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Foliate, um leitor simples e moderno de ebooks

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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Hoje em dia, muitas pessoas preferem ler livros e revistas em quadrinhos (HQs), em seus computadores, por isso ter um bom leitor de ebooks é essencial. O Foliate se propõe a isso.


Foliate, um leitor simples e moderno de ebooks






Muitos que preferem ler ebooks, utilizam os seus Kindles e tablets para isso, mas muitos não possuem um. Ou por falta de dinheiro, ou simplesmente por não quererem. Para quem só possui o PC, esse programa irá lhe ajudar bastante para ler aquele livro super bacana, ou aquela saga massa do seu quadrinho preferido.

Foliate é feito sobre o GTK, e as tecnologias GJS e Epub.js são utilizadas na construção desse leitor de ebooks.


Os recursos que estão presentes no Foliate são:

 • Visualização de duas páginas e visualização rolada;
 • Personalizar fonte e espaçamento de linha;
 • Modo claro, sépia, escuro e invertido;
 • Controle deslizante de progresso de leitura com marcas de capítulos;
 • Favoritos e anotações;
 • Pesquisar no livro;
 • Pesquisa rápida de dicionário;
 • Formatos suportados: .epub, .mobi, .azw, and .azw3 

A instalação do Foliate pode ser feita de duas formas: Via Flatpak e o pacote em DEB.

Para instalar a versão em Flatpak, você precisa ter o suporte ao mesmo habilitado. Caso a sua distro não suporte Flatpaks, basta seguir o nosso tutorial. Feito isso, você pode instalar o Foliate através da sua loja de apps, ou através do terminal, com o seguinte comando:

flatpak install flathub com.github.johnfactotum.Foliate

Ou se preferir, pode utilizar o instalador DEB, bastando salvar em uma pasta que você tenha acesso liberado, como a pasta Downloads. Depois de baixado, basta dar 2 cliques no arquivo e seguir as instruções de instalação.

Para maiores informações, basta acessar o site oficial do projeto.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Nova versão do Peek é lançada com vários updates [UPDATE]

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Ter uma ferramenta para ajudar naquela tutorial, em que só as palavras não são suficiente, sempre é bem vindo, não é mesmo? O Peek é uma dessas ferramentas.

Nova versão do Peek é lançada com vários updates







Peek é um gravador de tela simples, para facilitar a criação de pequenas capturas de tela (screencasts), que podem ser salvas nos formatos GIF, WEbM ou MP4.



Muitos dos tutoriais mostrados aqui no blog, em algum momento utilizou  o Peek.

O aplicativo ficou praticamente 1 ano sem receber updates, agora recebeu importantes correções e melhorias no código, além de um pedido de desculpas do seu desenvolvedor.

Algumas dessas novidades foram:

● Menu do app foi movido para a parte interna do mesmo;



● O novo ícone do aplicativo agora segue as mesmas diretrizes do GNOME;




● Aprimorada as mensagens de erros mostradas na gravação do GNOME Shell;

●  Corrigido um erro duplo de gravação utilizando o ffmpeg;

● Traduções atualizadas, português do Brasil “entrou no pacote”;

Para conferir todas as melhorias e novidades, basta clicar aqui.

Se você ficou interessado em utilizar o Peek, você pode acessar aqui e escolher a melhor forma de instalar em sua distro. No momento em que o artigo é feito, a versão em AppImage ainda não foi lançada e a versão em Flatpak ainda está na versão 1.3.1. Tirando o código fonte, que precisa ser compilado, somente a versão em PPA está na versão 1.4.0. A versão em snap não é mais mantida  pelo desenvolvedor.

UPDATE: O Flatpak foi atualizada para a versão 1.4.0.

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Como iniciar uma partição NTFS no Ubuntu durante o Boot

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Essa é uma daquelas dúvidas que muita gente tem, acostumados a criar um "Disco D" no Windows para usar como backup de arquivos e, em muitos casos, especialmente quando a pessoa usa Dual Boot, essa partição acaba servindo justamente como "ponte" entre os arquivos do Linux e os do Windows, porém, no Linux, todas as unidades precisam ser montadas para que possam permanecer acessíveis, independente do sistema de arquivos.

Discos Linux





As configurações de discos no Linux são geridas pelo FSTAB, um arquivo de configurações que diz para o sistema quais partições devem ser montadas no boot, nós temos um artigo muito completo sobre o FSTAB aqui no blog, clique aqui para conferir.

Discos extras, partições extras que não fazem parte do conjunto do sistema, são tratados como um Pen Drive ou Cartão SD muitas vezes, sendo montados no momento em que você clica ativamente no disco, porém, esse comportamento pode ser facilmente alterado.

Como fazer com que o "Disco D" inicie junto com o Boot do Ubuntu


Eu utilizo uma disco de 1,5 TB com NTFS como disco de Backup, e para fazer com que ele inicialize montado juntamente com o sistema, podemos usar o software "GNOME Disks", ou "Discos", em Português, um aplicação que já vem pré-instalada com o Ubuntu e com várias distros que também usam GNOME.

GNOME Disks

Selecione o disco desejado no painel esquerdo, clique no ícone da engrenagem e depois clique "Editar opções de montagem..."


Na janela que se abrir, desabilite a opção "Padrões de sessão de usuário", e tenha certeza de que a opção "Montar ao inicializar o sistema" está marcada.

Pontos de montagem

Clique no botão "OK", digite a sua senha, e o processo será concluído. Depois disso, você pode reiniciar o computador e verificar se a montagem foi feita de forma automática.

Em caso de dúvidas, consulte o nosso fórum. Curtiu a dica? Compartilhe para os seus amigos e nos ajude a espalhar o conhecimento.

Até a próxima!
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Como instalar o Lutris no Ubuntu corretamente

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sábado, 31 de agosto de 2019

Muitos que chegam no mundo Linux, perguntam como que conseguimos instalar certos games no Linux, além da Steam. Fizemos um tutorial de como preparar o seu PC Linux para jogar e nele falamos do Lutris. Hoje vamos ensinar a instalar ele no Ubuntu.

Como instalar o Lutris no Ubuntu corretamente





Além de instalar jogos, pode-se instalar também alguns launchers, como o da Uplay e Epic Games por exemplo. Que ensinamos a instalá-los aqui e aqui.

Bom, vamos a instalação. Primeiro acesse o site do Lutris e vá até a sessão download.



Agora vamos adicionar o repositório do Lutris, fazer o update e instalar o Lutris com um único comando, que é:

sudo add-apt-repository ppa:lutris-team/lutris -y && sudo apt update && sudo apt install lutris -y

Agora é só esperar a instalação acabar e desfrutar do Lutris.



Acima vemos como seria a tela dele, no caso é o meu Lutris já com o Overwatch instalado.

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Como instalar o WineHQ no Ubuntu de forma correta

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Há um tempo, fiz um tutorial de como preparar o seu Ubuntu ou Mint para jogar, nele ensinei como instalar o Wine que está no repositório do Ubuntu e do Mint. Hoje vou ensinar como instalar o WineHQ, direto da “fonte”.

Como instalar o Wine no Ubuntu de forma correta






Antes de prosseguirmos, vamos reforçar mais uma vez, que o Wine não é um emulador, tanto que Wine é um acrônico de “Wine Is Not an Emulator". Feito isso vamos ao tutorial.

Primeiro vamos acessar o site winehq.org e ir na sessão Download.



Depois vamos para a sessão referente ao Ubuntu.



Bom, agora vamos precisar fazer alguns ajustes para depois começarmos a instalar o WineHQ. Primeiro vamos instalar o pacote libfaudio0 que a partir da versão 4.5 do Wine, é uma dependência essencial para o aplicativo.

Para instalar no Ubuntu 18.04.3 ou Mint 19.x, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.07-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui

Recomendamos salvar em pastas que você tenha acesso, como a pasta Downloads, que para acessar via terminal seria assim:


Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/amd64/libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/i386/libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb

Agora vamos instalar, com o seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb
Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install

Para instalar no Ubuntu 19.04, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.08-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui.

Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/i386/libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/amd64/libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb

Agora vamos instalar, com seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install
Agora vamos adicionar o suporte para 32 bits se o seu sistema for de 64 bits (que muito provavelmente é). Basta rodar esse comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Vamos adicionar o repositório e a key (chave):

wget -nc https://dl.winehq.org/wine-builds/winehq.key

sudo apt-key add winehq.key

Feito esses procedimentos, vamos adicionar o repositório.

Para Ubuntu 18.04.3 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ bionic main'

Para Ubuntu 19.04 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ disco main'

Se tudo ocorreu dentro dos conformes e sem erros, vamos dar aquela atualizada: sudo apt update

 Agora instalando o WineHQ


No repositório deles, tem 3 versões do Wine, sendo: Stable branch, Development branch e Staging branch. Para instalar eles é bem fácil, basta escolher o comando respectivo para cada versão.

sudo apt install --install-recommends winehq-stable -y

sudo apt install --install-recommends winehq-devel -y

sudo apt install --install-recommends winehq-staging -y

Aí é só esperar a instalação completar e desfrutar o Wine direto da “adega” 😂. Para aqueles que jogam games do Windows no Linux, a recomendação é usar o WineHQ Staging.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu e no Linux Mint

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Recentemente eu pude utilizar o excelente Ubiquiti Unifi nanoHD, um dos melhores "roteadores" do mercado, excelente para pequenas e médias empresas, ou mesmo uso domiciliar.

Como instalar o Unifi Controller no Ubuntu













Ao contrário de outros modelos comuns ou domésticos, o Unifi nanoHD não possui uma interface própria para configuração diretamente no dispositivo, ele tem um software em específico para essa finalidade.

Como fazer a instalação no Unifi Controller no Ubuntu e derivados


A Ubiquiti lançou um script para utilização e automatização do processo de instalação da ferramenta, hoje vamos ver como fazemos a instalação dessa tool excelente para profissionais.

O Script tem suporte para as seguintes distribuições, inclusive, algumas não diretamente derivadas no Ubuntu:

- Ubuntu Precise Pangolin ( 12.04 )  
- Ubuntu Trusty Tahr ( 14.04 )
- Ubuntu Xenial Xerus ( 16.04 )
- Ubuntu Bionic Beaver ( 18.04 )
- Ubuntu Cosmic Cuttlefish ( 18.10 )
- Ubuntu Disco Dingo ( 19.04 )
- Ubuntu Eoan Ermine  ( 19.10 )
- Debian Jessie ( 8 )
- Debian Stretch ( 9 )
- Debian Buster ( 10 )
- Debian Bullseye ( 11 )
- Linux Mint 13 ( Maya )
- Linux Mint 17 ( Qiana | Rebecca | Rafaela | Rosa )
- Linux Mint 18 ( Sarah | Serena | Sonya | Sylvia )
- Linux Mint 19 ( Tara | Tessa )
- MX Linux 18 ( Continuum )

Abra o seu terminal, copie e cole os seguintes comandos:
sudo apt-get update; sudo apt-get install ca-certificates wget -y
sudo wget https://get.glennr.nl/unifi/install/unifi-5.11.39.sh
sudo chmod +x unifi-5.11.39.sh
sudo ./unifi-5.11.39.sh
O software pode receber atualizações com o tempo, então, é interessante consultar esta página para ter atualizações.

Instalação finalizada


Uma vez instalada a ferramenta, o terminal irá te mostrar o IP que você deve acessar à partir de um navegador para ter acesso ao software. Observe que o IP provavelmente será diferente, então, use o valor que o terminal informar e use a porta 8443.

Se quiser consultar o seu IP novamente, use o comando:
ip addr show
Teremos um vídeo no canal Diolinux na próxima semana sobre este aparelho, se você ainda não segue a gente por lá, se inscreva e ative as notificações para não perder mais do nosso conteúdo.

Quer tirar dúvidas sobre redes de computadores em ambientes empresariais? Acesse o nosso fórum, temos uma categoria dedicada para isso.

Até a próxima!

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Como instalar o Java da Oracle no Ubuntu (Versão atualizada)

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

O Java é uma das tecnologias mais usadas em produtos e serviços, possuindo muitos desenvolvedores e entusiastas, hoje você vai aprender como instalar a versão atual no seu Ubuntu.

Como instalar Java no Ubuntu






Em tempos antigos do blog Diolinux, costumávamos fazer artigos mostrando a instalação do Java com maior frequência, sempre que um lançamento saia, porém, com o tempo, a tecnologia deixou de fazer parte da nossa rotina diária, antigamente usávamos muito por conta das ferramentas para acesso a bancos, por isso,  deixando de lado o acompanhamento frequente, conforme a tecnologia para tal funcionalidade foi alterada.

Alguns de nossos leitores pediram uma versão atualizada dos clássicos tutoriais de instalação do Java, então, aqui está, especialmente para você que é desenvolvedor, neste caso estamos instalando o Java 12.

sudo add-apt-repository ppa:linuxuprising/java 
sudo apt update
sudo apt install oracle-java12-installer

Uma vez instalado, você pode configurar o Java 12 como padrão instalando este pacote:

sudo apt install oracle-java12-set-default

Para ver se o Java foi instalado corretamente, rode o comando:

java -version 

Com isso você deverá ter a versão mais recente do Java no momento para trabalhar, o PPA foi criado blog Linux Uprising, e é mantido pela comunidade Ubuntu.
Restou alguma dúvida ou gostaria de acrescentar informações, ou dicas? Participe através dos comentários ou crie um tópico no nosso fórum.

Até a próxima!
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DaVinci Resolve Fusion Titles Crash Linux - Como corrigir o erro no Ubuntu

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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Eu sou um usuário entusiasta do DaVinci Resolve, ele, como ferramenta de edição, veio para facilitar muito a minha vida como produtor de conteúdo, seja pela sua interface e ferramentas que tornam o workflow da edição mais veloz e economiza tempo, até mesmo a sua renderização, que é absolutamente estonteante, entretanto, ele pode ter alguns probleminhas, que felizmente, podem ser corrigidos sem muitos apertos.

DaVinci Resolve Fusion Titles






De forma geral, o instalador do DaVinci Resolve é super simples e carrega todas as bibliotecas que o software precisa, mesmo sem ser um Snap ou Flatpak, colocando praticamente todos os arquivos necessários dentro do diretório OPT. 




Há algum tempo, eu resolvi um problema sobre a reprodução de áudio do Resolve em uma instalação do Ubuntu que algumas pessoas mencionaram ter de enfrentar, num tutorial super rápido. A ideia é fazer o mesmo aqui, mas vamos contextualizar.

Fusion Titles


O Fusion é o compositor do DaVinci Resolve, ele seria um software concorrente do After Effects, no entanto, vários recursos de animações estão disponíveis para títulos envolvendo o Fusion, que por sua vez, usa tecnologia CUDA, da Nvidia, para gerar essas animações. Eu percebi que dependendo do efeito que eu colocasse, o programa simplesmente "crashava", ou seja, ele travava e fechava.

Apesar disso acontecer de forma inconstante, era perceptível que não eram todos os "Fusion Titles" que tinham esse problema, então descobri que o que causava essa falha, era a falta de um link simbólico para a biblioteca libcuda, entre duas pastas diferentes, onde o Resolve buscava o CUDA para utilização no Fusion.

Como resolver o problema? 


Simples, abra o terminal, copie e cole esse comando e pressione "enter":
sudo ln -s /usr/lib/x86_64-linux-gnu/libcuda.so /usr/lib64/libcuda.so
Você pode criar o link simbólico também clicando com o botão direito do mouse sobre o arquivo "libcuda.so ", dentro de "/usr/lib/x86_64-linux-gnu/", e copie ele para dentro de "usr/lib64/". 

Provavelmente o terminal é muito mais rápido, literalmente um "Ctrl+C/Ctrl+V".

Dica: Caso o comando dê errado pela falta da existencia do diretório "user/lib64", você pode criá-lo manualmente para resolver o problema, funciona perfeitamente.

Depois disso, basta testar os títulos do Fusion. Em minha experiência depois dessa mudança,  meu Resolve não teve mais nenhum problema com absolutamente todos os "Fusion Titles", então, fica a dica.


Até a próxima!

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Como instalar o LibreOffice no Linux

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sábado, 10 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma suíte office muito popular entre usuários do pinguim, mas também com usuários Windows e Mac. Hoje você verá algumas maneiras de se obter essa poderosa suíte office.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-flatpak-appimage

No momento em que escrevo esse artigo, estou utilizando o Ubuntu 18.04, porém, a dica é válida para todos derivados e com exceção do passo que demonstrarei a instalação de pacotes DEB e PPA, as principais distribuições poderão fazer uso das demais formas apresentadas. Feitas essas ressalvas, vamos pôr as mãos na massa!

Instalando o LibreOffice diretamente do site


Acesse o site oficial do LibreOffice, e efetue o download da última versão, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu (DEB).

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Ao efetuar o download o site irá sugerir mais 2 pacotes, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Para maior organização, extraia os arquivos em uma pasta. Comece pelo pacote do LibreOffice, no momento que faço essa postagem o “LibreOffice_6.3.0_Linux_x86-64_deb”, verá que dentro dele existe uma pasta denominada “DEBS” com diversos pacotes dentro.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Clique dentro da pasta com o botão direito do mouse, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Dentro do terminal, digite o comando para instalar todos os pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb

Espere a conclusão da instalação, e repita o procedimento com os demais arquivos que baixou e extraiu (ajuda e linguagem do usuário em português). Caso tenha alguma dúvida, veja o procedimento neste vídeo.


LibreOffice via PPA


Essa opção é para quem quer ter a instalação via PPA oficial do LibreOffice. Particularmente não vejo a necessidade em instalar por esta maneira, porém, alguns usuários ainda fazem uso deste tipo de instalação.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o LibreOffice do PPA via terminal:

sudo apt install libreoffice

Removendo o PPA:

sudo apt-get install ppa-purge && sudo ppa-purge ppa:libreoffice/ppa

LibreOffice via Snap


Outra possibilidade é instalar o LibreOffice no formato Snap. Usuários do Ubuntu podem simplesmente pesquisar na loja por: “LibreOffice”, atente-se para a origem do pacote e veja se o mesmo é o Snap.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-deb-ppa-snap-snapcraft

Se estiver utilizando outra distribuição, que não seja o Ubuntu, por exemplo o Linux Mint. Acesse essa postagem e habilite o Snap em seu sistema. A instalação também poderá ser feita via terminal, caso sua distribuição não possua uma loja com integração com o Snap ou queira utilizar o terminal.

Instalando o LibreOffice via Snap:

sudo snap install libreoffice

Removendo o LibreOffice via Snap:

sudo snap remove libreoffice

LibreOffice via Flatpak


A suíte mais famosa do mundo Linux também está disponível no Flathub, assim caso queira utilizar o LibreOffice no formato Flatpak sua instalação é bem simples. Usuários do Linux Mint, por exemplo, podem pesquisar por: “LibreOffice flatpak” e instalar sem prévias configurações. No Ubuntu será necessário habilitar o suporte ao Flatpak e adicionar o repositório Flathub, uma tarefa tranquila e com um passo a passo para você. Após configurar o seu Ubuntu, instale diretamente da loja conforme mencionei para o Mint.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-flathub-flatpak

Outras distribuições que não tenham o Flatpak por padrão, podem utilizar esse post. A adição do repositório do Flathub é um requisito importante, irei demonstrar a seguir aos usuários que decidirem instalar o LibreOffice via terminal.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.libreoffice.LibreOffice

Removendo o LibreOffice Flatpak via terminal:

flatpak remove org.libreoffice.LibreOffice

LibreOffice via AppImage


Uma forma bem interessante para utilização do LibreOffice é o AppImage, com ele não será necessária nenhuma instalação e você pode até manter o arquivo salvo em um pendrive. Baixe do site oficial e escolha a versão desejada. São 3: Basic (apenas em inglês), Standard (com outras línguas, incluindo o português) e Full (com todas as línguas suportadas). No exemplo logo abaixo efetuei o download da Standard.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Para executar o arquivo, clique com o botão direito do mouse, vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque “Permitir a execução do arquivo como um programa”. Clique duas vezes sobre o AppImage e “seja feliz”.

libreoffice-office-planilha-documento-apresentação-slide-appimage

Obviamente que existem outras maneiras de instalar o LibreOffice em seu sistema, como via PPA ou até mesmo o pacote contido diretamente do repositório oficial de sua distribuição. No entanto, é bem provável que a versão baixada do site (seja a DEB, RPM ou AppImage) estarão nos últimos lançamentos. As opções em Snap e Flatpak costumam sempre seguir a mesma lógica, todavia, é normal que haja um pequeno atraso (geralmente no máximo uma semana).

Você pode escolher qual forma utilizará o LibreOffice, e o uso do terminal é opcional. Em distribuições com foco no usuário comum, às lojas auxiliam bastante. Particularmente gosto e acho bem prático utilizar o terminal, enfim, a instalação contempla ambos os gostos (😁😁😁).

Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Ao - Microsoft To-Do App para Ubuntu

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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

A Microsoft tem muitos produtos interessantes focados em produtividade para empresas, um deles é o aplicativos de tasks, Microsoft To-Do, que não tem versão nativa de Linux, mas que pode ser acessado de forma primorosa pelo Ao.

Microsoft To-Do App Linux





O "Ao" é um aplicativo não oficial que te dá acesso ao Microsoft To-Do, uma solução para criação de listas de tarefas e afazeres diários atrelado a sua conta Microsoft, sincronizado em nuvem. Atualmente é distribuído via Snap para Ubuntu, e em outras distros que tenham suporte para o formato.

Microsoft To-Do

O App tem várias opções e configurações de temas, incluindo o Dark, Black e Sépia, com função de redução de luz azul ao anoitecer.

App de planejamento

A aplicação também tem um ícone indicador que te dá um acesso rápido a configurações à partir da tray. É possível separar as suas tarefas por categorias também, colocar datas e vefiricar quais são as atividades do dia.

Para baixar o App, basta procurar por ele na loja de aplicativos, ou então clicar no botão abaixo:




Quer bater um papo sobre aplicativos de produtividade? Participe dos debates no nosso fórum!

Até a próxima!
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Como instalar Docker no CentOS 7

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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Docker é uma das tecnologias mais importantes do mundo da tecnologia atualmente, e o CentOS é uma das distros mais utilizadas em servidores, então hoje você vai aprender a combinar as duas coisas e instalar o Docker no CentOS 7.

Como instalar Docker no CentOS






Para facilitar o seu entendimento, temos um vídeo completo sobre a utilização de Docker em um Servidor Dedicado da HostGator, confira:



Indo direto ao ponto, abra o terminal do seu CentOS e digite os seguintes comandos:
sudo yum update
Agora vamos adicionar o repositório:
wget https://download.docker.com/linux/centos/docker-ce.repo -O /etc/yum.repos.d/docker.repo
Agora vamos instalar o Docker Community Edition com este comando:
sudo yum install docker-ce –y
Agora vamos usar o SystemD para iniciar o Docker e habilitá-lo no boot do sistema:
sudo systemctl start docker
sudo systemctl enable docker
Agora vamos instalar o Docker Compose:
sudo yum install epel-release
sudo yum install python-pip
sudo pip install docker-compose
Para verificar se o Docker Compose está instalado, verifique a versão:
docker-compose --version
Como dicas extras, use os comandos:
yum --help
docker --help 
Eles vão te ajudar a conhecer todos os recursos disponíveis no gerenciador de pacotes do CentOS e também as opções do Docker.

Dúvidas? Entre no nosso fórum e participe da nossa comunidade.

Até a próxima!
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Como atualizar o seu Mint para a versão 19.2

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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Nesta Sexta-feira (2), o pessoal do Linux Mint soltou a nova versão do sistema operacional, que fizemos uma cobertura bem completa, segue o link. Neste post, vamos mostrar como atualizar o sistema.


Como atualizar o seu Mint para a versão 19.2





Vamos seguir às recomendações do pessoal do Linux Mint. Bora lá.

Primeiro vamos fazer um backup do sistema, você pode usar o Timeshift, que vem no sistema ou qualquer outra ferramenta. Se der algum problema, fica prático a restauração.

Feito isso, vamos preparar o upgrade em si. Primeiro vamos desabilitar a proteção de tela (screensaver),  depois vamos fazer um upgrade nas modificações feitas no Mint, como applets, desklets, extensions, themes nas configurações do sistema (System Settings). 

Feito essas preparações, vamos ao Gerenciador de Updates (Manager Update), e vamos clicar no botão Recarregar (Refresh) para receber as novas versões dos pacotes "mintupdate and mint-upgrade-info". Depois disto, você vai poder ver a opção de Upgrade na opção Editar (Edit).



Aí é só seguir as instruções na tela. Se aparecer alguma mensagem perguntando se prefere manter ou substituir os arquivos de configuração, escolha por substituí-los.


Se você estiver usando o Linux Mint 19, vai precisar fazer uns passos extras. 

O primeiro é a instalação do P7zip-full (fornece a capacidade de criar arquivos criptografados por senha) e o xul-ext-lightning (adiciona o suporte do Calendar no Thunderbird). Esses pacotes foram adicionados nativamente no Linux Mint 19.1. Para instalar eles, basta abrir o terminal e colar esse comando:

apt install p7zip-full xul-ext-lightning

Se estiver na versão com Cinnamon, vai precisar remover o XScreensaver, pois não é mais preciso. Basta executar o seguinte comando:

apt remove --purge xscreensaver-data xscreensaver-data-extra xscreensaver-gl xscreensaver-gl-extra cinnamon-screensaver-webkit-plugin cinnamon-screensaver-x-plugin

Feito esses ajustes, basta Reiniciar (Reboot) no PC e começar a usar a nova versão do Linux Mint.

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Criando um Ubuntu GNOME MEGA Minimal!

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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Vamos abordar um assunto muito interessante, customização de sistema operacional em "baixo nível", especificamente, customização do Ubuntu à partir de sua ISO Minimal.

Ubuntu Minimal






A ideia partiu do nosso vídeo de instalação do Arch Linux, uma distro conhecida por sua ampla capacidade de personalização. A ideia é cria o mesmo nível de personalização no Ubuntu, ou o mais próximo disso possível, usando a imagem de instalação mínima, de 60MB de tamanho.

Você pode conferir a instalação do Ubuntu Minimal aqui, a única diferença para este projeto, é que você não deve instalar ou escolher qualquer desktop enviroment ou algo semelhante, queremos um Ubuntu absolutamente básico, sem nada instalado.


Depois da instalação, vamos fazer as customizações conforme este vídeo:


Os comandos utilizados no vídeo acima, e que servem de material de apoio são os seguintes:

- Instalação básica:
sudo apt install xorg gdm3 gnome-backgrounds gnome-session adwaita-icon-theme-full gnome-themes-standard gnome-control-center gnome-tweaks software-properties-gtk network-manager pulseaudio gnome-terminal nautilus --no-install-recommends
- Opcionais para Wayland:
sudo apt install wayland-protocols weston xwayland
- Opcionais de Softwares:

Gnome Software/Loja do Ubuntu
 sudo apt install gnome-software
Extensões do Ubuntu para ícones indicadores, desktop e barra lateral:
sudo apt install gnome-shell-extension-appindicator
sudo apt install gnome-shell-extension-ubuntu-dock
sudo apt install gnome-shell-extension-desktop-icons 
Tema Yaru:
sudo apt install yaru-theme-shell yaru-theme-gtk yaru-theme-icon  
Remover suporte a Snap:
sudo apt remove snapd 
- Configuração de rede para o Network Manager pela interface funcionar:
 sudo nano /etc/netplan/01-netcfg.yaml
Substituir, conforme o vídeo acima o "networkd" por "NetworkManager".

Reinicie o computador.

Até a próxima!
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Como trabalhar com pacotes Flatpak no Ubuntu

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sábado, 27 de julho de 2019

Eu gosto muito dessa nova geração de formatos de pacotes. Snap, Flatpak e AppImage fazem a minha felicidade muitas vezes, mas eles podem ter integrações diferentes, dependendo do sistema que você use. A forma com que Fedora, Linux Mint e Ubuntu tratam os Flatpaks é diferente por exemplo, é sobre isso que vamos falar hoje.







Atualmente eu tenho uma quantidade considerável de Flatpaks no meu Ubuntu, muitos desses softwares são indispensáveis para o meu trabalho, como o OBS Studio por exemplo, você pode ver a lista completa nesta imagem:

Flatpak Ubuntu

Apesar do Ubuntu dar preferência pelo formado desenvolvido pela Canonical, o Snap, os Flatpaks funcionam sem problema, entretanto, a sua integração não é tão boa quanto no Fedora por exemplo, onde a GNOME Software funciona como o planejado na gerência dessas aplicações.

Agora você vai aprender como configurar o Flathub (repositório de Flatpaks ), como instalar e como remover softwares em Flatpak do seu Ubuntu.

Trabalhando com Flatpaks no Ubuntu


Para habilitar o plugin-flatpak na loja de aplicativos do Ubuntu, permitindo que a aplicação instale o suporte a Flatpak e seja capaz de gerenciar os flatpak.ref (como se fosse o ".deb" do flatpak), basta habilitar essa função:

Flatpak

Ela aparece ao clicar com o botão direito sobre o ícone da loja de aplicativos do Ubuntu e selecionar "Mostrar detalhes". Você também pode instalar os pacotes manualmente, usando um softwares como o "GPK Application" ou o "Synaptic", ou ainda o "Flatpak Manager".

Interfaces gráficas não faltam, mas você também pode fazer pelo terminal:
sudo apt install flatpak
sudo apt install gnome-software-plugin-flatpak
O segundo comando só é necessário se você quiser a integração com a GNOME Software.

Adicionando suporte ao Flathub


Flatpak sem Flathub chega a ser sem graça, então vamos adicionar o repositório para que você possa instalar todas as aplicações contidas nele.

Existem duas formas de fazer isso:

1 - Baixando o flatpak.ref do flathub e instalando pela loja de aplicativos.

2 - Fazendo a mesma coisa, só que pelo terminal:
flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo
É recomendado reiniciar o computador depois do processo, segundo os desenvolvedores do Flatpak, então faça isso e ao voltar, a sua loja de aplicativos estará repleta de Flatpaks. Basta pesquisar pelo programa desejado e instalar.

Flathub na loja do Ubuntu

Você pode instalar os Flatpaks da loja como instalaria qualquer outro aplicativo, porém, existe também a possibilidade de você navegar pelo Flathub e instalar à partir de um comando no site, clicando no botão "install" que existe em todas as aplicações, ou rolando a página para baixo, você vai encontrar também o comando para ser usado no terminal para instalação, por exemplo:
flatpak install flathub com.spotify.Client
Esse comando instalaria o Spotify em Flatpak, uma versão mantida pela comunidade.

Como remover os Flatpaks? 

A remoção é bem simples, procure pelo aplicativo na loja,  clique no botão de remover, como qualquer outra aplicação:

Olive Flatpak

E claro, você pode remover a aplicação usando o terminal também se quiser. O primeiro passo é listar os flatpaks usando o comando:
flatpak list
Observando a lista, copie o nome do Flatpak desejado e remova assim:
flatpak remove org.olivevideoeditor.Olive
Nesse exemplo, o comando removeria o editor de vídeos "Olive", atente-se em substituir pelo nome adequado da aplicação desejada.

Atualizando Flatpaks


Esse é o processo "mais chato" no Ubuntu especificamente, no Fedora funciona muito bem. O gerenciamento de atualizações do Ubuntu é feito pelo software "Atualizador de programas", enquanto os Snaps atualizam automaticamente em background, o mesmo não acontece com os Flatpaks (os flatpaks atualizam em background no Linux Mint).

O local onde as runtimes do Flatpak e as aplicações neste formato deveriam aparecer quando existem atualizações é na própria aba de atualizações da loja de aplicativos, mas ela é completamente inútil e nunca consegue fazer essa atualização normal (no Ubuntu), de modo que nesse caso o terminal é a única alternativa, a menos que você use algo como o "flatpak manager", comentado anteriormente no artigo.

Para manter os seus flatpaks atualizados, rode de vez em quando o comando:
flatpak update
Geralmente a loja do Ubuntu funciona bem em te notificar quando existem atualizações, apesar de não conseguir executá-las de forma propriamente dita, ao menos por enquanto.

*Update

Uma coisa interessante mudou desde que eu fiz o artigo, agora a GNOME Software do Ubuntu (19.04) conseguiu atualizar os Flatpaks sem problema, então você tem a opção gráfica tradicional, como acontece no Fedora.

Alguma dúvida sobre Flatpak? Participe do nosso fórum, muita gente discute sobre eles por lá.

Até a próxima!
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