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Ubuntu Touch cada vez mais compatível e funcional, confira as novidades

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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Segundo o que foi relatado pela equipe do Ubuntu Touch na sua última sessão de perguntas e respostas, o sistema recebeu várias melhorias, entre elas, a compatibilização com mais dois modelos de smartphones, e também foi instalado e rodou com sucesso em um Raspberry Pi 3.

ubuntu-touch

Semanalmente a equipe da UBports, organização responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu Touch, faz uma live stream de perguntas e respostas no Youtube, na qual é feita a divulgação do progresso do desenvolvimento do projeto. Nessa live stream, além de responder questionamentos de pessoas de várias partes do mundo, a equipe também relata quais foram as novidades implementadas nos últimos dias.

Na última vez que o evento foi realizado, a equipe relatou mais dois modelos de smartphones que entraram para a lista dos dispositivos oficialmente compatíveis com o Ubuntu Touch, sendo eles o “Pine Phone” e o “Volla Phone”, da PINE64. Além disso, a equipe fez uma demonstração ao vivo do sistema rodando em um Raspberry Pi 3, utilizando a tela LCD de 7” oficial do projeto Raspberry Pi.

Os dispositivos Raspberry Pi estão amadurecendo de forma bastante rápida como plataformas de desenvolvimento, e tornarão o desenvolvimento de aplicações para o Ubuntu Touch mais acessível, para uma base muito maior. Isso faz uma grande diferença, pois pela primeira vez, poderemos criar uma verdadeira plataforma de desenvolvimento para o Ubuntu Touch.” disse a UBports.

Os membros da UBports também relataram que as próximas atualizações também trarão uma melhor compatibilidade com headsets bluetooth, e informaram que o servidor gráfico “Mir”, desenvolvido pela Canonical (empresa responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu), poderá agora rodar sobre o Wayland, através do “Wayland protocol”.

Respondendo questionamentos dos inscritos, a equipe disse que por enquanto não existem planos para portar a base do Ubuntu Touch para a próxima LTS do Ubuntu, a versão 20.04, que será lançada em abril de 2020. Considerando a velocidade com que as coisas acontecem no mundo da tecnologia, cinco meses, que é o tempo que falta para o Ubuntu 20.04 ser lançado, é bastante tempo, por enquanto não há necessidade de fazer um upgrade na versão base do Ubuntu Touch. Existem coisas mais urgentes para serem implementadas e corrigidas.

A seguir você confere na íntegra (em inglês) o registro da live stream na qual as novidades foram anunciadas.


A próxima sessão de perguntas e respostas deverá ser realizada pela equipe da UBports no seu canal no YouTube, no próximo sábado (30), às 16:00 horas (horário de Brasília).

Ao ver as novidades semanais anunciadas pela equipe da UBports, fico cada vez mais ansioso para testar o sistema. E com certeza é o que farei, assim que tiver um smartphone sobressalente para instalar o Ubuntu Touch. Além de quê, também temos o Plasma Mobile, que conforme relatamos neste artigo, também está em constante desenvolvimento, e melhor a cada dia.

Ainda não acredito que, tanto o Ubuntu Touch quanto o Plasma Mobile possam se tornar sistemas “mainstream”, e “abocanhar” uma boa fatia do mercado. Mas tenho certeza que poderão ser alternativas viáveis para o Android e iOS, para muitas pessoas, em um prazo curto ou médio. 

O quê você pensa sobre a cena dos sistemas operacionais mobile? Acredita que o Ubuntu Touch, ou até mesmo o Plasma Mobile tem chance de se tornarem boas alternativas? Você pretende testá-los? Conte mais nos comentários! 😁

Confira também o artigo anterior, e bem recente sobre o Ubuntu Touch.

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Versão 5.4 do Kernel Linux chega recheada de novidades

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terça-feira, 26 de novembro de 2019

A versão 5.4 do Kernel Linux acaba de ser lançada, com uma “feature” um tanto polêmica, aprimoramentos para o driver AMDGPU, uma lista de dispositivos periféricos que devem funcionar de forma “plug and play”, e muito mais.

versao-5.4-do-kernel-linux-chega-recheada-de-novidades

A mais nova versão do Kernel Linux acaba de sair do forno, e com ela saiu também a amada e odiada “feature” chamada” Lockdown. Para aquelas pessoas que estão preocupadas com a função Lockdown estar potencialmente ferindo a sua liberdade, a boa notícia é que a mesma não estará ativada por padrão nesta versão do kernel. Todavia, isso não necessariamente significa que a função não estará ativada em todas as distribuições, já que cada distro poderá decidir entre ativá-la, não ativá-la, ou até mesmo removê-la.

Você não sabe o que é esse tal de Lockdown? Então dê uma olhada no artigo que fizemos assim que a notícia veio a público!

Deixando as polêmicas um pouco de lado, a nova versão do kernel também trará várias melhorias referentes as GPUs AMD. A partir desta versão, o driver AMDGPU passou a suportar as famílias de GPUs Navi 12, Navi 14, Arcturus, e as famílias de APUs Dali e Ryzen 4000 que serão lançadas em 2020.

As principais melhorias para GPUs AMD geralmente são lançadas tendo como foco principal os hardwares mais recentes, que fazem uso do driver AMDGPU. Caso você possua uma GPU mais antiga, ou não sabe qual é o driver que você está utilizando (e não estou falando sobre o Mesa Driver), confiram os nossos artigos sobre os drivers AMD no Linux, e sobre como utilizar a melhor opção de driver para a sua GPU AMD antiga.

Partindo para a área dos processadores, o Kernel 5.4 está trazendo suporte para os CPUs Intel da família “Tiger Lake”, e aprimoramentos para o sistema de “color management” para dispositivos utilizando o driver de código aberto da Nvidia, o Noveau.

Máquinas equipadas com hardwares que utilizam a arquitetura ARM, como por exemplo alguns modelos de laptops da Asus, HP e Lenovo, também não foram deixados de lado. Agora o Kernel Linux possui suporte para os processadores Qualcomm Snapdragon 835 SoC, e 850 SoC. Também foi adicionado suporte a alguns processadores utilizados em dispositivos móveis, como por exemplo o Snapdragon 410, que está embarcado em modelos como os Samsung Galaxy A3 e A5. O quê pode ser uma boa notícia para os desenvolvedores do Plasma Mobile e Ubuntu Touch.

Além do que foi abordado acima, várias outras melhorias também foram feitas neste lançamento. Dentre elas, podemos destacar:

• Adicionado relatório de temperatura para processadores AMD Ryzen da série 3000;
• Sistema de arquivos para máquinas virtuais VirtIO-FS foi aprimorado, o que deve melhorar o compartilhamento de pastas entre a máquina real e as virtuais;
• Versões atualizadas dos drivers do sistema de arquivos exFAT;
• O sistema de arquivos XFS agora permite modificações de diretório maiores, e o faz de forma mais rápida;
• Adicionado suporte para dispositivos de rede RTL8125;
• Melhoria no gerenciamento de energia Intel TCC.

Vários dispositivos periféricos foram compatibilizados, e assim entraram para a enorme lista daqueles que funcionam de forma “plug and play” nas distros Linux. Confira a seguir quais são estes dispositivos:

• MobileStudio Pro 13;
• Mouse Logitech G700;
• Mouse/teclado Logitech Lightspeed;
• Receptores Creative SB0540;
• Painel touchscreen Smart Tech;
• Sintonizador de TV Mygica T230C.

Cada nova versão do Kernel Linux sempre traz um número enorme de correções de bugs e novas funcionalidades, desta forma, cobrimos o que julgamos ser mais relevante. Todavia, se você tem interesse em mergulhar mais a fundo no mar de informações disponíveis sobre a nova versão do Kernel do Pinguim, você pode acessar a documentação oficial do Kernel Linux.

Se você for um usuário recém chegado ao mundo Linux, talvez esteja se perguntando se vale a pena atualizar o Kernel da sua distro, a fim de poder tirar proveito de todas as novidades. Não precisa ficar “quebrando a cabeça, jovem gafanhoto”. O vídeo a seguir, apesar de ser do tempo em que o Dionatan ainda tinha mais cabelo na cabeça do que na cara um pouco antigo 😁, ainda é extremamente atual quando o assunto é atualização de Kernel.


Caso você queira se aprofundar ainda mais no assunto, ou simplesmente você é uma pessoa que prefere ler a assistir vídeos, este artigo sobre atualização e versões do Kernel Linux é certamente um ótimo complemento ao vídeo acima.

Sempre fico fascinado em ver o quão longe, e quão rapidamente projetos livres e de código aberto podem crescer. E as proporções colossais que chegam a atingir. É com esse pensamento que estou acabando de escrever este artigo, por isso gostaria que vocês, caros leitores, me dessem a sua opinião sobre o seguinte:

Quais razões vocês acreditam serem as responsáveis por alguns projetos, que inicialmente não possuem grandes equipes ou investimentos financeiros, conseguirem chegar tão longe, e literalmente mudar para melhor as vidas de tantas pessoas?

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O desenvolvimento do Plasma Mobile está avançando, e cheio de novidades

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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Nas últimas semanas, os desenvolvedores que estão trabalhando no Plasma Mobile fizeram vários posts no blog oficial do projeto divulgando os aprimoramentos mais importantes que estão sendo feitos no software. Neste artigo faremos um apanhado geral sobre os avanços do Plasma Mobile nessas últimas semanas.

o-desenvolvimento-do-plasma-mobile-esta-avancando-e-cheio-de-novidades

O Plasma Mobile, como o próprio nome sugere, é um sistema operacional para dispositivos móveis, que encontra-se em desenvolvimento pela comunidade KDE. O objetivo do projeto é criar um sistema mobile que seja completo, seguro, e que devolva aos usuários o controle sobre a sua privacidade.

A ideia do Plasma Mobile, é assim como o Ubuntu Touch (sobre o qual já falamos neste artigo), de ser um sistema convergente. Que pode ser utilizado tanto no smartphone quanto no computador. Dito isso, vamos à primeira novidade.

Viabilizando a convergência


Vamos começar falando sobre o projeto “Kirigami”, que proporciona o desenvolvimento de interfaces gráficas tanto no mobile quanto no desktop, podendo possuir comportamentos variados conforme o propósito da aplicação. A ideia é criar um menu lateral que permitirá ao usuário abrir as diferentes páginas existentes dentro de cada aplicativo. No desktop será uma barra lateral, na esquerda, na qual estarão listadas as páginas disponíveis para o aplicativo que está aberto no momento. No smartphone o funcionamento será praticamente o mesmo, porém, ao invés de uma barra lateral, será um menu deslizável.

O vídeo abaixo é uma prévia de como será o comportamento desta funcionalidade.


Tornar o sistema convergente entre smartphone e desktop é um dos principais desafios do Plasma Mobile, e é algo que pode tornar o código do software extremamente extenso e complexo. Grande parte dos esforços estão focados em desenvolver essa convergência com linhas de código mais simples, tornando o sistema menos complexo, e assim economizando tempo e recursos.

Mudanças simples, que geralmente não terão impacto nenhum para os usuários, podem eliminar redundâncias desnecessárias. Uma dessas mudanças foi remover o sistema de configuração de contas de dentro do aplicativo de configurações, para o app “KAccounts”. O que permitirá que o gerenciamento de contas de usuário seja feito através da mesma aplicação, tanto no smartphone quanto no desktop.

Outra mudança que foi feita seguindo essa linha de raciocínio, foi incluir a página de informações do dispositivo no aplicativo de configurações, ao invés de mantê-la como uma aplicação à parte.

O gerenciador de notificações também sofreu mudanças, para que o mesmo software possa ser utilizado tanto no mobile quanto no computador. Apesar de ser exatamente o mesmo software, o mesmo é capaz de detectar quando está sendo executado em um smartphone, para que assim possua um comportamento condizente com dispositivos móveis.

Página de informações do dispositivo.

Melhorias nas aplicações


• O app “Peruse” (Leitor de comic books), sofreu modificações para torná-lo utilizável em monitores HiDPI;
• Modificações foram feitas no Plasma Angelfish (Navegador web) para que o mesmo possua uma melhor integração com o Kirigami;
• Agora o gerenciador de arquivos é capaz de selecionar arquivos múltiplos em vários diretórios diferentes;
• Uma nova funcionalidade permitirá ao usuário obter uma preview com informações básicas de arquivos de texto, imagens, áudio e vídeo, dentro do próprio gerenciador de arquivos;
• O editor de texto “Nota” agora possui a funcionalidade de abrir múltiplos arquivos de texto em abas diferentes;
• O aplicativo de músicas “vvave” sofreu várias melhorias. A barra lateral da playlist principal agora não se sobrepõe a menus e caixas de diálogo, como costumava acontecer anteriormente. Além disso, a aplicação também ganhou um novo visual de grade para exibir os álbuns disponíveis na sua biblioteca. Ainda sobre o player de músicas, agora ao tocar em uma faixa, a mesma é reproduzida imediatamente. Antes dessa modificação, ao tocar em uma faixa, ela era apenas adicionada à fila de reprodução.

Preview de arquivos, editor de texto com várias abas e gerenciador de arquivos com várias seleções.
Capturas de tela to player de música "vvave".

Melhorias no Shell


O “shell” é basicamente a interface com a qual o usuário interage enquanto está utilizando um sistema. O vídeo a seguir lhe dará uma visão mais clara sobre o que é o shell, e como ele funciona.


Continuando com as melhorias no shell, modificações foram feitas na “grade” de aplicativos, fazendo com que os nomes dos mesmos sejam exibidos em linha única, e com uma fonte menor. O painel superior também sofreu um “redesign”, e algumas correções de bugs. Ao redesenhar o painel superior, os desenvolvedores também alteraram o esquema de cores para a versão clara, ao invés do tom escuro utilizado inicialmente.

Grade de aplicativos e painel superior.
Citamos aqui várias melhorias, e muitas outras mais técnicas podem ser encontradas nos posts originais (em inglês), feitos pela equipe de desenvolvimento do Plasma Mobile.

Fico realmente feliz em ver todo o empenho que está sendo posto no desenvolvimento do Plasma Mobile, e também todos os excelentes resultados que estão sendo obtidos. Todavia, assim como no caso do Ubuntu Touch, penso que as possibilidades do Plasma Mobile ser utilizado em grande escala são mínimas. As razões para isso são várias, como por exemplo, a baixa disponibilidade de apps quando comparado com o Android. Também existe o medo da mudança por parte dos usuários, e todo um esforço para reaprendizagem, que acredito ser uma característica da maioria das pessoas.

Mesmo assim torço pelo progresso e desenvolvimento do sistema, e assim que tiver um smartphone sobressalente, irei testar o software.

Você já conhecia o projeto do Plasma Mobile? O que você pensa sobre o futuro de projetos como este, e também o Ubuntu Touch? Conte-nos a sua opinião nos comentários.😁

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Ubuntu Touch ganha versão 64-bits ARM, entre outras novidades

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

A UBports, fundação que tomou a responsabilidade em manter o Ubuntu Touch, após o mesmo ter sido descontinuado pela Canonical, recentemente anunciou a disponibilidade para download das imagens de 64 bits do sistema.
ubuntu-touch-ganha-versao-arm-64-bits-entre-outras-novidades

O Ubuntu Touch é um sistema operacional convergente, para smartphones e tablets. Desenvolvido e inicialmente mantido pela Canonical (empresa responsável por criar e manter o Ubuntu), o Ubuntu Touch desde a sua origem, sempre foi um projeto ambicioso e inovador. Conforme mencionado anteriormente, a ideia era que o sistema fosse convergente, sendo assim um sistema operacional para dispositivos móveis, que também poderia ser utilizado com mouse e teclado ao ser conectado em um monitor de computador.

A proposta inicial do Ubuntu Touch era ser o sistema operacional padrão dos Ubuntu Phones, porém, pelos motivos que você pode conferir neste artigo, o mesmo foi descontinuado pela Canonical na mesma ocasião em que a empresa também abandonou o projeto Unity.

Porém, tratando-se de Open Source, quando um software é descontinuado não necessariamente significa que este ficará esquecido, perdido no tempo. Como bem sabemos, por ter o seu código aberto, qualquer pessoa ou equipe com o conhecimento necessário pode “tomar as rédeas” do projeto para si, e dar continuidade ao mesmo da forma que bem entender.

Dessa forma foi criada a UBports. Uma fundação sem fins lucrativos, criada por Marius Gripsgard, Ricardo Mendonza, Jan Sprinz, Florian Leeber e Ewald Pierre com o objetivo inicial de dar continuidade ao projeto do Ubuntu Touch. Sem abrir mão da ideia de futuramente também abraçar ou até mesmo criar outros projetos.

A UBports vem mantendo o Ubuntu Touch desde então, que já pode ser instalado em vários modelos de dispositivos oficialmente suportados. Todavia, até pouco tempo atrás, o sistema estava disponível apenas na sua versão de 32 bits. Realidade essa que acaba de mudar.

O vídeo abaixo é o registro de uma live stream (em inglês) feita por três dos desenvolvedores do projeto, na qual é oficialmente anunciada a disponibilidade das imagens ARM 64.


Para aquelas pessoas com a agenda cheia, que não tem tempo para assistir o anúncio oficial, ou para aqueles que não tem um bom entendimento da língua inglesa, veja a seguir um resumo do que foi anunciado. Segundo a UBports:

Dispositivos ARM 64-bits já estão no mercado há relativamente bastante tempo, porém, desde que o Ubuntu Touch foi criado, sempre funcionou apenas em 32 bits. Recentemente percebemos que ter uma versão ARM de 64 bits é muito mais útil do que pensado anteriormente. E não apenas quando se trata de dispositivos com mais de 4GB de RAM.

A UBports também lançou a versão nativa para Ubuntu Phone dos apps TELEports 0.6.0, e Telegram. Foi anunciado também que a interface de usuário Unity 8, bem como o servidor de exibição Mir 1.x, já estão disponíveis na versão de desenvolvimento do Ubuntu Touch. Muito provavelmente, que chegará na versão estável ainda este ano.

Embora seja algo óbvio, é sempre bom ressaltar que testar a versão em desenvolvimento do Ubuntu Touch, bem como de qualquer outro software, é indicado apenas para usuários que estejam dispostos a ajudar no desenvolvimento reportando bugs, e não esperam grande estabilidade do sistema.

Por fim, penso que o Ubuntu Touch, a cada update, vem cada vez mais se tornando um excelente sistema operacional. Porém, por vários motivos, sendo o principal deles a baixa disponibilidade de apps, não acho que o Ubuntu Touch chegará a ser popular. Ao menos nos próximos anos.

Mesmo assim pretendo testá-lo assim que possível, quando tiver um smartphone extra, pois realmente não pretendo instalá-lo no meu smartphone principal, ao menos por hora.

Você já testou, ou tem curiosidade em testar o Ubuntu Touch? O quê você pensa sobre as novidades, e o caminho que o projeto vem tomando? Conte-nos nos comentários!

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Ubuntu Touch morreu ou não?

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

O Ubuntu Touch foi um sistema que ocasionou diversas opiniões entre os usuários Linux. No dia 5 de Abril de 2017 o fundador e CEO da Canonical, Mark Shuttleworth, anunciou o fim do Ubuntu Phone. Mas, será que o Ubuntu Touch morreu junto? Irei dar meu ponto de vista sobre o assunto, e gostaria de saber o seu também.

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A trajetória do Ubuntu Phone foi bem conturbada, com um aparente fracasso inicial em sua campanha de financiamento coletivo, muitos apostaram no fim imediato da ideia da Canonical. Eis que em Fevereiro de 2015 a dona do Ubuntu firma uma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Em seguida, outra fabricante, a chinesa Meizu. Parecia que gradualmente o sistema estava começando a agradar as fabricantes e a qualquer momento poderia decolar.

No mundo mobile existem dois grandes competidores e um reina quase que soberanamente nos smartphones das fabricantes. Obviamente que estou falando do Android e iOS. Por conta de sua exclusividade e necessidade de vinculação com aparelhos da Apple, o iOS não faz todo o sucesso que poderia fazer. Claro que estou falando em países com economia mais debilitada ou emergente, como Índia e Brasil. Nos Estados Unidos da América, a dona da maçã é muito popular. Inevitavelmente quando um sistema mobile novo surge, comparações com o Android e iOS são realizadas quase que imediatamente. Os desenvolvedores avaliam o alcance das plataformas e focam nas que mais possam gerar um retorno maior, seja de usuários ou dinheiro (basicamente significa a mesma coisa).

Não importa o tamanho da empresa por trás de um novo projeto (na realidade importa sim, mas você entenderá o que quero dizer), se o seu sistema não segue algumas diretrizes. Na realidade é uma “exigência” a cada novo sistema criado, uma compatibilidade com apps do Android. A base de usuários do robozinho verde é tão grande, que mesmo no surgimento de uma ideia inovadora os desenvolvedores apenas irão pensar em uma coisa. A base estabelecida de usuários. 

A Microsoft tentou entrar no mercado com seu sistema Windows Phone, e possuindo um visual interessante e features úteis para o cotidiano. Não possuir uma base grande e não ser compatível com apps Android, decretou o fim de uma alternativa que se diferenciava dos demais. Uma empresa multimilionária, poderosa e com fortes parcerias (a Nokia mandou um abraço 😁️😁️😁️) o Windows Phone / Mobile teve seu fim.

Perceba que o Ubuntu Phone, por consequência o Ubuntu Touch, sofreu do mesmo mal. Não ser Android. No entanto, a história se diferencia a partir deste ponto.

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“Enquanto existirem pessoas trabalhando, um software open source não morre” 


O Ubuntu Phone chegou ao seu fim, mas a comunidade e muitos que trabalhavam no Ubuntu Touch, mantiveram esperanças no sistema. Mesmo sem o aporte financeiro da Canonical, a comunidade UBports abraçou a ideia do Ubuntu Touch.

Ao decorrer destes anos o Ubuntu Touch manteve-se vivo, recebendo novidades e melhorias. De forma lenta e gradual o sistema vem se tornando mais maduro e com grandes ambições, como a de executar apps Android. Algo planejado a bastante tempo, mas que não “saiu do papel”. 

Infelizmente o Windows Mobile, por ser proprietário, não pode ter essa fagulha de esperança. Não posso afirmar que o Ubuntu Touch irá “dar a volta por cima”, por ser um software de código aberto. Isso não garante o sucesso do sistema em se tornar popular. Apenas permite que pessoas apaixonadas invistam o tempo de suas vidas em um projeto.

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O que significa a morte de um projeto para você? O fim de seu desenvolvimento ou não ser popular. Caso a segunda opção tenha sido a sua resposta, podemos dizer que o Ubuntu Touch é um “walking dead”. Pois, mesmo não sendo popular, ainda continua sendo usado por um pequeno número de pessoas, recebendo novos recursos e em pleno desenvolvimento.

A última grande atualização do sistema, por exemplo, trouxe maior compatibilidade de hardware com alguns smartphones. Denominada de OTA-10, veja alguns aparelhos que trazem melhor suporte ao Ubuntu Touch, como o Fairphone 2, Nexus 4, Nexus 5, Nexus 7, OnePlus One, Meizu PRO 5 entre outros.

Acesse o blog da UBports, e leia as melhorias e observe o trabalho empenhado no sistema. A cada 3 meses a comunidade vem lançando novos updates, alguns com grandes mudanças de performance e outros com novos recursos.

O futuro do Ubuntu Touch é incerto, nem empresas do calibre da Microsoft conseguiram permanecer no mercado. Será que algum dia o Ubuntu Touch vai ser popular entre os usuários, ou conseguirá uma parceria com outra fabricante? Quem sabe a Canonical retome o projeto. Ao que tudo indica, não. Todavia, o Ubuntu Touch não morreu.

Deixe a sua opinião, porém, seja complacente e educado.

Você acredita no retorno do Ubuntu Touch, embarcado de fábrica em smartphones? Ou julga que nem se implementarem o suporte a apps Android, o sistema “não vingue”’?

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, boa sorte a equipe UBports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: UBports, Canonical.

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Nova atualização do “Ubuntu Touch OTA-8”

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terça-feira, 5 de março de 2019

No dia 5 de Abril de 2017, Mark Shuttleworth fundador da Canonical, anunciou ao mundo o fim do Ubuntu Phone, aparelho responsável por trazer embarcada a versão mobile do Ubuntu. Muitos imaginaram que o Ubuntu Touch teve seu fim decretado, entretanto a comunidade abraçou o projeto e vem desenvolvendo o sistema para smartphones paralelamente desde então.

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Empenhados em manter o projeto vivo, a comunidade UBports vem ativamente lançando versões periódicas do Ubuntu Touch, e ao contrário do que muitos pensam, o sistema se mantém vivo e recebendo novas implementações por parte dessa comunidade. Esse é um dos pontos fortes de alternativas de código aberto, o software nunca morrerá enquanto existir um público interessado e disposto a desenvolvê-lo.

Constante amadurecimento da plataforma


É evidente de que o Ubuntu Touch não tem as mesmas funcionalidades e recursos que sistemas consolidados no mercado como o Android e iOS, contudo a UBports vem lapidando o sistema e corrigindo eventuais bugs, por exemplo, na última atualização que ocorreu no início do ano, foi adicionado o suporte a temas no teclado do sistema, algo simples, mas que demonstra o carinho e apego a plataforma.

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Com a nova atualização “Ubuntu Touch OTA-8”, o Ubuntu Touch recebeu diversas melhorias, seja de correção de bugs ou funcionalidades em seus apps nativos. 

Outra coisa a se observar, é a repentina velocidade no desenvolvimento por parte da UBports, sua última atualização a “Ubuntu Touch OTA-7”, foi há menos de 2 meses, e a anterior em Dezembro. Essa fórmula de “1 mês e meio, 2 meses para cada atualização”, parece estar se tornando rotina, caso esse ritmo continue, podemos ver novidades com mais frequência e quem sabe maior força do sistema. 

O “Ubuntu Touch OTA-8” tem data de lançamento prevista para 6 de Março

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Maior compatibilidade com dispositivos Android


Muitos usuários gostariam de testar o Ubuntu Touch em seus aparelhos Android (me inclua nessa lista 😂😂😂), porém o número de devices compatíveis é bem restrito. Uma notícia que pode agradar aos entusiastas da tecnologia, é que a partir desta versão, o sistema vem com uma atualização do script de pré-inicialização do contêiner Android para halium-boot, modo que permite a conversação entre os drivers do sistema, com os feitos para Android, isso permitiria aos desenvolvedores do UBports portarem o Ubuntu Touch para mais dispositivos Android no futuro.

Animado com a possibilidade de testar o Ubuntu Touch em aparelhos Android? Infelizmente apenas alguns modelos são suportados, mas imagine instalar o Ubuntu num aparelho “comum no Brasil”, como um Moto G. 

Deixe nos comentários sua opinião, e claro, compartilhe o conteúdo do blog Diolinux com mais e mais pessoas.

Até a próxima, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Conheça alternativas Open Source ao Android

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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Você sabia que Linux além de dominar o segmento servidores, também domina os sistemas operacionais para dispositivos móveis? Muitos negam que Android é Linux e usam o “argumento” de, “se não utilizar ferramentas GNU, então não é Linux”. 

Se quer saber mais sobre esse tema de Android ser ou não Linux, acesse o post e acabe de uma vez por todas, com essa dúvida cruel. No fim das contas o que define um sistema “ser Linux” ou não é usar o Kernel Linux.

alternativas-opensource-android

Mas quais são as alternativas ao Android? Será ele o único sistema móvel disponível no mercado? Melhor ainda. Quais as alternativas de Código Aberto?

Irei apresentar brevemente 5 alternativas Open Source ao popular robozinho verde, a lista não obedece nenhuma ordem específica. Dada as ressalvas, vamos conhecer as opções.

Tizen


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O Tizen é um sistema operacional móvel, também baseado em Linux, como o Android. Tem muito apoio da Linux Foundation, Samsung e Intel. O primeiro smartphone lançado com o sistema de fábrica foi o Samsung Z, na Índia. Infelizmente o Tizen não teve a projeção esperada, muitos afirmam que o sistema não terá futuro. Isso deixo aos especialistas e “Pais/Mães Diná” de plantão.

postmaketOS


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Também conhecido como pmOS, o postmarketOS está em desenvolvimento inicial. Trata-se da distribuição Alpine Linux configurada para toques.Com pacotes próprios, visa ser instalado em smartphones e obter ótima performance, assim como sua versão desktop.

Librem 5


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Com a audaciosa proposta de oferecer um sistema e hardware de código aberto, o Librem 5 é uma iniciativa que visa segurança e privacidade de seus usuários.

Um Smartphone que virá com distribuições Linux adaptadas ao toque como: PureOS, Debian, Ubuntu, SUSE, Fedora e Arch. É um dos projetos mais aguardados pela comunidade, e muitos estão ansiosos de quais serão os rumos do projeto.

Plasma Mobile


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O Plasma Mobile é a versão da interface do KDE para smartphones. Atualmente já pode ser testado em dispositivos como o LG Nexus 5. É interessante ver o conceito de convergência no Projeto KDE, entre sua DE e aplicações. Pois os apps do Plasma Mobile utilizam a framework Kirigami, possibilitando desenvolvimento dos seus softwares tanto para mobile como desktop.

Ubuntu Touch


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Abandonado pela Canonical em 2017, o Ubuntu Touch teve uma complicada trajetória. Primeiro a campanha de arrecadamento para seu desenvolvimento, não foi tão bem. Com meta de 32 milhões de Dólares, arrecadando 12 Milhões.

Após a campanha de crowndfunding, muitos pensaram que o projeto seria abandonado. Eis que em Fevereiro de 2015 a Canonical firma parceria com a empresa espanhola BQ e lança seu primeiro aparelho. Logo depois, pela fabricante chinesa Meizu, mas não tendo o retorno esperado, o sistema foi abandonado pela Canonical em Abril de 2017.

Então a comunidade entra em ação, abraçando o projeto e não deixando morrer. Novas funcionalidades estão sendo incorporadas, como a possibilidade de execução de apps Android.

Mantido pela UBPorts, é relativamente cedo para falar sobre o destino do Ubuntu Touch, se o mesmo vai vingar ou morrer com sua proposta de conversão.

E você, sabia de tantas alternativas? É muito bom ver que outros sistemas vem crescendo e amadurecendo. Melhor ainda quando são projetos de código aberto, agregando diversas vantagens e fomentando o desenvolvimento de mais boas alternativas.

Deixe nos comentários se conhece mais opções ao popular Android, nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Ubuntu Touch rodará aplicativos de Android

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Apesar da Canonical ter desistido de seu sonho de levar o Ubuntu para Smartphones o projeto não morreu, depois do Unity 8 ter seu anúncio descontinuidade juntamente com o projeto do Ubuntu Phone, a comunidade UBPorts, que já tentava fazer portes do Ubuntu para diversos Smartphones, resolveu dar continuidade ao projeto e o próximo passo é muito interessante.

Ubuntu Touch UBPorts Apps Android






A comunidade UBPorts, que mantém o projeto do Ubuntu Touch em desenvolvimento, anunciou nesta semana que o sistema rodará aplicativos Android através da incorporação do projeto Anbox. O Anbox, por sua vez, é um projeto que permite que aplicativos Android sejam conteinerizados, dessa forma, podendo rodar em qualquer distro Linux de Desktop. Confira o nosso vídeo demonstrando a tecnologia.

Leia também: Como funciona o Anbox?


Para alguns, a necessidade de rodar aplicativos de Android no Ubuntu Touch era mais do que óbvia, conheço pessoas que falam isso há anos, no entanto, a Canonical sempre quis criar seu próprio ecossistema de aplicativos convergentes, o que acabou , aliado a outras coisas, por afundar o projeto ao longo do tempo.

A comunidade UBPorts no entanto, vê as coisas de um jeito que me agrada muito, a filosofia de pensamento aplicada na divulgação dessa compatibilidade vai de encontro com o que eu acredito em relação ao software livre nos desktops:

"As pessoas dependem de certas aplicação que não estão disponíveis do Ubuntu Touch, para se tornar um sistema operacional completo e convencional, o Ubuntu Touch precisa oferecer aos seus usuários os serviços proprietários dos quais eles dependem, pelo menos até que alternativas de código aberto que sejam viáveis surjam. Como resultado de entrar 'no jogo' do mercado mobile de forma tardia, não temos a força necessária para mover o mercado em nossa direção de forma direta, ter aplicativos para Android é uma solução lógica que vai nos ajudar a preencher a lacuna que existe entre as duas plataformas dominantes atuais."

Os desenvolvedores afirmam também que a utilização do Anbox será opcional, permitindo que quem precise, possa utilizar os Apps de Android. Como se sabe, atualmente o Anbox não consegue rodar todos os aplicativos que estão disponíveis, mas com a ajuda da comunidade Ubuntu, talvez o seu desenvolvimento se agilize.

Saiba mais aqui.
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Veja o Ubuntu Tablet (BQ Aquaris M10) em funcionamento [Vídeo'S']

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terça-feira, 12 de abril de 2016

Se te uma coisa que me enche de curiosidade é esse novo Unity aí que está pra sair no Ubuntu (provavelmente no 16.10).

Só que ainda temos muitos bugs instalado ele em um computador convencional ou Notebook, isso prejudica e muito a experiência e faz com que eu não possa ter uma boa noção de como ele está, porém, quando vemos ele rodando em dispositivos embarcados previamente com o sistema a história é diferente! Vamos ver o Ubuntu Tablet em ação?

Ubuntu Tablet Review




O Ubuntu Tablet chegou ao mercado europeu através das mãos da empresa espanhola BQ, a mesma que havia lançado um Smartphone com o sistema, por conta disso é bem comum encontrar reviews do equipamento em espanhol, eu recebi duas indicações de vídeos (ambos nesse idioma) do nosso leitor Bernardo Ramos, eu vi as duas e achei ambas muito elucidativas, especialmente para quem quer entender como esse novo Unity funciona variando a interface compatível com dispositivos sensíveis ao toque e também mouse e teclado quando o mesmo detecta essa interface de utilização.

Exercite os eu espanhol e divirta-se!



Confesso que eu tenho um problema mental em prestar atenção em pessoas que falam o nosso querido espanhol, ainda lembro da primeira vez que assisti o filme "Silent Hill 3D" em espanhol... ele é um filme de terror... e eu estava rindo por conta do sotaque dos personagens... "¡Por Dios! Es la cabeza de pirámide!"

Tirando essa parte, onde eu tive que me conter em relação ao sotaque (nada contra, eu que sou meio esquisito nisso...), eu apreciei especialmente as demonstrações com mouse e teclado, apesar de eu querer um Ubuntu Tablet  ou um Ubuntu Phone, nem que seja pelo bel prazer de poder mexer nessa tecnologia, o que realmente me importa muito é a experiência no desktop, não sei você.


Nesse tanto, algo me preocupa... não vejo ainda essa interface com metade da produtividade que eu tenho no Unity 7, tudo bem, ela é recente ainda, mas o que vemos no "modo desktop" no Unity 8 neste exato momento é uma adaptação para você controlar as aplicações em janelas, só isso. 

Vamos ver o que o futuro nos aguarda, espero que o Unity 8 melhore consideravelmente, se não (falo isso de maneira pessoal) vou ter um Unity novo com um feature muito interessante, a convergência, só que sem o restante que estou acostumado com o Unity 7, o que ao meu ver, apesar de implicar em utilização de tecnologia mais recente, é uma passo pra traz, fazendo com que eu potencialmente mude de interface, algo que eu não gostaria de fazer pois estou acostumado ao Unity por pelo menos 4 anos.

Conta aí pra mim, o que você tem achado do Unity 8 até o momento?
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10 Imagens no novo Ubuntu Phone, o Meizu PRO 5

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A Meizu surpreendeu na última MWC promovendo o Ubuntu em seu Smartphone poderoso, o Meizu PRO 5, ao invés de colocar o Android nele, veja agora 10 imagens do incrível aparelho da desenvolvedora chinesa.

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

O novo Smartphone com Ubuntu é muito poderoso, você pode consultar as especificações de hardware dele neste outro artigo do blog Diolinux, é realmente impressionante!

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

Ubuntu Phone Meizu PRO 5

A Meizu é uma parceira antiga da Canonical, porém, este ano a promessa é que varias empresas que atualmente distribuem seus Smartphones com o Android também passem a distribuir o Ubuntu Phone, saiba mais sobre isso aqui.

O Meizu PRO 5 é Smartphone mais potente lançado até então com o Ubuntu, atualmente ele só é vendido na China e na Europa.
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Canonical vai atrás dos fabricantes de Android para lançar mais Ubuntu Phones

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O Ubuntu para Smartphones está pronto e em constantes atualizações, aos poucos novas funcionalidades e recursos são adicionadas ao sistema, agora é hora de pensar nas duas coisas mais importantes para um sistema mobile, quantidade de usuários e aplicativos.

Canonical caçando Fabricantes para o Ubuntu Phone

O Ubuntu mudou a forma com que as pessoas veem o Linux no Desktop, depois que a distribuição despontou vemos uma grande massa de pessoas utilizando Linux no dia a dia para todos os tipos de tarefa. Agora chegou a hora de dar mais um passo, rumo ao Mobile.

A informação vem do site "The Register" que nos informa que segundo uma breve entrevista que eles fizeram com a Canonical, a empresa que desenvolve o Ubuntu, existe uma grande possibilidade de vermos muitos Ubuntu Phones em breve e de marcas diferentes.

Leia também: Conheça o Meizu PRO 5, o novo Smartphone que deverá rodar o Ubuntu

Segundo a informação a empresa estaria falando com os atuais parceiros da Google que utilizam Android em seus aparelhos e ao que tudo indica as conversas entre as companhias estão indo muito bem, várias demonstraram interesse e vão lançar aparelhos com o sistema da Canonical, porém, não foi comentado quais seriam estas empresas, entretanto há uma especulação de que a Samsung estaria interessada, apesar do Tizen.

O problema dos Apps e como conseguir alavancar uma ideia


Realmente um sistema não é nada sem aplicações para acompanhá-lo, com o Ubuntu Phone não seria diferente, porém, ao contrário da linha de raciocínio que a maioria das pessoas costuma utilizar, criar um sistema e esperar que os apps sejam feitos para que assim ele cresça, a Canonical quer fazer o sistema crescer em números, se isso acontecer os Apps serão consequência.

O mesmo vale para outros ramos como o próprio Linux e o Software Livre, é melhor alguém usando um pouco de Software Livre do que nada, é neste tanto que a divulgação de software livre peca um pouco no Brasil. Mais uma vez tivemos o caso da campanha da FLISOL sem o Ubuntu num evento onde os participantes podem levar seus Windows e Macs para a instalação de programas que são Software Livre me parece ser um desperdício não usar o Ubuntu para a alavancar a adoção de Software Livre, usando como porta de entrada pelo menos.

A Canonical já conseguiu fazer do Ubuntu um concorrente a altura para Windows e Mac, pelo menos tecnicamente, agora vamos ver se consegue fazer frente ao Android e ao iOS também, façam suas apostas!
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Meizu poderá lançar um novo Smartphone topo de linha com Ubuntu

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A Meizu foi uma das primeiras empresas, junto com a BQ, a apostar no Ubuntu para seus Smartphones, depois de crescer exponencialmente em vendas em 2015 o novo Smartphone que poderá carregar o sistema da Canonical tem um hardware extremamente poderoso.

Meizu PRO 5 com Ubuntu

A fabricante chinesa de Smartphones Meizu este em destaque nos últimos anos, que foi quando ela conseguiu expandir seu mercado, especialmente para fora da Ásia, estima-se que em 2014 a Meizu tenha vendido um pouco menos de 5 milhões de aparelhos, já em 2015 os números aumentaram para 20 milhões, uma diferença considerável, algo que faz com que pensemos que o resultado seja mantido em 2016 e se expanda ainda mais.

No ano passado a Meizu lançou em parceria com a Canonical o Smartphone Meizu MX4 rodando o Ubuntu, neste ano poderemos ter um novo aparelho com o sistema, o Meizu PRO 5.
Veja também: Conheça o primeiro Tablet com Ubuntu, o BQ Aquaris M10
Com a nova "pegada" do Ubuntu de ser um ambiente convergente, podendo ser usado como desktop também, por isso um hardware parrudo parece ser algo óbvio.

O Meizu PRO 5 possui uma tela full HD AMOLED de 5,7 polegadas, 4 GB de RAM, e até 64 GB de armazenamento interno, processador Exynos 7420 octa core de 64 bits, bateria de 3050mAh não removível, as câmeras são de 21MP da parte traseira e 5MP da parte frontal. Este modelo é vendido com Android atualmente.

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BQ vai lançar um tablet com Ubuntu com interface convergente

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Em breve teremos no mercado um novo "device" com o Ubuntu pré-instalado. Graças a parceria entre a Canonical e a BQ, a mesma empresa que lançou o primeiro Ubuntu Phone, agora teremos o primeiro Tablet com Ubuntu capaz de ser usado de forma convergente.

Tablet com Ubuntu

O BQ Aquaris M10 Ubuntu Edition é o nome do modelo que começará a ser vendido no próximo mês de Abril, ele tem um hardware interessante, com uma tela de 10 polegadas com processador ARM de 64 bits e 2 GB de RAM, não foi informado o armazenamento do dispositivo e nem mesmo o clock do processador.

O grande diferencial deste Tablet será que ele carregada o Ubuntu em modo convergente com o Unity 8, o que permitirá que o dono do dispositivo conecte ele a um monitor, conectar teclado e mouse e usar ele como um desktop com aplicações como GIMP e LibreOffice, juntamente com as próprias aplicações para o Ubuntu Phone. 

Mais informações sobre ele serão provavelmente liberadas na próxima MWC 2016 e assim que soubermos alguma novidade, pode ficar tranquilo, elas serão expostas aqui.

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Dekko - Conheça o novo cliente de e-mail do Ubuntu

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Com a adoção do Unity 8 no Ubuntu como interface padrão muitas coisas deverão mudar, incluindo alguns programas que são padrão do sistema há muitos anos. Um deles é o cliente de e-mail, a Canonical vem desenvolvendo uma aplicação própria que integra-se perfeitamente com o sistema chamada Dekko.

Dekko - cliente de e-mail do Ubuntu

O Cliente de e-mail tem as mesmas capacidades de comunicação com protocolos que o Thunderbird tem atualmente, porém é um software menos completo, em contrapartida ele possui um visual completamente convergente que adapta-se ao dispositivo em que está rodando, como podemos ver no vídeo abaixo uma demonstração do Ubuntu Touch ligado a um teclado e mouse, juntamente com um monitor, para demonstrar as possibilidades na convergência.


No vídeo é o mostrado o funcionamento do Dekko, confira:


As informações vem diretamente da página do desenvolvedores do Dekko no Google Plus, o vídeo foi feito por Daniel Wood, que também é resposável pelo desenvolvimento da aplicação.
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