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Ex-funcionário da Microsoft explica o possível motivo do Windows 10 ter tantos bugs

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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Manter um sistema operacional não é uma tarefa simples, além do desenvolvimento, é necessária uma bateria extensa de testes a procura de falhas. Desenvolver é apenas o início, a manutenção e trabalho empregado na solução de bugs equilibra essa empreitada.

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O Windows 10 já é o sistema operacional mais utilizado nos desktops, contudo a cada dia novas situações envolvendo falhas são noticiadas nas mídias especializadas em tecnologia. Para quem pensa que o Diolinux menospreza os usuários ou o sistema da Microsoft, está enganado, enfatizamos sim o uso de tecnologias abertas, porém sem militância ou julgamentos. Particularmente, falando agora como “OSistemático”, sou técnico em informática e trabalho com o Windows 10 e não condeno quem prefere o sistema. Todavia, sejamos honestos, o Windows 10 tem passado por situações em maior quantidade que seus antecessores. Quem não se recorda do fatídico episódio em que o sistema estava apagando os arquivos de seus usuários?

Eis o possível motivo de tantos bugs 


Jerry Berg, ex-funcionário da Microsoft, explica o provável motivo de tantos relatos e casos de falhas no atual sistema da empresa. Nestes 15 anos em que trabalhou na Microsoft, ele pode comparar alguns dos procedimentos adotados no passado e atualmente. Segundo ele, até 2015, a empresa contava com uma divisão dedicada em efetuar diversos testes no sistema e todas as builds que seriam disponibilizadas para o público em geral. Os testes eram feitos tanto por funcionários, como ferramentas automatizadas e em uma enorme variedade de hardwares. Assim, existia um processo que não dependia apenas de máquinas ou seres humanos, com o objetivo de maior precisão na busca de falhas. Esse padrão foi mantido durante anos, até mudar em 2015 para processo efetuado no presente.


Agora a Microsoft passou automatizar os testes em máquinas virtuais e no lugar dos testes feitos pelos funcionários, o programa Windows Insiders passou a desempenhar este papel. A divisão especializada nos testes foi desfeita e apenas um número pequeno de funcionários continuam a reportar os eventuais bugs no sistema em desenvolvimento. Se antes existia uma vasta variedade de hardwares, a empresa passa a depender de VMs e a participação de usuários que testam as builds em desenvolvimento. No entanto, os bugs reportados pelos usuários do Windows Insiders (que também sou inscrito, faz uns aninhos 😘️😘️😘️) costumam ser falhas mais genéricas. Os casos específicos, e por muitas vezes mais perigosos, passam por despercebido. Isso gera a quantidade de relatos e problemas que vemos atualmente, porquanto códigos com defeitos estão passando e não sendo relatados, segundo Berg.

Fica difícil evitar problemas sem auditar o código ou depender apenas de voluntários e processos automatizados em VMs. O Windows não é conhecido por ser o sistema mais seguro, entretanto o relato de Jerry Berg faz total sentido e a realidade não deixa dizer o contrário. Para amenizar essa problemática a MS terá que mudar seu modus operandi e bolar um novo sistema de verificação e testes ou retornar ao modelo usado durante anos. 

Sei que houve um motivo para mudança, talvez financeiro para economizar e utilizar usuários no lugar de funcionários, mas a estratégia parece o tanto quanto falha.

Quem sabe o futuro do Windows seja diferente, a empresa tome outros caminhos que acabem ou amenizem estes problemas. Inclusive esse foi o assunto de uma matéria que escrevi aqui no blog Diolinux, recomendo a leitura.

O que você acha sobre tudo isso? Creio que boa parte destes problemas estão relacionados ao que o Berg comentou, outros são características do próprio funcionamento e modo em que o Windows foi pensado.

Até o próximo post, sejam educados e complacentes nos comentários, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Lançado nova versão do ReactOS, o "Windows Open Source"

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

O ReactOS é um projeto muito interessante, visto que ele não utiliza o Kernel Linux e sim um Kernel NT modificado. Assim podendo rodar alguns binários feitos para o Windows.


Lançado nova versão do ReactOS, o "Windows Open Source"






O projeto agora conta com algumas implementações bem interessantes, como o encaixe das janelas, atalhos necessários para o teclado, renderização correta das fontes, temas Lunar e Mizu adicionados, e suporte para o driver Intel e1000 NIC, usado em VM, o que beneficia quem instala no VMWare e VirtualBox.

As janelas do sistema, ganharam a possibilidade de se encaixar nas bordas da tela, como já acontece com o Ubuntu, por exemplo. Na versão 0.4.11 isso não era possível, já na 0.4.12 sim.


Já as fontes, na versão anterior, tinham problemas de renderização, que as deixavam com falhas. Agora não mais.


Os novos temas chegaram para dar uma “embelezada” no sistema, que até pouco tempo, tinha o visual muito parecido com o Win98 e 2000 😂.

Agora os temas padrões são: Lunar e Mizu. O Primeiro foi projetado para lembrar o Windows XP com os esquemas de cores do ReactOS. Já o segundo, é para quem gosta mais de um “ar mais moderno”, que é encontrado nas versões mais recentes do Windows.


O ReactOS 0.4.12 traz várias melhorias no kernel para tornar os drivers do sistema de arquivos, o gerenciamento de energia dos dispositivos mais confiáveis, melhorado o driver CDFS e corrigido o suporte à inicialização para PXE. A funcionalidade de proteção contra gravação também foi reescrita e aprimorada, com a proteção de execução para melhorar a segurança geral do sistema operacional.

Foram adicionadas fontes de terceiros ao ReactOS, que são:

● Wine-Staging 4.0 por Amine Khaldi;
● btrfs v1.1 por Pierre Schweitzer;
● uniata v0.47 por Thomas Faber;
● ACPICA v20190405 por Thomas Faber;
● libpng v1.6.35 por Thomas Faber;
● mbedtls v2.7.10 por Thomas Faber;
● mpg123 v1.25.10 por Thomas Faber;
● libxml2 v2.9.9 por Thomas Faber;
● libxslt v1.1.33 por Thomas Faber;
● libtiff v4.0.10 por Thomas Faber;

Vale lembrar que o ReactOS é um sistema ainda não acabado e não é recomendado usar na sua máquina de produção e sim em uma de testes. Se você quiser baixar ele e testar, basta acessar o link. Para a nota completa de lançamento, você pode acessar ela aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Cascadia Code, a nova fonte da Microsoft

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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

A Microsoft vem trazendo novos lançamentos a todo vapor, sejam com funcionalidades extras, para a plataforma Windows ou disponibilizando alguns de seus produtos para o Linux, ou até mesmo auxiliando projetos, como no caso da Linux Foundation. Agora é anunciada uma nova fonte, com um público alvo bem definido.

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Denominada como “Cascadia Code”, a nova fonte da Microsoft foi criada para auxiliar os programadores. A gerente de programas, responsável pelo Windows Terminal, Kayla Cinnamon (favor não confundir com a interface gráfica do Linux Mint, desculpem o trocadilho de mau gosto 😁️😁️😁️) anunciou recentemente no blog de desenvolvedores da Microsoft a nova fonte.

No mês de Maio houve uma votação no Twitter, com o intuito de se obter um nome para esta nova fonte, o vencedor foi “Cascadia Code”.


O foco principal é facilitar a vida dos programadores, pois a fonte foi desenvolvida para soluções que visam esse público, como o Windows Terminal, Visual Studio Code, etc. De certo modo o nome “Cascadia” é uma homenagem ao Windows Terminal, que em seu desenvolvimento mantinha o mesmo codinome. Na realidade, ainda existem códigos dentro do terminal da Microsoft com esse nome.

O Cascadia Code suporta “programming font ligatures”, que é um meio útil de se escrever o código, pois criam novos glifos combinando caracteres. Tornando assim o código mais legível e fácil de se compreender para muitos programadores. 

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Os usuários do Visual Studio Code precisarão habilitar manualmente as “font ligatures” através das configurações do editor, e demais editores que suportarem o uso.

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Cascadia Code é a fonte monoespaçada padrão do Windows Terminal, mas pode ser utilizado em qualquer outro projeto. A Microsoft disponibilizou a fonte sob licença SIL Open Font (OFL), sendo de código aberto, e ao alcance de todos no Github da empresa.

A fonte pode ser utilizada para outros meios, se assim desejar, caso não queira compilar, a Microsoft também disponibilizou a mesma no formato TTF. Você pode baixar por esse link

Mais informações podem ser adquiridas diretamente da publicação da Kayla Cinnamon.

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Botnet Emotet retorna, infectando computadores através de e-mails

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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Segurança é um tópico importantíssimo em vários aspectos de nossas vidas, no meio tecnológico não seria diferente. Emotet é um conhecido botnet que se aproveita dos erros humanos para causar estragos e chantagear suas vítimas. Agora ele ataca novamente.

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Totalizando mais de 200 mil senhas de e-mails roubadas, o Emotet usa uma estratégia já conhecida. Utilize sempre senhas fortes e evite as famigeradas “123456”, “senha”, “654321”, e coisas do tipo. Justamente essa é a maneira inicial em que o Emotet se vale, utilizando contas com uma segurança tão debilitada.

A informação do retorno do malware foi divulgada no perfil do Twitter de Marcus Hutchins, conhecido na web como “MalwareTech”, um pesquisador britânico, de cybersecurity, que esteve envolvido no famoso caso de ataques do ransomware WannaCry.


Segundo a empresa de cibersegurança Malwaresbytes, após conseguir a senha do e-mail da vítima, o malware se infiltra nas conversas, rouba o conteúdo da caixa de entrada, se passando por uma dessas pessoas na lista e envia uma mensagem infectada. A vítima acessa pensando ser a pessoa em questão, junto ao email existe uma mensagem indicando que os usuários só poderão ler o conteúdo, após aceitarem o novo contrato de licença do Microsoft Word. 

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O usuário baixa o anexo infectado, abre o arquivo e infecta seu computador com inúmeros malwares, com os mais perversos fins, instalando o Emotet em segundo plano via terminal.

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Daí em diante a ameaça é propagada por toda rede, roubando as credenciais dos programas instalados e gerando mais spam na lista de contato do usuário. Então, mesmo que sua senha seja forte, o malware pode enviar um e-mail infectado através de outro computador. 

Vários relatos estão ocorrendo em toda internet, numa lista de países que parece não acabar tão cedo. Alemanha, Reino Unido, Polônia, Itália, EUA, entre outros já foram alvos da praga virtual. Até mesmo o Brasil entrou na lista, não importa se são empresas, entidades governamentais ou pessoas comuns, todos são possíveis alvos de ataque.

O pesquisador de cybersecurity / cyber segurança, Brad Dunca, sinalizou ao site BleepingComputer (que visa responder questões técnicas e auxiliar usuários) que alguns computadores dos EUA foram infectados com o cavalo de tróia “Trickbot”, tornando-se um verdadeiro “celeiro de pragas virtuais”. Lembrando que cada vez que um dispositivo é alvo do Emotet, ele passa a compor uma gigantesca rede de ataques (uma verdadeira bola de neve).



A Cisco também fez um artigo bem interessante abordando o assunto e dando mais detalhes e números, recomendo a leitura. Para isso acesse este link.

Previna-se de ataques, com simples dicas


Para evitar que seu computador se torne um verdadeiro escravo, seja usado para ataques de DDoS, enviar spam, ter senhas e histórico de navegação na web roubados e muito mais. Siga estes conselhos:


  • Utilize senhas fortes, com palavras em maiúsculo e minúsculo, como caracteres especiais (por exemplo, !@#$%&*), etc;
  • Evite senhas óbvias, como nomes de pessoas ou datas;
  • Não utilize a mesma senha em mais de um serviço;
  • Caso exista a opção de autenticação multifatorial em seu provedor de email, ative essa opção; 
  • Não abra qualquer anexo, que não saiba a procedência;
  • Confirme previamente com o remetente daquele anexo;
  • Desconfie se do nada aquela pessoa te mandou um email, sem aparente motivo (ainda mais com um anexo suspeito);
  • Fique sempre alerta e procure pesquisar mais sobre o tema “segurança na web” e tome os devidos cuidados.

Lembrando que o Emotet pode utilizar meios diferenciados de ataque, essa é para quem acha que Linux é aprova de tudo, cuidado redobrado.

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Crie notas no Android e PC com o OpenTodoList

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

No mercado existem inúmeros programas para compor anotações, sejam planos, tarefas, roteiros ou até ideias mirabolantes. Pessoalmente não consigo ficar sem um app de notas. Alguns preferem o Evernote, Google Keep ou Simplenote, todos são ótimas alternativas, porém, hoje irei apresentar uma nova opção.

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OpenTodoList é um software livre, escrito em Qt e usando QML em sua interface gráfica. Possui versões para Windows, Linux e macOS, além de uma versão móvel para o robozinho verde, Android.

Talvez a aplicação não seja tão poderosa, quando comparamos com algumas ferramentas mais populares anteriormente citadas. No entanto, caso privacidade esteja em primeiro lugar, o app pode ser muito interessante. Digo isso, pois seus dados não ficarão armazenados em algum servidor de terceiros. Pelo contrário, suas notas só vão ser sincronizadas com algum serviço na web, mediante a configuração no OpenTodoList.

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Curiosamente esse é seu maior triunfo e fracasso, dependendo do tipo de usuário. O programa possibilita a criação de notas em uma “repositório local”, seja em seu computador ou smartphone. Todavia, para sincronizar com a nuvem é obrigatório um servidor NextCloud ou ownCloud (servidores WebDAV, também podem ser configurados na aplicação).

A biblioteca (o “repositório local com suas notas”), nada mais é que um diretório, onde todos os itens estão. Isso permite utilizar um serviço de terceiro, como um GDrive, Dropbox, ou seja qual for. Para sincronizar suas informações. 

A lógica é simples, salve em uma pasta sincronizada e em outro aparelho aponte sua biblioteca para mesma pasta sincronizada. Não é uma das melhores e mais elegantes soluções, mas pode contornar essa deficiência do app.

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Instalação do OpenTodoList


O projeto conta com diferentes versões do OpenTodoList, acesse o Github com os pacotes pré-compilados e baixe conforme seu sistema (Windows, Linux ou macOS). Inclusive para Linux, existe a opção em AppImage. Caso não saiba executar esse tipo de programa no Linux, essa postagem demonstra todo procedimento.

OpenTodoList via Snap


Uma forma prática de instalar o gerenciador de notas é via Snapcraft. No Ubuntu pesquise por “OpenTodoList” na loja e instale normalmente. Demais distribuições podem configurar o Snap por este artigo, caso não possua o suporte ativo a esse tipo de pacote. 

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Para os amantes do terminal, é muito simples instalar por ele. Obviamente, que o Snap já deve estar configurado no sistema.

Instalando o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap install opentodolist

Removendo o OpenTodoList Snap via terminal:

sudo snap remove opentodolist

OpenTodoList via Flatpak


O Flatpak também é uma alternativa, como pode observar a utilização de pacotes universais no Linux está se tornando cada vez mais comum. Os requisitos para utilizar o programa nesse formato, são: o Flatpak configurado no sistema e o repositório Flathub adicionado. No Linux Mint, basta pesquisar por: “OpenTodoList” e instalar o app sem prévias configurações. 

Já no Ubuntu apenas o Snap vem por default. Contudo, não se preocupe. Acesse essa postagem e depois de configurar tudo, pesquise por: “OpenTodoList” diretamente na loja e escolha a versão em Flatpak.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub net.rpdev.OpenTodoList

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove net.rpdev.OpenTodoList

OpenTodoList Android


Diretamente da Google Play, a versão Android pode ser adquirida, acesse este link e seja redirecionado a loja de apps do Google ou utilize um leitor QR-Code.

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Para mais informações acesse o GitLab do OpenTodoList.

Experimente o OpenTodoList e avalie se a aplicação atende suas necessidades, como sempre dizem “não custa nada tentar” (😁️😁️😁️).

Até o próximo post, te espero aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Anunciado o primeiro sistema operacional autônomo do mundo

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A Oracle Corporation é uma empresa especializada no desenvolvimento de hardware e software, como também banco de dados. Muitos podem conhecer a empresa justamente por seu poderoso banco de dados relacional, pois o Oracle Database é o SGDB mais utilizado do mundo. Não esqueçamos do Java, também de responsabilidade da empresa.

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Com forte posicionamento no mercado, e boa reputação, a Oracle além de líder em muitos setores, é conhecida por sua inovação no mundo dos softwares. Após pouco mais de duas décadas do lançamento de seu primeiro banco de dados relacional comercial para Linux, a empresa aposta em um sistema autônomo e baseado em Linux.

Oracle Autonomous Linux OS é o primeiro sistema autônomo desenvolvido


Pensado como uma solução do lado do servidor, com muita flexibilidade e enorme escalabilidade. A distribuição Linux da Oracle fornecerá tranquilidade na manutenção de servidores em nuvem, pois consegue empregar de forma autônoma o processo de aplicação de patches, possui capacidade de monitoramento e controle sobre sistemas (independente de serem executados sob Linux, Windows ou as versões mais recentes do Oracle Autonomous Linux OS).

Estima-se que preciosos recursos em TI podem ser liberados, dando foco a tarefas estratégicas na área. Segundo a Oracle, com ajuda do aprendizado de máquina (machine learning) a API da infraestrutura de nuvem é capaz de executar patches automatizados, relatórios de segurança e gerenciamento de todas as configurações.

As principais características do Oracle Autonomous Linux OS, são:

  • Correção e ajuste automáticos, com geração de relatórios de diagnóstico do SO;
  • Manutenção do kernel Linux e a Key User Library, através da instalação automatizada de patches de segurança diariamente. Também concedendo proteção contra ataques de malware internos e externos, bloqueando quaisquer explorações conhecidas;
  • Eliminação do tempo de inatividade desnecessário em todos os processos.

Comentando um pouco mais sobre o sistema operacional autônomo, o vice-presidente do Grupo de Desenvolvimento de Software e Código Aberto da IDC, Al Gillen, disse: “Esse recurso transforma efetivamente o Oracle Linux em um serviço, liberando os clientes para concentrarem seus recursos de TI na aplicação e na experiência do usuário, onde eles podem oferecer uma verdadeira diferenciação competitiva.”

Os serviços do Oracle Autonomous e gerenciamento do sistema estão inclusos no suporte Oracle Premier, que é um serviço de suporte voltado ao mundo corporativo. De acordo com uma estimativa da empresa “a maioria dos clientes” podem obter uma economia de 30 a 50% no custo total, utilizando todos os benefícios de seu sistema autônomo. 

É notório o domínio do Linux no meio corporativo, uma grande parte da internet é baseada no pinguim. Olha que tem gente que ainda afirma que Linux não presta, haja paciência (😔️😔️😔️).

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Fonte: Fossbytes, Oracle.
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Conferência sobre Linux ocorrerá na sede da Microsoft

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

A rivalidade entre a comunidade Linux e a Microsoft é algo que se estende há décadas. Declarações vindas de líderes, fãs e usuários de ambos lados alimentaram essa rivalidade por muito tempo. Porém, nos últimos anos, graças a pessoas com mente aberta, que puseram o bem de todos, de forma realista, à frente de seus egos ou ideias utópicas. A cena começa a mudar.

conferencia-sobre-linux-sede-microsoft

Em 2 de Agosto de 2016 a Microsoft lança, na atualização de aniversário do Windows 10, o WSL (Windows Sub-System for Linux). Em 16 de Novembro do mesmo ano a empresa passa a integrar a ‘The Linux Foundation’ como membro ‘Platinum’. Em 2017 faz uma parceria com a Red Hat, e em 2018 libera 60 mil patentes para Linux.

Eu poderia passar horas aqui escrevendo sobre todas as boas interações e parcerias entre a Microsoft e a comunidade Linux nos últimos anos. A relação entre os lados “Open” e “Closed” da “força” tem estado cada vez melhores nos últimos tempos, o que, na minha opinião, é o melhor para todos. Não é à toa que a frase “Microsoft Loves Linux” tem sido tão utilizada ultimamente.

microsoft-loves-linux

No início deste mês de setembro de 2019 foi anunciada a “WSLconf 1”. Uma conferência que será realizada pelo fundador da Pengwin e organizada pela comunidade nos dias 10 e 11 de Março de 2020, na sede da Microsoft, em Redmond, Washington, nos Estados Unidos da América.

O evento contará com a realização de palestras, hackathons, apresentações, e eventos para desenvolvedores sobre o WSL. Já estão confirmadas as presenças dos desenvolvedores da Microsoft responsáveis pelo WSL, da equipe de desenvolvedores da Canonical responsável pelo desenvolvimento do Ubuntu na WSL, e também dos criadores do Pengwin.

Se você que está lendo este artigo está próximo ao local da conferência e tem interesse em apresentar o seu produto ou fazer uma palestra no evento, fique atento às ‘newsletters’ registrando o seu email no site oficial da ‘WSLconf 1’.

O evento será gratuito, porém o espaço é limitado. Portanto, aos interessados em participar, será necessário um pré registro.

Para mais informações acesse o site oficial do evento.

O que você pensa a respeito dos recentes eventos, e de como as coisas vêm se desenrolando entre a Microsoft e a comunidade Open Source nos últimos anos? Na minha opinião, esta união que vem acontecendo entre dois lados, antes considerados rivais, só tende a beneficiar todos os envolvidos. Não apenas aos líderes e desenvolvedores, mas também a todos nós usuários.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Por hoje é tudo pessoal! 😉

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MusicBrainz Picard 2.2 lançado com player embutido

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Organizar seus álbuns musicais nem sempre é uma tarefa simples, ainda mais quando é necessário pesquisar pelas informações corretas. Pois bem! MusicBrainz Picard pode ser uma ótima solução.

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MusicBrainz Picard é um software open source, multiplataforma e desenvolvido pela Fundação MetaBrainz, a mesma responsável pelo banco de dados MusicBrainz. O Picard pode, com apenas um clique, encontrar diversos álbuns de música em diferentes formatos, como: MP3, FLAC, OGG, M4A, WMA, WAV, entre outros.

Utilizando as impressões digitais de áudio AcoustID, os arquivos são identificados e comparados com as músicas no banco de dados, isso tudo sem que os metadados estejam presentes em seus arquivos ou estejam incompletos. Editar as tags de suas músicas com o programa torna-se bem prático.

Algumas novidades do MusicBrainz Picard 2.2


Diversos bugs foram corrigidos, resolvendo falhas em suas versões, seja para Windows, Linux, macOS, etc.

Outros recursos mais técnicos foram adicionados, caso tenha interesse, acesse este link e veja os detalhes. Uma novidade que posso destacar, entre as demais, é a adição de um player de música embutido. O recurso ainda é beta, mas simplificará o ato de editar as tags e demais configurações. Poupando tempo, ao não obrigar o uso de outro player em conjunto. Algo simples, mas que vem para somar e tornar tudo mais fácil. Ainda é possível escolher por outro player instalado, lembre-se que por se tratar de uma feature em beta, pode ocorrer bugs com essa nova função.

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Instalação do MusicBrainz Picard 2.2


Existem versões do app para muitas plataformas, irei demonstrar para o Ubuntu via PPA, Flatpak e Snap, para englobar o máximo possível de distribuições Linux. Aliás, Flatpak é a maneira que aconselho e utilizo o software no Linux. Outras distribuições podem tanto instalar a versão contida no Flathub, que demonstrarei a seguir, ou acessar o link “Linux” e escolher conforme sua distro no site oficial do Picard (Snap também é uma opção).

Baixe a versão conforme seu sistema operacional:


Picard via PPA


Usuários de Ubuntu e derivados podem instalar o Picard via PPA conforme demonstrarei, entretanto, reforço que o uso do Flatpak e Snap diminui a obrigatoriedade de tal método.

Adicionando o PPA Stable do Picard:

sudo add-apt-repository ppa:musicbrainz-developers/stable

Atualizando a lista de pacotes:

sudo apt update

Instalando o Picard:

sudo apt install picard

Caso queira remover o Picard via PPA, desinstale o programa e depois remova seu PPA.

Removendo o Picard:

sudo apt remove picard

Removendo o PPA:

sudo add-apt-repository -r ppa:musicbrainz-developers/stable

Picard via Flatpak


Outro modo de obter o Picard, é via Flatpak. O programa encontra-se no repositório Flathub, facilitando a instalação nas principais distribuições Linux. Usuários do Linux Mint podem pesquisar diretamente na loja pelo programa, caso esteja utilizando o Ubuntu, não se preocupe, essa postagem demonstra a configuração do Flatpak e adição do Flathub no sistema da Canonical. Assim, basta pesquisar na loja por “Picard flatpak” e instalar o app.

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Usuários de outras distros, podem configurar o Flatpak em seus sistemas por esse link. Já o guia oficial do Flatpak, além de demonstrar a configuração, ensina como adicionar o repositório Flathub. Se preferir fazer tudo via terminal, eis os comandos logo abaixo.

Adicionando o repositório Flathub:

flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Instalando o Picard Flatpak:

flatpak install flathub org.musicbrainz.Picard

A remoção pode ser desta maneira:

flatpak remove org.musicbrainz.Picard

Picard via Snap


O Picard também está na Snapcraft, vale ressaltar que na presente data em que escrevo este artigo, essa versão está na “2.1” e não encontrei no site do Picard a menção de um pacote Snap. Provavelmente este Snap é empacotado pelo pessoal da Canonical, sem envolvimento da Fundação MetaBrainz.

No Ubuntu basta pesquisar diretamente na loja por: “Picard” e instalar a versão em Snap, outros sistemas baseados em Linux devem adicionar o suporte ao Snap. Acesse este guia e configure seu sistema

Instalando o Picard Snap:

sudo snap install picard

Removendo o Picard Snap:

sudo snap remove picard

O Picard é uma aplicação interessantíssima, ainda mais com sua enorme base de dados, porém, caso queira outras alternativas o “EasyTag” e “Puddletag” são recomendadas e vale o teste.

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Modo escuro finalmente chega ao Slack

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domingo, 15 de setembro de 2019

Modo noturno, modo escuro, dark mode... chame como você quiser, mas é um fato que as variações escuras de aplicativos e sites se tornaram muito populares, especialmente nos últimos anos. Agora, após uma longa espera, chegou a vez do Slack lançar o modo escuro para as suas versões de navegador e desktop no Linux, Windows e MacOS.

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O Slack é um aplicativo de comunicação em equipe com uma ampla gama de funcionalidades, que para muitos são os diferenciais que o deixam à frente de alternativas como Microsoft Teams ou Discord.

Já publicamos artigos sobre o Slack, Microsoft Teams e Discord aqui no blog.

Mesmo sendo um serviço muito completo e amplamente utilizado, apenas agora, em Setembro de 2019 o Slack passa a ter um modo escuro disponível. Como usuário do Slack, posso dizer que é uma funcionalidade que estava fazendo muita falta.

Alguns utilizam o modo escuro simplesmente porque gostam, outros porque trabalham à noite, em um ambiente com baixa iluminação, sofrem de enxaqueca, ou tem algum problema visual. Casos nos quais o modo escuro realmente pode fazer toda a diferença.

O Slack já possuía modo escuro no aplicativo para dispositivos móveis, o qual possui configurações separadas da versão desktop. Utilizar o modo escuro no smartphone não significa que você também tenha que utilizá-lo desktop. Segundo a equipe do Slack, em um futuro próximo a funcionalidade dos temas nas versões desktop do aplicativo funcionarão em sincronia com o tema do seu sistema, ou seja, se você estiver utilizando um tema escuro no seu sistema, o Slack automaticamente utilizará o modo escuro. E vice-versa.

Em seu post original no blog do Slack, a equipe explica que a demora para o lançamento do modo escuro deveu-se ao fato de que eles queriam construir um ‘dark mode’ que funcionasse perfeitamente em toda e qualquer parte do Slack. Para alcançar tal objetivo eles tiveram que redesenhar toda a interface do aplicativo do zero, e até mesmo re-arquitetar algumas dessas partes.

Mas finalmente, para a felicidade de todos nós que esperamos tanto, seja por gosto ou necessidade, o modo escuro do Slack finalmente chegou!

Como ativar o modo escuro no Slack?


É importante ressaltar que para poder utilizar esta funcionalidade o seu aplicativo do Slack precisa estar na versão 4.0.3 no MacOS, e 4.0.2 no Windows e Linux.

• Já com o aplicativo aberto, clique no nome do seu workspace no canto superior esquerdo, e então clique em ‘Preferências’.

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• Então clique na aba ‘Temas’ e selecione ‘Escuro’.

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Pronto! Você finalmente pode descansar “seus olhinhos de noite serena”, e apreciar o belo visual do modo escuro do Slack.

Você utiliza o Slack e assim como eu também sentia muito a falta do modo escuro? Ou você acha que essa “história” de modo escuro não passa de “frescura”? Diga-nos o quê você pensa, e vamos compartilhar conhecimento. 😁

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Cansado do Google? Conheça o buscador DuckDuckGo

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A gigante das buscas domina em diversos setores da tecnologia, seja com o Android, Youtube, seu browser ou até mesmo o que lhe fez ser tão bem sucedida, seu buscador Google.

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Na era digital parece que privacidade é um termo inexistente, nem sempre a comodidade e a privacidade andam lado a lado. Alguns podem estar pensando, mas existe o modo anônimo, sinto muito em lhe informar que isso não impede a coleta de dados. Você já fez uma simples busca de um produto em seu smartphone, e do nada produtos equivalentes passaram a brotar em outros lugares? Minha esposa brincou esses dias comentando que estava sendo perseguida, pois, ao pesquisar um produto em específico, as propagandas começaram a pular em redes sociais, aplicativos ou qualquer outro site (no PC e no smartphone).

Cerca de 75% dos sites contém algum rastreador do Google, acompanhando tudo o que você procura e o Google analisa quais sites você acessa, para depois segmentar publicidade conforme seu perfil, navegação e utilização. Outro detalhe é que seus dados permanecem no Google indefinidamente, talvez nem sempre isso seja interessante (já parou para avaliar? 🤔️🤔️🤔️).


DuckDuckGo o buscador que não registra seus dados


Lançado em 25 de Setembro de 2008, pelo jovem empreendedor americano Gabriel Weinberg, o DuckDuckGo almeja ser uma alternativa segura e com o mais alto nível de privacidade possível para um buscador. Como os demais buscadores, o DuckDuckGo mostra resultados de notícias, imagens, vídeos e tem “caixas” exclusivas para informações da Wikipedia e outros recursos.


Para fazer suas pesquisas, sem a coleta de dados, acesse o site “DuckDuckGo.com” e tenha mais privacidade. 

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DuckDuckGo no Android


Você poderá utilizar normalmente o site do DuckDuckGo em todos seus dispositivos, entretanto, no Android utilizo o “DuckDuckGo Privacy Browser” e faço minhas pesquisas normalmente.

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Ter privacidade ao navegar na internet não é algo comum, e no mundo atual às vezes ceder informações é sinônimo de comodidade. Sei bem que privacidade total é quase uma utopia em pleno século XXI, esse artigo não tem por intuito induzir os leitores a acreditarem que apenas usando o DuckDuckGO sua privacidade será total. Lembre-se, não adianta querer total privacidade e acessar redes sociais, comprar online, consumir conteúdo por streaming entre outras práticas. Conforme disse anteriormente, reveja quais dados são mais importantes e se realmente tudo deve ser oferecido a empresas ou plataformas. Todavia, situações desagradáveis de “perseguição por publicidade” podem ser evitadas ao utilizar o DuckDuckGo.

Equilíbrio é a chave do sucesso.

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Controle a central multimídia Kodi pelo smartphone

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

O Kodi é uma aplicação incrível, caso queira instalar o aplicativo em sua distribuição Linux, acesse este artigo com todo passo a passo. Porém, o que seria de um “cinema em casa”, sem a comodidade de assistir seus filmes e executar as demais funções do Kodi, sem a necessidade de se levantar e utilizar um teclado ou mouse, por exemplo.

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Para quem deseja controlar sua central multimídia, Kodi, diretamente de um smartphone, poderá instalar o controle remoto oficial do projeto. No caso de usuários Android, o “Kore, Official Remote for Kodi”, já para o iOS de nome “Official Kodi Remote”. 

As aplicações são intuitivas e dispensam maiores explicações, entretanto, configurar o controle remoto no Kodi instalado em seu computador, talvez não seja tão intuitivo assim. Mas, calma que vou demonstrar esse processo.

Antes de configurar o controle remoto no Kodi, obviamente, o aplicativo deve estar instalado em seu smartphone e o Kodi no computador.

Kore, Official Remote for Kodi (Android)


Acesse o link e efetue o download diretamente da Google Play, ou pode utilizar um leitor QR-Code e instalar mirando a câmera de seu smartphone no código QR (que também irá efetuar o download diretamente da Google Play).

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Official Kodi Remote (iOS)


Uma alternativa para iOS está disponível gratuitamente na loja da Apple, a versão também é oficial, sendo uma ótima pedida para usuários da plataforma da maçã. Você pode acessar o link da aplicação diretamente na App Store. Ou fazer uso de um leitor QR-Code, como no exemplo anterior.

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Configurando o controle remoto no Kodi


Com ambos instalados, o app no PC e em seu smartphone, vamos começar “a brincadeira”. Em meu caso estou utilizando o Kore, pois possuo um Android, mas creio que seja praticamente a mesma coisa no iOS. 

Abra o Kodi, e certifique-se que ambos estejam na mesma rede wifi (PC e smartphone).

No Kodi, vá até “Definições” (o ícone de engrenagem).

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Em seguida, até a opção “Serviços”.

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Navegue para categoria “Controle” e habilite às duas opções na sessão “Controle de aplicações”. Sendo elas: “Permitir controle remoto de aplicativos neste sistema” e “Permitir controle remoto de aplicativos em outros sistemas”.

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Outras mudanças podem ser aplicadas, como dar nome ao usuário ou atribuir uma senha. Particularmente só adiciono uma senha, o usuário nem mexo (😁️😁️😁️).

Abra o app em seu smartphone, e nele você verá o Kodi e sua máquina. Selecione e vá prosseguindo conforme o app te mostra.

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Se assim como eu, configurou um usuário e senha, será necessário informar para conseguir se conectar. Clique em “Testar”, quanto tudo estiver concluído.

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Se a aplicação não conseguiu encontrar o Kodi em sua rede, acesse o “menu hambúrguer” (no caso do Kore, aqueles “3 traços” no canto superior esquerdo), clique no símbolo de adição “+”.

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Configure manualmente o usuário, IP, porta e senha. Esse passo tem as mesmas configurações da imagem acima, para quem adicionou uma senha ao Kodi, e para saber o IP é muito simples. Novamente no Kodi, em “Definições”, depois “Dados do sistema”.

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Veja o número do endereço IP e configure no app.

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O app é bem intuitivo e em pouquíssimos minutos você entende todo seu funcionamento. Muito prático e recheado de recursos.

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Sempre utilizo o Kodi junto ao Kore, é uma dupla inseparável. Confesso que sua configuração pode confundir novos usuários, mas nada de outro mundo. Todas às vezes que utilizei o mesmo, não passei por problemas em sua configuração. Ao menos aqui, em todos esses anos, ele sempre reconhece de primeira. Recomendo o uso, já a alternativa para iOS, não posso comentar muito (não possuo um smartphone da marca).

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