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Ubuntu 19.10 disponível para download, baixe agora

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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

A tão aguardada versão 19.10 do Ubuntu chegou nesta quinta-feira (17) e, trazendo grandes novidades e melhorias prometidas. Fizemos cobertura sobre o lançamento do Beta e também sobre a nova versão do tema do Yaru, por exemplo.

Ubuntu 19.10 disponível para download, baixe agora






Essa nova versão traz grandes melhorias em relação às duas últimas versões, a 18.04 e 19.04, como os novos Kernels e o GNOME. Vale lembrar que a versão 19.10 tem suporte de 9 meses somente.

O primeiro ponto que podemos mencionar, é a inclusão dos drivers proprietários mais novos da NVIDIA na ISO, com isso facilitando a vida de quem tem uma GPU da empresa. Especialmente proprietários de notebooks híbridos.




Em segundo, podemos falar sobre a inclusão, mesmo que em caráter experimental, do sistema de arquivos ZFS de forma nativa. A inicialização também está mais rápida, graças às tecnologias de descompressão no back-end.


Outras novidades e melhorias:


GNOME 3.34 ;

● Possibilidade de criar pastas com aplicativos dentro no menu do GNOME-Shell, semelhante as interfaces gráficas de celulares ;

● Kernel Linux 5.3 ;

● Suporte ao Intel HDR display para Icelake, Geminilake ;

Driver da Nvidia nas versões 390, 418, 430 e 435 ;

● LibreOffice 6.3 ;

● Mozilla Firefox 69 ;

● GNOME Calendar 3.34 ; 

● Suporte inicial para AMD Navi GPUs

● Suporte inicial aos processadores workstation Zhaoxin x86;

Para conferir todas as novidades, basta acessar o post de anúncio do blog da Canonical.

Para baixar o Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, basta clicar no botão abaixo.


Também fizemos uma Review bem completa, que você pode conferir logo abaixo e ver as novidades "funcionando".


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Ubuntu 20.04 LTS ja tem um codinome e data de lançamento.

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Com o lançamento do Ubuntu 19.10 Eon Ermine previsto para esta quinta-feira (17), a equipe da Canonical já começa a trabalhar na próxima versão LTS do sistema.

Ubuntu 20.04 LTS ja tem um codinome e data de lançamento.





O Ubuntu 20.04 LTS será o 32º lançamento do sistema operacional feito pela Canonical, que começou lá no longínquo ano de 2004, com o lançamento do Ubuntu 4.10 Warty Warthog.

O novo codinome que batizará a versão 20.04 LTS, será o Focal Fossa. Isso mesmo meus amigos, esse será o codinome usado. Mas aí você deve estar se perguntando, “O que seria uma Fossa 🤔?”.

Fossa é um mamífero que habita a ilha de Madagascar, lembrando (bem de longe 😅)  um gato, ele também é carnívoro. O “gatinho” é o da foto abaixo.



Agora, porque escolheram esse nome, só perguntando mesmo para o pessoal do marketing 😅😅.

Já a data de lançamento, conforme o Release Schedule da Canonical, está prevista para o dia 23 de abril de 2020. Sendo que um “Beta Freeze” está prevista para uma segunda-feira, dia 2 de abril (ufa depois do dia da Mentira 😅😅).

Podemos esperar nessa nova LTS do Ubuntu, as versões 3.36 do GNOME, o Kernel 5.5, Mesa driver 20.0, o Xorg atualizado (e quem sabe com as melhorias para os notebooks híbridos), os drivers mais recentes da NVIDIA e o ZFS para o sistema de arquivos (especificamente por default, na raiz do sistema).

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Ubuntu 19.10 Beta é lançado de forma oficial

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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Seguindo o cronograma de desenvolvimento, o “freeze” Beta do Ubuntu 19.10 é lançado com as novidades prometidas que  podem ser testadas pelos usuários.

Ubuntu 19.10 Beta é lançado de forma oficial






Como relatamos em alguns artigos referentes ao Ubuntu 19.10, ele viria com muitas novidades e que elas iam pavimentar muitas coisas que chegariam na próxima LTS do Ubuntu, a versão 20.04.


Às novidades que chegam são:

● GNOME 3.34;
● Kernel 5.3;
● Novo tema Yaru, agora tendo nos modos light e dark;
● Inicialização mais rápida, com o ZFS;
● Driver da NVIDIA já na versão 435.21 
● Mesa Driver 19.1.6, podendo ter update para a versão 19.2; 



Sobre os drivers da NVIDIA, como já havíamos comentado nos Diolinux Friday Show e em alguns artigos, o Ubuntu e as suas flavours vão trazer os driver proprietários na própria ISO do sistema, assim facilitando a vida do pessoal que usa GPUs da empresa. Para o pessoal das híbridas (como eu 😁😂) a opção On-Demand, que faria mais ou menos a mesma função do "finado" Bumblebee, está habilitada. Se você instalar o MATE Optimus, já vai vir com as variáveis offload-glx e offload-vulkan habilitadas, assim possibilitando a utilização da GPU dedicada somente nos casos que for necessário, como por exemplo jogar na Steam. Outra novidade sobre os drivers da NVIDIA, é que eles receberam updates diretamente dos repositórios oficiais do Ubuntu, assim não precisando mais da adição de PPA. Eles serão “assinados” pela própria NVIDIA, assim assegurando que se você quiser usar com o UEFI e Boot Secure, não terá problemas.

             

Para baixar a ISO do Ubuntu 19.10 beta, basta clicar aqui.

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LibreOffice lança novas versões com correções de vulnerabilidade, atualizem os seus sistemas

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Nesta terça-feira (24), a The Document Foundation lançou duas versões urgentes com correções para o Ubuntu, relacionadas à segurança. Essa falha de segurança tem como prioridade de urgência “média”, sendo mais detalhada no relatório da Canonical USN-4138-1.

LibreOffice lança novas versões com correções de vulnerabilidade, atualizem os seus sistemas






Segundo o relatório, essa vulnerabilidade no LibreOffice, fazia com que os scripts dos macros fossem manipulados de forma incorreta, quando  pré-instalados nos documentos. Com essa “porta” aberta, o invasor poderia de forma remota, executar um código arbitrário e assim prejudicar o usuário. A vulnerabilidade foi identificada com o seguinte código CVE-2019-9854.

A vulnerabilidade afeta às seguintes versões do Ubuntu: 16.04 LTS, 18.04, LTS 19.04 e até o LibreOffice 6.3 no Ubuntu 19.10, mas  agora corrigido. Segue abaixo, as versões do LibreOffice contidas no patch CVE-2019-9854, são elas:

● 6.2.7 para Ubuntu 19.04.
● 6.0.7 para Ubuntu 18.04.
● 5.1.6 para Ubuntu 16.04.
● 6.3.1 para Ubuntu 19.10.

Outros pacotes também foram “agraciados” pelo patch, como o Mozilla Firefox, que agora se encontra na versão 69.0.1. Se você recebeu uma mensagem de update e o fez, é bom reiniciar o sistema, para que todas as alterações sejam feitas.

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Revelados os wallpapers ganhadores do concurso do Ubuntu

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Não faz muito tempo em que anunciamos o início do concurso que escolheria os wallpapers da próxima versão do Ubuntu. Uma oportunidade e tanto para designers experientes ou até mesmo novatos, uma forma de poder demonstrar um pouco de seu trabalho, contribuir, quem sabe receber olhares e potenciais clientes.

wallpaper-ubuntu-19.10-canonical-eoan-ermine-papel-parede-linux

Os trabalhos foram enviados através do fórum do Ubuntu, por lá foram avaliados e votados, de modo a encontrar os vencedores. No total foram 9 felizardos, que passam a integrar a galeria de wallpapers do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine.

Você pode acessar essa página e ver todos os concorrentes, em minha opinião, vários wallpapers de ótima qualidade poderiam substituir alguns dos selecionados, a safra estava espetacular com alternativas interessantes. Sejam imagens minimalistas e abstratas ou de paisagens, tinha de tudo um pouco. No entanto, apenas 9 foram selecionados, estes são:

wallpaper-ubuntu-19.10-canonical-eoan-ermine-papel-parede-linux

Lembrando que você não é obrigado a utilizar as opções oferecidas pelo Ubuntu, se as imagens não forem de seu agrado, basta baixar ou usar as suas prediletas. Contudo, é interessante notar que durante anos o Ubuntu vem mantendo essa cultura e dando a oportunidade de profissionais participarem do projeto, de modo que também proporcione um belo visual ao sistema. 

As imagens estão em uma qualidade bem alta, 3840x2160, não distorcendo nas diversas resoluções dos monitores e também estão licenciadas sob Creative Commons. Uma curiosidade, que acho válido citar, é que aparentemente a próxima LTS do sistema, o Ubuntu 20.04, não terá um concurso de wallpapers deste mesmo modo. Haverá uma seleção entre os melhores wallpapers entre o Ubuntu 19.04 e o 19.10.

Você pode efetuar o download dos wallpapers selecionados para versão Eoan Ermine, por este link.

Gostou dos papéis de parede do Ubuntu 19.10? Alguns, principalmente os dois com a “Doninha”, curti muito.

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Ubuntu 19.10 poderá iniciar até 7x mais rápido

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Não é segredo para ninguém que a Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, vem trabalhando em melhorias no boot do sistema. Queixas de inúmeros usuários relatando uma demora no início do sistema, graças aos aplicativos no formato Snap. Digamos que as coisas ainda não são perfeitas, mas houve uma melhora perceptível neste aspecto. Agora eis chegada a hora de melhorar o boot, relacionando ao Kernel Linux do Ubuntu.

ubuntu-boot-inicio-start-sistema-linux-kernel-canonical-veloz-rapido

A equipe do kernel Linux no Ubuntu decidiu efetuar testes comparativos, com o formato de compactação do mesmo, após diversos experimentos chegaram a um veredito. A partir do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, as imagens do kernel Linux no Ubuntu serão compactadas em LZ4. Segundo os engenheiros do Ubuntu, a melhora no início do sistema é notória, até mesmo em hardwares mais modestos. O resultado foi tão positivo que em alguns casos o ganho foi em até 7 vezes, comparado às versões atuais do Ubuntu.

Colin Ian King, um dos engenheiros da Canonical e participante da equipe responsável pelo Kernel no Ubuntu, explica:

“Para o tamanho de compactação, o GZIP apresenta o menor tamanho compactado do Kernel, seguido por LZO (~ 16% maior) e LZ4 (~ 25% maior). Com o tempo de descompressão, o LZ4 é 7 vezes mais rápido que o GZIP e o LZO é ~ 1,25 vezes mais rápido que o GZIP em x86 ... Mesmo com uma mídia de rotação lenta (um HD de 5400RPM, por exemplo) e uma CPU lenta, o tempo de carregamento mais longo do Kernel excede em muito o tempo de descompressão mais rápido. À medida que a mídia fica mais rápida, a diferença no tempo de carregamento entre GZIP, LZ4 e LZO diminui e a velocidade para descompressão se torna o fator dominante , com o LZ4 como o vencedor”.

Para mais informações sobre os testes efetuados, acesse a postagem de Ian King e saiba mais detalhes.

Agora é esperar o lançamento da nova versão do Ubuntu e comparar o tempo de boot. Estou ansioso pelo Ubuntu 20.04, sinceramente creio que será uma das melhores versões já lançadas do sistema. Vendo seus antecessores com cada vez mais melhorias, sejam no design, software, etc. Parece que a Canonical vem retomando o Ubuntu ao seu antigo “status”. 

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Sistema de arquivos ZFS parece estar chegando ao instalador do Ubuntu 19.10

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

A Canonical vem trabalhando em sua versão de curto período de suporte, o Ubuntu 19.10, e experimentando algumas tecnologias. Recentemente a polêmica decisão do fim do suporte aos pacotes 32 bits repercutiu bastante, algo planejado para o Ubuntu 19.10 e no final a empresa acabou voltando em sua decisão. No entanto, passos importantes estão sendo dados em seu sistema, e o suporte em testes para o ZFS é um deles.

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Você pode estar se perguntando: “Que raios é isso de ZFS?” ZFS é um sistema de arquivos combinado em um gerenciador de volume lógico, implementado por uma equipe da Sun Microsystems lá em meados de 2001. Um sistema de arquivos (File System) utilizado para armazenar, organizar e acessar os dados de um computador de forma efetiva. Vários dispositivos fazem uso de um File System: CDs’, DVD’s, Blu-ray, HDs, SSDs, cartões de memória, pendrives e tudo em que se possa armazenar de forma lógica (no sentido “computacional da palavra”, se é que isso existe 😂😂😂) dados.

Fortemente cobiçado por possuir características valiosas para um servidor como: RAID, compressão, criptografia transparente, autocorreção, redimensionamento do tamanho de blocos, capacidade monstruosa para o armazenamento de dados (256 quadrilhões de zettabytes) e muito mais, o ZFS é tido como o futuro do sistema de arquivos por muitos profissionais da área. Citando apenas uma vantagem prática do ZFS, imagine um administrador que possua algum disco com falha, caso o mesmo estivesse utilizando ZFS, ele poderia recuperar parcialmente (ou totalmente, conforme o estado do disco) seus arquivos. No caso de um RAID5 entre múltiplos discos, o ganho de performance seria monstruoso, pois, ao invés de separar os pequenos arquivos em diversas cópias espalhadas no disco, o ZFS cria espelhos destes pequenos arquivos, evitando cálculos desnecessários de paridade. Obviamente que tais características não são importantes para todos os tipos de usuários, entretanto, para administradores de sistemas ou servidores é algo “que brilha os olhos”.

Para os interessados, é possível utilizar o ZFS no Ubuntu conforme sua wiki oficial, todavia o recurso está sendo implementado diretamente no instalador Ubiquity do Ubuntu 19.10 de forma experimental, aumentando a gama de possibilidades de usuários mais avançados (podendo ser habilitado no ato da instalação do sistema). Caso se interesse por um assunto mais técnico sobre File systems, o vídeo a seguir do canal Toca do Tux, é uma mina de conhecimento.


Quer saber mais sobre o ZFS? Recomendo uma playslist sobre o assunto, também do Gabriel do Toca do Tux (falei que era uma mina de conhecimento 😁😁😁). 

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Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades

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Quem chega ao mundo Linux, muito provavelmente, se depara com a indicação do Linux Mint para começar a usar o pinguim (muito boa opção por sinal), assim não sentindo tanto a mudança de sistema e atenuando também a curva de aprendizagem. Para quem está habituado com o Mint, já virou tradição esperar os posts mensais com as novidades sobre o sistema.


Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades






A espera acabou e eis que o tão aguardado post “toma vida” e traz algumas coisas interessantes sobre o sistema.

No começo da nota, Clement Lefebvre (líder do projeto), agradece aos apoiadores e as doações que o projeto recebeu, também comenta com  empolgação sobre a próxima versão BETA do Linux Mint (provavelmente ele esteja falando do Mint 19.2), com as melhorias e recursos que estão sendo implementadas. Complementou que o ciclo de desenvolvimento foi “meio conturbado”, mas que agora está tudo bem.

Novidades vindo no Mint 


A primeira novidade anunciada, é a possibilidade de “pinar” (fixar) itens no Nemo (o gerenciador de arquivos do Mint). Esse novo recurso permite que você destaque pastas ou arquivos para que eles apareçam sempre no topo das listas, facilitando a sua organização. Isso realmente é muito útil para quem sempre tem vários arquivos ou pastas que precisa acessar constantemente, apesar de existirem formas diferentes de fazer isso, a função de "pinagem" parece ajudar.



Outra novidade que chega ao Nemo são as ações condicionais, esse recurso pode ser usado  quando você clica com o botão direito do mouse em um arquivo, onde é possível ver as ações disponíveis para ele, que até hoje eram genéricas. Com o Nemo 4.2, essas ações poderão conter scripts ou comandos externos, e assim dar condições específicas para o arquivo em questão. Um exemplo dado no post é: Se você tem um arquivo de vídeo em .mkv e tem 4GB, e está precisando dividir ele, basta clicar com o botão direito do mouse e clicar em “Dividir”. Como falaram, o “céu é o limite” para essa nova tecnologia que está chegando no Nemo 4.2.

Um recurso muito útil foi adicionado ao Menu do Cinnamon,  a diferenciação dos programas instalados no sistema. Por exemplo, se você instalar o Gedit, ele aparecerá como “Editor de Texto”, assim como o Xed. Na nova atualização, eles terão uma distinção, com o nome na frente.



Isso também vale para os programas instalados via Flatpak. Se um programa já veio por padrão nos repositórios e você instalou uma versão via Flatpak, este terá o nome "Flatpak" entre parênteses.

Como no exemplo do Glade.




Essas mudanças são realmente úteis, pois ajuda na hora de “bater o olho” e identificar os aplicativos.

Outra novidade foi na atualização da MintBox, parceria entre o Linux Mint e a Compulab. A nova versão é a MintBox 3, baseado no Airtop 3, vindo logicamente com o Linux Mint mais atual. São duas configurações “não definitivas”, mas que por hora são:

1. Configuração básica: Com um Core i5 (6 núcleos), 16 GB de RAM, 256 GB EVO 970, módulo Wi-Fi e FM-AT3 FACE.  US$1543 (na cotação atual do dólar, R$3,84, sai aproximadamente R$5.900,00 )

2. High end: Com Core i9, GTX 1660 Ti, 32 GB de RAM, 1 TB EVO 970, WiFi e Módulo FACE FM-AT3. US$2698 (na cotação atual do dólar, R$3,84, temos o valor de R$10.400,00 )

A questão da Canonical e os 32 bits


Os desenvolvedores apontam que a falta de desenvolvimento desse repositório por parte do Ubuntu faria com que o Linux Mint também fosse um sistema de 64 bits apenas em futuros lançamentos, mas mencionaram que pacotes como Wine e Steam são importantes para eles, sendo assim, eles estudariam as possibilidade de continuar a oferecer tais recursos, talvez até mesmo de forma semelhante ao Ubuntu.

Segundo a informação, “até 2020” é considerado um tempo bom o suficiente para pensar nessas questões e definir como será o futuro em relação a isso caso a Canonical decida realmente encerrar o suporte durante esse ciclo que, supostamente, por conta do tempo de suporte da LTS do Ubuntu, duraria até 2025.

Os desenvolvedores também comentaram sobre os pacotes Snap e o estudo para incorporá-los nativamente ao Linux Mint, apontando várias questões de ordem mercadológica que fazem eles preferirem inicialmente o formato Flatpak, você pode ler mais sobre isso no blog oficial do Linux Mint.

Ansioso para a nova versão do Linux Mint? Nós diga aí nos comentários o que espera dele.

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Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Com toda a polêmica provocada pela Canonical, com o fim do suporte aos pacotes de 32 bits (i386) e da possível perda de suporte a Steam, e ter voltado atrás na decisão, eis que, finalmente, a Valve se pronuncia via Pierre-Loup através do blog oficial da empresa.


 Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux





Desde o anúncio da  intenção de finalizar o suporte dos pacotes de 32 bits até toda a repercussão que causou, a única manifestação da Valve (Steam), tinha sido através do perfil pessoal do desenvolvedor da Valve, Pierre-Loup, que até então não “refletia” muito o posicionamento da empresa. Mas agora é de forma oficial.

No comunicado, agora oficinal, o próprio Pierre-Loup, menciona as notícias e discussões em torno do tema “Fim do suporte a pacotes de 32 bits” no Ubuntu, linkando o comunicado feito pela Canonical em seu Discourse. Falou também que após esse comunicado, eles (sim ele se colocou como um porta voz da Steam no caso), estariam oficialmente não recomendando o Ubuntu 19.10 e versões posteriores para os usuários. O que é importante frisar aqui é que eles também não estariam “desrecomendando” o Ubuntu, seria mais uma questão de não apoiar claramente um único sistema, como foi feito antigamente, colocando um link para download do Ubuntu na página da Steam Linux inclusive, abrindo margem para trabalhar de forma mais próxima com outras comunidades Linux, incluindo a própria Canonical e o Ubuntu.

O desenvolvedor da Valve comenta sobre o suporte para às bibliotecas de 32 bits ser essencial e necessária,  não somente para a execução do app da Steam, mas principalmente por serem necessárias para vários jogos que estão na Steam e que somente estão disponíveis em 32 bits, ou seja, elas são importantes para manter os clientes da Valve com produtos que funcionem em suas compras. Pierre-Loup também comentou a decisão da Canonical de voltar atrás e até a versão 20.04 LTS esses pacotes estariam disponíveis, o que daria muito mais tempo do que alguns poucos meses até Outubro, que é quando o 19.10 sairá. Segundo Pierre, eles não ficaram “animados” com esse cenário, mas que essa atitude foi bem-vinda.

A Canonical tratou de tranquilizar as pessoas afirmando que trabalhará com a comunidade para incluir as libs necessárias para que tudo funcione, tanto na versão 19.10, quando na 20.04 LTS, de fato, nada foi falado até então em relação ao que bem depois, mas tudo é “conversável” sem sombra de dúvidas. No fundo a Steam sabe, que não só no Linux, mas no Windows também, as bibliotecas e componentes de 32 bits estão em contagem regressiva e é preciso criar tecnologias que permitam que clientes da Steam de 10 anos daqui em diante  possam instalar os games de hoje, da mesma forma que os clientes de hoje possam rodar os games que compraram a 10 anos atrás.

Esse é o tipo de desafio que nenhuma outra empresa de games enfrentou até agora, a Valve é pioneira em proporções em muitos sentidos nesse mercado, não existem modelos a serem seguidos, mas muito provavelmente qualquer que seja a tecnologia adotada no futuro, outras empresas vão se basear na própria Valve muito provavelmente.

É como se não tivesse acontecido?


No fim das contas parece que se você tivesse fechado os olhos e ouvidos para esse assunto nas últimas duas semanas e simplesmente seguisse com a sua vida, nada realmente teria mudado e, de fato, a programação segue a mesma. Ubuntu 19.10 vem aí e a Steam está com ele, assim como era de se esperar. Apesar disso, talvez esse tenha sido um indicativo para a Valve que talvez deva pensar em formas mais universais de manter o cliente Steam, assim como pensar em tecnologias que possam substituir essa necessidade de tecnologia legada, afinal, pode não ser agora, pode não ser daqui a alguns anos, mas o momento da arquitetura 32 bits se aposentar completamente é iminente. 

No final do comunicado, ele dedicou dois parágrafos sobre suporte ao Linux e o compromisso da Valve com ele. São eles:

“O cenário do Linux mudou drasticamente desde que lançamos a versão inicial do Steam para ele e, como tal, estamos repensando como queremos abordar o suporte à distribuição daqui para frente. Existem várias distribuições no mercado hoje que oferecem uma ótima experiência em jogos de desktop, como Arch Linux, Manjaro, Pop! _OS, Fedora e muitos outros. Trabalharemos mais de perto com muitos outros mantenedores de distribuição no futuro. Se você está trabalhando em tal distribuição e não sente que seu projeto tem uma linha direta de contato conosco, por todos os meios, se comunique diretamente com um representante.

Dito isto, não temos nada específico para anunciar neste momento sobre quais distribuições serão suportadas no futuro; espere mais notícias sobre isso nos próximos meses. Continuamos comprometidos em apoiar o Linux como uma plataforma de jogos, e continuamos a impulsionar numerosos esforços de desenvolvimento em recursos e drivers que esperamos ajudar em melhorar a experiência em jogos no desktop em todas as distribuições; falaremos mais sobre alguns exemplos disso em breve.”

Me parece claramente um recado bem dado da Valve para a Canonical, deixando claro que não gostou nada da atitude e que vai procurar apoiar outras distribuições também, assim não ficando “refém” da Canonical (Ubuntu), como ela não queria ficar da Microsoft (Windows).

Provavelmente o maior erro da Canonical não foi sugerir o encerramento dos 32 bits, até porque todos esperam que isso aconteça em algum momento, o maior problema foi chegar com essa “decisão em forma de comunicado” e não em forma de consulta, para avaliar o quanto as pessoas precisam de tais recursos, em outras palavras, faltou medir o impacto da decisão. Em conversar particulares com Will Cooke, líder da sessão de desktop da Canonical, fica claro o quanto ele entende a questão de que “nossas decisões afetam milhões de pessoas e por isso temos que pensar bem sobre cada questão”, o que não pareceu na época do anúncio, mas acabou se confirmando com a admissão do problema e a “volta ao normal”.

Será que o Ubuntu está precisando de um concorrente forte? Tenho certeza de que mal não faria.
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Artigo co-escrito por Ricardo e Dionatan

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Canonical se vê “obrigada” a voltar atrás no caso do suporte a 32 bits no Ubuntu 19.10

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terça-feira, 25 de junho de 2019

Recentemente a Canonical, dona do Ubuntu, fez o anúncio do fim ao suporte para pacotes de 32 bits (i386), já no Ubuntu 19.10, assim "matando de vez" a tecnologia. Fizemos um artigo recente abordando o assunto.

Canonical se vê “obrigada” a voltar atrás no caso do suporte a 32 bits no Ubuntu 19.10






Com o fim do suporte a esses pacotes, muitos projetos poderiam "sofrer" para se adaptar, como a Steam, Lutris e o Wine, como os casos mais famosos que poderiam entrar na "dança". E as reações já começaram.

O primeiro a se manifestar, foi o fundador do Lutris, Mathieu Comandon, em seu Twitter, com a seguinte frase:


Tradução: "Se você trabalha na remoção de suporte para jogos antigos em sistemas Linux, eu vou lutar contra você. E eu vou bater em você." , , e complementou também:

Tradução: "O Lutris runtime é totalmente inútil por si só. Contamos com várias bibliotecas críticas para estarem presentes em um sistema. Esses são fornecidos no nível da distribuição."
O segundo a se manifestar sobre a decisão da Canonical, foi Ethan Lee, dev da CodeWeavers (empresa essa que tem parceria com a Valve no Projeto Proton), que deu as seguintes declarações no seu Twitter:
Tradução: ("Puxa, considerando que esse tamanho de amostragem tão pequena, não ficarei surpreso o quanto eles ficarão desapontados com os resultados, quando realmente testarem a ideia já anunciada por um dia inteiro!" 

Por fim, o tweet que gerou toda a repercussão, foi do especialista da Valve, Pierre-Loup Griffais, lançando uma "bomba-relógio" sobre a Canonical, dizendo o seguinte:

Tradução: "Ubuntu 19.10 e  futuras releases não serão oficialmente suportado pela Steam ou recomendado aos nossos usuários. Vamos avaliar maneiras de minimizar essa ruptura para os usuários existentes, mas também mudaremos nosso foco para uma distribuição diferente,  que atualmente ainda não foi decidido (TBD = to be determined)."

Depois da tempestade, será que vem o arco-íris?

Tudo isso aconteceu em um final de semana, onde esse turbilhão “aterrissou” no mundo Linux. Já nesta Segunda-feira (24), vários portais estrangeiros e brasileiros noticiaram a “bomba”, mas não dando ênfase na nota da Canonical em seu blog, algo que pra mim é muito ruim, mas enfim. Dada a repercussão, a Canonical soltou uma nota em seu blog oficial, coisa rara de se ver, especialmente no segmento desktop do blog,, ainda mais para o público gamer e por “tabela” o usuário doméstico. A nota começa com: “Graças a enorme quantidade de feedback deste fim de semana dos gamers, do Ubuntu Studio e da comunidade WINE, vamos mudar nosso plano e construir pacotes de 32 bits (i386) selecionados para o Ubuntu 19.10 e 20.04 LTS. Vamos colocar em prática um processo de comunidade para determinar quais pacotes de 32 bits são necessários para suportar software legado, podendo adicionar a essa lista libs no pós-lançamento se perdermos algo que é necessário. Também trabalharemos com o WINE, o Ubuntu Studio e as comunidades de jogos para usar a tecnologia de contêineres para abordar o fim da vida útil das bibliotecas de 32 bits. Continuará sendo possível rodar aplicativos antigos em versões mais recentes do Ubuntu. O Snaps e o LXD permitem que tenhamos ambientes completos de 32 bits e bibliotecas integradas para resolver esses problemas a longo prazo.” A nota completa em inglês você pode conferir aqui. Tem um vídeo no canal, em que se aborda esse tema também. Você pode conferir ele logo abaixo.


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Adeus 32 Bits - Canonical enterra de vez a arquitetura no Ubuntu 19.10

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quarta-feira, 19 de junho de 2019

A Canonical tomou uma decisão para a versão 19.10 do Ubuntu, esta não terá mais suporte a pacotes e para a arquitetura de 32 bits, ou x86, se preferir. A confirmação foi feita por Will Cooke no fórum do Ubuntu.

Adeus 32 Bits - Canonical enterra de vez a arquitetura no Ubuntu 19.10






Na postagem de Cooke, é mencionado que a equipe de desenvolvimento do Ubuntu já vinha discutindo há mais de um ano o abandono da arquitetura i386, pois para manter a mesma qualidade de suporte, estava tomando muito tempo e recursos dos desenvolvedores,  visto também que o Kernel Linux, toolchains e os navegadores de internet estão deixando de suportar a arquitetura i386 (x86). Além disso, as correções e recursos na área de segurança mais recentes, não estão sendo mais desenvolvidas em tempo hábil para a arquitetura de 32 bits, assim chegando apenas em alguns casos só para 64 bits. Isso também foi discutido em uma lista de emails pública do Ubuntu. De forma resumida, o esforço para manter a versão de 32 bits é tão grande quanto o de manter a versão de 64 bits dos pacotes, mas atualmente poucas pessoas realmente utilizam tais pacotes.

Também foi comentado, que o Ubuntu 18.04 LTS será o último “da sua linha” a ter suporte a arquitetura, e que já na próxima LTS (20.04), não teremos mais suporte. Se você precisar de suporte a algum componente da arquitetura i386, a Canonical recomenda você permanecer nas versões 16.04 LTS ou 18.04 LTS, dando ênfase para a migração para a última LTS mencionada. Vale mencionar que o Ubuntu 18.04 LTS tem suporte até 2023, e o seu ESM (Extended Security Maintenance) vai até 2028 (nesse último caso, é pago).

Para quem desenvolve, a recomendação da Canonical é empacotar os seus aplicativos via snap e usar o “core18” (do Ubuntu 18.04) para ter o suporte de 32 bits.

Partes Polêmicas


Sei que muitos vão perguntar sobre a Steam, WINE, flavours e distros que são derivadas do Ubuntu. Bom, vamos por partes.

Sobre as flavours, Will Cooke foi categórico, todas as flavours vão seguir o mesmo caminho da “distro mãe”, sendo assim, a partir da versão 19.10, elas vão deixar de oferecer suporte a arquitetura i386. Isso acontece porque elas são construídas a partir do mesmo repositório ou pacote de softwares, e como eles vão deixar de dar suporte, aí seguem o mesmo “caminho”. 

As distros derivadas, como Mint, Pop!_OS, Zorin e etc; seguem quase a mesma premissa das flavours, se quiserem manter o suporte para a arquitetura i386, basta ficar na base do Ubuntu 18.04 LTS, ou então, passar a manter seus próprios pacotes de 32 bits por mais algum tempo.

Sobre os jogos via Steam e o Wine, Will dedica um boa parte de sua publicação comentando:

Q. A Steam não usa bibliotecas de 32 bits? Como posso jogar meus jogos?

A própria Steam empacota um runtime contendo as bibliotecas de 32 bits necessárias para executar o cliente Steam. Além disso, cada jogo instalado via Steam pode enviar as suas bibliotecas de 32 bits de que necessitam. Estamos discutindo com a Valve sobre a melhor maneira de fornecer suporte a partir das 19.10.

Pode ser possível executar jogos de 32 bits somente dentro de um contêiner LXD executando uma versão de 32 bits do 18.04 LTS. Você pode usar “pass through” da placa gráfica para o contêiner e executar seus jogos desse ambiente de 32 bits.

P. Como posso executar aplicativos Windows de 32 bits se o WINE de 32 bits não estiver disponível no arquivo?

Tente o WINE de 64 bits primeiro. Muitas aplicações “apenas funcionam”. Se não, deve ser usado métodos similares como para jogos de 32 bits. Isso é, usar uma máquina virtual baseada em 18.04 LTS ou um contêiner LXD que tenha acesso total ao WINE multiarch de 32 bits e às bibliotecas relacionadas.

Para ler a postagem completa e inglês do Will Cooke, você pode acessar através deste link.

Esse tipo de mudança pode afetar em diferentes níveis o suporte a determinados jogos no Ubuntu, mas teremos que ver o que sairá deste acordo entre Valve e Canonical. A situação de criar um container de LXD só se torna viável se for automatizada, se depender do usuário fazer isso, é apenas uma piada de mau gosto do senhor Will Cooke.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Ubuntu 19.10 vai trazer driver da Nvidia embutidos na ISO

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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Houve um tempo em que instalar drivers de vídeo no Linux era uma verdadeira batalha “homérica”, digna dos “12 trabalhos de Hércules”. Hoje em dia essa tarefa é bem mais simples, visto que a AMD e Intel já disponibilizam os seus drivers no próprio Kernel, só ficando de fora a NVIDIA. Mas isso tende a mudar.

 Ubuntu 19.10 vai trazer driver da Nvidia embutidos na ISO






Em uma thread do Ubuntu no Launchpad, foi reportado um "relatório de erro" com a seguinte descrição:

"No desktop do Ubuntu, sem uma conexão de rede, o usuário pode optar por instalar os drivers de terceiros (que afirma que ele instalará o driver gráfico), mas mesmo que ele selecione essa opção, os drivers proprietários da NVIDIA não serão instalados porque não estão no pool da ISO."

Com isso, a equipe da Canonical (Ubuntu) resolveu acrescentar os drivers 390 e 418 na ISO do Ubuntu, um acréscimo de 114 MB. Deixando a ISO com 2,1 GB. Tal mudança teve o aval da Nvidia.

Tal facilidade em instalar o driver da NVIDIA no Ubuntu tende a melhorar "da água para o vinho" e potencialmente podendo trazer mais usuários novos para o Linux, através do Ubuntu. Isso também inclui o pessoal que gosta de jogar.


O driver proprietário da NVIDIA, por padrão vem desabilitado, mas com essa mudança, eles poderão ser ativados sem a necessidade de conexão com a internet, como ocorre na versão 19.04. O driver de código aberto "nouveau" ainda vai ser o padrão para novas instalações ou no modo "live".


Essa mudança de mentalidade da Canonical, em colocar essa facilidade para quem usa NVIDIA e precisa dos recursos que o driver open source não disponibiliza é muito bem-vinda pois, isso trás o usuário "comum" para perto do Linux e também de "quebra" começa a "consertar", em parte, o problema com as GPUs híbridas, dando o primeiro passo no Ubuntu 19.04. Até a versão 18.04.2 LTS e 18.10, você precisava editar o grub no boot para possibilitar a instalação em notebooks híbridos com placas mais recentes, mas com o Ubuntu 19.04 isso mudou, bastando marcar a opção de instalação dos drivers proprietários, assim começando o download e instalação do driver 418 da NVIDIA.

Com a possibilidade de não precisar de uma conexão com a internet, é mais um passo da Canonical, com o Ubuntu, para se tornar de novo a referência no mercado de desktops domésticos e assim angariar novos usuários.

Falando nas GPUs Híbridas…


A NVIDIA vem trabalhando para aperfeiçoar o PRIME, através do dev Kyle Brenneman, para melhorar o suporte aos múltiplos drivers de GPU, nesse caso Intel+NVIDIA. Isso seria através de uma extensão GLX que controlaria o GLXVND. De uma forma "beeemmm" resumida, seria a possibilidade de usar a GPU integrada ao processador da Intel para as funções mais corriqueiras, e quando precisasse de "mais potência" acionaria a GPU da NVIDIA, sem precisar fazendo logoff ou reiniciar o computador ao invés de escolher entre uma ou outra GPU, como é hoje em dia. Essa implementação está sendo planejada para o Server Xorg 1.21, mas ele não tem data de lançamento, uma pena. Mas já é um grande progresso. Para ver as listas de discussões sobre essa funcionalidade, você pode ver aqui e aqui.

Arrisco a dizer que a versão 20.04 LTS do Ubuntu, teremos tais melhorias, sobretudo, mais na parte de notebooks, e talvez vejamos enfim o fim “do calvário” de usuários, que como eu, poderão usar o seu equipamento em plenas capacidades com menos dor de cabeça para configurações extras.

Deixe a sua opinião aí nos comentários, para sabermos o que você achou da novidade.

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Veja o novo codinome do Ubuntu 19.10 e de todas as versões já lançadas

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O Ubuntu 19.04 foi lançado há pouquíssimo tempo, e a Canonical já está em pleno vapor com o desenvolvimento da próxima versão de seu sistema. E há uma curiosidade nos lançamentos do Ubuntu, seus codinomes peculiares, então saiba qual o nome da próxima versão da distro mais famosa do mundo Linux. (Não me crucifiquem, acessem essa matéria e entenderão a afirmativa).


O Ubuntu tem como costume utilizar uma combinação de nomes para os codinomes de suas versões. Essa "brincadeira" é uma "marca registrada do Ubuntu", sendo utilizado pela distribuição desde seu primeiro lançamento em Outubro de 2004.

Como "via de regra" o nome é composto de um adjetivo mais um animal que seguem o alfabeto e ambas possuem as mesmas iniciais, e são combinações um tanto que inusitadas. Veja loga abaixo todos os codinomes do Ubuntu (até o momento).


Versão Codinome Data de lançamento
Ubuntu 4.10 Warty Warthog 20 de outubro de 2004
Ubuntu 5.04 Hoary Hedgehog 8 de abril de 2005
Ubuntu 5.10 Breezy Badger 13 de outubro de 2005
Ubuntu 6.06 LTS Dapper Drake 1 de junho de 2006
Ubuntu 6.10 Edgy Eft 26 de outubro de 2006
Ubuntu 7.04 Feisty Fawn 19 de abril de 2007
Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon 18 de outubro de 2007
Ubuntu 8.04 LTS Hardy Heron 24 de abril de 2008
Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex 30 de outubro de 2008
Ubuntu 9.04 Jaunty Jackalope 23 de abril de 2009
Ubuntu 9.10 Karmic Koala 29 de outubro de 2009
Ubuntu 10.04 LTS Lucid Lynx 29 de abril de 2010
Ubuntu 10.10 Maverick Meerkate 10 de outubro de 2010
Ubuntu 11.04 Natty Narwhal 28 de abril de 2011
Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot 13 de outubro de 2011
Ubuntu 12.04 LTS Precise Pangolin 26 de abril de 2012
Ubuntu 12.10 Quantal Quetzal 18 de outubro de 2012
Ubuntu 13.04 Raring Ringtail 25 de abril de 2013
Ubuntu 13.10 Saucy Salamander 17 de outubro de 2013
Ubuntu 14.04 LTS Trusty Tahr 17 de abril de 2014
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn 23 de outubro de 2014
Ubuntu 15.04 Vivid Vervet 23 de abril de 2015
Ubuntu 15.10 Wily Werewolf 22 de outubro de 2015
Ubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus 21 de abril de 2016
Ubuntu 16.10 Yakkety Yak 13 de outubro de 2016
Ubuntu 17.04 Zesty Zapus 13 de abril de 2017
Ubuntu 17.10 Artful Aardvark 19 de outubro de 2017
Ubuntu 18.04 LTS Bionic Beaver 26 de abril de 2018
Ubuntu 18.10 Cosmic Cuttlefish 18 de outubro de 2018
Ubuntu 19.04 Disco Dingo 18 de abril de 2019
Ubuntu 19.10 Eoan Ermine ?? de Outubro de 2019
Ubuntu 20.04 LTS ??? ?? de Abril de 2020

Como noticiado aqui no blog Diolinux, através das daily builds do Ubuntu 19.10, ficamos sabendo a primeira parte do codinome do sistema, sendo o adjetivo “Eoan”. O nome me chamou a atenção, tendo segundo o dicionário Collins um significado como: “de, ou relativo a, o amanhecer”. Em outros dicionários o adjetivo é relacionado a “do leste”, e ao escrever o post sobre o desenvolvimento inicial do Ubuntu 19.10, logo me veio à mente a segunda parte do nome (que julgava ser um forte candidato), “Eagle”. A lógica era simples: “relativo a o amanhecer, do leste”, pensei no Sol e sua relação com o leste e o lado do nascente e poente do Sol. O “amanhecer” também remetia a nossa grande estrela amarela que fortalece os kryptonianos (essa fica para os geeks 😁😁😁). Logo o animal com a inicial “E” e que majestosamente se aproxima do Sol, era a águia. Veja a capa que fiz com essa ideia na cachola.



Eu não poderia estar mais equivocado (erroooooou), o novo codinome do Ubuntu 19.04 é “Eoan Ermine”. Parece que a imponente águia não foi a resposta correta. O animal Ermine, é um tipo de doninha de rabo curto, também conhecida como “Arminho”, mas que tem como nome científico Mustela erminea L., 1758. O animal é característico das florestas temperadas, árticas e sub-árticas da Europa, Ásia e América do Norte.


O Arminho é comumente usado em outros países para descrever uma pessoa com casaco ou pele muito branca, pois as espécies de localidades que atingem baixas temperaturas possuem um pelo branco como a neve. Outra curiosidade é que o pelo do Arminho é usado para revestir as vestes de importantes figuras que se sentam na Câmara de Lordes britânicos.

O que podemos esperar do Ubuntu 19.10?


Sem sombra de dúvidas essa versão é muito importante para a próxima versão “Stable” do sistema, afinal ela antecede o Ubuntu 20.04 LTS. O Ubuntu 19.10 é “a última” chance de algum recurso novo entrar no 20.04, que é focado em estabilidade, sendo o 19.10 a porta de entrada para novidades e experimentações.

No momento já sabemos que o Ubuntu 19.10 contará com o Gnome 3.34, uma tela inicial de boas-vindas renovada, suporte à instalação do ZFS etc.

Está ansioso para o lançamento do Ubuntu 19.10? Que tal continuar esse assunto lá em nosso fórum Diolinux Plus? Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Ubuntu 19.10 disponível para download, em fase inicial

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Lançado há pouquíssimo tempo, acesse nossa cobertura sobre o Ubuntu 19.04, o Ubuntu parece estar atraindo novamente olhares para as mudanças que vem promovendo. O tão aguardado Ubuntu 20.04 LTS se aproxima, entretanto versões intermediárias devem ser lançadas, o 19.04 que está aí esbanjando mudanças, eis que os olhares começam a vislumbrar o Ubuntu 19.10.

ubuntu19.10-eoan-daily-build

As “Daily Builds” do Ubuntu 19.10 já estão disponíveis para testes, claro que por se tratar de versões diárias, eventuais bugs são esperados. 

Neste estágio inicial o Ubuntu 19.10 não terá mudanças aparentes, comparado ao seu antecessor 19.04, no entanto ao decorrer dos meses essa disparidade pode se tornar facilmente visível.

Ubuntu 19.10 em desenvolvimento inicial


Sem uma data confirmada para seu lançamento, se o mesmo seguir a lógica dos demais uma versão beta deve ser lançada em meados de Outubro, o Ubuntu 19.10 ao menos tem um codinome definido. Sabemos que a próxima letra será a “E”, após o “D” da versão Ubuntu 19.04 (Disco Dingo).

Em primeiro momento o Ubuntu 19.10 está sendo baseado em sua recém versão lançada, acompanhando o Kernel 5.0 e o Gnome-Shell 3.32, mas sabe-se que a versão 19.10 será lançada com o Gnome-Shell 3.34.

Por ser a última versão, antes da 20.04 LTS, o Ubuntu 19.10 é aguardado com anseio por usuários do sistema.

Download do Ubuntu 19.10


Esteja ciente que esta versão é uma compilação diária em desenvolvimento inicial. Caso deseje efetuar o download do Ubuntu 19.10, instale o mesmo em uma máquina virtual ou algum computador de testes. Nunca faça isso em ambiente de produção. Dada às ressalvas, fique a vontade para baixar e testar o Ubuntu 19.10.

 Download Daily Build Ubuntu 19.10

E você, ansioso pelo Ubuntu 19.10? Até o momento a única parte de seu codinome que sabemos é o adjetivo “Eoan”, o nome do animal ainda é um mistério.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades e discussões sobre o tema.

Até o próximo post, te espero aqui, SISTEMATICAMENTE! 😎

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