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Assista gameplays na TwitchTV com o GNOME Twitch

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

A Twitch.tv é uma plataforma repleta de jogadores, muitos até profissionais, e acompanhar as jogatinas, pode ser algo divertido e relaxante. Caso não acompanhe o nosso trabalho na Twitch, considere interagir conosco. Temos lives de segunda a sexta, às 20h. Venha comprovar que Linux é um sistema viável para gamers. Vire SUB do canal

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Não é difícil ver usuários alegando que não conseguem assistir a Twitch, sei muito bem como é passar por essa situação, há um tempo sofria com esse mal. Um paliativo que aliviou os constantes engasgos ao acompanhar uma transmissão, foi justamente o app que irei apresentar. Longe de ser o “Santo Graal”, mas proporcionou a, minha e de alguns que recomendei, possibilidade de assistir e interagir na Twicth. Atualmente minha conexão é um pouco melhor, mas em dias de instabilidades, confesso que ainda recorro ao programa (😁️😁️😁️). 

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GNOME Twitch


O GNOME Twitch é um cliente/player focado na plataforma de streaming TwitchTV, o programa possui recursos interessantes, como: aceleração por hardware, com 4 back-end disponíveis, bate-papo integrado, escolha da qualidade da transmissão, tema dark, modo fullscreen, etc. Em constante desenvolvimento, a aplicação é distribuída em vários formatos, conforme mostra seu site oficial. Hoje irei apresentar duas formas, via Snap e Flatpak. Assim, não importa a distribuição que esteja utilizando, estes formatos cobrem boa parte das distros Linux.

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GNOME Twitch via Snap


O formato Snap pode ser habilitado nos principais sistemas baseados em Linux, no Ubuntu o mesmo já vem por padrão. Para usuários de outros sistemas, acesse essa postagem e configure o Snap. Nem toda loja possui a integração com esse tipo de pacote, caso a sua não tenha tal recurso, a instalação via terminal pode ser a solução. No Ubuntu é opcional, caso queira instalar via interface gráfica, abra a loja e pesquise por: “Gnome Twitch”.

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Efetuar a instalação via terminal é bem simples, após ter configurado o Snap em seu sistema, digite os comandos a seguir.

Instalando o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap install gnome-twitch

Removendo o GNOME Twitch Snap via terminal:

sudo snap remove gnome-twitch

GNOME Twitch via Flatpak


O repositório Flathub também possui o programa. Para quem deseja esse formato, como o Snap, ele pode ser configurado nas principais distribuições e algumas já vem com ele habilitado. O Linux Mint é um exemplo. Aos usuários de Ubuntu, demonstramos todo passo a passo para configurar o Flatpak e adicionar o repositório Flathub no sistema. Acesse essa postagem e configure seu Ubuntu. Após os procedimentos, pesquise normalmente na loja por: “Gnome Twitch Flatpak

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Outras distribuições podem configurar o Flatpak, por este link. A adição do repositório Flathub, pode ser diretamente no setup oficial. O uso do terminal, como a alternativa em Snap, também é uma opção.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak install flathub com.vinszent.GnomeTwitch

Removendo o GNOME Twitch Flatpak via terminal:

flatpak remove com.vinszent.GnomeTwitch

Configurando o Back-end do GNOME Twitch


Se você instalou o GNOME Twitch e “na hora H” apareceu uma mensagem do gênero: “Sem reprodutor carregador!”. Não se preocupe, acesse no local indicado pelo app “Clique aqui para carregar um”.

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Outra maneira é com a janela do GNOME Twitch em foco ir “Definições”, em seu menu, que no caso do Ubuntu você pode acessar essa opção clicando na barra superior. Detalhe, basta ir na primeira opção, se quiser logar com sua conta da Twitch.

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Na aba “Reprodutores”, selecione o que mais lhe agradar. Sempre utilizo o “GStreamer OpenGL player backend”, efetue os testes da melhor alternativa para sua situação. Pode ocorrer de apenas o áudio da stream ser reproduzida, ao mudar de backend também, mas ao reiniciar o programa as mudanças serão aplicadas.

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O GNOME Twitch me ajuda bastante, e caso tenha problemas de instabilidades ao ver transmissões da TwichTV, recomendo experimentar a aplicação. Explore suas opções, em “Definições” >> “Geral” existem algumas que podem auxiliar quem tem uma conexão ruim. Essas são as duas formas que indico a utilização do GNOME Twitch, obviamente, que existem outras e você pode até instalar sem recorrer ao Snap ou Flatpak. No entanto, as versões podem não ser as mais recentes. A decisão é sua.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, e acompanhe nossas lives na Twitch, com essa dica é bem capaz de não ter mais complicações com instabilidades.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Controle a central multimídia Kodi pelo smartphone

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

O Kodi é uma aplicação incrível, caso queira instalar o aplicativo em sua distribuição Linux, acesse este artigo com todo passo a passo. Porém, o que seria de um “cinema em casa”, sem a comodidade de assistir seus filmes e executar as demais funções do Kodi, sem a necessidade de se levantar e utilizar um teclado ou mouse, por exemplo.

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Para quem deseja controlar sua central multimídia, Kodi, diretamente de um smartphone, poderá instalar o controle remoto oficial do projeto. No caso de usuários Android, o “Kore, Official Remote for Kodi”, já para o iOS de nome “Official Kodi Remote”. 

As aplicações são intuitivas e dispensam maiores explicações, entretanto, configurar o controle remoto no Kodi instalado em seu computador, talvez não seja tão intuitivo assim. Mas, calma que vou demonstrar esse processo.

Antes de configurar o controle remoto no Kodi, obviamente, o aplicativo deve estar instalado em seu smartphone e o Kodi no computador.

Kore, Official Remote for Kodi (Android)


Acesse o link e efetue o download diretamente da Google Play, ou pode utilizar um leitor QR-Code e instalar mirando a câmera de seu smartphone no código QR (que também irá efetuar o download diretamente da Google Play).

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Official Kodi Remote (iOS)


Uma alternativa para iOS está disponível gratuitamente na loja da Apple, a versão também é oficial, sendo uma ótima pedida para usuários da plataforma da maçã. Você pode acessar o link da aplicação diretamente na App Store. Ou fazer uso de um leitor QR-Code, como no exemplo anterior.

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Configurando o controle remoto no Kodi


Com ambos instalados, o app no PC e em seu smartphone, vamos começar “a brincadeira”. Em meu caso estou utilizando o Kore, pois possuo um Android, mas creio que seja praticamente a mesma coisa no iOS. 

Abra o Kodi, e certifique-se que ambos estejam na mesma rede wifi (PC e smartphone).

No Kodi, vá até “Definições” (o ícone de engrenagem).

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Em seguida, até a opção “Serviços”.

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Navegue para categoria “Controle” e habilite às duas opções na sessão “Controle de aplicações”. Sendo elas: “Permitir controle remoto de aplicativos neste sistema” e “Permitir controle remoto de aplicativos em outros sistemas”.

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Outras mudanças podem ser aplicadas, como dar nome ao usuário ou atribuir uma senha. Particularmente só adiciono uma senha, o usuário nem mexo (😁️😁️😁️).

Abra o app em seu smartphone, e nele você verá o Kodi e sua máquina. Selecione e vá prosseguindo conforme o app te mostra.

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Se assim como eu, configurou um usuário e senha, será necessário informar para conseguir se conectar. Clique em “Testar”, quanto tudo estiver concluído.

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Se a aplicação não conseguiu encontrar o Kodi em sua rede, acesse o “menu hambúrguer” (no caso do Kore, aqueles “3 traços” no canto superior esquerdo), clique no símbolo de adição “+”.

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Configure manualmente o usuário, IP, porta e senha. Esse passo tem as mesmas configurações da imagem acima, para quem adicionou uma senha ao Kodi, e para saber o IP é muito simples. Novamente no Kodi, em “Definições”, depois “Dados do sistema”.

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Veja o número do endereço IP e configure no app.

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O app é bem intuitivo e em pouquíssimos minutos você entende todo seu funcionamento. Muito prático e recheado de recursos.

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Sempre utilizo o Kodi junto ao Kore, é uma dupla inseparável. Confesso que sua configuração pode confundir novos usuários, mas nada de outro mundo. Todas às vezes que utilizei o mesmo, não passei por problemas em sua configuração. Ao menos aqui, em todos esses anos, ele sempre reconhece de primeira. Recomendo o uso, já a alternativa para iOS, não posso comentar muito (não possuo um smartphone da marca).

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Instale o Kodi, uma central multimídia, via Flatpak

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

O Kodi é uma ferramenta incrível para quem deseja consumir diversos tipos de conteúdo multimídia. De código aberto e multiplataforma, está disponível para os mais variados sistemas operacionais. Com ele você poderá assistir seus filmes prediletos, seja offline (caso estejam em formatos, como MP4, MKV, AVI, por exemplo) ou online com o auxílio de Addons. Até assistir TV é possível por meio do software (você pode comprar em lojas um adaptador para utilizar a TV digital no PC). Na internet você encontrará inúmeros tutoriais demonstrando como instalar complementos (Addons) no Kodi.

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Existem muitas formas de se obter o Kodi e montar o seu “Cinema em casa”, caso queira instalar as últimas versões do programa em seu Ubuntu via PPA, acesse essa postagem demonstrando todo passo a passo. Se não se importar com o versionamento do Kodi, basta pesquisar diretamente na loja de sua distro por: “Kodi” ou instalar via terminal (o nome do pacote também é “kodi”, mais simples impossível 😁️😁️😁️).

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Como instalar o Kodi em Flatpak


No repositório Flathub, mantido pela comunidade, o Kodi também está presente. Particularmente utilizo essa versão, evito ao máximo adicionar vários PPAs em meu sistema. Primeiramente será necessário habilitar o uso dos Flatpaks no Ubuntu, essa postagem ensina o procedimento. Agora basta pesquisar na loja do Ubuntu por: “Kodi Flatpak” e instalar o programa (no Linux Mint você pode pesquisar diretamente, sem prévias configurações, o Flathub já vem habilitado por padrão).

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Usuários de outras distribuições, que não tenham o Flatpak configurado, podem fazer conforme este link (observe que esse passo apenas demonstra a configuração do Flatpak. Sendo necessário a adição do Flathub também). Caso queira instalar via terminal, ou a loja de seu sistema não possui integração com os pacotes no formato Flatpak, eis o exemplo.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Kodi Flatpak via terminal:

flatpak install flathub tv.kodi.Kodi

Removendo o Kodi Flatpak via terminal:

flatpak remove tv.kodi.Kodi

Agora você pode desfrutar de sua completíssima central multimídia ou sair em busca de mais conteúdo e material sobre Addons e recursos do Kodi. Garanto que existe muita coisa internet afora sobre o programa, o legal que ele pode ser utilizado no Windows, macOS, Linux, iOS, Android, Raspberry Pi e por aí vai.

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Novidades no Kdenlive prometem agilizar a vida dos editores de vídeo

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

A nova versão do Kdenlive chega junto com o update do KDE, que abrange várias aplicações sob o “guarda-chuva” do projeto. Você pode conferir a matéria que fizemos falando sobre.

Novidades no Kdenlive prometem agilizar a vida dos editores de vídeo






Além dos updates corriqueiros, para consertar bugs, corrigir falhas no código e afins, tivemos algumas novidades nesta versão 19.08. As que merecem destaque são:

- Edição de 3 pontos com teclas de atalhos do teclado. Com essa melhoria é possível desenvolver um trabalho mais rápido e economizando alguns cliques.

- Fonte (Source): Nessa feature as linhas verticais verdes, V1 ou A2 à esquerda da faixa,  estão conectadas ao clipe de origem no box “Binário do Projeto (Project Bin)”. Somente quando um clipe é selecionado no box, a linha verde aparece dependendo do tipo do clipe (clipe A/V, imagem / título / clipe de cor, clipe de áudio).



- Target (Marcar): Na faixa V1 ou A1 elas estarão ativas quando a marcação ficar em amarelo. Uma faixa com marcação ativa reage a operações de edição, como inserir um clipe, mesmo que a fonte não esteja ativa (consulte “Exemplo de edição avançada” aqui).




- Pressionando o shift enquanto passa o mouse sobre os clipes no Binário do Projeto, assim fazendo uma “busca” pelo clipe que precisa.



- Ajustar a velocidade do Vídeo ou do Áudio, pressionando CTRL+clique do botão esquerdo do mouse e assim arrastando sobre o clipe que precisa.



Outras melhorias

- Adicionado um parâmetro para etapas que permite aos usuários controlar a separação entre os keyframes gerados pelo motion tracker;
- Ative novamente a funcionalidade transcodificação de clipe;
- Adicionado uma seleção de tela no widget de captura de tela;
- Adicionar opção para ordenar faixas de áudio em ordem inversa;
- A duração do fade padrão agora é configurável a partir de “Configurações do Kdenlive> Misc”;
- Render dialog: adicione o menu de contexto aos trabalhos renderizados, permitindo adicionar o arquivo renderizado como um clipe de projeto;
Renderwidget: Use o número máximo de threads no render.

A lista completa para às melhorias, você pode consultar aqui.

Para baixar a última versão do Kdenlive, basta acessar a seção de download no site oficial do projeto e escolher o método para a sua distro.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Novo GNOME MPV é lançado e tem seu nome alterado para Celluloid. Aprenda como instalar o player

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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

O player GNOME MPV é famoso entre os usuários do GNOME, sendo um frontend do GTK para o mpv, o programa recebeu uma nova versão. Em seguida irei destacar as principais mudanças desta nova versão e demonstrar como obter as últimas versões de lançamento do software.

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Player de música e vídeo, são coisas muito pessoais. Mas estar aberto a novas experiências, e quem sabe substituir uma atual solução por uma nova, pode lhe proporcionar bons resultados.

Outrora chamado de GNOME MPV, o player de vídeos, agora foi renomeado para Celluloid (em sua versão 0.17).

O por quê dessa mudança? Segundo um dos membros do GNOME, Tobias Bernard, o nome era “não-descritivo”:

“O nome atual é um pouco deselegante e não se encaixa realmente com outros aplicativos na plataforma GNOME. Bons nomes de aplicativos geralmente são um único substantivo relacionado ao domínio do aplicativo (por exemplo, "Fragments" para um aplicativo de torrent ou "Peek" para um gravador de tela).”

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Há pouco tempo Tobias escreveu no blog oficial do GNOME, uma postagem com dicas e demonstrando um passo a passo para dar bons nomes aos seus projetos. Você pode acessar uma postagem que escrevi, aqui no blog Diolinux, complementando com minhas experiências as dicas do Tobias. Recomendo para quem deseja iniciar um novo projeto (seja software, canal no Youtube, site, nome de marca, etc) ou possui um atualmente e gostaria de um nome mais condizente. Você pode acessar essa postagem, por este link (falo um pouco do OSistemático, e algumas curiosidades, aposto que gostará 😉️😉️😉️).

Celluloid, esse nome tem haver com vídeos?


Alguns podem estar se perguntando: Mas porque Celluloid? Celluloid (em português celulóide) é o nome de um plástico transparente feito em folhas de cânfora e nitrocelulose, antigamente utilizado para filme cinematográfico (por ser altamente inflamável, era comum ocorrer acidentes durante a exibição dos filmes). O nome segue algumas das regrinhas descritas na postagem que disponibilizei no link acima. Obviamente que existiria uma mudança em seu ícone, isso ocorreu na versão anterior do app (0.16). Este novo ícone representa muito bem o nome Celluloid, pois sua figura é de um quadro de filme de celulóide, somado a um símbolo de player e uma pequena barra indicando ser um reprodutor.

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Principais alterações na versão 0.17 do Celluloid:

  • Nome renomeado de GNOME MPV para Celluloid;
  • Tradução Turca adiciona por @TeknoMobil;
  • Tradução em Esperanto adicionada por @ F3nd0;
  • Migração do opengl-cb para a nova API de renderização;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado numpad;
  • Melhor compatibilidade com atalhos de teclado unicode;
  • Encaminhamento dos eventos do “media-keys” para o mpv;
  • Adicionado a chave dconf para controlar o limite de velocidade do cursor para mostrar os controladores;
  • Adicionado a opção para suprimir erros de reprodução;
  • E muito mais.

Como instalar o Celluloid


Por conta dessa transição do nome GNOME MPV para Celluloid, não será raro encontrar ambas as formas de se adquirir o programa. Alguns pacotes e repositórios o denominam pelo antigo nome e outros pelo novo. Por exemplo, no Ubuntu você encontrará a versão antiga pesquisando em sua loja por “GNOME MPV”, entretanto, para instalar os últimos lançamentos deverá recorrer ao PPA ou o pacote em Flatpak.

Celluloid (GNOME MPV) via PPA


A opção via PPA em meu ponto de vista não é a melhor opção. Justamente por conta da migração, o repositório continua com o pacote da versão .016, a anterior a 0.17 com o novo nome (na data deste post 16/08/2019). No momento não existem informações se o PPA será trocado ou apenas o pacote. Inclusive no próprio site oficial do Celluloid essa opção é disponibilizada. No entanto, recomendo a segunda forma que irei demonstrar adiante. Agora se mesmo assim deseja instalar por essa maneira, eis os comandos.

Adicionando o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository ppa:xuzhen666/gnome-mpv

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Celluloid (GNOME MPV) do PPA via terminal:

sudo apt install gnome-mpv

Removendo o Celluloid (GNOME MPV) via terminal:

sudo apt remove gnome-mpv

Removendo o PPA via terminal:

sudo add-apt-repository -r ppa:xuzhen666/gnome-mpv 

Celluloid Flatpak via Flathub


O Celluloid está disponível do repositório Flathub, facilitando a instalação para maioria das distribuições Linux. Caso esteja utilizando Linux Mint, não será necessário nenhuma configuração. Pesquise na loja por: “Celluloid” e instale a aplicação. Usuários do Ubuntu podem adicionar o suporte ao Flatpak e também instalar pela loja. Configure conforme este tutorial.

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Para usuários de outras distribuições, veja neste link a forma de habilitar o suporte a Flatpak. Lembrando que o repositório do Flathub deverá ser adicionado. Já se prefere instalar via terminal ou a loja de sua distro Linux não possui integração com o Flatpak, use os comandos logo abaixo para instalar o Celluloid. Obviamente, que você o Flatpak já deve estar configurado em seu sistema, conforme o procedimento que informei anteriormente.

Adicionando o repositório Flathub via terminal:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak install flathub io.github.celluloid_player.Celluloid

Removendo o Celluloid Flatpak via terminal:

flatpak remove io.github.celluloid_player.Celluloid

Se preferir pode compilar o Celluloid, em seu repositório do Github existe todo procedimento. 

E você, costumava usar o GNOME MPV ou utiliza outro player? Gosto muito do VLC. O visual dele não é um dos melhores, mas ele “roda até tampa de garrafa” (😁️😁️😁️). No entanto, o Celluloid se comportou bem e não tive maiores problemas (nem com legendas).

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Até o próximo post, que agora irei ver alguns vídeos no Celluloid, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Assista YouTube, Twitch e mais em um único App

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domingo, 30 de junho de 2019

Hoje em dia, temos vários serviços de streaming de vídeo, como YouTube, Twitch, Hulu e Netflix por exemplo. E uma hora ou outra, podemos nos perder com tantas abas abertas para assistir aquele filme, série ou vídeo que gostamos.

Assista YouTube, Twitch e mais em um único App





O ElectronPlayer vem exatamente para isso, lhe ajudar a “gerenciar o caos” (emoji de risos). Feito sobre a tecnologia Electron, ele puxa os serviços Web desses sites e agrupa em uma única tela, assim facilitando a vida do “afegão médio” (como já dizia Emilio Surita do Pânico).



Para escolher o serviço desejado, basta clicar no ícone dele. Segundo o desenvolvedor, mais serviços serão incluídos futuramente.

Depois de escolher o serviço, você faz o login nele e começa a usar. Para voltar ao menu principal do app, basta usar a combinação de Ctrl+H ou usar seus menus, onde você  também pode alternar entre os serviços.


O dev recomenda a utilização do app via Snap, onde terá updates constantes. Para instalar o Snap no seu sistema, basta seguir o nosso tutorial. Ou se preferir, pode seguir o tutorial que o snapcraft.io disponibiliza no final da página do app. 

Feito isso, você tem duas possibilidades em instalar o ElectronPlayer. Ou através da loja de aplicativo, procurando por “ElectronPlayer” ou via terminal, com o seguinte comando:

sudo snap install electronplayer






Depois é só inserir a sua senha e esperar o processo de instalação acabar. Pronto já pode sair usando.

Ele também tem uma versão de AppImage. Você pode acessar o código do app através do Github.

Muito bom ter aplicativos que ajudam a facilitar e organizar o dia a dia, né?

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Kdenlive 19.04.01 lançado com diversas correções!

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terça-feira, 14 de maio de 2019

O Kdenlive 19.04 foi lançado no dia 18 de Abril, com essa nova versão vieram muitas novidades e mudanças no programa, entretanto um bug bem chato estava atrapalhando a edição de vídeos no software. No dia 11 de Maio, uma nova versão foi lançada, corrigindo este problema.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição

Edição de vídeo no Linux é repleto de ótimas opções, temos o Davince Resolve, Ligthtworks, ShotCut, Openshot, entre outras ferramentas. Porém um dos queridinhos sempre foi o Kdenlive. Muitos canais no Youtube sobre Linux, são editados ou foram por muitos anos com essa ferramenta, que é o caso do Diolinux. Em meu canal OSistemático, venho produzindo conteúdo desde o início (2016) com essa ferramenta, e mesmo tendo pontos fortes e fracos considero um bom editor de vídeos.

Kdenlive um editor em constante amadurecimento


Durante o início do canal OSistemático, sofria bastante com a versão do Kdenlive contida nos repositórios do Deepin. E durante um bom tempo, foram meses de situações que envolviam o travamento do programa e em alguns casos até a perda do projeto. Então um belo dia resolvi experimentar a versão que é recomendada pelo projeto, o Kdenlive em AppImage, e posso lhe garantir parecia outro programa.

A versão 19.04 veio recheada de mudanças, uma timeline refatorada (feita totalmente do zero), a possibilidade de gravar o áudio diretamente do editor, adição da renderização de vídeos com fundo transparente, melhora no render (ainda não é um ShotCut ou Davince Resolve durante a renderização, mas está bem melhor que as versões antigas). São inúmeras mudanças. E como novas mudanças podem ocasionar novos bugs, assim foi.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-timeline

Mais de 40 bugs corrigidos no Kdenlive


  • Foram várias correções, eis alguns bugs solucionados:
  • Falha ao abrir projetos antigos;
  • Erro ao desfazer efeito de ganho/gama;
  • Correção na gravação do áudio;
  • Efeito fade-out quebrado;
  • Miniaturas em alguns clips com falhas;
  • Seleção de clipe bin mais rápido;
  • Efeito de todas as guias com falhas;
  • “Agulha” da timeline se perdia;
  • Imprecisão nos atalhos de corte na timeline;
  • Correções na compilação para Windows; 
  • E muito mais correções…

Veja a lista completa de bugs corrigidos no site oficial do Kdenlive.

Durante esse tempo que editei com a versão 19.04, notei apenas 3 bugs que eram: A agulha que sempre se perdia na timeline, acarretando na imprecisão do corte utilizando atalhos. Por algum motivo o Nvenc não foi reconhecido, impossibilitando a utilização de minha placa de vídeo para render, proxys e previews. E em alguns projetos o vídeo não era exportado com o fundo transparente.

kdenlive-19.04.01-editor-videos-linux-kde-ubuntu-gratis-gratuito-edição-osistematico-canal-youtube-diolinux

Utilizei mesmo assim na produção de meus vídeos e o único bug que atrapalhava minha produtividade era “a agulha se perdendo”. Durante nenhum momento o aplicativo fechou ou algo assim.

Kdenlive 19.04.01 em AppImage e Flatpak


Caso utilize o Kdenlive para suas produções, recomendo a dar uma chance para essa nova versão, 19.04.01. Dou preferência pelos AppImages do Kdenlive, por conta de sua estabilidade e praticidade. Entretanto outra solução que venho usando e gostando bastante é o oferecido no Flathub em Flatpak. Esse formato terá a vantagem da atualização, enquanto no AppImage você deverá baixar o editor a cada update.

Para executar o Kdenlive em AppImagem é muito simples, acesse a matéria e proceda como no passo-a-passo. No caso do Kdenlive Flatpak, será necessário configurar algumas coisas, então segue o post completo

O link para download de ambas versões encontram-se no site oficial do Kdenlive, baixe e experimente.

E você edita vídeos com o Kdenlive? Já editei alguns projetos com essa nova versão 19.04.01 e estou gostando muito, migrei totalmente para ela (😁😁😁).

Que tal continuar todo esse bate-papo sobre edição de vídeo em nosso fórum Diolinux Plus?

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, te espero SISTEMATICAMENTE! 😎
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Nova versão do editor de vídeo OpenShot lançada!

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sexta-feira, 22 de março de 2019

A gama de editores de vídeo no Linux é enorme, e recentemente postamos uma lista de softwares de edição do básico ao profissional, o OpenShot constava entre as opções indicadas, sendo uma ótima alternativa para novatos, e o melhor de tudo, multiplataforma.

editor-video-openshot-linux-windows-mac

Com o passar dos anos o OpenShot vem timidamente recebendo novos recursos, inclusive você pode acessar uma entrevista que o nosso parceiro Gabriel do Toca do Tux, fez ao desenvolvedor e criador do OpenShot, Jonathan Thomas, mesmo não sendo deste ano, é interessante comparar as mudanças que o software recebeu desde aquela época.

Novidades no Openshot 2.4.4


O editor recebeu algumas novidades e correções de bugs, irei destacar algumas, e caso queira ver todas as mudanças acesse o site oficial com o anúncio desta release.


Dimensionamento e sincronização entre quadros-chave


Este era um bug que vinha ocorrendo no OpenShot ao trabalhar com vídeos com frame rates diferentes, isso ocasionava em resultados catastróficos, em que seu vídeo poderia ficar acelerado ou lento demais. Nesta versão este bug foi corrigido, e esperasse um controle maior, seja trabalhando com vídeos com quadros-chave diferentes, ou com a exportação de um projeto em outro frame rate diferente dos vídeos da time line.

Aperfeiçoado o desempenho e visualização da Time Line


Algo que sempre perseguiu o OpenShot, foram seus engasgos na visualização ou na time line do projeto, não era incomum ver alguns travamentos durante a edição de um vídeo mais robusto, com o aprimoramento do cache de imagens e outras melhorias com foco nesse problema, o OpenShot tende a não passar por tais situações corriqueiramente.

editor-video-openshot-linux-windows-mac

Suporte a renderização SVG


Compatível com render neste formato para criação de seus títulos, o OpenShot conta com este novo recurso graças a biblioteca resvg. Assim os títulos criados com o software não ficarão serrilhados ou perderão a qualidade, conforme a resolução do projeto.

Suporte a presets personalizados pelo usuário


Agora é possível criar seu próprio preset de exportação do projeto, ainda não é algo tão prático, sendo necessário criar um arquivo XML. Você pode usar como base os presets padrões do editor, e adicioná-lo ao diretório correspondente a estas configurações, localizado em: “/home/seu-usuario/.openshot_qt/presets/”, assim seu preset customizado aparecerá no programa.

Novo Widget de propriedades


Um novo elemento adicionado ao editor de vídeos foi o widget de propriedades, que por padrão pode se encaixar no lado esquerdo ou direito, essa nova maneira de acessar as propriedades dos elementos vêm para evitar rolagens demasiadas do mouse e facilitar o processo de animação. Altamente customizável, essa forma de visualizar as propriedades pode ser incorporada em outros painéis de configurações no OpenShot. 

widget-propriedades-editor-video-openshot-linux-windows-mac

Portabilidade de seus projetos, com caminhos relativos


Uma funcionalidade muito útil e implementada no OpenShot 2.4.4, é a facilidade de manusear o arquivo do projeto entre os diretórios. Sendo assim, não ocorrerá o erro do programa desconfigurar o projeto ao trocá-lo de lugar. O editor consegue “magicamente” ao salvar o arquivo, transformar os caminhos dos elementos que fazem parte dele, em caminhos relativos, e ao abri-lo novamente ele identifica o novo caminho tornando-o em um caminho absoluto. Não espere milagres espalhando os arquivos em inúmeras pastas, então sempre mantenha seus arquivos num único diretório.

Novos idiomas e suporte ao Constante Rate Factor (CRF)


As línguas Hindi, Árabe e Chinês foram adicionadas ao programa. O suporte a CRF foi adicionado por default no preset do formato VP9, porém podendo ser utilizado nos demais, graças ao refatoramento da biblioteca libopenshot::FFmpegWriter, que é desenvolvida focada no comportamento do Editor de vídeos OpenShot.

Veja o registro das alterações no OpenShot


Através do menu “Ajuda >> Sobre OpenShot >> Changelog” é possível ver as modificações no programa em seu changelog, com a data de cada commit de seu Github oficial.

changelog-editor-video-openshot-linux-windows-mac

Correção do bug nas Waveforms


Ao separar clips que continham visualização das waveforms (ondas sonoras) ativas, ocorria um bug que impossibilitava visualizá-las, dificultando o manuseio destes arquivos na edição, agora no OpenShot 2.4.4, o mesmo foi corrigido.

Muitas outras correções, inclusive para versão Windows, foram disponibilizadas, caso queira maiores detalhes acesse a postagem de seu lançamento em sua página oficial.

Baixando o editor de vídeos OpenShot


Para ter o OpenShot em suas últimas versões, recomendo a versão disponibilizada oficialmente direto do site em AppImage, outra possibilidade é instalar sua versão em Flatpak, com atualizações automáticas.

Você pode efetuar o download do flatpak direto do Flathub, caso não saiba como configurar o Flatpak em sua distro, segue uma postagem de como proceder. Se estiver no Linux Mint, basta pesquisar na loja e instalar a versão flatpak.

flatpak-mint-install-editor-video-openshot-linux-windows-mac

Sendo uma ótima alternativa para quem está começando a editar, o OpenShot é voltado a edições simples e caseiras, caso queira algo mais “intermediário”, recomendo altamente o Kdenlive, tendo em vista que funcionalidades relativamente comuns em outros editores, estão começando a chegar no OpenShot. É dificultoso a edição de projetos mais elaborados neste editor, no entanto mesmo recebendo “atrasado” algumas funções o OpenShot está a cada dia se tornando maduro, quem sabe num futuro ele deixe esse “título” de editor básico para intermediário. 

Não é de hoje que o projeto recebe críticas por existir, muitos creem que a soma de esforços em outro projeto, como o já citado Kdenlive, seria de maior valor, justamente pelo OpenShot estar atrás de diversos editores de vídeo, comparando suas funcionalidades e recursos.

Porém não esqueçamos que a liberdade do software Livre/Open Source garante tais situações, talvez o desenvolvedor do OpenShot tenha uma visão diferente de editor de vídeo, e é natural que ele siga outro rumo, afinal quem desenvolve é ele. Sei que certamente existem pessoas que preferem o OpenShot ao invés do Kdenlive, e esse seria um público carente caso o programa deixasse de existir.

Entendo os dois lados e mesmo me posicionando mais de um do que do outro, sei que esse é um dos aspectos de ser livre.

E você utiliza o OpenShot? Que tal continuar essa discussão sobre o OpenShot em nosso fórum Diolinux Plus

Até a próxima postagem, e como sempre, compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Como fazer Dual Boot entre Ubuntu e Gentoo

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O Gentoo para muitos é uma distro que instiga o aprendizado, funcionando quase como uma "meta" para se completar enquanto se usa Linux. Por diversos motivos, pode ser insteressante usar o Gentoo em Dual Boot com outra distro, como o Ubuntu, ao menos enquanto você "constrói" o seu sistema.

Ubuntu e Gentoo em Dual Boot






Para facilitar a sua vida, o nosso amigo Marcos, do canal Terminal Root, realizou um incrivelmente detalhado tutorial sobre o assunto, eliminando as suas possíveis dúvidas e problemas. Você pode conferir o vídeo completo aqui:


Caso tenha restado alguma dúvida, entre para a nossa comunidade no Diolinux Plus, lá é o lugar ideal para tirar as suas dúvidas, ensinar e aprender.

Aproveitando a deixa


O pessoal do Terminal Root produz muitos cursos e material interessante, de altíssima qualidade e orquestrado por pessoas extremamente competentes, inteligentes e de confiança. É um combo raro, nao?  

Temo um uma MEGA PROMOÇÃO rolando . Na promoção você irá adquirir e baixar todo o material para o seu computador por apenas R$ 129,90 , o que inclui todos os cursos: 
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Até a próxima!
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Recurso "Picture-in-Picture" chegará nativamente no Firefox

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O recurso “Picture-in-Picture” não é uma novidade exclusiva do Firefox, navegadores como o Google Chrome e Vivaldi possuem tal recurso já há algum tempo, porém, a Mozilla vem trabalhando na implementação da funcionalidade em seu navegador.

firefox-picture-in-picture-video-pop-up

Em processo inicial de desenvolvimento, a nova funcionalidade do browser da Mozilla, a princípio está disponível apenas na versão Nightly do Firefox. Quem já utilizou tal recurso, sabe o quão prático e cômodo pode ser fazer múltiplas tarefas e ao mesmo tempo consumir algum conteúdo.

O modo picture-in-picture permite a criação de uma pequena janela pop-up com um vídeo sobrepondo as demais aplicações. O Google Chrome e Vivaldi, permitem, ao assistir algum vídeo do Youtube, ativar este recurso clicando com o botão direito duas vezes sobre o vídeo e habilitar a funcionalidade.

Ativando o recurso Picture-in-Picture no Firefox Nightly 


Para testar o recurso PiP em desenvolvimento, baixe a versão Nigtly do Mozilla Firefox, ele virá num arquivo compactado, extraia em algum diretório de sua preferência, e execute o navegador clicando duas vezes em seu binário executável, de nome “firefox”.

O recurso não vem ativado por padrão, então vamos habilitar com alguns procedimentos.

No campo de endereços digite o seguinte comando:

about:config

habilitar-picture-in-picture-firefox

Logo após, na caixa de pesquisa, digite o seguinte texto:

media.videocontrols.picture-in-picture.enabled

O sinalizador por default vem como “false” altere para “true”,conforme a imagem abaixo.

ativar-picture-in-picture-firefox

Depois de configurarmos, podemos tornar os nossos vídeos no Youtube em uma janela pop-up, para isso clique com o botão direito do mouse duas vezes no vídeo em reprodução, e no menu de contexto escolha a opção “Picture-in-Picture”.

video-picture-in-picture-firefox

Recurso incompleto


Por ser algo em desenvolvimento, espere por bugs, ao testar o recurso notei que o áudio torna-se ausente e só fechando o modo picture-in-picture, o som retornou. Outro ponto, é que não existe um botão “fechar”, sendo necessário clicar novamente com o botão direito do mouse duas vezes sobre o vídeo na aba do navegador, e selecionar a mesma opção, assim o “mini player” será fechado.

Para utilização do modo PiP no Firefox, será necessário esperar a implementação definitiva ou utilizar extensões que simulem essa funcionalidade, lembrando que alguns sites como o próprio Youtube, possuem o modo “mini player”, entretanto não possibilitando a sobreposição em outras aplicações.

Estou ansioso para utilizar este recurso em meu Firefox, e você? Deixe nos comentários sua opinião e se usaria esta opção.

Te espero no próximo post SISTEMATICAMENTE! Até mais...

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