"A abordagem da SUSE com o Cloud Application Platform combina a aclamada experiência de desenvolvimento em Cloud Foundry com a experiência operacional da plataforma líder do setor em gerenciamento Kubernetes. Isso fornece aos clientes do Microsoft Azure a melhor forma possível de implantar e gerenciar Cloud Foundry, com os aplicativos cloud native construídos com Kubernetes – todos executados no mesmo cluster do AKS", conclui.

Para mais informações sobre o SUSE Cloud Application Platform, acesse aqui.
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SUSE lança moderna plataforma para desenvolvimento de aplicativos e grupos de operações

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quarta-feira, 28 de março de 2018

Buscando um portfólio cada vez mais completo voltado para a infraestrutura definida por software, a SUSE lança a solução SUSE Cloud Application Platform.

USE Cloud Application Platform.







A nova solução fornece às empresas a plataforma de aceleração para entrega de aplicativos nativos para computação em nuvem, baseado na tecnologia Open Souce Platform-as-a-Service (PaaS) mantida pelo projeto Cloud Foundry, do qual a SUSE é um membro Platinum junto às empresas Cisco, Dell EMC, IBM, Pivotal, SAP e Vmware. A solução da SUSE utiliza também a estrutura de gerenciamento de containers amplamente adotada em todo o mundo, Kubernetes.

As duas tecnologias foram associadas com o intuito de ajudar os times de desenvolvimento e operações, que aproveitem ambas as tecnologias e acelerem a entrega de aplicativos, reduzindo o time-to-market.

"Com o SUSE Cloud Application Platform, apoiamos múltiplas abordagens para a construção e entrega de aplicativos baseados em containers", relata Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. 

"Estamos juntando duas inovações open source ágeis – Kubernetes e Cloud Foundry – como o núcleo de uma solução de qualidade empresarial confiável. 
Esta solução inclui a única distribuição de Cloud Foundry em container e a primeira baseada em Linux comprovadamente de nível enterprise, o SUSE Linux Enterprise. Os CIOs podem agora adotar com confiança essas tecnologias para acelerar a produção de aplicativos".
Utilizada pelas equipes de desenvolvimento de software e operações, a solução otimiza o gerenciamento do ciclo de vida de aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos nativos na nuvem. Combinando as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes, líderes na área, a plataforma facilita a integração da cultura de DevOps, automatizando as entregas de aplicativos, acelerando a inovação, melhorando a resposta na capacidade da infraestrutura de TI e maximizando o retorno do investimento. Também facilita a acomodação de uma ampla gama de arquiteturas de aplicativos e processos de entrega.

"Kubernetes e Cloud Foundry estão se tornando padrões de plataformas que suportam a entrega de aplicativos baseados em containers hoje. As empresas prendem-se em uma luta desnecessária para escolher entre essas plataformas, quando, na realidade, elas se complementam muito bem. O SUSE Cloud Application Platform coloca a SUSE em uma excelente posição para ajudar as empresas a se beneficiarem dos recursos combinados dessas importantes tecnologias", afirma Matt Eastwood, vice-presidente sênior de negócios, datacenters, infraestrutura na nuvem e grupos de pesquisa de desenvolvedores da IDC.

Entre outras capacidades, o SUSE Cloud Application Platform simplifica Cloud Foundry com uma abordagem única, alavancando Kubernetes para orquestração de uma versão em container de Cloud Foundry. 

A plataforma de aplicativos SUSE Cloud é baseada no SUSE Linux Enterprise, oferecendo Kubernetes e Cloud Foundry em um sistema operacional específico para containers com suporte enterprise.

"É incrível ver a SUSE continuar aproveitando a força do open source, levando a implementação de Cloud Foundry Application Runtime, colocando em containers e gerenciando com Kubernetes", diz Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation. "Nós também estamos entusiasmados por vê-los injetar o SUSE Linux Enterprise nesta distribuição, oferecendo às empresas a capacidade de executar os containers Cloud Foundry com base em um sistema operacional de nível enterprise. A SUSE atingiu uma marca crucial com esta distribuição e, até agora, a resposta dada por toda a comunidade Cloud Foundry foi muito positiva".

"As empresas buscam inovar sempre reduzindo o time-to-market das aplicações, com a criação do modelo 2 da TI, sempre em busca por soluções para quebrar a barreira de plataformas e o vendor lock-in, a solução SUSE Cloud Application Plataform permite as empresas possuir uma infraestrutura de aplicações escalável, automatizada e resiliente. Por utilizar o padrão Cloud Foundry, o cliente poderá expandir suas aplicações para nuvem pública com a mesma facilidade utilizada on-premise", ressalta Aslan Carlos, principal engenheiro de sistemas da SUSE.

"Sendo um membro de Cloud Foundry Foundation há mais de cinco anos e experimentando praticamente todas as suas vertentes, estamos realmente impressionados com o trabalho realizado pela SUSE. O uso de Kubernetes simplifica a implantação, melhora a utilização da infraestrutura e garante uma integração fácil em ambientes de TI. A escolha da tecnologia e o modelo comercial de distribuição de código aberto reduzem a barreira de adoção de Cloud Foundry e aproximam-se de muitas empresas médias e grandes", acrescenta Andrei Yurkevich, diretor de tecnologia da Altoros.
O SUSE Cloud Application Plataform já está disponível. Para obter mais informações, acesse o site oficial.

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