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Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux

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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Desde quando o “mundo é mundo”, sempre houve uma “batalha” entre sistemas operacionais, Windows vs macOS vs Linux, com intermináveis horas de debate e nem sempre chegando à algum consenso, em alguns casos, partindo para o lado pessoal, infelizmente.

Linus fala o que pensa sobre a aproximação da Microsoft ao Linux






Isso deve-se muito, principalmente, as décadas de 1980, 1990 e o início dos anos 2000, quando CEOs, como Steve Ballmer, e líderes de projetos como Richard Stallman, alimentavam essa “guerra” com “trocas de farpas” públicas, de um lado chamando o Linux de câncer e do outro chamando de “o grande mal que quer controlar e bisbilhotar o seu usuário”.

Mas essa aparente “guerra”, ganhou um novo capítulo recentemente. O jornalista do site de tecnologia ZDNet,  Steven J. Vaughan-Nichols, conseguiu uma entrevista com Linus Torvalds e vários outros desenvolvedores do Linux na Linux Plumbers Conference de 2019, onde ele conseguiu uma declaração “universal” deles, concordando que a Microsoft quer controlar o Linux, mas eles não estão preocupados. Pois o tipo de licença que rege o projeto, GPL2, não permite isso. Linus comentou:

“Toda essa coisa anti-Microsoft às vezes era como uma piada engraçada, mas não real. Hoje, eles são realmente muito mais amigáveis. Converso com engenheiros da Microsoft em várias conferências e sinto que sim, eles mudaram e são felizes. Estão realmente felizes trabalhando no Linux. Então, eu exclui completamente todas as coisas anti-Microsoft". 

Steve ainda questiona se o “leopardo da Microsoft” não está só esperando o momento certo para dar o “bote” e  Torvalds complementa:

“Eu não acho que seja verdade. Quero dizer, haverá sempre uma tensão. Mas isso é verdade para qualquer empresa que entrar no Linux; elas têm seus próprios objetivos. E querem fazer as coisas do seu jeito, porque têm uma razão para isso. (Portanto, para o Linux), a Microsoft tende a se concentrar principalmente no Azure e fazer todo o possível para que o Linux funcione bem para eles".

A matéria completa do ZDNet com as outras declarações dos devs que estão envolvidos no Kernel Linux, você pode conferir aqui.

O que podemos notar nas falas deles, é que não tem preocupação na aproximação da Microsoft com o Kernel Linux, pois alguns dos principais engenheiros envolvidos no Linux dentro do Windows, vem de empresas que apoiam o sistema do pinguim, como a Novell. Além é claro da distro Linux da Microsoft, no Azure. Além da liberação das mais de 60 mil patentes recentemente. Isso mostra que a “velha Microsoft” do Ballmer está no passado (assim esperamos), e que agora a “nova Microsoft” do  Satya Nadella, seja de mais integração com o open source, tanto que estão para chegar o MS Teams e o MS Edge, quem sabe o MS Office também não aparecerá em breve 😀😁, seria muito bacana de se ver, não é mesmo? O “chefão” do Linux e a Linux Foundation não parecem ver a Microsoft como ameaça, então por que você ou eu deveríamos?

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.
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A revolução do SUSE Manager 4

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sábado, 31 de agosto de 2019

À medida que mais empresas buscam a transformação para uma infraestrutura mais ágil, aproveitando a tecnologia híbrida de várias nuvens, a necessidade de um gerenciamento de infraestrutura aplicado e centralizado continua a crescer, e as grandes empresas do mundo Linux precisam estar preparadas.

SUSE Linux





 A SUSE lançou uma grande atualização, anunciou nesta semana a disponibilidade do SUSE Manager 4 e do SUSE Manager 4 para varejo, com soluções de gerenciamento de infraestrutura de código aberto. 

Isso ajuda as operações de TI das empresas e as equipes de DevOps a reduzir a complexidade e a recuperar o controle dos ativos de TI, independentemente de onde estejam, aumentar a eficiência e, ao mesmo tempo, cumprir as políticas de segurança e otimizar as operações por meio da automação para reduzir custos.

Rumo à transformação, as empresas buscam uma infraestrutura mais ágil. Por isso, a SUSE ajuda seus clientes a adotarem a infraestrutura definida por software, para que possam continuar inovando, competindo e crescendo no mercado atual. Também fornecemos as ferramentas necessárias para operar ambientes mistos eficientemente”, afirma Daniel Nelson, vice-presidente de Produtos e Soluções da SUSE. O SUSE Manager gerencia sistemas físicos, virtuais e containerizados a partir de uma única central”. 

Como um componente-chave de uma infraestrutura definida por software, o SUSE Manager 4 permite que os clientes que:

• Reduzam os custos e simplifiquem o gerenciamento aprimorado do ciclo de vida do conteúdo, que facilita a movimentação e o gerenciamento de pacotes em todo o ciclo de DevOps. O gerenciamento de máquinas virtuais, com automação nativa do Salt, permite o gerenciamento quase em tempo real de centenas de servidores;

• Aumentem a disponibilidade e a visibilidade com recursos ampliados de monitoramento e alertas baseados na ferramenta Prometheus. Isso permite que os clientes identifiquem e resolvam problemas em menor tempo;

• Utilizem uma infraestrutura definida por código nativo, por meio do Salt, tornam mais fácil do que nunca instalar, configurar e manter em conformidade o landscape de SAP HANA.

• Reduzam a complexidade com uma única ferramenta para gerenciar qualquer servidor Linux na sua infraestrutura, em qualquer plataforma de hardware Enterprise, de dispositivos de IoT, até para ambiente Kubernetes, não importa onde esteja localizado, em um datacenter próprio, um terceiro datacenter ou na nuvem.


As empresas valorizam o acesso à inovação fornecido por tecnologias open source, como o Linux. Organizações que dependem de várias distribuições Linux enfrentam, muitas vezes, inúmeros desafios de gerenciamento, à medida que aumentam a complexidade e a escala de seus ambientes corporativos. A conformidade e o controle consistentes e automatizados são particularmente importantes para manter os níveis de desempenho e segurança exigidos pelos aplicativos de missão crítica que atendem a um grande número de usuários finais”, diz Mary Johnston Turner, vice-presidente de pesquisa de Gerenciamento de Nuvem da IDC.

SUSE Manager for Retail 4


O "SUSE Manager for Retail" oferece gerenciamento de infraestrutura open source otimizado e adaptado especificamente para o setor de varejo, com todas as funcionalidades apresentadas pelo SUSE Manager 4 e mais funcionalidades para as demandas de infraestrutura do mercado de varejo, permitindo a padronização de centena de pontos de atendimento, quiosques e pontos de venda.

Isso permite que os clientes da SUSE reduzam os custos, otimizem operações e garantam a conformidade em toda a infraestrutura de TI no varejo.

De mainframes e clusters de HPC, servidores bare metal e máquinas virtuais, terminais de ponto de serviço, quiosques, até sistemas de autosserviço em distribuição Linux, o SUSE Manager for Retail 4 tenta se colocar no mercado como a solução ideal.

Dentre os recursos do SUSE Manager estão:

• Criar, implantar e manter imagens de forma central para os pontos de serviços;
• Implantar atualizações de software nos pontos de serviços;
• Gerenciar todas as configurações por infraestrutura por código nativo, Salt;
• Automatizar o monitoramento, rastreamento e relatórios de sistemas;
• Utilizar uma segurança mais forte para evitar a perda de dados;
• Manter a conformidade no seu ambiente de ponto de serviço;
• Pesquisar o status de conformidade dos sistemas em relatórios vulnerabilidades;
• Manter uma loja totalmente gerenciada, atualizada e um ambiente compatível, com carga limitada na largura de banda disponível entre a loja e um local de gerenciamento central.

O SUSE Manager 4 já está disponível e as imagens também estão disponíveis no Amazon Web Services (AWS), no Google Cloud Platform e no Microsoft Azure. Para obter mais informações sobre o SUSE Manager 4  basta clicar aqui.

Participe da discussão sobre produções de gerenciamento no nosso fórum, até a próxima!

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Microsoft investe US $1 bilhão na OpenAI, em busca da mais poderosa inteligência artificial

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terça-feira, 30 de julho de 2019

A OpenAI é uma organização sem fins lucrativos, sediada na Califórnia, que visa criar uma inteligência artificial geral. O centro de pesquisa vem desenvolvendo projetos que terão resultados à longo prazo, daí a importância de parcerias e investidores, como a Microsoft que possibilitam a manutenção e sobrevivência desses projetos.

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No atual cenário da tecnologia as inteligências artificiais sempre têm como alvo uma situação em específico. No entanto, a OpenAI planeja um passo além, sendo considerado por muitos o próximo nível da computação, o “Santo Graal da inteligência artificial”. Uma inteligência artificial geral, AGI (sigla em inglês) não se limita a nichos, atuando de maneira abrangente e aprendendo diversos casos de uso. Esse conceito é tão sofisticado que “brilha os olhos” de gigantes e a Microsoft, que não é boba, investiu US $1 bilhão na OpenAI.

AI’s atuais têm grandes dificuldades em transmitir suas experiências e atuar em diferentes cenários, com outros sistemas focados em outros campos de atuação. AGI vem justamente para quebrar esse paradigma, englobando mais de um cenário. Obviamente, que uma inteligência artificial tão poderosa deve ter conceitos pautados em princípios sólidos, como a privacidade do usuário e transparência. Esses são temas centrais no desenvolvimento da tecnologia encabeçada pela OpenAI, sendo de código aberto, diversos setores da computação podem ser beneficiados. Lembrando que essa AI é algo para o futuro, estando em pleno desenvolvimento. Além da Microsoft, outros nomes de peso fazem parte do projeto, como o Elon Musk e Reid Hoffman (co-criador do LinkedIn).

Curiosamente existe um debate se tal empreitada é realmente possível e em quanto tempo uma inteligência artificial geral poderia ser desenvolvida, o site The Verge teve acesso a pesquisas dos principais especialistas do campo, e a estimativa era de que existem 50% de chances para a criação da AGI até o ano de 2099. Uma tarefa, “nada simples”, que necessita de um empenho grandioso, como o próprio objetivo. A parceria pode beneficiar a plataforma Azure, da Microsoft, criando tecnologias de supercomputação baseadas nessa inteligência artificial.

Você pode acessar o GitHub oficial da OpenAI, caso seja da área ou queira estudar sobre o tema.

Ainda existem pessoas que dizem que o modelo open source é um fracasso, que empresas não investem no código aberto, parece que Satya Nadella, atual CEO da MS, não concorda com esse tipo de visão.

Participe de nosso fórum no Diolinux Plus, novidades a todo momento em nossa comunidade.

Até o próximo post, “pois a Skynet está se aproximando”, SISTEMATICAMENTE! 😁😂😎

Fonte: The Verge.
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Streaming é o futuro de "tudo" o que consumimos na internet?

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Desde que nos acostumamos com a facilidade do streaming, o mercado tem se mostrado maleável para se adaptar às novas formas de consumo de conteúdo em vídeo. A transmissão de dados em áudio e vídeo não é, contudo, uma tecnologia recente, mas foi popularizada com o desenvolvimento da velocidade da internet e, hoje, é o meio mais acessado para vídeos.

Portais como Amazon Prime e Netflix tiveram seu papel crucial na popularização deste tipo de serviço, que dispensa o download para acesso ao conteúdo. No entanto, devemos lembrar que, se o processo de popularização começou com o streaming para entretenimento, o cenário atual é bem mais expansivo.

Streaming de conteúdo







O conteúdo audiovisual é mais atrativo que o conteúdo escrito, ao menos o que as tendências indicam, basta observar as redes sociais mais famosas e os conteúdos mais acessados dentro delas. A exploração dos benefícios trazidos pelo streaming colhe bons frutos também em ações institucionais, webinars e treinamentos. Nesse contexto, o recurso de streaming é facilmente adaptado para objetivos de entretenimento, educação e negócios.

Não é que os eventos presenciais tenham perdido seu encanto, mas fato é que o alcance por streaming traz volumes consideráveis quando se fala em resultados. De acordo com a plataforma de soluções em educação DTCom, marcas gigantes estão investindo em suas próprias webTvs, ou mesmo realizando grandes espetáculos com transmissão ao vivo. Exemplo disso foi o anúncio de retirada dos títulos da Disney da Netflix, em razão da estratégia de uma plataforma própria do ratinho mais famoso do mundo.

Acesso a Streaming

Interatividade posta à prova


A transmissão audiovisual já é, por si só, uma ferramenta valiosa e uma estratégia assertiva na disseminação de conteúdo. Porém, há uma forma de fazê-la ainda mais eficiente.

A valorização da interação nestas relações é a nova máxima da comunicação de massa. A participação da audiência em tempo real enriquece o conteúdo e fomenta ainda mais uma relação de maior proximidade entre o comunicador e seu público.

Empresas especializadas em educação estão trabalhando no lançamento de plataformas de streaming com o viés de ministrar aulas em vídeo.

Mercado promissor para o iGaming


Além de impactos positivos nos setores de entretenimento e educação, um segmento específico tem observado que o caminho do streaming é uma grande aposta para obter melhores resultados.

É engraçado pensar nisso, mas geralmente o mercado de streaming de games vai muito além do que imaginar que os games tiple A de consoles passarão a rodar para nos nossos browser. Existem muitos serviços de games mais simples, de cartas, estratégia em turnos, que já geram muito valor na indústria e basicamente dependem de streaming de conteúdo. Além de streamings em plataformas como o Twitch e o YouTube, onde somos apenas espectadores, existe os famosos "jogos de browser", como onde você pode participar de um ambiente interativo, como o Betway cassino online. 

A rentabilidade é alta o suficiente para motivar, inclusive, que gigantes do mundo da tecnologia adotassem essa tendência que revolucionou a forma como as pessoas jogam atualmente. A própia Google anunciou que essa possibilidade existiria com serviços como o Stadia, integrado ao YouTube, ou outros games no estilo como, que já são clássicos, como Adventure Quest World, Dragon Awaken e muitos outros.

Streaming de conteúdo


Em razão disso, a Microsoft e a Sony anunciaram recentemente uma parceria em prol do desenvolvimento de novos serviços de games, sendo que o streaming será suportado pela plataforma na nuvem da Microsoft, o Azure. A Google já conta com um serviço similar à disposição. Também voltado exclusivamente para jogos, o Stadia distribui e dissemina conteúdo denso sobre jogos em formato streaming que chegará por completo em Novembro e que custará cerca de 180 a 240 Dólares por ano.

O futuro do streaming nesse setor é promissor, embora seja difícil fazer previsões mais concretas em razão dos constantes lançamentos relacionados à tecnologia. Mas uma coisa é certa: os investimentos estão criando um universo cada vez mais completo e rentável.

O streaming vai dominar a forma como nos entretemos e aprendemos?


O crescimento do streaming em diversos setores está acelerado e o público tem à disposição conteúdos on demand ou na modalidade live streaming nos mais diversos setores. Seja em plataformas de conteúdo com viés educativo, como a Edx Courses, ou em nichos de divertimento, como Spotify ou Hulu, Netflix ou Amazon Prime, é certo que não há previsão de contingência deste mercado tão cedo.

Em linhas gerais, é possível esperar da transmissão via streaming a liderança no que diz respeito ao acesso e interatividade com determinado tipo de conteúdo, dando maior independência entre público alvo e interlocutores em conectar-se de forma imediata e dispensando compatibilidade de agendas em alguns casos.

Por ser uma alternativa descomplicada e mais barata, a grande vantagem trazida com a tecnologia do streaming é a forma inovadora como lapidou o consumo de conteúdos pela internet, driblando o fator da disponibilidade dos seus consumidores face ao local em que se encontram, seja na hora da transmissão do conteúdo ou posteriormente.

O que você acha, será que o streaming vai tomar conta de praticamente todos os serviços? Continue a discussão no nosso fórum.

Até a próxima!
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Microsoft traz um kernel Linux completo para o Windows 10

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

A conferência voltada para devs da Microsoft, a Build 2019, foi recheada de novidades, como a possível chegada do Edge para Linux, do novo WSL e do Kernel Linux completo no Windows 10.

 Microsoft traz um kernel Linux completo para o Windows 10






Parecia que esse dia nunca chegaria, mas sim meus amigos e amigas, ele chegou. Estamos vendo Linux e Windows na mesma frase e o contexto não é  alguma “Guerra Infinita”. 😁😂

Quando anunciaram o WSL 2, também falaram que iam mandar junto um Kernel Linux completo, assim facilitando a VM que é criada via Hyper-V, consumindo menos recursos do computador, pois não vai precisar mais emular as APIs do kernel Linux no kernel NT, com isso o WSL 2 vai rodar um kernel Linux completo em uma VM muito leve.



Como o Kernel Linux é sobre a licença GNU GPL (General Public License), toda modificação feita pela Gigante de Redmond, terá que ser publicada, e assim ela se comprometeu a fazer, disponibilizando via GitHub.

Ainda teve as seguintes declarações:

“Esta não é a primeira vez que a Microsoft envia um kernel Linux, já que já lançamos um em 2018 quando anunciamos o Azure Sphere. No entanto, esta será a primeira vez que um kernel Linux é lançado com o Windows, o que é um verdadeiro testemunho do quanto a Microsoft adora o Linux!”, e complementou como vai funcionar na parte de segurança:

“Para manter o Kernel sempre atualizado com os mais novos recursos e correções na última versão estável do Linux. Para garantir a procedência de nossas fontes, espelhamos repositórios localmente. Estamos monitorando continuamente as listas de e-mail de segurança do Linux e fazendo parcerias com várias empresas de banco de dados CVE para ajudar a garantir que nosso kernel tenha as correções e mitigações mais recentes.”

Como dito no artigo sobre o WSL 2, é muito cedo dizer que a Microsoft vai migrar 100% do Kernel NT para o Kernel Linux. É impossível??? Não, só creio que se for acontecer não vai ser algo tão pra agora e sim daqui alguns anos, pois envolve muita grana e afeta quem constrói o seu app ou jogo, que em grande parte é voltado pensando como o “Windows pensa”, mas tudo pode acontecer e daqui 2 anos termos uma versão do Windows 10 com Kernel Linux, porque não?? 

Para conferir os anúncios oficiais no blog da MS, basta acessar aqui e aqui.

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Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Red Hat leva software open source para outro nível

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quinta-feira, 9 de maio de 2019

A Red Hat, Inc. lançou nesta Terça-feira (7), o Red Hat Enterprise Linux 8 (RHEL 8) durante o Red Hat Summit 2019, principal convenção mundial da companhia que acontece em Boston, nos Estados Unidos. A novidade amplia o uso do Linux empresarial na cloud híbrida com maior ecossistema de software open source comercial da indústria.

Imagem: Reprodução






Construído para suportar qualquer aplicação, em qualquer ambiente, em qualquer lugar, o Red Hat Enterprise Linux 8 mantém o compromisso da Red Hat em gerar valor por meio de todo o stack de tecnologia empresarial, com o apoio de muitos líderes de TI. Desde o lançamento do Red Hat Enterprise Linux 7, em 2014, o ecossistema do Red Hat Enterprise Linux cresceu.

Centenas de fornecedores de software independentes (ISVs) agora entregam mais de 5 mil aplicações certificadas para o RHEL. 

“O Red Hat Enterprise Linux 8 fornece uma plataforma poderosa para ajudar empresas a abranger todas as estruturas de TI, desde servidores bare-metal até clouds públicas, mas para aproveitar completamente todas as estratégias de cloud híbrida, as organizações precisam de um stack de software abrangente. O amplo ecossistema de parceiros da Red Hat está cheio de soluções e conhecimentos necessários para que as empresas construam totalmente suas estratégias de cloud híbrida com toda aplicação e configuração de hardware testados e certificados para trabalhar efetivamente com a plataforma líder em Linux empresarial no mundo”, afirma Craig Muzilla, vice-presidente sênior de Principais Produtos e Serviços de Cloud da Red Hat.


Por meio do programa Red Hat Certified Cloud and Service Provider (CCSP), o Red Hat Enterprise Linux está disponível em uma ampla série de provedores de serviços de infraestrutura -- desde as maiores provedoras de cloud pública globais, como Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform e Microsoft Azure, até provedores de serviços gerenciados e de cloud, regionais e especializados. Mais de mil Red Hat CCSPs oferecem o Red Hat Enterprise Linux em suas infraestruturas de cloud pública, servindo como base para organizações adotarem estratégias nativas em cloud.

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Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Aos longínquos anos 90 e começo dos anos 2000, a Microsoft via o Open Source e o Linux como inimigos a serem “abatidos e eliminados”, de fato, em certa época Steve Ballmer, então CEO, chegou a falar que o Linux era um “câncer” para a MS. Anos depois a empresa mudou bastante neste sentido, especialmente à partir de 2016.


 Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux





Feito esse parênteses, hoje a Microsoft é mais próxima ao Open Source e do Linux, tanto que tem o Azure, o WSL e alguns apps portados para a plataforma, como o Skype e o Visual Studio Code. E quem sabe o navegador Edge e talvez o Microsoft Office 365, falaremos mais adiante.

Em referência ao #WorldPenguinDay (ao bicho mesmo), a conta de oficial da Microsoft que “cuida” da divulgação Open Source da empresa, fez um Tweet aproveitando a a oportunidade e “chamando” a comunidade a compartilhar quais projetos Open Source as pessoas mais gostavam:



Vários projetos foram mencionados, como o GNOME, KDE, Manjaro, Ubuntu, Pop!_OS, entre outros, como você pode ver na tread do Tweet acima.

Mas um comentário me chamou a atenção e a resposta a ele. O usuário Raywon Teja Kari, perguntou quando veríamos um porte do Microsoft Office 365 para Linux. E a conta da Microsoft respondeu, informando que ele deveria entrar no UserVoice do Office 365 e votar para isso, mais ou menos como aconteceu no caso da Adobe.



Se você quiser votar e ajudar a trazer o Microsoft Office 365 para o Linux, basta acessar aqui.

Um “ponto negativo”, pelo menos para mim, foi a ausência de empresas grandes do setor, como Canonical, IBM/Red Hat e a Suse (até o fechamento desta edição, elas não interagiram com o tweet, somente foram mencionadas)

Mas, tirando isso, acho muito importante essa guinada da Microsoft nesses últimos anos em apoiar o Linux e o OpenSource, isso mostra que o mesmo pode ser mais um aliado do que “um câncer a ser combatido”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum, aproveite e conte pra gente qual o seu projeto Open Source favorito e viva o pinguim!

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Microsoft torna Open Source seu app calculadora

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Há quem diga que a Microsoft apenas está preparando o terreno para num futuro próximo “se apropriar” do Linux e do mundo Open Source, ainda existe quem afirma que com o Satya Nadella a postura da empresa mudou e que a MS adaptou-se ao mercado, porém sempre existirá a dúvida pairando na mente, de quem viveu aquela época obscura da empresa.

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Inegavelmente com o passar dos anos, a Microsoft veio disponibilizando cada vez mais o código de seus softwares, em 2014 o Microsoft .NET Framework teve parte do seu código disponibilizado, também teve o motor do JavaScript em seu “finado” browser Edge (em breve a atual versão do Edge, será baseado no Chromium), o Chakra, parece que a empresa está “cedendo” ao padrão de mercado, o “jeito Open de Ser”, e desta vez mais uma aplicação entra na lista, o app de calculadora do Windows 10.

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Distribuído sobre a licença de código aberto MIT, o app de calculadora do Windows 10, que é desenvolvido com o XAML, Azure Pipeline e Universal Windows Platform (UWP). Disponível no Github, todo o cronograma de desenvolvimento da aplicação, assim como a possibilidade de sugerir funcionalidades ou implementações, estará ao alcance dos desenvolvedores, e por ser Open Source, seu código pode ser utilizado em outros projetos.

Algo interessante para os novos desenvolvedores que pretendem utilizar de tais tecnologias, é ver como a MS utiliza seus padrões de desenvolvimento, uma forma eficaz de ver todo o processo e familiarizar-se com tais ferramentas.

E você acha que a MS está a cada dia indo em rumo ao Open Source? Será que no futuro o Windows será de código aberto? Algo interessante e que também pode entrar em discussão, ao se pensar numa Microsoft mais aberta, é seu pacote universal de programas, pauta de um Diocast, intitulado “Esse Windows ainda vai virar Linux?”, caso não tenha acompanhado basta ouvir todo esse bate-papo. 

Te espero no próximo post, e lembre-se, seja educado e respeite a opinião alheia, não esqueça de compartilhar o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Já não é novidade que a Microsoft vem se aproximando do Linux e do Open Source, pode ser com a liberação de mais 60k de patentes ou na criação de sistemas operacionais como o Azure ou com o WSL (Windows Subsystem for Linux). E mais uma novidade vem por aí.

 Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer






Windows Explorer com mais capacidades


Em uma postagem feita em seu blog oficial, no dia 15 Fevereiro (2019), feita por Craig Loewn, Gerente de Projeto para WSL, a Microsoft fez os anúncios das novidades. Nesta postagem, Craig fala também em melhorias no gerenciamento e configuração na utilização da linha de comando.

Acessar arquivos do Linux pelo Windows, antigamente poderia acarretar na perda dearquivos e corrupção de dados, ou menos na inacessibilidade completa, o que será possível agora  sem esses contratempos, pontua Craig.

A implementação é feita atualmente pelo WSL


Para acessar os arquivos do Linux, basta abrir a sua distro favorita e conferir se você está  no diretório /home. Com isso basta digitar o seguinte comando:

explorer.exe.



Com isso, você pode acessar os seus arquivos normalmente e fazer as tarefas normais, como copiar, colar, arrastar arquivos para outros locais. Além de poder usar o menu do VSCode no diretório do WSL.



Na parte da linha de comando, você pode encontrar os arquivos com o seguinte comando:

\\wsl$\<running_distro_name>\

No exemplo abaixo, foi usado o Debian.



Para conferir o post completo e com mais informações, você pode acessar o seguinte link.

Ainda fica a questão das capacidades do Explorer de conseguir acessar partições reais de uma distro Linux em dual boot com o Windows, mas em tese, se há essa capacidade no gerenciador de arquivos do sistema da Microsoft dentro do WSL, fazer isso funcionar fora dele, para leitura de pelo menos o sistema de arquivos EXT4, parece um passo plausível.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Em 2015 a Microsoft lançava o seu mais novo navegador para a internet, o Edge, que viria substituir ou aposentar o já “velho de guerra e combalido” Internet Explorer. Mas desde a sua estreia o novo navegador da Microsoft não vingou e nem agradou a todos. O lançamento dele foi junto com o Windows 10.

Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge





O novo navegador da MS veio com uma nova tecnologia como engine, o EdgeHTML, que prometia renderizar as páginas da internet de forma mais rápida, além de tornar o navegador mais seguro, rápido e leve. Mas não foi isso que aconteceu, em um curto espaço de tempo ele se mostrou com muitos bugs, falhas e problemas que fizeram os usuários largarem o Edge de lado. Hoje somente 4% das pessoas usam o Edge para acessar a internet, mesmo com todo o esforço de marketing da Microsoft.




No comunicado postado nesta quarta-feira (6), em seu blog a Microsoft comenta o seu aumento na participação na comunidade de software livre (OSS) e assim se tornando um dos maiores apoiadores de projetos (OSS). E teve algumas partes que são interessantes em destacar:

“Os desenvolvedores da Web terão uma plataforma web menos fragmentada para testar seus sites, garantindo que haja menos problemas e maior satisfação para os usuários de seus sites; e como continuaremos a oferecer o entendimento orientado a serviços do Microsoft Edge de sites herdados somente do IE, Corporate IT terão compatibilidade aprimorada para aplicativos da Web antigos e novos no navegador que acompanha o Windows.”

Outro ponto interessante foi:

“Vamos passar para uma plataforma Web compativel com o Chromium para o Microsoft Edge no desktop. Nossa intenção é alinhar o Microsoft Edge com outros navegadores baseados no Chromium e tecnologias suportadas por eles. Isso fornecerá compatibilidade aprimorada para todos e criará uma forma mais simples dos desenvolvedores testarem suas aplicações para a maior parte dos browsers.  O Microsoft Edge agora será entregue e atualizado para todas as versões suportadas do Windows e com maior frequência. Também esperamos que esse trabalho nos permita levar o Microsoft Edge para outras plataformas, como o macOS.”

Para ver o comunicado completo veja o blog oficial deles.

Com isso a Microsoft dá mais um passo em adotar o open source em seu portfólio de produtos, contando com o WLinux, GitHub, Azure, abertura das 60 mil licenças entre outros. 

E com isso podemos pensar quem sabe em um dia poder usar um navegador oficial da Microsoft de forma nativa nas distros Linux, por que não né?? (lol). Visto que eles querem levar o Edge para outras plataformas.

Curioso é o fato de que praticamente todos os navegadores atualmente dividem uma base semelhante, uns mais outros menos, Chrome, Chromium, Vivaldi e Opera, Yandex e muitos outros, incluindo agora o novo projeto da Microsoft, todos tem uma base semelhante em comum, deixando o Safari e o Firefox como os “diferentões” do mercado.

O que você achou da novidade da Microsoft?

Até uma próxima e um forte abraço.
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Microsoft entra para a Open Invention Network e libera 60 mil patentes para Linux

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

E esse ano de 2018, hein?!? Surpreendente em vários sentidos, especialmente na relação da Microsoft com a comunidade Open Source. Antes de te contar "a mais nova novidade do bairro", vamos fazer uma breve recapitulação de coisas que aconteceram neste ano.


Microsoft Loves Linux





Ainda hoje, toda movimentação que a Microsoft faz em prol do Open Source (ao menos aparentemente) ainda levanta suspeitas, naturalmente isso vem de décadas passadas onde a empresa se posicionou de forma contrária a esse tipo de iniciativa, não julgo quem pensa dessa forma, e digo mais, entendo perfeitamente.


Na verdade, até mesmo a Microsoft entende essa preocupação de parte da comunidade Open Source, no anúncio recente da adesão à OIN (Open Invention Network)Erich Andersen, Vice-Presidente Corporativo, Conselheiro Geral Adjunto da Microsoft, comenta:


"We know Microsoft’s decision to join OIN may be viewed as surprising to some; it is no secret that there has been friction in the past between Microsoft and the open source community over the issue of patents. For others who have followed our evolution, we hope this announcement will be viewed as the next logical step for a company that is listening to customers and developers and is firmly committed to Linux and other open source programs. "

Vamos voltar no tempo?


O que você estava fazendo no início do ano? Pode não parecer, mas 2018 já está em seu final e muita coisa interessante aconteceu nesse "embolado" da Microsoft com a cultura Open Source.

Skype em Snap

Em 3 de Fevereiro de 2018 nós estávamos anunciando a disponibilidade do Skype em formato Snap, compatível com a nova loja de aplicativos da Canonical, empresa que desenvolve o Ubuntu.

Essa medida iguala o software Skype às versões disponíveis para Windows e macOS, dando aos usuários de Linux basicamente a mesma experiência em qualquer plataforma. Como os pacotes Snap são "universais" e podem ser usados em qualquer distribuição Linux, isso leva  o Skype para qualquer lugar.

Azure Sphere OS - A distro Linux da Microsoft

Pouco tempo depois, em Abril, uma nova notícia surpreendente. Está claro que o principal interesse da Microsoft em usar tecnologias abertas (no momento) é deixar a sua plataforma de infraestrutura e serviços em nuvem mais robusta e segura, no entanto, outro segmento importante para o futuro é o IoT (Internet of Things) e foi assim que nasceu o Sphere OS.

Um sistema operacional da Microsoft, baseado em Linux, para ser usado em "Internet das Coisas".

Compra do GitHub

Em Junho a Microsoft demonstrou o seu interesse,  não só em fazer parte da comunidade Open Source, mas também de ser "a estrutura" para o desenvolvimento dela. 

A compra do GitHub, como era de se esperar, gerou muitos debates sobre a "benevolência" da Microsoft e fez com que muitas pessoas passassem a usar alternativas, como o GitLab. Passando alguns meses, o GitHub continua firme e forte e as pessoas passaram a ter mais opções.

SUSE e Microsoft de "mãos dadas"

Outra grande empresa do mundo Open Source é a SUSE, que agora com maior autonomia, trabalhou, em conjunto com a Microsoft, para oferecer o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure.

O que nos leva a última novidade até o momento, a união ao OIN, porém, muitas outras coisas aconteceram, algumas maiores e mais chamativas, outras menores, mas igualmente importantes, ao longo dos últimos dois anos especialmente. Para saber mais das aventuras da Microsoft no mundo Open Source visite essa categoria aqui do blog.

Adesão ao Open Invention Network

OIN - Open Invention Network

Antes de mais nada, do que se trata a OIN?

A OIN, ou "Open Invention Network", é uma organização ou comunidade que agrupa várias empresas do mundo em um acordo de não usar suas patentes em "agressão" ao movimento Open Source, especialmente o Linux.

De forma geral, as empresas que fazem parte da OIN acordam em não viabilizar o famoso "Embrace, Extend and Extinguish", popularizado pela própria Microsoft nos anos 90, onde a utilização de uma tecnologia em conjunto com a de outra empresa acontecia e então uma delas acabava inviabilizando o negócio por conta de patentes.

Esse grupo é formato por milhares de instituições que querem usar as suas tecnologias em conjunto com o Linux, mas não querem que as patentes de suas tecnologias interfiram na adoção das mesmas, fazem parte do grupo empresas como Google, SpaceX, Canonical, Red Hat, Samsung, Canon, Philips, IBM e muitas outras.

A Microsoft, e todas as demais empresas participantes, sabem que ninguém confiará em desenvolver uma tecnologia baseada em Linux com a inclusão de tecnologia alheia caso, ou mesclando coisas, se existir o perigo de haver uma reviravolta legal no futuro, e no mundo de cloud computing, confiança é tudo, afinal, seus serviços e os seus dados (e dos seus clientes) estarão rodando ali.

Outro ponto é que para distribuir software de forma integrada ao Linux não se pode ferir o licenciamento do Kernel, que impede que algo seja redistribuído caso uma de suas patentes entrem em conflito. Ou seja, uma vez aberto o código, fechar não é tão simples.

A entrada da Microsoft e a liberação de 60 mil patentes pertencentes a ela para ION deixa de onerar o desenvolvimento de certas tecnologias, incluindo o próprio Android, para outras empresas que também compartilham desse tipo de tecnologia, como a Samsung e a Google. Esse tipo de medida, permite que outras empresas utilizem tecnologias da Microsoft em conjunto com o Linux sem entrar em conflito com outras licenças, como a própria GPL, garantindo que uma vez algo integrado, a empresa não possa simplesmente "cobrar por isso".

A estratégia de faturamento da Microsoft parece ter mudado drasticamente, abrir mão de tantas patentes que geram bilhões em receitas anuais só vem pela crença de que ao fazer isso, no futuro muitos outros bilhões virão, sem dúvida, e não há problemas com isso do meu ponto de vista.

Diferente de softwares proprietários, onde, geralmente, uma única empresa o detém, um software como o Linux é mantido e usado por inúmeras companhias ao redor do mundo e simplesmente não pode ser fechado ou inviabilizado graças ao Copyleft. A verdade é que a Microsoft chegou atrasada nesse mundo de Cloud, assim como chegou com os Smartphones no "boom" da era mobile, e certamente eles não querem que aconteça o mesmo que aconteceu com o Windows Phone.

A empresa parece ter entendido que conquistar esse mercado está mais ligado a trabalhar de forma colaborativa, aliando tecnologias que as pessoas já conhecem e confiam e desenvolvendo no topo delas, do que tentar forçar os usuários a aceitarem os seus padrões e serviços. 

Um bom exemplo disso é Azure, empurrar o Windows como a única solução para Cloud oferecida por eles simplesmente faria o segmento desmoronar, a tecnologia Open Source sempre esteve ali para ser usada e eles finalmente entenderam que podem usá-la como todos os seus concorrentes e oferecem essas soluções para seus clientes. Basta passear um pouco pelas soluções apresentadas no Azure para ver que muito pouca coisa lá oferecida funcionaria sem tecnologia Open Source.

Sempre haverão as pessoas que olharão com ceticismo, e elas estão no direito delas, é plenamente compreensível como já mencionei anteriormente, mas software livre é para todos, certo? Inclusive a Microsoft.

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SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado.

SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source






A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado. 

A SUSE está melhor posicionada para orientar as empresas por meio das demandas de transformação digital, com inovação em open source e expertise em infraestrutura definida por software, entrega de aplicativos e tecnologias de computação em nuvem.

“A SUSE vem prosperando há décadas, com base em princípios simples: ouvir o cliente, aceitar a inovação e mudar para melhor”, afirma Nils Brauckmann, CEO da SUSE. “Além disso, estamos em uma trajetória crescente, com expansão tanto orgânica quanto por meio de aquisição tecnológica. Esse modelo de expansão, de ‘construir e comprar’, gera valor contínuo aos clientes e impulsiona o crescimento sustentável para as demandas do negócio. À medida que o negócio cresce, a SUSE continua comprometida em ser ‘open, open source’, oferecendo liberdade de escolha aos clientes”

Além de contrariar o conceito de “vendor lock-in”, a SUSE tem investido em flexibilidade e buscado evoluir de um mero “fornecedor Linux” para uma empresa de tecnologias para nuvem, infraestrutura definida por software e soluções de entrega de aplicativos. Isso gerou um crescimento dinâmico e lucrativo, à medida que a organização se adapta continuamente aos requisitos de parceiros e clientes. Como as empresas precisam ser cada vez mais ágeis e economicamente eficientes, precisam alavancar ativos digitais, informações e inovações de software, que possibilitem a transformação digital.

A SUSE é construída a partir de sua expertise com o Linux e trabalha com um ecossistema de parceiros e comunidades, para adaptar e proteger soluções open source apoiadas por serviço e suporte superiores. Essas tecnologias emergentes da infraestrutura são construídas no open source e Linux, e criam novos níveis de liberdade e flexibilidade para clientes.

“Nos últimos anos a SUSE expandiu seu portfólio para novas áreas, como armazenamento, nuvem e containers. Por conta da maior independência e aquisição pelo grupo sueco EQT Partners, a SUSE está respondendo à demanda de mercado com uma plataforma neutra, porém abrangente, que suporta múltiplas nuvens públicas e privadas, assim como integração de infraestruturas on-premises com softwares como o SUSE Linux Enterprise (SLE) 15” , diz Jay Lyman, analista principal da 451 Research.

A liderança da SUSE em mercados consolidados e emergentes é evidente em todo o mundo. Seus clientes estão entre as nove das 10 maiores empresas aeroespaciais, as 10 maiores fabricantes de automóveis, quatro dos cinco maiores bancos, metade dos maiores supercomputadores e 80% das organizações presentes na Fortune Global Top 50. Além disso, 70% de todos os aplicativos SAP em execução no Linux são executados em SUSE Linux Enterprise, incluindo mais de 90% das implementações SAP HANA. A SUSE desenvolveu o mercado de mainframe Linux há mais de 17 anos, permanecendo até hoje como líder.

“Como membros fundadores da Linux Foundation, a IBM continua trabalhando com a SUSE nas principais iniciativas open source, inclusive com o SLES como uma empresa com todo o suporte, sistema operacional otimizado para as plataformas da IBM – IBM Z, LinuxOne e Power Systems”, relata Kathy Bennett, vice-presidente de desenvolvimento e suporte técnico do IBM Systems ISV Ecosystem. “Nosso trabalho conjunto para dar suporte ao SAP HANA no IBM Power Systems, KVM na arquitetura Z, IBM z/VM integrada com tecnologias baseadas em nuvem e containers está acelerando a adoção pelos clientes de plataformas open source”.

“Na HPE, estamos comprometidos em fortalecer as iniciativas open source e padrões abertos em todo o setor, e lideramos os esforços no setor, com foco especial no Linux, há mais de 15 anos. Temos uma colaboração contínua com a SUSE em Linux, OpenStack e outros projetos. Eles impulsionam nossos esforços conjuntos para fornecer soluções valiosas, baseadas em open source, ao mercado”, declara Scott Farrand, vice-presidente de Hybrid IT-Platform Software da HPE.

Outros marcos para o momento positivo de negócios da SUSE incluem:

● De 1º de outubro de 2017 à 30 de abril deste ano, a SUSE registrou receita de US$ 182,9 milhões, o que representa um crescimento de aproximadamente 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA ajustado para esse período foi de US$ 56 milhões, ou seja, cerca de 23% de crescimento ano a ano.

● Desde agosto do ano passado, a base de funcionários da SUSE cresceu em quase 20%, chegando a aproximadamente 1.400 profissionais. A empresa investiu muito em suas equipes de engenharia e atendimento ao cliente.

● Novas e inovadoras soluções de infraestrutura definida por software e entrega de aplicativos apresentadas pela SUSE neste ano incluem: 

a) SUSE CaaS Platform 3 uma plataforma de Container-as-a-Service (CaaS) com Kubernetes;

b) SUSE Cloud Application Platform, para gerenciar aplicações, Platform-as-a-Service (PaaS) de nuvem nativa, por meio de Cloud Foundry e Kubernetes;

c) SUSE OpenStack Cloud 8, para nuvens privadas prontas para a produção;

d) SUSE Enterprise Storage 5, para armazenamento corporativo definido por software,

e) SUSE Manager 3.2, para gerenciamento de infraestrutura,

f) E o SUSE Linux Enterprise 15, reconhecido mundialmente.

● A SUSE expandiu as parcerias com os principais provedores de nuvem pública, incluindo Amazon Web Services, Google Cloud, IBM Cloud e Microsoft Azure.

● Desde 2013, mais de 10,7 mil aplicações de parceiros e de 7,6 mil sistemas de hardware foram certificados para serem executados por meio de softwares SUSE.

● Para garantir um serviço de qualidade e o envolvimento do cliente, mais da metade dos profissionais da SUSE estão concentrados em desenvolvimento e suporte ao cliente. Por isso, 90% dos clientes da SUSE estão satisfeitos com a experiência com engenheiros da SUSE e dois terços dos clientes classificam os engenheiros com uma pontuação perfeita.

● O compromisso da SUSE com o software e as comunidades open source continua a crescer, com a empresa atualmente engajada em mais de 100 projetos open source. Membro fundador de mais de 10 organizações open source, a SUSE tem representação em muitas associações e fundações, incluindo a OpenStack Foundation, Linux Foundation, Cloud Foundry Foundation, CNCF (Cloud Native Computing Foundation), OPNFV (Linux Foundation Networking), Open Mainframe e OpenHPC.

“A SUSE tem sido um membro ativo, produtivo e ‘open’ da The Linux Foundation desde antes mesmo que me envolvesse, em 2006”, relata Dan Kohn, diretor executivo da CNCF. “Com a CNCF, estou particularmente agradecido pelo compromisso inicial da SUSE, com solução Certified Kubernetes, e sua busca incessante por inovação e soluções de alta qualidade, confiáveis e utilizáveis”.

Saiba mais no site da SUSE.

Até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure

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sábado, 15 de setembro de 2018

A SUSE, anunciou nesta quarta-feira (12) a disponibilidade do primeiro kernel Linux enterprise, desenvolvido sob medida para o Microsoft Azure. As instâncias on-demand do SUSE Linux Enterprise Server (SLES) 15 agora são executadas em um kernel personalizado para cargas de trabalho no Microsoft Azure, proporcionando desempenho aprimorado e inicialização mais rápida, além de redução no espaço ocupado na memória.


 SUSE e Microsoft colaboram para o primeiro Kernel Linux Enterprise otimizado para o Azure






O kernel otimizado para o Azure permite acesso mais rápido aos novos e futuros recursos
do Azure, que foram ajustados para os clientes serem mais ágeis. Com objetivo de gerenciar
complexidade, reduzir custos e fornecer serviços essenciais aos negócios que potencializam
a transformação digital dos clientes, a SUSE está trabalhando com a Microsoft e outros
parceiros.


"A colaboração da SUSE com a Microsoft se baseia em atender às necessidades em
constante evolução dos clientes, permitindo inovações e minimizando a interrupção de seus negócios", afirma Gerald Pfeifer, vice-presidente de Produtos e Programas de Tecnologia da SUSE. Os usuários da nuvem pública otimizada do SLES para Azure são um resultado direto da abordagem 'open' do open source da SUSE, que busca resolver os desafios reais do cliente".

Os clientes podem esperar que o SUSE Linux Enterprise Server 15 tenha benefícios de desempenho mensuráveis, incluindo uma rede com um rendimento potencialmente 25% mais rápida e uma redução de 23% na latência média. Por padrão, as instâncias do SLES 15 no Azure serão executadas nesse kernel personalizado, embora os clientes tenham a flexibilidade de alternar facilmente para o kernel padrão usando o gerenciador de pacotes Zypper.

Além do núcleo otimizado, os clientes que utilizam o SLES no Azure se beneficiam de várias ferramentas e recursos para implantação nativas da nuvem, que fazem parte do SUSE Public Cloud Module, como a capacidade de gerenciar recursos do Azure por meio de prompt de comando do Linux.

O SUSE Linux Enterprise Server com o núcleo ajustado do Microsoft Azure já se encontra disponível no Azure Marketplace, com preços e suporte padrão. Para obter mais informações sobre o Azure e a SUSE, visite: www.suse.com/microsoft.

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