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Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A chegada do Steamplay usando o Proton (DXVK+Wine) e trazendo a possibilidade de se poder jogar uma quantidade de jogos que antes só se tinha no Windows, “forçou” as empresas que mantém os drivers para Linux “ a se mexerem” também, como NVIDIA e AMD, e assim trazer as implementações e melhorias que o VULKAN proporciona.


Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers





Prezando pela estabilidade das suas versões LTS, o Ubuntu não traz às versões mais recentes dos drivers da NVIDIA, AMD e Intel (e sim os “estáveis”), e algumas funcionalidades e tecnologias podem não estar presentes no sistema, como a implementação completa do VULKAN e entre outras.

Para adicionar os drivers de vídeos mais recentes dessas empresas, precisamos recorrer aos PPAs (Personal Package Archive) r e assim desfrutar dessas tecnologias novas. Adicionar não é nenhuma tarefa difícil, tanto que já fizemos alguns posts aqui no blog explicando como proceder e tudo mais, mas sabemos que ainda tem pessoas que podem encontrar alguma dificuldade para tal procedimento. Sendo via terminal ou não.

Vendo isso, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, fez um questionamento em seu Twitter, perguntando o porque que o Ubuntu não tinha feito ainda uma ferramenta gráfica para adicionar os PPAs dos drivers e assim facilitar a vida dos gamers que estão vindo do Windows.

Eis que alguém da Canonical, empresa essa que mantém o Ubuntu, responde. E não foi “qualquer pessoa” que respondeu e sim alguém de “gabarito”. Quem respondeu ao tweet do Jason foi o Will Cooke, Diretor da Canonical responsável pela área de desenvolvimento do desktop. E a resposta foi positiva.

Segundo Cooke, a Canonical tem planos para o próximo ciclo de desenvolvimento (Ubuntu 19.04/19.10???) adicionar algumas GUI (Interfaces gráficas de interação) para tornar a adição desses PPAs mais fáceis, ou como ele disse “pointy-clicky”.

Jason questionou se seria possível selecionar o PPA apropriado para a sua GPU e a resposta do Cooke foi que sim, que eles facilitariam o acesso aos drivers Betas das empresas. Se quiser ver o Tweet original, basta clicar na imagem abaixo.



Esse tipo de facilidade questionada pelo Jason e prontamente respondida por Cooke, mostrando que a Canonical está atenta na guinada em que se deu nos últimos 6 meses, depois da “bomba” chamada Proton (Valve/Steam) e que deu uma “remexida” das boas, fazendo assim as empresas melhorarem os seus produtos no Linux, desde o pessoal do Lutris até em empresas como Canonical, NVIDIA, AMD e Intel. 

Podemos ter bons frutos ao longo de 2019 e não podemos ficar surpresos se o Linux pegar mais corpo e popularidade nos desktops através dessas iniciativas, que para quem já usa Linux possa ser algo “pequeno”, mas pra quem vem de outra plataforma ou que nunca teve um contato agradável com Linux, pode fazer uma grande diferença e fazer com que a pessoa possa se sentir “em casa”.

Espero você até o próximo post, forte abraço.
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Google lança sua versão do “Paint”

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domingo, 6 de janeiro de 2019

Com diversos aplicativos, a Google vem cada vez mais adicionando novos programas a sua coleção, e dando maiores possibilidades aos usuários de ChromeOS. Como já noticiado aqui no Diolinux, recentemente o sistema da gigante das buscas passou a suportar aplicações em outros formatos, DEB e Flatpak. Agora traz uma novidade que poderá acarretar lembranças de quem “é das antigas”, e já usou o Paint.

canvas-google-chrome-apps-paint



Desenhar é algo simples, mas divertido


Muitos artistas antes de dominarem ferramentas consagradas de edição de imagens ou desenho digital, começaram por hobbie ou por simples inocência, ao rabiscar, quando mais jovens, em programas como o Paint. Aplicativos dessa natureza transparecem simplicidade para alguns usuários, mas podem ser a porta de entrada, e quem sabe o começo de um novo artista, é sabido que crianças ou o público mais jovem gosta de passar um tempinho desenhando na frente do computador.

Canvas, o “Paint” da Google


Chamado por muitos sites de “O Paint da Google”, o Canvas veio para facilitar usuários de ChromeOS, e usuários num geral, de outras plataformas, com uma ferramenta que possibilite desenhos simples, rabiscos rápidos e anotações. Então não espere recursos elaborados como os existentes no Krita ou programas do gênero.

(Observe que sou um artista nato, com traços inigualáveis... 😂😂😂 )

canvas-desenho-web-app-chrome

O Canvas traz a praticidade de uma web aplicação, não exigindo ser instalado no sistema e sendo multiplataforma, podendo ser executado em distribuições Linux, Windows, Mac, Android etc. Bastando ter um navegador com suporte a tecnologia “WebAssembly”, ou Google Chrome.

Se interessou pelo Canvas? Acesse o site da aplicação e desperte o artista que existe dentro de ti.


Deixe nos comentários se em sua infância utilizava Apps como o Paint, ou se atualmente utiliza programas profissionais como o Krita.
Espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Veja como instalar o Ubuntu e o Mint em um notebook com GPUs hibridas (Intel + NVIDIA)

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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Muitos que chegam ao Linux através do Ubuntu ou do Mint usam notebooks com o sistema híbrido de GPUs, em que o notebook tem duas placas de vídeo, uma sendo a integrada da Intel e a outra da NVIDIA na maioria das vezes.


Veja como instalar o Ubuntu e o Mint em um notebook com GPUs hibridas (Intel + NVIDIA)






Muitos notebooks não lidam bem com o driver open source nouveau, driver este mantido pela comunidade e com engenharia reversa em relação ao driver proprietário da NVIDIA. Por causa dessa barreira, muitos desistem em utilizar o Linux (mais específico deste tutorial, o Ubuntu e o Mint) e voltam a utilizar o Windows por causa disso, porém, esse problema é contornável, basta fazer um ajuste na tela de boot, esse ajuste é um parâmetro que faz com que o driver nouveau não seja carregado junto com o kernel e assim podendo subir o sistema e instalando o mesmo.

A tela que devemos fazer esse ajuste, é a tela logo após o boot, como se mostra na imagem abaixo.



Como podem ver, para editar as opções basta pressionar a tecla TAB  e assim ir para a tela seguinte onde vamos por o comando nouveau.modeset=0 splash quiet acpi=off


Depois disso o seu sistema é para subir sem muitos problemas e assim continuar a instalação. Lembrando que logo após a primeira reiniciada do sistema, é recomendado a instalação do driver proprietário da NVIDIA e assim desfrutar de melhor performance e estabilidade, principalmente para jogos e tarefas que exijam mais da sua GPU NVIDIA.

O Canal parceiro, O Cara do TI, fez um vídeo muito bacana mostrando como fazer isso no Mint, mas se aplicando ao Ubuntu também.

            

E se você quiser saber como ter a última versão do driver da NVIDIA, temos um vídeo no canal mostrando como fazer isso, vale muito a pena conferir.

            

Um agradecimento especial ao Cristiano, um dos principais nomes da comunidade Fedora no Brasil e que ajuda a difundir o Linux no Brasil. Foi ele que me ajudou a encontrar essa solução, muito obrigado Cris =) .

Um forte abraço e até uma próxima.
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Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux

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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Muitos que estão migrando para o mundo Linux, chegam procurando alternativas que possam substituir as ferramentas que utilizavam no Windows ou no macOS. Como por exemplo do Photoshop, CorelDraw, Adobe Premiere e o AutoCad, e é para esse último que vamos dar uma especial atenção hoje e mostrar uma alternativa altamente recomendada.


Veja como instalar o Draftsight, o AutoCad para Linux





Quem desenvolve o Draftsight é a 3DS, mesma empresa que desenvolve o Solidworks e o 3D Studio Max. A empresa está no mercado há 37 anos, então não é “qualquer uma Dora Aventureira” no setor.

O DraftSight não é um software open source, mas possui uma versão Free (Windows, macOS e Linux) e uma Premium (Windows) que tem dois métodos, uma via por assinatura de 12 meses e outra sem assinatura em que você compra ele uma única vez e recebe updates nos primeiros 12 meses após a compra.

Se você optar pela assinatura, a anuidade sai por R$606,70 e com updates durante o período que a assinatura estiver em vigência. Já se você optar pela compra uma única vez, que sai por R$1.217,49 e se precisar de mais tempo de suporte, você pode comprar pacotes adicionais de manutenção anual que saem em media por US$99,00. Como você pode ver, muito mais barato do que o software da AutoDesk (Custo médio de R$5 mil).


Algumas empresas que utilizam as soluções da 3DS são: a EMBRAER, Exxon Mobil, Eaton e a Kärcher, entre outras empresas.

A versão Free do Draftsight você pode utilizar nas três plataformas, no Windows nas versões 64 e 32 bits, macOS no formato dmg e para Linux nos formatos .deb e .rpm esses tendo somente versões para 64 bits.

O canal parceiro do blog, o Maquete Eletrônica, fez um vídeo de como instalar e mostrando como dar os primeiros passos no aplicativo. Confira o vídeo abaixo.

           

Para baixar o Draftsight basta acessar o link diretamente do site deles.

Interessante ter softwares feito por empresas profissionais e com bagagem de mercado oferecendo soluções free e para Linux com uma qualidade muito boa e que possam ler os formatos DWG da AutoDesk que são predominantes no mercado.

Agora nós diga nos comentários se você usa ou está procurando uma alternativa extremamente viável para o seu dia a dia.

Espero você até uma próxima e um grande abraço.
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Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”

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sábado, 10 de novembro de 2018

Na segunda-feira (5), a Microsoft anunciou em seu blog oficial (o MSDN) que traria grandes novidades no update 18277 para o Windows 10, como a correções de bugs, melhorias na interface, implementações com a Cortana junto com a Amazon entre outras. Você pode conferir mais detalhes neste link.


 Microsoft anuncia novos recursos para o WSL e seu “Linux Pago”






Mas o que chamou mais atenção foram as novidades e recursos adicionados pela Microsoft em relação ao Linux, até mesmo uma versão paga dele chamada de WLinux. Mas calma, vamos explicar.

Novidades


As novidades começam pelas distribuições que estão disponíveis na Microsoft Store, que agora contam com o Ubuntu 18.04 LTS, OpenSuse 15 e o SLES 15, além do Wlinux.

Agora o Ubuntu 18.04 em WSL (Windows Subsystem for Linux ou Subsistema Windows para Linux) rodará em um dispositivo ARM para aprendizado ou simplesmente para o uso, assim “capturando” a versão ARM do aplicativo. Essa função é ativada se você baixar o Ubuntu pela loja da Microsoft.

O Bloco de Notas (Notepad) agora vai ter suporte para “final de linha” (Line Endings) do Linux e assim não mais tendo problemas em abrir arquivos vindos do sistema do Pinguim. Exemplo: Abrir um arquivo .sh e não perder a formatação. Para saber mais acesse o link.

Outra novidade é que agora você vai poder abrir um Linux Shell diretamente pelo Explorer do Windows, apenas pressionando  Shift+Botão Direito do Mouse em cima do arquivo que você precisar.



Mais uma novidade é que agora você pode instalar as distros no Window 10 via linha comando com o WSL ativado. Para saber como ativar ele a Microsoft recomenda ver o manual.

Depois de ter feito isso você precisa habilitar o WSL usando os seguintes comandos. No Exemplo foi usado o Ubuntu 18.04.

Invoke-WebRequest -Uri https://aka.ms/wsl-ubuntu-1804 -OutFile ~/Ubuntu.appx -UseBasicParsing

Add-Appx-Package -Path ~/Ubuntu.appx

Aí para instalar o Ubuntu 18.04, usa os seguintes comandos:

RefreshEnv

Ubuntu1804 install --root

Ubuntu1804 run apt update

Ubuntu1804 run apt upgrade -y

Fizemos um vídeo falando sobre o WSL lá no canal, você pode conferir o vídeo logo abaixo.

       

Agora você vai poder usar os comandos Copiar e Colar nos terminais Linux/WSL, basta habilitar essa opção. Para mais detalhes acesse aqui.




E o Linux pago da Microsoft, o WLinux???!!


Bom, segundo o post no blog oficial da Microsoft, o WLinux vai ser a primeira “distribuição” para WSL, com implementações feitas especificamente para serem usadas no WSL, como por exemplo toolchains para desenvolvedores e implementações sem suporte ainda, como o systemd. O WLinux é baseado no Debian, mas diferente do Debian que conhecemos. Esse Debian da Microsoft “transformado” em WLinux é mais voltado para quem é desenvolvedor ou entusiasta, visto que ele é todo construído para ser usado via terminal. Como podemos ver em algumas capturas de telas abaixo. Sendo assim, ele é mais uma das distros disponíveis para o WSL, como as outras que foram comentadas.








O WLinux vai ser comercializado por R$75 em média, mas está em promoção até o dia 13/11/2018 por R$18,95. Você pode acessar a loja da Microsoft para comprar ele.

Você pode acessar o projeto do WLinux e ver quais ferramentas estão sendo utilizadas, através do Github deles.

Muita gente confunde software livre com software grátis, mas a verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra e se qualquer distro quisesse cobrar por seus serviços, isso seria perfeitamente legal e bem visto, o próprio Stallman fala sobre isso em seus discursos.

A grande questão é: O que de especial esse sistema novo da Microsoft traz para que justifique a sua compra? Tem algo que ele faz que não é possível de fazer com outras distros ou de outra forma? São objeções que o marketing da Microsoft precisará trabalhar, sem dúvida, se quiser vender o produto. Pode ser também que colocar um valor assim seja um teste para ver o quanto as pessoas estão dispostas a pagar por produtos do tipo, nunca se sabe.

Bom, é isso sobre a tão “polêmica” distro Linux paga da Microsoft,  só trazendo compatibilidades entre o Windows e as distros Linux, além dela trazer uma modificação do Debian com as suas implementações para funcionarem com as suas ferramentas e afins.

Isso tudo no final, quem ganha é o Linux, que em um futuro bem próximo pode “respingar” nas distros fora da Microsoft Store.

Se você quiser ver o post original do anúncio, pode acessar o blog. E se quiser ver as notas de lançamento pode acessar ela aqui.

Agora nós conte aí nos comentários o que você acha dessa investida da Microsoft em compatibilizar o Linux dentro do Windows.

Até uma próxima e um forte abraço.
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7 atalhos simples para facilitar a sua experiência no GNOME do Ubuntu

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Atalhos sempre são bem vindos, eles nos ajudam a ser mais produtivos com o computador no dia a dia,no artigo de hoje vamos mostrar alguns atalhos para quem está usando o GNOME no Ubuntu  e claro, não vamos mencionar os atalhos universais como Ctrl+C (Copiar), Ctrl+V (Colar) e Ctrl+S (Salvar). Vamos lá:

7 atalhos simples para facilitar a sua experiência no GNOME do Ubuntu






1 - Abrir o Dash 

Para abrirmos o Dash do GNOME e procurar algum aplicativo instalado, ver as áreas de trabalho disponíveis e ainda procurar por aplicativos não instalados (e que estejam nos repositórios ou na GNOME Software) basta pressionar a tecla Super (ou a tecla com o símbolo do Windows)

Se você quiser abrir o Dashboard do GNOME diretamente na grade de aplicativos, basta pressionar a combinação tecla ”Super+A”..

2 -Abrir o terminal

Quando precisamos executar algum comando, como atualizar o sistema, instalar um aplicativo ou qualquer outra ação que precise do terminal, podemos facilitar essa tarefa utilizando o seguinte atalho Ctrl+Alt+T e “voilà” , terminal aberto.

3 - Bloquear a tela 

Se você precisar sair por alguns momentos da frente do seu computador e não quer que ninguém fique bisbilhotando, , você pode bloquear a sua tela com usuário e senha, basta apertar Super+L ou Ctrl+Alt+L

4 - Minimizar todas as janelas abertas

Se você estiver querendo minimizar de uma vez todas as janelas abertas dos programas, basta apertar Super+D ou Ctrl+Alt+D e para maximizar todas novamente basta pressionar novamente.

5 - Alternar entre os aplicativos abertos

Se você tem muitos apps abertos e se perde com tantas janelas, esse atalho vai lhe ajudar.r. Pressione a combinação Super+Tab ou Alt+Tab e assim você vai ver todos os apps abertos e circular entre eles, podendo selecionar a aplicação desejada.

6- Fechar todas janelas de um determinado aplicativo

Se você precisar fechar todas as janelas de um determinado aplicativo, como o Firefox por exemplo, basta selecionar a janela da aplicação com o mouse e pressionar: Ctrl+Q e pode usar tb o Ctrl+W

7 -Fazer logoff/logout (Encerrar a Sessão)

Se você precisar fazer logoff/logout do sistema, existe um atalho que é bem conhecido, o Ctrl+Alt+Del.

Feito isso vai aparecer uma janela pedindo a sua confirmação para prosseguir.

Esses são alguns dos atalhos que podem facilitar o seu dia a dia.

Conte aí nos comentários se você usa algum atalho diferente e em qual ambiente gráfico.

Um forte abraço e até a próxima.
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Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça

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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A empresa Tracktion Software está disponibilizando para baixar a sua poderosa ferramenta de produção de áudio digital multiplataforma ou em inglês “Digital Audio Workstation” (DAW) de forma gratuita.

Tracktion 7 Digital Áudio Workstation pode ser baixado de graça







Se você está procurando um software para produção de áudio em DAW o Tracktion 7 é uma boa ferramenta para isso. Uma boa alternativa aos programas Audacity e o Ardour.

T7 DAW (ou Tracktion 7) teve a sua primeira versão lançada em 2016 custando US$59 e tendo uma recepção muito boa da mídia especializada e recebendo vários prêmios pela qualidade do produto oferecido.

O T7 DAW é um Freeware ( e não open source) e que se você precisar de plugins complementares e o suporte dado diretamente pela empresa, você terá que pagar por isso, mas se precisar eles disponibilizam um fórum para ajuda, além de um FAQ para Linux.


               


Ele é multiplataforma, podendo ser usado em Linux (Ubuntu, Mint e derivados), RaspBerry PI, macOS e Windows

A interface dele sendo single-panel (painel único) foi pensada em deixar mais dinâmica e rápida para mixar e fazer gravações, como aplicar correções, efeitos entre outros em ilimitadas trilhas apenas usando o arrastar e soltar.

Outra coisa boa que foi confirmado por eles, é que a versão Free não terá nenhuma limitação em relação às versões pagas.

Para rodar ele na versão para Linux (Ubuntu, Mint e derivados) você vai precisar de um processador Intel Core i5 2 GHz e no minimo 4 GB de memória RAM, mas se recomenda  8 GB de memória RAM.

Para baixar ele você vai precisar entrar no site da Tracktion Software e fazer um rápido cadastro, para que eles possam mandar um link onde você poderá baixar o programa, que está no formato .deb, e também ativar o seu programa, após estes passos, para “desbloquear” o seu programa você vai usar o seu login e senha criados no site anteriormente. Um “preço justo a se pagar” para ter um software profissional em mãos. 

Acho muito legal ter mais alternativas para esse segmento do mercado de produção de áudio profissional, e assim mostrando que a plataforma Linux é um meio viável para isso.

Mas digam aí nos comentários se você já usou a ferramenta ou se vai testar o “poderio” dela. =)

Forte abraço e ate a próxima.

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Agora você pode usar o Windows 95 como um App dentro do Linux

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

É muito curioso observar a evolução da tecnologia, se um dia o Windows 95 foi considerado um dos melhores sistemas operacionais para um computador pessoal, hoje ele é tão pequeno e simples que tem o tamanho de uma aplicação.

Windows 95






Um dos desenvolvedores do Slack, Felix Rieseberg, usou seu tempo livre para criar um projeto em Electron e liberou o código no GitHub para download. Uma versão do Windows 95 que roda em qualquer sistema operacional em forma de aplicativo.

O motivo? Nem mesmo o desenvolvedor sabe, tanto que ele pede "desculpas" no instalador, mas o que vale é a nostalgia, certo?

Você pode baixar a versão de Windows, macOS ou Linux (deb ou rpm) diretamente no GitHub.

Até a próxima!
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Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux

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terça-feira, 31 de julho de 2018

No começo desse mês foi lançada uma versão do cliente Steam para Windows empacotado via Snap, rodando em cima do Wine, permitindo que alguns games de Windows da Steam sejam rodados no Linux.


Fizeram um SNAP da Steam do Windows para Linux





O pessoal da Snapcrafters criou um snap com a versão de Windows da Steam rodando na versão 3.10 staging de 32 bits do Wine, configurado para rodar como uma versão do Windows XP.

Antes de instalar esse snap, vamos relembrar como instalar o suporte a pacote Snaps na sua distribuição, para isso temos um post especial aqui no blog Diolinux com o " Manual dos pacotes Snap", lembrando que à partir do Ubuntu 16.04 LTS, Linux Mint 18.2 e Fedora 24 o snapd, ferramenta que permite a compatibilidade com os pacotes snap, já está nos repositórios oficiais, só precisando instalar o daemon para funcionar.

Para instalar o daemon snapd no Ubuntu/Mint/Debian, abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt install snapd 

E para instalar o daemon snapd no Fedora e derivados:

sudo dnf install snapd


Agora vamos instalar o SteamForWindows e logo em seguida vamos reiniciar ele com os seguintes comandos:

sudo snap install steamforwindows --edge

snap connect steamforwindows:joystick

sudo snap refresh steamforwindows

Depois do processo anterior se abrirá uma janela onde será baixado e atualizado o cliente da Steam, posteriormente ocorrerá a instalação dele. Esse processo pode demorar um pouco, dependendo da velocidade da sua conexão com a internet e do seu computador.

Vale lembrar que é este programa ainda é considerado um "Beta", de modo que ainda serão feitos vários ajustes, como mudar a versão padrão do Windows, como do XP para o 7 e assim dar suporte para mais jogos. Além de poder dar suporte a versão 64 bits do Wine e do Windows.

Conte-nos aí nos comentários qual game você gostaria de ver portado para Linux.

Um forte abraço, até uma próxima.
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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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32 ou 64 bits: Qual usar no meu PC?

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sábado, 21 de julho de 2018

Há um tempo fizemos um vídeo falando sobre a utilização de sistemas de 64 e 32 bits, tanto no Linux, quanto no Windows. No post de hoje vamos retomar um pouco dessa ideia e discutir quando cada um deles pode ser utilizado.







Sistemas operacionais podem ser projetados para serem utilizados em cima de processadores de 32 ou de 64 bits, sendo que um sistema de 64 bits, não consegue rodar em um processador de 32 bits, porém um sistema operacional de 32 bits, consegue rodar em um processador de 64. Isso quer dizer que você pode utilizar um sistema operacional de 32 bits, tanto em processadores de 32 quanto de 64 bits. 

No entanto, caso utilize Windows, um sistema de 32bits não conseguirá reconhecer mais do que 4gb de memória RAM (Exceto em versões especiais para servidores), isso quer dizer que você pode estar desperdiçando memória caso tenha mais memória do que isso. Já para isso no Linux, temos um recurso acessível a praticamente todas as distros chamado "Kernel PAE", sendo que "PAE" é uma sigla para “physical address extension”. O kernel PAE possibilita que sejam reconhecidos mais de 4 gigas de memoria RAM, mas ainda assim fica a dúvida: quando devemos utilizar um sistema de 32 bits e quando devemos usar um de 64 bits?

Bom, a resposta prática é: Quando seu processador FOR de 32 bits.

E para isso, talvez tenha que voltar muito no tempo para encontrar facilmente um processador que não seja 64 bits. Caso tenha um processador de 64 bits, opte por rodar um sistema de 64 bits, pois caso rode um sistema de 32 em um de 64 bits, além de desperdiçar um pouco do desempenho do seu processador, você pode estar jogando um pouco de memória RAM fora.

Existem pessoas que preferem colocar sistema de 32 bits em máquinas com pouca memória como netbooks por exemplo, pois os sistemas de 64 bits acabam usando um pouco mais de memória RAM que os de 32 bits, apesar de ainda não ser a melhor coisa a ser feita pois você acaba deixando de aproveitar melhor o processamento do CPU e o impacto na memória RAM, acaba nem sendo assim, tão grande.

Caso você não tenha entendido o que os processadores tem a ver com a escolha de um sistema 32 ou 64 bits, assista o vídeo abaixo, assim você pode entender melhor a relação entre eles. Esse conteúdo foi feito para leigos no assunto, então caso tenha um maior conhecimento e deseja estudar ainda mais, confira esse post com informações mais completas sobre o assunto.


Espero que esse post tenha ajudado você :)
Até mais!
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Microsoft bloqueia atualização do Windows 10 em SSDs da Intel

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quinta-feira, 17 de maio de 2018

Semana passada já tínhamos relatado que a Microsoft encerrou o suporte do Windows 10 para as empresas. Se liguem nessa novidade agora.

atualizacao-do-windows-10-bloqueada-parassds-da-intel







Um dos grandes problemas causados pelo fim do suporte a uma versão do Windows 10 é o fato de que quem quiser continuar recebendo atualizações terá que desembolsar uma grana; mas este não foi o único problema. Durante o processo final para a disponibilização, descobriram um bug na atualização que causava tela azul, pessoas começaram a relatar problemas obrigando a empresa a tomar uma decisão mais drástica.

Microsoft está bloqueando atualizações do Windows em SSDs da Intel


Pois é, e o motivo para isso é que SSDs Intel das família 600p e Pro 6000p acabam travando a máquina no momento da inicialização do Windows. Esse é um problema que está relacionado ao firmware e isso pode acabar acontecendo no Windows 10 com qualquer do dispositivo que possua o mesmo firmware. Tanto que nos comentários do próprio site da Microsoft mencionam o mesmo problema com o SSD OCZ Vertex 4, tendo que por fim, formatar a máquina.

O problema ainda não tem solução e por esse motivo a Microsoft bloqueou a atualização para o dispositivo (atitude até sábia). Reza o site Global Mask que o único jeito de reverter a solução é pressionando F8 durante o processo de boot e retomar a ultima configuração válida. Mas de acordo com o comentário no site da Microsoft, a solução foi formatar a máquina.
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Microsoft encerrando suporte ao Windows 10 Para empresas?

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quinta-feira, 10 de maio de 2018

No dia 30 de Abril foi lançada a última atualização do Windows 10 para usuários corporativos. Isso significa o fim do Windows?

e-o-fim-da-estrada-para-o-windows





Se você disse que sim, você está completamente enganado. De acordo com o site IDGnow, a Microsoft encerrou o suporte de seis meses do Windows 10 para usuários corporativos com o lançamento da atualização de recursos no dia 30 de Abril. Essa nova versão teve seu suporte reduzido de 24 meses para 18 meses (até Novembro de 2019).

Na minha opinião, está parecendo o modelo de desenvolvimento do Ubuntu onde se tem as versões que são lançadas a cada seis meses, sendo entre Abril e Outubro de cada ano, e que continuam recebendo um pequeno suporte após o lançamento de cada nova versão; e temos a versão com suporte a longo prazo.

Até mesmo os números das versão ficaram com certo aspecto parecido, mudando somente as datas e a exclusão do "." entre ano e mês. Enquanto no Ubuntu temos 16.04, 16.10, 17.04, 17.10 e 18.04, no Windows temos 1511, 1607, 1703, 1709 e 1803.

À partir desta data, quem quiser continuar recebendo as atualizações poderá conseguir estendendo o seu suporte pago (que não foi revelado nem valor e nem para quais versões).

De acordo com o site Pureinfotech, dentre as melhorias desta atualização está a correção de filesystem e de desempenho. Porém, de acordo com Stephen Philip no link de respostas da própria Microsoft, essa atualização causou problemas em vários usuários.

Será que isso não se trata de um plano de adaptação a mudança? Pelo o que parece, sim. Vamos ver o que vai acontecer.
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Agora você pode usar o Kali Linux de dentro do Windows 10

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terça-feira, 13 de março de 2018

A mais nova distribuição Linux a fazer parte da Windows Store é o popular Kali Linux, uma das distros mais famosas no ramo de PenTest. O processo é feito, assim como com o Ubuntu, SUSE, Debian, etc, através do WSL (Windows Subsystem for Linux).

Kali Linux Windows Store






Os desenvolvedores do Kali Linux anunciaram a integração do projeto à Windows Store. O aplicativo do Kali é distribuído gratuitamente e funciona exatamente como o "Ubuntu on Windows" e permite que os usuários usufruam  de alguns recursos da distro através do sistema da Microsoft.

Os desenvolvedores comentam que existem muitos usuários, estudantes e "pentesters" que muitas vezes estão presos ao sistema da Microsoft por conta de opções empresariais em seus ambientes de trabalho, com esta aplicação, o Kali se torna mais flexível e permite que até mesmo usuários do Windows possam utilizá-lo.

Apesar disso, a usabilidade ainda é muito mais limitada se comparada com a distro em si, o primeiro ponto é que o "Kali on Windows" permite (nativamente) o uso de apenas softwares que são em modo texto, e falando nisso, nenhum deles vem pré-instalado, no entanto, o repositório rico em aplicações de testes de penetração e hacking do Kali Linux está à disposição.

Como instalar o WSL do Kali Linux no Windows 10


O recurso WSL ainda está em fase Beta e precisa ser ativado no Windows antes de você simplesmente fazer a instalação pela Windows Store. Abra o PowerShell (terminal) do Windows e rode o seguinte comando:
Enable-WindowsOptionalFeature -Online -FeatureName Microsoft-Windows-Subsystem-Linux
Você também pode habilitar essa opção através da interface:
Configurando o Kali Linux no Windows


ꔷ Vá até o painel de controle e clique em "Apps";
ꔷ Em "Aplicativos e Recursos" do lado esquerdo, observe o link no painel direito e clique em "Programas e recursos";
ꔷ Do lado esquerdo da janela que se abrir clique em "Ativar ou desativar recursos do Windows";
ꔷ Na janela que se abrir procure por "Windows Subsystem for Linux" ou "Subsistema do Windows para Linux" e ative a função;
ꔷ Reinicie o computador;
ꔷ Instale o aplicativo do Kali à partir da Windows Store.

Com isso você encontrará o aplicativo do Kali no menu do seu Windows 10.

Até a próxima!
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PDFelement - Uma ótima solução para manipular PDF no Android

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Atualmente é muito comum encontrar pessoas que trabalham diretamente pelo Smartphone, o nível dos aplicativos e recursos disponíveis é muito alto, inclusive no ramo de escritório. Além de editores de texto, planilhas, apresentações, etc, os editores de PDF são igualmente importantes e hoje você vai conhecer o PDFelement.

PDFelement






Quem precisa de edição de PDFs no Android pode utilizar o PDFelement para essa finalidade, ele é um aplicativo gratuito desenvolvido pela Wondershare que você encontra na Google Play.

Uma vez que você baixe, é importante criar uma conta e fazer login no aplicativo para poder desbloquear todas as funções por completo, caso contrário, você poderá somente visualizar os documentos.

Particularmente eu gosto de ler livros, especialmente os técnicos, fazendo anotações e lembretes para aprimorar os estudos e este é um ótimo App pra isso.

Recursos do PDFelement


O PDFelement tem vários recursos interessantes para quem gosta de fazer revisões nos documentos ou gosta de utilizar os aplicativos para fazer leituras de projetos ou livros, fazendo anotações, lembretes e alterações nas páginas.


Ao abrir qualquer documento você verá na parte inferior um botão para edita-lo, na parte de seleção de texto, você pode aplicar o "highlight", sublinhar as linhas ou parágrafos ou riscar palavras e frases.

Você também pode "desenhar à mão livre", para circular, anotar ou escrever.

Recursos do PDF element
Recursos do PDFelement

Você também pode desenhar retângulos, círculos, linhas e setas para marcar regiões do texto, assim como é possível fazer anotações em regiões ou palavras. Vale mencionar que na região superior do App você também tem recursos legais, como manipular o seu catálogo de PDFs, pesquisar por documentos, adicionar documentos aos favoritos para fácil acesso.

Todas as edições que você fizer em PDFs usando o PDFelement, incluindo o as anotações funcionam normalmente em outros softwares de leitura de PDF, como o Evince por exemplo:

PDF editado com PDFelement
Documento editado no PDFelement aberto no Evince (Deepin Linux)

É possível também editar as páginas presentes do arquivo, excluindo e exportando páginas individuais através do software:

PDFelement
Recursos do PDFelement

Definitivamente é uma boa opção para os seus trabalhos, a galera que usa Windows pode baixar a versão de desktop também através do site oficial, ele também é grátis. 
As pessoas que usam Linux pode usar o Master PDF Editor para funções simulares.

Espero que o App seja útil para você, até a próxima!
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Nova versão do ONLYOFFICE Editors está disponível com correções de acentuação e suporte a plugins

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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Olá pessoal, como estão? Tenho boas notícias para as pessoas que gostaram da proposta do ONLYOFFICE como alternativa para aplicação de escritório para Linux, Windows ou macOS.

OnlyOffice Atualização






Os desenvolvedores do ONLYOFFICE entraram em contato hoje para nos contar as novidades sobre esta bela aplicação. Caso você nunca tenha ouvido falar, eu recomendo fortemente ler a entrevista que fizemos com Galina Goduhina, representante da suíte, assim você vai entender melhor quais são os ideias do projeto, seus pontos fortes e fracos.

Uma espécie de Google Docs

Acho que a maneira mais fácil de explicar o funcionamento e as características do ONLYOFFICE Desktop Editors é compará-lo ao Google Docs, a suíte da Google incorporada ao Google Drive.

O ONLYOFFICE oferece uma suíte colaborativa e open source para você usar na sua casa ou na sua empresa, com aplicativos para edição de texto, planilhas e apresentações. Na última atualização do software coisas muito interessantes foram adicionadas através de plugins, que agora são a forma oficial de expandir funcionalidades na suíte, temos então já incorporados:
ꔷ Editor de imagem;
ꔷ Yandex Translator  - Para traduzir texto sem deixar o editor;
ꔷ Symbol Table - Para inserir símbolos incomuns;
ꔷ YouTube - Para inserir vídeos de YouTube;
ꔷ Macros.

Editor de imagens contida no editor de textos OnlyOffice

Quero dar um destaque especial para o editor de imagens que agora acompanha a suíte office, ele é muito mais completo do que eu esperava e tem até stickers! 😆

Para nós brasileiros que temos uma língua cheia de acentos e regras, a boa nova é que agora a acentuação está funcionando corretamente, o que era um problema na versão passada, onde letras como o "ç", "á", "ã", etc, não costumavam sair corretamente.

"Nós adicionamos a capacidade de criar macros, mas eles são diferentes de macros da Microsoft. Usamos JavaScript em vez de Visual Basic. No momento estamos trabalhando em documentação e conversor para macros baseadas em VBA (para abri-los em nossos editores). Agora nossos macros podem fazer o mesmo que o nosso Document Builder. Os scripts são os mesmos", comentou Nadezhda Knyazeva, do ONLYOFFICE.

Você pode baixar e experimentar a nova versão do ONLYOFFICE acessando o site oficial, nele você vai encontrar versão para Linux, Windows e macOS, incluindo uma versão exclusiva portátil para Linux, todas disponíveis em 64 bits, exceto a versão de Windows, que também possui versão de 32 bits.

Conta aí! O que você achou da nova versão do software? Já testou? Comente logo abaixo e até a próxima!

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