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Como instalar o WineHQ no Ubuntu de forma correta

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sábado, 31 de agosto de 2019

Há um tempo, fiz um tutorial de como preparar o seu Ubuntu ou Mint para jogar, nele ensinei como instalar o Wine que está no repositório do Ubuntu e do Mint. Hoje vou ensinar como instalar o WineHQ, direto da “fonte”.

Como instalar o Wine no Ubuntu de forma correta






Antes de prosseguirmos, vamos reforçar mais uma vez, que o Wine não é um emulador, tanto que Wine é um acrônico de “Wine Is Not an Emulator". Feito isso vamos ao tutorial.

Primeiro vamos acessar o site winehq.org e ir na sessão Download.



Depois vamos para a sessão referente ao Ubuntu.



Bom, agora vamos precisar fazer alguns ajustes para depois começarmos a instalar o WineHQ. Primeiro vamos instalar o pacote libfaudio0 que a partir da versão 4.5 do Wine, é uma dependência essencial para o aplicativo.

Para instalar no Ubuntu 18.04.3 ou Mint 19.x, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.07-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui

Recomendamos salvar em pastas que você tenha acesso, como a pasta Downloads, que para acessar via terminal seria assim:


Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/amd64/libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_18.04/i386/libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb

Agora vamos instalar, com o seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.07-0~bionic_amd64.deb libfaudio0_19.07-0~bionic_i386.deb
Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install

Para instalar no Ubuntu 19.04, você vai utilizar esses dois comandos no Terminal, um para a versão de 64 bits (AMD64) e o outro de 32 bits (i386). No momento a versão da lib é a 19.08-0, mas pode mudar, então é bom sempre ficar de olho aqui.

Aí dentro da pasta, você roda os seguintes comandos para baixar:

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/i386/libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

wget https://download.opensuse.org/repositories/Emulators:/Wine:/Debian/xUbuntu_19.04/amd64/libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb

Agora vamos instalar, com seguinte comando:

sudo dpkg -i libfaudio0_19.08-0~disco_amd64.deb libfaudio0_19.08-0~disco_i386.deb

Se tiver algum problema, é só rodar o comando:

sudo apt --fix-broken install
Agora vamos adicionar o suporte para 32 bits se o seu sistema for de 64 bits (que muito provavelmente é). Basta rodar esse comando:

sudo dpkg --add-architecture i386

Vamos adicionar o repositório e a key (chave):

wget -nc https://dl.winehq.org/wine-builds/winehq.key

sudo apt-key add winehq.key

Feito esses procedimentos, vamos adicionar o repositório.

Para Ubuntu 18.04.3 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ bionic main'

Para Ubuntu 19.04 : sudo apt-add-repository 'deb https://dl.winehq.org/wine-builds/ubuntu/ disco main'

Se tudo ocorreu dentro dos conformes e sem erros, vamos dar aquela atualizada: sudo apt update

 Agora instalando o WineHQ


No repositório deles, tem 3 versões do Wine, sendo: Stable branch, Development branch e Staging branch. Para instalar eles é bem fácil, basta escolher o comando respectivo para cada versão.

sudo apt install --install-recommends winehq-stable -y

sudo apt install --install-recommends winehq-devel -y

sudo apt install --install-recommends winehq-staging -y

Aí é só esperar a instalação completar e desfrutar o Wine direto da “adega” 😂. Para aqueles que jogam games do Windows no Linux, a recomendação é usar o WineHQ Staging.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Emulador de Nintendo Wii U no Linux

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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O Nintendo Wii U não foi um super campeão de vendas da Nintendo, não caindo nas graças do povão. No entanto, a plataforma possui jogos incríveis, e você dono de um Wii U sabe muito bem de quais games estou falando (😋️😋️😋️). Se por algum motivo você quer se divertir jogando os títulos de Wii U em seu computador, especificamente no Linux, eis como proceder.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint-deepin

Atualmente existem dois emuladores de Nintendo Wii U, o Decaf-emu e o Cemu. Sendo o primeiro software livre e o segundo proprietário. No momento apenas o Decaf-emu possui versão nativa para Linux, porém, o Cemu pode ser executado facilmente no sistema do pinguim. Vamos demonstrar a instalação deste emulador no Linux.

Alguns podem fazer a seguinte pergunta: “Porque não indicar o Decaf-emu?”. O Decaf-emu parece ser promissor, mas sua performance ainda não é comparável a do Cemu e o emulador sofre de alguns problemas. Uma curiosidade é que alguns desenvolvedores do Cemu “trocam figurinhas” com o pessoal do Decaf-emu, de modo a amadurecer o projeto e auxiliar em seu desenvolvimento. Outro ponto interessante é a adoção do Vulkan que está há algum tempo sendo implementada e testada no Decaf-emu, algo que acabou refletindo no Cemu. 

Os desenvolvedores do Cemu passaram a estudar a implementação do Vulkan, e já foi lançada uma versão exclusiva para apoiadores do projeto, que contribuem com 5 dólares via Patreon, com o desenvolvimento inicial utilizando a API. Um passo importantíssimo para usuários de GPU AMD no Windows (que não possuem uma performance equivalente, comparado à GPUs NVidia no sistema da Microsoft), e quem sabe acabe refletindo para os usuários Linux. Os desenvolvedores do Cemu já demonstraram interesse para disponibilizarem seu emulador para Linux, porém, afirmavam que o projeto ainda não estava maduro suficientemente para tal empreitada. Com a implementação do Vulkan, sendo uma alternativa ao OpenGL, quem sabe os testes para Linux estejam se aproximando (não custa nada sonhar 😁️😁️😁️). Enquanto isso, irei demonstrar a instalação da versão para Windows.

Cemu via Lutris


Existem diversas maneiras de se utilizar o Cemu no Linux, uma das mais práticas é via Lutris. Obviamente, por ser uma aplicação destinada ao Windows, teremos que instalar o Wine (responsável por executar programas desenvolvidos para o sistema da MS).


Com tudo configurado, e com o Lutris instalado, abra o Lutris e em sua caixa de pesquisa digite: “Cemu” e clique em “Search Lutris.net” (para pesquisar no site da aplicação). Não se assuste se o resultado não for de imediato, aguarde alguns segundinhos.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint

Selecione o Cemu, depois clique no botão “Install” e aguarde todo processo.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint

Outro modo, é abrindo diretamente em seu navegador o site do Lutris, pesquisar pelo Cemu ou acessar diretamente por este link, e clicar no botão “Install”.

nintendo-wiiu-emulador-decaf-cemu-windows-linux-wine-pol-playonlinux-lutris-ubuntu-mint

Uma janela abrirá, perguntando se quer executar aquela requisição via Lutris, clique em “Abrir Link” e no Lutris instale o emulador.

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Agora o Cemu já estará instalado em seu sistema e com o adicional do Cemu Hook, um complemento que auxilia na execução dos jogos. Mas, nem sempre o script de instalação do Lutris acompanha as últimas versões do emulador, entretanto, não se preocupe. Podemos contornar esse “probleminha”, facilmente. Conforme você pode observar no link da página do Cemu no Lutris, que deixei logo acima, perceberá que existem duas versões disponíveis do emulador (Cemu 1.15.8 e Cemu 1.15.11). Indo no site do Cemu, a última versão para download é a 15.11.12b (16/08//2019).

O que fazer? Baixe a última versão do site, descompacte o arquivo. Copie o conteúdo e substitua pelo emulador do Lutris. Para acessar os arquivos do Cemu via Lutris, clique sobre o ícone do Cemu no Lutris com o botão direito do mouse e vá à opção “Browse files”. O diretório será aberto em gerenciador de arquivos. Substitua os arquivos pelos que baixou do site do Lutris. A cada nova versão, repita o procedimento.

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Lembrando que devido à instalação do Cemu via Lutris, o Cemu Hook continuará habilitado. Não precisa renomear os diretórios ou algo do tipo.

Em meu canal (OSistemático) demonstrei como efetuar a instalação do Cemu + Cemu Hook via PlayOnLinux. No entanto, a forma demonstrada via Lutris é muito prática e economiza diversos passos. Se por algum motivo prefere via POL, veja o vídeo abaixo (também demonstro as configurações do Cemu).


O Cemu é um emulador fantástico, mas os jogos de Wii U exigem um hardware voltado a jogos. Claro, que você poderá testar em sua máquina. A critério de comparativo, o Super Smash Bros é executado em 60fps (com pequenas quedas) em uma APU AMD A10 7890k no Ubuntu 18.04 (GNOME), sem placa de vídeo dedicada. Alguns ajustes podem ser feitos para melhor performance de cada título em particular, na internet existem inúmeros vídeos demonstrando o passo a passo.

Conforme os requisitos do site do Cemu, a utilização de uma placa de vídeo AMD ou NVidia é um dos requisitos e em alguns casos, as APUs AMD conseguem executar determinados jogos. Se possui uma máquina modesta, vale o teste, mas não espere muito.

Você poderá utilizar o Cemu via POL, Lutris ou diretamente no Wine. O intuito deste tutorial é auxiliar os iniciantes e demonstrar que o procedimento pode ser feito via interface gráfica e de forma bem simples.

Até o próximo post, e tenha uma boa jogatina, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Lutris, Cemu, Decaf.
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Proton 4.11 é lançado com muitas novidades para gamers Linux

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A semana começou agitada para quem gosta de games e é usuário de Linux. Primeiro foi a NVIDIA lançando versões novas de drivers, agora a Valve trazendo uma nova versão do Proton e uma nova ferramenta de sincronização de objetos nos jogos. 

Proton 4.11 é lançado com muitas novidades  para gamers Linux





A primeira novidade é em relação ao Proton, que chegou com várias melhorias, correções de bugs e um salto na sua versão. Começando com a versão, que antes era a 4.2-9 e agora foi para 4.11, assim seguindo a mesma versão do Wine. Com isso trouxe:

● 3300 melhorias do Wine para o Proton e 154 patches do Proton 4.2 não são mais necessários ou foram para o upstreamed.

DXVK atualizado para a versão 1.3;

FAudio atualizado para a versão 19.07;

● Corrigido o input lag e adicionado suporte a rumble em alguns jogos que utilizam a Engine Unity;

Dentro deste update do Proton, dois se destacam, como a adição do D9VK e a mudança de alguns “módulos’ para Windows PE.

Sobre o D9VK, ele está vindo embutido em modo experimental, tendo que ser ativado manualmente no momento. O D9VK vinha sendo testado desde Junho, de acordo com o dev Joshua Ashton. Agora a Valve vai estar financiando de forma mais direta. Para ativar o D9VK nos jogos e assim experimentá-lo, você vai precisar colocar o seguinte parâmetro no jogo dentro da Steam: PROTON_USE_D9VK=1 %command%

A outra novidade é a mudança de alguns módulos do Wine, que antes eram em libs feitas no Linux e agora estão sendo construídas sobre as libs do Windows PE. Isso pode ajudar na compatibilidade de alguns sistemas de DRM e anti-cheat, conforme vai avançando o trabalho, a compatibilidade vai ficando mais madura e eficiente.

Para mais detalhes sobre essa versão do Proton, pode ser consultada aqui.

Agora a outra grande novidade é o começo dos testes do fsync, para melhorar a sincronização em processos a ser baseado no futex. Quando a Valve começou o desenvolvimento do Proton, encontrou problemas com jogos multi-threaded, assim trabalhou em conjunto com a CodeWeavers e desenvolveu um patchset, o “esync”, para resolver esses problemas. A princípio funcionou, mas precisava de várias configurações e poderiam causar problemas de exaustão nos aplicativos.

Por isso a Valve preferiu trabalhar em uma nova solução, o fsync. Com essa nova funcionalidade, o ganho nos games é esperado, visto que vai ser trabalhado junto ao kernel, tanto que a Valve mandou uma sugestão de mudança, para que ela seja “acomodada” no Kernel Linux.

Se você quiser testar esse kernel modificado pela Valve e testar às melhorias do fsync, eles publicaram um tutorial de como fazer isso.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Veja como instalar a Uplay no Linux de forma fácil

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terça-feira, 16 de julho de 2019

Hoje em dia, quando se fala em jogos, temos várias lojas como Origin, da EA Games, Battle.net da Blizzard, GOG Galaxy (GOG), Steam, a Epic Games a Epic Games Store e a Uplay da Ubisoft. Nesse tutorial de hoje vamos te ensinar a instalar ela no Linux.

Veja como instalar a Uplay no Linux de forma fácil





Vamos para a instalação da UPLAY


Para “começo de conversa”, vamos preparar o Linux para rodar jogos, para não nos estendermos demais, recomendo que siga o guia que criamos para isso. Tá bem explicadinho e detalhado.

Depois de preparado o Linux e instalado o Lutris, como ensinado em nosso artigo, você pode instalar a Uplay de duas formas. A primeira é buscar dentro do próprio Lutris por ela, como mostra a Figura abaixo. Depois é só clicar em “Install” (Na imagem abaixo, o botão de instalar apareceria onde está escrito “Play”)



A segundo forma, é utilizando o site do Lutris. Na barra de buscas (Search), procure por “Uplay”, e depois clique no ícone da loja.







Clique em “Install”, o Lutris ou um pop-up irá abrir.

Aguarde a instalação e usufrua dela. Vale lembrar que alguns jogos podem não funcionar, como o Rainbow Six Siege (R6), que por causa do Anti-cheat do jogo, barra o Wine/DXVK. Dos 7 jogos que tenho lá, tirando o R6, alguns rodaram de forma satisfatória. Os jogos que peguei lá foram os oferecidos de graça, como o UNO Demo, Rayman Legends Demo, World in Conflict, e alguns Assassin’s Creed, como o Black Flag, o Unity e o Chronicles China. Já o Watch_Dogs 1, funciona quase que 100%, mas o som não funciona na gameplay, já nos menus sim. 

Pode ser que isso acontece em alguns títulos ( seja necessário alguma configuração extra), mas isso não quer dizer que seja “pra sempre” essa situação.

Se você estava precisando daquela ajudinha para rodar a Uplay, espero que esse tutorial lhe ajude. 😁

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Veja como instalar a EPIC Games Store no Linux de forma simples e fácil

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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Hoje em dia, quando se fala em jogos, temos várias lojas como Origin, da EA Games, Uplay da Ubisoft, Battle.net da Blizzard, GOG Galaxy (GOG), Steam e a da Epic Games a Epic Games Store (nome bem criativo, não? 😅). Nesse tutorial de hoje vamos te ensinar a instalar ela no Linux.


 Veja como instalar a EPIC Games Store no Linux de forma simples e fácil






Para dar uma “refrescada” na memória, há uns 3 meses noticiamos que o pessoal do Lutris recebeu um “incentivo” do manda chuva da Epic Games, Tim Sweeney, em ingressar no programa de financiamento da Epic Games, o Epic MegaGrants. O artigo completo você pode conferir aqui.

Agora vamos para a instalação da Epic Games Store


Para “começo de conversa”, vamos preparar o Linux para rodar jogos, para não nos estendermos demais, recomendo que siga o guia que criamos para isso Tá bem explicadinho e detalhado.

Depois de preparado o Linux e instalado o Lutris, como ensinado no nosso artigo, você pode instalar a Epic Games Store de duas formas. A primeira é buscar dentro do próprio Lutris por ela, como mostra a Figura abaixo. Depois é só clicar em “Install” (Na imagem abaixo, o botão de instalar apareceria onde está escrito “Play”)



Aguarde a instalação e usufrua dela. Vale lembrar que alguns jogos podem não funcionar, como o Fortnite, que por causa do Anti-cheat do jogo, barra o Wine/DXVK. Dos 17 jogos que tenho lá, só o Fortnite não rodou, já os outros rodaram de forma muito boa. Os jogos que peguei lá foram os oferecidos de graça, como o Subnautica,  Slime Rancher e o Super MeatBoy.

A segunda forma, é só procurar no site do Lutris, no campo Search, por Epic Games Store e mandar instalar. Assim vai abrir o Lutris e começar a instalação.

Se você estava precisando daquela ajudinha para rodar a Epic Games Store, espero que esse tutorial lhe ajude. 😀

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades

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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Quem chega ao mundo Linux, muito provavelmente, se depara com a indicação do Linux Mint para começar a usar o pinguim (muito boa opção por sinal), assim não sentindo tanto a mudança de sistema e atenuando também a curva de aprendizagem. Para quem está habituado com o Mint, já virou tradição esperar os posts mensais com as novidades sobre o sistema.


Linux Mint revela melhorias no ambiente gráfico e novidades






A espera acabou e eis que o tão aguardado post “toma vida” e traz algumas coisas interessantes sobre o sistema.

No começo da nota, Clement Lefebvre (líder do projeto), agradece aos apoiadores e as doações que o projeto recebeu, também comenta com  empolgação sobre a próxima versão BETA do Linux Mint (provavelmente ele esteja falando do Mint 19.2), com as melhorias e recursos que estão sendo implementadas. Complementou que o ciclo de desenvolvimento foi “meio conturbado”, mas que agora está tudo bem.

Novidades vindo no Mint 


A primeira novidade anunciada, é a possibilidade de “pinar” (fixar) itens no Nemo (o gerenciador de arquivos do Mint). Esse novo recurso permite que você destaque pastas ou arquivos para que eles apareçam sempre no topo das listas, facilitando a sua organização. Isso realmente é muito útil para quem sempre tem vários arquivos ou pastas que precisa acessar constantemente, apesar de existirem formas diferentes de fazer isso, a função de "pinagem" parece ajudar.



Outra novidade que chega ao Nemo são as ações condicionais, esse recurso pode ser usado  quando você clica com o botão direito do mouse em um arquivo, onde é possível ver as ações disponíveis para ele, que até hoje eram genéricas. Com o Nemo 4.2, essas ações poderão conter scripts ou comandos externos, e assim dar condições específicas para o arquivo em questão. Um exemplo dado no post é: Se você tem um arquivo de vídeo em .mkv e tem 4GB, e está precisando dividir ele, basta clicar com o botão direito do mouse e clicar em “Dividir”. Como falaram, o “céu é o limite” para essa nova tecnologia que está chegando no Nemo 4.2.

Um recurso muito útil foi adicionado ao Menu do Cinnamon,  a diferenciação dos programas instalados no sistema. Por exemplo, se você instalar o Gedit, ele aparecerá como “Editor de Texto”, assim como o Xed. Na nova atualização, eles terão uma distinção, com o nome na frente.



Isso também vale para os programas instalados via Flatpak. Se um programa já veio por padrão nos repositórios e você instalou uma versão via Flatpak, este terá o nome "Flatpak" entre parênteses.

Como no exemplo do Glade.




Essas mudanças são realmente úteis, pois ajuda na hora de “bater o olho” e identificar os aplicativos.

Outra novidade foi na atualização da MintBox, parceria entre o Linux Mint e a Compulab. A nova versão é a MintBox 3, baseado no Airtop 3, vindo logicamente com o Linux Mint mais atual. São duas configurações “não definitivas”, mas que por hora são:

1. Configuração básica: Com um Core i5 (6 núcleos), 16 GB de RAM, 256 GB EVO 970, módulo Wi-Fi e FM-AT3 FACE.  US$1543 (na cotação atual do dólar, R$3,84, sai aproximadamente R$5.900,00 )

2. High end: Com Core i9, GTX 1660 Ti, 32 GB de RAM, 1 TB EVO 970, WiFi e Módulo FACE FM-AT3. US$2698 (na cotação atual do dólar, R$3,84, temos o valor de R$10.400,00 )

A questão da Canonical e os 32 bits


Os desenvolvedores apontam que a falta de desenvolvimento desse repositório por parte do Ubuntu faria com que o Linux Mint também fosse um sistema de 64 bits apenas em futuros lançamentos, mas mencionaram que pacotes como Wine e Steam são importantes para eles, sendo assim, eles estudariam as possibilidade de continuar a oferecer tais recursos, talvez até mesmo de forma semelhante ao Ubuntu.

Segundo a informação, “até 2020” é considerado um tempo bom o suficiente para pensar nessas questões e definir como será o futuro em relação a isso caso a Canonical decida realmente encerrar o suporte durante esse ciclo que, supostamente, por conta do tempo de suporte da LTS do Ubuntu, duraria até 2025.

Os desenvolvedores também comentaram sobre os pacotes Snap e o estudo para incorporá-los nativamente ao Linux Mint, apontando várias questões de ordem mercadológica que fazem eles preferirem inicialmente o formato Flatpak, você pode ler mais sobre isso no blog oficial do Linux Mint.

Ansioso para a nova versão do Linux Mint? Nós diga aí nos comentários o que espera dele.

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Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux

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sexta-feira, 28 de junho de 2019

Com toda a polêmica provocada pela Canonical, com o fim do suporte aos pacotes de 32 bits (i386) e da possível perda de suporte a Steam, e ter voltado atrás na decisão, eis que, finalmente, a Valve se pronuncia via Pierre-Loup através do blog oficial da empresa.


 Steam se pronuncia sobre o caso Ubuntu, e reforça apoio ao Linux





Desde o anúncio da  intenção de finalizar o suporte dos pacotes de 32 bits até toda a repercussão que causou, a única manifestação da Valve (Steam), tinha sido através do perfil pessoal do desenvolvedor da Valve, Pierre-Loup, que até então não “refletia” muito o posicionamento da empresa. Mas agora é de forma oficial.

No comunicado, agora oficinal, o próprio Pierre-Loup, menciona as notícias e discussões em torno do tema “Fim do suporte a pacotes de 32 bits” no Ubuntu, linkando o comunicado feito pela Canonical em seu Discourse. Falou também que após esse comunicado, eles (sim ele se colocou como um porta voz da Steam no caso), estariam oficialmente não recomendando o Ubuntu 19.10 e versões posteriores para os usuários. O que é importante frisar aqui é que eles também não estariam “desrecomendando” o Ubuntu, seria mais uma questão de não apoiar claramente um único sistema, como foi feito antigamente, colocando um link para download do Ubuntu na página da Steam Linux inclusive, abrindo margem para trabalhar de forma mais próxima com outras comunidades Linux, incluindo a própria Canonical e o Ubuntu.

O desenvolvedor da Valve comenta sobre o suporte para às bibliotecas de 32 bits ser essencial e necessária,  não somente para a execução do app da Steam, mas principalmente por serem necessárias para vários jogos que estão na Steam e que somente estão disponíveis em 32 bits, ou seja, elas são importantes para manter os clientes da Valve com produtos que funcionem em suas compras. Pierre-Loup também comentou a decisão da Canonical de voltar atrás e até a versão 20.04 LTS esses pacotes estariam disponíveis, o que daria muito mais tempo do que alguns poucos meses até Outubro, que é quando o 19.10 sairá. Segundo Pierre, eles não ficaram “animados” com esse cenário, mas que essa atitude foi bem-vinda.

A Canonical tratou de tranquilizar as pessoas afirmando que trabalhará com a comunidade para incluir as libs necessárias para que tudo funcione, tanto na versão 19.10, quando na 20.04 LTS, de fato, nada foi falado até então em relação ao que bem depois, mas tudo é “conversável” sem sombra de dúvidas. No fundo a Steam sabe, que não só no Linux, mas no Windows também, as bibliotecas e componentes de 32 bits estão em contagem regressiva e é preciso criar tecnologias que permitam que clientes da Steam de 10 anos daqui em diante  possam instalar os games de hoje, da mesma forma que os clientes de hoje possam rodar os games que compraram a 10 anos atrás.

Esse é o tipo de desafio que nenhuma outra empresa de games enfrentou até agora, a Valve é pioneira em proporções em muitos sentidos nesse mercado, não existem modelos a serem seguidos, mas muito provavelmente qualquer que seja a tecnologia adotada no futuro, outras empresas vão se basear na própria Valve muito provavelmente.

É como se não tivesse acontecido?


No fim das contas parece que se você tivesse fechado os olhos e ouvidos para esse assunto nas últimas duas semanas e simplesmente seguisse com a sua vida, nada realmente teria mudado e, de fato, a programação segue a mesma. Ubuntu 19.10 vem aí e a Steam está com ele, assim como era de se esperar. Apesar disso, talvez esse tenha sido um indicativo para a Valve que talvez deva pensar em formas mais universais de manter o cliente Steam, assim como pensar em tecnologias que possam substituir essa necessidade de tecnologia legada, afinal, pode não ser agora, pode não ser daqui a alguns anos, mas o momento da arquitetura 32 bits se aposentar completamente é iminente. 

No final do comunicado, ele dedicou dois parágrafos sobre suporte ao Linux e o compromisso da Valve com ele. São eles:

“O cenário do Linux mudou drasticamente desde que lançamos a versão inicial do Steam para ele e, como tal, estamos repensando como queremos abordar o suporte à distribuição daqui para frente. Existem várias distribuições no mercado hoje que oferecem uma ótima experiência em jogos de desktop, como Arch Linux, Manjaro, Pop! _OS, Fedora e muitos outros. Trabalharemos mais de perto com muitos outros mantenedores de distribuição no futuro. Se você está trabalhando em tal distribuição e não sente que seu projeto tem uma linha direta de contato conosco, por todos os meios, se comunique diretamente com um representante.

Dito isto, não temos nada específico para anunciar neste momento sobre quais distribuições serão suportadas no futuro; espere mais notícias sobre isso nos próximos meses. Continuamos comprometidos em apoiar o Linux como uma plataforma de jogos, e continuamos a impulsionar numerosos esforços de desenvolvimento em recursos e drivers que esperamos ajudar em melhorar a experiência em jogos no desktop em todas as distribuições; falaremos mais sobre alguns exemplos disso em breve.”

Me parece claramente um recado bem dado da Valve para a Canonical, deixando claro que não gostou nada da atitude e que vai procurar apoiar outras distribuições também, assim não ficando “refém” da Canonical (Ubuntu), como ela não queria ficar da Microsoft (Windows).

Provavelmente o maior erro da Canonical não foi sugerir o encerramento dos 32 bits, até porque todos esperam que isso aconteça em algum momento, o maior problema foi chegar com essa “decisão em forma de comunicado” e não em forma de consulta, para avaliar o quanto as pessoas precisam de tais recursos, em outras palavras, faltou medir o impacto da decisão. Em conversar particulares com Will Cooke, líder da sessão de desktop da Canonical, fica claro o quanto ele entende a questão de que “nossas decisões afetam milhões de pessoas e por isso temos que pensar bem sobre cada questão”, o que não pareceu na época do anúncio, mas acabou se confirmando com a admissão do problema e a “volta ao normal”.

Será que o Ubuntu está precisando de um concorrente forte? Tenho certeza de que mal não faria.
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Espero você até a próxima, um forte abraço.

Artigo co-escrito por Ricardo e Dionatan

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Canonical se vê “obrigada” a voltar atrás no caso do suporte a 32 bits no Ubuntu 19.10

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terça-feira, 25 de junho de 2019

Recentemente a Canonical, dona do Ubuntu, fez o anúncio do fim ao suporte para pacotes de 32 bits (i386), já no Ubuntu 19.10, assim "matando de vez" a tecnologia. Fizemos um artigo recente abordando o assunto.

Canonical se vê “obrigada” a voltar atrás no caso do suporte a 32 bits no Ubuntu 19.10






Com o fim do suporte a esses pacotes, muitos projetos poderiam "sofrer" para se adaptar, como a Steam, Lutris e o Wine, como os casos mais famosos que poderiam entrar na "dança". E as reações já começaram.

O primeiro a se manifestar, foi o fundador do Lutris, Mathieu Comandon, em seu Twitter, com a seguinte frase:


Tradução: "Se você trabalha na remoção de suporte para jogos antigos em sistemas Linux, eu vou lutar contra você. E eu vou bater em você." , , e complementou também:

Tradução: "O Lutris runtime é totalmente inútil por si só. Contamos com várias bibliotecas críticas para estarem presentes em um sistema. Esses são fornecidos no nível da distribuição."
O segundo a se manifestar sobre a decisão da Canonical, foi Ethan Lee, dev da CodeWeavers (empresa essa que tem parceria com a Valve no Projeto Proton), que deu as seguintes declarações no seu Twitter:
Tradução: ("Puxa, considerando que esse tamanho de amostragem tão pequena, não ficarei surpreso o quanto eles ficarão desapontados com os resultados, quando realmente testarem a ideia já anunciada por um dia inteiro!" 

Por fim, o tweet que gerou toda a repercussão, foi do especialista da Valve, Pierre-Loup Griffais, lançando uma "bomba-relógio" sobre a Canonical, dizendo o seguinte:

Tradução: "Ubuntu 19.10 e  futuras releases não serão oficialmente suportado pela Steam ou recomendado aos nossos usuários. Vamos avaliar maneiras de minimizar essa ruptura para os usuários existentes, mas também mudaremos nosso foco para uma distribuição diferente,  que atualmente ainda não foi decidido (TBD = to be determined)."

Depois da tempestade, será que vem o arco-íris?

Tudo isso aconteceu em um final de semana, onde esse turbilhão “aterrissou” no mundo Linux. Já nesta Segunda-feira (24), vários portais estrangeiros e brasileiros noticiaram a “bomba”, mas não dando ênfase na nota da Canonical em seu blog, algo que pra mim é muito ruim, mas enfim. Dada a repercussão, a Canonical soltou uma nota em seu blog oficial, coisa rara de se ver, especialmente no segmento desktop do blog,, ainda mais para o público gamer e por “tabela” o usuário doméstico. A nota começa com: “Graças a enorme quantidade de feedback deste fim de semana dos gamers, do Ubuntu Studio e da comunidade WINE, vamos mudar nosso plano e construir pacotes de 32 bits (i386) selecionados para o Ubuntu 19.10 e 20.04 LTS. Vamos colocar em prática um processo de comunidade para determinar quais pacotes de 32 bits são necessários para suportar software legado, podendo adicionar a essa lista libs no pós-lançamento se perdermos algo que é necessário. Também trabalharemos com o WINE, o Ubuntu Studio e as comunidades de jogos para usar a tecnologia de contêineres para abordar o fim da vida útil das bibliotecas de 32 bits. Continuará sendo possível rodar aplicativos antigos em versões mais recentes do Ubuntu. O Snaps e o LXD permitem que tenhamos ambientes completos de 32 bits e bibliotecas integradas para resolver esses problemas a longo prazo.” A nota completa em inglês você pode conferir aqui. Tem um vídeo no canal, em que se aborda esse tema também. Você pode conferir ele logo abaixo.


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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Linux Mint traz atualização para Wine e anuncia novo site da comunidade

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Em mais um relatório mensal disponibilizado pela equipe do Linux Mint, eles falam da enorme quantidade de doações recebidas, os e-mails de apoio ao pessoal e também algumas novidades que serão implementadas nos próximos updates.

Confira as novidades do Linux Mint do mês de Maio






No começo do relatório, eles agradecem a quantidade de US$24.149,00 recebidos por 868 doadores, além dos patrocinadores comunitários e “não comunitários”. Isso ajuda e muito a manter um projeto deste tamanho “em pé”, além dos milhares de e-mails parabenizando o trabalho deles.

Outra novidade importante apresentada foi referente ao WINE 4, que agora consta nos repositórios do Linux Mint. Eles detectaram que as versões presentes eram obsoletas (tanto a stable quanto a de desenvolvimento) e assim gerando vários conflitos e erros.

Agora estando disponível nos repositórios, o WINE 4.0 veio para corrigir esses problemas, além do suporte para Vulkan, joysticks e Direct3D 12. Foi criado também um meta pacote chamado de wine-installer, para facilitar a instalação do WINE no Linux Mint.

Outras novidades também foram apresentadas, como:

- Novo visual do site da comunidade



- O editor de texto padrão Xed, agora suportará comentários alternados e em blocos. Recurso este mais voltado para Devs, e para utilizá-lo, basta pressionar Crtl+/ .

Para conferir o “Monthly News” do Linux Mint, basta acessar ele através deste link.

Deixe nos comentários o que você espera do projeto, e se você pensa em ajudá-lo de alguma forma.

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League of Legends pode ganhar versão Linux, mas não como você imagina

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

O “Lolzinho”, como chamam os mais íntimos, é um dos jogos mais requisitados no Linux. Entretanto a Riot Games, empresa responsável pelo game, nunca demonstrou interesse em suportar a plataforma.

legue-of-legendes-lol-game-riot-tencent-ios-android-mobile-wine-lutris-linux-snap

Como “via de regra” os usuários Linux sempre dão “aquele jeitinho” (parece até brasileiro 😁😁😁), uma das alternativas é a execução via Wine, que permeiam internet à fora. Inclusive temos um vídeo demonstrando todo o procedimento via Lutris, em nosso canal Diolinux (acesse o site do Lutris, e  veja o estado atual de execução do game no Linux).



Outra possibilidade é a instalação do jogo via Snap (estou testando a solução). Caso não saiba o que é Snap, veja o vídeo logo abaixo e fique por dentro do assunto.


Entretanto mesmo com o funcionamento do game, com performance relativamente boa diga-se de passagem, eventuais updates no jogo podem ocasionar em seu não funcionamento. Algo que pode durar dias, ou até semanas. Uma situação bem desconfortável. O curioso que seu concorrente direto, o Dota 2, possui versão nativa para Linux, e vejo a cada dia jogadores migrando de um para o outro, devido essa ausência na plataforma (Ao menos é o que observo com alguns usuários Linux, especificamente).

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Rumor de nova versão do LOL


A chinesa Tencent Holdings Ltd está trabalhando com a Riot Games para desenvolver o LOL para duas novas plataformas, ao menos é a informação que o site Reuters afirma ter obtido de 3 fontes confiáveis. Porém não é a tão aguardada versão para desktop Linux, e sim sua versão mobile para Android. A segunda plataforma é o iOS. Mais uma vez nós usuários de Linux teremos que esperar uma possível versão nativa para desktop (Se o Android e o iOS com bases gigantescas, a Riot demorou tantos anos, não me espanta essa demora de uma versão desktop no Linux).

“As 3 fontes confiáveis do site Reuters”, estariam próximas a criação do título. Curiosamente a Tencent propôs um port do League of Legends há alguns anos, entretanto a Riot recusou a proposta, sem a parceria a Tencent em 2015 criou o game Arena of Valor (basicamente uma cópia do LOL para smartphones 😜😜😜).

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O nome destas fontes envolvidas na produção do LOL versão mobile, não quiseram se identificar, alegando que por conta desse envolvimento informações não poderiam ao menos serem repassadas. Por questões contratuais as tais fontes não podem se identificar, entretanto o site Reuters garante a credibilidade.

Esse possível desenvolvimento vem ocorrendo desde 2018, mas seu lançamento não ocorrerá em 2019.

E você o que achou da notícia? Particularmente não sou bom em MOBA. Porém vejo a importância do game num cenário Linux Desktop e fico decepcionado com o posicionamento da Riot quanto ao “Linûx”

Que tal continuar esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus? A galera lá também curte uma jogatina (Bora jogar Dota?).

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters
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Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Uma das coisas que impedem uma certa migração em “massa” para o Linux, é a questão dos jogos. Jogos populares como Fortnite, PUGB, Raibow Six entre outros ainda não funcionam por causa dos anti-cheats, como o EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye.



Valve negocia com empresas de anticheat e pode abrir mais portas para os jogos no Linux





O assunto “Jogos + Linux” sempre rendeu intermináveis debates, mas depois do surgimento do projeto PROTON da Valve, onde abriu a possibilidade de jogar games desenvolvidos só para Windows no Linux, por exemplo alguns games como o OverWatch (que fazemos lives lá na Twitch), League of Legends (LOL), World of Warcraf (WoW), Warframe, The Witcher 3, GTA V, Sekiro: Shadows Die Twice e entre outros. 

Isso só foi possível graças ao pessoal do  DXVK, do Wine, da CodeWeaver, do Vulkan (Khronos) e da Valve também, que viu a possibilidade de uma nova tecnologia para os jogos da sua vasta biblioteca ( mais ou menos 30 mil títulos).

Mesmo com todos esses esforços, ainda tinha algumas coisas a serem resolvidas, como os jogos onlines e os seus anticheats.

Os mais populares jogos online, usam os anticheats EAC (Easy Anti Cheat) e o BattlEye, o que barra alguns jogos não-nativos, como os já mencionados Fortnite, PUGB, Raibow Six (R6), que “olham” o Wine/Proton como um meio de trapaça. Tanto que no começo do DXVK, Proton e afins, alguns jogos até chegaram a funcionar, mas depois de alguns updates, estão até hoje bloqueados.

Mas isso pode mudar..


No começo do ano, mais precisamente em Fevereiro, o pessoal do GaminOnLinux tentou contato com o pessoal do EAC, sobre a possível parceria com a Valve para trazer o anticheat para o SteamPlay. Eles não tiveram sucesso na resposta, como podem ver no artigo deles, mas um usuário do Reddit fez uma pergunta muito parecida e obteve a seguinte resposta:


“Agradecemos o seu contato!

Enquanto ao Easy Anti-Cheat, ele já suporta jos ogos nativos do Linux, infelizmente ainda não é compatível com o Steam Play. Estamos atualmente trabalhando com a Valve para trazer o suporte para o Steam Play também. No entanto, neste momento não podemos prometer uma data de lançamento.

Nossas desculpas pelo inconveniente. Apesar dos problemas, espero que você tenha um ótimo dia!”

Só isso já seria uma notícia muito boa, tendo em vista que um dos anticheats mais usado no mercado, já se “move” para a compatibilização com o SteamPlay/Wine/Proton.

Ainda teve meio que uma “confirmação” disso, quando no meio da polêmica se o EAC ia parar de funcionar ou não no Linux, um usuário do Twitter perguntou para a conta da Epic Games pq não tinha uma compatibilidade do EAC para o Wine. Então eis que a conta da própria EAC (que foi comprada pela Epic Games) respondeu.

“WINE/EAC a compatibilidade atualmente está em um estado beta, com vários jogos cuja a ajuda apreciamos, mas é necessário um trabalho significativamente maior para chegar a um nível adequadamente estável para todos.” 

Então podem esperar muito em breve, jogos como Fortnite rodando no Linux através do Wine por exemplo.

Outra empresa que trabalha com sistemas anticheats, a BattlEye, deu uma boa notícia também. O pessoal do GamingOnLinux  novamente entrou em contato com a BattlEye, perguntando se ainda mantinham o posicionamento de darem suporte somente a jogos nativos de Linux. E para a surpresa de todos, eles estão mudando de “pensamento”, e a resposta ao GamingOnLinux foi a seguinte:




“Atualmente nós não temos oficialmente suporte ao Wine, mas estamos trabalhando com a Valve para adicionar suporte ao Proton (SteamPlay) na Steam."

Se isso realmente acontecer galera, veremos novos tempos acontecendo para os “lados do Pinguim”. Pois jogos do momento e que são “febre” poderão rodar no Linux e assim atrair mais usuários para a plataforma e consequentemente aumentando a relevância dela frente às empresas.

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Wine 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Na última Sexta-feira (12), o pessoal do WineHQ lançou a versão de desenvolvimento 4.6 do WINE, trazendo algumas melhorias no código, correções de bugs e updates pontuais. Isso para facilitar mais ainda a vida de quem precisa rodar algum programa ou jogo que não tem versão nativa para Linux.



 WINE 4.6 é lançado oficialmente com correções de mais 50 bugs





O WINE é muito importante no mundo Linux, pois através dele podemos rodar uma gama de programas e jogos que não tem uma versão nativa para o Pinguim, assim podendo esses serem desfrutados pelos usuários de Linux.

E nesta nova versão de desenvolvimento do WINE, vieram algumas implementações bem interessantes, como:

  - Início de um backend do Vulkan para o WineD3D;
  - Suporte para carregar bibliotecas Mono a partir de um local compartilhado;
  - Libwine.dll não é mais necessário ao usar DLLs do Wine no Windows;
  - Suporte a estruturas complexas no marshaller typelib;
  - Captura de vídeo portada para Video4Linux versão 2;
  - Versão inicial da DLL do mecanismo de depuração.

Além de trazer correções para os jogos como Warframe (via Steam), Mass Effect 1 , The Sims e entre outros. E o ponto mais “curioso”, foi o Battleye aparecer na lista de “correções” do WINE, com a seguinte linha:

Battleye's BEDaisy.sys requires correct KeGetCurrentThread implementation

Mas, nada referente com o funcionamento do Battleye do Windows no Wine, o que possibilitaria jogos como RainbowSix, PUBG e Fortnite por exemplo. E como a empresa falou ao pessoal do GamingOnLinux, “Que só podem suportar o Linux se o jogo tiver uma versão nativa do sistema.”, parece que o pessoal do WINE terá de criar suas próprias soluções.

Mas é um bom sinal ver o pessoal do WINE, CodeWeavers e da Valve tentarem fazer com que o Battleye funcione, visto que a Valve negocia com a EAC, para que ela possa trazer a compatibilidade do anticheat dela para o Protron.

Se você quiser conferir todas as correções de bugs e melhorias nesta versão do WINE, pode conferir neste link.

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