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Organize seus arquivos no Linux

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Há pouco tempo demonstrei uma forma bem prática para organizar os arquivos de seu computador via terminal. No entanto, é notório que nem todos os usuários gostam de utilizar a famigerada telinha preta. Seja por medo, inexperiência, preguiça ou até mesmo gosto (às vezes me encaixo junto aos preguiçosos, isso tanto para interface quanto terminal. Geralmente tenho preguiça e faço logo com um comando ao invés de ficar clicando... 😂😂😂).

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Caso queira utilizar uma solução via terminal, indico o Classifier, acesse o post e saiba mais. Já se quer a praticidade “dos botões” essa dica é para você.

Organizer ou Organize My Files?


“Linux não tem programas!”. Toda vez que ouço ou vejo essa afirmação fico pensando o quão desinformada está a pessoa que escreveu, ou disse isso. Linux possui sim diversos softwares, e ao contrário do que outros dizem, são programas de extrema qualidade. Opção é algo que gosto, então, irei apresentar dois aplicativos para organizar a sua bagunça. Após abordar algumas de suas características a decisão de qual instalar em sua distro, será sua.

Organizer


O Organizer é uma aplicação simples e direta ao ponto, sua interface é intuitiva e não requer configurações adicionais, bastando escolher a pasta onde quer organizar os arquivos e o destino, conforme cada tipo contido no diretório de origem. Desenvolvido em GTK e Python, Software Livre e parte do GNOME, seu código fonte pode ser adquirido diretamente de seu repositório no GitLab.

Selecione o diretório que quer organizar.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui-organizer

Em seguida o Organizer irá separar conforme os tipos, e você poderá clicar em cada um e mover para pasta de destino. Uma observação: Você pode utilizar os caminhos sugeridos pelo software (ele cria subpastas) ou se preferir, criar previamente as subpastas e escolher diretamente na interface do Organizer antes de mover.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Veja abaixo a lista de formatos de arquivos suportados atualmente pelo Organizer:


  • Imagens (JPG, PNG, etc.);
  • Documentos (PDF, ODT, DOC, DOCX, etc.);
  • Planilhas (ODS, XLS, XLSX, etc.);
  • Apresentações (ODP, PPT, PPTX, etc.);
  • Vídeos (MKV, MP4, WEBM, etc.);
  • Música (FLAC, MP3, OGG, etc)
  • Arquivos (TAR.GZ, ZIP, RAR, 7Z, etc.);
  • Outros (Binários, APPIMAGE, DEB, RPM, e assim por diante).

Para instalar o Organizer, configure o Flatpak em seu sistema (adicione o repositório do Flathub) ou se estiver utilizando o Ubuntu, essa postagem ensina a configurar e habilitar o suporte via interface gráfica (para instalar diretamente da loja de aplicativos). No Linux Mint, nenhuma configuração é necessária. Após configurar, pesquise na loja do Ubuntu ou Linux Mint por: “Organizer flatpak” e instale o aplicativo.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

O procedimento pode ser feito via terminal, caso não tenha o repositório do Flathub em seu sistema, habilite o mesmo:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instale o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak install flathub org.librehunt.Organizer

Remova o Organizer Flatpak via terminal:

flatpak remove org.librehunt. Organizer/x86_64/stable

Organize My Files


A segunda opção que irei apresentar é o Organize My Files, uma aplicação proprietária e multiplataforma. Para quem procura um software que possa ser utilizado tanto no Windows, Linux e macOS, talvez este seja o programa ideal. No entanto, a versão gratuita é bem limitada, dando apenas um gostinho do funcionamento do Organize My Files. Sendo possível apenas organizar os arquivos contidos na área de trabalho e sem a função recursiva.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Ao contrário do Organizer que tenta ser mais simplista, sem tantos ajustes, o Organize My Files é bem completo. Ajustes minuciosos poderão ser feitos na ferramenta, aumentando assim o nível de organização. Veja um vídeo demonstrativo do app em ação:


Organize My Files está disponível no formato Snap, então, aos usuários de Ubuntu sua instalação é diretamente da loja. Pesquise por: “Organize My Files” e poderá instalar o programa.

organizar-arquivos-linux-flatpak-snap-ubuntu-mint-interface-gráfica-gui

Outros sistemas necessitam ter configurado o Snap para instalação do Organize My Files, essa postagem demonstra todo passo a passo.

Como no exemplo anterior, essa aplicação também pode ser instalada via terminal, claro, que os comandos são outros.

Instalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap install organize-my-files

Desinstalação do Organize My Files Snap via terminal:

sudo snap remove organize-my-files

Adquirindo uma licença todas as funcionalidades são desbloqueadas, sem as limitações da versão gratuita, organizar seus arquivos se tornará bem mais prático. Recursos, como: classificação de arquivos por tipo, extensão, tamanho, data, nome, etc. Estarão ao seu alcance. Uma funcionalidade poderosa, é a possibilidade de criar regras personalizadas entre outras funções, enfim, o programa pode ser adquirido atualmente por US $ 19,95 neste link.

Curiosamente a logo do Organizer e Organize My Files, são bem parecidas.

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Agora é com você, opções não faltam e caso conheça outro programa compartilhe em nosso fórum Diolinux Plus. Assim mais usuários poderão ter conhecimento de novas opções.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Como instalar o WoeUSB no Linux de forma fácil e criar pendrives com Windows

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Em algum momento, precisamos criar um pendrive com o Windows (7, 8.1 ou 10), seja para reinstalar o sistema no computador da empresa,  em sua máquina ou de alguém que precise do sistema operacional da Microsoft.


Como instalar o WoeUSB no Linux de forma fácil e criar pendrives com Windows




Há muito tempo, tinha o WinUSB, um programinha que ajudava na hora de instalar o Windows no pendrive. Mas desde 2012 ele não é mais continuado e por isso ele teve um fork, o WoeUSB, que tem a mesma função e algumas melhorias.

Desde 24 de Dezembro de 2018, ele não recebia melhorias e correções, mas  agora foram implementadas. Uma delas, é a possibilidade de escolher o tipo de formato que vai ser formatado o pendrive, se vai ser no padrão FAT ou NTFS. Além de ter o suporte ao UEFI nativamente, coisa que não estava tão bem implementada nas outras versões.

Instalando o WoeUSB


Existem algumas maneiras de efetuar a instalação do WoeUSB. A primeira é para a base Ubuntu, instalando os pacotes DEB. O primeiro pacote são as dependências pré-compiladas que  prepararam o sistema. O segundo pacote, é o programa em si, que você baixa do lauchpad do WebUpd8, recomendado pelos devs (se você tiver algum problema,  avise o pessoal do WebUpd8). Você pode baixar tanto em 32 quanto em 64 bits. O update contempla da versão Xenial até a Disco.

Ou você pode instalar via ppa, com o seguinte comando:

sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8 && sudo apt update && sudo apt install woeusb -y

Aí é só aguardar o processo de instalação

Para quem usa Fedora, o WoeUSB já está nos repositórios oficiais, bastando instalar com o seguinte comando:

sudo dnf install woeusb

Já quem usa base openSUSE, o comando para instalação é:

sudo zypper in woeusb




A criação do   pendrive bootavel com Windows pode demorar mesmo, é normal. Dá até tempo de tomar um café 😆. Você  pode acompanhar o progresso,  através de um pop-up com uma barra de progresso.



Nunca saberemos quando vamos precisar usar um pendrive com Windows novamente né 😁.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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ONLYOFFICE lança atualização e adiciona novos recursos para a suíte office

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

O ONLYOFFICE é a escolha de muitas pessoas para trabalhar com com documentos, planilhas e apresentações em alternativa ao LibreOffice ou Microsoft Office. Uma nova versão está disponível com novos recursos, vamos conhecer ela juntos?

ONLY Office






A atualização do ONLYOFFICE para Windows, Linux e macOS nos traz várias modificações, dentre elas, podemos destacar:

- Edição de imagem diretamente do aplicativo, sem necessidade de usar plugins de terceiros, sendo possível agora inverter, rotacionar, cortar, alinhar as imagens à páginas, em margens e em slides, com opções para aplicar shapes também;

- As fórmulas do aplicativo de planilhas do ONLYOFFICE receberam atenção, e agora temos algumas novas (ASC, BETAINV, HYPERLINK);

- Com a atualização 5.4, é possível que você imprima áreas selecionadas usando uma ferramenta desenhada para isso, garantindo maior precisão;

ONLYOFFICE editor de apresentações

- Outra novidade, sempre bem-vinda, é a melhoria de compatibilidade com arquivos do Microsoft Office, além disso, agora é possível salvar documentos como templates XML do MS Office, templates da Open Document Foundation e também em uma versão padronizada ISO de PDF chamada de PDF-A.

-  Você tem a possibilidade de inserir arquivos de áudio e vídeo nas suas apresentações usando os novos plugins audio&video;

- Outro recurso adicionado permite que você envie os seus documentos em anexo usando o plugin "Send". A integração atual permite usar Outlook ou Thunderbird;

- Agora o Chinês está disponível como linguagem de interface, somando as outras mais de 200 linguagens disponíveis.

Onde baixar o novo ONLYOFFICE?


O ONLYOFFICE é um software muito interessante, pois com ele você pode criar o seu próprio servidor para edição de texto, planilhas e apresentações, mas ele também pode funcionar offline com a versão para Desktop, você encontra todos os links de download no site oficial.

O ONLYOFFICE está disponível na Snap Store para Ubuntu e outras distros com suporte a ele:



Alguma dúvida? Participe do nosso fórum gratuitamente.

Até a próxima!
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O que leva um novo usuário desistir do Linux?

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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Novos usuários que por algum motivo se aventuram em terras desconhecidas, ou para os mais íntimos, “o mundo do pinguim,”, acabam passando por situações nem sempre agradáveis. Uma parte acaba desistindo e passam a repudiar a plataforma, seja por uma desilusão ou não conseguirem moldar o sistema, como o que usava anteriormente. Hoje irei abordar alguns motivos que levam novos usuários a desistirem do Linux.


Em 2015 o Dionatan Simioni, simplesmente o “mandachuva do Diolinux” (😇😇😇), escreveu uma postagem com tema semelhante. Aconselho que leiam, e de fato algumas coisas também estarão presentes neste. No entanto, irei abordar conforme minha visão dos fatos e espero que você também enriqueça essa postagem comentando e dando seu ponto de vista.

“O início do fim”


O ser humano gosta de conforto e rotina, qualquer coisa que mude esse “modus operandi” irá nos causar aversão. Usar algo novo nos proporcionará um misto de sensações, como: medo, anseio, impotência, alegria, raiva, surpresa, fascínio, recordação, frustração entre outros sentimentos. A forma que canalizamos esses momentos ao descobrir um mundo novo, será um dos aspectos que ditará o fim ou início. Não é difícil identificar usuários que se tornarão amargurados com a experiência de utilizar Linux. Quantas vezes você já não viu alguém procurando uma distribuição Linux igual ao Windows? Não estou dizendo em uma interface que tenha a lógica de funcionamento semelhante, mas sim pessoas que querem um Linux como o Windows. Seja na instalação e seleção de softwares, atualizações, interface, atalhos, comportamento, sistema de arquivos e tudo mais. Usuários que não mudam essa mentalidade, estão fadados a abandonarem o Linux. A premissa é muito simples: “Por que usar Linux, se o que na realidade você quer é utilizar outro sistema?”, no caso o Windows. Talvez por características e vantagens que o Linux possua, porém, nada é só vantagens ou só defeitos. Aventurar-se ao novo requer uma mudança de paradigmas, e isso não é para qualquer um.

Instalação do sistema 


Ao contrário do Windows e macOS o Linux não está presente pré-instalado no ato da compra de um hardware geralmente, claro que existem exceções, mas isso, querendo ou não, acaba dificultando parte do processo. “Obrigatoriamente” um novo usuário, ou terá que solicitar a instalação por meio de terceiros, ou fazer por conta própria. Essa já é uma primeira barreira, instalar uma distribuição “na cara e na coragem”. 

Vejo muitos usuários de Windows usarem isso como o “xeque-mate”, mas lembre-se que o mesmo ocorre com o Windows. A diferença é que qualquer “técnico de esquina” instala uma cópia pirata do sistema da Microsoft, enquanto, outros nem ao menos sabem o que é Ubuntu. Atualmente instalar uma distro como Ubuntu, Linux Mint, Deepin, etc; não é uma tarefa complicada, isso no modo automático. Lembrando que estamos falando de um novato, que não conhece nada de Linux. Procedimentos, como: criar pendrive bootável, desativar secure boot, verificar se está em modo UEFI ou Bios LEGACY, são coisas que exigirão pesquisas e alguns tutorias no Youtube.

Opções, muitas opções, qual sistema escolher?


Uma das características que mais gosto no Linux, é tido como defeito e qualidade: ter muitas opções. Isso possibilita utilizar a distribuição que mais se aproxime ao seu perfil ou confundir os novatos (“uma via de mão dupla”). Um usuário despercebido e que não “manje nada de Linux” pode até ficar confuso com tantas distribuições, todavia, uma se sobressai entre as outras. Claro, que não digo que ela é a melhor, simplesmente é a que quase todo novo usuário inicia. Estou falando do Ubuntu. Seja por sua vasta documentação, blogs, tutoriais, canais no Youtube e tudo mais. O Ubuntu aparecerá logo ao pesquisar por alguma solução para Linux, e provavelmente ele será o primeiro sistema em que os novos usuários ouvirão ou irão se aventurar. No entanto, é inegável que a quantidade assombrosa de sistemas Linux podem tornar a escolha bem difícil para alguns usuários.

Incompatibilidade com hardwares 


Nesses anos que utilizo Linux, não me recordo de ter passado por este problema, mesmo no início em que sempre estive preocupado com incompatibilidades, “nunca fui agraciado” com esse tipo de situação (sempre pesquiso bastante antes de adquirir algum hardware, isso pode contribuir). Talvez um device ou hardware muito datado, ou uma placa wifi muito específica, acabem tirando o sono de algumas pessoas ao tentar instalar uma distro. Diversos fóruns estão com tópicos do tipo: “minha placa wifi não funciona em distro tal”, “impressora y não funciona no Linux”, “não consigo jogar com o driver proprietário de placa x” e por aí vai…

Catálogo de programas indisponíveis para Linux


Outra barreira que acaba desestimulando o uso de Linux, são alguns softwares inexistentes na plataforma. Esse assunto é bem delicado, pois, a “culpa” não é do Linux em si (se é que existem culpados). Algumas empresas julgam sem necessidade um porte ou desenvolvimento de seus programas para outros sistemas. Um exemplo bem expressivo é a Adobe, com sua suite de criação. 

Quando o assunto é Adobe, logo aparecem usuários dizendo: “Você pode utilizar o Gimp” ou “Existe o Kdenlive, Blender, DaVinci Resolve”. Digamos que não é tão simples assim, e dependendo do caso, nem sempre o usuário pode migrar de programa.

Gamers e suas dificuldades no Linux 


Jogar no Linux não é “um bicho de 7 cabeças”. Houve uma tremenda evolução nestes últimos anos, e muitos títulos se fazem presentes no sistema do pinguim. Se há alguns anos era impossível jogar games, como: GTA V, The Witcher 3, Overwatch, Dota 2, Counter Strike entre outros. Atualmente não é mais assim, porém, mesmo com inúmeros games nativos, SteamPlay (que permite executar games do Windows no Linux), nem sempre a tarefa será das mais amigáveis. Alguns jogos não irão funcionar de primeira, sendo preciso alguns ajustes. Sites, como o ProtonDB e tutoriais ensinando alguns parâmetros, podem facilitar o processo, mas isso vai exigir algumas tentativas e erros. 

Para jogos que façam uso de Wine, Proton (SteamPlay), dependendo do hardware a performance pode ser prejudicada e visivelmente afetando a gameplay. Anteriormente abordei o caso de programas que não funcionam no Linux, e com jogos não é diferente. Dependendo do game em questão, a única solução será manter um dualboot, abandonar o jogo ou desistir do Linux (ao menos momentaneamente). O que mais me impressiona nesta história, é a capacidade do Linux rodar jogos do Windows de maneira que parece algo nativo. Obviamente que isso dependerá do seu hardware e do jogo. Um aspecto que atrapalha o funcionamento destes games no Linux são os anti-cheats, na qual já abordamos em outra postagem.

Tipos de pacotes, particularidades do sistema e nomenclaturas 


Talvez esse seja o ponto em que os novatos mais se atrapalham. O que é um Flatpak, Snap, AppImage, apt, dnf, tray, repositório, etc, etc, etc. São tantas novidades que ou das duas uma: “o cara fica doido e sai correndo” (😜😜😜) ou começa a refletir do porquê disso e começa a aprender. Para usuários que querem um Linux igual ao Windows, a jornada acaba aqui. Para quem entende que é algo novo e aceita a realidade, que “não sabemos de tudo”, a jornada apenas começou. Esse passo exige muita humildade, pois, é de nossa natureza, querer ser o melhor. Aceitar que novas situações, experiências, tecnologias nem sempre estarão em nossos plenos domínios, evita frustrações, nos condicionando para o aprendizado. Tudo isso irá depender do usuário, e não do novo sistema. Algo que quero salientar é: que usuário é diferente de administrador de sistema. Não é obrigado a aprender tecnicamente como as coisas funcionam, apenas tirar proveito da tecnologia e utilizar em seu dia-a-dia. Uma coisa que nem sempre acaba acontecendo, os usuários de Linux acabam criando um apreço e mesclando entre serem “usuários e administradores”. Gosto de chamar esse grupo de “usuário intermediário”, que é aquele cara que não chega a ser um administrador pleno, mas que sabe muito e por vezes administra sozinho seu sistema. Se você chegou a este ponto, dificilmente desistirá do Linux.

Comunidade áspera 


Por muito tempo a comunidade Linux recebeu este rótulo, uma comunidade ácida e que espantava os iniciantes e suas “perguntas burras”. O motivo da existência de vários blogs, sites e canais do Youtube, em parte, foi devido a essa conduta repugnante. Sendo sincero, felizmente nunca passei por uma situação humilhante em algum fórum ou grupo. O motivo? Não participava de nenhum, e sempre quando me permitia a navegar por essas águas, observava tais atrocidades. Sempre fui um lobo solitário, buscando resolver meus próprios problemas. Por conta disso, perdi oportunidades de conhecer pessoas que realmente se importavam com os outros. Sei que a acidez de algumas comunidades já afastaram muitos usuários, algumas pessoas não compreendem que começamos do início, por mais estranho que isso possa soar. Enfim, pessoas sensatas estão levantando grupos que realmente fazem a diferença, fóruns que não menosprezam os iniciantes e que na possibilidade de algum “sem noção” ofender alguém, logo ignoram esse indivíduo, e é claro que, isso não se restringe a grupos que falam sobre Linux ou Software Livre e Open Source, é possível ver comportamentos similares em qualquer grupo “rival”, sobretudo no mundo da tecnologia, Intel e AMD, Nvidia e AMD, Xbox e Play Station, Samsung e Apple, etc; etc.

Ideias radicais


Você já ouviu pessoas dizerem a palavra “Ruindows”? Algumas falam em tom de gozação e em círculos com amigos, assim como sempre brinco e falo “Linûx” ou “que Linux não tem jogos”. O problema que algumas realmente pensam assim. Na realidade não tiro o direito de pensarem nesse tipo de coisa, vejo como reprovável quando querem empurrar esse pensamento “goela abaixo”. Muitos usuários nem sequer experimentam Linux, por acreditar que seus usuários são assim. Esse tipo de comportamento também ocorre em outros usuários de sistemas distintos. Não é raro ver alguns usuários do Windows espalhando lorotas de que: “Não tem como ser gamer e usar Linux” ou “Linux é coisa de comunista/fascista”. Muita desinformação ronda a internet.

Minha singela conclusão


Linux é um ecossistema que proporciona muitas vantagens e facilidades de uso, entretanto, “nem tudo são flores”. Existem defeitos, dificuldades e uma provável obrigatoriedade na mudança de sua rotina ou algumas ideias e pensamentos. Longe de ser algo ruim, apenas diferente, não existe certo ou errado nisso. Caso o programa no qual você “ganha seu suado pão” não esteja presente, não é crime algum não migrar ou deixar de utilizar o Windows, por exemplo. Aquele jogo que você mais gosta não está no Linux, ou não existe a possibilidade de jogá-lo. Não há problema em não fazer um dualboot. Sim, existem nomenclaturas e conceitos um pouco confusos, mas é absolutamente comum sentir-se desorientado ao iniciar em algo novo. Aprenda o essencial, minha esposa, por exemplo utiliza Linux e não sabe o que é um Flatpak. Ela simplesmente abre a loja do Linux Mint e instala o que quer. Minha mãe nem sabe o que é Linux, Windows, ou seja lá o que for e usava Ubuntu (😂😂😂). Mesmo criança meu irmãozinho utilizava, agora adolescente passou a vasculhar e fazer coisas sem ao menos me pedir ajuda. Recentemente ele resolveu um problema de um jogo via SteamPlay, descobriu sozinho alguns comandos do winetricks que solucionaram o bug no game e fez algo que tentei por algumas semanas sem resultado.

Os motivos abordados neste post, são os que julgo serem os principais a desmotivarem o uso do Linux para novos usuários. Fique a vontade para expor suas ideias, claro, sendo complacente com a opinião alheia. Não ofenda ou empurre seu ponto de vista, isso só gera brigas e não uma verdadeira e saudável discussão.

Para quem precisa de uma comunidade “mente aberta”, considere participar de nosso fórum Diolinux Plus. Não importa se usa Windows, macOS, iOS, Android, Linux seja o que for. O intuito do Diolinux Plus é auxiliar os usuários e promover debates de ideias de alto nível, sem picuinhas ou brigas de ego.

Até o próximo post, que hoje o assunto rendeu (😁😁😁), compartilhe esta postagem, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Top 3 melhores apps de captura de tela no Linux

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sábado, 6 de julho de 2019

Há quem prefere simplesmente fazer uma captura de tela, entretanto, outros usuários querem mais. Tem horas que uma mera ilustração não resolve, e você terá que “desenhar” para que o outro não fique com dúvidas. Quase soa como aquele ditado “você quer que eu desenhe?”. Nesses momentos, uma ferramenta com mais recursos é uma boa solução.

captura-tela-linux-mac-windows-ksnip-flameshot-deepin-screenshot-foto-monitor-printscreen-captura-janela-appimage-deb-rpm-fedora-ubuntu-mint-arch-manjaro

Antes de apresentar meu top 3, quero deixar claro que não estou colocando em ordem de “o melhor para o pior”. Na realidade as 3 opções se parecem bastante, mesmo mudando sua forma de trabalho, o resultado será praticamente o mesmo.

Flameshot


O Flameshopt esbanja praticidade e facilidade em seu uso, inclusive temos um post dedicado a ele. Você poderá adicionar setas, formas geométricas, texto, ocultar informação, selecionar apenas o desejado, mudar as cores dos objetos inseridos e muito mais. Para instalar o Flameshot em sua distribuição, acesse o post que citei anteriormente. O Flameshot também está na maioria dos repositórios.

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Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install flameshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install flameshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S flameshot

Ksnip


A vantagem do Ksnip sobre os outros desta lista é ser multiplataforma, assim, não importa se você está usando Linux, Windows ou macOS. Sua lógica de funcionamento é a mais peculiar. Ao invés de aplicar as alterações “em tempo real” durante a captura de tela, o programa primeiro faz a screenshot para depois dar a possibilidade de adições de elementos. Você pode baixar o Ksnip diretamente de seu Github. Para Linux existem 3 opções: DEB (Debian, Ubuntu e derivados), RPM (Fedora, openSUSE, etc) e o pacote em AppImage. Este último com a vantagem da portabilidade, sem a necessidade de instalação, além, de rodar em diversas distribuições. Caso não saiba como executar esse tipo de formato, acesse essa postagem.

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Deepin Screenshot


A próxima aplicação da lista, confesso que depois que passei a usar não consegui ficar sem, é o Deepin Screenshot. Uma ferramenta simples, mas bem completa. Também possui funcionalidades de: adição de formas geométricas, setas, blur, texto, seleção de área específica, etc. O Deepin Screenshot vem nativamente em sua distribuição de origem, como esperado, mas a aplicação encontra-se na maior parte das distribuições Linux. No caso do Ubuntu 18.04 e superior, Linux Mint 19 e superior, Fedora 30 e superior, por exemplo. Pesquise por “Deepin” na loja de seu sistema e verá o programa. 

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Caso esteja no Ubuntu, Mint ou derivado, utilize o comando para instalar:

sudo apt install deepin-screenshot

Instalação no Fedora:

sudo dnf install deepin-screenshot

Instalação no Manjaro, Arch:

sudo pacman -S deepin-screenshot

Curiosamente as 3 aplicações são desenvolvidas em Qt, e fica ao seu critério qual utilizar. O Flameshot destaca-se na quantidade de opções e por adicionar um ícone na bandeja de seu sistema. Já o Ksnip é uma escolha perfeita para quem utiliza mais de um sistema e gostaria da mesma aplicação em ambos. Outro ponto, é sua forma peculiar de funcionamento. Podendo agradar a uns e outros não. Por fim, o Deepin Screenshot preza por simplicidade e tem a comodidade de estar na maioria dos repositórios oficiais. Claro, que com ambas as ferramentas você poderá criar capturas de telas mais elaboradas de forma prática. Os tutoriais que escrevo para o blog Diolinux são com o auxílio do Deepin Screenshot. Em eventuais manutenções ou auxílios, já cheguei utilizar a ferramenta.

Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Crie mapas mentais no Linux com o Heimer

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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Mapas mentais podem auxiliar em muito a organização de ideais evitando a perda de detalhes, algo que aparenta ser trivial pode ditar o destino de um projeto. Afinal, caso não seja planejado adequadamente, mesmo sendo de extremo valor, as possibilidades do fracasso são altíssimas e quase eminente. Soluções no mercado existem aos montes, e Heimer é uma boa opção.


Heimer é um programa para criação de mapas mentais, organizados e de forma descomplicada. Com versões para Windows e Linux, a aplicação é escrita em Qt e possui o código aberto. Você pode acessar o Github do projeto e verificar mais informações, caso assim o queira.

Ao contrário de alguns aplicativos do gênero, na qual me aventurei a utilizar, o Heimer é intuitivo e direto ao ponto. Quando o foco é mapear suas ideias, a “última coisa que você quer” são inúmeras opções que atrapalhem seu fluxo criativo.


Algumas características do Heimer que não posso deixar de citar:

  • Interface fácil de usar;
  • Muito rápido;
  • Zoom através de atalhos do teclado ou mouse;
  • A possibilidade de salvar e carregar arquivos no formato .AZL (baseado em XML);
  • Exportação do diagrama em PNG;
  • Fluxogramas baseados em node;
  • Adição rápida de rótulos, textos e borda do nó;
  • Animações fluídas;
  • Desfazer e refazer no software;
  • Grade ajustável;
  • Traduções em inglês, finlandês, francês e italiano (acesse o Github do projeto e contribua com o português);
  • Versão para Windows e Linux;
  • Diversos formatos de empacotamento para Linux;
  • Comprometimento em manter o programa 100% livre para sempre.

Veja como é criar seus mapas mentais no Heimer:


Instalação do editor de mapas mentais Heimer


Através deste link você encontrará diversas versões do Heimer para instalação. Aos usuários do Windows, baixe o instalador em “.EXE” e proceda como de costume. No Linux você pode proceder de algumas maneiras, tendo mais liberdade em qual formato de pacote prefere usar. Para as versões LTS do Ubuntu, no momento deste artigo a 16.04 e 18.04, existem dois pacotes em DEB. Se preferir utilizar em outro sistema baseado em Linux, caso ele não esteja nos repositórios de sua distro, o AppImage é uma ótima opção. Se ainda não sabe como executar arquivos deste formato no Linux, essa postagem será “uma mão na roda”. Para usuários do Ubuntu, outra possibilidade é pesquisar diretamente da loja pelo Heimer e instalar o app no formato Snap.


Já usuários de outros sistemas, que não possuem o Snap configurado, proceda conforme essa postagem e habilite esta opção. Instalar via terminal também é uma opção, se esse for seu intuito, segue os comandos:

Instalação do Heimer Snap via terminal:

sudo snap install heimer

Execução via terminal: 

snap run heimer

Caso queira, desinstalar o app:

sudo snap remove heimer

Um software desta natureza é indispensável para mentes criativas ou projetos complexos. A simplicidade do Heimer, sem demasiadas opções, chamaram minha atenção. Particularmente gosto de utilizar ele no formato AppImage, mas isso é um gosto pessoal. Como testo várias distribuições, e nem sempre quero instalar todos os programas que uso, uma rápida conferida em algum projeto por meio do AppImage se torna bem cômodo.

Conhecia do Heimer? Que tal ficar por dentro de todas as novidades? Acompanhe os assuntos em nosso fórum Diolinux Plus e aprenda mais.

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Atualização do VLC corrige falha grave de segurança

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domingo, 30 de junho de 2019

O VLC Player, é uns dos mais famosos players de música e vídeo entre as plataformas. Tanto que existem versões dele para Linux, Android, macOS, iOS,  Windows e até além disso, como mostra o site oficial. Reproduzindo quase todos os formatos do mercado, só ficando de fora alguns muitos específicos.

Atualização do VLC corrige falha grave de segurança





Por ser bem popular, ele acaba recebendo ataques corriqueiramente, das mais diversas formas. Com esses ataques, foram descobertas duas vulnerabilidades no aplicativo, que poderiam dar alguma dor de cabeça aos usuários, sendo assim, a atualização é recomendada.

A primeira foi a CVE-2019-5439, que segundo o relatório do NIST ( National Institute of Standards and Technology) informa, existia uma vulnerabilidade que pode “estourar” o buffer no VLC Media Player <3.0.7, causando uma falha que pode se acarretar em uma execução remota de código.

Já a segunda, é a CVE-2019-12874, que segundo o NIST, é “Um problema que foi descoberto em zlib_decompress_extra in modules/demux/mkv/util.cpp no ​​ VLC media player 3.x até 3.0.7. O demuxer Matroska, enquanto analisa um tipo de arquivo MKV mal formado, tem um double free.

Isso rendeu um posto do Jean-Baptiste Kempf, presidente da VideoLAN, em seu blog, falando sobre essas e as outras 31 vulnerabilidades.

Então se possível, atualize o seu VLC o mais breve possível.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Conheça o editor de imagens vetoriais Boxy SVG

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segunda-feira, 24 de junho de 2019

O editor de imagens vetoriais Boxy SVG tem como foco, usuários “não técnicos”, bem como designers e desenvolvedores profissionais. Com uma interface inspirada em programas conceituados, Inkscape, Sketch e Adobe Illustrator. O Boxy SVG tem como premissa ser simples, familiar e completo. Sejam trabalhos como, criação de ícones, banners, gráficos ou ilustrações, a ferramenta “quer entrar no páreo entre os atuais gigantes do desenho vetorial”.

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O programa é proprietário e conta com versões para Linux, Chrome OS, macOS, Windows e até um web app. Algumas características do Boxy SVG, são:

  • Interface limpa e intuitiva;
  • Interface inspirada em softwares conceituados no mercado (Inkscape, Sketch e Adobe Illustrator);
  • Compatibilidade total com o formato aberto SVG;
  • Possibilidade em salvar os arquivos em SVG e SVGZ;
  • Exportação em PNG, JPG, WebP, PDF e HTML5;
  • Integração com o site/banco de imagens Pixabay;
  • Integração de fontes do Google;
  • Guias manuais, guias inteligentes e grade;
  • Operações de caminho (unir, cruzar, subtrair, excluir, fechar, inverter, etc.);
  • Operações de organização (alinhar, girar, inverter, ordenar, agrupar, etc.).

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Outro aspecto que podemos observar no Boxy SVG é seu foco em desenvolvedores web, facilitando a criação dos layouts e sites. Para esse público alvo, alguns pontos importantes podem ser evidenciados, como:

  • Mecanismo de renderização baseado em cromo;
  • Inspetor de código SVG e CSS semelhante ao Chrome Dev Tools;
  • Limpeza da saída SVG, preservando as IDs, classes, títulos e outros metadados;
  • Suporte de edição de sprites em SVG.

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Instalando o Boxy SVG


Como anteriormente mencionado, o software é multiplataforma. Acesse o site oficial do Boxy SVG, nele você encontrará os links para cada sistema. A versão Linux está no formato Snap.

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Caso ainda não possua o Snap configurado em seu sistema, essa postagem demonstra como é simples esse passo. Para usuários do Ubuntu, basta pesquisar na loja e efetuar a instalação normalmente.

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Se preferir instalar via terminal ou a loja de sua distribuição não possuir integração com os pacotes Snap, também é muito simples:

Comando para instalar:

sudo snap install boxy-svg

Comando para remover:

sudo snap remove boxy-svg

Utilizei o Boxy SVG e efetuei diversos testes, e mesmo não sendo um artista profissional não encontrei muitas dificuldades com a interface do programa. Claro, que uma adaptação pode ser necessária. No meu caso utilizo o Inkscape para compor as personagens do OSistemático e com o Boxy SVG as coisas não são exatamente iguais ao Inkscape. Isso é bom, mesmo com forte inspiração nele e outros programas vetoriais, o Boxy SVG tem sua própria identidade.

A questão é: você substituiria o programa que usa atualmente pelo Boxy SVG? Vale o teste, porém, a migração no meu caso não (já não sei quanto ao seu 😁😁😁).

Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se gosta de desenho vetorial, lá encontrará outros artistas…

Até o próximo post, como sempre, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Microsoft estuda a adição de uma nova tecla exclusiva para o MS Office

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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Você não leu errado. Tudo indica que a Microsoft está planejando a adoção de uma tecla voltada para o uso do Microsoft Office.

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Recentemente a Microsoft iniciou uma pesquisa interna sobre a real necessidade de uma tecla visando sua suíte de documentos. Com isso vários feedbacks de seus funcionários foram coletados, e diversas ideias foram dadas. Tal pesquisa foi descoberta pelo usuário WalkingCat, e provavelmente esse novo atalho será utilizado com várias combinações de tecla, algo semelhante ao que temos atualmente com a tecla “Windows” (Super).

Este novo tipo de teclado possibilitaria, por meio dessa tecla e combinações, “chamar” os programas da suíte office da empresa. Combinações como, “Office key” + “O” para executar o Outlook, “Office key” + “W” para executar o Word, e assim consecutivamente. O intuito da mudança é potencializar a produtividade de usuários do Microsoft Office. Existem rumores que a MS vem desenvolvendo este teclado, um para desktops (via USB) e outro com laptos em mente (via Bluetooth). Tudo ainda é relativamente novo, e sem confirmação oficial por parte da Microsoft. Entretanto, em Outubro deste ano, novos hardwares serão apresentados para a sua linha Surface. Talvez, esse seja o local ideal para divulgar esse novo conceito aos seus usuários.

Só podemos especular. Será que este novo teclado está sendo planejado como um novo padrão para indústria ou algo exclusivo de sua linha Surface. Quem sabe uma feature opcional para quem quiser tal comodidade. No momento (Eu, HenriqueAD) não tenho uma posição definida. Enquanto penso que pode ser algo ruim, que mude os layouts conhecidos dos teclados. Também penso que outros softwares como, o LibreOffice podem tirar proveito dessa tecla exclusiva pensada para o MS Office. É notório a popularidade do programa da Microsoft, e sua base de usuários é imensa, talvez isso seja o fator determinante para adoção deste novo teclado. Por hora, “não se descabele” ou “fuja para as colinas”, nada ainda foi confirmado oficialmente.

O que achou desta “nova tecla”? Em seu ponto de vista é algo ruim ou bom? Ainda estou refletindo e moldando minha opinião. Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, sejam complacentes com a opinião alheia. Compartilhe e indique o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Legendas em tempo real no Google Slides

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terça-feira, 18 de junho de 2019

A suíte office da Google está cada dia ganhando novas funcionalidades. Noticiamos recentemente que o G Suite recebeu suporte aos formatos do Microsoft Office, a opção de pagamento em Real para usuários do Brasil, agora o Google Slides vai receber mais essa nova função (que está em testes desde 2018).

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Conhecida como Closed Caption, o recurso possibilita por meio do microfone do computador detectar a voz e transcrevê-la. Algo semelhante existente no Google Docs. Com essas legendas automáticas, novos usuários poderão tirar maiores proveitos da ferramenta. A acessibilidade do recurso pode auxiliar o desenvolvimento de apresentações por pessoas com algum tipo de deficiência auditiva ou surdez, ou quem tem dificuldades na escrita.


Até o momento o “Closed Captions” só está disponível em inglês, porém, como já sabemos é uma questão de tempo para a Google adicionar o suporte ao português. A empresa inclusive promete que novos idiomas serão adicionados. A ativação do recurso é conforme o demonstrado no vídeo, logo acima. Clique no ícone “CC” na barra de navegação do Google Slides, e comece a ditar. O programa irá automaticamente criar as legendas. Lembrando, que o recurso não está disponível em nossa língua.

O que achou dessa opção? Fará uso quando possuir o idioma português? Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Jogue títulos do Playstation 3 no Linux com o RPCS3

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O Playstation 3 é um dos consoles mais aclamados da Sony, claro que o Playstation 2 está em posições mais altas na lista dos “sonystas” (que lista é essa? 😁😁😁). Lançado em 11 de Novembro de 2006, no Japão, o “Play 3” (para os mais íntimos), só chegou em terras tupiniquins em 2007. Com continuações de títulos aclamados como, God of War e novos jogos sensacionais (The Last of Us é um deles), o Playstation 3 conquistou uma legião de gamers.

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Particularmente sempre fui mais do lado dos “consoles de mesa e portáteis”, jogando esporadicamente no PC. Há alguns anos que venho me aprofundando mais por essas bandas de “games no desktop”. Para quem tem jogos favoritos no Playstation 3 e por algum motivo não tem mais acesso ao hardware da Sony. Não consigo parar de pensar em meu PSP que recentemente “morreu” (😭😭😭), jogar no computador pode ser uma alternativa. Claro, que nem todos os jogos funcionarão na solução que irei demonstrar. Porém, quem sabe não “mate a saudade”.

RPCS3 o emulador de Playstation 3 


O RPCS3 é um emulador de Playstation 3, open source, que está em constante desenvolvimento. Com uma compatibilidade de games interessante, cerca de mais de 40% dos games classificados como jogáveis, o emulador pode ser uma ótima alternativa. Com versões para Linux e Windows, existe a possibilidade de se divertir com clássicos do PS3.


Requisitos mínimos (o funcionamento pode não ser como o esperado)


  • CPU: Qualquer processador compatível com 64 bits;
  • GPU: OpenGL 4.3 ou superior;
  • RAM: Mínimo 2 GB;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Requisitos recomendado (para funcionamento satisfatório dos games)


  • CPU: Intel Quad-core ou superior com TSX-NI (Haswell ou superior);
  • CPU: AMD Hexa-core ou superior (Ryzen);
  • GPU: Placa AMD ou NVIDIA compatível com Vulkan;
  • RAM: 8 GB ou mais;
  • SO: Windows 7/8/10 64 bits / Linux 64 bits / BSD 64 bits.

Para usuários do Windows, é necessário a última versão do Microsoft DirectX instalado no sistema e o Microsoft Visual C ++ 2017. Outro requisito para o funcionamento do emulador é a firmware do Playstation 3. Por razões legais o mesmo não pode acompanhar tal arquivo. Entretanto, você pode efetuar o download do arquivo de atualização de sistema do PS3 (PS3UPDATA.PUP) no site oficial da Sony por este link. Com o “PS3UPDATA.PUP” não será obrigatório o “dump” da firmware de seu console.

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A versão do RPCS3 para Linux encontra-se no formato AppImage. Acesse este link e efetue o download do emulador

Configurando o RPCS3 em sua distribuição


Após baixar o programa, em um local de sua escolha, dê as devidas permissões para a execução do AppImage (não sabe como proceder? Acesse este post e veja como é simples).

Execute o RPCS3, no menu acesse “File >> Install Firmware”. Selecione o arquivo “PS3UPDATA.PUP”, que você fez o download previamente, e clique no botão “Open”.

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Em seguida, se tudo deu certo, está mensagem aparecerá. Aperte em “ok”.

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Os módulos PPU começarão a serem compilados. Dependendo da velocidade do seu processador, este processo poderá ser mais rápido ou lento.

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Performance e ajustes no RPCS3


Algumas configurações estão disponíveis no RPCS3, com elas podemos tornar as gameplays mais fluidas. Recomendo sempre pesquisar previamente sobre o jogo específico que está tentando emular. Existem dicas muito valiosas no Youtube, demonstrando todo procedimento. Para um aspecto geral, podemos efetuar da seguinte maneira:

No menu do emulador, contido no painel superior, acesse “Configuration” ou “Config”. Iremos começar com a categoria “CPU”.

  • Na seção “PPU Decoder”, deixe marcado “LLVM Recompiler (fastest)”; 
  • Na seção “SPU Decoder”, deixe marcado “ASMJIT Recompiler (faster)”, entretanto, recomendo testar a função em desenvolvimento “LLVM Recompiler (experimental)”;
  • Em “Firmware Settings” deixe “Automatically load required libraries”. Em jogos específicos poderá ser necessário mudar para opção “Manually load selected libraries”;
  • Firmware Libraries” é quando você selecionou para marcar manualmente as bibliotecas, em alguns jogos esse processo é muito importante para seu funcionamento;
  • Additional Settings” possui configurações com foco em processadores com, Ryzen e i5, i7 e alguns i3. Caso possua um Ryzen, marque todas as opções, menos “Accurate xfloat”. No caso dos Intel, não marque nem a “Enable thread scheduler” ou “Accurate xfloat”;
  • Preferred SPU Threads”, selecione o máximo de Threads conforme seu processador (o máximo até o momento são 6 threads); 
  • SPU Block Size”, deixe como “Safe”.

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Na segunda aba, “GPU”, configurações como, resolução nos jogos, framelimit (a quantos FPS eles irão rodar), filtro anisotrópico, anti-aliasing, etc. Poderão ser configurados. Neste quesito é bem subjetivo, pois, você não poderá selecionar 60 na opção “Framelimit” em algum jogo que funcione em 30 fps. Na realidade até poderá, entretanto, seu funcionamento não será como o esperado. Sempre pesquise se o jogo em questão suporta 60 fps ou teste, e caso ocorra algum problema, mude para 30 fps novamente. Uma opção importante e que deve ser mencionada é na seção “Render”. Alguns games funcionarão melhor sobre OpenGL (utilizando apenas seu processador) e outros via Vulkan (com uso da sua GPU). Como sempre, eis a importância do teste. 

  • Em “Additional Settings” deixe marcado “Write Color Buffers”.

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Na aba “Audio” pouquíssimas configurações são necessárias. Então, configure apenas as que demonstrarei.

  • Em “Audio Out” você pode selecionar “PulseAudio”;
  • Na seção “Audio Settigns” , marque a opção “Downmix to Stereo”. Caso perceba algum problema na reprodução do áudio, volte na seção “Audio Out” e selecione “ALSA”.

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A seção “I/O” não exige configurações, na próxima, “System” você pode configurar o tamanho máximo de cache em disco, região do console, língua e homebrew.

  • Console Language” deixe em “Portuguese (BR)”;
  • Em “Enter Button Assignment”, deixe “Enter with cross”;
  • Deixe selecionado “Enable /host_root/” em “Homebrew”.

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Alguns jogos necessitam de conexão com a internet, não foi o caso dos que testei, mas como já reforcei, pesquise caso haja esse requerimento por parte do game. Para habilitar internet acesse a aba “Network” e mude o status da conexão para “Connecting”.

Outra aba que não costumo modificar nada é “Emulator”, apenas troco o tema do RPCS3 na aba “GUI”.

Assim na seção “UI Stylesheets” deixe no tema que mais lhe agrada. Como tenho preferência por uma interface mais escura, utilizo o “Kuroi (Dark by Ani)”.

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Salve todas as modificações que fizemos, clicando em “Save”.

Clicando com o botão direito do mouse sobre os jogos, já instalados, você pode configurar cada um indiferente do outro. Isso é bem útil e resolve configurações especificas de um determinado game. Além de outras informações como, compatibilidade, possibilidade de remover o jogo, ir até a localização de seus arquivos, entre outras coisas.

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Configurando seu joystick no RPCS3


A configuração de joysticks é muito simples no RPCS3. Suportando o DualShock 3 e 4, você poderá ter uma experiência confortável utilizando o controle da Sony. Também existe a possibilidade de utilizar um teclado, e joystick de Xbox 360. Infelizmente não consegui utilizar controles genéricos no emulador (se não me engano um que possuía, genérico do Xbox 360, “compatível com o console”. Não posso confirmar, pois, o mesmo deu defeito). para configurar o joystick vá em “Pads” (um símbolo bem sugestivo de joystick 😁😁😁). Após setar todos os botões, conforme seu joystick, clique em “Add Profile” se quiser criar um customizado ou salve, no botão “save”.

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Gerenciamento de usuários, sistema de arquivos, saves e dados


O RPCS3 pode ser multi-usuário, ao criar novas contas e separar os saves e progressos de cada um. Isso torna o emulador interessante para mais de um utilizador ou quem deseja criar saves distintos para cada momento. Confesso que pouco explorei essa opção e outra chamada “Thropies”. Algo “semelhante as conquistas da Steam”, na qual alguns games possuem. Para não me alongar muito, e caso tenha interesse nas opções de gerenciamento do RPCS3, acesse esta página oficial do projeto. No windows os saves dos games estão contidos em “\dev_hdd0\home\00000001\savedata\”. Já na versão Linux esse diretório com os saves encontra-se em “~/.config/rpcs3/”. Faça sempre backup desses arquivos antes de formatar seu sistema.

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Instalando games de Playstation 3 no RPCS3


A instalação dos jogos no RPCS3 é bem simples, obviamente que será necessário ter efetuado o download do game em questão, e por motivos legais não podemos distribuir jogos do Playstation 3, esse procedimento fica ao seu encargo. O arquivo de instalação dos jogos é no formato “.PKG” e alguns jogos necessitam de extensão “.RAP”.

Para instalar um jogo em “.PKG”, vá no menu, na barra superior. Depois em “File >> Install .pkg”. Certos jogos necessitam de um arquivo extra, o já comentado, “.RAP”. Se o game em questão ter esse arquivo complementar, adicione o mesmo manualmente na pasta localizada em “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/home/00000001/exdata” (ou simplesmente você poderá arrastá-los e soltá-los na janela principal do emulador, vale o teste). 

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Os arquivos de jogos instalados via “.PKG” ficam localizados no diretório “home/SEU-USUÁRIO/.config/rpcs3/dev_hdd0/game”.

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Depois de finalizar a instalação, execute o jogo. Vários módulos PPU começarão a serem compilados, não se assuste com algumas mensagens de erro no “terminal do emulador”, isso é absolutamente normal. O tempo de espera até o início do game é variável. Seja por conta de seu hardware ou “peso do jogo”, então, “muita hora nessa calma” (acho que troquei as bolas 😁😁😁).

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Executando jogos de PS3 no formato ISO ou mídias físicas 


Outra maneira de executar os jogos do “Play 3” no RPCS3 é utilizando uma mídia física ou arquivo ISO. Como não possuo um leitor Blu-ray, e somente alguns leitores são compatíveis para execução das mídias físicas do Playstation 3 (indo no final da página contida neste link, existe uma breve lista de leitores compatíveis), um arquivo ISO pode ser uma forma de contornar essa limitação. Você pode tanto extrair os arquivos de suas próprias mídias físicas, ou baixá-los da internet. Pelo que percebi é bem comum eles virem “prontos para o uso”. Todavia, caso o jogo esteja em “.ISO”, monte em uma unidade virtual e copie os arquivos para um diretório com seus games.

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Dentro dos arquivos, existirá uma estrutura de pastas semelhante em todos os games. Por exemplo, extraí os arquivos do game “Soulcalibur IV”. O arquivo que você irá selecionar com o emulador RPCS3 é o “EBOOT.BIN”. Localizado em “NOME-DO-SEU JOGO/PS3_GAME/USRDIR/EBOOT.BIN”.

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No RPCS3 vá em “File >> Boot SELF/ELF”.

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Navegue até o arquivo “EBOOT.BIN” do seu jogo e clique em “Open”. Assim como os “.PKG”, o game aparecerá na Game List do emulador (Não apague ou mude a localização destes arquivos).

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E pronto! Execute o seu jogo… Lembre-se de sempre verificar a lista de compatibilidade dos jogos e pesquisar na internet por eventuais configurações do jogo em questão. 

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Gosto bastante de acompanhar a evolução desses emuladores, e o RPCS3 sem dúvidas é um dos que sempre estou de olho (😜😜😜). Participe de nosso fórum Diolinux Plus, se você curte um game ou tem alguma dúvida, o pessoal sempre se une para auxiliar o próximo. 

Até o próximo post, que esse deu trabalhão (😵😵😵), SISTEMATICAMENTE! 😎
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