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Linux Mint traz atualização para Wine e anuncia novo site da comunidade

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Em mais um relatório mensal disponibilizado pela equipe do Linux Mint, eles falam da enorme quantidade de doações recebidas, os e-mails de apoio ao pessoal e também algumas novidades que serão implementadas nos próximos updates.

Confira as novidades do Linux Mint do mês de Maio






No começo do relatório, eles agradecem a quantidade de US$24.149,00 recebidos por 868 doadores, além dos patrocinadores comunitários e “não comunitários”. Isso ajuda e muito a manter um projeto deste tamanho “em pé”, além dos milhares de e-mails parabenizando o trabalho deles.

Outra novidade importante apresentada foi referente ao WINE 4, que agora consta nos repositórios do Linux Mint. Eles detectaram que as versões presentes eram obsoletas (tanto a stable quanto a de desenvolvimento) e assim gerando vários conflitos e erros.

Agora estando disponível nos repositórios, o WINE 4.0 veio para corrigir esses problemas, além do suporte para Vulkan, joysticks e Direct3D 12. Foi criado também um meta pacote chamado de wine-installer, para facilitar a instalação do WINE no Linux Mint.

Outras novidades também foram apresentadas, como:

- Novo visual do site da comunidade



- O editor de texto padrão Xed, agora suportará comentários alternados e em blocos. Recurso este mais voltado para Devs, e para utilizá-lo, basta pressionar Crtl+/ .

Para conferir o “Monthly News” do Linux Mint, basta acessar ele através deste link.

Deixe nos comentários o que você espera do projeto, e se você pensa em ajudá-lo de alguma forma.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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League of Legends pode ganhar versão Linux, mas não como você imagina

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

O “Lolzinho”, como chamam os mais íntimos, é um dos jogos mais requisitados no Linux. Entretanto a Riot Games, empresa responsável pelo game, nunca demonstrou interesse em suportar a plataforma.

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Como “via de regra” os usuários Linux sempre dão “aquele jeitinho” (parece até brasileiro 😁😁😁), uma das alternativas é a execução via Wine, que permeiam internet à fora. Inclusive temos um vídeo demonstrando todo o procedimento via Lutris, em nosso canal Diolinux (acesse o site do Lutris, e  veja o estado atual de execução do game no Linux).



Outra possibilidade é a instalação do jogo via Snap (estou testando a solução). Caso não saiba o que é Snap, veja o vídeo logo abaixo e fique por dentro do assunto.


Entretanto mesmo com o funcionamento do game, com performance relativamente boa diga-se de passagem, eventuais updates no jogo podem ocasionar em seu não funcionamento. Algo que pode durar dias, ou até semanas. Uma situação bem desconfortável. O curioso que seu concorrente direto, o Dota 2, possui versão nativa para Linux, e vejo a cada dia jogadores migrando de um para o outro, devido essa ausência na plataforma (Ao menos é o que observo com alguns usuários Linux, especificamente).

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Rumor de nova versão do LOL


A chinesa Tencent Holdings Ltd está trabalhando com a Riot Games para desenvolver o LOL para duas novas plataformas, ao menos é a informação que o site Reuters afirma ter obtido de 3 fontes confiáveis. Porém não é a tão aguardada versão para desktop Linux, e sim sua versão mobile para Android. A segunda plataforma é o iOS. Mais uma vez nós usuários de Linux teremos que esperar uma possível versão nativa para desktop (Se o Android e o iOS com bases gigantescas, a Riot demorou tantos anos, não me espanta essa demora de uma versão desktop no Linux).

“As 3 fontes confiáveis do site Reuters”, estariam próximas a criação do título. Curiosamente a Tencent propôs um port do League of Legends há alguns anos, entretanto a Riot recusou a proposta, sem a parceria a Tencent em 2015 criou o game Arena of Valor (basicamente uma cópia do LOL para smartphones 😜😜😜).

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O nome destas fontes envolvidas na produção do LOL versão mobile, não quiseram se identificar, alegando que por conta desse envolvimento informações não poderiam ao menos serem repassadas. Por questões contratuais as tais fontes não podem se identificar, entretanto o site Reuters garante a credibilidade.

Esse possível desenvolvimento vem ocorrendo desde 2018, mas seu lançamento não ocorrerá em 2019.

E você o que achou da notícia? Particularmente não sou bom em MOBA. Porém vejo a importância do game num cenário Linux Desktop e fico decepcionado com o posicionamento da Riot quanto ao “Linûx”

Que tal continuar esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus? A galera lá também curte uma jogatina (Bora jogar Dota?).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters
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Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Uma das coisas que impedem uma certa migração em “massa” para o Linux, é a questão dos jogos. Jogos populares como Fortnite, PUGB, Raibow Six entre outros ainda não funcionam por causa dos anti-cheats, como o EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye.



Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux





O assunto “Jogos + Linux” sempre rendeu intermináveis debates, mas depois do surgimento do projeto PROTON da Valve, onde abriu a possibilidade de jogar games desenvolvidos só para Windows no Linux, por exemplo alguns games como o OverWatch (que fazemos lives lá na Twitch), League of Legends (LOL), World of Warcraf (WoW), Warframe, The Witcher 3, GTA V, Sekiro: Shadows Die Twice e entre outros. 

Isso só foi possível graças ao pessoal do  DXVK, do Wine, da CodeWeaver, do Vulkan (Khronos) e da Valve também, que viu a possibilidade de uma nova tecnologia para os jogos da sua vasta biblioteca ( mais ou menos 30 mil títulos).

Mesmo com todos esses esforços, ainda tinha algumas coisas a serem resolvidas, como os jogos onlines e os seus anticheats.

Os mais populares jogos online, usam os anticheats EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye, o que barra alguns jogos não-nativos, como os já mencionados Fortnite, PUGB, Raibow Six (R6), que “olham” o Wine/Proton como um meio de trapaça. Tanto que no começo do DXVK, Proton e afins, alguns jogos até chegaram a funcionar, mas depois de alguns updates, estão até hoje bloqueados.

Mas isso pode mudar..


No começo do ano, mais precisamente em Fevereiro, o pessoal do GaminOnLinux tentou contato com o pessoal do EAC, sobre a possível parceria com a Valve para trazer o anticheat para o SteamPlay. Eles não tiveram sucesso na resposta, como podem ver no artigo deles, mas um usuário do Reddit fez uma pergunta muito parecida e obteve a seguinte resposta:


“Agradecemos o seu contato!

Enquanto ao Easy Anti-Cheat, ele já suporta jos ogos nativos do Linux, infelizmente ainda não é compatível com o Steam Play. Estamos atualmente trabalhando com a Valve para trazer o suporte para o Steam Play também. No entanto, neste momento não podemos prometer uma data de lançamento.

Nossas desculpas pelo inconveniente. Apesar dos problemas, espero que você tenha um ótimo dia!”

Só isso já seria uma notícia muito boa, tendo em vista que um dos anticheats mais usado no mercado, já se “move” para a compatibilização com o SteamPlay/Wine/Proton.

Ainda teve meio que uma “confirmação” disso, quando no meio da polêmica se o EAC ia parar de funcionar ou não no Linux, um usuário do Twitter perguntou para a conta da Epic Games pq não tinha uma compatibilidade do EAC para o Wine. Então eis que a conta da própria EAC (que foi comprada pela Epic Games) respondeu.

“WINE/EAC a compatibilidade atualmente está em um estado beta, com vários jogos cuja a ajuda apreciamos, mas é necessário um trabalho significativamente maior para chegar a um nível adequadamente estável para todos.” 

Então podem esperar muito em breve, jogos como Fortnite rodando no Linux através do Wine por exemplo.

Outra empresa que trabalha com sistemas anticheats, a BattlEye, deu uma boa notícia também. O pessoal do GamingOnLinux  novamente entrou em contato com a BattlEye, perguntando se ainda mantinham o posicionamento de darem suporte somente a jogos nativos de Linux. E para a surpresa de todos, eles estão mudando de “pensamento”, e a resposta ao GamingOnLinux foi a seguinte:




“Atualmente nós não temos oficialmente suporte ao Wine, mas estamos trabalhando com a Valve para adicionar suporte ao Proton (SteamPlay) na Steam."

Se isso realmente acontecer galera, veremos novos tempos acontecendo para os “lados do Pinguim”. Pois jogos do momento e que são “febre” poderão rodar no Linux e assim atrair mais usuários para a plataforma e consequentemente aumentando a relevância dela frente às empresas.

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Wine 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Na última Sexta-feira (12), o pessoal do WineHQ lançou a versão de desenvolvimento 4.6 do WINE, trazendo algumas melhorias no código, correções de bugs e updates pontuais. Isso para facilitar mais ainda a vida de quem precisa rodar algum programa ou jogo que não tem versão nativa para Linux.



 WINE 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs





O WINE é muito importante no mundo Linux, pois através dele podemos rodar uma gama de programas e jogos que não tem uma versão nativa para o Pinguim, assim podendo esses serem desfrutados pelos usuários de Linux.

E nesta nova versão de desenvolvimento do WINE, vieram algumas implementações bem interessantes, como:

  - Início de um backend do Vulkan para o WineD3D;
  - Suporte para carregar bibliotecas Mono a partir de um local compartilhado;
  - Libwine.dll não é mais necessário ao usar DLLs do Wine no Windows;
  - Suporte a estruturas complexas no marshaller typelib;
  - Captura de vídeo portada para Video4Linux versão 2;
  - Versão inicial da DLL do mecanismo de depuração.

Além de trazer correções para os jogos como Warframe (via Steam), Mass Effect 1 , The Sims e entre outros. E o ponto mais “curioso”, foi o Battleye aparecer na lista de “correções” do WINE, com a seguinte linha:

Battleye's BEDaisy.sys requires correct KeGetCurrentThread implementation

Mas, nada referente com o funcionamento do Battleye do Windows no Wine, o que possibilitaria jogos como RainbowSix, PUBG e Fortnite por exemplo. E como a empresa falou ao pessoal do GamingOnLinux, “Que só podem suportar o Linux se o jogo tiver uma versão nativa do sistema.”, parece que o pessoal do WINE terá de criar suas próprias soluções.

Mas é um bom sinal ver o pessoal do WINE, CodeWeavers e da Valve tentarem fazer com que o Battleye funcione, visto que a Valve negocia com a EAC, para que ela possa trazer a compatibilidade do anticheat dela para o Protron.

Se você quiser conferir todas as correções de bugs e melhorias nesta versão do WINE, pode conferir neste link.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Linux e a pirataria nos jogos

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Antes de tudo, não estou aqui para afirmar se filosoficamente ou moralmente a pirataria é algo errado ou correto, apenas que conforme as leis vigentes em nosso país (Brasil), a pirataria é crime. Então seguirei essa linha de raciocínio, e deixo expressamente que esse não é o posicionamento do blog Diolinux, sendo inteiramente de minha responsabilidade.

linux-pirataria-jogos-emuladores-steam-opnião

No último Diolinux Friday Show, na qual você pode ouvir em nosso podcast (“Android Apps no Linux Desktop e Linux Gaming chamando atenção”), em determinado momento, afirmei que não é incomum vermos no Brasil os usuários praticando pirataria em jogos, e com utilizadores de Windows frequentemente os jogos são piratas. Não me entenda mal, essa afirmativa não é uma lei absoluta que taxa os usuários como piratas em potencial, apenas o que observo, seja com conhecidos ou clientes.

Linux e seu efeito “incentivar projetos”


E os usuários do Linux, não praticam pirataria em jogos? Sendo direto, sim! (Falo num geral, como anteriormente, não estou dizendo que todo usuário é pirata, interpretação de texto por favor 😁😄😅). Todavia a situação é mais profunda, e curiosa que isso.

Ao que pude perceber dos usuários gamers Linux, mais e mais jogos originais são adquiridos e evitar crackear algo se torna uma “regra”. É curioso notar que a cada promoção Steam, por exemplo, mais jogos são adquiridos de forma legal, e nem sempre o jogador da cabo de todos, algo que também ocorre no mundo Windows, no entanto a prática de crackear softwares é algo bem comum.

Então usuários Linux não "crackeiam" jogos?


Pois bem, a pirataria existe, independente do sistema operacional, e mesmo muitos usuários tendo uma consciência e evitando a pirataria, em alguns casos ela ainda é um meio necessário.

Nossa! Então você está incentivando a pirataria? Não sejamos hipócritas. Quem nos dias atuais não pratica em algum momento a pirataria? Se você é um estudante, saiba que ao tirar xerox dos livros (os professores incentivam e fazem isso, criando apostilas por exemplo), isso é pirataria… Entre outros inúmeros casos, que você sabe que em determinado momento acaba praticando. Então sejamos mais complacentes, e realistas.

Os anti-cheats são um dos principais causadores da pirataria de jogos no Linux, por identificarem o Proton/Wine como uma trapaça, esse método acaba impedindo o jogo em distros Linux. Veja essa matéria, e entenda a fundo essa questão.

Por conta disso, os usuários acabam baixando uma versão crackeada do game para o Windows (que comumente vem sem o anti-cheat), instalando a versão pirata via Wine. Porém a situação seria evitada em grande parte, se esse problema não existisse, pois vários jogadores compram o game original e impossibilitados de jogá-lo de forma legal, adotam o método descrito acima.

Outras maneiras de pirataria de jogos existem no Linux, como jogos piratas distribuídos em Flatpak. Algo extremamente perigoso a segurança do sistema, então curiosos de plantão, cuidado!

E os emuladores?


Falar sobre emulação de jogos é algo delicado e deveras complicado, existem várias nuances e em alguns casos mesmo a fabricante do console ou game, afirmando que é crime, manter uma cópia digital como backup, não é. O “problema” começa quando você não possui o game, e mesmo jogando um título antigo, isso pode ser considerado pirataria. Como citei no início, não quero discutir se pirataria é algo errado ou certo, do ponto de vista filosófico ou moral, afinal tenho minhas convicções e creio que você tenha as suas, apenas quero demonstrar que ela está em nosso cotidiano, indiferente da plataforma ou sistema operacional.

Valorize o que você gosta!


Se existe algo que tento praticar, é valorizar quem ou as coisas que gosto, apoiar projetos é uma maneira de continuá-los e melhor ainda, proporcionar novidades.

Por isso se existe um game, canal no YouTube, programa ou projeto, incentive ele! Compre os jogos que você gosta, dê valor aos responsáveis pelo projeto e caso não tenha uma "graninha" sobrando, espere promoções, a Steam sempre traz ofertas tentadoras de jogos que custam mais de R$100,00 saindo na faixa dos R$20,00.

Essa é uma das formas que mais adquiri jogos via Steam, seja comprando em sites como a Nuuvem ou em promoções Steam, além de acompanhar canais no Telegram que periodicamente compartilham links de jogos em promoção, ou até mesmo de graça.

Faça parte de nossos canais no Telegram, e receba diversos tipos de conteúdos, como eventuais promoções de jogos.


Sei que o assunto é delicado, e que muita gente também possuía essa dúvida se existia pirataria no Linux. E mesmo que você seja contra ou a favor a essa prática, aposto que incentivar os projetos e jogos que você gosta é a melhor escolha, independente de seu ponto de vista, afinal sem contribuição é bem provável que o mesmo acabe, e quem será prejudicado é você.

Acesse nosso fórum Diolinux Plus, e continue essa discussão, lembrando que uma das regras de nosso fórum, é o não compartilhamento de conteúdos ou apologia a pirataria, afinal em terras tupiniquins tal prática é crime. Seja ponderado e dê sua opinião de forma eloquente, seu ponto de vista é bem vindo. Não incentive as pessoas a praticarem pirataria, não imponha seu ponto de vista e nem queira para si essa responsabilidade, deixe que cada um tire sua própria conclusão.

Ufa! O assunto de hoje foi tenso, não? (😁😋😁) Te espero até o próximo post, aqui no blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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CodeWeavers lança o CrossOver 18.5 com base no Wine 4.0

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segunda-feira, 25 de março de 2019

A CodeWeavers é umas das principais patrocinadoras e apoiadoras do projeto Wine, que junto com a Valve, vem trazendo melhorias significativas ao projeto. Agora nesta nova versão do CrossOver, traz melhorias, além de dar um update na versão base do Wine utilizado, agora sendo o WINE 4.0.

 CodeWeavers lança o CrossOver 18.5 com base no Wine 4.0






As novidades apresentadas pelo pessoal da CodeWeavers, além da mudança do Wine 3.14 para o Wine 4.0, trouxe também upgrade no FAudio, que é uma nova implementação do XAudio2, com isso trazendo mais compatibilidade com os jogos. Também trouxe correções de bugs relacionados ao Microsoft Office 2010, com uma grande maioria sendo com a ativação do mesmo. Que na versão 17.x do CrossOver, os usuários estavam tendo problemas.

Trouxeram nesta nova versão do CrossOver, suporte às versões mais recentes do Office 365 e também corrigindo um bug na hora de fazer login na versão Home do Office 365.

O anúncio foi feito pela Hana Pagel, do Staff do projeto. Você pode conferir a nota de lançamento neste link.

Falando no WINE 4.0 …

Como o CrossOver mudou a base e agora indo para o WINE 4.0, vamos listar algumas melhorias implementadas nesta nova versão do Stable dele, as novidades foram:

- O Multi-Threaded Command Stream está habilitado por default.

- Suporte inicial para o Direct3D 12, que tem suporte para a lib vkd3d do Vulkan;

- Suporte para texturas 1D;

- Implementação completa do driver com Vulkan, usando bibliotecas dele no X11 do host.

- Interfaces do Direct2D foram atualizadas para a versão 1.2;

Para conferir todos os detalhes, acesse o link deles.

Continue a discussão sobre o Wine, Proton e afins no nosso fórum"

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Você realmente precisa do Windows?

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Algo que sempre ocorre, seja em cursos, grupos ou até mesmo em alguns casos em faculdades, é o Windows como único meio de uso, porém muitos usuários estão na plataforma da Microsoft por desconhecer alternativas, não me julgue mal, de forma alguma creio que o Windows é um “lixo” ou qualquer coisa do tipo, apenas que nem todo mundo precisa dele.


Já prevejo nos comentários vários usuários que não entendem que por indicar uma outra solução, não signifique que o Windows seja ruim, caso veja esse tipo de comentário simplesmente ignore, sua vida será mais feliz (😁😁😁), ressalvas feitas, vamos ao que interessa. 

O uso de sistemas operacionais para utilizadores comuns, praticamente é resumido em navegação na web, consumo de multimídia e criação de documentos, isso quando a pessoa utiliza alguma suite office, outro aspecto interessante, é cada vez mais a não dependência de aplicações Microsoft. 

É comum ver o VLC Player instalado para reproduzir os vídeos, navegadores como Google Chrome e Firefox, para navegação web, entre outras aplicações de terceiros no cotidiano de um user Windows, e destas ferramentas boa parte são encontradas no Linux ou macOS.

Eis um ponto importante, utilizamos na maior parte do tempo aplicações e o SO em si é “subutilizado”, ao trocar uma máquina com Windows e por uma distro Linux, estilo Kubuntu ou Linux Mint, verá que para uma pessoa não familiarizada com tecnologia, o sistema será irrelevante, no final das contas o que fará a diferença é um atalho do seu browser favorito. Faça o teste, é muito engraçado ver as reações, mostre uma distro com KDE e diga ser o novo Windows, depois dos inúmeros elogios (que certamente a pessoa dirá), revele a verdade, recomendo muito essa brincadeira. 😁😋😅

Nem todo usuário usa Photoshop!


Sejamos sinceros, quantas pessoas você conhece que utilizam Photoshop, After Effects, Premiere, AutoCad, Corel Draw, Vegas, e quaisquer outras ferramentas de uso profissional específico, mas que sempre estão em comparativos dizendo que Linux não é bom porque atualmente não as possui. Chega a ser hilário afirmar que por não possuir tais aplicações o Linux não serve para o usuário comum. A única “real barreira” que vejo, é a suíte office da Microsoft, todavia alternativas de visual parecido existem, e isso pode ser um facilitador ao migrar para uma nova solução.

Se você usa algum desses softwares, e não está disposto a migrar para alternativas ou quem sabe é impossibilitado, talvez o Linux não seja a melhor solução em seu caso, e não existe nada de errado em afirmar isso, o problema é achar que para ser um designer, editor, desenhista etc; O Photoshop é obrigatório, e soluções como Krita, Gimp não são para uso profissional, tal argumento é tão infundado que profissionais utilizam ferramentas livres para seus trabalhos, e para não ficar apenas em meras palavras, veja com seus próprios olhos um baita exemplo, “O Jedi do Gimp” Elias de Carvalho Silveira.


Um “gamer de verdade” só usa Windows!


Gosta de jogos? Eu adoro! Mas espera aí, sou usuário Linux, logo não posso jogar. Geralmente brinco com meus amigos, quando eles estão jogando algum game no Linux, e sempre solto a frase: “Mas Linux não tem jogos”, e conforme o mesmo argumento de “Linux não tem Photoshop, logo não é para usuário comum”, ocorre no lado gamer.

Jogos no sistema do pinguim não faltam, só de nativos Steam, são mais de 3 mil jogos e com o advento do Steam Play, outros 4100 dos 6957 testados até o momento, acrescentam a lista e o número só não é maior, pois os anti-cheats estão dificultando o funcionamento de alguns jogos, entretanto se no passado era fácil citar vários títulos indisponíveis no Linux, a realidade se tornou a oposta, e antes que alguns pensem: “Joguinhos de navegador qualquer um roda”, me diga se Devil May Cry 5, Warframe, Dragon Ball Fighter Z, PES 2019, GTA 5 e Overwatch são “joguinhos de navegador?”. 😁😁😁

Nos comparativos apenas a Steam é listada como a única forma de jogar no Linux, porém através do Lutris vários títulos da Origin, Uplay, Battlenet e Epic Store, funcionarão, além de emuladores de vídeo games, e mais ainda, confira 7 sites/lojas (além da Steam) para encontrar games para Linux.

Você pode acompanhar nossas lives na Twitch.tv, e ver o desempenho dos games no Linux, algo interessante e que muitos não sabem, é como otimizar e potencializar sua distro Linux para jogos, obtendo o máximo de proveito da plataforma. Os jogos tem um papel tão importante que estão mudando o Linux (no bom sentido, claro 😜).


Então Linux é para todos os tipos de jogadores? Depende, pode ser que algum jogo específico não esteja disponível, seja por “birra” do anti-cheat ou alguma incompatibilidade, é sempre bom conferir no site ProtonDB e ver quais jogos funcionam, e se não funcionar, neste caso o Linux não será a melhor escolha para ti, no entanto isso não desqualifica toda uma plataforma.

Seguir canais especializados em tutoriais voltados a jogos, é uma boa sacada, alguns exemplos com diversos tutoriais para Steam Play, Proton, Wine, Lutris, PlayOnLinux são: Tuxter Games, Livre Software, MADRUGUEDS, e em nosso canal Diolinux também existe muito conteúdo voltado à games.

Pensando no futuro, não apenas no agora


Uma boa prática que pode proporcionar maior liberdade para você, é dar preferência a softwares multiplataforma, que não dependa de um único sistema, os seus programas sempre estarão disponíveis. Anteriormente mencionei que as aplicações têm maior peso em nossas experiências, pensando no futuro, não serão mais necessárias grandes adaptações e não importando o sistema, seja Windows, macOS ou Linux.

Coloque numa balança, o quanto você realmente precisa do Windows, pratique essa ideia de priorizar programas disponíveis em ambas plataformas, vá migrando de aplicativos, caso esteja em dúvida, eis uma lista para iniciar tal mudança, garanto que não ser dependente de apenas um sistema operacional é algo libertador.

“Windows é ruim e o Linux perfeito”


“O Windows é um sistema todo bugado e o Linux perfeito em todos os aspectos”, infelizmente muitos pensam assim, outros julgam o Windows como “a perfeição em forma de sistema” e o Linux “algo inútil”, ambos estão tremendamente equivocados.

Bem como já falei aqui no blog, no post sobre o Windows 7 e o fim de seu suporte, o projeto Diolinux tem um compromisso com a veracidade dos fatos, e nenhum sistema é perfeito, e algumas situações podem fazê-lo desistir de migrar para Linux, e uma delas pode ser a ideia de grande parte da comunidade, que eventualmente tecem críticas ásperas, e nem sempre são baseadas em termos técnicos, ou que respeitam a escolha e liberdade do próximo.


Resumindo, para usuários de perfil comum que acessam o Facebook ou basicamente utilizam a internet, não precisam obrigatoriamente do Windows, já em outros casos, como abordei logo acima, sua utilização não é uma regra, usamos na maioria esmagadora do tempo as aplicações, como na brincadeira do “Windows KDE”, muitos usuários nem saberiam a diferença.

Ter um sistema que proporcione segurança, robustez e horas economizadas com desfragmentação ou preocupações com pragas virtuais, pode ser uma ótima escolha, e diversas pessoas estão dando uma chance ao Linux. Tenha em mente que a maneira mais inteligente é ter a disposição suas aplicações indiferente do sistema operacional, ao seu alcance em qualquer ocasião.

Reveja se existe algo que lhe prende em algum sistema, experimente ser livre, permita-se descobrir novas coisas, e aprender com os erros, abra a sua mente e promova coisas boas sem ofender ninguém impondo seu ponto de vista.

Espero que tenha ficado claro que existem opções, e que o Windows nem sempre é necessário, apenas fomos condicionados durante nossas vidas no mundo da informática.

E você, tem alguma aplicação que lhe impede de usar outro sistema? Sempre quando vejo esses comparativos, o Photoshop é citado de boca cheia, o engraçado que em todos esses anos trabalhando com manutenção de computadores, se instalei 5 vezes esse tipo de software para algum cliente, foi muito (😁😅😂), não estou dizendo que ninguém os utilizam, apenas que não é a regra.

Te espero no próximo post, sejam educados e complacentes com a opinião alheia, e não se esqueça de compartilhar as postagens do blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE!

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Gamehub, una várias plataformas em uma única biblioteca!

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Os “gamers Linux” já estão familiarizados com as plataformas de jogos como Steam, itch.io e softwares que possibilitam a jogatina de games não nativos, a exemplos o PlayOnLinux e o Lutris, sem falar dos inúmeros emuladores. Pois bem, a aplicação GameHub tem uma proposta semelhante a do famoso Lutris, agregar seus diferentes jogos em um só lugar.

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Desenvolvido em GTK 3 e Vala, o GameHub pretende organizar a sua biblioteca de jogos, deixando todos (ou maior parte) em um único programa, como dito acima, o software lembra bastante o Lutris, com ele você poderá agregar games de diversas plataformas como: Steam, GoG, Humblebundle, emuladores pelo Retroarch e jogos via Wine e Proton.

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Opções de instalação do GameHub em seu sistema


Existem diversas maneiras de se obter o programa, tanto via deb, Snap, Flatpak e AppImage. Em meus testes particulares o arquivo baixado em “.deb” não se saiu muito bem, ocorrendo inúmeros erros, na qual alguns pesquisei e achei a solução e outros nem cheguei a procurar, pois pensei “Não vou indicar algo que dê tanto problema assim”, então descartei essa opção. 

Outro que não obtive sucesso foi sua versão em AppImage, que apresentou os mesmos problemas do “.deb”, já os com formatos Snap e Flatpak, não tive tantos bugs.

Tenha em mente que o GameHub é um software em desenvolvimento, e bugs são esperados..

Então fique a vontade para testar a versão em DEB, na página do Github da aplicação, existe todo passo a passo para instalar o PPA, outra possibilidade é baixar o AppImage, DEB ou Flatpak, porém focarei no Snap e Flatpak. E qual o melhor formato? Essa dúvida cruel respondemos em outro post, confira.

Instalando o GameHub via Snap


Caso não tenha o Snap configurado em sua distro, aprenda como proceder neste post que fizemos com todo carinho, se está utilizando o Ubuntu 18.04 em diante, o mesmo já vem habilitado.

Você pode instalar o GameHub via terminal com o comando:

sudo snap install gamehub-fenriswolf --edge

Removendo o GameHub via terminal:

sudo snap remove gamehub-fenriswolf

Se preferir fazer via interface, abra a loja do Ubuntu, pesquise por “gamehub-fenriswolf” e instale o software.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu-snap-loja

Por ser um software em desenvolvimento erros podem ocorrer, por exemplo quando testei o mesmo alguns meses atrás, sua versão em snap não exibia o ícone no menu do sistema, e ao executá-lo via terminal, o app não iniciava.

Instalando o GameHub via Flatpak



Assim coma a opção em Snap, o GameHub em Flatpak pode ser instalado tanto via terminal ou pela loja, a escolha fica ao seu cargo.

Primeiro temos que baixar o arquivo “.flatpak”, porém tem uma ressalva, sempre verifique a versão e nome do arquivo, e adapte o comando. 

Por exemplo, a versão que efetuei os testes era a “0.13.1-31.dev” de nome “GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak”, logo supondo que existe uma nova versão do app, você acrescentaria tais informações no comando depois de “wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/”.

wget https://github.com/tkashkin/GameHub/releases/download/0.13.1-31-dev/GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

O download será feito no diretório que você abrir o terminal, por default é na sua home.

Agora instale o programa (substitua pelo nome do pacote que você baixou):

flatpak install GameHub-bionic-0.13.1-31-dev-ac109bf.flatpak

Se desejar remover a aplicação:

flatpak remove com.github.tkashkin.gamehub/x86_64/master 

Para instalar o GameHub, através da loja, baixe o programa por este link (as outras versões em DEB e AppImage, também encontra-se no link).

Dê dois cliques sobre o flatpak e instale via loja, se por algum motivo não consiga desta maneira, tente com o comando anterior.

gamehub-steam-gog-humblebundle-retroarch-games-linux-ubuntu

Seus jogos num único lugar!


Alternativas são sempre bem vindas, contudo no tempo que testei o GameHub, notei que nem sempre seu modo de configurar é tão intuitivo como no Lutris, a seção de emuladores é confusa, a usabilidade deve ser lapidada e sua proposta de unificar as plataformas não é empregada da melhor forma, erros ao logar com minha conta Steam também ocorreram, outro ponto são os inúmeros bugs ao tentar instalar ou executar o software, em seu estado atual, creio que seja válido seu teste para apoiar o projeto ou curiosidade, entretanto alternativas como o POL ou Lutris, estão mais maduras e confiáveis.

E você obteve boas experiências com o GameHub? Houve alguma dificuldade na instalação ou configuração do software? Deixe nos comentários sua opinião, e diga se prefere o Lutris, PlayOnLinux ou qualquer outra alternativa.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Jogos e os anti-cheats no Linux

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Há 6 anos a Valve lançou seu cliente Steam para Linux, desde então a plataforma veio ganhando notoriedade no quesito games, e aos poucos várias distribuidoras começaram a portar ou lançar jogos nativos para o sistema do pinguim, porém é visível a diferença de títulos disponíveis no Linux, comparado ao Windows, que tem anos e anos no mercado de jogos. E a ausência de outras plataformas de games como a Origin da EA Games, alvo de críticas de diversos players, quando o assunto é “Linux + Games”.

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Em 2018 a Valve surpreendeu os gamers Linux, com seu projeto Steam Play, utilizando uma solução conhecida pela comunidade Linux, o Wine. A Valve criou um fork do Wine criando o Proton, que não faz o papel de um emulador (muitos acreditam que o Wine emula jogos do Windows, e isso não é verdade), o Proton é uma ferramenta implementada no cliente Steam Linux, que dá a oportunidade de executar games nativos do Windows em sistemas operacionais baseados em Linux, ele age como uma camada que traduz para o sistema a instrução que foi projetada para o Windows, adaptando a realidade e comportamento do Linux. 

O Proton faz uso do Vulkan para rodar os games Windows, que valem-se do DirectX 11 e 12 para funcionar, possuindo diversos parâmetros para forçar a utilização inclusive do OpenGL, caso o jogo utilize o DirectX 9. Saiba mais sobre  neste post que fizemos, detalhando o uso de tais opções. É interessante ressaltar que já existem projetos para fazer com que games que usam nativamente o DX9 também possam usar o Vulkan no Linux.

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“O maior vilão do Proton”


Com a facilidade de instalar jogos voltados ao Windows no Linux, o Steam Play rapidamente caiu nas graças dos usuários, e a lista de jogos em sistemas baseados em Linux, teve um crescimento exponencial do dia para a noite, literalmente, porém um vilão já conhecido por utilizadores de programas como: PlayOnLinux, Lutris etc; vem atrapalhando o funcionamento de diversos títulos famosos como: Fortnite e PUBG, são os softwares conhecidos como: “anti-trapaças”, os famosos anti-cheats, que normalmente reconhecem o Wine e agora o Proton, como programas maliciosos, com a intenção de obter vantagens, e trapacear nas partidas. 

Sempre especulei (HenriqueAD) que a Valve não lançaria um projeto tão importante e audacioso como o Steam Play, sem uma pesquisa de mercado ou um método para os anti-cheats reconhecessem o Proton não como um trapaceador, e sim como um recurso.

E como isso seria possível? Firmando parcerias com empresas especializadas em anti-trapaças, e parece que isso está se tornando realidade, pois um usuário do Reddit conseguiu entrar em contato com a equipe de desenvolvimento de um dos maiores e mais utilizados anti-cheats da atualidades, o Easy Anti-Cheat, e segundo ele, a Valve e a EAC estariam trabalhando para o suporte do Proton, possibilitando o funcionamento em jogos que usam essa solução.

Um fato curioso é que a Valve está contratando novos engenheiros de software para trabalhar com o SteamOS, será que tais desenvolvedores serão aplicados nos esforços desta parceria entre EAC e Valve?

OK, tem Steam para Linux, mas e a Origin?


Nem só de Steam viverá o gamer Linux”, e isso é uma realidade, mesmo não possuindo no momento um cliente nativo Origin, alternativas como o já citado Lutris, possibilitam em alguns casos a execução de títulos da EA, porém o anti-cheat persegue até nestes momentos e pode “acabar com a festa”.

Uma das vantagens de um software ser Open Source, é a possibilidade de sua utilização em outros projetos, e isso não é diferente com o Proton, que além de funcionar no Steam Play, pode ser utilizado no Lutris, recebendo todas as vantagens, e caso a parceria em desenvolvimento mútuo da Valve e EAC vá adiante, até mesmos títulos da EA Games poderão se beneficiar de tal implementação.

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E se a EA Games estivesse trabalhando em uma versão nativa de seu cliente Origin para Linux? Essa é outra possibilidade, recentemente uma discussão no Reddit entre usuários do site, levantou indícios que algo assim possa se concretizar em um futuro não tão distante.

Alguns usuários postaram suas experiências ao entrar em contato com o suporte da EA, questionando se existiria a possibilidade de uma versão Linux da Origin, e em meio a tantas respostas algumas foram positivas e outras negativas, houve um compartilhamento de um print, dessas supostas afirmações por parte dos atendentes.

Quando questionado sobre uma possível versão Origin para Linux, o suposto atendente da EA diz que tal projeto é uma prioridade e está em fase final de testes, podendo em qualquer momento ser liberado ao público. 

“So as i have checked the work in progress list that we are currently working on. This is on the priority, so you can expect it anytime very soon, As of now the work is being done on it to enhance the experience and its is almost completing stage.”

O usuário questiona se existiria uma data prevista para o lançamento, porém a única resposta foi que por não participar da equipe de desenvolvimento uma data não poderia ser repassada, mas que existia a garantia de estar nos estágios finais do desenvolvimento.

“As I am not in the developer team, I won’t be giving a estimate time but I can tell you that its almost in completing stage.”


Se tais informações forem reais, a comunidade de gamers Linux, receberá mais títulos e facilidades ao desfrutar de games na plataforma, e possivelmente novos players poderão jogar com maior comodidade e com a segurança de um suporte oficial pelas empresas.

E você, também joga no Linux? Deixe nos comentários suas experiências durante suas jogatinas no sistema do pinguim.

Até o próximo post, te aguardo, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Lutris lança nova versão do aplicativo e novo site também

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

E 2019 começa “on fire” para os Linux Gamers. A equipe do Lutris lançou nesta Sexta-feira duas novidades muito boas para o seu portfólio. Reformulação do site e uma versão novinha em folha do aplicativo, chegando na versão 0.5.0.

 Lutris lança nova versão do aplicativo e novo site também







A primeira grande novidade trazida pelo pessoal do Lutris é a reformulação do seu site, o lutris.net. A nova versão conta com um carrossel dos jogos populares que já rodam, como LOL, OverWatch, The Witcher 3 , Warframe e WoW como exemplos. Agora o site está ainda mais intuitivo para quem está chegando ao mundo de jogos no Linux, ficando “na cara” os jogos mais populares que funcionam na plataforma. Isso vai ajudar e muito na propagação da ferramenta e na quebra do mito de que “Linux não tem jogos”.



A segunda mudança é a repaginação visual e mudança completa do aplicativo, facilitando para quem precisa instalar o seu jogo preferido.

Nessa nova versão, você tem mais opções de configurações com a maioria das opções sendo no sistemas de chaves (on/off), além da integração ao Game Mode da Feral (se assim ele estiver instalado) e também quando estiver ativado o modo Optimus para notebooks híbridos que tem placas Nvidia.



Outra coisa que agora ficou fácil para configurar, é qual versão do Wine usar, se vai usar ESYNC ou não, versão do DXVK e por aí vai. Agora a configuração fica ao alcance de um clique.



E por último e não menos importante, a “home” do Lutris também teve uma reformulação e agora está muito mais organizada. Agora você pode configurar separadamente cada game ou loja de jogos, podendo abrir um “terminal” para ver como “ a mágica funciona”. Isso é muito bom e ajuda na hora de reportar o bugs (debugar) para os devs e assim melhorar mais ainda o aplicativo.



Para instalar o Lutris você de várias formas:

1ª Forma: Instalando via terminal, você pode ver o método indicado por eles neste link;

2ª Forma: Baixando do repositório hospedado no site do openSUSE, você pode baixar através deste link;

3ª Forma: Baixando diretamente do GitHub, onde tem o .deb (base Debian) e o código fonte para as outras distros. Basta acessar este link.

Nós diga aí nos comentários o que você achou dessas novidades do projeto Lutris e o que você espera dele.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Wine 4.0 tem a sua versão final lançada e traz muitas novidades

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A espera finalmente acabou e o WINE 4.0 Stable está no meio de nós, podendo ser utilizado nas mais diversas aplicações, desde a instalação de programas, até os jogos via Lutris e muito em breve também chegará ao projeto Proton da Valve, que se baseia no WINE.

 Wine 4.0 tem a sua versão final lançada e traz muitas novidades






Depois de um ano após o lançamento da versão Stable 3.0, eis que a nova Stable é lançada, e chegando na versão 4.0 traz várias melhorias e ajustes que podem ser utilizados nos mais diversos projetos, como já citamos.

Em comunicado oficial no site, a equipe do Wine faz o seguinte pronunciamento:

“A equipe do Wine tem o orgulho de anunciar que o lançamento do Wine 4.0 Stable
está disponível.

Este lançamento representa um ano de esforços no desenvolvimento e mais de 6.000
mudanças individuais. “

As melhorias e novidades apresentadas foram:

  -  Suporte Vulkan;
  - Suporte inicial para o Direct3D 12, precisando da lib vkd3d e uma GPU com suporte ao Vulkan;
  -  Suporte para joysticks e controles melhorado;.
  -  Suporte a High-DPI no Android;
  -  Multi-Threaded Command Stream habilitado por padrão;
  -  Suporte para texturas 2D e 3D usando o S3TC-compressed;
  -  Mais recursos implementados para o Direct3D 10 e 11.

A lista de implementações é enorme e você pode conferir ela completinha no site oficial do WineHQ. Aqui só listamos algumas das mais importantes.

Com a chegada da versão 4.0, muitos jogos poderão ter a performance melhorada e assim rodarem muito mais fluidos no Linux, assim como fazer com que muitos outros que não rodavam passem a funcionar. A cada versão lançada do WINE o “gargalo” de desempenho vai caindo cada vez mais, além disso, a tão aguardada chegada do Kernel 5.0 pode dar mais um “up” nesse cenário também.

Outro ponto muito positivo é que com a chegada dessas melhorias, não é somente os jogos que  vão se beneficiar, mas também os programas que as pessoas precisam e que não tenham uma versão nativa para Linux (ou para macOS, afinal o Wine roda nele também) ou não tem uma alternativa que substitua para aquela tarefa.

A nova versão do WINE estável deve chegar em breve nas distribuições, mas se você quiser tentar instalar por conta própria, pode seguir o tutorial do pessoal do WineHQ. Só preste muito atenção nos comandos que estiver executando, pois qualquer falta de atenção pode bagunçar o seu sistema. 

Particularmente, prefiro esperar que os projetos adicionem a tecnologia do Wine aos seus projetos, especialmente o Lutris e o Proton ao invés de fazer por conta própria, mas isso é algo pessoal.

Espero você até o próximo post, forte abraço.

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Como instalar Yu-Gi-Oh! Duel Links (PC) no Linux via Steam Play

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Duel links é o atual popular título da Konami da franquia milionária Yu-Gi-Oh! O game vem fazendo muito sucesso, sendo lançado primeiramente para dispositivos móveis, tendo mais de 10 milhões de downloads na Google Play, posteriormente chegando aos PCs pela Steam, onde é gratuito e disponibilizado para Windows originalmente, mas graças ao Proton e ao Steam Play você pode jogar no Linux como se fosse um game nativo.

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O procedimento para fazer a instalação é realmente simples, porém, é necessário fazer um pequeno ajuste para rodar o jogo perfeitamente. Primeiro eu vou te explicar como fazer a instalação, depois eu te explico o porque da instalação precisar ser feita dessa forma.

Como fazer a instalação do Duel Links no Linux


Existe aqui um pequeno passo a passo, sendo que alguns destes passos não são necessários caso você já utilize o Steam Play com o Proton para outros games.

1 - Nas configurações do seu cliente Steam, ative a compatibilidade com o Steam Play

Temos um artigo aqui no blog explicando o passo a passo para habilitar a ferramenta, com dois ou três cliques você consegue ativar a funcionalidade, basta conferir aqui. Se você já tem o Steam Play ativado, esse passo pode ser desconsiderado.

2 - Faça o download do Game

O Duel Links é um game bem pequeno no seu download inicial, mal chegando aos 100 MB de tamanho, ainda que requeira até 4GB de espaço em disco caso você queira baixar as imagens das cartas em alta resolução. Procure pelo game na Steam e instale normalmente, mas não clique em jogar ainda.

Em tese, isso deveria ser o suficiente, ou seja, é o mesmo processo que você faria no Windows, entretanto, o Duel Links necessita do Net Framework 4.5 para rodar, no Windows o game considera que essa dependência já está instalada, pois geralmente está (caso não esteja, mesmo no Windows, você precisará instalar), já no Linux, obviamente ela não está instalada, por se tratar de um componente Windows.

O jogo precisa também do DirectX, do VCrun, entre outras dependências, porém estas são instaladas ao clicar em "jogar" ou "play" pela primeira vez, como a maior parte dos games. Como você deve estar imaginando, a grande questão aqui é instalar o Net Framework 4.5 no Steam Play, no prefixo do Proton do Duel Links.

Eu sei, até soa meio complicado, mas não é, vai por mim.

3 - Instale o Winetricks

Vamos precisar do Winetricks para instalar esse complemento, além de ter o próprio Wine instalado para evitar estes problemas, precisamos dos seguintes pacotes:
  • wine64 
  • wine32-preloader 
  • winetricks
Você pode procurar por eles no seu gerenciador de pacotes ou loja de aplicativos e instalar um por um, no caso do Ubuntu, com a GNOME Software como loja, esse tipo de pacote não é encontrado, então você pode usar o Synaptic para isso, já no Linux Mint, você tem esse recurso através da loja do sistema.

WINE-LINUX-INSTALL
Gerenciador de pacotes do Linux Mint
Caso você use outra distribuição, consulte o gerenciador de pacotes da sua distro e procure pelos pacotes mencionados. Caso você use Ubuntu ou Linux Mint, é possível instalar todos os pacotes com um comando único no terminal:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y
O próximo passo é instalar, via Winetricks, o pacote dotnet4.5, que referencia o Netframework 4.5.

Para fazer isso, o Winetricks pode ser aberto pelo menu, ele é uma aplicação gráfica, porém, atente-se para escolher o diretório onde o game (Duel Links) está instalado, originalmente no Steam Play ele fica nesse diretório:

home/dionatan/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx

Onde o nome dionatan deve ser substituído pelo nome do seu usuário, selecionando a opção de instalar complementos e adicionando o DotNet4.5, entretanto, eu acho mais fácil rodar outro comando simples que vai fazer todo o processo por você:
WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Não sei se você percebeu, mas se você quiser fazer tudo de uma vez pelo terminal, algo quase mágico que o Linux proporciona, você pode instalar os programas necessários e "aplicar o patch" no jogo copiando e colando este único comando no terminal, tudo de uma vez:
sudo apt install wine64 wine32-preloader winetricks -y && WINEPREFIX=/home/$USER/.steam/steam/steamapps/compatdata/601510/pfx winetricks dotnet45
Simples e rápido.

4 - Agora é só jogar! 

Com este pequeno ajuste é possível jogar o game normalmente, basta clicar em "Play" ou "Jogar", aguardar a instalação daqueles componentes que o jogo precisa e logar com a sua conta. O ideal é ter a sua conta atrelada ao perfil da Konami para poder recuperar os seus decks do game que você joga no Smartphone.

Seguem algumas telas do game rodando no Linux Mint 19.1:

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Linux Mint Duel Links

Como melhorar a situação?


O game roda perfeitamente bem, sem travamentos, engasgos ou qualquer outra coisa, porém, sabemos que ele não é um primor de porte. Parece que Konami simplesmente jogou o Duel Links dentro do Unity 3D e exportou para PC, e não se preocupou nem em adicionar todas as dependências que o jogo precisa para instalação na primeira "run" do jogo.


Felizmente rodar ele no Linux, apesar do ajuste, hoje em dia é muito simples, mas poderia ser ainda mais, caso esse passo fosse desnecessário, e é aí que você entra. Fale com a Konami no Twitter, mande e-mails e peça pela simples inclusão desse pacote no instalador do jogo, provavelmente até quem joga no Windows vai se beneficiar.

Até a próxima e que o coração das cartas esteja com você!
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