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O poderoso DaVinci Resolve chega para Linux na versão 16 com várias melhorias!

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domingo, 25 de agosto de 2019

O poderoso editor de vídeos, software de correção de cores, pós-produção e tratamento de áudio da Blackmagic Design, o DaVinci Resolve, finalmente chega na versão 16 estável, depois de vários meses de testes com a versão Beta.







Eu venho utilizando o DaVinci Resolve para editar os vídeos do canal Diolinux no YouTube desde Fevereiro deste ano, aproximadamente, e percebo que consigo, com ele, entregar melhores resultados, e de forma mais eficiente para vocês. A melhor parte é que a versão grátis dele, ainda que não seja open source, consegue ser muito completa e eficiente para produtores de conteúdo profissional.

Destaques da versão 16 do DaVinci Resolve


A nova versão do DaVinci Resolve insere uma nova "Neural Engine", que utiliza redes neurais e tecnologias de "machine learning" para certas funções e efeitos, como reconhecimento de faces para tracking em composições, criação de efeitos de sincronização, super-escala e até mesmo, correção automática de cores.

Em se tratando de edição de áudio com o Fairlight, a configuração da forma com que as ondas sonoras aparecem foi aprimorada, para facilitar a sincronia com o vídeo, temos suporte para som tridimensional, processamento de voz, e vários outros detalhes menores, que visam agilizar a produção de conteúdo.

Novas ferramentas foram adicionadas para editar "key frames" para efeitos de vídeo ResolveFX, nas páginas de edição e de coloração. Algo nova da versão, é uma aba voltada para edição de vídeo em alta velocidade, ideal para quem produz vídeos para redes sociais diariamente.

Houve otimização na renderização de material no Fusion, o compositor do DaVinci Resolve, concorrente ao After Effects, e também à renderização de vídeo padrão, que já era excelente na versão 15.

Confira de forma detalhada todas as novidades:


Para baixar a nova versão, basta acessar o site da Blackmagic e fazer o download.

Se precisar de ajuda para instalar o Resolve no Linux, confira o nosso artigo especial sobre o assunto aqui.

Dúvidas sobre o DaVinci Resolve? Participe do nosso fórum. :)

Até a próxima!

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Primeira versão beta do Microsoft Edge é lançada

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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Não é de hoje que a Microsoft vem investindo uma certa atenção no desenvolvimento de seu navegador Microsoft Edge. Depois de mudar para base Chromium, a empresa se juntou ao grupo de navegadores que fazem uso do projeto open source. Recentemente anunciamos que o Google Chrome ganhará um melhor gerenciamento energético, tudo isso graças ao Microsoft Edge.

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Depois de muita espera, e trabalho por parte da MS, seu navegador Microsoft Edge é disponibilizado oficialmente. Ao menos, em primeiro momento, a versão beta. Depois de passar por versões Canary e Dev, o browser chega no último passo até a primeira versão estável. Implementações vistas anteriormente se fazem presentes, como esperado, e os usuários poderão conferir um pouco o funcionamento do programa. Algumas dessas features, são: Modo Internet Explorer (para sites e sistemas que ainda fazem uso e apenas são compatíveis com o IE), Microsoft Search (incorporando o buscador Bing), e um sistema de proteção baseado no Windows Defender (que pretende isolar sites não confiáveis) e suporte para 14 idiomas diferentes.

O Edge ainda está em construção, então, não espere um navegador estável e sem eventuais bugs. Inclusive a Microsoft está oferecendo recompensas que podem chegar até 15 mil dólares por vulnerabilidade encontrada. Ficou interessado? Acesse o blog MSR para mais detalhes

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Em sua publicação oficial a Microsoft informa que continuará comprometida em colaborar com a comunidade Chromium, sendo ativa e mantendo o pleno envolvimento com o projeto. E parece que a MS está se empenhando em manter este compromisso, basta ver toda contribuição que tem feito para o projeto Chromium.

Neste primeiro lançamento apenas as versões para Windows e macOS estão disponíveis para download. Para quem duvida de uma versão para o pinguim, em sua Build 2019, conferência para desenvolvedores MS, a empresa através de um slide deixou claro a intenção de distribuir seu navegador não apenas para o Windows. Você pode ler a matéria completa acessando este link, e ficar por dentro do assunto.

Não foi desta vez (para os usuários Linux), entretanto, se está no Windows ou macOS, o download do Edge pode ser efetuado diretamente do site da Microsoft

E você, usará o Microsoft Edge ou permanecerá em seu browser atual? Nem vai experimentar o navegador da MS? (#Malvadão 😂️😂️🤣️).

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Até o próximo post, e seja complacente nos comentários, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Microsoft.
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Google Chrome ganhará melhor gerenciamento de energia

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Um projeto em pleno desenvolvimento sempre tende a obter melhores resultados, seja com refatorações de código, adições ou até mesmo mudanças. Algo “na ativa” dificilmente regride em sua performance e demais aspectos, a não ser por alguma situação muito específica ou por mudanças de liderança.

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Há pouco tempo abordamos a possibilidade da chegada do Microsoft Edge para Linux, o browser da Microsoft agora compartilha a mesma base de outros. O Chromium é um projeto open source e que serve de alicerce para diversos navegadores, e a Google sem dúvidas é a mais famosa de todos. Possuindo a mesma base, inevitavelmente uma hora ou outra ambas empresas, Microsoft e Google, seriam beneficiadas com código e modificações, mesmo concorrendo com seus produtos.

Recentemente a Microsoft indicou que os navegadores baseados em Chromium poderiam ser mais eficientes, e nas últimas semanas passou a pôr na prática e aperfeiçoar alguns aspectos do Edge. Obviamente, que essas mudanças são para benefício próprio, entretanto, o Google Chrome também sai ganhando com isso.

Com toda descrição sobre como obter maior economia de bateria, a MS revelou os passos necessários para esse maior gerenciamento em sua página do Github. Então, a Google passa a testar essas implementações em seu navegador na versão Canary. As modificações sugeridas pela Microsoft prometem menor consumo de energia.

"Como o consumo de mídia é um cenário de alto uso, esse uso extra de energia tem um impacto negativo na vida útil da bateria. Essa alteração impedirá o armazenamento em cache de determinado conteúdo de mídia em disco com a finalidade de melhorar a vida útil da bateria dos usuários", declarou Shawn Pickett, engenheiro sênior de software da Microsoft. 

Basicamente durante atividades, como o consumo de streaming multimídia, os dados escritos em disco serão reduzidos e alocados para memória do dispositivo. Além de ser mais eficiente, o recurso permite menor consumo energético, exigindo menos do hardware. Algo simples, mas que pode fazer toda diferença. Agora nos resta esperar a versão final do Google Chrome, com tais melhorias.

É curioso pensar que a Microsoft, depois de ser veterana na “Guerra dos Browsers” iria auxiliar uma empresa rival, mesmo que direta ou indiretamente. Isso só evidencia a mudança de postura da empresa nos últimos anos. Ponto para o CEO da empresa, Satya Nadella, que vem desempenhando um ótimo trabalho na gigante do Vale do Silício.

E você, utiliza o Google Chrome em notebooks? Economia de bateria nunca é demais (😁️😁️😁️).

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Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Parallels é a solução da Apple para rodar jogos de Windows no macOS

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

O Parallels Desktop é uma das mais famosas aplicações do mundo do macOS para virtualização de sistemas operacionais, a versão atual traz suporte para o DX11 da Microsoft e permite uma virtualização de Windows mais otimizada do que a versão anterior.

Microsoft e Apple






A versão 15 do Parallels Desktop oferece suporte para DirectX 11 rodando sobre o Apple Metal, o que permite que agora a virtualização de Windows consiga rodar até 15% mais rápido, segundo os desenvolvedores.

Os desenvolvedores admitem que sempre que um sistema for virtualizado dessa forma, parte do desempenho não será aproveitado, especialmente em games, mas mesmo assim, essa mudança deve agradar as pessoas que querem usar o macOS para jogar, visto que o Proton ainda não funciona nativamente no macOS, como funciona no Linux.


Apesar de poder ser utilizado para games, a ferramenta é focada em produtividade, com ferramentas como o Microsoft Office, que mesmo possuindo uma versão para o macOS, muitas pessoas costumam preferir a versão que roda no Windows.

Atualmente existem outras ferramentas gratuitas para fazer este tipo de virtualização, como o VirtuaBox ou o VMWare, mas o Parallels é feito para o macOS e pensado para ser integrado com o sistema, como nos mostra o trailer acima. Esses benefícios não saem de graça, o aplicação tem ofertas diferentes, mas o valor para quem decidir compra-lo "para sempre" é de 100 dólares aproximadamente.

E no mundo Linux?


Atualmente existem muitas chances do seu jogo favorito de Windows rodar no Linux também, graças ao Proton e ao Wine, ou mesmo ao Lutris, que diferente de virtualização, usam uma tecnologia diferente, e fazem uma tradução, não criando um hardware virtual, mas fazendo o jogo pensar que está rodando no Windows. Por si só, isso já torna mais viável ser um gamer de Linux atualmente, do que um gamer de macOS.

Quando se fala em Virtualização, Linux tem muitas opções também, especialmente em ambientes robustos, onde o acesso a hardware é fortemente exigido, no entanto, a virtualização de ambientes 3D ainda é problemática, assim como no macOS.

VirtualBox, VMWare, e KVM, através de aplicações como o próprio VirtualBox ou o GNOME Boxes, são excelentes alternativas para manter a produtividade com aplicações Windows que você eventualmente necessite. Todo esse setup pode ser potencialmente gratuito e open source, tirando o próprio Windows, obviamente.

Você tem dúvidas sobre Virtualização? Participe do nosso fórum.

Até a próxima!
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Falha grave de segurança na Steam, afeta usuários do Windows 10

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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Na última semana, usuários do Windows 10 estão com algumas falhas graves de seguranças, que afetam desde a parte dos drivers, até quem utiliza a Steam para jogar.

Falha grave de segurança no Windows 10, afeta usuários da Steam






A primeira falha encontrada foi na DefCon 2019 (conferência sobre segurança digital), referente ao design da arquitetura dos drivers, fazendo com que hardwares de 20 fabricantes diferentes estivessem sujeito a invasões.

A empresa responsável por descobrir essa brecha, foi a Eclypsium, que através do seu chefe da divisão de pesquisa em segurança, Mickey Shkatov, comentou que o motivo da ocorrência dessas falhas, são algumas más práticas na hora de desenvolver para esses sistemas - sendo mais específico,  o seu kernel - que, ao invés de criar rotinas de execuções específicas, criam códigos flexíveis, podendo assim ser utilizado para diversas aplicações, o que acaba colocando em risco a segurança do programa e do sistema.

A Eclypsium já notificou as principais fornecedoras de hardware, como: ASRock, ASUSTeK Computer, ATI Technologies (AMD), Biostar, EVGA, Getac, GIGABYTE, Huawei, Insyde, Intel, Micro-Star International (MSI), NVIDIA, Phoenix Technologies, Realtek Semiconductor, SuperMicro e
Toshiba. Até o momento, somente Intel e Huawei já lançaram uma correção para a BIOS. E as empresas Phoenix e a Insyde devem lançar nos próximos dias um update também.

Mas e a Steam? ...


Já a falha referente da Steam, foi descoberta pelo pesquisador russo Vasily Kravets, que encontrou uma brecha na hora da instalação do Steam Client Service para o Windows 10. Na hora que vai ser instalado no sistema, o programa se instala com totais privilégios de sistema no Windows, e segundo o pesquisador, um usuário com acesso mínimo poderia ter acesso aos registros e assim “elevar” os seus privilégios no sistema (se tornando o “root”), podendo criar meios para que o PC fosse controlado.

A falha é referente a manipulação de links simbólicos (“atalhos” que apontam para um arquivo ou diretório do sistema) que faz com que o cliente da Steam abra um programa com permissões de administrador, chamado comumente como “escalada de privilégios”.

A falha foi comprovada por Kravets, ao executar o cliente Steam com o Windows Installer (o “Instalador” de programas no Windows) com as  permissões de administrador e instalando um app sem que seu usuário tivesse permissões para isso. Isso poderia ser usado, por exemplo, para instalar malware ou outra ameaça no PC do usuário.

O pesquisador ainda reportou o bug para a Valve no dia 15 de junho deste ano (2019) e no dia seguinte foi rejeitado, com a alegação que “ os ataques exigem a capacidade de baixar os arquivos em locais aleatórios no sistema de arquivos do usuário.”. Ele contestou e reabriu o relatório e foi fechado novamente no dia 20 de julho, pelo mesmo motivo do anterior e ainda com uma mensagem de observação “Ataques que exigem acesso físico ao dispositivo do usuário.”

A falha foi divulgada somente 45 dias depois de reportada via HackerOne, que em média se espera 90 dias para isso, se dando o tempo devido para as empresas poderem corrigir o problema.

Mediante a isso, a Valve lançou dois updates para o cliente Steam, um no dia 9 e outro no dia 13 de agosto, corrigindo essas falhas.


steam_update.png



Para ver o relatório completo do pesquisador, basta acessá-lo aqui.

Muitos dos nossos amigos e leitores utilizam Windows, então fica a dica, mantenham o sistema sempre atualizado para evitar problemas e fiquem de olho nas sugestões de correções dos fabricantes para evitar dores de cabeça.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Nova versão do antivírus ClamAV

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

O ClamAV é um antivírus desenvolvido pela Cisco Systems, líder mundial em soluções para TI e redes, de código aberto e famoso entre os usuários Linux e BSD. Multiplataforma, o ClamAV está disponível para muitos sistemas operacionais, como: Windows, Linux, BSD, Solaris e macOS. Uma alternativa interessante na detecção de trojans, vírus, malwares e demais ameaças.

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Recentemente a Cisco lançou uma nova versão de seu antivírus, ClamAV 0.101.3, eliminando uma vulnerabilidade que poderia permitir um ataque de negação de serviços através da transferência de um arquivo ZIP. Obviamente, que esse arquivo deveria ser previamente preparado e com tal intenção maliciosa. Essa ameaça é uma variação do “bomba zip” não recursiva, conhecido também por outros nomes (bomba da morte ou descompressão).

O bomba zip consegue bloquear ou desativar o programa ou sistema em que tentar descompactá-lo. Com uma carga de descompressão monstruosa um arquivo com essa natureza tenta atingir a taxa máxima de compactação do formato zip, algo em torno dos 28 milhões de vezes. Por exemplo, um arquivo bomba zip com 10MB irá descompactar aproximadamente 281 TB de dados (“não há computador que aguente” 😵️😵️😵️). O intuito dessa técnica é abrir brechas para vírus no sistema durante toda essa sobrecarga, desabilitando ou dificultando o uso de antivírus na máquina (isso se existir software com esse propósito instalado, caso contrário será “um passo a menos” para o bomba zip).

A nova versão do ClamAV 0.101.3 consegue identificar o bomba zip e suas variantes, como também atualizou a biblioteca libmspack integrada, eliminando o vazamento de dados ao abrir um arquivo chm especialmente projetado (CVE-2019-1010305). Paralelamente uma versão beta da nova ramificação do ClamAV 0.102 foi apresentada. Essa versão transferiu a varredura de arquivos abertos do processo clamd para o clamonacc separado. Com isso existe a possibilidade do clamd trabalhar sem a necessidade de privilégios elevados do usuário root.

Suporte para arquivos (ESTsoft) foram implementados e o programa freshclam redesenhado, isso permitiu a adição do HTTPS e a capacidade para trabalhar com mirrors de solicitações em portas de rede não-80.

Você utiliza antivírus em sua distro Linux? Em breve iremos demonstrar como é fácil instalar o antivírus ClamAV, e em quais cenários seriam extremamente válidos a sua utilização. 

Até lá fique ligado no blog Diolinux e participe de nossa comunidade Diolinux Plus.

Te aguardo no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎️

Fonte: ClamAV, UbunLog.
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KDE Connect no macOS e Windows! Isso mesmo! Você não leu errado!

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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Praticidade é algo que sempre desejamos, indiferente do sistema operacional. Integrar Android e PC, ao menos que minimamente, é uma tarefa requisitada por muitos. No mundo Linux uma aplicação faz muito bem esse papel, seu nome é KDE Connect.

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Ao instalar o Ubuntu sempre adiciono o KDE Connect em minha lista de aplicações. No Gnome, especificamente, uma boa pedida é utilizar a extensão GSconnect. Temos um post de instalação do KDE Connect e no caso do Ubuntu com Gnome, o GSconnect. Acesse a postagem e veja como utilizar o programa no Ubuntu e derivados. No entanto, o assunto de hoje é a integração do KDE Connect no Windows e macOS.

Google “contribuindo com KDE Connect”


A gigante das buscas é uma das muitas empresas que impactam o mundo open source. Seja com suas contribuições diretas, com auxílio no desenvolvimento ou dinheiro,como promoção. O curioso que desta vez, é que essa “contribuição” foi de forma indireta, através do Google Summer of Code 2019. Incentivados pela Google, diversos alunos são apresentados ao desenvolvimento de software open source. Esse programa permite que esses estudantes tenham maior contato com projetos abertos e em suas férias auxiliem no desenvolvimento de programas. Desde 2005, ano de sua criação, o Google Summer of Code reuniu mais de 14.000 estudantes e mais de 24.000 mentores ao redor do mundo inteiro. Num total, foram mais de 651 organizações de código aberto auxiliadas, e alguns estudantes estão trabalhando no KDE Connect para Windows e macOS.

KDE Connect no macOS


O Mac, por exemplo, possui o recurso de “continuidade” entre o macOS e o iOS. Essa função é muito interessante, porém, usuários de Android poderão sentir a necessidade de algo parecido. O KDE Connect no sistema da maçã, é uma boa solução.

Basicamente para utilizar o KDE Connect no sistema da Apple, você terá que ter as últimas versões (a partir do macOS 10.14 Mojave). Isso se o intuito for uma simples instalação de um DMG, versões inferiores também poderão fazer uso da ferramenta. No entanto, a construção (compilação do KDE Connect) deverá ser manual. Em breve versões estáveis serão lançadas, até lá os usuários de Mac devem acessar o KDE Binary Factory e obter o arquivo DMG.

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Baixe o KDE Connect para macOS, por este link.

Enfatizando que a opção disponibilizada atualmente precisa de permissão para execução de aplicativo de um desenvolvedor não certificado. Todavia é uma questão de tempo para não ser mais necessário esse passo em seu Mac. 

Caso queira mais informações sobre o KDE Connect para macOS, acesse o blog do estudante Weixuan Xiao, responsável por essa façanha.

KDE Connect no Windows


No Windows o KDE Connect pode ser compilado para sua utilização, porém, existem muitos problemas e plugins importantes sem suporte. Por esse motivo a versão para o sistema da Microsoft até hoje não foi considerada estável o suficiente para ser apresentada pelo projeto do KDE Connect. Mais uma vez um estudante, Piyush Aggarwal, participante do programa da Google, entra em ação e pretende resolver as atuais falhas e incompatibilidades.

A versão Windows ainda está em um estado mais “embrionário”, todavia Piyush vem, em seu blog, demonstrando os avanços em seu desenvolvimento. Eis um vídeo demonstrando um pouco do funcionamento do KDE Connect no Windows 10.


Mais informações podem ser obtidas no blog de Piyush, ele descreveu detalhadamente seus testes e resultados.

O app Android do KDE Connect está disponível diretamente na Google Play Store e F-Droid.

É muito interessante ver projetos de código aberto serem auxiliados por estudantes que, ao mesmo tempo que ganham expertise, contribuem com ótimas soluções. Com o Google Summer of Code, a Google proporciona a entrada de jovens profissionais no mundo open source.

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LibreOffice 6.3 lançado com melhorias de performance

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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

O LibreOffice é uma das suítes offices mais famosas no meu Linux e em outros sistemas. A cada lançamento sua interface vem sendo refinada e a compatibilidade com os formatos de arquivos fechados da Microsoft sendo refinados.

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O LibreOffice 6.3 traz melhorias na exportação e abertura de documentos, além de continuar o refinamento em seu visual, algo iniciado há algum tempo e que passou a estar disponível na versão anterior 6.2.

Outra importante mudança, que anteriormente tinha sido anunciada, é o fim de suas versões binárias de 32 bits para sistemas baseados em Debian ou Red Hat oferecidas pela The Document Foundation. No entanto, o suporte para sistemas desta arquitetura será mantido por mais alguns meses na versão atual 6.2, entretanto, a nova versão só está disponível para arquiteturas 64 bits. Inclusive é aconselhável que usuários em sistemas de produção, mantenham-se na versão 6.2, caso desejem maior estabilidade.

Comparado a versão 6.2, o LibreOffice 6.3 consegue exportar quase duas vezes mais rápido, enquanto ao abrir arquivos ODT no Writer, sua performance pode chegar a mais de 90% mais veloz. Melhorias na exportação de PDFe adicionado suporte para importar gráficos do DOCX (drawingML). Novidades, como uma janela de “dica do dia” ao iniciar o programa (uma vez por dia), um novo infobar (informando as notas de lançamento a cada nova versão), uma versão compacta da interface NotebookBar chamada de “Tabbed Compact” (auxiliando donos de laptops com pouco espaço), outra interface denominada “Contextual Single” (para Writer e Draw), e muito mais. 

Veja algumas novidades no vídeo demonstrativo:


A versão 6.3 receberá suporte por dez meses, com periódicas atualizações até 29 de maio de 2020. Você pode acessar seu site oficial para efetuar o download do LibreOffice.

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Conheça o emulador de Nintendo DS, melonDS

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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Não vou negar que sou um apaixonado por portáteis e já tive a oportunidade de possuir a maioria deles. No entanto, nem todos os meus consoles estão em perfeito estado (ou ainda “vivos”). É aí que entra outra paixão que possuo, os emuladores.

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melonDS é um emulador de Nintendo DS, um dos portáteis mais importantes da indústria dos games. Desculpe a minha empolgação, mas falar do DS me remete a minha adolescência, época em que corria atrás para comprar meus consoles e games (servente de pedreiro, várias gambiarras, vendas e até mesmo o meu início em TI).

Muitos leitores irão citar o DeSmuME como uma alternativa aos seus jogos de Nintendo DS. Concordo que o emulador é muito bom, entretanto, desde 2015 não é lançada uma nova versão em seu site. Atualmente gosto de utilizar o DeSmuME modificado (poderei criar uma postagem sobre) e o melonDS.

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Comparado ao DeSmuME, o melonDS é um novato, porém o emulador é promissor e vem recebendo dia após dia novas funcionalidades. Além da performance e recursos gráficos em torno de sua emulação. Atualmente utiliza como renderizador gráfico o OpenGL, mas com o desenvolvimento acelerado do programa, não duvido que o Vulkan se torne uma nova opção. Alguns recursos do emulador, de forma bem resumida, são:

  • Núcleo quase completo (CPU, vídeo, áudio, …);
  • Renderizador OpenGL, upscaling 3D (permitindo escalar a resolução nativa do DS, aumentando em até 8x); 
  • Simula partes do hardware, como o RTC (relógio interno do DS), microfone, tampa fechada / aberta; 
  • Suporte a joystick;
  • Savestates;
  • Vários modos de posicionamento / dimensionamento / rotação de exibição da tela do jogo; 
  • (WIP) Wifi: multiplayer local, conectividade on-line (requer a “libpcap”, para seu funcionamento); 
  • Versão Windows e Linux;
  • Software livre sob licença GPL3 (acesse o github do melonDS);
  • E muito mais está planejado. 

Recursos que serão implementados no futuro:


  • Emulação do Nintendo DSi;
  • Gráficos 3D com pixels perfeitos;
  • Aprimoramento da libui e a interface do emulador;
  • Suporte para renderizar telas separadamente;
  • Emulação de addons;
  • Entre outras funcionalidades (depurador, visualizadores de gráficos, cheat crapo, etc).

Recursos que também estão planejados, mas em segundo plano:


  • Melhorias no wifi;
  • Emular flashcarts ou outro hardware sofisticado;
  • Compatibilidade big-endian (Wii, etc);
  • Tempo de atualização do LCD (usado por alguns jogos para mesclagem de efeitos);
  • Recursos relevantes sugeridos pelos usuários do melonDS.

Novidades, aprimoramentos e mais informações sempre estão disponíveis no site oficial do melonDS. Seu desenvolvimento e lançamentos constantes, são características que me animam neste projeto. Afinal, se algo continua em desenvolvimento, significa que cada vez o emulador se tornará mais maduro e completo, enquanto, algo estagnado não oferece possíveis melhorias.

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Como baixar o melonDS


Para obter as últimas versões do melonDS, basta efetuar o download diretamente de seu site oficial. Tanto a versão Windows, como Linux são executáveis. Não é necessário instalar a aplicação em seu sistema. Todavia, para seu funcionamento alguns arquivos são exigidos.

O melonDS requer cópias da BIOS / firmware de um DS. Arquivos necessários:

  • bios7.bin, 16 KB: BIOS ARM7
  • bios9.bin, 4KB: BIOS ARM9
  • firmware.bin, 128/256 / 512KB: firmware

Para utilizar o emulador será necessário esses 3 arquivos, vindouros de um DS original ou DS Lite. Por motivos óbvios não podemos disponibilizar os arquivos aqui no blog Diolinux. Adicione os arquivos junto ao executável do melonDS e o emulador funcionará normalmente.

Lembrando que no Linux você tem que dar a permissão de execução do melonDS. Clique com o botão direito do seu mouse sobre o executável do melonDS. Vá em “Propriedades” >> “Permissões” e marque o checkbox.

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Mesmo com a interface em inglês o emulador é intuitivo e em poucos minutos você aprende todas as configurações do programa. Caso só tenha utilizado o DeSmuME, recomendo experimentar o melonDS.

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Proton 4.11 é lançado com muitas novidades para gamers Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A semana começou agitada para quem gosta de games e é usuário de Linux. Primeiro foi a NVIDIA lançando versões novas de drivers, agora a Valve trazendo uma nova versão do Proton e uma nova ferramenta de sincronização de objetos nos jogos. 

Proton 4.11 é lançado com muitas novidades  para gamers Linux





A primeira novidade é em relação ao Proton, que chegou com várias melhorias, correções de bugs e um salto na sua versão. Começando com a versão, que antes era a 4.2-9 e agora foi para 4.11, assim seguindo a mesma versão do Wine. Com isso trouxe:

● 3300 melhorias do Wine para o Proton e 154 patches do Proton 4.2 não são mais necessários ou foram para o upstreamed.

DXVK atualizado para a versão 1.3;

FAudio atualizado para a versão 19.07;

● Corrigido o input lag e adicionado suporte a rumble em alguns jogos que utilizam a Engine Unity;

Dentro deste update do Proton, dois se destacam, como a adição do D9VK e a mudança de alguns “módulos’ para Windows PE.

Sobre o D9VK, ele está vindo embutido em modo experimental, tendo que ser ativado manualmente no momento. O D9VK vinha sendo testado desde Junho, de acordo com o dev Joshua Ashton. Agora a Valve vai estar financiando de forma mais direta. Para ativar o D9VK nos jogos e assim experimentá-lo, você vai precisar colocar o seguinte parâmetro no jogo dentro da Steam: PROTON_USE_D9VK=1 %command%

A outra novidade é a mudança de alguns módulos do Wine, que antes eram em libs feitas no Linux e agora estão sendo construídas sobre as libs do Windows PE. Isso pode ajudar na compatibilidade de alguns sistemas de DRM e anti-cheat, conforme vai avançando o trabalho, a compatibilidade vai ficando mais madura e eficiente.

Para mais detalhes sobre essa versão do Proton, pode ser consultada aqui.

Agora a outra grande novidade é o começo dos testes do fsync, para melhorar a sincronização em processos a ser baseado no futex. Quando a Valve começou o desenvolvimento do Proton, encontrou problemas com jogos multi-threaded, assim trabalhou em conjunto com a CodeWeavers e desenvolveu um patchset, o “esync”, para resolver esses problemas. A princípio funcionou, mas precisava de várias configurações e poderiam causar problemas de exaustão nos aplicativos.

Por isso a Valve preferiu trabalhar em uma nova solução, o fsync. Com essa nova funcionalidade, o ganho nos games é esperado, visto que vai ser trabalhado junto ao kernel, tanto que a Valve mandou uma sugestão de mudança, para que ela seja “acomodada” no Kernel Linux.

Se você quiser testar esse kernel modificado pela Valve e testar às melhorias do fsync, eles publicaram um tutorial de como fazer isso.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Organize seus arquivos no Linux

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Há pouco tempo demonstrei uma forma bem prática para organizar os arquivos de seu computador via terminal. No entanto, é notório que nem todos os usuários gostam de utilizar a famigerada telinha preta. Seja por medo, inexperiência, preguiça ou até mesmo gosto (às vezes me encaixo junto aos preguiçosos, isso tanto para interface quanto terminal. Geralmente tenho preguiça e faço logo com um comando ao invés de ficar clicando... 😂😂😂).

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Caso queira utilizar uma solução via terminal, indico o Classifier, acesse o post e saiba mais. Já se quer a praticidade “dos botões” essa dica é para você.

Organizer ou Organize My Files?


“Linux não tem programas!”. Toda vez que ouço ou vejo essa afirmação fico pensando o quão desinformada está a pessoa que escreveu, ou disse isso. Linux possui sim diversos softwares, e ao contrário do que outros dizem, são programas de extrema qualidade. Opção é algo que gosto, então, irei apresentar dois aplicativos para organizar a sua bagunça. Após abordar algumas de suas características a decisão de qual instalar em sua distro, será sua.

Organizer


O Organizer é uma aplicação simples e direta ao ponto, sua interface é intuitiva e não requer configurações adicionais, bastando escolher a pasta onde quer organizar os arquivos e o destino, conforme cada tipo contido no diretório de origem. Desenvolvido em GTK e Python, Software Livre e parte do GNOME, seu código fonte pode ser adquirido diretamente de seu repositório no GitLab.

Selecione o diretório que quer organizar.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-organizer

Em seguida o Organizer irá separar conforme os tipos, e você poderá clicar em cada um e mover para pasta de destino. Uma observação: Você pode utilizar os caminhos sugeridos pelo software (ele cria subpastas) ou se preferir, criar previamente as subpastas e escolher diretamente na interface do Organizer antes de mover.

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Veja abaixo a lista de formatos de arquivos suportados atualmente pelo Organizer:


  • Imagens (JPG, PNG, etc.);
  • Documentos (PDF, ODT, DOC, DOCX, etc.);
  • Planilhas (ODS, XLS, XLSX, etc.);
  • Apresentações (ODP, PPT, PPTX, etc.);
  • Vídeos (MKV, MP4, WEBM, etc.);
  • Música (FLAC, MP3, OGG, etc)
  • Arquivos (TAR.GZ, ZIP, RAR, 7Z, etc.);
  • Outros (Binários, APPIMAGE, DEB, RPM, e assim por diante).

Para instalar o Organizer, configure o Flatpak em seu sistema (adicione o repositório do Flathub) ou se estiver utilizando o Ubuntu, essa postagem ensina a configurar e habilitar o suporte via interface gráfica (para instalar diretamente da loja de aplicativos). No Linux Mint, nenhuma configuração é necessária. Após configurar, pesquise na loja do Ubuntu ou Linux Mint por: “Organizer flatpak” e instale o aplicativo.

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O procedimento pode ser feito via terminal, caso não tenha o repositório do Flathub em seu sistema, habilite o mesmo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.librehunt.Organizer

Remova o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak remove org.librehunt. Organizer/x86_64/stable

Organize My Files


A segunda opção que irei apresentar é o Organize My Files, uma aplicação proprietária e multiplataforma. Para quem procura um software que possa ser utilizado tanto no Windows, Linux e macOS, talvez este seja o programa ideal. No entanto, a versão gratuita é bem limitada, dando apenas um gostinho do funcionamento do Organize My Files. Sendo possível apenas organizar os arquivos contidos na área de trabalho e sem a função recursiva.

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Ao contrário do Organizer que tenta ser mais simplista, sem tantos ajustes, o Organize My Files é bem completo. Ajustes minuciosos poderão ser feitos na ferramenta, aumentando assim o nível de organização. Veja um vídeo demonstrativo do app em ação:


Organize My Files está disponível no formato Snap, então, aos usuários de Ubuntu sua instalação é diretamente da loja. Pesquise por: “Organize My Files” e poderá instalar o programa.

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Outros sistemas necessitam ter configurado o Snap para instalação do Organize My Files, essa postagem demonstra todo passo a passo.

Como no exemplo anterior, essa aplicação também pode ser instalada via terminal, claro, que os comandos são outros.

Instalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap install organize-my-files

Desinstalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap remove organize-my-files

Adquirindo uma licença todas as funcionalidades são desbloqueadas, sem as limitações da versão gratuita, organizar seus arquivos se tornará bem mais prático. Recursos, como: classificação de arquivos por tipo, extensão, tamanho, data, nome, etc. Estarão ao seu alcance. Uma funcionalidade poderosa, é a possibilidade de criar regras personalizadas entre outras funções, enfim, o programa pode ser adquirido atualmente por US $ 19,95 neste link.

Curiosamente a logo do Organizer e Organize My Files, são bem parecidas.

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Agora é com você, opções não faltam e caso conheça outro programa compartilhe em nosso fórum Diolinux Plus. Assim mais usuários poderão ter conhecimento de novas opções.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Como instalar o WoeUSB no Linux de forma fácil e criar pendrives com Windows

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Em algum momento, precisamos criar um pendrive com o Windows (7, 8.1 ou 10), seja para reinstalar o sistema no computador da empresa,  em sua máquina ou de alguém que precise do sistema operacional da Microsoft.


Como instalar o WoeUSB no Linux de forma fácil e criar pendrives com Windows




Há muito tempo, tinha o WinUSB, um programinha que ajudava na hora de instalar o Windows no pendrive. Mas desde 2012 ele não é mais continuado e por isso ele teve um fork, o WoeUSB, que tem a mesma função e algumas melhorias.

Desde 24 de Dezembro de 2018, ele não recebia melhorias e correções, mas  agora foram implementadas. Uma delas, é a possibilidade de escolher o tipo de formato que vai ser formatado o pendrive, se vai ser no padrão FAT ou NTFS. Além de ter o suporte ao UEFI nativamente, coisa que não estava tão bem implementada nas outras versões.

Instalando o WoeUSB


Existem algumas maneiras de efetuar a instalação do WoeUSB. A primeira é para a base Ubuntu, instalando os pacotes DEB. O primeiro pacote são as dependências pré-compiladas que  prepararam o sistema. O segundo pacote, é o programa em si, que você baixa do lauchpad do WebUpd8, recomendado pelos devs (se você tiver algum problema,  avise o pessoal do WebUpd8). Você pode baixar tanto em 32 quanto em 64 bits. O update contempla da versão Xenial até a Disco.

Ou você pode instalar via ppa, com o seguinte comando:

sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8 && sudo apt update && sudo apt install woeusb -y

Aí é só aguardar o processo de instalação

Para quem usa Fedora, o WoeUSB já está nos repositórios oficiais, bastando instalar com o seguinte comando:

sudo dnf install woeusb

Já quem usa base openSUSE, o comando para instalação é:

sudo zypper in woeusb




A criação do   pendrive bootavel com Windows pode demorar mesmo, é normal. Dá até tempo de tomar um café 😆. Você  pode acompanhar o progresso,  através de um pop-up com uma barra de progresso.



Nunca saberemos quando vamos precisar usar um pendrive com Windows novamente né 😁.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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ONLYOFFICE lança atualização e adiciona novos recursos para a suíte office

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

O ONLYOFFICE é a escolha de muitas pessoas para trabalhar com com documentos, planilhas e apresentações em alternativa ao LibreOffice ou Microsoft Office. Uma nova versão está disponível com novos recursos, vamos conhecer ela juntos?

ONLY Office






A atualização do ONLYOFFICE para Windows, Linux e macOS nos traz várias modificações, dentre elas, podemos destacar:

- Edição de imagem diretamente do aplicativo, sem necessidade de usar plugins de terceiros, sendo possível agora inverter, rotacionar, cortar, alinhar as imagens à páginas, em margens e em slides, com opções para aplicar shapes também;

- As fórmulas do aplicativo de planilhas do ONLYOFFICE receberam atenção, e agora temos algumas novas (ASC, BETAINV, HYPERLINK);

- Com a atualização 5.4, é possível que você imprima áreas selecionadas usando uma ferramenta desenhada para isso, garantindo maior precisão;

ONLYOFFICE editor de apresentações

- Outra novidade, sempre bem-vinda, é a melhoria de compatibilidade com arquivos do Microsoft Office, além disso, agora é possível salvar documentos como templates XML do MS Office, templates da Open Document Foundation e também em uma versão padronizada ISO de PDF chamada de PDF-A.

-  Você tem a possibilidade de inserir arquivos de áudio e vídeo nas suas apresentações usando os novos plugins audio&video;

- Outro recurso adicionado permite que você envie os seus documentos em anexo usando o plugin "Send". A integração atual permite usar Outlook ou Thunderbird;

- Agora o Chinês está disponível como linguagem de interface, somando as outras mais de 200 linguagens disponíveis.

Onde baixar o novo ONLYOFFICE?


O ONLYOFFICE é um software muito interessante, pois com ele você pode criar o seu próprio servidor para edição de texto, planilhas e apresentações, mas ele também pode funcionar offline com a versão para Desktop, você encontra todos os links de download no site oficial.

O ONLYOFFICE está disponível na Snap Store para Ubuntu e outras distros com suporte a ele:



Alguma dúvida? Participe do nosso fórum gratuitamente.

Até a próxima!
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O que leva um novo usuário desistir do Linux?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Novos usuários que por algum motivo se aventuram em terras desconhecidas, ou para os mais íntimos, “o mundo do pinguim,”, acabam passando por situações nem sempre agradáveis. Uma parte acaba desistindo e passam a repudiar a plataforma, seja por uma desilusão ou não conseguirem moldar o sistema, como o que usava anteriormente. Hoje irei abordar alguns motivos que levam novos usuários a desistirem do Linux.


Em 2015 o Dionatan Simioni, simplesmente o “mandachuva do Diolinux” (😇😇😇), escreveu uma postagem com tema semelhante. Aconselho que leiam, e de fato algumas coisas também estarão presentes neste. No entanto, irei abordar conforme minha visão dos fatos e espero que você também enriqueça essa postagem comentando e dando seu ponto de vista.

“O início do fim”


O ser humano gosta de conforto e rotina, qualquer coisa que mude esse “modus operandi” irá nos causar aversão. Usar algo novo nos proporcionará um misto de sensações, como: medo, anseio, impotência, alegria, raiva, surpresa, fascínio, recordação, frustração entre outros sentimentos. A forma que canalizamos esses momentos ao descobrir um mundo novo, será um dos aspectos que ditará o fim ou início. Não é difícil identificar usuários que se tornarão amargurados com a experiência de utilizar Linux. Quantas vezes você já não viu alguém procurando uma distribuição Linux igual ao Windows? Não estou dizendo em uma interface que tenha a lógica de funcionamento semelhante, mas sim pessoas que querem um Linux como o Windows. Seja na instalação e seleção de softwares, atualizações, interface, atalhos, comportamento, sistema de arquivos e tudo mais. Usuários que não mudam essa mentalidade, estão fadados a abandonarem o Linux. A premissa é muito simples: “Por que usar Linux, se o que na realidade você quer é utilizar outro sistema?”, no caso o Windows. Talvez por características e vantagens que o Linux possua, porém, nada é só vantagens ou só defeitos. Aventurar-se ao novo requer uma mudança de paradigmas, e isso não é para qualquer um.

Instalação do sistema 


Ao contrário do Windows e macOS o Linux não está presente pré-instalado no ato da compra de um hardware geralmente, claro que existem exceções, mas isso, querendo ou não, acaba dificultando parte do processo. “Obrigatoriamente” um novo usuário, ou terá que solicitar a instalação por meio de terceiros, ou fazer por conta própria. Essa já é uma primeira barreira, instalar uma distribuição “na cara e na coragem”. 

Vejo muitos usuários de Windows usarem isso como o “xeque-mate”, mas lembre-se que o mesmo ocorre com o Windows. A diferença é que qualquer “técnico de esquina” instala uma cópia pirata do sistema da Microsoft, enquanto, outros nem ao menos sabem o que é Ubuntu. Atualmente instalar uma distro como Ubuntu, Linux Mint, Deepin, etc; não é uma tarefa complicada, isso no modo automático. Lembrando que estamos falando de um novato, que não conhece nada de Linux. Procedimentos, como: criar pendrive bootável, desativar secure boot, verificar se está em modo UEFI ou Bios LEGACY, são coisas que exigirão pesquisas e alguns tutorias no Youtube.

Opções, muitas opções, qual sistema escolher?


Uma das características que mais gosto no Linux, é tido como defeito e qualidade: ter muitas opções. Isso possibilita utilizar a distribuição que mais se aproxime ao seu perfil ou confundir os novatos (“uma via de mão dupla”). Um usuário despercebido e que não “manje nada de Linux” pode até ficar confuso com tantas distribuições, todavia, uma se sobressai entre as outras. Claro, que não digo que ela é a melhor, simplesmente é a que quase todo novo usuário inicia. Estou falando do Ubuntu. Seja por sua vasta documentação, blogs, tutoriais, canais no Youtube e tudo mais. O Ubuntu aparecerá logo ao pesquisar por alguma solução para Linux, e provavelmente ele será o primeiro sistema em que os novos usuários ouvirão ou irão se aventurar. No entanto, é inegável que a quantidade assombrosa de sistemas Linux podem tornar a escolha bem difícil para alguns usuários.

Incompatibilidade com hardwares 


Nesses anos que utilizo Linux, não me recordo de ter passado por este problema, mesmo no início em que sempre estive preocupado com incompatibilidades, “nunca fui agraciado” com esse tipo de situação (sempre pesquiso bastante antes de adquirir algum hardware, isso pode contribuir). Talvez um device ou hardware muito datado, ou uma placa wifi muito específica, acabem tirando o sono de algumas pessoas ao tentar instalar uma distro. Diversos fóruns estão com tópicos do tipo: “minha placa wifi não funciona em distro tal”, “impressora y não funciona no Linux”, “não consigo jogar com o driver proprietário de placa x” e por aí vai…

Catálogo de programas indisponíveis para Linux


Outra barreira que acaba desestimulando o uso de Linux, são alguns softwares inexistentes na plataforma. Esse assunto é bem delicado, pois, a “culpa” não é do Linux em si (se é que existem culpados). Algumas empresas julgam sem necessidade um porte ou desenvolvimento de seus programas para outros sistemas. Um exemplo bem expressivo é a Adobe, com sua suite de criação. 

Quando o assunto é Adobe, logo aparecem usuários dizendo: “Você pode utilizar o Gimp” ou “Existe o Kdenlive, Blender, DaVinci Resolve”. Digamos que não é tão simples assim, e dependendo do caso, nem sempre o usuário pode migrar de programa.

Gamers e suas dificuldades no Linux 


Jogar no Linux não é “um bicho de 7 cabeças”. Houve uma tremenda evolução nestes últimos anos, e muitos títulos se fazem presentes no sistema do pinguim. Se há alguns anos era impossível jogar games, como: GTA V, The Witcher 3, Overwatch, Dota 2, Counter Strike entre outros. Atualmente não é mais assim, porém, mesmo com inúmeros games nativos, SteamPlay (que permite executar games do Windows no Linux), nem sempre a tarefa será das mais amigáveis. Alguns jogos não irão funcionar de primeira, sendo preciso alguns ajustes. Sites, como o ProtonDB e tutoriais ensinando alguns parâmetros, podem facilitar o processo, mas isso vai exigir algumas tentativas e erros. 

Para jogos que façam uso de Wine, Proton (SteamPlay), dependendo do hardware a performance pode ser prejudicada e visivelmente afetando a gameplay. Anteriormente abordei o caso de programas que não funcionam no Linux, e com jogos não é diferente. Dependendo do game em questão, a única solução será manter um dualboot, abandonar o jogo ou desistir do Linux (ao menos momentaneamente). O que mais me impressiona nesta história, é a capacidade do Linux rodar jogos do Windows de maneira que parece algo nativo. Obviamente que isso dependerá do seu hardware e do jogo. Um aspecto que atrapalha o funcionamento destes games no Linux são os anti-cheats, na qual já abordamos em outra postagem.

Tipos de pacotes, particularidades do sistema e nomenclaturas 


Talvez esse seja o ponto em que os novatos mais se atrapalham. O que é um Flatpak, Snap, AppImage, apt, dnf, tray, repositório, etc, etc, etc. São tantas novidades que ou das duas uma: “o cara fica doido e sai correndo” (😜😜😜) ou começa a refletir do porquê disso e começa a aprender. Para usuários que querem um Linux igual ao Windows, a jornada acaba aqui. Para quem entende que é algo novo e aceita a realidade, que “não sabemos de tudo”, a jornada apenas começou. Esse passo exige muita humildade, pois, é de nossa natureza, querer ser o melhor. Aceitar que novas situações, experiências, tecnologias nem sempre estarão em nossos plenos domínios, evita frustrações, nos condicionando para o aprendizado. Tudo isso irá depender do usuário, e não do novo sistema. Algo que quero salientar é: que usuário é diferente de administrador de sistema. Não é obrigado a aprender tecnicamente como as coisas funcionam, apenas tirar proveito da tecnologia e utilizar em seu dia-a-dia. Uma coisa que nem sempre acaba acontecendo, os usuários de Linux acabam criando um apreço e mesclando entre serem “usuários e administradores”. Gosto de chamar esse grupo de “usuário intermediário”, que é aquele cara que não chega a ser um administrador pleno, mas que sabe muito e por vezes administra sozinho seu sistema. Se você chegou a este ponto, dificilmente desistirá do Linux.

Comunidade áspera 


Por muito tempo a comunidade Linux recebeu este rótulo, uma comunidade ácida e que espantava os iniciantes e suas “perguntas burras”. O motivo da existência de vários blogs, sites e canais do Youtube, em parte, foi devido a essa conduta repugnante. Sendo sincero, felizmente nunca passei por uma situação humilhante em algum fórum ou grupo. O motivo? Não participava de nenhum, e sempre quando me permitia a navegar por essas águas, observava tais atrocidades. Sempre fui um lobo solitário, buscando resolver meus próprios problemas. Por conta disso, perdi oportunidades de conhecer pessoas que realmente se importavam com os outros. Sei que a acidez de algumas comunidades já afastaram muitos usuários, algumas pessoas não compreendem que começamos do início, por mais estranho que isso possa soar. Enfim, pessoas sensatas estão levantando grupos que realmente fazem a diferença, fóruns que não menosprezam os iniciantes e que na possibilidade de algum “sem noção” ofender alguém, logo ignoram esse indivíduo, e é claro que, isso não se restringe a grupos que falam sobre Linux ou Software Livre e Open Source, é possível ver comportamentos similares em qualquer grupo “rival”, sobretudo no mundo da tecnologia, Intel e AMD, Nvidia e AMD, Xbox e Play Station, Samsung e Apple, etc; etc.

Ideias radicais


Você já ouviu pessoas dizerem a palavra “Ruindows”? Algumas falam em tom de gozação e em círculos com amigos, assim como sempre brinco e falo “Linûx” ou “que Linux não tem jogos”. O problema que algumas realmente pensam assim. Na realidade não tiro o direito de pensarem nesse tipo de coisa, vejo como reprovável quando querem empurrar esse pensamento “goela abaixo”. Muitos usuários nem sequer experimentam Linux, por acreditar que seus usuários são assim. Esse tipo de comportamento também ocorre em outros usuários de sistemas distintos. Não é raro ver alguns usuários do Windows espalhando lorotas de que: “Não tem como ser gamer e usar Linux” ou “Linux é coisa de comunista/fascista”. Muita desinformação ronda a internet.

Minha singela conclusão


Linux é um ecossistema que proporciona muitas vantagens e facilidades de uso, entretanto, “nem tudo são flores”. Existem defeitos, dificuldades e uma provável obrigatoriedade na mudança de sua rotina ou algumas ideias e pensamentos. Longe de ser algo ruim, apenas diferente, não existe certo ou errado nisso. Caso o programa no qual você “ganha seu suado pão” não esteja presente, não é crime algum não migrar ou deixar de utilizar o Windows, por exemplo. Aquele jogo que você mais gosta não está no Linux, ou não existe a possibilidade de jogá-lo. Não há problema em não fazer um dualboot. Sim, existem nomenclaturas e conceitos um pouco confusos, mas é absolutamente comum sentir-se desorientado ao iniciar em algo novo. Aprenda o essencial, minha esposa, por exemplo utiliza Linux e não sabe o que é um Flatpak. Ela simplesmente abre a loja do Linux Mint e instala o que quer. Minha mãe nem sabe o que é Linux, Windows, ou seja lá o que for e usava Ubuntu (😂😂😂). Mesmo criança meu irmãozinho utilizava, agora adolescente passou a vasculhar e fazer coisas sem ao menos me pedir ajuda. Recentemente ele resolveu um problema de um jogo via SteamPlay, descobriu sozinho alguns comandos do winetricks que solucionaram o bug no game e fez algo que tentei por algumas semanas sem resultado.

Os motivos abordados neste post, são os que julgo serem os principais a desmotivarem o uso do Linux para novos usuários. Fique a vontade para expor suas ideias, claro, sendo complacente com a opinião alheia. Não ofenda ou empurre seu ponto de vista, isso só gera brigas e não uma verdadeira e saudável discussão.

Para quem precisa de uma comunidade “mente aberta”, considere participar de nosso fórum Diolinux Plus. Não importa se usa Windows, macOS, iOS, Android, Linux seja o que for. O intuito do Diolinux Plus é auxiliar os usuários e promover debates de ideias de alto nível, sem picuinhas ou brigas de ego.

Até o próximo post, que hoje o assunto rendeu (😁😁😁), compartilhe esta postagem, SISTEMATICAMENTE! 😎
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