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Microsoft estuda a adição de uma nova tecla exclusiva para o MS Office

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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Você não leu errado. Tudo indica que a Microsoft está planejando a adoção de uma tecla voltada para o uso do Microsoft Office.

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Recentemente a Microsoft iniciou uma pesquisa interna sobre a real necessidade de uma tecla visando sua suíte de documentos. Com isso vários feedbacks de seus funcionários foram coletados, e diversas ideias foram dadas. Tal pesquisa foi descoberta pelo usuário WalkingCat, e provavelmente esse novo atalho será utilizado com várias combinações de tecla, algo semelhante ao que temos atualmente com a tecla “Windows” (Super).

Este novo tipo de teclado possibilitaria, por meio dessa tecla e combinações, “chamar” os programas da suíte office da empresa. Combinações como, “Office key” + “O” para executar o Outlook, “Office key” + “W” para executar o Word, e assim consecutivamente. O intuito da mudança é potencializar a produtividade de usuários do Microsoft Office. Existem rumores que a MS vem desenvolvendo este teclado, um para desktops (via USB) e outro com laptos em mente (via Bluetooth). Tudo ainda é relativamente novo, e sem confirmação oficial por parte da Microsoft. Entretanto, em Outubro deste ano, novos hardwares serão apresentados para a sua linha Surface. Talvez, esse seja o local ideal para divulgar esse novo conceito aos seus usuários.

Só podemos especular. Será que este novo teclado está sendo planejado como um novo padrão para indústria ou algo exclusivo de sua linha Surface. Quem sabe uma feature opcional para quem quiser tal comodidade. No momento (Eu, HenriqueAD) não tenho uma posição definida. Enquanto penso que pode ser algo ruim, que mude os layouts conhecidos dos teclados. Também penso que outros softwares como, o LibreOffice podem tirar proveito dessa tecla exclusiva pensada para o MS Office. É notório a popularidade do programa da Microsoft, e sua base de usuários é imensa, talvez isso seja o fator determinante para adoção deste novo teclado. Por hora, “não se descabele” ou “fuja para as colinas”, nada ainda foi confirmado oficialmente.

O que achou desta “nova tecla”? Em seu ponto de vista é algo ruim ou bom? Ainda estou refletindo e moldando minha opinião. Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, sejam complacentes com a opinião alheia. Compartilhe e indique o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Legendas em tempo real no Google Slides

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terça-feira, 18 de junho de 2019

A suíte office da Google está cada dia ganhando novas funcionalidades. Noticiamos recentemente que o G Suite recebeu suporte aos formatos do Microsoft Office, a opção de pagamento em Real para usuários do Brasil, agora o Google Slides vai receber mais essa nova função (que está em testes desde 2018).

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Conhecida como Closed Caption, o recurso possibilita por meio do microfone do computador detectar a voz e transcrevê-la. Algo semelhante existente no Google Docs. Com essas legendas automáticas, novos usuários poderão tirar maiores proveitos da ferramenta. A acessibilidade do recurso pode auxiliar o desenvolvimento de apresentações por pessoas com algum tipo de deficiência auditiva ou surdez, ou quem tem dificuldades na escrita.


Até o momento o “Closed Captions” só está disponível em inglês, porém, como já sabemos é uma questão de tempo para a Google adicionar o suporte ao português. A empresa inclusive promete que novos idiomas serão adicionados. A ativação do recurso é conforme o demonstrado no vídeo, logo acima. Clique no ícone “CC” na barra de navegação do Google Slides, e comece a ditar. O programa irá automaticamente criar as legendas. Lembrando, que o recurso não está disponível em nossa língua.

O que achou dessa opção? Fará uso quando possuir o idioma português? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Jogue títulos do Playstation 3 no Linux com o RPCS3

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O Playstation 3 é um dos consoles mais aclamados da Sony, claro que o Playstation 2 está em posições mais altas na lista dos “sonystas” (que lista é essa? 😁😁😁). Lançado em 11 de Novembro de 2006, no Japão, o “Play 3” (para os mais íntimos), só chegou em terras tupiniquins em 2007. Com continuações de títulos aclamados como, God of War e novos jogos sensacionais (The Last of Us é um deles), o Playstation 3 conquistou uma legião de gamers.

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Particularmente sempre fui mais do lado dos “consoles de mesa e portáteis”, jogando esporadicamente no PC. Há alguns anos que venho me aprofundando mais por essas bandas de “games no desktop”. Para quem tem jogos favoritos no Playstation 3 e por algum motivo não tem mais acesso ao hardware da Sony. Não consigo parar de pensar em meu PSP que recentemente “morreu” (😭😭😭), jogar no computador pode ser uma alternativa. Claro, que nem todos os jogos funcionarão na solução que irei demonstrar. Porém, quem sabe não “mate a saudade”.

RPCS3 o emulador de Playstation 3 


O RPCS3 é um emulador de Playstation 3, open source, que está em constante desenvolvimento. Com uma compatibilidade de games interessante, cerca de mais de 40% dos games classificados como jogáveis, o emulador pode ser uma ótima alternativa. Com versões para Linux e Windows, existe a possibilidade de se divertir com clássicos do PS3.


Requisitos mínimos (o funcionamento pode não ser como o esperado)


  • CPU: Qualquer processador compatível com 64 bits;
  • GPU: OpenGL 4.3 ou superior;
  • RAM: Mínimo 2 GB;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Requisitos recomendado (para funcionamento satisfatório dos games)


  • CPU: Intel Quad-core ou superior com TSX-NI (Haswell ou superior);
  • CPU: AMD Hexa-core ou superior (Ryzen);
  • GPU: Placa AMD ou NVIDIA compatível com Vulkan;
  • RAM: 8 GB ou mais;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Para usuários do Windows, é necessário a última versão do Microsoft DirectX instalado no sistema e o Microsoft Visual C ++ 2017. Outro requisito para o funcionamento do emulador é a firmware do Playstation 3. Por razões legais o mesmo não pode acompanhar tal arquivo. Entretanto, você pode efetuar o download do arquivo de atualização de sistema do PS3 (PS3UPDATA.PUP) no site oficial da Sony por este link. Com o “PS3UPDATA.PUP” não será obrigatório o “dump” da firmware de seu console.

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A versão do RPCS3 para Linux encontra-se no formato AppImage. Acesse este link e efetue o download do emulador

Configurando o RPCS3 em sua distribuição


Após baixar o programa, em um local de sua escolha, dê as devidas permissões para a execução do AppImage (não sabe como proceder? Acesse este post e veja como é simples).

Execute o RPCS3, no menu acesse “File >> Install Firmware”. Selecione o arquivo “PS3UPDATA.PUP”, que você fez o download previamente, e clique no botão “Open”.

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Em seguida, se tudo deu certo, está mensagem aparecerá. Aperte em “ok”.

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Os módulos PPU começarão a serem compilados. Dependendo da velocidade do seu processador, este processo poderá ser mais rápido ou lento.

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Performance e ajustes no RPCS3


Algumas configurações estão disponíveis no RPCS3, com elas podemos tornar as gameplays mais fluidas. Recomendo sempre pesquisar previamente sobre o jogo específico que está tentando emular. Existem dicas muito valiosas no Youtube, demonstrando todo procedimento. Para um aspecto geral, podemos efetuar da seguinte maneira:

No menu do emulador, contido no painel superior, acesse “Configuration” ou “Config”. Iremos começar com a categoria “CPU”.

  • Na seção “PPU Decoder”, deixe marcado “LLVM Recompiler (fastest)”; 
  • Na seção “SPU Decoder”, deixe marcado “ASMJIT Recompiler (faster)”, entretanto, recomendo testar a função em desenvolvimento “LLVM Recompiler (experimental)”;
  • Em “Firmware Settings” deixe “Automatically load required libraries”. Em jogos específicos poderá ser necessário mudar para opção “Manually load selected libraries”;
  • Firmware Libraries” é quando você selecionou para marcar manualmente as bibliotecas, em alguns jogos esse processo é muito importante para seu funcionamento;
  • Additional Settings” possui configurações com foco em processadores com, Ryzen e i5, i7 e alguns i3. Caso possua um Ryzen, marque todas as opções, menos “Accurate xfloat”. No caso dos Intel, não marque nem a “Enable thread scheduler” ou “Accurate xfloat”;
  • Preferred SPU Threads”, selecione o máximo de Threads conforme seu processador (o máximo até o momento são 6 threads); 
  • SPU Block Size”, deixe como “Safe”.

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Na segunda aba, “GPU”, configurações como, resolução nos jogos, framelimit (a quantos FPS eles irão rodar), filtro anisotrópico, anti-aliasing, etc. Poderão ser configurados. Neste quesito é bem subjetivo, pois, você não poderá selecionar 60 na opção “Framelimit” em algum jogo que funcione em 30 fps. Na realidade até poderá, entretanto, seu funcionamento não será como o esperado. Sempre pesquise se o jogo em questão suporta 60 fps ou teste, e caso ocorra algum problema, mude para 30 fps novamente. Uma opção importante e que deve ser mencionada é na seção “Render”. Alguns games funcionarão melhor sobre OpenGL (utilizando apenas seu processador) e outros via Vulkan (com uso da sua GPU). Como sempre, eis a importância do teste. 

  • Em “Additional Settings” deixe marcado “Write Color Buffers”.

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Na aba “Audio” pouquíssimas configurações são necessárias. Então, configure apenas as que demonstrarei.

  • Em “Audio Out” você pode selecionar “PulseAudio”;
  • Na seção “Audio Settigns” , marque a opção “Downmix to Stereo”. Caso perceba algum problema na reprodução do áudio, volte na seção “Audio Out” e selecione “ALSA”.

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A seção “I/O” não exige configurações, na próxima, “System” você pode configurar o tamanho máximo de cache em disco, região do console, língua e homebrew.

  • Console Language” deixe em “Portuguese (BR)”;
  • Em “Enter Button Assignment”, deixe “Enter with cross”;
  • Deixe selecionado “Enable /host_root/” em “Homebrew”.

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Alguns jogos necessitam de conexão com a internet, não foi o caso dos que testei, mas como já reforcei, pesquise caso haja esse requerimento por parte do game. Para habilitar internet acesse a aba “Network” e mude o status da conexão para “Connecting”.

Outra aba que não costumo modificar nada é “Emulator”, apenas troco o tema do RPCS3 na aba “GUI”.

Assim na seção “UI Stylesheets” deixe no tema que mais lhe agrada. Como tenho preferência por uma interface mais escura, utilizo o “Kuroi (Dark by Ani)”.

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Salve todas as modificações que fizemos, clicando em “Save”.

Clicando com o botão direito do mouse sobre os jogos, já instalados, você pode configurar cada um indiferente do outro. Isso é bem útil e resolve configurações especificas de um determinado game. Além de outras informações como, compatibilidade, possibilidade de remover o jogo, ir até a localização de seus arquivos, entre outras coisas.

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Configurando seu joystick no RPCS3


A configuração de joysticks é muito simples no RPCS3. Suportando o DualShock 3 e 4, você poderá ter uma experiência confortável utilizando o controle da Sony. Também existe a possibilidade de utilizar um teclado, e joystick de Xbox 360. Infelizmente não consegui utilizar controles genéricos no emulador (se não me engano um que possuía, genérico do Xbox 360, “compatível com o console”. Não posso confirmar, pois, o mesmo deu defeito). para configurar o joystick vá em “Pads” (um símbolo bem sugestivo de joystick 😁😁😁). Após setar todos os botões, conforme seu joystick, clique em “Add Profile” se quiser criar um customizado ou salve, no botão “save”.

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Gerenciamento de usuários, sistema de arquivos, saves e dados


O RPCS3 pode ser multi-usuário, ao criar novas contas e separar os saves e progressos de cada um. Isso torna o emulador interessante para mais de um utilizador ou quem deseja criar saves distintos para cada momento. Confesso que pouco explorei essa opção e outra chamada “Thropies”. Algo “semelhante as conquistas da Steam”, na qual alguns games possuem. Para não me alongar muito, e caso tenha interesse nas opções de gerenciamento do RPCS3, acesse esta página oficial do projeto. No windows os saves dos games estão contidos em “\dev_hdd0\home\00000001\savedata\”. Já na versão Linux esse diretório com os saves encontra-se em “~/.config/rpcs3/”. Faça sempre backup desses arquivos antes de formatar seu sistema.

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Instalando games de Playstation 3 no RPCS3


A instalação dos jogos no RPCS3 é bem simples, obviamente que será necessário ter efetuado o download do game em questão, e por motivos legais não podemos distribuir jogos do Playstation 3, esse procedimento fica ao seu encargo. O arquivo de instalação dos jogos é no formato “.PKG” e alguns jogos necessitam de extensão “.RAP”.

Para instalar um jogo em “.PKG”, vá no menu, na barra superior. Depois em “File >> Install .pkg”. Certos jogos necessitam de um arquivo extra, o já comentado, “.RAP”. Se o game em questão ter esse arquivo complementar, adicione o mesmo manualmente na pasta localizada em “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/home/00000001/exdata” (ou simplesmente você poderá arrastá-los e soltá-los na janela principal do emulador, vale o teste). 

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Os arquivos de jogos instalados via “.PKG” ficam localizados no diretório “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/game”.

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Depois de finalizar a instalação, execute o jogo. Vários módulos PPU começarão a serem compilados, não se assuste com algumas mensagens de erro no “terminal do emulador”, isso é absolutamente normal. O tempo de espera até o início do game é variável. Seja por conta de seu hardware ou “peso do jogo”, então, “muita hora nessa calma” (acho que troquei as bolas 😁😁😁).

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Executando jogos de PS3 no formato ISO ou mídias físicas 


Outra maneira de executar os jogos do “Play 3” no RPCS3 é utilizando uma mídia física ou arquivo ISO. Como não possuo um leitor Blu-ray, e somente alguns leitores são compatíveis para execução das mídias físicas do Playstation 3 (indo no final da página contida neste link, existe uma breve lista de leitores compatíveis), um arquivo ISO pode ser uma forma de contornar essa limitação. Você pode tanto extrair os arquivos de suas próprias mídias físicas, ou baixá-los da internet. Pelo que percebi é bem comum eles virem “prontos para o uso”. Todavia, caso o jogo esteja em “.ISO”, monte em uma unidade virtual e copie os arquivos para um diretório com seus games.

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Dentro dos arquivos, existirá uma estrutura de pastas semelhante em todos os games. Por exemplo, extraí os arquivos do game “Soulcalibur IV”. O arquivo que você irá selecionar com o emulador RPCS3 é o “EBOOT.BIN”. Localizado em “NOME-DO-SEU JOGO/PS3_GAME/USRDIR/EBOOT.BIN”.

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No RPCS3 vá em “File >> Boot SELF/ELF”.

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Navegue até o arquivo “EBOOT.BIN” do seu jogo e clique em “Open”. Assim como os “.PKG”, o game aparecerá na Game List do emulador (Não apague ou mude a localização destes arquivos).

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E pronto! Execute o seu jogo… Lembre-se de sempre verificar a lista de compatibilidade dos jogos e pesquisar na internet por eventuais configurações do jogo em questão. 

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Gosto bastante de acompanhar a evolução desses emuladores, e o RPCS3 sem dúvidas é um dos que sempre estou de olho (😜😜😜). Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se você curte um game ou tem alguma dúvida, o pessoal sempre se une para auxiliar o próximo. 

Até o próximo post, que esse deu trabalhão (😵😵😵), SISTEMATICAMENTE! 😎
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Conheça o novo Linux Multimedia Studio

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terça-feira, 11 de junho de 2019

O Linux Multimedia Studio, ou como é chamado “LMMS”, é um software ideal para quem gosta de produzir músicas e usa seu computador em suas criações. Software Livre e multiplataforma, o programa possui versões para Linux, macOS e Windows. Uma ótima alternativa para quem não quer piratear programas como o FL Studio, Logic Pro, Cubase ou quer mais liberdade. Pois, ao utilizar uma ferramenta multiplataforma, você não fica preso a um sistema.

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Com o LMMS, tarefas como criar melodias, utilizar um teclado MIDI para batidas, sintetizar áudio, misturar sons, organizar amostras e muito mais, poderão ser feitas com seu vasto ferramental. A nova versão 1.2, veio recheada de novidades e refinamentos. Seu código foi reescrito, tirando melhor proveito do hardware, seja no uso aprimorado de processamento, menor consumo de memória ou suporte a telas com altas densidades de pixels. Por exemplo, além dos sistemas anteriormente citados, o LMMS 1.2 passou a suportar o OpenBSD (sndio) e o Haiku (BeOS). Houve uma melhora na exportação de arquivos WAV, MP3 e OGG.

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Algumas funcionalidades do LMMS


  • Editor de ritmo;
  • Editor de pistas;
  • Editor de teclado (teclado MIDI);
  • Editor/Organizador de músicas;
  • Mixer de efeitos de som, de até 64 canais;
  • Suporte a complementos nos formatos SoundFont2, LADSPA e VST;
  • 16 sintetizadores incorporados;
  • Emuladores OPL2 Roland TB-303;
  • Emulador SID Commodore64;
  • Emulador NES;
  • Emulador Gameboy e Yamaha e incorporadas ao sintetizador ZynAddSubFX;
  • Suporte multisampling, para os formatos SoundFont (SF2), Giga (GIG) e Gravis UltraSound (GUS);
  • Entre outras funcionalidades…

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Principais novidades da versão 1.2


  • Capacidade de salvar música na forma de um loop de som (opções “-l” e “-loop”);
  • Suporte ao formato Apple MIDI;
  • Gravação automática durante a reprodução;
  • Plugins e patches em um diretório separado;
  • Novo backend de som baseado em SDL usado em novas instalações por padrão;
  • Modo único e uma função de limpeza para canais não utilizados para o FX Mixer;
  • Nova ferramenta Gig Player para reproduzir arquivos no formato Giga Sample Banks;
  • Novo plugin do ReverbSC;
  • Novos add-ons do FX: Equalizador, Bitcrush, EQ Crossover e Echo Multitap.

Instalação do LMMS no Linux


Existem várias formas de se instalar o LMMS, ele está nos repositórios da maioria das distribuições. Entretanto, caso queira a versão mais atual, efetue o download da versão em AppImage, recomendado em seu site oficial. 

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Não sabe como rodar um app neste formato? Acesse essa postagem e veja como o processo é muito simples.

Caso prefira o bom e velho terminal, utilize os comandos abaixo:

sudo chmod +x lmms.Appimage

Depois execute com o comando:

./lmms.Appimage

Lembrando que você deve estar no mesmo diretório do seu AppImage (via terminal).

No passado tive meus momentos de “compositor”, e o LMMS pode ser um software muito interessante, seja para você amador ou profissional. Veja a entrevista (uma parte dela) que fizemos com Marcos Garcia do canal Vartroy. Você poderá ver o cenário atual da produção musical com software livre e open source.


Gostou do LMMS? É um programa bem completo, e caso tenha interesse na área, creio que é uma ótima escolha.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, quem sabe você acabe encontrando outros apaixonados por música e tecnologia por lá.

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Valve trabalha em novo visual de seu cliente Steam desktop

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segunda-feira, 10 de junho de 2019

A Valve está planejando um redesign em seu cliente de jogos Steam. Graças a um vazamento, podemos vislumbrar esse novo visual, obviamente que o mesmo está inacabado, mas possibilitando um vislumbre do resultado, quando finalizado.

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Em sua conta no Twitter, o perfil SteamDB relatou que “Uma versão em andamento da nova interface do cliente Steam vazou através de uma atualização para o lançador CSGO chinês.” O visual já tinha sido revelado anteriormente pelo site Engadget, porém, o vazamento atual mostrou a navegação na interface e muito mais detalhes.

O SteamDB compartilhou algumas capturas de telas e podemos ver um layout, que ao menos “quando vi em primeiro momento”, lembra bastante a organização da Twitch, em sua aba “Procurar”. Veja o novo visual do cliente Steam.

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Repare que agora as artes dos jogos na Steam também são semelhantes às da Twitch, lembrando as capas dos jogos em mídia física. Aliás, que tal acompanhar nossas lives diárias? Acesse este link e nos siga.

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O novo design mantém os jogos em uma coluna na esquerda, em lista, e na direita reorganiza várias categorias, como games mais jogados, atualizações dos jogos, lista de amigos, etc.

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Existem novos recursos, deixando mais organizado a interface. Através de “tags”, será possível encontrar jogos em sua biblioteca. Na nova página “Eventos”, transmissões ao vivo, partidas, torneios e muito mais são exibidas.

Isso não é uma mockup ou uma “pegadinha de mau gosto”


É comum ver internet afora postagens com mockups de interfaces sendo tidas como verdadeiras. Para só depois de acessar o link, a “verdade vir à tona”. Sei que isso é chato, porém, não é o caso. Esta nova interface do cliente Steam não é apenas um conceito. Portanto, embora o redesenho da Steam esteja em constante desenvolvimento, e o trabalho não esteja acabado, ele já está em um patamar bem desenvolvido. Quem sabe essa nova reformulação acabe chegando ainda esse ano. Se você for ”um apressadinho” (😁😁😁), acalme-se, a Valve informou que planeja disponibilizar uma versão beta até o final do verão (Mais ou menos em Setembro nos EUA).

Veja logo abaixo um vídeo da Valve News Network, demonstrando, na prática o novo visual da Steam.


Gostou das mudanças no cliente da Valve? Particularmente gostei de muita coisa, outras me pareceram estranhas, mas ainda não é uma versão final. Então, fiquei bem animado.

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, a galera adora uma boa jogatina.

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Microsoft revela o futuro do Windows

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quarta-feira, 29 de maio de 2019

O Windows 10 é um “tabu” para diversos usuários, devido a sua atual política de atualizações com diversos erros e outros por menores. Entre alguns amigos técnicos em informática, há quem ame e quem odeie o sistema. Particularmente não estou entre os “odiadores”, entretanto como todo sistema operacional existem aspectos “que não curto”.

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Em uma publicação no blog oficial da Microsoft, o vice presidente corporativo de vendas para consumidores e dispositivos, Nick Parker discute a visão da empresa de um sistema operacional moderno e robusto. Ao apresentar os novos PCs com Windows que compunham a Computex 2019, diversas declarações foram feitas de um sistema operacional moderno, na qual pressupunha-se que seja o futuro do Windows. Afinal, não faz sentido a empresa enaltecer recursos e características, dizendo ser um sistema moderno, se esse não é o próprio Windows (mesmo que em uma visão do futuro).

Esses novos PCs modernos e dispositivos inovadores que o ecossistema continuará a construir e levar ao mercado no futuro exigirão um sistema operacional moderno”, diz Nick Parker. Nas palavras de Parker podemos observar que o tal ”sistema moderno” ainda não existe, ou está em constante desenvolvimento. Algo que encaixa-se perfeitamente com o Windows no cenário atual e suas atualizações, desculpem as palavras, desastrosas.

Nick Parker continua, "Atualizações modernas do sistema operacional são feitas de forma invisível em segundo plano; a experiência de atualização é determinística, confiável e instantânea, sem interrupções! Um sistema operacional moderno, também é seguro por padrão, o estado é separado do sistema operacional; o cálculo é separado dos aplicativos; isso protege o usuário de ataques mal-intencionados durante todo o ciclo de vida do dispositivo“. Estaria a Microsoft planejando um Windows com abstração total de suas aplicações e o sistema? Um tipo de “sandbox” em apps Windows. Como as palavras de Parker sugerem, as aplicações serão separadas do “core” do sistema, um conceito que já conhecemos no Linux com tecnologias como o Flatpak e Snap por exemplo. Outro ponto é sobre a segurança das atualizações, e quem conhece um pouco sobre atualizações atômicas e OSTree, sabe que tais métodos asseguram a integridade do sistema. Tudo indica que o Windows no futuro utilizará métodos semelhantes. Com uma tecnologia dessa por trás, o usuário teria a total segurança de uma atualização em background, mesmo caso fosse interrompida. Por conta da forma que tais procedimentos ocorrem o sistema não seria afetado. Tudo isso me faz pensar no Endless OS e o Fedora SilverBlue, o sistema inquebrável. Recomendo que assistam o vídeo do canal Oficina do Tux e entenda um pouco sobre essa tecnologia.




Com todos os problemas que o Windows 10 vem passando com seus updates, não é de se estranhar que a Microsoft esteja pensando em uma forma de contornar tais erros e tornar seu sistema “mais moderno”. Nick Parker também sugere que por meio da nuvem e inteligências artificiais, o tal sistema moderno poderá identificar os padrões de uso do usuário e efetuar as atualizações conforme o perfil de cada um. “Essas experiências são alimentadas por AI , então um sistema operacional moderno está ciente do que um usuário está fazendo amanhã e ajudando-o a fazê-lo, e aprimorando os aplicativos tornando-os mais inteligentes”.

Um sistema operacional moderno também é multi-senso. As pessoas podem usar a caneta, a voz, o toque e até o olhar”, diz Nick Parker. Indicando que acessibilidade é um ponto importante.

Outro ponto observado é a constante interação com a internet, algo que o tão citado sistema moderno deve possuir, possibilitando que o usuário esteja sempre conectado. Um conceito que a Microsoft adotou com o Windows 10 baseado em ARM. 

Segundo Nick Parker “A Microsoft está investindo para habilitar essas modernas experiências de SO e para oferecer novas que aproveitem os avanços do silício”. Lembrando que durante todas essas palavras em nenhum momento o Windows foi citado, todavia como já mencionei, a MS não falaria de algo que não almeja-se ao seu sistema. Caso contrário, o inúmeras vezes citado “sistema moderno” não seria o Windows e particularmente não creio que a empresa esteja falando de outro SO.

Mais funcionalidades foram ditas para o futuro do Windows como:


  • Serviços de reconhecimento cognitivo (para auxílio em marcação de fotografias do telefone);
  • Projeção da tela do Android no PC;
  • Usar o mouse e teclado na interação de aplicativos Android no PC;
  • Conteúdo do telefone no PC, utilizando Wi-fi ou LTE.

Outros assuntos foram abordados na postagem no site da Microsoft, IoT, Office 365, Hardwares etc. Caso queira maiores detalhes acesse o seguinte link.

A Microsoft vem demonstrando que está pensando em um futuro sólido para sua plataforma. Primeiro anunciaram seu novo formato de empacotamento, inclusive compatível com Linux, MSIX. Depois o WLS 2, incluindo o Kernel Linux dentro do Windows. E agora especula características comuns em algumas distribuições Linux, como o Fedora SilverBlue e Endless OS. Parece que a plataforma tende a evoluir e “pegar” o que tem de melhor em outros sistemas. Quem sabe assim usuários não sofrerão com atualizações do Windows 10 que infelizmente estão sendo verdadeiras “roletas russas”.

O que você acha sobre o futuro do Windows? Concorda com o “sistema moderno” tanto dito pela Microsoft? Que tal acessar o nosso fórum Diolinux Plus e continuar esse assunto.

Até o próximo post, sejam educados e complacentes nos comentários. Compartilhe e indique o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Redream um ótimo emulador de Dreamcast para PC e Android

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Dreamcast foi lançado no Brasil em 10 de Outubro de 1999. Desenvolvido em uma parceria entre a Sega e Microsoft, o console possuía aspectos interessantíssimos como: Sua arquitetura baseada nos computadores, facilitando a vida dos desenvolvedores ao portarem games de pc ao console. Um sistema inteiramente baseado no Windows CE, que pasmem rodava semelhante a uma distro linux em “live cd”. Além de poder executar funções de computadores da época, como digitar textos, navegar na internet, ver vídeos e ouvir músicas. Pena não ter “emplacado” mundo afora, no entanto sendo extremamente popular no Japão.

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O Dreamcast teve um lugar importante em minha adolescência, onde passei bons momentos com seus vários títulos. Eis a oportunidade de desfrutar de seus games de Dreamcast, seja no Linux, Windows, macOS ou Android. 

Redream, bonito, simples e eficiente 


Quem é familiarizado no mundo da emulação talvez já tenha pensado no clássico emulador de Dreamcast, o Reicast, mas iremos falar de outra alternativa. O Redream é um emulador de Dreamcast que possui uma interface clean, organizada e bonita. Sua compatibilidade atual é de aproximadamente 80% dos títulos do console, então as chances de não executar aquele seu jogo favorito são pequenas. 

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O emulador possui duas versões, uma “Lite” e outra “Premium”, sendo a primeira opção gratuita e a segunda custando US$5 (dólares). A única diferença de uma versão para a outra é a possibilidade de, na Premium, contar com a opção de renderização em alta definição. Algo que particularmente não me fez tanta falta, entretanto fique a vontade para adquirir a alternativa paga.

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Um emulador “direto ao ponto”


O Redream é dotado de uma interface simplista e elegante, sem distrações ou configurações complexas. Dividido em 5 categorias (“abas”), sendo elas: Games, Library, Input, Video e System. O programa é de fácil compreensão.

Em “Games”, ficam todos seus jogos adicionados anteriormente na biblioteca do emulador. Um detalhe curioso, é a atenção de seus desenvolvedores pelo design da aplicação, pois ao adicionar um game na biblioteca o emulador automaticamente efetua o download de sua capa original.

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“Library” é onde você indicará o caminho de seus jogos do Dreamcast, basta clicar no botão “Add Directory” e caminhar até a localização de seus games.

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Na categoria “Input”, existirá a possibilidade de configurar 4 jogadores no emulador. Para configurar as teclas ou botões (caso possua um joystick), basta clicar na opção conforme o número do jogador, depois “Customize binds” e atribuir as teclas/botões correspondentes. Como citei anteriormente, os detalhes visuais e facilidades de uso é uma vantagem gigantesca do emulador. Um simples gesto de oferecer visualmente o modelo do joystick original do console, auxilia muito no ato da configuração. Algo que não me recordo ver em outros emuladores.

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Agora na opção “Video”, as configurações básicas podem ser realizadas, como alterar a resolução, execução em modo janela, aspecto da janela do emulador etc.

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Por último “System”, com opções de região do console, linguagem da interface do emulador e muito mais. No presente momento que escrevo este post, não existe a opção ”Português” no emulador, entretanto não será nada que dificulte sua utilização.

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Baixando a versão desktop do Redream


Efetue o download do emulador no seguinte link. Escolha entre a versão “Lite” ou “Premium”, logo após, você será encaminhado para uma nova página. Fica ao seu critério baixar a versão “Stable”, com recursos estáveis ou a versão “Developmement” que recebe novas features e é a versão “não tão estável”. Depois selecione seu sistema operacional, no meu caso irei clicar no botão com o pinguim, indicativo de Linux.

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Extraia o “arquivo tar.gz” e verifique se o executável, denominado “redream”, possui a permissão para execução. No Ubuntu basta clicar com o botão direito do mouse, ir em “Propriedades” >> aba “Permissões” e averiguar se a caixa de seleção está marcada (Permitir execução do arquivo como um programa).

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Execute dando 2 cliques ou clicando com o botão direito do mouse indo na opção “Executar”.

Veja logo abaixo um vídeo que fiz no OSistemático, nele demonstro o download, explicação e utilização do emulador Redream.


Versão Android do Redream


Recentemente o Redream recebeu uma versão Android, sua interface é idêntica a desktop. Assim sendo tanto no PC como no Smartphone sua utilização será semelhante (ao menos no aspecto do design do emulador). Para desfrutar dos games do Dreamcast no Android, basta possuir um smartphone com processador Snapdragon 630. Creio que a experiência será satisfatória, evidente que quanto maior a capacidade de processamento de seu gadget, melhor será a jogatina.

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E você jogava muito no Dreamcast? Já gastei horas e horas jogando Marvel vs Capcom, entre outros games.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera lá também curte uma jogatina.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Huawei e Deepin podem impulsionar o Linux

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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Por um breve período a Huawei foi posta em uma lista negra, e o governo Trump chegou a aconselhar que empresas americanas cortassem relações comerciais com a empresa chinesa. Google, Intel, Qualcomm, Broadcom entre outras gigantes do mundo tecnológico foram ao encontro do conselho do atual governo

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Porém por decisão do Departamento de Comércio dos EUA, uma licença provisória foi concedida à empresa. Licença essa que tem validade até o dia 18 de Agosto. Não ficou claro se haverá prorrogação ou se a Huawei entrará na "lista branca". Entretanto após as declarações da Google impedindo o uso da licença do Android para a fabricante chinesa e caso no futuro a Huawei perca em definitivo esta licença, a mesma teria que bolar soluções que contornam a decisão americana. Para entender toda essa situação, fizemos uma matéria detalhando o caso.

Huawei sem Android, como seria?


A Huawei vem desenvolvendo sua própria solução móvel, chamado de HongMeng OS, não é de conhecimento geral o estado de desenvolvimento de seu sistema. Ou se o substituto do robozinho verde seria baseado no próprio Android, mas sem as tecnologias proprietárias da Google.

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É quase certo que a gigante da China já tinha em seus planos, possíveis situações como a atual, afinal a relação entre Estados Unidos e China nunca foram as melhores. Todavia algumas características importantes deveriam ser adotadas em seu novo sistema. Por isso creio que o mesmo seja baseada ou tenha compatibilidade total com aplicações e games do Android, claro sem a necessidade de uma Google Play Store. Essa estratégia poderia manter a empresa firme no mercado, mesmo que fora dos Estados Unidos ou países que fossem influenciados pela decisão do governo americano.

O consumidor "comum não quer saber" se o sistema é X ou Y. O que na realidade importa para as massas são os apps. E caso o HongMeng OS, sistema em desenvolvimento da Huawei, atenda esses requisitos a empresa continuará "no jogo". Caso contrário, já temos alguns exemplos como o Windows Phone e Ubuntu Phone que demonstram os possíveis destinos.

Huawei sem Windows, como seria?


Outra possibilidade é a exclusão da Huawei no hall de parceiros da Microsoft. A gigante de Redmond poderia seguir os mesmos passos da Google, e caso a licença não seja renovado após 18 de Agosto, a Huawei seria impossibilitada de embutir o Windows em seus notebooks e equipamentos (o laptop da Huawei a MS já retirou de sua store, sobre o Windows ainda continua um mistério). Obviamente que a chinesa poderia utilizar-se de outro parceiro, todavia o custo de seus equipamentos seria muito mais elevado, ocasionando consequências em sua posição no mercado. E qual outra solução? (Sei que está esperando isso, desde quando começou a ler 😁😋😇). Provavelmente o mesmo plano que a empresa planeja ao Android, uma outra alternativa (claro que a Huawei poderia embarcar seus computadores com o HongMeng OS, unificando toda plataforma, mas perceba que ficariam limitados quando o assunto é “software e games para desktop”).

Ao se falar de alternativas ao Windows, não seria cabível imaginar que a Huawei conseguiria desenvolver um sistema desktop, compatível com diversos softwares do mercado em poucos anos. Na realidade é loucura e muita ingenuidade acreditar que um sistema operacional é desenvolvido de um dia para o outro. Então, não seria de se espantar a empresa começar a investir em um sistema baseado no kernel Linux. Talvez seja até isso um dos pontapés iniciais para a popularização do Linux nos desktops. Uma realidade não tão distante e que com o marketing certo a empresa poderia contornar a situação, sem necessariamente depender do Windows. Indo além, sua autonomia poderia ser maior ao não depender de outras empresas e quem sabe desenvolver sua própria distribuição. 

Uma tarefa não tão simples e que poderia custar muito mais que pagar licenças de “redistribuidores” do Windows. No entanto existe outra maneira, uma parceria com outra empresa chinesa a Wuhan Deepin Technology.

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Linux promovido através do Deepin


Aqui no Diolinux sempre "batemos na mesma tecla", falta marketing no Linux. Não falamos no aspecto de servidores e internet das coisas (IoT), e sim desktop, games e no uso do cotidiano. A Dell é uma grande empresa que oferece o Linux, através do Ubuntu como alternativa. Todavia, o seu foco continua sendo o Windows e na realidade não existe nenhuma empresa que possua um alcance mundial impulsionando massivamente o Linux nos desktops.

Talvez a Huawei poderia ser essa empresa, com seu domínio em diversas áreas e um mercado relativamente abrangente com seus notebooks, o Linux pode ser conhecido e usado por mais pessoas. Desenvolver um sistema não é algo barato e rápido, logo uma parceira chinesa poderia ser uma poderosa aliada, e a empresa por trás do Deepin pode ser a resposta. Com todo esse transtorno com o governo americano, é plausível pensar que uma das melhores escolhas seria uma empresa de seu próprio país. A Wuhan Deepin Technology, empresa responsável pela distribuição Deepin, tem alguns anos no mercado, um software atraente e funcional, podendo chamar atenção da gigante Huawei.

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Com uma empresa que possua experiência no desenvolvimento de sistemas Linux, a Huawei possivelmente firmaria algum acordo e disponibilizaria o Deepin em seus equipamentos, ou quem sabe compraria a Wuhan Deepin Technology. Convenhamos que a distribuição chinesa atrai os olhos e consumidores são fisgados "pela luxúria" em primeiro momento. E quanto aos problemas existentes no Deepin? Nada que uma boa grana injetada não possa resolver (ou amenizar) e isso não é empecilho para empresa.

Será que o Deepin tornará o Linux popular nos desktops? Afinal o mercado chinês é um dos maiores e que mais cresce no mundo. Muitos esperam do Ubuntu ou ChromeOS tal façanha, talvez o “pequenino” chinês faça história, você gostando ou não. Se ele seria adotado maciçamente em outros países, aí já é outra história. Talvez ele impulsione o Linux nos desktops, retirando o preconceito da cabeça de muitos consumidores ou mostrando que existem outras alternativas. 

E você o que pensa sobre esse assunto? Que tal continuá-lo em nosso fórum Diolinux Plus, a galera por lá é bem educada. E creio que você também é (aqui nos comentários).

Até o próximo post, que o assunto hoje rendeu (😁😁😁), seja complacente com a opinião alheia e como sempre te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Governo da Coreia do Sul estuda mudança para o Linux

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terça-feira, 21 de maio de 2019

O governo da Coreia do Sul vem estudando a possibilidade em migrar os seus computadores, que em grande maioria ainda rodam o Windows 7, para alguma solução Linux, visto que o suporte “gratuito” do Windows 7 termina agora no começo de 2020.


 Governo da Coreia do Sul estuda mudança para o Linux





Segundo o site The Korea Herald, o Ministério do Interior e da Segurança da Coreia do Sul,  informou que pretendem implementar de forma mais ampla o Linux nos computadores do Governo. A justificativa é que a manutenção do sistema da Microsoft ficará muito cara para os cofres públicos.

Só para você ter uma ideia, quem optar pelo suporte para o Windows Enterprise, já no primeiro ano após o “fim da vida útil” do Windows 7 custará US$ 25 por dispositivo. Este preço sobe para US$ 50 por dispositivo para o segundo ano e US$ 100 para o terceiro ano. Imagina isso em milhares de computadores, como ocorre em várias repartições do governo. Uma bela grana. Vale lembrar que o Windows 7 foi lançado em 2009 e o fim do suporte principal terminou em 2015.

Antes da implementação completa, o Governo vai testar os sites e softwares existentes em sua rede, que a princípio foram desenvolvidos e planejados para Windows. Se a transição de plataforma não for problemática, a implementação do Linux será em todos os computadores governamentais.

Para fazer essa transição, o governo sul-coreano vai investir cerca de US$655 milhões (₩780 bilhões de won) entre implementação do Linux e compra de computadores novos. Outro motivo da adoção do Linux, é a segurança que ele apresenta em relação ao Windows, sendo conhecida por ser mais robusta.

Choi Jang-hyuk, chefe do departamento de serviços digitais do ministério, disse que  esperam uma redução de custos através da introdução do sistema operacional de código aberto e também esperam evitar a dependência de um único sistema operacional.

Outros dois casos emblemáticos sobre governos adotando Linux, tomaram os noticiários.

O primeiro foi de Munique/Alemanha, depois de mais de 10 anos utilizando Linux voltou para o Windows, que segundo o prefeito, o pessoal não teria se adaptado e que a compatibilidade não estava satisfatório. Você pode ver um vídeo do canal relatando isso.

                 


O segundo caso foi a cidade de Barcelona/Espanha, que começou a utilizar o Ubuntu e vários softwares livres como padrão em toda a infraestrutura do governo. Fizemos um artigo abordando isso mais detalhadamente.

Deixe aí nos comentários, o que você achou dessa possível mudança do Governo Sul Coreano.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

Fonte: The Korea Herald

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