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Você realmente precisa do Windows?

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Algo que sempre ocorre, seja em cursos, grupos ou até mesmo em alguns casos em faculdades, é o Windows como único meio de uso, porém muitos usuários estão na plataforma da Microsoft por desconhecer alternativas, não me julgue mal, de forma alguma creio que o Windows é um “lixo” ou qualquer coisa do tipo, apenas que nem todo mundo precisa dele.


Já prevejo nos comentários vários usuários que não entendem que por indicar uma outra solução, não signifique que o Windows seja ruim, caso veja esse tipo de comentário simplesmente ignore, sua vida será mais feliz (😁😁😁), ressalvas feitas, vamos ao que interessa. 

O uso de sistemas operacionais para utilizadores comuns, praticamente é resumido em navegação na web, consumo de multimídia e criação de documentos, isso quando a pessoa utiliza alguma suite office, outro aspecto interessante, é cada vez mais a não dependência de aplicações Microsoft. 

É comum ver o VLC Player instalado para reproduzir os vídeos, navegadores como Google Chrome e Firefox, para navegação web, entre outras aplicações de terceiros no cotidiano de um user Windows, e destas ferramentas boa parte são encontradas no Linux ou macOS.

Eis um ponto importante, utilizamos na maior parte do tempo aplicações e o SO em si é “subutilizado”, ao trocar uma máquina com Windows e por uma distro Linux, estilo Kubuntu ou Linux Mint, verá que para uma pessoa não familiarizada com tecnologia, o sistema será irrelevante, no final das contas o que fará a diferença é um atalho do seu browser favorito. Faça o teste, é muito engraçado ver as reações, mostre uma distro com KDE e diga ser o novo Windows, depois dos inúmeros elogios (que certamente a pessoa dirá), revele a verdade, recomendo muito essa brincadeira. 😁😋😅

Nem todo usuário usa Photoshop!


Sejamos sinceros, quantas pessoas você conhece que utilizam Photoshop, After Effects, Premiere, AutoCad, Corel Draw, Vegas, e quaisquer outras ferramentas de uso profissional específico, mas que sempre estão em comparativos dizendo que Linux não é bom porque atualmente não as possui. Chega a ser hilário afirmar que por não possuir tais aplicações o Linux não serve para o usuário comum. A única “real barreira” que vejo, é a suíte office da Microsoft, todavia alternativas de visual parecido existem, e isso pode ser um facilitador ao migrar para uma nova solução.

Se você usa algum desses softwares, e não está disposto a migrar para alternativas ou quem sabe é impossibilitado, talvez o Linux não seja a melhor solução em seu caso, e não existe nada de errado em afirmar isso, o problema é achar que para ser um designer, editor, desenhista etc; O Photoshop é obrigatório, e soluções como Krita, Gimp não são para uso profissional, tal argumento é tão infundado que profissionais utilizam ferramentas livres para seus trabalhos, e para não ficar apenas em meras palavras, veja com seus próprios olhos um baita exemplo, “O Jedi do Gimp” Elias de Carvalho Silveira.


Um “gamer de verdade” só usa Windows!


Gosta de jogos? Eu adoro! Mas espera aí, sou usuário Linux, logo não posso jogar. Geralmente brinco com meus amigos, quando eles estão jogando algum game no Linux, e sempre solto a frase: “Mas Linux não tem jogos”, e conforme o mesmo argumento de “Linux não tem Photoshop, logo não é para usuário comum”, ocorre no lado gamer.

Jogos no sistema do pinguim não faltam, só de nativos Steam, são mais de 3 mil jogos e com o advento do Steam Play, outros 4100 dos 6957 testados até o momento, acrescentam a lista e o número só não é maior, pois os anti-cheats estão dificultando o funcionamento de alguns jogos, entretanto se no passado era fácil citar vários títulos indisponíveis no Linux, a realidade se tornou a oposta, e antes que alguns pensem: “Joguinhos de navegador qualquer um roda”, me diga se Devil May Cry 5, Warframe, Dragon Ball Fighter Z, PES 2019, GTA 5 e Overwatch são “joguinhos de navegador?”. 😁😁😁

Nos comparativos apenas a Steam é listada como a única forma de jogar no Linux, porém através do Lutris vários títulos da Origin, Uplay, Battlenet e Epic Store, funcionarão, além de emuladores de vídeo games, e mais ainda, confira 7 sites/lojas (além da Steam) para encontrar games para Linux.

Você pode acompanhar nossas lives na Twitch.tv, e ver o desempenho dos games no Linux, algo interessante e que muitos não sabem, é como otimizar e potencializar sua distro Linux para jogos, obtendo o máximo de proveito da plataforma. Os jogos tem um papel tão importante que estão mudando o Linux (no bom sentido, claro 😜).


Então Linux é para todos os tipos de jogadores? Depende, pode ser que algum jogo específico não esteja disponível, seja por “birra” do anti-cheat ou alguma incompatibilidade, é sempre bom conferir no site ProtonDB e ver quais jogos funcionam, e se não funcionar, neste caso o Linux não será a melhor escolha para ti, no entanto isso não desqualifica toda uma plataforma.

Seguir canais especializados em tutoriais voltados a jogos, é uma boa sacada, alguns exemplos com diversos tutoriais para Steam Play, Proton, Wine, Lutris, PlayOnLinux são: Tuxter Games, Livre Software, MADRUGUEDS, e em nosso canal Diolinux também existe muito conteúdo voltado à games.

Pensando no futuro, não apenas no agora


Uma boa prática que pode proporcionar maior liberdade para você, é dar preferência a softwares multiplataforma, que não dependa de um único sistema, os seus programas sempre estarão disponíveis. Anteriormente mencionei que as aplicações têm maior peso em nossas experiências, pensando no futuro, não serão mais necessárias grandes adaptações e não importando o sistema, seja Windows, macOS ou Linux.

Coloque numa balança, o quanto você realmente precisa do Windows, pratique essa ideia de priorizar programas disponíveis em ambas plataformas, vá migrando de aplicativos, caso esteja em dúvida, eis uma lista para iniciar tal mudança, garanto que não ser dependente de apenas um sistema operacional é algo libertador.

“Windows é ruim e o Linux perfeito”


“O Windows é um sistema todo bugado e o Linux perfeito em todos os aspectos”, infelizmente muitos pensam assim, outros julgam o Windows como “a perfeição em forma de sistema” e o Linux “algo inútil”, ambos estão tremendamente equivocados.

Bem como já falei aqui no blog, no post sobre o Windows 7 e o fim de seu suporte, o projeto Diolinux tem um compromisso com a veracidade dos fatos, e nenhum sistema é perfeito, e algumas situações podem fazê-lo desistir de migrar para Linux, e uma delas pode ser a ideia de grande parte da comunidade, que eventualmente tecem críticas ásperas, e nem sempre são baseadas em termos técnicos, ou que respeitam a escolha e liberdade do próximo.


Resumindo, para usuários de perfil comum que acessam o Facebook ou basicamente utilizam a internet, não precisam obrigatoriamente do Windows, já em outros casos, como abordei logo acima, sua utilização não é uma regra, usamos na maioria esmagadora do tempo as aplicações, como na brincadeira do “Windows KDE”, muitos usuários nem saberiam a diferença.

Ter um sistema que proporcione segurança, robustez e horas economizadas com desfragmentação ou preocupações com pragas virtuais, pode ser uma ótima escolha, e diversas pessoas estão dando uma chance ao Linux. Tenha em mente que a maneira mais inteligente é ter a disposição suas aplicações indiferente do sistema operacional, ao seu alcance em qualquer ocasião.

Reveja se existe algo que lhe prende em algum sistema, experimente ser livre, permita-se descobrir novas coisas, e aprender com os erros, abra a sua mente e promova coisas boas sem ofender ninguém impondo seu ponto de vista.

Espero que tenha ficado claro que existem opções, e que o Windows nem sempre é necessário, apenas fomos condicionados durante nossas vidas no mundo da informática.

E você, tem alguma aplicação que lhe impede de usar outro sistema? Sempre quando vejo esses comparativos, o Photoshop é citado de boca cheia, o engraçado que em todos esses anos trabalhando com manutenção de computadores, se instalei 5 vezes esse tipo de software para algum cliente, foi muito (😁😅😂), não estou dizendo que ninguém os utilizam, apenas que não é a regra.

Te espero no próximo post, sejam educados e complacentes com a opinião alheia, e não se esqueça de compartilhar as postagens do blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Mailspring um cliente de e-mail bonito e moderno

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terça-feira, 12 de março de 2019

Seja para trabalhos acadêmicos, profissionais ou até mesmo uso pessoal, ter um e-mail faz parte da nossa rotina, e a cada novo serviço ou aplicação que vamos utilizar, nos é solicitado uma conta de e-mail, e organizar todas as nossas “cartas eletrônicas”, nem sempre é uma tarefa fácil.

mailspring-cliente-email-snap-deb-linux-ubuntu-windows-macos

Mailspring é um software multiplataforma “misto”, possuindo sua interface gráfica escrita em TypeScript com Electron e React, e seu mecanismo de sincronização em C++, atualmente apenas sua GUI é de código aberto, entretanto em seu Github é declarado que num futuro, seu mecanismo de sincronização também será open source, portanto trata-se de um software até o momento proprietário. 

Caso note a interface familiar, isso ocorre pois o app é um fork do Nylas N1, outro gerenciador de emails, mantido por um de seus antigos desenvolvedores, na qual garante que o Mailspring é mais rápido, consome metade da RAM e CPU, pois sua base é em C++, ao contrário do Nylas N1, que compunha de um mecanismo de sincronização em JavaScritpt, também dispõe de um compositor totalmente renovado e diversos novos recursos.

Formatos de distribuição do Mailspring


Acesse o site oficial do Mailspring e efetue o download da versão referente ao seu sistema, no caso do Linux existem 3 formatos de pacotes disponíveis, em DEB, RPM e Snap.

mailspring-cliente-email-snap-deb-linux-ubuntu-windows-macos

Para distros baseadas no Fedora e OpenSuse você pode utilizar a opção em RPM, se for Debian, Ubuntu e Linux Mint, em DEB, entretanto recomendo fortemente a opção em Snap, por possuir como diferencial o auto-update, nos outros casos você terá que baixar e instalar novamente a cada nova versão do programa.

Outro aspecto interessante é poder selecionar os canais de software do Snap, e testar a aplicação em diferentes estados de desenvolvimento, experimentando possíveis novas funcionalidades.

Caso não tenha configurado o Snap em seu sistema, veja como proceder como o seguinte post, lembrando que no Ubuntu o Snap já vem habilitado por padrão, porém no Mint não.

Instalando o Mailspring Snap via terminal


Para amantes do terminal, depois de ter configurado o Snap em sua distro, utilize o seguinte comando:

sudo snap install mailspring

Como informei anteriormente, com o Snap você pode testar as outras versões do Mailspring, basta adicionar uma das seguintes flags: “--candidate”, “--beta”, “--edge”, por exemplo suponhamos que você queira testar a versão beta do app, no entanto esteja ciente que versões em desenvolvimento podem conter bugs.

sudo snap install mailspring --beta 

Para desinstalar via terminal é muito fácil.

sudo snap install mailspring

Instalando o Mailspring Snap via loja no Ubuntu

Na loja do Ubuntu você pode encontrar o Mailspring pesquisando por seu nome e instalando facilmente com apenas uns cliques.

mailspring-cliente-email-loja-snap-deb-linux-ubuntu

Mailspring um belíssimo cliente de email


Logo após instalar o programa, você verá uma janela de login, para utilização do Mailspring é necessário cadastrar-se no serviço, mas calma que não será preciso pagar, ao menos que você queira os benefícios da conta “PRO”.

Crie sua conta normalmente, logue-se no cliente e uma janela solicitando a conexão de uma conta de email aparecerá.

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Para contas do Gmail, o programa disponibiliza uma URL, para integração com os serviços do Google, siga todo o passo-a-passo proposto pelo app, caso tenha eventuais dúvidas, confira o vídeo demonstrando um pouco das funcionalidades do Mailspring e sua instalação em DEB.


É bem simples e fácil configurar o Mailspring, antigamente sua interface era toda em inglês, em seu estado atual além da interface inteiramente traduzida em nosso língua, conta com corretor ortográfico, assinaturas personalizadas de email, temas para sua GUI, modos de visualização, integração com a tray do sistema e muito mais.

interface-cliente-email-mailspring-tema

E você utiliza algum cliente email? Confesso que em tempos e tempos mudo de aplicação, alternando entre o Thunderbird, Mailspring e o “Gmail Web”, e já me aventurei com o Geary, Evolution entre outros.

Comente logo abaixo sua forma favorita de gerenciar seus emails, ou se atualmente utiliza via navegador. 

Te espero no próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Webcamoid um app multiplataforma para a sua webcam

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A utilização de webcams tornou-se algo relativamente comum nos tempos atuais, seja acoplada em um notebook ou adquirida a parte, esse tipo de device atende diferentes públicos: usuários comuns, youtubers, conferencistas, entre outros.

Porém nem sempre os softwares oferecidos pelos fabricantes tem sua versão Linux, e alguns usuários desconhecem de soluções equivalentes ao “programa padrão da fabricante da webcam”.

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Mesmo sendo relativamente simples configurar uma webcam no Linux, algumas features extras podem potencializar nossa experiência durante a utilização de tais equipamentos, e ajustes finos como: codec, bitrate, configurações na imagem, áudio e vídeo, são interessantes se você deseja um maior controle.

O Webcamoid é uma aplicação de código aberto escrito em C++/Qt5 multiplataforma, dotado de algumas características como: a possibilidade de gerenciar mais de uma webcam, mais de 60 filtros (efeitos nos vídeos), captura de tela, ajustes na qualidade do áudio e vídeo, assim como configurações mais avançadas de codec, bitrate, formatos de saída do vídeo etc.

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Em sua versão Linux, além do v4l2loopback, tem incluso o suporte ao akvcam, driver de câmera virtual para Linux, na qual é o responsável por oferecer os mesmos recursos disponíveis nos drivers do Mac e Windows, possibilitando configurações persistentes, emulação dos controles da câmera (contraste, brilho, saturação, exposição, etc).

Instalando o Webcamoid


Em sua página oficial do Github, existem diversas opções do aplicativo destinado a cada sistema operacional, para o Linux recomendo a versão em AppImage, por ser mais prática e não exigir instalação.

Então efetue o download da aplicação neste formato.

 Baixar o Webcamoid

Após baixar o programa, clique com o botão direito do mouse, vá em propriedades e marque a opção “Permitir execução do arquivo como um programa”, não esqueça de verificar se a opção “Acesso”, está como “Leitura e escrita”.

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Funcionalidades do Webcamoid


O app é organizado da seguinte maneira: uma espécie de dock, que faz o papel de atalhos das configurações, um painel lateral que conforme a opção exibe os dispositivos ou efeitos, e na direita um painel com ajustes destas opções.

A dock é composta de 8 atalhos, sendo o primeiro uma forma de ativar e desativar a webcam.

O segundo atalho permite escolher e configurar os dispositivos, alterando formato de vídeo, resolução, taxa de FPS, etc.

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Também existe a possibilidade de setar a tela do seu desktop, para aplicar as demais opções de outros atalhos como efeitos, ou até mesmo efetuar uma captura de tela.

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Sempre após mudar alguma opção e antes de gravar, seja a tela ou a webcam, clique no primeiro atalho, ele é o responsável por desligar e ligar, efetivando as modificações.

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No terceiro atalho existem as opções de áudio, nele você pode alterar o formato, canais e muito mais.

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O quarto atalho permite capturar uma imagem, inclusive com um contador de tempo.

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No quinto atalho opções de codec, bitrate, formatos de áudio e vídeo, entre outros, além do botão para efetuar a gravação.

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Em seguida na próxima opção, estão disponíveis mais de 50 efeitos com ajustes, gastei um bom tempo testando e brincando com cada filtro.

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Em preferências configurações avançadas estarão disponíveis, dando maior liberdade para quem é mais “hardcore”.

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Particularmente gostei muito do Webcamoid, inclusive tive algumas ideias para OSistemático após fuçar em seus vários efeitos, outra coisa que me “encantou”, foi a riqueza de ajustes, caso seja dono de uma webcam, recomendo muito esse programa.

E você, já conhecia do Webcamoid? Deixe nos comentários suas experiências com o software, e se conhece outras aplicações interessantes.

Até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Microsoft torna Open Source seu app calculadora

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Há quem diga que a Microsoft apenas está preparando o terreno para num futuro próximo “se apropriar” do Linux e do mundo Open Source, ainda existe quem afirma que com o Satya Nadella a postura da empresa mudou e que a MS adaptou-se ao mercado, porém sempre existirá a dúvida pairando na mente, de quem viveu aquela época obscura da empresa.

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Inegavelmente com o passar dos anos, a Microsoft veio disponibilizando cada vez mais o código de seus softwares, em 2014 o Microsoft .NET Framework teve parte do seu código disponibilizado, também teve o motor do JavaScript em seu “finado” browser Edge (em breve a atual versão do Edge, será baseado no Chromium), o Chakra, parece que a empresa está “cedendo” ao padrão de mercado, o “jeito Open de Ser”, e desta vez mais uma aplicação entra na lista, o app de calculadora do Windows 10.

calculadora-app-windows-10-opensource-codigo-aberto-ms-mit

Distribuído sobre a licença de código aberto MIT, o app de calculadora do Windows 10, que é desenvolvido com o XAML, Azure Pipeline e Universal Windows Platform (UWP). Disponível no Github, todo o cronograma de desenvolvimento da aplicação, assim como a possibilidade de sugerir funcionalidades ou implementações, estará ao alcance dos desenvolvedores, e por ser Open Source, seu código pode ser utilizado em outros projetos.

Algo interessante para os novos desenvolvedores que pretendem utilizar de tais tecnologias, é ver como a MS utiliza seus padrões de desenvolvimento, uma forma eficaz de ver todo o processo e familiarizar-se com tais ferramentas.

E você acha que a MS está a cada dia indo em rumo ao Open Source? Será que no futuro o Windows será de código aberto? Algo interessante e que também pode entrar em discussão, ao se pensar numa Microsoft mais aberta, é seu pacote universal de programas, pauta de um Diocast, intitulado “Esse Windows ainda vai virar Linux?”, caso não tenha acompanhado basta ouvir todo esse bate-papo. 

Te espero no próximo post, e lembre-se, seja educado e respeite a opinião alheia, não esqueça de compartilhar o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Conheça as novidades do novo Mozilla Thunderbird

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terça-feira, 5 de março de 2019

Famoso cliente de email, Mozilla Thunderbird, chega em sua mais nova versão, com muitas correções de bugs e novas implementações.

novo-cliente-email-thunderbird

No mundo corporativo a utilização de softwares de gestão de email é algo comum, e soluções como Outlook ou até mesmo o Mozilla Thunderbird, são adotadas para tal tipo de uso. Evidentemente, tais aplicativos não são restritos a empresas, muitos usam programas dessa natureza para cunho pessoal.

Lançado no dia 25 de Fevereiro, a versão 60.5.2 do Thunderbird, traz em sua maioria correções de bugs voltado ao Windows, como por exemplo uma falha ao enviar emails para um destinatário (via interface MAPI), ou um problema na verificação de certificados S/MIME ao receber emails do Outlook.

Alguns bugs conhecidos se mantiveram nesta versão, como a impossibilidade do uso integrado do bate-papo do Twitter, que após uma alteração de API, teve seu funcionamento comprometido, outro foi o erro que afeta perfis armazenados em compartilhamentos de rede do Windows. O suporte a UTF-8 para MAPISendMail foi implementado nesta versão.

Para saber todas novidades desta release, veja a nota oficial no site da Mozilla.

Thunderbird no Linux


Até o momento a nova versão 60.5.2 está disponível apenas no site oficial (caso utilize Ubuntu e derivados), no PPA oficial do Mozilla Thunderbird o mesmo encontra-se na versão 60.5.1, em Snap está na versão 60.3.0, em Flatpak na 52.9.1 e nos repositórios do Ubuntu 18.04 na versão 60.5.1, caso queira testar a 60.5.2, você pode efetuar o download direto do site, extrair o pacote “tar.bz2” e executar diretamente do binário, dando 2 cliques sobre ele.

site-novo-cliente-email-thunderbird

Creio ser questão de tempo para a nova versão ser adicionada em algum dos formatos de pacotes, anteriormente mencionados, e como a maioria das correções foram destinadas à usuários Windows, caso não esteja utilizando o sistema da Microsoft, vale a espera.

Usa o Thunderbird? Gosto muito desse cliente de email.

Deixe nos comentários suas experiências com o Thunderbird, e se usa alguma outra solução.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Já não é novidade que a Microsoft vem se aproximando do Linux e do Open Source, pode ser com a liberação de mais 60k de patentes ou na criação de sistemas operacionais como o Azure ou com o WSL (Windows Subsystem for Linux). E mais uma novidade vem por aí.

 Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer






Windows Explorer com mais capacidades


Em uma postagem feita em seu blog oficial, no dia 15 Fevereiro (2019), feita por Craig Loewn, Gerente de Projeto para WSL, a Microsoft fez os anúncios das novidades. Nesta postagem, Craig fala também em melhorias no gerenciamento e configuração na utilização da linha de comando.

Acessar arquivos do Linux pelo Windows, antigamente poderia acarretar na perda dearquivos e corrupção de dados, ou menos na inacessibilidade completa, o que será possível agora  sem esses contratempos, pontua Craig.

A implementação é feita atualmente pelo WSL


Para acessar os arquivos do Linux, basta abrir a sua distro favorita e conferir se você está  no diretório /home. Com isso basta digitar o seguinte comando:

explorer.exe.



Com isso, você pode acessar os seus arquivos normalmente e fazer as tarefas normais, como copiar, colar, arrastar arquivos para outros locais. Além de poder usar o menu do VSCode no diretório do WSL.



Na parte da linha de comando, você pode encontrar os arquivos com o seguinte comando:

\\wsl$\<running_distro_name>\

No exemplo abaixo, foi usado o Debian.



Para conferir o post completo e com mais informações, você pode acessar o seguinte link.

Ainda fica a questão das capacidades do Explorer de conseguir acessar partições reais de uma distro Linux em dual boot com o Windows, mas em tese, se há essa capacidade no gerenciador de arquivos do sistema da Microsoft dentro do WSL, fazer isso funcionar fora dele, para leitura de pelo menos o sistema de arquivos EXT4, parece um passo plausível.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Windows VS Linux - Instalação de programas

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Cada sistema possui suas particularidades, e nos baseados em Linux não é diferente, prova disso é que existem diversas maneiras de se instalar programas no sistema do pinguim,. Através deste pequeno comparativo entre Windows e Linux, verá que mesmo seja diferente, isso não significa necessariamente que no Linux as opções são inferiores ou mais complexas. 

windows-linux-programas-instalar

Programas no Windows


No sistema da Microsoft os usuários estão familiarizados com o clássico “NEXT, NEXT, NEXT, FINISH”, avançando em etapas durante a instalação dos aplicativos. Mas não existe apenas uma forma de se obter aplicações no Windows, e veremos algumas opções da atualidade.

“EXE” e “MSI”


Esses são formatos nos moldes do já citado “avançar”, basta dar dois cliques e ir seguindo o fluxo de instalação do programa, mas na maioria dos casos a atenção deve ser redobrada, pois ocorre de no ato da instalação, softwares de terceiros serem instalados sem que o usuário perceba.

Instaladores em etapas geralmente significam que existem configurações a serem feitas pelo próprio usuário, sendo necessário conhecimento para que nada de equivocado seja instalado ou ajustado, é uma método popular, sem dúvida, especialmente pelo hábito, mas que foi suplantado por instalações à partir de uma loja, como no Android, onde você troca os vários cliques por um único.

“BAT”


Os programas em “.bat” são feitos para execução no terminal do Windows, isso mesmo, no Windows também se usa terminal, podendo ser um instalador ou até mesmo uma aplicação.

“Portable”


São aplicações portáteis, na qual sua execução não necessita de uma instalação, com possibilidade de ser transportado e iniciado em uma mídia removível. Podem ser um arquivo “exe”, “msi”, etc.

Loja


Esta é uma funcionalidade existente nas distribuições Linux e no macOS há bastante tempo, mas que estreou no Windows, comparando, há pouco tempo, e que ainda não é tão difundida entre os utilizadores do “Janelas”, com algumas ferramentas ausentes, como o Firefox por exemplo, os usuários ainda cultivam velhos hábitos e muitas vezes permanecem na insaciável caça por executáveis internet à fora.

Programas no Linux


No Linux as formas e variedades de se obter aplicativos são abundantes, e por existirem diversas distribuições, nem sempre existe um padrão ao distribuir programas na plataforma.

“DEB” e “RPM”


São pacotes para instalação de aplicativos, algo parecido com os instaladores em “.exe”/”.msi”, mas sem a necessidade de inúmeros processos e cliques em opções de “avançar”, quando instalados em modo gráfico.

“AppImage”


Assemelham-se aos “portable” do Windows, sem a obrigatoriedade de instalação, também podem ser executados num pendrive, pois carregam suas dependências. Temos diversos materiais de como instalar os AppImage e onde encontrá-los para download.

“Flatpak” e “Snap”


Considerados o futuro da distribuição de programas no Linux (o AppImage também participa da lista), trazem diferenciais e tecnologias que no momento estão em alta, como SANDBOX, e outros benefícios. Não sabe como instalar um Flatpak no sistema? Aprenda neste post, encontre diversos Flatpaks para download, e saiba sobre os Snaps aqui. 

Quando falamos em novas formas de empacotamento no Linux, sempre paira uma dúvida: “AppImage, Flatpak ou Snap?” Qual escolher? Por sorte temos a resposta dessa dúvida cruel.

Veredito sobre as formas de distribuição de programas no Linux e Windows


Tanto o Windows, como o Linux, tem suas formas de compor e gerir aplicativos, e dúvidas comuns surgem em nossas mentes, isso é extremamente normal, em meio a tantas possibilidades e diferenças, acabamos por confundir alguns aspectos destas tecnologias.

Pensando nisso criei em meu canal OSistemático, uma animação explicando sobre cada formato, seu funcionamento, e comportamento do Linux e Windows ao gerenciar componentes para o funcionamento de suas aplicações. Você irá aprender de uma vez por todas o que significa “Sandbox”, “Core”, “dll”, “Runtimes”, quais as diferenças entre esses formatos e outros que não listei aqui como: “tar.gz”, “sh” e muito mais.


Acessem o vídeo, uma animação super completa e sem “tecnés”, ou termos rebuscados que mais confundem do que esclarecem, muito obrigado e deixem nos comentários suas opiniões.

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Windows 7 com data para morrer, e agora, o que fazer?

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

O sistema mais popular entre usuários Windows, o “Seven”, para os íntimos. Está com os dias contados. Após inúmeros anúncios de suporte estendido, o tempo está findando, e não haverá prorrogação, seu destino foi decretado. As únicas opções são: Migrar para outra versão mais recente do Windows, ou dar a chance a um novo sistema, e claro, você pode continuar num sistema inseguro, sem atualizações de segurança, mas arque com as consequências de tais decisões.

fim-suporte-windows

Com 36% da base de usuários Microsoft, atualmente o Windows 7 mantém uma porcentagem enorme de utilizadores, mas em 14 de Janeiro de 2020 terá suporte encerrado. 

Para empresas, via suporte pago, poderá ser estendido até Janeiro de 2023. Um gasto adicional, para quem pretende continuar com o sistema. Tendo em vista a situação econômica do Brasil, não julgo ser algo viável para pequenos e médios negócios.

O que devo fazer?


O aconselhável é migrar de sistema o quanto antes, só que algumas barreiras dificultam a vida dos usuários.

Hardware datado é um problema, que em minhas manutenções, observo em demasia. O brasileiro parece não ligar muito para questões técnicas, e tem uma máxima: “Ta funcionando? Então tá bom”. Claro que isso não é uma regra, e nem todas as pessoas são assim. Apenas é um reflexo destes anos com manutenção e clientes que atendi.

Com máquinas mais modestas, é notória a dificuldade do PC, funcionar com versões superiores ao Windows 7. E com o fim do Seven, migrar para o Windows 10, não seria uma das melhores escolhas (nem versões como Windows 8.1).

Manter a versão desatualizada do sistema, também está fora de questão. Vulnerabilidades, portas abertas para cibercriminosos, bugs e outras dores de cabeça, são apenas os pormenores. E convenhamos, o Windows já tem fama de ter problemas com segurança, imagine sem suporte.

Solução inovadora


Se com um PC fraco, migrar para uma versão recente do Windows, não é a possível melhor escolha. O que fazer?

Não me entenda mal, não é por que o blog fala principalmente sobre Tecnologias abertas e Linux, que eu vá indica-lo cegamente, sem pontuar algumas questões. O blog Diolinux tem compromisso com a veracidade dos fatos, quando algo for opinativo, será o mais claro possível.

A solução que a MS recomenda, é adquirir hardware novo e migrar para o Windows 10, mas falar isso é “chover no molhado”, e para nossa realidade (situação econômica brasileira), nem sempre é uma opção.

Nestes casos, recomendo alguns levantamentos: Sua empresa ou você utiliza algum software insubstituível? Você é acomodado e não quer ter o trabalho de aprender algo novo ou dar uma chance quando alguma situação fugir de sua alçada?

Se não teve problemas com as duas respostas acima, lhe indico o Linux. Uma alternativa, segura, moderna, eficiente e com o sistema certo (para iniciantes). Fácil de entender. 

Qual distro devo escolher?


Neste contexto, para usuários que estão migrando do Windows 7, não me vem outro nome na cabeça, além do “Linux Mint”. É um sistema fácil e intuitivo para usuários Windows.

A lógica, do “menu iniciar”, “barra de tarefas”, é algo simples e do cotidiano desses usuários. No Linux Mint, o visual não seria o problema.

linux-mint-cinnamon

Com a nova versão 19.1, muitas mudanças visuais, são familiares a novos usuários, e por basear-se no Ubuntu, a facilidade de drivers, programas, não serão barreiras para leigos. 

Só existe o Linux Mint, para novos usuários?


Sendo curto e grosso, a resposta é: NÃO!

Diversas soluções estão disponíveis, o próprio Ubuntu é uma delas. Com vários “sabores”, você poderá testar as interfaces disponíveis. Provavelmente a versão principal com Gnome, não seja a melhor escolha. Mas existem outras com XFCE, Mate etc.

O número de distribuições Linux para iniciantes é enorme, então aconselho testar, ver qual casa com seu computador, qual é do seu agrado etc. Essa é uma das magias do Linux, ter opções e interfaces. Algo que no Windows é diferente.

Facilidades e diferenças na instalação


Como todo sistema novo, exigirá tempo e paciência. Nesse primeiro momento, é onde muitos desistem. 

Alguns usuários, inflados por seu ego, não aceitam que não sabem, que Linux não é igual ao Windows. É normal ter algumas situações adversas com o tempo, o “bicho de 7 cabeças” será um “gatinho”, gerando momentos e reflexões: “Isso não é difícil”. 

O legal de sistemas como Linux Mint e Ubuntu são suas facilidades e softwares pré-instalados. Economizando um tempo no pós-instalação. E claro, existem diferenças na instalação do Linux e Windows, mas nada tão complicado, que um simples passo a passo não resolva.

Ainda falta algum tempo, vou aproveitar e depois migrar


Você tem todo o direito de esperar e utilizar o sistema que bem entender. Uma dica que dou é ir nesse período substituindo os softwares utilizados, por soluções multiplataforma. Assim o impacto será menor, e não terá dores ao migrar de sistemas.

Existem ótimas alternativas no mercado, por exemplo no lugar do Corel Draw, você pode começar a utilizar o Inkscape, confira essa lista, com outros exemplos de programas open source, que você pode utilizar no Windows.

Eis que o fim está próximo” e ir se planejando é o melhor a se fazer. Então não deixe para última hora, comece a se programar, testar novas alternativas. Aposto que não vai se arrepender. 

É usuário do Windows 7? Conhece alguém que utiliza ele? Deixe nos comentários sua opinião, e compartilhe com seu amigo esta postagem. 

Nos vemos no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Fim do Windows Mobile

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sábado, 19 de janeiro de 2019

Concorrente direto do Android e iOS, o Windows Phone/Mobile, foi uma iniciativa da Microsoft, lançado em 2010, que visava ser uma alternativa ao consumidor final.

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Depois de anos sem uma solução para smartphones e com o reinado do Android em cena, a Microsoft decide entrar no mercado com seu Windows Phone 7. Tentando resgatar o tempo pedido, ela, em Fevereiro de 2011, faz uma parceria com a famosa Nokia, aliando o software com o hardware da Nokia, aclamada por muitos, como um das melhores fabricantes de smartphones até então.

Evolução do sistema


Ao decorrer de sua vida, o Windows phone foi recebendo inúmeras versões e funcionalidades, como fabricantes que passaram adotar o sistema.

Versões como Windows Phone 7.5 “Mango”, “Tango”, foram algumas, até seu substituto, a versão 8 do sistema. Alvo de críticas, o sistema era considerado simplório e sem funcionalidades, que seus concorrentes, Android e iOS, possuíam há tempos.

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Outra reclamação dos usuários era a quantidade de aplicativos na plataforma, e o desinteresse de muitos desenvolvedores em produzir suas versões ao sistema mobile da Microsoft.

Com o tempo, outras atualizações do sistema vieram, o Windows Phone 8.1, considerado um marco pelos usuários da plataforma, por conter funcionalidades aguardadas.

Em 2015 a versão Windows Phone 10 é anunciada, com melhorias visuais e mais funcionalidades. Sendo rebatizada para “Windows 10 Mobile”.

Interface singular


Amada e odiada por muitos, a interface de usuário do sistema para smartphones da “gigante de Redmond” era composta de blocos, “mosaicos dinâmicos”, indo totalmente contra a tendência de ícones na tela. As informações eram visíveis e atualizadas nos “bloquinhos”. Particularmente, gostava desse visual.

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Funcionalidades interessantes


Mesmo conhecido por ser mais limitado, comparado a concorrência, algumas funcionalidades incorporadas como o Microsoft Office, Contatos, que comportava-se como uma mini rede social, integração com serviços Microsoft, e até mesmo com o Xbox, possibilitando a criação e customização de avatares, chamavam muito a atenção. Uma forma de marcar amigos e jogar partidas online. Através do Studio Microsoft e parceiros, contava com jogos exclusivos, que utilizavam bem tais recursos.

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Declínio da plataforma


Algo que um bom empreendedor deve ter é “Timing”, a hora certa de quando proceder, quando parar, quando avançar e quando entrar, ou melhor ainda, criar um mercado. E nessa tarefa o Windows Phone foi o retardatário.

Talvez isso tenha sido a causa de sua ruína, aliado a falta de interesse dos desenvolvedores, mesmo com incentivos financeiros da MS, o Windows Phone foi fadado ao fracasso.

Quer ter esse “Timing” e não perder nenhuma oportunidade? Então acompanhe e inscreva-se no Digital Job, fique por dentro e não “coma mosca”, no mundo do empreendedorismo.

R.I.P Windows Phone


Em 11 de Julho de 2017 os aparelhos com Windows Phone 8.1 perderam suporte, sua versão 10 estava no mercado, mas com pouquíssimos dispositivos, e a maioria dos usuários do 8.1 não podiam migrar numa atualização, pois a nova versão não era suportada em seus aparelhos. Isso deixou muitos indignados e desgostosos com a plataforma, pois anteriormente a MS tinha disponibilizado uma lista de aparelhos compatíveis, e no final acabou voltando atrás. 

A partir de 10 de Dezembro de 2019 os usuários do Windows 10 Mobile perderão as atualizações de segurança e patches de melhorias para o sistema, além disso, em 2020 a MS não vai permitir a criação de backups dos dispositivos.

Microsoft sugere que usuários de Windows 10 Mobile, migrem para Android ou iOS


Em seu site de suporte oficial, a Microsoft aconselha usuários de Windows Mobile a migrarem para outras plataformas, Android ou iOS. Isso demonstra o fim definitivo de seu sistema operativo móvel, sem atualizações de segurança, utilizar um sistema assim é algo arriscado e nada aconselhável.

No fim, a MS agradece a todos que apoiaram o seu sistema móvel, evidenciando a morte do Windows para smartphones.

E você, já teve um smartphone com Windows Mobile? Ou conheceu alguém? Eu tenho dois até hoje, fazendo a função de gravador, lanterna ou despertador… 😂😂😂

Infelizmente com o tempo o aparelho foi se tornando instável e me irritava muito, migrei de vez para o Android e estou muito feliz.

Nos vemos no próximo post, até lá te espero, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

A chegada do Steamplay usando o Proton (DXVK+Wine) e trazendo a possibilidade de se poder jogar uma quantidade de jogos que antes só se tinha no Windows, “forçou” as empresas que mantém os drivers para Linux “ a se mexerem” também, como NVIDIA e AMD, e assim trazer as implementações e melhorias que o VULKAN proporciona.


Ubuntu pretende facilitar instalação de drivers para Gamers





Prezando pela estabilidade das suas versões LTS, o Ubuntu não traz às versões mais recentes dos drivers da NVIDIA, AMD e Intel (e sim os “estáveis”), e algumas funcionalidades e tecnologias podem não estar presentes no sistema, como a implementação completa do VULKAN e entre outras.

Para adicionar os drivers de vídeos mais recentes dessas empresas, precisamos recorrer aos PPAs (Personal Package Archive) r e assim desfrutar dessas tecnologias novas. Adicionar não é nenhuma tarefa difícil, tanto que já fizemos alguns posts aqui no blog explicando como proceder e tudo mais, mas sabemos que ainda tem pessoas que podem encontrar alguma dificuldade para tal procedimento. Sendo via terminal ou não.

Vendo isso, o jornalista da Forbes, Jason Evangelho, fez um questionamento em seu Twitter, perguntando o porque que o Ubuntu não tinha feito ainda uma ferramenta gráfica para adicionar os PPAs dos drivers e assim facilitar a vida dos gamers que estão vindo do Windows.

Eis que alguém da Canonical, empresa essa que mantém o Ubuntu, responde. E não foi “qualquer pessoa” que respondeu e sim alguém de “gabarito”. Quem respondeu ao tweet do Jason foi o Will Cooke, Diretor da Canonical responsável pela área de desenvolvimento do desktop. E a resposta foi positiva.

Segundo Cooke, a Canonical tem planos para o próximo ciclo de desenvolvimento (Ubuntu 19.04/19.10???) adicionar algumas GUI (Interfaces gráficas de interação) para tornar a adição desses PPAs mais fáceis, ou como ele disse “pointy-clicky”.

Jason questionou se seria possível selecionar o PPA apropriado para a sua GPU e a resposta do Cooke foi que sim, que eles facilitariam o acesso aos drivers Betas das empresas. Se quiser ver o Tweet original, basta clicar na imagem abaixo.



Esse tipo de facilidade questionada pelo Jason e prontamente respondida por Cooke, mostrando que a Canonical está atenta na guinada em que se deu nos últimos 6 meses, depois da “bomba” chamada Proton (Valve/Steam) e que deu uma “remexida” das boas, fazendo assim as empresas melhorarem os seus produtos no Linux, desde o pessoal do Lutris até em empresas como Canonical, NVIDIA, AMD e Intel. 

Podemos ter bons frutos ao longo de 2019 e não podemos ficar surpresos se o Linux pegar mais corpo e popularidade nos desktops através dessas iniciativas, que para quem já usa Linux possa ser algo “pequeno”, mas pra quem vem de outra plataforma ou que nunca teve um contato agradável com Linux, pode fazer uma grande diferença e fazer com que a pessoa possa se sentir “em casa”.

Espero você até o próximo post, forte abraço.
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Google lança sua versão do “Paint”

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domingo, 6 de janeiro de 2019

Com diversos aplicativos, a Google vem cada vez mais adicionando novos programas a sua coleção, e dando maiores possibilidades aos usuários de ChromeOS. Como já noticiado aqui no Diolinux, recentemente o sistema da gigante das buscas passou a suportar aplicações em outros formatos, DEB e Flatpak. Agora traz uma novidade que poderá acarretar lembranças de quem “é das antigas”, e já usou o Paint.

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Desenhar é algo simples, mas divertido


Muitos artistas antes de dominarem ferramentas consagradas de edição de imagens ou desenho digital, começaram por hobbie ou por simples inocência, ao rabiscar, quando mais jovens, em programas como o Paint. Aplicativos dessa natureza transparecem simplicidade para alguns usuários, mas podem ser a porta de entrada, e quem sabe o começo de um novo artista, é sabido que crianças ou o público mais jovem gosta de passar um tempinho desenhando na frente do computador.

Canvas, o “Paint” da Google


Chamado por muitos sites de “O Paint da Google”, o Canvas veio para facilitar usuários de ChromeOS, e usuários num geral, de outras plataformas, com uma ferramenta que possibilite desenhos simples, rabiscos rápidos e anotações. Então não espere recursos elaborados como os existentes no Krita ou programas do gênero.

(Observe que sou um artista nato, com traços inigualáveis... 😂😂😂 )

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O Canvas traz a praticidade de uma web aplicação, não exigindo ser instalado no sistema e sendo multiplataforma, podendo ser executado em distribuições Linux, Windows, Mac, Android etc. Bastando ter um navegador com suporte a tecnologia “WebAssembly”, ou Google Chrome.

Se interessou pelo Canvas? Acesse o site da aplicação e desperte o artista que existe dentro de ti.


Deixe nos comentários se em sua infância utilizava Apps como o Paint, ou se atualmente utiliza programas profissionais como o Krita.
Espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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