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SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure

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sábado, 15 de setembro de 2018

A SUSE, anunciou nesta quarta-feira (12) a disponibilidade do primeiro kernel Linux enterprise, desenvolvido sob medida para o Microsoft Azure. As instâncias on-demand do SUSE Linux Enterprise Server (SLES) 15 agora são executadas em um kernel personalizado para cargas de trabalho no Microsoft Azure, proporcionando desempenho aprimorado e inicialização mais rápida, além de redução no espaço ocupado na memória.


 SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure






O kernel otimizado para o Azure permite acesso mais rápido aos novos e futuros recursos
do Azure, que foram ajustados para os clientes serem mais ágeis. Com objetivo de gerenciar
complexidade, reduzir custos e fornecer serviços essenciais aos negócios que potencializam
a transformação digital dos clientes, a SUSE está trabalhando com a Microsoft e outros
parceiros.


"A colaboração da SUSE com a Microsoft se baseia em atender às necessidades em
constante evolução dos clientes, permitindo inovações e minimizando a interrupção de seus negócios", afirma Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. Os usuários da nuvem pública otimizada do SLES para Azure são um resultado direto da abordagem 'open' do open source da SUSE, que busca resolver os desafios reais do cliente".

Os clientes podem esperar que o SUSE Linux Enterprise Server 15 tenha benefícios de desempenho mensuráveis, incluindo uma rede com um rendimento potencialmente 25% mais rápida e uma redução de 23% na latência média. Por padrão, as instâncias do SLES 15 no Azure serão executadas nesse kernel personalizado, embora os clientes tenham a flexibilidade de alternar facilmente para o kernel padrão usando o gerenciador de pacotes Zypper.

Além do núcleo otimizado, os clientes que utilizam o SLES no Azure se beneficiam de várias ferramentas e recursos para implantação nativas da nuvem, que fazem parte do SUSE Public Cloud Module, como a capacidade de gerenciar recursos do Azure por meio de prompt de comando do Linux.

O SUSE Linux Enterprise Server com o núcleo ajustado do Microsoft Azure já se encontra disponível no Azure Marketplace, com preços e suporte padrão. Para obter mais informações sobre o Azure e a SUSE, visite: www.suse.com/microsoft.

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Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux via Terminal

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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Vamos mostrar hoje como você pode instalar o tema para ícones Azure na sua distro Linux e deixá-lo com um tema de ícones mais moderno e bonitão. Esse é só um dos vários temas para ícones que existem, e se você quiser ver um "TOP 10" montamos uma lista neste artigo.

Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux






O tema de ícones Azure segue a linha de temas flat (ou chapada), que faz muito sucesso nos dispositivos móveis, como celulares e tablets por exemplo, esse tipo de tema vem ganhando fãs a cada dia por serem bonitos e amigáveis.

O tema Azure é baseado no tema Arc, feito pelo usuário horst3180 do github. O Azure é compatível com ambientes gráficos que rodem o GTK 3 e GTK 2, como por exemplo: Gnome, XFCE, MATECinnamon e etc.

Para rodar o tema você vai precisar ter o GTK+ 3.20 ou superior e se você estiver utilizando o GTK 2 vai precisar instalar dois pacotes adicionais, que são o GTK2 engine Murrine 0.98.1.1 ou posterior e o GTK2 pixbuf engine ou o gtk(2)-engine package. Para instalar vamos utilizar o terminal, mas nada que seja complicado, ok? 😉

Para abrir ele (terminal) vamos pressionar as seguintes teclas simultaneamente:  "Ctrl + Alt + T" ou procurar por "terminal" no menu da sua distro.

Depois de ter feito isso, você vai digitar (ou copiar e colar) no terminal essa linha de comando (procure observar o processo na distro que você estiver utilizando):

Fedora/openSuse e derivados:
yum install gtk-murrine-engine gtk2-engines

 Ubuntu/Mint/Debian e derivados:
sudo apt-get install gtk2-engines-murrine  gtk2-engines-pixbuf

ArchLinux:
pacman -S gtk-engine-murrine gtk-engines


Depois de ter feito isso, voce vai baixar o pacote do Azure lá no GitHub.

Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux

Depois de baixado o arquivo, você vai precisar descompactá-lo, o que vai gerar uma pasta com o nome do tema. Feito isso será necessaáio acessar a pasta via terminal e assim instalar o tema.

Estando dentro do diretório, você deve rodar o seguinte comando:
./Install
Se estiver usando o Ubuntu 16.04 (ou uma versão acima) ou o Mint e aparecer o seguinte erro  "XMLLINI not set and xmllint not found in path; skipping xml preprocessing", deverá rodar o seguinte comando para corrigir:
sudo apt install libxml12-utils
E se for no Fedora e derivados o comando é o seguinte:
 sudo dnf install glib2-devel
Feito isso, ainda dentro da pasta que voce descompactou,  é só rodar o seguinte comando para instalar os ícones:
./Install-Paper-Azure
Ai é só aguardar o processo terminar, "reiniciar" o seu computador e depois abrir a sua ferramenta de modificação de ambiente, como o Gnome Tweak ou a equivalente do ambiente da sua distro, procurar a sessão de personalização dos ícones, e ativar o tema Azure.


Como instalar o tema de ícones Azure no seu Linux via Terminal


E nesse passo a passo, você vai ter o Tema de Ícones Azure na sua distro. :)

Conte pra gente nos comentários qual é o seu tema de ícones favorito, espero que tenham gostado, até uma próxima e um forte abraço.

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Microsoft e Red Hat fazem parceria para acelerar mudança para Cloud híbrida

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A Microsoft  e a Red Hat anunciam a expansão da aliança para facilitar a adoção de containers pelas corporações, o que inclui suporte nativo para containers Windows Server no Red Hat OpenShift, Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift. O objetivo é simplificar as tecnologias de container para ajudar os clientes das empresas a aumentarem a agilidade rumo à transformação digital com Cloud híbrida.

Microsoft e Red Hat fazem parceria






“Junto com a Microsoft, a Red Hat está abrindo caminho para que as organizações façam escolhas tecnológicas que lhes interessem, desde cargas de trabalho containerizadas a serviços de cloud pública, sem complexidade”, explica Matthew Hicks, vice-presidente de Engenharia de Software, OpenShift e Gestão da Red Hat.

Dando continuidade ao comprometimento de entregar opções e flexibilidade aos seus clientes corporativos, a Microsoft e a Red Hat estenderão o suporte integrado e co-localizado para disponibilizar as novas ofertas entre as plataformas, assegurando às organizações de TI que, sejam quais forem os desafios enfrentados no caminho para a transformação digital, a Microsoft e a Red Hat estarão junto com elas.

Containers Windows Server no Red Hat OpenShift


As empresas veem o benefício de usar aplicações containerizadas para operar suas cargas de trabalho de missão crítica, mas a maioria das organizações de TI não são padronizadas com uma única infraestrutura. Esses ambientes heterogêneos frequentemente contêm plataformas e aplicações Windows e Linux, dificultando a modernização e a escalabilidade das operações corporativas.

A parceria entre a Red Hat e a Microsoft simplifica esses desafios, uma vez que os containers dos Windows Servers terão suporte nativo do Red Hat OpenShift, uma plataforma de aplicações de container baseada em kubernetes e líder no setor corporativo. O Red Hat OpenShift será a primeira plataforma de aplicações de container - construída a partir do projeto open source Kubernetes - para suportar cargas de trabalho de containers Linux ou Windows em única plataforma ao longo de múltiplos ambientes da cloud híbrida, facilitando a tarefa das empresas em seguir com a agenda nativa em cloud.

A ferramenta foi demonstrada durante o Red Hat Summit, em maio de 2017, e deve estar disponível, como prévia de tecnologia, no primeiro semestre de 2018.

Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure e Red Hat Enterprise Linux no Microsoft Azure Stack


As aplicações nativas em nuvem e as plataformas de container que as alimentam são componentes essenciais à transformação digital, mas gerenciar a infraestrutura para estas tecnologias pode ser complexo e demorado para equipes de TI que já estejam sobrecarregadas.

A Red Hat e a Microsoft trazem solução a essa realidade ao oferecerem o Red Hat OpenShift Dedicado no Azure. O Red Hat OpenShift Dedicado é uma plataforma de container oferecida como um serviço em nuvem e administrada pela Red Hat. O serviço deve estar disponível no Azure – plataforma de cloud corporativa da Microsoft, com disponibilidade anunciada em 42 regiões no mundo todo - mais do que qualquer outro provedor de cloud pública.

Os engenheiros da Microsoft e da Red Hat estão trabalhando em conjunto para otimizar o OpenShift enquanto opera no Azure, ajudando a entregar performances empresariais padronizadas e combinadas com o suporte integrado.

Além disso, o Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure permite que as equipes de TI foquem em entregar valor ao negócio e promovam a inovação, em vez de manter as luzes acesas e realizar o gerenciamento micro dos recursos. O Red Hat OpenShift Dedicado no Microsoft Azure deve estar disponível no início de 2018.

Red Hat e Microsoft também planejam colaborar na entrega de padrões de performance corporativa e suporte integrado para cargas de trabalho do Red Hat Enterprise Linux operando no Microsoft Azure Stack.

O Azure Stack é uma extensão on-premise do Azure que leva a computação em nuvem aos ambientes on-premise, operando em hardwares certificados fornecidos pela Dell, HP, Lenovo e Cisco, que permitem às empresas montarem uma experiência de cloud de maneira fácil e rápida em seus data centers. 

“A Microsoft e a Red Hat estão alinhadas no nosso compromisso para trazer aos clientes corporativos as soluções de cloud híbrida que eles precisam para modernizarem seus negócios, ao passo que fazem a transição para operar em um mundo nativo em cloud.  Hoje, estamos ampliando este compromisso para trazer soluções totalmente integradas que simplificam a adoção de containers e ajudam os clientes a obterem o máximo de suas estratégias de cloud híbrida”, revela John Gossman, arquiteto chefe da Azure.

SQL Server no Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift


Com o uso crescente dos containers pelos consumidores, para aumentar a agilidade em um mundo nativo em cloud, a Red Hat e a Microsoft estão comprometidas em ajudar os clientes a aproveitarem a inovação proporcionada pelo open source.

A Red Hat acaba de anunciar disponibilidade do .NET Core 2.0 como container do OpenShift e, nos próximos meses, as empresas planejam levar a força e a escala do SQL Server do Linux para o Red Hat Enterprise Linux e Red Hat OpenShift.

Assim como todas as iniciativas da Red Hat e da Microsoft, a SQL Server para Linux no Red Hat Enterprise Linux e no Red Hat OpenShift Container Platform serão suportados em conjunto pelas duas líderes de mercado.

Fonte: Assessoria de Imprensa Red Hat.

Até a próxima!
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Microsoft e Canonical criam Kernel Linux customizado para o Azure

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

As imagens do Ubuntu que rodam dentro do Microsoft Azure agora poderão rodar um Kernel especial projetado por desenvolvedores de ambas as companhias para obter recursos especiais de otimização.

Ubuntu no Microsoft Azure





O Kernel Linux personalizado é plenamente compatível com o Ubuntu 16.04 LTS, que é a versão mais utilizada dentro do Azure atualmente. O novo Kernel receberá o mesmo nível de atenção da equipe da Canonical quanto a manutenção e suporte, porém, ainda não está compatível com o "Canonical Livepatch Service".

Este Kernel especial tem a capacidade de oferecer um desempenho otimizado no Azure A8, A9, série H e NC24r, com suporte total para o "Accelerated Networking" da Microsoft, o que garante uma maior velocidade na rede por conta do acesso direto aos dispositivos PCI. O Kernel do Ubuntu para o Azure também é mais enxuto, com 18% menos de tamanho e ainda assim mantendo um suporte excelente para Hyper-V.

Este será o Kernel padrão de toda as instalações do Ubuntu no Azure de agora em diante, entretanto, ainda será possível usar o Kernel padrão, caso o usuário deseje.

Até a próxima!

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Clear Linux da Intel agora integra o Microsoft Azure também

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Mais uma distribuição Linux entra para o hall de opções que a Microsoft oferece no Azure Marketplace, trata-se do Clear Linux, da Intel.

Clear Linux no Azure




A Microsoft anunciou que mais uma distribuição Linux está disponível para os clientes da empresa no Azure, trata-se do Clear Linux, uma distribuição não tão conhecida pelo público, pertencendo a Intel.

O Clear Linux é utilizado normalmente para Enterprise, por conta disso é que talvez ele não apareça tanto na mídia comum, nós falamos recentemente sobre ele numa tentativa da Intel de melhorar os drivers de vídeo do Linux para a Steam.

Existem 3 formas diferentes de disponibilidade do Clear Linux no Azure:

– No formato Docker;

– Uma máquina virtual que pode ser usada como ponto de partida para quem quer explorar e criar um sistema com pacotes de sua escolha;

– Uma imagem voltada para machine learning com ferramentas com código aberto comumente usadas neste campo.

Para acessar a página do Marketplace do Azure onde você encontra o Clear Linux, basta clicar aqui.

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Microsoft lança certificação em Linux para o Azure

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O ano de 2015 não cansa de surpreender, a Microsoft já declarou seu amor pelo Linux publicamente, algo nunca pensando, criou a sua própria distribuição Linux e a última, quem sabe para fechar o ano com chave de ouro, a empresa lança sua certificação Linux para a plataforma Azure.

Certificação Linux da Microsoft

A empresa anunciou que está agora criando um teste para certificar os profissionais que desejarem se especializar em Linux para a plataforma Azure. A descrição da certificação informa:

"Esta certificação demonstra a sua capacidade para conceber, projetar, implementar e manter soluções complexas cloud-enabled Linux® que alavancam as capacidades de código aberto do Microsoft Azure. Ele também valida suas habilidades de administração do sistema Linux para mostrar que você é fluente no mundo cloud-navite de hoje."

A certificação vem em parceria com a "The Linux Foundation" o que mostre que a briga entre sistemas está só na cabeça dos mais radicais.

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Microsoft e Canonical fecham parceria para usar Ubuntu no Microsoft Azure

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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A Microsoft está colocando seu plano de usar Linux na plataforma Azure em prática, e além do sistema criado pela própria empresa para alimentar uma das sessões do ecossistema, a nova distro Linux a aparecer por lá é o Ubuntu da Canonical.

Ubuntu e Windows

Ubuntu será usado no analytics HDInsight na plataforma Azure da Microsoft


Na conferência de Strata, na California, a Microsoft anunciou o o Azure HDInsight com Ubuntu, mais um exemplo de como o sistema é reconhecido pela sua escalabilidade em Big Data. O serviço basicamente é um mecanismo de mineração de dados, trocando em miúdos, que permite que os clientes analisem Petabytes de dados sem fazer tanto esforço.

Canonical e Microsoft

Leia também: Microsoft desenvolve sua própria distribuição Linux
A Canonical, por sua vez, além de utilizar a plataforma Microsoft, no sentido físico, ainda implementará o aclamado JUJU, que fez da empresa uma das líderes no mercado de grandes servidores. JUJU é uma maneira simples de se gerenciar aplicações em Big Data, falando de maneira simples. Você pode ler mais sobre o trabalho em equipe da Canonical com a Microsoft no blog oficial do Ubuntu.
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Microsoft desenvolve a sua própria distribuição Linux

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

A Microsoft revelou algo que deixou muita gente de boca aberta, a empresa a acaba de revelar que criou sua própria distribuição Linux para utilizar nos servidores Azure da empresa.

Microsoft Linux

Microsoft desenvolveu sua própria distro Linux


Senta aí para receber a notícia mais WTF dos últimos meses, a Microsoft criou sua própria distro Linux, isso mesmo, pode ler de novo o título da manchete caso não tenha acreditado nos seus olhos.

O Linux da Microsoft foi desenvolvido pensando nos servidores Azure da empresa, uma plataforma de computação em nuvem mantida pela Microsoft, a descrição do sistema que foi feita por eles é esta:

"Um sistema operacional modular multi-plataforma para data center networking construído sobre Linux" e "nossa incursão na construção de nosso próprio software para a execução de dispositivos de rede, como switches."
"Na Microsoft, acreditamos que há muitas excelentes plataformas de hardware disponíveis no mercado, a ideia é termos uma concorrência saudável com outras plataformas aumentado a velocidade e reduzindo custos."
Comentou Kamala Subramanian, principal arquiteta da tecnologia Azure, a distribuição se chama Azure Cloud Switch, ela ainda afirma que uma plataforma construída desta forma permite uma maior velocidade em hardwares diferenciados, há também uma maior velocidade na correção de eventuais problemas.

Apesar de revelar que a Microsoft agora está usando Linux não foi dada uma explicação do por quê da decisão, mas isso mostra que a nova direção de Satya Nadella como CEO mudou drasticamente o conceito de uso de tecnologia pela empresa, algo que seria impensável há tempos atrás agora torna-se verdade, a Microsoft prefere abrir mão do Windows em alguns setores para ter um produto de maior qualidade.

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Microsoft entra para a Open Invention Network e libera 60 mil patentes para Linux

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

E esse ano de 2018, hein?!? Surpreendente em vários sentidos, especialmente na relação da Microsoft com a comunidade Open Source. Antes de te contar "a mais nova novidade do bairro", vamos fazer uma breve recapitulação de coisas que aconteceram neste ano.


Microsoft Loves Linux





Ainda hoje, toda movimentação que a Microsoft faz em prol do Open Source (ao menos aparentemente) ainda levanta suspeitas, naturalmente isso vem de décadas passadas onde a empresa se posicionou de forma contrária a esse tipo de iniciativa, não julgo quem pensa dessa forma, e digo mais, entendo perfeitamente.


Na verdade, até mesmo a Microsoft entende essa preocupação de parte da comunidade Open Source, no anúncio recente da adesão à OIN (Open Invention Network)Erich Andersen, Vice-Presidente Corporativo, Conselheiro Geral Adjunto da Microsoft, comenta:


"We know Microsoft’s decision to join OIN may be viewed as surprising to some; it is no secret that there has been friction in the past between Microsoft and the open source community over the issue of patents. For others who have followed our evolution, we hope this announcement will be viewed as the next logical step for a company that is listening to customers and developers and is firmly committed to Linux and other open source programs. "

Vamos voltar no tempo?


O que você estava fazendo no início do ano? Pode não parecer, mas 2018 já está em seu final e muita coisa interessante aconteceu nesse "embolado" da Microsoft com a cultura Open Source.

Skype em Snap

Em 3 de Fevereiro de 2018 nós estávamos anunciando a disponibilidade do Skype em formato Snap, compatível com a nova loja de aplicativos da Canonical, empresa que desenvolve o Ubuntu.

Essa medida iguala o software Skype às versões disponíveis para Windows e macOS, dando aos usuários de Linux basicamente a mesma experiência em qualquer plataforma. Como os pacotes Snap são "universais" e podem ser usados em qualquer distribuição Linux, isso leva  o Skype para qualquer lugar.

Azure Sphere OS - A distro Linux da Microsoft

Pouco tempo depois, em Abril, uma nova notícia surpreendente. Está claro que o principal interesse da Microsoft em usar tecnologias abertas (no momento) é deixar a sua plataforma de infraestrutura e serviços em nuvem mais robusta e segura, no entanto, outro segmento importante para o futuro é o IoT (Internet of Things) e foi assim que nasceu o Sphere OS.

Um sistema operacional da Microsoft, baseado em Linux, para ser usado em "Internet das Coisas".

Compra do GitHub

Em Junho a Microsoft demonstrou o seu interesse,  não só em fazer parte da comunidade Open Source, mas também de ser "a estrutura" para o desenvolvimento dela. 

A compra do GitHub, como era de se esperar, gerou muitos debates sobre a "benevolência" da Microsoft e fez com que muitas pessoas passassem a usar alternativas, como o GitLab. Passando alguns meses, o GitHub continua firme e forte e as pessoas passaram a ter mais opções.

SUSE e Microsoft de "mãos dadas"

Outra grande empresa do mundo Open Source é a SUSE, que agora com maior autonomia, trabalhou, em conjunto com a Microsoft, para oferecer o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure.

O que nos leva a última novidade até o momento, a união ao OIN, porém, muitas outras coisas aconteceram, algumas maiores e mais chamativas, outras menores, mas igualmente importantes, ao longo dos últimos dois anos especialmente. Para saber mais das aventuras da Microsoft no mundo Open Source visite essa categoria aqui do blog.

Adesão ao Open Invention Network

OIN - Open Invention Network

Antes de mais nada, do que se trata a OIN?

A OIN, ou "Open Invention Network", é uma organização ou comunidade que agrupa várias empresas do mundo em um acordo de não usar suas patentes em "agressão" ao movimento Open Source, especialmente o Linux.

De forma geral, as empresas que fazem parte da OIN acordam em não viabilizar o famoso "Embrace, Extend and Extinguish", popularizado pela própria Microsoft nos anos 90, onde a utilização de uma tecnologia em conjunto com a de outra empresa acontecia e então uma delas acabava inviabilizando o negócio por conta de patentes.

Esse grupo é formato por milhares de instituições que querem usar as suas tecnologias em conjunto com o Linux, mas não querem que as patentes de suas tecnologias interfiram na adoção das mesmas, fazem parte do grupo empresas como Google, SpaceX, Canonical, Red Hat, Samsung, Canon, Philips, IBM e muitas outras.

A Microsoft, e todas as demais empresas participantes, sabem que ninguém confiará em desenvolver uma tecnologia baseada em Linux com a inclusão de tecnologia alheia caso, ou mesclando coisas, se existir o perigo de haver uma reviravolta legal no futuro, e no mundo de cloud computing, confiança é tudo, afinal, seus serviços e os seus dados (e dos seus clientes) estarão rodando ali.

Outro ponto é que para distribuir software de forma integrada ao Linux não se pode ferir o licenciamento do Kernel, que impede que algo seja redistribuído caso uma de suas patentes entrem em conflito. Ou seja, uma vez aberto o código, fechar não é tão simples.

A entrada da Microsoft e a liberação de 60 mil patentes pertencentes a ela para ION deixa de onerar o desenvolvimento de certas tecnologias, incluindo o próprio Android, para outras empresas que também compartilham desse tipo de tecnologia, como a Samsung e a Google. Esse tipo de medida, permite que outras empresas utilizem tecnologias da Microsoft em conjunto com o Linux sem entrar em conflito com outras licenças, como a própria GPL, garantindo que uma vez algo integrado, a empresa não possa simplesmente "cobrar por isso".

A estratégia de faturamento da Microsoft parece ter mudado drasticamente, abrir mão de tantas patentes que geram bilhões em receitas anuais só vem pela crença de que ao fazer isso, no futuro muitos outros bilhões virão, sem dúvida, e não há problemas com isso do meu ponto de vista.

Diferente de softwares proprietários, onde, geralmente, uma única empresa o detém, um software como o Linux é mantido e usado por inúmeras companhias ao redor do mundo e simplesmente não pode ser fechado ou inviabilizado graças ao Copyleft. A verdade é que a Microsoft chegou atrasada nesse mundo de Cloud, assim como chegou com os Smartphones no "boom" da era mobile, e certamente eles não querem que aconteça o mesmo que aconteceu com o Windows Phone.

A empresa parece ter entendido que conquistar esse mercado está mais ligado a trabalhar de forma colaborativa, aliando tecnologias que as pessoas já conhecem e confiam e desenvolvendo no topo delas, do que tentar forçar os usuários a aceitarem os seus padrões e serviços. 

Um bom exemplo disso é Azure, empurrar o Windows como a única solução para Cloud oferecida por eles simplesmente faria o segmento desmoronar, a tecnologia Open Source sempre esteve ali para ser usada e eles finalmente entenderam que podem usá-la como todos os seus concorrentes e oferecem essas soluções para seus clientes. Basta passear um pouco pelas soluções apresentadas no Azure para ver que muito pouca coisa lá oferecida funcionaria sem tecnologia Open Source.

Sempre haverão as pessoas que olharão com ceticismo, e elas estão no direito delas, é plenamente compreensível como já mencionei anteriormente, mas software livre é para todos, certo? Inclusive a Microsoft.

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Microsoft criou "a sua própria" versão do FreeBSD

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Depois de customizar uma imagem do Linux para utilizar do Azure, agora é a vez da Microsoft criar a sua própria versão do FreeBSD.

Microsoft ama BSD




A Microsoft anunciou que customizou uma versão do FreeBSD 10.3 para rodar no Azure. A ideia é dar mais uma opção para os clientes da empresa que muitas vezes preferem o sistema operacional para rodar as suas aplicações,  em detrimentos de Linux e Windows.

O "BSD da Microsoft" é, em tese, exatamente igual ao FreeBSD 10.3 normal, a diferença é que as atualizações e a manutenção da imagem que roda no Azure será feita pela própria Microsoft.

Fonte: The Register
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Microsoft recomenda o Ubuntu como mais popular distro para Cloud Computing

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A mudança de opinião da Microsoft quanto ao Linux tem sido mais clara, assim que a empresa começou a investir e recomendar claramente o Linux para alguns de seus trabalhamos mais e mais depoimentos sobre o assunto estão aparecendo, especialmente depois que Satya Nadella tomou o lugar de CEO de Steve Ballmer.

Microsoft recomenda Ubuntu

Ubuntu é a melhor distribuição Linux para Cloud segundo a Microsoft

Não precisamos olhar para trás no tempo por muito tempo para encontrarmos um momento em que a posição oficial da Microsoft era ser simplesmente contra o Linux, como certa vez disse um ex-CEO da empresa Steve Ballmer, "Linux é um câncer", algo que parece ter mudado e muito com a chegada do novo chefe, Satya Nadella.

É claro que este comunicado feito através do Twitter do Microsoft Azure tem a ver com o fato de que o Ubuntu foi a primeira distro Linux fora da Microsoft a entrar como opção para os clientes da empresa como informamos nesta matéria, mas não deixa de ser algo que até pouco tempo atrás não se esperava vindo da empresa.
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Sobre a compra do GitHub pela Microsoft

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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Microsoft e GitHub anunciaram que, em comum acordo, agora a empresa dona de um dos serviços de repositório de software mais populares que existe pertence à "Gigante de Redmond". Tornando a Microsoft uma empresa mais influente e próxima dos desenvolvedores.

Microsoft e GitHub






Tem gente que gosta de catastrofismo, e devo admitir, deve gerar muitos cliques colocar alguns "títulos apocalípticos" por aí, não posso os culpar, mas eu geralmente tenho uma forma mais conservadora de trabalhar quando notícias "bombásticas" como esta vem à tona.

Esse é o motivo, inclusive, de eu estar escrevendo este texto várias horas (dias na verdade) depois do acontecido.

O passado me mostrou que geralmente "os empolgados" podem acabar se equivocando caso não soem neutros. Por isso, depois da compra ter se confirmado, de pessoas terem se revoltado, de outras terem comemorado; a que conclusão eu cheguei a respeito do assunto?

A compra do GitHub pela Microsoft


Foram 7,5 Bilhões de dólares, definitivamente um dinheiro que não estamos acostumados a ver em nosso dia a dia, fora de grandes negócios, ou grandes casos de corrupção. Mas por que a Microsoft estaria disposta a pagar essa quantia pelo GitHub?

- Para mais informações sobre a Notícia da compra, recomendo a leitura do texto da minha amiga Mariana Barbosa.

Ouvindo pessoas (é sempre bom ouvir) com opiniões diversas, conversando com amigos, algo me parece claro: A Microsoft não parece ser a mesma empresa outrora, não no sentido de querer "apenas obter lucro", mas é uma empresa que teve de reaprender a se colocar no mercado.

Atualmente a informação vale mais do que qualquer produto tradicional, informação é o produto! A Google é uma das maiores do mundo não só por seus produtos de qualidade, mas pelo que eles geram: Conhecimento sobre você e eu.

A Microsoft está deixando de ser apenas uma produtora de software, como fora em outros tempos, para ser uma fornecedora de serviços, e nada como conhecer o seu cliente, certo?

"Hoje em dia o produto é o serviço e não o produto." É esquisito falar assim, mas é isso mesmo.

A Microsoft é dona de muito mais empresas e serviços do que você imagina, mas vamos observar dois apenas. O LinkedIn e o GitHub.

A combinação de ambos permite que a Microsoft tenha acesso a uma imensa base de dados de o que as empresas estão necessitando e quais as tecnologias que as pessoas mais estão usando, para colocar de forma simples.

Com esse tipo de conhecimento é muito mais fácil criar produtos para atender demandas crescentes, muitas vezes sem usar o Windows diretamente, como é o caso do Azure e do Azure Sphere OS. 

A Microsoft está empenhada em oferecer tecnologia para seus clientes, atender suas demandas. Se para fazer isso ela terá de deixar de usar Windows em todas as soluções que oferece ou abrir o código de suas aplicações (como já fez com várias), que seja. Parece que é um "preço" que eles estão dispostos a pagar.

O modelo Open Source venceu?


Eu lembro do tempo em que se falava que a Microsoft era "a inimiga número um de projetos de código aberto". Dizia-se isso por ela ser uma das pioneiras e maiores empresas a distribuir softwares de código fechado, além disso, em outros tempos, seus líderes fizeram ásperos discursos contra o movimento Open Source, Software Livre, Linux, etc. No coração dos magoados, isso talvez permaneça latente. Certamente é um sentimento inútil, mas que continua deixando as pessoas com um (ou até dois) pé atrás. O que, de toda forma, também não é de todo mal.

Sempre vi em algumas comunidades de software livre que a maior "diversão" era ter um inimigo em comum contra quem lutar. O "ódio" de alguma coisa muitas vezes une mais as pessoas do que ter coisas em comum, por mais idiota que isso possa parecer. As pessoas que entre si tem inúmeras divergências mas odeiam algo em comum acabam por se unir, mais uma vez, isso é uma lição histórica.

Em pleno 2018, eu vejo uma Microsoft que está se rendendo ao que a comunidade Open Source sempre tentou lutar em prol.

Observe: para continuar tendo sucesso em seus negócios, é a Microsoft que está tendo que se aproximar do Linux e do mundo dos softwares abertos, dos desenvolvedores e dos hackers, e não o contrário.

Se o objetivo era fazer com que a Microsoft não fosse mais "aquele monstro proprietário", parece que finalmente estamos no meio deste processo. Existem muitas empresas que trabalham com softwares Open Source, que trabalham com Linux, que são muito mais fechadas que a Microsoft, a grande questão é que com a MS, tudo tem uma escala maior por conta do seu nome e por conta do próprio tamanho da empresa.

A compra do GitHub pela "turma do Nadella" acabou gerando uma debandada de alguns desenvolvedores para um concorrente com popularidade crescente, o GitLab. Ambas ferramentas procuram oferecer o mesmo tipo de serviço, cada  um com suas particularidades.

O lado irônico dessa mudança, é que o GitLab (que ao que parece pretende migrar para serviços de outra gigante, a Google) no momento ainda roda no Azure, da Microsoft:

GitLAB

GitLAB

Mais irônico que isso é só o pessoal que está reclamando da compra do GitHub no LinkedIn.

Estes tipo de escolhas são pessoais, claro, se você não gosta de algo e existem alternativas, você pode se sentir livre para mudar. Mas hoje eu convido você que foi "treinado para odiar" a Microsoft a refletir sobre o assunto e tentar entender o porque disso.

Não era a mudança de postura da empresa que todos queriam? Não é isto que está acontecendo agora mesmo em algum nível?

Algo que eu acho extremamente importante de ressaltar é que grandes companhias assim costumam refletir a postura de seus líderes. 

Não era a Microsoft que odiava Linux ou Software Livre, era o Steve Ballmer. Os motivos dele pensar assim são obscuros, talvez ele tenha se desenvolvido como profissional entendendo somente uma forma de trabalho e o software livre estava atrapalhando a visão estreita que ele tinha das coisas. 

O Nadella por outro lado é criado em meio ao mundo Open Source e levou a sua visão para a Microsoft, depois de sua chegada podemos dizer que a empresa aprendeu a se recolocar no mercado lucrativo, com serviços em nuvem, internet das coisas e até mesmo serviços para dispositivos móveis. 

Por mais que o Windows, o Office e o XBox sejam produtos mais "visíveis" para as pessoas, e eles obviamente gerarem receita para a empresa, a "mina de ouro" está na infraestrutura.

Você já deve ter ouvido falar da IBM, certo? Olhe ao seu redor hoje e veja quantas coisas com a marca "IBM" você tem ao seu redor. Não muitas provavelmente, se é que tem alguma. No entanto até hoje a IBM é um das maiores empresas do mundo no mercado de tecnologia, justamente por atuar há tantos anos e ter focado neste mercado que a Microsoft está "loucamente" tentando conseguir uma fatia.

Ao invés de continuar gastando milhões para fazer o Windows Phone funcionar como uma nova plataforma, eles criaram um ecossistema para o Android com soluções da Microsoft no lugar das soluções Google, porque no fim das contas eles não querem que o Windows necessariamente seja a plataforma para as pessoas, eles querem que as pessoas usem seus produtos, seja como for.

Um exemplo de que a mentalidade "do chefe" pode influenciar em como vemos a empresa de fora, mas que não muda as pessoas que fazem parte dela é que: Imagine que você é o dono de uma empresa, e você comenta publicamente e com todos os seus funcionários que "azul é uma cor horrível, você odeia azul, azul estraga o mundo, azul é o câncer da comunidade."

É natural que as pessoas de fora pensem que a sua empresa toda pense que "Azul é uma droga", quando na verdade cada um dos funcionários tem a sua própria visão sobre isso e quem realmente odeia azul é você, seja lá qual for o motivo.

Para mim, uma empresa é feita de pessoas, ainda que o líder esteja lá para representá-las de alguma forma, as relações entre pensamentos e ações vão muito além disso. Basta você ter a sua própria empresa para saber ou observar se você concorda com as opiniões do seu chefe sobre tudo.

O que pode acontecer com o GitHub no futuro?


Você pode ouvir pessoas especulando o quanto quiser, mas a verdade é que nenhuma delas realmente sabe o que vai acontecer.

Tudo bem, podem haver especulações baseadas em ações passadas, são suposições com fundamentação, mas em momento algum no passado a Microsoft que comprava empresas tinha a postura que esta empresa atual tem.

Para mim o LinkedIn, por exemplo, só melhorou depois da chegada da Microsoft, finalmente temos uma versão do Skype para Linux que não deixa a desejar em relação a versão de Windows e macOS, mas nem mesmo as boas ações recentes da empresa são garantia de que ela não vai fazer algo que tornará o GitHub menos interessante no futuro.

Eu sei que é difícil para você (ser humano) admitir que não sabe de algo e conviver com isso sem preencher as lacunas com a sua imaginação, mas tente ser honesto.

Tirando o seu gosto pessoal (que deve ser respeitado), existe alguma mudança no GitHub que tenha inviabilizado, comprometido ou causado algum desconforto técnico para você remover o seu repositório de lá?

Você pode tomar a decisão baseada em emoção e fazer qualquer mudança, ou esperar, analisar a situação e se realmente ficar ruim, sair. Nada vai te impedir.

Temos que parar de usar as nossas emoções para pensar e começar a pensar sobre as nossas emoções. Quando você colocou o seu repositório lá no GitHub eu imagino que você tivesse ciência de que ele era uma empresa e que poderia ser vendida para qualquer um que tivesse dinheiro para tal.


Por mais que possa se configurar como "efeito manada", um indicativo de que "algo errado estaria acontecendo" com o serviço, seria quando grandes projetos começassem a debandar de lá, porque literalmente todas as grandes empresas de tecnologia que trabalham com Open Source mantém alguns códigos lá, incluindo o Kernel Linux.

Mudar porque existe algo melhor ou que lhe atenderá melhor é um bom motivo para desprendimento de energia, o resto é, como dizem hoje em dia, puro "mimimi". Se fosse a Google que tivesse feito a compra, será que a reação de quem reclamou seria a mesma? E se fosse a Red Hat?

Acredite, existem pessoas que odeiam cada uma dessas empresas tanto quanto outras odeiam o Windows ou a Microsoft.

Mas você ganha o que mesmo odiando algo? 🤔
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Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux

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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Desde quando o “mundo é mundo”, sempre houve uma “batalha” entre sistemas operacionais, Windows vs macOS vs Linux, com intermináveis horas de debate e nem sempre chegando à algum consenso, em alguns casos, partindo para o lado pessoal, infelizmente.

Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux






Isso deve-se muito, principalmente, as décadas de 1980, 1990 e o início dos anos 2000, quando CEOs, como Steve Ballmer, e líderes de projetos como Richard Stallman, alimentavam essa “guerra” com “trocas de farpas” públicas, de um lado chamando o Linux de câncer e do outro chamando de “o grande mal que quer controlar e bisbilhotar o seu usuário”.

Mas essa aparente “guerra”, ganhou um novo capítulo recentemente. O jornalista do site de tecnologia ZDNet,  Steven J. Vaughan-Nichols, conseguiu uma entrevista com Linus Torvalds e vários outros desenvolvedores do Linux na Linux Plumbers Conference de 2019, onde ele conseguiu uma declaração “universal” deles, concordando que a Microsoft quer controlar o Linux, mas eles não estão preocupados. Pois o tipo de licença que rege o projeto, GPL2, não permite isso. Linus comentou:

“Toda essa coisa anti-Microsoft às vezes era como uma piada engraçada, mas não real. Hoje, eles são realmente muito mais amigáveis. Converso com engenheiros da Microsoft em várias conferências e sinto que sim, eles mudaram e são felizes. Estão realmente felizes trabalhando no Linux. Então, eu exclui completamente todas as coisas anti-Microsoft". 

Steve ainda questiona se o “leopardo da Microsoft” não está só esperando o momento certo para dar o “bote” e  Torvalds complementa:

“Eu não acho que seja verdade. Quero dizer, haverá sempre uma tensão. Mas isso é verdade para qualquer empresa que entrar no Linux; elas têm seus próprios objetivos. E querem fazer as coisas do seu jeito, porque têm uma razão para isso. (Portanto, para o Linux), a Microsoft tende a se concentrar principalmente no Azure e fazer todo o possível para que o Linux funcione bem para eles".

A matéria completa do ZDNet com as outras declarações dos devs que estão envolvidos no Kernel Linux, você pode conferir aqui.

O que podemos notar nas falas deles, é que não tem preocupação na aproximação da Microsoft com o Kernel Linux, pois alguns dos principais engenheiros envolvidos no Linux dentro do Windows, vem de empresas que apoiam o sistema do pinguim, como a Novell. Além é claro da distro Linux da Microsoft, no Azure. Além da liberação das mais de 60 mil patentes recentemente. Isso mostra que a “velha Microsoft” do Ballmer está no passado (assim esperamos), e que agora a “nova Microsoft” do  Satya Nadella, seja de mais integração com o open source, tanto que estão para chegar o MS Teams e o MS Edge, quem sabe o MS Office também não aparecerá em breve 😀😁, seria muito bacana de se ver, não é mesmo? O “chefão” do Linux e a Linux Foundation não parecem ver a Microsoft como ameaça, então por que você ou eu deveríamos?

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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Juntas, SUSE e Microsoft exibem nova solução com certificação da Cloud Foundry Foundation

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terça-feira, 24 de abril de 2018

A SUSE anunciou que o SUSE Cloud Application Platform foi nomeado como uma distribuição certificada Cloud Foundry pela Cloud Foundry Foundation. A plataforma recém-certificada traz a produtividade avançada do modelo Cloud Foundry para Kubernetes, que está rapidamente se tornando o moderno padrão para a infraestrutura de gerenciamento de containers mais aplicado pelas empresas no mercado.

SUSE Cloud Foundry Foundation






Como uma das duas únicas ofertas de software certificadas Cloud Foundry, a solução é desenvolvida com o SUSE Linux Enterprise e tem suporte completo oferecido pela SUSE. É a única distribuição oferecida por meio de software 100% open source. O SUSE Cloud Application Platform permite que as organizações aproveitem ao máximo seus investimentos e sua expertise em infraestrutura e Kubernetes. Simplifica a implementação de Cloud Foundry e acelera tanto a filosofia DevOps quanto as modernas iniciativas de entrega de aplicativos para as empresas.

A SUSE também está lançando aprimoramentos funcionais em sua nova plataforma, incluindo suporte para infraestrutura de nuvem pública Kubernetes, que acelerará o time-to-value nas nuvens de seus clientes, além de novos recursos de backup e restauração, que permitirão mais segurança para os usuários migrarem seu ambiente de Cloud Foundry.

Os aprimoramentos mais recentes da plataforma SUSE Cloud Application incluem suporte para o Microsoft Azure Container Service (AKS). Com os serviços Kubernetes fornecidos pelo AKS, as empresas podem economizar tempo configurando a implantação de nuvem pública do SUSE Cloud Application. Os clientes podem usar os novos recursos de backup/restauração para simplificar a recuperação do ambiente Cloud Foundry, incluindo aplicativos. Eles também podem usá-los para migrar de uma instância de Cloud Foundry para outra, movendo entre instâncias de nuvem privadas e públicas, por exemplo, ou entre diferentes distribuições de Cloud Foundry.

"Além de ser uma ponte entre as comunidades open source, a SUSE alia o melhor que as tecnologias Cloud Foundry e Kubernetes oferecem, gerando um valor moderno e muito atraente para os nossos clientes", comenta Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE. "A liderança da SUSE como provedora de infraestrutura definida por software e soluções para entrega de aplicativos é refletida na inovação com o SUSE Cloud Application Platform. A conquista da certificação demonstra o quão importante é, para nós, a interoperabilidade entre plataformas Cloud Foundry e o compromisso com o desenvolvimento contínuo de Cloud Foundry".

O SUSE Cloud Application Platform é destinado às equipes de desenvolvimento e operações (DevOps), que buscam otimizar o gerenciamento do ciclo de vida dos aplicativos tradicionais e dos novos aplicativos cloud native. Diferentemente de outras ofertas de Cloud Foundry, a nova ferramenta da SUSE empacota Cloud Foundry como uma distribuição em container, gerenciada por Kubernetes. Isso simplifica que a implantação e o gerenciamento reduzem drasticamente o consumo de memória e tornam a plataforma mais acessível aos usuários de Kubernetes.

O recebimento da nova certificação complementa a certificação Kubernetes entregue à plataforma. Para os clientes, representa proteção comprovada contra o temido vendor lock-in – espécie de bloqueio em que determinados fornecedores impedem que usuários consigam trocar seus produtos ou serviços pelos de outros fornecedores – e o compromisso da SUSE em manter a plataforma atualizada de acordo com os avanços de Cloud Foundry.

"A SUSE continua impulsionando nossa comunidade, encorajando-os a seguir novas direções. O SUSE Cloud Application Platform, recentemente certificado, expande o ecossistema Cloud Foundry, dando ainda mais opções para as companhias", afirma Abby Kearns, diretor executivo da Cloud Foundry Foundation.
"Juntas, a Microsoft e a SUSE têm o objetivo de tornar o uso da tecnologia de container o mais simples possível, criando uma experiência aprimorada para os desenvolvedores", relata Gabe Monroy, gerente de programa de liderança para Containers da Microsoft.

"A abordagem da SUSE com o Cloud Application Platform combina a aclamada experiência de desenvolvimento em Cloud Foundry com a experiência operacional da plataforma líder do setor em gerenciamento Kubernetes. Isso fornece aos clientes do Microsoft Azure a melhor forma possível de implantar e gerenciar Cloud Foundry, com os aplicativos cloud native construídos com Kubernetes – todos executados no mesmo cluster do AKS", conclui.

Para mais informações sobre o SUSE Cloud Application Platform, acesse aqui.
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Microsoft lança novo sistema operacional baseado em Linux, conheça o "Azure Sphere OS"

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terça-feira, 17 de abril de 2018

Ainda não é um sistema operacional para substituir o Windows no Desktop, mas mesmo assim, "quem diria", não? A "gigante de Redmond" anunciou o lançamento de seu mais novo sistema operacional para IoT e ele não é baseado no Windows e sim no Linux.

Microsoft Sphere Linux






Durante um videocast a Microsoft anunciou uma nova solução da empresa para o segmento (cada vez mais disputado) de internet das coisas (IoT). Um sistema operacional que possa combinar os serviços em nuvem da empresa com esses pequenos e inteligentes dispositivos.

Esse segmento hoje é ocupado fortemente pelo Ubuntu da Canonical, mas vem sendo cobiçado por gigantes da tecnologia de todo o mundo.

Brad Smith, da Microsoft, que foi o responsável pela apresentação do projeto, afirmou: "Ainda somos a empresa do Windows, mas reconhecemos que a melhor solução para um computador 'deste' tamanho  - enquanto segurava o pequeno chip - não é uma versão completa do Windows".

Brad Smith Microsoft
Brad Smith, da Microsoft, enquanto segurava o pequeno Chip no Webcast

Com o nome de "Azure Sphere OS", a Microsoft cria genuinamente o seu sistema operacional para IoT baseado no Kernel Linux.

"Criamos aqui um Kernel Linux personalizado para atender a nossa demanda com alguns serviços que criamos para o próprio Windows. Para todos aqueles que acompanham a Microsoft nos últimos 43 anos, esta é a primeira vez que anunciamos o nosso próprio sistema Linux. É um passo importante para o setor e nos permitirá apoiar a tecnologia de  forma com que o mundo precisa que seja.", finalizou Smith.

Opinião pessoal


O que eu vejo aqui é que depois de muitos anos finalmente a Microsoft está vendo o Linux como uma ferramenta e não como um concorrente, algo que ele nunca foi efetivamente.

Outras empresas usaram e usam o Linux também como base de seus produtos e estes sim, podem concorrer com a Microsoft, mas o Linux em si é a ferramenta livre que qualquer um, incluindo a Microsoft, pode utilizar. Sendo o Linux uma ferramenta como um martelo, porque a MS não poderia utilizar uma ferramenta tão básica e sólida para construir o seu produto também?

Vemos atualmente uma empresa muito mais colaborativa e aberta do que outrora, ainda é empresa do Windows, como Smith comentou, mas não me surpreenderia se no futuro o Windows fosse grátis e Open Source e se tornasse uma plataforma para serviços, como é o Android para a Google.

O tipo de decisão de usar a melhor tecnologia e melhor solução para cada segmento que a companhia atue não é nada mais do que inteligente. Afinal, independente do segmento, o importante é, assim como qualquer outra empresa, continuar faturando, seja com Windows, seja com Linux.

Até a próxima!

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