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FlightGear: um simulador de vôo open source

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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Simuladores de vôo são softwares incríveis, extremamente complexos, muito divertidos e educativos, especialmente para entusiastas da aviação. Hoje lhes apresentarei o FlightGear. Um simulador de vôo open source, multiplataforma, e extremamente completo.


Usuários do FlightGear podem usufruir de quase 7500 aeroportos ao redor de todo o planeta, mais de 1200 liveries (pinturas de aeronaves) diferentes, e quase 500 diferentes modelos de aeronaves, incluindo aviões civis de pequeno e grande porte, helicópteros, e jatos militares. Tudo isso completamente de graça.

No launcher próprio do software, antes mesmo de iniciar o simulador em si, você já começa a perceber o nível de completude do FlightGear. A primeira tela exibida mostra qual é a aeronave e aeroporto selecionados no momento, bem como alguns detalhes das configurações.


Explorando um pouco mais, na aba “Aircraft”, você já tem uma lista com centenas de aeronaves disponíveis para download e instalação, o que pode ser feito com apenas um clique.


Dentre todas as aeronaves que já testei, indicarei à vocês três, que são as minhas preferidas. Para aqueles que querem um desafio menor, com um avião menor, uma ótima pedida é o Cessna 172P Skyhawk. Para aqueles que querem voar com grandes aviões, mas ainda estão começando, minha sugestão é o Boeing 777. Já para aqueles que querem um desafio muito maior, e o mais próximo possível da realidade, minha sugestão é o mais realista de todos, Boeing 707.

Lembrando que para que essas aeronaves apareçam na lista, primeiro você deve ativar o repositório oficial do FlightGear na aba “Addons” (assunto que abordaremos mais adiante).


Na aba “Location” pode-se escolher em qual aeroporto, pista ou estacionamento você quer que o simulador inicie, o quê significa praticamente qualquer aeroporto do mundo. Para escolher o aeroporto você pode pesquisar pelo código ICAO, ou nome do mesmo no campo de busca. No exemplo acima, estou pesquisando pelo aeroporto de Guarulhos, que pode ser encontrado pelo código ICAO, que é “SBGR”. Ou simplesmente pesquisando por “Guarulhos”.


Na aba “Envinroment” temos algumas funcionalidades muito interessantes. Aqui podemos escolher a hora do dia em que queremos fazer o nosso vôo, o quê pode ser manhã, tarde, noite, entardecer, amanhecer, ou a hora real do local escolhido. 

Também podemos escolher e estação do ano, verão ou inverno, o que influenciará nas texturas do jogo. Por exemplo, adicionando neve em locais nos quais neva durante o inverno.

A opção “Advanced Weather Modeling” nos dá uma simulação climática mais detalhada baseada no terreno e local. Alterando coisas como direção e velocidade do vento, pressão atmosférica, entre outras.

Selecionando “Real-World Weather” o FlightGear utilizará informações em tempo real de como está o clima no local em que você está.

Além das opções acima, você também pode escolher uma condição climática específica, como: ensolarado, neve, tempestade, chuva pesada, tempestade de raios, e muito mais.


A aba “Settings” nos dá muitas opções de configurações, então falarei apenas daquelas que considero mais importantes.

É possível conectar-se a servidores multiplayer, onde você poderá encontrar e conversar com pessoas do mundo todo voando no FlightGear. Bem como ver qual o tipo de aeronave, velocidade, altitude e plano de vôo da pessoa em questão.

A opção “Download scenery automatically” ativa uma funcionalidade chamada “TerraSync”. Com a TerraSync ativada, o FlightGear faz download automático e em tempo real do local onde você está, para onde está indo e por onde está passando. Desta forma o usuário não precisa se preocupar em baixar todos os cenários e instalá-los manualmente. E é claro que, para a maioria das pessoas também não seria muito bom se todos os mais de 100GB de cenários já estivessem incluídos durante a instalação do software.

Se tratando de configurações gráficas, não temos tantas opções como em jogos normais. Aliás, simuladores de vôo definitivamente não são jogos. No FlightGear podemos selecionar um nível de AntiAliasing em até 4x, e escolher entre três renderizadores diferentes.

O renderizador padrão não possui grandes efeitos visuais, mas é mais leve e garante a compatibilidade com um maior número de hardwares e modelos de aeronaves. O ALS (Atmospheric Light Scaling) possui mais efeitos, é visualmente muito mais bonito, e também aumenta consideravelmente a distância de renderização. Por fim temos o Rembrandt. Este é o mais avançado de todos os três renderizadores, porém, também é o mais pesado.

É muito importante esclarecer que a forma com que simuladores de vôo pesam no seu sistema é bastante diferente da forma com que jogos funcionam. Simuladores de vôo precisam simular uma quantidade enorme de sistemas de vôo, que normalmente funcionam em equipamentos milionários e super poderosos nos aviões reais. É um trabalho realmente pesado, que faz com que simuladores de vôo normalmente exijam muito mais da sua máquina do que jogos. Por isso, ter um PC que rode, por exemplo, GTA V no máximo, não necessariamente significa que você conseguirá rodar um simulador de vôo nas configurações máximas a 60 FPS. Em geral, 30 FPS sem quedas é um valor muito bom para se conseguir em um simulador de vôo em PCs domésticos.


Por fim, temos a aba “Addons”. É aqui que você deve vir para ativar o repositório oficial de aeronaves do FlightGear, para ter disponível as centenas de modelos diferentes que aparecerão na aba “Aircraft”. É também através desta aba que você poderá instalar manualmente cenários, módulos e aeronaves que você baixou.

Além das quase 500 aeronaves disponíveis no repositório oficial do FlightGear, também existem repositórios de terceiros. Chamados de Hangares. Estes hangares, como o próprio nome já diz, são mantidos por terceiros e não pelos desenvolvedores do FlightGear. Por isso não existem garantias quanto ao seu funcionamento.

Cabine do 777-300 no FlihtGear
Uma vez que você já tenha escolhido a sua aeronave, aeroporto, e configurado tudo ao seu gosto, basta clicar em “Fly!” e passar horas e horas como comandante, co-piloto e passageiro dos seus aviões. 😁

Por mais óbvio que possa parecer, é sempre bom esclarecer que voar em um simulador não é a mesma coisa que voar em um jogo como GTA, por exemplo. Para tirar o melhor proveito do que o software tem a oferecer, é necessário que você tenha conhecimentos mínimos sobre aviação, e sobre como um avião funciona. Ou então, que tenha interesse em aprender sobre isso.

Como instalar?


O FlightGear está disponível nos repositórios oficiais de todas as principais distros. Então basta você procurar por ele na loja de apps da sua distro, e clicar em instalar.

Para usuários Windows e MacOS, o FlightGear está disponível para download no site oficial.

Formas de instalar é o que não faltam, e também é possível instalá-lo via Flatpak. Para isso, você pode visitar a página do software no Flathub, ou simplesmente executar o comando abaixo:

flatpak install flathub org.flightgear.FlightGear

Se você não sabe o que é, ou como trabalhar com Flatpaks, confira o nosso tutorial sobre o assunto. Lembrando que após ter instalado o suporte ao Flatpak, será necessário adicionar o repositório Flathub, que pode ser feito com o comando abaixo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Se você tem interesse em mais informações sobre como voar no FlightGear, diga nos comentários. E talvez futuramente eu produza mais algum artigo, ou vídeo mostrando um pouco mais sobre o software, e como utilizá-lo.

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Segundo o presidente da Juventus, eSport vem tomando o lugar do futebol

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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Não é segredo para ninguém que o Brasil é considerado o país do futebol, ou já foi, pois os últimos anos estão sendo complicados para seleção brasileira. Mas este esporte também é muito popular ao redor do mundo, e diversos países praticam essa modalidade. No entanto, em pleno século XXI, a conhecida geração Z vem perdendo o interesse no futebol (ao menos em sua “forma tradicional”).

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Durante um evento realizado na Inglaterra o presidente do clube de futebol italiano, Juventus Football Club, fez diversas declarações quanto ao cenário atual do esporte em comparação com a modernidade dos últimos tempos. Segundo Andrea Agnelli, as agremiações precisam “mudar em relação ao comportamento do consumidor, olhando para a Geração Z e notar que os concorrentes do jogo são os eSports e Fortnite”.

Diante de várias presenças esportivas do futebol europeu, Agnelli deixou sua opinião e enfatizou que o mercado deve desempenhar ainda mais maneiras de atrair os jovens ao esporte tradicional. O esporte eletrônico tem crescido cada vez mais e o público mais novo não demonstra o mesmo interesse como no passado, configurando os eSports em uma ameaça ao futebol. 

“Precisamos mudar nosso olhar em relação ao consumidor. Estamos olhando para a Geração Z, os novos nativos digitais e que estão se tornando adultos. Precisamos ver como que esta geração se comporta e pensa, seriamente, que nossos concorrentes não serão clubes vizinhos, mas sim os esportes eletrônicos, League of Legends e Fortnite. O futebol ainda está crescendo em alguns países, mas em outros está perdendo relevância”.


O interessante em toda essa história, é que durante anos a mídia considerou os eSports apenas como “joguinhos de computador/videogames”, porém parece que alguns estão tomando conhecimento do tamanho do público e força dos esportes eletrônicos. 

Essa não foi a primeira declaração de um personagem importante do futebol, em janeiro o diretor-executivo do Liverpool, Peter Moore, em entrevista para revista Arabian Business disse:

“Noventa minutos é tempo demais para um Millennial ficar sentado no sofá. Quando observo a audiência e a quantidade de ingressos vendidos a esse público, me preocupo como CEO de um time de futebol que depende que a próxima geração de fãs nos assista”.

Moore ainda afirma que os clubes precisam evoluir tecnologicamente, e oferecer transmissões de uma forma que atraia os jovens, caso contrário essa parcela de espectadores será perdida.

O mundo vem mudando de forma que adaptações são necessárias, quem assim não proceder, perderá o lugar perante as novas tendências das próximas gerações. Com isso em mente, diversos clubes de futebol estão começando a investir nos eSports. Recentemente a equipe de Counter-Strike: Global Offensive FaZe, tornou-se parceira do Manchester City. Além de muitos outros clubes, inclusive no cenário brasileiro, como o Corinthians e Vasco.


Falando especificamente de alguns clubes de nosso país, o Corinthians ingressou no Free Fire, contratando uma equipe que está na Pro League. Esse não foi o começo do time no mundo dos eSports, mas caracteriza o interesse atual do clube. Já o Vasco, estuda a possibilidade de adentrar no mundo dos eSports via mobile e PES.


Você gosta de games? Jogamos diariamente vários títulos, até mesmo alguns famosos nas competições de eSports. Acesse nosso canal na Twitch.tv e venha participar de nossa comunidade de games no Linux.

Até o próximo post, e vida longa aos eSports, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: ESPN.


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Mais de 800 servidores são removidos da rede Tor

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Tor é um software livre que proporciona navegação e comunicação anônima na internet, redirecionando o tráfego através de vários servidores distribuídos ao redor do planeta, em uma rede de túneis http (com o protocolo de segurança tls) sobrejacente à internet.

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Recentemente o projeto Tor removeu uma quantia considerável de seus servidores, sendo mais de 800 que estavam executando versões desatualizadas e sem suporte do software Tor. Atualmente os servidores da rede ultrapassam mais de 6.000, totalizando aproximadamente 13,5% de servidores desativados.

Cerca de 750 desses servidores removidos, eram responsáveis por intermediar o tráfico na rede enquanto 62 eram de ponto de saída, que ligava a rede Tor na rede mundial de computadores, obviamente depois de ter sua localização verdadeira, redirecionada inúmeras vezes dentro da rede Tor.

Os administradores do projeto Tor planejam não aceitar mais os servidores que não estiverem atualizados, principalmente aqueles que estiverem rodando uma versão EOL (End Of life). Uma atualização do software, lançada em Novembro de 2018, impedirá conexões obsoletas, tudo isso sem intervenção manual.

“Até lá, recusaremos cerca de 800 servidores obsoletos usando suas impressões digitais”, informa a equipe do projeto.

Essa desativação não era uma novidade, afinal, a equipe do Tor informou em setembro que planejavam remover todo e qualquer servidor que não estivesse com as últimas versões do seu software. O número inicial eram de 1.276 servidores, entretanto após o anúncio o número caiu para 800.

Utilizar o software atualizado garante maior segurança e impede o uso de brechas causadas por vulnerabilidades já corrigidas, então prezando pela manutenção e integridade de sua rede os servidores foram removidos.

Manter a consistência e segurança é uma prioridade ao projeto, de modo que os servidores não adequados no padrão de qualidade são desligados.

Você faz uso do Tor? Deixe nos comentários suas experiências ao navegar pela “interwebs”.

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Até o próximo post, segurança sempre é bem-vinda, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Card Crawl um game de cartas que você tem que jogar

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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Se tem um estilo de jogo que eu mais gosto, sem sombra de dúvidas são os card games. Um que jogo desde criança é o Yu-Gi-Oh!, seja com cards físicos, videogames, ou simuladores. Sou tão apaixonado por esse estilo de jogo, que já criei vários cards games e boardgames quando adolescente, e atualmente desenvolvo um.

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Antes de falar sobre o jogo, quero deixar claro que essa postagem não possui nenhum patrocínio ou algo do gênero. Apenas gosto deste app, e depois que passei a utilizá-lo como passa-tempo, indiquei para alguns familiares e agora estou escrevendo tal postagem. Fiquei encantado com a proposta simples, mas, ao mesmo tempo sofisticada. O clássico “simples e complexo”, com mecânicas intuitivas para o jogador e desafiante conforme ganha mais experiência em jogo.

Card Crawl


O jogo constitui-se em você ir contra seu próprio deck (baralho). Seu objetivo é acabar com as cartas do deck e manter ao menos 1 ponto de vida. Por padrão são 54 cards, num misto de monstros, itens e efeitos. Combinando suas ações de forma lógica, sendo necessário em algum momento sacrificar sua própria ganância ou vida. Pois, no final de cada partida, um ranking demonstra sua pontuação e quantidade de moedas coletadas.

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Ao coletar essas moedas de ouro, você poderá desbloquear mais 35 cards de habilidades, permitindo aprimorar suas táticas e melhorar seus recordes.

São vários modos de jogo e com uma duração média de 2 - 3 minutos, algumas partidas mais desafiadoras podem perdurar por até 5 minutos. Um ótimo jogo casual, enquanto você espera em uma fila de banco, em um consultório e coisas do tipo. Alguns modos exigem conexão com a internet, outros não.


Baixe e experimente o Card Crawl


O jogo está disponível para Android, iOS e até possui uma versão para PC na Steam. Contudo, só foi portado para Windows e macOS. Para usuários Linux, que não queiram jogar via Android, o SteamPlay pode ser uma solução, entretanto, não existem reports de outros usuários no site protondb.

Vale mencionar que as versões para iOS e Steam são pagas. No Android o game é oferecido gratuitamente, porém com compras dentro do jogo. Até hoje não precisei gastar um centavo jogando, mas sei que algumas pessoas não gostam dessas microtransações (sou um desses, mas não me senti obrigado a fazer isso durante minhas jogatinas).


Acima estão todos os links para download, caso queira instalar via QR Code, utilize um leitor QR e instale mirando a câmera do seu aparelho Android na imagem a seguir.

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Recomendo o teste! Card Crawl é muito divertido e desafiador, um verdadeiro “agora é só relaxar” no fim do dia.

Saiba mais sobre o game por este link, o blog de seu desenvolvedor possui informações interessantes e eventualmente ele aborda sua relação com o Card Crawl e desenvolvimento.

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Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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BlueMail um cliente de e-mail elegante

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Basicamente existem dois tipos de usuários de desktops, generalizando muito, os que acessam seus e-mails direto pelo navegador de internet e aqueles que preferem acessar através de outro app. Clientes de e-mails são bem famosos, e no mundo Linux não é diferente. Aliás, já fizemos uma postagem destacando alguns clientes de e-mails no Linux e você pode acessar por este link

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O BlueMail é um cliente de e-mail multiplataforma, disponível para Windows, Linux, iOS e Android. Com um visual moderno e elegante, a aplicação é minimalista e direta ao ponto. Talvez por conta de sua simplicidade alguns usuários mais avançados não ficarão satisfeitos com o programa. A meu ver o programa parece uma mescla entre diversos clientes atuais, com semelhanças e características que lembram o Mailspring, Geary e o próprio cliente de e-mail do Windows 10.

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Configurar uma conta é extremamente intuitivo, e mesmo que algumas partes de sua interface não esteja completamente traduzida para o português, não existe dificuldade. Iniciando o programa pela primeira vez, uma tela solicitando um e-mail aparecerá. Não é necessário um pré-cadastro ou algo do tipo, basta logar com sua conta (no meu caso, utilizei o Gmail).

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O Cliente suporta uma gama interessante de serviços, a qualquer momento você poderá adicionar outras contas. 

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Se você gosta de interfaces mais escuras, o BlueMail nativamente possui uma variante do “modo dark”. Sei que essa característica atrai muitos usuários, afinal, estou entre os mesmos (😂️😂️😂️).

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Possuindo uma organização concisa, alguns elementos, como painéis e listas de e-mails podem ser ocultados. Cada conta de e-mail pode ser visualizada separadamente ou unificada ao ser apresentada em tela. Mesmo não possuindo inúmeros recursos, foram os “pequenos detalhes” que me chamaram a atenção. Ao pesquisar pelos e-mails recebidos, você poderá mudar uma simples chave seletora e passar a filtrar apenas pessoas. Clicando nos três pontinhos, próximo a essa chave, mais opções aparecerão.

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Como mencionei anteriormente, existem partes na interface em inglês. Isso não chega a ser um empecilho, mas é um detalhe que não poderia passar despercebido, obviamente que essa questão pode influenciar na usabilidade, dependendo do perfil da pessoa. Neste aspecto o programa deixa a desejar, comparado a alternativas como o Mozilla Thundebird ou até mesmo o Outlook. Todavia, ao que tudo indica o público do BlueMail não é o usuário avançado.

Personalização não é o ponto forte do programa, entretanto funcionalidades interessantes estão presentes. Falo especificamente da “Assinatura”, um recurso que pessoas julgam ser importante. Existe mais, porém incentivo você a ter suas próprias conclusões sobre o BlueMail.

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Instalando o BlueMail


No início dessa postagem adicionei os links conforme cada versão do BlueMail, vale ressaltar que no Windows o programa pode ser encontrado diretamente em sua loja, assim como no Ubuntu.

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Por ser distribuído em Snap, o BlueMail poderá ser instalado facilmente na maioria das distribuições Linux. Contudo, o Snap deve ser configurado previamente em seu sistema, no Ubuntu esse passo não é necessário. Acesse essa matéria e habilite o suporte ao Snap em sua distribuição. Lembrando que dependendo de sua distro, o processo só poderá ser feito via terminal, pois nem toda loja possui o suporte aos pacotes em Snap.

Após ter configurado, e se preferir instalar via terminal, proceda desta maneira:

sudo snap install bluemail

Caso queira remover o app:

sudo snap remove bluemail 

Particularmente vivo mesclando entre clientes de e-mails e via web, atualmente estou utilizando direto do navegador, mas confesso que depois do último lançamento do Geary, venho testando novamente diversas aplicações. Sei que as interfaces web evoluíram de tal maneira que para muitos, aplicativos nesse estilo são redundantes. Todavia, ter opções é algo bom e creio que vários usuários gostam de conhecer alternativas e novidades.

Reforçando, vale o teste, porém se você está acostumado com as infindas opções do Thunderbird, o BlueMail não será de seu agrado. Outro detalhe que vale mencionar, foi a ausência de um ícone na tray (bandeja) do sistema. Não sei se o problema é relacionado ao Snap atual, só sei que nas capturas de telas na Snapcraft o ícone da tray está presente e em meu Ubuntu 18.04 não.


Você acessa seus e-mails via navegador ou faz uso de outro app? Deixe nos comentários a sua experiência com o BlueMail e possíveis dicas aos leitores do blog.

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Desenvolvedores do Blender planejam novos recursos para versão 2.81

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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

No mês de agosto noticiamos a chegada da nova versão 2.80 do Blender, com inúmeras novidades e uma repaginada no visual e por “debaixo do capô”, agora seus desenvolvedores comentam um pouco mais sobre as possíveis features que serão adicionadas ao Blender 2.81. 

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O Blender é reconhecido por sua competência e completa gama de ferramentas. Um software bem poderoso e mantido pela Blender Foundation, de código aberto, e que segue uma rígida política de desenvolvimento. Contudo, não quero dizer que seu desenvolvimento é rigoroso, no sentido de não receber novas ideias, pelo contrário existe uma organização e tempo para tudo. O Blender divide esses processos em fases de desenvolvimento, como a maioria dos grandes projetos, para entender um pouco sobre as novidades do Blender 2.81, será interessante descobrir um pouco mais sobre esses estágios de desenvolvimento.

Ao todo são 5 ciclos até termos a versão final, sendo eles:

  • Bcon1 (9 semanas): começa com os desenvolvedores aceitando os commits aprovados ou enviando-os para revisão. Neste período todo o esforço é alocado para trabalhar em cima destes commits no código. A comunidade poderá ter uma noção de quais features aparecerão na próxima versão do Blender;
  • Bcon2 (4 semanas): essa fase tem como foco dedicar-se à triagem de bugs, solucionando as falhas de alta prioridade, e tornar estáveis os recursos anteriormente aceitos no “bcon1”. Os desenvolvedores podem se concentrar em fornecer recursos bem polidos, enquanto o restante (os que não foram considerados muito importantes para versão atual) podem ser aprimorados a tempo do próximo bcon1;
  • Bcon3 (4 semanas): é quando as coisas ficam realmente interessantes. Ao mesmo tempo que o bcon3 da versão atual do Blender, o bcon1 da próxima versão é iniciado. Uma nova ramificação de lançamento é criada para deixar a versão do código principal aberta para novos recursos, enquanto os coordenadores de projeto do Blender avaliam se os desenvolvedores precisam trabalhar em algo mais ou apenas focar nos recursos já pré-determinados;
  • Bcon4 (1 semana): fase em que apenas os commits críticos são mesclados, e a comunidade pode testar o que será a nova versão instável e estável do Blender;
  • Bcon5 (1-2 dias): estágio em que as compilações finais são empacotadas para todas as plataformas, ajustes finais nos registros e imagens promocionais, mídias sociais, anúncios em vídeo e a opção final é configurada no blender.org para a exibição do novo lançamento na página de download.

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EMMYS 2018 Motion Graphics - de Allucinari, feito com o Blender 2.80 alpha.

Novidades no Blender 2.81


A versão do Blender 2.81 está na fase bcon2, significando que já foram decididas as possíveis features da nova versão. Lembrando que seria uma irresponsabilidade afirmar que todas essas mudanças estariam presentes no Blender 2.81, afinal durante o desenvolvimento muita coisa pode mudar e recursos problemáticos podem ser abandonados. Todavia, até o momento os desenvolvedores elaboraram essa lista:


Se você gosta de experimentar as novidades do Blender, efetuar o download das nightly builds é uma opção. Caso encontre alguma falha, sinta-se à vontade para contribuir relatando os bugs e auxiliando no desenvolvimento do Blender.

O Blender 2.81 tem bastante novidade a caminho, reforçando que se no final do bcon3 ou até mesmo do bcon2, os coordenadores do projeto decidam abandonar tais recursos ou deixarem para outra versão, assim farão.

Utiliza o Blender em seus projetos? 

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Google Password Checkup, agora alerta caso houver vazamento de senha

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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

O Google vem criando soluções que a cada dia facilita o uso da tecnologia, seja com sistemas operacionais, aplicativos, sites ou serviços. Agora seu gerenciador de senha passa a receber um novo recurso, esse antes disponível anteriormente através de uma extensão para seu navegador Google Chrome, agora nativamente no Google Password Checkup.

segurança-senha-key-gerenciador-google-password-checkup-android-chrome-chromium

Criar senhas fortes pode ser considerado uma verdadeira arte, brincadeiras à parte, evitar as famigeradas “123456” ou “senha” não é tão difícil assim (essa foi para você Happy 😆️😆️😆️).

O Google Password Checkup, aquele que sempre te pergunta se quer salvar uma senha no Chrome ou Android, recebeu ontem quarta-feira (2), a capacidade de averiguar se sua senha está comprometida por vazamentos ou não. Acesse o Gerenciador de senhas, confirme sua identidade e solicite a verificação. Assim, três resultados podem ser apresentados, indicando o estado atual de sua segurança.

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Senhas fracas


Caso exista alguma senha mal formulada, e que seja de simples alvo para um eventual ataque, o Password Checkup indicará essa falha de segurança. Então, nada de nomes de parentes, conhecidos, cônjuges ou coisas do tipo. Datas de aniversários ou comemorativas também não são uma boa ideia. Dê preferência a frases que venham de uma letra de uma música, quem sabe um livro ou algo assim. Alternância entre letras maiúsculas e minúsculas, como caracteres especiais são bem-vindos (“t3us_0lhos#sAo mev5-Livros”).

Senhas utilizadas


Esse é outro problema que o gerenciador poderá lhe alertar. Repetir a mesma senha em diferentes serviços só aumentam as chances de invasão. Se uma senha vazar, os demais serviços estarão em risco.

Senhas comprometidas


Não! Suas senhas não estão lhe traindo com outra pessoa, talvez até sim, afinal se o Google Password Checkup exibir este alerta, é plausível que você seja um alvo. Senhas comprometidas, significam que algum serviço que você utiliza sofreu um possível ataque ou vazamento de dados e por algum motivo sua senha foi descoberta. 

Segundo o site The Verge, o Google revelou uma pesquisa que aponta o uso de autenticação de duas etapas por apenas 37% dos americanos entrevistados. Outra curiosidade é que 66% utilizam suas senhas em mais de um serviço. Já uma falha gravíssima é que somente 11% efetuaram a troca de suas senhas, após casos de vazamentos de serviços de streaming

O Google consulta uma vasta lista de fontes para verificar se sua senha já vazou na internet:

  • 000webhost;
  • 17 Media;
  • Coleção 1,4 bi;
  • 7k7k;
  • Adobe;
  • Anti-public;
  • Badoo;
  • Bitly;
  • Coleção 1-5;
  • Dropbox;
  • Exploit.in;
  • iMesh;
  • Imgur;
  • Last.fm;
  • Lifeboat;
  • LinkedIn;
  • Mate1;
  • Neopets;
  • NetEase;
  • Nexus Mods;
  • Pemiblanc;
  • R2Game;
  • Rambler;
  • Tianya;
  • Tumblr;
  • VK;
  • VN;
  • Yandex;
  • Youku;
  • Zoosk.

Como diz o ditado: “segurança nunca é demais”, e sempre devemos nos atentar quanto a esses detalhes. Recentemente noticiamos o retorno do botnet Emotet, que se valia de senhas fracas para efetuar seus ataques. Então, evite ao máximo expor suas contas e possíveis problemas. Talvez a utilização de um gerador de senhas seja uma ótima dica, no entanto, esse já é assunto para outro artigo (😉️😉️😉️).

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Microsoft apresenta seu “smartphone dobrável” com Android, e novos devices da linha Surface

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Hoje quarta-feira (2), a Microsoft reservou a tarde para apresentar diversos hardwares de sua linha Surface. A expectativa estava bem alta, após diversos rumores de um possível Surface phone e o Windows 10X. Afinal, existia ou não o tão aguardado Surface phone? 

microsoft-surface-pro-x-7-duo-neo-laptop-ms-notebook-android-windows-10x-smartphone-tablet

O Microsoft Event, foi repleto de anúncios de novos devices, e até mesmo uma nova versão do Windows 10, projetada exclusivamente para dispositivos dobráveis e de tela dupla. De codinome Santorini, o Windows 10X veio com uma ambiciosa proposta de ser redesenhado para dispositivos, como tablets flexíveis que se transformam em algo com uma usabilidade semelhante a de um laptop. Vale lembrar que o Windows RT tinha uma ideia, de certo modo, parecida, contudo o alvo do novo sistema são hardwares híbridos, nem tablets, nem notebooks. 

Logo abaixo você poderá ver o Windows 10X em ação, sendo apresentado pela gerente de programa do grupo de parceiros, experiências e dispositivos Microsoft. Junto ao novo Microsoft Surface Neo, um tipo de tablet com duas telas de 9 polegadas separadas e que quando fechado assemelha-se muito a uma agenda de anotações.


Também foram apresentados no evento o Microsoft Surface Pro X e o Surface Pro 7, com mudanças estéticas e internas. Aliada a Qualcomm, a MS oferece um novo chip baseado na arquitetura ARM, sendo um fruto dessa parceria.


Outros equipamentos foram apresentados. O Microsoft Surface Laptop 3, e o Surface Earbuts (fone sem fio, com bateria).

Chegou o Surface phone!


Por fim, foi apresentado a grande surpresa do evento. Após anos e anos de rumores, eis que a gigante de Redmond surpreende a todos com o Microsoft Surface Duo. Possuindo duas telas, assim como o Surface Neo, porém com proporções menores e utilizando o Android ao invés do Windows 10X.

O smartphone tem duas telas de 5,6 polegadas, no entanto, mesmo sendo dobrável o conjunto não é um único corpo. Sendo de fato duas telas separadas. Visualmente não é tão elegante, mas evita problemas no display. Quem acompanha o mundo Android sabe dos encalços que a Samsung vem passando com seu Galaxy Fold.


Você pode dobrar o dispositivo, ou deixá-lo aberto como um tablet. Somando às duas telas, neste “modo tablet”, seu painel chega a 8,3 polegadas.

O Surface Duo une a experiência da linha Surface com o Android, mas nem todo fã da empresa ficou contente com esse “Surface phone”. Já sabíamos que o Windows Mobile tinha chegado ao fim, todavia ao observar os comentários internet afora, percebi que a principal reclamação era devido ao seu novo conceito de “ser dobrável sem uma tela dobrável” e que muitos não foram atraídos pela proposta. Creio que, conforme os milhares de concept arts na internet, os usuários queriam algo mais próximo do convencional. Todavia esse tipo de smartphone pode acabar se tornando um padrão, ao invés das telas dobráveis. Simplesmente não sei, só o tempo dirá. 

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Segundo o site Wired , o Surface Duo é equipado com um processador Snapdragon 855, mas os elementos do design ainda não foram finalizados - podendo sofrer mudanças, muitos detalhes não foram informados durante a apresentação.

Embora o diretor de produtos da Microsoft, Panos Panay, tenha parecido relutante durante a apresentação de referir-se ao Surface Duo, como um smartphone. Sem sombra de dúvidas essa foi a parte mais importante do evento. O Duo marca o retorno da empresa ao mercado de smartphones, depois da morte de sua plataforma mobile em 2017.


Curiosamente navegando pelas “interwebs”, me deparei com alguns desenvolvedores e usuários do Windows Phone, que conseguiram fazer o antigo sistema da MS executar apps Android. Caso a Microsoft tivesse insistido novamente no Windows Mobile, o tiro sairia pela culatra (já vimos essa novela no passado). Foi uma sábia decisão embarcar o Android em seu aparelho, e não vi ninguém reclamar de tal decisão.

Os valores não foram revelados, mas não espere um preço camarada (ao menos para realidade da maioria dos brasileiros).

Você pode acompanhar todo evento diretamente no canal do Youtube da Microsoft.


Qual a sua opinião sobre os novos hardwares da linha Surface? Gostou do Surface Duo? Compraria o smartphone, caso lhe fosse acessível?

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Kate e Okular na Windows Store, e portabilidade de softwares

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Um dos temas mais recorrentes entre usuários e criadores de conteúdo do mundo Linux, é a portabilidade de softwares nativos de Windows para o sistema do Pinguim. Hoje abordaremos o mesmo assunto, só que ao contrário.

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O editor de texto Kate, e o leitor de documentos Okular, ambos provindos do projeto KDE, foram disponibilizados na Windows Store. Respectivamente nos dias 12/09 e 20/09 deste ano (2019). Uma ótima notícia para pessoas que gostam dos softwares, mas preferem ou precisam utilizar Windows.

Muitas vezes uma pessoa utiliza um sistema operacional, não por gostar do sistema em si, mas por que precisa utilizar ferramentas que estão disponíveis somente para aquele único sistema. Isso realmente acaba sendo um problema, pois tira, ou dificulta muito a possibilidade de escolha.

Muitas vezes, quando um software de Windows ou MacOS não possui versão para Linux, existe outro software equivalente disponível de forma nativa no sistema do Pinguim. Porém, em um caso no qual a pessoa depende daquele software proprietário, disponível apenas em uma plataforma para trabalhar, produzir e ganhar a vida, fica realmente muito complicado substituí-lo por outro equivalente, e ter que reaprender a fazer o mesmo trabalho de maneira diferente.

Mais complicado ainda é quando essa mudança precisa ser feita em uma empresa, não com uma pessoa apenas, mas sim com várias. É claro que esse tipo de mudança é possível, tanto que já foi feita muitas vezes, por muitas pessoas, empresas e até órgãos públicos. Todavia, enquanto uma mudança desse nível é feita, é muito comum ocorrer queda na produção da empresa ou da pessoa que está se adaptando a aquela nova ferramenta. Como todos nós sabemos, queda na produção é sinônimo de prejuízo. Por isso, ao praticar uma mudança dessas, cabe aos responsáveis decidirem se os prós serão maiores que os contras.

É por isso que portes como os do Kate e Okular são muito importantes para que o usuário realmente tenha uma liberdade de escolha. Imagine que bom seria se uma pessoa pudesse escolher qual sistema operacional utilizar, sem ter que se preocupar com compatibilidade de ferramentas. Baseando a sua escolha apenas nos sistemas em si.

Nós, usuários Linux, frequentemente abordamos o assunto de portabilidade de outras plataformas para a que utilizamos. O que é perfeitamente normal, já que estamos visando o crescimento dos sistemas que utilizamos. Mas nem sempre discutimos sobre portar os nossos softwares para outras plataformas.

Na minha opinião, liberdade, e o melhor para todos, seria se pudéssemos utilizar o computador para lazer, ou fazer o nosso trabalho utilizando a ferramenta que quisermos, no sistema que quisermos. Mas isso é, provavelmente, apenas um pensamento utópico da minha parte.

E você, o quê acha sobre tudo isso? Para você, deveríamos manter os “nossos” softwares compatíveis apenas com Linux? Ou você concorda que quanto mais softwares multiplataforma existirem, independente do seu sistema de origem, melhor para todos? Diga-nos a sua opinião nos comentários.

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Hora errada no Windows em dual boot com Linux. Como resolver?

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terça-feira, 1 de outubro de 2019


O dual boot pode ser uma boa opção para pessoas que precisam utilizar algum software que não rode no Linux de maneira satisfatória. Todavia, existe um bug que faz com que a hora no Windows esteja sempre errada ao iniciar o sistema, o que pode não causar grandes problemas, mas é bastante irritante.

hora-errada-windows-dual-boot-linux

O número de programas e jogos disponíveis para as distros Linux é enorme, e está crescendo de forma muito rápida. Além disso, uma grande parte dos softwares de Windows, que não são funcionais no Linux, possuem alternativas tão boas ou até melhores de forma nativa. Mesmo assim, existem alguns softwares que ainda não funcionam, ou não possuem uma alternativa que lhe agrade no sistema do Pinguim.

Para contornar esse problema, nos casos onde o programa em questão não exige muitos recursos de hardware, podemos utilizar máquinas virtuais rodando Windows. E nos casos onde o programa utilizado exige um hardware mais “parrudo”, podemos utilizar o dual boot.

Eu mesmo, faço uso do dual boot para jogar os poucos jogos que tenho e não rodam bem no Linux. À partir de um certo momento, percebi um problema pequeno, porém, irritante. Trata-se de um bug que ocorre no Windows sempre que tenho o sistema instalado em dual boot com alguma distribuição Linux. 

O problema era que toda vez que eu iniciava o sistema, o relógio do Windows estava cerca de três horas adiantado. E por mais que eu pusesse as configurações de hora e fuso horário no manual. Ao reiniciar, o problema persistia. Enquanto no Linux, a hora estava sempre correta, sem que eu precisasse fazer qualquer alteração ou configuração.

Como resolver o problema?


Após muito pesquisar, encontrei uma solução na Arch Wiki que resolveu o meu problema. E também pode lhes ser de grande ajuda.

Obs.: Se a hora já estiver sendo exibida corretamente no seu Windows, realizar esse procedimento poderá ter o efeito contrário ao desejado.

No menu Iniciar do Windows, pesquise por “Regedit”, e clique sobre ele.

pesquisa-regedit-menu-iniciar-windows

Acesse o diretório:

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\TimeZoneInformation

Dentro deste diretório vamos criar uma entrada de registro. Clique com o botão direito do mouse na área em branco, clique em “Novo” e “Valor QWORD” se o seu sistema for de 64 bits. Se for de 32 bits, clique em “Valor DWORD”. Então nomeie esta entrada como “RealTimeIsUniversal”.

regedit

Agora clique com o botão direito do mouse na entrada que você acabou de criar, e clique em “Modificar". Na janela que abrir, no campo “Dados do valor” digite “1”. Marque a caixa de seleção “Hexadecimal”, e clique em “OK”.


Clique com o botão direito do mouse no relógio, depois em “Ajustar data/hora”, e deixe as suas configurações como as da imagem abaixo:

configuracoes-hora-windows

Pronto! Agora é só reiniciar o sistema e a hora estará correta.

Você utiliza dual boot? Também já passou pelo mesmo problema, ou conhece alguma outra solução? Compartilhe conosco nos comentários.

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Microsoft lança a nova versão de sua plataforma de desenvolvimento Open Source

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

O .NET Core é uma plataforma para desenvolvimento de aplicações web, desktop, IoT, mobile e jogos, desenvolvida pela Microsoft. Compatível com Windows, Linux e macOS, é oferecido sob a licença MIT, sendo assim de código aberto e disponível no Github.

dotnet-framework-net-core-microsoft-windows-visual-studio-developer-desenvolvimento-programador

Anunciado em 2014, o .NET Core veio como a solução Open Source do já conhecido .NET Framework, esse sim proprietário.

Com uma semana repleta de anúncios da Microsoft para seus desenvolvedores, sua fonte Cascadia Code é um exemplo. O .NET Core 3.0 vem com diversas melhorias, conforme é apresentado em seu anúncio oficial: 

“Temos o prazer de anunciar o lançamento do .NET Core 3.0. repleto de melhorias, incluindo a adição de Windows Forms e WPF, a adição de novas APIs JSON, suporte ao ARM64 e melhoria do desempenho geral. O C# 8 também faz parte desta versão, que com fluxos anuláveis, assíncronos e mais padrões. O F# 4.7 está incluso e focado em descomplicar a sintaxe utilizada no .NET Standard 2.0”.

O lançamento é compatível com versões anteriores, facilitando a atualização das aplicações. A nova versão promete maior desempenho, suporte às linguagens de programação C# 8 e F# 4.7, APIs JSON, redução no uso de memória com um garbage collection mais eficiente, inclusão padrão de executáveis nos aplicativos, suporte a novos chips ARM, aprimoramento no desempenho do framework via contêineres, entre outras novidades.

Para usuários do Visual Studio, a Microsoft informa que, basta atualizar a IDE para obter automaticamente a última versão do .NET Core.

dotnet-framework-net-core-microsoft-windows-visual-studio-developer-desenvolvimento-programador

Sistemas suportados pela plataforma


O .NET Core 3.0 é suportado nos seguintes sistemas operacionais:

  • Alpine: 3.9+
  • Debian: 9+
  • openSUSE: 42.3+
  • Fedora: 26+
  • Ubuntu: 16.04+
  • RHEL: 6+
  • SLES: 12+
  • macOS: 10.13+
  • Windows: 7, 8.1, 10 (1607+)
  • Windows Server: 2012 R2 SP1 +

Nota: Os aplicativos Windows Forms e WPF funcionam apenas no Windows.

Os chips suportados pela tecnologia são:

  • x64 no Windows, macOS e Linux;
  • x86 no Windows;
  • ARM32 no Windows e Linux;
  • ARM64 no Linux (kernel 4.14+).


Para mais detalhes técnicos, pontuando cada melhoria e novas adições ao framework, acesse o anúncio oficial no blog de desenvolvedores da Microsoft.

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Fonte: Microsoft.
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