Diolinux - O modo Linux e Open Source de ver o Mundo

Responsive Ad Slot

Mostrando postagens com marcador suse. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador suse. Mostrar todas as postagens

Nova solução da SUSE para o SUSE OpenStack Cloud

Nenhum comentário

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

À medida que a SUSE embarca no próximo estágio de crescimento e evolução como a maior empresa independente de open source do mundo, a empresa expande seus negócios para atender as necessidades atuais e futuras dos clientes Enterprise, à medida que eles se movem para universos de aplicações e processos de DevOps híbridos e multidinâmicos. A SUSE está idealmente posicionada para executar essa estratégia e ajudar seus clientes a adotar todo o espectro de ambientes de computação.

Nova solução da SUSE para o SUSE OpenStack Cloud






A SUSE está se concentrando e aumentando seus investimentos estratégicos no mercado de entrega de aplicações e nas oportunidades existentes, a fim de se alinhar às tendências tecnológicas do setor e, ainda mais importante, às necessidades dos clientes. Esse foco inclui as ofertas atuais de entrega de aplicações, como o SUSE Cloud Application Platform e o SUSE CaaS Platform. São soluções já reconhecidas pelo mercado.

Para maximizar essas oportunidades, a SUSE revisou cuidadosamente seus negócios e decidiu interromper a produção de novas versões do SUSE OpenStack Cloud, descontinuando as vendas desta solução. A pioneira em software open source está trabalhando com todos os seus clientes e parceiros, com o objetivo de apoiá-los durante o período restante da subscrição e na transição para soluções alternativas.

A descontinuação com o SUSE OpenStack Cloud permite que a empresa alinhe seus recursos de acordo com as demandas atuais dos clientes e as oportunidades de mercado. Esse foco adicional impulsiona a SUSE ainda mais como uma empresa open source independente com o olhar voltado para o futuro, com objetivos de crescimento e inovação.

Além do aumento do foco e do investimento estratégico na entrega de aplicações, a SUSE manterá e aumentará seu compromisso de oferecer o melhor Linux corporativo do setor, juntamente com o melhor armazenamento definido por software (SDS) do mercado, com base no projeto open source Ceph. Com todas as ofertas de produtos, a empresa segue trabalhando constantemente para fornecer tecnologia e serviços inovadores que melhor atendam às necessidades de nossos clientes e parceiros.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.



Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Tudo o que você precisa saber sobre os drivers AMD no Linux

Nenhum comentário

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Você é aquele cara que viu a live do Diolinux na Twitch, e através dela ficou sabendo que, sim, Linux roda jogos? Você acabou de instalar a sua primeira distribuição Linux e não vê a hora de rodar seus jogos com a sua GPU AMD, mas qual driver instalar? Como saber qual está instalado? E qual é o melhor?

tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-os-drivers-amd-no-linux

O gerenciamento dos drivers AMD nos sistemas baseados em Linux é algo muito simples, mas mesmo assim ainda há muita desinformação sobre isso internet a fora. Uma grande parte dos usuários iniciantes acaba aprendendo erroneamente que o driver de vídeo para GPUs AMD no Linux é apenas o Mesa Driver. Quando, na verdade, não é bem assim. Além do Mesa Driver também existem mais três drivers disponíveis para GPUs AMD, sendo eles: ‘Radeon’, ‘Amdgpu’ e ‘Amdgpu-pro’.

Quais são os drivers, e quais as diferenças entre eles?


Mesa Driver: O Mesa Driver ou Mesa3D é uma implementação para APIs gráficas multiplataforma que trabalha com os drivers Open Source dos chips gráficos da AMD, Intel e Nvidia. No Linux o Mesa Driver é responsável por implementar - leia-se: pôr para funcionar - as APIs gráficas OpenGL e Vulkan.

Radeon: Este é o driver de vídeo Open Source legado para GPUs AMD. Sendo assim, é o driver utilizado nos chips mais antigos da marca. Todas as placas de vídeo das séries Radeon HD 2000, 3000, 4000, 5000, 6000, 7000 e 8000, bem como alguns modelos das séries R5, R7 e R9 utilizam este driver por padrão em todas as distribuições Linux. Além de geralmente o driver Radeon possuir um desempenho inferior ao seu sucessor (o Amdgpu), este também não possui suporte a API Vulkan.

AMDGPU: O ‘amdgpu’ é o driver de vídeo Open Source mais recente para AMD, sendo o padrão para todas as placas mais atuais da marca. Possui suporte completo a Vulkan e é o driver que possui o melhor desempenho em jogos.

AMDGPU-PRO: O ‘amdgpu-pro’ está incluso no pacote ‘Radeon Software’, e é aquele driver que pode ser baixado no site da AMD, porém, não vem instalado por padrão em nenhuma das principais distros. O ‘Amdgpu-pro’ pode ser uma boa opção para quem trabalha com softwares de edição de áudio, vídeo, imagens ou modelagem 3D. Porém, se tratando de jogos não possui um desempenho tão bom quanto as suas alternativas, e definitivamente não é recomendado para o usuário “comum”. Justamente por não ser focado neste tipo de usuário, a sua versão atual, 19.03, é compatível apenas com o Ubuntu 18.04.3, Red Hat Enterprise Linux 8.0 e 7.6, CentOS 8.0 e 7.6, e SUSE Enterprise Linux 15. O ‘Amdgpu-pro’ só pode ser instalado em GPUs que sejam compatíveis e estejam rodando ‘Amdgpu’.

Todas as distribuições Linux que são direcionadas ao usuário final - Ubuntu, Linux Mint, Manjaro, Deepin, entre outras... - já possuem os drivers Mesa, Radeon e Amdgpu instalados por padrão. Você simplesmente não precisa instalar nada. 😀

Como saber qual driver estou utilizando?


Independente de qual seja o modelo da sua GPU, ela com certeza faz uso do Mesa Driver, mas como saber se estou utilizando ‘Radeon’ ou ‘Amdgpu’?

É uma consulta muito simples! Abra um terminal e rode os dois comandos abaixo na seguinte ordem:

lspci -k | grep radeon

lspci -k | grep amdgpu

Os comandos retornarão o seguinte:

Kernel driver in use: “Aqui será exibido o nome do driver que você está utilizando, ‘Radeon’ ou ‘Amdgpu’.”

Kernel modules: “Aqui aparecerá com quais drivers o seu chip gráfico é compatível. ‘Radeon’, ‘Amdgpu’ ou em alguns casos ambos.”
driver-amdgpu-no-terminal-linux
Nesse caso o driver em uso e único disponível é o 'Amdgpu'.
Alguns modelos de placas das séries Radeon HD 7000, HD 8000, R5, R7 e R9 são compatíveis com ambos os drivers. Porém, o suporte ao ‘Amdgpu’ nesses modelos é experimental. Sendo assim, o driver ‘Radeon’ é o que vem ativado por padrão.

Como já foi dito, além de o driver ‘Radeon’ possuir um desempenho inferior, este também não roda Vulkan. Sendo assim, se você pretende rodar jogos com Vulkan, bem como obter um melhor desempenho nessas GPUs, será necessário ativar o ‘Amdgpu’ manualmente.

Já publicamos aqui no blog um artigo ensinando a ativar o ‘Amdgpu’ em todos o modelos que suportam ambos os drivers, bem como listando quais modelos são esses.

Devo atualizar meus drivers?


Os drivers ‘Radeon’ e ‘Amdgpu’ estão inclusos no Kernel Linux. Sendo assim, os mesmos são atualizados automaticamente sempre que o Kernel é atualizado. Então talvez você esteja se perguntando: Devo atualizar o meu Kernel à fim de obter os drivers mais recentes? Isso me dará mais desempenho?

Atualizar o Kernel envolve muito mais do que apenas drivers de vídeo. Sabendo disso, já fizemos um artigo completo falando sobre todos os prós, contras, e se realmente vale a pena atualizar o Kernel.

Já o Mesa Driver está instalado por padrão na grande maioria das distribuições Linux, mas não está inserido no Kernel. Sendo assim, ele pode ser atualizado individualmente. O que é recomendado se você utilizar uma distro de lançamento fixo, como o Ubuntu ou Linux Mint.

Para saber como atualizar o Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint veja este artigo.

Instalando o Radeon Software (Amdgpu-pro)


Se após ter lido a introdução sobre o ‘Amdgpu-pro’ neste artigo você percebeu que o mesmo se encaixa no seu perfil de usuário e decidiu instalá-lo, por sua conta e risco, siga as instruções abaixo:

Obs.: O tutorial abaixo foi feito no Ubuntu 18.04.3 LTS. O processo de instalação pode ser ligeiramente diferente nas outras distribuições suportadas.
• Acesse a página de suporte da AMD, selecione o modelo da sua GPU e clique em ‘Enviar’.

pagina-de-suporte-da-amd

• O driver está disponivel para quatro distribuições Linux e geralmente não funciona nas suas derivações. Escolha qual versão você deseja e clique em ‘Download’.

pagina-de-download-de-drivers-da-amd

• Após ter concluído o download, extraia o conteúdo do arquivo com extensão “.tar.xz” que você baixou. Abra a pasta na qual os arquivos foram extraídos. Localize o arquivo ‘amdgpu-pro-install’, clique nele com o botão direito do mouse, vá à aba ‘Permissões’ e marque a caixa de seleção ‘Permitir execução do arquivo como um programa’.

shell-script-amd-linux

• Clique com o botão direito do mouse em qualquer área em branco dentro da pasta em que está localizado o arquivo ‘amdgpu-pro-install’, depois clique em ‘Abrir no terminal’.
instalando-amdgpu-pro-no-linux

Dentro do terminal digite o seguinte:

./amdgpu-pro-install

Pressione ‘Enter’ e aguarde. A instalação poderá levar vários minutos.

Assim que a instalação estiver finalizada, reinicie o seu computador. Pronto, o driver ‘Amdgpu-pro’ já está instalado na sua máquina.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


A revolução do SUSE Manager 4

Nenhum comentário

sábado, 31 de agosto de 2019

À medida que mais empresas buscam a transformação para uma infraestrutura mais ágil, aproveitando a tecnologia híbrida de várias nuvens, a necessidade de um gerenciamento de infraestrutura aplicado e centralizado continua a crescer, e as grandes empresas do mundo Linux precisam estar preparadas.

SUSE Linux





 A SUSE lançou uma grande atualização, anunciou nesta semana a disponibilidade do SUSE Manager 4 e do SUSE Manager 4 para varejo, com soluções de gerenciamento de infraestrutura de código aberto. 

Isso ajuda as operações de TI das empresas e as equipes de DevOps a reduzir a complexidade e a recuperar o controle dos ativos de TI, independentemente de onde estejam, aumentar a eficiência e, ao mesmo tempo, cumprir as políticas de segurança e otimizar as operações por meio da automação para reduzir custos.

Rumo à transformação, as empresas buscam uma infraestrutura mais ágil. Por isso, a SUSE ajuda seus clientes a adotarem a infraestrutura definida por software, para que possam continuar inovando, competindo e crescendo no mercado atual. Também fornecemos as ferramentas necessárias para operar ambientes mistos eficientemente”, afirma Daniel Nelson, vice-presidente de Produtos e Soluções da SUSE. O SUSE Manager gerencia sistemas físicos, virtuais e containerizados a partir de uma única central”. 

Como um componente-chave de uma infraestrutura definida por software, o SUSE Manager 4 permite que os clientes que:

• Reduzam os custos e simplifiquem o gerenciamento aprimorado do ciclo de vida do conteúdo, que facilita a movimentação e o gerenciamento de pacotes em todo o ciclo de DevOps. O gerenciamento de máquinas virtuais, com automação nativa do Salt, permite o gerenciamento quase em tempo real de centenas de servidores;

• Aumentem a disponibilidade e a visibilidade com recursos ampliados de monitoramento e alertas baseados na ferramenta Prometheus. Isso permite que os clientes identifiquem e resolvam problemas em menor tempo;

• Utilizem uma infraestrutura definida por código nativo, por meio do Salt, tornam mais fácil do que nunca instalar, configurar e manter em conformidade o landscape de SAP HANA.

• Reduzam a complexidade com uma única ferramenta para gerenciar qualquer servidor Linux na sua infraestrutura, em qualquer plataforma de hardware Enterprise, de dispositivos de IoT, até para ambiente Kubernetes, não importa onde esteja localizado, em um datacenter próprio, um terceiro datacenter ou na nuvem.


As empresas valorizam o acesso à inovação fornecido por tecnologias open source, como o Linux. Organizações que dependem de várias distribuições Linux enfrentam, muitas vezes, inúmeros desafios de gerenciamento, à medida que aumentam a complexidade e a escala de seus ambientes corporativos. A conformidade e o controle consistentes e automatizados são particularmente importantes para manter os níveis de desempenho e segurança exigidos pelos aplicativos de missão crítica que atendem a um grande número de usuários finais”, diz Mary Johnston Turner, vice-presidente de pesquisa de Gerenciamento de Nuvem da IDC.

SUSE Manager for Retail 4


O "SUSE Manager for Retail" oferece gerenciamento de infraestrutura open source otimizado e adaptado especificamente para o setor de varejo, com todas as funcionalidades apresentadas pelo SUSE Manager 4 e mais funcionalidades para as demandas de infraestrutura do mercado de varejo, permitindo a padronização de centena de pontos de atendimento, quiosques e pontos de venda.

Isso permite que os clientes da SUSE reduzam os custos, otimizem operações e garantam a conformidade em toda a infraestrutura de TI no varejo.

De mainframes e clusters de HPC, servidores bare metal e máquinas virtuais, terminais de ponto de serviço, quiosques, até sistemas de autosserviço em distribuição Linux, o SUSE Manager for Retail 4 tenta se colocar no mercado como a solução ideal.

Dentre os recursos do SUSE Manager estão:

• Criar, implantar e manter imagens de forma central para os pontos de serviços;
• Implantar atualizações de software nos pontos de serviços;
• Gerenciar todas as configurações por infraestrutura por código nativo, Salt;
• Automatizar o monitoramento, rastreamento e relatórios de sistemas;
• Utilizar uma segurança mais forte para evitar a perda de dados;
• Manter a conformidade no seu ambiente de ponto de serviço;
• Pesquisar o status de conformidade dos sistemas em relatórios vulnerabilidades;
• Manter uma loja totalmente gerenciada, atualizada e um ambiente compatível, com carga limitada na largura de banda disponível entre a loja e um local de gerenciamento central.

O SUSE Manager 4 já está disponível e as imagens também estão disponíveis no Amazon Web Services (AWS), no Google Cloud Platform e no Microsoft Azure. Para obter mais informações sobre o SUSE Manager 4  basta clicar aqui.

Participe da discussão sobre produções de gerenciamento no nosso fórum, até a próxima!

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação

Nenhum comentário

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Em um tweet recente, Richard Brown (presidente do projeto openSUSE), divulgou um link de uma lista de discussão sobre "o projeto deve mudar seu nome?", e isso vem tornando interessante a repercussão em cima do assunto.

openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação





Nesta lista, Richard pondera alguns pontos sobre essa mudança de nome do projeto para acomodar a futura fundação “openSUSE” , abordados no texto logo abaixo:



“Do meu ponto de vista, há uma série de benefícios de renomear o

Projeto openSUSE, especialmente quando se considera o anunciado no oSC intenção de formar uma “Fundação openSUSE” para ser um entidade que representa o projeto.

Para qualquer entidade que deseja ser totalmente autônoma e funcional, será necessário ter pelo menos algum controle/propriedade/direitos para o seu próprio nome e marca comercial. O nome atual do openSUSE torna essas coisas bastante complicadas. Marcas registradas são aplicáveis ​​apenas se forem consideradas exclusivas.

No momento, operamos em uma situação onde tanto o SUSE quanto o openSUSE são de propriedade da SUSE, portanto, são considerados 'exclusivos'. Isso tem alguns efeitos colaterais práticos - por exemplo, com nomes de domínio. A SUSE não pode permitir a ampla reutilização de sua marca sem arriscar a obrigatoriedade de sua marca registrada principal do SUSE, portanto, o SUSE efetivamente tem que se registrar e possuir todos os possíveis * opensuse *. *domínio que o Projecto ou qualquer das nossas comunidades ancilares usam, em para proteger sua marca registrada SUSE.

O SUSE faz um ótimo trabalho em disponibilizar esses domínios para o openSUSE usar nas circunstâncias atuais, mas isso ocasionalmente leva a situações que são desajeitadas e desconfortáveis ​​para todos os envolvidos. Por exemplo, a comunidade do openSUSE na Indonésia teve que transferir o domínio que eles registraram para executar seus sites da comunidade local / espelhos para o controle do SUSE, que ninguém realmente queria fazer e era logisticamente problemático, dado os detalhes de como registrar um domínio na Indonésia . Descobrir como / se a futura Fundação poderia possuir / controlar qualquer dos domínios do openSUSE é um tópico em aberto.

Falando especulativamente, baseado em conversas casuais e sem conselho (ainda), minha expectativa pessoal é que, se o Projeto decidir continuar operando sob o nome "openSUSE", então não há como o projeto ser o dono da marca registrada ao redor do projeto. Enquanto estou confiante de que o SUSE fará todo o possível para suportar o openSUSE nesta área, todos nós seremos limitados no que podemos fazer no áreas de nomeação, marcas registradas, subprojetos, domínios, etc, como resultado.

Renomear o Projeto, por outro lado, permitiria que o openSUSE formasse a fundação sob esse novo nome. Dado a amigável natureza cooperativa da nossa transição para este modelo de governança "menos dependente", posso prever uma situação em que, se o projeto decide renomear, operamos sob o nome novo e o antigo para um período, para evitar uma mudança muito perturbadora do "openSUSE" para "whatever" - isso funcionou muito bem nos dias do SUSE Linux 10.0 / 10.1 que foram produzidos "pelo openSUSE" por exemplo.

Então, apesar dos desafios e interrupções que qualquer renomeação poderiam causar, eu vejo os benefícios, especialmente em torno das partes mais complicadas das próximas negociações da Fundação.  Dito isso, minha opinião é apenas uma, se a comunidade é contra a ideia de renomear, é bom saber, e a Diretoria ter este feedback como fator em nossas negociações com o SUSE enquanto trabalhamos no sentido de formar a Fundação.

De qualquer maneira, nós realmente precisamos ter uma boa compreensão do que a comunidade em geral se sente sobre este tópico. Se não tivermos a discussão agora, provavelmente será tarde demais uma vez que entidades legais e acordos entre SUSE e openSUSE são formalizados.

Então, quaisquer que sejam seus pontos de vista, por favor, soem fora desta discussão, mesmo que a sua visão já seja ecoada por outros.  Você acha que o openSUSE deve mudar seu nome?”

O link para o começo da lista de discussão, você pode acessar aqui. Já para ver o texto do Richard em inglês, você pode consultá-lo aqui.

Agora queremos saber a sua opinião, sobre a possível criação da Fundação “openSUSE” e a possível troca de nome do projeto. Deixe aí nos comentários o que você acha.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.

Configure o seu mouse Logitech no Linux com o Piper

Nenhum comentário

terça-feira, 28 de maio de 2019

Recentemente comprei um mouse Logitech G203, em breve devo fazer uma review dele no nosso canal do YouTube, mas posso dizer que, à primeira vista, parece um ótimo custo benefício. Você também pode ver algumas fotos dele no meu Instagram.

Logitech e Linux








O mouse por si só permite as configurações de DPI através de um botão na região central, algo bem tradicional até em modelos desse tipo, mas ele tem algumas funções que podem ser melhor configuradas via software, como a função dos botões e as cores do RGB, além do DPI e o Polling Rate.

No Windows essas configurações são feitas através do Logitech Software e este mesmo software ainda não tem versões para Linux, ainda que o mouse funcione perfeitamente, não sendo, por tanto, o mesmo caso do meu mouse Razer.



Existe um driver chamado "Libratbag" que suporta dispositivos Logitech, Etekcity, GSkill, Roccat e Steelseries, que possui uma interface chamada "Piper" que funciona perfeitamente com o meu novo G203.

Instalando o Piper e o Libratbag


Driver e Interface não são a mesma coisa, como o hábito com o Windows nos força a pensar, prova disso é que podemos usar várias interfaces diferentes para o mesmo driver Razer (openRazer), então, vamos primeiro instalar o nosso driver "libratbag".

As distros oficialmente suportadas são o Ubuntu, Fedora, Arch Linux, openSUSE e Debian (versão 10 em diante) e o procedimento de instalação pode ser visto no github.

No Ubuntu, você pode instalar o driver diretamente do repositório, usando um Software como o Synaptic, procurando pelo pacote: ratbagd

Se preferir usar o terminal, o comando é este:
sudo apt install ratbagd
Depois disso é só instalar a interface Piper, o que pode ser feito via Flatpak, através do Flathub, ou através de um repositório PPA.

- Veja como instalar um PPA no Ubuntu sem usar o terminal

Se preferir fazer pelo terminal, você pode usar estes comandos:
sudo apt-add-repository ppa:libratbag-piper/piper-libratbag-git
sudo apt install piper 
O interessante de usar o PPA é que você também recebe a versão mais recente do driver "libratbag" assim que ele sair.

Funções e configurações do Piper 


As funções disponíveis obviamente aparecem de acordo com o modelo do mouse, no meu caso, temos as seguintes opções:

Controle RGB Mouse Logitech

Podemos configurar o LED RGB que o mouse possui, usando cores sólidas, onde você pode escolher a cor que deseja, você também pode usar o padrão, que é o "Cycle", onde as cores ficam trocando. No App você pode mudar a intensidade da iluminação e o intervalo das trocas, também há a opção "Breathing", que faz com que as cores acendam e apaguem como se o mouse estivesse "respirando", daí o nome, inclusive; também há a opção de desligar as luzes.

Controle de teclas Logitech Linux

Os botões do mouse também podem ser configurados individualmente para fazer coisas diferentes, incluindo alguns macros prontos, ou modelos que você pode criar.

Controle de DPI Linux Mouse

A página inicial permite que você altere o polling rate do mouse, nesse caso entre 500 e 1000 Hz, e também faça modificações no DPI do mouse, que neste caso vai até 8000, podendo fazer ajustes intermediários em cada valor com uma barra deslizante, permitindo qualquer  valor desejado dentro do intervalo, até o máximo.

Não deixa nada a desejar


Você pode até dizer que o Piper não tem a interface mais linda de todas, mas definitivamente ela não é nada ruim e em termos de funcionalidades, não deixa nada a desejar em relação ao aplicativo da própria Logitech, o que o torna uma excelente alternativa de mouse para se usar com Linux. 

Antes de sair instalando o "libratbag" e o Piper para configurar o seu mouse, vale a pena consultar a lista de dispositivos suportados pelos desenvolvedores do driver, você pode fazer isso consultando o GitHub do projeto.

Será que a minha mira vai melhorar agora? Para descobrir, acesse o nosso canal na Twitch, tem live jogando no Linux todo dia por lá! 

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


OpenSUSE Leap 15.1 lançado com novidades

Nenhum comentário

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Com diversas melhorias no YaST, em seu instalador, com o kernel atualizado, suporte para GPUs AMD Vega a versão Leap 15.1 do openSUSE é lançado. Tendo como base o SUSE Linux Enterprise 15 SP1 (Service Pack 1).

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

A nova versão do openSUSE Leap traz muitas novidades, mas sem perder o seu foco em maturidade e estabilidade do sistema. Bebendo da fonte do SUSE Linux Enterprise 15 SP1, o novo Leap 15.1 se vale desta máxima de consistência. Afinal, clientes empresariais não podem se dar ao luxo de utilizarem um sistema com pacotes instáveis, imaturos e não testados o suficientemente.

Novidades no openSUSE Leap 15.1


Graças ao kernel Linux 4.19 houveram melhorias significativas ao conjunto gráfico em GPUs AMD Vega. Outro aspecto interessante é a implementação de suporte a virtualização de sistemas e de nuvem. A partir desta versão o Network Manager será padrão não apenas nos notebooks mas também nos desktops. O Wicked, sistema avançado de configurações de redes do openSUSE, continuará e contará com as versões populares de drivers de chipset wi-fi mais modernos. O YaST foi renovado para tirar proveito dos variados recursos oferecidos pelo systemd.

opensuse-lep-15.1-kde-suse-linux

Falando sobre seu utilitário de instalação e configuração, houve mudanças significativas:

  • Melhor gerenciamento de serviços;
  • Firewalld com possibilidade de gestão por modo texto;
  • Firewalld com implementações avançadas do AutoYaST;
  • Melhor controle sobre fórmulas Salt;
  • Gestão de chaves SSH pelo usuário;
  • Particionador aprimorado;
  • Interface do usuário com total suporte a resoluções altas em 4k (HiDPI);
  • E muito mais...

Tempo de suporte do openSUSE Leap 15


“Continuidade e estabilidade são o que estamos oferecendo aos usuários com o Leap 15.1”, diz Haris Sehic, um dos membros da comunidade openSUSE. Sem dúvidas isso é o esperado pelos utilizadores da distro. Lembrando que o openSUSE Leap 15 foi lançado em 25 de Maio de 2018. A série 15 deve receber atualizações de segurança e software num período total de 36 meses, findando seu suporte em Maio de 2021.

Para conferir a nova versão do openSUSE efetue o download em seu site oficial. Já se pretende ver minuciosamente todos os detalhes de seu lançamento, acesse o comunicado oficial do mesmo.

Aproveitando que você vai baixar a nova versão, que tal aprender como instalar e configurar o openSUSE?


Usa openSUSE? Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus?

Tenho um carinho especial por essa distro, por justamente ter utilizado e feito inúmeras customizações no openSUSE (quem utilizava o SUSE Studio sabe a nostalgia ✌✌✌).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux

Nenhum comentário

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Aos longínquos anos 90 e começo dos anos 2000, a Microsoft via o Open Source e o Linux como inimigos a serem “abatidos e eliminados”, de fato, em certa época Steve Ballmer, então CEO, chegou a falar que o Linux era um “câncer” para a MS. Anos depois a empresa mudou bastante neste sentido, especialmente à partir de 2016.


 Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux





Feito esse parênteses, hoje a Microsoft é mais próxima ao Open Source e do Linux, tanto que tem o Azure, o WSL e alguns apps portados para a plataforma, como o Skype e o Visual Studio Code. E quem sabe o navegador Edge e talvez o Microsoft Office 365, falaremos mais adiante.

Em referência ao #WorldPenguinDay (ao bicho mesmo), a conta de oficial da Microsoft que “cuida” da divulgação Open Source da empresa, fez um Tweet aproveitando a a oportunidade e “chamando” a comunidade a compartilhar quais projetos Open Source as pessoas mais gostavam:



Vários projetos foram mencionados, como o GNOME, KDE, Manjaro, Ubuntu, Pop!_OS, entre outros, como você pode ver na tread do Tweet acima.

Mas um comentário me chamou a atenção e a resposta a ele. O usuário Raywon Teja Kari, perguntou quando veríamos um porte do Microsoft Office 365 para Linux. E a conta da Microsoft respondeu, informando que ele deveria entrar no UserVoice do Office 365 e votar para isso, mais ou menos como aconteceu no caso da Adobe.



Se você quiser votar e ajudar a trazer o Microsoft Office 365 para o Linux, basta acessar aqui.

Um “ponto negativo”, pelo menos para mim, foi a ausência de empresas grandes do setor, como Canonical, IBM/Red Hat e a Suse (até o fechamento desta edição, elas não interagiram com o tweet, somente foram mencionadas)

Mas, tirando isso, acho muito importante essa guinada da Microsoft nesses últimos anos em apoiar o Linux e o OpenSource, isso mostra que o mesmo pode ser mais um aliado do que “um câncer a ser combatido”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum, aproveite e conte pra gente qual o seu projeto Open Source favorito e viva o pinguim!

Espero você até a próxima, um forte abraço.

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


SUSE colabora com Intel e SAP para acelerar a transformação de TI com memória persistente no Data Center

Nenhum comentário

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

A SUSE anunciou hoje o suporte para a memória persistente Intel OptaneTM DC com SAP HANA. Executados no SUSE Linux Enterprise Server (SLES) for SAP Applications, os usuários do SAP HANA podem agora tirar proveito da memória persistente de alta capacidade Intel Optane DC no data center.

 SUSE colabora com Intel e SAP para acelerar a transformação de TI com memória persistente no Data Center





Os usuários podem otimizar seus workloads, movimentando e mantendo altas quantidades de dados mais próximas do processador e minimizando a maior latência de buscar dados do armazenamento do sistema durante a manutenção. O suporte para a memória persistente Intel Optane DC, atualmente disponível em versão beta de vários provedores de serviços na nuvem e fornecedores de hardware, é outra forma pela qual a SUSE auxilia clientes a transformar suas infraestruturas de TI para reduzir custos, oferecer melhor desempenho e competir com mais eficiência.

“A tecnologia de memória persistente irá desencadear novas aplicações para acesso e armazenamento de dados”, diz Thomas Di Giacomo, Chief Technology Officer (CTO) da SUSE. “Ao oferecer uma solução totalmente suportada com base na memória persistente Intel Optane DC, as empresas podem aproveitar melhor o desempenho do SAP HANA. A SUSE continua firmando parcerias com empresas como SAP e Intel para atender clientes em todo o mundo que buscam impulsionar o crescimento, transformando sua infraestrutura de TI. São suas necessidades que orientam a direção de nossa inovação”.

“A memória persistente Intel Optane DC representa uma nova classe de memória e tecnologia de armazenamento, projetada especificamente para aplicação no data center. Essa nova classe permite soluções de banco de dados com memória de baixo custo e alta capacidade; garante maior tempo de atividade do sistema e recuperação mais rápida após os ciclos de energia; e oferece aplicativos de escala em nuvem com desempenho mais alto”, relata Alper Ilkbahar, vice-presidente e gerente geral do Grupo de Soluções de Memória Não Volátil e Armazenamento da Intel.

“Ao trabalhar em conjunto com a SUSE e a SAP para levar essa tecnologia transformadora aos nossos clientes, podemos ajudá-los a aproveitar toda uma nova geração de aplicativos e serviços que podem fornecer recursos revolucionários para a era centrada em dados ou ‘data-centric’”, complementa Ilkbahar.

“A capacidade de fornecer memória persistente para o SAP HANA é um marco significativo em nosso relacionamento contínuo com a SUSE e a Intel. O SAP Digital Core baseia-se no conceito de simplificar a infraestrutura para aumentar a produtividade e obter insights em tempo real”, afirma Martin Heisig, Head da Rede de Inovações Tecnológicas SAP HANA.
O SAP HANA oferece às empresas de todos os tamanhos uma solução de banco de dados de alto desempenho para suas aplicações SAP. Os clientes que utilizam o SUSE Linux Enterprise Server for SAP Applications e executam workloads do SAP HANA na memória persistente Intel Optane DC podem esperar por economias de custo de infraestrutura juntamente com uma redução na sobrecarga de gerenciamento. Como os workloads do SAP HANA são executados em Linux, o sistema operacional SUSE Linux Enterprise é atualmente a única solução que oferece suporte para a memória persistente SAP HANA e Intel Optane DC.

O suporte para a memória persistente Intel Optane DC com workloads SAP HANA em execução no SUSE Linux Enterprise Server for SAP Applications está incluído no SUSE Linux Enterprise 12 Service Pack 4, disponível agora em todo o mundo. Para mais informações sobre o SUSE Linux Enterprise, acesse https://www.suse.com/pt-br/products/server/

_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


SUSE inicia preparativos para conferência global em open source

Nenhum comentário

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A SUSE está com inscrições abertas a participantes e chamada de trabalhos para o SUSECON 2019, conferência global em open source. Com o tema "My kind of open", o maior evento organizado pela empresa será sediado em Nashville, Tennessee, nos Estados Unidos, de 1 a 5 de abril de 2019.

 SUSE inicia preparativos para conferência global em open source








Com altos investimentos em colaboração e na escolha de parceiros, clientes e membros da comunidade, a SUSE redefiniu o conceito "open", tornando-se muito mais que uma empresa open source, com uma ampla liberdade. O SUSECON vai expor essa filosofia "open, open source", com a apresentação das mais recentes soluções de infraestrutura definidas por software e entrega de aplicativos, flexíveis o suficiente para implementação em qualquer lugar e responsáveis por alimentar a transformação digital e o crescimento dos negócios.

A transformação de TI exige novas tecnologias, como Kubernetes, soluções flexíveis e escaláveis, para o gerenciamento de dispositivos de IoT e os dados que eles coletam, além de soluções de Inteligência Artificial e machine learning, baseadas em computação de alto desempenho. O evento apresentará também soluções open source que têm ajudado as empresas a construir infraestruturas modulares e ágeis, usando abordagens multicloud e de nuvem híbrida, que preenchem o gap existente entre a TI tradicional e a TI de amanhã.

"O SUSECON triplicou de tamanho nos últimos anos, mantendo o espírito e a energia típicos da cultura SUSE. A conferência combina conteúdo técnico de alta qualidade com nossa abordagem aberta aos relacionamentos de negócios e nosso compromisso com um modelo de negócios e desenvolvimento 'open, open source'. O objetivo é fazer com que nossos clientes e parceiros sejam bem-sucedidos", afirma Michael Miller, presidente de Estratégia, Alianças e Marketing da SUSE.


"O momento atual é mais crítico para as organizações de TI do que nunca, com incertezas sobre o futuro e a transformação digital. O SUSECON 2019 contará com sessões técnicas minuciosas, laboratórios práticos e acesso direto a executivos e especialistas em tecnologia, que poderão fornecer uma visão clara do que está por vir e o que isso significa para as empresas digitais do futuro", complementa Miller.


Em 2017, Praga, capital da República Tcheca, recebeu a última edição da conferência global. Ali, a SUSE reforçou a importância de parcerias e alianças, contando inclusive sobre a colaboração com a SAP para a capacitação de empresas e de desenvolvedores na SAP Cloud Platform e sua ampla parceria com a Microsoft. Anunciou ainda novas versões de sua solução de gerenciamento, o SUSE Manager, e de sua plataforma de gerenciamento de containers, o CaaS Platform.

A cada ano, o SUSECON amplia os limites dos eventos organizados pela indústria, com conteúdo técnico, oportunidades de educação e certificação (incluindo exames complementares) e networking em um ambiente leve, divertido, envolvente e exclusivo SUSE. Por exemplo, neste ano, a SUSE convidou seus clientes, parceiros e simpatizantes da marca a participar dos lendários vídeos de paródias de músicas do SUSECON. Os participantes podem ganhar uma viagem para o evento, em Nashville, e ter sua música produzida pela SUSE, enviando a ideia da música principal junto à letra da paródia. A ideia e a letra do segundo lugar também serão gravadas e publicadas no YouTube.

Clientes, parceiros e entusiastas da comunidade são incentivados a enviar suas propostas de palestra. Para mais informações sobre o SUSECON, incluindo inscrições, call for papers e oportunidades de patrocínio, visite www.susecon.com.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


SUSE expande educação em software open source em todo o mundo

Nenhum comentário

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A SUSE® está expandindo seu apoio para a próxima geração de desenvolvedores de software open source, por meio do crescimento global do Programa Acadêmico SUSE.

 SUSE expande educação em software open source em todo o mundo






O programa está preparando desenvolvedores em indústrias de todos os setores para atender às novas demandas da economia digital, fornecendo conhecimento em open source, materiais de treinamento e um projeto de compras de soluções de ensino com baixo custo para a comunidade educacional.

Fundado em maio de 2017, o Programa Acadêmico SUSE tem crescido vertiginosamente e já inclui mais de 400 universidades, escolas, bibliotecas e outras instituições acadêmicas. O programa também aumentou seus recursos e pretende dobrar seu número de participantes nos próximos seis meses.

"A SUSE tem sido uma defensora da educação em open source, e nossos links existentes com o meio acadêmico nos permitiram trabalhar com um grande número de escolas em um curto período de tempo", afirma Sander Huyts, vice-presidente da SUSE e líder do Academic Program.

"Estamos comprometidos com o desenvolvimento de habilidades e educação em open source no nível acadêmico, porque os consideramos críticos para a saúde a longo prazo da nossa indústria. São elementos fundamentais para a tecnologia moderna. Continuaremos a aumentar os recursos e o suporte para garantir que o open source continue a prosperar”, complementa.

A demanda por habilidades em open source está em alta e aumenta a cada ano. De acordo com o Open Source Jobs Report (em uma tradução livre, o Relatório de Empregos em Open Source de 2018), realizado pela Linux Foundation, a contratação de talentos em open source é uma prioridade para 83% dos gerentes de contratação, o que representa um crescimento de 76% em relação a 2017.

O Programa Acadêmico SUSE oferece uma variedade de serviços para atender a demanda por talentos e o conhecimento avançado de open source. Isso inclui treinamento para obter o certificado em Linux e outros cursos, materiais curriculares dos estudantes para professores e funcionários, produtos SUSE gratuitos para uso educacional ou de laboratório, um programa especial de compras da SUSE para instituições educacionais, ferramentas de desenvolvimento e acesso à base de conhecimento, fóruns e suporte técnico.

Participantes do Programa Acadêmico SUSE


O programa da SUSE está impactando positivamente as vidas de educadores e estudantes em todo o mundo, inclusive nas Universidades de Oxford, Cambridge, Czech Technical, Estadual de San Diego, British Columbia, além da Faculdade de Tecnologia de Nova Iorque.

"Nossa universidade tem utilizado o programa para vários alunos como parte do currículo para especialistas em sistemas, para fins internos de ensino e aprendizagem", relata Werner Degenhardt, diretor acadêmico e CIO da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

"Nós amamos o programa. É muito fácil aplicá-lo e ele já nos trouxe excelentes resultados".

"Os materiais fornecidos no Programa Acadêmico são muito impressionantes. Estou usando o programa para desenvolver um laboratório para os estudantes instalarem uma pequena nuvem e incorporarem o SUSE OpenStack Cloud em nossa disciplina de teoria do sistema operacional" , comenta Philip Chee, tecnólogo em ciência da computação e professor da Faculdade Fleming em Peterborough, Ontário, Canadá.

Para mais informações sobre o Programa Acadêmico SUSE, clique aqui.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Top 5 - Distros Linux para usar em servidores

Nenhum comentário

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A tecnologia Open Source é extremamente versátil, mas sem dúvida, um local onde ela se destaca é na infraestrutura de serviços e da própria internet. O Linux é muito popular neste segmento e por isso hoje você vai conhecer cinco distribuições Linux  que você provavelmente vai esbarrar ao trabalhar com servidores.

Linux para Servidores





É importante conhecer as distribuições Linux mais famosas neste segmento para poder ser preparar melhor para o mercado de trabalho, caso você deseje trabalhar com servidores Linux, claro, ou simplesmente para saber dar algumas indicações em caso de necessidade.

O termo "servidor" é, por si só, muito vago. O ponto importante é atividade que "o dito cujo" irá realizar, em outras palavras, "o que ele irá servir". 

Certamente existem distribuições construídas para atender determinadas demandas que são excelentes, como RockStor, Open Media Vault, Zentyal, etc. Na verdade, qualquer distribuição Linux com foco em servidores pode ser aplicada para cada uma das atividades que existe uma solução desenvolvida especificamente, basta aprender a configurá-la e colocar o serviço para funcionar.

Na lista de hoje entrarão distribuições Linux que podem ser usadas para propósitos genéricos e são reconhecidas no mercado como excelentes opções.

- Debian


O Debian é uma das principais distribuições Linux do mundo, utilizada por grandes projetos de missão crítica, como os sistemas que controlam a estação espacial internacional. Naturalmente todas as distribuições focados em servidores são estáveis, mas este é um assunto que o Debian leva muito a sério, a ponto de você relacionar as duas palavras facilmente. Precisa de um servidor estável? O Debian é uma ótima opção!


O "filho do Debian" também tem lugar garantido neste segmento. O sistema é também um dos mais populares no mundo dos servidores, utilizado em vários sistemas onde intermitência é importante, como laboratórios de meteorologia. Por ser muito popular nos desktops também, é certamente um local com muita documentação e tutoriais, assim como o Debian, para se começar a planejar o seu servidor.


Mudando para "o lado RPM da força", começamos com o Red Hat EL, mantido por uma da maiores empresas do mundo nos segmento de infraestrutura de T.I utilizando tecnologias Open Source. O Red Hat é tão confiável e estável que é utilizado para controlar os submarinos do exército dos EUA, mas claro, sua aplicabilidade não se resume aí.


Curiosamente, a popularidade do RHEL faz com que o CentOS seja tão famoso quanto. O CentOS é conhecido como " a versão grátis do Red Hat" e é usado largamente por serviços de Hospedagem, como os nossos amigos da HostGator, que atuam em vários locais ao redor do mundo.

Pela grande documentação presente para o Red Hat Enterprise Linux ser correspondente ao CentOS, ele também costuma ser a escolha para infraestrutura de diversas empresas de tamanhos diferenciados.


A SUSE é uma das empresas pioneiras no uso do Linux e de software Open Source para infraestrutura. Atualmente a empresa atravessa uma nova e interessante fase, com maior orçamento e independência e é extremamente popular, especialmente na Europa. O Yast (Yet Another Setup Tool) talvez seja a "feature killer" do SUSE para o mercado.

Repare uma coisa...


Repare que eu não coloquei números na minha lista, especialmente porque eu não acredito que exista uma ordem de "melhor para pior" ou vice e versa, estas são, sem dúvidas, as mais famosas distros do mercado, entretanto, elas não são as únicas, outras que poderiam entrar facilmente numa lista como esta são o Oracle Linux, da Oracle e o ClearOS, da Intel, entre outras, mas de toda forma, a lista precisava ter um fim.

As informações aqui contidas podem te ajudar a dar uma direção para os seus estudos e testes de sistemas operacionais, seja para se preparar para o mercado de trabalho, seja para uma certificação. Apesar disso, nada impede que você tenha um favorito, qual a versão do Linux que você mais gosta de usar em servidores?

Até a próxima!
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.



SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source

Nenhum comentário

terça-feira, 25 de setembro de 2018

A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado.

SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source






A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado. 

A SUSE está melhor posicionada para orientar as empresas por meio das demandas de transformação digital, com inovação em open source e expertise em infraestrutura definida por software, entrega de aplicativos e tecnologias de computação em nuvem.

“A SUSE vem prosperando há décadas, com base em princípios simples: ouvir o cliente, aceitar a inovação e mudar para melhor”, afirma Nils Brauckmann, CEO da SUSE. “Além disso, estamos em uma trajetória crescente, com expansão tanto orgânica quanto por meio de aquisição tecnológica. Esse modelo de expansão, de ‘construir e comprar’, gera valor contínuo aos clientes e impulsiona o crescimento sustentável para as demandas do negócio. À medida que o negócio cresce, a SUSE continua comprometida em ser ‘open, open source’, oferecendo liberdade de escolha aos clientes”

Além de contrariar o conceito de “vendor lock-in”, a SUSE tem investido em flexibilidade e buscado evoluir de um mero “fornecedor Linux” para uma empresa de tecnologias para nuvem, infraestrutura definida por software e soluções de entrega de aplicativos. Isso gerou um crescimento dinâmico e lucrativo, à medida que a organização se adapta continuamente aos requisitos de parceiros e clientes. Como as empresas precisam ser cada vez mais ágeis e economicamente eficientes, precisam alavancar ativos digitais, informações e inovações de software, que possibilitem a transformação digital.

A SUSE é construída a partir de sua expertise com o Linux e trabalha com um ecossistema de parceiros e comunidades, para adaptar e proteger soluções open source apoiadas por serviço e suporte superiores. Essas tecnologias emergentes da infraestrutura são construídas no open source e Linux, e criam novos níveis de liberdade e flexibilidade para clientes.

“Nos últimos anos a SUSE expandiu seu portfólio para novas áreas, como armazenamento, nuvem e containers. Por conta da maior independência e aquisição pelo grupo sueco EQT Partners, a SUSE está respondendo à demanda de mercado com uma plataforma neutra, porém abrangente, que suporta múltiplas nuvens públicas e privadas, assim como integração de infraestruturas on-premises com softwares como o SUSE Linux Enterprise (SLE) 15” , diz Jay Lyman, analista principal da 451 Research.

A liderança da SUSE em mercados consolidados e emergentes é evidente em todo o mundo. Seus clientes estão entre as nove das 10 maiores empresas aeroespaciais, as 10 maiores fabricantes de automóveis, quatro dos cinco maiores bancos, metade dos maiores supercomputadores e 80% das organizações presentes na Fortune Global Top 50. Além disso, 70% de todos os aplicativos SAP em execução no Linux são executados em SUSE Linux Enterprise, incluindo mais de 90% das implementações SAP HANA. A SUSE desenvolveu o mercado de mainframe Linux há mais de 17 anos, permanecendo até hoje como líder.

“Como membros fundadores da Linux Foundation, a IBM continua trabalhando com a SUSE nas principais iniciativas open source, inclusive com o SLES como uma empresa com todo o suporte, sistema operacional otimizado para as plataformas da IBM – IBM Z, LinuxOne e Power Systems”, relata Kathy Bennett, vice-presidente de desenvolvimento e suporte técnico do IBM Systems ISV Ecosystem. “Nosso trabalho conjunto para dar suporte ao SAP HANA no IBM Power Systems, KVM na arquitetura Z, IBM z/VM integrada com tecnologias baseadas em nuvem e containers está acelerando a adoção pelos clientes de plataformas open source”.

“Na HPE, estamos comprometidos em fortalecer as iniciativas open source e padrões abertos em todo o setor, e lideramos os esforços no setor, com foco especial no Linux, há mais de 15 anos. Temos uma colaboração contínua com a SUSE em Linux, OpenStack e outros projetos. Eles impulsionam nossos esforços conjuntos para fornecer soluções valiosas, baseadas em open source, ao mercado”, declara Scott Farrand, vice-presidente de Hybrid IT-Platform Software da HPE.

Outros marcos para o momento positivo de negócios da SUSE incluem:

● De 1º de outubro de 2017 à 30 de abril deste ano, a SUSE registrou receita de US$ 182,9 milhões, o que representa um crescimento de aproximadamente 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA ajustado para esse período foi de US$ 56 milhões, ou seja, cerca de 23% de crescimento ano a ano.

● Desde agosto do ano passado, a base de funcionários da SUSE cresceu em quase 20%, chegando a aproximadamente 1.400 profissionais. A empresa investiu muito em suas equipes de engenharia e atendimento ao cliente.

● Novas e inovadoras soluções de infraestrutura definida por software e entrega de aplicativos apresentadas pela SUSE neste ano incluem: 

a) SUSE CaaS Platform 3 uma plataforma de Container-as-a-Service (CaaS) com Kubernetes;

b) SUSE Cloud Application Platform, para gerenciar aplicações, Platform-as-a-Service (PaaS) de nuvem nativa, por meio de Cloud Foundry e Kubernetes;

c) SUSE OpenStack Cloud 8, para nuvens privadas prontas para a produção;

d) SUSE Enterprise Storage 5, para armazenamento corporativo definido por software,

e) SUSE Manager 3.2, para gerenciamento de infraestrutura,

f) E o SUSE Linux Enterprise 15, reconhecido mundialmente.

● A SUSE expandiu as parcerias com os principais provedores de nuvem pública, incluindo Amazon Web Services, Google Cloud, IBM Cloud e Microsoft Azure.

● Desde 2013, mais de 10,7 mil aplicações de parceiros e de 7,6 mil sistemas de hardware foram certificados para serem executados por meio de softwares SUSE.

● Para garantir um serviço de qualidade e o envolvimento do cliente, mais da metade dos profissionais da SUSE estão concentrados em desenvolvimento e suporte ao cliente. Por isso, 90% dos clientes da SUSE estão satisfeitos com a experiência com engenheiros da SUSE e dois terços dos clientes classificam os engenheiros com uma pontuação perfeita.

● O compromisso da SUSE com o software e as comunidades open source continua a crescer, com a empresa atualmente engajada em mais de 100 projetos open source. Membro fundador de mais de 10 organizações open source, a SUSE tem representação em muitas associações e fundações, incluindo a OpenStack Foundation, Linux Foundation, Cloud Foundry Foundation, CNCF (Cloud Native Computing Foundation), OPNFV (Linux Foundation Networking), Open Mainframe e OpenHPC.

“A SUSE tem sido um membro ativo, produtivo e ‘open’ da The Linux Foundation desde antes mesmo que me envolvesse, em 2006”, relata Dan Kohn, diretor executivo da CNCF. “Com a CNCF, estou particularmente agradecido pelo compromisso inicial da SUSE, com solução Certified Kubernetes, e sua busca incessante por inovação e soluções de alta qualidade, confiáveis e utilizáveis”.

Saiba mais no site da SUSE.

Até uma próxima e um forte abraço.
_____________________________________________________________________________
Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.


Blog Diolinux © all rights reserved
made with by templateszoo