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IBM oferece o novo LinuxONE III com Ubuntu

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

A IBM promete inovar o mercado empresarial com o LinuxONE III, uma solução aberta, segura, flexível e resiliente. Unindo o melhor dos dois mundos: a nuvem e a privacidade, assegurando os dados de seus clientes. 

linuxone-ubuntu-linux-ibm-servidor-web-cloud-computador-site-service-kubernetes

Com uma parceria entre IBM e Canonical, munido de um sistema operacional moderno, de código aberto e um hardware poderoso, essa versão pode suportar imensas cargas de processamento. Considerando que normalmente um computador doméstico chega a possuir um processador de 8 núcleos, e em média 8 - 16 GB de RAM. O poderio do LinuxONE III é de cair o queixo, com até 190 núcleos de processamento e 40 TB de memória RAM.

Segundo a postagem no blog oficial do Ubuntu, escrita pela diretora do departamento responsável por Linux da IBM o IBM Z e LinuxONE, Kara Tood, “Hoje, as empresas precisam de um sistema altamente seguro e flexível para apoiar suas iniciativas e para que esse sistema cresça e evolua para o amanhã. O mais recente sistema LinuxONE, foi projetado para apoiar iniciativas de missão crítica e permitir que as empresas sejam inovadoras ao projetar e escalar seu ambiente. O LinuxONE III fornece recursos para proteção e privacidade avançadas de dados, resiliência e escalabilidade da empresa e ativação, e integração na nuvem”.


Projetado para segurança, seja local ou em nuvem (híbrida ou não), possuindo serviços de criptografia Hyper Protect e toda uma base sólida para contêineres com Kubernetes, existe a possibilidade de utilizar diferentes versões do sistema da Canonical. Incluindo, o Ubuntu 18.04 LTS ou para quem deseja as últimas tecnologias e recursos mais recentes no Ubuntu, sua versão 19.04 (talvez com o lançamento do Ubuntu 19.10, o mesmo também faça parte desta lista).

O LinuxONE III também suporta Blockchain, nuvem múltipla híbrida entre outros recursos em que os interessados podem saber mais visitando patners.ubuntu.com ou o site da IBM.

linuxone-ubuntu-linux-ibm-servidor-web-cloud-computador-site-service-kubernetes

Valores não foram informados, porém, tendo em vista o nível do equipamento, presume-se não ser algo para “meros mortais”. Contudo, para donos de médias e grandes empresas, pode ser uma ótima solução.

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Fonte: IBM, Ubuntu.
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Tangram, um app para gerenciar Webapps

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Hoje em dia, ter os serviços concentrados em um único lugar e poder acessá-los de forma rápida e prática é muito bom, não é mesmo? 😊
Se usamos webapps então, uma hora ou outra vira “bagunça”. 😄 Tangram quer ajudar a organizar essa “bagunça”.


Tangram, um app para gerenciar Webapps






Webapps, de forma bem resumida, são serviços ou aplicações dentro da “Web”, como por exemplo o Google Docs, GDrive, YouTube, Twitter e afins. Se estivermos usando o Google Chrome/Chromium, podemos “instalar” alguns sites e assim virar “programas”, sem exibir a barra de URL, favoritos e etc.
Alguns programas já famosos, como o Rambox e Franz, fazem esse tipo de instalação e hoje vamos mostrar mais um que está chegando para isso, o Tangram.

Ele foi pensado e desenvolvido para o ambiente GNOME, usando o WebKitGTK como base, então teoricamente, qualquer ambiente derivado dele pode se beneficiar das integrações entre app e o ambiente gráfico.


Para adicionar um Webapp é bem simples, basta digitar a url na barra de pesquisa, não precisa do https:// ele completa “sozinho” depois que você apertar a tecla “Enter”. Feito isso é só esperar o carregamento do site e aí apertar o botão “Done”. Pronto o seu webapp ta criado no Tangram.



Recursos presentes na versão atual:

● Configurar e gerenciar webapps;
● Abas permanentes e independentes;
● Personalizar título;
● Re-ordenar abas;
● Alterar posição das abas;
● Navegação;
● Atalhos;
● Notificações na área de trabalho;

Para instalar ele, você vai utilizar o Flatpak. Se o seu sistema não tem ele instalado, basta seguir o nosso tutorial. Depois de ter feito a configuração do Flatpak, vamos a instalação do Tangram. Com o terminal aberto, digite o seguinte comando para adicionar o repositório do Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Em seguida, instale a aplicação:

flatpak install flathub re.sonny.Tangram

Depois de terminado a instalação, é para ficar “mais ou menos” parecido com a imagem abaixo.


Se quiser remover via terminal, utilize este comando:

flatpak remove re.sonny.Tangram

No Ubuntu depois de seguir a nossa postagem, acesse este link, pesquise diretamente na loja por: “Tangram” e instale o programa.

Alguns sites podem não funcionar, mas aí vai depender do site. Aí agora é só usufruir do Tangram 😉.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Firefox Private Network, o proxy com criptografia da Mozilla

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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Recentemente cobrimos o lançamento do Mozilla Firefox 69 e sua novidades, parece que a Mozilla não perde tempo e já está testando um novo serviço para seu navegador web. Conheça o Firefox Private Network.

mozilla-firefox-private-network-proxy-segurança-browser-navegador-wifi-publico

Ainda não é uma VPN provinda da Mozilla, em primeiro momento pensei o mesmo. No entanto, trata-se de um proxy com criptografia. Além disso, o serviço oculta seu endereço IP substituindo por outro. A criptografia do Firefox Private Network é oriunda da gigantesca CloudFlare, que também é utilizada por outros aplicativos famosos, como por exemplo, o Discord.

A solução da Mozilla é ótima para cenários em que o cuidado deve ser redobrado. Afinal, utilizar seu dispositivo em uma rede pública pode gerar transtornos e em casos mais severos afetar o “bolso” ou sua privacidade. O intuito é criar de fato uma “rede privada”, protegendo seus usuários de eventuais rastreios na web, e demais problemas ocasionados por não tomar as devidas precauções.

mozilla-firefox-private-network-proxy-segurança-browser-navegador-wifi-publico-extensão

O Firefox Private Network está em fase beta no famoso programa de testes da empresa, o Test Pilot, sendo que apenas usuários dos Estados Unidos poderão fazer uso da extensão. Sua gratuidade é temporária, sendo informado pela empresa que essa versão beta oferece gratuitamente o serviço, mas por tempo limitado.

É notório o esforço empregado pela Mozilla para se sustentar, não dependendo apenas de doações, com investimentos em soluções como, o Firefox Premium e desenvolvendo serviços que agregam e atraem mais usuários a sua plataforma (Firefox Send é um deles).

Provavelmente o Firefox Private Network será incorporado nas versões futuras do navegador Firefox e estará disponível em outros países, porém, como bem diz a empresa: “sua gratuidade é por tempo limitado”.

Para mais detalhes acesse a página do serviço de proxy da “raposa de fogo”.

Você utilizaria a rede privada da Mozilla, melhor ainda, pagaria pelo serviço?

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Até o próximo post, compartilhe nosso conteúdo, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Mozilla.
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Navegador Vivaldi chega ao Android

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Com seu famoso slogan “Vivaldi: O navegador que coloca você no controle”, o browser é conhecido por possuir diversas features (que em outros navegadores exigem a instalação de algum plugin) e nestes anos de existência passou a concorrer diretamente com o Opera.

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

O cenário de navegadores web é vasto, seja nas plataformas mobiles ou desktop. O Vivaldi demorou, mas enfim adentrou no mundo Android. Não espere o mesmo número de recursos no Android, comparado a sua versão para PC, ao menos neste primeiro momento.

Veja a entrevista que tivemos há algum tempo com o fundador e atual CEO do Vivaldi Jon von Tetzchner, e saiba mais sobre o conceito/premissa do browser.


Alguns destaques dessa versão mobile são:

  • Sincronização de dados: Mantenha marcadores, senhas, notas e mais. Sincronizados entre seus dispositivos com encriptação ponto-a-ponta;
  • Favoritos em um toque: O “Speed Dial”, assim como na versão para desktops, também está presente. Você pode personalizar as páginas favoritas e sempre ao abrir uma nova aba, o Speed Dial estará presente para acesso rápido;
  • Notas: O Vivaldi permite a criação de notas, sem necessidade de abrir um novo app;
  • Captura de páginas: Você pode capturar apenas as áreas visíveis de um site ou toda página;
  • Navegação privada: Durante a navegação com guias privadas, pesquisas, sites visitados, cookies e arquivos temporários não são gravados pelo Vivaldi;
  • Pesquisa instantânea: Use apelidos no campo de endereço para trocar rapidamente o mecanismo de pesquisa. Por exemplo, digite “w” para Wikipédia ou “d” para acessar o DuckDuckGo (inclusive fizemos uma matéria sobre o buscador DuckDuckGo, acesse e saiba mais).

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

O navegador está em fase beta na Google Play, e você pode adquirir o app gratuitamente por esse link ou via QR-Code.

vivaldi-browser-navegador-web-android-google-play-beta-app

Para mais detalhes, acesse a página oficial do Vivaldi e saiba mais sobre suas features. 

Também escrevemos uma matéria sobre o novo Firefox para Android, caso esteja curioso, segue o link.

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Vivaldi.
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Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Para quem acompanha o cenário Linux “tupiniquim”, já ouviu falar da distro BigLinux, que é muito tradicional no meio de TI e que já foi a distro de entrada de muita gente no mundo Linux.

Novo BigLinux é lançado, com base Ubuntu 19.04






Como tudo no mundo da tecnologia, temos evoluções e com o BigLinux não poderia ser diferente. Eis que em 2019, a distro volta com tudo e reformulada. A última versão tinha sido a 7.10 e lançada em 2017.  

A reformulação da distro

Primeira coisa que foi feita pelo pessoal do BigLinux, foi encontrar a base do sistema, e a escolhida foi o Ubuntu 19.04 e pretendem estabilizar no Ubuntu 20.04 LTS. Isso é muito bom, pois “vai pegar” as melhorias que vêm sendo implementadas pelo Ubuntu, como os drivers de vídeos recentes, Kernels e melhorias em geral.

Depois vem a escolha do Desktop Environment (DE), que antes eram usados o Cinnamon e a DE do Deepin. Depois de muitos testes, foi escolhido que seria melhor voltar para o KDE e implementar o LXQT.

Outras novidades apresentadas nesta versão 19.04 do BigLinux são:

● 30 webapps, entre eles Whatsapp, Telegram, Netflix, Spotify, Deezer, Prime Vídeo, Google Maps, Youtube, Twitter, Skype, Waze, TuneIn, Messenger, que ao todo não chegam perto de consumir 1 MB de armazenamento;



● Sistema de Arquivos Btrfs, que já vem configurado para criar pontos de restauração de até 7 dias (snapshots ou backups). Por padrão esse recurso funciona apenas para arquivos do sistema, não mantendo cópias dos arquivos da pasta do seu usuário, ou seja, a pasta /home, mas, se você preferir, pode alterar a opção em “Snapshots e backups”;

● Três (3) temas pré-configurados:  Arc, Adapta e Dark;



● Editor de Imagens GIMP, já com o GMIC e o PhotoGimp (criação Diolinux) instalados por padrão;



● Outra possibilidade, é poder escolher entre o Kernel “normal” (Generic, o mesmo usado pelo Ubuntu, por exemplo) ou o Kernel Xanmod, que conta com algumas melhorias.

Às versões dos principais programas são:

● Kernel Generic 5.0.0-25.26;
● Kernel Xanmod 5.2.8-8;
● KDE Frameworks 5.60.0;
● KDE Plasma 5.16.4;
● LibreOffice 6.3.0;
● GIMP 2.10.8;
● Firefox 68.0.2;
● Chromium 76
● Mesa Driver 19.0.9
● Suporte para Snap e Flatpak na loja de aplicativos.

Configuração mínima
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 2 GB de memória RAM
- 8 GB de espaço de armazenamento

Configuração recomendada
- Processador de 64 bits Intel ou AMD, ou compatível
- 4 GB ou mais de memória RAM
- 40 GB ou mais de espaço de armazenamento

Para baixar a nova versão do BigLinux, basta acessar este link.

Muito bom ver uma distro tão querida retomando “os trabalhos” com “gás total” e trazendo um produto de qualidade, como o pessoal do BigLinux está fazendo. Espero que continue por muitos anos 😁.

Nós diga aí nos comentários, o que achou dessa versão nova do BigLinux.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.
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4 Alternativas de navegadores open source que vale a pena utilizar

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Navegador web é quase como um time de futebol, cada um tem sua torcida organizada (😁😁😁). O intuito dessa postagem não é inflamar os comentários, ou dizer que um é superior ao outro. Apenas irei demonstrar que existem ótimas alternativas de código aberto, ficando ao seu encargo testar e ver qual melhor se adapta ao seu cotidiano. Sem mais delongas vamos para “listinha”:

navegador-web-browser-open-source-linux

Alguns browsers contidos nesta lista são de conhecimento da maioria dos usuários, estou falando de você Firefox! (😋😋😋) No entanto, alguns usuários poderão se surpreender e conhecer novos navegadores. O intuito é justamente esse, estimular sua curiosidade a testar algo desconhecido. Alguns navegadores estarão disponíveis no formato Snap. Assim sendo, caso queira instalar algum app que faça uso dessa tecnologia, existe a necessidade de ter o Snap configurado em seu sistema. Acesse essa postagem, se ainda não o fez. Lembrando que o Snap no Ubuntu já vem por default. 

Mozilla Firefox


Começo a lista com o tão amado Firefox, a raposa de fogo companheira de muitos que estão lendo essa postagem. Não poderia fazer uma seleção com meus 4 navegadores open source favoritos, sem ao menos mencionar ou listar o Firefox. Inclusive, recentemente sua versão 68 veio repleto de novidades. Acesse a postagem escrita pelo Ricardo (O Cara do TI) e saiba mais. O Mozilla Firefox é distribuído sob a licença MPL 2.0, e você pode acessar o Github da Mozilla e ver todas as tecnologias empregadas no navegador.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-firefox

Você pode instalar o Mozilla Firefox facilmente em sua distribuição pesquisando na loja de sua distro, ou instalando via terminal. No Ubuntu, por exemplo:

sudo apt install firefox

Se usa alguma distribuição que não disponha as últimas versões do Firefox, você pode instalar sua versão em Snap.

sudo snap install firefox

Chromium


Outro conhecido é o Chromium, infelizmente, alguns usuários espalham erroneamente que ele é um vírus. O cúmulo dessa “estória” foi ouvir isso da boca de “técnicos” e diversos tutoriais na internet, ensinando como remover o navegador do Windows. Mal eles sabem que o Chromium é a base do Google Chrome, e diversos outros navegadores, inclusive, o novo Microsoft Edge. O Chromium é distribuído sob a licença BSD (3-Clause). Você pode acessar seu mirror oficial no Github por este link

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-chromium

O Chromium está na maioria das distribuições, no Ubuntu você pode instalar pela loja ou via terminal:

sudo apt install chromium-browser

Também existe a possibilidade de instalar o navegador via Snap em sua distribuição.

sudo snap install chromium

Brave


O Brave ganhou popularidade por conta de suas features oferecidas por padrão. Visando uma maior privacidade, o navegador traz embarcado ferramentas que visam bloquear o rastreio indesejado de sites e anúncios. O Brave é distribuído sob a licença MPL 2.0, acesse seu Github por este link. Temos um tutorial demonstrando como instalar o navegador, você pode aprender com essa postagem.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-brave

Você pode instalar o Brave via Snap, no link anterior existem outras maneiras.

sudo snap install brave

Falkon


Incubado pelo Projeto KDE, o Falkon é um navegador desenvolvido em Qt. No passado alguns poderiam conhecer o projeto por outro nome, QupZilla, após apoio da comunidade KDE, o navegador recebeu um novo nome e redesign. Quem sabe num futuro ele se torne o navegador padrão do Plasma, isso só o tempo dirá (😁😁😁). Temos uma postagem falando sobre o Falkon, caso esteja interessado, acesse e saiba mais sobre o navegador. O Falkon é distribuído sob a licença GPL 3.0, caso queira, este é o link para seu Github.

navegador-web-browser-open-source-linux-snap-ubuntu-kde-falkon

O Falkon está na maioria das distribuições, basta pesquisar em sua loja ou instalar via terminal, no Ubuntu basta utilizar esse comando:

sudo apt install falkon

Sua versão em Snap pode ser utilizada em sua distro, e sempre está nas últimas versões.

sudo snap install falkon

Recomendo fortemente o teste das aplicações aqui sugeridas, e caso conheça outras soluções de código aberto que sejam interessantes, não deixe de compartilhar.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, e crie uma postagem com o navegador open source que você conhece. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Mercado Livre lança cartão de crédito sem anuidade

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domingo, 30 de junho de 2019

O Mercado Livre é um dos maiores e-commerce do Brasil, com uma estrutura gigantesca, milhares de brasileiros efetuam suas compras no site (sou um exemplo vivo, quase tudo compro no Mercado Livre 😁😁😁). “ML” para os mais íntimos, o gigante do e-commerce brasileiro fez uma parceria com o Itaú Unibanco e está lançando seu próprio cartão de créditos.

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Emitido pela Itaucard com bandeira Visa, o cartão de créditos do Mercado livre possui várias características que podem chamar sua atenção:

  • Benefícios Visa Gold (seguro para compras e serviços de viagens);
  • Sem taxa de anuidade;
  • Recebimento de 10% de volta, ao comprar em alguma das suas mais de 900 lojas oficiais;
  • Possibilidade de compras no exterior (o cartão é internacional);
  • Tecnologia NFC para pagamentos por aproximação;
  • Parcelamento de até 15 vezes sem juros;
  • Programa de pontos do Mercado Livre (ao solicitar o cartão você ganha 10 pontos);
  • 50% de descontos em teatros e cinemas (selecionados pela plataforma Itaucard);
  • Aplicativo voltado ao cartão (com atendimento e demais trâmites);
  • Cartão Virtual para compras únicas e pagamentos recorrentes, via o app.

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As compras não se limitam obviamente a plataforma do ML, e o cartão pode ser utilizado normalmente para compras, sejam elas físicas ou onlines. Inicialmente apenas usuários que disponham de convites poderão ter acesso à novidade do Mercado Livre, aos pré-aprovados, tudo será feito por e-mail. As demais pessoas podem solicitar diretamente pelo site do ML, os pedidos começarão a ser analisados a partir de Julho. Para solicitar seu cartão, acesse a página oficial do Mercado Livre.

Utiliza o Mercado Livre para comprar na internet? Confesso que não esperava muito, mas acabei me surpreendendo com as características interessantes do cartão.

Fique por dentro das novidades em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Mercado Livre.
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Mozilla lança novo navegador para o Android

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sábado, 29 de junho de 2019

Recentemente noticiamos sobre os novos rumos que a Mozilla vem traçando, mudando a identidade visual de suas soluções e planejando novos serviços. Agora, a investida é introduzir um novo e reformulado navegador para plataforma Android e substituir seu atual app do Firefox.

firefox-preview-android-app-aplicativo-google-play-store

Intitulado “Firefox Preview” a nova aplicação da “raposa de fogo”, voltada a navegação web no Android, está em fase de “teste piloto”. O curioso que a lista de navegadores web da Mozilla para Android, só cresce. São diversos programas: Firefox, Firefox Focus, Firefox Lite e enfim, Firefox Preview. 

Com uma interface de usuário minimalista e totalmente reformulada, o novo browser promete ser até 2 vezes mais rápido que seus antecessores e não ser tão dependente da Google. Isso porque o novo mecanismo de navegação do Preview é próprio da Mozilla, o GeckoView. Anteriormente o “motor” utilizado era o Blink, do Chromium, utilizado no Google Chrome e outros navegadores baseados nele. Outras aplicações da Mozilla já utilizavam o GeckoView, como o Firefox Reality e o Firefox Focus. Essa escolha permite a utilização de suas próprias APIs e maior controle.

“Enquanto todos os outros principais navegadores do Android hoje são baseados no Blink, portanto, refletem as decisões do Google sobre dispositivos móveis, o mecanismo GeckoView do Firefox garante a independência de nós e de nossos usuários”, afirmou a Mozilla em seu blog oficial.

Firefox Preview o futuro do Firefox no mobile


A competitividade entre Firefox e Chrome torna-se mais acirrada, possibilitando maior gama de escolha ao usuário, ao invés, de mais do mesmo. O Firefox Preview por padrão bloqueia os rastreadores. Isso possibilita uma navegação mais rápida, pois, esses anúncios segmentados não irão influenciar o tempo de carregamento das páginas. A gerente de produtos sênior do Firefox Mobile, Vesta Zare, conclui: 

“As melhorias de velocidade são impulsionadas em grande parte pela proteção abrangente de rastreamento que está ativada por padrão no Firefox Preview”.

A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android, assim o Firefox Preview ocupará sua atual posição. No momento o app não conta com o idioma Português, no entanto, isso não dificultou a minha utilização, pois a interface é intuitiva.

Um pouco do Firefox Preview


Ao iniciar o navegador pela primeira vez, configurações iniciais são indicadas para serem feitas, como: conectar-se ao serviço do Firefox (permitindo acesso do histórico, favoritos, senhas entre as diversas plataformas), tema.

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A possibilidade de desativar o bloqueio de rastreadores, indicativo da navegação anônima e o termo de privacidade.

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Algo que chamou minha atenção foi a localização da barra de buscas (ou URL). A mesma fica na parte inferior do app, e navegando utilizando apenas uma mão, é muito confortável e acessível.

firefox-preview-android-app-aplicativo-google-play-store

A visualização das abas abertas e adição de novas, também é bem intuitivo.

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Durante a navegação não identifiquei eventuais bugs ou lentidão, entretanto, fique avisado que o app não possui todas as opções, comparado ao “seu antecessor”. Digamos, que as principais “que o povão usa”, estão todas ali. Claro, que isso num aspecto geral, evidentemente com o tempo, novos recursos vão compor o app.

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A Mozilla pretende eliminar o antigo app do Firefox para Android e focar no desenvolvimento e amadurecimento do Preview, caso tenha interesse em testar o navegador, acesse este link. Ele te levará diretamente à Google Play Store.

Já testou o Firefox Preview? Espero que esse não seja mais um app “Firefox’ a ser descontinuado”, afinal, quanto mais concorrência, melhor. 

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Conheça o editor de imagens vetoriais Boxy SVG

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segunda-feira, 24 de junho de 2019

O editor de imagens vetoriais Boxy SVG tem como foco, usuários “não técnicos”, bem como designers e desenvolvedores profissionais. Com uma interface inspirada em programas conceituados, Inkscape, Sketch e Adobe Illustrator. O Boxy SVG tem como premissa ser simples, familiar e completo. Sejam trabalhos como, criação de ícones, banners, gráficos ou ilustrações, a ferramenta “quer entrar no páreo entre os atuais gigantes do desenho vetorial”.

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O programa é proprietário e conta com versões para Linux, Chrome OS, macOS, Windows e até um web app. Algumas características do Boxy SVG, são:

  • Interface limpa e intuitiva;
  • Interface inspirada em softwares conceituados no mercado (Inkscape, Sketch e Adobe Illustrator);
  • Compatibilidade total com o formato aberto SVG;
  • Possibilidade em salvar os arquivos em SVG e SVGZ;
  • Exportação em PNG, JPG, WebP, PDF e HTML5;
  • Integração com o site/banco de imagens Pixabay;
  • Integração de fontes do Google;
  • Guias manuais, guias inteligentes e grade;
  • Operações de caminho (unir, cruzar, subtrair, excluir, fechar, inverter, etc.);
  • Operações de organização (alinhar, girar, inverter, ordenar, agrupar, etc.).

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Outro aspecto que podemos observar no Boxy SVG é seu foco em desenvolvedores web, facilitando a criação dos layouts e sites. Para esse público alvo, alguns pontos importantes podem ser evidenciados, como:

  • Mecanismo de renderização baseado em cromo;
  • Inspetor de código SVG e CSS semelhante ao Chrome Dev Tools;
  • Limpeza da saída SVG, preservando as IDs, classes, títulos e outros metadados;
  • Suporte de edição de sprites em SVG.

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Instalando o Boxy SVG


Como anteriormente mencionado, o software é multiplataforma. Acesse o site oficial do Boxy SVG, nele você encontrará os links para cada sistema. A versão Linux está no formato Snap.

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Caso ainda não possua o Snap configurado em seu sistema, essa postagem demonstra como é simples esse passo. Para usuários do Ubuntu, basta pesquisar na loja e efetuar a instalação normalmente.

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Se preferir instalar via terminal ou a loja de sua distribuição não possuir integração com os pacotes Snap, também é muito simples:

Comando para instalar:

sudo snap install boxy-svg

Comando para remover:

sudo snap remove boxy-svg

Utilizei o Boxy SVG e efetuei diversos testes, e mesmo não sendo um artista profissional não encontrei muitas dificuldades com a interface do programa. Claro, que uma adaptação pode ser necessária. No meu caso utilizo o Inkscape para compor as personagens do OSistemático e com o Boxy SVG as coisas não são exatamente iguais ao Inkscape. Isso é bom, mesmo com forte inspiração nele e outros programas vetoriais, o Boxy SVG tem sua própria identidade.

A questão é: você substituiria o programa que usa atualmente pelo Boxy SVG? Vale o teste, porém, a migração no meu caso não (já não sei quanto ao seu 😁😁😁).

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se gosta de desenho vetorial, lá encontrará outros artistas…

Até o próximo post, como sempre, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Google Duo recebe função chamadas em grupo

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

A Google domina diversos setores da tecnologia e sem sombra de dúvidas quando se pensa em buscas ou smartphones, lá existe "um pezinho da Google, para não falar o seu domínio nesses mercados (😕😕😕).

google-duo-android-app-aplicativo-web-chamadas-video-audio-grupo-webcam-comunicação

O Duo é o aplicativo de chamadas em áudio e vídeo da Google. Conhecido por ser muito econômico e eficiente, mesmo com internet de baixa conexão, 3G, o aplicativo da gigante das buscas manteve-se no mercado, ao contrário da sua "resposta ao WhatsApp" o Google Allo.

Substituto do Hangouts?


Antes da última atualização, o Google Duo só efetuava chamadas em particular, entretanto após o update uma funcionalidade que lembra o Hangouts foi adicionado.

google-duo-android-app-aplicativo-web-chamadas-video-audio-grupo-webcam-comunicação

Com a nova versão é possível criar grupos com seus contatos, e efetuar uma chamada com várias pessoas, semelhante ao Hangouts. No entanto a funcionalidade está presente apenas na versão mobile do app e em alguns países, o Brasil está entre eles, então pode comemorar (😊😊😊).

google-duo-android-app-aplicativo-web-chamadas-video-audio-grupo-webcam-comunicação

Sua versão web ainda não foi contemplada com o recurso, mas creio que seja questão de tempo. Como nem todos os países receberam esta novidade, talvez a opção só venha ao aplicativo web quando estiver liberado para todos os países.

Ao menos no momento, não creio que o Duo substitua o Hangouts, porém olhando a longo prazo me parece sensato essa substituição.

Baixe o app diretamente da Google Play para Android, App Store para iOS ou use a versão web.

E você, utiliza o Google Duo? Até hoje ele não me deixou na mão, e foi o que melhor funcionou com meu "belíssimo pacote de dados 2g/3g".

Que tal acessar nosso fórum Diolinux Plus e continuar esse bate-papo sobre apps Android?

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Qual distro Linux é a mais popular? (sem achismo)

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

O mundo Linux é repleto de opções, que agradam diversos tipos e níveis de usuários, e sempre existe aquele sistema que por algum motivo temos uma maior afinidade. Às vezes por uma paixão acabamos por ficar presos em uma bolha e não enxergar sua real popularidade.

distro-distribuição-linux-popular-maior-mais-famosa

Como medir a real popularidade de uma distribuição Linux? Eis a questão. Mensurar a quantidade de usuários no Linux não é uma tarefa tão simples, visto que não existe um controle de quantos usuários estão utilizando distro X ou distro Y, e mesmo se tivesse isso seria apenas nichado as distribuições que fizessem esse controle.

"A falsa popularidade do Distrowatch" 


Não é difícil encontrarmos usuários Linux que pautam a popularidade de um sistema baseado em Linux, de forma única e exclusivamente pelo site Distrowatch. E isso é um erro tremendo, sabe o porquê? A resposta é um tanto quanto simples, pois o Distrowatch mede o número de pesquisas dentro do próprio site sobre determinada distribuição. Como medida de popularidade, não podemos nos embasar pelo Distrowatch, afinal as distribuições nas posições altas da plataforma, ali estão por apenas quem conhece o site, e convenhamos nem toda pessoa que ouviu sobre Linux ou usa, vive pesquisando no Distrowatch. Agora um site como o Google, é bem mais provável tirarmos uma base interessante de dados, pois quem não pesquisa nele? (Sei que existem as exceções, mas galera isso é o mínimo do mínimo, as massas utilizam fortemente o buscador da gigante das buscas).

Veja a popularidade de um site com o Alexa


O Alexa é um serviço da Amazon, na qual várias informações relevantes podem ser levantadas, como a posição de um determinado site mundialmente, rank dentro de cada país, países que ele mais tem popularidade e muito mais. Com o auxílio desta ferramenta, dados pertinentes do quão acessado o site da distro é, nos dá indícios de sua popularidade, ao compararmos com outros sites de outros sistemas Linux.

Efetue seus testes com alguns sites oficiais das distros, e veja qual distribuição tem uma maior popularidade, com base no ranking de seu site.

Como exemplo veja os sites das distribuições: Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. E o comparativo do ranking global de cada um (quanto menor o número, mais alto a posição).

Fedora: posição global em 43,291.

Ubuntu: posição global em 1,893.

Linux Mint: posição global em 3.924.

Manjaro: posição global em 17.680.

Levando como base o ranking mundial, segundo o Alexa, o site do Ubuntu tem maior popularidade entre os demais.

Claro que você não deve apenas se basear em um site, então a ferramenta a seguir é um ótimo complemento.

Compare as pesquisas com o Google Trends


Uma poderosa ferramenta, e julgo eu, ser a melhor para mensurar a popularidade de qualquer sistema (ou o que for) é o Google Trends. Com ele você poderá ver gráficos com os comparativos das pesquisas, sejam elas mundiais ou do nosso país. Filtrar determinadas informações e na prática observar o quão pesquisado, e consequentemente popular, um sistema é. Como o Google é o buscador mais utilizado do planeta, a assertividade dos dados é extremamente alta e ilustra muito bem o tema desta matéria (Além de obter dados de outras fontes como o YouTube).

Utilizando os mesmos sistemas, que acima comparamos, o Fedora, Ubuntu, Linux Mint e Manjaro. Veja o quão popular o Ubuntu é comparado aos demais sistemas.

distro-distribuição-sistema-linux-mais-procurado-pesquisado-google-ubuntu-fedora-mint-manjaro

A diferença de popularidade é gigantesca, assim fica evidente o porquê de em muitos casos, pessoas que são leigas quando o assunto é Linux, acharem que o Ubuntu é sinônimo de Linux.

Mídias sociais e comunidade


Outra forma que pode ser um "plus" ao medir a popularidade de uma distribuição, é ver o engajamento de outras pessoas em comunidades e redes sociais. Ver o número de seguidores nas contas oficiais das distros Linux é uma maneira de observar o quão interessadas estão as pessoas. E num somatório geral, esse é o tipo de dado que não pode ficar de fora.

Popularidade não quer dizer superioridade 


Não me entenda mal, mensurar e demonstrar com dados (e não achismo ou "fanboyzisse") que o Ubuntu é o sistema Linux mais popular, de forma alguma descaracteriza a qualidade e trabalho dos demais sistemas baseados em Linux. Com isso podemos observar que sim! O Ubuntu é a porta para muitos usuários, devido grande parte a sua popularidade. E o porquê de tal popularidade? Não sei dizer especificamente. Talvez tenha sido a sua tática inicial de oferecer CD's de instalação, ou as ferramentas que traziam facilidades ao usuário. O Unity 7 que tornava sua DE diferente dos demais sistemas. Não sei, só podemos testemunhar que os dados são estes.

Que tal um vídeo super completo, e com mais detalhes sobre tais ferramentas e o assunto: "popularidade das distros"? Então assista esse material com diversos comparativos e veja na prática todo o conteúdo deste post (e mais).


Continue esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus. Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Rússia aprova lei que isola a internet no país

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, sancionou no dia 1º de Maio, uma lei que visa criar uma "internet russa", tal medida não está sendo vista com bons olhos pelos diversos países do mundo.

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Segundo o governo Russo, a lei é uma forma de garantir a soberania do país e protegê-lo contra possíveis ataques cibernéticos. Essa informação é da agência de notícias local TASS, conforme a mesma, essa rede local está sendo chamada de "Runet", e caso a Rússia fosse desconectada da infraestrutura global da World Wide Web, o país teria capacidade de operar isolado e independentemente.

Com isso o Roskomnadzor (Serviço Federal de Supervisão das Comunicações em Massa, TI e Telecomunicações) ficará responsável por criar uma rede de comunicações centralizada no país.

Como isso seria possível?


Na prática a Rússia forçaria todo tráfego de sua internet a passar por um DNS, do governo, monitorando o fluxo de sua internet local. Assim o controle de acesso a internet estará nas mãos das autoridades russas, que informa que terroristas poderiam ser identificados com maior facilidade. Todavia o que várias organizações alegam, é que isso nada mais é que uma violação da privacidade dos usuários e maior controle governamental, cerceando a liberdade de expressão dos cidadãos russos, além de dar mais poder ao estado.

Nada de Linux ou Windows!


A Rússia não está nem um pouco afim de utilizar "tecnologias de estrangeiros", não importa se é de código fechado ou aberto, nada de Linux ou Windows. O governo pretende utilizar um sistema desenvolvido pela Universidade Estadual de Tomsk, em parceria com a empresa EleSi. Inicialmente o sistema será instalado em computadores do governo.

Internet Russa, uma nova internet Chinesa?


No ano passado a Rússia tentou bloquear o Telegram no país, alegando que o mesmo deveria disponibilizar os dados dos usuários ao governo, e pela "inflexibilidade" do Telegram, acabou banindo vários IPs ao tentar impedir usuários russos na aplicação. De "brinde" vários IPs da Google e Amazon foram bloqueados, pois estavam sendo identificados como "agentes externos". Toda essa situação levou a uma crescente utilização de VPNs no país.

O aumento governamental não é de hoje, existe uma lei no país que proíbe a publicação ou compartilhamento de "fake news", com uma "pequena" multa de 1,5 milhões de Rublos (cerca de R$90 mil). Agora o que seria “fake news”? O governo Russo é quem decide. Também existe uma lei que criminaliza "falar mal de símbolos e autoridades do governo", com multa de 300 mil Rublos (por volta de R$ 18 mil), isso nos melhores casos, se o governo classificar como algo mais grave, a pena poderá chegar a 15 anos de prisão.

Podemos observar que a internet Russa, está se tornando tão fechada e controlada como a Chinesa, que bloqueia o acesso a vários sites e aplicativos ocidentais.

A nova lei entra em vigor a partir de 1º de Novembro na Rússia.

Particularmente não curto todo esse controle estatal, até o Brasil já tentou "entrar nessa onda", e há pouco tempo houve uma proposta de lei que tornava crime o "fake news" (projeto de lei 6.812/2017). Questões desta natureza são complicadas, e podem ocasionar em uma soberania do estado sobre os indivíduos, invertendo os papéis. Afinal, o estado tem que servir o cidadão e não o contrário.

E você, o que acha sobre toda essa questão? Que tal continuar esse assunto lá em nosso fórum Diolinux Plus.

Até o próximo post, te aguardo aqui no blog Diolinux SISTEMATICAMENTE! 😎

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