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GL-Z - Uma ferramenta para monitorar Vulkan e OpenGL no Linux, Windows e macOS

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Com a crescente de games no mundo Linux, especialmente depois de implementações mais frequentes do Vulkan, criou-se uma demanda para testes, benchmarks e formas de análise, para aferir o desempenho nas plataformas. Hoje você vai conhecer uma ferramenta muito útil para fazer o monitorando do seu CPU e GPU em múltiplas plataformas.

Vulkan API monitoring






Existem muitas ferramentas de monitoramento para Linux, porém, é menos comum encontrar alguma que agrupe várias funcionalidades em "uma coisa' só e ainda por cima funcione exatamente da mesma forma em outros sistemas operacionais para facilitar a comparação. É por isso que o GL-Z é tão interessante.

Quando se fala de Vulkan, a própria API inclui algumas opções para visualização da taxa de FPS, entre outras coisas, nesse aspecto, até mesmo a própria Steam possui um contador de FPS, mas a quantidade de quadros na tela é só um dos fatores que você pode querer monitorar, ainda que para o OpenGL exista o projeto GLXOSD, o GL-Z se torna mais interessante pois, além de monitorar o OpenGL,  também consegue monitorar o Vulkan em todas as plataformas.

Capacidades do GL-Z


Configurações do GL-Z Linux

O GL-Z é um pouco esquisito. A forma principal de trabalhar da aplicação consiste em uma janela que permite a criação de várias outras janelas menores, cada qual responsável por monitorar alguma coisa diferente, como o CPU ou a GPU. Ele funciona exatamente da mesma forma em qualquer sistema, porém, existem variações, você pode rodar janelas menores para monitorar coisas específicas, por exemplo:

Monitorando OpenGL com o GL-Z

Entre os recursos do GL-Z estão:

  • Suporte a multiplataforma, sendo Windows e Linux de 64 bits, macOS e Raspberry Pi;
  • Informações de OpenGL, com dados em geral, extensões, utilizaçãod e memória;
  • Informações sobre o Vulkan, como dados em geral e extensões (assim como no OpenGL) para cada dispositivo Vulkan conectado;
  • Monitorando de CPU, mostrando o uso no Linux e no Windows;
  • Monitoramento da GPU, exibindo uso, temperatura no Linux e no Windows, com a possibilidade de exportar os dados para um arquivo de texto simples;
  • Dados de CPU e GPU podem ser capturados e exportados para um arquivo cvs para análise facilitada.

O GL-Z também tem código aberto e tem arquivos de configuração bem simples de entender e modificar, por exemplo, alterar a imagem que aparece ao fundo da janela, adicionando qualquer uma de seu desejo consiste em apenas modificar um arquivo dentro de uma pasta chamada "data".

A aplicação também tem um impacto mínimo no seu hardware, tornando-a ideal para monitoramento, consumindo apenas 16 MB de RAM e praticamente não fazendo-se presente para o uso do processador e da placa de vídeo.

Download e utilização do GL-Z


O download para qualquer plataforma pode ser feito no site oficial, a versão de Linux vem compactada no formato tar.gz, basta extrair, como você faria com qualquer arquivo do tipo. 

Dentro da pasta onde os arquivos foram extraídos você encontrará os seguintes arquivos:

Executáveis Linux

O GL-Z funciona como uma aplicação portátil, não precisando ser instalado, o que é muito bacana. 

O item circulado é o binário executável, basta dar dois cliques para que ele abra a aplicação principal, caso você tenha algum problema em executá-lo dessa forma, verifique nas propriedades do arquivo se ele está com a opção de execução marcada.

Existem alguns arquivos ".sh" (Shell Scripts) que também pode ser rodados dando dois cliques,  estes estão assinalados com setas na imagem acima, apenas verifique se o seu gestor de arquivos está configurado para abrir esse tipo de arquivo, com ele você consegue abrir variações do GL-Z, como a da imagem acima onde mostramos o software monitorando apenas o OpenGL.

Dicas

- Você pode usar o GL-Z rodando enquanto você joga e ativar a captura de logs através do menu "tools";

- Se quiser ver algum monitor enquanto joga, basta clicar com o botão direito na borda da janela e pedir para que ele fique "sempre no topo";

- Todos os logs de captura de dados que você fizer estarão dentro da própria pasta do programa com o nome "log" em alguma parte do arquivo.

Se você quiser exibir os FPS de forma sobreposta ao game, de forma parecida com o que o FRAPS faz no Windows, use um parâmetro simples na inicialização do jogo, como mostramos neste artigo.

Até a próxima!

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Conheça o Kakoune, um Vim fácil de usar

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O Vim é um clássico do mundo Linux, um editor de texto muito poderoso e usado por diversas pessoas ao redor do mundo, mas ele, apesar de muito bom, não é a única opção. Desconsiderando o Emacs, Nano, e alguns outros, também bem populares, hoje você vai conhecer o interessantíssimo, Kakoune.

Kakoune
















Kakoune é um editor de texto inspirado no Vim que possui comandos similares e de uso mais intuitivo. Ele possui um sistema de ajuda interativa, o xclip que é baseado no famoso Clippy do Microsoft Office e de outros aplicativos.

O Kakoune está no repositório de todas as distribuições Linux e em outros sistemas: FreeBSD, OpenBSD, macOS, Windows e entre outros. Então para instalá-lo não há segredo, basta rodar o comando de instalação do gerenciador de pacotes do seu sistema. Exemplo para Debian, Ubuntu e Mint:
sudo apt install kakoune

Utilização


Como foi dito acima, os comandos do Kakoune são similares ao do Vim. Para você abrir ou criar um arquivo, basta rodar o comando kak arquivo. Ele terá o modo de inserção (pressione a tecla i para começar a digitar) e para sair e salvar (pressione ESC e em seguinda tecle :wq) . Se quiser só salvar [ESC] :w e se quiser sair sem salvar [ESC] :q!

Configuração


Para o obter ajuda do Kakoune, basta teclar a letra 'q' ou 'Q' em maiúsculo . Abrirá o ajudante (Clippy) para lhe dar algumas dicas, veja a imagem abaixo:

Obtendo ajuda do Clippy


Kakoune

Teclando i para digitar o texto:

Teclando i para digitar o texto


Pressionei ESC e depois digitei :wq

Perceba que além do Clippy , agora também tem uma barra branca que me orienta quais comandos utilizar . Eu poderia ainda pressionar a tecla TAB que o Kakoune iria navegar nessas opções e escrever o comandos para mim, como há na imagem logo abaixo.

Pressionei ESC e depois digitei :wq

Pressionando TAB e navegando nas opções:

Pressionando TAB e navegando nas opções:


Customizando seu Kakoune


Você pode numerar as linhas , alterar o tema de cores e entre várias outras formas . Se você pressionar ESC ':' (dois pontos) perceba que ele já lhe orienta sobre os comandos.

Kakoune

Se você quiser numerar as linhas o comando é (comece a digitar o comando e use o TAB para facilitar):
add-highlighter global/ number_lines
Kakoune

Para mudar o tema de cores:
colorscheme [tema_que_você_deseja]
Kakoune

E muitos outros comandos que você mesmo pode notar no menu suspenso. Mas quando você fechar o Kakoune, essas configurações serão perdidas , mas você pode tornar essas alterações definitivas criando um diretório de nome kak dentro do diretório .config na raíz do seu usuário, veja o comando:
mkdir -p ~/.config/kak
E depois crie o um arquivo de nome kakrc e coleque os mesmos comandos que você utilizou dentro do arquivo, assim:
kak .config/kak/kakrc
Tecle i para entrar no modo de inserção ( insert ) e cole esse conteúdo nele, supondo que você deseja esse tema:
add-highlighter global/ number_lines
colorscheme [tema_que_você_escolheu]
Não esqueça de salvar antes de sair [ESC]:wq ou [ESC]:write-quit como o próprio Kakoune sugere .
Pronto, agora é só abrir o Kakoune e as configurações não serão perdidas. O diretório raíz de configurações do Kakoune é em /usr/share/kak/ , dentro dele tem arquivos .kak que são sintaxes para diversas linguagens de programação e entre outros arquivos e diretórios, que é uma boa ideia analizar.

E por falar em boa ideia, não deixe de consultar a wiki oficial do Kakoune no endereço: https://github.com/mawww/kakoune/wiki que tem diversas dicas bem bacanas e se quiser utilizar um kakrc com diversas configurações já inclusas , copie desse endereço:

Você notou a semelhança com o Vim, caso deseje obter dicas do Vim que servirão pro seu Kakoune, clique nesse link: 7 dicas para você usar o VIM como um PRO.

Página oficial do Kakoune: http://kakoune.org/

Este artigo foi escrito em conjunto com Marcos, do Terminal Root.

Abraços!
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AppImageHub, a loja dos AppImage

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Flatpak e Snap possuem sites com aspectos de loja, agora o Appimage entra na onda com o AppImageHub.

appimage-app-appimagehub-loja-linux-baixar

Não sabe o que é um AppImage? Aprenda tudo sobre ele, acesse a matéria e comece a usufruir de programas neste formato.

O ano de 2018 foi repleto de novidades para as novas formas de distribuir softwares no Linux. Tivemos implementações no Flatpak, um novo visual ao Flathub, melhorias no Snap e muito mais. Em meio a tantas notícias sobre tais formatos, o AppImage acabou ficando na sombra, e aparentava estar esquecido por alguns usuários.

Eis que em 2019, o antigo site de downloads da maioria dos AppImage, é substituído pelo novíssimo AppImageHub, não apenas uma central de software. Novas funções, classificação dos Apps em categorias e claramente um polimento visual.

site-appimagehub-download-appimage

Melhorias implementadas com o usuário em mente


Além do novo visual, o AppImageHub traz funcionalidades interessantes como: Acesso ao site oficial da aplicação, Bugtracker (para relatar erros no software), FAQ da aplicação, na qual dúvidas frequentes podem ser solucionadas e link para contribuição ao projeto, por meio de apoio financeiro.

appimagehub-appimage-download

Nem todos softwares possuem essas funções disponíveis. Parece que é algo referente à quem os distribui, se tais possibilidades existem, são linkadas na página do App no AppImageHub.

appimagehub-appimage-synfig-studio


Selecionando a categoria desejada, são demonstradas imagens ilustrativas, breve resumo e quando disponível, as opções descritas acima. Funcionalidades básicas como: Download do software, quem o distribui, e o site/Github, também estão presentes.

Mini passo a passo, e opções que muitos desconhecem


Informações de como usar um AppImage, atualizá-los sem necessidade de ir em sua página, integração ao sistema, torná-lo SANDBOX como um Flatpak ou Snap, estão acessíveis no site, como também um agradecimento aos desenvolvedores que possibilitam a distribuição de suas aplicações no formato AppImage.

Testando algumas sugestões do AppImageHub


Novidades são sempre bem-vindas, mas é notório que algumas sugestões da equipe do AppImage não dependem deles, mas de quem distribui os softwares no formato. Efetuei o procedimento para atualizar os AppImages por meio da ferramenta AppImageUpdate, em 3 aplicações diferentes, o Synfig Studio, Gimp e Kdenlive, mas sem sucesso.


appimage-updater-atualizar-appimage

A necessidade de download manual a cada versão pode ser, para muitos, uma desvantagem. Se depender da equipe do AppImage, que já demonstra uma iniciativa, esse problema num futuro não existirá.

Acesse o site AppImageHub e confira as novidades, esse tipo de aplicação é bem prática, quando menos esperar, estará utilizando varios AppImages.

Usa aplicações em AppImage? Conte-nos e comente sobre quais apps gostaria de usar neste formato e quais funcionalidades deseja aos AppImages e AppImageHub para versões futuras.

Até mais, nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE!

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Google lança sua versão do “Paint”

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domingo, 6 de janeiro de 2019

Com diversos aplicativos, a Google vem cada vez mais adicionando novos programas a sua coleção, e dando maiores possibilidades aos usuários de ChromeOS. Como já noticiado aqui no Diolinux, recentemente o sistema da gigante das buscas passou a suportar aplicações em outros formatos, DEB e Flatpak. Agora traz uma novidade que poderá acarretar lembranças de quem “é das antigas”, e já usou o Paint.

canvas-google-chrome-apps-paint



Desenhar é algo simples, mas divertido


Muitos artistas antes de dominarem ferramentas consagradas de edição de imagens ou desenho digital, começaram por hobbie ou por simples inocência, ao rabiscar, quando mais jovens, em programas como o Paint. Aplicativos dessa natureza transparecem simplicidade para alguns usuários, mas podem ser a porta de entrada, e quem sabe o começo de um novo artista, é sabido que crianças ou o público mais jovem gosta de passar um tempinho desenhando na frente do computador.

Canvas, o “Paint” da Google


Chamado por muitos sites de “O Paint da Google”, o Canvas veio para facilitar usuários de ChromeOS, e usuários num geral, de outras plataformas, com uma ferramenta que possibilite desenhos simples, rabiscos rápidos e anotações. Então não espere recursos elaborados como os existentes no Krita ou programas do gênero.

(Observe que sou um artista nato, com traços inigualáveis... 😂😂😂 )

canvas-desenho-web-app-chrome

O Canvas traz a praticidade de uma web aplicação, não exigindo ser instalado no sistema e sendo multiplataforma, podendo ser executado em distribuições Linux, Windows, Mac, Android etc. Bastando ter um navegador com suporte a tecnologia “WebAssembly”, ou Google Chrome.

Se interessou pelo Canvas? Acesse o site da aplicação e desperte o artista que existe dentro de ti.


Deixe nos comentários se em sua infância utilizava Apps como o Paint, ou se atualmente utiliza programas profissionais como o Krita.
Espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Conheça o Bat, um clone do cat com Asas

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Não estamos falando de morcegos e gatos literalmente, mas sim do famoso comando "cat" que permite que você visualize o conteúdo dos arquivos no Linux. Uma das curiosidades do mundo open source e que até coisas básicas, relativamente simples e consolidadas como o comando "cat" podem possuir alternativas. Conheça hoje o "bat".

Comando bat em substituição ao cat



O Bat é um clone do comando cat que possui Syntax Highlighting (colorização da saída de acordo com o tipo do documento), numeração de linhas e ainda possui integração com o Git, mostrando partes que foram alteradas do arquivo de acordo com o último commit.

Além disso, ele ainda possui temas para realce de sintaxe para linguagens de programação e de marcação, concatenação e paginação de arquivos e entre outras facilidades.

Como instalar?


Para instalar o "bat" no Debian, Ubuntu, Mint e derivados rode os comandos abaixo em ordem:

Para sistemas 64 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat_0.9.0_amd64.deb
sudo dpkg -i bat_0.9.0_amd64.deb
Para sistemas 32 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat_0.9.0_i386.deb
sudo dpkg -i bat_0.9.0_i386.deb
Caso você use Arch, Manjaro, Antergos e derivados:
sudo pacman -S bat
Caso você outra distro (ou qualquer uma), use:

Para sistemas 64 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat-v0.9.0-x86_64-unknown-linux-gnu.tar.gz
tar zxvf bat-v0.9.0-x86_64-unknown-linux-gnu.tar.gz
cd bat-v0.9.0-x86_64-unknown-linux-gnu/
sudo mv bat /usr/local/bin/
sudo mv bat.1 $(man -w echo | sed 's/echo.*//')
Para sistemas 32 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat-v0.9.0-i686-unknown-linux-gnu.tar.gz
tar zxvf bat-v0.9.0-i686-unknown-linux-gnu.tar.gz
cd bat-v0.9.0-i686-unknown-linux-gnu/
sudo mv bat /usr/local/bin/
sudo mv bat.1 $(man -w echo | sed 's/echo.*//')

E como se usa? 


Brincar com o "morcego" é tão fácil quanto com o "gato" e acho que só no mundo Linux essa frase faz algum sentido, não é, não? 🤣🤣🤣

Para começar usar o Bat, você pode simplesmente rodar o comando bat [seu_arquivo] ou se quiser iniciar aos poucos, rode o comando bat --help para ter uma ajuda, se preferir, leia diretamente pelo manual com o comando man bat.

Alguns exemplos para você entender


Vamos ler um arquivo de Shell Script para ver a saída:

Bat Instagram

Existem muitas outras opções de configuração, leitura e personalização de cores que você pode fazer no Bat, basta usar o help ou o manual para ter uma noção melhor, outro lugar legal para você visitar é o repositório do software no GitHub, lá você também encontra muitas informações.

Caso você não tenha um bom domínio com comandos do terminal ou deseja ampliar ainda mais, recomendo você adquirir os treinamentos oferecidos aqui no blog Diolinux, juntamente com o Terminal Root e aproveitar os pacotes exclusivos. Saiba mais clicando aqui.

Abraços!
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Emulador de Nintendo 3DS no Linux

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Que tal poder jogar numa resolução maior os games do seu console portátil no Linux e ter uma nova experiência. Hoje iremos conhecer o poderoso Citra, emulador de Nintendo 3DS.

citra-emulador-3ds-linux
 O Citra é um emulador de Nintendo 3DS multiplataforma (Linux, Mac e Windows) escrito em C++ que utiliza o framework QT em seu desenvolvimento, de código aberto sobre a licença GPLv2, vem há alguns anos ganhando destaque por suas implementações aceleradas e alta compatibilidade com os títulos de Nintendo 3DS, console este que é campeão de vendas na categoria de portáteis, chegando até desbancar seu concorrente direto, o PS Vita da empresa japonesa Sony.

Durante estes pouquíssimos anos de existência, desde 2014 (comparado a outros emuladores famosos como PPSSPP, Dolphin, PCSX2, ZNES, etc.) o Citra vem amadurecendo com diversas funcionalidades e performance, por exemplo com atrativos que o próprio console não possui como: possibilidade de utilização de resoluções até 10 vezes maiores que a nativa (400x240). 

Funcionalidades que tornam o Citra incrível


Possibilidade de jogar online em servidores não oficiais Nintendo, em salas públicas ou privados, de até 16 players simultâneos (dependendo do jogo).

citra-emulador-3ds-linux-online

Multiplayer local, caso tenha algum outro computador na mesma rede, sendo possível partidas em games como Pokémon Omega Ruby.

citra-emulador-3ds-linux-multiplayer-local

Aceleração de jogos via GPU, caso possua uma  placa de vídeo dedicada a performance melhora drasticamente, dando uma melhor experiência.

citra-emulador-3ds-linux-performance-gpu

Configuração de uma webcam, ou até mesmo a utilização de um arquivo (imagem)  simulando as câmeras do console N3DS, para jogos que façam uso da função (particularmente nunca usei).

citra-emulador-3ds-linux-camera-webcam

Configuração nativa de joysticks, inclusive simulando o toque da tela do portátil da Nintendo (anteriormente esta função era por meio de arquivo de configuração).

citra-emulador-3ds-linux-joystick

Importação de Amiibos, para desbloqueio de funcionalidades ou objetivos em determinados jogos.

citra-emulador-3ds-linux-amiibo

Estilos de visualização de tela durante o game (duas telas, uma apenas ou uma menor e outra maior).

citra-emulador-3ds-linux-screenview

Lista de compatibilidade dos games locais e tema dark.

citra-emulador-3ds-linux-compatibilidade-tema

A compatibilidade de jogos é documentada na Wiki oficial do emulador, nela você  pode ver separado por categorias com cores que representam se o game tem emulação perfeita, jogável, ruim etc.

Baixe o Citra para sua distro Linux


Distribuído oficialmente de duas formas no Linux (ou três se contar a compilação pelo Github deles), executável com versões diárias direto do site e em Flatpak (existia uma opção de um instalador criada por eles, mas parece que foi substituído pelo Flatpak), o emulador possui duas versões, a Nightly, que contém os mais recentes recursos testados e estáveis e a Canary, versão de teste com códigos incompletos para quem gosta de testar. 

Se você quer evitar problemas com dependências ou versão do QT em seu sistema, além de receber atualizações, é recomendável a instalação da versão em Flatpak, caso não saiba o que é Flatpak e como habilitar em seu sistema, temos uma matéria de como proceder (Como Instalar e Gerenciar Flatpaks no Linux).

Você pode simplesmente baixar o arquivo Flatpakref e dar dois cliques caso a central de aplicativos de sua distro tenha tal suporte (segue como habilitar essa função na gnome software, loja do Ubuntu) e instalar.

Versão Nightly (estável)
citra-emulador-3ds-linux-download- estable-nightly


Versão Canary (teste)
citra-emulador-3ds-linux-download-beta-canary

Ou utilizar via terminal os seguintes comandos,  para instalação de respectivas versões.

Versão Nightly (estável):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-nightly.flatpakref

Versão Canary (teste):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-canary.flatpakref

O modo manual de instalar o Citra


Caso queira o download manual da versão “não-flatpak”, basta acessar este link e clicar na opção “Manual Download”, como no exemplo abaixo.

citra-emulador-3ds-linux-download


Depois disso extraia  o arquivo  “.targz”, navegue até o diretório, localize o arquivo citra-qt, e no terminal abra com o comando:
./citra

Lembre-se,desta maneira você terá de baixar toda vez que sair uma versão nova do Citra manualmente e poderá ter problemas com o versionamento do QT em seu sistema. Por experiência, não recomendo esta forma, pois o Citra atualiza com muita frequência (em torno de 15 - 20 versões por semana).

Fazendo backup dos seus Saves


Caso queira fazer backup dos seus saves no Citra, basta navegar até sua pasta pessoal, exiba os arquivos ocultos e navegue até o diretório:
.local/share/citra-emu/sdmc/Nintendo 3DS
Basta copiar o conteúdo da pasta em um local seguro para salvar o conteúdo.

Já a configuração do seu joystick fica na sua home também, na pasta oculta: 
.config/citra-emu
salve o arquivo “qt-config.ini”.

Para eventuais dúvidas acesse a Wiki oficial do Citra e veja a resposta de seus desenvolvedores para assuntos como: “shared fonts” (arquivos necessários  para alguns games funcionarem, como Pokémon). Como obter jogos e Amiibos para funcionamento dentro do emulador e muito mais.

Já conhecia o Citra? Quais seus games favoritos? Deixe nos comentários se já usava o emulador ou se gostou da novidade de ser distribuído em Flatpak.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como instalar a última versão do Mesa Driver no Ubuntu e Linux Mint

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

O Mesa Driver é um driver de vídeo de código aberto que é utilizado em praticamente todas as distribuições Linux, o projeto Mesa libera drivers de código aberto para placas Nvidia, Intel e AMD, e hoje você vai aprender a atualizar os drivers do Ubuntu sem precisar alterar a versão do Kernel.

Mesa Driver



Essa dica pode ajudar muito você que usa Ubuntu ou algum sistema derivado e quer ter os drivers abertos mais recentes para melhorar os FPS dos games, quem sabe até melhorar autonomia da bateria do seu Notebook devido as otimizações.

Este PPA de Mesa Driver é recomendado especialmente para quem usa drivers open source, especialmente quem usa chip Intel ou AMD, quem usa Nvidia pode muito bem usar os proprietários seguindo este outro tutorial e desempenho será melhor.

Alterar componentes gráficos pode ser algo sensível no sistema, então prossiga sabendo que caso algo dê errado, você terá que reverter o processo.

Se você prefere fazer as coisas sem utilizar o terminal, acesse este tutorial.

Recomendo instalar o PPA Purge para remover os pacotes caso haja algum problema.
sudo apt install ppa-purge
Você pode verificar a sua versão do Mesa Driver instalado usando o seguinte comando:
glxinfo | grep "OpenGL version"
Agora vamos adicionar o PPA do Mesa Driver, rode no terminal:
sudo add-apt-repository ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Este comando acima adiciona o repositório dos drivers, agora podemos atualizá-lo e depois atualizar o sistema para receber os novos pacotes:
sudo apt update && sudo apt dist-upgrade
Depois de atualizado, você precisa reiniciar o computador, você pode rodar novamente o comando para verificar a versão do Mesa Driver e ver em qual versão você está. 

Caso algo saia errado ou por qualquer outro motivo você queria remover os drivers e voltar ao normal use:
sudo ppa-purge ppa:paulo-miguel-dias/pkppa
Depois da remoção você deve reiniciar o computador e você estará de volta com os drivers originais do sistema.

Até a próxima!
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Como instalar Yu-Gi-Oh! Duel Links (PC) no Linux via Steam Play

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Duel links é o atual popular título da Konami da franquia milionária Yu-Gi-Oh! O game vem fazendo muito sucesso, sendo lançado primeiramente para dispositivos móveis, tendo mais de 10 milhões de downloads na Google Play, posteriormente chegando aos PCs pela Steam, onde é gratuito e disponibilizado para Windows originalmente, mas graças ao Proton e ao Steam Play você pode jogar no Linux como se fosse um game nativo.

duel-links-steam-play-proton-linux






O procedimento para fazer a instalação é realmente simples, porém, é necessário fazer um pequeno ajuste para rodar o jogo perfeitamente. Primeiro eu vou te explicar como fazer a instalação, depois eu te explico o porque da instalação precisar ser feita dessa forma.

Como fazer a instalação do Duel Links no Linux


Existe aqui um pequeno passo a passo, sendo que alguns destes passos não são necessários caso você já utilize o Steam Play com o Proton para outros games.

1 - Nas configurações do seu cliente Steam, ative a compatibilidade com o Steam Play

Temos um artigo aqui no blog explicando o passo a passo para habilitar a ferramenta, com dois ou três cliques você consegue ativar a funcionalidade, basta conferir aqui. Se você já tem o Steam Play ativado, esse passo pode ser desconsiderado.

2 - Faça o download do Game

O Duel Links é um game bem pequeno no seu download inicial, mal chegando aos 100 MB de tamanho, ainda que requeira até 4GB de espaço em disco caso você queira baixar as imagens das cartas em alta resolução. Procure pelo game na Steam e instale normalmente, mas não clique em jogar ainda.

Em tese, isso deveria ser o suficiente, ou seja, é o mesmo processo que você faria no Windows, entretanto, o Duel Links necessita do Net Framework 4.5 para rodar, no Windows o game considera que essa dependência já está instalada, pois geralmente está (caso não esteja, mesmo no Windows, você precisará instalar), já no Linux, obviamente ela não está instalada, por se tratar de um componente Windows.

O jogo precisa também do DirectX, do VCrun, entre outras dependências, porém estas são instaladas ao clicar em "jogar" ou "play" pela primeira vez, como a maior parte dos games. Como você deve estar imaginando, a grande questão aqui é instalar o Net Framework 4.5 no Steam Play, no prefixo do Proton do Duel Links.

Eu sei, até soa meio complicado, mas não é, vai por mim.

3 - Instale o Winetricks

Vamos precisar do Winetricks para instalar esse complemento, além de ter o próprio Wine instalado para evitar estes problemas, precisamos dos seguintes pacotes:
  • wine64 
  • wine32-preloader 
  • winetricks
Você pode procurar por eles no seu gerenciador de pacotes ou loja de aplicativos e instalar um por um, no caso do Ubuntu, com a GNOME Software como loja, esse tipo de pacote não é encontrado, então você pode usar o Synaptic para isso, já no Linux Mint, você tem esse recurso através da loja do sistema.

WINE-LINUX-INSTALL
Gerenciador de pacotes do Linux Mint
Caso você use outra distribuição, consulte o gerenciador de pacotes da sua distro e procure pelos pacotes mencionados. Caso você use Ubuntu ou Linux Mint, é possível instalar todos os pacotes com um comando único no terminal:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y
O próximo passo é instalar, via Winetricks, o pacote dotnet4.5, que referencia o Netframework 4.5.

Para fazer isso, o Winetricks pode ser aberto pelo menu, ele é uma aplicação gráfica, porém, atente-se para escolher o diretório onde o game (Duel Links) está instalado, originalmente no Steam Play ele fica nesse diretório:

home/dionatan/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx

Onde o nome dionatan deve ser substituído pelo nome do seu usuário, selecionando a opção de instalar complementos e adicionando o DotNet4.5, entretanto, eu acho mais fácil rodar outro comando simples que vai fazer todo o processo por você:
WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Não sei se você percebeu, mas se você quiser fazer tudo de uma vez pelo terminal, algo quase mágico que o Linux proporciona, você pode instalar os programas necessários e "aplicar o patch" no jogo copiando e colando este único comando no terminal, tudo de uma vez:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y && WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Simples e rápido.

4 - Agora é só jogar! 

Com este pequeno ajuste é possível jogar o game normalmente, basta clicar em "Play" ou "Jogar", aguardar a instalação daqueles componentes que o jogo precisa e logar com a sua conta. O ideal é ter a sua conta atrelada ao perfil da Konami para poder recuperar os seus decks do game que você joga no Smartphone.

Seguem algumas telas do game rodando no Linux Mint 19.1:

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Como melhorar a situação?


O game roda perfeitamente bem, sem travamentos, engasgos ou qualquer outra coisa, porém, sabemos que ele não é um primor de porte. Parece que Konami simplesmente jogou o Duel Links dentro do Unity 3D e exportou para PC, e não se preocupou nem em adicionar todas as dependências que o jogo precisa para instalação na primeira "run" do jogo.


Felizmente rodar ele no Linux, apesar do ajuste, hoje em dia é muito simples, mas poderia ser ainda mais, caso esse passo fosse desnecessário, e é aí que você entra. Fale com a Konami no Twitter, mande e-mails e peça pela simples inclusão desse pacote no instalador do jogo, provavelmente até quem joga no Windows vai se beneficiar.

Até a próxima e que o coração das cartas esteja com você!
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Linux Mint 19.1 - Como atualizar da versão 19 sem formatar

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Os desenvolvedores do Linux Mint anunciaram a versão 19.1, de codinome "Tessa", recentemente. Hoje, um dia após o lançamento da versão mais recente, as informações sobre a atualização para a última versão do Linux Mint foram divulgadas. Aprenda agora a atualizar para a versão mais recente da distro sem precisar formatar o seu computador.

linux-mint-191-upgrade






Eu fiz a atualização do meu Linux Mint 19 (Cinnamon) para a versão 19.1 esta manhã, estou usando o sistema o dia todo praticamente e não encontrei qualquer problema até então. Vou te ajudar no procedimento, vamos lá?

Como atualizar o seu Linux Mint para a última versão


1 - O primeiro passo é ter certeza de que você está com todas as suas atualizações em dia. Abra o gerenciador de atualizações pelo menu ou pelo ícone na barra de indicadores, clique em "Atualizar" e se houverem atualizações, aplique-as antes de continuar.

Atualização Linux Mint

Por questão de precaução, os desenvolvedores sugerem que você faça um backup/snapshot do sistema através do TimeShift, a ferramenta de backups do Linux Mint que você encontra no menu. O procedimento não deve falhar, mas em todo caso, se você quiser ter uma segurança a mais é uma boa prática.


2 - O próximo passo é no próprio gerenciador de atualizações, clique no menu "Editar" e você deverá encontrar a opção "Atualizar para 'Linux Mint 19.1 Tessa'", clique na opção.


3 - Você será recebido com a tela de boas-vindas da atualização, onde existem notas da versão para você conferir, informações sobre novos recursos e requisitos mínimos para usar a nova versão. Para saber mais sobre as novidades do Linux Mint 19.1, confira o artigo que fizemos sobre o lançamento da versão.

Uma dica importante, caso você use um Notebook, vale ressaltar a importância de deixar o computador na alimentação ou ao menos, ter a bateria bem carregada. O tempo de atualização demora de acordo com a velocidade da sua internet e também a capacidade do seu hardware.


4 - Depois de iniciar a atualização, uma janela com uma barra de progresso será exibida, de forma geral você não precisa interagir com ela, mas no meu caso, como eu uso uma extensão do Nemo para o Dropbox que oferece uma integração extra, foi necessário clicar em "ver mais" e confirmar a adição do pacote, pressionando a letra "y" de "yes", e pressionando "enter".

Aguarde o processo de atualização acontecer.

Mint-upgrade

5 - Quando a atualização finalizar, reinicie o computador para ter certeza de que tudo está carregado normalmente. Caso você tenha temas instalados, applets extras ou extensões no Cinnamon, pode ser necessário reconfigurá-los ou atualizá-los. Caso você tenha um ambiente customizado, o novo layout do Linux Mint, com ícones  na barra, não será carregado por padrão, para isso, procure no menu pelo aplicativo "Tela de Boas Vindas", nele você poderá alterar o layout.

welcome-linux-mint


6 - Seu Linux Mint está pronto para o uso, basta aproveitar o sistema, com Cinnamon 4.x, melhorias de desempenho e velocidade.

linux-mint191-upgrade-finalized

Passos opcionais


Se você quiser deixar o sistema com os pacotes padrões que os desenvolvedores planejaram, outros dois passos podem ser feitos, a instalação de alguns pacotes e remoção de outros, copie e cole estes dois comandos no terminal:

apt install p7zip-full va-driver-all xul-ext-lightning
apt remove --purge xscreensaver-data xscreensaver-data-extra xscreensaver-gl xscreensaver-gl-extra cinnamon-screensaver-webkit-plugin cinnamon-screensaver-x-plugin
Curiosidade: Repare que agora não é mais necessário usar o "sudo" no início do comando, o terminal entende que você está tentando rodar algo que necessita de privilégios de administrador e pede a senha, que agora exibe caracteres, assim como acontece no elementary OS.

Para mais informações sobre a atualização das versões, confira o artigo no blog oficial do Linux Mint.

Até a próxima!
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Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Se você estiver procurando uma opção bacana de tema de ícones para a sua distro Linux e pretende colocar um tema bem estilizado e com um conceito um tanto diferente, especialmente se você curtir as famosas “long shadows”, você vai adorar o tema “Shadow”.

 Estilo Long Shadow - Novo tema de ícones para Linux










O Shadow é um tema flat para GNOME 3.10+ e interfaces “filhas” Na versão 4 contém mais de 980 ícones de apps e mais de 2200 ícones para o sistema e afins.




Instalando o tema Shadow


Baixe o tema à partir do GitHub ou do "GNOME Look", ele virá em um pacote compactado (zip), basta extrair o tema do arquivo compactado para a pasta .icons (ponto icons) dentro da sua pasta pessoal. Depois é só fazer a alteração do tema pelo software adequado a sua interface gráfica.



No Linux Mint você pode usar as próprias configurações do sistema e no Ubuntu, use o GNOME Tweaks.

Quem deseja fazer o processo de instalação pelo terminal pode seguir os seguintes passos:

git clone https://github.com/rudrab/Shadow.git

mv Shadow-master /home/$USER/.icons/

Se for pelo Gnome-Look, basta baixar e extrair o .tar.xz dentro da pasta “icons” que você criou

Feito isso, agora você pode desfrutar do novo tema para o seu sistema.
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