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Vírus para Linux pode acabar com a sua TV

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Vírus para Linux pode afetar coisas com acesso a internet

Vírus são normalmente associados a computadores, porém nos últimos anos a crescente em dispositivos móveis trouxe os "fabricantes de pragas virtuais" para outras plataformas. Por sorte a maioria destes dispositivos roda Linux, ou uma variante do mesmo, caso do Android, o que traz um fator de segurança a mais.

Vírus no Linux


E agora a nova tendência são as "coisas" com acesso a internet, câmeras de segurança, eletrodomésticos etc, normalmente estes dispositivos carregam uma versão do Linux modificada apenas para permitir acesso a internet e outras funções especificas de cada aparelho, até então estes sistemas são aparentemente seguros, mas a Symantec, empresa especializada na área de segurança digital, descobriu um novo vírus para Linux que term como alvo esse tipo de aparelho, o nome do vírus é Linux.Darlloz e pode infectar desde roteadores até sistemas industriais.

De acordo com o pesquisador Kaoru Hayashi em uma publicação no blog da companhia de segurança, o Linux.Darlloz tira proveito de uma vulnerabilidade existente há 18 meses no sistema operacional, apresentada na interface web das configurações iniciais dos aparelhos. Esses sistemas geralmente possuem nomes de usuário e senhas simples, como “admin” ou “12345”, e o vírus tenta realizar diversas combinações como essas para ganhar acesso ao aparelho.

No caso de encontrar um alvo vulnerável, o Linux.Darlloz faz download do arquivo malicioso de um servidor no qual está hospedado e então se auto executa. Uma vez feito isso, ele cria os diretórios que serão usados e então busca remover o acesso remoto da máquina infectada destruindo processos rodando, como o Telnet.

Fonte.
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Hand of Thief: Um vírus cavalo de tróia para Linux que custa 2 mil dólares

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Agora o Linux já tem o seu vírus bancário

Vírus no Linux é algo mais raro do que Kinder Ovo na minha casa, mas parece que agora finalmente atingimos uma faixa de usuário grande o suficiente para tornar interessante a crianção de vírus para o sistema.

Linux-cavalo-de-troia-ubuntu


Como é mais do que lógico, o vírus foi criado na Rússia e é um cavalo de tróia, e segundo a fonte da notícia o mesmo foi testado com sucesso nas principais distros Linux, incluindo o Ubuntu, o Debian e o Fedora.

Um cavalo de Tróia bancário é como um keylogger projetado para detectar padrões de strings. Roubar cookies, coletar dados de navegadores, mesmo usando HTTPS e bloquear as máquinas infectadas para acessar sites que oferecem atualizações de segurança.

O que não ficou esclarecido foi como o vírus funciona, mas segundo a notícia ele pode ser encontrado em fóruns piratas para a venda pela bagatela de  2 mil dólares.

Se você ficou com um pouco de receio e quer aumentar a segurança veja como habilitar o firewall do Ubuntu e do Linux Mint neste artigo.

Será que pega ou tem que digitar a senha pra funcionar?

Fonte.

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Notícia: "Pessoas carentes pegam vírus no Android"

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Falso aplicativo de namoro online rouba quase 4 milhões de dólares de usuários

Uma notícia muito esquisita, e parece que esta é a semana nos vírus esquisitos, dessa vez ele veio do Japão onde uma quadrilha de 9 cibercriminosos foi detida sob alegação de ataques a contas privadas e acesso a informações indevidas.

Sakura


O App conhecido como Sakura, que estava sendo inserido na App Store da Apple foi pego pela Symantec, empresa de segurança móvel, e enquanto ele foi barrado logo na entra na loja do iPhone nos Android ele já tinha feito a festa, roubando certa de 3,9 Milhões de dólares entre 2012 e 2013 num período de 7 meses.
De acordo com as informações do blog da Symantec, cerca de 150 domínios foram registrados para hospedar as aplicações maliciosas da quadrilha, que foram capazes de coletar 37 milhões de e-mails de usuários a partir de 810 mil dispositivos Android.

O malware conhecido por Android.Enesoluty é um cavalo de tróia e que foi classificado pela Symantec como de "baixo" risco, mesmo não parecendo tão perigoso ele foi capaz de causar estragos ao roubar as informações dos usuários e mandá-las para um servidor remoto.

O App se passava por uma aplicação que promovia namoro e encontros online.




Isso levanta algumas questões, o sistema Android é seguro por natureza se usado de maneira "Regular", mas problemas podem acontecer se você instalar APKs de fontes desconhecidas.
Mas um outro "porém" que tem que ser levado em conta é que o App estava na Google Play e lá ficou por muito tempo até que fosse descoberto, será que a Google está relaxando na segurança?

Outra questão que pode ser levantada é a dos usuários procurarem  um aplicativo com a finalidade que o App dizia que tinha, ou seja, namoro online, as pessoas estão cada vez mais se distanciando uma das outras, será que o melhor caminho para curar a sua carência é baixar um aplicativo?


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BitDefender é lançado para Linux

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Mais um software antivírus desembarca no Linux

Esse tipo de notícia tem se tornado repetitiva até, mas é a mais pura verdade, a cada dia mais softwares antivírus estão sendo portados para plataformas abertas, os mais famosos já migraram, como o Avast, McAfee entre outros.

BitDefender para Linux

A hora e a vez do BitDefender

Não pretendo entrar no mérito da utilidade de um antivírus no Linux, até porque isso já foi abordado em outros artigos, neste ambiente é que o BitDefender entra também como boa opção para eliminar pragas virtuais.
O software é proprietários, como a maioria dos outros antivírus e possui uma versão trial para Linux que você ser baixada no link abaixo, para obter a versão pro é necessário pagar.


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NOD32, mais um antivírus desembarca no Linux

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mais uma opção para eliminar as pragas virtuais

Muitas empresas de antivírus estão se voltando para o Linux, com o sistema do pinguim sendo usado com mais frequência em meios corporativos a necessidade de segurança aumenta, muitos questionam a real utilidade de um antivírus no Linux, no Ubuntu ou em qualquer outro sistema da família, mas a verdade é que eles podem ser úteis para limpar um pendrive que volta e meia é "espetado" no Windows, sendo possível também utilizá-los para escanear possíveis partições que carregam os sistemas Microsoft.

NOD32 para Linux


Esta semana mesmo, fizemos uma postagem mostrando outras empresas que também criaram versões de seus softwares para o Linux, e a nova empresa que entra no nicho é a ESET, com o seu NOD32.


No sistema livre mas com princípios proprietários

Sem dúvida, o NOD32 é uma boa opção de antivírus, porém assim como é no Windows ele é pago e você pode baixar uma versão de testes e usá-la por 30 dias.

Download aqui.

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Comodo Antivírus agora disponível também para Linux

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Mais uma opção para sua segurança

Com o passar do tempo, o Linux vem cada dia mais tomando conta do mercado, especialmente o corporativo e móvel. Muitas empresas de segurança estão portando os seus Softwares para o Linux, isso não quer dizer que o Linux está ficando mais vulnerável, mas mostra que os olhos das empresas para o sistema do Tux já não são tão desconfiados, a ponto de disponibilizar um software, muitas vezes inútil para o sistema operacional.

Comodo Antivirus para Linux


Muito antivírus já passaram por aqui, Avast, AVG e McAfee são apenas alguns exemplos, e ainda tem mais alguns que postaremos em breve.
Porém, hoje é a vez do Comodo, um antivírus que hoje em dia já não é tão referência quanto um dia já foi, usado principalmente no Windows, mas com versões para Mac, o antivírus agora possui uma versão para Linux empacotada em diferentes formatos para atender as principais distribuições.
Você pode fazer o download pelo link abaixo:



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Skype na mira dos Cybercriminosos

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Proteja a sua conta

Segunda uma reportagem do IDGNow, a Microsoft preocupada com a segurança do Skype mais do que gostaria.

Falha no Skype põe usuários risco



Muitos vírus de computador estão sendo criados para a plataforma, principalmente agora que o Skype se tornou um produto principal da Microsoft com a aposentadoria do MSN e probabilidade é que só aumente conforme as pessoas forem migrando para a plataforma.

Essa tendência já começou, e pode ser vista em relatos da semana passada que informam que o malware bancário Shylock foi atualizado e ganhou uma funcionalidade relacionada ao Skype. A novidade veio na forma de um plug-in, que permite ao código arbitrário enviar mensagens e arquivos maliciosos e se conectar a aplicações na Web, sem que seja necessário exibir um aviso e solicitar a confirmação do serviço.

Desde a descoberta do Shylock pela CSIS Security Group, a Trend Micro identificou um malware relacionado, chamado pela empresa de segurança de "worm_phorpiex.jz". Ele atua de forma semelhante ao Shylock e pode enviar mensagens contendo anexos que são, na verdade, cópias de si mesmo. Além disso, o código arbitrário pode se conectar a um servidor externo para baixar um malware e executá-lo no computador da vítima.

Aproximadamente 84% dos PCs infectados estão atualmente no Japão e cerca de 2% nos EUA, disse a Trend Micro.

O que a Microsoft está fazendo para proteger os seus clientes?

Segundo a empresa, problemas com o Skype  sempre existiram, a diferença é que agora ele está mais em foco e a "Gigante de Redmond" está dedicada a corrigir estas vulnerabilidades, dando prioridade ao Malware Shylock e mais dois que não são sitados mas que tem praticamentes as mesmas funções.

O que fazer para ficar seguro?

Segundo a Microsoft a principal dica é não clicar em links de e-mail desconhecidos e suspeitos e não instalar plugins não oficiais do Skype.
Adicionalmente podemos sitar a instalação de um bom antivírus e um firewall, passar o antivírus regularmente no computador pode ajudar também.

E o Linux nessa história?

Como sabemos agora o Ubuntu e demais distros Linux tem uma versão nativa do Skype, mas você usuário do pinguim pode ficar tranquilo pois estes vírus são especialmente para Windows, usuários de Mac OS aparentemente também não precisam arrancar os cabelos.

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Como instalar o AVG Anti-Vírus no Ubuntu 12.10 ou Linux Mint 13

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012



Vamos reforçar a segurança no seu Linux

Segurança computacional é um dos assuntos mais sérios para quem trabalha com informática, quando usamos Linux os riscos de infecção caem muito, e apesar de serem quase nulos mesmo, existem.
Eu mesmo nunca utilizei anti-virus nos meus Linux e nunca tive problemas.

AVG

Por que usar Anti-Vírus então?

Em primeiro lugar, segurança nunca é demais, e em segundo, infelizmente não vivemos num mundo onde máquinas com Linux são maioria ( por enquanto) então a possibilidade de você uma hora ou outra ter que espetar seu pendrive numa máquina com Windows e até mesmo com Mac OS é mais provável, e como sabemos eles são mais suscetíveis a vírus.
Para ter certeza de que não existem pragas virtuais no seu pendrive ou mesmo verificar uma partição que roda windows na sua máquina caso você faça dual boot é que vamos te ensinar a instalar o AVG Anti-vírus no Ubuntu ou no Linux Mint.
O AVG não é um software livre, mas é gratuito e é uma das melhores opções.

Instalação

Abra o terminal e cole o seguintes comandos:

wget http://download.avgfree.com/filedir/inst/avg2011flx-r1408-a3943.i386.deb
Para instalar propriamente, faça:

sudo dpkg -i avg2011flx-r1408-a3943.i386.deb
Depois da instalação, para colocar o AVG em execução dê o seguinte comando:

sudo avgctl --start
Pronto seu AVG já está protegendo ainda mais o seu Linux.

Como usar 

Como sitamos anteriormente, possivelmente a maior utilização do anti-vírus no Linux é para escanear pastas específicas.
Para escanear uma pasta específica, basta digitar o comando:

avgscan -H /NOME_DA_PASTA
Onde NOME DA PASTA, é o caminho do diretório que você quer escanear.

Para atualizar o AVG use:

sudo avgupdate -d
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Android é o principal alvo de vírus para dispositívos móveis

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012


Um novo relatório realizado pela McAfee, sobre as tendências de malware e segurança cibernética para o segundo trimestre de 2012, aponta o maior pico de amostras de malware detectados em quatro anos, e ilustra a crescente ameaça enfrentada pelos dispositivos móveis de dispositivos - especialmente Android.
Não há necessariamente nada de surpreendente no relatório trimestral. O fato de que é essencialmente mais do mesmo, com ligeiras variações sobre temas de relatórios trimestrais anteriores. No entanto, o conteúdo deve ser motivo suficiente para preocupação. A mensagem de fundo é que ataques maliciosos são uma ameaça séria, e eles não vão desaparecer tão cedo.
Como se espalham
Sites maliciosos são um método popular para a obtenção de malware. Uma média de 2,7 milhões de URLs maliciosas foram detectados a cada mês, apontando para cerca de 300 mil domínios corrompidos. Isso dá cerca de 10 mil novos domínios maliciosos criados todos os dias com o objectivo expresso de hospedagem de malware e sequestro de PCs ou dispositivos móveis desprotegidos.

Android pega vírus meu povo! Oe!
Outro método de propagação de malwares é através de pendrives infectados. Crackers colocam o código malicioso em arquivos de AutoRun que executam automaticamente quando o pendrive é inserido em um PC. O malware pode comprometer a máquina e procurar outras unidades conectadas para infectar a continuar se espalhando.
O retorno de Botnets
Botnets têm sido uma ameaça constante nesse ano. Graças aos esforços de pesquisadores de segurança, e nomes importantes como a Microsoft, algumas das botnets mais perigosas e prolíficas foram danificadas ou inteiramente destruídas.

De acordo com o último relatório trimestral, no entanto, as vitórias são, aparentemente, de curta duração. As atividades de botnets estão em alta há 12 meses, e crackers continuam a desenvolver novas e inteligentes maneiras de gerenciar e controlar os enormes exércitos de computadores comprometidos. Pesquisadores descobriram que o Twitter está sendo usado por algumas botnets para emitir comandos para os sistemas infectados.
A Fronteira Móvel
O maior destaque no mundo dos malwares são os móveis. A mudança de celulares tradicionais, que simplesmente completam ligações telefônicas, para smartphones, contendo gigabytes de dados, fez com que os computadores de bolso se tornassem alvo preferido dos crackers.

Atualmente, a maioria das pessoas é condicionada a executar softwares de segurança antimalware em seus PCs e treinada com o bom senso de reconhecer e evitar muitos tipos de ataques. No entanto, essa mentalidade de segurança ainda não foi transferida para smartphones e tablets, fazendo com que muitas pessoas não tenham a proteção adequada em seus dispositivos móveis.
O fato de muitas empresas adotarem o BYOD (traga seu próprio dispositivo) e permitirem que seus funcionários usem seus próprios dispositivos móveis pessoais para se conectar aos recursos da rede e dados da empresa aumenta os riscos e torna dispositivos móveis um risco ainda maior, em muitos casos.
Smartphones e tablets Android são os principais alvos. Praticamente todas as amostras de malware móvel detectados são destinados para o Os do Google, que varia de malware que envia mensagens SMS, ou pagamentos SMS fraudulentos, botnets móveis, spyware e Cavalos de Troia que podem capturar ou destruir dados de dispositivos.
O iOS da Apple é mais bloqueado por natureza, e as aplicações têm de ser aprovadas pela Apple para entrarem na App Store. Com o Android, no entanto, a plataforma é mais aberto pelo projeto, e os usuários são livres para obter aplicações a partir de uma ampla variedade de fontes fora da loja oficial do Google Play. Além disso, apps para Android normalmente não são revisados ​​ou controlados de forma alguma, tornando mais fácil para crackers implantar aplicativos que contêm malware.
O relatório ilustra claramente que os usuários ainda precisam estar atentos e prevenidos contra novas ameaças. Mais importante, ele demonstra por que a proteção antimalware no PC por si só não é suficiente. Você precisa ter a mesma proteção sólida para todos os seus PCs e dispositivos móveis.
Fonte : IDGNOW


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Descoberto Cavalo de Troia para Linux

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terça-feira, 4 de setembro de 2012

A empresa russa de tecnologia de segurança, a Dr. Web anunciou ter encontrado um troiano capaz de roubar passwords em plataformas de Linux, bem como nos Mac OS X. Os detalhes sobre o Wirenet.1 e a sua técnica de disseminação são escassos, por agora.



Mas a referida empresa informa que o programa tem como alvo, passwords para browsers Opera, Firefox, Chrome, Chromium, assim como aplicações como o Thunderbird, SeaMonkey ou Pidgin.
No Linux ele copia-se para o directório “~ / WIFIADAPT” antes de tentar se conectar a um servidor de comando e controle hospedado em 212.7.208.65, usando um canal AES cifrado. Isso oferece pelo menos, uma forma simples de bloquear as comunicações ou quaisquer cargas adicionais.
A Dr Web ganhou protagonismo no início deste ano quando revelou a existência do troiano, Flashback, cujo alvo eram utilizadores de computadores Mac, numa escala sem precedentes.
Não é claro se as capacidades multi-plataforma do Wirenet podem alargar-se ao ataque de sistemas Windows. Não executar esses ataques será uma forma de evitar os radares das empresas de segurança.
Os malwares com capacidade de multiplataforma são raros, mas não inéditos. A técnica usual é ligar-se a Java em busca de vítimas a utilizarem o OS X.
O malware especificamente projectado para roubar credenciais de sistemas Linux é quase inédito. Mas pode, com base nesta nova descoberta, tornar-se um pouco menos no futuro.
“Nós não temos evidência explícita de usar Java. Que eu saiba não. Este ficheiro é proveniente do VirusTotal”, diz o analista Igor Zdobnov, da Dr. Web.


Fonte

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Facebook se complica com a lei por vazar informações de usuários

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012


O Facebook deve parar de fornecer dados pessoais para fabricantes de aplicativos de terceiros sem o consentimento explícito de usuários, disse a Federação de Organizações de Consumidores Alemães (VZBV), na terça-feira (28/8). Se a rede social não estiver de acordo com a solicitação antes da próxima segunda-feira (3/9), ela poderá enfrentar ação legal.
O site tem incentivado amplamente o uso de aplicativos de terceiros em sua plataforma, mas com a introdução da App Center em julho sua prática de proteção de dados piorou em vez de melhorar, disse o VZBV em seu site. Em vez de perguntar aos usuários se é permitido compartilhar seus dados, o consentimento é simplesmente dado ao clicar nos botões "jogar" (game play, em inglês) ou "enviar para o telefone" (send to phone, em inglês), acrescentou.
O Facebook foi oficialmente advertido pela Federação e deve cumprir com a legislação vigente aplicável, disse. A VZBV é uma organização que representa os 16 centros de consumo dos Estados alemães, bem como 25 outras associações de consumidores.
A rede fornece uma lista limitada escrtita em fonte pequena e da cor cinza claro, a qual descreve que o acesso será concedido a um provedor de aplicativo, que inclui acesso ao chat do usuário, informações sobre amigos, informações de contato pessoal e da capacidade de postar nos murais de usuários.
Fornecendo essa extensa quantidade de informações a terceiros só é possível, sob a lei alemã, após o consentimento consciente por parte do usuário, de acordo com a Federação. Isso leva as organizações de consumidores a concluir que Facebook "viola claramente" a lei do país, disse.
facebook_logo
"Nós não excluímos a possibilidade de tomar novas medidas legais, caso o ultimato terminar sem uma declaração oficial do Facebook para alterar as configurações", disse Katharina Maria Nocun, diretora de política do VZBV, em um e-mail.
"Esperamos que a empresa tente encontrar uma solução que respeite os direitos do consumidor e as leis alemãs", disse ela, acrescentando que a Federação processou o Facebook no passado por conta do "friend-finder" e formulações pouco claras em seus Termos de Serviço.
Um porta-voz da rede social disse que o site está analisando o assunto e não foi capaz de fornecer qualquer comentário adicional.
O Facebook está sob escrutínio renovado proteção de dados na Alemanha. No início deste mês, o Comissário de Protecção de Dados de Hamburgo reabriu seus processoscontra o uso da tecnologia de reconhecimento facial usado pela página para sugerir quais usuários devem ser "marcados" nas fotos. A rede social ainda armazena perfis faciais de usuários existentes que foram colhidos sem o consentimento explícito dos usuários.
O site tem agora de decidir se quer obter o consentimento expresso dos usuários para o reconhecimento facial, apagar os dados ou enfrentar uma ação judicial, disse o Comissário.


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Windows em perigo

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sábado, 18 de agosto de 2012


windows error

Um novo grande inimigo do Windows começa a rondar o mundo virtual, e não estamos falando de uma nova versão do Mac OS ou de uma nova distribuição de Linux. O vilão da vez para o sistema da Microsoft é o trojan Shamoon, capaz não apenas de roubar dados, mas também de apagar informações do disco.

Ele é pode, inclusive, deletar arquivos importantes do sistema, tornando impossível a sua inicialização — o que seria resolvido apenas com a formatação da máquina. O malware é um arquivo de apenas 900 KB que aparece de forma criptografada, como visto na imagem acima, divulgada pelo Kaspersky Lab.

Conforme relato da companhia Seculert, especialista na área de segurança na web, o Shamoon ainda não se tornou uma praga ainda e está infectando apenas máquinas de algumas empresas específicas. Ainda de acordo com a postagem, o malware também conhecido como Disttrack infecta um PC conectado à internet e então faz o mesmo com todas as demais máquinas ligadas a ele pela rede.

A Symantec, dona do antivírus Norton, foi a única empresa que já atualizou suas defesas para combater a nova ameaça. As gigantes do ramo dos antivírus ainda trabalham para descobrir quem está por trás do Shamoon.

Fonte



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O aplicativo do What'sApp no Facebook é uma fraude cuidado!

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terça-feira, 14 de agosto de 2012


Facebook oferece uma plataforma bem segura para desenvolvedores criarem aplicativos, mas apesar disso, alguns deles insistem em usar o site para aplicar golpes. É o caso de mais um aplicativo fraudulento, que usa um nome bem conhecido: o do WhatsApp. Um aplicativo falso apareceu ontem e já está fazendo vítimas na maior rede social do mundo.
whatsapp-facebook-hero
O aplicativo pede acesso aos dados pessoais dos usuários e também a dados que outros amigos compartilharam com você. Depois disso, redireciona o usuário para um outro domínio, fora do Facebook, onde são exibidas propagandas e outros aplicativos no Facebook, todos provavelmente também fraudulentos. De quebra, o app também envia convites do aplicativo a todos os amigos da lista – isso sem perguntar.
spam-whatsapp-facebook
Página que o usuário do Facebook recebe ao aceitar o aplicativo: spam puro.
Não faz sentido um aplicativo de mensagens que está atrelado a um número de celular oferecer uma versão web, então isso já é um bom indicativo de que o programa é falso. Além disso, a URL do aplicativo é bastante suspeita: ‘yesiamback’.
Uma busca por WhatsApp no Facebook revelou outros 10 aplicativos que parecem ter o mesmo objetivo, mas todos eles já foram bloqueados pela rede social. O único que aparentemente continua ativo foi o que começou a fazer vítimas ontem.
Recomendamos que se você receber um convite para esse aplicativo, bloqueio e reporte-o como SPAM para que ele seja retirado do ar o quanto antes. E pedir desculpas aos seus amigos também seria uma boa.




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Malwares para Android e Blackbarry são descobertos pela Kaspersky

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sábado, 11 de agosto de 2012


android-security

Os especialistas em segurança da Kaspersky Labs encontraram novas amostras de malwares existentes nos smartphones Android e BlackBerry. Tratam-se de cinco variações do ZitMo (ZeuS-in-the-Mobile), disseminadas por meio de pacotes maliciosos capazes de abrir portas para conexões não autorizadas – resultando, principalmente, no roubo de informações bancárias e senhas do usuário.
Dos cinco novos pacotes encontrados, quatro são nocivos ao sistema operacional BlackBerry (da RIM) e um é destinado a abrir portas no Android. No sistema da Google, ele aparece como um certificado na página de aplicativos (exibindo textos em alemão), de uma maneira similar à mostrada no início da notícia.
Segundo o The Verge, é bem provável que essa atual onda de ataques seja direcionada exclusivamente aos usuários que utilizam os sistemas operacionais em alemão. Mesmo assim, é necessário ficar atento para evitar que pacotes não autorizados sejam instalados em seu smartphone. Uma dica importante para isso é evitar instalar aplicativos baixados de fontes não certificadas pela Google.

Fonte: The Verge e Kaspersky L



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Os melhores antivírus grátis para Android

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segunda-feira, 11 de junho de 2012


Os celulares com sistema operacional Android invadiram o Brasil e já são um sucesso absoluto de vendas. A facilidade com que você instala aplicativos,navega pela web, lê o seu e-mail e muito mais, faz com que os smartphones Android caiam rapidamente no gosto de qualquer pessoa.
Entretanto, muita gente tem dúvidas quanto à segurança do dispositivo. . Então, se você é daquelas pessoas que prefere prevenir antes de remediar, preparamos umalista com cinco antivírus grátis para proteger o seu Android. Confira:
avast! Mobile Security
avast! é sinônimo de rapidez e eficácia. Não poderia ser diferente na versão do antivírus para Android. avast! Mobile Security é rápido, escanea o dispositivo e o cartão de memória e ainda conta com um sistema antirroubo. Uma ótima alternativa para proteger o seu Android.
AVG Anti-Virus Free
Outro nome de peso que desenvolveu um antivírus especial para celulares com sistema operacional do Google. O AVG Anti-Virus Free é grátis, fácil de usar e escanea o seu dispositivo automaticamente. Completo em opções de configuração e funções, é um peso-pesado na proteção do Android.
Norton Antivirus & Security
Norton Antivirus & Security oferece antivírus e antifurto no mesmo aplicativo para o seu Android. Você configura o antivírus do aplicativo à sua maneira e consegue proteger o celular contra vírus, malwares e muito mais. Também possui funções avançadas para o antifurto e destruição de dados.
Lookout Security & Antivirus(Estou usando este)
Três aplicativos em um: antivírus, localizador e backup são as funções principais do Lookout Security & Antivirus. Mesmo sem ter um nome de peso, o aplicativo surpreende pela quantidade de funções e pelas dezenas de opções de configuração. Se você quer testar algo diferente, este é o seu aplicativo.
NetQin Antivirus
Tem as mesmas funções que um antivírus para PC oferece: analisa o dispositivo, atualiza o banco de dados de vírus, seleciona unidades a serem analisadas e agenda verificações do aparelho. O NetQin Antivirus é recomendado por alguns fabricantes de celulares como o antivírus ideal.
E aí, qual é a sua escolha?

Internauta não precisa pagar por antivírus, diz revista

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quarta-feira, 30 de maio de 2012


A Consumer Reports aplicou testes em softwares pagos e gratuitos e avaliou quais deles possuem melhor desempenho de proteção contra malwares

O artigo afirma que realizou testes em 18 diferentes tipos de aplicativos – 4 deles gratuitos e 14 pagos. Os testes foram realizados em conjunto com a International Consumer Research & Testing, com o intuito de descobrir "o quão bem um software pode defender computadores de exploits vindos de sites".Em um controverso teste de eficácia antimalware, a edição de junho da revista americana Consumer Reports traz como principal recomendação um software antimalware gratuito para proteger computadores com Windows e Mac. Com algumas ressalvas, a publicação diz em seu artigo "Security Software" que considera desnecessária a compra de um programa pago.
Combinando esses resultados com outros testes relacionados como "facilidade de uso", bem como a mensuração de como o software utiliza a memória ou outros recursos que podem deixar o computador mais lento durante uma verificação do sistema, o teste também mediu a "velocidade de digitalização" - relacionada com a rapidez com que grandes grupos de arquivos podem ser verificados, e "atualização" - para verificar quão rápido cada software poderia ser atualizado com relação a novos malwares. Outras categorias como "informações úteis" (relacionada à simplicidade e utilidade das instruções) e "avisos claros" também foram examinadas.

A efetividade de "desempenho do firewall", "filtro de spam", "filtros de controle parental" e "recuperação sem inicialização" também foi tecnicamente analisada pela publicação e seu parceiro de pesquisa.

Na edição de junho, a Consumer Reports recomendou que os consumidores utilizassem ferramentas gratuitas antimalware. A melhor escolha foi o Avira Free Antivirus, seguido pelo AVG Anti-Virus Free 2012, Avast Free Antivirus e Microsoft Security Essencials. Mas eles eram recomendados somente se o usuário não fosse considerado do grupo de maior risco da internet - ou, como definido pela publicação, aqueles que "acessam remotamente arquivos no seu computador quando estão fora de casa, por exemplo, precisarão de maiores proteções".
Casos e casos
A Consumer Reports também reconheceu que "suítes pagas oferecem maior quantidade de recursos e são mais simples de usar, com uma interface única - somente um download e uma instalação - e uma única atualização de tempos em tempos".

Apesar da forte recomendação para o Avira e três outros antimalwares gratuitos, a publicação comentou que isso não significa que softwares gratuitos, no geral, terão melhor desempenho com relação aos golpes encontrados na rede (eles realizaram testes com vírus e exploits) que os pagos. De fato, eles são piores.

No quesito "golpes na rede", complexos testes foram aplicados contra exploits provenientes de sites. Avira, Avast e Microsoft Security ganharam um mero "bom" na classificação. Somente o AVG subiu para o ranking de "muito bom".

Em contraste, o Avira pago teve um melhor desempenho contra "golpes na internet" com um "muito bom" na classificação. O software pago G Data Internet Security 2012, o ESET Smart Security 5, o Norton Internet Security 2012, o F-Secure Internet Security 2012, o BullGuard Internet Security 2012 e o Trend Micro Titanium Internet Security 2012 também tiraram notas altas nesse quesito.

Mas o título de excelência ficou com o Kaspersky Security 2012 e com o BitDefender Internet Security 2012. O McAfee Internet Security 2012 e o Panda Internet Security 2012 - ambos os softwares pagos - atingiram apenas a classificação "bom" na categoria, de acordo com os testes aplicados pelo Consumer Reports.

Vírus de computadores mais comuns e Suas características

3 comentários

sábado, 4 de junho de 2011

Quem nunca teve problemas com vírus de computador que atire o primeiro mouse!

Sabemos que vírus de computadores são mais comuns e plataformas Windows do que em Linux e Mac, porém, o objetivo deste artigo é elucidar e ensinar a você os principais tipos de vírus que existem precise você se preocupar ou não.

Mas Afinal o que seria um vírus?



Em informática um vírus de computador é um programa malicioso que só tem como objetivo prejudir o sistema e o usuário, este programa normalmente se automultiplica semelhante ao que faz um vírus biológico.
Vejamos agora alguns tipos mais comuns e corriqueiros de vírus de computador: 

Vírus de Boot

Um dos primeiros tipos de vírus conhecido, o vírus de boot infecta a parte de inicialização do sistema operacional. Assim, ele é ativado quando o disco rígido é ligado e o sistema operacional é carregado.

Time Bomb

Os vírus do tipo "bomba-relógio" são programados para se ativarem em determinados momentos, definidos pelo seu criador. Uma vez infectando um determinado sistema, o vírus somente se tornará ativo e causará algum tipo de dano no dia ou momento previamente definido. Alguns vírus se tornaram famosos, como o "Sexta-Feira 19", "Michelangelo", "Eros" e o "1º de Abril (Conficker)".

Minhocas, worm ou vermes

Como o interesse de fazer um vírus é ele se espalhar da forma mais abrangente possível, os seus criadores por vezes, deixaram de lado o desejo de danificar o sistema dos usuários infectados e passaram a programar seus vírus de forma que apenas se repliquem, sem o objetivo de causar graves danos ao sistema. Desta forma, os seus autores visam a tornar suas criações mais conhecidas na Internet. Este tipo de vírus passou a ser chamada de verme ou worm. Eles estão mais aperfeiçoados, já há uma versão que ao atacar a máquina hospedeira, não só se replica, mas também se propaga pela internet, pelos e-mail que estão registrados no cliente de e-mail, infectando as máquinas que abrirem aquele e-mail, reiniciando o ciclo.

Trojans ou cavalos de Tróia

Certos vírus trazem em seu bojo um código a parte, que permite a um estranho acessar o micro infectado ou coletar dados e enviá-los pela Internet para um desconhecido, sem notificar o usuário. Estes códigos são denominados de Trojans ou cavalos de Tróia.
Inicialmente, os cavalos de Tróia permitiam que o micro infectado pudesse receber comandos externos, sem o conhecimento do usuário. Desta forma o invasor poderia ler, copiar, apagar e alterar dados do sistema. Atualmente os cavalos de Tróia agora procuram roubar dados confidenciais do usuário, como senhas bancárias.

Os vírus eram no passado, os maiores responsáveis pela instalação dos cavalos de Tróia, como parte de sua ação, pois eles não têm a capacidade de se replicar. Atualmente, os cavalos de Tróia não mais chegam exclusivamente transportados por vírus, agora são instalados quando o usuário baixa um arquivo da internet e o executa. Prática eficaz devido a enorme quantidade de e-mails fraudulentos que chegam nas caixas postais dos usuários. Tais e-mails contém um endereço na Web para a vítima baixar o cavalo de Tróia, ao invés do arquivo que a mensagem diz ser. Esta prática se denomina phishing expressão derivada do verbo to fish, "pescar" em inglês. Atualmente, a maioria dos cavalos de Tróia visam a sites bancários, "pescando" a senha digitada pelos usuários dos micros infectados. Há também cavalos de Tróia que ao serem baixados da internet "guardados" em falsos programas ou em anexos de e-mail, encriptografam os dados e os comprimem no formato ZIP. Um arquivo. txt dá as "regras do jogo": os dados foram "seqüestrados" e só serão "libertados" mediante pagamento em dinheiro para uma determinada conta bancária, quando será fornecido o código restaurador.

Também os cavalos de tróia podem ser usados para levar o usuário para sites falsos, onde sem seu conhecimento, serão baixados trojans para fins criminosos, como aconteceu com os links do google, pois uma falha de segurança poderia levar um usuário para uma página falsa. Por este motivo o serviço esteve fora do ar por algumas horas para corrigir esse bug, pois caso contrário as pessoas que não distinguissem o site original do falsificado seriam afetadas.
Outra conseqüência é o computador tornar-se um zumbi e, sem que o usuário perceba, executar ações como enviar Spam, se auto-enviar para infectar outros computadores e fazer ataques a servidores (normalmente um DDoS, um acrônimo em inglês para Distributed Denial of Service – em português, ataque distribuído de negação de serviço). Ainda que apenas um micro de uma rede esteja infectado, este pode consumir quase toda a banda de conexão com a internet realizando essas ações mesmo que o computador esteja sem utilização, apenas ligado. O objetivo, muitas vezes é criar uma grande rede de computadores zumbis que, juntos, possam realizar um grande ataque a algum servidor que o autor do vírus deseja "derrubar" ou causar grande lentidão.

Hijackers

Hijackers são programas ou scripts que "sequestram" navegadores de Internet. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).

Vírus em redes sociais

Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de vírus no Orkut que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles que receberem o recado precisam clicar em um link para se infectar, a relação de confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário clicar sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usando a rede do Orkut, o vírus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico Banker.

Estado Zumbi

O estado zumbi em um computador ocorre quando é infectado e está sendo controlado por terceiros. Podem usá-lo para disseminar, vírus, keyloggers, e procedimentos invasivos em geral. Usualmente esta situação ocorre pelo fato da máquina estar com seu Firewall e ou Sistema Operacional desatualizados. Segundo estudos na área, um computador que está na internet nessas condições tem quase 50% de chance de se tornar uma máquina zumbi, que dependendo de quem está controlando, quase sempre com fins criminosos, como acontece vez ou outra, quando crackers são presos por formar exércitos zumbis para roubar dinheiro das contas correntes e extorquir.

Vírus de Macro

Os vírus de macro (ou macro vírus) vinculam suas macros a modelos de documentos gabaritos e a outros arquivos de modo que, quando um aplicativo carrega o arquivo e executa as instruções nele contidas, as primeiras instruções executadas serão as do vírus.
Vírus de macro são parecidos com outros vírus em vários aspectos: são códigos escritos para que, sob certas condições, este código se "reproduz", fazendo uma cópia dele mesmo. Como outros vírus, eles podem ser escritos para causar danos, apresentar uma mensagem ou fazer qualquer coisa que um programa possa fazer.
Resumindo, um vírus de macro infecta os arquivos do Microsoft Office (.doc - word, .xls - excel, .ppt - power point, .mdb - access.)

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