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Dark Mode chega no Google Chrome para Android

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Recentemente a Google disponibilizou alguns temas para seu navegador Google Chrome, a novidade foi apenas para a versão desktop, porém, rumores indicam que a “gigante de Mountain View” está trabalhando num modo noturno para o desktop, não apenas os PCs convencionais ganharão o recurso, também contemplando sua versão mobile.

dark-mode-google-chrome-android-app

O modo escuro do Google Chrome Android ainda não foi lançado, mas através da sua versão canary, podemos ter uma breve noção de como está ficando, e para conferir o resultado desta opção é bem simples.

Conferindo o modo escuro do Google Chrome Android


A última versão do browser Google Chrome Canary para Android implementou timidamente o modo escuro, porém, para ativá-lo será necessário habilitar algumas flags, por se tratar de um recurso experimental, a Google não o usa ativo por padrão, entretanto, é apenas uma questão de tempo para que o recurso amadureça e chegue à versão estável do navegador. 

Pesquise na Google Play por google chrome canary e instale o App, tenha em mente que é uma versão instável do navegador, e eventuais erros podem acontecer com o app.

dark-mode-google-chrome-android-app-canary-instalar

Após baixar e instalar o app, abra-o e na barra de buscas e digite a seguinte flag:

chrome://flags

dark-mode-google-chrome-android-app-flags

Isso possibilitará o acesso às funções “escondidas” do aplicativo, agora no campo de buscas digite:

#enable-android-web-contents-dark-mode

dark-mode-google-chrome-android-app

Clique em cima da opção, mude o sinalizador que por padrão vem como “Default”, que atualmente desativa a função, para “Enabled”, clique em “Relaunch Now” e espere o aplicativo reiniciar.
dark-mode-google-chrome-android-app

Com o modo dark ativo, as páginas mudam sua coloração de branco para preto, particularmente senti que a cor era muito forte, talvez uma tonalidade escura sem necessariamente ser o “preto massivo” fique mais atraente, todavia, perceba que é algo experimental e quando ele for implementado na versão para o usuário final a equipe de design e desenvolvimento da Google lapidará esse recurso, juntamente com seu visual.

resultado-dark-mode-google-chrome-android-app

E você o que acha de modos escuros em aplicações? Em meu cotidiano sempre utilizo essa funcionalidade.

Você gostaria de um modo dark no Chrome? Ou quem sabe outro navegador como Firefox?

Nos vemos no próximo post, aqui no blog Diolinux, te aguardo, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como fazer Dual Boot entre Ubuntu e Gentoo

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O Gentoo para muitos é uma distro que instiga o aprendizado, funcionando quase como uma "meta" para se completar enquanto se usa Linux. Por diversos motivos, pode ser insteressante usar o Gentoo em Dual Boot com outra distro, como o Ubuntu, ao menos enquanto você "constrói" o seu sistema.

Ubuntu e Gentoo em Dual Boot






Para facilitar a sua vida, o nosso amigo Marcos, do canal Terminal Root, realizou um incrivelmente detalhado tutorial sobre o assunto, eliminando as suas possíveis dúvidas e problemas. Você pode conferir o vídeo completo aqui:


Caso tenha restado alguma dúvida, entre para a nossa comunidade no Diolinux Plus, lá é o lugar ideal para tirar as suas dúvidas, ensinar e aprender.

Aproveitando a deixa


O pessoal do Terminal Root produz muitos cursos e material interessante, de altíssima qualidade e orquestrado por pessoas extremamente competentes, inteligentes e de confiança. É um combo raro, nao?  

Temo um uma MEGA PROMOÇÃO rolando . Na promoção você irá adquirir e baixar todo o material para o seu computador por apenas R$ 129,90 , o que inclui todos os cursos: 
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Até a próxima!
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Como instalar o VirtualBox 6.0 no Linux

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Hoje você aprenderá a instalar a ferramenta de virtualização de sistemas, Virtualbox, confira o passo a passo e aprenda a usar o recurso para o seu trabalho ou estudo.

oracle-virtualbox-vbox-linux-ubuntu-mint

O VirtualBox é uma ótima ferramenta para estudos ou até mesmo testes, é comum profissionais de TI e entusiastas utilizarem softwares de virtualização para simular um comportamento, aprender algo novo, ou simplesmente conferir um SO.

Veja o vídeo a seguir e entenda um pouco sobre virtualização de sistemas.


Antes de partir propriamente para instalação, e pôr as “mãos na massa”, confira um pouco das novidades contidas a partir da versão 6.0 do VirtualBox.


  • Exportação de máquinas virtuais para Oracle Cloud Infrastructure;
  • Suporte a gráficos 3D para VMs do Windows;
  • Introdução de um novo gerenciador de arquivos, que permite copiar arquivos entre VM e host;
  • Suporte a resoluções HiDPI aprimorada;
  • Suporte ao acesso de discos convidados pelo host em sistemas macOS;
  • Nova interface da aplicação;
  • E muito mais…

Pré-requisitos para instalação do VirtualBox 6.0 


Em primeiro lugar vamos instalar alguns pacotes, caso ainda não estejam instalados em seu sistema. O procedimento pode ser feito via terminal ou via Synaptic, para adicionar tais softwares a sua distro.

Os seguintes pacotes serão instalados: gcc, make, linux-headers-generic e o dkms

Você poderá instalar cada pacote com o Synaptic, conforme a imagem abaixo, ou utilizar os referentes comandos no terminal:

sudo apt update 

sudo apt-get install gcc make linux-headers-$(uname -r) dkms

synaptic-virtualbox-vbox

Outro passo importante é remover a versão anterior ao VirtualBox 6.0, se por algum motivo a tenha instalado no sistema, podendo ser feito por interface gráfica ou via comando.

sudo apt remove virtualbox virtualbox-5.2

Baixando e instalando o VirtualBox 6.0


Neste ponto cabe uma observação. Existem duas maneiras de se instalar o VirtualBox direto do site em seu sistema, adicionando o repositório oficial ou efetuando o download do arquivo “.deb”, irei demonstrar ambas.

Adicionando o repositório do VirtualBox em seu Ubuntu, Linux Mint e derivados


Execute o comando para adicionar a chave do repositório ao seu sistema.

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox_2016.asc -O- | sudo apt-key add -

wget -q https://www.virtualbox.org/download/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -

Adicione o repositório com os pacotes do VirtualBox.

sudo sh -c 'echo "deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian $(lsb_release -sc) contrib" >> /etc/apt/sources.list.d/virtualbox.list'

Agora instale o VirtualBox na sua distribuição.

sudo apt update && sudo apt install virtualbox-6.0

Baixando o VirtualBox do site e instalando no sistema


A segunda forma é efetuando o download diretamente da página oficial, e baixando o pacote “.deb” referente a sua versão do sistema.

download-virtualbox-linux-mint-ubuntu

Logo após, dê 2 cliques no pacote “.deb” e instale normalmente.

Tenha em mente que desta maneira as atualizações deverão ser feitas manualmente, baixando a cada nova versão e instalando-a outra vez. Este método é interessante caso queira atualizar apenas quando desejado.

Adicionando o pacote de extensões do VirtualBox


No site do VirtualBox, efetue o download do pacote de extensões com ele você terá algumas funcionalidades a mais no programa, como suporte à devices via USB entre outras coisas.

(procure algo como: “VirtualBox Extension Pack”, entretanto observe e baixe conforme a versão do Virtualbox instalado em seu sistema).

Para o download da versão 6.0, basta clicar no botão “download” a seguir.

 Baixe o pacote de extensões  do  VB.

Vá até o local que baixou o arquivo, clique com o botão direito do mouse e abra com o VirtualBox.

extension-virtualbox-adicional

Instale o pacote de extensões e aceite os termos de licença.

instalar-vbox-adicional

E pronto! Agora você poderá criar suas VMs e efetuar diversos testes, sem medo de comprometer seu sistema real.

interface-nova-virtualbox

Aprenda a trabalhar com o software e domine o VirtualBox, vídeo super completo sobre o tema.


Até a próxima pessoal, espero vocês aqui no blog Diolinux, e façam seus inúmeros testes no VirtualBox, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Instale o tema do Diolinux no Linux Mint - Mint-Y Dark Transparent Blue

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Não é de hoje que muita gente vem pedindo qual tema eu utilizo no meu Linux Mint 19.1 Cinnamon, e a verdade é que ele não é nenhum tema "comum", pois ele foi customizado por mim, baseando-se no tema "Mint-Y Aqua Dark", que já vem com o sistema. Eu demonstrei como fazer ele, alterando os códigos de CSS em uma live na Twitch recentemente, e a galera curtiu muito!

Tema Linux Mint transparent






Como eu havia mencionado, o tema foi ajustado ao vivo em maiores detalhes, conforme você pode conferir no trecho da live abaixo:




Você pode seguir a gente na Twitch para acompanhar as lives diárias que acontecem, seria ótimo ter a sua presença! ☺ Como comentei na live, essa customização nasceu de uma questão levantada no nosso fórum, o Diolinux Plus, onde você também pode participar gratuitamente.

Esse print abaixo foi tirado da aba da comunidade do canal Diolinux no YouTube, como você pode ver, o tema chamou bastante atenção:

Customizando temas Linux Mint


O que é o tema?


Em poucas palavras, um projeto inacabado que apetece o meu gosto. Inacabado porque certamente muitos detalhes podem ser melhorados e ajustados, no entanto, estou satisfeito com o resultado atual e sem muita vontade e tempo de alterar muito as coisas, mas hey! Ele é open source! Sinta-se livre pra modificar e redistribuir. 😎

O tema é composto da modificação do tema padrão alternativo do Linux Mint, chamado "Mint-Y Aqua" na sua variante "Dark", inclusive, essa é a única variedade oferecida para o GTK pelo tema, se você gosta das coisas clarinhas, i'm sorry. O Painel do Cinnamon recebeu alterações em seu CSS e tem cores que combinam com o restante do tema, além de possuir uma agradável aparência. O tema de ícones é o "Papirus Dark", que oferece um toque final coerente para o restante do tema, que predomina um belo "azul macOS".

De forma geral, o painel e o menu são semi-transparentes, o GTK das pastas é um pouco mais escuro que o normal e o azul é um pouco mais tonalizado, para criar maior contraste, os ícones combinam com o azul do tema e não desrespeitam (muito) os aplicativos de terceiros.

Eu expliquei como fazer todas as alterações no nosso fórum e no vídeo da live acima, então é só gastar um tempo estudando se quiser modificar alguma coisa. 😊

Como baixar e instalar


O tema foi montando sobre o Cinnamon 4.x, não foi testando em versões anteriores, por isso não sei dizer se a compatibilidade está "Ok" com versões anteriores do Linux Mint (e do Cinnamon), no entanto, ele deve funcionar em qualquer distro que use o Cinnamon na mesma versão, ainda que o Linux Mint seja o nosso alvo.


Você pode baixar o arquivo do link acima para a pasta que preferir, ele tem pouco menos de 17 MB e é um arquivo tar.gz, de modo que ele deve abrir normalmente em qualquer distribuição Linux, basta dar dois cliques no arquivo, dentro dele você verá uma pasta com o nome do tema e dentro dela as pastas ".icons" e ".themes", basta extrair as duas para a sua pasta Home.

Temas Linux Mint

Depois de feita a extração, os temas estarão disponíveis na sessão "Temas" no painel de controle do Cinnamon, permitindo a alteração:

Configurações de tema

Apenas adicione nas configurações os itens conforme dispostos na imagem acima para ter o resultado final e, obviamente, você pode brincar com as customizações à vontade. Se quiser aprender a personalizar ainda mais o Cinnamon, confira este tutorial.

Até a próxima!
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Libre Office 6.2 lançado com nova interface

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Ferramentas para criação de documentos existem aos montes, no entanto as mais famosas são: o Microsoft Office e Libre Office, e por ser uma alternativa livre, o Libre Office sempre foi visto como o rival do concorrente, porém, seu visual afastava alguns usuários que não conseguiam migrar unicamente pela aparência da aplicação, fazendo com que acabassem procurando alternativas, como o WPS Office ou o Softmaker Office.

libreoffice-office-linux

Depois de 6 meses de desenvolvimento, finalmente a versão 6.2 do Libre Office foi lançada, apresentando uma nova interface de usuário chamada NotebookBar, baseado no conceito MUFFIN, um acrônimo para “Minha interface amigável e flexível”, que anteriormente era um recurso experimental. Seu suporte irá até Novembro de 2019, com mais 6 updates esperados.

Libre Office visual clássico


libreoffice-office-linux-visual-classico

A “UI NotebookBar” é totalmente opcional e não vem habilitada por padrão (antes que os amantes do visual clássico começassem a lamentar). Está nova opção vem em 3 modos diferentes, com guias, agrupados e contextuais.

Libre Office com NotebookBar


libreoffice-office-linux-notebookbar-novo-ui

Fica evidente a intenção da The Document Foundation, fundação por trás do Libre Office, em abarcar um público que ao migrar de soluções proprietárias sentiam dificuldades com a maneira diferenciada de organização de sua suíte de documentos.

Novidades do Libre Office 6.2


Além do novo visual, destacam-se os ícones reformulados do elementary OS e Karasa Jaga (ícone padrão do Libre Office), recursos de segurança e criptografia através da implementação do HMAC, filtragem de palavras-chave indexadas e termos de pesquisa com velocidade aprimorada, como melhor compatibilidade com documentos Microsoft Office, corrigindo erros em gráficos e animações por exemplo.

O menu de contexto foi aprimorado, melhorando o desempenho na alteração e manipulação de documentos grandes. O LibreOffice Online não ficou de fora, ganhando uma interface de usuário simplificada e responsiva.

Diversas funcionalidade foram implementadas, agora o Writer consegue copiar dados de planilhas em tabelas, em vez de inseri-los unicamente como objetos. O Impress e Draw conseguem modificar o caminho de movimentação das animações, simplesmente arrastando os pontos de controle. O Calc ganha uma nova função chamada REGEX, permitindo associar texto a expressões regulares, com a possibilidade de obter uma saída com várias medidas para análise e estatística, e muito mais.

Como baixar e instalar a nova versão


Até o momento o Libre Office em Snap e AppImage continuam na versão 6.1 (veja se já chegou a atualização para esses pacotes), caso não aguente esperar e queira testar, você pode baixar a versão em Flatpak (particularmente prefiro em Flatpak) ou a distribuída no site, basta seguir o passo a passo.

Acesse o site oficial do Libre Office, e efetue o download da última versão estável, escolhendo a versão conforme sua distro, no exemplo estou usando Ubuntu.

libreoffice-office-linux-deb-download

Ao baixar o pacote, o site sugere 2 outros, a interface do usuário e ajuda em português. Baixe ambos.

libreoffice-office-linux-pt-br

Extraia os arquivos em uma pasta, para melhor organização, e começando pelo pacote extraído do Libre Office (LibreOffice_6.2.0_Linux_x86-64_deb), verá que dentro existe uma pasta chamada DEBS com diversos pacotes “.deb”.

libreoffice-office-linux-deb-insstalar

Clique dentro da pasta com o botão direito, e selecione a opção “Abrir no terminal”.

libreoffice-office-linux-deb-terminal

Dentro do terminal, digite o comando para efetuar a instalação dos pacotes.

sudo dpkg -i *.deb

libreoffice-office-linux-instalar-exemplo

Espere a instalação concluir, e repita o procedimento nas outras pastas extraídas dos arquivos de ajuda e linguagem do usuário em português.


Ativando o modo NotebookBar


Para visualizar as aplicações na nova UI, vá em “Exibir>>Interface do usuário”, e selecione a opção “Em abas”, ou algum dos outros modos de visualização.

habilitar-interface-libreoffice-notebookbar

Já testou a nova versão? gostou do visual NotebookBar? Começarei a utilizá-lo, talvez me adapte ou quem sabe continuo com a padrão.

Deixe nos comentários suas experiências e opiniões sobre o novo Libre Office, te aguardo aqui no blog Diolinux, como sempre, SISTEMATICAMENTE!

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Temas GTK em aplicações Qt

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

O nome do meu canal não se chama “OSistemático” à toa, quando o assunto é visual/design de uma aplicação ou sistema, sou bem criterioso, e aplicações em Qt costumam ter uma aparência diferenciada ao tema GTK do Ubuntu. Isso ocorre pois um utilitário não vem por padrão (em outras distros ele pode estar presente), seu nome é “QT5 Confguration Utility”, um software bem simples, mas que irá ajudar com seu ”toque”. 😂😂😂

tema-qt-gtk

Antes de tudo, isso não significa que todas as aplicações em Qt terão o tema padronizado com o seu em GTK, devemos instalar o programa e depois configurá-lo no sistema, como sempre você pode optar pelo modo terminal ou interface gráfica, fica ao seu gosto.

Na central de aplicativos da sua distro, procure por “qt5ct”, outro pacote importante e necessário é o “qt5-style-plugins”, caso não encontre o mesmo na loja, você pode utilizar o gerenciador de pacotes Synaptic e efetuar a instalação de ambos.

gerenciador-synaptic

Caso opte efetuar a instalação via terminal, utilize os seguintes comandos:

sudo apt install qt5ct qt5-style-plugins

Configurações necessárias 


Após instalar o programa devemos adicionar variáveis de ambiente no arquivo “/etc/environment”. Num terminal, abra com seu editor de notas favorito o documento, substituindo o nome do aplicativo pelo seu.

No Ubuntu utilizei o Gedit.

sudo gedit /etc/environment

No final do arquivo adicione os seguintes parâmetros:

export QT_QPA_PLATFORMTHEME=qt5ct
export QT_AUTO_SCREEN_SCALE_FACTOR=0

variavel-sistema-qt-temas

Salve o arquivo e reinicie o sistema.

“Mãos na massa”


Agora sim, iremos pôr as mãos na massa e deixar os apps em Qt, parecidos com nosso tema em GTK. Abra o programa QT Settings, que apareceu em seu menu de aplicativos ou no terminal digite o comando:

qt5ct

Na aba “Appearance”, opção “Style”, selecione no combobox “gtk2”, e logo abaixo na opção “Palette” deixe marcado o checkbox “Default”.

qt5-configuration-appearance

Siga para segunda aba, “Fonts”, você poderá deixar na mesma fonte do seu sistema ou uma personalizada. Como referência as fontes padrões no Mint são: “Noto Sans Regular 9” e “Monospace Regular 10”, já no Ubuntu são: “Ubuntu Regular 11” e “Ubuntu Mono Regular 13”.

qt5-configuration-fonts

Outra opção na terceira aba “Icon Theme”, são os ícones listados em seu sistema, as demais abas não recomendo mexer. Clique em “Apply” (Aplicar) e veja os resultados.

qt5-configuration-icon-theme

Para exemplificar a mudança veja as duas aplicações em Qt, VLC Player e VirtualBox, num antes e depois.

VLC Player antes


vlcplayer-qt

VLC Player depois


vlcplayer-qt5-gtk

VirtualBox antes


virtualbox-qt5

VirtualBox depois


virtualbox-qt5-gtk

Espero que com tais mudanças a harmonia visual de sua distro fique ainda melhor. Vale testar com seus temas e aplicações em QT, para ver o resultado final.

Espero vocês no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Convertendo vídeos para trabalhar no Davinci Resolve no Linux

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

O Davinci Resolve vem ganhando os corações dos profissionais audiovisuais, uma das melhores soluções para o tratamento de cores em vídeo, e agora vem tornando-se um concorrente de peso ao Adobe Premiere. 

conversor-codec-davinci-resolve-mp4-mov-h264

Como uma alternativa nativa no Linux, a Blackmagic vem implementando novas funcionalidades ao seu software de edição/pós produção de vídeos, um exemplo que a “senhorita” Adobe deveria seguir. Confira o post de como instalar o Davinci Resolve no Linux, e comece a editar nessa poderosa ferramenta.

Nem tudo são flores


Existe uma limitação na versão gratuita do Davinci resolve que pode irritar alguns, ele não possui suporte aos formatos de codecs MP3 e H264. Isso é um pouco estranho já que as patentes destes formatos expiraram e não seria complicada adição no programa.

Para contornar esse problema, enquanto a Blackmagic não adiciona o suporte nativo, iremos converter os arquivos de vídeo para um formato que a aplicação suporta, MPEG4 ou Apple ProRes via QuickTime.

O MPEG4 gera um arquivo de tamanho menor, ótimo para edições voltadas à internet, o ProRes é voltado para uma edição profissional, consecutivamente de maior tamanho.

Convertendo de forma prática


Você pode fazer de duas maneiras, usando o terminal ou a interface gráfica, tudo de forma prática.

Converter via interface


Efetue o download da aplicação “WinFF”, pesquise na central de software da sua distribuição como na imagem abaixo ou instale com o comando em distros como Ubuntu, Linux Mint e derivados:

sudo apt install winff

winff-conversor-video-linux

Com esta aplicação será simples converter os vídeos e economizar seu tempo ao configurar codecs e formatos, basta importar o preset que disponibilizamos para download. 

Baixe o preset do WinFF

Para adicionar o preset no WinFF, clique em “Ficheiro>>Importar pré-ajuste”, selecione o arquivo “winff_resolve_diolinux_.xml” caso apareça uma janela de diálogo informando que o pré-ajuste já existe, clique em “Yes to All” para substituir.

importar-preset-winff

Na aba “Detalhes de saída” em “Converter para:” selecione “Resolve” e em “Pré-ajuste” selecione “mpeg4”, conforme imagem a seguir. 

ajuste-codec-winff

Para converter seus vídeos, basta adicioná-los ao WinFF, clicar em “Converter” e esperar o processo. 

Após finalizar você poderá trabalhar no Davinci Resolve sem nenhum problema.

Converter via terminal


Agora se prefere utilizar o terminal, fiz um script que basicamente converte como o WinFF.

 Baixe o Script conversor de vídeos

Será necessário ter o FFmpeg instalado em seu sistema, se instalou o WinFF ele provavelmente foi “puxado” como dependência, caso não, use o comando:

sudo apt install ffmpeg

O script funciona da seguinte maneira, você deverá manter os arquivos para conversão e script no mesmo diretório, dê a permissão de execução (via terminal ou por interface gráfica) e execute. Todos vídeos em “MP4” serão convertidos para “MOV” e movidos para uma pasta chamada “convertidos”. 

sudo chmod a+x convert-lote-davince-v0.1.sh
./convert-lote-davince-v0.1.sh

script-conversor-codec-davinciresolve

Para alterar o codec do vídeo que deseja converter (se não for um .mp4), abra o script com algum editor de texto e faça a modificação. Não será uma tarefa complicada, pois comentei cada parâmetro, então fique a vontade para implementar novas funções. 

script-conversor-codecs

Para eventuais dúvidas, acesse o vídeo do Elias do canal Araras Studio, todo processo com o WinFF foi detalhado, e se pretende aprender edição de vídeo no Davinci Resolve inscreva-se no canal, ele está produzindo um conteúdo muito bom sobre o software. 

Te aguardo no próximo post, até lá compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como iniciar o Telegram minimizado

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sábado, 26 de janeiro de 2019

O Telegram é uma aplicação com “mil e uma utilidades”, você pode usá-lo como simples mensageiro, nuvem pessoal, fonte de notícias e muito mais através de seus inúmeros bots. Veja o post que o Ricardo fez sobre as novidades da nova versão.

telegram-tray-start-minimizado

Com tantos recursos no Telegram, existe uma funcionalidade que eu gostaria na versão desktop. A possibilidade de iniciar minimizado junto ao sistema, com seu ícone na “tray” (bandeja do sistema).

E é isso que iremos demonstrar. O procedimento será em 3 interfaces gráficas: KDE Plasma 5, Cinnamon e Gnome Shell. Você pode adaptar à sua DE preferida, é bem fácil.

Iniciando o Telegram minimizado


Antes de tudo, você deverá saber com qual versão do Telegram está lidando.

Se instalou o Telegram da loja do Linux Mint, você provavelmente está utilizando a versão em Flatpak, se está usando Ubuntu e instalou direto da loja, é provável que seja em Snap, a terceira opção é um binário executável, de quando o download é realizado no site oficial (a maneira que costumo usar).

Saber qual versão do programa está instalada é importante, pois o comando será adaptado, e caso utilize o comando errado o procedimento será falho. Abaixo segue cada comando, direcionado a sua específica versão.

Telegram em Flatpak
flatpak run org.telegram.desktop/x86_64/stable -startintray %u 

Telegram em Snap
snap run telegram-desktop -startintray %u

Telegram executável baixado do site oficial
/home/seu-usuario/caminho-onde-está-o-executável/Telegram -startintray %u

Onde inserir tais comandos?


Após identificar sua versão, e selecionar o comando correto. Onde inserir este comando? Não será necessário o terminal, usaremos a interface gráfica para isso.

KDE Plasma 5


No Plasma, pesquise pela seguinte aplicação “Aplicativos iniciados automaticamente”. Com ela aberta clique na opção “Adicionar programa...”, como na imagem abaixo.

telegra-tray-kde-passo1

Uma janela de diálogo será aberta, pesquise por “Telegram”, selecione o mesmo e clique em “ok”.

telegra-tray-kde-passo2

Basta preencher as informações como “Nome”, “Comentário” e “Comando”. Se utiliza as versões em Flatpak ou Snap, adicione o comando normalmente. Caso tenha baixado o binário executável do site, você pode digitar o caminho por extenso ou clicar em “Navegar” e caminhar até o local do programa, mas não esqueça de adicionar no final da linha o parâmetro “-startintray %u” (como no exemplo dado anteriormente).

telegra-tray-kde-passo3

Agora aplique as mudanças e ao ligar o computador, o Telegram iniciará junto ao sistema minimizado na tray.

telegra-tray-kde-passo 4

Cinnamon


Pesquise por “Aplicativos da Inicialização”, clique no símbolo de adicionar e escolha a opção “comando personalizado”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo1

Uma caixa de diálogo se abrirá, preencha todos os campos, se for a versão baixada do site, você pode clicar em “Navegar” e ir até o executável do Telegram em seu sistema, ou digitar o caminho por extenso e no final dele adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo2

Caso esteja utilizando as versões em Flatpak ou Snap, basta preencher e fazer uso do comando que disponibilizei.

Depois clique em “Adicionar” e quando ligar o pc, o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema.

telegra-tray-cinnamon-mint-passo3

Gnome Shell


No Gnome Shell pesquise por “Aplicativos iniciais de sessão”, ao executar a aplicação você notará um botão “Adicionar”. Clique nele.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo1

Ao fazer uso do executável do site oficial do Telegram, você pode escrever o caminho até o programa na opção “Comando”, como disponibilizei anteriormente, ou clicar em “Navegar” e ir até o Telegram, depois no final adicionar o parâmetro “-startintray %u”.

Já para versões Flatpak e Snap, basta adicionar o comando (como demonstrado). Preencha os campos de acordo com o exemplo abaixo e clique em “Adicionar”.

telegra-tray-gnome-ubuntu-passo2

E pronto! Ao ligar o computador o Telegram iniciará minimizado na bandeja do sistema. Lembrando que o Gnome no Ubuntu possui a tray nativamente, no Gnome Shell “puro” você terá que adicionar uma extensão.

E é isso aí pessoal, nos vemos no próximo post, espero que a dica seja útil assim como é em minha rotina. E caso esteja em outra DE, use o comando na aplicação que gerencia os apps que iniciam junto ao sistema.

Compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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