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Mailspring um cliente de e-mail bonito e moderno

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terça-feira, 12 de março de 2019

Seja para trabalhos acadêmicos, profissionais ou até mesmo uso pessoal, ter um e-mail faz parte da nossa rotina, e a cada novo serviço ou aplicação que vamos utilizar, nos é solicitado uma conta de e-mail, e organizar todas as nossas “cartas eletrônicas”, nem sempre é uma tarefa fácil.

mailspring-cliente-email-snap-deb-linux-ubuntu-windows-macos

Mailspring é um software multiplataforma “misto”, possuindo sua interface gráfica escrita em TypeScript com Electron e React, e seu mecanismo de sincronização em C++, atualmente apenas sua GUI é de código aberto, entretanto em seu Github é declarado que num futuro, seu mecanismo de sincronização também será open source, portanto trata-se de um software até o momento proprietário. 

Caso note a interface familiar, isso ocorre pois o app é um fork do Nylas N1, outro gerenciador de emails, mantido por um de seus antigos desenvolvedores, na qual garante que o Mailspring é mais rápido, consome metade da RAM e CPU, pois sua base é em C++, ao contrário do Nylas N1, que compunha de um mecanismo de sincronização em JavaScritpt, também dispõe de um compositor totalmente renovado e diversos novos recursos.

Formatos de distribuição do Mailspring


Acesse o site oficial do Mailspring e efetue o download da versão referente ao seu sistema, no caso do Linux existem 3 formatos de pacotes disponíveis, em DEB, RPM e Snap.

mailspring-cliente-email-snap-deb-linux-ubuntu-windows-macos

Para distros baseadas no Fedora e OpenSuse você pode utilizar a opção em RPM, se for Debian, Ubuntu e Linux Mint, em DEB, entretanto recomendo fortemente a opção em Snap, por possuir como diferencial o auto-update, nos outros casos você terá que baixar e instalar novamente a cada nova versão do programa.

Outro aspecto interessante é poder selecionar os canais de software do Snap, e testar a aplicação em diferentes estados de desenvolvimento, experimentando possíveis novas funcionalidades.

Caso não tenha configurado o Snap em seu sistema, veja como proceder como o seguinte post, lembrando que no Ubuntu o Snap já vem habilitado por padrão, porém no Mint não.

Instalando o Mailspring Snap via terminal


Para amantes do terminal, depois de ter configurado o Snap em sua distro, utilize o seguinte comando:

sudo snap install mailspring

Como informei anteriormente, com o Snap você pode testar as outras versões do Mailspring, basta adicionar uma das seguintes flags: “--candidate”, “--beta”, “--edge”, por exemplo suponhamos que você queira testar a versão beta do app, no entanto esteja ciente que versões em desenvolvimento podem conter bugs.

sudo snap install mailspring --beta 

Para desinstalar via terminal é muito fácil.

sudo snap install mailspring

Instalando o Mailspring Snap via loja no Ubuntu

Na loja do Ubuntu você pode encontrar o Mailspring pesquisando por seu nome e instalando facilmente com apenas uns cliques.

mailspring-cliente-email-loja-snap-deb-linux-ubuntu

Mailspring um belíssimo cliente de email


Logo após instalar o programa, você verá uma janela de login, para utilização do Mailspring é necessário cadastrar-se no serviço, mas calma que não será preciso pagar, ao menos que você queira os benefícios da conta “PRO”.

Crie sua conta normalmente, logue-se no cliente e uma janela solicitando a conexão de uma conta de email aparecerá.

mailspring-cliente-email-snap-deb-configuração-linux-ubuntu-windows-macos

Para contas do Gmail, o programa disponibiliza uma URL, para integração com os serviços do Google, siga todo o passo-a-passo proposto pelo app, caso tenha eventuais dúvidas, confira o vídeo demonstrando um pouco das funcionalidades do Mailspring e sua instalação em DEB.


É bem simples e fácil configurar o Mailspring, antigamente sua interface era toda em inglês, em seu estado atual além da interface inteiramente traduzida em nosso língua, conta com corretor ortográfico, assinaturas personalizadas de email, temas para sua GUI, modos de visualização, integração com a tray do sistema e muito mais.

interface-cliente-email-mailspring-tema

E você utiliza algum cliente email? Confesso que em tempos e tempos mudo de aplicação, alternando entre o Thunderbird, Mailspring e o “Gmail Web”, e já me aventurei com o Geary, Evolution entre outros.

Comente logo abaixo sua forma favorita de gerenciar seus emails, ou se atualmente utiliza via navegador. 

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Webcamoid um app multiplataforma para a sua webcam

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A utilização de webcams tornou-se algo relativamente comum nos tempos atuais, seja acoplada em um notebook ou adquirida a parte, esse tipo de device atende diferentes públicos: usuários comuns, youtubers, conferencistas, entre outros.

Porém nem sempre os softwares oferecidos pelos fabricantes tem sua versão Linux, e alguns usuários desconhecem de soluções equivalentes ao “programa padrão da fabricante da webcam”.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Mesmo sendo relativamente simples configurar uma webcam no Linux, algumas features extras podem potencializar nossa experiência durante a utilização de tais equipamentos, e ajustes finos como: codec, bitrate, configurações na imagem, áudio e vídeo, são interessantes se você deseja um maior controle.

O Webcamoid é uma aplicação de código aberto escrito em C++/Qt5 multiplataforma, dotado de algumas características como: a possibilidade de gerenciar mais de uma webcam, mais de 60 filtros (efeitos nos vídeos), captura de tela, ajustes na qualidade do áudio e vídeo, assim como configurações mais avançadas de codec, bitrate, formatos de saída do vídeo etc.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Em sua versão Linux, além do v4l2loopback, tem incluso o suporte ao akvcam, driver de câmera virtual para Linux, na qual é o responsável por oferecer os mesmos recursos disponíveis nos drivers do Mac e Windows, possibilitando configurações persistentes, emulação dos controles da câmera (contraste, brilho, saturação, exposição, etc).

Instalando o Webcamoid


Em sua página oficial do Github, existem diversas opções do aplicativo destinado a cada sistema operacional, para o Linux recomendo a versão em AppImage, por ser mais prática e não exigir instalação.

Então efetue o download da aplicação neste formato.

 Baixar o Webcamoid

Após baixar o programa, clique com o botão direito do mouse, vá em propriedades e marque a opção “Permitir execução do arquivo como um programa”, não esqueça de verificar se a opção “Acesso”, está como “Leitura e escrita”.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux

Funcionalidades do Webcamoid


O app é organizado da seguinte maneira: uma espécie de dock, que faz o papel de atalhos das configurações, um painel lateral que conforme a opção exibe os dispositivos ou efeitos, e na direita um painel com ajustes destas opções.

A dock é composta de 8 atalhos, sendo o primeiro uma forma de ativar e desativar a webcam.

O segundo atalho permite escolher e configurar os dispositivos, alterando formato de vídeo, resolução, taxa de FPS, etc.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Também existe a possibilidade de setar a tela do seu desktop, para aplicar as demais opções de outros atalhos como efeitos, ou até mesmo efetuar uma captura de tela.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Sempre após mudar alguma opção e antes de gravar, seja a tela ou a webcam, clique no primeiro atalho, ele é o responsável por desligar e ligar, efetivando as modificações.

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No terceiro atalho existem as opções de áudio, nele você pode alterar o formato, canais e muito mais.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

O quarto atalho permite capturar uma imagem, inclusive com um contador de tempo.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

No quinto atalho opções de codec, bitrate, formatos de áudio e vídeo, entre outros, além do botão para efetuar a gravação.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Em seguida na próxima opção, estão disponíveis mais de 50 efeitos com ajustes, gastei um bom tempo testando e brincando com cada filtro.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Em preferências configurações avançadas estarão disponíveis, dando maior liberdade para quem é mais “hardcore”.

software-app-webcam-webcamoid-kde-appimage-linux-mac-windows

Particularmente gostei muito do Webcamoid, inclusive tive algumas ideias para OSistemático após fuçar em seus vários efeitos, outra coisa que me “encantou”, foi a riqueza de ajustes, caso seja dono de uma webcam, recomendo muito esse programa.

E você, já conhecia do Webcamoid? Deixe nos comentários suas experiências com o software, e se conhece outras aplicações interessantes.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como configurar a rede no Ubuntu Server através do Netplan

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Há algum tempo o nosso querido Ubuntu Server mudou consideravelmente a sua forma de configuração de rede padrão, se antigamente nós configurávamos as nossas placas de rede em /etc/network/interfaces, à partir do Ubuntu 18.04 LTS (Server ou não) as configurações de rede devem ser feitas através do "netplan". Aprenda a fazer essa configuração.

Configuração de Netplan Ubuntu






Para configurar a rede no Ubuntu Server, atualmente, você deve navegar até o diretório /etc/netplan, onde será possível encontrar um arquivo com a extensão .yaml, é nele que você deve fazer os seus ajustes.

Entendendo a formatação e configuração do arquivo .yaml de rede


Eu sei, "old habits die hard", mas o novo formato permite um único tipo de configuração de rede em todas as versões do Ubuntu disponíveis, do seu desktop até a "internet das coisas", e bom, mesmo que você não goste muito da ideia de mudar, francamente, não há muito que você possa fazer nesse sentido, porém, a configuração atual é, na verdade, extremamente simples.

Dica: Para editar estes arquivos eu vou usar o editor de textos "nano", no meu caso a sintasse para abrir o arquivo de configuração seria:
sudo nano /etc/netplan/50-cloud-init.yaml
Verifique qual o nome do seu arquivo de configuração de rede com:
ls /etc/netplan/
Esta é a imagem de um arquivo de configuração de um dos meus servidores:

Configuração de rede no Ubuntu Server

O arquivo por si só já é identado, então, recomendo tomar esse cuidado na organização, isso vai fazer com que seja realmente simples de entender tudo.

Indicado com a seta, você tem o nome (ID) da sua placa de rede.

Logo abaixo você tem:

- Endereço do IP que você quer para a máquina, seguido de uma máscara de sub-rede, declarada nesse caso com um simples "/24" (255.255.255.0);

- gateway4 para IPV4, se você for usar IPV6, terá de declarar como "gateway6";

- dhcp4 para IPV4, suportando "verdeiro" ou "falso" para DHCP ativo ou não, com as palavras em Inglês "true" e "false", asssim como o gateway, caso você vá utilizar IPV6, ele deve ser declarado como "dhcp6";

- "optional" define se essa placa de rede deve ser aguardada (false) ou não (true) na hora do boot para iniciar o sistema;

- Por último você deve configurar o seu DNS sob "nameservers". Observe a identação, você pode adicionar mais de um DNS na mesma linha, apenas separando-os por vírgula, é bem simples de entender observando o exemplo acima.

Observe, na imagem acima também, como é feita a organização das informações para que tudo saia corretamente. Antes de fazer qualquer alteração nesse arquivo, você pode, é claro, fazer um backup dele.

Configurando DHCP no arquivo de Netplan


A configuração de rede do Ubuntu Server pode ser feita no momento da instalação, se você marcar para ele usar DHCP ou ignorar a configuração de rede, esse será o comportamento padrão do sistema, porém, caso você tenha alterado alguma configuração ou queira fazer algum tipo de teste, o DHCP padrão do Ubuntu Server se configura dessa forma:

Configuração de rede Ubuntu Server

E claro, você pode mesclar as coisas e adicionar configurações extras, como  usar um DNS específico.

Dica: Como descobrir o ID da minha placa de rede?

Como você deve ter percedido, é necessário declarar a sua placa de rede para então fazer as configurações adequadas. Geralmente o próprio Ubuntu adincionará essa identidade ao arquivo por padrão se as placas estiverem no servidor na hora da instalação, mas em caso de dúvida, use o comando:
ip address
Mesmo sem internet no computador você verá um resultado semelhante a esse, observe o local onde a placa de rede é exibida:

Configuração de rede no Ubuntu Server

Se precisar estudar mais o netplan para fazer configurações menos comuns, basta consultar o manual:
man netplan
No site da Canonical você encontra uma versão web desse manual.


Testando e aplicando o "seu plano de rede"


O "Netplan" possui alguns recursos interessantes, como uma ferramenta para testar se a configuração está funcional, antes de você aplicar mudanças:
sudo netplan try
Dessa forma o "Netplan" tentará implementar a suas modificações no sistema, caso algo dê errado, ele vai te avisar. Nesse caso, eu escrevi a palavra "true" errado propositalmente para mostrar o resultado, veja:

Configuração Ubuntu Server

Ajustando esse erro e repetindo o teste:

Configurando o Netplan no Ubuntu

Repare que agora o meu arquivo de configuração foi aprovado como "funcional", eu posso aplicar a modificação ao sistema simplesmente pressionando "enter" novamente, caso contrário, em 2 minutos o arquivo será revertido ao padrão anterior.

Caso você já saiba fazer as modificações e simplesmente queira aplicar direto as suas configurações, basta rodar:
sudo netplan apply
Como você pode ver, especialmente se você era um dos que constumava fazer ajustes em  /etc/network/interfaces, aqui não é necessario reiniciar nenhum serviço ou mesmo o servidor. No entanto, vale a pena observar que caso você edite o seu arquivo (com o nano por exemplo),  o salve, e depois reinicie o seu computador, ele vai usá-lo como "netplan" sem a necessidade do "apply".

Uma forma nova de configurar o seu Ubuntu Server


Apesar de eu ter tratado isso como algo novo, esse método já está disponível para as pessoas que vão usar o Ubuntu Server há praticamente um ano e não é necessariamente mais difícil do que o modo antigo, é apenas diferente. De fato, tirando o nome meio esquisito que o seu "yaml" pode ter, o resto é simples até demais.

Espero que o artigo tenha ajudado, se ele lhe foi útil, não esqueça de compartilhar, até a próxima!

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Veja as letras de suas músicas favoritas com o Musixmatch

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quarta-feira, 6 de março de 2019

Música é uma arte que requer sensibilidade sonora e muitas vezes desperta um sentimento único e que se molda conforme o ritmo, harmonia, letra e seu estado emocional, e sempre temos um estilo ou artista que afloram tais sentimentos, e que tal tirar proveito desse momento ao acompanhar as letras conforme a música é tocada? O programa de hoje proporciona tais possibilidades.

musicxmatch-letras-musicas-spotify

O Musixmatch é um dos maiores e mais populares apps Android, com ele você poderá acompanhar em tempo real seu artista interpretando alguma canção, e as letras serão visíveis nesse momento. Além de possuir uma versão mobile, o app conta com um cliente desktop.

Em sua versão mobile, o Musixmatch pode obter as letras de várias canções no Youtube, Spotify, Apple Music, SoundClound, Google Play Music, Pandora e mais.

musicxmatch-letras-musicas-spotify-google-music-apple-android

E qual a utilidade de ver letras das músicas?


Podemos aproveitar deste recurso para alguns fins como: Fazer um karaokê particular com as músicas favoritas, aprender algum idioma enquanto ouve música (sempre vejo os professores falarem que uma das melhores maneiras de praticar ou aprender outro idioma são através de filmes, seriados, livros e músicas), utilizar para aulas de canto e técnica vocal, ou simplesmente tirar uma duvida sobre um “trecho nebuloso” de alguma canção predileta (😂😂😂).

O legal desta aplicação que, ao menos no desktop que testei, não precisa ter a versão de um serviço pago para utilizá-lo em conjunto, falo especificamente do Spotify que é a plataforma de Streaming de áudio que consumo diariamente.

Instalando o Musixmatch


Como informado logo acima, o Musixmatch possui tanto versão mobile, como desktop, porém, irei focar na aplicação para PCs, se deseja instalar a versão para Android, basta acessar esse link que te levará direto à Google Play Store

Um ponto a salientar, é que sua versão desktop age em conjunto com o Spotify, então você precisa deste programa previamente instalado, e se utiliza a versão free, não tem problema algum.

Pesquise normalmente na loja do Ubuntu, Linux Mint, e instale o Spotify.

spotify-snap-flatpak-linux-mint-ubuntu

O Musixmatch é distribuído no formato Snap, sua instalação pode ser feita tanto via terminal, como na loja de aplicativos, caso esteja utilizando o Linux Mint ou derivados, você pode aprender como habilitar o Snap através deste post.

sudo snap install musixmatch

musicxmatch-letras-musicas-spotify-ubuntu-snap-loja

Para desinstalar o programa, você pode fazer da mesma maneira que instalou via interface gráfica ou com o comando:

sudo snap remove musixmatch

Configurando e utilizando o programa


Logo após instalar o Musixmatch, execute-o. Uma pequena janela abrirá, tenha em mente que o app funciona em conjunto ao Spotify, como já foi comentado, então ele deve estar funcionando e reproduzindo alguma canção.

musicxmatch-letras-musicas-spotify-janela-inicial

Antes de usarmos o programa, é necessário alguns passos, como criar uma conta no Musixmatch e logar com sua conta Spotify.

Clique na opção “Musixmatch login required”, ele abrirá uma nova janela, crie seu cadastro na plataforma.

cadastro-musicxmatch-letras-musicas

Depois conecte-se com sua conta Spotify, clicando em ”Connect to Spotify”.

login-cadastro-spotify

Após ter criado seu cadastro do Musixmatch e ter logado com sua conta Spotify, reproduza alguma música no Spotify, abra o app do Musixmatch através de seu ícone de bandeja e clique em “Show Musixmatch”.

bandeja-tray-musicxmatch-letras-musicas-spotify

E pronto! “Num passe de mágica” uma janela flutuante com a letra em tempo real será visível, caso o aplicativo não identifique ou perca seu login ao fechá-lo, efetue-o novamente, assim o app volta a sua normalidade.

musicxmatch-letras-musicas-spotify

Gostei bastante desta aplicação, sua versão desktop ainda tem menos funcionalidades que a mobile, entretanto creio que seja questão de tempo para a chegada de novos recursos.

E você, é apaixonado por música? Deixe nos comentários sua opinião, e se você assim como eu às vezes “dá uma de cantor” (😂😂😂), não perca tempo e experimente esse programa.

Te espero no próximos post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como instalar o DaVinci Resolve no Linux

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O DaVinci Resolve é um software da Black Magic Design, uma famosa empresa de equipamentos para filmmakers profissionais, que também é responsável por um dos melhores softwares da atualidade para edição e pós-produção de vídeo. Hoje você vai aprender a instalar o DaVinci Resolve na sua distro Linux.

Como instalar o DaVinci Resolve no Linux






O DaVinci Resolve é um software extremamente completo, capaz de trabalhar com edição de vídeo profissional, composição, edição de áudio e color grading e está disponível para Linux, macOS e Windows em uma versão gratuita e uma versão paga (DaVinci Resolve Studio).


A versão grátis é muito poderosa e pode resolver os problemas da maior parte dos produtores de conteúdo e é essa versão que você vai aprender a instalar no seu Linux.

Temos também a versão em vídeo deste tutorial:


Fazendo o download do DaVinci Resolve para Linux


O primeiro passo é acessar o site do software e rolar (muito) a página até a parte de baixo onde você encontrará as opções de downloads para cada sistema operacional, enquanto observa as várias funcionalidades do software que são exibidas na página.

DaVinci Resolve Download

Nessa região você encontrará a versão grátis e a paga, basta escolher a desejada. Uma curiosidade interessante em relação a versão paga, é que se você comprar qualquer câmera da Black Magic, a versão Studio do DaVinci Resolve vem de brinde, bacana, né?

No nosso caso vamos baixar a versão gratuita (Free), basta clicar no botão referente à versão.

Download DaVinci Resolve Linux

Na próxima tela você verá as opções de download disponíveis, incluindo a versão de Linux, basta clicar no botão referente.

O próximo passo é um pequeno formulário de cadastro que deve ser preenchido, caso você baixe a versão Studio ele não é necessário, porém, na versão grátis, sim. Preencha com as informações requeridas.

Download do DaVinci Resolve no Linux

Depois de fazer o cadastro você efetivamente poderá fazer o download do software.

DaVinci Resolve Download para Linux

O arquivo tem cerca de 900 MB de tamanho e vem compactado no formato .zip.

Instalação do DaVinci Resolve no Linux


*Essa era uma parte consideravelmente complicada até pouco tempo, temos aqui no blog um tutorial completo para a instalação do Resolve no Ubuntu e também um outro tutorial mostrando como transformar o instalador em um .deb, ambos devem ser usados apenas em caso de necessidade.

Atualmente a Black Magic melhorou muito a forma com que o software é distribuído e incluiu todas as dependências e libs diretamente no instalador, fazendo com que a instalação no Linux seja extremamente simples, tanto quanto no Windows ou no macOS.

O primeiro passo é extrair os arquivos do arquivo compactado que você baixou.

Davinci Resolve extração

Com essa extração uma pasta será criada com o nome do programa, você pode entrar nela, onde encontrará dois arquivos, um instalador no formato .run e um pdf com um manual de instruções.

Tudo o que você precisa fazer é dar dois cliques no arquivo .run e o instalador vai se abrir.

*Caso não funcione, verifique o arquivo está com as permissões de execução através do menu "propriedades", clicando com o botão direito sobre ele e observando a aba "permissões.

Instalação do DaVinci Resolve

À partir de agora o instalador é completamente guiado, basta avançar pelas etapas observando as opções disponíveis. Durante a instalação será solicitada a sua senha de Root pelo menos duas vezes para a instalação de alguns arquivos em certos diretórios, basta confirmar digitando a sua senha e aguardar a instalação processeguir até o seu final.

Na dúvida, consulte o manual que vem com o programa.

Quando o procedimento finalizar, o programa já estará instalado, basta procurar pela aplicação no menu do seu sistema.


Configuração do DaVinci Resolve no Linux


Ao abrir o software pela primeira vez você poderá fazer um "setup" inicial, configurando algumas das suas preferências, como local onde deseja armazenar os seus arquivos de mídia, configuração de padrões da teclas de atalho (usar as do Adobe Premiere, FinalCut e Avid Media Composer são algumas opções), além de fazer uma verificação de se o hardware instalado está adequado para o trabalho e a configuração dos padrões dos seus projetos, como a resolução.


Configuração do DaVinci Resolve
Começando a conifguração do DaVinci Resolve

Configuração do DaVinci Resolve
Verificação de compatibilidade

Configuração do DaVinci Resolve
Definição de padrões do projeto

Configuração do DaVinci Resolve
Seleção da pasta adequada para armazenar as suas produções

Todas as configurações aqui feitas poderão ser alteradas posteriormente nas configurações do próprio DaVinci Resolve através do menu de mesmo nome no programa.

Dicas para usuários da versão Free do Resolve no Linux


Configurando DaVinci no Linux

No Linux o DaVinci Resolve não tem decoração nas janelas, talvez isso seja alterado no futuro, talvez não, mas de toda forma, apesar de ser um software que você sempre vai querer trabalhar em tela cheia, é possível manipular a janela segurando a tecla "Alt+Clique do botão esquerdo do mouse" para movimentá-la, ou "Alt+F7", você também pode usar "Alt+F8" para redimencioná-la se quiser.

A versão do Resolve livre de custos possui limitações em relação a codecs, de modo que pode ser necessário capturar as suas mídias em formatos suportados na versão grátis (ver manual do programa), ou então converter os seus arquivos capturados em formatos diferentes.

Convertendo arquivos para o DaVinci Resolve Linux


Para tal, nós preparamos um outro artigo aqui no blog que faz uso do poderoso FFMPEG, através de uma de suas interfaces chamada WINFF (Disponível também para Windows), com um script que converte facilmente qualquer arquivo para um formato que o DaVinci possa trabalhar sem problemas.

Para saber mais sobre essa ferramenta, basta acessar este artigo: "Convertendo vídeos para trabalhar no Davinci Resolve no Linux".

É interessante observar que o DaVinci Resolve requer um bom hardware para funcionar bem, em especial placas de vídeo, porque a maior parte (se não todos) os seus recursos de edição são trabalhados pela GPU, no Linux temos um desempenho (generalizando) melhor com placas da Nvidia atualmente, então tenha certeza de ter os seus drivers instalados corretamente.

Ficou alguma dúvida? Conheça o nosso fórum, você pode ter suporte por lá.

DaVinci Resolve não abre por falta de uma biblioteca


Dependendo da sua instalação, pode ser que uma biblioteica relacionada ao seu driver de vídeo não seja instalada e por conta dela, a versão atual do DaVinci Resolve não consegue ser executada. Eu tivesse problema apenas uma vez, mas acho que vale a pena deixar a dica registrada.

DaVinci Resolve Linux lib

Caso você clique no ícone do DaVinci Resolve e nada aconteça, pode ser que algum componente assim esteja faltando. Para ter certeza de qual componente é esse, rode o seguinte comando no terminal:
/opt/resolve/bin/resolve
E observe o erro que aparecer, no meu caso era a ausência da "libOpenCL", bastando instalar, neste caso pela loja do Mint, o pacote "ocl-icd-libopencl1", que foi encontrado pesquisando simplesmente por "libopencl". Depois da instalação o DaVinci Resolve iniciou normalmente.


Até a próxima!
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Economize internet com a extensão Bandwidth Hero

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Nem todas as regiões do Brasil possuem conexão de internet com alta velocidade, e às vezes é comum a adesão em alguma banda larga 4G LTE, e nestes casos economizar o limite de tráfego de banda de internet é algo super importante, pois caso o limite da franquia seja alcançada, a internet pode diminuir drasticamente sua velocidade, ou até mesmo ficar temporariamente indisponível.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

É aí que o Bandwidth Hero (“Herói da Banda Larga”) entra em ação, com essa extensão de código aberto e disponível para Google Chrome e Firefox, o fluxo dos dados podem diminuir, economizando sua franquia de internet

Seu funcionamento é bem simples, comprimindo as imagens dos sites que são acessados pelo usuário nos formatos WebP e JPEG. Ao navegar na web o Bandwidth Hero endereça as imagens dos sites visitados para seu servidor proxy, que compacta cada uma e envia em baixa resolução diretamente para você, essa técnica visa diminuir a qualidade da imagem e evitar o máximo do uso da sua banda larga, uma maneira interessante para quem sofre com essas limitações de internet.

funcionamento-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Comprimindo as imagens em até 50 - 70% de seus tamanhos originais, no entanto, em alguns casos sua compressão é tão agressiva que imagens podem ficar em preto e branco, entre outras coisas, mas com as diversas configurações da extensão você pode resolver tais problemas facilmente, apenas desabilitando alguns recursos.

Outro ponto a ser observado é que o proxy não garante seu anonimato, ele faz o download de imagens em nome do usuário, passando os cookies e o endereço IP para o host de origem. 

Configurando o Bandwidth Hero no seu navegador


O serviço de proxy do Bandwidth Hero faz uso do Node.js, então vamos instalá-lo em nosso sistema (Ubuntu, Linux Mint e derivados):

sudo apt install nodejs

sudo apt install build-essential

Você pode utilizar a interface gráfica, caso não queira usar o terminal, basta fazer todo procedimento via Synaptic, pesquise e instale os pacotes: “node.js” e “build-essential”, aprenda a utilizar o Gerenciador de pacotes Synaptic, com esse vídeo super especial.

instalar-node.js-ubuntu-synaptic

Por se tratar de uma aplicação em Node.js, devemos hospedá-lo para correto funcionamento do servidor proxy, no entanto acalme-se, iremos usar o serviço gratuito Heroku (mesmo possuindo planos pagos, utilizaremos o free).

Efetue seu cadastro normalmente no serviço, e na opção “Primary development language”, selecione “Node.js”. Um link de confirmação será enviado para seu email.

hospedar-node.js-heroku-app

Configure sua senha de acesso ao Heroku, e acesse o serviço.

senha-heroku-cadastro-free-app-node

Adicione a extensão, conforme seu navegador:

Google Chrome

 Baixe a extensão para Google Chrome

Mozilla Firefox

 Baixe a extensão para Mozilla Firefox

Em seu navegador na parte superior direita irá aparecer o ícone do Bandwith Hero, clique nele, um pequeno pop-up surgirá, clique na opção “Compressions settings”, logo após em “Configure data compression service”, abrindo assim a janela de configuração.

config-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Clique na opção “Heroku”, aparecerá um botão de nome “Deploy to Heroku”, clique nele e ao ser redirecionado para página do Heroku, efetue o login.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Configure seu app Node.js, preenchendo todos os campos, em “App name” tente uma combinação até ter um nome disponível, em “Choose a region” escolha “United States”, logo abaixo crie um LOGIN e PASSWORD para aplicação, ao finalizar clique em “Deploy app” e aguarde a conclusão do processo (pode demorar uns minutinhos).

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Ao finalizar a compilação do app, aparecerá dois botões no final da página, clique em “View”, um pop-up solicitando LOGIN e PASSWORD aparecerá, digite ambos que acabou de criar.

deploy-app-heroku-nodejs

Uma nova página se abrirá, copie a URL.

url-node.js-heroku-app

Cole a URL no campo “Data Compression Service” na página de configuração do Bandwidth Hero, aquela que abrimos anteriormente após instalar a extensão.

extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Por fim veja a mágica acontecer, e a quantidade de MBs que serão “salvos” na sua franquia de internet. Por exemplo, aqui no blog Diolinux passamos a utilizar o formato Webp (indicado para imagens na web), e mesmo assim o Bandwidth Hero, comprimiu e conseguiu economizar 78% no resultado final .

resultado-compressão-imagens-extensão-bandwidth-hero-economizar-internet-firefox-google-chrome

Com essa extensão muitos poderão se beneficiar e prolongar sua franquia, seja ela 4G, ou como já fiz há alguns anos atrás, uma internet 3G por meio de um adaptador USB (Época que não tinha internet cabeada, recorrendo a boa e velha gambiarra com o 3G do meu celular  😂😂😂).

Gostou da dica? Deixe nos comentários se já conhecia essa solução.

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